<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/inct-agroalimentar" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/mercado-de-servicos-ambientais-atores-sociais-e-legislacao-em-debate" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/amazonia-4-biofabrica-chocolate" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/temas-da-agroecologia-31-de-outubro-de-2016" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-lanca-cartilha-sobre-agricultura-urbana" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/sobre-a-necessidade-da-pesquisa-multiestrategica-tecnociencia-comercialmente-orientada-e-a-necessidade-de-pesquisa-multiestrategica-10-de-abril-de-2018" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-agricultura-urbana-da-usp" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-sao-paulo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/agroecologia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-multi" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/biota" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios">
    <title>A ciência do alimento diante de novos desafios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-2" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 2" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-1" alt="Agricultura - Leslie Firbank 1" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O agroecologista Leslie Firbank, da Universidade de Leeds</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As necessidades do futuro dependerão do capital natural que conservarmos agora, mas as sociedades não têm dado o devido respeito a essa premissa, mostrou. A Inglaterra, por exemplo, enfrenta um sério problema com solos disponíveis para a agricultura. O carbono do solo foi reduzido a níveis drásticos devido ao uso agrícola intensivo ao longo de décadas. “Ou o solo fica incrivelmente seco ou totalmente encharcado, a ponto das culturas serem dizimadas”, disse.</p>
<p>As condições de solo e clima levaram a Bretanha a se tornar importadora de trigo, uma de suas principais culturas no passado. O país também se debate com as novas doenças de seus rebanhos. “Mas as pessoas não dão o devido valor a isso, não sabem sequer de onde vem, nem como é produzido o alimento. Há uma mentalidade de que se não produzimos, podemos comprar de qualquer outro país que produza”, afirma.</p>
<p>A especialista em biociência animal, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, participou do debate, que contou com a moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e coordenador do grupo de pesquisa em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia/projeto" class="external-link">Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Soluções locais</strong></p>
<p>Ao contrário da agricultura das décadas de 1970 a 1990, em que dominava um modelo igual para todo tipo de cultivo, a produção agrícola do novo milênio deverá se caracterizar pela diferenciação e pela diversidade, graças à agricultura de precisão, acredita Firbank.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-4" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 4" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Agricultura de precisão, resposta às necessidades de uma dieta variada</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o especialista, agricultura de precisão ganhará grande fôlego, já que permite direcionar a produção conforme a demanda. “Podemos pensar em soluções locais para necessidades locais, usando expertise local. A agricultura de precisão permite contemplar novamente a diferenciação e a diversidade e com isso podemos produzir exatamente o que queremos e com os menores impactos possíveis na paisagem”, disse.</p>
<p>Portanto, a atividade rural precisará de financiamentos para se desenvolver, afirma. “Sem financiamentos, poucos terão acesso à tecnologias de ponta. Os fertilizantes são muito mais precisos. E sistemas robotizados permitem determinar a dieta ideal para cada animal. Mas toda essa inovação requer dinheiro. Então há o perigo de que só os grandes negócios rurais sobrevivam, ou os que tiverem dinheiro para investir”, avalia.</p>
<p>Além disso, o setor rural mudou em funções das próprias condições naturais, sociais e econômicas, com o advento das mudanças climáticas globais, o aumento da urbanização e dos novos comportamentos. “O que funcionava há 20 ou 30 anos, hoje não representa mais uma solução porque a sociedade possui diferentes necessidades”, afirma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Gestão da demanda </strong></p>
<p>Firbank lembrou que a produção de alimentos em 2009 triplicou em relação à da década de 1960 e que, portanto, o mundo não tem problema de produção e sim de distribuição de alimento. Apesar disso, ainda há muitas necessidades não supridas pela agricultura e, mesmo assim, estamos ultrapassando os limites da capacidade de suporte dos sistemas terrestres.</p>
<p>“Ainda temos uma questão não resolvida, sobre se poderemos viver em segurança operando apenas nos mesmos espaços terrestres que já utilizamos e se isso será capaz de atender a todos de forma justa. Isso não tem a ver só com a agricultura, mas também com indústrias e outros setores e com a forma como a riqueza é distribuída no planeta”, disse.</p>
<p>Para o especialista, a agricultura do futuro deverá enfrentar o desafio da gestão da demanda do alimento, reduzindo as perdas no campo, no transporte e no armazenamento. Além disso, a oferta do alimento de qualidade a preços acessíveis é uma questão de decisão política. “Na Inglaterra, temos os bancos de alimentos que os mercados e distribuidores colocam à disposição do público quando o produto está perto do vencimento”, conta.</p>
<p>A segurança alimentar envolverá também o fortalecimento das cadeias produtivas, de forma que sejam capazes de conviver com choques de produção e de preços. Mas não só isso. As políticas públicas deverão promover a alimentação saudável.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-3" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 3" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Pessoas não conhecem mais a origem do alimento. Leite vem da caixinha e carne é um pacote do supermercado", diz Firbank</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Em Leeds, no norte da Inglaterra, a expectativa de vida em locais mais pobres é cinco vezes menor em relação a lugares mais ricos e isso tem uma relação estreita com a qualidade da alimentação. Nesse caso, não se trata de acesso ao alimento, mas de educação alimentar e preocupação com o que as crianças comem”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valor da terra</strong></p>
<p>A disponibilidade de campos agrícolas é uma questão muito discutida na Inglaterra, pois os habitat foram destruídos ao longo do tempo e sua preservação tem sido negligenciada. “Agora, sem o financiamento da União Europeia, é provável que muito pouco restará dos habitat naturais na Inglaterra”, acredita.</p>
<p>As cidades inglesas estão se expandindo, explica, e o planejamento do território valoriza as terras urbanas em detrimento das rurais. “A mentalidade é que podemos comprar alimento de outros países, que são agroexportadores, como o Brasil, por exemplo. Mas ao redor do mundo, cada vez mais as terras agrícolas de qualidade estão sendo encontradas nas cidades”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícia</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria" class="external-link">Horticultura urbana comunitária ainda é vista como atividade clandestina em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diversificacao-produtiva-e-conhecimento-social-trazem-vida-longa-para-agroecossistemas" class="external-link">Diversificação produtiva e conhecimento social favorecem agroecossistemas</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mercado de trabalho na área rural também é negligenciado, diz Firbank. “Falta capital humano no campo. É cada vez mais raro encontrar pessoas com habilidades na área e comprometidas com o alimento e a agricultura. Os jovens não enxergam a área agrícola como uma carreira valiosa. Um biólogo recém-formado prefere trabalhar com genética, biociências e carreiras afins, porque acha mais atraente”.</p>
