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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/falta-de-dados-sobre-raca-prejudica-desenho-de-politicas-para-equidade-na-educacao">
    <title>Falta de dados sobre raça prejudica desenho de políticas para equidade na educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/falta-de-dados-sobre-raca-prejudica-desenho-de-politicas-para-equidade-na-educacao</link>
    <description>Curso da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e Instituto Dacor incentivou municípios de SP e AL a desenharem planos de ação para implementar lei de educação antirracista</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-ec4fc79a-7fff-4013-2363-911b052727db"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><i>[Texto de Marília Rocha - Assessoria de Comunicação da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira]</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome4.png/@@images/3ed4c014-45d7-4f6b-a3e3-93ad4d467a1a.png" alt="" class="image-left" title="" /></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>As dificuldades para localizar e utilizar informações com recorte de raça são apontadas pelas secretarias de Educação como um dos principais empecilhos para o desenho e implementação de projetos de educação antirracista, mesmo em municípios que já avançaram as discussões sobre a legislação voltada ao tema. Essa percepção foi compartilhada durante o ciclo de formação "Educação antirracista no chão da escola: o papel das Secretarias Municipais de Educação", oferecido a 27 municípios dos estados de São Paulo e Alagoas pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, e o </span><a href="https://institutodacor.ong.br/"><span>Instituto Dacor</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Durante mais de dois meses, a formação buscou sensibilizar os profissionais sobre a importância de políticas públicas para tratar da educação antirracista e de equidade racial e oferecer recomendações para a implementação de medidas concretas nas redes de ensino participantes. Foram realizados cinco encontros online, estudo assíncrono de material complementar e participação em duas atividades: uma buscou traçar uma espécie de diagnóstico da maturidade de cada rede quanto à Educação das Relações Étnico-Raciais, (ERER) e a última demandou das equipes a elaboração de um plano de ação para aplicar a educação antirracista no município.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A rubrica de monitoramento de políticas de ERER, desenvolvida pelo Instituto Dacor e pela Fundação Lemann, foi explicada aos cursistas durante um dos encontros online e preenchida por eles de maneira assíncrona. Como instrumento avaliativo-formativo de acompanhamento de processo das ações e políticas voltadas para a temática, a rubrica é uma ferramenta de entendimento sobre os desafios e as conquistas de cada rede, e possibilita mediar um diálogo para entender de que forma a secretaria tem se estruturado para cumprir a </span><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#:~:text=LEI%20No%2010.639%2C%20DE%209%20DE%20JANEIRO%20DE%202003.&amp;text=Altera%20a%20Lei%20no,%22%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias."><span>Lei 10.639</span></a><span>. A finalidade da rubrica é de orientar e possibilitar ajustes nas práticas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Das 27 redes participantes, 22 responderam à rubrica. Na análise geral dos resultados, foi possível identificar que, apesar das redes conhecerem a lei e terem intenção de institucionalizar diretrizes com foco em ERER, existe uma </span><span>fragilidade generalizada na coleta das informações sobre composição racial dos estudantes e profissionais</span><span> da educação, bem como na obtenção de dados de aprendizagem e de frequência com recorte racial - essenciais ao diálogo para a elaboração de políticas públicas. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em Alagoas, 86% das redes que responderam à rubrica não possuem estrutura voltada para coleta e tratamento de dados com recorte racial, nem uma área especialmente dedicada à ERER. Em São Paulo, 66,5% das redes não possuem uma estrutura voltada para coleta e tratamento de dados com recorte racial, e 80% não indicou ter uma área especialmente voltada para a ERER. Segundo o relatório final, esse cenário prejudica a tomada de decisões e os planejamentos para o objetivo de equidade racial.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além disso, em ambos os Estados, a maior parte das redes não possui orçamento ou investimentos e recursos específicos para ações relacionadas à ERER, nem orientam ou acompanham mudanças na prática pedagógica com esse foco, embora demonstrem compreender a relevância do tema da equidade racial.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Vidal.png/image" alt="" title="" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O diretor do Instituto Dacor, Vidal Dias da Mota Júnior</dd>
</dl>“É importante que as redes promovam a Educação para as Relações Étnico-Raciais de maneira sistêmica, mediante ações conectadas, pois o racismo também age em todas as dimensões da política educacional. A educação é um espaço que tem, de forma consciente ou inconsciente, suas estruturas e práticas sustentadas por diretrizes racistas, que precisam ser apontadas, contestadas e suprimidas”, aponta Vidal Dias da Mota Júnior, diretor do Instituto Dacor. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“O racismo, constituinte da sociedade brasileira há séculos, fomentado pelo ódio e executado mediante violências variadas, exige um enfrentamento constante e amplo. Mas estudos recentes têm mostrado que, mesmo depois de 20 anos da promulgação da Lei 10.639, ela ainda não é devidamente implementada por mais de 70% das secretarias municipais de Educação em todo o Brasil. É urgente promover ações de formação das equipes gestoras das secretarias municipais de educação que deem maior embasamento e engajamento em políticas educacionais com essa dimensão de enfrentar a desigualdade no aprendizado, na qual, no caso brasileiro, a questão racial ainda é a que mais se destaca”, alerta ele. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Plano de ação para educação antirracista</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Após receberem os resultados do instrumento, as redes foram estimuladas a apresentar uma proposta para um Plano Municipal de Educação Antirracista. Nele, deveriam discorrer sobre a importância dessa educação para promover a equidade e a justiça social no território, identificar práticas existentes que perpetuam a exclusão racial nas escolas e identificar dados sobre as desigualdades raciais no sistema municipal, incluindo desempenho, evasão, punições disciplinares, entre outros. Além disso, o plano precisaria estabelecer metas específicas relacionadas à redução das disparidades e à promoção da diversidade nas escolas, incluindo objetivos claros e mensuráveis para promover uma educação antirracista e uma descrição detalhada das estratégias e ações a serem implementadas para isso – desde a revisão dos currículos e a inclusão de medidas para capacitar professores, até a promoção da diversidade na própria equipe educacional.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O documento também deveria conter um cronograma com prazos para implementação de cada ação, identificação de recursos necessários, integração da educação antirracista nos processos de planejamento estratégico e orçamentário da secretaria municipal de Educação, com medidas para garantir a continuidade das práticas a longo prazo. Outros pontos necessários ao plano seriam o estabelecimento de estratégias para envolver famílias, líderes comunitários e organizações da sociedade civil no processo, com a criação de canais de comunicação e espaços de participação para garantir a voz das diferentes comunidades envolvidas, e a definição de indicadores de desempenho e mecanismos de monitoramento para acompanhar o progresso das ações, contando com avaliações periódicas para analisar o impacto das políticas implementadas. </span></p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Larissa.png/image" alt="" title="" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A analisa da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira Larissa Maciel</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Dos 27 municípios participantes do curso, 13 enviaram uma proposta de plano de ação e 55 cursistas receberam certificado de participação. “Nós percebemos que houve bastante empenho dos participantes, eles se debruçaram para entender suas realidades e concretizar algo que já precisam fazer. Mas tivemos muitos relatos de que não conseguiam encontrar dados com recorte racial, nem nos dados abertos nem na própria secretaria”, afirma Larissa Maciel, analista da Cátedra e responsável pela organização da formação. “Nós mesmos temos sentido desafios, pois a mudança na divulgação de dados nos últimos anos realmente dificulta a obtenção de informações. No entanto, observamos que os municípios começaram a entender a importância de considerar o desempenho nas avaliações com recorte racial. É fundamental que a educação antirracista não seja tratada como uma pauta adjacente, mas sim como uma prioridade central nas políticas educacionais. Essa mudança é possível e essencial.”</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Segundo ela, agora a ideia é elaborar mecanismos para seguir apoiando os municípios a partir do plano de ação, para dar continuidade ao trabalho. Além do curso, a temática da equidade racial também passou a integrar a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/formacao-de-liderancas-escolares-alcanca-49-municipios-brasileiros/%5d,"><span>formação de liderança escolar</span></a><span> realizada pela Cátedra para 49 municípios, e outras análises de dados. As ações possuem apoio da B3 Social.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-04T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ex-ministros-divulgam-nota-publica-sobre-prioridades-da-educacao">
    <title>Ex-ministros defendem verbas, autonomia e política de Estado para educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ex-ministros-divulgam-nota-publica-sobre-prioridades-da-educacao</link>
    <description>Seis ex-ministros da Educação reuniram-se no IEA no dia 4 de junho e divulgaram nota conjunta em entrevista coletiva à imprensa.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ex-ministros-da-educacao-4-6-19/image" alt="Ex-ministros da Educação - Entrevista - 4/6/19" title="Ex-ministros da Educação - Entrevista - 4/6/19" height="304" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">A partir da esquerda, os ex-ministros Cristovam Buarque, Murílio Hingel, Renato Janine Ribeiro, José Goldemberg, Fernando Haddad e Aloizio Mercadante durante entrevista coletiva à imprensa</dd>
</dl></p>
<p>O contigenciamento de verbas pode ter efeitos "irreversíveis e fatais" para a educação do país, alertaram seis ex-ministros da área em encontro no IEA hoje, 4 de junho, no qual divulgaram <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/nota-ex-ministros-educacao" class="external-link">nota conjunta</a> à Nação durante entrevista coletiva à imprensa.</p>
