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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/situacao-brasileira-em-relacao-a-recursos-naturais-estrategicos-sera-tema-de-debate">
    <title>Especialistas discutem como aproveitar o potencial brasileiro em recursos naturais estratégicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/situacao-brasileira-em-relacao-a-recursos-naturais-estrategicos-sera-tema-de-debate</link>
    <description>"Diálogo sobre Cooperação Tecnológica - Transformando Recursos em Riquezas" tratará do potencial do país nesta área, mas também dos possíveis caminhos para fazer com que eles possam vir a ser uma nova fonte impulsionadora de desenvolvimento sustentável</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-42bb8b67-dd76-60c5-cd27-407b0d2e3fa9"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/niobium-crystals" alt="Niobium Crystals" class="image-inline" title="Niobium Crystals" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Brasil possui 98% das reservas de nióbio do mundo, um dos metais mais resistentes à corrosão e considerado um supercondutor de corrente elétrica</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O potencial brasileiro em recursos naturais estratégicos será o tema a ser debatido no próximo <strong>dia 16 de março, às 9h</strong>, no IEA. <i>Diálogo sobre Cooperação Tecnológica - Transformando Recursos em Riquezas</i> tratará do potencial do país nesta área, mas também dos possíveis caminhos para fazer com que eles possam vir a ser uma nova fonte impulsionadora de desenvolvimento sustentável.</p>
<p dir="ltr">Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela internet e <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc-hEVbkvgcEbyNzOjNvA4_J-bKOy0znrv4l2zsUVFmlGz_jA/viewform">com inscrição prévia</a> apenas para aqueles que desejam assisti-lo presencialmente, o evento terá como conferencistas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/caetano-juliani"><span>Caetano Juliani</span></a>, professor do Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental (GSA) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-jose-gomes-landgraf"><span>Fernando Landgraf</span></a>, diretor presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-augusto-ayrosa-galvao-ribeiro"><span>Eduardo Ribeiro</span></a>, presidente da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).</p>
<p dir="ltr"><span>Um dos recursos estratégicos que será abordado é o dos bens minerais. De acordo com Caetano Juliani, a demanda por tais bens cresce diante do aumento da população mundial. “Hoje, com redução dos teores e das reservas da maioria dos minérios, torna-se premente a descoberta de novos depósitos minerais e a abertura de novas minas, de modo a suprir a demanda crescente”, explica o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Juliani apresentará a questão mineral voltada para a região amazônica, área que, segundo ele, atrai a atenção da indústria mineral por ainda ser uma província de potencial desconhecido.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Novos modelos geológicos que estão sendo desenvolvidos indicam, por exemplo, um grande potencial para ocorrência de depósitos de grande porte de cobre, molibdênio e ouro em terrenos vulcânicos denominados mineralizações do tipo pórfiro, típicos de terrenos mais recentes, como os dos Andes e do oeste dos EUA”, explica Juliani, que completa: “Caso sejam efetivamente encontrados depósitos minerais econômicos deste tipo na região, haverá um grande impacto socioeconômico para região e para o país”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para o professor, o que falta para o país se desenvolver nessa área são investimentos básicos efetivos em levantamentos geológicos e aerogeofísicos e, sobretudo, programas de incentivo, desenvolvimento e de cooperação entre a indústria, a academia e o governo.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Diálogo sobre Cooperação Tecnológica - Transformando Recursos em Riquezas<br /></strong></i><i>16 de março, às 9h<br /></i><i>Auditório IEA, Rua do Anfiteatro, 513, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc-hEVbkvgcEbyNzOjNvA4_J-bKOy0znrv4l2zsUVFmlGz_jA/viewform">inscrição prévia</a><a href="http://goo.gl/jMDzTG"><br /></a></i><i>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dialogo-sobre-cooperacao">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Defesa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-02-28T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-relaciona-sustentabilidade-ambiental-e-bem-estar-humano">
    <title>Novo grupo de estudos relaciona sustentabilidade ambiental e bem-estar humano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-relaciona-sustentabilidade-ambiental-e-bem-estar-humano</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poluicao" alt="Poluição" class="image-right" title="Poluição" />Ao estudar o impacto do ser humano nos ecossistemas e os riscos que essas intervenções representam para a sobrevivência da própria humanidade, a comunidade científica estruturou um campo emergente de pesquisa: o da saúde planetária. É sobre este tema que um novo grupo do IEA, aprovado pelo Conselho Deliberativo em 24 em junho, se debruçará.</p>
<p>O Grupo de Estudos Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana terá como coordenador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, da Escola Politécnica da USP, e presidente da <a href="https://www.iea.usp.br/iea/organizacao/comissao-de-pesquisa" class="external-link">Comissão de Pesquisa do IEA</a>. Segundo o projeto do grupo, essa nova linha de pesquisa aborda um problema contemporâneo concreto e urgente, ao empenhar-se em “compreender, quantificar e agir para reverter os efeitos do crescimento da população humana e da aceleração das atividades socioeconômicas sobre o ambiente”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Ações antrópicas</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="MsoNormal">Entre as principais perturbações antrópicas, estão as mudanças no clima, a poluição do solo, da água e do ar, a redução da disponibilidade de água potável, a perda da biodiversidade, a destruição da camada de ozônio e a acidificação dos oceanos. Em sentido inverso, alerta o projeto, estão as consequências dessas ações para o homem, como o surgimento de novas doenças, o aumento e agravamento de doenças infecciosas e crônicas, a hiperurbanização e os conflitos por recursos naturais.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao gerar perturbações nos ecossistemas naturais da Terra, as ações antrópicas impactam também a saúde e o bem-estar humanos, diz Saraiva. “Esse campo de estudo é um novo esforço para tratar a questão da sustentabilidade e da vida humana sob uma ótica cada vez mais integrativa, transdisciplinar e global”.</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Com o embasamento de relatórios publicados pela Organização das Nações Unidas, fundações e revistas científicas, a comunidade científica reconhece que uma mudança imediata no padrão das atividades humanas é fundamental para garantir o bem-estar de gerações futuras. Com isso em mente, o grupo pretende promover a discussão e a prática da saúde planetária no contexto da USP, do Brasil e da América Latina, visando a sustentabilidade dos ecossistemas naturais.</p>
<p>Entre os objetivos estratégicos, estão a definição dos principais temas relacionados ao campo de estudos e o mapeamento das forças já atuantes, para que os pesquisadores possam construir uma rede de conexões e parcerias com as principais instituições de pesquisa. Esse contato é necessário por conta da temática muito ampla da saúde planetária, que envolve diversas áreas do conhecimento.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-mauro-saraiva/image" alt="Antonio Mauro Saraiva - Perfil" title="Antonio Mauro Saraiva - Perfil" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">Antonio Mauro Saraiva</dd>
</dl>Ao transitar pela biologia, medicina, ecologia, relações internacionais, educação, psicologia e agronomia, entre outras, os cientistas estudam, por exemplo, comportamento humano, estilo de vida, mudanças globais, agricultura e nutrição, poluição, matriz energética e recursos naturais.</p>
<p>O grupo também tem objetivos de natureza científica: criar um núcleo de pesquisadores (<i>think tank</i>) e a identificar lacunas que podem ser melhor exploradas. Há, ainda, a intenção de dialogar com formuladores de políticas públicas e com representantes do setor privado, com o objetivo de desenvolver ações que favoreçam a sustentabilidade ambiental e a saúde humana.</p>
