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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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    <title>Inteligência artificial e Aprendizado de Máquina: Estado Atual, Tendências e Aspectos Sociais - 3 de maio de 2018</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Geração de Tecnologias</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-03T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-e-cadeias-de-valor-licoes-da-china-20-de-marco-de-2017">
    <title>Inovação e Cadeias de Valor: Lições da China - 20 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-e-cadeias-de-valor-licoes-da-china-20-de-marco-de-2017</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-e-cadeis-de-valor-licoes-da-china">
    <title>Inovação e Cadeias de Valor: Lições da China</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inovacao-e-cadeis-de-valor-licoes-da-china</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div dir="ltr">
<div class="gmail_default">
<p><span>O seminário vai discutir como a China vem se posicionando quanto à inovação nas cadeias de valor, particularmente no tocante à compra de plataformas tecnológicas de terceiros. Ao contrário de outros “tigres asiáticos”, <span>as empresas chinesas preferem comprar a desenvolver as plataformas tecnológicas básicas a partir das quais irão fundamentar suas </span><span>estratégias de marketing</span></span><span><span>.</span></span><span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p><span>John Humphrey é um dos principais pesquisadores mundiais sobre cadeias internacionais de valor. Atualmente está na Business School da Universidade de </span><span>Sussex<span>, após anos de trabalho junto ao IDS – Institute of Development Studies da mesma universidade. <span>Ele morou no Brasil nos anos 70, quando fez pesquisa de campo que resultou em livro e em diversas publicações. </span></span></span></p>
<p><span><span><span>A palestra será em inglês, sem tradução. As perguntas poderão ser feitas em português.</span></span></span></p>
<h3>Expositor:</h3>
<p>John Humphrey</p>
<h3>Coordenador:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-15T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/industria-brasileira-no-limiar-do-seculo-xxi-evolucao-estrutural-comercial-e-tecnologica-10-de-maio-de-2019">
    <title>Indústria Brasileira no Limiar do Século XXI: Evolução Estrutural, Comercial e Tecnológica - 10 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/industria-brasileira-no-limiar-do-seculo-xxi-evolucao-estrutural-comercial-e-tecnologica-10-de-maio-de-2019</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Estatística</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/industria-brasileira-do-seculo-xxi">
    <title>Indústria Brasileira no Limiar do Século XXI: Evolução Estrutural, Comercial e Tecnológica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/industria-brasileira-do-seculo-xxi</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No Brasil e no mundo, os diagnósticos de desindustrialização concentram-se na manufatura agregada, dessa forma, as políticas podem ser ineficazes se a desindustrialização tiver um componente específico ao setor.</p>
<p>A palestra tratará do estudo que quantificou e analisou a desindustrialização para os setores manufatureiros individualizados. Serão apresentadas séries inéditas de 1970 a 2016 da participação dos setores manufatureiros no PIB brasileiro, criadas a partir de dados oficiais do IBGE.</p>
<p>Verificou-se que os setores manufatureiros se desindustrializaram com intensidades e períodos distintos da manufatura agregada e uma <i>abordagem setorial </i>revela traços ignorados pela literatura quanto à qualidade da desindustrialização.<span> </span></p>
<p>O estudo revela que a desindustrialização do Brasil é normal (e esperada) para os setores manufatureiros intensivos em trabalho, porém prematura (e indesejada) para os setores intensivos em conhecimento e tecnologia. Logo, ela traz consequências negativas para o desenvolvimento científico e tecnológico futuro do país.</p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-morceiro" class="external-link">Paulo Morceiro</a> (Nereus-FEA USP)</p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno</a><span> (EP e OIC-IEA USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estatística</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-25T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lei-do-bem-pl-no-2-838-2020">
    <title>Incentivo Tributário à Inovação - Lei do Bem - Melhorias Propostas no PL nº 2.838/2020 (WEBINÁRIO)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lei-do-bem-pl-no-2-838-2020</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Constituição Federal brasileira prevê, em seus <a class="external-link" href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/constfed.nsf/16adba33b2e5149e032568f60071600f/c0e7e9fa33939be40325656200701d4d?OpenDocument">arts. 218 e 219</a>, que o Estado promoverá e incentivará  o desenvolvimento científico, a pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e a inovação.</p>
<p>A <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/lei/l11196.htm">Lei Federal nº 11.196,</a> publicada em 2005 (Lei do Bem), estabelece a  concessão de incentivos fiscais às pessoas jurídicas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica e procura melhor posicionar o país na corrida para um maior desenvolvimento tecnológico, econômico e social.</p>
<p>Apesar disso, a adesão das empresas ao benefício é muito baixa (aproximadamente 1,5% das empresas utilizam tais benefícios).</p>
<p>Uma das razões para tanto é a complexidade e a falta de clareza na aplicação da lei, trazendo insegurança jurídica aos contribuintes.</p>