<p>Eles também anunciaram a criação do Observatório da Educação Brasileira, decisão tomada pouco antes da entrevista, durante reunião para finalizar a nota conjunta. Integrado inicialmente pelos seis e com provável sede no IEA, o observatório deverá se reunir periodicamente com especialistas, agentes públicos e lideranças para a discussão de propostas de aperfeiçoamento da legislação e políticas de educação.</p>
<p><strong>Nota conjunta</strong></p>
<p>O documento divulgado hoje elenca como principais medidas a serem adotadas: ações para o desenvolvimento e melhoria da educação básica pública; o fortalecimento da cooperação entre União, estados, municípios e o Distrito Federal; respeito à autonomia universitária e à das redes de ensino; liberdade de cátedra; observância do <a class="external-link" href="http://pne.mec.gov.br/">Plano Nacional de Educação</a>; renovação e ampliação do <a class="external-link" href="https://www.fnde.gov.br/financiamento/fundeb">Fundeb</a> (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação); organização de um efetivo Sistema Nacional de Educação; e fazer com que a educação seja objeto de uma política de Estado.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Encontro de Ex-Ministros da Educação</strong><br /><i>4 de junho de 2019</i></p>
<p><strong>Documento</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/nota-ex-ministros-educacao" class="external-link">Nota Conjunta dos Ex-Ministros da Educação</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/reuniao-dos-ex-ministros-da-educacao" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/encontro-dos-ex-ministros-da-educacao-04-de-junho-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>Encontro de Ex-Ministros do Meio Ambiente</strong><br /><i>8 de maio de 2016</i></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/reuniao-ex-ministros-de-meio-ambiente" class="external-link">Ex-ministros do Meio Ambiente condenan "desmonte da governança ambiental"</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/encontro-dos-ex-ministros-de-estado-do-meio-ambiente" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/encontro-dos-ex-ministros-de-estado-do-meio-ambiente-08-de-maio-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os seis ex-ministros que assinam a nota e integram o núcleo do observatório são: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a> (ministro em 1991-1992), Murílio Hingel (1992-1995), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristovam-buarque" class="external-link">Cristovam Buarque</a> (2003-2004), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-haddad" class="external-link">Fernando Haddad </a>(2005-20012), Aloizio Mercadante (2012-2014 e 2015 e 2016) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a> (2015).</p>
<p>Na nota, eles reafirmam a importância crucial da educação para o desenvolvimento social e estratégico da economia do Brasil e destacam o fato de a sociedade brasileira ter tomado consciência da importância dela no mundo contemporâneo. No entanto, veem "com espanto" que no atual governo ela seja "apresentada como ameaça".</p>
<p>"O consenso pela educação como política de Estado foi constituído por diferentes partidos, por governos nas três instâncias de poder, fundações e institutos de pesquisa, universidades e movimentos sociais e sindicais", observa o documento.</p>
<p>"Em que pesem as saudáveis divergências", os seis signatários da nota ressaltam as conquistas obtidas desde a Constituição de 1988, como o fortalecimento da educação infantil, universalização do ensino fundamental, retomada do ensino técnico e profissional, avaliações em todos os níveis e expansão da pós-graduação</p>
<p><strong>Educação básica</strong></p>
<p>Os seis concordam que a grande prioridade nacional é a educação básica pública, para que o país supere "os flagelos da desigualdade social gritante, da falta de oportunidades para os mais pobres e do atraso econômico e social".</p>
<p>Para que isso ocorra, defendem, entre outros aspectos, o aperfeiçoamento e valorização (inclusive salarial) de professores, atenção constante à Base Nacional Curricular Comum, a reforma do ensino médio e a inovação de métodos.</p>
<p>Segundo eles, a melhoria da educação básica demanda o crescimento dos repasses do governo federal para estados e municípios, "sendo prioridade a renovação e, se possível, ampliação do Fundeb", que expira em 2020</p>
<p>Os ex-ministros também ressaltam a necessidade de empenho na educação infantil e na alfabetização na idade certa, bem como a melhoria das escolas, laboratórios e bibliotecas e, mais do que tudo, "o respeito à profissão docente", que não pode ser submetida a nenhuma "perseguição ideológica".</p>
<p>"A liberdade de cátedra e o livre exercício do magistério são valores fundamentais e inegociáveis do processo de aprendizagem e da relação entre alunos e professores; convidar os alunos a filmar professores, para puni-los, é uma medida que apenas piora a educação, submetendo-a a uma censura inaceitável", afirma o documento.</p>
<p><strong>Educação superior</strong></p>
<p>Além do respeito à autonomia universitária e à liberdade de cátedra de seus docentes, a nota dos ex-ministros, insta o governo a assegurar o ingresso e permanência dos estudantes no ensino superior, "especialmente dos egressos das escolas públicas e das famílias de baixa renda".</p>
<p>A qualidade do ensino superior deve ser assegurada tanto "por constantes avaliações quanto recursos, garantindo seu papel insubstituível na formação de profissionais qualificados para um mercado de trabalho cada vez mais exigente, impactado pelos desafios das inovações e das novas tecnologias".</p>
<p><strong>Entrevista</strong></p>
<p>Goldemberg afirmou durante a entrevista que a expansão do ensino superior deve ser feita com qualidade e que a autonomia não significa soberania. "Não se pode fazer o que se quer com o dinheiro público. O dinheiro vem da população. Temos responsabilidade sobre o uso desses recursos", disse.</p>
<p>Em resposta a pergunta sobre a postura do atual governo em relação à educação, se seria motivada por ignorância, intenção em favorecer grupos privados ou manter parcela da população sem pensamento crítico, Goldemberg disse que há "mistura de pautas ideológicas e ignorância", demonstradas pelo ideia de "voltar à moral de 50 anos atrás" e ao fato de o presidente ter declarado que "errou ao escolher seu primeiro ministro da educação".</p>
<p>Hingel criticou o contingenciamento para a educação e a possível desvinculação permanente dos recursos numa reforma tributária. "Não há educação de boa qualidade sem recursos disponíveis e professores bem remunerados. Ainda na época dos militares, o senador João Calmon propôs a vinculação de 13% do orçamento para a educação. A Constituição de 1988 ampliou isso para 18% na União e 25% nos estados e municípios."</p>
<p>Para Buarque, os ex-ministros presentes tentaram fazer com que o país saísse de sua tragédia educacional, buscando a melhoria da qualidade e a redução da desigualdade vinculada "à renda e ao endereço da família". "Não avançamos o que gostaríamos. Essas distorções continuam a existir e dessa maneira o país não terá futuro."</p>
<p><strong><dl class="image-left captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ex-ministros-da-educacao-reuniao-4-6-19/image" alt="Ex-ministros da Educação - Reunião - 4/6/19" title="Ex-ministros da Educação - Reunião - 4/6/19" height="339" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Em reunião antes da entrevista coletiva, os ex-ministros finalizaram a nota conjunta e decidiram criar o Observatório da Educação Brasileira</dd>
</dl>Estereótipo</strong></p>
<p>Sobre o estereótipo presente nas redes sociais de que as universidades públicas seriam dominadas pela esquerda, pergunta feita por repórter do Jornal da USP, Goldemberg afirmou que essa visão presente nas redes sociais é apenas isso, um estereótipo. "Todos os reitores enfrentam a questão da diversidade. Para ele, os ataques são mal dirigidos. "Se quisessem fazer um ataque bom, poderiam tratar dos partidos políticos que traziam pautas não universitárias." De qualquer forma, ele acredita que se fosse o caso "de contar cabeças, não daria para saber se há mais pessoas de direita do que de esquerda".</p>
<p>Buarque disse que é natural que num ambiente amplo como é uma universidade é comum que haja grupos sectários de todas as correntes políticas: "Isso não é bom, mas temos de aceitar, desde que não usem o decreto de porte de armas para entrar armados na universidade."</p>
<p><strong>Política de Estado</strong></p>
<p>"O Brasil perdeu todo o século 20" no que se refere à educação, afirmou Haddad. No entanto, disse que os indicadores começaram a melhorar a partir de 1988, com ênfases variadas em algumas áreas. Ele ressaltou a necessidade de ampliação do Fundeb e de garantias à autonomia universitária, mas frisou que a maior preocupação deve ser com um compromisso com uma política de Estado para a educação. Criticou também o fato de o país "estar com o segundo ministro da área em cinco meses e ainda não haver nenhum plano para a educação básica".</p>
<p>Mercadante reforçou a importância de a área contar com uma política de Estado que a preserve da crise fiscal e econômica. Para ele, "a principal tarefa do ministro é defender a educação e seus recursos". Para ele, o Plano Nacional da Educação deve ser preservado como "bússola" para a área. Alertou ainda para a urgência de ser aberto um diálogo sobre o Fundeb, cuja renovação depende de emenda constitucional.</p>
<p>Mercadante também criticou o fato de os reitores estarem obrigado a apresentar à Secretaria da Presidência da República os nomes de indicados a cargos de direção nas universidades federais.</p>
<p><strong>Consenso</strong></p>
<p>"Não há educação se não houver compromisso com a verdade; e não há democracia se não houver crescimento pela educação e pelo incentivo à pesquisa", disse Janine. Para ele, um aspecto muito importante a ser ressaltado é o fato de ter se construído um consenso - apesar das divergências sobre vários pontos - entre partidos de esquerda e de direita, estados, fundações e outros entes públicos e privados sobre a importância da educação.</p>
<p>"Todos os estudos internacionais, mesmo os de matiz mais liberal, veem a educação como o principal fator de desenvolvimento econômico. Mas no Brasil, pessoas que se dizem liberais pensam que o corte em áreas vitais como a educação pode ser positivo para a economia. Não será."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-04T22:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-apresenta-estrategias-para-aprimorar-a-qualidade-da-educacao-em-redes-municipais-da-regiao-metropolitana-de-ribeirao-preto">
    <title>Evento apresenta estratégias para aprimorar a qualidade da educação em redes municipais da Região Metropolitana de Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-apresenta-estrategias-para-aprimorar-a-qualidade-da-educacao-em-redes-municipais-da-regiao-metropolitana-de-ribeirao-preto</link>
    <description>Iniciativa marca abertura das atividades das cátedras Sérgio Henrique Ferreira e Instituto Ayrton Senna, sediadas no IEA-RP