<p>O programa N8 Agrifood e outras políticas públicas na Europa vêm tentando mudar esse quadro. “As pessoas em geral não valorizam o campo. Para elas, o leite vem da garrafa e a carne é um pacote do mercado. Estamos tentando superar isso e uma das iniciativas é o Farm Sunday, um evento anual em que centenas de fazendas abrem seus portões para o público e escolares poderem ver como é uma fazenda. No ano passado, 500 mil pessoas participaram do evento, numa população de 5 milhões”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Cidades mais autônomas</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-5" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 5" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, Horta da FSP-USP. Abaixo, aeroporto de Berlin-Tempelhof, desativado em 2008 para horticultura comunitária e lazer</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Diante dos desafios, é preciso incentivar a autonomia das cidades quanto à produção do alimento, apesar de que muitas cidades não terão espaço para produzir comida para todos, avalia.  “Não falo de commodities. Mas em vez de importar tudo, devemos incentivar a produção de vegetais e frutas para consumo local. Em Leeds, não temos espaço suficiente para produzir comida para todos. Embora seja desejável, não vejo a agricultura urbana como uma solução política para os problemas de segurança alimentar”, avalia.</p>
<p>Porém, é possível pensar a agricultura urbana como um movimento de educação, cultura alimentar e socialização, mais do que uma via de abastecimento alimentar. “Ainda temos poucas estatísticas e parece que a agricultura urbana ainda funciona mais como um hobby ou um complemento ao alimento que as pessoas já têm. Na Universidade de Leeds, temos uma horta como parte de um projeto de pesquisa. O lugar é realmente agradável e em épocas de colheita qualquer um pode ir lá e pegar o que quiser. A área é o dobro desta sala aqui (Sala de Eventos do IEA). Mas, colocando num contexto mais amplo, será que isso seria suficiente para alimentar todas as pessoas da universidade?”, questiona Firbank.</p>
<p>Entre o público presente na plateia do IEA, a professora Thaís Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, responsável pelo projeto da horta comunitária da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do IEA, comentou que no Brasil as hortas urbanas têm de fato cumprido um papel social importante.</p>
<p>“Não se trata de prover alimento em quantidade para todos, embora muitas comunidades carentes agora tenham acesso a um alimento saudável e barato graças aos diversos projetos de hortas urbanas. De fato, as hortas comunitárias têm cumprido um papel social e educacional relevante para essas populações”, disse.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Pixabay; Leonor Calazans; Sylvia Miguel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-13T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inct-agroalimentar">
    <title>CNPq aprova proposta de INCT sobre sistema agroalimentar brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inct-agroalimentar</link>
    <description>Proposta de INCT sobre sistema agroalimentar brasileiro foi aprovada pelo CNPq no dia 30 de junho; iniciativa é coordenada pelo professor sênior Ricardo Abramovay e tem sede no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alimentos-vegetais" alt="Alimentos vegetais" class="image-right" title="Alimentos vegetais" />O IEA agora é sede de um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) do CNPq dedicado à erradicação da fome e à segurança alimentar no Brasil. A aprovação da iniciativa constou do resultado final da Chamada INCT 46/2024, divulgado no dia 30 de junho.</p>
<p>Com o título "Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar", a proposta foi elaborada pela <a class="external-link" href="https://catedrajc.fsp.usp.br/">Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis</a> da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O coordenador do novo INCT é o professor sênior do IEA e pesquisador da cátedra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay" class="external-link">Ricardo Abramovay</a>. O total de recursos aprovado pelo CNPq para o instituto é de cerca de R$ 7,3 milhões.</p>
<p>Além da Cátedra Josué de Castro e do IEA, integram o INCT: o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP, a Embrapa Acre, o Instituto Federal Catarinense em Santa Rosa do Sul, o Instituto Fome Zero, o Centro de Pesquisa Climática Woodwell e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam Amazônia). As instituições parceiras são a plataforma francesa Agropolis International e quatro institutos: Comida do Amanhã, Clima e Sociedade, Ibirapitanga e Folio.</p>
<p>De acordo com autores da proposta, o sistema agroalimentar contemporâneo responde por nada menos que um terço das emissões globais de gases de efeito estufa. Ele é também o mais importante vetor de erosão da biodiversidade e está na raiz de algumas das formas mais graves de poluição, afirmam.</p>
<p>"A ingestão de calorias e de produtos animais no mundo é muito superior às necessidades metabólicas das pessoas. Não é o aumento das safras que permitirá zerar a fome nas regiões onde ela se concentra e sim a estabilidade política, a conquista da democracia e de meios para o acesso a uma alimentação saudável e diversificada", acrescentam os pesquisadores.</p>
<p>Diante desse quadro, apresentam-se três desafios centrais (ligados à "triplice monotonia do sistema agroalimentar" brasileiro), segundo os responsáveis pelo INCT:</p>
<ul>
<li>elaborar métodos que permitam introduzir biodiversidade no interior das culturas agrícolas;</li>
<li>reduzir drasticamente o vínculo entre produção animal (sobretudo de aves e suínos) e o uso de antibióticos;</li>
<li>aumentar a diversidade da dieta, algo que passa tanto pela redução no consumo de produtos animais quanto pela quase completa eliminação dos ultraprocessados.</li>
</ul>
<p>A decisão de tratar desses desafios por meio de um INCT se deve ao fato de esse tipo de organização permitir a criação de redes de pesquisa, facilitando a colaboração entre diferentes instituições e pesquisadores, promovem a formação e qualificação de recursos humanos, e possibilitando a transferência de conhecimento e tecnologias para a sociedade, por meio de parcerias com o setor público e empresarial. Entre os objetivos do INCT estão:</p>
<ul>
<li>produzir uma agenda de inovações institucionais para a transição justa e sustentável do sistema agroalimentar brasileiro;</li>
<li>contribuir para a intensificação sustentável da pecuária bovina e, assim, para a redução de suas emissões de gases efeito estufa;</li>
<li>Contribuir para a transparência no uso de antimicrobianos na criação animal brasileira e para métodos produtivos que reduzam a concentração animal e o uso de antibióticos;</li>
<li>ampliar o bem-estar dos animais;</li>
<li>apresentar propostas abrangentes que possam garantir o acesso a alimentos saudáveis nas cidades;</li>
<li>investigar os potenciais impactos da redução do consumo de produtos de origem animal na ingestão de proteínas e nutrientes pela população brasileira.</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Governo de Rondônia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agribusiness</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>INCT Agroalimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-10T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos">
    <title>O acesso à ciência e o direito às informações sobre transgênicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos</link>
