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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 161 to 175.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-encerra-serie-sobre-regioes-metropolitanas">
    <title>USP Analisa encerra série sobre regiões metropolitanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-encerra-serie-sobre-regioes-metropolitanas</link>
    <description>Docente da FEA-RP comenta principais desafios dos municípios no processo de consolidação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9291.jpg/@@images/e15e95ad-0d10-4592-93de-ef40bcf7acec.jpeg" alt="DSC9291" class="image-left" title="DSC9291" />Ao longo de seis semanas, o USP Analisa discutiu o funcionamento e a importância das regiões metropolitanas. No último programa da série, o docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Erasmo José Gomes faz um balanço sobre as entrevistas e os temas analisados.</p>
<p style="text-align: justify; ">“O fundamento das regiões metropolitanas é de um processo de racionalização e otimização de políticas públicas, de uma visão ampliada na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas e na gestão da região metropolitana e dos municípios. Então a ideia é de sinergia, de se trabalhar de uma maneira mais coletiva, de se conseguir ver o todo de uma região, a sociedade que vive nessa região, e não os municípios de uma maneira fragmentada, isolada, cada um defendendo seu interesse particular”, afirma ele.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o professor, nenhuma região metropolitana está totalmente consolidada, pois há sempre oportunidades de melhoria em seus instrumentos de governança. “Acredito que, de maneira geral, os maiores desafios das regiões metropolitanas sejam no aprendizado e na atuação coletiva e conjunta dos municípios e, por consequência, nos mecanismos de coordenação e governança. Não menos importante acredito que seja a construção de uma identidade metropolitana, do que pode se chamar de cidadão metropolitano. Essa sensação de pertencimento a uma região, a uma cultura, a uma história conjunta facilita o entendimento de problemas e de pensar a região como um todo e não no seu município, no seu bairro, num problema muito pontual que esteja enfrentando. É um pouco aquela máxima: pensar localmente e agir globalmente”, diz.</p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP em três horários: sexta (21) às 11h30 (somente para Ribeirão Preto), quarta (26) às 21h e domingo (30) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-19T14:42:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/lancamento-do-livro-branco-da-agua-19-de-setembro-de-2018">
    <title>Lançamento do Livro Branco da Água - 19 de setembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/lancamento-do-livro-branco-da-agua-19-de-setembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-19T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/parlamento-representa-populacao-na-regiao-metropolitana">
    <title>Parlamento representa população na região metropolitana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/parlamento-representa-populacao-na-regiao-metropolitana</link>
    <description>Penúltimo episódio da série especial do USP Analisa mostra como funciona esse instrumento</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9287.jpg/@@images/e1410b27-9272-438a-af18-929c0bbeb5d8.jpeg" alt="DSC9287" class="image-left" title="DSC9287" />Assim como um município, a região metropolitana também tem um conjunto de vereadores para discutir assuntos relevantes e levar propostas ao poder executivo. Trata-se do parlamento metropolitano, que será o tema do quinto episódio da série especial do USP Analisa sobre regiões metropolitanas.</p>
<p style="text-align: justify; ">O vice-presidente do Parlamento Metropolitano da região de Ribeirão Preto e vereador de Tambaú Luiz Fernando Viana Neves explica que esse instrumento é uma forma de representar as demandas da população e também de troca de experiências entre os vereadores. “Sabemos que pensar dentro da nossa cidade é uma coisa, eu consigo ver o que os meus olhos me permitem ali. Agora pensar macro, pensar região metropolitana, é como se estivéssemos olhando de cima, nós ganhamos olhos de águia, começamos a ver o macro. E vendo o macro, a nossa percepção e a nossa ação, posteriormente, são muito melhores”.</p>