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d363d6ed-7fff-e051-7299-75653002bd8c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/EstratgiasparaamelhoriadaeducaonaRegioMetropolitanadeRibeiroPreto1.png/@@images/0d6cd058-1a3b-4c8a-b6a5-92becc3f4fc1.png" alt="" class="image-left" title="" />A Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e a Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional promovem no dia 26 de fevereiro, a partir das 13h30, no </span><a href="https://maps.app.goo.gl/Nee9qVqXUF3bmtqUA"><span>Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span> a conferência “</span><span>Estratégias para a melhoria da educação na Região Metropolitana de Ribeirão Preto</span><span>”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente presencial e marca a abertura das atividades de ambas as cátedras, que são sediadas no IEA-RP, em 2026. As inscrições são gratuitas, voltadas a profissionais e pesquisadores da área da educação, e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/Ma3X2uLzhgKovcSN7"><span>neste link</span></a><span>. Os participantes receberão certificado de presença mediante assinatura de lista disponível no local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Participam como palestrantes a titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional, Maria Helena Guimarães de Castro, e o coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (Lepes), Luiz Scorzafave, que vão abordar o desenvolvimento de uma pesquisa sobre alfabetização. O docente da Universidade Federal da Bahia, Ivan Siqueira, também apresentará uma pesquisa que será realizada no âmbito da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, com o objetivo de desenvolver parâmetros interdisciplinares para a implementação da Educação Digital prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento terá ainda apresentações sobre o Dossiê Educação, um conjunto de artigos que integrou a edição 115 da Revista de Estudos Avançados do IEA, e sobre um aplicativo digital voltado a gestores de educação, com foco na geração de insights a partir de análises de dados educacionais para auxiliar em políticas de melhoria da qualidade do ensino.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/Nee9qVqXUF3bmtqUA"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> está localizado na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina, dentro do campus da USP Ribeirão Preto (Avenida Bandeirantes, 3900, Vila Monte Alegre). Mais informações sobre o evento: catedraiearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-shf/"><span>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</span></a><span> é uma iniciativa do IEA-RP financiada pelo Santander Universidades que mobiliza pesquisadores e instituições em torno da contribuição efetiva com políticas públicas em cidades de médio porte. Seu foco atual é a educação, integrando instituições e iniciativas locais para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Cátedra também desenvolve projetos com outros parceiros, como a B3 Social, a Fapesp e a Fundação Telefônica. Para saber mais informações sobre as atividades dela, inscreva-se no </span><a href="http://t.me/catedraiearp"><span>canal no Telegram</span></a><span>, no </span><a href="https://chat.whatsapp.com/Lof9I1e2470HQCrvy0DrGz"><span>grupo do Whatsapp</span></a><span> ou em </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeFTjK9nOrYO3F8LUNliEbrPOq0I4d9Us6I9ZdhkFZSTBx2qA/viewform"><span>nossa newsletter</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre a Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-ias/"><span>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional</span></a><span> é um espaço para debater o papel das avaliações no Brasil, seus diferentes modelos, formatos, técnicas e complementaridades. Além disso, é um núcleo de discussão sobre os usos dos dados e indicadores gerados por meio das avaliações, as inovações possíveis para aprimorar o que já é feito, incorporando novas abordagens. O trabalho inclui ainda realizar advocacy e buscar redes educacionais parceiras para a realização de projetos pilotos dentro dessa temática.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alfabetização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Aprendizagem</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Região Metropolitana de Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-26T15:51:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudo-traz-recomendacoes-para-aprimorar-atuacao-de-diretores-em-escolas-municipais">
    <title>Estudo traz recomendações para aprimorar atuação de diretores em escolas municipais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudo-traz-recomendacoes-para-aprimorar-atuacao-de-diretores-em-escolas-municipais</link>
    <description>Análise da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira ouviu mais de 100 profissionais sobre suas atribuições e necessidades, e reforça que a capacidade das redes em formar lideranças pedagógicas é determinante para bons resultados</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>[Texto de Marília Rocha - Assessoria de Comunicação da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira]</i></p>
<p><span id="docs-internal-guid-c1cbf7a0-7fff-7ad4-dbe0-30596ca9c11d"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/secretarios_Filo800.png/@@images/3f1ba29c-8a7f-4f6d-b360-c4d059c3cfb3.png" alt="" class="image-left" title="" />Quatro secretários municipais de educação receberam os resultados de um recente estudo da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, com um levantamento inédito sobre a atuação dos diretores escolares. A análise da pesquisadora Filomena Siqueira utilizou uma nova metodologia e gerou recomendações de iniciativas concretas para apoiar o desenvolvimento da liderança escolar nestes municípios.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Esta é a segunda etapa do projeto, que faz parte das ações da Cátedra contempladas no edital Proeduca, da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp). O objetivo do trabalho é contribuir com a qualificação dos profissionais que estão à frente da gestão escolar nos municípios de Jundiaí, Cordeirópolis, Francisco Morato e Batatais. A cidade de Ribeirão Preto também integra o grupo de municípios parceiros do projeto, </span><a href="https://rp.iea.usp.br/fortalecer-a-gestao-escolar-requer-atencao-para-aprendizagem"><span>e já havia recebido seu relatório no ano passado</span></a><span>. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Os resultados da pesquisa apoiada pela Fapesp e liderada pela Filomena Siqueira revelaram insights importantes para aperfeiçoar o modelo de gestão da educação nesses municípios e, assim, melhorar os níveis de aprendizagem reduzindo as desigualdades”, afirmou o titular da Cátedra, Mozart Neves Ramos.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Para o secretário de Educação da Batatais, Victor Hugo Junqueira, a pesquisa evidenciou a importância da necessidade de garantir formação continuada aos diretores escolares. “Entendemos ser fundamental a formação de lideranças escolares que atuem a partir de evidências científicas e com foco nos resultados educacionais, promovendo uma reflexão sobre a prática, o que envolve a gestão do tempo, de pessoas e também o pedagógico”, disse. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O projeto é um desdobramento do doutorado de Filomena Siqueira, cujos resultados apontaram que os diretores podem contribuir com um aumento de até 12 pontos no desempenho dos estudantes na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). </span><a href="https://drive.google.com/file/d/1aybbfarqzMghdoG8_JTNm3zP5UbjZzCt/view"><span>A pesquisadora também realizou uma análise de literatura</span></a><span>, inclusive em outros países em desenvolvimento e com contextos similares ao do Brasil, que indicam características da liderança escolar com maior potencial de contribuir com os resultados dos estudantes, sendo o segundo fator escolar mais relevante para a aprendizagem, após os professores.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><b>O que o estudo mostrou</b></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Para identificar a perspectiva dos próprios diretores dos municípios participantes sobre sua função, atribuições e necessidades de aprimoramento, a pesquisa reuniu dados de 105 profissionais dos quatro municípios, sendo 74 diretores e 31 vice-diretores. Todos responderam ao mesmo questionário online, com perguntas de múltipla escolha e questões abertas. A análise das respostas identificou cinco achados gerais:</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>- Alto interesse na função: 91% dos diretores afirmaram que gostariam de permanecer no cargo pelos próximos dois anos, e 89% disseram que indicariam a função para outras pessoas;</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>- Predominância de atividades administrativas e de atendimento: na descrição das atribuições e rotinas da função, a maioria dos respondentes destaca organização geral da escola, acompanhamento da manutenção e limpeza, leitura de e-mails, participação em reuniões, acompanhamento de professores e funcionários, gestão financeira, acolhimento de entrada e saída dos estudantes e atendimento à comunidade;</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>- Gestão pedagógica atribuída principalmente à coordenação: para explicar como é feita a gestão pedagógica na escola, a maioria dos respondentes afirma que é feita em conjunto com a coordenação pedagógica; muitos relatos apontam os princípios da gestão democrática, mas não foram apresentados exemplos de quais práticas são realizadas;</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>- Sobreposição entre as funções de diretor e vice-diretor: a grande maioria considera equivalentes as responsabilidades da função de diretor e vice-diretor;</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>- Reconhecimento da importância da direção para garantir o bom funcionamento da escola: a direção é definida como fundamental para garantir o funcionamento da unidade escolar, motivando a equipe e incentivando um ambiente organizado e focado na aprendizagem.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><b>Recomendações às redes de ensino</b></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Com base nestes achados e tomando como referência </span><a href="https://drive.google.com/file/d/1aybbfarqzMghdoG8_JTNm3zP5UbjZzCt/view"><span>o que a literatura especializada demonstra como características relevantes da liderança escolar</span></a><span>, o estudo oferece quatro recomendações visando contribuir com o aprimoramento da atuação dos profissionais gestores nas redes municipais de educação:</span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Valorização da liderança escolar: recomenda-se que as secretarias ofereçam iniciativas de aperfeiçoamento profissional específicas para a gestão escolar, contribuindo para que os profissionais que demonstram gostar da função possam desempenhar seu papel com ainda mais qualidade.