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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 101 to 115.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-verdes-e-saudaveis-um-debate-sobre-arborizacao-e-saude-coletiva">
    <title>Cidades verdes e saudáveis: um debate sobre arborização e saúde coletiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-verdes-e-saudaveis-um-debate-sobre-arborizacao-e-saude-coletiva</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a95cce8e-7fff-04ac-66bf-b1b793755ebb"><span>Áreas verdes são comprovadamente benéficas à saúde do ser humano - e isso já é um consenso na comunidade científica. Porém, nem sempre a conexão com a natureza é encontrada nos grandes agrupamentos urbanos e nos equipamentos de seu espaço público. O evento vai discutir a importância de ambientes arborizados e de políticas públicas de saúde que os levem em consideração.</span></span></p>
<p><span><span><strong>Debatedores</strong></span></span></p>
<p><span><span><strong>Paulo Saldiva (FMUSP)<br />Marcela Petenusci <span id="docs-internal-guid-59eb2590-7fff-3708-ade5-7ccef5623f33"><span>(IPCCIC)</span></span><br />Perci Guzzo (Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Ribeirão Preto)</strong></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-18T00:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1">
    <title>Por que e para que o 5G no Brasil?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em continuidade às ações pioneiras da USP em pesquisa e aplicação das redes avançadas de comunicações, como a 4G, a Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais organizam o <span>ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no Brasil </strong>com o objetivo de<strong> </strong>oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia. Esta iniciativa integra o <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um f</span><span>órum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia.</span></p>
<p><span>No primeiro encontro do ciclo</span><span> serão discutidos por que e para que a implantação do 5G é interessante ou não para o país, considerando as aplicações verticais como Agronegócio, Cidades Inteligentes, Indústria e Saúde.</span></p>
<p><b><span>Expositores</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-ogawa-matsubayashi" class="external-link">Marcia Ogawa Matsubayashi</a> (Deloitte)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-grynszpan" class="external-link">Flavio Grynszpan</a> (Fiesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-santana-dos-santos" class="external-link">Rodrigo Santana dos Santos</a> (Anatel)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/moacyr-martucci-junior" class="external-link">Moacyr Martucci Junior</a> (EP e IRI - USP)</p>
<p><strong><span> </span><span>Relatora</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> (ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software  e Programa USP Cidades Globais do IEA)</p>
<p> </p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-14T21:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral">
    <title>Pesquisas do USP Cidades Globais revelam efeitos da quarentena sobre professores e população em geral</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral</link>
    <description>Com questionários virtuais, grupos de pesquisadores avaliaram hábitos e comportamentos de milhares de brasileiros durante a pandemia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Duas pesquisas publicadas pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> revelaram alguns dos efeitos da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus. Com dados coletados a partir de questionários virtuais, dois grupos avaliaram o impacto emocional causado pelo confinamento: um na população em geral e o outro nos professores da rede pública paulista.</p>
<p>O levantamento “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-educacao-docencia-e-a-covid-19" class="external-link">Educação, Docência e a Covid-19</a>” coletou quase 20 mil respostas de professores da rede estadual de São Paulo, atingindo 544 municípios paulistas, com o objetivo de medir o impacto da quarentena sobre a atuação profissional e o aprendizado dos alunos. Mesmo com os novos desafios para lecionar, 70% declararam se sentir aptos para desempenhar suas funções virtualmente. Por outro lado, 85% têm a percepção de que os estudantes aprendem menos com a educação mediada pela tecnologia.</p>
<p>Em relação à saúde mental dos professores, outro ponto abordado nas perguntas, surgiram sentimentos de insegurança em relação ao confinamento. Mais da metade dos participantes (53%) se considerarem muito vulneráveis a contrair o vírus causador da Covid-19.</p>
<p>Os pesquisadores consideraram que as respostas dos professores mostram um cenário mais positivo e otimista em relação a outras pesquisas sobre a atuação docente nos tempos de pandemia. Alertam, porém, que existe uma urgência na revisão do atual modelo de educação mediada pela tecnologia e na adoção de novos formatos que garantam uma aprendizagem significativa dos estudantes, bem como uma forma de avaliação assertiva.</p>
<p><strong>Emoções na pandemia</strong></p>
<p>Ansiedade, preocupação, apreensão e cansaço foram as reações mais citadas pelas 1.956 pessoas que responderam à pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-emocoes-momentaneas" class="external-link">Emoções Momentâneas: comportamentos e hábitos cotidianos pós-pandemia</a>”, que avaliou hábitos e comportamentos da população em geral durante o confinamento. Também foram citados angústia, tranquilidade, medo e tristeza.</p>
<p>“São contradições diante da incerteza, na qual as emoções estão constantemente em movimento, não havendo uma linha reta”, avaliam os pesquisadores. As respostas vieram de todos os 27 estados brasileiros, mas a maioria (65,9%) dos participantes era paulista.</p>
<p>A pesquisa tratou também das emoções e percepções em relação ao uso dos espaços públicos no período pós-pandemia. Cerca de 86% das pessoas afirmaram sentir falta de estar em áreas verdes e, para 66% dos que participaram, deve haver uma mudança significativa na relação com os espaços públicos (ruas, praças, parques, praias etc.) e semipúblicos (shopping centers, centros culturais, cinemas, teatros etc).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-06T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia">
    <title>Sistemas de Saúde em Tempos de Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>Por que o Brasil, descrito como um país em desenvolvimento, tem um sistema de saúde público relativamente bom, apesar de sua desigualdade? </span><span>E por que os Estados Unidos, um dos países mais ricos no mundo, têm um nível de saúde básica relativamente baixo? </span></p>
<p><span>O evento vai comparar São Paulo e Atlanta, duas cidades formadas da escravidão e que receberam muitos imigrantes de Ásia, Europa, Américas e África desde o século passado. </span></p>
<p><span>Os debatedores, pesquisadores nas áreas de saúde pública e medicina, vão discutir os efeitos da pandemia comparando o sistema de atendimento universal e gratuito no Brasil e o contrário nos EUA. </span></p>
<p><span>Os focos da discussão incluirão: como imigrantes e grupos minoritários são afetados pela pandemia e por que a continuidade de cuidado de doenças crônicas é tão maior no Brasil do que nos EUA.</span></p>