<p style="text-align: justify; ">Embora a Região Metropolitana de Ribeirão Preto tenha 34 municípios, no parlamento estão representados ainda outros dois, Taquaritinga e Catanduva. “O parlamento comporta mais vereadores, mais câmaras, uma vez que, como ele não tem poder de execução, isso não vai impactar no orçamento da região metropolitana, então cabe sim a abertura. O ganho, é sem dúvida, recíproco: ganham essas duas cidades, que estão levando as boas ideias, boas experiências, e ganha também o parlamento, que vai ter de fora um novo olhar”, explica Neves.</p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (14), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (19), às 21h, e no domingo (23), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-12T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias">
    <title>Arte urbana produzida pelas periferias brasileiras é tema de encontro na Cátedra Olavo Setubal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias</link>
    <description>O evento Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias é o segundo do ciclo Centralidades Periféricas, organizado pela cátedra, e será realizado no IEA, no dia 28 de setembro, a partir das 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Gafite-Michel-Onguer.jpg" alt="Grafite Michel Onguer" class="image-inline" title="Grafite Michel Onguer" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Uma das obras do artista plástico paulistano Michel Onguer</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Após refletir sobre a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia"><span>literatura produzida nas periferias</span></a>, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia"><span>Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</span></a> promoverá um debate sobre arte urbana a partir de experiências estéticas como o grafite, pixo e HQ produzidas por artistas das periferias das cidades. Esse diálogo reunirá artistas do Rio de Janeiro e de São Paulo com o objetivo de propiciar trocas de experiências e reflexões sobre a percepção dessas artes pela população das cidades. </span></p>
<p>O encontro <i>Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</i> é o segundo do ciclo <i>Centralidades Periféricas</i>, organizado pela cátedra sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, e será realizado no IEA, no dia <strong><span>28 de setembro, a partir das 14h</span></strong>. Para acompanhar presencialmente é preciso <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfF-UMxtId1Emr_SlqBiH0CwFXfZRo8akF8RkGXmtL8dUzDgw/viewform" target="_blank"><span>se inscrever</span></a>, o que não é necessário para os interessados em acompanhar a atividade <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela internet.</p>
<p><span>Participarão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/panmela-castro"><span>Panmela Castro</span></a>, artista visual e mestre em processos artísticos contemporâneos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-esquivel"><span>Carlos Esquivel</span></a>, artista carioca conhecido como “Mestre Acme”, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-dsalete"><span>Marcelo D'Salete</span></a>, professor, ilustrador e autor de histórias em quadrinhos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/michel-onguer"><span>Michel Onguer</span></a>, artista plástico e fundador da <a href="http://ciclosocialarte.wixsite.com/arte" target="_blank">Ciclo Social Arte</a>, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franco" class="external-link">Sérgio Miguel Franco</a>, curador e produtor cultural.</span></p>
<p><span>Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-vidal-marinho"><span>Marcio Vidal</span></a>, poeta e colaborador da cátedra, representações visuais como pichações e grafite “carregam histórias e contextos específicos, vindos de lugares e repertórios que nos deslocam na cidade”. Para ele, trazer para a USP artistas oriundos da periferia e que estampam toda a cidade com suas intervenções é uma maneira de demonstrar à Universidade a relevância de diferentes movimentos artísticos.</span></p>
<p><span>“A ideia da Eliana com a cátedra é justamente trazer a periferia para dentro da USP e levar a USP até a periferia também, mas não de uma forma vazia”, lembra. Por isso, Vidal reitera que o propósito do encontro é que o público e os debatedores reflitam sobre como é possível ultrapassar o diálogo e estabelecer um vínculo real entre a periferia e a universidade. “Além de um evento, o que isso pode virar?”</span></p>
<p><span> Por divergir do método academicista, ele acredita que o conhecimento produzido nas periferias raramente é aceito nas universidades. “É exatamente isso que o <i>Centralidades Periféricas</i> quer discutir”. Segundo ele, o tema é “velho” no Rio de Janeiro, que conta com projetos como o Universidades das Quebradas, que leva todo o conhecimento gerado pelas periferias para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e vice-versa. “Os professores vão até o subúrbio para dar aulas e as pessoas saem da periferia para dar aulas na UFRJ também.”</span></p>
