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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 201 to 215.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-drugowich-e-muzy-discutem-autonomia-universitaria-com-foco-na-usp">
    <title>No IEA, Drugowich e Muzy discutem autonomia universitária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/no-iea-drugowich-e-muzy-discutem-autonomia-universitaria-com-foco-na-usp</link>
    <description>Tema foi aprofundado em livro recém-lançado pela dupla de físicos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-os-desafios-da-autonomia-universitaria" alt="Capa do Livro Os desafios da autonomia universitária" class="image-inline" title="Capa do Livro Os desafios da autonomia universitária" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Capa do livro publicado recentemente por Muzy e </strong><strong>Drugowich</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-de-tarso-artencio-muzy" class="external-link">Paulo de Tarso Muzy</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-drugowich-de-felicio" class="external-link">José Roberto Drugowich</a>, autores do livro "Os Desafios da Autonomia Universitária: História Recente da USP", lançado em junho, serão os expositores de um encontro no IEA que discutirá o mesmo tema. No dia<strong> 6 de agosto, às 14h30</strong>, a apresentação será comentada por <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-leme-fleury">André Fleur</a>, da Escola Politécnica (</span>EP) da USP, <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-de-brito-cruz">Carlos Henrique de Brito Cruz</a>, diretor científico da </span>Fapesp e ex-reitor da Unicamp, <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA e professor da </span>EP e da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP, e <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-knobel">Marcelo Knobel</a>, reitor da </span>Unicamp. A coordenação é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky" class="external-link">Elizabeth Balbachevsky</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas <span>(FFLCH) da USP e <span>vice-coordenadora do Núcleo de Pesquisa sobre Políticas Públicas (NUPPs), também da USP</span>. </span>Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web, mas para participar presencialmente é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeKmt3B5n3HLeJTaJmwN2z-UYU1JgqeOaPsTOGYFeZ_waefeA/viewform">inscrição prévia</a>. O evento é uma realização do IEA e do NUPPs.</p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Muzy, ex-secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo e ex-presidente da Fundação Prefeito Faria Lima (Cepam), e Drugowich, da <span>Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto,</span> defendem que, para criar um modelo organizacional para a universidade pública paulista adequado aos desafios do século 21, é preciso também fazer uma reflexão sobre o decreto (de número 29.598) que implementou a autonomia da instituição em 1989, e o contexto em que este entrou em vigor.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Segundo eles, uma questão recorrente em manifestações de alguns estudiosos e de integrantes do meio empresarial e da sociedade civil é o suposto confronto entre uma burocracia acadêmica pública e suas pautas corporativas, que mantêm as universidades de pesquisa brasileiras ancoradas a padrões “estatais”, e os modelos mais flexíveis vigentes em congêneres internacionais de destaque, algumas das quais, privadas. “O exercício pleno das possibilidades da autonomia universitária poderia ajudar a construir uma resposta mais competente a essa questão, que seja adequada ao nosso contexto?</span>”, questionam.</p>
<p><span> </span></p>
<p style="text-align:start; "><span style="text-align:start; float:none; "><span>No caso da USP, avaliam, o crescimento das despesas exigiu que fosse criada uma agenda de reformas para garantir a autonomia. “Embora a Universidade tenha considerado quase sempre o aspecto financeiro do decreto de 1989, ele pode ser, ainda, uma referência para que a instituição modifique sua gestão”.</span></span></p>
<p><span> </span></p>
<p style="text-align:start; "><span style="text-align:start; float:none; "><span>Assim como na obra, neste seminário os autores abordarão tópicos como gratuidade, processo de nomeação de dirigentes, flexibilidade dos contratos de trabalho, avaliação, representação externa e prestação de contas, todos tratados em profundidade na publicação.</span></span></p>
<p><strong>Livro</strong></p>
<p>Para escrever a publicação, os autores fizeram um extenso levantamento bibliográfico para reconstruir essa história em 350 páginas. Desde textos da imprensa, documentos, autores que explicam o conceito de autonomia universitária e entrevistas.</p>
<p>Entre os entrevistados estão os professores José Goldemberg, ex-reitor da USP e atual presidente da Fapesp; Arthur Roquete de Macedo, ex-reitor da Unesp; Erney Plessmann de Camargo, ex-pró-reitor de Pesquisa da USP e ex-presidente do CNPq, a quem o livro é dedicado; Roberto Leal Lobo e Silva Filho, ex-reitor da USP; Hugo Armelin, ex-pró-reitor de Pesquisa da USP; e José Arthur Giannotti, Professor Emérito da USP. <i>Com informações do Jornal da USP: <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/a-autonomia-universitaria-na-usp-30-anos-depois/">leia mais</a></i></p>
<p><i><br /></i></p>
<hr />
<p><i><strong>Os Desafios da Autonomia Universitária</strong><br />6 de agosto, 14h30<br />Auditório IEA - Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i><br /><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante inscrição via </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeKmt3B5n3HLeJTaJmwN2z-UYU1JgqeOaPsTOGYFeZ_waefeA/viewform">formulário online</a><br /><i>Para assistir </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-autonomia-universitaria" class="external-link">Página do evento</a></i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-23T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/goldemberg">
    <title>José Goldemberg fala sobre os desafios do ensino superior e da pesquisa no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/goldemberg</link>
    <description>Ex-reitor da USP e ex-ministro da Educação estará no dia 19 de março, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-goldemberg-em-frente-ao-iee-usp/image" alt="José Goldemberg em frente ao IEE/USP" title="José Goldemberg em frente ao IEE/USP" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">José Goldemberg, ex-reitor da USP e ex-ministro da Educação | Foto: Cecília Bastos/Jornal da USP</dd>
</dl><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a> estará no IEA no dia <strong>19 de março, às 10h</strong>, para a conferência <i>Ensino Superior e Pesquisa no Brasil</i>. Ele <span>tratará dos dilemas </span><span>regulatórios, pedagógicos e de financiamento enfrentados pel</span><span>a pesquisa e docência. </span><span>O evento é organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Observatório da Inovação e Competitividade</a><span> (OIC) do IEA, com moderação de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><span>, coordenador do OIC. Haverá transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Ex-ministro da Educação, reitor da USP de 1986 a 1990 e presidente da Fapesp de 2015 a 2018, o físico Goldemberg é um dos nomes mais respeitados da ciência e da educação no Brasil. Neste seminário, <span>falará sobre a realidade atual da universidade brasileira – tendo como foco a USP – e discutirá se ela tem condições de oferecer os resultados que o país precisa e espera para o seu desenvolvimento. </span></span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Goldemberg abordará os desafios colocados para a pós-graduação e o conjunto da atividade científica, considerados essenciais para alavancar a USP como um centro de primeira grandeza no século 21. “Estará a universidade preparada para dar esse salto?”, questiona Arbix, que propôs o encontro.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><i>Ensino Superior e Pesquisa no Brasil</i><br /></strong>19 de março, das 10h às 12h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Sem necessidade de inscrição<br />Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>) ou (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ensino-superior-e-pesquisa-no-brasil" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-07T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-diante-do-espelho">