<p><span><span><strong>Expositores:</strong></span></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-cosentino" class="external-link">Fernando Cosentino</a> (UBS Bom Retiro)</span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emily-s-pingel" class="external-link">Emily S. Pingel</a> (Emory University)</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Debatedora:</strong></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandra-llovet" class="external-link">Alexandra Llovet </a>(Emory University)</span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><strong>Coordenador:</strong></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> (IEA e Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA)</span></span></span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imigração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-29T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-cidades-praias-poluicao-marinha">
    <title>UrbanSus: Cidades, Praias e Poluição Marinha</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-cidades-praias-poluicao-marinha</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Com intuito de discutir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações </span><span>Unidas (Agenda 2030), mais especificamente o ODS14 - “Vida na Água”, e fortalecer as </span><span>ações de cooperação internacional com vista na década internacional da Oceanografia </span><span>para o Desenvolvimento Sustentável, o programa USP Cidades Globais vem apresentar </span><span>dentro da série UrbanSus – Sustentabilidade Urbana, o tema de “Cidades, Praias e </span><span>Poluição Marinha”. O evento busca construir uma avaliação da conjuntura dos cenários </span><span>atuais da poluição marinha e as questões ligadas aos microplásticos e derramamento de </span><span>óleos, a gestão do uso da terra nos ambientes costeios e compreender como o crescimento </span><span>das malhas urbanas tem impactado os ecossistemas marinhos.</span></p>
<div id="_mcePaste">O encontro visa contribuir com a formação intelectual de pesquisadores <span>especialistas em diversos segmentos das áreas urbanas. O evento vai proporcionar uma </span><span>visão geográfica dos temas através da integração das experiências de estudiosos da região </span><span>norte, nordeste, sudeste e sul do Brasil e também de Portugal. </span></div>
<div></div>
<div><span>O seminário é fruto de </span><span>cooperação acadêmica entre o Programa USP Cidades Globais, a Cátedra UNESCO para </span><span>Sustentabilidade do Oceano, ambos alocados no IEA, e o LEGECE (Laboratório </span><span>de Ecologia e Gerenciamento de Ecossistemas Costeiros e Estuarinos) do Departamento </span><span>de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<div><strong>Comissão organizadora:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros" class="external-link">Hugo Rogério de Barros</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gersica-moraes-nogueira-da-silva" class="external-link">Gérsica Moraes Nogueira da Silva</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-amato" class="external-link">Luís Fernando Amato</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/monica-ferreira-da-costa" class="external-link">Monica Ferreira da Costa</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos" class="external-link">Maria da Penha Vasconcellos</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>.</div>
<div></div>
<h3><span>Transmissão:</span></h3>
<div><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-30T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-uso-espacos-publicos">
    <title>Pesquisa identificou expectativa da população para uso dos espaços públicos e semipúblicos pós-quarentena</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-uso-espacos-publicos</link>
    <description>Um total de 1.956 pessoas de todos os estados do Brasil responderam ao questionário criado pelo Programa USP Cidades Globais. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/uso-dos-espacos-publicos-pos-quarentena/image" alt="Uso dos espaços públicos pós-quarentena " title="Uso dos espaços públicos pós-quarentena " height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">91% das pessoas que responderam a pesquisa disseram querer frequentar parques e áreas verdes após o fim da pandemia | Foto: Claudio Vieira/ Prefeitura Municipal de São José dos Campos</dd>
</dl>Uma pesquisa realizada pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> entre 6 e 30 de maio avaliou a expectativa da população após a flexibilização da quarentena. Realizado por meio de questionário online, o estudo "<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/emocoes-momentaneas-comportamentos-e-habitos-cotidianos-pos-pandemia" class="external-link">Emoções momentâneas: comportamentos e hábitos cotidianos pós-pandemia</a>" buscou ainda identificar os sentimentos do brasileiro durante o período de confinamento na pandemia do novo coronavírus.<br /><br /><span>Do total de 1.956 pessoas de todos os estados do Brasil que responderam ao questionário, 86% afirmaram sentir falta de estar em áreas verdes. Para 67% deles, devem haver mudanças significativas na forma como serão utilizados os espaços públicos (ruas, praças, parques, praias etc.) e semipúblicos (shopping centers, centros culturais, cinemas, teatros etc.).<br /><br /></span><span>A pesquisa questionou quais espaços o entrevistado pretende frequentar após a flexibilização da quarentena. Os locais que mais se destacaram foram praças e áreas verdes, mencionados por 90,8% das pessoas, e praias, citadas por 82%. Entre 67% e 75% dos respondentes, há também o interesse em frequentar restaurantes, cinema e teatro, shoppings centers e comércios diversos.<br /><br /></span><span>Dos sentimentos latentes neste período de quarentena os mais citados foram ansiedade (160), preocupação (156), apreensão (110) e cansaço (110). Também são citados angústia (71), tranquilidade (67), medo (60) e tristeza (53). “São contradições diante da incerteza, na qual as emoções estão constantemente em movimento, não havendo uma linha reta”, avaliam os pesquisadores.<br /><br /></span><span>O trabalho foi realizado por pós-doutorandos e pesquisadores colaboradores do USP Cidades Globais: </span><span>Deize Sbarai Sanches Ximenes; Gérsica Moraes Nogueira da Silva; Ivan Carlos Maglio; Júlio Barboza Chiquetto; Luís Fernando Amato-Lourenco; Maria da Penha Vasconcellos; Pedro Roberto Jacobi; Sonia Maria Viggiani Coutinho; Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César.<br /><br /></span><span>Confira a </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/emocoes-momentaneas-comportamentos-e-habitos-cotidianos-pos-pandemia" class="external-link">pesquisa na íntegra</a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-10T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-usp-cidades-globais-inicia-estudos-em-quatro-areas-para-pensar-o-mundo-pos-pandemia">
    <title>Programa USP Cidades Globais inicia estudos em quatro áreas para pensar o mundo pós-pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-usp-cidades-globais-inicia-estudos-em-quatro-areas-para-pensar-o-mundo-pos-pandemia</link>
    <description>Nos próximos meses, pesquisadores realizarão webinários e produzirão ensaios. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> estão divididos em grupos para estudar e debater a vida urbana pós-pandemia. Ao longo dos próximos meses, eles pretendem realizar webinários e produzir ensaios e artigos. São quatro as áreas de estudos:</p>
<p><strong>1. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-1-pos-pandemia" class="external-link">A vida urbana nos espaços públicos e áreas verdes pós-pandemia no município de São Paulo</a></span></p>
