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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 81 to 95.
        
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    <title>Em novo livro, Walter Neves apresenta um panorama de 45 anos de suas pesquisas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/201cexplorando-o-passado-humano-depoimentos-e-aventuras-do-arqueologo-que-revelou-luzia-ao-mundo201d</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-explorando-o-passado-humano" alt="Capa do livro &quot;Explorando o Passado Humano&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Explorando o Passado Humano&quot;" /></p>
<p>É algo bastante raro que o público brasileiro interessado na evolução da ciência tenha a oportunidade de conhecer a autobiografia científica de um pesquisador do país. Mais raro ainda é quando a obra se revela, ao mesmo tempo, instrutiva, cientificamente rigorosa e de leitura envolvente.</p>
<p>Mas não se poderia esperar menos do antropólogo e arqueólogo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pessoas/pasta-pessoaw/walter-neves" class="external-link">Walter Neves</a>, professor sênior do IEA, um cientista sempre comprometido com a divulgação científica ao longo de sua carreira.</p>
<p>O resultado é seu novo livro, <strong>“</strong><a class="external-link" href="https://www.finotracoeditora.com.br/explorando-o-passado-humano-depoimentos-e-aventuras-do-arqueologo-que-revelou-luzia-ao-mundo">Explorando o Passado Humano: Depoimentos e Aventuras do Arqueólogo que Revelou Luzia ao Mundo</a><strong>”</strong> (Fino Traço Editora, 168 páginas, R$ 58,50), lançado nesta sexta-feira, 6 de março.</p>
<p>Neves é popularmente conhecido como o “pai de Luzia”, por ter sido responsável pelo resgate (em 1995), estudo, datação e batismo do crânio humano de cerca de 11,5 mil anos que permanecia esquecido em um depósito do Museu Nacional, guardado em um simples saco de supermercado.</p>
<p>O fóssil havia sido descoberto em 1975 no sítio Lapa Vermelha IV, em Pedro Leopoldo (MG), pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire, sendo posteriormente encaminhado ao museu.</p>
<p>“Explorando o Passado Humano” preenche lacunas importantes ao apresentar ao público em geral outras pesquisas paleoantropológicas de grande relevância realizadas por Neves e por seus parceiros e colaboradores no Brasil e no exterior.</p>
<p>No prefácio, Neves afirma que a ideia foi contar “causos”. A partir do relato dos projetos nas áreas de arqueologia e antropologia que desenvolveu nos últimos 45 anos, procurou apresentar conhecimentos dessas áreas ao leitor. Os projetos servem para ilustrar diversos conceitos fundamentais e revelar um pouco dos bastidores da pesquisa, inclusive destacando personagens anônimos que participaram dos trabalhos, para que não se percam na história. O tratamento é temático, e não cronológico, embora haja certa lógica temporal dentro de cada tema.</p>
<p>A obra, porém, não se restringe aos “causos”. Conhecido também por sua defesa incisiva de melhores condições para o trabalho científico no país, Neves dedica os dois primeiros capítulos às dificuldades existentes nas universidades e à obtenção de verbas para pesquisa.</p>
<p>Ele aponta três problemas nas universidades. Um deles é o fato de que “as atividades-meio [funcionários administrativos] predominam sobre as atividades-fim [professores e pesquisadores]”, com uma burocracia ineficiente e, em sua opinião, marcada por desvios de conduta. Em relação ao trabalho docente, Neves questiona a isonomia salarial entre professores no mesmo nível da carreira, o que, segundo ele, beneficia docentes com baixa produtividade científica e de ensino. Também critica o fato de a progressão na carreira não ser acompanhada pela concessão de maior estrutura de apoio: “Sempre digo que, se eu dispusesse de apenas uma secretária ou um auxiliar administrativo, teria produzido duas vezes mais do que produzi.”</p>
<p>No capítulo dedicado ao financiamento da pesquisa, Neves afirma que, apesar de tudo, o Brasil dispõe, no nível federal, de um sistema de ciência e tecnologia relativamente avançado para um país emergente. No entanto, esse sistema é afetado pela inconstância dos recursos, que variam de acordo com a importância atribuída à ciência e com as prioridades de cada governo. Somam-se a isso os cortes orçamentários estabelecidos pelo Congresso e a redução do fluxo contínuo de financiamento (modalidade em que o pesquisador pode submeter projetos a qualquer momento), muitas vezes substituído por editais esporádicos.</p>
<p>Quanto ao financiamento concedido pela Fapesp, Neves destaca a garantia orçamentária da fundação (1% da arrecadação do ICMS do estado de São Paulo), os procedimentos rigorosos de avaliação dos projetos e os complementos à verba básica aprovada, como a reserva técnica para infraestrutura e benefícios adicionais destinados ao custeio de viagens, participação em congressos e estágios de curta duração no exterior.</p>
<p>Ele lamenta, contudo, que, assim como as agências federais, a Fapesp não conceda recursos para apoio administrativo, pois pressupõe que essa estrutura seja fornecida pela instituição do pesquisador, o que, segundo ele, raramente ocorre de forma adequada. Neves também questiona o fato de as universidades paulistas ficarem com 20% dos recursos obtidos pelos projetos, sob o argumento de custear a infraestrutura institucional oferecida ao pesquisador, o que considera uma falácia.</p>