<p>Ao longo de dois anos de trabalhos, duração inicial prevista para o grupo, os pesquisadores pretendem publicar artigos na revista do IEA, realizar workshops e seminários e participar de eventos nacionais e internacionais. <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/grupo-de-estudos-saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana" class="external-link">Leia o projeto completo e a lista de integrantes do Grupo de Estudos Saúde Planetária aqui</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: SD-Pictures/Pixabay e Tereza Cristina Giannini</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-05T20:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/arte-cultura-e-ciencia-e-os-objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-i-as-urgencias-do-futuro-8-de-agosto-de-2019">
    <title>Arte, Cultura e Ciência e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável I e II - As Urgências do Futuro e Para qual Futuro? - 8 e 9 de agosto de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/arte-cultura-e-ciencia-e-os-objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-i-as-urgencias-do-futuro-8-de-agosto-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-08T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/linking-water-security-to-the-sustainable">
    <title>Linking Water Security to the Sustainable Development Goals</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/linking-water-security-to-the-sustainable</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A segurança hídrica está emergindo como um dos principais desafios da sustentabilidade em todo o mundo no século XXI. É um fator determinante para a segurança em vários aspectos sociais e ambientais, incluindo alimentação, energia, economia, meio ambiente e saúde pública, e, portanto, possui uma relevância que vai muito além do setor hídrico tradicional. Para entender e planejar os desafios de segurança hídrica, devemos compreender coletivamente a exposição a riscos relacionados ao clima e ao meio ambiente, bem como os determinantes socioeconômicos e contexto cultural e político em que vivemos.</p>
<p>Assim, o  1º Workshop Internacional Conectando a Segurança da Água e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, pretende reunir acadêmicos, profissionais da área de todo o mundo para apresentar, discutir e destacar as principais questões para ampliar a segurança hídrica em diversas regiões do planeta.</p>
<p>Com os crescentes eventos extremos associados à mudança climática, a previsão é que até 2050, uma em cada quatro pessoas esteja vivendo em um país afetado pela escassez de água.  A situação dos recursos hídricos do planeta é um dos maiores desafios globais. O problema torna-se ainda mais complicado devido à falta de dados abrangentes sobre sistemas de monitoramento e abastecimento de água, o que dificulta a proposição e intervenção com respostas adequadas à crescente crise.</p>
<p>Um dos objetivos desse workshop é o ampliar o debate sobre como coordenar esforços e fortalecer o conhecimento técnico individual e coletivo relativos a gerenciar os recursos hídricos e ampliação dos serviços de esgotamento sanitário, e de maneira mais sustentável, e lidar com a gravidade dos desafios que estão por vir, sejam em situações de secas ou de inundações.</p>
<p>Espera-se que os trabalhos desenvolvidos durante o Workshop permitam aos participantes a oportunidade de contribuir com a ampliação e divulgação de novos conhecimentos sobre a segurança hídrica, considerando a governança e gestão da água, a inovação tecnológica e soluções emergentes para a conservação, reutilização do esgoto tratado e reaproveitamento da água, a fim de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pelas Nações Unidas.</p>
<p>Os principais temas a s serem trabalhados durante o workshop incluem:</p>
<p>1.Conceito de Segurança da Água; 2. A Agenda 2030 da ONU: entendendo os ODS; 3. Desafios para alcançar a segurança da água em países em desenvolvimento; 4. Gestão integrada dos recursos hídricos; 5. Mudança climática e água; 6. Inovação tecnológica para água potável, esgotos e reuso; 7. Soluções baseadas na natureza; 8. Desenvolvimento sustentável, ecossistemas e saúde humana.9, Cidade sustentável, 10. Resiliência urbana.</p>
<p>Este workshop se insere entre as atividades do projeto: <strong><a class="external-link" href="http://www.exceed-swindon.org/">Sustainable water Management in Development Countries (EXCEED-SWINDON)</a></strong>, com apoio do Governo da Alemanha. Trata-se de um projeto em Rede com outras 22 universidades que agrega estudiosos de diversas regiões do planeta, os quais se propõem a desenvolver pesquisas e atividades nessa importante área.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-03T21:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-lanca-livro-branco-da-agua">
    <title>IEA e Aciesp farão evento de lançamento do "Livro Branco da Água"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-lanca-livro-branco-da-agua</link>
    <description>IEA e Aciesp lançam o "Livro Branco da Água" no dia 19 de setembro, às 14h, na Sala Alfredo Bosi do Instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-branco-da-agua" alt="Capa do &quot;Livro Branco da Água&quot;" class="image-right" title="Capa do &quot;Livro Branco da Água&quot;" /></a>Uma análise crítica sobre a crise hídrica vivenciada pela Região Metropolitana de São Paulo entre 2013 e 2015 e propostas de ações para assegurar o abastecimento futuro da região são as contribuições centrais do "Livro Branco da Água", que o IEA e a Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) lançam em encontro no dia <b>19 de setembro, às 14h</b>. [<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link">Clique aqui</a> para baixar a versão digital da obra.]</p>
<p>Organizado pelo <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a><span> do IEA, o evento </span>terá exposições de três professores da USP integrantes do Instituto e colaboradores do livro:</p>
<ul>
<li><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a>, professor do Instituto de Biociências (IB), autor do capítulo "A Crise Hídrica e a Qualidade da Água na Região Metropolitana de São Paulo;</li>
<li><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e professor Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE), escreveu (com Vanessa Empinotti e Edson Grandisoli) sobre "Alternativas para o Futuro da Água em São Paulo";</li>
<li><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a><span style="text-align: justify; ">, integrante do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), é autor (em parceria com Caio A. S. Coelho) do capítulo "A Crise Hídrica e a Seca de 2014-2015 em São Paulo: Contribuições do Clima e das Atividades Humanas".</span></li>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-reune-ensaios-sobre-a-crise-hidrica-de-2013-2015" class="external-link">Livro reúne ensaios sobre a crise hídrica de 2013-2015</a></li>
</ul>
<p><strong>Versão digital</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link">Livro Branco da Água - A Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo em 2013-2015: Origens, Impactos e Soluções</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O encontro é gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/Nrnn8a">inscrição prévia</a>. Não é preciso se inscrever para assistir à transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet.</span></p>
<p>Com o subtítulo "A Crise Hídrica na Região Metropolitana de São Paulo em 2013-2015: Origens, Impactos e Soluções", o livro contém 12 artigos escritos por pesquisadores do IEA e convidados. Os organizadores são o biólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckridge</a>, presidente da Aciesp, professor do IB-USP e coordenador do <span style="text-align: justify; ">Programa USP Cidades Globais</span>, e o geógrafo <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e integrante do <span style="text-align: justify; ">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</span>.</p>
<p>O objetivo principal da obra é "aumentar a resiliência da sociedade que vive na RMSP às crises hídricas que possam existir no futuro", segundo os dois organizadores. Eles acrescentam que o livro permite visualizar de maneira organizada os pontos fracos do sistema hídrico da RMSP, favorecendo a produção de soluções cientificamente informadas.</p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Lançamento do "Livro Branco da Água"<br /></strong>19 de setembro, das 14h às 17h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/Nrnn8a">inscrição prévia</a><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfqcJ58EfeAuxcFh1s-ZscFxE2prOCO6dEnjCVsMO0Kv6fn9Q/viewform" target="_blank"><br /></a>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/livro-branco-da-agua" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-28T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mostra-ecofalante-universidades-usp-e-a-agenda-onu-2030">
