<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 71 to 85.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/licoes-de-mariana-nao-foram-aplicadas-em-brumadinho-dizem-especialistas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos-5-de-outubro-de-2016" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_jornada-biota-sintese" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-biota-sintese" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-videojornada-saguis-da-serra" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-sobre-a-amazonia-comeca-no-dia-14-de-abril" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/biodiversidade-sem-fronteiras" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/informacoes-sobre-biodiversidade-sem-fronteiras-aproveitando-o-big-data-para-o-desenvolvimento-sustentavel-06-de-marco-de-2020-1" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-videojornada-micos-leoes" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/ignacy-sachs-analisa-a-transicao-para-a-era-das-biocivilizacoes" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/polinizadores.html" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/festival-do-mar" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/licoes-de-mariana-nao-foram-aplicadas-em-brumadinho-dizem-especialistas">
    <title>Lições de Mariana não foram aplicadas em Brumadinho, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/licoes-de-mariana-nao-foram-aplicadas-em-brumadinho-dizem-especialistas</link>
    <description>No dia 25 de janeiro deste ano, a indústria de mineração causou o segundo desastre ambiental de grandes proporções em um intervalo de menos de quatro anos. No evento "Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas" especialistas de diversas áreas do conhecimento se reuniram no IEA para discutir as tragédias e o futuro na mineração no Brasil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-brumadinho-pos-mariana/image" alt="Mesa Brumadinho Pós-Mariana" title="Mesa Brumadinho Pós-Mariana" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Da esquerda para a direita: Leandro Luiz Giatti, Pedro Jacobi, Luis Enrique Sánchez, Evangelina Vormittag, Pedro Luiz Côrtes e Alexandre Orlandi Passos</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia 25 de janeiro deste ano, a indústria de mineração causou o segundo desastre ambiental de grandes proporções em um intervalo de menos de quatro anos. O rompimento da Barragem 1 da empresa Vale, na cidade de Brumadinho (MG), já deixou 179 mortos e outros 131 desaparecidos, de acordo com a Defesa Civil de Minas Gerais. Em novembro de 2015, a Barragem de Fundão, em Mariana (MG), gerida pela mineradora Samarco, também rompeu e causou o maior desastre ambiental da históra do Brasil. Lá, 19 pessoas morreram em decorrência do rompimento.</p>
<p dir="ltr">Três anos, dois meses e 20 dias separam as duas tragédias. A proximidade dos fatos gerou revolta na sociedade, mas especialmente entre pesquisadores e especialistas em mineração. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a>, professor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP e coordenador do Grupo de Estudos Meio Ambiente e Sociedade do IEA, acredita que os rompimentos são “desastres anunciados” e precisam ser enxergados pela população como crimes ambientais.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas-14-de-fevereiro-de-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas" class="external-link">Vídeo </a></p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p>• <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/desastre-ambiental-de-mariana" class="external-link">As lições do desastre ambiental de Mariana</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Jacobi foi um dos expositores do evento <i>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas</i>, realizado no IEA no dia 15 de fevereiro para debater o tema sob uma perspectiva interdisciplinar, com apresentações de pesquisadores de diversas áreas. Participaram também <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes">Pedro Luiz Côrtes</a>, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/evangelina-vormittag">Evangelina Vormittag</a>, idealizadora do <a href="https://www.saudeesustentabilidade.org.br/">Instituto Saúde e Sustentabilidade</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-milanez/view">Bruno Milanez</a>, professor do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez">Luis Enrique Sánchez</a>, professor da Escola Politécnica (EP) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-orlandi-passos">Alexandre Orlandi Passos</a>, mestre em Engenharia de Mineração pela EP-USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti">Leandro Luiz Giatti</a>, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e moderador do encontro.</p>
<p dir="ltr">“Vivemos em uma sociedade de riscos; alguns deles incontroláveis, mas outros produzidos pela própria sociedade”, afirmou Jacobi. Para ele, as catástrofes de Mariana e Brumadinho fazem parte deste último grupo, criado pela lógica do sistema capitalista de produção, que constrói relações perversas entre interesses políticos e econômicos, segundo ele. O professor acredita que a receita para o desastre se completa com o desapreço natural dos homens pelos cuidados preventivos: “Somos uma sociedade solidária nas tragédias, mas pouco atenta à prevenção”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-roberto-jacobi/image" alt="Pedro Roberto Jacobi" title="Pedro Roberto Jacobi" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Pedro Jacobi: “Vivemos em uma sociedade de riscos; alguns deles incontroláveis, mas outros produzidos pela própria sociedade”</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Causas técnicas e políticas</strong></p>
<p dir="ltr">Dados precisos sobre as causas do desastre ainda são escassos. No entanto, os pesquisadores lembraram que os esforços com buscas e cuidados imediatos com as vítimas não fatais são mais importantes no momento e demandam maior atenção das autoridades. De acordo com Bruno Milanez, por ser a Vale uma empresa consideravelmente maior e mais complexa que a Samarco, o acesso a dados e informações sobre suas operações acaba sendo dificultado.</p>
<p dir="ltr">Apesar da ausência de confirmações oficiais, Pedro Luiz Côrtes explicou as causas do rompimento sob o ponto de vista geotécnico. Segundo ele, os rejeitos sofreram um processo físico conhecido como “liquefação”, no qual a movimentação das partículas sólidas permite que a água se desloque e funcione como um lubrificante para outras partículas. Durante o rompimento, os rejeitos, que quando parados se comportam como um corpo sólido, passaram a apresentar o comportamento de um fluido e se deslocaram violentamente.</p>