<p>O <a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/142078">Projeto de Lei PL n. 2.838/2020</a>, do Senador Isalci Lucas, contempla várias melhorias pleiteadas há anos pelas empresas e que, uma vez inseridas na Lei n. 11.196, certamente ampliarão a adoção do benefício e estimularão maiores investimentos privados para alavancar a inovação no Brasil.</p>
<div></div>
<div>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucimara-davila" class="external-link">Lucimara D'Ávila</a> (NAP OIC IEA e FD USP)</p>
<p><strong>Moderadora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carolina-foss" class="external-link">Maria Carolina Foss</a> (NAP OIC IEA e FD USP)</p>
</div>
<div></div>
<div>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sistema Tributário</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Constituição Federal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-04T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-de-diretores-de-ieas">
    <title>IEAs dos 5 continentes discutem estratégias de cooperação e maior influência na pesquisa internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-de-diretores-de-ieas</link>
    <description>O IEA-USP participou do Encontro de Diretores dos IEAs integrantes da rede University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias) realizado no Instituto Merian de Estudos Avançados da Universidade de Gana, em Acra, capital do país africano.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3 style="text-align: center; ">Encontro de Diretores dos institutos integrantes da rede University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias) foi realizada na Universidade de Gana de 4 a 6 de novembro</h3>
<p><strong> </strong></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-da-1a-sessao-do-encontro-de-diretores-de-ieas/image" alt="Mesa da 1ª sessão do encontro de diretores de IEAs" title="Mesa da 1ª sessão do encontro de diretores de IEAs" height="450" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">A diretora do IEA-USP, Roseli de Deus Lopes (1ª à esq.), foi expositora em uma das sessão do encontro</dd>
</dl></p>
<p>O papel dos institutos de estudos avançados nas universidades, a preservação de sua autonomia acadêmica, a garantia de financiamento e incremento de sua influência na agenda científica mundial foram os principais temas debatidos no Encontro de Diretores de IEAs da rede internacional Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study), realizado de 4 a 6 de novembro no <a class="external-link" href="https://miasa.ug.edu.gh/">Instituto Merian de Estudos Avançados  (Miasa)</a> da Universidade de Gana, em Acra, capital do país africano.</p>
<p>Pelo IEA-USP, estiveram presentes a diretora, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a>, e o diretor anterior, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, professor sênior do Instituto. O encontro marcou o 15º aniversário da Ubias, criada em reunião promovida pelo IEA da Universidade de Freiburg, Alemanha, em outubro de 2010. O IEA-USP é um dos membros fundadores da rede.</p>
<p><strong>Relevância</strong></p>
<p>Plonski, que durante três anos foi um dos coordenadores do Comitê Diretivo da Ubias, considerou o encontro em Acra muito bem-organizado e relevante por três razões principais:</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Agenda da Ubias</h3>
<p>Os próximos Encontros de Diretores de IEAs integrantes da Ubias estão previstos para ocorrer de forma online em maio e novembro de 2026 e em maio de 2027. Em novembro de 2027 será realizada uma Conferência Global presencial.</p>
<p><strong>Intercontinental Academia</strong></p>
<p>A quinta edição da <a class="external-link" href="http://ica.usp.br/">Intercontinental Academia (ICA)</a> será realizada pelo Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat) da UFMG e pelo Colégio Max Weber de Cultura da Universidade de Erfurt, Alemanha. O tema desta vez será "Ressonância: Nossa relação com o Mundo como Solução para Expansão e Aceleração". Os períodos de reunião dos pesquisadores envolvidos serão em junho de 2026 no instituto alemão e em março de 2027 no Ieat. O tema da edição se refere a proposta teórica do sociólogo Hartmut Rosa, diretor do Colégio Max Weber de Cultura. Ao elaborar uma teoria sobre o "bom", ele define "ressonância" como uma relação de influência mútua entre o sujeito e o mundo, onde ambos são transformados por meio de um encontro baseado em afeto, emoção e autoeficácia percebida.</p>
<p>A primeira edição da ICA foi realizada pelo IEA-USP e pelo Instituto de Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya, Japão, e teve como tema o "Tempo". Os períodos de imersão foram em abril de 2015, em São Paulo, e em março de 2016, em Nagoya.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>• </strong>foi o primeiro evento do tipo realizado na África, reforçando o caráter global da rede (o primeiro nas Américas foi no IEA-USP, em 2018; o primeiro na Oceania será em 2027, completando a cobertura dos cinco continentes);</p>
<p><strong>• </strong>nos dois primeiros dias foi possível aprofundar temas cruciais num mundo em acelerada transição, tais como a produção de conhecimento no chamado Sul Global (com destaque para a participação da diretora do IEA-USP) e o desafio de avançar os institutos de estudos avançados, acrescentando à característica básica de estudos e pesquisa interdisciplinares também a intersetorialidade; neste tema, foi apresentado o relatório do grupo de trabalho do qual o IEA-USP participou;</p>
<p><strong>• </strong>a qualidade das interações entre dirigentes dos IEAs permitiu reforçar laços que estimulam ações colaborativas entre institutos diversos ao longo dos próximos dois anos.</p>
<p><strong>Sul Global</strong></p>
<ul>
</ul>