    <title>Documento ressalta urgência para mudanças nas universidades brasileiras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-diante-do-espelho</link>
    <description>O seminário "A Universidade diante do Espelho", realizado no dia 10 de outubro, marcou o lançamento do relatório "USP: Proposta de Agenda para o Futuro", produzido pelo Grupo de Trabalho A USP diante dos Desafios do Século 21".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/a-usp-diante-do-espelho-painel-1" alt="A USP diante do Espelho - Painel 1" class="image-inline" title="A USP diante do Espelho - Painel 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Painel 1 - Transformações Contemporâneas do Ensino Superior - com (<i>a partir da esq.</i>) Naomar de Almeida Filho, Luiz Bevilacqua, Soraya Smaili, Elizabeth Balbachevsky e José Goldemberg</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ouvir a sociedade e procurar atender às suas demandas, internacionalizar-se efetivamente - não só com intercâmbio de estudantes -, redução e flexibilização curricular, desburocratização, buscas de novas fontes de recursos, atingir a todos que queiram ter formação superior, contar com modelos diferenciados. Esses são alguns dos principais desafios da universidade brasileira diante do ritmo cada vez mais acelerado das transformações sociais e na produção de conhecimento.</p>
<p>Mais que desafios, essas questões talvez sejam imperativos para a universidade continuar a desempenhar o papel de principal agente de produção de conhecimento e formação de cientistas e profissionais.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a>, professor visitante do IEA e ex-reitor da UFABC, costuma usar uma metáfora esportiva para definir as exigências do momento: "Uma onda que quebra na praia é uma onda de choque. As transformações no mundo e no conhecimento estão produzindo uma onda de choque para a universidade e numa onda dessas não adianta nadar: é preciso surfar, e para isso a universidade tem de escolher a prancha mais adequada".</p>
<p>Bevilacqua e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, ex-reitor da UFBA e da UFSB, apresentaram no dia 10 de outubro, durante o encontro "A USP diante do Espelho", propostas sobre o que deve ser feito para essa onda ser surfada a contento. Os dois integram o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/a-usp-diante-dos-desafios-do-seculo-21" class="external-link">Grupo de Trabalho A USP diante dos Desafios do Século 21</a>, que produziu o documento "<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/usp-proposta-de-agenda-para-o-futuro" class="external-link">USP: Propostas de Agenda para o Futuro</a>", lançado no evento.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Documento</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/usp-proposta-de-agenda-para-o-futuro" class="external-link">USP: Proposta de Agenda para o Futuro</a></li>
</ul>
<p>Artigo</p>
<ul>
<li>"<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/artigos/a-universidade-alem-do-espelho/">A Universidade além do espelho</a>"<br />Por Eugênio Bucci (publicado no "Jornal da USP" no dia 24 de outubro de 2018)</li>
</ul>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/no-grupo-discute-a-usp-no-seculo-21" class="external-link">Novo grupo apresentará propostas para a USP do século 21</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-debatem-propostas-para-renovacao-das-universidades" class="external-link">Grupo do IEA lança relatório com propostas para a renovação das universidades</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/a-universidade-diante-do-espelho" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-universidade-diante-do-espelho-10-de-outubro-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Discussão pública</strong></p>
<p>Presente nos nomes do grupo de trabalho, do documento e do evento, a USP é tomada como referência, mas as propostas se dirigem a todas as universidades brasileiras. O trabalho é uma espécie de "livro verde" (relatório com apresentação de propostas para discussão pública) para a área no país. Bevilacqua ressaltou que não há solução única para as universidades, por isso o documento está aberto a sugestões e modificações.</p>
<p>As principais propostas para a USP contidas no trabalho são: criar um bacharelado interdisciplinar em ciências; organizar novas unidades acadêmicas na forma de centros interdisciplinares; adotar iniciativas que permitam a melhoria do ensino médio, como a criação de uma Academia Juvenil; liderar a criação do Brazil Ranking of World Universities, uma classificação internacional de universidades de pesquisa com critérios ajustados à realidade e interesses do Brasil e outros países do Hemisfério Sul; assumir papel significativo na reformulação necessária de critérios do CNPq, Capes e outras agências de fomento; e criar um Fórum Permanente de Educação, Ciência e Tecnologias com a participação de representantes da indústria e dos Poderes Executivo e Legislativo.</p>
<p>O grupo propõe duas ações específicas para o IEA nesse processo de transformação:  a criação de cursos de verão sobre temas amplos relativos à realidade nacional, mas de interesse acadêmico geral, e de cátedras de estudos estrangeiros, em cooperação com o Instituto de Relações Internacionais, com ênfase nas cadeias de ensino dos países e regiões com quem a USP mantém maior intercâmbio.</p>
<p>Além de Bevilacqua e Almeida Filho, também participam do grupo de trabalho responsável pelo documento outros oito pesquisadores da USP envolvidos com o debate sobre o ensino superior brasileiro: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/caio-dantas" class="external-link">Caio Dantas</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky" class="external-link">Elizabeth Balbachevsky</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci" class="external-link">Eugenio Bucci</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a>(vice-diretor do IEA), Henrique von Dreifus, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (diretor do IEA) e Roseli de Deus Lopes.</p>
<p>O encontro teve quatro horas de intenso debate, com a presença de representantes da USP, Unesp, Unifesp, UFABC e outras instituições. As discussões ressaltaram a importância de várias das propostas e de como as transformações na USP podem repercutir no resto do país em função do papel de liderança da universidade. Houve questionamentos também, como a afirmação de que várias das medidas propostas já estão em curso na USP, a necessidade de as humanidades terem maior espaço na reflexão sobre as mudanças e a defesa de que outras universidades também sejam protagonistas na elaboração de propostas.</p>
<p>O primeiro painel foi dedicado às "Transformações Contemporâneas do Ensino Superior" e abordou três aspectos: autonomia e internacionalização; modelos de formação; e desafios do século 21. O segundo teve o tema "Pontos Críticos, Desafios e Propostas para a USP", com análises sobre: avaliação e excelência; conexões com a sociedade; e a universidade no mundo digital.</p>