<p dir="ltr">Côrtes contou ainda que a empresa Tüv Süd, responsável pelo último relatório de segurança apresentado à Vale, em agosto de 2018, registrou um Fator de Segurança (FS) de 1,09 para a Barragem 1. Segundo ele, isso significa que, em alguns pontos, a estrutura apresentava resistência somente 9% superior ao valor limite suportado, o que é extremamente baixo. Apesar disso, o relatório da Tüv Süd concluiu que a Barragem 1 se encontrava “estável quanto à liquefação do rejeito”. “Como eles puderam considerar que as condições de segurança estavam adequadas com um Fator de Segurança tão baixo?”, questionou. “Isso mostra que o desastre de Mariana não gerou nenhum impacto positivo nos procedimentos adotados internamente pela Vale.”</p>
<p dir="ltr">Para Milanez, os reais motivos deste tipo de desastre são políticos. Para justificar sua visão, ele apresentou um estudo, realizado por dois pesquisadores canadenses (Davies e Martin), que constrói uma relação causal entre a variação de preços do minério no mercado internacional com a ocorrência dos rompimentos de barragens.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o trabalho, em momentos de elevação dos preços, observa-se também um aumento da urgência dos procedimentos de licenciamento e de execução das obras de infraestrutura, além de um aumento nos custos operacionais. Em momentos de redução dos preços, por outro lado, os pesquisadores observaram maior pressão pela redução dos custos operacionais, que não raramente impulsionavam o corte de gastos em manutenção e segurança. “De modo geral, os pesquisadores concluíram que o risco de rompimento de barragens é superior em momentos de queda de preço do minério”, explicou Milanez.</p>
<p dir="ltr">Segundo ele, a lógica proposta pelos pesquisadores se encaixa perfeitamente no caso do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, que aconteceu justamente após uma forte queda no preço da commodity iniciada em 2005. Outro fato que comprova as raízes políticas e econômicas do desastres, segundo Milanez, é uma alteração na legislação estadual mineira que enfraqueceu e deixou mais permissiva a fiscalização da atividade mineradora. A mudança foi aprovada em 2016, mesmo depois do rompimento da barragem de Mariana.</p>
<p dir="ltr">Tal avaliação dos fatos levam Milanez a citar Erica Schoenberger, engenheira ambiental da Universidade Johns Hopkins, que no artigo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0301420716300782"><i>Environmentally sustainable mining: The case of tailings storage facilities</i></a>, de 2016, escreveu: “Embora o design e construção das barragens de rejeitos seja um desafio técnico, a causa básica de suas falhas são políticas, não técnicas”.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tragedia-em-brumadinho-2/image" alt="Tragédia em Brumadinho 2" title="Tragédia em Brumadinho 2" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Bombeiro buscando sobreviventes em Brumadinho - Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Lições de Mariana para a saúde de Brumadinho</strong></p>
<p dir="ltr">Com mais de cem desaparecidos e parte da cidade ainda tomada pela lama, já é possível afirmar que o desastre de Brumadinho é o rompimento de barragem que mais fez vítimas no mundo. Além das mortes, há danos para a saúde de quem sobreviveu, que, ao menos em parte, já podem ser previstos. Evangelina Vormittag acredita que alguns dos ensinamentos adquiridos em Mariana podem ajudar a remediar parte dos danos dessa nova tragédia. “Todas as repercussões futuras na saúde da população de Brumadinho podem ser evitadas ou tratadas de uma outra forma”, garantiu.</p>
<p dir="ltr">Ela coordenou, em julho de 2016 — oito meses depois do rompimento da Barragem de Fundão —, um estudo sobre a saúde da população da cidade de Barra Longa, vizinha de Mariana. Com somente seis mil habitantes, Barra Longa foi a única das 40 cidades atingidas que teve seu perímetro urbano invadido pela lama proveniente da barragem. Segundo a pesquisadora, a necessidade de limpeza do centro da cidade e a movimentação da lama fez com que os moradores tivessem um contato muito intenso com componentes tóxicos.</p>
<p dir="ltr">A contaminação se deu por três vias principais: pelo contato físico com a lama; pelas vias aéreas, em constante contato com a poluição do ar; e pela ingestão de alimentos plantados em regiões contaminadas, contou Evangelina. Alergias, problemas respiratórios e transtornos mentais foram os distúrbios mais observados pelo grupo de pesquisa. Perguntados sobre os principais sintomas apresentados, os moradores ressaltaram dor de cabeça, tosse, dor nas pernas, ansiedade, coceira, alergia na pele e abatimento. No total, 35,5% afirmaram que sua saúde piorou desde o desastre e 43,5% afirmaram ter tido algum problema de saúde no período.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/leandro-luiz-giatti-1/image" alt="Leandro Luiz Giatti" title="Leandro Luiz Giatti" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Leandro Giatti: “Existe uma questão elementar de concentração de poder pela forma de se apropriar de ciência e tecnologia”</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Pouco menos de um ano depois da primeira pesquisa, em março de 2017, Evangelina conduziu um novo estudo, desta vez analisando a contaminação dos moradores de Barra Longa por metais. Somente 16 amostras foram coletadas, o que, segundo a própria pesquisadora, não é suficiente para comprovar uma contaminação generalizada. Os resultados da análise, entretanto, são sugestivos: os 16 pacientes apresentaram intoxicação por níquel; 13 por arsênio; e 8 por cromo. “Há evidências de intoxicação, sobretudo por níquel, mas o estudo precisa ser ampliado”, afirmou. De acordo com a pesquisadora, todos os pacientes também apresentaram uma deficiência de zinco, que geralmente é associada a problemas de desenvolvimento fetal.</p>
<p dir="ltr">Outro aspecto que compromete sensivelmente o tratamento dos atingidos pela tragédia de 2015 é a falta de amparo por parte da empresa responsável pela barragem. A <a href="https://www.fundacaorenova.org/">Fundação Renova</a>, criada para reparar e gerir os danos causados pelo rompimento da barragem de Mariana, só assume os custos dos tratamentos de saúde de pessoas diretamente atingidas pelo desastre. Evangelina ressaltou, entretanto, que os prejuízos à saúde da população foram gerais e acometeram também os cidadãos que não foram atingidos diretamente pela lama. Este grupo de pessoas permanece desamparado pela Fundação “até que se apresente uma relação causal entre os problemas de saúde e o rompimento da barragem”. Evangelina acredita que o ônus dessa comprovação deve ser da empresa, não dos atingidos.</p>