    <title>Mostra Ecofalante Universidades: USP e a Agenda ONU 2030</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mostra-ecofalante-universidades-usp-e-a-agenda-onu-2030</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento tem como objetivo estimular, por meio da exibição de filmes e da realização de debates, a reflexão sobre temas da realidade brasileira e mundial ligados à Agenda 2030, um plano que indica 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ligados às dimensões econômica, social e ambiental e 169 metas para erradicar a pobreza e promover vida digna a todos. A Agenda foi definida pela Organização das Nações Unidas e adotada por seus 193 Estados-Membros.</span><span><br /></span></div>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>No dia <strong>26 de setembro, às 14h30</strong>, no <strong>auditório Ivo Torres</strong> da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, será exibido o documentário Sociedade do Almoço Grátis. Ele aborda a renda básica incondicional, ideia que defende o pagamento de um valor mensal para todos os cidadãos, permitindo assim que cada um escolha em que trabalhar ou mesmo se gostaria de trabalhar. Após a exibição, haverá um debate sobre o tema.</span></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><strong>Debatedores<br /></strong></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; ">Fábio Augusto Reis Gomes (<span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; ">FEA-RP/USP)<br /></span>Maria Isabel Accoroni Theodoro (<span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; ">Centro Universitário Moura Lacerda)</span></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; "><br /></span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-12T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mostra-ecofalante-universidades-usp-e-a-agenda-onu-2030-1">
    <title>Mostra Ecofalante Universidades: USP e a Agenda ONU 2030</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mostra-ecofalante-universidades-usp-e-a-agenda-onu-2030-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "><span style="list-style-type: none; padding-left: 0px; ">O evento tem como objetivo estimular, por meio da exibição de filmes e da realização de debates, a reflexão sobre temas da realidade brasileira e mundial ligados à Agenda 2030, um plano que indica 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ligados às dimensões econômica, social e ambiental e 169 metas para erradicar a pobreza e promover vida digna a todos. A Agenda foi definida pela Organização das Nações Unidas e adotada por seus 193 Estados-Membros.</span><span style="list-style-type: none; padding-left: 0px; "><br style="list-style-type: none; padding-left: 0px; " /></span></div>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "> </span></p>
<p style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; "><span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "> </span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "> </span></p>
<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "><span style="list-style-type: none; padding-left: 0px; ">No <span style="float: none; text-align: justify; ">dia </span><b style="text-align: justify; ">3 de outubro, às 19h</b><span style="float: none; text-align: justify; ">, no </span><b style="text-align: justify; ">Teatro do Campus</b><span style="float: none; text-align: justify; ">, será exibido o documentário longa metragem </span><b style="text-align: justify; ">Krenak</b><span style="float: none; text-align: justify; ">, que mostra aspectos da história do povo indígena Krenak desde 1808 até o desastre ambiental no Rio Doce, em 2015. Em seguida, haverá um debate sobre o filme.</span></span></div>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "> </span></p>
<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "></div>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "> </span></p>
<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "><b style="list-style-type: none; padding-left: 0px; ">Debatedores<br style="list-style-type: none; padding-left: 0px; " /></b></div>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "> </span></p>
<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "></div>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "> </span></p>
<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; ">Ricardo Macedo Corrêa e Castro <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; ">(FFCLRP-USP)</span></span></span></div>
<div style="list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: justify; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; ">Carla Natacha Marcolino Polaz<span style="float: none; list-style-type: none; text-align: justify; "> (ICMBio)</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-12T18:27:56Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/upscaling">
    <title>The  Contribution of Living Labs to Urban Sustainability Transitions: How to Deal with Upscaling?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/upscaling</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Segundo a teoria, a transição para a sustentabilidade depende de inovações sociais, tecnológicas ou institucionais desenvolvidas nos chamados "nichos". Os nichos são espaços protegidos que oferecem um local para experimentação e aprendizado com maneiras novas e mais sustentáveis ​​de suprir as necessidades humanas. Uma transição ocorre quando essas novas maneiras alteram o "regime" existente e se tornam "o novo normal".</p>
<p>Um exemplo atual de nichos são os Laboratórios Urbanos Vivos, espaços onde diversas partes interessadas inovam, experimentam e aprendem juntos para encontrar soluções para os desafios da sustentabilidade urbana. No entanto, apesar da rápida disseminação desses laboratórios e de iniciativas semelhantes em cocriação transdisciplinar, sua contribuição para a transição para a sustentabilidade urbana ainda parece bastante limitada.</p>
<p>Para que isso aconteça, as inovações desenvolvidas precisam se deslocar do nicho para o regime, do experimental para o <i>mainstream</i>. O <i>upscaling</i> refere-se aqui à implementação mais ampla de uma inovação nas cidades e entre cidades.</p>
<p>O seminário propõe uma discussão sobre a importância desses novos espaços de coprodução e transdisciplinaridade com a participação de pesquisadores do tema.</p>
<p><strong>Expositores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joop-de-kraker" class="external-link">Joop de Kraker</a> (Universidade de Maastricht)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (USP)</p>
<p><strong>Moderadora:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Marques Di Giulio</a> (USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-25T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/SW-alimentos">
    <title>Alimentos: Gerando Conhecimento para Alimentar o Mundo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/SW-alimentos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>De acordo com a FAO, quase 1 bilhão de pessoas não tem acesso a uma alimentação de forma que atenda suas necessidades diárias de nutrientes. A cada 4 segundos, uma pessoa morre de forme no mundo. Segundo a ONU, em 2050 haverá mais de 9,5 bilhões de habitantes no mundo. Em função deste crescimento populacional, será necessário um incremento de 70% na produção de alimentos para atender à demanda dos novos consumidores que surgirão nos próximos 30 anos. <br /> <br /> Paralelamente, tem-se observado o aumento no interesse pela qualidade dos alimentos que são consumidos pela população. A busca por uma vida mais saudável tem levado os consumidores a se tornarem cada vez mais exigentes e a questionarem fatores como composição dos alimentos, como eles são produzidos e como podem afetar a saúde. Diante deste cenário, tem surgido os chamados alimentos fitness, funcionais, orgânicos, etc.</p>
<p>O Brasil se apresenta como um importante player no mercado mundial de produção de grãos e de proteína animal, se destacando de uma forma decisiva como um dos grandes fornecedores de alimento para o mundo, posição que alcançou em virtude de vários fatores tais como: posição geográfica e clima favoráveis, disponibilidade de mão-de-obra, além do desenvolvimento de pesquisas de ponta.<br /> <br /> Desta forma, o objetivo deste Strategic Workshop será o de trazer à comunidade a oportunidade de debate sobre os principais tópicos relacionados à produção e qualidade de alimentos e o que os pesquisadores da Universidade de São Paulo e colegas de outras instituições e da iniciativa privada, têm feito procurando trazer soluções estes temas que são tão relevantes para a sociedade. Além disso, o Strategic Workhop estimulará a integração de pesquisadores de diferentes áreas de atuação, segundo sua expertise, no intuito de promover a busca de soluções práticas e aplicáveis.<br /> <br /> Na programação do evento, após a abertura oficial, haverá uma palestra magistral abordando os desafios para a produção de alimentos para as próximas décadas. Na sequência, serão apresentados diferentes módulos, com o objetivo de desmistificar conceitos, abordando temas relacionados com antibióticos e hormônios na alimentação animal, defensivos agrícolas e a produção de alimentos, organismos geneticamente modificados, qualidade e segurança dos alimentos, alimentos processados e “carne” de laboratório.</p>
