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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 3.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/plantios-ilicitos-de-maconha-no-brasil-transformacoes-territoriais-e-mercados-ilicitos">
    <title>Plantios ilícitos de maconha no Brasil: transformações territoriais e mercados ilícitos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/plantios-ilicitos-de-maconha-no-brasil-transformacoes-territoriais-e-mercados-ilicitos</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><span>Nas últimas cinco décadas, os plantios ilícitos de maconha no Brasil permaneceram concentrados quase exclusivamente no sertão dos estados da Bahia e de Pernambuco, caracterizando uma atividade vinculada a economias ilícitas locais e a formas específicas de criminalidade regional. Entretanto, evidências recentes revelam mudanças significativas nesse cenário. Para discutir esse tema, o </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/" target="_blank">Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</a><span> e a </span><a href="https://www.aiclp.org/" target="_blank">Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa (AICLP)</a><span> promovem no dia 23 de julho, a partir das 14h (horário de Brasília), a conferência on-line “Plantios ilícitos de maconha no Brasil: transformações territoriais e mercados ilícitos”.</span></p>
<p dir="ltr">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXG5_xWScurT2bBNzE8j0QzuG10LzYxrZxMF1Y2adVO0eEnQ/viewform" target="_blank">neste link</a>. O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=AAI6132sKbk" target="_blank">canal do IEA-RP no YouTube</a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário de presença a ser enviado no chat durante o evento.</p>
<p dir="ltr">O palestrante será o professor titular do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Paulo Fraga. Ele vai discutir a expansão dos cultivos ilícitos para novas regiões do país, especialmente para a Amazônia Legal e outros estados brasileiros onde, até poucos anos atrás, não havia registros de plantações extensivas.</p>
<p dir="ltr">A partir de dados do Observatório dos Plantios Ilícitos no Brasil, o docente vai analisar as hipóteses explicativas para esse processo, sustentando que essa expansão não decorre do chamado balloon effect (efeito balão), mas da atuação de novas organizações criminosas que passaram a incorporar o cultivo de cannabis às suas estratégias de diversificação de mercados ilícitos, em articulação com outras modalidades de criminalidade organizada.</p>
<p dir="ltr">Paulo Fraga é bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado em Sociologia pela USP. Coordena o Núcleo de Estudos sobre Política de Drogas, Violências e Direitos Humanos (NEVIDH) e o Laboratório Social da Cannabis, ambos da UFJF. É professor colaborador do doutorado em Ciências Sociais com concentração em Estudos Rurais do Centro de Estudios Rurales do Colégio de Michoacán, México. Tem experiência na área de sociologia, com ênfase em estudos e pesquisas sobre cannabis, sociologia do crime e da violência e em estudos sobre o impacto das ações de repressão e das políticas de drogas sobre indivíduos, grupos e populações. Realiza pesquisas também em sociologia da juventude, direitos humanos e conflitos sociais.</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre a conferência: iearp@usp.br.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o grupo</strong></p>
<p dir="ltr">O Grupo de Pesquisa Criminologia Experimental e Segurança Pública propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais sobre o grupo e suas atividades <a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/" target="_blank">neste link.</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-08-06T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/innscid-sp-2026">
    <title>São Paulo Innovation and Science Diplomacy School (InnSciD SP 2026)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/innscid-sp-2026</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="gradient-text"><b><span class="gradient-text">Metascience and global scientific cooperation</span></b></p>
<p class="text-lg leading-relaxed text-brand-ice/70">Launched in 2019  with funding from the FAPESP Advanced Schools Program, the São Paulo  Innovation and Science Diplomacy School (InnSciD SP) has grown into an  international forum for dialogue and cooperation in science and  innovation diplomacy.</p>
<p class="leading-relaxed text-brand-ice/60">In  2026, InnSciD returns for its 8th edition with a focus on metascience —  particularly its impact on democracy, governance and trust — and on  global scientific cooperation.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diplomacia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-25T12:46:45Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reunioes-abertas-incepte3">
    <title>Avaliando e Resolvendo Problemas Sócio-Científicos: a Antrocomplexidade como Conteúdo Escolar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reunioes-abertas-incepte3</link>
    <description>inCEPTE 2026</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Ensino de Ciências fundamenta-se, em larga medida, na resolução de problemas, ora como estratégia para a construção de conceitos, ora como mecanismo para o desenvolvimento de habilidades específicas. Tal abordagem ancora-se na premissa de que o domínio de problemas historicamente solucionados pela ciência instrumentaliza o estudante para lidar com problemas futuros. Subjacente a essa estrutura curricular, reside a noção de que os dilemas do futuro guardarão semelhança com os do passado. Contudo, os principais impasses contemporâneos, como as mudanças climáticas e as pandemias, colocam essa premissa em xeque, pois eles se configuram como riscos para os quais a tecnociência não oferece respostas suficientes e cujas causas residem, paradoxalmente, no próprio desenvolvimento tecnocientífico. Emerge, assim, uma contradição: enquanto a contemporaneidade exige a incorporação da complexidade no enfrentamento de ameaças globais, a ciência ensinada no ambiente escolar permanece restrita à resolução de problemas paradigmáticos. Neste contexto, o objetivo desta discussão é explorar como a dimensão da antrocomplexidade pode ser aplicada ao contexto educacional e como o currículo de ciências pode ser repensado para trazer também a dimensão dos problemas complexos para a sala de aula.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>inCEPTE</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-07T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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