    <description>As deliberações das comissões técnicas quanto à comercialização e o uso agrícola de variedades transgênicas será foco de debate no dia 27 de junho.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Responsável pelos grandes avanços da humanidade, a ciência e seus benefícios ainda permanecem inacessíveis para grande parte da população. Não por acaso, diversos acordos internacionais tentam garantir que todos possam usufruir da ciência e de suas aplicações. Algumas inovações tecnocientíficas trazem impactos diretos nas sociedades, em especial aquelas ligadas a aspectos da vida, como é o caso da transgenia.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/colheita-soja" alt="Colheita Soja" class="image-inline" title="Colheita Soja" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acesso às deliberações de pareceres técnicos sobre transgênicos estarão em debate no dia 27 de junho.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tendo em vista o direito fundamental de acesso à ciência e a seus resultados, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> do IEA dará prosseguimento às atividades iniciadas no <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-avanco-ciencia">primeiro seminário</a> do dia <strong>13 de junho,</strong> propondo um debate sobre transgênicos.<i>O Direito de Beneficiar-se do Avanço da Ciência e os Transgênicos</i><span> será o tema do dia <strong>27 de junho.</strong></span></p>
<p>A questão central dos pesquisadores será discutir se e como devem ser informadas à sociedade as deliberações realizadas no âmbito das comissões responsáveis pela liberação de variedades de transgênicos para comercialização e uso agrícola. <span>O debate acontece das <strong>14h às 17h</strong>, na Sala Ruy Leme da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. O encontro é público, gratuito, terá transmissão online <i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a></i> e requer </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/1kA_tUVGDBIVkPJiHmNYulKgzxXb4nCPXlnNHBk9hD7M/edit" target="_blank">inscrição prévia</a><span>.</span></p>
<p>Com a moderação do coordenador do grupo de pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Pablo Rubén Mariconda,</a> <span>professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, o debate trará a professora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Marijane Vieira Lisboa</a><span>, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) para discutir os procedimentos adotados pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Seu foco será o impacto dos transgênicos na saúde e no ambiente e se as deliberações de uso dos transgênicos vêm assegurando o direito de acesso a essas informações.</span></p>
<p>O professor visitante do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey">Hugh Lacey</a>, que no primeiro encontro discutiu o Princípio da Precaução, pretende aprofundar o tema das tensões dentro do modelo da interação das atividades científicas e valores (M-CV). Propõe, nesse encontro, refletir sobre quais riscos e prejuízos <span>devem ser investigados cientificamente em relação a determinadas</span><span> variedades de transgênicos. Além disso, quais seriam as estratégias seguras de cultivo, distribuição e consumo de variedades transgênicas, tendo em vista as condições socioeconômicas e os agroecossistemas atuais.</span></p>
<p>No primeiro encontro, os pesquisadores discutiram o significado e o alcance do direito de beneficiar-se do avanço da ciência e de suas aplicações no contexto do modelo da interação entre a atividade científica e valores (M-CV). Além disso, foram discutidas as implicações desse direito para a pesquisa médica e a área da saúde, e as tensões entre esse direito e a ciência comercializada. Outro tema debatido foi a tensão existente entre a liberdade da pesquisa científica afirmada na Declaração de Veneza, ante a participação democrática nas decisões sobre as prioridades da pesquisa científica.</p>
<h3></h3>
<h3>PROGRAMAÇÃO</h3>
<p>14h - <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey" class="external-link">Hugh Lacey</a> (pesquisador visitante CNPq-IEA-USP e Swarthmore College)</p>
<p>A primeira questão é reformulada em termos do M-CV, de modo que agora trata-se de: (a) que tipos de prejuízos e riscos do uso de uma variedade particular de transgênicos (ocasionados por quais tipos de mecanismos) devem ser investigados cientificamente? E (b) que tipos de estratégias precisam ser adotadas nessas pesquisas, para fornecer forte apoio científico para a reivindicação de que os usos (cultivo, distribuição, consumo) do transgênico – sob as condições socioeconômicas e nos agroecossistemas atuais – são seguros?</p>
<p>15h - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marijane-vieira-lisboa" class="external-link">Marijane Vieira Lisboa</a> (PUC-SP)</p>
<p>Que procedimentos são seguidos pela CTNBio para avaliar as possíveis consequências prejudiciais dos usos dos transgênicos? Servem para assegurar que o direito de beneficiar-se do avanço da ciência será promovido?</p>
<p>16h        Intervalo</p>
<p>16h15    Debate</p>
<hr />
<p><i><strong>O Direito de Beneficiar-se do Avanço da Ciência e os Transgênicos</strong><br /></i><i>Dia 27 de junho, das 14h às 17h00<br /></i><i>Sala Ruy Leme - FEA/USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 908, 1º andar, Cidade Universitária, São Paulo, SP.<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1kA_tUVGDBIVkPJiHmNYulKgzxXb4nCPXlnNHBk9hD7M/viewform?edit_requested=true">inscrição prévia</a> e transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a>.<br /></i><i>Informações com <a href="mailto:clauregi@usp.br">Cláudia R. Tavares</a>, email clauregi@usp.br<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-beneficiar" class="external-link">Página do evento </a></i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agribusiness</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-20T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mercado-de-servicos-ambientais-atores-sociais-e-legislacao-em-debate">
    <title>O mercado de serviços ambientais, seus atores e legislação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mercado-de-servicos-ambientais-atores-sociais-e-legislacao-em-debate</link>
    <description>Conceito da compensação financeira por serviços prestados ao ambiente está relativamente disseminado, mas a falta de arcabouço legal ainda emperra projetos. Tema será debatido no dia 3 de agosto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/polinizador" alt="Polinizador" class="image-right" title="Polinizador" />Roda de Conversa sobre Serviços Ecossistêmicos e Comunidades</i> é o título da atividade proposta pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade (IEA)</a>, com apoio do <a href="http://www.idsbrasil.org/" target="_blank">Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS)</a> e do <a href="http://www.forest-trends.org/" target="_blank">Forest Trends</a>. Marcado para o dia <strong>3 de agosto</strong>, das <strong>9h às 12h30</strong>, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP, o debate é gratuito, terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online e receberá <a href="http://goo.gl/forms/KnNEtEvuOBJJpp5T2" target="_blank">inscrições prévias </a> até o dia 2 de agosto.</p>
<p>O encontro com especialistas pretende não só levantar questões sobre as experiências brasileiras de pagamento por serviços ecossistêmicos, como também debater o papel das comunidades locais e tradicionais e também a falta de um arcabouço legal e institucional que dê suporte à implementação desse mecanismo no Brasil. Confira programação abaixo.</p>
<p>Pagamentos por serviços ecossistêmicos têm atraído um interesse cada vez maior por constituir um mecanismo capaz de traduzir as externalidades do mercado que impactam o ambiente. O instrumento é uma tentativa de solucionar os problemas ambientais usando a lógica do mercado. Assim, é um mecanismo que visa à criação de um mercado novo, baseado no fornecimento de produtos e processos da natureza.</p>
<p>Os serviços ecossistêmicos consistem no fluxo de materiais, energia e informação dos estoques de capital natural, combinados com os serviços e capitais industriais e humanos, para a produção do bem-estar da humanidade. Tais produtos e serviços incluem o fornecimento de alimentos, fibras e energia, a purificação da água e do ar, a geração de nutrientes do solo, a polinização, o equilíbrio hídrico, a biodiversidade e muitos outros.</p>
<p>Em alguns casos, esse mecanismo tem se mostrado eficaz na conservação e restauração da natureza porque supera as obrigações administrativas e os instrumentos legais tradicionais de comando e controle previstos na Constituição.</p>
<p>Trata-se de uma ferramenta de incentivo financeiro real para determinados atores sociais prestarem serviços ambientais. Os agentes antrópicos, ou seja, pequenos produtores locais e tradicionais, podem atuar em projetos múltiplos de pagamento por serviços ecossistêmicos. Ou, ainda, em projetos delineados conforme as características dos serviços, tais como a provisão de carbono, equilíbrio hídrico ou a biodiversidade, por exemplo.</p>