<p>Ainda assim, graças ao apoio da Fapesp, ele afirma que “qualquer pesquisador minimamente arejado”, vinculado a uma instituição de ensino e pesquisa paulista, “pode trabalhar como se estivesse no mundo desenvolvido”.</p>
<h3><strong>Os “causos”</strong></h3>
<p>Não cabe aqui detalhar os “causos” relatados nos demais 11 capítulos do livro, mas apenas indicar os principais objetivos e resultados das pesquisas. O leitor não familiarizado com o trabalho de Neves terá o privilégio de conhecê-los diretamente por meio de sua narrativa viva, clara e entusiasmada, descobrindo tanto a satisfação proporcionada pelas descobertas quanto as dificuldades e bastidores do trabalho científico.</p>
<p>Neves inicia o relato de sua trajetória profissional falando de sua adolescência como empregado da Rolls-Royce em São Bernardo do Campo e de seu ingresso, em 1978, como técnico de laboratório no antigo Instituto de Pré-História da USP, incorporado ao Museu de Arqueologia e Etnologia em 1989. Ali passou a se interessar por bioantropologia, arqueologia e divulgação científica.</p>
<p>Ainda nesse período, formou-se em biologia, tornou-se pesquisador, iniciou o mestrado em biologia evolutiva, realizou estágio na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, e deu início ao doutorado sobre os sambaquis do Paraná e de Santa Catarina.</p>
<p>Mesmo após ser demitido do Instituto de Pré-História em 1985 (“com o apoio, se não com o incentivo, dos corvos da instituição”, em suas palavras) por uma diretora que havia assumido o cargo seis meses antes, Neves conseguiu realizar um curto pós-doutorado em universidades dos Estados Unidos graças a uma liminar judicial. De volta ao Brasil, realizou arqueologia de contrato no rio Xingu e passou a atuar no Museu Paraense Emílio Goeldi.</p>
<p>O capítulo 4 detalha suas pesquisas em sambaquis no litoral sul do Brasil durante o doutorado, ainda como pesquisador do Instituto de Pré-História. O capítulo seguinte relata o trabalho de arqueologia de contrato realizado por ele e por Solange Caldarelli, também demitida do instituto, no rio Xingu, onde o governo federal pretendia construir duas grandes hidrelétricas — Kararaô e Babaquara —, o que exigia um amplo programa de salvamento arqueológico. O projeto, porém, foi cancelado quando o governo desistiu das obras diante de pressões nacionais e internacionais. Somente na década de 2010 seria construída a Usina de Belo Monte, sucessora do projeto de Kararaô.</p>
<p>Os trabalhos mais importantes desenvolvidos por Neves no período em que esteve vinculado ao Museu Paraense Emílio Goeldi, a partir de 1986, são descritos nos capítulos 6 a 8. Entre eles estão as escavações no sítio da Guerra de Canudos, realizadas a convite do reitor da Universidade Federal da Bahia; os projetos desenvolvidos com a arqueóloga Maria Antonieta Costa Junqueira sobre populações pré-históricas do Deserto de Atacama, no Chile; e um grande projeto de antropologia ecológica no município de Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó.</p>
<p><strong>O povo de Luzia</strong></p>
<p>As pesquisas que levaram à datação do crânio de Luzia e à sua caracterização, por meio de estudos morfológicos, como paleoamericana (com traços semelhantes aos de africanos e aborígenes australianos) e não ameríndia (associada a traços mongoloides) são apresentadas no capítulo 9. Neves menciona também a identificação de características paleoamericanas em outros fósseis de Lagoa Santa e em diferentes regiões do Brasil e em outros países das Américas.</p>
<p>Ele discute ainda o Modelo de Duas Ondas Migratórias, que propôs com Hector Pucciarelli. Segundo essa hipótese, uma primeira onda migratória teria saído do centro-leste da Ásia e ingressado nas Américas, pelo Estreito de Bering, há cerca de 16 mil anos. Aproximadamente 4 mil anos depois, povos com características mongoloides teriam realizado a mesma travessia. Neves também comenta alguns dos questionamentos feitos a esse modelo.</p>
<p>“Quando Luzia estourou na imprensa e na comunidade acadêmica em 1998/1999, senti-me ainda mais premido a atacar o carste de Lagoa Santa por diversas frentes complementares: arqueologia, geocronologia, geomorfologia, sedimentologia, <em>site formation</em>, paleoambientes, prospecção de sítios fora das cavernas e paleontologia de megamamíferos, configurando-se no primeiro projeto verdadeiramente paleoantropológico brasileiro”, afirma no capítulo 10. Esse foi o projeto Origens, no qual ele e outros pesquisadores buscaram contextualizar a existência de Luzia e de seu povo.</p>
<p><strong>Pesquisas no exterior</strong></p>
<p>Os três últimos capítulos tratam de projetos realizados no exterior, na Geórgia, Jordânia e Romênia. Neves recorda que, até meados dos anos 1990, acreditava-se que o gênero <i>Homo</i> teria saído da África há cerca de 1 milhão de anos, após o desenvolvimento de ferramentas mais elaboradas. Essa ideia foi questionada quando três crânios datados de 1,8 milhão de anos foram descobertos em Dmanisi, na Geórgia, associados a uma indústria lítica simples, baseada em pequenas lascas de pedra.</p>
<p>Em 2002, Neves esteve em Dmanisi com Luís Beethoven Piló para examinar os crânios já encontrados e acabou ajudando na retirada do quarto exemplar (o quinto seria descoberto em 2005).</p>
<p>Quando retornou ao sítio em 2019, acompanhado de Clóvis Monteiro, o objetivo principal era ministrar um curso sobre evolução humana na escola de verão local. Aproveitou também para examinar réplicas dos crânios 4 e 5 e acompanhar o andamento das escavações.</p>