</span><span><br /></span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Desenvolvimento das competências da direção escolar: os respondentes compartilham o entendimento de que a principal função da escola é garantir as aprendizagens dos estudantes, mas a gestão da aprendizagem acaba sendo sobreposta por atividades administrativas e é um desafio para os gestores garantir tempo necessário para se envolver em todas as suas atribuições. Por isso, recomenda-se que as secretarias revejam o que esperam dos diretores e o que é cobrado destes profissionais, oferecendo apoio para uma gestão dos processos de aprendizagem e promovendo o desenvolvimento das competências dos diretores, tomando como base a Matriz Nacional Comum de Competências do Diretor Escolar. <br /><br /></span><span>“A liderança escolar demanda apoio para estabelecer práticas para uma gestão do tempo mais planejada e com processos de gestão mais estruturados. É importante que cada secretaria faça uma avaliação sobre em que medida está oferecendo instrumentos e formações que contribuam para uma robusta direção escolar”, afirmou Filomena Siqueira.</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Gestão do tempo e foco na aprendizagem: a gestão do tempo é apontada como um dos maiores desafios da liderança escolar, e as secretarias podem apoiar os profissionais na capacidade de gerenciar múltiplas tarefas incluindo tempo para garantir a qualidade dos processos de ensino e aprendizagem. Recomenda-se que a secretaria promova o conhecimento dos diretores sobre assuntos instrucionais estratégicos – como gestão do currículo, processos avaliativos, indicadores de aprendizagem, observação de sala de aula, estratégias de recomposição de atividades, entre outros. A capacidade da secretaria de formar profissionais que sejam, além de bons gestores, lideranças pedagógicas, é determinante para o resultado que se quer alcançar.</span><span><br /></span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Dinâmica de trabalho do trio gestor: apesar das respostas indicarem um caráter colaborativo no trabalho, a relação entre diretor, vice-diretor e coordenador pedagógico demanda mais clareza. Recomenda-se uma análise sobre o arranjo que sustenta a interação entre as três funções, indicando as atribuições principais de cada uma e esclarecendo o que se espera da atuação desses educadores, bem como de sua relação com os demais integrantes da comunidade escolar.</span></p>
</li>
</ul>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Aprendizagem</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-04T18:48:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudantes-apresentam-trabalhos-em-clube-de-ciencias-promovido-por-iea-polo-sao-carlos-e-nap-sol">
    <title>Estudantes apresentam trabalhos em clube de ciências promovido por IEA Polo São Carlos e NAP-SoL</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudantes-apresentam-trabalhos-em-clube-de-ciencias-promovido-por-iea-polo-sao-carlos-e-nap-sol</link>
    <description>Clube de Ciências Digital Interativo permite contato de alunos com a universidade e as ciências exatas de uma forma diferente da que eles estão habituados</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/clubefinalparasiteIEA.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma oportunidade de ver conteúdos de ciências exatas de uma maneira prática e diferente da sala de aula, e também de conviver com o ambiente universitário antes mesmo de prestar o Enem ou os vestibulares. Desde abril, treze estudantes de 1º e 2º ano do ensino médio de escolas públicas de São Carlos estão vivendo essa experiência todas as quintas-feiras. Eles integram o Clube de Ciências Digital Interativo, uma parceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP e o Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAP-SoL), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP.</p>
<p>Nesta quinta, dia 26, os alunos farão uma apresentação de trabalhos para encerrar as atividades de 2015 do Clube. Durante três semanas, eles pesquisaram temas, montaram experimentos e criaram banners para falar de seus trabalhos, no mesmo modelo de congressos científicos. A apresentação será das 14h às 16h, no saguão da Biblioteca Achille Bassi do ICMC, no campus 1 da USP.</p>
<p>Coordenado pela docente do ICMC Ellen Francine Barbosa, o Clube foi idealizado pela aluna de Licenciatura em Ciências Exatas da USP São Carlos Rafaela Masson, que teve durante as atividades o apoio dos também estudantes de Licenciatura Paulo Henrique Chiari e Gevair Norberto de Souza. Além do trabalho com o Clube, os três também foram, em 2015, bolsistas na Agência Ciência Web, projeto desenvolvido no IEA Polo São Carlos com o objetivo de despertar um maior interesse de alunos de ensino médio pelas ciências exatas e carreiras científicas.</p>
<p>Apesar de ter a mesma proposta dos tradicionais clubes de ciências, em que o aluno é levado a desenvolver experimentos práticos, o diferencial está na interação dos alunos com a informática. Após cada encontro, eles postam em um <a class="external-link" href="http://www.cienciaweb.org.br/clube-de-ciencias">blog</a> os resultados e as impressões de cada atividade realizada.</p>
<p>Rafaela dividiu o conteúdo em cinco módulos, abrangendo Informática e Software Livre, Química, Física, Matemática e Biologia. Além dos experimentos, os clubistas participam de palestras com docentes e pesquisadores da Universidade, para que eles entendam como são realizadas as pesquisas e como elas geram benefícios para a comunidade. Eles também realizam visitas a museus e centros de ciências. Em junho, no encerramento das atividades do semestre, eles foram a São Paulo conhecer o Museu da Língua Portuguesa e o Catavento Cultural.</p>
<p>“O Clube de Ciências foi de grande influência para mim quanto educadora, pois tive a oportunidade de fazer o que normalmente não consigo fazer em sala de aula: mostrar de maneira dinâmica e experimental como as ciências acontecem. Com isso, acredito que a aprendizagem dos alunos é muito mais significativa e que o que eles compreendem ali fica, de fato, como aprendizado”, diz Rafaela.</p>
<p>Para Gevair, que também ministrou algumas atividades de matemática, área de sua habilitação, o Clube mudou algumas concepções em relação à forma de aplicar conteúdos em sala. “A disciplina de matemática na escola sempre é vista como algo chato pelos alunos, porém, quando ministrei algumas atividades de matemática no Clube, que tiveram grande participação dos alunos, pude notar um interesse deles pela disciplina quando abordada de maneira diferenciada. Isso também serviu para que eu revesse alguns conceitos quanto a abordagens que dou em sala de aula”.</p>
<p>O Clube foi, ainda, tema de dois trabalhos de autoria de Rafaela, Paulo e Gevair apresentados no I Congresso de Graduação da USP, em maio, e na X Semana da licenciatura em Ciências Exatas (SeLic) da USP São Carlos, em outubro.</p>
<p><strong>Trabalho em grupo e contato com a universidade</strong></p>
<p>Para os estudantes de ensino médio, a participação no Clube auxiliou não apenas no entendimento do conteúdo visto em sala, mas também no próprio relacionamento entre eles, já que todos foram divididos em grupos para trabalhar com os experimentos.</p>
<p>“A oportunidade de fazer parte do Clube de Ciências Digital Interativo é muito boa, pois além das palestras de pessoas de várias áreas diferentes que apresentam novos campos de estudo, existem os experimentos feitos em grupo, que, além de estimularem a interação entre os participantes, ensinam muito a respeito de física e química. Sem duvidas participar de um clube de ciências agrega muitos conhecimentos a um estudante do ensino médio”, diz o estudante Vítor Hugo Chaves Cambui.</p>
<p>Giovanna Maia, outra participante do Clube, ressalta a importância do contato com a universidade ainda no ensino médio. “Fazer parte do Clube de ciências tem sido uma experiência muito gratificante para mim, pois além de ter experimentos fáceis de fazer e que podem ser realizados em casa, há as palestras com docentes, fazendo com que haja uma interação ainda maior com a universidade e desperte o interesse por novos cursos a se fazer”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-24T18:42:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-voltara-a-debater-qualidade-do-ensino-basico-brasileiro">
    <title>Especialistas em educação discutem qualidade do ensino básico no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-voltara-a-debater-qualidade-do-ensino-basico-brasileiro</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais, o seminário abordará a qualidade e os principais desafios da educação básica pública</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A qualidade e os principais desafios da educação básica pública serão debatidos no IEA no próximo dia 9 de outubro, das 9h às 17h. Organizado pelo <span>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais,</span> o evento será dividido em duas mesas-redondas, uma na parte da manhã e outra à tarde, e acontecerá na Antiga Sala do Conselho Universitário da USP, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. Para participar presencialmente, faça sua inscrição <a href="https://goo.gl/qpsx7q">aqui</a>.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Jaime-Souzza-Instituto-Ayrton-Senna.png" alt="Instituto Ayrton Senna" class="image-inline" title="Instituto Ayrton Senna" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A primeira mesa-redonda será composta por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guiomar-namo-de-mello/view">Guiomar de Mello</a>, ex-secretária da Educação da cidade de São Paulo, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-carlos-de-menezes">Luís Carlos Menezes</a>, membro do Conselho Estadual de Educação em São Paulo e consultor da Unesco para propostas curriculares. No período da tarde, a mesa terá <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-renato-nalini">José Renato Nalini</a>, secretário de Educação do Estado de São Paulo e ex-membro do Conselho do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado">Nilson Machado</a>, coordenador do Grupo de Estudos.</p>
<p dir="ltr">Para Nilson Machado, há um consenso em afirmar que a educação básica pública brasileira é de má qualidade: “Diversos indicadores quantitativos parecem explicitar tal fato”. Um desses indicadores é o do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês). Divulgado em dezembro de 2016, o último resultado do ranking mostrou que o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática, entre 70 países avaliados nessas três áreas. A amostra brasileira contou com 23.141 estudantes de 841 escolas, que representam uma cobertura de 73% dos estudantes de 15 anos de idade.</p>