<p><strong>Legislação</strong></p>
<p><span>O conceito de pagamento por serviços ecossistêmicos está relativamente disseminado no Brasil e encontra-se inserido em diversos programas setoriais, como na cobrança pelo uso da água, no Fundo Nacional de Mudanças do Clima, no Programa de Preços Mínimos para Produtos da Bidiversidade, entre outros.</span></p>
<p>Porém, a efetiva implementação do mecanismo ainda enfrenta desafios. A regulamentação legal internacional e nacional ainda é insuficiente para dar base aos critérios de precificação estabelecidos nesse novo mercado. As regras do jogo, responsabilidades e direitos ainda dependem de um arcabouço legal. Diversos projetos de lei sobre pagamentos por serviços ambientais tramitam no Congresso Nacional mas ainda não receberam nenhum parecer do Governo Federal.</p>
<p>No primeiro semestre de 2016, por exemplo, não houve avanço relevante no andamento de dois projetos de lei (PL 792/07 e 312/15) que tramitam na Câmara dos Deputados e que tratam do estabelecimento de uma política e de um sistema nacional de pagamentos por serviços ambientais.</p>
<p>José Roberto Borges, diretor da Iniciativa Comunidades e Mercados, da organização não governamental Forest Trends, analisa a matriz brasileira de pagamento de serviços ecossistêmicos e a atuação das comunidades locais e tradicionais.</p>
<p>Na segunda roda de conversa, diversos especialistas abordam as experiências e propostas de instrumentos para fortalecer e salvaguardar direitos, eficácia ambiental e equidade social na aplicação dos incentivos econômicos para conservação, sustentabilidade e restauração ambiental.</p>
<p> </p>
<h3><strong>Programação</strong></h3>
<p><strong>9h</strong> - Abertura</p>
<p><strong>9h20</strong> - 1ª Roda: a Matriz Brasileira de Pagamentos por Serviços Ambientais e o fortalecimento de comunidades locais e tradicionais.</p>
<p>José Roberto Borges (Forest Trends)</p>
<p><span><strong>Mediação:</strong><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-de-lima-caldas" class="external-link">Eduardo Caldas</a></span></p>
<p><strong>11h</strong> - 2ª Roda: Experiências e propostas de instrumentos para fortalecer e salvaguardar direitos, eficácia ambiental e equidade social na aplicação de incentivos econômicos para conservação, sustentabilidade e restauração ambiental.</p>
<p>Roberta Ramos (Grupo de Trabalho Amazônico); Carolina Jorge Santos (Programa Nascentes); Roberto Resende (Iniciativa Verde); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-oliveira-nusdeo" class="external-link">Ana Maria de Oliveira Nusdeo</a> (FD-USP); João Campari (The Nature Conservancy); <a class="external-link" href="http://Paulo Santos de Almeida">Paulo Santos de Almeida</a> (Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP).</p>
<p><strong>Mediação:</strong><span> </span>Eduardo Caldas</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>Roda de Conversa sobre Serviços Ecossistêmicos e Comunidades</strong><br /></i><i>3 de agosto, das 9h às 12h30<br /></i><span>Antiga Sala do Conselho Universitário da USP, Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, com </span><a href="http://goo.gl/forms/KnNEtEvuOBJJpp5T2" target="_blank">inscrições prévias </a><span> até o dia 2 de agosto<br /></span><span>Informações com Sandra Sedini - </span><i>email sedini@usp.br, telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/roda-de-conversa-1" class="external-link">Página do evento<br /><br /></a></i></p>
<p><i> </i></p>
<p><i> </i></p>
<p><i> </i></p>
<p><i> </i></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-19T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas">
    <title>Agricultura Urbana: o Extremo Sul de São Paulo e a Cooperapas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><strong>2ª atividade da série "Encontros com o Grupo de Estudos em Agricultura Urbana"</strong></i></p>
<p><strong>Cooperapas: agricultura e cooperativismo no extremo sul do município de São Paulo - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/angelica-campos-nakamura" class="external-link">Angélica Campos Nakamura</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p>Apresentação sobre a história da Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo (Cooperapas), <span>fundada em 2011 e </span>única cooperativa de agricultores do município de São Paulo, e o contexto em que se insere. Dissertação de Mestrado - <span style="text-align: start; float: none; "><a class="external-link" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-09032017-090516/pt-br.php" target="_blank">Cooperapas: agricultura e cooperativismo no extremo sul do município de São Paulo</a>, 2017</span></p>
<p><strong>Projeto Cultivar - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-de-marcos" class="external-link">Valéria de Marcos</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p>Apresentação sobre a experiência da pesquisadora nos anos de 2007-2008 na região, quando desenvolveu o projeto que ajudou os agricultores a montarem a cooperativa Cooperapas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/amazonia-4-biofabrica-chocolate">
    <title>Amazônia 4.0 inicia capacitação de comunidades amazônicas para a produção de chocolate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/amazonia-4-biofabrica-chocolate</link>
    <description>Laboratórios Criativos da Amazônia, ramo do projeto Amazônia 4.0, iniciou em setembro a capacitação de comunidade extrativista de cacau para a produção de chocolate. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="p1"><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/barras-de-chocolate-e-amendoas-de-cacau/image" alt="Barras de chocolate e amêndoas de cacau" title="Barras de chocolate e amêndoas de cacau" height="529" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Chocolate produzido na Amazônica com certificação de origem podem ser vendidos a mais de R$ 200,00 o quilo</dd>
</dl></p>
<p class="p1"><span>Comunidades tradicionais da Amazônia geralmente vivem com recursos modestos provenientes da comercialização in natura ou com processamento básico do que extraem da floresta. É possível, porém, </span><span>elevar consideravelmente a renda dessas comunidades por meio de qualificação e infraestrutura para que produzam, de forma sustentável, mercadorias com maior valor agregado.</span></p>
<p class="p1"><span>Um exemplo disso é a fabricação de chocolate em vez de apenas comercializar amêndoas de cacau fermentadas, cujo preço não passa de R$ 10,00 o quilo, ao passo que o chocolate pode atingir preço superior a R$ 200,00 o quilo, </span><span>dada sua certificação de origem amazônica e preocupação socioambiental em sua produção.</span></p>
<p class="p1">Iniciativas desse tipo estão no centro da proposta do projeto <a class="external-link" href="https://amazonia4.org/">Amazônia 4.0</a>, uma organização não governamental e sem fins lucrativos do qual o IEA é parceiro técnico [leia texto ao lado direito].</p>
<p class="p1">Atuando em parceria com outras organizações e com as comunidades locais, o projeto busca incentivar a a exploração comercial de recursos da floresta de maneira associada à sua preservação e em benefício das comunidades amazônicas. Uma das ferramentas para atingir esse objetivo são os <a class="external-link" href="https://amazonia4.org/lca/">Laboratórios Criativos da Amazônia (LCA)</a>, estruturas modulares de fácil instalação e transporte que são montadas nas comunidades durante o período adequado para sua capacitação.</p>
<p class="p1"><span>O primeiro LAC está funcionando desde setembro na comunidade Suruacá, na margem esquerda do rio Tapajós, no Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará. Até o final dezembro, a comunidade local estará capacitada a produzir chocolate com as melhores práticas para a fabricação de um produto gourmet, cujo mercado está em franco crescimento.</span></p>