<p>O tema da primeira sessão do encontro em Acra foi “Produção de Conhecimento no Sul Global: O Papel dos IEAs na Definição das Agendas de Pesquisa Regionais e Global”. Para Roseli, uma das expositoras, a relevância dos IEAs reside no fato de serem espaços de pesquisa independente, interdisciplinar e tolerante a riscos, com tempo e liberdade para cruzar fronteiras científicas.</p>
<p>No entanto, ela observou que transpor a divisão socioeconômica entre o Norte e o Sul Global para o contexto da produção de conhecimento pode levar a distorções na avaliação da contribuição científica dos países em desenvolvimento. Correntes intelectuais feministas e decoloniais consideram que isso resulta em marginalização das perspectivas científicas do Sul Global, o que tem sido chamado de injustiça epistêmica, com as teorias do Norte sendo vistas como universais.</p>
<p>Roseli citou alguns elementos que inviabilizam uma participação justa dos países em desenvolvimento nas referências epistemológicas internacionais: a vantagem dos países com inglês como língua materna, o alto custo para publicar nos periódicos de maior impacto,  critérios restritivos de mensuração do impacto, barreiras decorrentes de exigências de conformidade na colaboração Sul-Sul, e acesso desigual a propriedade intelectual e dados.</p>
<p>Diante dessas barreiras, ela recomendou três ações aos IEAs: compartilhamento de modelos legais, governança ética de dados e microfinanciamento prévio à concessão de bolsas de pesquisa para colaboração Sul-Sul e Sul-Norte.</p>
<p>Não basta que os pesquisadores do Sul Global participem do sistema internacional de pesquisa; é preciso que eles também atuem no estabelecimento das agendas desse sistema: sejam proponentes de questões e métodos, afirmou Roseli. Outra necessidade é a redefinição de critérios cientométricos para avaliar resultados preliminares, multilíngues e politicamente relevantes, acrescentou.</p>
<p>Do ponto de vista da estrutura de inserção de pesquisadores e instituições de pesquisa dos países do Sul Global, Roseli vê três níveis a serem considerados: 1) agendas baseadas em questões regionais, mas referenciais em termos globais; 2) epistemologias plurais e conhecimento multilíngue; 3) infraestruturas para reconhecimento e ampliação da escala.</p>
<p>Alguns exemplos para o nível 1 são: resiliência das megacidades tropicais, bioeconomia e biodiversidade, e plataformas de economia informal. Para o nível 2, Roseli indica questões como integração do conhecimento de povos indígenas/comunidades tradicionais aos métodos acadêmicos e considerar o trabalho de versão dos resultados para várias línguas como parte da atividade acadêmica. Acesso livre a conjuntos de dados produzidos no Sul Global e avaliação justa de laboratórios de políticas públicas, protótipos e resultados multilíngues são exemplos que se aplicam ao nível 3.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sede-do-instituto-merian-de-estudos-avancados/image" alt="Sede do Instituto Merian de Estudos Avançados" title="Sede do Instituto Merian de Estudos Avançados" height="297" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Sede do Instituto Merian de Estudos Avançados (Miasa) da Universidade de Gana</dd>
</dl></p>
<p><strong>Contribuição dos IEAs</strong></p>
<p>Roseli disse que há características e funções que só os IEAs podem fornecer a essa estrutura de incentivo à inserção na agenda internacional: tempo e ambiente interdisciplinar para a experimentação de pesquisadores e pequenos grupos de pesquisa; e atuação como ponte múltipla conectando universidade, setor público, sociedade civil e setor empresarial.</p>
<p>Durante o encontro, Roseli e os diretores de outros quatro IEAs foram escolhidos para compor a Equipe de Coordenação da Ubias. As propostas concretas para a rede que ela apresentou na primeira sessão de alguma forma já compõem parte de sua futura atuação na equipe. As propostas são: criação de um circuito de estadias copatrocinadas de pesquisadores em IEAs do Sul Global, implantação de uma plataforma multilingue de acesso livre a resumos e metodologias, laboratórios de políticas públicas como resultados de pesquisa, programas de mobilidade e microfinanciamento, e um sistema de registro de metodologias livres e protótipos.</p>
<p><strong>Intersetorialidade</strong></p>
<p>A sexta sessão do encontro teve como tema "Avançando os Institutos Avançados: Práticas Intersetoriais ao redor do Mundo". A intersetorialidade foi explorada como um caminho-chave para o crescimento no complexo contexto social. Segundo os organizadores, os IEAs ocupam uma posição delicada, oscilando entre a busca de conhecimento e o papel de ponte entre a universidade e o amplo mundo em que ela está inserida.</p>
<p>Em sua participação na sessão, Plonski apresentou duas iniciativas do IEA-USP que envolveram povos indígenas brasileiros, numa demonstração de que a intersetorialidade é uma prática regular do Instituto. Uma iniciativa foi a titularidades das líderes indígenas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arissana-pataxo-braz" class="external-link">Arissana Pataxó</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francy-baniwa" class="external-link">Francy Baniwa</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-benites" class="external-link">Sandra Benites</a> em 2024 na <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal - Transversalidades: Arte, Cultura, Ciência e Educação</a>. Elas desenvolveram o programa "<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/caminhos-da-cutia-territorios-e-saberes-das-mulheres-indigenas" class="external-link">Caminho da Cutia: Território e Saberes das Mulheres Indígenas</a>". O cientista da computação <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudio-pinhanez" class="external-link">Claudio Pinhanez</a>, professor visitante do IEA de maio/2023 a maio/2025, deu continuidade a seus projetos de aplicação de tecnologias digitais e inteligência artificial na produção de ferramentas para uso das línguas guarani e nheengatu no ambiente digital pelos povos que as falam.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-advanced-in-what-300px" alt="Capa do livro &quot;Advanced in What?&quot; - 300px" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Advanced in What?&quot; - 300px" /></p>