<p dir="ltr">Mesmo com impacto ambiental significativamente menor, a pesquisadora acredita que a saúde mental dos moradores de Brumadinho será largamente mais prejudicada do que a dos de Mariana, por conta do grande número de vítimas da tragédia mais recente.</p>
<p dir="ltr">O moderador do encontro, Leandro Luiz Giatti, argumentou que um dos mais graves problemas enfrentados pelas populações atingidas por este tipo de catástrofe é a exclusão cognitiva. Ele lembrou o economista português Boaventura de Sousa Santos ao afirmar que “não há justiça social global sem que haja também justiça cognitiva”. Segundo Giatti, isto quer dizer que o problema da exclusão social não é somente que aos mais pobres ficam reservados os piores empregos, salários e moradias, mas que o pensamento destas pessoas não tem espaço entre os tomadores de decisões. “Existe uma questão elementar de concentração de poder pela forma de se apropriar de ciência e tecnologia”, disse.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evangelina-vormittag/image" alt="Evangelina Vormittag" title="Evangelina Vormittag" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Evangelina Vormittag: “Todas as repercussões futuras na saúde da população de Brumadinho podem ser evitadas ou tratadas de uma outra forma”</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Impactos ambientais</strong></p>
<p dir="ltr">Morte de animais, proliferação de insetos que causam doenças e rios contaminados são algumas das consequências ambientais de tragédias como as de Mariana e Brumadinho. Segundo o professor Côrtes, a lama, principalmente depois de seca, promove uma forte impermeabilização do solo e mata a camada superficial biologicamente ativa. Como consequência, a germinação e o florescimento de espécies nativas ficam prejudicados e pode haver falta de alimentos para a fauna da região. A ausência de alimento pode causar morte e migração de animais. Há também uma maior proliferação de insetos, inclusive os transmissores de doenças para seres humanos, como o mosquito <i>Aedes aegypti</i>.</p>
<p dir="ltr">A devastação causada pelos rejeitos da mineração também tem um alto potencial de destruição para os recursos hídricos das regiões atingidas. Assoreamento dos cursos d’água, soterramento de nascentes, turbidez dos rios, redução da oxigenação e da quantidade de luz penetrante dos rios, mortandade da flora e fauna em rios e lagos e modificação da morfologia da região e da capacidade de drenagem dos rios são as consequências mais comuns, de acordo com Côrtes.</p>
<p dir="ltr">Como consequência do desastre de Mariana, por exemplo, o Rio Doce — mais importante rio de Minas Gerais — foi contaminado com uma quantidade enorme de químicos nocivos. Pouco depois do rompimento da Barragem de Fundão, o rio foi dado como morto. A comunidade que tinha nas águas do rio uma fonte de sustento, lazer e cultura ficou desamparada e adoecida pela contaminação da lama. As águas claras foram substituídas por outra de tom avermelhado e praticamente todos os peixes morreram.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tragedia-em-brumadinho/image" alt="Tragédia em Brumadinho" title="Tragédia em Brumadinho" height="331" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Região dominada pela lama proveniente da Barragem 1 em Brumadinho - Foto: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>O futuro e a mineração</strong></p>
<p dir="ltr">Os especialistas presentes no evento foram questionados sobre as lições que foram (ou não) aprendidas com o desastre de Mariana e por que não foram aplicadas em Brumadinho. O professor Luis Enrique Sánchez foi categórico ao dizer que as lições já haviam sido absorvidas antes mesmo do desastre de Mariana; o grande problema, para ele, é que não eram de fato aplicadas. “Há um conjunto de conhecimentos, recomendações e boas práticas codificado em diversas publicações científicas que precisa ser aplicado adequadamente”, criticou.</p>
<p dir="ltr">Segundo o professor, existem agora quatro respostas possíveis para a tragédia do rompimento da barragem de Brumadinho: técnica, buscando a revisão de protocolos e aprimoramento de ferramentas; regulatória, a fim de propor novos requisitos e exigências; legal, atribuindo responsabilidades e proibições; e gerencial, garantindo melhores controles internos e auditorias.</p>
<p dir="ltr">Todos os presentes também se mostraram descrentes com a funcionalidade do modelo de autofiscalização aplicado pelas mineradoras, no qual as próprias empresas escolhem os agentes que fiscalizam suas atividades. “Isso já se mostrou impraticável no Brasil, tem que ser revisto, mas não parece estar sendo discutido”, argumentou Bruno Milanez. “Em 2014 houve um rompimento em uma barragem da empresa Herculano Mineração que meses antes havia sido considerada estável por um auditor; em 2015 aconteceu o mesmo com a barragem da Samarco, que meses antes havia sido considerada estável por auditoria; e agora, mais uma barragem considerada estável pela Vale se rompeu.”</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><dl class="image-inline captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-luiz-cortes-1/image" alt="Pedro Luiz Côrtes" title="Pedro Luiz Côrtes" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Pedro Luiz Côrtes: ''O desastre de Mariana não gerou nenhum impacto positivo nos procedimentos adotados internamente pela Vale''</dd>
</dl></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Milanez ressaltou ainda a necessidade de discutir novas maneiras de explorar, que respeitem e incluam as populações adjacentes, inclusive em seu direito de negar a presença de uma operação de mineração onde quer que seja: “É fundamental garantir que as populações atingidas participem do debate, decidam se elas querem ou não que a mineração aconteça e como ela vai se dar no local”.</p>
<p dir="ltr">Para Alexandre Orlandi Passos, a mineração deve ser atualizada para um modelo que contribua para o desenvolvimento social da região. “Você não constrói isso simplesmente fazendo extrativismo do século 18, como é feito até hoje”, defendeu. Os rejeitos, que hoje são empilhados em barragens “que são como bombas-relógio”, podem ter outras finalidades ambientalmente mais responsáveis, segundo ele. “É possível construir grandes estruturas de gestão hídrica, mas também já existem projetos que transformam os rejeitos em telhas, bloquetes e até madeira artificial para construção de móveis”, explicou. Os destinos alternativos, entretanto, raramente são escolhidos sob a alegação de que a produção de rejeitos é muito superior à capacidade de processamento destes mecanismos.</p>