<p class="p1">O LAC ficará cerca de três meses em cada comunidade paraense. Em janeiro será transplantado para outra da região de Santarém, ficando à disposição da Associação de Mulheres Trabalhadores Rurais de Belterra (Amabela), que se dedica à produção do cupulate (feito de amêndoas de cupuaçu). Na sequência, o laboratório irá para Moju, para subsidiar a produção de chocolate da Associação de Moradores Quilombolas de Moju-Miri, que atualmente já comercializa o produto, além de cacau in natura. Finalmente, o LAC será instalado em comunidade ribeirinha na margem direita do rio Acará, que comercializa amêndoas de cacau fermentadas, de acordo com informações da coordenadora tecnológica do Amazônia 4.0, a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tereza-cristina-melo-de-brito-carvalho" class="external-link">Tereza Cristina de Melo Brito Carvalho</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP, onde fundou e é responsável pelo <span>Laboratório de Sustentabilidade em TI (Lassu). </span></p>
<h3><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lca-de-suruaca-do-alto" alt="LCA de Suruacá (do alto)" class="image-left" title="LCA de Suruacá (do alto)" /></h3>
<p class="p1"><span> </span><span>O LCA é uma instalação móvel constituída de domos geodésicos ("ocas") alimentados por energia solar fotovoltaica e com conectividade. </span><span>O laboratório conta com três ocas: uma para armazenagem das baterias de energia elétrica; uma para a fabricação do chocolate; uma para aulas à comunidade.</span></p>
<p class="p1"><span> </span><span>Todas as fases da produção do chocolate acontecem no LCA, desde a fermentação das sementes, passando pela torrefação e descascamento das amêndoas e terminando com a moagem dos nibs para a feitura do chocolate e sua temperagem (que inclui a adição de manteiga de cacau, responsável pela textura e brilho do produto).</span></p>
<p>O processo é monitorado por sensores conectados a uma rede wi-fi. Ao final, as embalagens terão um código QR, que permitirá ao consumidor obter todas as informações sobre a origem do chocolate, inclusive sobre qual árvore produziu o cacau utilizado. Todas as informações serão validáveis e rastreáveis por blockchain. O escoamento da produção para pontos de conexão do transporte do chocolate será feito por tuk-tuks refrigerados (por energia solar) e drones.</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>O projeto Amazônia 4.0</i></h3>
<p><i>A criação do Amazônia 4.0 [referência à chamada 4ª revolução industrial, que prevê a automatização intensiva das indústrias] foi gestada no IEA pelo programa Terceira Via Amazônica - Amazônia 4.0, liderado pelo climatologista Carlos Nobre, pesquisador colaborador do Instituto; Ismael Nobre, biólogo; Maritta Koch-Weser, antropóloga; Adalberto Veríssimo, consultor ambiental; e Maria Beatriz Bley Martins Costa, especialista em bioeconomia. O programa foi uma parceria do IEA com o <a href="https://imazon.org.br/">Instituto do Homem e Meio Ambiente da </a><a href="https://imazon.org.br/">Amazônia</a><a href="https://imazon.org.br/"> (Imazon)</a>, com financiamento do <a href="https://arapyau.org.br/">Instituto Arapyaú</a>. Uma das propostas do programa é a criação de um <a href="https://amazonia4.org/amit/">Instituto de Tecnologia da Amazônia</a>, ideia que continua a ser desenvolvida pelo Amazônia 4.0.</i></p>
<p><i>O Amazônia 4.0 é uma instituição sem fins lucrativos que trabalha em parcerias com outras organizações em soluções ambientais para o bem-estar da população amazônica. A parceria se estende às comunidades locais, “aprendendo e compartilhando conhecimentos que possam melhorar a vida de todos, inclusive dos animais e árvores que existentes na Amazônia”, segundo o site da instituição.</i></p>
<p><i>O objetivo é permitir, “com base na economia, a integração das potencialidades econômicas da sociobiodiversidade amazônica às novas tecnologias e possibilidades que emergem da 4ª Revolução Industrial” e a partir disso gerar produtos de alto valor agregado.</i></p>
<p><i>O instituto tem 40 parceiros, entre instituições acadêmicas, de governos estrangeiros (EUA, França e Austrália), empresas e organizações não governamentais brasileiras e internacionais. Deles, 22 são parceiros técnicos, inclusive o IEA.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com os coordenadores do projeto, os Laboratórios Criativos da Amazônia (LCAs) foram criados para demonstrar uma nova bioeconomia com protagonismo dos povos tradicionais e indígenas na produção de produtos de alto valor agregado, a partir da valorização cultural e ambiental.</p>
<p>O objetivo é promover os aspectos técnicos, tecnológicos e o desenvolvimento da capacidade empreendedora centrada em produtos não madeireiros da biodiversidade amazônica, com ações de capacitação, realizadas diretamente nas comunidades locais.</p>
<p>Com isso, torna-se possível a inovação em pequena escala, com o desenho e proposição de soluções eficazes para os povos da Amazônia.</p>
<p>São utilizados instrumentos para a prototipagem do processamento de matérias-primas da Amazônia para então transformá-las em produtos de alto valor agregado, beneficiando os diversos elos das cadeias de valor.</p>
<p>Além de propor inovações tecnológicas, os pesquisadores dedicam-se à capacitação de comunidades locais com mais informações sobre os recursos naturais à sua disposição e sobre a utilização de tecnologias de ponta que podem auxiliar no desenvolvimento de produtos da floresta.</p>
<p>Por outro lado, os pesquisadores também aprendem com a comunidade e incorporam os conhecimentos tradicionais aos desenvolvimentos e propostas, num processo de cocriação de soluções inovadoras e disruptivas para manutenção da floresta em pé.</p>
<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tuk-tuk-e-oca-lca-de-suruaca" alt="Tuk-tuk e oca - LCA de Suruacá" class="image-right" title="Tuk-tuk e oca - LCA de Suruacá" />A ideia é de que as futuras biofábricas dessas localidades sejam de uso não apenas das comunidades onde forem instaladas, mas também de outras próximas, que alugariam sua utilização. Além do emprego de energia renovável, outra característica da sustentabilidade do projeto será o fato de trabalhar a prática de lixo zero, graças ao aproveitamento de todos os componentes do cacau e dos resíduos de seu processamento (a fermentação das amêndoas gera o mel do cacau, utilizado para suco e cosmético; a casca da amêndoa torrada permite a produção de chá; e a moagem dos nibs – pedaços da amêndoa torrada e descascada -  permite a produção tanto de chocolate quanto de manteiga de cacau). A perspectiva é que uma biofábrica produza entre 100 e 200 quilos de chocolate por dia.</span></p>
<p>O domínio da cadeia produtiva do cacau-cupuaçu é o que está mais adiantado nos estudos do Amazônia 4.0. Depois, o trabalho deve ser estendido para as cadeias de produção de polpa de açaí (polpa), castanhas (do Brasil e bacuri) e azeites especiais (de castanhas do Brasil, buriti, patauá e tucumã).</p>
<p>Futuramente, o projeto pretende atuar no sequenciamento genético de plantas com propriedades terapêuticas e cosméticas apontadas pelo conhecimento tradicional de comunidades amazônicas. A ideia é fornecer esse sequenciamento para pesquisas de novos medicamentos e cosméticos pelas indústrias desses setores, que remunerariam as comunidades pelo seu conhecimento sobre as plantas.</p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Fotos: Amazônia 4.0 (Divulgação)</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Extrativismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-12-11T16:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/temas-da-agroecologia-31-de-outubro-de-2016">
    <title>Temas da Agroecologia - 31 de outubro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/temas-da-agroecologia-31-de-outubro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-31T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016">
    <title>Can we Achieve Sustainable Agriculture? - 5 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-lanca-cartilha-sobre-agricultura-urbana">
    <title>Grupo lança cartilha de boas práticas na agricultura urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-lanca-cartilha-sobre-agricultura-urbana</link>