<p><span></span><strong>2. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-2-pos-pandemia" class="external-link">As influências impactantes da pós-pandemia Covid-19 sobre o passivo socioambiental: descortinando novas veredas</a></span></p>
<p><span></span><strong>3. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-3-pos-pandemia" class="external-link">Políticas públicas, enfrentamento da Covid-19 e invisibilidade social</a></span></p>
<p><span></span><strong>4. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-4-pos-pandemia" class="external-link">Metrópoles latino-americanas: instrumentos sustentáveis para o desenvolvimento territorial frente a intempéries</a></span></p>
<p><span>Todos os grupos são coordenados por um supervisor e integrados por professores convidados e pesquisadores de pós-doutorado do Programa. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-18T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/urbanismo-e-pandemia">
    <title>Pandemia ressalta desigualdade urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/urbanismo-e-pandemia</link>
    <description>Os encontros com o tema "Confinamento, Desigualdade e Vida Urbana" organizados pelo Grupo de Estudos de Teoria Urbana Crítica foram realizados nos dias 4 e 8 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/brasilandia-sao-paulo-sp/image" alt="Brasilândia, São Paulo, SP" title="Brasilândia, São Paulo, SP" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Brasilândia, na Zona Norte da cidade de São Paulo, no final de abril já era o distrito com maior número de mortes por Covid-19</dd>
</dl></p>
<p>Em dois encontros intitulados <i>Confinamento, Desigualdade e Vida Urbana</i>, nos dias 4 e 8 de maio, pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-teoria-urbana-critica">Grupo de Estudos de Teoria Urbana Crítica</a> do IEA refletiram, a partir de uma leitura da realidade urbana brasileira, sobre o momento crítico que o mundo vive sob a pandemia da Covid-19.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, é no cotidiano das cidades que podem ser constatadas e compreendidas as mudanças radicais promovidas pela pandemia. “Longe de ser democrática, sua expansão se realiza de forma desigual, aprofundando o drama urbano.”</p>
<p>Os encontros contaram com oito expositores:<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos"> Ana Fani Alessandri Carlos</a> (FFLCH-USP), coordenadora do grupo; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek">Cibele Rizek</a> (IAU-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-xavier-pereira">Paulo Cesar Xavier Pereira</a> (FAU-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cesar-ricardo-simoni-santos">Cesar Simoni Santos</a> (FFLCH-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-da-anunciacao-alves">Glória da Anunciação Alves</a> (FFLCH-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-antonio-recaman-barros-1">Luiz Antonio Recamán Barros</a> (FAU-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-prietro">Gustavo Prieto</a> (Unifesp); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-colosso">Paolo Colosso</a> (UFSC). Ana Fani e Cibele também atuaram como mediadoras, a primeira no dia 4 e a segunda no dia 8.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/confinamento-desigualdade-e-vida-urbana-1o-encontro" class="external-link">Vídeo do 1º encontro</a> - 4/5/2020</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/confinamento-desigualdade-e-vida-urbana-2o-encontro-1" class="external-link">Vídeo do 2º encontro</a> - 8/5/2020</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Ponto de partida</strong></p>
<p>Para Cibele Rizek, é preciso tomar como ponto de partida para a discussão sobre os efeitos da pandemia as restrições orçamentárias impostas pela <a class="external-link" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2016/emendaconstitucional-95-15-dezembro-2016-784029-publicacaooriginal-151558-pl.html">Emenda Constitucional 95</a>, aprovada no final de 2016, com cortes significativos de verbas para saúde, educação, moradia e ciência e tecnologia. “Agora, às crises econômica, social e política somou-se a crise sanitária”.</p>
<p>Vários processos já estavam em curso quando surgiu a Covid-19, de acordo com a pesquisadora. “Os sindicatos e partidos estavam desarmados. Os movimentos sociais, marcados pela solidariedade, estavam quebrados. Os direitos sociais estavam corrompidos por ideias como a do empreendedorismo e da meritocracia. E ampliou-se o poder do capital sobre o trabalho com as reformas trabalhista e da Previdência.”</p>
<p>Ela destacou as assimetrias sociais radicais, fruto da desigualdade. “Isso impossibilita o isolamento em territórios populares. O isolamento é uma questão de classe social.”</p>
<p>“Estamos diante de uma política da morte produzida pelo forte desinvestimento em moradia, saúde, educação e ciência e tecnologia.”</p>
<p>Para Cibele, há um avanço ainda maior do capital, tendo como pano de fundo a “grande constelação de crises”. Isso fica evidente na possibilidade de demissão, suspensão ou redução de salários e obrigatoriedade de férias, afirmou. Além disso, ela aponta a intensificação das formas de controle do trabalho feito em casa.</p>
<p><span><strong>Recursos e direitos desiguais</strong></span></p>
<p>Ana Fani Alessandri Carlos disse que as imagens de cidadãos em imensas filas nas agências da Caixa Econômica Federal para tentar receber o auxílio emergencial de R$ 600,00 indicam “a barbárie que vivemos, não só com a pandemia".</p>
<p>Ela afirmou que as mortes nas áreas de populações mais vulneráveis, nas periferias, exemplificam a desigualdade de uma sociedade de classes.</p>
<p>“É uma questão social que mostra como os cidadãos participam de forma desigual na riqueza gerada pela sociedade. A hierarquia social se concretiza em hierarquia urbana.” Disse que não há apenas uma separação no espaço, mas também na repartição da riqueza, da qual “a propriedade do solo é uma expressão".</p>
<p>A desigualdade é real não apenas em termos de recursos, mas também na fruição de direitos, afirmou. “Um exemplo claro é o do auxílio emergencial, que coloca o cidadão numa situação humilhante em filas durante toda a noite, com problemas sanitários, venda de vagas e outras dificuldades.”</p>
<p>A violência presente na forma como a urbanização se produz na cidade de São Paulo também é um indicador de como o Estado distribui recursos e orienta políticas públicas, de acordo com a pesquisadora.</p>
<p>“As políticas liberais não buscam mais do que reduzir os custos sociais. São feitas com a diminuição dos gastos com a saúde e a educação. A lógica do crescimento econômico vem acompanhada da violência, da política do crescimento centralizada."</p>
<p>“A pandemia faz com que o drama urbano mostre sua face desumana", disse Ana Fani. "O que preenche o vácuo é a solidariedade, que vem das urgências, mas exige o fim das condições que criaram as urgências. O que se quer exatamente é que a solidariedade não seja necessária, pois os direitos devem ser iguais para todos.”</p>
<p><strong>Esvaziamento seletivo</strong></p>
<p>Para César Simoni Santos, o esvaziamento das cidades torna evidente, do ponto de vista das ciências humanas e sociais, que há um distanciamento dos polos da desigualdade a ser analisado.</p>
<p>“O elemento que contraria o esvaziamento são os serviços essenciais, que definem quem ocupa as ruas. A ideia de serviço essencial tem um fundamento social que ultrapassa a especificação normativa. É um fundamento ligado à reprodução biológica da vida e em estreita conexão com a noção de urgência, crivo da permanência no espaço público.”</p>