<p><span> O ciclo <i>Centralidades Periféricas</i> apresenta diálogos ​para o público geral entre docentes, técnicos, estudantes, artistas, intelectuais, ativistas e moradores de periferias brasileiras sobre o tema geral “Democracia, Artes e Saberes Plurais”.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Michel Onguer/Facebook</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Centralidades Periféricas – Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</strong><br /></i><i><span>28 de setembro, às 14h<br /></span><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet<br /></span><span>Para acompanhar presencialmente, é necessário se </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfF-UMxtId1Emr_SlqBiH0CwFXfZRo8akF8RkGXmtL8dUzDgw/viewform">inscrever<br /></a><span>Mais informações: Sandra Sedini (</span><a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><span>); telefone (11) 3091-1678<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/centralidades-perifericas-artes-visuais">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-04T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/prgorama-do-iea-sobre-cidades-globais-inicia-participacao-diaria-na-radio-usp">
    <title>USP Cidades Globais inicia quadro semanal em programa de rádio</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/prgorama-do-iea-sobre-cidades-globais-inicia-participacao-diaria-na-radio-usp</link>
    <description>Programa USP Cidades Globais inicia quadro semanal "UrbanSus" no "Jornal da USP no Ar", transmitido pela Rádio USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcos-buckeridge-2017" alt="Marcos Buckeridge - 2017" class="image-inline" title="Marcos Buckeridge - 2017" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O biólogo Marcos Buckeridge é o apresentador do quadro "UrbanSus" no "Jornal da USP no Ar"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Destacar para o público a importância da adoção das diretrizes de desenvolvimento sustentável para a melhoria da qualidade de vida nas cidades é a preocupação do quadro "UrbanSus", transmitido às segundas-feiras, às 8h30, durante o "</span><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar/">Jornal da USP no Ar</a><span>", programa da Rádio USP.</span></p>
<p dir="ltr">O apresentador do quadro é o professor do Instituto de Biociências da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, que coordena no IEA o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, do qual o projeto UrbanSus faz parte. Na primeira edição, no dia 27 de agosto, Buckridge entrevistou o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, da Faculdade de Saúde da USP e também integrante do projeto [<i><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/sustentabilidade-leva-a-maximizacao-de-resultados-com-gasto-menor/">clique aqui</a> para ler mais e ouvir a gravação</i>].</p>
<p dir="ltr"><span>O projeto UrbanSus dedica-se ao debate de ideias sobre sustentabilidade urbana através de propostas relacionadas com os <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/">17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU</a>.  Na entrevista, Philippi Jr. definiu o desenvolvimento sustentável como o conjunto formado por </span><span>equilíbrio ambiental, viabilidade econômica e justiça social em todas as atividades humanas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Buckeridge explicou que os 17 ODS foram criados pela ONU a partir da análise de estratégias já utilizadas e que obtiveram sucesso no mundo quanto à sustentabilidade. Philippi Jr., comentou que eles estão relacionados com o cotidiano das pessoas, cidades e estados e envolvem temas sobre erradicação da pobreza, segurança alimentar e relação com a agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução de desigualdades, disponibilidade de água e saneamento básico, crescimento econômico inclusivo e outros aspectos. </span></p>
<p dir="ltr">No entanto, para os objetivos serem atingidos é preciso uma articulação entre os setores de serviço e produção dentro dos municípios e, posteriormente, a construção de uma relação com outros municípios no entorno, com o próprio estado e governo federal, ressaltaram os pesquisadores.</p>
<p dir="ltr">Transmitido de segunda a sexta-feira das 7h30 às 9h30, com apresentação da jornalista Roxane Ré, o "<i>Jornal da USP no Ar</i> " busca aprofundar o debate sobre relevantes da agenda nacional e internacional. O programa é produzido por parceria entre o IEA, a Faculdade de Medicina e a Rádio USP.</p>