<p dir="ltr">Mudanças no modelo de governança tanto das empresas quanto do Estado se fazem necessárias para evitar novas tragédias, acredita Pedro Jacobi. Para ele, é necessário haver maior transparência por parte das empresas, maior controle social das atividades de mineração por parte do Estado e forte pressão social por legislação preventiva, muito mais eficiente, rigorosa e punitiva. As medidas são, na opinião do professor, ainda mais necessárias no atual contexto de instalação de um novo governo no Brasil, que “tem uma visão predatória dos avanços ambientais”.</p>
<p dir="ltr">Jacobi ressaltou que a academia também tem uma função importante no processo de conscientização frente ao descaso: “O papel da universidade em momentos como o presente é garantir que corações e mentes se sensibilizem com o fato de que estamos nas mãos de agentes econômicos e governos que desprezam as vidas humanas”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Victor Matioli/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-25T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos-5-de-outubro-de-2016">
    <title>Legislação e Governança Ambiental: Avanços e Retrocessos - 5 de outubro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos-5-de-outubro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_jornada-biota-sintese">
    <title>Jornada Biota Síntese (Segunda Reunião)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_jornada-biota-sintese</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Visando atender o tempo político acordado a coordenação do Síntese decidiu por uma dinâmica de pré-Síntese, um simulado mais rápido da metodologia “clássica” dos processos de Síntese Científica. A pré-Síntese terá duas ou três reuniões presenciais. A primeira reunião foi realizada no IEA/USP nos dias 2 e 3 de maio de 2022.</p>
<p>Os objetivos da pré-Síntese como um todo e da primeira reunião em específico, incluem:</p>
<ul>
<li>Testar a primeira fase do processo de síntese (reunião 1: download, colheita e priorização de sugestões, discussão e encaminhamento) com uma dinâmica que abrange as seguintes fases: chegança, combinados, download, colheita individual de sugestões, mapa coletivo de sugestões, priorização, discussão e planejamento em grupo, reagrupamento, plenária de discussão conjunta e encaminhamento;</li>
<li>Dar o primeiro passo para atender a demanda específica da SIMA/Tani quanto ao eixo 4 do PAC-SP 2050: fundamentação e plano estratégico da restauração de 1.5Mha de vegetação nativa em SP até 2050, visando término do processo em final de junho de 2022</li>
<li>Coletar as informações e os materiais necessários para que um grupo de modelagem e pesquisa, formado por voluntários e/ou pesquisadores do Síntese façam análises e complementações visando a próxima etapa da pré-Síntese, prevista com intervalo de 3 a 4 semanas.</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-13T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-biota-sintese">
    <title>Jornada Biota Síntese (Primeira Reunião)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-biota-sintese</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Visando atender o tempo político acordado a coordenação do Síntese decidiu por uma dinâmica de pré-Síntese, um simulado mais rápido da metodologia “clássica” dos processos de Síntese Científica. A pré-Síntese terá duas ou três reuniões presenciais, sendo a primeira com dois dias consecutivos realizados no IEA/USP nos dias 02 e 03.05.2022.</p>
<p>Os objetivos da pré-Síntese como um todo e da primeira reunião em específico, incluem:</p>
<ul>
<li>Testar a primeira fase do processo de síntese (reunião 1: download, colheita e priorização de sugestões, discussão e encaminhamento) com uma dinâmica que abrange as seguintes fases: chegança, combinados, download, colheita individual de sugestões, mapa coletivo de sugestões, priorização, discussão e planejamento em grupo, reagrupamento, plenária de discussão conjunta e encaminhamento;</li>
<li>Dar o primeiro passo para atender a demanda específica da SIMA/Tani quanto ao eixo 4 do PAC-SP 2050: fundamentação e plano estratégico da restauração de 1.5Mha de vegetação nativa em SP até 2050, visando término do processo em final de junho de 2022</li>
<li>Coletar as informações e os materiais necessários para que um grupo de modelagem e pesquisa, formado por voluntários e/ou pesquisadores do Síntese façam análises e complementações visando a próxima etapa da pré-Síntese, prevista com intervalo de 3 a 4 semanas.</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-13T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-videojornada-saguis-da-serra">
    <title>IV Videojornada da Operação Primatas: Saguis-da-serra - Invadidos por seus Parentes, Refugiados sem Território</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iv-videojornada-saguis-da-serra</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalisar a implementação dos <a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/planos-de-acao-nacional?option=com_icmbio_fauna_brasileira&amp;task=listaPlanoAcao">Planos de Ação Nacionais</a> para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).<span> </span></p>
<p>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.<span> </span></p>
<p>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa.</p>
<p>Nesta quarta edição o foco estará nos saguis-da-serra (<a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7198-mamiferos-callithrix-aurita-sagui-da-serra-escuro"><i>Callithrix aurita</i></a> e <a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/estado-de-conservacao/7201-mamiferos-callithrix-flaviceps-sagui-da-serra-claro"><i>Callithrix flaviceps</i></a>), destacando projetos e trabalhos para sua conservação.</p>
<p>Será apresentado um panorama sobre a situação desses animais, o <span id="docs-internal-guid-602b61b3-7fff-325b-7788-77162166da31"><a href="https://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/planos-de-acao/8330-plano-de-acao-nacional-para-a-conservacao-dos-primatas-e-preguica-mata-atlantica"><span> </span><span>Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-coleira</span></a> </span>que trata das estratégias para sua conservação e o estudo de prioridades sobre seu comportamento e seu manejo populacional.<span> </span></p>
<p>Serão também apresentados e discutidas estratégias para o manejo dessas espécies e por fim será entregue ao final desse encontro o Prêmio Operação Primatas à distinguida personalidade que vem se dedicando à décadas, com afinco e eficiência à proteção dos macacos brasileiros</p>