<p>Iniciada em 2015, a série S<i>trategic Workshops </i>já promoveu diversos encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</p>
<p>O objetivo​ deste workshop​ é incentivar a organização da pesquisa na USP em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><strong>Clique</strong> <strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/estrategics%20workshop/" class="external-link">aqui</a> para acessar a série de fotos e vídeos Strategic Workshops.</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-11T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cuidados-integrados-pessoa-idosa">
    <title>Cuidados Integrados à Pessoa Idosa: Construindo o Caminho para o Envelhecimento Sustentável e a Saúde Planetária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cuidados-integrados-pessoa-idosa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b><span><a href="https://www.iea.usp.br/en/events/integrated-care-older-people" class="external-link">Click here for the English version</a></span></b></p>
<p><b>I Simpósio Internacional sobre Envelhecimento Sustentável e Saúde Planetária e I Encontro Internacional do NAPENV sobre Capacidade Intrínseca<br /></b></p>
<p>O Envelhecimento Sustentável (ES) é um processo complexo; entender os  fatores que o favorecem ou limitam é mandatório para que estratégias  para o alcance dos <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> possam  ser implementadas. A capacidade intrínseca (CI) é um destes fatores.  Embora a CI seja um determinante de envelhecimento bem-sucedido, a  translação desse conhecimento para o ES e para a Saúde planetária (SP)  ainda é escassa. Este simpósio pretende reunir pesquisadores de diversas  regiões do mundo para promover um debate sobre a capacidade intrínseca e  a estratégia de atenção a saúde da pessoa idosa de modo a fomentar  ações que contribuam para o alcance dos ODS e da SP. Está vinculado ao <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS03 - Saúde e Bem-Estar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-10-24T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa">
    <title>Em São Paulo, água líquida, mas não certa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa</link>
    <description>Especialistas analisam motivos do esgotamento das fontes hídricas na Região Metropolitana de São Paulo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/anhangabau/@@images/a6eb81d4-21cd-4fca-92f3-815e9019f36b.jpeg" alt="Anhangabaú" class="image-inline" title="Anhangabaú" /></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: start; "><strong>Vale do Anhangabaú, em 1890: plantações de chá do Barão de Itapetininga. Ao centro, o córrego Anhangabaú. </strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: start; "> </span></p>
<hr />
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; ">O  sistema de abastecimento de água de São Paulo começou a ser montado no  início do século 18. Utilizado até o limite, o córrego do Anhangabaú foi  um dos primeiros mananciais abandonados na capital paulista devido à  urbanização de seu entorno, em meados do século 19.<br />A  expansão demográfica e a ocupação desordenada do território seguiram  degradando os recursos naturais ao longo da história. Os paulistanos  viram a ascensão e queda das fontes do Ipiranga, dos mananciais de Cotia  e Rio Claro; dos rios Tamanduateí, Tietê e Pinheiros; das represas  Guarapiranga e Billings. <br />O colapso do Sistema Cantareira,  evidenciado na crise hídrica de 2014, ficará na memória dos cidadãos,  das empresas e dos gestores públicos, especialmente pela lição sobre o  devido valor da água.</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A lógica da urbanização desordenada tem levado muitas cidades a  expandir seus sistemas de abastecimento para fontes de água cada vez  mais distantes. O paradigma hidráulico dos séculos 19 e 20, que norteou  governos tecnocráticos e centralizados, não é privilégio só do Brasil.</p>
<p>Nova York seguiu um longo caminho em busca de sua famosa água, antes  de chegar à <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1" class="external-link">gestão integrada baseada na conservação ambiental</a> que hoje  serve de modelo para o mundo. Na Espanha e na França, megaprojetos de  obras civis e seus impactos na gestão hídrica das metrópoles rendem  discussões calorosas, como ficou evidente em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios" class="external-link">debate realizado no IEA com  especialistas desses países</a>, em visita ao Brasil em novembro de 2015.</p>
<p>“Será que essa lógica de urbanização deve ser mantida? Quais fatores  no Brasil e na Região Metropolitana de São Paulo fazem esse padrão de  degradação?”, questionou o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janes-jorge" class="external-link">Janes Jorge</a>, da Universidade  Federal de São Paulo (UNIFESP), em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental" class="external-link">encontro </a>que mostrou a  transversalidade de temas como história, meio ambiente e gestão hídrica,  realizado em setembro de 2015 no IEA.</p>
<p>Mas se o aporte na capacidade do sistema de abastecimento é uma  necessidade, as medidas estruturais empreendidas não têm sido  suficientes para abastecer a crescente população das metrópoles. Em São  Paulo, por exemplo, mesmo com os investimentos, “tem ocorrido uma  redução do volume de água <i>per capita</i> disponível nos mananciais  para captação e no volume que as estações de tratamento de água (ETA)  têm capacidade de tratar”, mostra o artigo <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0103-40142015000200007&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">“Crise de abastecimento de  água em São Paulo e falta de planejamento estratégico”</a>, publicado no  volume 29 do número 84 da Revista Estudos Avançados.</p>
<p>Os autores mostram uma combinação perversa na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Além da redução dos volumes diários <i>per capita</i>,  os mananciais, cada vez menos resilientes, ficam mais suscetíveis a  eventos climáticos como o ocorrido no verão de 2013-2014. Porém, ainda  que a redução da disponibilidade de água esteja relacionada a um período  de estiagem e de temperaturas muito acima das normais climatológicas, a  perda de capacidade de atendimento “é o reflexo da falta de  planejamento estratégico que afeta o sistema de abastecimento da Região  nos últimos dez anos”, constata o artigo.</p>
<p>A desinformação sobre a real situação dos mananciais também reflete  nos hábitos de consumo e na percepção sobre o valor da água, pois mesmo  numa crise iminente muitos só acreditam no comprometimento dos recursos  hídricos quando a água não chega à torneira. E falta de transparência é  um importante fator que reflete na eficiência das políticas públicas e  na conscientização ambiental, mostram os autores.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/home-seca-na-cantareira" alt="Home seca na Cantareira" class="image-inline" title="Home seca na Cantareira" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Falta de planejamento e eventos climáticos extremos levaram à crise hídrica, mostra estudo publica na revista IEA.<br /></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Entrevista</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga">Brasil ainda precisa de mais obras hidráulicas, diz Braga</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Notícias</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1" class="external-link">Nova York, a metrópole com a água mais pura do planeta</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">PSA ainda traz poucos resultados práticos à conservação em São Paulo</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental">Especialistas questionam conceitos “emprestados” à história ambiental</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se por um lado não falta arcabouço legal sobre a gestão e a  conservação dos recursos naturais, tudo indica que a participação dos  cidadãos, bem como a disponibilidade de financiamentos, não têm sido  grandes problemas no que se refere à gestão e recuperação de bacias  hidrográficas brasileiras. O tema é tratado no artigo “As águas  metropolitanizadas do Alto Tietê”, da coletânea “Meio ambiente e saúde: o  desafio das metrópoles”, organizada pelo diretor do IEA, Paulo Saldiva e  outros autores.</p>