    <description>No dia 27 de abril, às 12h, o Grupo de Estudo de Agricultura Urbana do IEA lança a cartilha "Agricultura Urbana - Guia de Boas Práticas", escrita por Luís Fernando Amato-Lourenço e coordenada por Thais Mauad.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-das-corujas-1" alt="Horta das Corujas" class="image-inline" title="Horta das Corujas" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Horta das Corujas, na zona oeste de São Paulo, é um exemplo de adoção de boas práticas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para colaborar com grupos comunitários na criação e gerenciamento de hortas urbanas seguras, bem-sucedidas e sustentáveis, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Grupo de Estudos de Agricultura Urbana (Geau)</a> do IEA lança no dia 27 de abril, às 12h, na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a cartilha "Agricultura Urbana - Guia de Boas Práticas", escrita pelo engenheiro ambiental <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-amato-lourenco" class="external-link">Luís Fernando Amato-Lourenço</a> e coordenada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thais Mauad</a>.</p>
<p>Amato-Lourenço é doutorando do programa de pós-graduação do Departamento de Patologia da FMUSP e integrante do Geau. Thais é professora do mesmo departamento e coordenadora do grupo de estudos. O guia foi desenvolvido como parte da tese de Amato-Lourenço. Foram utilizadas informações provenientes de artigos científicos, revisões sobre o tema e consultas com especialistas.</p>
<p>Os autores afirmam que as cidades podem ser ótimos lugares para o cultivo de alimentes, mas "alguns locais podem não ser apropriados devido à contaminação do solo, água e/ou ar". A produção de vegetais em regiões contaminadas possibilita que alimentos absorvam "metais, compostos orgânicos ou outras substâncias em concentrações acima do recomendado para o consumo humano", tornando-os um risco para a saúde.</p>
<p>Os elementos químicos mais preocupantes para a saúde são chumbo, mercúrio, arsênico e cádmio, por serem muito tóxicos e muito comuns. "Compostos derivados da queima incompleta da matéria orgânica, como o benzo(a)pireno, também podem estar associados a doenças, ou seja, são potencialmente mutagênicos e carcinogênicos."</p>
<p>A cartilha traz orientações para a coleta de amostra de solo, onde efetuar sua análise e como interpretar os resultados. No caso da água, a publicação alerta que fontes com valores de potabilidade desconhecidos devem ter amostras testadas anualmente de acordo com a <a class="external-link" href="http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf">Resolução 357/05</a> do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Os laboratórios que realizam testes da água também são indicados. A captação e uso da água da chuva (apenas em irrigação e/ou limpeza de equipamentos) é recomendada, pois implica em economia para o agricultor urbano, reduz o consumo de água potável e auxilia na redução de enchentes.</p>
<p>Além de afetar a saúde da população pela simples aspiração de partículas e gases, a poluição do ar pode prejudicar a produção de certos alimentos, informam os autores. "Vegetais folhosos com superfície rugosa tendem a acumular poluentes que podem ser absorvidos pelas plantas. A proximidade de rodovias e avenidas com grande circulação de veículos e constantes congestionamentos contribui para que uma mistura de poeiras compostas por desgaste de pneus, asfalto e peças automotivas cheguem até a horta."</p>
<p>Além disso, as partículas em suspensão no ar vão sedimentar e contribuir para a contaminação do solo, explicam. Havendo necessidade, o agricultor deve optar pela produção em estufas ou o uso de barreiras verticais, segundo a cartilha, que ainda uma série de outras precauções simples que devem ser tomadas para minimizar a toxicidade dos vegetais e sua exposição a contaminantes.</p>
<p>A cartilha é uma edição do Geau, com apoio da União das Hortas Comunitárias de São Paulo, FMUSP, Fundação Faculdade de Medicina e Fapesp, da qual Amato-Lourenço é bolsista.</p>
<hr />
<p><i><strong>Lançamento da Cartilha "Agricultura Urbana - Guia de Boas Práticas"</strong><br />27 de abril, 12h<br />Faculdade de Medicina, avenida Dr. Arnaldo, 455, 5º andar, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados</i><i><br />Mais informações: Luis Fernando Amato-Lourenço (<a class="external-link" href="http://luisfamato@gmail.com">luisfamato@gmail.com</a>), telefone (11) 98899-7388<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/marx-ciencia-e-tecnologia" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Gustavo Nagib</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Toxicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-10T12:20:49Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/sobre-a-necessidade-da-pesquisa-multiestrategica-tecnociencia-comercialmente-orientada-e-a-necessidade-de-pesquisa-multiestrategica-10-de-abril-de-2018">
    <title>Sobre a Necessidade da Pesquisa Multiestratégica - Tecnociência Comercialmente Orientada e a Necessidade de Pesquisa Multiestratégica - 10 de abril de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/sobre-a-necessidade-da-pesquisa-multiestrategica-tecnociencia-comercialmente-orientada-e-a-necessidade-de-pesquisa-multiestrategica-10-de-abril-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-agricultura-urbana-da-usp">
    <title>Encontro de Agricultura Urbana da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-agricultura-urbana-da-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="internal-link">Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</a> do IEA integra a <a class="external-link" href="http://prceu.usp.br/snct2016/">Semana USP de Ciência e Tecnologia 2016</a> em um dia de atividades como <span style="text-align: start; float: none; ">debates e oficinas sobre aspectos variados envolvendo a produção de alimento em ambiente urbano, <span class="Apple-converted-space"></span></span><span style="text-align: start; ">trocas de sementes e mudas,<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span style="text-align: start; ">feira de<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span style="text-align: start; ">produtos orgânicos e veganos e exibição de vídeos.</span></p>
<p>O evento, coordenado pelas Pró-Reitorias de Cultura e Extensão Universitária e de Pesquisa da USP, faz parte da <a class="external-link" href="http://semanact.mcti.gov.br/">Semana Nacional de Ciência e Tecnologia</a>, cujo intuito é aproximar a população da ciência. O tema deste ano é <span style="text-align: start; float: none; ">“A Ciência Alimentando o Brasil”.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-21T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-sao-paulo">
    <title>Encontro de Pesquisadores em Agricultura Urbana de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esse encontro é destinado a pesquisadores, estudantes, técnicos, grupos de estudo e pesquisa e público em geral, e visa a apresentação e articulação dos grupos de ensino, pesquisa e extensão que têm construído conhecimento sobre a agricultura urbana e agroecologia na Região Metropolitana de São Paulo. Um dos objetivos do evento será criar uma rede de troca de conhecimentos entre pesquisadores e grupos da RMSP, buscando consolidar um banco de dados de artigos, teses, dissertações e informações acerca da agricultura urbana e agroecologia no território.</p>
<p> </p>
<p>O encontro será organizado em duas partes, sendo a primeira composta de apresentações de 15 minutos, em que os representantes dos grupos e dos programas trarão as pesquisas já realizadas e em andamento sobre agricultura urbana. A segunda parte do encontro será voltada para discutir os principais resultados, e refletir sobre as perspectivas futuras de articulação no território, de forma a criar tanto uma rede de pesquisadores quanto um banco de dados compartilhado sobre o tema.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-14T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/agroecologia">
    <title>Metodologias de pesquisa em agroecologia são temas de seminário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/agroecologia</link>