<p>Ao final desse encontro, será entregue o terceiro Prêmio Operação Primatas ao Dr. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alcides-pissinatti" class="external-link">Alcides Pissinatti,</a> Chefe do Centro de Primatologia do Rio de Janeiro (CPRJ/INEA) e ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr), em reconhecimento a todas suas contribuições para a conservação de primatas no Brasil.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-sobre-a-amazonia-comeca-no-dia-14-de-abril">
    <title>Inscrições para curso sobre a Amazônia terminam em 8 de abril</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-sobre-a-amazonia-comeca-no-dia-14-de-abril</link>
    <description>Objetivo do curso é promover a formação multidisciplinar sobre temas relevantes para a compreensão do contexto atual da região amazônica.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-e71a752fd5154484a75ee538a4055cce kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-e71a752fd5154484a75ee538a4055cce">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/florestaamazonia2.jpg" style="float: right; " title="florestaamazonia2.jpg" class="image-right" alt="florestaamazonia2.jpg" />Termina no dia 8 de abril (quarta-feira) o prazo para inscrição na seleção de alunos do curso de extensão<i> </i><i>Diálogos sobre a Amazônia na Contemporaneidade: Ateliê de Ideias e Propostas</i>, que terá a primeira de suas seis aulas no dia 14 de abril, às 14h, no IEA.</p>
<p>O objetivo central do curso é a formação multidisciplinar sobre temas relevantes para a compreensão do contexto atual da região amazônica. Os objetivos específicos são:</p>
<ul>
<li>a criação de um espaço de debate e construção de conhecimento por meio de um ateliê de ideias;</li>
<li>a apresentação dos problemas contemporâneos da região amazônica e das soluções para sua resolução (soluções já em prática e/ou propostas de soluções inovadoras);</li>
<li>a articulação com especialistas sobre o tema;</li>
<li>a elaboração de um dossiê com artigos sobre o tema para a <a class="external-link" href="http://each.uspnet.usp.br/rgpp/index.php/rgpp">Revista Gestão de Políticas Públicas (RGPP)</a>.</li>
</ul>
</div>
<p>Os candidatos devem ser pós-graduados ou pós-graduandos (stricto sensu ou lato sensu) e preencher a <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1bTngZC-I_giuj-7B3vrxPxScHsEEoNE6ye8qAEAxT0A/viewform" target="_blank">ficha de inscrição</a> disponível online. A seleção para as 40 vagas disponíveis será feita com base no conteúdo das fichas de inscrição e o resultado será comunicado por e-mail. O acompanhamento presencial do curso dará direito a certificado de participação a quem tiver no mínimo 75% de presença.</p>
<p>Com exceção da primeira, as demais aulas serão sempre às segundas-feiras, das 14 às 17 horas, nos dias 11 e 25 de maio e 1º, 8 e 22 de junho. Todas as aulas serão transmitidas<span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> </span><span>pela web.</span></p>
<p>Alguns dos temas propostos para discussão são:</p>
<ul>
<li>educação para a sustentabilidade;</li>
<li>economia tradicional X economia verde;</li>
<li>biodiversidade e água;</li>
<li>mudança climática;</li>
<li>cidades (Amazônia urbanizada);</li>
<li>fronteira (segurança e fluidez).</li>
</ul>
<p><span>A aula inaugural, no dia 14 de abril, às 14h, será uma mesa-redonda sobre </span><i>Políticas Públicas, Desmatamento e Ordenamento Territorial</i><span> com </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade/integrantes" class="external-link" target="_blank">Neli Aparecida de Mello-Théry</a><span> (EACH, IEA e Procam-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/luiz-carlos-beduschi-filho" class="external-link" target="_blank">Luiz Carlos Beduschi Filho</a><span> - (IEE, IEA e Procam-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/joao-paulo-ribeiro-capobianco" class="external-link">João Paulo Capobianco</a><span> (IDS)</span><span>.</span></p>
<p>O curso é uma realização do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) e do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade</a> do IEA. <span>Os coordenadores são Neli Aparecida, Beduschi Filho, Capobianco e Juliana Cassano Cibim (também do IDS).</span></p>
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>Diálogos sobre a Amazonia na Contemporaneidade: Ateliê de Ideias e Propostas — 1ª aula</strong></i></div>
<div id="_mcePaste">14 de abril, às 14 horas</div>
<div>Curso para pós-graduados e pós-graduandos selecionados a partir <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1bTngZC-I_giuj-7B3vrxPxScHsEEoNE6ye8qAEAxT0A/viewform" target="_blank">ficha de inscrição</a> enviada até 8 de abril</div>
<div id="_mcePaste">Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br />Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a></div>
<div id="_mcePaste">Informações: Claudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 ou e-mail <a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a></div>
<div id="_mcePaste">Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dialogos-amazonia" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/dialogos-amazonia</a></div>
<div></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Arquivo IEA-USP</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-01T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/biodiversidade-sem-fronteiras">
    <title>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/biodiversidade-sem-fronteiras</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="https://www.gbif.org/">Global Biodiversity Information Facility</a> (GBIF) é uma infraestrutura internacional de rede e pesquisa financiada pelos governos do mundo e destinada a fornecer a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso aberto a dados sobre todos os tipos de vida na Terra.</p>
<p>A palestra vai apresentar uma introdução ao GBIF: a história da rede intergovernamental, sua estrutura, seus participantes e ferramentas; tipos, volume e distribuição de dados agregados e livremente disponibilizados por meio do plataforma GBIF.org. O envolvimento do Brasil no GBIF desde a adesão do país na rede em 2012, até a posição atual em que o Brasil ocupa o terceiro lugar mundial entre o países que publicam pesquisas utilizando dados do GBIF, e o quarto lugar entre os países que solicitam downloads do plataforma GBIF.org.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"></span> <span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>A apresentação vai abordar uma análise temática dos usos do GBIF tanto na pesquisa quanto nas políticas internacionais. Ressalta a importância dos dados primários sobre a biodiversidade (informação sobre a ocorrência de organismos no tempo e no espaço), compartilhados e livremente disponíveis, para informar políticas e decisões no âmbito da agenda internacional do desenvolvimento sustentável. Isto inclui não somente metas sobre a conservação e uso sustentável da biodiversidade terrestre e aquática, mas também metas nas áreas de mudanças climáticas, da segurança alimentar e da saúde humana, entre outras.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"></span> <span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>A palestra irá também ressaltar alguns dos desafios continuados do GBIF, entre eles a questão de qualidade de dados, lacunas e vieses, a participação em todas as regiões internacionais, e a vontade de compartilhar dados.</p>