<p dir="ltr">A prova, coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), foi realizada em 2015 e acontece a cada três anos, oferecendo um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes. No Brasil, ela é aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio <span>Teixeira (Inep).</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/magisterio-na-educacao-basica-publica-qual-o-perfil-quais-as-condicoes-de-trabalho-parte-i" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/magisterio-na-educacao-basica-publica-qual-o-perfil-quais-as-condicoes-de-trabalho-21-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícias relacionadas</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/poucos-matriculados-em-licenciatura-e-alta-taxa-de-desistencia-demonstram-falta-de-interesse-na-carreira-de-professor" class="external-link">Poucos matriculados em licenciatura e taxas de desistência demonstram falta de interesse na carreira de professor</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“Existem ‘macro questões’ que não estão sendo devidamente contempladas. Um exemplo é a insuficiente articulação entre os diversos níveis de ensino, que começa com a fratura exposta entre os níveis fundamental 1 e 2, e amplifica-se com a falha na caracterização do ensino médio, que precisa ser considerado a etapa final da educação básica, e não uma suposta ponte que conduz ao ensino superior”, afirma Machado, que completa: “Uma educação básica de qualidade é a condição de vigência de uma democracia; este é o mote que deveria orientar a busca pela melhoria da qualidade”.</p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-a9483a32-c4e7-6800-e377-29a49ed7b987"><span>Este será o segundo encontro de uma série de cinco, prevista para acontecer até o final deste ano sobre problemas da educação básica brasileira – que compreende educação infantil, ensino fundamental, ensino médio geral, ensino médio técnico e a Educação para Jovens e Adultos (EJA). O primeiro aconteceu em setembro e abordou a qualificação dos professores do ensino básico público e a infraestrutura de que dispõem para sua atuação. Os próximos seminários serão sobre os temas: experiências inovadoras, tecnologias na educação, documentos reguladores (planos, currículos, base nacional comum).</span></span></p>
<p dir="ltr"><span><span><br /></span></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Programação</strong></span></p>
<div dir="ltr">
<table>
<colgroup><col width="88"></col><col width="387"></col></colgroup> 
<tbody>
<tr>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>9h</strong></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr">Abertura</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>9h45</strong></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr">Mesa-Redonda</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guiomar-namo-de-mello/view">Guiomar Namo de Mello</a></p>
<p dir="ltr">Debatedor: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-carlos-de-menezes">Luís Carlos de Menezes</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>12h</strong></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Intervalo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>14h</strong></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr">Mesa-Redonda</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-renato-nalini">José Renato Nalini</a> (Secretário Estadual de Educação)</p>
<p dir="ltr">Debatedor: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado">Nilson Machado</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>15h30 </strong>- <strong>16h</strong></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Coffee Break</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>16h</strong></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Debates</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Qualidade da Educação Básica: O que Realmente Significa Isso?<br /></strong>9 de outubro, às 9h<br />Antiga Sala do Conselho Universitário, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Inscrições <a href="https://goo.gl/qpsx7q">via formulário<br /></a>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/qualidade-da-educacao-basica-o-que-realmente-significa-isso">Página do evento</a></i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Jaime Souzza / Instituto Ayrton Senna</span></p>
<div style="text-align: right; "></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-27T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialista-explica-financiamento-da-educacao-basica-publica-no-brasil">
    <title>Especialista explica financiamento da educação básica pública no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialista-explica-financiamento-da-educacao-basica-publica-no-brasil</link>
    <description>USP Analisa exibe entrevista em duas partes sobre o tema com a consultora da Confederação Nacional de Municípios Mariza Abreu </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-15588bbd-7fff-66f8-e91a-9487a77fbb00"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_1.png/@@images/b5057799-4cc7-4d0e-a731-acd22a02b54c.png" alt="" class="image-left" title="" />No final de 2020, o Fundeb, nome popular do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, foi o centro das discussões no Congresso Nacional. O fundo é um importante componente do mecanismo de financiamento da educação pública no Brasil. Para explicar melhor como funciona esse financiamento, o USP Analisa exibe a partir desta semana uma entrevista em duas partes com a consultora da Confederação Nacional de Municípios, ex-secretária da educação do Rio Grande do Sul e consultora legislativa aposentada da Câmara dos Deputados Mariza Abreu.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que a Constituição de 1988 determina que uma porcentagem da receita resultante de impostos seja direcionada à manutenção e desenvolvimento do ensino: especificamente 18%, no caso da União, e 25%, no caso de Estados e municípios. Mariza lembra, porém, que há tributos que não são considerados impostos, como a taxa de iluminação pública e a taxa de lixo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Fundeb é uma redistribuição no âmbito de cada Estado de parte desses recursos vinculados. Além dos recursos vinculados e do Fundeb, existe o salário-educação, uma contribuição social paga pelas empresas sobre a folha de pagamento que é arrecadada pelo governo federal. Quarenta por cento do valor fica com ele, 60% volta para cada Estado onde foi arrecadado e é automaticamente redistribuído pela matrícula entre o governo do estado e os municípios”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O financiamento da educação é composto ainda pelas transferências legais e voluntárias da União, que são feitas com o objetivo de garantir um padrão mínimo de qualidade nas escolas e reduzir a desigualdade. Como exemplo de transferência legal, Mariza cita o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que repassa uma contribuição para a oferta da merenda. Já no caso das transferências voluntárias, ela menciona convênios feitos com a União para reformas no prédio da escola.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Também existem outras fontes. Existe uma parcela dos royalties [do petróleo], que deve ser investido na educação e na saúde. E os entes federados podem buscar outras fontes, por exemplo, parcerias público-privadas, empréstimos internacionais. Só para a gente ter uma ideia, recentemente o Ministério da Educação divulgou que os recursos do Fundeb correspondem a 63% do conjunto dos recursos destinados ao financiamento da educação básica pública, o salário-educação corresponde a 5%, as transferências da União, voluntárias e legais obrigatórias, a 3%, e os recursos que os Estados e municípios têm que investir, a 29%”, afirma a consultora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mariza foi uma das palestrantes no no curso </span><span>Políticas Públicas e a Qualidade da Educação</span><span>, que é organizado pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, e deu mais detalhes sobre o financiamento da educação básica pública no País. O vídeo está disponível no </span><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRzLGvnhagCTFVfqpYkKxkbr"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (29), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (3), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-29T19:41:36Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao">
    <title>Escola sem Partido ou sem Autonomia? O Princípio da Igualdade em Questão</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O evento procura analisar as políticas públicas de educação para a promoção da igualdade e a noção de autonomia da escola pública em face de movimentos que se opõem a esses princípios, como o "Escola sem partido" e os recentes projetos de lei que cerceiam a autonomia da escola nas escolhas de seus conteúdos e métodos de ensino. As mesas serão compostas por intelectuais, gestores públicos e professore(a)s da rede pública de educação básica e focalizarão temas que têm sido objeto de polêmicas, como educação e gênero, educação e igualdade racial, a presença da história e da cultura indígena no currículo escolar.</span><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-31T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/entendendo-a-matematica-por-outros-angulos">
    <title>Entendendo a matemática por outros ângulos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/entendendo-a-matematica-por-outros-angulos</link>
    <description>Clube de Descobertas Matemáticas, uma iniciativa desenvolvida pelo IEA Polo São Carlos, encerra atividades com mostra de pôsteres nesta quinta (27)</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/clube_divulgacao.jpg" alt="" class="image-left" title="" />A matemática pode desagradar a muitos estudantes do ensino médio, mas certamente não assusta mais os estudantes do Clube de Descobertas Matemáticas. Depois de cinco meses de atividades, eles encerram a participação com uma mostra de pôsteres que será realizada amanhã (27), das 14h às 16h, no saguão da Biblioteca Achille Bassi do ICMC, no campus 1 da USP.</span><span> </span></p>
<p>Desenvolvido por integrantes da Agência Multimídia de Difusão Científica e Educacional Ciência Web, um projeto do Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP, o Clube busca acabar com o preconceito que muitos alunos de ensino médio têm sobre a matemática, explicando os conteúdos por meio de jogos, mágicas, brincadeiras e com uma linguagem mais próxima à dos adolescentes.<span> </span></p>
<p>A estudante de Licenciatura em Ciências Exatas da USP São Carlos Ana Laura Junqueira foi uma das bolsistas à frente da iniciativa. Segundo ela, a base para as atividades foi o conteúdo dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM). “Procuramos trabalhar assuntos que eles já tivessem tido algum contato. Mas também havia tópicos curiosos que a escola geralmente não mostra, como a história da matemática e os diferentes tipos de calendários. Daí criamos as atividades e pegamos várias inspirações da internet, adaptando aos conteúdos que íamos aplicar”, explica.<span> </span></p>
<p>Ana Laura conta que nunca havia participado de um clube de ciências e só estava acostumada ao formato de aula das escolas em que estudou no ensino médio. “Hoje posso dizer que mudei totalmente minha postura de ensinar. Quando vou montar uma aula, penso muito em atividades atrativas, diferentes e interessantes para facilitar o entendimento dos estudantes”.<span> </span></p>
<p><b>Ampliando horizontes<span> </span></b></p>
<p>Alunos de quatro escolas públicas de São Carlos, Giovanna Maia, Jessica Vitória da Rocha Silva, <span>Larissa Rilary da Silva Correia, Maria Eduarda Cortes Costa, Robson Vitorino da Silva Correa Junior e Vitor Hugo Chaves Cambui participaram quinzenalmente de diversas atividades do Clube no próprio campus da USP com o objetivo de mostrar a importância e a presença da matemática no dia a dia. Mas, claro, de uma forma mais divertida e interativa que as aulas tradicionais da escola.</span><span> </span></p>