<p>Além das sessões em que Roseli e Plonski foram expositores, ocorreram outras quatro, com os seguintes temas:</p>
<p><strong>• </strong>Inteligência Artificial e o Futuro da Produção de Conhecimento;</p>
<p><strong>• </strong>IEAs Vinculados a Universidades, Autonomia Institucional e Liberdade Acadêmica;</p>
<p><strong>• </strong>Impacto dos IEAs</p>
<p><strong>• </strong>Financiamento dos Institutos de Estudos Avançados.</p>
<ul>
</ul>
<p><span><strong>Trajetória do IEA-USP</strong></span></p>
<p>Durante o encontro, ocorreu o lançamento do livro "Advanced in What? The Pioneering Trajectory of the Institute of Advanced Studies of the University of São Paulo", versão em inglês da obra que narra a trajetória do IEA-USP desde sua criação até 2023. A publicação foi apresentada por Plonski e Roseli, que levaram exemplares para todos os participantes do encontro. "Foram expostas a motivação e o processo da produção do livro, bem como sua estrutura. O livro lançado pelo IEA é o pioneiro entre as publicações associadas aos 15 anos da rede Ubias, um momento propício para fazer um balanço do passado e repensar estrategicamente a continuidade da rede", comentou Plonski.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Guilherme Ary Plonski/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-12-01T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/hernan-chaimovich-cnpq">
    <title>Hernan Chaimovich, ex-vice-diretor do IEA, é indicado  para a presidência do CNPq</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/hernan-chaimovich-cnpq</link>
    <description>Membro da Comissão Científica do IEA para a Intercontinental Academia, Chaimovich aceitou o convite de Aldo Rabelo, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, para ocupar o cargo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/HernanChaimovich.jpg/@@images/ec2ecfd1-3b14-47d4-8bd8-ccdf1da29db6.jpeg" alt="Hernan Chaimovich" class="image-left" title="Hernan Chaimovich" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Hernan Chaimovich</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O bioquímico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/hernan-chaimovich" class="external-link">Hernan Chaimovich</a>, professor titular do Instituto de Química (IQ) da USP, aceitou o convite de Aldo Rebelo, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, para presidir o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p>Chaimovich foi vice-diretor do IEA de 2006 a 2009 e atualmente integra a Comissão Científica do Instituto para a <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a>. É coordenador do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC).</p>
<p>Nascido no Chile, o bioquímico graduou-se pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas e Químicas da Universidad de Chile e doutorou-se em Ciências Biológicas pela USP. Pós-doutor pela University of Califórnia e pela Harvard University, ambas nos Estados Unidos, desenvolve pesquisas na área de bioquímica, com ênfase em físico-química, dedicando-se ao estudo de Sistemas Biomiméticos, em particular da estrutura de micelas e vesículas, catalise micelar e enzimática.</p>
<p>Ao longo de sua carreira, vem atuando ativamente na política científica nacional e internacional, tendo integrado diversos conselhos científicos e ocupado uma série de cargos executivos. Na USP, foi pró-reitor de Pesquisa, diretor do IQ, chefe de Departamento de Bioquímica, além de ter participado da criação do curso interdisciplinar de Ciências Moleculares, do qual foi coordenador. Presidiu a Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq) e a InterAmerican Network of Academies of Science (IANAS), e foi vice-presidente e diretor do International Council for Science (ICSU).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-01-20T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-analisara-o-papel-da-filantropia-no-apoio-a-ciencia-no-brasil">
    <title>Grupo de estudos analisará perspectivas para a filantropia no apoio à ciência no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-analisara-o-papel-da-filantropia-no-apoio-a-ciencia-no-brasil</link>
    <description>Em reunião no dia 28 de junho, o Conselho Deliberativo aprovou a criação do Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência (nome abreviado como Gema Filantropia).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/moedas-e-planta" alt="Moedas e planta" class="image-right" title="Moedas e planta" />A partir de agosto, o IEA conta com um projeto destinado a contribuir com a transformação na maneira como a ciência é financiada no país. A intenção é promover a colaboração entre os setores científico-acadêmico e filantrópico, além de incentivar uma maior participação da sociedade no apoio à ciência.</p>
<p>O trabalho está sendo desenvolvido pelo Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência (Gema Filantropia, na forma abreviada), cuja criação foi aprovada pelo Conselho Deliberativo do Instituto em reunião no dia 28 de junho.</p>
<p>Durante três anos, o grupo investigará, de maneira interdisciplinar, os pontos de conexão entre ciência e filantropia no Brasil, desenvolvendo projetos interligados sobre o tema.</p>
<p>Segundo o coordenador do Gema Filantropia, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, diretor do IEA e professor da Escola Politécnica (EP) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP,  o grupo "já está em entendimentos com a <a class="external-link" href="https://sciencephilanthropyalliance.org">Science Philanthropy Alliance</a>, entidade de referência no setor, para aproveitar a experiência internacional no aporte da filantropia visionária para o avanço da ciência".</p>