<p><span><strong>Exposição:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tim-hirsch" class="external-link">Tim Hirsch</a> (GBIF)</p>
<p><span><strong>Coordenação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a><span> (Grupo de Estudo Saúde Planetária, IEA USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-21T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/informacoes-sobre-biodiversidade-sem-fronteiras-aproveitando-o-big-data-para-o-desenvolvimento-sustentavel-06-de-marco-de-2020-1">
    <title>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável - 06 de março de 2020</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/informacoes-sobre-biodiversidade-sem-fronteiras-aproveitando-o-big-data-para-o-desenvolvimento-sustentavel-06-de-marco-de-2020-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-06T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-videojornada-micos-leoes">
    <title>III Videojornada da Operação Primatas: Micos-Leões - Quanto Avançamos e o que Falta para Salvá-los da Extinção?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-videojornada-micos-leoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos Planos de Ação Nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiverside (ICMBio).<span> </span></p>
<p>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.<span> </span></p>
<p>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa. Nesta segunda edição, o foco será nos primatas amazônicos, destacando projetos e trabalhos para a sua conservação.<span> </span></p>
<p>A Amazônia brasileira abriga mais de 100 espécies de primatas, com novas sendo descobertas a cada ano. Destas, 16 estão ameaçadas extinção, principalmente aquelas que ocorrem ao longo da região conhecida como arco do desmatamento. As queimadas que destroem essas florestas, aumentam os riscos para estes primatas.</p>
<p>Nesta terceira edição, o foco será nos micos-leões, destacando o histórico dos esforços, as iniciativas em andamento e as prioridades para a sua conservação.</p>
<p>As quatro espécies de micos-leões são endêmicas da Mata Atlântica brasileira e estão Em Perigo de extinção devido principalmente à redução, degradação e fragmentação de seus habitats. Entretanto, outras ameaças como a apanha, o tráfico, espécies invasoras e doenças como a febre amarela também impactam suas populações. Os trabalhos para a salvar os micos-leões da extinção podem ser considerados um caso de sucesso em conservação de espécies ameaçadas, tendo inspirado diversas iniciativas similares no Brasil e no mundo.</p>
<p>Pela primeira vez, o evento será dividido em duas tardes, nos dias 10 e 11 de dezembro, entre 14h e 17:30, possibilitando um número maior de apresentações e um maior tempo para debates.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-23T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos">
    <title>II Vídeojornada da Operação Primatas: Desafios para a Conservação de Primatas Amazônicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-videojornada-primatas-amazonicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>O Brasil possui a maior riqueza de primatas no mundo, com cerca de 150 espécies. Destas, 35 estão  ameaçadas de extinção, sendo 6 Criticamente em Perigo, devido ao desmatamento e à caça, entre outros impactos. A Operação Primatas é uma iniciativa interinstitucional que se propõe a catalizar a implementação dos Planos de Ação Nacionais para a conservação das espécies ameaçadas, coordenados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiverside (ICMBio).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Essa atuação consiste na divulgação de informações e no apoio a ações efetivas para a reversão desse quadro, sempre em colaboração com as instituições e profissionais que trabalham para a conservação dos primatas no Brasil. Com essa finalidade, a Operação Primatas elegeu como de alta prioridade as ações em relação às espécies de primatas mais ameaçadas de extinção, especialmente aquelas cuja sobrevivência está em situação crítica.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>As videojornadas da Operação Primatas têm como finalidade apresentar as ações práticas e discutir as prioridades desta iniciativa. Nesta segunda edição, o foco será nos primatas amazônicos, destacando projetos e trabalhos para a sua conservação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A Amazônia brasileira abriga mais de 100 espécies de primatas, com novas sendo descobertas a cada ano. Destas, 16 estão ameaçadas extinção, principalmente aquelas que ocorrem ao longo da região conhecida como arco do desmatamento. As queimadas que destroem essas florestas, aumentam os riscos para estes primatas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Nesta II Videojornada da Operação Primatas, o Instituto de Estudos Avançados da USP e o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros do ICMBio recebem alguns dos mais experientes e atuantes pesquisadores brasileiros que trabalham pela conservação dos primatas da Amazônia. Após as apresentações, haverá oportunidade para discussão dessas iniciativas e das prioridades para a conservação dos primatas amazônicos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">O encerramento contará com os comentários da Prof Dra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, professora da Universidade de Winconsin, Presidente da Sociedade Internacional de Primatologia e homenageada com o primeiro Prêmio Operação Primatas durante a I Videojornada.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-14T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ignacy-sachs-analisa-a-transicao-para-a-era-das-biocivilizacoes">
    <title>Ignacy Sachs analisa a mudança rumo à era das biocivilizações</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ignacy-sachs-analisa-a-transicao-para-a-era-das-biocivilizacoes</link>
    <description>Pesquisador considera que estamos na terceira grande transição na coevolução da espécie humana com a biosfera.