<p>Entre inúmeras políticas públicas, o Programa Córrego Limpo tinha um  cronograma de despoluir mais de 300 córregos metropolitanos até 2012.  Após a despoluição e instalação de redes de esgoto, teve início a  revitalização das margens e áreas de várzeas, além da construção de  parques lineares. O Parque Várzeas do Tietê pretende ser o maior parque  linear do mundo, com 75 quilômetros de extensão e investimentos de R$  1,7 bilhão até 2022.</p>
<p>Por outro lado, o Projeto Tietê, apresentado em meio ao furor  ambientalista da Rio 92, ainda deixa dúvidas sobre o cumprimento de suas  metas, após bilhões de dólares e 24 anos investidos na despoluição do  maior canal da metrópole paulistana e maior curso d´água do estado.</p>
<p>O que ainda representa uma incógnita ao senso comum é o fato de que a  realidade das metrópoles brasileiras contrasta desastrosamente com as  legislações e as políticas ambientais vigentes no Brasil, consideradas  das mais avançadas do mundo.</p>
<p>A partir de 1997, o abastecimento público passou a ser regido pelo  Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh),  regulamentado pela Lei 9.433. Considerada uma das mais sofisticadas do  mundo, a nova legislação criou, entre outros instrumentos, a Política  Nacional de Recursos Hídricos. Entre seus diferenciais, a nova lei  considera a natureza federativa do país.</p>
<p>A chamada Lei das Águas inclui “novos paradigmas de descentralização,  utilização de instrumentos econômicos para a gestão e participação  pública no processo de tomada de decisão”, traz texto do artigo “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142008000200003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Pacto  federativo e gestão das águas”</a>, publicado no número 63 da revista  Estudos Avançados. Entre outros autores, o artigo é assinado pelo atual  secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do estado, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-braga?searchterm=benedito" class="external-link">Benedito Braga.</a></p>
<p>Com longa experiência no setor de recursos hídricos, o professor  Benedito Braga, da Escola Politécnica, já passou pela Agência Nacional  de Águas e é presidente do Conselho de Administração da Sabesp, além de  presidente do Conselho Mundial das Águas.</p>
<p>Em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga" class="external-link">entrevista</a> ao IEA, Braga fala da necessidade de  investimentos em obras de engenharia, sobre gestão integrada dos  recursos hídricos e das ações do estado no que se refere ao sistema de  abastecimento, incluindo a transposição do rio Itapanhaú, no litoral  norte. O traçado da obra é contestado por ambientalistas porque poderá  desmatar remanescentes florestais no Parque Estadual da Serra do Mar,  uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">créditos: LAAMARAL/netleland; Fernando Stankus - Flickr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>History</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga">
    <title>Brasil ainda precisa de mais obras hidráulicas, diz Braga</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga</link>
    <description>Professor da USP e atual secretário de Saneamento e Recursos Hídricos defende um mix de investimentos em infraestrutura e gestão integrada</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/benedito-braga" alt="Benedito Braga" class="image-inline" title="Benedito Braga" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Benedito Braga, secretário de Saneamento e Recursos Hídricos</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com longa experiência no setor hídrico, o atual secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do estado de São Paulo, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-braga" class="external-link">Benedito Braga</a>, da Escola Politécnica, já passou pela Agência Nacional de Águas e é presidente do Conselho de Administração da Sabesp, além de presidente do Conselho Mundial das Águas.<br />Em entrevista ao IEA, Braga fala da necessidade de investimentos em obras de engenharia, sobre gestão integrada dos recursos hídricos e das ações do estado no que se refere ao sistema de abastecimento, incluindo a transposição do rio Itapanhaú, no litoral norte. O traçado da obra é contestado por ambientalistas porque poderá desmatar remanescentes florestais no Parque Estadual da Serra do Mar, uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil.</p>
<p><strong><i>IEA: As diretrizes estaduais quanto à gestão dos recursos hídricos continuarão priorizando investimentos em infraestrutura e mais interligações?<br /></i>BRAGA</strong>: Vamos continuar como sempre fizemos. O Brasil tem a legislação mais avançada do ponto de vista da gestão dos recursos hídricos. Nossa legislação inspirou a lei da África do Sul. Temos comitês de bacia, participação sociedade civil, agências, municípios usuários de água, as ações do estado. Portanto, esse modelo deve continuar e ser aperfeiçoado. O estado tem grande preocupação com segurança hídrica, ou seja, a oferta suficiente de água para consumo humano, dessedentação animal, desenvolvimento econômico e conservação dos ecossistemas. Passamos por uma crise complicada em 2014 que trouxe uma consciência maior da importância desse conceito. De um lado, temos que promover obras estruturantes para trazer água para o sistema. Ao mesmo tempo, devemos promover o uso eficiente pelas pessoas, pela indústria e o comércio. Temos programas de conservação das bacias. O estado de São Paulo tem o Programa Nascentes para a recuperação das matas ciliares. É um programa de governo e diversos órgãos trabalham juntos. A Secretaria de Meio Ambiente do estado lidera a iniciativa, mas a Secretaria de Recursos Hídricos trabalhou na montagem do programa junto com a SMA. Outros programas também funcionam de forma integrada, como a limpeza do rio Pinheiros e muitos outros.</p>
<p><strong><i>IEA: O<span> que o estado de São Paulo pode fazer no médio e longo prazo para assegurar o abastecimento de água no futuro?<br /></span></i></strong><strong>BRAGA:</strong><span> O estado de São Paulo trabalha em um conjunto de obras estruturantes para garantir o abastecimento da população. Veja o caso do Sistema São Lourenço, uma das maiores obras de infraestrutura no país. Quando concluído, o sistema vai captar 6,4 mil litros por segundo na cachoeira do França, em Ibiúna, volume suficiente para atender 2 milhões de pessoas.<br /></span><span>Além disso, a interligação entre as represas Jaguari (bacia do Paraíba do Sul) e Atibainha (bacia do Sistema Cantareira) permitirá a captação de água na represa Jaguari e a transferência para a represa Atibainha. Com vazão média prevista de 5.130 litros por segundo, o sistema também permitirá a transferência de água no sentido contrário, da represa Atibainha para a Jaguari.<br /></span><span>Por sua vez, a reversão na bacia do Itapanhaú é outra obra importante quando pensamos no abastecimento da população. A capacidade de captação média será de 2 m³/s e o investimento previsto é de R$ 170 milhões. Um trabalho de monitoramento ambiental será realizado de modo a preservar a fauna e a flora do Parque Estadual da Serra do Mar e da restinga e mangues de Bertioga, onde o Itapanhaú deságua no mar.</span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a></p>
<p> </p>
<p>Notícias</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1" class="external-link">Nova York, a metrópole com a água mais pura do planeta</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa">Em São Paulo, água líquida, mas não certa</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">PSA ainda traz poucos resultados práticos à conservação em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental">Especialistas questionam conceitos “emprestados” à história ambiental</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i><strong>IEA</strong>: <strong>Como o senhor vê o caso da gestão integrada da água nas montanhas de Catskill, em Nova York? Seria possível aplicar o modelo no Brasil?<br /></strong></i><strong>BRAGA</strong><span>: Eles já tinham grandes obras de engenharia e, portanto, não precisavam mais investir só nisso. Os aquedutos de lá chegam a uma distância de 200 quilômetros. Há um mito de que só gestão integrada resolve tudo. Veja a situação do Leste da África ou da África Subsaariana: como fazer gestão integrada num local onde há nem reservatório para armazenar a água durante a seca? Precisamos parar com essa ideia de que engenharia não serve para nada. Isso é um discurso de países desenvolvidos que já fizeram toda a sua obra de engenharia e que tentam passar para países pobres, sem infraestrutura, que não é necessário fazer barragens, adutoras, que é só sentar numa mesa e conversar e assim a água sai de um lugar e vai para outro.</span></p>