<p>Ele observou que o crânio 4 pertencia ao indivíduo mais senil que já havia analisado em sua carreira, com perda total dos dentes e forte reabsorção dos alvéolos dentários. Isso sugeriria algum grau de solidariedade social entre aqueles hominínios, já que o indivíduo teria dependido do grupo para se alimentar.</p>
<p>O crânio 5, por sua vez, revelou características bastante diferentes: grande robustez, mandíbula extremamente volumosa e tamanho cerebral reduzido. Apesar dessas diferenças, muitos pesquisadores insistem em classificá-los todos como <i>Homo erectus</i>. Neves discorda e propõe que os crânios 1 a 4 sejam classificados como <i>Homo caucasi</i>, uma forma intermediária entre <i>Homo habilis</i> e <i>Homo erectus</i>, enquanto o crânio 5 deveria ser chamado de <i>Homo georgicus</i>.</p>
<p>Em 2017, Neves aposentou-se como professor titular do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da USP. Mas não interrompeu suas atividades de pesquisa e divulgação científica. No ano seguinte ingressou no IEA como professor sênior, onde coordena o <a class="external-link" href="https://evolucaohumana.iea.usp.br/">Núcleo de Pesquisa e Disseminação em Evolução Humana</a>.</p>
<p>“Decidi que dali para frente passaria a me dedicar àquilo que tinha sido meu sonho desde criança: buscar nossos ancestrais de milhares ou milhões de anos no Velho Mundo. Ou seja, implantar no Brasil, de fato, uma tradição de pesquisas em paleoantropologia digna do nome”, afirma.</p>
<p>Entre esses projetos está o realizado no vale do rio Zarqa, na Jordânia, coordenado por ele e Fábio Parenti. Segundo Neves, os artefatos de pedra encontrados no local mostraram-se muito mais antigos do que se imaginava. As análises indicam que se tratam de instrumentos lascados por humanos presentes em uma formação geológica datada entre 2,5 e 1,9 milhões de anos, o que desafia a teoria dominante de que os hominínios teriam deixado a África apenas por volta de 1,8 milhão de anos.</p>
<p>Com base nessas evidências e nas descobertas de Dmanisi, Neves e seus colaboradores sugerem que não teria sido o <i>Homo erectus</i> o primeiro hominínio a sair da África, mas sim o <i>Homo habilis</i>.</p>
<p>O livro termina com um capítulo dedicado às pesquisas atuais de Neves na Romênia. Ele e outros pesquisadores brasileiros e romenos realizam escavações em cavernas localizadas em maciços calcários às margens do rio Vârghiș, na Transilvânia.</p>
<p>A motivação do projeto é o fato de que os Bálcãs provavelmente foram a porta de entrada do <i>Homo sapiens</i> na Europa e o local onde teria ocorrido o encontro com os neandertais. Como explica Neves, o objetivo é investigar essa relação em profundidade: “É essencial que se encontrem nos Bálcãs esqueletos neandertais. Essa é a principal razão de implantação do projeto.”</p>
<p>A narrativa termina em 2024, mas o trabalho prossegue. E, quando se fala de Walter Neves, pode-se apostar que novas pesquisas ainda virão, no Brasil e no exterior.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Paleoantropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Núcleo de Pesquisa e Divulgação em Evolução Humana</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-06T21:16:33Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias">
    <title>Ubias elege o 'Medo' como tema comum para IEAs em 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias</link>
    <description>A rede internacional Ubias escolheu o "Medo" como tema comum para uma série de atividades dos institutos de estudos avançados em 2017.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fobos-leonino" alt="Mosaico: Máscara de Fobos" class="image-inline" title="Mosaico: Máscara de Fobos" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Fobos, deus do medo, de acordo com mosaico do século 4º</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A rede internacional <a class="external-link" href="http://www.ubias.net">Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study)</a> elegeu o "Medo" como Tema do Ano para 2017. Os institutos de estudos avançados (IEAs) integrantes da rede realizarão eventos para a discussão dos aspectos políticos, sociológicos, psicossociais, neurológicos, biológicos e culturais do medo.</p>
<p><span> </span><span>A escolha do tema deu-se em reunião dos diretores de institutos realizada em junho no IEA da Universidade de Birmingham, Reino Unido. É a segunda vez que a Ubias escolhe um tópico de trabalho comum anual. </span><span>Em 2016, o tema foi "A Mídia e o Controle de Dados".</span></p>
<p><span>De acordo com o Comitê Diretivo da rede, o objetivo da adoção de um tema anual de importância global é estimular a produção de novas ideias e fortalecer a </span><span>comunicação entre os IEAs. A expectativa é que cada instituto realize eventos (únicos ou em série) próprios ou em parceria com outros IEAs.</span></p>
<p><span>Os eventos poderão ser conferências públicas, seminários, mesas-redondas ou workshops, formatados de forma a respeitar o perfil de cada instituto, a </span><span>expertise disponível e os interesses específicos da comunidade acadêmica em que ele atua. No caso de eventos de iniciativa de um único instituto, espera-se que </span><span>pesquisadores de outros IEAs </span><span>sejam convidados a participar das discussões.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Um fenômeno predominante</strong></p>