<p>“Em um dos encontros do Clube, tivemos uma atividade com um jogo de cartas sobre funções. Eu nunca tinha visto esse assunto na escola. Foi muito interessante porque, depois de três semanas, meu professor de matemática deu uma aula exatamente sobre isso e eu consegui entender graças ao que tinha aprendido no Clube”, conta Giovanna.<span> </span></p>
<p>Já Vitor se apaixonou pela estatística, área que conheceu durante uma palestra promovida pelo Clube com pesquisadores e professores do Grupo de Modelagem Estatística no Esporte (GMEE). “Fiquei muito impressionado com as oportunidades de atuação nessa profissão e também com tudo que é possível fazer com a estatística. Dá pra aplicá-la em qualquer área! Gostei tanto que a escolhi como segunda opção no Enem”, diz ele.<span> </span></p>
<p><b>Mostra de pôsteres<span> </span></b></p>
<p>Para a mostra final, cada estudante do Clube escolheu um tema de interesse dentro da matemática. Eles foram orientados por Ana Laura e pelo estagiário do IEA Gevair Norberto de Souza a confeccionar o pôster e montar a própria apresentação. “Em nenhum momento sugerimos temas, as ideias são todas deles”, explica ele.<span> </span></p>
<p>Os participantes serão avaliados por um grupo de pesquisadores e estudantes de Licenciatura em Ciências Exatas, que seguirão critérios semelhantes aos geralmente utilizados em congressos científicos. Ao final, o melhor trabalho será premiado.<span> </span></p>
<p>Mas como estará o coração dessa turma faltando tão pouco tempo para uma apresentação importante – e que geralmente eles não costumam ter nas escolas? “Estou ansiosa para a apresentação, acho que vai ser legal participar”, diz Maria Eduarda.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-26T18:41:26Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ensino-de-ciencias-da-capacidade-de-analise-critica">
    <title>Ensino de Ciências dá capacidade de análise crítica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ensino-de-ciencias-da-capacidade-de-analise-critica</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa desta sexta, pesquisadores da FFCLRP defendem que aulas deem mais espaço à discussão de ideias e à argumentação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/clube_parausp_analisa_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />As aulas de Ciências podem dar aos alunos muito mais que conceitos científicos e teorias a serem memorizados. A alfabetização científica está ligada também à capacidade de argumentação e análise crítica de um cidadão. Para explicar o conceito de alfabetização científica e a importância do ensino de ciências no cotidiano escolar, o USP Analisa desta semana recebe o docente da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP Marcelo Tadeu Motokane e o aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Biologia Comparada da FFLCRP Caio de Castro e Freire.<span> </span></p>
<p>“Assim como alguém aprende a ler e escrever na nossa língua materna, as pessoas também têm que aprender a ler, escrever e falar dentro do conhecimento científico. Não é uma simples memorização de conceitos. A ideia da alfabetização científica é instrumentalizar o cidadão para que ele faça uso da ciência no seu dia a dia assim como ele faz uso da língua materna”, explica Motokane.<span> </span></p>
<p>Para Freire, os estudantes têm uma noção equivocada do trabalho dos cientistas, muitas vezes formada com base em programas de televisão e em conteúdos da internet. “Uma pesquisa interessante que nosso grupo fez em escolas da região pediu que os alunos desenhassem e escrevessem como eles enxergam o cientista. Percebemos que há uma visão elitista e individualista do cientista. Nos desenhos, ele é sempre representado sozinho em seu laboratório e não é qualquer sujeito, é sempre um homem e um homem branco. Há uma visão utilitarista, o cientista é sempre aquele inventor de máquinas e tecnologias. Essas inovações também estão relacionadas à área da saúde, então o cientista é só aquele cara comprometido com o desenvolvimento de vacinas, de medicamentos, coisas que trazem esses benefícios mais diretos pra sociedade, e não como um sujeito que produz conhecimento em diversas áreas”, diz.<span> </span></p>
<p>Pensando em mudar essa visão distorcida dos estudantes e também estimulá-los a entender melhor o trabalho dos cientistas, a equipe de Motokane trabalha com as sequências didáticas investigativas, um conjunto de atividades em sala de aula que atende tanto à necessidade de formação científica do aluno quanto a demandas da própria escola.<span> </span></p>
<p>“A sequência didática investigativa traz estratégias para o aluno resolver os problemas propostos quanto formas de resolver demandas da escola. É um jeito de praticarmos a alfabetização científica. O ensino por investigação proporciona um ambiente em sala de aula muito propício para troca de ideias”, explica o docente.<span> </span></p>
<p>“O ensino tem pouco sentido para o aluno quando o papel do professor é de mero transmissor. Se ele está ali com o papel de transmitir algo que já é dado como pronto, o que me resta enquanto aluno a não ser ouvir, memorizar e reproduzir? Se me é dado um espaço, de autonomia intelectual, de debate de ideias, de construção das minhas próprias ideias, de defesa frente aos meus colegas, isso é mais desafiador. As aulas investigativas partem de um problema sem uma resolução óbvia, um gabarito, e ao longo da sequencia eu tenho algumas estratégias que posso adotar pra resolver o problema”, explica Freire.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (14), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (19), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-14T14:31:48Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-brasileira-precisa-se-adaptar-ao-uso-de-tecnologia-nas-salas-de-aula">
    <title>Educação brasileira precisa se adaptar ao uso de tecnologia nas salas de aula</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-brasileira-precisa-se-adaptar-ao-uso-de-tecnologia-nas-salas-de-aula</link>
    <description>Para Chao Lung Wen, professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), país está atrasado sobre como usar a tecnologia de modo eficiente na educação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apesar de ser cada vez mais frequente a presença de <i>smartphones</i> e computadores nas escolas, o uso da tecnologia na educação brasileira ainda não é tão eficiente como poderia ser. Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chao-lung-wen" class="external-link">Chao Lung Wen</a>, professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), “precisamos acompanhar as inovações e melhorar as capacitações dos professores. Não há mais o que discutir sobre o uso de tecnologia na educação. Estamos atrasados sobre como usá-la de modo eficiente". Lung Wen participou de conferência no dia 22 de novembro, no IEA, sobre tecnologia e educação a distância na educação básica.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-guilherme-ary-plonski" alt="Matéria - Guilherme Ary Plonski" class="image-inline" title="Matéria - Guilherme Ary Plonski" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ary Plonski: “Estamos todos imersos num ambiente com tecnologias. Precisamos, portanto, preparar os estudantes para navegar nesse mundo e aproveitar o que é bom"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-educacao">Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira</a>, este foi o terceiro encontro de uma série de cinco seminários, previstos para acontecer até o início de 2018 sobre problemas da educação básica brasileira – que compreende educação infantil, ensino fundamental, ensino médio geral, ensino médio técnico e a Educação para Jovens e Adultos (EJA). <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/poucos-matriculados-em-licenciatura-e-alta-taxa-de-desistencia-demonstram-falta-de-interesse-na-carreira-de-professor">O primeiro aconteceu em setembro</a> e abordou a qualificação dos professores do ensino básico público e a infraestrutura de que dispõem para sua atuação. O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/para-educadores-ser-uma-boa-escola-depende-do-contexto-e-das-circunstancias">segundo</a>, em outubro, abordou a qualidade da educação. Os próximos seminários serão sobre os seguintes temas: experiências inovadoras e documentos reguladores (planos, currículos, base nacional comum).</p>
<p dir="ltr">“Essa história de que a geração digital sabe de tudo é a maior ilusão. O correto é dizer eles não têm medo da tecnologia e a função do professor é ensinar a discernir o que é importante e correto e como utilizar para o aprendizado”, complementou Lung Wen. Na FMUSP, ele ministra a aula de Telemedicina, que tem como objetivo preparar os alunos para as novas realidades tecnológicas que envolvem a profissão.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/tecnologias-educacao-a-distancia-escola-integral-em-que-pe-estamos-22-de-novembro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícias Relacionadas:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/poucos-matriculados-em-licenciatura-e-alta-taxa-de-desistencia-demonstram-falta-de-interesse-na-carreira-de-professor" class="external-link">Poucos matriculados em licenciatura e taxas de desistência demonstram falta de interesse na carreira de professor</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/para-educadores-ser-uma-boa-escola-depende-do-contexto-e-das-circunstancias" class="external-link">Para educadores, qualidade da escola depende do contexto e das circunstâncias</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Também presente na conferência, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA e atual diretor da área de tecnologia e inovação da Fundação Vanzolini, acredita que o acesso aos computadores não pode mais ser apenas nas aulas de computação, como complemento às disciplinas convencionais. “Estamos todos imersos num ambiente com tecnologias. Precisamos, portanto, preparar os estudantes para navegar nesse mundo e aproveitar o que é bom, ao mesmo tempo ter consciência dos valores envolvidos. É um mundo que está em transformação”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Segundos dados do relatório de 2016 do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), levados ao debate por Plonski, 95% das escolas públicas localizadas em áreas urbanas possuem acesso à internet. Dessas mesmas escolas, 98% têm computador de mesa e 86% portátil (notebook). No entanto, o que predomina como equipamento utilizado pelos alunos para acessar à internet é o celular: em 2016, 77% disseram ser esse o principal meio de acesso à rede.</p>
<p dir="ltr">Os dados condizem com a evolução tecnológica nas escolas. Como explicou Plonski, o uso das tecnologias nas escolas era feito em um laboratório de informática; depois, a ideia era existir um computador por aluno dentro das próprias salas de aula. Hoje, predomina o chamado BYOD (do inglês, <i>bring your own device</i>), no qual os alunos levam os equipamentos a serem utilizados.</p>
<p dir="ltr">Plonski comparou a dificuldade das escolas de lidar com a tecnologia com o saci-pererê, personagem folclórico brasileiro marcante por suas travessuras: “O único jeito de parar o saci é tirando a carapuça dele e guardando em uma garrafa. Muitas vezes existe a dúvida de como lidar com a tecnologia, como prendê-la numa garrafa”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Educação a distância</strong></p>
