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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 71 to 85.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto">
    <title>7ª Feira das Profissões da USP será em agosto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto</link>
    <description>O programa, que conta com o apoio do IEA, tem por objetivo contribuir para que estudantes do ensino médio façam uma escolha profissional bem informada. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) realiza, de 9 a 10 de agosto, das 9 ás 17h, a 7ª Feira de Profissões da USP do campus da capital, no Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp). A feira integra o programa </span><em>USP e as Profissões</em><span>.</span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/usp-e-as-profissoes" alt="usp e as profissoes" class="image-left" title="usp e as profissoes" />Iniciativa da PRCEU, o programa tem por objetivo fornecer subsídios aos estudantes de ensino médio para que, com a ajuda de seus familiares e professores, orientem-se na escolha de uma carreira profissional. O programa compreende três eixos de ações:</p>
<ul>
<ul>
<li>o catálogo USP e as Profissões (impresso e <a class="external-link" href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/catalogo_folder.php" target="_blank">online</a>);</li>
<li>as Feiras de Profissões, realizadas duas vezes por ano, uma no campus da capital e outra, em sistema de rodízio, em um dos campi do interior;</li>
<li>as visitas monitoradas às escolas, faculdades, institutos, museus e órgãos da USP (veja o <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/USPPROFI_FOLDER_2013.pdf" target="_blank">calendário</a>).</li>
</ul>
</ul>
<p><span><br />A edição anterior da feira no campus da capital contou com mais de 53 mil visitantes. O evento tem se mostrado uma iniciativa de sucesso no aprofundamento das relações da universidade com as escolas de ensino médio e colaborando com o ingresso consciente dos estudantes em diversos cursos, reduzindo a possibilidade de futura evasão.</span></p>
<p><strong>7ª FEIRA DAS PROFISSÕES DA USP</strong><br /><strong>Data:</strong> 8 a 10 de agosto, das 9 às 17h<br /><strong>Local:</strong> Módulos 1, 2 e 3 do Cepeusp, Praça 2, Prof. Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Informações:</strong> site da <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi" target="_blank">PRCEU</a>, e-mail <a href="mailto:proacult@usp.br">proacult@usp.br</a> e telefones (11) 3091-3575 e 3091-3357</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-12T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham">
    <title>O perfil e os planos do IEA de Birmingham</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham</link>
    <description>As experiências do primeiro ano de funcionamento do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham serão apresentadas em evento no IEA, no dia 11 de abril. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/malcom-press" style="float: right; " title="Malcom Press" class="image-left" alt="Malcom Press" />O professor Malcolm Press, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IAS, na sigla em ingês) da </span>Universidade de Birmingham, Reino Unido, faz no dia 11 de abril, às 15 horas, no IEA, uma apresentação sobre o desenvolvimento do instituto em seu primeiro ano de existência e os planos para o futuro.</p>
<div>
<p>Na apresentação, serão exibidas imagens e um vídeo sobre o funcionamento do instituto. Press estará acompanhado da diretora de Desenvolvimento e Mobilidade Internacional da Universidade de Birmingham, Andrea Edwards. O evento será em ingês, com tradução simultânea. A coordenação será do diretor do IEA, Martin Grossmann.</p>
</div>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"></a>Além de dirigir o IAS, Malcolm Press é pró-reitor da Universidade de Birmingham, onde chefia o College de Ciências da Vida e do Ambiente. Ele se formou em ciências ambientais pela Universidade de Londres em 1980. Concluiu o doutorado em ecologia fisiológica na Universidade de Manchester em 1984. Foi pesquisador associado em projeto de pós-doutorado no University College London e depois voltou a Manchester, em 1989, desta vez como professor. Em 1994, transferiu-se para a Universidade de Sheffield, onde assumiu a cadeira de ecologia em 1997. Em Sheffield, foi chefe do Departamento de Ciências Animal e Vegetal e diretor de Pesquisa para o Meio Ambiente, além de ser membro do Conselho da universidade.</p>
<p style="text-align: right; "><i><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"><strong>Assista ao vídeo (em inglês) com Malcolm Press sobre o IAS de Birmingham</strong></a></i></p>
<p style="text-align: right; "><i><strong><a class="external-link" href="http://200.144.254.127:8080/iea/online/midiateca/iea/">Os IEAs de Nagoya e Nova Delhi também foram apresentados no IEA</a></strong></i></p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Evento marca lançamento do novo site do IEA</strong></h3>
<div class="visualClear">No dia 11 de abril, em seguida à apresentação do IAS de Birmingham, <span>será </span></div>
<div class="visualClear"><span>lançada a versão beta do novo site do IEA.</span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span>Segundo o diretor do Instituto, Martin Grossmann, com a reformulação </span><span>de seu</span></div>
<div class="visualClear"><span>site, "o IEA institui um novo modo de gestão de informação e </span><span>conhecimento ao </span></div>
<div class="visualClear"><span>relacionar o vasto acervo documental do Instituto </span><span>com as demandas atuais em </span></div>
<div class="visualClear"><span>comunicação, exposição, divulgação e intercâmbio".</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span><strong>O INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA UNIVERSIDADE DE BIRMINGHAM: O ANO DO DESENVOLVIMENTO E PLANOS PARA O FUTURO</strong></span></div>
<div class="visualClear"><strong>Tipo: </strong>debate aberto ao público, gratuito e sem necessidade de inscrição<br /><strong>Data: </strong>11 de abril, das 15 horas<br /><strong>Local: </strong>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109,<br />bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Transmissão:</strong> em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="internal-link" target="_blank">www.iea.usp.br/aovivo</a><br /><strong>Informações: </strong>com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1678</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Reino Unido</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-08T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-dos-ieas-de-princeton-e-jerusalem-visitam-o-instituto">
    <title>Diretores dos IEAs de Princeton e Jerusalém visitam o Instituto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-dos-ieas-de-princeton-e-jerusalem-visitam-o-instituto</link>
    <description>Em evento no dia 24 de março, Peter Goddard e Eliezer Rabinovici explicaram o funcionamento de suas instituições e responderam perguntas dos participantes.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diretores-ieas" alt="Diretores IEAS" class="image-right" title="Diretores IEAS" />Peter Goddard, diretor do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span class="external-link">Institute for Advanced Study</span></a>, de Princeton, EUA, e Eliezer Rabinovici, diretor do <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/"><span class="external-link"><span>Israel Institute for Advanced Studies of Jerusalem</span></span></a>, visitaram o IEA no dia 24 de março.</p>
<div>
<div align="left">
<p align="left">Foram recebidos por Adnei Melges de Andrade, vice-reitor executivo de Relações Internacionais da USP, César Ades, diretor do IEA, coordenadores de grupos de pesquisa do Instituto e de seu Polo de São Carlos e por outros convidados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Goddard e Rabinovici detalharam o funcionamento de suas instituições e responderam a perguntas dos participantes do encontro. Rabinovici informou haver a possibilidade de intercâmbio entre seu instituto e o IEA.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conferencistas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-03-28T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica">