<p>A <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/topic-of-the-year/UBIASTopicoftheYear2017_FEAR_web.pdf">proposta</a> para que o medo fosse o Tema Anual de 2017 foi apresentada pelo IEA da Universidade de Freiburg, Alemanha. <span>Na justificativa, a direção do instituto argumentou que o medo está se tornando um fenômeno predominante no mundo de hoje: "A linguagem do medo se destaca nos noticiários e na linguagem cotidiana: mesmo as questões diárias são abordadas através de uma narrativa de medo: 'política do medo', 'medo do crime', 'medo do terrorismo', 'medo do futuro'".</span></p>
<p>"O medo não está apenas associado a ameaças com alto poder catastrófico, como ataques terroristas, o aquecimento global, a Aids e outras potenciais pandemias. A maioria das pessoas também se preocupa com os numerosos 'medos silenciosos' da vida cotidiana."</p>
<p>Além de ser uma questão social, o medo é também um fenômeno de grande interesse biológico e neurológico, de acordo com os autores da proposta. "A resposta ao medo (principalmente fugir, esconder-se ou imobilizar-se) têm desempenhado um papel importante na evolução, uma vez que as respostas comportamentais adequadas ao medo servem à sobrevivência."</p>
<p>Esse aspecto ressalta a importância da análise dos processos biológicos que ocorrem numa situação de medo: liberação de hormônios como adrenalina e cortisol na corrente sanguínea, aceleração da frequência cardíaca, dilatação das pupilas e elevação da pressão arterial. "Além disso, o fenômeno neurológico do transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) demonstra que o medo pode deixar traços duradouros no cérebro."</p>
<p><span>Um recente aumento nos estudos sobre as emoções tem ajudado a relançar o interesse pelo tema, mas a ampla presença e papel do medo na sociedade contemporânea continuam a ser negligenciados pelas ciências sociais, na opinião dos dirigentes do IEA de Freiburg</span><span>.</span></p>
<p><span><strong>Uso político</strong></span></p>
<p>Eles destacam que o medo, por ser uma emoção fortemente pré-consciente e poderosa, tem uma maneira pré-racional de delimitar e afetar o pensamento. "As implicações políticas e sociológicas desse processo neurológico podem ser vistas na forma como alguns políticos usam o medo das pessoas em relação aos 'outros' para arregimentá-las."</p>
<p>A proposta aprovada sugere uma série de questões a serem abordadas nos eventos dos IEAs:</p>
<ul>
<li>há sociedades mais temerosas do que outras?</li>
<li>a atual preocupação com o medo emergiu da era de ansiedade do século 20?</li>
<li>o que acontece no cérebro - do ponto de vista biológico e neurológico - de quem está com medo?</li>
<li>quando sentir medo faz sentido?</li>
<li>por que algumas pessoas são mais propensas ao medo e à ansiedade do que outras?</li>
<li>como chegamos a entender o medo especificamente e como sua normalização hoje ajuda a nossa sobrevivência (caso isso seja verdade)?</li>
<li>como o medo se tornou uma emoção tão importante - talvez até definidora - dos tempos atuais?</li>
</ul>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Detalhe de mosaico do acervo do Museu Britânico</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicanálise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-10T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/homem-rio-exposicao">
    <title>O Homem e o Rio: Histórias de Índios e Quilombolas do Baixo São Francisco - Exposição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/homem-rio-exposicao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A exposição "O Homem e o Rio: Histórias de Índios e Quilombolas do Baixo São Francisco" apresenta quinze imagens do rio São Francisco em Sergipe e, em especial de duas comunidades ribeirinhas: a Comunidade Indígena Xokó, habitante primeiro das terras da Caiçara, situada às margens do rio São Francisco no município de Porto da Folha/SE; e a Comunidade Quilombola da Resina, localizada no delta do rio São Francisco no município de Brejo Grande/SE.</p>
<p>A exposição conta com textos de pensadores e depoimentos de membros dessas comunidades, que analisam as relações históricas e atuais existentes entres as comunidades e o ambiente em que vivem, e com a participação de dois jovens índios Xokó (Yatan e Inajar), responsáveis por embelezar as molduras, imprimindo-lhe um visual peculiar a partir dos traços tradicionais de sua cultura.</p>
<p>O objetivo geral da exposição é dar visibilidade à diversidade e à riqueza cultural dessas duas culturas tradicionais que habitam as margens de um dos rios mais importantes do Brasil e expor aspectos da íntima relação destas comunidades com ambiente em que vivem. Visa-se, ainda:</p>
<ul>
<li>Sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a atual situação das comunidades tradicionais (indígena e quilombola) no Brasil.</li>
<li>Despertar na sociedade em geral o interesse pelas questões socioambientais que envolvem as comunidades tradicionais e os recursos naturais;</li>
<li>Contribuir para a formação estético-filosófica relacionada ao homem e ao meio ambiente;</li>
<li>Publicizar e popularizar os resultados dos projetos de pesquisas que estão sendo realizados por professores e pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe (UFS); </li>
</ul>
<p> </p>
<p>A iniciativa apresenta-se como resultado dos projetos de pesquisas “Comunicação de riscos socioambientais e participação social em comunidades tradicionais do Baixo São Francisco em Sergipe” e “Gestão territorial e sustentabilidade no Baixo São Francisco em Sergipe”, ambos financiados pelo Edital CAPES/FAPITEC-SE.</p>
<p><b>Curadoria e Projeto Expográfico</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pessoas/pasta-pessoam/michele-amorim-becker?searchterm=Michele+Amori" class="external-link">Michele Amorim Becker</a> (UFS)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-24T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estacoes-luz-e-oscar-freire-do-metro-recebem-mostra-201cdo-macaco-ao-homem201d-de-walter-neves">