<p><strong>Comentários</strong></p>
<p>Além de Bevilacqua e Almeida Filho como expositores, o encontro teve a participação de sete comentaristas: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg </a>, ex-ministro da Educação e ex-reitor da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/soraya-soubhi-smaili" class="external-link">Soraya Smaili </a>, reitora da Unifesp; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e ex-ministro da Educação; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/simon-schwartzman" class="external-link">Simon Schwartzman</a>, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Ites); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adelaide-alario" class="external-link">Adelaide Faljoni-Alario</a>, da UFABC e coordenadora-adjunta da Área Interdisciplinar da Capes; Elizabeth Balbachevsky, da FFLCH-USP; e Eugenio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Elizabeth e Bucci também participaram da produção do relatório.</p>
<p>No que se refere a USP, Goldemberg afirmou faltar no documento a concepção de que o avanço depende da melhoria dos pesquisadores e consequente incremento da produção científica de impacto. Disse que a universidade brasileira é vista como fornecedora de suprimentos: "Ela recebe pouca demanda em geral e a demanda industrial é baixíssima." Ele discorda da reivindicação de mais recursos, algo "impatriótico diante das necessidades de outras áreas, como saúde e segurança pública". A internacionalização, em seu entender, é natural "quando se é bom e se descobre algo importante".</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/a-usp-diante-do-espelho-painel-2" alt="A USP diante do Espelho - Painel 2" class="image-inline" title="A USP diante do Espelho - Painel 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Painel 2 - Pontos Críticos, Desafios e Propostas para a USP -, com (<i>a partir da esq.</i>) Luiz Bevilacqua, Adelaide Faljoni-Alario, Renato Janine Ribeiro, Eugênio Bucci e Simon Schwartzman</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Elizabeth destacou que a internacionalização é central para uma universidade, mas deve ser mais do que enviar e receber alunos. "O ponto central é a mescla com redes globais de produção e circulação de conhecimento."</p>
<p>Outro aspecto enfatizado por ela é a necessidade de "ceder parte da autonomia e aceitar uma cogovernança externa". Para isso, ela propõe a incorporação de um board of trustees [conselho de gestão] que represente setores da sociedade interessados na atuação da universidade. Destaca, no entanto, que esse board "não pode ser só consultivo, mas ter a capacidade de orientar os rumos da universidade, caso contrário a lógica corporativa se torna dominante".</p>
<p>Para Schwartzman não se deve levar em consideração apenas as universidades de pesquisa como a USP. "Deve-se falar em sistema de ensino superior, que inclui também outros tipos de instituições de ensino, o ensino a distância e outras atividades." Ele considera que faltou ao documento uma reflexão sobre o papel da USP nesse contexto. "Falou-se da Maria Antonia [sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de 1949 a 1968], mas ninguém mais é Maria Antonia no mundo. Uma universidade moderna tem escolas pesadas de engenharia, tecnologia etc." E indagou sobre qual deve ser o papel da USP: "Ela é fundamentalmente de pesquisa ou faz também outras coisas?".</p>
<p>"O negócio de uma instituição universitária é o talento", afirmou Schwartzman. Para fazer uma política direcionado pelo talento "é preciso pagar o que o mercado internacional paga". Não se deve esquecer, comentou, que universidades como a USP integram o serviço público, "o que torna a política de pessoal extremamente rígida, com um sistema arcaico de seleção via concurso". Defendeu a adoção de um sistema misto de contratação de pesquisadores, ao qual seria acrescentada a atuação de comitês de busca.</p>
<p><strong>Humanidades</strong></p>
<p>Bucci questionou se "o paradigma da ciência resolve a questão da universidade". Para ele, é preciso uma instância que reflita sobre a ciência. "Esse lugar talvez seja a filosofia. Ela deve ser incluída quando discutimos indicadores e qualidade da universidade."</p>
<p>As relações entre ciência e democracia também foram lembradas por ele: "Nosso documento faz menção às pretensões da China em assumir a liderança científica. A ciência é compatível com um regime não democrático? A conduta e o debate científicos prosperam sem democracia?".</p>
<p>Janine disse que a pergunta de Bucci sobre o papel a ser cobrado da filosofia leva à questão das diferenças próprias das humanidades. "Quando se vê um documento como esse, o caminho para as ciências e engenharias está mais ou menos definido, só faltam ajustes. Mas quando colocamos a questão das ciências humanas, fica complicado." Para ele, a internacionalização das humanidades é algo mais trabalhoso. "Nelas, não se escreve um paper com 850 palavras. E há o problema da produção na língua local."</p>
<p>Janine comentou também que "falta atrevimento" à comunidade de ciências humanas, com a carência de perguntas globalizantes para aglutinar pesquisadores. Um exemplo de trabalho com questões desse tipo seria, em sua opinião, investigar como a educação pode ser usada para a redução da desigualdade.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Trabalho A USP diante dos Desafios do Século 21</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-11T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-universidade-diante-do-espelho-10-de-outubro-2018">
    <title>A Universidade Diante do Espelho - 10 de outubro 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-universidade-diante-do-espelho-10-de-outubro-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/criacao-de-uma-rede-de-iniciativas-de-ciencia">
    <title>Criação de uma rede de iniciativas pela ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/criacao-de-uma-rede-de-iniciativas-de-ciencia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O objetivo do encontro é reunir projetos do campus da USP Ribeirão Preto que organizem, desenvolvam ou apoiem a ciência por meio da divulgação, ensino ou outras formas de popularização dos conceitos e fundamentos científicos, assim como as pesquisas e o processo de construção do conhecimento produzido na academia.</p>
<p>A partir deste primeiro encontro, será possível conhecer diferentes propostas e discutir estratégias para que os projetos ganhem mais visibilidade, ampliem suas redes de contato e possam atingir seus públicos com mais efetividade.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-13T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tipologia-ensino-superior">
    <title>Por uma Tipologia do Ensino Superior Brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tipologia-ensino-superior</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>(*)<i> In memorian </i>prof dr João Evangelista Steiner</p>
<p><strong>Webinar</strong></p>
<p>O objetivo deste trabalho é apresentar uma proposta de classificação ou tipologia das instituições de ensino superior brasileiras, baseada nos dados colhidos em diversas fontes nacionais e internacionais, analisando suas diferenças em termos de seus professores, estudantes de graduação, estudantes de pós-graduação e pesquisa, o que permite ter uma visão abrangente da educação superior brasileira, assim como de suas limitações.</p>