    <title>Collegium de Lyon: estudos avançados pautados pela liberdade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica</link>
    <description>O presidente do Collegium de Lyon, França, esteve no IEA para falar sobre as particularidades, o funcionamento e os objetivos da instituição.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-410">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/conferencia-de-olivier-faron" alt="Conferência de Olivier Faron" class="image-inline" title="Conferência de Olivier Faron" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">Olivier Faron (<i>à esq.</i>) disse que a liberdade temática<br />é essencial para atrair cientistas de destaque</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O <a class="external-link" href="http://www.collegium-lyon.fr/the-collegium-de-lyon-22218.kjsp?STNAV=&amp;RUBNAV=">Collegium de Lyon</a> destaca-se no horizonte científico da França como um centro de pesquisa inovador por combinar três características fundamentais: independência, interdisciplinaridade e abertura internacional.</p>
<p><span>A afirmação sintetiza as principais ideias apresentadas na conferência internacional </span><i>O Collegium de Lyon: Um Instituto de Estudos Avançados Francês</i><span>. No evento, realizado pelo IEA no dia 10 de maio, Olivier Faron, presidente da instituição, falou sobre as particularidades, o funcionamento e os objetivos do seu instituto.</span></p>
<p>Fundado em dezembro de 2006, o Collegium é a sede do <a class="external-link" href="http://rfiea.fr/">Réseau Français des Instituts d'Études Avancées</a> (RFIEA), rede criada pelo governo francês, também em 2006, que congrega mais três institutos de estudos avançados da França: o Institut Meditérranéen de Recherches Avancées, o Institut d'Études Avancées de Nantes e o Institut d'Études Avancées de Paris.</p>
<p class="p2"><span>O RFIEA faz parte dos University-Based Institutes for Advanced Study (</span><a class="external-link" href="http://www.ubias.net"><span class="s1">Ubias</span></a><span>), rede que reúne 33 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo mundo, entre eles o IEA.</span></p>
<p class="p2"><span><strong>Autonomia</strong><br /></span><span>Segundo Faron, a questão central na criação do Collegium de Lyon era como definir uma noção própria de instituto de estudos avançados em face do trabalho realizado por outras organizações científicas francesas: "Chegamos à conclusão de que havia necessidade de criar um ambiente inovador, que possibilitasse aos pesquisadores chegar a novas frentes de pesquisa e proceder com rupturas epistemológicas".</span></p>
<p class="p2"><span>Para que isso fosse possível, as decisões sobre a política científica do instituto foram deixadas a cargo de um Conselho Científico internacional e independente. Faron enfatizou outros dois fatores para a constituição desse ambiente: a abertura do instituto a pesquisadores de todo mundo, o que inclui os integrantes do Conselho; e a vocação interdisciplinar, associada à liberdade de escolha das temáticas.</span></p>
<p class="p2"><span>De acordo com o conferencista, quando o Collegium deu início às suas atividades, optou-se por traçar programas de pesquisa, definindo temas de concentração. "Rapidamente nos demos conta de que o sistema de programação rígida era esterilizante, não funcionava", disse, ressaltando que essa circunscrição não contribuía para atrair os melhores pesquisadores.</span></p>
<p class="p2"><span>Ele destacou que cientistas renomados, capazes de resultados originais, só começaram a se interessar pelo instituto quando a programação fixa foi abandonada e substituída pela liberdade temática, que deu espaço para a proposição de projetos de pesquisa pioneiros e interdisciplinares.</span></p>
<p class="p2"><strong> </strong></p>
<p class="p1"><strong>Visitantes<br /></strong><span>Os pesquisadores visitantes podem permanecer no Collegium de Lyon por um período sabático de cinco ou dez meses, quando têm a oportunidade de se dedicar inteiramente à pesquisa, sem se preocupar com obrigações administrativas ou ligadas à docência.</span></p>
<p class="p2"><span>Os convites acontecem durante todo o ano, sem muita burocracia, e são pautados pela excelência acadêmica. Segundo Faron, "é importante convidar colegas que tenham suas próprias competências, que agreguem valor ao instituto e gerem resultados relevantes".</span></p>
<p class="p2"><span>Para garantir que isso ocorra, o Conselho Científico guia-se por quatro critérios de seleção principais: a qualidade científica do projeto, os aspectos inovadores, os resultados esperados e o impacto previsto considerando-se o perfil de pesquisa da região de Lyon.</span></p>
<p class="p2"><span>Além disso, cada pesquisador visitante conta com um mentor local, que se encarrega de ambientá-lo no panorama científico de Lyon e de articular seu projeto com as pesquisas em curso na cidade.</span></p>
<p class="p2"><span><strong>Sala Verde</strong><br /></span><span>A conferência do presidente do Collegium de Lyon faz parte da série de eventos organizados pelo IEA para promover uma reflexão sobre o papel dos institutos de estudos avançados e para estimular o intercâmbio entre instituições desse tipo. Esses debates, de caráter metacrítico, integram as diretrizes do </span><span class="s1"><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos-1/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017" class="external-link">Projeto de Gestão 2012-2017</a></span><span> e estão sediados na </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde"><span class="s1">Sala Verde</span></a><span> do site do Instituto.</span></p>
<p class="p2"><span>O primeiro evento aconteceu em 2011, quando Peter Godard, então diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span class="s1">IAS de Princeton</span></a><span>, EUA, e Eliezer Rabinovici, então diretor do </span><a href="http://www.as.huji.ac.il/"><span class="s2">Instituto de Estudos Avançados</span></a><span> da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, estiveram no IEA para falar sobre a dinâmica de seus institutos e a especificidade dos estudos avançados.</span></p>
<p class="p2">Em 2012, Aditya Mukherjee, diretor do <a class="external-link" href="http://www.jnu.ac.in/"><span class="s1">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</span></a>, participou de um <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas.html" class="external-link">encontro</a> no IEA, no qual tratou da origem e do perfil acadêmico tanto do seu instituto quanto da universidade que o acolhe no encontro.</p>
<p class="p2">Os eventos se intensificaram em 2013. Além de Faron, representantes de dois outros institutos já estiveram no IEA. Em fevereiro, Dapeg Cai e Susumu Saito, pesquisadores do <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/"><span class="s1">Instituto de Pesquisa Avançada</span></a> da Universidade de Nagoya, fizeram uma <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-academia-de-vanguarda"><span class="s1">exposição</span></a> sobre as boas práticas adotadas pela instituição para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span class="external-link"><i>assista ao vídeo</i></span></a>).</p>
<p class="p2"><span>Em abril, foi a vez de Malcom Press, diretor do </span><span class="s1"><a class="external-link" href="http://www.birmingham.ac.uk/research/activity/ias/index.aspx">Institute of Advanced Studies</a></span><span> (IAS) da University of Birmingham, Reino Unido, visitar o IEA para </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido"><span class="s2">apresentar</span></a><span> o processo de desenvolvimento do IAS, os resultados do primeiro ano de atividades e as expectativas em relação ao futuro (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-de-birmingham-o-ano-do-desenvolvimento-e-planos-para-o-futuro?searchterm=birmingham" class="external-link"><i>assista ao vídeo</i></a>).</span></p>