<p><strong><i><strong>IEA: O sistema Cantareira é gigante e muitos outros complementam o abastecimento. Já não temos infraestrutura suficiente para abastecer São Paulo? </strong><br /></i><strong>BRAGA</strong></strong>: Engano. Temos muitas obras a fazer ainda no Brasil. A obra em andamento que fará a transposição das águas do rio Itapanhaú, por exemplo, é muito importante para ampliação da capacidade hídrica da Região Metropolitana de São Paulo. O rio corre da Serra do Mar para Bertioga, no litoral norte. Está dentro da uma reserva de Mata Atlântica, não tem agricultor. É só ir lá e trazer água para São Paulo. É uma obra estimada em R$ 200 milhões de reais. Mas sem dúvida alguma temos de trabalhar na gestão. Veja o bônus e o ônus criado durante a crise hídrica. São tarifas de contingenciamento para quem gastava muito e com isso reduzimos o consumo sem a necessidade de fazer obra. Não vejo essa dicotomia entre obra de engenharia e gestão compartilhada. As duas coisas se complementam.</p>
<p><strong><i><strong>IEA: Os organismos do governo estadual são engessadas para implantar eficazmente a gestão compartilhada? A bacia do PCJ (sistema Piracicaba, Capivari e Jundiaí) é uma das poucas que conseguiram efetivar o pagamento de serviço ambiental a partir da Cobrança pelo Uso da Água Bruta. Como o estado de São Paulo está pensando a gestão integrada e o instrumento de PSA?</strong><br /></i><strong>BRAGA</strong></strong>: Citei o Programa Nascentes, que é de saída é uma iniciativa conjunta. O estado está integrado. O PSA, em especial o Programa Produtor de Água, está funcionando na Bacia do Piracicaba e em Extrema, Minas Gerais. O agricultor tem que se adequar e fazer uma agricultura sustentável para ter acesso ao financiamento proposto no âmbito de PSA.</p>
<p><strong><i>IEA: Em sua opinião, grandes empresas, especialmente as que utilizam ou vendem matérias primas e recursos naturais, não deveriam ter programas transparentes e metas claras de compensação ambiental? A Sabesp, por exemplo, empresa da qual o senhor é presidente do Conselho de Administração, faz algum tipo de reflorestamento para contribuir com o equilíbrio hidrológico dos mananciais que explora?<br /></i>BRAGA</strong>: A Sabesp tem o papel de produzir água de boa qualidade. Há problemas de tratamento em algumas bacias. Mas no interior do estado, todos municípios tem 100% de esgoto coletado e tratado. Mas há problemas, por exemplo, na região metropolitana e no litoral norte. Porém, na crise hídrica, tivemos que fazer uma opção entre segurança hídrica e tratamento de esgoto. Então tivemos que diminuir os investimentos em tratamento de esgoto. Mas não só o tratamento de esgoto é um problema, como também a questão da poluição difusa nas cidades e as ligações clandestinas de esgoto direto na rede pluvial (proveniente das chuvas). E sobre isso já realizamos uma interação com a prefeitura. Existe um comitê envolvendo a Sabesp e a prefeitura da capital que trabalha no sentido de buscar soluções para o saneamento. É uma questão que vai demorar para resolver.</p>
<p><strong><i>IEA: Há renomados especialistas, inclusive na USP, que defendem o investimento massivo em águas de reúso. O que o senhor acha disso?<br /></i>BRAGA</strong>: Não dá para resolver o problema de uma metrópole como São Paulo com água de reuso. Já agimos nessa direção, mas não para uso potável e sim para lavagem de ruas, canteiros, irrigação de parques. Em 2015, foram produzidos 1,8 milhão metros cúbicos nas estações de tratamento de Barueri, Parque Novo Mundo e São Miguel. Temo também o projeto Aquapolo que abastece indústrias do ABC e assim libera a oferta de água potável para fins mais nobres. O reúso potável deve ser considerado em países como Namíbia, por exemplo, que fica a 2000 metros de altitude, num país totalmente árido.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><strong><i>IEA: Conservar matas ciliares, nascentes e reflorestar já não traria, naturalmente, um grande volume de água para a metrópole?<br /></i>BRAGA</strong>: Estamos fazendo a conservação e não só falando. O Programa Nascentes tem a meta de plantar 8 milhões de árvores e já plantamos 2 milhões. Para simplificar, acredito que não existe o trabalho isolado em conservação. Isso é algo importante e o estado está fazendo, reflorestando, melhorando as condições dos reservatórios e das nascentes. Outro ponto é: se quisermos ter segurança hídrica, não será somente com essas iniciativas. As obras de engenharia são necessárias. Precisamos fazer um cotejo entre engenharia, conservação e reúso. Há um portfólio de ações, não uma dicotomia entre obras e conservação.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><strong><i>IEA: Como é a atuação do Conselho Mundial da Água?<br /></i>BRAGA</strong>: A estratégia trianual do Conselho privilegia o tema das cidades. Em função do alto grau de urbanização que o mundo vive, a visão é promover ações que integrem saneamento, resíduos sólidos, combate a enchentes, política habitacional e de transportes, como setores que não podem ser distanciados da gestão dos recursos hídricos. As ações empreendidas no mundo relativas às mudanças climáticas focaram até hoje o mercado de energia e carbono. Então a visão do Conselho é voltar os olhos para adaptação, porque a variabilidade do clima hoje é tal que traz problemas sérios à oferta de água especialmente em países com menos infraestrutura hídrica. Em países como Zimbábue, as variações do PIB e das chuvas possuem uma correlação quase perfeita, porque o país não tem reservatórios nem um sistema de gestão hídrica.</p>
<p><strong>IEA: Como as diretrizes do Conselho Mundial da Água são aplicadas no estado e na capital paulista?</strong><br /><strong>BRAGA</strong>: Existe um trabalho com a prefeitura de São Paulo, por exemplo, para proteção dos mananciais que é feito com a Secretaria de Habitação, para reurbanizar comunidades em áreas de mananciais. Essas comunidades não possuem coleta nem tratamento do esgoto, fraudam a captação da água e a ideia é resolve o problema dos esgotos nessas e outras localidades com o mesmop problema. Os organismos atuam com recursos da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos e apoio do Banco Mundial.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/dialogos-sobre-a-amazonia-na-contemporaneidade-atelie-de-ideias-e-propostas-5deg-encontro-08-de-junho-de-2015">
    <title>Diálogos Sobre a Amazônia na Contemporaneidade Atelie de Ideias e Propostas - 5° Encontro - 08 de junho de 2015</title>
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    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-08T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/gestao-de-desastres-ambientais-e-clima-coordenacao-comunicacao-e-desafios-estruturais-11-09-2025">
    <title>Gestão de Desastres Ambientais e Clima: Coordenação, Comunicação e Desafios Estruturais - 11/09/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/gestao-de-desastres-ambientais-e-clima-coordenacao-comunicacao-e-desafios-estruturais-11-09-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-16T17:41:42Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/agricultura-urbana-articulacao-social-e-poder-publico-em-pauta">
    <title>Agricultura urbana, articulação social e poder público em pauta</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/agricultura-urbana-articulacao-social-e-poder-publico-em-pauta</link>
    <description>Valorização e regularização do agricultor, mercado de orgânicos e criação de um fórum permanente de horticultores foram temas levantados no dia 11 de novembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-organica-lufa-farms-1" alt="Agricultura orgânica - Lufa Farms - 1" class="image-inline" title="Agricultura orgânica - Lufa Farms - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Produção de tomates na Lufa Farms, Laval, norte de Montreal, no Canadá</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para os agricultores presentes no debate sobre agricultura urbana no IEA, no dia <strong>11 de novembro</strong>, a reinserção do conceito de zona rural no Plano Diretor Estratégico de 2014 foi uma medida relevante, mas não suficiente para promover a horticultura na capital paulista. O encontro <i>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</i> reuniu integrantes do Grupo de Estudos em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Agricultura Urbana (GEAU)</a> do IEA, representantes de associações e cooperativas agrícolas, educadores, agricultores familiares, hortelões, pesquisadores e representantes de organizações não governamentais.</p>
<p>“O Plano Diretor Estratégico de 2014 voltou a reconhecer a existência de zona rural e isso é um avanço. Mas ainda falta a oficialização e regularização das hortas urbanas comunitárias. A prefeitura precisa reconhecer oficialmente a existência dessas hortas. Precisamos de mais parcerias através de cooperativas e universidades para viabilizar pequenos planos de negócio para os agricultores”, disse André Biazzotti, integrante do Movimento Urbano de Agroecologia (Muda SP).</p>