<p>Este estudo confirma que é necessário ter um sistema de classificação consolidado das instituições de ensino superior do país que faça uso dos melhores indicadores disponíveis e que possa ser constantemente atualizado e aperfeiçoado, contribuindo para tornar transparente para elas mesmas, para o público e para o governo, o que as instituições realmente fazem, e não o que, formalmente, deveriam fazer, podendo servir de base para um sistema atualizado de avaliação e acompanhamento de resultados</p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-lobo" class="external-link">Roberto Lobo </a>(Instituto Lobo e IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/simon-schwartzman" class="external-link">Simon Schwartzman</a> (AIRBrasil)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rooney-coelho" class="external-link">Rooney Coelho</a> (EP-USP)</p>
<p><strong>Coordenação</strong></p>
<p><span>Roberto Lobo (Instituto Lobo e IEA-USP)</span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-15T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nota-de-repudio">
    <title>Nota de Repúdio da Direção do IEA à invasão do prédio da Reitoria da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nota-de-repudio</link>
    <description>Nota de Repúdio da Direção do IEA à invasão do prédio da Reitoria da USP em 7 de maio de 2026.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Direção do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo manifesta seu veemente repúdio à invasão, por um pequeno grupo de manifestantes, do prédio da Reitoria da Universidade de São Paulo, ocorrida em 7 de maio de 2026, bem como aos atos de violência e aos danos causados ao patrimônio público.</span></p>
<p><span></span><span>O IEA-USP reafirma que a universidade pública é, e deve ser sempre, um espaço de diálogo, pluralidade, respeito institucional e resolução civilizada de conflitos. Violência, intimidação e depredação são incompatíveis com os valores que sustentam a vida acadêmica.</span></p>
<p><span></span><span>Neste momento, manifestamos solidariedade à Reitoria e à comunidade universitária, ressaltando que, em sua grande maioria, as atividades da USP seguem ocorrendo normalmente e que os atos ocorridos não representam o posicionamento da ampla maioria do corpo discente, que se pauta pelo diálogo, pela convivência democrática e pelo respeito à institucionalidade.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span></span><span>Direção do IEA-USP</span><br /><span>8 de maio de 2026</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-08T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/media-library/photos/events-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011">
    <title>1st National Meeting of Brazilian Institutes For Advanced Studies - Advanced Studies and University - October 31, 2011</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/media-library/photos/events-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-12T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-universidade-educacao-basica">
    <title>Sustentabilidade: Diálogos Entre a Universidade e a Educação Básica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustentabilidade-universidade-educacao-basica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-79548c7a-7fff-34c1-660f-acd137ca9414"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento irá expor ações e projetos em andamento no tocante a sustentabilidade e a incorporação da temática água em espaços educacionais, contando com apoio de instituições como, o Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-São Carlos), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP e o Mestrado Profissional em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais (PROFCIAMB). Promovendo a consolidação do diálogo entre a universidade e a Educação Básica.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-8752db3a-7fff-58c6-0fb6-8dea6464921e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Coordenador</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros" class="external-link">Tadeu Fabrício Malheiros</a></span><span> (EESC-USP) </span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Expositores</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong> </strong></span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gersica-moraes-nogueira-da-silva" class="external-link">Gérsica Moraes Nogueira da Silva</a> (IEA USP </span><span style="text-align: justify; ">- Polo São Carlos)</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Vinicius </span><span>Perez Dictoro <span style="text-align: justify; ">(IEA USP </span><span style="text-align: justify; ">- Polo São Carlos)</span></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Debatedores</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong> </strong></span><span>Renata Rozendo Maranhão (</span><span>SINGREH/ ANA)</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span><span>Nelma Regina Segnini Bossolan</span><span> (IFSC)</span></p>
<div><span>
<h3>Transmissão:</h3>
</span></div>
<p> </p>
<div>Assista a transmissão por <a class="external-link" href="https://youtu.be/GWIrj7WrOPE">aqui</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-12-14T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2">
    <title>Concerto da Osusp em parceria com o IEA no dia 31 de maio será um diálogo da música com a ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2</link>
    <description>O "Torre do Relógio II", concerto da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) no dia 31 de maio, às 16h, organizado em parceria com e do IEA, buscara refletir sobre a diversidade de pensamento no fazer musical e científico e o papel da ciência na solução de problemas contemporâneos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:468px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/apresentacao-da-osusp/image" alt="Apresentação da Osusp" title="Apresentação da Osusp" height="584" width="468" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:468px;">Desde o ano passado, os concertos da série ''Torre do Relógio'' da Osusp são organizados em parceria com unidades da USP, procurando relacionar a música com áreas das ciências, humanidades e artes presentes na Universidade; este ano a série faz parte das comemorações do cinquentenário da orquestra</dd>
</dl></p>
<p>Uma polifonia de vozes da música e da ciência dialogando sobre suas conexões. Assim será o "Torre do Relógio II - Ideias em Contraponto", concerto da <a class="external-link" href="https://osusp.prceu.usp.br/">Orquestra Sinfônica da USP (Osusp)</a> no dia <strong>31 de maio, às 16h</strong>, organizado em parceria com o IEA. Em 2025, a série "Torre do Relógio" e demais concertos da temporada celebram os 50 anos da orquestra.</p>
<p>Conduzida pelo regente titular e diretor artístico da Osusp, <a class="external-link" href="https://tobiasvolkmann.com/pt-br/biografia/">Tobias Volkmann</a>, a apresentação terá obras de Leonora Duarte (1610-1678), Johann Sebastian Bach (1685-1750), Silvio Ferraz (1959- ), Richard Wagner (1813-1883) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).</p>
<p>Como é característico da série, o concerto contará com palestras curtas de professores, desta vez <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, diretora e vice-diretor do IEA. Eles falarão sobre a diversidade de pensamento no fazer musical e científico e o papel da ciência na solução de problemas contemporâneos.</p>