<p class="p2" style="text-align: right; "> </p>
<p class="p2" style="text-align: right; "><span>Foto: Sandra Codo/Divcom<br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conferencistas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-14T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/hamilton-varela-e-nomeado-vice-coordenador-do-polo-sao-carlos">
    <title>Hamilton Varela é nomeado vice-coordenador do Polo São Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/hamilton-varela-e-nomeado-vice-coordenador-do-polo-sao-carlos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/hamilton-varela" style="float: right; " title="Hamilton Varela" class="image-inline" alt="Hamilton Varela" />O professor Hamilton Varela, do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, foi nomeado vice-coordenador do Polo São Carlos do IEA no dia 21 de maio. Ele foi designado pelo reitor João Grandino Rodas a partir de lista tríplice de nomes escolhidos pelo Conselho Deliberativo do Instituto.</p>
<p>Varela atua no IEA há alguns anos. É o representante do Instituto na Comissão de Museus da USP, um dos curadores da <a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/memoria-institucional/metacuradorias/projetos" class="external-link">metacuradoria Abstração</a> e coordenador, no <a href="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos" class="external-link">Polo São Carlos</a>, do Grupo de Pesquisa de Sistemas Complexos.</p>
<p>Graduado em química pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Varela tornou-se mestre em físico-química pela USP e doutor em ciências naturais pelo Instituto Fritz Auber da Sociedade Max Planck, com defesa de tese em química na Universidade Livre de Berlim, ambos da Alemanha. Realizou pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Física Experimental da  Universidade Técnica de Munique, também na Alemanha, e no IQSC, do qual é professor desde 2007. Sistemas complexos, dinâmica não-linear e eletroquímica são os temas de trabalho enfatizados nas suas pesquisas na área de físico-química.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro  Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-27T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifestacoes-de-rua">
    <title>As manifestações nas ruas em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifestacoes-de-rua</link>
    <description>Em evento realizando no dia 21 de junho, pesquisadores vinculados ao IEA discutiram motivações, impactos e desdobramentos das recentes manifestações de rua que tomaram conta do Brasil. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?'" class="image-inline" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?'" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O IEA aceitou o desafio de refletir sobre a história no momento em que ela se faz. No dia 21 de junho, 14 pesquisadores vinculados ao Instituto se reuniram no evento <i>O Que Está Acontecendo?, </i>primeiro debate público realizado por uma universidade brasileira sobre as recentes manifestações nas ruas do país.</p>
<p>O evento deu início à série de encontros <i>UTI Brasil</i>, do  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/sociedade-contemporaneas">Laboratório Sociedades Contemporâneas</a> do IEA, voltada para a discussão do significado e do impacto desse momento de efervescência política. Os debatedores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfredo-bosi">Alfredo Bosi</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sergio Adorno</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/bernardo-sorj-iudcovsky" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-da-rocha-carvalheiro" class="external-link">José da Rocha Carvalheiro</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jorge-luiz-pereira-campos">Jorge Luiz Campos</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/arlene-clemesha" class="external-link">Arlene Clemesha</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/nicolas-lechopier" class="external-link">Nicolas Lechopier</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira">Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</a>,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sylvia-duarte-dantas">Sylvia Dantas</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alexey-dodsworth-magnavita-de-carvalho" class="external-link">Alexey Dodsworth Magnavita</a> (também relator), todos vinculados direta ou indiretamente ao IEA. A moderação ficou a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>.</p>
<p>Os principais temas abordados no debate foram a imprevisibilidade das manifestações; uma possível crise da representação e da democracia; a saída do país de um estado de passividade; o sentimento de tédio como fator de motivação; a emergência de valores conservadores nos protestos; o clamor por direitos básicos, particularmente por transporte público, saúde e educação; o protagonismo da violência; a falta de foco das reivindicações; e a urgência de uma reinvenção política. A seguir, as opiniões dos participantes sobre esses e outros temas<i>.</i></p>
<p><i><br /></i></p>
<h2>A voz dos participantes</h2>
<p><span style="text-align: justify; ">IMPREVISIBILIDADE / ESPONTANEIDADE</span></p>
<p style="text-align: justify; ">"O modelo inaugural disso é o maio de 68 francês. Nós temos nesse quase meio século movimentos que surgem sem a gente saber o que vai surgir e quando vai surgir. Esses eventos são de certa forma grandes surpresas. Acontecimento em inglês é happening, e happening em português é justamente esse movimento único, sem ensaio prévio, sem diretor de cena e sem repetição, uma singularidade que geralmente se conota pela festa e alegria." –  <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse tipo de movimento – principalmente da juventude metropolitana –  tem a característica, agora e também no passado, de ser baseado no improviso, na explosão espontânea, de não ter uma liderança ou um partido político para dirigir. Essa espontaneidade é, em grande parte, baseada num tipo de qualidade de vida da juventude, da movimentação, do movimentar, do transitar. A possibilidade de se mover no espaço urbano é fundamental para essa juventude." – <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse movimento é construído, mas a adesão é espontânea e finalmente massiva. Isso é muito parecido com o que aconteceu lá [na primavera árabe]. Também no Egito falava-se muito que não se esperava um movimento, que a população estava morta, adormecida, e de repente ela vai para as ruas." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Compartilho apenas em parte o ponto de vista de que o movimento nasceu do tédio e tem uma dimensão espontânea. Os líderes do Movimento Passe Livre estão há oito anos levantamento essa bandeira, propondo manifestações e colocando em debate uma questão extremamente importante, que é o modelo de política pública de transporte nas grandes metrópoles brasileiras, inteiramente fracassado. Então eu acho que o movimento não é inteiramente espontâneo." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PARTICIPAÇÃO POLÍTICA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esses movimentos têm seus mártires, seus mortos, mas mesmo assim têm um elemento forte de festa e de inserção de não participantes no espaço público." – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O movimento teve essa capacidade de detonar um estopim que de alguma maneira mobilizou, levou as pessoas às ruas, levou as pessoas a perceberem, particularmente a juventude, que têm a possibilidade de intervir no país, que, se querem influir, essa é a oportunidade de participar." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Temos vontade de participação política. Mas não há uma cultura política. Ou seja, a questão da educação política é fundamental nas escolas." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A favor da livre manifestação pública, portanto a favor da livre expressão de valores em si democráticos – este me parece um ponto consensual dos analistas. Governo, imprensa, universidade e todas as instâncias envolvidas no processo são (ou tornaram-se) unânimes no reconhecimento do direito de manifestação de segmentos da população. É um ganho que convém realçar em primeiro lugar." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DESDOBRAMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As consequências de um acontecimento vão muitíssimo além das suas causas, muitíssimo além dos 20 centavos, nesse caso". – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"É uma incógnita os rumos que isso vai tomar. De qualquer forma, tivemos aí certa catarse. Mas penso que os movimentos que têm um percurso, uma reflexão, uma elaboração – e isso é distinto das manifestações catárticas – com certeza vão poder direcionar esses rumos, vão poder recuar, questionar, para novamente direcionar." — <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O movimento fazer um balanço do que já conseguiu até agora implica na possibilidade, na capacidade de examinar o conjunto de temas que apareceram nas diferentes manifestações e, de alguma maneira, entender como organizar essas novas demandas e de que maneira elas podem se transformar em elementos de continuidade do movimento." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TÉDIO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A diferença do Brasil é que as manifestações acontecem em ambiente absolutamente democrático, ao contrário do que aconteceu na Tunísia, no Egito e em outros lugares onde também há esse detonador. Talvez o problema, para nós, não seja tanto a opressão, seja até mesmo o tédio." – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TRANSPORTE PÚBLICO / TARIFAS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O que está acontecendo? É a pergunta prioritária, pois exprime o sentimento de perplexidade de que fomos tomados em face de um movimento de tamanha proporção, não só aparentemente, mas explicitamente dirigido como protesto pelo aumento de 20 centavos nas tarifas de ônibus da cidade. Quem está se manifestando são jovens que estão tendo oportunidade de, talvez pela primeira vez, protestar maciçamente contra o que lhes parece abuso do poder estatal em um dos itens vitais do cotidiano, que é o valor das tarifas de transporte público." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"É um movimento de jovens que têm uma história e que têm um propósito muito claro, muito objetivo, voltado para a questão do transporte público. É um movimento que começa com um objetivo muito claro. Mas alguns falam: ‘Mas apenas 20 centavos? Reles 20 centavos?’ Somos um país de extrema desigualdade: o gasto com transporte público para grande parte da população significa 30% de seu orçamento. Isso é algo para lá de absurdo. Esse aumento no orçamento de uma população que ganha um salário mínimo é tremendo. A gente precisa tocar num ponto: os lucros das grandes empresas de transporte. Essa conquista do não aumento traz a questão das grandes corporações (...), porque as grandes corporações é que gerem o sistema mundial. (...) Quando se fala aqui do transporte, está se atacando uma das corporações que têm grande força neste país, em detrimento da população." — <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"[A gratuidade do transporte] não é um detalhe, porque há coisas que não deveriam ter preço. E o mundo do crescimento econômico não deixa espaço para a gratuidade. Eu diria que essa reivindicação do transporte talvez seja mais fundamental do poderíamos pensar." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A coisa mais importante que deveria ser abolida agora, não só em São Paulo, é a catraca no ônibus. (...) É um absurdo que, para entrar no ônibus, eu tenha que passar por uma catraca". – <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>CRISE DA DEMOCRACIA / CRISE DA REPRESENTAÇÃO</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo-2" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 2" class="image-right" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 2" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse é um aspecto fundamental: a democracia puramente formal e representativa em termos eleitorais está em crise, e o seu descrédito merecido exige alguma resposta, ainda que difusa e insuficientemente articulada." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O que está acontecendo é um enorme mal-estar com a democracia que temos no Brasil. Esse mal-estar está relacionado com a qualidade da democracia (...). Provavelmente a área de maior déficit é a da representação. Os partidos estão muito mais preocupados em chegar ao poder e nele se manter do que propriamente em estabelecer e manter conexões com os eleitores (...). Os partidos fracassaram, inclusive os partidos que nasceram dos movimentos sociais, como foi o caso do PT (...). Na dinâmica do presidencialismo de coalizão que vigora no Brasil, os partidos são chamados a compor a grande coalizão que governa e que portanto tem uma lógica de se manter no poder custe o que custar, mesmo que seja ao custo da corrupção (...). Não houve um líder de partido no Brasil, da situação ou da oposição, que dissesse qual é a sua posição em relação às demandas que estão nas ruas e o que os partidos propõem em relação a elas. Mais grave do que isso foi o fato de que nem o presidente do Congresso, nem o da Câmara, nem o líder do governo e nenhum líder da oposição vieram a público para estabelecer uma conexão. Essa ausência de conexão cobra um preço da democracia brasileira e daí o mal-estar que nós estamos vivendo." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Atualmente, ninguém quer se representado. Existe um conflito entre quem tem o poder de representar e quem tem o poder de ser representado. A autorrepresentação está destruindo o sistema de divisão comunicacional do trabalho – que era baseado na dimensão industrialista, do passado – e afirmando um novo tipo de subjetividade muito pluralizada, que não quer mais delegar a ninguém a força de se representar, de se narrar. Durante esse tipo de manifestação – e esse é o lado mais lindo para mim – não houve ninguém falando num comício público, com microfone. Eu acho isso fundamental, porque é baseado num tipo de afirmação crescente da autorrepresentação." — <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Torcidas organizadas, gente da periferia dizendo: estamos cansados de ser explorados, temos uma mensagem a dar e nenhum partido político nem nenhum grupo está respondendo a isso." — <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"De acordo com a avaliação da 'The Economist', o Brasil ocupa uma posição democrática, mas ainda não é uma democracia plena, pois existem pontos que são delicados para nós. Por exemplo, tiramos uma nota muito alta no critério pluralismo partidário e notas muitos baixas em dois critérios que chamam a atenção: participação política e cultura política". — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PASSIVIDADE E CATARSE</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Nós estávamos tomados por um estado de melancolia (...), de que as coisas estão tão complexas, de que somos tão impotentes que não há como sair disso. E de repente essas manifestações começam a acontecer aqui, no nosso país, em que todos achavam que nossa juventude estava alienada e que todos estávamos tomados por uma passividade muito grande. De repente a população vê os jovens se manifestando e também quer se manifestar, porque é vida, porque significa sair desse estado de certo sonambulismo, uma anestesia pela qual todos estavam tomados. Outros jovens, então, começam a participar desse movimento. É um momento de catarse, em