<p dir="ltr">Em São Paulo, a Rádio USP é sintonizada em FM 93,7; em Ribeirão Preto a sintonia é em FM 10,9. A rádio  também pode ser ouvida pela internet em <a href="http://www.jornal.usp.br/" rel="noopener" target="_blank">www.jornal.usp.br</a> ou por meio do aplicativo Jornal da USP para celular, disponível na <a class="external-link" href="https://itunes.apple.com/br/app/jornal-da-usp/id1130323461?mt=8">App Store</a> e na <a class="external-link" href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.usp.jornal_da_usp">Google play</a>.</p>
<p dir="ltr"><i>Com informações da Rádio USP</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-29T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/regiao-metropolitana-de-ribeirao-e-tema-do-usp-analisa">
    <title>Região Metropolitana de Ribeirão é tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/regiao-metropolitana-de-ribeirao-e-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Quarto programa da série especial aborda ações desenvolvidas para melhorar a vida da população local</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9085.jpg/@@images/080b888f-3459-4fa4-a7a9-5d3d2b9729f1.jpeg" alt="DSC9085" class="image-left" title="DSC9085" />Fazer parte de uma região metropolitana proporciona aos cidadãos de cada município benefícios muito mais amplos do que a simples extinção do uso do DDD em ligações interurbanas. Para abordar esse assunto e esclarecer a população, o USP Analisa está exibindo uma série especial em seis programas. Nesta semana, o prefeito de Ribeirão Preto e presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Ribeirão Preto Duarte Nogueira explica as principais ações desenvolvidas atualmente para melhorar a vida da população local.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Segundo ele, o Conselho de Desenvolvimento, órgão responsável por analisar e encaminhar propostas para a região, tem como desafio quatro temas fundamentais: saúde pública, mobilidade urbana, segurança e destinação dos resíduos sólidos. </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>“Temos que pensar como conter os problemas nesses e em outros sistemas para que possamos recuperar ou incrementar a qualidade de vida do conjunto da população, principalmente diminuindo as distâncias sociais entre aqueles que têm mais acesso a serviços públicos ou privados e aqueles que têm menos acesso”, afirma ele.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span style="float: none; ">Com o início do horário eleitoral gratuito, os horários do USP Analisa vão mudar temporariamente. </span>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (31), a partir das 11h30, com reapresentação na quarta (5), às 21h, e no domingo (9), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-29T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-urbana">
    <title>A inovação como promotora da sustentabilidade das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-urbana</link>
    <description>O segundo encontro do ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana teve por tema "Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades" e foi realizado no dia 22 de agosto, no IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/claudia-kniess-marc2018os-buckreidge-arlindo-philippe-jr-e-22-8" alt="Arlindo Philippi Jr., Marcos Buckridge, Cláudia Kniess e Mauro Ruiz - 22/8/" class="image-inline" title="Arlindo Philippi Jr., Marcos Buckridge, Cláudia Kniess e Mauro Ruiz - 22/8/" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Arlindo Philippi Jr., Marcos Buckridge, Claudia Kniess e Mauro Ruiz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O segundo seminário do ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana, no dia 22 de agosto, discutiu a ênfase a ser dada a soluções inovadores que contribuam com a sustentabilidade das cidades. Com o tema "Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades", o encontro teve quatro painéis: "Cidades Sustentáveis", "Cidades Inteligentes", "Inovação em Cidades" e "Recursos Humanos, Inteligência, Planejamento Estratégico e Gestão Urbana Sustentável". Os expositores foram pesquisadores da USP, Uninove e UFPE e integrantes de governos municipais, iniciativa privada e organizações não-governamentais.</p>