<p>A apresentação será realizada no Centro Cultural Camargo Guarnieri, na rua do Anfiteatro, 109, Cidade Universitária, São Paulo. Os ingressos estão<b> esgotados</b>. A participação do público é gratuíta e solidária, com a doação de 1 kg de alimento não perecível para famílias em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Volkmann explica que a série tem como referências os baixos e altos relevos nas duas faces da Torre do Relógio da Cidade Universitária, uma delas dedicada às ciências naturais e à matemática e a outra às ciências sociais, humanidades e artes. "O princípio que norteia a série é o encontro da arte com a ciência, com cada concerto tendo o repertório pensado a partir do encontro com áreas científicas e cientistas da Universidade, que participam com falas durante a apresentação, a partir de um tema em comum",</p>
<p>A série foi criada em 2023, pelo regente titular anterior da Osusp, Gil Jardim. Em 2024, Volkmann continuou com ela, passando a organizar os concertos em parcerias com unidades da USP. Em abril, foi realizado o "Torre do Relógio I", que envolveu os museus da Universidade. No segundo semestre serão realizados mais três concertos, cujas parcerias estão em definição.</p>
<p><strong>Contraponto e diálogo científico</strong></p>
<p>Em conversas com o vice-diretor do IEA, o maestro chegou à conclusão de que o contraponto pode ser associado ao que o Instituto se propõe a fazer: promover o encontro de ciências de distintas áreas em um diálogo e uma associação que em sua diversidade busca encontrar novos caminhos comuns.</p>
<p>Segundo Volkmann, a intenção na primeira parte do concerto é justamente mostrar a técnica do contraponto, a polifonia, em uma pequena evolução histórica, de modo que o público seja capaz de ouvir o que é a estrutura dessa técnica, que é a sobreposição de distintas vozes independentes, mas com um ponto de encontro em termos estruturais, de princípios harmônicos. "As vozes se alternam entre dissonâncias e consonâncias para encontrar um ponto final comum."</p>
<p>O concerto terá início com três peças (a terceira, uma sinfonia) de Leonora Duarte, compositora luso-flamenga-judia. “São obras curtas para cinco violas da gamba, que na nossa versão serão ‘reinstrumentadas’ para formações distintas da Osusp. Ou seja, começamos com muito contraponto em sua versão mais inicial para a música instrumental”, diz o maestro. Apesar de não ser a motivação principal, também é possível associar a obra da compositora à consolidação da Revolução Científica (baseada na observação e experimentação) no século 17.</p>
<p>Em seguida, haverá três instrumentações distintas para três contrapontos da Arte da Fuga de Bach, o grande mestre do contraponto. "Nele, a polifonia se torna mais complexa e o público vai poder perceber o quanto ideias diferentes e independentes têm condições de se combinar e produzir algo de grande complexidade e extremamente belo", comenta Volkmann.</p>
<p>Não deixa de ser pertinente sugerir uma relação entre a polifonia musical com as diferentes visões sobre fenômenos científicos e a convivência, diálogo e interação (no caso da interdisciplinaridade) de ideias e opiniões presentes numa instituição acadêmica, considera Volkmann.</p>
<p><strong>Contemporaneidade</strong></p>
<p>Continuando com a temática da diversidade de vozes presente no contraponto, será apresentada “Itinerários do Curvelo”, obra para orquestra de câmara de Silvio Ferraz, professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “Esta obra já nos dará uma visão mais conectada com o nosso tempo em relação ao elemento musical e social trabalhado nas obras anteriores”. Segundo o regente, a composição de Ferraz é uma transposição da técnica do contraponto para posicioná-la dentro de uma escuta e uma estética contemporânea. "Aí vamos ter uma superpequena micropolifonia de alturas e sons que vão se formando a partir de pequenas variações e com isso sair de uma escuta polifônica tonal do século 18, de Bach, e para uma estética contemporânea."</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maestro-tobias-volkmann/image" alt="Maestro Tobias Volkmann" title="Maestro Tobias Volkmann" height="464" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maestro Tobias Volkmann: ''O princípio que norteia a série é o encontro da arte com a ciência''</dd>
</dl></p>
<p>Não deixa de ser pertinente sugerir uma relação entre a polifonia musical com as diferentes visões sobre fenômenos científicos e a convivência, diálogo e interação (no caso da interdisciplinaridade) de ideias e opiniões presentes numa instituição acadêmica, considera Volkmann.</p>
<p>O programa prossegue com uma versão de câmara do “Prelúdio” da ópera “Tristão e Isolda”, onde Wagner cria um problema musical que não havia ainda sido proposto na música, gerando tensões harmônicas com diversas possibilidades de resolução, segundo o regente. “Wagner protela a resolução até o acorde final de uma ópera de mais de três horas de duração”.</p>
<p>"A ideia de colocar esse prelúdio nessa conversa entre a música e a ciência remete ao momento pelo qual passa a humanidade por ter criado um problema tão grande quanto as mudanças climáticas e seus impactos e estar protelando as soluções ad aeternum. O problema é muito claro e a solução precisa passar por uma mudança radical de padrões de consumo e pela adoção de propostas que a ciência está procurando trazer e para as quais a sociedade não vem atentando suficientemente."</p>
<p>Outra analogia possível quanto ao problema harmônico no prelúdio de Wagner é associá-lo às diversas correntes teóricas em disputa num campo científico até que uma delas predomine, considera Volkmann.</p>
<p><strong>Iluminismo versus obscurantismo</strong></p>
<p>O encerramento do concerto será com o movimento final (Molto allegro) da “Sinfonia nº 41, Júpiter", de Mozart. Essa escolha remete a referência da diretora do IEA à questão da ciência (ou iluminação) versus obscurantismo quando da elaboração do programa. Volkmann comenta que essa sinfonia é uma das obras “mais brilhantes de Mozart, escrita em um período em que que as ideias do Iluminismo tiveram enorme influência na retórica musical”.</p>
<p>As duas principais influências do Iluminismo na música de concerto, do meio para o final do século 18 foram a secularização da música e a crescente independência dos compositores em relação aos nobres que os contratavam. Antes predominantemente religiosa, a música passou a incorporar temas e estilos seculares, além de celebrar a liberdade do pensamento individual e a razão em oposição à aceitação pura e simples de tradições e dogmas, afirma o maestro. "Com isso, buscou-se novas formas baseadas em estruturas transparentes e claras. Assim, vamos ouvir uma obra que junta contraponto com uma estrutura clara, presente no final da sinfonia "Júpiter" de Mozart".</p>
<p>A desvinculação do patronato aristocrático, sobretudo dos três principais compositores do Classicismo – Mozart, Haydn e Beethoven –, revela um aspecto socioeconômico resultante da reverberação do Iluminismo no ambiente musical do século 18, comenta Volksmann. "Muito cedo, Mozart foi um dos primeiros freelancers que se libertaram da dependência dos nobres. Haydin foi para essa condição no final da vida e Beethoven também se tornou (não totalmente) um grande freelancer. As ideias de liberdade, razão e humanismo fizeram com que buscassem essa independência", avalia Volkmann.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Orquestra Sinfônica da USP; Daryan Dorneles/Divulgação</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-20T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-metricas-de-impactos-sociais-das-universidades-publicas">
    <title>Evento discute métricas de impactos sociais das universidades públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-metricas-de-impactos-sociais-das-universidades-publicas</link>
    <description>Conferência on-line é promovida pelo Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto do IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8ffa3d23-7fff-a16e-8a72-e5a778037653"> </span></p>