<p>A partir de 2014, o Plano Diretor Estratégico reinseriu o conceito de zona rural na cidade de São Paulo, que havia sido retirado no documento de 2002. A legislação passou a reconhecer a existência de áreas rurais, numa parcela de 30% do total do município, ou 445 quilômetros quadrados. Isso é importante não só pelas mudanças na organização do espaço, como também no reconhecimento dos direitos concedidos aos produtores agrícolas.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícia</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-experiencia-de-montreal-e-rennes-na-agricultura-urbana" class="external-link">A experiência de Montreal e Rennes na agricultura<br />urbana</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/agricultura-urbana-em-rennes-montreal-e-sao-paulo-como-podemos-aprender-e-articular-acoes-a-luz-da-comparacao" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/agricultura-urbana-em-rennes-montreal-e-sao-paulo-como-podemos-aprender-e-articular-acoes-a-luz-da-comparacao-11-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Biazzotti e outros hortelões presentes na plateia apresentaram sugestões para viabilizar a horticultura urbana em São Paulo. “Precisamos construir uma articulação através de um fórum permanente para canalizar um diálogo consistente junto aos órgãos públicos. Também não pode faltar um mapeamento para evidenciar os agricultores que ainda não acessam essa rede que começa a ser construída”, concluiu Biazzotti.</p>
<p>A sistematização da agricultura urbana em São Paulo foi justamente um dos temas centrais tratados em junho deste ano durante a<a class="external-link" href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/CARTILHARURAL.pdf"> 1ª Conferência Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável da Cidade de São Paulo</a>, conforme explicou o engenheiro agrônomo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-henrique-marinho-meira" class="external-link">Luis Henrique Marinho Meira</a>, especialista em Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de São Paulo e participante da mesa de debates.</p>
<p>“Naquela conferência discutimos a criação de um cadastro de terras disponíveis na cidade para a horticultura. A ideia é disponibilizar terrenos da prefeitura e também áreas de concessão, como as que ficam no entorno das linhas da Eletropaulo, Sapesp e outras. A proposta seria a Prefeitura gerenciar o cadastro dos agricultores, de forma a viabilizar a regularização e a gestão da atividade através de um termo de cooperação com as concessionárias. Mas esse diálogo não avançou”, disse Meira.</p>
<p>Para Meira, apesar dos esforços, as políticas públicas urbanas não foram estruturadas como intervenção no mundo rural. “Para citar um exemplo, o departamento de agricultura do município não tem estrutura nem orçamento próprios. Seus cargos são genéricos, não estritamente relacionados à atividade agrícola, e vieram da antiga supervisão de abastecimento. Não é um organograma específico. Tivemos alguns programas pontuais nesse ano. E a partir de uma emenda para uma campanha contra agrotóxicos tivemos nosso primeiro orçamento, algo como R$ 100 mil que se desdobrou em muitas atividades”, citou Meira.</p>
<p>Segundo o engenheiro agrônomo, a Casa Agrícola de Parelheiros “é o único local onde nossa atuação está mais próxima de uma assistência rural extensionista, em que há uma equipe permanente e método de trabalho, ao contrário de outros locais”, disse. “Esse debate não é novo. A assistência técnica no campo está mais consolidada no plano federal, em especial pelo atendimento aos assentamentos dos Sem Terra. Mas há muito por fazer nessa área”, disse Meira.</p>
<p>A Prefeitura atua junto aos agricultores com bolsas sociais de capacitação e a ajuda de parcerias. “As políticas públicas são fragmentadas e dependemos de bolsas para capacitação de pessoal. Mas não há estrutura de fomento às hortas. Dependemos muito dos arranjos entre os parceiros da Prefeitura porque isso dinamiza as atividades. Mas precisamos aperfeiçoar o processo, independentemente de governos”, afirma Meira.</p>
<p><strong>Mananciais e mercados </strong></p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-marcoratti" class="external-link">Valéria Marcoratti</a>, presidente da Cooperapas Agricultura Orgânica Parelheiros, a união foi a forma que os agricultores do extremo sul da capital paulista encontraram para viabilizar seus pequenos negócios. Com a ajuda da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da USP, em 2007, os agricultores daquela região passaram a frequentar cursos de capacitação em agroecologia para que fizessem a transição para o cultivo de orgânicos. “Somos 34 cooperados numa região com mais de 400 agricultores. Com a cooperativa agora temos mais força e reconhecimento”, disse.</p>
<p>A novidade na Associação de Agricultores da Zona Leste (AAZL), entidade especializada em produtos orgânicos, é o interesse de jovens querendo virar agricultores, contou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andreia-perez-lopes" class="external-link">Andreia Perez Lopes</a>, bióloga e agricultora. “Há cooperados que já tinham na família a tradição do trabalho no campo. Vieram para a cidade como pedreiros, motoristas, domésticas, mas agora estão retomando o trabalho com a terra. A novidade é que a associação tem recebido muitos jovens querendo atuar profissionalmente na agricultura urbana”, disse.</p>
<p>Na vila Nova Esperança, extremo oeste da capital, o trabalho colaborativo na horta comunitária começou em 2013 para promover educação ambiental. No início, poucos aderiram à ideia. Mas foi o suficiente para fazer a limpeza de um terreno baldio, “ponto viciado de lixo”, onde seria construída a horta, relatou a agricultora Maria de Lourdes Andrade de Souza, a Lia, presidente da associação de moradores local.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/geau-maria-de-lourdes-andrade-de-souza" alt="GEAU Maria de Lourdes Andrade de Souza" class="image-inline" title="GEAU Maria de Lourdes Andrade de Souza" /></th>
</tr>
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<p><strong>"Foi o suficiente para fazer a limpeza de um terreno baldio, ponto viciado de lixo", disse Lia, da horta da vila Nova Esperança</strong></p>
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</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Quando os resultados começaram a aparecer, todo mundo entrava na fila para ganhar alimento, até os que</p>
<p>não ajudavam em nada. Daí criamos a moeda social Esperança. Quem ajuda na manutenção da horta é remunerado e troca por legumes e hortaliças fresquinhas. Tudo o que vem de graça parece que não tem valor. Então estamos ensinando a valorização da terra. Tudo isso está unindo muito a comunidade”, diz Lia.</p>
<p>No lugar do entulho de lixo, além da horta da vila Nova Esperança é possível ver também uma composteira e um viveiro de mudas. Em breve, um pesqueiro fará parte da paisagem, conta Lia.</p>
<p>A plateia sugeriu iniciativas para coibir o vandalismo nas hortas comunitárias e a ideia de conscientizar e educar foi a forma mais citada para evitar roubos de mudas e produtos. “Essa atitude é um reflexo da relação da sociedade brasileira com o espaço público. Conversar com as pessoas tem adiantado nas hortas onde atuo como voluntária”, disse a hortelã <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-visoni" class="external-link">Cláudia Visoni</a>, que falou sobre sua experiência à frente da horta das Corujas, na vila Beatriz, zona oeste da capital.</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
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<p><strong>Prefeitura buscará integrar mercados com projeto premiado de plataforma digital</strong></p>
<p>Numa audiência pública realizada na Câmara Municipal no dia 28 de novembro, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando de Mello Franco, disse que a Prefeitura da cidade de São Paulo está desenvolvendo uma plataforma para fomentar a venda dos produtos de agricultores familiares. “Queremos conectar a produção rural com a zona urbana, articulando os produtores com os restaurantes que estão voltados a um cardápio mais qualificado e baseado em orgânicos”, disse o secretário, segundo <a class="external-link" href="http://www.camara.sp.gov.br/blog/valorizacao-das-zonas-rurais-e-discutida-em-audiencia-publica-na-camara/">nota publicada no site da Câmara Municipal</a> de São Paulo.</p>
<p><span>A plataforma digital mencionada por Franco é nada menos do que o projeto da Prefeitura de São Paulo ganhador do <a class="external-link" href="http://capital.sp.gov.br/noticia/sao-paulo-recebe-premio-mayors-challenge-2016-da-bloomberg-philanthropies">Prêmio Mayors Challenge 2016 da Bloomberg Philanthropies</a>, anunciado no dia 30 de novembro, em Ciudad del Mexico. A instituição concedeu US$ 5 milhões para a execução do projeto, que tem como foco o desenvolvimento econômico da zona rural paulistana e a proteção das áreas de mananciais da cidade.</span></p>