<p>As urgências não são uma dádiva da natureza, mas um produto social, segundo o pesquisador. Dessa forma, os grupos sociais são expostos de forma diferenciada à possibilidade de contágio. “As urgências das metrópoles brasileiras têm deixado as ruas cheias. Que tipo de esvaziamento pode-se esperar nas periferias se as urgências da vida colocam as pessoas em atividade, contrariando a única forma de combate à transmissão da doença?”</p>
<p>O que há, disse, é um esvaziamento “totalmente seletivo”, que tirou a classe média das ruas.  “Tudo que podia foi transferido para o lar e ficou nas ruas tudo ligado ao atendimento das urgências do regime econômico, que determina a delegação ao mais pobres o funcionamento da reprodução econômica.”</p>
<p>Há também uma repartição profunda entre o trabalho que pode ser feito em casa e aquele mecânico, muscular, que exige a presença física, ressaltou Santos. Essa diferença é radicalizada neste momento por formas muito particulares de penetração dos interesses econômicos: “As pobres são delegadas as urgências da cidade, mas também há uma invasão das casas, desestruturando as rotinas domésticas e capturando os tempos ociosos e os espaços de afeto e lazer, que passam a ser entregues à reprodução econômica.”</p>
<p><strong>Debate urbanístico</strong></p>
<p>Luiz Antonio Recamán Barros discutiu o que ele considera o debate necessário a ser feito da arquitetura e do urbanismo sob o efeito da pandemia e as desigualdades sociais que ela reforça.</p>
<p>Ele disse que se discute três cenários possíveis para o pós-pandemia: uma grande transformação na sociedade à maneira da ocorrida no Renascimento; uma grande catástrofe, resultando numa maior exploração dos mais pobres; uma grande depressão econômica, seguida de uma volta ao que era antes.</p>
<p>“Teremos, provavelmente, uma combinação dessas três possibilidades. Ainda está em disputa a abertura que a ruptura e transformações neste ciclo histórico causarão. Vale a pena refletir, do ponto de vista do urbanismo, para que a possibilidade aberta não seja uma nova onda de ideologias sobre e racionalidade sistêmica de controle da vida.”</p>
<p>Segundo ele, na gênese do urbanismo no século 19 estão presentes as preocupações com as epidemias e a repressão popular. Afirmou que esses mitos estão de volta, numa repetição histórica não desejável. “Fala-se que o vírus deve ter surgido nas franjas do capitalismo chinês, fruto da pobreza confinada nas cidades por causa da precariedade das formas rurais de vida e que essa pobreza reproduz as práticas do campo.”</p>
<p>Se ele vem desse universo e se dissemina nas grandes cidades, "há um grande paradoxo diante do elogio sempre feito às metrópoles em sua dimensão quantitativa de pessoas, produção, diversidade e outros fatores".</p>
<p>"Agora que o vírus chega de todos os lados, a cidade é criticada como um local de diversidade e de risco. É curioso como conservadores e progressistas tendem a concordar com a necessidade de descongestionamento territorial. Nova York passa a ser o trágico exemplo do que não deve ser repetido.”</p>
<p><strong>Riscos de retrocesso</strong></p>
<p>“Para pensar e agir nas cidades nesse quadro criado pela pandemia, precisamos estar cientes de que nossa sociedade produziu ao mesmo tempo o que há de melhor e o de pior”, afirmou Paolo Colosso.</p>
<p>"Fomos impactados por duas grandes crises. A primeira foi a econômica internacional iniciada em 2008. A segunda, a da pandemia, é alavancada por aquela. São os dois principais marcos históricos do século até agora. E eles demonstram que as democracias capitalistas só continuam a ser chamadas assim por força do hábito."</p>
<p>No caso brasileiro, disse haver "uma distribuição desigual dos sofrimentos". Apontou o fato de mais de 6 milhões de famílias do país não terem moradia digna e quase metade da população não ser atendida por coleta e tratamento de esgoto. "Os grandes empresários conseguem em algumas horas a liberação de grandes somas e os R$ 600,00 de auxílio emergencial demoram semanas para sair e com inúmeras complicações."</p>
<p>"Nossa geração acreditou no progresso, mas a "Dialética do Conhecimento", de Adorno e Horkheimer, nos ensina que a realidade não caminha só para a frente, que podemos caminhar a passos largos rumo à regressão."  Ele também citou as “Teses sobre o Conceito de História”, de Walter Benjamin, para quem "nunca houve um monumento da cultura que não fosse também um monumento da barbárie".</p>
<p>No entanto, Colosso considera que nem todas as saídas estão bloqueadas. O pensamento crítico tende a reforçar o clima de bloqueio e ater-se apenas à regressão, disse. "Ele precisa pensar nas contradições acirradas e estar preparado para o que está acontecendo. Precisa ser ousado e superar a melancolia e o cinismo."</p>
<p>Para o pesquisador, o momento é de identificar onde está o impulso da juventude, a abertura da educação popular, o desejo por transformações e atentar para o movimento das mulheres que constroem a primavera feminista e aos movimentos populares que são referência no cuidado com os mais pobres.</p>
<p>“Cabe a nós construirmos um futuro mais generoso. Isso vai ser diário, mas a micropolítica não será suficiente. Precisamos de uma estratégia macropolítica ambiciosa". Entre as medidas que defende estão a taxação de grandes fortunas, da remessa de lucros para o exterior, dos bancos e dos sonegadores e a garantida de saúde e renda, universalização do saneamento básico e recursos para a pesquisa.</p>
<p><strong>Construção do urbano </strong></p>
<p>Para Paulo César Xavier de Barros, haverá um antes e um depois da pandemia e será preciso pensar sobre a vida e seu sentido no pós-Covid-19. Considerando um futuro mais distante, afirmou que a crise econômica que já vivíamos continuara e a dúvida é se será possível encontrar oportunidades que se traduzam em possibilidades de algo melhor.</p>
<p>Quanto ao isolamento a que todos estão sujeitos, disse não ser uma alienação, "assim como estar só não é uma condição para a solidão". Exemplificou com o fato de lideranças de favelas utilizaram tecnologia digital para falar da precariedade do ambiente urbano.</p>
<p>O que a universidade pode fazer sobre as desigualdades urbanas é compreendê-las, afirmou. "É preciso repensar como as nossas cidades têm sido construídas. A lógica dessa construção encaminha para o desastre urbano."</p>
<p><strong>Impactos na educação</strong></p>
<p>Glória da Anunciação Alves tratou dos impactos da pandemia na educação e das perspectivas para a área. Para ela, falar de educação é falar das emergências da vida da população.</p>
<p>“As escolas públicas são onde muitas crianças de baixa renda têm sua única refeição do dia. Como alimentá-las em casa, onde os pais estão isolados e sem recursos e o Estado demora a oferecer uma solução? São Paulo criou o Merenda em Casa, que destina R$ 55,00 por mês para cada criança, o que significa o mesmo que não as alimentar.”</p>
<p>Em relação ao ensino em si, ela apontou a diferença nas respostas à pandemia dadas pelas escolas privadas e pelas públicas. As privadas começaram o ensino a distância e aulas remotas logo depois do surgimento da Covid-19 na cidade de São Paulo, ao passo que "os governos do estado e da capital demoraram quase um mês para indicar alguma solução, e partindo do pressuposto de que todos possuem computadores ou celulares e acesso à internet”, comentou.</p>