    <description>O seminário "Agroecologia: Metodologias de Pesquisa" acontece no dia 18 de abril, às 14h, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><span>Notícias de outros eventos sobre o tema</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-aborda-a-educacao-em-agroecologia-em-diferentes-setores" class="external-link">Seminário aborda a educação em <span class="highlightedSearchTerm">agroecologia</span> em diferentes setores</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agroecologia-como-projeto-sociocultural"><span class="highlightedSearchTerm">Agroecologia</span> como projeto de futuro</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-pratica-agroecologica-sob-a-perspectiva-cientifica" class="external-link">A prática agroecológica sob a perspectiva da ciência</a></li>
</ul>
<p style="text-align: left; "><i> </i></p>
<hr />
<i> Lei mais notícias<br />sobre <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-meio-ambiente" class="external-link">meio ambiente</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="FreeFormA">O <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> realiza no dia 1<strong>8 de abril, às 14h</strong>, o seminário <strong><i>Agroecologia: Metodologias de Pesquisa</i></strong>. Os expositores serão o professor visitante <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey" class="external-link">Hugh Lacey</a>, emérito do Swarthmore College, EUA, e Fernanda Morais, pós-graduanda da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP. A atividade acontece na Sala de Eventos do IEA, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p class="FreeFormA"><span>Lacey falará sobre </span><span>alguns dos aspectos diferenciados das estratégias de pesquisa em agroecologia, mostrando em que elas diferem das estratégias usadas na pesquisa biotecnológica. Fernanda tratará de metodologias usadas em pesquisas da área na Esalq, destacando a importância da colaboração entre cientistas e agricultores nesses estudos.</span></p>
<p class="FreeFormA"><span> </span><span>O seminário é parte das atividades do Grupo de Trabalho em Agroecologia, vinculado ao Grupo de Pesquisa, o qual desenvolve </span><a class="external-link" href="http://http//www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1678-31662014000400643&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">modelo de interação entre atividades científicas e valores</a><span>. O pluralismo metodológico é um dos componentes do modelo.</span></p>
<p class="FreeFormA"><span>A</span><span>s metodologias da agroecologia estão sendo utilizadas pelo grupo de trabalho para demonstrar que pesquisas conduzidas a partir de estratégias sensíveis ao contexto podem produzir entendimento bem fundamentado das contribuições e possibilidades das abordagens agroecológicas. Essas abordagens </span><span>incorporam valores vinculados à justiça social, à participação democrática, à sustentabilidade ambiental e à "soberania alimentar".</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Agroecologia: Metodologias de Pesquisa<br /></strong></i><i>18 de abril, 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, sem inscrição — </i><i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações: Cláudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 e <a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br </a><br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agroecologia-e-soberania-alimentar" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/agroecologia-e-segurança-alimentar</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-11T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-multi">
    <title>Ciclo de conferências trata da necessidade da pesquisa multiestratégica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-multi</link>
    <description>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia realiza três conferências sobre pesquisa multiestratégica em abril e maio de 2018.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/producao-agroecologica" alt="Produção agroecológica" class="image-inline" title="Produção agroecológica" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A metodologia da pesquisa em agroecologia se beneficia do diálogo entre pesquisa multiestratégica e saberes tradicionais, segundo Hugh Lacey</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As características e possibilidades da pesquisa multiestratégica serão analisadas em um ciclo em abril e maio organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a>.</p>
<p>As três conferências do ciclo <i>Sobre a Necessidade da Pesquisa Multiestratégica</i> acontecerão no IEA, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="url" id="parent-fieldname-eventUrl">ao vivo</a> pela internet. Para participar presencialmente é preciso realizar inscrição prévia [<i>veja abaixo</i>].</p>
<p>Proposta pelo filósofo Hugh Lacey, integrante do grupo e professor emérito do Swarthmore College, dos EUA, a pesquisa multiestratégica pressupõe uma abordagem alternativa à forma de fazer pesquisa predominante. A esta ele chama de tecnociência comercialmente-orientada, caracterizada pela prioridade dada à produção de inovações tecnológicas voltada ao crescimento econômico a aos valores a ele relacionados.</p>
<p>Pablo Mariconda, coordenador do grupo e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, apresentará a primeira conferência - <i>Tecnociência Comercialmente Orientada e a Necessidade de Pesquisa Multiestratégica</i> -, no dia <b>10 de abril, às 14h30</b>. Ele discutirá as principais funções desempenhadas pelas estratégias de pesquisa e suas relações com os valores de imparcialidade, neutralidade cognitiva e objetividade, detendo-se particularmente no valor de neutralidade de aplicação.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Inscrição<br />online para participação<br /> presencial</h3>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdoIQWXK9_vZvK4CDJ5cskrSu9P73d9BIIJkVvgHeQuMJWORQ/viewform">1ª conferência</a><br />10 de abril, 14h30</li>
<li><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScBf5UAwEH3-z2MMN-wzaejwipjNit93T1tNTdZHdININmiaw/viewform">2ª conferência</a><br />19 de abril, 14h</li>
<li><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSefNXVnKkmiSyv4eHge9sitM4-EkiWArYLU33F3142tUPzr8w/viewform">3ª conferência</a><br />10 de maio, 14h</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir disso, tratará da hegemonia das estratégias descontextualizadas e apresentará o circuito de pesquisa por elas permitido, bem como a concepção de pesquisa que incorporam. Discutirá ainda os limites dessas estratégias e a necessidade de estratégias de contextualização, sua função e a concepção de pesquisa que pressupõem. Na parte final, Mariconda apresentará uma agenda de pesquisa multiestratégica em seis direções e levantará questões direcionadas às instituições e organizações de pesquisa.</p>
<p>As outras duas conferências serão feitas por Lacey, que vai explorar as implicações da pesquisa multiestratégica. No dia <b>19 de abril, às 14h</b>, o tema será <i>O Diálogo entre a Pesquisa Multiestratégica e os Saberes Tradicionais</i>; no dia <b>10 de maio, às 14h</b>, ele falará sobre <i>A Democracia e a Pesquisa Multiestratégica</i>.</p>
<p>Na primeira, Lacey pretende explorar a possibilidade de diálogo entre a ciência moderna (entendida em termos de pesquisa multiestratégica) e os saberes tradicionais/indígenas. Ele exemplifica a importância dessa relação com a relevância desse diálogo para as metodologias da pesquisa em agroecologia.</p>
<p>De acordo com ele,  a discussão sobre essa possibilidade depende da análise da pesquisa multiestratégica; da distinção entre as estratégias descontextualizadoras e aquelas sensíveis ao contexto; e especialmente de três teses: há relações de reforço mútuo entre a adoção de uma estratégia e a sustentação de valores éticos e sociais particulares; há limites ao alcance dos objetos (e tipos dos objetos) que podem ser investigados sob qualquer estratégia; estratégias diferentes desempenham papeis complementares na pesquisa.</p>
<p>Na segunda conferência, Lacey discutirá como a ciência moderna e os valores afirmados por ela podem contribuir para o fortalecimento da democracia. As respostas a essa questão dependem de como a democracia e a ciência são entendidas, afirma o filósofo. Ele desenvolverá sua argumentação a partir dos conceitos de democracia representativa e democracia participativa e dos dois tipos de concepções de ciência: a ciência descontextualizada (que incorpora a ciência básica e a tecnociência, inclusive a tecnociência comercialmente orientada) e a pesquisa multiestratégica.</p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-bf7695775e7543fb825d45932bb32623 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-bf7695775e7543fb825d45932bb32623">