<p><span>A proposta, intitulada “Ligue os Pontos”, pretende conectar toda a cadeia de valor da agricultura urbana, com o objetivo de facilitar e ampliar a distribuição do alimento produzido por agricultores familiares das áreas urbanas e periurbanas da cidade. Envolveu soluções de logística e tecnologia para a articulação entre produtores agroecológicos e orgânicos, distribuidores e consumidores. A assessoria de imprensa do gabinete da Prefeitura não informou quando será feita a implantação da plataforma digital.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outra sugestão foi a criação de cultivares orgânicos em áreas de nascentes visando à proteção dos mananciais paulistas. Houve ainda intervenções para incentivar o uso das podas de árvore na adubação das hortas da cidade.</p>
<p>“Já existe uma lei de autoria do vereador Gilberto Natalini (PV-SP), atual secretário do Verde, proibindo enviar as podas de árvores para aterros. Então agora é o momento de conversar com ele para viabilizar o uso desse material nas hortas”, disse Visoni. A lei 14.723, de 2008, instituiu o Programa de Aproveitamento de Madeira de Podas de Árvores para reduzir o acúmulo de material orgânico nos aterros e economizar inúmeras viagens de caminhões da prefeitura no transporte desse tipo de produto.</p>
<p>Os participantes lembraram a importância dos espaços de comercialização, como feira livres e mercados. “Os mercados municipais deveriam ter uma área para a agroecologia urbana e isso é um ato administrativo que não precisa de orçamento. Outras medidas deveriam fortalecer as compras escolares desses produtores de forma a executar de fato o que já está previsto em lei. Muitas escolas gastam dinheiro para capinar terreno e deveriam direcionar essas áreas para hortas. Os agricultores conveniados com a prefeitura poderiam produzir mais e teriam ganho de escala. As feiras livres deveriam inclusive incentivar a troca de produtos e a logística solidária em circuitos aproximados”, disse Regiane Nigro, do Instituto Kairós.</p>
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<p><strong>A força da articulação coletiva em Rennes e Montreal</strong></p>
<p>Com a mediação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-nagib" class="external-link">Gustavo Nagib</a>, integrante do GEAU, o debate <i>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</i> trouxe os relatos das pesquisadoras do GEAU <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giulia-giacche" target="_blank">Giulia Giacchè</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lya-cynthia-porto-de-oliveira" target="_blank">Lya Porto</a>, que mostraram as experiências de diversos tipos de hortas urbanas em Rennes, noroeste da França, e Montreal, na província de Quebec, no sudeste do Canadá.</p>
<p>Além da língua – apesar de pertencer a um país de língua inglesa, Montreal tem o francês falado correntemente junto com o inglês – essas duas cidades possuem em comum o fato de terem uma grande concentração de estudantes. Os inúmeros projetos apresentados pelas pesquisadoras demonstraram a integração das políticas públicas, de forma que a agricultura urbana se insere organicamente nas políticas municipais.</p>
<table class="tabela-esquerda">
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-organica-lufa-farms-2" alt="Agricultura orgânica - Lufa Farms 2 " class="image-inline" title="Agricultura orgânica - Lufa Farms 2 " /></th>
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<p><strong>Runaway Creek Farms, um dos pontos de distribuição da Lufa Farms, de Montreal</strong></p>
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<p>Nos casos citados, a gestão dos espaços de agricultura urbana é coletiva. O poder público participa ativamente por meio de financiamentos de negócios sociais, fornecimento de insumos, de terrenos ou mão de obra e assistência técnica, mostraram as pesquisadoras.</p>
<p>“Rennes votou na Câmara Municipal que quer se tornar uma cidade comestível. O programa Incredible Edible identificou 50 ações para a cidade se tornar comestível e a Prefeitura se engajou para cumprir essas 50 ações necessárias”, disse Giacchè.</p>
<p>A meta em Rennes é chegar a uma produção de 40% de orgânicos e à redução de 50% do desperdício de alimentos. Uma das formas de atingir essa meta foi a Prefeitura disponibilizar terrenos para a agricultura urbana – atualmente são 19 hectares em regiões periféricas – e a própria comunidade cria associações para gerir essas áreas.</p>
<p>A Prefeitura também atua com concessões de terras, que são geridas por associações, caso do <i>Vert le Jardin</i>, que atualmente possui 95 horticultores associados, que também partilham sementes. No projeto <i>Embellissons nos mur</i>, a Prefeitura estimula o cultivo em calçadas e paredes, fornecendo implementos e até quebrando a calçada para o plantio.</p>
<p>A plataforma digital <i>Prêter son Jardin.com</i> reúne cidadãos que têm terra para plantar, mas não têm tempo e aqueles que querem plantar, mas não possuem espaço. Há também os galinheiros coletivos e negócios sociais apoiados pela Prefeitura para a produção de sementes orgânicas e mel.</p>
<p>A compostagem geralmente acompanha a maioria dos projetos. Do orçamento anual da Prefeitura, 5% é destinado às chamadas publicas. Todos os cidadãos votam pela internet e os vencedores implementam seus projetos de agricultura, hortas suspensas e projetos sociais.</p>
<table class="tabela-direita">
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/geau-2/@@images/a538cd7e-ab2c-4118-bca1-32797449edf3.jpeg" alt="GEAU 2" class="image-inline" title="GEAU 2" /></th>
</tr>
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<p><strong> Giulia Giacchè (esq.) e Lya Porto, do GEAU, mostraram as experiências de Rennes e Montreal</strong></p>
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<p>projeto de alimentação positiva em Rennes, parceria da Prefeitura com uma associação de produtores orgânicos, seleciona e acompanha 30 famílias para engajá-las no consumo de alimento saudável. O objetivo é demonstrar que é possível comprar orgânicos por preços menores ou iguais aos produtos convencionais.</p>
<p>Montreal tem alguma dificuldade de integrar as políticas públicas da cidade, pois a gestão municipal é descentralizada. Os movimentos sociais lutam atualmente por ações mais planejadas do poder público e com isso há um forte engajamento comunitário, mostrou Lia Porto.</p>
<p>Existem 400 iniciativas de apicultura na cidade canadense, onde a agricultura urbana ocupa 1,5% do território. As hortas familiares remontam à década de 1970.  Um comitê gestor é responsável pela compra de insumos, manutenção das hortas e articulação de novos membros. Os participantes pagam em média US$ 20 dólares mensais para compras em geral. Há um total de 97 horticultores nesse esquema e 8.500 pessoas envolvidas.</p>
<p>Mas a demanda para esses espaços é muito alta e há uma fila de sete anos de espera para novos membros. Com isso, surgiram as hortas coletivas, organizadas e geridas coletivamente em parceria com igrejas, restaurantes e departamentos municipais. Atualmente, esse tipo de organização soma 75 hortas em Montreal.</p>
<p>Há também hortas comunitárias em que cada gestor de canteiro decide o que plantar. Geralmente são estrangeiros que plantam alimentos não convencionais, de forma que podem seguir a alimentação conforme sua cultura e tradições.</p>
<p><i>Increadible Edible, Le Mange Trottoir, Partage ta terre, Cycle Alimenterre, Le Fruits Défendus</i> são alguns dos movimentos urbanos de Montreal voltados ao plantio coletivo. Também recebem apoio da Prefeitura, seja como treinamento para plantio e colheita, ou na distribuição e comercialização dos alimentos, mostrou Porto.</p>
<p><i>O Lufa Farms</i>, um tipo de “fazenda em telhado”, são estufas que permitem o plantio durante o ano todo. Fora dessas estufas, só é possível plantar por seis meses devido ao clima frio. As parcerias disponibilizam aos produtores 355 pontos de entrega, como lanchonetes, cafés, restaurantes e mercados.</p>
<p>O projeto <i>Eco Quartier</i> da Prefeitura estimula e gere múltiplos projetos ambientais e de agricultura urbana voltados à transformação de ruas em espaços verdes.</p>
<p>Há também financiamentos públicos para projetos sociais em Montreal. As empresas sociais e cooperativas atuam em uma diversidade de projetos sociais, envolvendo financiamentos da Prefeitura para o cultivo de cogumelo, apicultura, cozinhas comunitárias, compostagem e até distribuição de bicicletas.</p>
<p>As pesquisadoras mostraram também as formas de engajamento das universidades na questão da agricultura urbana, com as escolas oferecendo pesquisas sobre hortas e estufas, além de cursos, oficinas educativas e projetos comunitários.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Questão Agrária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-02T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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