<p>Segundo ela, haverá piora no ensino para crianças de baixa renda e crescimento dos negócios na educação. “Grandes empresas estão criando plataformas de ensino via internet. Essas novas tecnologias vão imperar com o argumento de que nas escolas privadas os professores já são pessoas jurídicas e há falta deles nas escolas públicas."</p>
<p><strong>Milícias e neoliberalismo</strong></p>
<p>Nesse quadro de desigualdades e falta de direitos ressaltado pela eclosão da pandemia, Gustavo Prieto tratou de mais um componente de violência presente nas periferias desamparadas pelo Estado: a atuação das milícias no Rio de Janeiro e suas relações políticas e econômicas.</p>
<p>Ele disse que as práticas milicianas participam da razão neoliberal ao valorizarem, entre outros aspectos, um mercado imoral como mecanismo de reprodução de recursos, a ordem, a moralidade tradicional, a igreja e o passado mítico ditatorial da segurança.</p>
<p>Para ele, a atuação das milícias as aproxima das pautas da extrema direita, do liberalismo econômico, do conservadorismo cristão, do racismo e do ódio ao Estado. Além disso, "elas maximizam os rendimentos políticos" dos candidatos e governantes que apoiam.</p>
<p>Prieto mencionou declarações do então deputado federal Jair Bolsonaro em defesa das milícias em 2008, durante pronunciamento na Câmara dos Deputados e em entrevista à BBC.</p>
<p>"A retórica do bandido bom é bandido morto caracteriza as milícias como um mal menor e endossa práticas autorizadas de terceirização da violência", afirmou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a href="https://www.flickr.com/photos/jonathandossantos/6743652999/in/photostream/">Jonathan dos Santos/Flickr</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-13T03:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/impactos-coronavirus">
    <title>Em meio à crise do coronavírus, pesquisadores do IEA dedicam-se a estudos sobre os impactos da pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/impactos-coronavirus</link>
    <description>Diferentes grupos de pesquisa têm se dedicado a analisar as maneiras de conter a transmissão da doença e as consequências dessa situação emergencial </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-andres-hernandez-arriagada-400x267/image" alt="Carlos Andrés Hernández Arriagada " title="Carlos Andrés Hernández Arriagada " height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O arquiteto Carlos Andrés Hernández Arriagada | Foto: Leonor de Calasans/IEA-USP </dd>
</dl>O confinamento da população imposto pela pandemia do coronavírus tem testado a capacidade das metrópoles brasileiras para lidar com a crise. Além do impacto no sistema de saúde, o esforço para conter a transmissão da doença alterou o funcionamento de serviços essenciais e as relações de convivência entre os habitantes.<br /><br />Pesquisadores do IEA de diferentes grupos de pesquisa têm se dedicado a analisar as maneiras de conter a transmissão da doença, as consequências dessa situação emergencial e o que o governo tem feito, ou pode fazer, para minimizar seus efeitos. <br /><br />Um deles é o arquiteto <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-andres-hernandez-arriagada" class="external-link">Carlos Andrés Hernández Arriagada</a>, professor da Universidade Mackenzie e pós-doutorando do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA. Liderando a equipe do <a class="external-link" href="https://www.lab-strategy.com/">Labstrategy</a> (Laboratório de Estratégias Projetuais), projeto de pesquisa sobre desenvolvimento urbano fundado em 2013, Hernández começou, ainda em meados de fevereiro, a pesquisar o impacto do coronavírus em centros urbanos.<br /><br />Inicialmente, o foco do estudo era na cidade chilena de Concepción — apesar de morar há 35 anos no Brasil, Hernández segue próximo, em suas pesquisas, de seu país natal. No início de março, a pedido de professor Marcos Buckeridge, coordenador do Cidades Globais, Hernández coordenou uma análise brasileira, focada nas regiões paulistanas do Brás e de Paraisópolis.<br /><br />A metodologia da pesquisa liderada pelo arquiteto seguia o padrão do Labstrategy: entender as vulnerabilidades de regiões fragilizadas da cidade, e a partir disso orientar como lidar com os impactos de uma pandemia nessas regiões. “Nosso trabalho é identificar cenários críticos futuros e gerar soluções”, resume Hernández.<br /><br /></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Reunião sobre medidas de mitigação do Covid-19</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coronavirus-reuniao" class="external-link">Notícia</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/reuniao-medidas-de-mitigacao-covid-19-1" class="external-link">Vídeo</a><span class="external-link"> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/reuniao-sobre-medidas-de-mitigacao-do-covid-19-12-de-marco-de-2020" class="external-link">Fotos</a></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estudo de caso do Brás, <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/a-covid-19-na-cidade-o-impacto-da-desigualdade" class="external-link">apresentado em <span class="external-link">reunião no IEA</span></a> no dia 12 de março, mostrou que sem a aplicação de medidas de contenção a transmissão da doença poderia sair do controle. Ao analisar a “feirinha da madrugada”, feira de roupas a céu aberto que ocorre no bairro semanalmente e recebe até 25 mil pessoas, Hernández calculou que, em seis horas, todas essas pessoas poderiam ser expostas ao vírus — bastaria que apenas 2 ou 3 pessoas contaminadas fossem à feira.<br /><br />No caso de Paraisópolis, o pesquisador <a class="external-link" href="https://wixlabs-pdf-dev.appspot.com/assets/pdfjs/web/viewer.html?file=%2Fpdfproxy%3Finstance%3DlFUk1YSF7Du13nbhxqelykGN9WHSHJM2eOzlx37XwZ8.eyJpbnN0YW5jZUlkIjoiZTYwYWY2NmItY2JlOC00OGNiLWI0YWEtZGZmYjE0Nzk5NWFlIiwiYXBwRGVmSWQiOiIxM2VlMTBhMy1lY2I5LTdlZmYtNDI5OC1kMmY5ZjM0YWNmMGQiLCJtZXRhU2l0ZUlkIjoiYWQ3ZDM0YzUtNGM5Yy00ZjczLWJjODEtMGI1NmI4NDEzYmRkIiwic2lnbkRhdGUiOiIyMDIwLTA0LTE0VDE2OjA0OjU5LjgxOFoiLCJkZW1vTW9kZSI6ZmFsc2UsImFpZCI6ImIwN2E1ZjI4LTQwZjMtNDJjYi04YTM4LWQyMjg3ZDBlZTU3OCIsImJpVG9rZW4iOiI0Yjc3YzJhZS04Nzc0LTA3YjgtMDgyYi1kNGFkYWMzOGFlNzMiLCJzaXRlT3duZXJJZCI6ImNkODVlZGFmLWU1NjAtNDg3ZS04NWQ3LWU0MWU2MjM3MTIxNyJ9%26compId%3Dcomp-k8gklcyp%26url%3Dhttps%3A%2F%2Fdocs.wixstatic.com%2Fugd%2Fcd85ed_8811c50147a2426fad5b66931e14d841.pdf#page=1&amp;links=false&amp;originalFileName=ESTRATEGIAS%20COVID%2019_%20CARLOS_HERNANDEZ%20_&amp;locale=pt&amp;allowDownload=false&amp;allowPrinting=false">publicou no site do Labstrategy</a> orientações para prevenir a disseminação da doença na comunidade. A região foi escolhida por conta de sua alta densidade e abrangência territorial, mas suas fragilidades, similares a outras áreas de vulnerabilidade da cidade, permitem que o estudo seja aplicado em outras comunidades paulistanas.<br /><br />Essa fragilidade territorial, explica Hernández, é tanto por conta da degradação do meio ambiente como em relação à carência de renda, qualidade da moradia e distância de equipamentos e serviços necessários.<br /><br />Entre as orientações para conter a transmissão, o artigo sugere o desenvolvimento de uma rede de atendimento emergencial no local, com médicos e equipe de suporte monitorando a situação, além de medidas para identificar e recuperar possíveis focos endêmicos, como córregos com despejo de esgoto. <br /><br />“Infelizmente, a confirmação <i>[no dia 4 de abril]</i> de 70 casos em Paraisópolis indica que as medidas preventivas não foram aplicadas”, lamenta Hernández.