<p dir="ltr">Uma forma de tirar proveito da evolução tecnológica em prol do ensino é a educação a distância. "A formação do professor através da educação a distância, com a tecnologia, vai fazer o professor estar nessa sociedade digital", afirmou a também conferencista do evento, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-alice-carraturi" class="external-link">Maria Alice Carraturi</a>, atual presidente da Universidade Virtual de São Paulo (Univesp), universidade pública que oferece cursos semipresenciais para todo o estado.</p>
<p dir="ltr">Segundo Maria Alice, uma das principais metas da EaD é “ensinar coisas difíceis de forma fácil". Ela explicou que os alunos têm apenas uma disciplina teórica por vez, com as atividades práticas simultaneamente, permitindo que o estudante se aprofunde mais nessa matéria, sem ficar sobrecarregado com outras. Todas as vídeoaulas da Univesp são gratuitas e estão disponíveis para todos acessarem na internet.</p>
<p dir="ltr">Muitos dos alunos de cursos a distância já são formados em outras profissões e desejam melhorar suas capacitações ou até mesmo sair do mercado para entrar na docência com cursos de licenciatura.</p>
<p dir="ltr">Ela lembrou que os alunos dos cursos semipresenciais precisam compreender as diferenças do modelo. “Quando entramos na educação presencial ninguém fala como devemos ser como alunos. Na EaD temos manuais. No presencial já sabemos como se comportar, na rede ainda não, por isso temos que dizer como ser na rede. Se o sujeito não gerenciar a si próprio, ele não faz um curso a distância”, explicou Maria Alice. Algumas das diferenças são troca dos livros pelos PDFs e da discussão em grupo pelo fórum. Ela diz ainda que muitos alunos acabam não assimilando os fóruns como um local de debate e ensino, e sim como uma rede social.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-yvonne-mascarenhas" alt="Matéria - Yvonne Mascarenhas" class="image-inline" title="Matéria - Yvonne Mascarenhas" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Yvonne Mascarenhas levantou a questão da massificação do ensino a distância</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Apesar do crescimento das EaDs no Brasil – apenas na Univesp houve aumento de 2,1 mil alunos para 18 mil entre o primeiro e o segundo semestre de 2017 –, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/manuel-marcos-formiga" class="external-link">Marcos Formiga</a>, professor da Universidade de Brasília (UnB) e ex-vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), ressaltou que o Brasil é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes sem uma universidade aberta. Segundo ele, na comunidade europeia há equilíbrio entre presencial e digital, enquanto na Ásia já existe um predomínio dos alunos da educação digital.</p>
<p dir="ltr">Outra questão polêmica que envolve a EaD e que foi levantada pela <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-honorarios" class="external-link">professora honorária</a> do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros/yvonne-mascarenhas" class="external-link">Yvonne Mascarenhas</a>, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, é a perda de qualidade da formação devido à massificação dos cursos a distância. “Quanto a chamar de massificação, eu acho que traz um modo pejorativo de lidar. A qualidade [do ensino a distância] já tem sido pesquisada e os números dizem que tanto faz a modalidade que você estuda, o resultado pode ser o mesmo”, frisou Maria Alice.</p>
<p dir="ltr"><strong>Metacognição</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-chao-lung-wen" alt="Matéria - Chao Lung Wen" class="image-inline" title="Matéria - Chao Lung Wen" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Chao Lung Wen: "O melhor aprendizado é aquele em que se aprende a aprender mais e de forma significativa"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Com a presença cada vez maior de tecnologia, os papéis no aprendizado vão se alterando. Uma das formas possíveis de ser explorada é a metacognição. John Flavell, da Stanford University, definiu, nos anos 70, a metacognição como o conhecimento que as pessoas têm sobre seus próprios processos cognitivos e a habilidade de controlar esses processos, monitorando-os e modificando-os para realizar seus objetivos.</p>
<p dir="ltr">"Costumo dizer que a melhor metacognição que vi, em exemplos práticos, foi na missão Apollo 13, com a falha na ida pra lua e o desenvolvimento de soluções tão originais. É o processo no qual se usa seus conhecimentos e desenvolve novas soluções", comentou Chao Lung Wen.</p>
<p dir="ltr">A missão, que pretendia pousar na lua, não concluiu o objetivo devido a um acidente durante o trajeto. Uma explosão no compartimento de equipamentos e sistemas de suporte impediu a descida na lua e colocou em risco a vida dos tripulantes. Mesmo assim, após seis dias no espaço, os tripulantes retornaram com vida à Terra.</p>
<p dir="ltr">Na aula de Telemedicina, Lung Wen aplica o que ele chama de “educação interativa 4.0 metacognitiva”, cujo aprendizado é baseado nas soluções de problemas  – o 4.0 se refere a 4ª revolução industrial, marcada principalmente pelo digital.</p>
<p dir="ltr">Na disciplina os alunos também têm que dar aula, com 15 dias para se preparar e acrescentando mais 20% de conteúdo extra a ser ensinado, além do que o professor já disponibilizou. A ideia é evitar que a aula seja apenas um resumo. "A responsabilidade de ter que ensinar aos outros aquilo que foi aprendido faz com que o estudante preste mais atenção, pesquise e formule estratégias didáticas, o que melhora a aprendizagem", explicou Lung Wen.</p>
<p dir="ltr">Para ele, "o melhor aprendizado é aquele em que se aprende a aprender mais e de forma significativa", o que envolve também a frequente revisão dos conteúdos: "se um conteúdo não for revisado, é bem provável que sua mente esqueça 90% dele em uma semana. É o mesmo que dizer que apenas 10% do conteúdo será memorizado no longo prazo".</p>
<p dir="ltr">A disciplina de Telemedicina também desenvolve o programa Jovem Doutor, que trabalha com a ideia de metacognição. O programa “é uma atividade multiprofissional, com o propósito de incentivar os estudantes dos ensinos médio e superior a realizarem trabalhos cooperados que promovam a saúde e melhorem a qualidade de vida de comunidades necessitadas através de uma ação sustentada”.</p>
<p dir="ltr">“Em uma população de crianças humildes, não há muito o que fazer fora da sala de aula. O que elas adoram? Serem úteis. Elas vão ao Jovem Doutor para isso”. Como parte da metacognição, os alunos podem aplicar na prática os conhecimentos obtidos em sala de aula, sob a orientação dos professores. Podem aprender e praticar sobre assuntos importantes para as comunidades onde vivem, tais como a preservação de ecossistemas e mananciais de água, e até mesmo reciclagem de lixo.</p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Matheus Araújo / IEA-USP</span></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet"> Matheus Araújo / IEA-USP</span></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Fernanda Cunha / IEA-USP</span></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet"><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-30T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conheca-simpacto">
    <title> Economia de Impacto: o Modelo do Simpacto no Fortalecimento do Ecossistema a Partir da Atuação da Sociedade Civil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conheca-simpacto</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Você já ouviu falar na <a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/enimpacto/sobre-a-enimpacto" target="_blank">ENIMPACTO</a>,  a Estratégia Nacional de Economia de Impacto? É uma política pública  criada em 2017 e que vem sendo continuamente atualizada e expandida. <br /><br />Seu  objetivo é fortalecer o ecossistema econômico e institucional  brasileiro em prol de negócios e investimentos que buscam equilibrar  resultados financeiros com a geração de impactos sociais e ambientais  positivos. Um resultado dessa estratégia foi a criação do <a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/enimpacto/simpacto" target="_blank">SIMPACTO</a>, o Sistema Nacional de Economia de Impacto.<br /><br />Este  evento é um convite para aprender sobre esse campo, que vem ganhando  força no Brasil e no mundo. Nesta ocasião, o prof. Aron Belinky –  pesquisador e consultor especialista nesse tema – apresentará os  principais componentes dessa iniciativa e discutirá o papel estratégico  do GAS — Grupo de Articulação pró-Simpacto — na construção de políticas  públicas e na articulação de atores do ecossistema. <br /><br />A atividade  busca aproximar estudantes, pesquisadores e empreendedores de uma agenda  inovadora, incentivando novas conexões, projetos e colaborações. <br /><br />O evento tem ligação direta com temas como justiça social, meio ambiente, negócios sustentáveis, inovação e políticas públicas.</p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (diretora do IEA)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aron-belinky" class="external-link">Aron Belinky</a> (ABC Associados)</p>
<p><b>Moderação: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-ramirez-brinez" class="external-link">Claudia Ramirez Brinez</a> (GEVA)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-06T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos-oficiais-que-pautam-a-educacao-serao-debatidos-por-especialistas-no-iea">
    <title>Documentos oficiais que pautam a educação serão debatidos por especialistas no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/documentos-oficiais-que-pautam-a-educacao-serao-debatidos-por-especialistas-no-iea</link>