que as pessoas estão colocando para fora a vivência de uma dissonância cognitiva (...), em que sua percepção da realidade não está de acordo com o que é dito. E o que é dito? Que somos a 7ª economia do mundo, que estamos melhorando, que a classe média está se expandindo, coisas muitos positivas que são colocadas e propagandeadas." – <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"No Egito, Tunísia, nos países árabes – terríveis ditaduras – a população teve que romper a barreira do medo. E aqui a população rompeu a barreia da apatia." – <strong><i>Arlene Chemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DIREITOS BÁSICOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O acesso à saúde, à educação, aos direitos básicos nos são negados, são o tempo todo ultrajados. As nossas instituições estão esfaceladas. Essa contradição que todos vivem no dia-a-dia foi trazida à tona, elas podem ter uma voz". – <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A questão dos 20 centavos parece um detalhe, mas não é. Talvez seja de maior importância política, porque o transporte público é um bem básico, como a saúde, a água, a alimentação saudável. Acho importante ressaltar também que o transporte não é uma questão qualquer." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As manifestações têm um gatilho e outras reivindicações que aparecem, mas a área da saúde é tratada de uma maneira superficial. E ela tem que ser tratada de uma maneira global e local (...). O movimento tem que focar mais. Essa é uma questão que tem que ser pensada. E eu reivindico que um foco importante seja direcionado à área da saúde (...). Que não seja obrigatoriamente único, mas que seja explicitado de uma maneira muito clara." – <strong><i>José da Rocha Carvalheiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Não se trata de um problema de manifestação da presidente, mas de como o governo, no seu conjunto, vai tomar as pautas, os temas que apareceram, como propostas de solução dos problemas que estão colocados, particularmente no que diz respeito às políticas públicas mais importantes: saúde e educação." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>REINVENÇÃO POLÍTICA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Houve uma interrupção da comunicação política entre os atores, que é um elemento fundamental na ação política. Quer dizer, não havia mais a possibilidade de estabelecer um canal de comunicação ou vias aceitáveis de comunicação (...). Nós estamos atravessando um novo momento de interrupção dessa comunicação. Isso significa um exercício de reinvenção política (...). Ou seja, os canais que são considerados legitimamente aceitos, de expressão, de reivindicação, de participação, de alguma maneira parecem esgotados. Ou parecem insatisfatórios. Há todo um exercício de encenação política, de pôr essa insatisfação, essa efervescência, num espaço público de grande audiência e de grande visibilidade". – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong><strong><i> </i></strong><i>(Relacionando, no início, as manifestações atuais e a invasão da Reitoria da USP em 2007.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">"Talvez esse seja o momento de os partidos e as instituições tão desacreditadas ouvirem o que as pessoas estão tentando dizer e fazerem esse exercício de reinvenção política. A gente está precisando urgentemente dessas instituições de outra maneira, reinventadas. Do jeito que elas estão, o descrédito só tenderá a crescer." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>VIOLÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"[Os jovens manifestam-se também] contra, obviamente, a repressão policial, aspecto que nos inquieta a todos, pois a presença indesejada de grupos dispostos ao vandalismo provoca um endurecimento perigoso das forças de segurança." – <strong>Alfredo Bosi</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Não a juventude paulistana ou carioca que imagina imitar Istambul. Eu acho que foi o contrário: na minha fantasia, foi a polícia paulistana, foi Haddad e Alckmin que imitaram e tentaram replicar o que aconteceu na Turquia." — <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Houve uma violência da polícia, que todos nós recusamos, criticamos, e que de certo modo foi um grande detonador. E aí pudemos refletir: para muitos isso rememorou os acontecimentos da ditadura, para outros a ideia de que a polícia é sempre violenta e, portanto, tem que ser combatida. O discurso que conecta violência e protesto político está sendo requalificado. Até os anos 70, ele era legítimo, ou seja, a violência estava ligada ao fim da opressão, com os movimentos de descolonização, com a ideia de que a violência era um instrumento da política. O que a gente assiste a partir dos anos 70? O tempo todo uma desqualificação da violência, quer dizer, a violência não é um meio da política, a violência é a não-política. Parece que agora está havendo uma tentativa de retomar a questão da violência como um lugar da política." – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A violência que foi mencionada tem um significado muito forte, por mais assustador e negativo que seja em muitos momentos. É realmente uma voz oprimida rompendo, e ela precisa ser ouvida. Há também muitas denúncias, similares ao que aconteceu no Egito, de que bandidos pagos estão infiltrados nas manifestações. Isso pode estar acontecendo." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A gente tem um momento pontual que é o da violência da polícia militar (...). A violência muda tudo. No outro ato já havia 65 mil pessoas em São Paulo, inclusive aquelas que estavam reclamando que a ordem estava sendo atrapalhada." — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>CONSERVADORISMO / DIREITA</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo-3" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 3" class="image-right" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 3" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Ontem houve agressão física por parte de pessoas participantes do movimento: a quem estava com bandeiras, a quem fazia parte de movimentos sociais já com uma trajetória histórica, a homossexuais, enfim, acho que houve uma guinada conservadora ontem bastante preocupante." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Minha preocupação agora é com o fascismo (...). A gente foi hackeado pela mídia, pela direita, e todo mundo foi para a rua. E aí a coisa saiu de controle. Como não tem pauta, todo mundo levou o desejo contido de protestar contra tudo e contra todos. E agora temos que controlar o monstro que colocamos na rua." — <strong><i>Jorge Luiz Campos</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Após todo esse início, que teve aspectos muitos positivos, começam a aparecer grupos oportunistas – uma direita, um movimento fascista (...). Corre-se o risco que eles usurpem a própria aparência para o público geral e a própria condução e direção para onde esse movimento vai. E é nesse vácuo de compreensão, de comunicação que esses movimentos fascistas estão aparecendo e tomando a liderança de um movimento que surgiu tão bonito." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Começa-se a perceber os sinais de cooptação do movimento (...), começa-se a notar que há uma aproximação de outras pautas (...). Começa-se a notar uma fagocitação do que o Movimento Passe Livre pretendia por movimentos extremamente conservadores (...). São pessoas usando a imagem obtida pelas manifestações para passar uma mensagem de golpe. Isso é muito perigoso. O Movimento Passe Livre fez o que tinha que fazer. Ocupou o espaço público, se manifestou, se expressou ao notar que estão tentando manipulá-lo, que estão tentando usá-lo. O que o Movimento faz? Se retira, faz muito bem. Para quê? Para que esses oportunistas de carteirinha voltem para onde nunca deveriam ter saído." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DIVERSIDADE DAS REIVINDICAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"São movimentos que vão muito além do que o que os convocou e nos quais se projeta numa tela tudo que a sorte deseja, inclusive de caráter contraditório. Daí sucede também que com frequência o resultado lhes seja subtraído". – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Se a gente olhar as manifestações, cada um tem o seu cartaz. Ainda que cada cartaz reflita um sentimento coletivo, ele é uma leitura singular de uma experiência coletiva, de uma comunicação política interrompida. Eu acho que essa experiência precisa ser pensada, quer dizer, o que ela quer, aonde ela quer chegar, e porque essa recusa desses mecanismos." – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Para poder de alguma maneira prosseguir na reivindicação e no significado que teve inicialmente, o movimento tem que definir outras metas extremamente objetivas, tal como a meta de baixar de R$ 3,20 para R$ 3,00. Será necessário definir metas dessa natureza." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse movimento é elaborado pelo Movimento Passe Livre, ou seja, é iniciado com uma pauta clara. Dizer que é difuso, que não se sabe o que quer, isso é depois. Mas o movimento nasce com uma pauta muito objetiva." — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Tem foco: o foco do Passe Livre é o passe livre, em outro foco vai ser outro movimento. Agora, a pauta da corrupção é uma pauta da direita infiltrada, é uma pauta genérica. Não se discute corrupção; se discute casos de corrupção." – <strong><i>Jorge Luiz Campos</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ESPAÇO PÚBLICO / ECOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Um elemento que não foi falado aqui e que me parece fundamental é a ideia de retomada do espaço público, a ideia do direito à cidade como espaço de encontro, de confronto (...). Não é à toa que as pessoas vão para a rua, não basta só estar conectado pela internet." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A gente aqui faz um link entre o movimento no Brasil e o movimento na Turquia, bastante recentes. Os dois têm uma questão inicial que trata dos nossos modos de viver, do meio ambiente, da questão da urbanização, da mobilidade, do transporte. Isso não é um acaso. Há uma ligação forte entre os novos movimentos sociais e a questão da ecologia, sem se reduzir à dimensão ecológica." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As pessoas que reclamam do movimento acham que se manifestar contra alguma coisa é reunir os estudantes no Masp, cantar “Coração de Estudante” e soltar uma pomba da gaiola. Mas não é assim. Para realizar um movimento que cause uma transformação, é preciso perturbar a ordem. Se não perturbar a ordem minimamente – não quer dizer praticar violência ou vandalizar o patrimônio público ou privado –,  não causa o impacto necessário." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ECONOMIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Uma coisa comum [entre o movimento no Brasil e outras primaveras] é a insuficiência do crescimento econômico para construir um sentido comum, como meta coletiva de nossa vida em sociedade. Talvez a chave de interpretação seja a característica perigosa do crescimento econômico infinito (...), o problema é a questão da economia, do papel do dinheiro, e aí eu estou voltando à questão do transporte e da gratuidade do transporte." – a <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA</span><strong><i><br /></i></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Laboratório Sociedades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Manifestações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-27T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/renato-janine-ribeiro-e-nomeado-para-consea-da-fiesp">
    <title>Renato Janine é nomeado para Conselho Superior de Estudos Avançados da Fiesp</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/renato-janine-ribeiro-e-nomeado-para-consea-da-fiesp</link>
    <description>Conselho Superior de Estudos Avançados da Fiesp nomeou Renato Janine Ribeiro como seu integrante em setembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/renato-janine-ribeiro-na-fiesp" alt="Renato Janine Ribeiro na Fiesp" class="image-inline" title="Renato Janine Ribeiro na Fiesp" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Renato Janine Ribeiro durante <a class="external-link" href="http://www.fiesp.com.br/noticias/o-que-choca-e-o-fato-de-as-manifestacoes-nao-terem-acontecido-antes-diz-renato-janine-ribeiro-em-reuniao-do-consea-na-fiesp-nesta-segunda-feira-1908/">exposição</a><br />no Consea da Fiesp em 19 de agosto<br />sobre as manifestações de junho no país</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">Renato Janine Ribeiro, professor de ética e filosofia política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e conselheiro do IEA, foi nomeado em setembro para o Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).</p>
<p style="text-align: justify; ">O Consea é um dos Conselho Superiores Temáticos da Fiesp, que são coordenados pelo Instituto Roberto Simonsen (IRS), um centro de estudos avançados mantido pela indústria e voltado para a análise dos grandes temas nacionais.</p>
<p style="text-align: justify; ">O objetivo do Consea, estabelecido pelo IRS, é estudar, pesquisar e discutir as questões fundamentais relacionadas com o desenvolvimento sustentável de forma abrangente e interdisciplinar.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para atingir esse objetivo, o Consea tem como diretrizes estimular pesquisas, conferências, colóquios, programas, seminários e atividades análogas; propor a realização, em conjunto com a sociedade, de estudos sobre as instituições e as políticas nacionais e, especialmente, sobre políticas de desenvolvimento da indústria e da cultura, em geral, bem como sobre o uso social do conhecimento; e difundir novas ideias, resultantes do convívio, do confronto e da interação entre as diversas áreas de trabalho intelectual.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Fiesp</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-04T23:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rudinei-toneto-jr-e-o-novo-coordenador-do-polo-ribeirao-preto">
    <title>Rudinei Toneto Jr. é o novo coordenador do Polo Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rudinei-toneto-jr-e-o-novo-coordenador-do-polo-ribeirao-preto</link>
    <description>Novo coordenador do Polo Ribeirão Preto do IEA iniciou seu mandato de quatro anos no dia 1º de outubro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rudinei-toneto-jr" style="float: right; " title="Rudinei Toneto Jr." class="image-inline" alt="Rudinei Toneto Jr." />Rudinei Toneto Jr., professor da Faculdade de Economia, Administração e  Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, foi escolhido pelo reitor João Grandino  Rodas, com base em uma lista tríplice elaborada pelo Conselho Deliberativo  do IEA, para assumir a coordenação do <a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto" class="external-link">Polo Ribeirão Preto</a> do Instituto. O mandato de quatro anos teve início no dia 1º de outubro.<br /><br />Em sua gestão, Toneto Jr. pretende dar continuidade às atividades realizadas pelo Polo, como palestras, workshops, colóquios e Grupos de Estudo e Pesquisa, e desenvolver e estruturar parcerias estratégicas com as unidades de ensino e pesquisa do campus de Ribeirão Preto.<br /><br />Toneto Jr. é graduado, mestre, doutor e livre-docente em economia pela USP. E coordenador do <a class="external-link" href="http://www.ebc.fearp.usp.br/">Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono</a>. Foi chefe do Departamento de Economia da FEA-RP entre 2002 e 2004 e diretor da mesma unidade de 2006 a 2010.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Polo Ribeirão Preto do IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-15T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-73-em-ingles">