<br /><br /><b>Resiliência</b><br /><br />Outra pesquisa do Instituto a lidar com o tema é do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/a-resiliencia-financeira-das-cidades-contemporaneas" class="external-link">Grupo de Pesquisa A Resiliência Financeira das Cidades Contemporâneas</a>, coordenado pelo professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-aquino" class="external-link">André de Aquino</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP/USP).<br /><br />Em estágio inicial, o trabalho é focado em áreas metropolitanas e baseado em três aspectos da resiliência destes territórios: a orçamentária, a dos serviços essenciais e a das comunidades carentes.<br /><br />O grupo quer entender como os orçamentos dos municípios vão reagir às demandas e impactos que as medidas de contenção estão causando. “Como o orçamento aprovado não previa essa situação, também queremos analisar como o Poder Legislativo vai rediscutir essa questão”, explica Aquino, “no sentido de flexibilizar o uso e a transferência de recursos, bem como o limite fiscal”.<br /><br /><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-carlos-busanelli-de-aquino-300x200/image" alt="André Carlos Busanelli de Aquino " title="André Carlos Busanelli de Aquino " height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O professor André de Aquino, coordenador do grupo que realiza a pesquisa | Foto: FEA-RP/USP</dd>
</dl>O segundo aspecto vai tratar da operação de serviços essenciais durante a quarentena, como a coleta de lixo — considerando o aumento do lixo doméstico e o apoio à coleta de lixo hospitalar — e a segurança pública. “O funcionamento desses serviços nas cidades pode trabalhar sobrecarregado e queremos entender como essa questão será tratada pelo governo.”<br /><br />Outro ponto que interessa o grupo é como as autoridades articulam o abastecimento das cidades, e como implementam políticas específicas para garantir a circulação de mercadorias entre municípios.<br /><br />O terceiro aspecto foca em comunidades carentes e fragilizadas das metrópoles. “São regiões com grande aglomeração de pessoas, em que o Estado tem dificuldade de chegar e prestar serviços de forma apropriada”, explica Aquino. “Por isso, esperamos que essas comunidades se articulem para responder à  essa situação de crise. Queremos entender como isso ocorrerá”.<br /><br />Ainda que essa resposta já tenha começado — com a mobilização das pessoas para ajudar vizinhos idosos a comprar alimentos e medicamentos, por exemplo —, o grupo quer analisar outras ações coordenadas entre o Estado e a comunidade para enfrentar a crise. Uma iniciativa dos habitantes com o apoio ou coordenação do governo pode ser uma das alternativas para ajudar na resolução do problema, aponta o pesquisador.<br /><br />“É algo que nestas proporções ainda não enfrentamos no passado recente no país. Em acidentes, como o rompimento da barragem em Mariana (MG) ou em deslizamentos de encostas em épocas de chuva, a Defesa Civil conta com indivíduos que são das comunidades e ajudam voluntariamente. Mas são situações isoladas. Agora é uma situação crônica em diversos centros do país”, explica.<br /><br />Além de André de Aquino, participam da pesquisa Gustavo Capellini, da USP; Ricardo Lopes Cardoso, da Fundação Getúlio Vargas; Ricardo Rocha de Azevedo, da Universidade Federal de Uberlândia André Feliciano Lino e Lidiane Dias, ambos da Universidade Federal do Pará.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa A Resiliência Financeira das Cidades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-14T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/brcidades-por-um-projeto-coletivo-para-as-cidades-do-brasil-09-de-marco-de-2020">
    <title>BrCidades: Por um Projeto Coletivo para as Cidades do Brasil - 09 de março de 2020</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/brcidades-por-um-projeto-coletivo-para-as-cidades-do-brasil-09-de-marco-de-2020</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-09T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brcidades-agenda-propostas">
    <title>Em ano eleitoral, BrCidades lança agenda com propostas para governos e sociedade civil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brcidades-agenda-propostas</link>
    <description>Lançamento reunirá arquitetos, urbanistas, pesquisadores e professores universitários no IEA, no dia 9 de março, às 9h30</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:333px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/corrego-na-sao-remo/image" alt="Córrego na São Remo" title="Córrego na São Remo" height="500" width="333" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:333px;">O combate à desigualdade e o apoio a movimentos populares que reivindicam moradia, saneamento e mobilidade estão entre as questões prioritárias da BrCidades | Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</dd>
</dl></p>
<p><span>Em ano de eleições municipais, a rede <a class="external-link" href="https://www.brcidades.org/">BrCidades</a><span> </span> irá apresentar no IEA um projeto para as cidades brasileiras. Construído coletivamente após dois anos de trabalho e contribuições de 16 núcleos estaduais, a agenda visa à construção de cidades economicamente dinâmicas, socialmente justas, culturalmente plurais e sustentáveis em termos ambientais. </span><span>As propostas são destinadas a governos e à sociedade civil e serão </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/br-cidades" class="external-link">lançadas</a><span> no dia <strong>9 de março, às 9h30</strong>, no IEA.</span></p>
<p>O encontro reunirá, além de membros da rede, arquitetos, urbanistas, pesquisadores e professores universitários para debater as pautas levantadas pela agenda (confira a <a class="anchor-link" href="#Participantes">lista de participantes</a>). O debate é aberto ao público, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScCm_GPm8VfpLcVYeHNzsior2WiYD-wpLmRdZhZMCkFzw5KYw/viewform">inscrição</a>. Para assistir a <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> no site do IEA, não é preciso se inscrever.<br /><br />A BrCidades espera aproveitar as eleições municipais e a atenção da opinião pública com as cidades para pautar questões que, “embora urgentes, nem sempre estão presentes em debates e discursos atualmente dominantes”. Entre essas questões, a rede coloca como pontos cruciais o combate à desigualdade e o apoio a movimentos populares que reivindicam moradia, saneamento e mobilidade.<br /><br />O coletivo ainda inclui em sua pauta o que vê como “um novo ciclo de movimentos sociais urbanos”: os movimentos negro e feminista, além dos artísticos, periféricos e estudantis em geral. “Nesse sentido, não se trata de um programa de governo, mas sim de um conjunto de proposições que objetivam incidir em políticas públicas e nas questões urgentes na sociedade”.<br /><br />Entre os temas que serão aprofundados na agenda, com propostas objetivas de intervenção, estão:</p>
<ul>
<li>o uso da terra nas grandes cidades e a falta de moradias para populações de baixa renda;</li>
<li><span id="docs-internal-guid-a6ffd382-7fff-81fe-8f69-67f4edf5e9da"><span>a falta de investimentos públicos em periferias e favelas; </span></span></li>