    <title>Estações Luz e Oscar Freire do metrô recebem mostra “Do Macaco ao Homem”, de Walter Neves</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estacoes-luz-e-oscar-freire-do-metro-recebem-mostra-201cdo-macaco-ao-homem201d-de-walter-neves</link>
    <description>A iniciativa faz parte da proposta de Neves de “fortalecer a divulgação científica para além dos muros da Universidade”, sugerida em seu projeto de entrada no Instituto. Até 7 de janeiro, a exibição ficará na estação Luz do metrô e, a partir de então, migra para a estação Oscar Freire.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-neves" alt="Walter Neves - Perfil" class="image-inline" title="Walter Neves - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O pesquisador Walter Neves</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Entre os dias 1° de dezembro de 2018 e 31 de janeiro de 2019, a Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo recebe a exposição itinerante “Do Macaco ao Homem”, que tem como curador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-neves" class="external-link">Walter Neves</a>, professor sênior do IEA-USP. A iniciativa faz parte da proposta de Neves de “fortalecer a divulgação científica para além dos muros da Universidade”, sugerida em seu projeto de entrada no Instituto. Primeiro a exibição fica na estação Luz, e a partir de 7 de janeiro, começa na estação Oscar Freire.</p>
<p>De acordo com Neves, “a intervenção artística tem como objetivo transmitir informações sobre o desenvolvimento da nossa espécie ao público, especialmente aos jovens”. Para garantir a comunicação com os visitantes, a exposição apresenta o conhecimento científico de maneira atraente e lúdica. “No momento, já é possível caracterizar, com um elevado grau de certeza, os principais passos da nossa linhagem evolutiva”, conta o antropólogo. Recentemente aposentado do Instituto de Biociências (IB) da USP, Neves foi o responsável pelos estudos de "Luzia", o esqueleto humano mais antigo já encontrado nas Américas.</p>
<p>A exposição foi organizada em parceria entre a ViaQuatro, concessionária da linha 4-Amarela, o Museu Catavento, o IEA-USP e o Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos, fundado e coordenado por Neves no IB-USP.</p>
<p dir="ltr"><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Serviço:</strong><br />Exposição “Do Macaco ao Homem”<br />Estação Luz – 1° de dezembro de 2018 a 7 de janeiro de 2019<br />Estação Oscar Freire – 7 a 31 de janeiro de 2019</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-05T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/imagens-da-escravidao-e-do-pos-emancipacao-desafios-do-passado-e-do-presente-4-de-dezembro-de-2018">
    <title>Imagens da Escravidão e do Pós-Emancipação: Desafios do Passado e do Presente - 4 de dezembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/imagens-da-escravidao-e-do-pos-emancipacao-desafios-do-passado-e-do-presente-4-de-dezembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Clara Borges / IEA USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-06T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/titulares-da-catedra-olavo-setubal-organizam-curso-sobre-o-protagonismo-da-mulher-indigena-busca-protagonizar-a-mulher-indigena">
    <title>Titulares da Cátedra Olavo Setubal organizam curso sobre o protagonismo da mulher indígena</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/titulares-da-catedra-olavo-setubal-organizam-curso-sobre-o-protagonismo-da-mulher-indigena-busca-protagonizar-a-mulher-indigena</link>
    <description>A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência realiza, de 2 a 4 de setembro, o curso de difusão gratuito Floresta de Saberes: a Diversidade de Existências e Territórios das Mulheres Indígenas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p><i>Por Lívia Uchoa (estagiária)</i></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/florestas-de-saberes" alt="Florestas de Saberes" class="image-right" title="Florestas de Saberes" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">As catedráticas indígenas Arissana Pataxó, Francy Baniwa e Sandra Benites Guarani, titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, são as organizadores do curso de difusão gratuito <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/floresta-saberes">Floresta de Saberes: a Diversidade de Existências e Territórios das Mulheres Indígenas</a>, que acontecerá no IEA nos dias 2, 3 e 4 de setembro, numa parceria com a Fundação Itaú e o Itaú Cultural</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Dividido em seis aulas (manhã e tarde) coordenadas pela trinca de catedráticas, o curso reunirá lideranças, artistas e pesquisadoras para entender os principais desafios enfrentados pelas mulheres indígenas em diferentes campos de atuação.