</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ignacysachs2.jpg" title="ignacysachs2.jpg" align="right" height="340" width="180" vspace="5" alt="ignacysachs2.jpg" hspace="5" />"Estamos no início da saída gradual da era do petróleo. Essa mudança é motivada pela necessidade de mitigar as mudanças climáticas e facilitada pela eminência do pico do preço do petróleo." A afirmação é do economista e sociólogo Ignacy Sachs, professor emérito da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, França, e pesquisador visitante do IEA. No dia 10 de dezembro, às 10h, no IEA, Sachs tratará dessa questão na conferência "A Grande Transição — As Biocivilizações do Futuro".</p>
<p style="text-align: justify; ">Sachs considera esta a terceira grande transição na longa história da coevolução da espécie humana com a biosfera, depois da revolução neolítica há 12 mil anos, marcada pela domesticação de vegetais e animas, e da era das energias fósseis, iniciada há três séculos.</p>
<p style="text-align: justify; ">"Convém buscar soluções simultâneas à ameaça de mudanças climáticas deletérias e possivelmente irreversíveis, ao avanço das desigualdades sociais e ao déficit crônico e grave de oportunidades de trabalho decente", alerta o economista.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para que a humanidade tenha êxito na busca dessas soluções, "devemos examinar até onde podemos avançar na construção de biocivilizações modernas, baseadas na captação de energia solar pela fotossíntese e no uso múltiplo de biomassas como alimento humano, ração animal, adubo verde, bioenergias, materiais de construção, fármacos e cosméticos".</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Sachs, as vantagens comparativas naturais dos países tropicais devem ser potencializadas pela pesquisa e pela organização social apropriada do processo produtivo: "A pesquisa deve explorar o trinômio biodiversidade—biomassas—biotecnologias, estas últimas aplicadas nas duas pontas do processo produtivo em busca de soluções intensivas em conhecimentos e mão-de-obra e poupadoras de recursos naturais e financeiros".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biocombustíveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Petróleo</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-12-01T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis">
    <title>I Videojornada da Operação Primatas: Abordagens para a Conservação dos Muriquis </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/i-videojornada-muriquis</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil possui 150 espécies de primatas, 36 delas ameaçadas e 6 criticamente ameaçadas de extinção. <a class="external-link" href="https://www.icmbio.gov.br/portal/ultimas-noticias/20-geral/10245-programa-protege-primatas-do-rio-jequitinhonha">Operação Primatas</a> é uma organização sem fins lucrativos que se propõe a divulgar essa informação e buscar garantir a realização de ações que revertam esse quadro, assim como colaborar e incentivar a todos que trabalham na proteção de macacos do Brasil. Para tanto foram eleitos como de alta prioridade as 6 espécies cuja sobrevivência estão em situação mais crítica.</p>
<p>Este seminário tem como finalidade expor os objetivos e contar um pouco do que faz na prática a Operação Primatas. E, de forma mais detalhada, apresentar os trabalhos existentes para a recuperação dos Muriquis (<i>Brachyteles arachnoides</i>), o maior macaco das Américas, exclusivo da Mata Atlântica, em estado crítico de extinção.</p>
<p>Na ocasião, haverá uma Palestra Magna de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-strier" class="external-link">Karen Strier</a>, presidente da International Primatology Society, professora da Universidade de Wisconsin, e maior especialista mundial no estudo dos muriquis, que se dedica a essa pesquisa há 40 anos na RPPN da Fazenda Montes Claros em Caratinga/MG. Strier tem várias publicações basilares sobre esse trabalho e continua firme semeando sua expertise para o salvamento dessa espécie. Neste encontro, será oferecido a ela, pela primeira vez, o recém-criado prêmio da Operação Primatas.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><b>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Food safety</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Primatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-15T11:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/polinizadores.html">
    <title>Grupo lança livro sobre polinizadores do Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/polinizadores.html</link>
    <description>A Editora da USP (Edusp) lançou este mês o livro "Polinizadores do Brasil — Contribuição e Perspectivas para a Biodiversidade, Uso Sustentável, Conservação e Serviços Ambientais", organizado por Vera Lucia Imperatriz-Fonseca, Dora Ann Lange Canhos, Denise de Araujo Alves e Antonio Mauro Saraiva</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div align="center">
<div align="left">
<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:160px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/livropolinizadoresdobrasil.jpg/image" alt="Polinizadores do Brasil: Contribuição e Perspectivas para a Biodiversidade, Uso Sustentável, Conservação e Serviços Ambientais" title="Polinizadores do Brasil: Contribuição e Perspectivas para a Biodiversidade, Uso Sustentável, Conservação e Serviços Ambientais" height="227" width="160" align="right" hspace="5" vspace="5" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:160px;">Capa do livro Polinizadores do Brasil: Contribuição e Perspectivas para a Biodiversidade, Uso Sustentável, Conservação e Serviços Ambientais. Organizadores: Vera Lucia Imperatriz-Fonseca, Dora Ann Lange Canhos, Denise de Araujo Alves e Antonio Mauro Saraiva</dd>