<p dir="ltr"><b>POR PROBLEMAS TÉCNICOS, O EVENTO FOI CANCELADO</b></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Impactossociaisdasuniversidadespblicasesuasmtricas.png/@@images/a06d6e47-53f4-4f6d-87bd-178bac77a7b7.png" alt="" class="image-left" title="" /></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, promove no dia 16 de maio, a partir das 10h, a conferência híbrida “Impactos sociais das universidades públicas e suas métricas”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será realizado no auditório da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da USP, com transmissão pelo </span><span>canal do IEA-RP no YouTube</span><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><span>neste link</span><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que assinarem a lista presencialmente ou que preencherem o formulário que será disponibilizado no chat do YouTube durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor sênior da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP e do Instituto de Relações Internacionais da USP, Jacques Marcovitch. Ele tem graduação em Administração pela FEA-USP, mestrado pela Owen Graduate School of Management, Vanderbilt University, doutorado pela FEA-USP e pós-doutorado pelo International Management Institute (Suíça). Foi reitor da USP, presidente das Companhias de Energia do Estado de São Paulo (CESP, CPFL, Eletropaulo e Comgás) e secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Marcovitch, participam do debate de ideias os membros permanentes do Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, relação que inclui, além de professores e pesquisadores de diversas unidades da USP, integrantes de instituições como Global Initiative on AI for Health da Organização Mundial da Saúde (OMS), Academia Brasileira de Ciências, Academia de Ciências dos Países em Desenvolvimento (TWAS), Fapesp, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Illinois Urbana-Champaign e Harvard Medical School.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Parte considerável dos docentes de universidades públicas não refletem de maneira aprofundada sobre maximização dos impactos de suas carreiras. Além disso, as universidades públicas devem contribuir para o avanço do conhecimento científico - inclusive com temas que constituem os grandes desafios da sociedade atual - e dos métodos de ensino, extensão universitária, gestão e internacionalização a partir da indução de projetos que estimulem avanços em áreas de fronteira a partir de uma abordagem transdisciplinar e considerando a necessidade cada vez mais urgente de maior engajamento entre universidades públicas e sociedade.</span></p>
<p><span>Neste contexto, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto tem como objetivo fomentar estudos, discussões, reflexões e inspirações acerca de como docentes de universidades públicas podem aumentar o impacto e a excelência de suas carreiras. Saiba mais </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/carreira-docente-de-impacto/"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Carreira Docente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-09T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/the-role-of-universities-in-transforming-societies-the-technion-story-13-de-fevereiro-de-2019">
    <title>The Role of Universities in Transforming Societies: The Technion Story - 13 de fevereiro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/the-role-of-universities-in-transforming-societies-the-technion-story-13-de-fevereiro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-13T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/emprendedores-universitarios">
    <title>¿Son emprendedores nuestros jóvenes universitarios? ¿Les enseñamos a serlo?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/emprendedores-universitarios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Há quem diga que não se pode ensinar a empreender, mas que se pode aprender a empreender. Evidentemente, se é possível aprender então é possível ensinar a fazê-lo, embora objetivos, conteúdo, meios e até mesmo espaços para aprender e ensinar a empreender não são usuais em escolas ou universidades. Além disso, para ensinar os estudantes e ajudá-los a empreender é importante saber com antecedência o seu perfil empreendedor, especialmente com relação às suas expectativas, sua atitude e a forma como eles percebem e encaram o empreendedorismo como uma opção de carreira.</p>
<p>Essas questões serão o foco da palestra, que também irá apresentar os destaques do primeiro estudo sobre o perfil empreendedor do estudante universitário na Espanha e no México. O palestrante, que dirige a <a class="external-link" href="http://www.redemprendia.org">RedEmprendia</a>, iniciadora do Observatório de Empreendedorismo Universitário, também explorará a extensão da pesquisa ao Brasil e a outros países da América Latina.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-02T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-promover-um-perfil-empreendedor">
    <title>Como promover um perfil empreendedor na universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-promover-um-perfil-empreendedor</link>
    <description>Presidente da RedEmprendia discute no IEA meios e métodos do aprendizado voltado ao empreendedorismo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/empreendedorismo" alt="Empreendedorismo" class="image-inline" title="Empreendedorismo" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há quem diga que não se pode ensinar a empreender, mas que é possível aprender a empreender. Se por meio da educação é possível alcançar um perfil empreendedor, então as questões que se colocam são os objetivos, conteúdos, meios, métodos e até espaços para aprender e ensinar a empreender. Estranhamente, o tema não é usual em escolas ou universidades, e o conhecimento prévio do perfil de jovens envolvidos com o tema pode auxiliar nesse caminho, especialmente em relação às expectativas e atitudes do futuro empreendedor e sua percepção de empreendedorismo como opção de carreira.</p>
<p>Essas questões serão o foco do seminário que acontecerá no dia <strong>15 de março</strong>, das <strong>9h30 às 12h30</strong>, com conferência do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/senen-barro-ameneiro" class="external-link">Senén Barro Ameneiro</a>, presidente da <a href="http://www.redemprendia.org/" target="_blank">RedEmprendia</a> e ex-reitor da Universidade de Santiago de Compostela.</p>
<p>Ministrado em espanhol e sem tradução simultânea, o debate<i> ¿Son emprendedores nuestros jóvenes universitarios? ¿Les enseñamos a serlo?</i> acontece na Sala de Eventos do IEA. Será gratuito e terá transmissão<a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"> ao vivo</a> online. Para participar é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScNpScfoGPOzStnsEDrK2pD8saCROVAwCAazRtI4JvNDFgRhQ/viewform">inscrever</a> previamente.</p>
<p>A RedEmprendia foi responsável pelo projeto de pesquisa do Observatório de Empreendedorismo Universitário, que por meio de um levantamento feito pela internet em meados de 2016, buscou conhecer a intenção, o perfil e a atitude empreendedora de estudantes universitários da América Latina. Os resultados da pesquisa serão explorados pelo palestrante, que também irá apresentar os destaques do primeiro estudo sobre o perfil empreendedor do estudante universitário na Espanha e no México.</p>
<p>A RedEmprendia congrega 24 universidades de sete países ibero-americanos, além do site Universia e o Banco Santander, com o objetivo de promover a inovação e o empreendedorismo responsáveis. No Brasil, a rede é formada pela USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>