    <description>No dia 20 de dezembro, especialistas discutem as vantagens e desvantagens de documentos oficiais que pautam a educação no Brasil, como os que regulamentam a Base Nacional Comum Curricular e outras resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE), do Ministério da Educação (MEC) ou de Secretarias de Educação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/educacao-basica" alt="Educação básica" class="image-inline" title="Educação básica" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Documentos oficiais, como os que regulamentam a Base Nacional Comum Curricular e outras resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE), do Ministério da Educação (MEC) ou de Secretarias de Educação têm como intuito detalhar os programas de educação, na tentativa de tornar mais uniforme o ensino dado em todos os lugares do país. Eles também regulam a relação dos órgãos superiores da hierarquia administrativa com as escolas ou com a categoria profissional do magistério. A forma como tais documentos oficiais influenciam na educação básica pública será debatida no IEA no próximo </span><strong>dia 20 de dezembro, a partir das 9h</strong><span>, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet. Para participar presencialmente, faça sua inscrição </span><a class="external-link" href="https://goo.gl/Vi1A6g">aqui</a><span>.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/poucos-matriculados-em-licenciatura-e-alta-taxa-de-desistencia-demonstram-falta-de-interesse-na-carreira-de-professor" class="external-link">Poucos matriculados em licenciatura e taxas de desistência demonstram falta de interesse na carreira de professor</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/para-educadores-ser-uma-boa-escola-depende-do-contexto-e-das-circunstancias" class="external-link">Para educadores, qualidade da escola depende do contexto e das circunstâncias</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-brasileira-precisa-se-adaptar-ao-uso-de-tecnologia-nas-salas-de-aula" class="external-link">Educação brasileira precisa se adaptar ao uso de tecnologia nas salas de aula</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Organizado pelo Grupo de Estudos <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-educacao">Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais</a>, o evento será dividido em duas mesas-redondas, uma na parte da manhã e outra à tarde, e acontecerá na Antiga Sala do Conselho Universitário da USP. De manhã, os conferencistas serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-helena-guimaraes-de-castro">Maria Helena Guimarães de Castro</a>, secretária Executiva do MEC, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-callegari">César Callegari</a>, do CNE; já na parte da tarde, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-aparecido-cordao">Francisco Cordão</a>, Conselho Estadual de Educação de São Paulo, fará a apresentação. Durante todo o dia, a moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elie-george-guimaraes-ghanem-junior">Elie Ghanem</a>, responsável pelo grupo de pesquisa Ceunir-Centro Universitário de Investigações em Inovação, Reforma e Mudança Educacional.</p>
<p dir="ltr">“Este seminário focaliza os sentidos e efeitos que documentos oficiais têm ou podem ter em relação às práticas educacionais, seja pelo risco de não serem considerados seja pela possibilidade de criarem embaraços a uma atividade que demanda iniciativa e versatilidade”, explicam os organizadores.</p>
<p dir="ltr">Este será o quarto encontro de uma série de cinco seminários, previstos para acontecer até o início de 2018 sobre problemas da educação básica brasileira – que compreende educação infantil, ensino fundamental, ensino médio geral, ensino médio técnico e a Educação para Jovens e Adultos (EJA). <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/poucos-matriculados-em-licenciatura-e-alta-taxa-de-desistencia-demonstram-falta-de-interesse-na-carreira-de-professor">O primeiro aconteceu em setembro</a> e abordou a qualificação dos professores do ensino básico público e a infraestrutura de que dispõem para sua atuação. O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/para-educadores-ser-uma-boa-escola-depende-do-contexto-e-das-circunstancias">segundo</a>, em outubro, abordou a qualidade da educação, enquanto o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-brasileira-precisa-se-adaptar-ao-uso-de-tecnologia-nas-salas-de-aula">terceiro</a>, em novembro, debateu a tecnologia na educação. O próximo e último seminário será sobre experiências inovadoras.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>9h</strong></td>
<td>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (Diretor do IEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nilson Machado</a> (FE e IEA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>9h30</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>O governo Federal e a Base Nacional Curricular Comum</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-helena-guimaraes-de-castro" class="external-link">Maria Helena Guimarães de Castro</a> (Secretária Executiva do MEC)</p>
<p>Moderação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elie-george-guimaraes-ghanem-junior" class="external-link">Elie Ghanem</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h15</strong></td>
<td>
<p dir="ltr"><strong>Debate</strong></p>
<p dir="ltr">Moderação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elie-george-guimaraes-ghanem-junior" class="external-link">Elie Ghanem</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h</strong></td>
<td>
<p><strong>Conselhos de Educação e a Regulação das Práticas Educacionais</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-callegari" class="external-link">César Callegari</a> (Conselho Nacional de Educação)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h45</strong></td>
<td>
<p dir="ltr"><strong>Debate</strong></p>
<p dir="ltr">Moderação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elie-george-guimaraes-ghanem-junior" class="external-link">Elie Ghanem</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h30</strong></td>
<td><strong>Intervalo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td>
<p><strong>Documentos Oficiais, Escolas e Sociedade Civil</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-aparecido-cordao" class="external-link">Francisco Cordão</a> (Conselho Estadual de Educação de São Paulo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h15</strong></td>
<td>
<p dir="ltr"><strong>Debate</strong></p>
<p dir="ltr">Moderação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elie-george-guimaraes-ghanem-junior" class="external-link">Elie Ghanem</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h15</strong></td>
<td><strong>Coffe Break</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h40</strong></td>
<td>
<p dir="ltr"><strong>Debate</strong></p>
<p dir="ltr">Moderação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elie-george-guimaraes-ghanem-junior" class="external-link">Elie Ghanem</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>18h</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p><i><strong>Documentos oficiais: eles impelem ou impedem as ações educacionais?<br /></strong></i><i>20 de dezembro, às 9h<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <a href="https://goo.gl/Vi1A6g">via formulário<br /></a></i><i>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos-oficiais-">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: João Bittar / Ministério da Educação</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-04T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/diagnostico-dos-resultados-educacionais-do-municipio-de-ribeirao-preto-sugestoes-para-melhoria">
    <title>Diagnóstico dos resultados educacionais do município de Ribeirão Preto: sugestões para melhoria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/diagnostico-dos-resultados-educacionais-do-municipio-de-ribeirao-preto-sugestoes-para-melhoria</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Apesar de avanços na universalização do ensino nas últimas duas décadas, o Brasil enfrenta um grande desafio em relação à aprendizagem escolar e à desigualdade entre escolas de uma mesma rede ou entre redes escolares de municípios próximos. Uma análise feita pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP na rede municipal de Ribeirão Preto deixa esse cenário bastante evidente. Mas o que fazer para solucionar esses problemas? Para debater propostas em torno dessa questão, o IEA-RP promove no dia </span><span>20 de julho</span><span>, a partir das </span><span>19h</span><span>, a conferência on-line </span><span><i>Diagnóstico dos resultados educacionais do município de Ribeirão Preto: sugestões para melhoria</i></span><span>.</span></p>
<p><span><strong>Debatedores</strong></span></p>
<p><span><strong><span>Ricardo Paes de Barros (Insper)<br /><span>Felipe Elias Miguel (secretário de educação de Ribeirão Preto)<br /><span>Mozart Neves Ramos (Cátedra Sérgio Henrique Ferreira - IEA-RP)</span></span></span></strong></span></p>
<p><span><strong><span><span><span>Moderador</span></span></span></strong></span></p>
<p><span><strong><span><span><span><span>Antonio José da Costa Filho (IEA-RP)</span></span></span></span></strong></span></p>
<p> </p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-10T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diagnostico-da-educacao-no-brasil">
    <title>Diagnóstico da educação no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diagnostico-da-educacao-no-brasil</link>
    <description>Estudos Avançados n° 42 publica dossiê sobre a educação brasileira: do fundamental ao ensino superior.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/foto42a.gif/@@images/fadb076f-80e2-4f68-9faa-18d3402608f1.jpeg" alt="foto42a.gif" class="image-right" title="foto42a.gif" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Lançada              no dia 20 de setembro, na Faculdade de Educação, a revista <strong>Estudos              Avançados</strong><i> </i>nº 42 (maio-agosto/2001) dedica 368 de suas 486              páginas a um trabalho de fôlego sobre a educação brasileira, do ensino              fundamental ao ensino superior: um dossiê que inclui a íntegra da              mesa-redonda que reuniu especialistas da universidade, representantes              do MEC e profissionais de educação durante todo o dia 27 de abril,              mais 18 artigos sobre vários aspectos do sistema educacional.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em              relação ao ensino fundamental e médio, o dossiê contém artigos que              vão das mudanças curriculares e reformas educacionais recentes até              iniciativas de sucesso como a educação de crianças de rua e a Escola              Itinerante do MST, passando pelas idéias dos educadores Anísio Teixeira              (1900-1971) e Paulo Freire (1921-1997).</p>
<p style="text-align: justify; ">Além              de todas as informações pontuais e análises do dossiê, a inclusão              de textos como o de Freire permite a reflexão sobre questões básicas              da prática educacional a serem enfrentadas. Freire comenta no texto              publicado que "se estudar, para nós, não fosse quase sempre um              fardo, se ler não fosse uma obrigação amarga a cumprir, se, pelo contrário,              estudar e ler fossem fontes de alegria e prazer, de que resulta também              o indispensável conhecimento com que nos movemos melhor no mundo,              teríamos índices melhor reveladores da qualidade de nossa educação".</p>
<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa42.gif" alt="capa42.gif" class="image-left" title="capa42.gif" />Quanto              ao ensino superior, o dossiê destaca temas como os problemas atuais              do setor, o conceito e a função da universidade pública, a atuação              das universidades na formação dos professores de ensino fundamental              e médio, vestibular, e os impactos das novas tecnologias de informação              e comunicação nas universidades. O nº 42 traz ainda textos sobre história              política e literatura.</p>
<p style="text-align: justify; ">Dada              a importância e abrangência do dossiê "Educação, que já tem despertado              muito interesse, a tiragem da edição foi ampliada de 2.500 para 3              mil exemplares.A edição contou com o apoio cultural de Suzano Papel,              BR Petrobras, OPP Petroquímica S. A., Imprensa Oficial do Estado de              São Paulo (Imesp), Telefonica e Banespa.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    <dc:date>2001-09-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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