<li><span><span><span id="docs-internal-guid-ba901c4d-7fff-9795-1376-f09ae1e0dd64"><span>o controle do orçamento e a democratização das informações as gestões públicas; </span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-6a676597-7fff-a4cd-c23a-aa9020bee650"><span>o combate a todas as formas de segregação étnica e racial; </span></span></span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-8580cc90-7fff-b944-d124-75f786941864"><span>o combate a todas as formas de violência contra a mulher, bem como a reafirmação das políticas de igualdade de gênero;</span></span></span></span></span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-ad9628d0-7fff-cc9d-6184-abd8430cda48"><span>a mobilidade urbana, transporte coletivo e valorização de meios alternativos ao automóvel;</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></li>
<li><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-8510ddca-7fff-de9c-2603-49acd64c2ab6"><span>o combate da poluição das águas, da terra e do ar e o preparo das cidades para os efeitos das mudanças climáticas. </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>BrCidades</strong></p>
<p><span><span>O coletivo BrCidades </span>reúne pesquisadores, profissionais e militantes de movimentos sociais e busca “construir cidades mais justas, mais solidárias, economicamente dinâmicas e ambientalmente sustentáveis”. Através <span>de seus 16 núcleos estaduais, a rede organiza</span></span><span> debates públicos, seminários e fóruns e tem parcerias e relações com mais de 60 movimentos sociais e mais de 40 entidades técnicas, estudantis e profissionais, além de pesquisadores de 25 universidades públicas e privadas.</span></p>
<p><strong><a name="Participantes"></a>Participantes confirmados</strong></p>
<p><strong>Ermínia Maricato</strong> — Arquiteta e urbanista, foi professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e secretária de Habitação e Desenvolvimento Urbano do município de São Paulo entre 1989 e 1992.</p>
<p><strong>Celso Carvalho</strong> — Foi secretário nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades.</p>
<p><strong>João Sette Whitaker Ferreira</strong> — Professor da FAU-USP, foi secretário de habitação do município de São Paulo, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/escola-da-metropole" class="external-link">NAP Escola da Metrópole</a>.</p>
<p><strong>Karina Leitão</strong> — Professora da FAU-USP, tem experiência na área de planejamento urbano e regional.</p>
<p><strong>Maria Lucia Refinetti</strong> — Arquiteta e urbanista, é professora da FAU-USP. Foi conselheira no Conselho de Habitação do Município de São Paulo entre 2003 e 2007.</p>
<p><strong>Caio Santo Amore</strong> — Arquiteto e urbanista, é professor da FAU-USP.</p>
<p><strong>Francisco Comaru</strong> — Engenheiro, é professor na Universidade Federal do ABC.</p>
<p><strong>Paolo Colosso</strong> — Arquiteto, é professor na Universidade Federal de Santa Catarina.</p>
<p><strong>Margareth Uemura</strong> — Arquiteta e urbanista, faz parte do Conselho Municipal de Habitação de São Paulo e da diretoria do Instituto Pólis.</p>
<p><strong>Carina Serra</strong> — Arquiteta e urbanista, é coordenadora do BrCidades.</p>
<p><strong>Douglas Magami</strong> — Defensor público do estado de São Paulo com experiência e atuação na área de habitação e urbanismo.</p>
<p><strong>Lizete Rubano</strong> — Arquiteta e urbanista, é professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
<p><strong>Luiz Kohara</strong> — Engenheiro civil e urbanista, é fundador e colaborador do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos.</p>
<hr />
<p><i><span><strong>BrCidades: Por um Projeto Coletivo para as Cidades do Brasil</strong><br /></span><span>9 de março, 9h30<br /></span><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScCm_GPm8VfpLcVYeHNzsior2WiYD-wpLmRdZhZMCkFzw5KYw/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></span><span>M</span><span>ais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /></span><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/br-cidades" class="external-link">Página do evento</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-18T15:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/br-cidades">
    <title>BrCidades: Por um Projeto Coletivo para as Cidades do Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/br-cidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">Em 2020 as cidades se tornarão objeto de atenção na opinião pública; será o momento oportuno de pautar questões que, embora urgentes, nem sempre estão presentes em debates e discursos atualmente dominantes. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Nos últimos dois anos a rede BrCidades constroi coletivamente um projeto para as cidades do Brasil, através de contribuições de 16 núcleos estaduais, com acúmulos gerados por debates públicos, formações em territórios populares, seminários e Fóruns Nacionais com participação de mais de 60 movimentos sociais, mais de 40 entidades técnicas, estudantis, profissionais (de arquitetas/os e urbanistas, advogadas/os, assistentes sociais, engenheiras/os, geógrafas/os,  médicas/os) em âmbito nacional, além de professoras/es e pesquisadoras/es de 25 universidades públicas e privadas. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">O objetivo do projeto é construir cidades economicamente dinâmicas, socialmente justas, culturalmente plurais e sustentáveis em termos ambientais.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><span><strong>Participantes:</strong></span></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erminia-maricato" class="external-link">Ermínia Maricato</a> (USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-colosso" class="external-link">Paolo Colosso</a> (UFSC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celso-carvalho" class="external-link">Celso Carvalho</a> (ex-Ministério das Cidades), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-uemura" class="external-link">Margareth Uemura</a> (Instituto Pólis), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carina-serra" class="external-link">Carina Serra</a> (USP), </span><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-de-assis-comaru" class="external-link">Francisco Comarú</a> (UFABC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-whitaker" class="external-link">João S. Whitaker</a> </span><span style="text-align: justify; ">(USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-lucia-refinetti-rodrigues-martins" class="external-link">Maria Lucia Refinetti</a> (USP)</span><span style="text-align: justify; ">.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Coordenação:</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erminia-maricato" class="external-link">Ermínia Maricato</a> (USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-17T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-adaptacao-resiliencia-e-riscos-climaticos-25-de-novembro-de-2019">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos - 25 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-adaptacao-resiliencia-e-riscos-climaticos-25-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-25T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-21-de-novembro-de-2019">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Gestão de Materiais, Processos e Resíduos em Cidades - 21 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-21-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-cidades">
    <title>Seminário discute impactos das mudanças climáticas globais nos centros urbanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-cidades</link>