<p>O encontro, organizado pelo <a href="http://pgt.prp.usp.br/" target="_blank">Núcleo de Política e Gestão Tecnológica</a> (NPGT) da USP e pelo IEA, terá como debatedor o vice-presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alberto-aranha" class="external-link">José Alberto Aranha</a>, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-lerosa-de-siqueira" class="external-link">José Antonio Lerosa de Siqueira</a>, professor do <span style="text-align: justify; ">Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações e presidente da consultoria Inventura</span>. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA, que coordena a atividade.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sobre o palestrante</strong></p>
<p>Senén Ameneiro foi Reitor da Universidad de Santiago de Compostela (USC) entre 2002 e 2010 e preside a RedEmprendia desde 2010. É professor titular de Ciências da Computação e Inteligência Artificial na mesma instituição, por onde se licenciou e defendeu tese de doutorado na área de física.</p>
<p>Fundador da Asociación Española de Emprendedores Científico-Tecnológicos e sócio-fundador da Situm Technologies, spin-off incubada na USC. É membro da Real Academia Galega de Ciências.</p>
<p>Foi editor ou autor de sete livros. O mais recente, intitulado “+Universidad –Especulación”, foi lançado em 2013 pela editora Netbiblo. Autor de aproximadamente 300 artigos científicos. Atuou ou atua como membro de comitês de organizações científicas e editoriais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Visual Hunt</span></p>
<h3>Programação</h3>
<div id="parent-fieldname-programacao-8df5be580e9e45bbaaf479cd2ad7edb1">
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>9h30</td>
<td>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (EP, FEA e IEA - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-antonio-zago" class="external-link">Marco Antonio Zago</a> (Reitor USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>10h</td>
<td>
<p><strong>Conferência</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/senen-barro-ameneiro" class="external-link">Senén Barro Ameneiro</a> (RedEmprendia e <span class="/biz/miniprofile/665042?pathWildcard=665042 new-miniprofile-container">Universidad de Santiago de Compostela)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>10h45</td>
<td>
<p><strong>Comentários<br /></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alberto-aranha" class="external-link">José Alberto Aranha</a> (Anprotec e PUC-RJ)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-lerosa-de-siqueira" class="external-link">José Antonio Lerosa de Siqueira</a> (SENAI e EP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>11h25</td>
<td><strong>Diálogo Geral</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>12h</td>
<td>
<p><strong>Considerações Finais</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/senen-barro-ameneiro" class="external-link">Senén Barro Ameneiro</a><span class="new-miniprofile-container /biz/miniprofile/665042?pathWildcard=665042"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>12h15</td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: right; "> </p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i> ¿Son emprendedores nuestros jóvenes universitarios? ¿Les enseñamos a serlo?<br /> </i></strong><i>15 de março, das 9h30 às 12h30<br /> Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /> Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet. Em espanhol, sem tradução.<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/emprendedores-universitarios" class="external-link">Link do evento </a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-07T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-lugar-paradoxal-do-artista-dentro-da-universidade">
    <title>O lugar paradoxal do artista dentro da Universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-lugar-paradoxal-do-artista-dentro-da-universidade</link>
    <description>O ensino da arte na graduação e na pós-graduação ainda enfrenta tensões culturais e  institucionais, mostram artistas-professores.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Aquarela%20do%20artista%20Poty%20sobre%20a%20vida%20universitaria/@@images/28c748ac-1405-4ed0-9e9a-69ebbb3c8293.jpeg" alt="Aquarela do artista Poty sobre a vida universitária." class="image-right" title="Aquarela do artista Poty sobre a vida universitária." /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><b><span>Aquarela do artista Poty Lazzarotto sobre a vida universitária. Cortesia Acervo MAC-USP.</span></b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Num embate ocorrido na adolescência, um professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP foi desafiado por um colega: “Você vai ser crítico de arte, mas eu vou ser um artista”. O professor em questão, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-giannotti" class="external-link">Marco Giannotti</a>, que também é artista e pesquisador de arte, usou o exemplo da infância para criticar a dicotomia existente na cultura artística brasileira, de que quem atua na academia não é artista e quem está no mercado de arte não tem espaço na academia. A contextualização e a problematização do papel da arte na Universidade foi o foco da mesa-redonda <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/arte-artista-universidade" class="external-link"><i>Arte, Artista, Universidade</i></a>, realizada no dia <b>15 de agosto </b>no IEA.</p>
<p>Como parte das atividades organizadas pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, o debate reuniu, além de seu primeiro titular, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-paulo-rouanet">Sergio Paulo Rouanet</a>, os professores-artistas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-maciel">Katia Maciel</a>, da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-de-oliveira-pedro-garbelotti">Raquel  Garbelotti</a>, Universidade Federal do Espírito Santo; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-roclaw-basbaum">Ricardo Basbaum</a>, do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-mano">Rubens Mano</a>, artista visual e mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP.  A moderação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann">Martin Grossmann</a>, professor da ECA-USP e coordenador acadêmico da Cátedra.</p>
<p>Existem aproximadamente 20 cursos de pós-graduação em artes visuais no Brasil. A ECA foi pioneira ao criar o primeiro doutorado em artes, em 1980. A partir da década de 1970, o ensino da arte começou a ser estruturado nas universidades públicas federais e estaduais, sendo a ECA também uma das pioneiras ao criar o curso de Educação Artística, em 1972, e o mestrado em Artes, em 1974.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p>artigo <a class="external-link" href="http://jornal.usp.br/cultura/rouanet-discute-na-usp-as-relacoes-entre-arte-e-universidade/">Jornal da USP</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/arte-artista-universidade" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/arte-artista-universidade-15-de-agosto-de-2016" class="external-link">Foto</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Embora incluída na estrutura universitária e científica do país, o campo das artes não é visto como uma área de conhecimento em termos equivalentes às ciências, como as Engenharias e a Medicina, por exemplo”, afirma Grossmann. O debate buscou explorar as razões dessa diferenciação.</p>