</dl>A Editora da USP (Edusp) lançou este mês o livro "Polinizadores do Brasil — Contribuição e Perspectivas para a Biodiversidade, Uso Sustentável, Conservação e Serviços Ambientais", organizado por Vera Lucia Imperatriz-Fonseca, Dora Ann Lange Canhos, Denise de Araujo Alves e Antonio Mauro Saraiva.</p>
<p style="text-align: justify; ">O livro conta com 23 artigos redigidos por 85 pesquisadores de 36 instituições científicas brasileiras. É resultado do trabalho do Grupo de Pesquisa de Serviços de Ecossistemas, dedicado ao estudo da situação dos polinizadores no Brasil, seu impacto na agricultura, na biodiversidade e no agronegócio.</p>
<p style="text-align: justify; ">O volume trata da conservação de biomas, de síndromes de polinização, de polinizadores vertebrados e das abelhas, que são os polinizadores mais utilizados na agricultura. Outro tema presente é a modelagem climática, com um resumo sobre o que se conhece sobre o assunto e a apresentação de três estudos de caso. Os autores também propõem uma proposta de estratégia de desenvolvimento da área.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com 488 páginas e preço de R$ 120,00, o livro pode ser adquirido no <a></a>e lojas da Edusp e também em outras livrarias.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-06-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/festival-do-mar">
    <title>Festival do Mar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/festival-do-mar</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>Mostra de Filmes do Mar</span></strong></p>
<p><span>O  Festival do Mar é um festival audiovisual com produções nacionais que  abordam os mares, sua conservação e importância para o equilíbrio  ecológico do planeta. O evento acontecerá durante os dias 05, 06 e 07 de  agosto de 2022 com programação presencial nas cidades de Santos e  Guarujá, no litoral paulista.</span><br /><br /><span>A  primeira edição do Festival contará com a presença de convidados  especiais, além de sessões de cinema com produções audiovisuais  brasileiras que contemplam os mares e oceanos, utilizando diferentes  linguagens cinematográficas como documentários e curtas de animação.</span></p>
<p><span><span><span>São filmes em diversos formatos,  documentário e animação,  dirigidos por Amyr Klink, David Schurmann,  Lawrence Wahba, João Lara  Mesquita, Bhig Villas Bôas, Quico Meirelles,  Breno Silveira, entre  outros.</span></span></span></p>
<p><span><span>Lembrando  sempre da necessidade de estarmos conectados com a força dos mares e  com as pautas de preservação dessa imensidão que está a nossa disposição  e que precisa de cuidados, o <span>Festival do Mar</span> apresenta produções audiovisuais brasileiras que tem em suas narrativas  a conexão com o mar e seus elementos. </span></span></p>
<p><span><span><span>A abertura do festival será realizada no  dia 05 de agosto, com início às 14h. O painel de abertura<i> “Conferência de Lisboa das Nações Unidas sobre os Oceanos. Para onde  estamos navegando?”</i> será mediado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a>, professor titular  do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO/USP),  coordenador da <a class="external-link" href="http://catedraoceano.iea.usp.br/">Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano </a><span class="external-link">do IEA</span> e  representante brasileiro na Conferência dos Oceanos.</span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><span><a href="https://www.festdomar.com.br/_files/ugd/33a491_12a27ae6b380447bbc85ccd7f00d7f26.pdf" target="_blank"><span><span><span>Baixar Apresentação do BOOK 2022 AQUI</span></span></span></a></span></span></span></span></span></p>
<div class="_3bcaz _2Hij5" id="comp-l59t6e81">
<h3>Transmissão:</h3>
<p><span>A abertura será <a class="external-link" href="https://youtu.be/qDPBQPRCkuc">transmitida  on-line no YouTube</a> da Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-02T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea">
    <title>Fapesp aprova projeto Biota Síntese, com sede no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea</link>
    <description>O ecólogo Jean Paul Metzger será o responsável pelo projeto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-1/image" alt="Jean Paul Walter Metzger" title="Jean Paul Walter Metzger" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">O ecólogo Jean Paul Metzger</dd>
</dl>A partir de 2021, o IEA será sede do Biota Síntese, um Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza. O projeto é <a class="external-link" href="https://fapesp.br/14690/fapesp-divulga-resultados-da-chamada-ciencia-para-o-desenvolvimento">um dos 12 aprovados da chamada Ciência para o Desenvolvimento</a>, lançada pela Fapesp ainda em 2019 e divulgada no dia 22 de dezembro deste ano.<br /><br />O Biota Síntese mobilizará 27 instituições parceiras na análise e síntese de soluções baseadas na natureza, para dar respostas a desafios da agricultura sustentável, segurança hídrica e controle de zoonoses.<br /><br />O ecólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> será o responsável pelo projeto no IEA. Metzger já é coordenador do Grupo de Pesquisa Serviço dos Ecossistemas do IEA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-23T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