    <title>Edição em inglês de revista sobre IEAs colabora com diálogo internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-73-em-ingles</link>
    <description>Lançada em 2011 em comemoração dos 25 anos do IEA, a edição traz um dossiê sobre institutos de estudos avançados no Brasil e no mundo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-da-ubias" alt="Mapa da Ubias" class="image-right" title="Mapa da Ubias" />Com o objetivo de fornecer mais subsídios ao diálogo do IEA com seus parceiros na rede <a class="external-link" href="http://www.ubias.net">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a> e outras instituições internacionais, a revista "Estudos Avançados" produziu versão digital em inglês de sua <a href="https://www.iea.usp.br/en/journal/editions/texts" class="external-link">edição nº 73</a>, dedicada à história e ao perfil do Instituto e de outros IEAs brasileiros e estrangeiros.</p>
<p>Lançada originalmente em dezembro de 2011, como parte das comemorações dos 25 anos do IEA, a edição conta com o dossiê especial "IEAs: Ciência e Sociedade". Os 20 artigos que compõem o dossiê traçam um painel das ideias que nortearam a criação dos institutos de estudos avançados desde a fundação do pioneiro instituto de Princeton, nos EUA, até o surgimento de unidades mais recentes no Brasil e no exterior.</p>
<p>Estão representados no dossiê, por artigos de seus diretores, os IEAs de: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), University of British Columbia (Canadá), Colégio de Budapeste (Hungria), Collegium de Lyon (França) e Universidade Fudan (China). A seção dedicada ao IEA da USP traz artigos de ex-diretores, coordenadores dos Polos de Ribeirão Preto e São Carlos e de Alfredo Bosi, editor de "Estudos Avançados".</p>
<p>A criação de IEAs em diversas universidades do mundo, inclusive no Brasil, desde os anos 80, demonstra que a comunidade acadêmica internacional vê esse tipo de instituição como um componente fundamental para o desenvolvimento das universidades. Artigo de pesquisadores do IEA da Universidade de Freiburg (Alemanha) sobre os 32 IEAs integrantes da Ubias aponta algumas características comuns, como a plena liberdade de pesquisa e a variedade de estrutura, ênfases e enfoques. O dossiê de "Estudos Avançados" busca retratar essa vitalidade e o compromisso dos institutos com a excelência científica e a melhoria das sociedades em que estão inseridos.</p>
<p>A edição nº 73 traz, ainda, um minidossiê com cinco textos sobre os museus da USP. Conforme ressalta Bosi, trata-se de uma "homenagem aos nossos parceiros na pesquisa e na abertura da universidade à sociedade".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-12-18T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/neli-aparecida-mello-thery">
    <title>Pesquisadora do IEA é a nova vice-diretora da EACH</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/neli-aparecida-mello-thery</link>
    <description>Neli Aparecida de Mello-Théry, coordenadora do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade do IEA,  foi nomeada para o cargo em dezembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-de-coordenadores-de-grupos-06-de-agosto-de-2009/neli-aparecida-de-mello-thery/@@images/22ae3f0b-2fab-43e6-9ac4-e8cf7d8b4304.jpeg" alt="Neli Aparecida de Mello Théry" class="image-inline" title="Neli Aparecida de Mello Théry" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Neli Aparecida Mello-Théry</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em dezembro de 2013, o reitor João Grandino Rodas nomeou a nova vice-diretora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, a geógrafa Neli Aparecida de Mello-Théry, coordenadora do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade do IEA. Ela ocupará o cargo durante os próximos quatros anos, ao lado da geóloga Maria Cristina Motta de Toledo, nomeada diretora da EACH na mesma ocasião.</p>
<p>Professora da EACH desde 2005, Neli Aparecida <span>integra redes e laboratórios de pesquisa no Brasil e na França. Seus estudos concentram-se nos temas: dinâmicas territoriais, políticas ambientais e territoriais, meio ambiente e desenvolvimento sustentável, gestão urbana e ordenamento territoriais, meio ambiente e políticas internacionais. No grupo de pesquisa do IEA, que coordena desde sua fundação, em 2009, investiga políticas de desenvolvimento que resultam em profundas modificações no espaço geográfico e nas esferas econômica e social.</span></p>
<p><span>A geógrafa é mestre pela Universidade de Brasília (1997) e pela Université Paris X, França (1999), onde também se tornou doutora com titulação dupla junto à USP (2002). Obteve dois títulos de livre-docência, um pela USP (2008) e outro pela Université Rennes 2 (2011). Foi diretora de pesquisa do Ibama e consultora do Banco Mundial, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e da Unesco. Atuou em diversas instituições do governo federal e do Distrito Federal na área de gestão ambiental, trabalho que alternou com a docência na UnB, onde atualmente ocupa o cargo de pesquisadora associada.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-01-06T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota">
    <title>Ex-diretor do IEA faz exposição sobre história da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota</link>
    <description>Carlos Guilherme Mota, primeiro diretor e professor honorário do IEA, falará sobre a história de fundação da USP na próxima reunião do Co, que acontece no dia 11 de fevereiro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-guilherme-mota" alt="Carlos Guilherme Mota - Perfil" class="image-left" title="Carlos Guilherme Mota - Perfil" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O historiador </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/carlos-guilherme-santos-seroa-da-mota" class="external-link">Carlos Guilherme Mota</a><span>, primeiro diretor e professor honorário do IEA, participará da próxima reunião do Conselho Universitário (Co) da USP, que se realiza no dia 11 de fevereiro, às 14 horas, no Auditório da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Na ocasião, quando será celebrado o 80º aniversário da primeira reunião do Co, Mota fará uma exposição sobre o contexto de fundação da Universidade, que também completa 80 anos em 2014.</span></p>
<p><span>Professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, onde lecionou história contemporânea e cursou a graduação, o mestrado e o doutorado, atualmente Mota é professor titular de história da cultura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<ul>
<li>Leia o texto "<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/usp-80-em-busca-de-novos-caminhos" class="external-link">USP 80: Em Busca de Novos Caminhos</a>"</li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-02-10T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jose-goldemberg">
    <title>José Goldemberg torna-se membro da Academia Paulista de Letras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jose-goldemberg</link>
    <description>Goldemberg, ex-reitor da USP, toma posse no dia 13 de fevereiro, às 19 horas, em cerimônia a ser realizada no Teatro da Academia Paulista de Letras. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img class="image-left" src="resolveuid/2b41e253453a46b797c8f24e9d57aced" /><span>O físico </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a><span>, ex-reitor da USP (1986-89) e professor honorário do IEA, toma posse na Academia Paulista de Letras (APL) n<span>o dia 13 de fevereiro, quando</span> passa a ocupar a Cadeira nº 25 como membro efetivo. A cerimônia acontece às 19 horas, no Teatro da APL.</span></p>
<p><span>Doutor em ciências físicas pela USP, Goldemberg é professor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade. Reconhecido por seus estudos na área de física nuclear, meio ambiente e energia em geral, ele integra a Academia Brasileira de Ciências (ABC), é presidente do Global Energy Assessment, sediado em Viena, Áustria, e foi presidente da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC). </span></p>