<p>Para a discussão geral sobre “Cidades Sustentáveis”, o seminário reuniu <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-abrahao">Jorge Abrahão</a>, da Rede Nossa São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-estima">Fernando Estima</a>, da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação de Pelotas (RS), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cezar-capacle">Cezar Capacle</a>, da prefeitura de Campinas (SP) e da Anamma (Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente).</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana</strong></p>
<p>1º Seminário<br /><strong>Sustentabilidade nas Cidades</strong><br />12-13/6/2017</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-1-de-4" class="external-link">Parte 1</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-2-de-4" class="external-link">Parte 2</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-3-de-4" class="external-link">Parte 3</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-4-de-4" class="external-link">Parte 4</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<hr />
<br />
<p>2º Seminário<br /><strong>Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades<br /></strong>22/8/2018</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-cidades" class="external-link">Seminário debate uso da tecnologia em favor do desenvolvimento sustentável das cidades</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-inovacao-sustentabilidade-e-acao-sistemica-nas-cidades-22-de-agosto-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana</h3>
<p><i>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA, em parceria com a <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/" target="_blank">Faculdade de Saúde Pública </a>(FSP) e o <a class="external-link" href="http://www.ib.usp.br/" target="_blank">Instituto de Biociências</a> (IB), ambos também da USP, o ciclo é dedicado à reflexão sobre o papel das cidades no cumprimento dos <a class="external-link" href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/134-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods" target="_blank">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> da ONU.</i></p>
<p><i>Outra motivação é estimular boas práticas de compartilhamento de soluções sustentáveis urbanas por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Com isso, os organizadores esperam contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público.</i></p>
<p><i>O encontro do dia 22 de agosto teve como organizadores adicionais dois programas de pós-graduação da Uninove - o dedicado à area de <a class="external-link" href="http://www.uninove.br/mestrado-e-doutorado/programa-de-pos-graduacao-em-cidades-inteligentes-e-sustentaveis-ppg-cis/conheca-o-programa/apresentacao-do-programa/" target="_blank">Cidades Inteligentes e Sustentáveis</a> e o de mestrado profissional em <a class="external-link" href="http://www.uninove.br/mestrado-e-doutorado/programa-de-mestrado-profissional-em-administracao-gestao-ambiental-e-sustentabilidade-mpa-geas/conheca-o-programa/apresentacao-do-programa/" target="_blank">Gestão Ambiental e Sustentabilidade</a>.</i></p>
<p><i>A iniciativa contou com o apoio do  <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/pos/?cat=28" target="_blank">Programa de Pós-Graduação</a><a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/pos/?cat=28" target="_blank">Ambiente, Saúde e Sustentabilidade</a> e da <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/269" target="_blank">Comissão de Cultura e Extensão Universitária</a>,ambos da FSP-USP, e do <a class="external-link" href="http://www5.each.usp.br/mestrado-em-gestao-de-politicas-publicas/" target="_blank">Programa de Pós-Graduação Gestão de Políticas Púbicas</a> (PPG GPP) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Abrahão explicou que o objetivo central da Rede Nossa São Paulo é colaborar na “melhoria da qualidade de vida dos paulistanos e contribuir para que as cidades brasileiras sejam mais justas, democráticas e sustentáveis”. Para atingir isso, as diretrizes são os processos para o aprimoramento da democracia e o enfrentamento da desigualdade.</p>
<p><strong>Plano de metas</strong></p>
<p>Como exemplo da preocupação com a melhoria da democracia, Abrahão citou o esforço da rede há dez anos para que os prefeitos de São Paulo fossem obrigados a cumprir um plano de metas debatido com a população e coerente com suas promessas de campanha.</p>
<p>A obrigatoriedade de elaboração do plano foi estabelecida em lei e a cidade conta com esse recurso para monitoramento das ações municipais desde a gestão 2009-12. Inspiradas na iniciativa de São Paulo, 51 municípios do país já adotaram planos de metas.</p>
<p>Em relação à desigualdade, ele explicou que a rede procurar combinar os indicadores de todos os distritos com a visão da população sobre os problemas. “Isso gera ferramentas excelentes para o avanço em políticas públicas.”</p>