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Os interessados em participar do curso devem efetuar pré-inscrição de 12 a 16 de agosto pelo <a href="https://uspdigital.usp.br/apolo/apoObterCurso?cod_curso=370400020&amp;cod_edicao=24001&amp;numseqofeedi=1" style="text-align: justify; ">Sistema Apolo</a> da USP. Os pré-inscritos receberão, por email, um formulário a ser preenchido de 17 a 23 de agosto. <span style="text-align: justify; ">A efetivação da matrícula ocorrerá após a análise das respostas apresentadas no formulário, da vinculaçao ou não ao público-alvo e da carta de motivação. O resultado será divulgado no dia 26 de agosto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Diversidade</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Com pessoas indígenas e estudantes da USP (graduação e pós-graduação) como público-alvo, o curso tem o objetivo de contribuir para o reconhecimento da diversidade dos saberes, territórios e atuações das mulheres indígenas. A programação inclui exposições e debates sobre machismo, racismo, saúde da mulher, arte, meio ambiente e muitas outras temáticas com a perspectiva indigena.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Segundo os organizadores do curso, esse protagonismo da mulher indigena contribui para a ampliação de referências, de epistemologias e cosmogonias para além do eurocentrismo: "Ainda que o protagonismo seja de mulheres indígenas, suas contribuições não se encerram no debate sobre mulheres, uma vez que suas preocupações políticas envolvem sempre seus povos como um todo, das crianças aos mais velhos, dos jovens aos adultos, dos homens às mulheres, dos rios às florestas”.</p>
<h3>Programação</h3>
<h3><strong>2/set</strong></h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Manhã - Aula 1: Trançando as artes: mulheres indígenas e suas expressões artísticas</strong><br /><i>Coordenadora: Arissana Pataxó</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">É comum que as artes indígenas não tenham uma compartimentalização rígida, uma vez que diversas linguagens artísticas se encontram nos fazeres cotidianos, nos rituais, nos processos de plantio e colheita, no cuidado das crianças e dos mais velhos. Para esta aula, as convidadas irão apresentar suas trajetórias nas diferentes expressões artísticas que as constituem.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i>Convidadas:</i></p>
<ul style="text-align: left; ">
<li>Graça Graúna Potiguara (RN): escritora e professora adjunta na Universidade de Pernambuco (UPE);</li>
<li>Patrícia Para Yxapy (RS): professora, roteirista, curadora e realizadora audiovisual indígena da etnia mbyá guarani;</li>
<li>Carmézia Emiliano (RR): artista plástica makuxi.</li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "> </p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Tarde - Aula 2: Gestando políticas: liderança, política e movimento indígena</strong><br /><i>Coordenadora: Sandra Benites</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Sinopse - No movimento indígena, há muitas formas de fazer política para além da dimensão institucional, seja a política de diálogos internos com as comunidades, seja a política de negociações com não indígenas, seja na sensibilização dos mais jovens para a luta pelo território. As convidadas foram e são referências históricas no que diz respeito à presença de mulheres indígenas nas mais diferentes formas de fazer política.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i>Convidadas:</i></p>
<ul style="text-align: left; ">
<li>Catarina Tupi Guarani (SP): liderança indígena, artesã e educadora formada em pedagogia pela FE-USP;</li>
<li>Beatriz Pankararu (SP): artista visual e ativista; representante da Reserva Indígena Filhos Dessa Terra, Guarulhos; </li>
<li>Eliane Potiguara (RJ): primeira autora de literatura indígena no Brasil; é doutora honoris causa pela UERJ;</li>
<li>Joziléia Kaingang (SC): geógrafa e professora; diretora do Departamento de Promoção de Políticas Indigenistas do Ministério dos Povos Indígenas.</li>
</ul>
<p style="text-align: left; "><i> </i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "> </p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left; ">3/set</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Manhã - Aula 3: Redes de amparo: saúde da mulher e meio ambiente</strong><br /><i>Coordenadora: Francy Baniwa</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Sinopse - O território não é apenas um espaço físico, um local específico, mas é também parte de quem nós somos. A partir da noção de corpo-território, nesta aula serão discutidas as inter-relações entre as violências sofridas pela Terra e as violências sofridas pelas mulheres indígenas, que também são parte dela. Serão também abordadas formas possíveis de cuidado e de saúde integradas, territorializadas e tradicionais.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i> Convidadas:</i></p>
<ul style="text-align: left; ">
<li>Kellen Kaiowá (MS): bióloga e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);</li>
<li>Cinthia Guajajara (MA): coordenadora da Articulação das Mulheres Indígenas do Maranhão (Anima) e presidente do Conselho de Educação Escolar Indígena do Maranhão; é especialista em direitos indígenas;</li>
<li>Eufelia Tariano (AM): pesquisadora, enfermeira e especialista em saúde indígena.</li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "> </p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Tarde - Aula 4: As tecituras das mulheres indígenas na universidade</strong><br /><i>Coordenadora: Francy Baniwa</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Sinopse - A destruição e a exploração da Terra também têm efeitos no "ecossistema" de línguas originárias, pois com a continuidade da invasão dos territórios indígenas e com o aumento do racismo religioso, o direito ao território, ao modo de vida e ao falar da língua também se vê profundamente afetado. Na linha de frente da revitalização e do reflorestamento de línguas indígenas, mulheres de diferentes povos têm participado de iniciativas coletivas de fortalecimento e, nesta aula, serão apresentadas algumas delas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i>Convidadas:</i></p>