<p>O gestor da iniciativa é <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-vitor-gomes-almeida" class="external-link">Paulo Almeida</a>, assessor da Diretoria do IEA, doutorando na FEA-USP e diretor executivo do Observatório de Políticas Científicas do Instituto Questão de Ciência. O grupo de trabalho inicial, em formação, será constituído por Plonski, Almeida e docentes de várias unidades da USP.</p>
<p><strong>Visão</strong></p>
<p><span>O projeto do Gema Filantropia foi formulado </span><span>por iniciativa do professor Marcos Kisil, da Faculdade de Saúde Pública, que aporta a sua vasta experiência de gestor de instituições nacionais e internacionais no campo do investimento social privado e filantropia. A ideia-força é </span><span>que "há uma crescente consciência global sobre a importância da filantropia na ciência e de que ela é capaz de apoiar a pesquisa em áreas negligenciadas por outras fontes de financiamento".</span></p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Filantropia na prática</h3>
<p>Coerente com sua finalidade, o Gema Filantropia terá dois terços dos custos de suas atividades (pesquisa, produção de publicações, organização de eventos presenciais e online etc.) financiados, via doação à <a class="external-link" href="http://www.fusp.org.br/">Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (Fusp)</a>, pela <a class="external-link" href="https://fundacaojles.org.br/">Fundação José Luiz Egydio Setúbal (FJLES)</a>, uma organização que atua em iniciativas sociais dedicadas à melhoria da qualidade de vida na infância.</p>
<p>A entidade também se dedica a produzir e divulgar conhecimento científico sobre saúde infantil e à assistência médica infanto-juvenil. Além de executar projetos e iniciativas próprios, a fundação é a mantenedora do Hospital Infantil Sabará, do Instituto Pensi e da organização Autismo e Realidade.</p>
<p>Ao comentar a importância da criação do projeto no IEA, o médico e filantropo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-luiz-setubal" class="external-link">José Luiz Egydio Setúbal</a>, presidente da FJLES, destacou que "a pandemia nos mostrou o quanto a ciência brasileira é dependente de recursos públicos que podem estar à mercê de governantes descrentes da ciência para o desenvolvimento sustentável".</p>
<p>Setúbal frisou que "a cultura filantrópica ainda não chegou a investir em ciência". Daí a importância do Gema Filantropia, que "tem entre suas prioridades investigar caminhos que poderiam aproximar cientistas a filantropos, universidades e centros de pesquisa aos que podem apoiá-los financeiramente".</p>
<p>A implantação de uma verdadeira cultura filantrópica para a área pode "viabilizar fundos patrimoniais, infraestrutura, treinamento, patrocínio a projetos de pesquisa básicas - transnacionais ou de inovação - e obtenção de novos produtos para o bem-estar da humanidade", afirmou.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A participação filantrópica pode "acelerar o desenvolvimento de inovações e permitir a realização de projetos de alto risco e alta recompensa, os quais não podem ser financiados pelos meios tradicionais", de acordo com a proposta de criação do grupo.</p>
<p>Outro benefício vislumbrado pelos pesquisadores é a capacidade da filantropia para promover a colaboração entre diferentes atores, incluindo pesquisadores, instituições acadêmicas, setor privado e governo.</p>
<p>A filantropia pode ter um papel crucial na promoção e sustentação da ciência, especialmente em países como o Brasil, que enfrenta restrições significativas de financiamento no setor de pesquisa e desenvolvimento, argumentam os integrantes do Gema Filantropia.</p>
<p><strong>Natureza e dinâmica</strong></p>
<p>No entanto, as interações entre a filantropia e a ciência no Brasil ainda são pouco estudadas e compreendidas, afirmam os autores da proposta. Para que esse quadro mude, enfatizam que primeiro é preciso compreender a natureza e a dinâmica da filantropia no contexto brasileiro para, depois, avaliar a possibilidade de ela desempenhar plenamente seu papel no apoio ao desenvolvimento da ciência.</p>
<p>Eles defendem a realização de uma análise aprofundada das motivações dos filantropos, das estruturas e processos de doação e do impacto da filantropia na ciência. Também é preciso discutir os desafios que ela encontra para promover a ciência no brasil e as oportunidades que propicia, argumentam.</p>
<p>O grupo pretende abordar essas questões a partir de várias perspectivas científicas e sem se restringir à filosofia praticada por ultrarricos, analisando também aquela de iniciativa da classe média e da parcela de baixa renda no Brasil.</p>
<p>O projeto trabalha com quatro enfoques analíticos:</p>
<ul>
<li>Filantropia na Ciência: investigar como a filantropia é estudada pela ciência no Brasil, de forma a constituir um corpo de conhecimentos que permita - com base na economia, sociologia, psicologia, antropologia, religião e outras áreas do saber - definir os preceitos de uma ciência da filantropia; </li>
<li>Filantropia para a Ciência - investigar o que é a filantropia, como se desenvolveu, qual o seu contexto atual e como impacta a ciência; </li>
<li>Arte da Filantropia - estudar e sistematizar modelos de motivação, captação, doação, formas de organização, gestão por programas e projetos, monitoramento e avaliação (insumos, processos, resultados e impactos);</li>
<li>Modelo de Filantropia no Brasil - desenvolver uma taxonomia da filantropia dos ultrarricos, ricos, da classe média e das classes de baixa renda Brasil.</li>
</ul>
<p><strong>Etapas</strong></p>
<p>Ao longo do desenvolvimento do projeto, as atividades serão divididas em três etapas: Planejamento, Implementação de Projetos e Avaliação de Impactos.</p>