<p><span>Além de dedicar-se à pesquisa e à docência, Goldemberg atuou ativamente na política: foi ministro da Educação (1990-91), secretário de Ciência e Tecnologia do governo federal (1990-1991) e secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo (2002-07).</span></p>
<p><span>Em janeiro, Goldemberg foi escolhido pelo novo reitor da USP, Marco Antonio Zago, para presidir a </span><span>Comissão Coordenadora das Comemorações dos 80 anos da Universidade.</span></p>
<p>Interessados em participar da cerimônia de posse devem confirmar presença pelos e-mails acadsp@terra.com.br e <a href="mailto:ineshita@usp.br">ineshita@usp.br</a> ou pelo telefone (11) 3331-7222. O Teatro da Academia Paulista de Letras fica no Largo do Arouche, 321, São Paulo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-02-11T15:53:59Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/walter-colli">
    <title>Walter Colli recebe prêmio do CNPq</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/walter-colli</link>
    <description>Ex-conselheiro do IEA, Colli é o vencedor da edição de 2014 do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e a Tecnologia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-colli" alt="Walter Colli - Perfil" class="image-left" title="Walter Colli - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O bioquímico Walter Colli<br /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O bioquímico <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros-2/walter-colli" class="external-link">Walter Colli</a>, ex-conselheiro do IEA, é o ganhador da edição de 2014 do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e a Tecnologia, que este ano contemplou a área de Ciências da Vida.</p>
<p><span>Concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Conrado Wessel e a Marinha do Brasil, o prêmio é dedicado a pesquisadores brasileiros cuja produção acadêmica oferece contribuições relevantes para o desenvolvimento científico e tecnológico do país.</span></p>
<p><span>Colli é professor titular aposentado do Instituto de Química (IQ) da USP, onde atualmente é colaborador sênior e bolsista produtividade do CNPq. É médico e doutor em bioquímica pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), pós-doutor em biologia molecular pelo The Public Health Research Institute, EUA, e livre-docente pelo IQ. Foi presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e diretor-geral da Associação Brasileira da Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTLuS). Desde 2003, é coordenador adjunto da Diretoria Científica da Fapesp.</span></p>
<p><span>A cerimônia de premiação de Colli será realizada em Brasília, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que acontece em outubro. O prêmio consiste em diploma, medalha e R$ 200 mil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-12T21:45:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/chaimovich-recebe-titulo-de-doutor-honoris-causa-da-universidad-de-la-fronteira">
    <title>Chaimovich recebe título de doutor honoris causa da Universidad de La Fronteira </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/chaimovich-recebe-titulo-de-doutor-honoris-causa-da-universidad-de-la-fronteira</link>
    <description>Universidade chilena concedeu o título ao bioquímico da USP na abertura do ano letivo de 2014, no dia 13 de março, em Temuco.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-bravo-e-hernan-chaimovitch" alt="Sergio Bravo e Hernan Chaimovitch" class="image-inline" title="Sergio Bravo e Hernan Chaimovitch" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Sergio Bravo (<i>esq.</i>), reitor da Universidad de La Frontera, entrega o diploma de doutor honoris causa a Hernan Chaimovitch</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O bioquímico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hernan-chaimovich" class="external-link">Hernan Chaimovitch</a>, ex-vice-diretor e ex-conselheiro do IEA, recebeu no dia 13 de março o título de doutor honoris causa da Universidade de La Frontera (Ufro), em Temuco, Chile. A cerimônia ocorreu na abertura do ano letivo e fez parte das comemorações dos 33 anos da Ufro, instituição parceira da USP no convênio que dá suporte à Cátedra Bernardo O'Higgins, sediada no IEA.</p>
<p>Sergio Bravo, reitor da Ufro, destacou na ocasião o apoio de Chaimovitch para o desenvolvimento científico e a internacionalização da universidade: "Graças às suas gestões e iniciativas, a Ufro logrou estabelecer uma relação de primeiro nível com uma das mais importantes universidades ibero-americanas, a Universidade de São Paulo".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://www.ufro.cl/index.php/mas-noticias/1641-hernan-chaimovich-es-nuevo-doctor-honoris-causa-de-la-universidad-de-la-frontera">Leia notícia publicada<br />no site da Ufro</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">Ao receber o diploma e a medalha do título, Chaimovitch agradeceu<strong> </strong>aos que lhe concederam a honraria e também ao reitor Víctor Pérez, "pela sólida formação que recebeu na Universidad de Chile", e ao reitor Sergio Bravo, "por fazer a todos entenderem que a visão estratégica de um reitor pode mudar não só uma universidade, mas também contribuir para a mudança de um país".</p>
<p style="text-align: justify; ">Ele recordou as tratativas que resultaram na Cátedra Bernardo O'Higgins e os propósitos da iniciativa: "Difundir a cultura, a inteligência chilena na universidade que é a mais importante do continente. Sem dúvida, o desconhecimento entre as culturas excede qualquer exercício de imaginação. A distância não é geográfica, mas cultural. A ideia da cátedra é justamente levar a cultura chilena à USP para que seja conhecida no Brasil, uma vez que São Paulo é um lugar de difusão, de produção de conhecimento e de apoio às mudanças sociais".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Universidad de La Frontera</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Bernardo O’Higgins</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-20T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-biblioteca-mindlin">
    <title>Carlos Guilherme Mota é o novo diretor da Biblioteca Mindlin</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-biblioteca-mindlin</link>
    <description>Posse do historiador será no dia 15 de abril. Biblioteca abriga um dos acervos mais importantes sobre a história e cultura do país.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilhermemota1.jpg" alt="guilhermemota1.jpg" class="image-right" title="guilhermemota1.jpg" />O historiador <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros-2/carlos-guilherme-mota" class="external-link">Carlos Guilherme Mota</a>, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e primeiro diretor do IEA-USP, toma posse no dia 15 de abril como diretor da <a class="external-link" href="http://www.bbm.usp.br">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a>. Entre as propostas de sua gestão estão a transformação da biblioteca num espaço para colóquios de alto nível e o lançamento de uma publicação semestral eletrônica.</p>
<p>A Biblioteca Mindlin foi inaugurada em março de 2013. Ela abriga o acervo do casal Mindlin doado à USP. São livros, folhetos, periódicos, mapas, manuscritos, gravuras e outros materiais, totalizando cerca de 60 mil itens. Todo o acervo está a serviço de pesquisadores e estudiosos com interesse em conhecer mais a fundo temas da história, da literatura, da arte e da cultura brasileira em geral. Pela quantidade e importância, destacam-se os livros de história, de literatura e crítica literária, os relatos de viajantes e missionários e os almanaques e periódicos nacionais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: arquivo pessoal de Carlos Guilherme Mota</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-28T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