<ul style="text-align: left; ">
<li>Rutian Pataxó (BA): graduada em economia pela UFBA, com especialização em direitos humanos pela mesma universidade; mestranda em estudos étnicos e africanos também pela UFBA; ouvidora-adjunta da Defensoria Pública da Bahia;</li>
<li>Márcia Mura (AM): escritora, articuladora política e cultural, educadora, percorre o território mura e outros lugares com a pedagogia da afirmação indígena; doutora em história social pela USP e aprendiz dos saberes dos mais velhos;</li>
<li>Jera Guarani (SP): liderança indígena comunitária na aldeia guarani mbya Kalipety, São Paulo.</li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "> </p>
<h3 dir="ltr" style="text-align: left; ">4/set</h3>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Manhã - Aula 5: Ecossistema de línguas indígenas</strong><br /><i>Coordenadora: Arissana Pataxó</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Sinopse - A presença de mulheres indígenas na universidade é acompanhada de uma série de entraves, uma vez que sua permanência, objetiva e subjetivamente, nem sempre é amparada institucionalmente. Para povos em que a coletividade é fundamental, separar mães de suas crianças ou não propiciar condições para que estejam juntas, por exemplo, pode ser um fato de "expulsão" indireta. Além disso, os currículos e as ementas dos cursos raramente contemplam perspectivas de mundo para além da eurocêntrica. Sobre estes e outros embates, as convidadas compartilharão suas vivências.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i>Convidadas:</i></p>
<ul style="text-align: left; ">
<li>Altaci Corrêa Rubim/Tataiya Kokama (AM): pesquisadora e ativista, doutora em linguística pela UnB; primeira professora indígena a ingressar no corpo docente da UnB;</li>
<li>Sueli Maxakali (MG): professora, cineasta e liderança indígena;</li>
<li>Anari Pataxó (BA): membro do Grupo de Pesquisadores Pataxó Atxohã.</li>
</ul>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "> </p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><strong>Tarde - Aula 6: Nossos caminhos: finalização do curso</strong><br /><i>Coordenadoras: Sandra Benites, Francy Baniwa e Arissana Pataxó</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Sinopse - Neste momento de finalização e partilhas coletivas, haverá também a apresentação de relatos críticos feitos por estudantes de pós-graduação, que trarão suas impressões, elaborações e considerações sobre o ciclo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/cosmologia-bororo-a-cultura-indigena-entre-tradicao-e-mudanca-08-de-abril-de-2015">
    <title>Cosmologia Bororo: A Cultura Indígena entre Tradição e Mudança - 08 de abril de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/cosmologia-bororo-a-cultura-indigena-entre-tradicao-e-mudanca-08-de-abril-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Etnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-08T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/sincretika-exploracoes-etnograficas-sobre-artes-contemporaneas-16-de-abril-de-2014">
    <title>Sincrétika - Explorações Etnográficas sobre Artes Contemporâneas - 16 de abril de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/sincretika-exploracoes-etnograficas-sobre-artes-contemporaneas-16-de-abril-de-2014</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Etnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/museum-of-antropology-da-university-of-british-columbia-canada">
    <title>Museum of Antropology da University of British Columbia, Canadá - 18 de setembro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/museum-of-antropology-da-university-of-british-columbia-canada</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/4a-conferencia-humanos-e-animais-os-limites-da-humanidade-animais-e-humanos-como-ontologias-emergentes-28-de-agosto-de-2013">
    <title> 4ª Conferência - Humanos e Animais: Os Limites da Humanidade - Animais e Humanos como Ontologias Emergentes - 28 de agosto de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/4a-conferencia-humanos-e-animais-os-limites-da-humanidade-animais-e-humanos-como-ontologias-emergentes-28-de-agosto-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-08-28T03:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/o-lugar-da-raca-debates-caribenhos-contemporaneos">
    <title>O Lugar da Raça: debates  caribenhos contemporâneos - 27 de junho de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/o-lugar-da-raca-debates-caribenhos-contemporaneos</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/conversas-e-ipressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao">
    <title>Conversas e Impressões Sobre a Índia: Mulher, Tradição e Globalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/conversas-e-ipressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao</link>