<p>A etapa Planejamento compreenderá a primeira parte do primeiro ano (basicamente no segundo semestre de 2023). Algumas atividades dessa fase serão a definição do marco estratégico do projeto, o levantamento inicial de organizações, ações e mecanismos filantrópicas, a comparação dos marcos legais nacionais e internacionais e a análise das atuais plataformas de filantropia.</p>
<p>Em seguida terá início a etapa Implementação de Projetos, que deve se prolongar até o final de 2024. Essa fase englobará: a formação de grupos de trabalhos: a realização de eventos presenciais e virtuais: a produção de publicações, entre as quais, um white paper, artigos e relatórios setoriais; e ações de advocacy, como a produção de normas, audiências públicas e criação do Fórum de Beneficiários.</p>
<p>A Avaliação de Impacto ocorrerá ao longo de 2025 e no primeiro semestre de 2026. Nela serão analisados os efeitos e benefícios do programa e tendências da filantropia no Brasil.  O Gema Filantropia será avaliado por uma combinação de métodos qualitativos e quantitativos. Os qualitativos permitirão entender os processos, percepções e experiências das partes envolvidas no projeto. Os quantitativos medirão a extensão e a escala de seus resultados e impactos.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: pt.vecteezy.com</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência Gema Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-11T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lista-presidencia-fapesp">
    <title>Goldemberg, Krieger e Souza Martins integram lista para presidência da Fapesp</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lista-presidencia-fapesp</link>
    <description>Professores honorários do IEA José Goldemberg e Eduardo Moacyr Krieger e o sociólogo José de Souza Martins, colaborador do Instituto, são os integrantes da lista tríplice submetida ao governador para escolha do novo presidente da Fapesp.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-goldemberg-eduardo-moacyr-krieger-e-jose-de-souza-martins" alt="José Goldemberg, José de Souza Martins e Eduardo Moacyr Krieger" class="image-inline" title="José Goldemberg, José de Souza Martins e Eduardo Moacyr Krieger" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>José Goldemberg, José de Souza Martins e Eduardo Moacyr Krieger</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/eduardo-moacyr-krieger" class="external-link">Eduardo Moacyr Krieger</a>, ambos professores honorários do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-de-souza-martins" class="external-link">José de Souza Martins</a>, colaborador regular do Instituto, são os integrantes da lista tríplice submetida ao governador Geraldo Alckmin para escolha do novo presidente da <a class="external-link" href="http://www.fapesp.br">Fapesp</a>.</p>
<p>A lista foi definida pelo Conselho Superior da fundação no dia 12 de agosto. O novo presidente substituirá <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/celso-lafer" class="external-link">Celso Lafer</a>, cujo segundo mandato na presidência da Fapesp termina no dia 7 de setembro.</p>
<p><span>Goldemberg é pesquisador e professor emérito do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP e professor emérito do Instituto de Física (IF), também da USP. Desde a criação do IEA (durante sua gestão como reitor da USP), Goldemberg participa de atividades do Instituto ligadas ao meio ambiente, energia, sustentabilidade e ensino superior. Ele foi <span>secretário de Ciência e Tecnologia, secretário do Meio Ambiente e ministro da Educação do governo federal, </span></span><span>secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e presidente da </span><span>Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)</span><span>.</span></p>
<p><span>Souza Martins é professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, instituição onde fez toda sua carreira acadêmica como sociólogo. Ele tem sido um colaborador regular da revista "</span><a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a><span>" do IEA (</span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/pdf/ea/v26n75/12.pdf">artigo mais recente</a><span>). Na University of Cambridge (Reino Unido), foi pesquisador visitante do Centro de Estudos Latino-Americanos, titular da Cátedra Simón Bolivar e pesquisador do Trinty Hall College. Também lecionou na University of Florida (Estados Unidos) e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (Portugal).</span></p>
<p><span>Krieger é vice-presidente do Conselho Superior da Fapesp e </span><span>professor emérito da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP</span><span>. No IEA, participa de discussões sobre políticas de ciência e tecnologia e também de debates a respeito de ensino superior e pesquisa acadêmica. Krieger foi presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e diretor da Unidade de Hipertensão do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-17T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-ciencia">
    <title> Entidades protestam contra corte no orçamento federal para ciência, tecnologia e inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-ciencia</link>
    <description>Hoje, 15 de outubro, às 13h30, a SBPC e outras entidades realizam mobilização online contra o corte no orçamento federal de ciência, tecnologia e inovação.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/renato-janine-ribeiro-2019/image" alt="Renato Janine Ribeiro - 2019" title="Renato Janine Ribeiro - 2019" height="328" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Para o presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação e ex-conselheiro do IEA, o corte no orçamento do MCTI pode resultar num ''apagão científico'' no país</dd>