<hr />
<p><strong>Ciclo Sobre a Necessidade da Pesquisa Multiestratégica<br /></strong><i>10 de abril, 14h30 - 19 de abril, 14h - 10 de maio, 14h</i><br /><i>Sala Alfredo Bosi (1ª e 2ª conferências) e Auditório IEA (3ª conferência), rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i><br /><i>Evento gratuito - Inscrições apenas para participação presencial [</i>ver acima<i>]</i><br /><i>Transmissão </i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><i> pela internet</i><br /><i>Mais informações: Claudia Regina Pereira (</i><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><i>), telefone: 3091-1686</i><br /><i>Páginas dos eventos: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/necessidade-pesquisa-multiestrategica" class="external-link">1ª conferência</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa-multiestrategica-saberes" class="external-link">2ª conferência</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/democracia-pesquisa-multiestrategica" class="external-link">3ª conferência</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Kátia Marsicano/Embrapa</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-04T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biota">
    <title>Biota-Síntese abre inscrições para seleção de projetos de pós-doutorado</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biota</link>
    <description>O Biota-Síntese - Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, um dos núcleos da Fapesp para pesquisa orientada a problemas, recebe até as 10 horas do dia 14 de março inscrições de interessados em disputar uma das oito vagas para pesquisas de pós-doutorado.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-sustentavel/image" alt="Agricultura sustentável" title="Agricultura sustentável" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Núcleo deve colaborar na elaboração de políticas públicas para agricultura sustentável e outras áreas</dd>
</dl></p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese" class="external-link">Biota-Síntese - Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza</a>, um dos núcleos da Fapesp para pesquisa orientada a problemas, recebe até as <strong>10 horas do dia 14 de março</strong> inscrições de interessados em disputar uma das oito vagas para pesquisas de pós-doutorado.</p>
<p>Podem se inscrever pesquisadores brasileiros e estrangeiros (fluentes em português). Os candidatos devem apresentar projeto nas áreas de modelagem, serviços de ecossistemas, restauração, ecologia urbana, saúde Humana, mudanças climáticas, soluções baseadas na natureza e desenho de políticas colaborativas. É permitido se candidatar em mais de uma área.</p>
<p>O perfil desejado dos pós-doutorandos é o de profissionais com: grande habilidade para trabalho colaborativo em equipe; elevada habilidade para o diálogo com pesquisadores e atores sociais com diferentes formações e experiências profissionais;  e capacidades de modelagem e análise a serem detalhadas em cada área. Cada pós-doutorado terá um projeto de pesquisa específico e um supervisor específicos, mas é esperado que o grupo trabalhe em conjunto e em estreita colaboração com a equipe de coordenação do Biota-Síntese.</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Núcleo de<br />Análise e Síntese</i></h3>
<p><i>Sediado no IEA, o Biota-Síntese tem financiamento da Fapesp de 2022 a 2026 e reúne pesquisadores de cinco universidades, sete institutos de pesquisa do Estado de São Paulo e quatro organizações não governamentais, bem como técnicos e tomadores de decisão  de três secretarias do governo paulista: Infraestrutura e Meio Ambiente; Saúde; e Agricultura e Abastecimento.</i></p>
<p><i>O objetivo do núcleo é subsidiar o Estado de São Paulo com políticas públicas socioambientais relacionadas com agricultura sustentável, restauração ambiental, controle de zoonoses e controle de doenças em áreas urbanas, considerando sobretudo soluções baseadas na natureza.</i></p>
<p><i>O núcleo trabalhará numa perspectiva de ciência de síntese, com grupos de trabalho cooperativos heterogêneos, os quais se reunirão periodicamente de forma imersiva em brainstorms. Esses encontros serão intercalados com a análise e modelagem de base de dados existentes, nas quais se espera ativa participação dos pós-doutorandos.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os selecionados receberão bolsa de pós-doutorado da Fapesp no valor de R$ 7.373,10 por dois anos, período que poderá ser renovado por mais dois anos. Também terão direito a um fundo de contingência de pesquisa no valor de 10% do total anual da bolsa, para despesas com itens diretamente relacionados com as atividades da pesquisa.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas via formulário online [<a class="external-link" href="https://forms.gle/yVECcrK4eyq3Y5h16" target="_blank">clique aqui</a>]. Os documentos necessários são:</p>
<ul>
<li>currículo no <a class="external-link" href="https://fapesp.br/6351/instructions-for-the-elaboration-of-a-curricular-summary" target="_blank">formato</a> Fapesp (incluindo o Lattes para candidatos brasileiros) com os links para <a class="external-link" href="https://orcid.org/">Orcid</a> e <a class="external-link" href="https://publons.com/about/home/">Publons</a>, bem como indicadores de citações (número de publicações e citações, H index) , informações sobre experiência em grupos de trabalho e com o desenvolvimento políticas públicas (se aplicável);</li>
<li>declaração sobre por que o candidato é adequado para a vaga pretendida;</li>
<li>indicação de três pessoas de referência que possam ser consultadas se o candidato for selecionado para entrevistas.</li>
</ul>
<p>Serão selecionados de três a cinco candidatos por vaga para entrevista, a ser realizada virtualmente no final de março/início de abril. Os escolhidos iniciarão seu projeto em maio, depois de a Fapesp validar o processo seletivo de acordo com suas <a class="external-link" href="https://fapesp.br/15095/norma-para-concessao-de-bolsas-de-pos-doutorado-vinculadas-a-projetos-tematicos" target="_blank">normas</a>. Os pós-doutorandos ficarão formalmente vinculados ao <a class="external-link" href="https://prp.usp.br/pos-doutorado/" target="_blank">Programa de Pós-Doutorado</a> da USP.</p>
<p>Mais informações sobre cada vaga podem ser consultadas em:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota1" class="internal-link">Estimation and Prediction of Pollination and Associated Ecosystem in Agricultural Landscapes</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota-2" class="internal-link">Modeling Future Scenarios for Pollination and Associated Ecosystem Services in Face of Landscape and Climate Changes</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota3" class="internal-link">Supporting Decisions for Forest Ladscape Restoration and Forest-Based Economy</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota4" class="internal-link">Operationalizing Policies for Forest Landscape Restoration and Forest-Based Eonomy</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota5" class="internal-link">Regulation of Zoonotic Diseases in Urban and Rural Ladscapes</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota6" class="internal-link">Ecosystem Services Modeling and Human Weell-Being in Urban Landscapes</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota7" class="internal-link">Nature-Based Solutions (NBS) and Urban Interventions for Climate Adaptation in Urban Areas</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-opportunities/biota8" class="internal-link">Collaborative Environmental Policy Design for the State of São Paulo</a></li>
</ul>
<p>Para mais informações sobre o processo seletivo, o interessado deve escrever para  <a class="mail-link" href="mailto:biotasintese@usp.br">biotasintese@usp.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Silvicultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-01-19T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