    <description>Evento do Grupo de Pesquisa em Política Ambiental</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em dezembro de 2012, estive na Índia por 15 dias, acompanhada pela minha irmã, em Dehli e Rajastão. O principal motivo de nossa viagem foi o de participar do congresso da ARIC (Association pour la Recherche Interculturelle), cujo desenvolvimento revelou alguma lacunas de organização que impediram um melhor desempenho dos participantes. Em relação aos locais visitados, muitos aspectos referentes à vida da cidade chamaram-nos a atenção e nos induziram a refletir a seu respeito, entre eles: ausência de calçadas nas ruas e o estado das edificações: as dimensões monumentais dos prédios públicos e a má conservação das construções privadas, além do mau estado das instalações sanitárias. Em parte, tais experiências resultaram de algumas visitas. Uma, em especial, à residência de uma professora de pós-graduação em Psicologia. Cabe ainda destacar a grande poluição e a intensidade intolerável do trânsito. Em relação à vida rural, tivemos a oportunidade de observar a presença do trabalho feminino, enormes plantações de mostarda e o curioso hábito de homens de banharem-se à beira das estradas. De modo geral, destacam-se as grandes diferenças étnicas, linguísticas e da indumentária. Além disso, surpreendeu-nos o uso bastante restrito da internet, dado que a Índia é considerada com destaque no setor de informática. Em conversa com uma mestranda, revelou-se a força das tradições nos relacionamentos e dos casamentos anunciados nos jornais, o apego a novelas produzidas localmente e a uma intensa atividade artesanal, cumprindo papel importante para as famílias.Ainda nas ruas, observamos que o emprego de motos é muito frequente, chegando a carregar até cinco pessoas por veículo. Além disso, camelos e elefantes continuam sendo usados como meio de transporte e os caminhões circulam muito enfeitados. A alimentação segue receitas tradicionais, sensivelmente diferentes daquelas com as quais estamos acostumados, não obstante os sabores fortes e agradáveis. O sentimento de coletivismo parece impor-se sobre o do individualismo e não se notam sinais de revolta em relação ao status quo. Pelo contrário, a disposição das pessoas pareceu-nos bastante ativa e construtiva.</p>
<p>Essa experiência é o foco da palestra da profa ﻿<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/elaine-pedreira-rabinovich" class="external-link">Elaine Pedreira Rabinovich</a>.</p>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/conversas-e-impressoes-sobre-a-india-mulher-tradicao-e-globalizacao" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-03-18T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ipbes-povos-indigenas-2">
    <title>Povos Indígenas e Comunidades Locais nos Diagnósticos do Painel da Biodiversidade - Segundo Seminário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ipbes-povos-indigenas-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este segundo seminário <span>organizado pelo </span><span>IPBES (<i>Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services</i></span><span>) irá abordar o tema </span><strong>"Agrobiodiversidade, as contribuições dos povos indígenas e comunidades tradicionais, estado da arte e aportes metodológicos"</strong>, e busca enfatizar a conexão entre agrobiodiversidade e os povos indígenas e comunidades locais no Brasil. Seu objetivo é reforçar a visibilidade dessas contribuições à manutenção da agrobiodiversidade, a partir dos resultados de pesquisas de campo e/ou a análise crítica da bibliografia disponível. Um curto documento de síntese deverá ser produzido no final da reunião.</p>
<p><span>O encontro é</span><span> destinado aos autores dos diagnósticos, para que possam ter acesso a informações, experiências e fontes que lhes permitam levar devidamente em consideração a visão e as práticas indígenas e locais, bem como as políticas que afetam a biodiversidade de seus territórios.</span></p>
<p><strong>Coordenadoras</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-manuela-ligeti-carneiro-da-cunha" class="external-link">Manuela Carneiro da Cunha</a> (USP e The University of Chicago)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laure-emperaire" class="external-link">Laure Emperaire</a> (IRD e UnB)</p>
<p><span><strong>Relatores</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deborah-de-magalhaes-lima" class="external-link">Déborah Lima</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/igor-alexandre-badolato-scaramuzzi" class="external-link">Igor Scaramuzzi</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laure-emperaire" class="external-link">Laure Emperaire</a> <span>(IRD e UnB)</span><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luduvine-eloy-costa-pereira" class="external-link">Ludivine Eloy</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nivaldo-peroni" class="external-link">Nivaldo Peroni</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-mota-cardoso" class="external-link">Thiago Cardoso</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversity</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-09T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao-27-a-29-de-setembro-de-2016">
    <title>Escola sem Partido ou sem Autonomia? O Princípio da Igualdade em Questão - 27 à 29 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao-27-a-29-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>África</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/trajetoria-entre-culturas-kabengele-munanga-um-interprete-africano-do-brasil-28-de-setembro-de-2016">
    <title>Trajetória entre Culturas: Kabengele Munanga, um Intérprete Africano do Brasil - 28 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/trajetoria-entre-culturas-kabengele-munanga-um-interprete-africano-do-brasil-28-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Negros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>África</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-28T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




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