<p>Na opinião de Giannotti, durante muito tempo, a Universidade ficou sendo vista como o “lugar da alienação”. De forma geral, acredita-se que o artista deve estar no mercado. Essa tensão se faz presente até hoje, segundo o professor.</p>
<p>“Curioso que no Brasil os artistas tenham mais possibilidade de exercer sua vida artística após sair da Universidade. Em outros países, ao contrário, o grande momento em que o artista celebra sua maturidade é quando ele é convidado para a Universidade”, destaca Giannotti.</p>
<p>Esse mal entendido ocorre porque o país alimenta uma cultura de não enxergar a educação como lugar da imaginação, acredita. “Existe uma tensão contínua diante da maluquice de padrões de produtividade estabelecidos pela Capes. E sendo assim, uma exposição na Pinacoteca nunca vai ter o mesmo peso de um texto escrito segundo as normas ABNT”, critica.</p>
<p>Um dos aspectos da problemática diz respeito à relação do artista com a escrita formal da academia. “A obra não é um objeto formal, mas o discurso do artista sobre sua obra é. Uma questão a ser problematizada é o discurso feito pelo próprio artista sobre sua obra e não pelos críticos de arte”, pontua Kátia Maciel.</p>
<p>No artigo <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1678-53202003000100009">"A imagem escrita"</a>, produzido para a revista ARS, do Departamento de Artes da ECA, Giannotti nota: “Na área de Poéticas Visuais, o aluno se depara com algo que não estava familiarizado: o dilema da escrita. Como escrever um texto condizente com sua produção visual? A pós-graduação é o lugar ideal para uma reflexão contínua sobre esta questão. O artista que vai para a Universidade deve estar ciente de que sua formação também implica em fomentar um discurso artístico”.</p>
<p>“Escrever sobre arte significa assumir uma postura crítica não só em relação ao seu trabalho como também significa um engajamento diante de um meio cultural”, escreve Giannotti em seu artigo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/o-prazer-desinteressado-da-arte-mesa" alt="Arte, Artista, Universidade - Mesa" class="image-inline" title="Arte, Artista, Universidade - Mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>A partir da esq.: Raquel Garbelotti, Rubens Mano, Martin Grossmann, Sergio Paulo Rouanet, Katia Maciel, Ricardo Basbaum e Marco Giannotti.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Giannotti, a escrita do artista não é dedutiva, nem ilustrativa, mas pode literalmente projetar suas abstrações artísticas. Cita textos do pintor, escultor e artista plástico Hélio Oiticica, que o artista usou como estratégia de tudo o que ele iria criar anos depois. Cita ainda o exemplo de um aluno que orientou no mestrado e doutorado, o pintor, desenhista, gravador, escultor e professor José Spaniol. “Interessante como a tese dele apontava para série de questões que anos depois a obra realizou”, disse.</p>
<p> </p>
<p><b>Cultura e grade curricular</b></p>
<p>Num contexto de ameaças de privatizações de universidades públicas, quando as Humanidades vêm perdendo o papel de crítica dos saberes e num momento de desmantelamento de organismos voltados à cultura no Brasil, é preciso entender que relativamente à arte, a Universidade está na dobra de duas posições – mercado e academia – que parecem inconciliáveis. “No entanto, qual seria o papel da Universidade, senão formar sujeitos críticos e conscientes do seu contexto, e criadores de novos mercados?”, questiona Raquel.</p>
<p>Segundo a professora, as normativas acadêmicas e a forma disciplinar como está ordenado o conhecimento dentro da Universidade impedem o aluno e o pesquisador de arte de fazer voos mais altos. “Por isso estamos repensando o curso de artes no Espírito Santo, flexibilizando a grade curricular, levando artistas para ministrar disciplinas nos departamentos de teoria e história da arte. E também abrimos a possibilidade dos candidatos apresentarem portfólio. Em vez de achar culpados, precisamos repensar a questão dentro da Universidade”, afirma.</p>
<p>Para Raquel, se os cursos de arte não forem pensados por artistas, cada vez mais se acentuarão as disparidades do papel da arte em relação à ciência. “Não é possível pensar uma grade curricular de artes nos termos modernos, com áreas divididas por fazeres como pintura, escultura, desenho etc. Isso reitera o discurso moderno de que a arte é um saber dissociado de tudo, apartado do mundo”, disse.</p>
<p>Para Rubens Mano, há uma “fissura conceitual na sociedade”, haja vista as políticas de Estado na área cultural e a recente fusão do Ministério da Cultura com o da Educação. “É preciso olhar o problema de frente e fazer uma revisão de arraigadas práticas sociais e estruturas de pensamento”, afirma.</p>
<p>Por outro lado, é preciso pensar parâmetros para que se promova a equivalência do status da arte com o da ciência, afirma Mano. “A busca da desejada equivalência da arte com a ciência não deve significar o aceite de linhas de enquadramentos e injustificados constrangimentos da arte”, afirma.</p>
<p>A equivalência arte com a ciência deverá “enfrentar o momento crítico no qual vivemos”, diz Mano, no qual “a subjetividade sofre constante constrangimento, os repertórios se esvaziam e a linguagem corrente retrocede a ponto de perdermos o sensível da linguagem”.</p>
<p>O artista acredita que há “uma falência na relação entre sociedade e cultura”, em que as instituições estão balizadas por “critérios hegemônicos e uniformizadores”.</p>
<p>Nesse contexto, vale questionar a Universidade temos e a que queremos, afirma Giannotti. “Temos um resíduo do projeto Iluminista, ou uma Universidade em frangalhos, fragmentada pelo debate político e muitas vezes alienante?”, disse Giannotti.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/monumento-minimo-de-nele-azevedo-santiago-chile-2012/@@images/6e5b1569-8419-4a0e-9fab-5da337e8136b.jpeg" alt="'Monumento Mínimo', de Néle Azevedo, Santiago, Chile, 2012" class="image-inline" title="'Monumento Mínimo', de Néle Azevedo, Santiago, Chile, 2012" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>"Monumento Mínimo", </b><b>de Néle Azevedo, Santiago, Chile, 2012.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>O artista pesquisador</b></p>
<p>De fato, o lugar da arte é a sociedade, seu espectro maior. Quem faz a <span> arte é o público receptor. Sem o público, ela não tem sua necessária ativação, politização. Para isso se dar, a obra precisa provocar a sociedade. Mas a arte pode ser tensionada no arquivo discursivo e crítico da Universidade”, afirma Ricardo Basbaum.</span></p>
<p>Basbaum lembra que o espaço das artes dentro do aparelho institucional das universidades se manifesta a partir de uma mediação diversa. O trabalho da arte transforma-se em pesquisa e o artista em pesquisador. Sendo assim, cada ambiente segue um rito diferente, seja o mercado de arte, a agência de fomento, ou o coletivo independente.</p>
<p>Para o professor, é preciso reconhecer essa diferença como um ganho: “Devemos nos perguntar, diante dessa diferença, que caminhos podem ser inaugurados; quais possibilidades podem ser apontadas?”.</p>
<p>Por outro lado, em seu artigo <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/o-artista-pesquisador/view" class="external-link">“O artista como pesquisador”</a>, Basbaum lembra que a exigência de um grau de Doutor, por exemplo, para que um artista possa oferecer um curso de pós-graduação, “indica claramente um conflito de legitimações, em que o aparato universitário não abre mão de abrigar primeiramente aquele reconhecidos pelo seu próprio processo de formação/formatação”, ensina.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-17T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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