</dl>A partir das 13h30 de hoje, 15 de outubro, acontece o encontro online <strong><i>Mobilização em Defesa da Ciência</i></strong>, iniciativa capitaneada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) contra o corte de R$ 600 milhões no orçamento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Haverá transmissão ao vivo no canal da SBPC no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=pqo9RmwEWxg">YouTube</a>.</p>
<p>A abertura do encontro contará com a presença dos seguintes representantes de entidades ligadas à área:</p>
<ul>
<li>o presidente da SBPC, Renato Janine Ribeiro;</li>
<li>o presidente e a vice-presidente da da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich e Helena Nader;</li>
<li><span>o secretário-executivo da Iniciativa para a Ciência e Tecnologia no Parlamento (</span><span>ICTP</span><span>.br), </span><span>Celso Pansera</span><span>;</span></li>
<li><span>o ex-vice-presidente da <span style="text-align: justify; ">Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Dácio Roberto Matheus;</span></span></li>
<li><span><span style="text-align: justify; ">o presidente do Conselho Nacional de Fundações de Apoio à Pesquisa (Confap), Odir Dellagostin;</span></span></li>
<li><span><span style="text-align: justify; ">o presidente do <span>Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies), Fernando Peregrino;</span></span></span></li>
<li><span><span style="text-align: justify; "><span>o segundo vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&amp;I</span>, Rafael Pontes LIma;</span></span></li>
<li><span><span style="text-align: justify; ">a presidente na União Nacional dos Estudantes (UNE), Bruna Brelaz.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="text-align: justify; ">A mesa-redonda </span><i style="text-align: justify; ">Cortes no Orçamento do MCTI: Qual a Solução?</i><span style="text-align: justify; "> terá início às 14h. Os expositores serão:</span></p>
<ul>
<li><span style="text-align: justify; ">o senador Izalci Lucas (PDDB/DF);</span></li>
<li><span style="text-align: justify; ">a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP);</span></li>
<li>o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ);</li>
<li>o presidente do CNPq, Evaldo Vilela;</li>
<li>o ministro em exercício do MCTI, Marcelo Morales</li>
</ul>
<p>Os debatedores serão: Renato Janine Ribeiro (SBPC); Luiz Davidovich e Helena Nader (ABC); Ildeu de Castro Moreira (SBPC); e Celso Pansera (ICTP). A coordenação será de Ribeiro.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-15T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/economia-circular-inovacao-em-modelos-de-negocios-e-oportunidades-para-o-brasil-1o-de-setembro-de-2017">
    <title>Economia Circular: Inovação em Modelos de Negócios e Oportunidades para o Brasil - 1º de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/economia-circular-inovacao-em-modelos-de-negocios-e-oportunidades-para-o-brasil-1o-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-01T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/economia-circular-SW">
    <title>Economia Circular: Inovação em Modelos de Negócios e Oportunidades para o Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/economia-circular-SW</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A proposta deste evento parte do pressuposto de que qualquer sistema cujo fundamento seja o simples consumo, não o uso restaurativo de recursos, incorre em perdas significativas de valor. O conceito de Economia Circular (EC), restaurativa e regenerativa por princípio, busca manter de forma intencional, desde a concepção de novos negócios e produtos, os componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor, o tempo todo. Configura-se como um ciclo contínuo de positivo desenvolvimento que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produtividade de recursos e minimiza riscos sistêmicos com a gestão de estoques finitos e fluxos renováveis.</p>
<p>A Economia Circular apresenta propostas aderentes às necessidades do mundo contemporâneo e das novas tendências de mercado. A partir da inovação para modelos de negócios circulares, como o Sistema Produto-Serviço, o compartilhamento, design voltado para a circularidade, reutilização, remanufatura e outros, muitos valores e oportunidades são criados.</p>
<p>Deste modo, o Workshop é dividido em três módulos temáticos:</p>
<p><strong>Bloco I. Fundamentos da Economia Circular (*)</strong></p>
<p><strong>Bloco II. A Economia Circular no Brasil: casos de sucesso e modelos de negócios inovadores </strong></p>
<p><strong>Bloco III. Habilitadores da transição para a Economia Circular</strong></p>
<p>Estes blocos contarão com apresentações de palestrantes do Brasil e do exterior, seguidas de debates entre eles e a audiência. Este <i>Strategic Workshop</i> propõe fomentar o diálogo entre Empresas, Governo, Setor Financeiro e Academia em torno das estratégias para o Brasil acelerar sua transição para Economia Circular, criando um ambiente favorável de nucleação de colaborações entre os participantes e para o desenvolvimento de uma agenda de pesquisa, inovação e desenvolvimento à longo prazo.</p>
<p><span><span>Iniciada em 2015, a série S</span><em>trategic Workshops</em><span> já promoveu 25 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo. O evento reúne pesquisadores da USP em torno de temas transdisciplinares e o objetivo é mapear expertises e promover novos arranjos de pesquisas entre os próprios pesquisadores da Universidade.</span>.</span></p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aldo-ometto" class="external-link">Aldo Ometto</a> (EESC USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a> (ESALQ USP)</p>
<p><strong>Organização: </strong><span>Aldo Ometto (EESC USP), </span><span>Weber Amaral (ESALQ USP) e</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela </a>(PRP USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-21T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/divulgacao-cientifica-enfrenta-falta-de-incentivo-financeiro-e-institucional">