<p>Para Abrahão, o modo de governar a cidade é atrasado e centralizado: "Se não houver sintonia com as necessidades, a cidade não vai melhorar, por mais tecnologia que tenhamos.”</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>Estima acredita que os processos digitais podem reformar o governo, "além de possibilitar maior transparência e melhor comunicação com a sociedade".</p>
<p>Como exemplo de iniciativas de sucesso, ele mencionou o Pacto Pelotas pela Paz, que atua na prevenção social da criminalidade com o mapeamento de ocorrências, mutirões de decisões e acompanhamento dos ambientes escolar e familiar; a ferramenta Proges, para o acompanhamento público online do andamento dos projetos da gestão; e o reposicionamento urbanístico, que prevê o planejamento de novos bairros com a observância de requisitos de sustentabilidade.</p>
<p>“A sustentabilidade não pode ser tratada como um setor, como uma lente para que se observe toda a ambiental de uma cidade. É preciso que ela contamine toda a gestão”, segundo Capacle. A primeira coisa para isso acontecer é o gestor se comprometer com mestas de sustentabilidade.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorge-abrahao-ricardo-young-fernando-estima-e-cesar-capacle-22-8-2018" alt="Fernando Estima, Ricardo Young, Jorge Abrahão e César Capacle - 22/8/2018" class="image-inline" title="Fernando Estima, Ricardo Young, Jorge Abrahão e César Capacle - 22/8/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O primeiro painel teve a participação de (<i>a partir da esq.</i>) Fernando Estima, Ricardo Young (moderador), Jorge Abrahão e Cezar Capacle</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É preciso também fortalecer o órgão gestor da política ambiental da cidade: "Em Campinas, passou de um setor a uma secretaria, criada por decreto. Houve também a ampliação do quadro técnico, a reestruturação do Fundo Municipal de Meio Ambiente e o fomento da transparência das informações, com a reformulação dos sites institucionais e implantação de novas ferramentas de diálogo."</p>
<p>Segundo ele, em quatro anos foram elaborados planos municipais para o saneamento básico, verde, recursos hídricos e educação ambiental, que geraram a política de meio ambiente da cidade.</p>
<p><strong>Cidades inteligentes</strong></p>
<p>A discussão sobre "Cidades Inteligentes"  teve exposições de dois representantes de instituições privadas envolvidas na produção de soluções digitais e a visão crítica de um acadêmico envolvido com essas ferramentas.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-calheiros">Guilherme Calheiros</a> apresentou as origens, evolução, perfil atual e perspectivas do Porto Digital, do qual é diretor de Competitividade e Inovação. Criado em 2000 no Bairro do Recife, parte histórica da capital pernambucana, e já com uma extensão em Caruaru, o porto é considerado o mais importante parque tecnológico urbano do Brasil, com 306 empresas instaladas (ramificações de empresas nacionais e multinacionais, centros de inovação e startups), com 800 empreendedores, 9 mil colaboradores e faturamento anual (2017) de R$ 1,7 bilhão.</p>
<p>Calheiros afirmou que o porto é uma iniciativa mais complexa do que um parque tecnológico, tendo sido criado para reter o capital humano formado pela UFPE, o qual costumava migrar para o sul do país devido à falta de oportunidades locais. "O porto surgiu com dois propósitos: ser um cluster de tecnologia e possibilitar a renovação urbana da região onde foi instalado."</p>
<p>Em sua opinião, o desafio de um parque tecnológico "é ser capturado pela sociedade". O porto, "por ter também o papel de intervir na estrutura urbana, tem o reconhecimento da sociedade".</p>
<p>Além de gerir a área onde está instalado, que já se estendeu a bairros adjacentes, o porto também tem a função de gerar soluções para a cidade. Algumas das iniciativas para isso são o projeto Portoleve, um laboratório de teste para soluções tecnológicas em áreas como segurança, compartilhamento de veículos e monitoramento por câmeras, um projeto para espaços urbanos compartilhados e outro para restauração e requalificação de imóveis históricos.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rodolfo-fiori-guilherme-calheiros-caio-vassao-22-8-2018" alt="Rodolfo Fiori, Tatiana Cortese, Caio Vassão e Guilherme Calheiros - 22/8/2018" class="image-inline" title="Rodolfo Fiori, Tatiana Cortese, Caio Vassão e Guilherme Calheiros - 22/8/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rodolfo Fiori (<i>à esq.</i>), Tatiana Cortese (moderadora), Caio Vassão e Guilherme Calheiros, os componentes do segundo painel.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Problemas complexos</strong></p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodolfo-fiori">Rodolfo Fiori</a>, diretor executivo da Muove Brasil, os problemas de resolução complexa dos municípios tem esse perfil por questões políticas e requerem uma articulação entre os governos municipal, estadual e federal.</p>