    <description>Em busca de soluções, expositores vão ressaltar o potencial das cidades para contribuir no enfrentamento deste quadro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/urbansus-cidade-vista-do-alto/image" alt="UrbanSus - Cidade vista do alto" title="UrbanSus - Cidade vista do alto" height="500" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Pesquisadores acreditam que as cidades têm um grande potencial para contribuir no enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas</dd>
</dl>O debate científico contemporâneo trata as mudanças climáticas globais como um ponto central e urgente, dado o potencial de desequilíbrio ambiental e de impacto na vida humana. Lideranças científicas e políticas têm promovido encontros para articular diferentes setores da sociedade em busca de soluções sustentáveis.</p>
<p dir="ltr">Com o intuito de analisar a relevância das áreas urbanas neste contexto e impulsionar reflexões que podem ser levadas à COP 25 (que deve acontecer em dezembro, na Espanha), será realizado o próximo seminário do ciclo “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus/eventos-urbansus" class="external-link">UrbanSus — Sustentabilidade Urbana</a>”, intitulado <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos" class="external-link">Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos</a></i> no dia 25 de novembro, às 8h30, no IEA. O encontro é gratuito e aberto ao público [faça sua <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXNvQ-aLrtkBy_Q9wOxsGXEWbHnvEJHpjL0sz5k1mGledDsQ/viewform">inscrição</a>]. Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pelo site do Instituto.</p>
<p dir="ltr">Perspectivas de impactos nas cidades causados pelas mudanças climáticas serão discutidas, considerando que fenômenos como ondas de calor com secas prolongadas, episódios de precipitação de chuvas intensas, ressacas e o aumento no nível do mar são esperados para os próximos anos.</p>
<p dir="ltr">Apesar dessa vulnerabilidade, os expositores acreditam que as cidades têm um grande potencial para contribuir no enfrentamento deste quadro, uma vez que as formas como são planejadas e geridas têm impactos diretos sobre a sustentabilidade e resiliência aos efeitos adversos esperados.</p>
<p dir="ltr">“As cidades são os locais onde se pode desenvolver iniciativas inovadoras nos espectros da mitigação, resiliência e adaptação a eventos climáticos, devido à sua infraestrutura e aproximação dos diversos atores sociais”, dizem os pesquisadores ligados ao <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, do IEA; ao <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php">Núcleo de Apoio à Pesquisa Mudanças Climáticas</a> (INCLINE-USP); à <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/">Faculdade de Saúde Pública</a> e ao <a class="external-link" href="https://www.ib.usp.br/">Instituto de Biociências</a>, ambos da USP, organizadores do seminário.</p>
<p dir="ltr">Os debates serão divididos em quatro painéis: “Eventos Extremos: Tendências Globais e Impactos Locais”; “Perspectivas Sobre Vulnerabilidade e Resiliência”; “Iniciativas e Estratégias de Adaptação no Brasil”; e “Financiamento Climático: Desafios e Possibilidades”. Confira a programação completa:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>8h30</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><i> </i></p>
<p>Sylvio Roberto Accioly Canuto (PRP USP), Marcos Silveira Buckeridge (IB/IEA USP), Paulo Saldiva (IEA USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>9h</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Painel I</strong></i></p>
<p><i><strong>Eventos Extremos: Tendências Globais e Impactos Locais</strong></i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-marengo" class="external-link">José Antônio Marengo</a> (CEMADEN)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a> (IAG/IEA USP)</p>
<p>Gabriela Marques di Giulio (FSP USP)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros" class="external-link">Hugo Rogério de Barros</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julio-barboza-chiquetto" class="external-link">Júlio Barboza Chiquetto</a> (IEA USP) e Sara Moraes (FFLCH USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>10h30</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Painel II</strong></i></p>
<p><i><strong>Perspectivas Sobre Vulnerabilidade e Resiliência</strong></i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a> (IEA/FSP USP)</p>
<p>Diogo Victor Santos (PNUD/MCTIC)</p>
<p>Juliana Baladelli Ribeiro (Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza/Observatório do Clima)</p>
<p><strong>Moderadora:</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deize-sanches" class="external-link">Deize Sanches</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores:</strong></p>
<p>Hugo Rogério de Barros (IEA USP) e Paulo Miguel de Bodas Terassi (FFLCH USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>12h</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>14h</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
<td width="538">
<p><i> </i></p>
<p><i><strong>Painel III</strong></i></p>
<p><i><strong>Iniciativas e Estratégias de Adaptação no Brasil</strong></i></p>
<p>Eduardo Kimoto Hosokawa (Comissão Municipal de Adaptação às Mudanças Climáticas / Prefeitura de Santos)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (PROCAM/IEE/IEA USP)</p>
<p>Pedro Ivo Mioni Camarinha (CEMADEN)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivan-carlos-maglio" class="external-link">Ivan Carlos Maglio</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-viggiani-coutinho" class="external-link">Sonia Maria Viggiani Coutinho</a> (IEA USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-alves-neder" class="external-link">Eduardo Neder</a> (FSP USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>15h30</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i> </i></p>
<p><i><strong>Painel IV</strong></i></p>
<p><strong><i>Financiamento Climático: Desafios e Possibilidades</i></strong></p>
<p>Mariana Xavier Nicolletti (FGVCes)</p>
<p>Ana Carolina Câmara (G I Z - Agência Alemã de Cooperação Internacional)</p>
<p>Marina Caetano (Fundação Konrad Adenauer)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p>Júlio Barboza Chiquetto (IEA USP)</p>
<p><strong>Relator:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-amato" class="external-link">Luis Fernando Amato</a> (IEA USP) e Sofia Lizarralde Oliver (FSP USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>17h</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Divulgação</strong></i></p>
<p>“Atlas de Vulnerabilidade Socioambiental da Região Metropolitana de São Paulo” e  livro “Heat Island in the City of São Paulo. The Thermal Fields of Parks”.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/magda-lombardo" class="external-link">Magda Lombardo</a> (IEA USP)</p>
<p>Hugo Rogério de Barros (IEA USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>17h30</strong></p>
<p> </p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Encerramento</strong></i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr</a> (FSP/IEA USP)  e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IB/IEA USP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><strong> Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos</strong><br /><i>25 de novembro, 8h30<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXNvQ-aLrtkBy_Q9wOxsGXEWbHnvEJHpjL0sz5k1mGledDsQ/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sergio Souza/Unsplash</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-13T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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