    <title>Divulgação científica enfrenta falta de incentivo financeiro e institucional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/divulgacao-cientifica-enfrenta-falta-de-incentivo-financeiro-e-institucional</link>
    <description>Participantes de evento sobre o tema realizado pelo IEA-RP defendem um maior envolvimento da universidade para estimular difusão das pesquisas à sociedade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN1713_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Quando se fala em divulgação científica, o incentivo para que ela se torne uma cultura no Brasil deve ir além da questão financeira. Esse foi um dos principais focos da discussão realizada durante o evento <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/difusao-do-conhecimento-cientifico-e-tema-de-evento-promovido-pelo-iea-rp" class="external-link">Difusão científica na prática: projetos e possibilidades</a></i>, realizado no último dia 17 pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.<span> </span></p>
<p>Segundo a coordenadora do festival de divulgação científica <a class="external-link" href="http://www.pintofscience.com.br/">Pint of Science Brasil</a> Natália Pasternak Taschner e o docente do Instituto de Física da USP Mikyia Muramatsu, que participaram como palestrantes no evento, a própria universidade deve quebrar seus preconceitos e se envolver mais intensamente na difusão de pesquisas científicas à sociedade.<span> </span></p>
<p>“Fazer divulgação científica hoje é algo voluntário. Não existe retorno financeiro e nem incentivo ou reconhecimento dentro da universidade. Enquanto não existirem políticas públicas e institucionais de fomento, isso vai ser feito apenas por quem realmente gosta e está disposto a sacrificar seu tempo livre. Tem alunos de pós-graduação que se interessam, que gostam de fazer divulgação científica. E se isso valesse crédito na pós? É preciso criar situações propícias, pois dificilmente um aluno de doutorado vai parar suas pesquisas para fazer divulgação”, diz Natália.<span> </span></p>
<p>“A academia precisa também fazer uma autocrítica. Vejo no instituto poucos professores que se dispõem a atender a imprensa, pois acreditam que os jornalistas deturpam tudo o que eles dizem. Às vezes o jornalista pede algo estrambólico, sobre o fenômeno de uma santa que aparece em um vitral ou uma pulseira holográfica usada por uma celebridade. Mas é a ciência que está falando, a USP. Por isso ele precisa colaborar”, afirma Muramatsu.<span> </span></p>
<p>Os palestrantes destacaram ainda a importância de se estimular iniciativas que promovam divulgação da ciência, considerando os cortes realizados recentemente pelo governo no orçamento que podem prejudicar o futuro das pesquisas – e da própria sociedade – no Brasil.<span> </span></p>
<p>“Ninguém é obrigado a fazer divulgação científica, mas essa postura gera uma certa vulnerabilidade para o próprio pesquisador, e é exatamente isso que estamos sentindo atualmente. Daí vemos um corte de 44% no orçamento do ministério porque ninguém entende o real valor da ciência e da tecnologia para a sociedade”, lembra Natália.<span> </span></p>
<p>Muramatsu reforçou também a necessidade de se investir no ensino de ciências, ação que ele busca por meio do projeto Arte e Ciência no Parque, que já foi levado a 100 mil pessoas em parques e escolas de ensino fundamental e médio de São Paulo. “A educação científica ajuda a melhorar o exercício da cidadania. Um cidadão bem formado vai saber votar melhor. Além disso, a ciência proporciona inclusão social. No Brasil, apenas 1% da população frequenta museus de ciência. Na Europa, esse percentual é de 25%. Faltam museus, falta pesquisa mostrando a interação entre o ensino formal e o informal [realizado em museus e espaços fora das escolas] e faltam laboratórios nas escolas. De acordo com o INEP, somente 20% das escolas têm laboratórios de ciências. Não é à toa que temos um resultado tão ruim no PISA [em português, Programa Internacional de Avaliação de Alunos]”.<span> </span></p>
<p>Coordenadora do <a class="external-link" href="http://www.pintofscience.com.br/">Pint of Science</a>, um festival internacional de divulgação científica que é realizado simultaneamente em 11 países durante três noites, Natália também tem outras iniciativas de divulgação científica, como o blog Café na Bancada, uma coluna em uma revista de saúde e um projeto que leva atividades sobre ciências a escolas particulares de São Paulo. Mas, para ela, o Pint of Science foi a que teve maior sucesso.<span> </span></p>
<p>“Foi algo inesperado, não imaginávamos que ia dar tão certo. Em 2015 foram sete cidades, este ano são 22 e eu já tenho uma lista de 30 para 2018. Os bares lotaram em todas as noites, o que mostra que o cientista quer falar e a população quer ouvir. Acredito que deu certo porque você consegue transformar a ciência em uma conversa de bar, um programa para fazer com o namorado, a família. E tem um impacto positivo, porque ainda que seja um programa pontual, quem esteve ali vai começar a olhar a ciência de forma diferente”, afirma.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-25T15:09:08Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/desafios-para-uma-amazonia-sustentavel-mineracao-e-garimpo-problema-ou-parte-da-solucao-17-de-agosto-de-2016">
    <title>Desafios para uma Amazônia Sustentável - Mineração e Garimpo: Problema ou Parte da Solução? - 17 de agosto de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/desafios-para-uma-amazonia-sustentavel-mineracao-e-garimpo-problema-ou-parte-da-solucao-17-de-agosto-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




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