<p>A Muove Brasil atende a organizações em projetos de investimento social privado e a governos municipais no planejamento de políticas públicas. Antes de criá-la, os fundadores da empresa pesquisaram quais eram as dificuldades dos municípios. "Há soluções simples que muitas cidades desconhecem, como 'vender' a folha de pagamentos dos funcionários a um banco." Um dos serviços prestados pela empresa é uma plataforma dedicada a finanças onde os municípios identificam problemas por meio de algoritmos específicos. Ela possibilita uma melhoria de 3 a 5% na área fiscal, de acordo com Fiori.</p>
<p><span>Coube ao pesquisador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/caio-vassao">Caio Vassão</a><span> discutir a interação tecnologia-urbanismo do ponto de vista conceitual. Ele coordena o Grupo de Estudos Cenários Urbanos Futuros e se dedica especialmente à relação entre alta tecnologia e cultura contemporânea.</span></p>
<p><span> </span><span>“As mudanças no habitat humano convidam a uma mudança epistemológica”, afirmou. Essas transformações não foram planejadas diretamente, mas induzidas quando do planejamento de objetos e tecnologias, segundo ele. </span><span>"</span><span>A urbanista americana Jane Jacobs já dizia no início dos anos 60 que planejar um bairro e depois convidar as pessoas a morar nele é começar do jeito errado. O melhor é promover interações entre pessoas. Isso vai gerar o ambiente urbano.”</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Transições</strong></p>
<p>Há várias transições em curso, afirmou Vassão: da comercialização de produtos para a de serviços ("com o produto embutido no serviço"), da posse de bens ao acesso a eles, do produto pronto à participação na produção, do objeto para o processo.</p>
<p>No entanto, "a adaptação a essas mudanças é dificultada por uma série de ciladas criadas por nós mesmos; e agora não conseguimos pensar fora delas", disse o pesquisador. "Isso já aconteceu na empresa privada em relação à inovação. Para difundir as novas práticas é preciso um processo de educação de base que capacite as pessoas a colaborar".</p>
<p>O painel sobre "Inovação em Cidades" debateu desde o campo de oportunidades para startups voltadas à criação de soluções tecnológicas até as dificuldades de infraestrutura e pessoal de muitos municípios para adotar soluções com tecnologias sofisticadas.</p>
<p>A ênfase em transformar municípios em cidades inteligentes tem sido uma forma de aproximação entre empresas, universidades e o ecossistema de inovação, destacou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodolfo-ribeiro">Rodolfo Ribeiro</a>, da empresa Spinafre. Ele considera que são muitas as oportunidades para a criação de startups no Brasil. Exemplificou com a atuação do BNDES, que está com edital aberto até 31 de agosto para projetos sobre cidades inteligentes, indústria 4.0 e saúde.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/22-8-2018" alt="Marcos Mazieri, Claudia Kniess, Germano Guimarães e Rodolfo Ribeiro - 22/8/2018" class="image-inline" title="Marcos Mazieri, Claudia Kniess, Germano Guimarães e Rodolfo Ribeiro - 22/8/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq., Marcos Mazieri, Claudia Kniess (moderadora), Germano Guimarães e Rodolfo Ribeiro durante o terceiro painel</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Inovação frugal</strong></p>
<p>A importância do conceito de inovação frugal foi o tema central de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-mazieri">Marcos Mazieri</a>, da pós-graduação da Uninove. "Trata-se de um processo já usual no interior da Índia e na Rússia no qual são utilizados recursos que seriam considerados insuficientes num modelo tradicional de P&amp;D.”</p>
<p>No caso das cidades, a ideia é transferir inovações já desenvolvidas e em domínio público. “Há um deslocamento da aplicação de soluções de alta tecnologia para aquelas de nível tecnológico simples.”  Para ele, capacitar a sociedade em fluência computacional pode ter como alternativa o aprendizado orientado a projetos. “Sobre a camada física, deve ser sobreposta uma camada de telecomunicações e dentro desta inserir ambientes computacionais.</p>
<p>No entanto, apesar de o capital físico – infraestrutura, acesso – ser muito importante, há ainda a barreira do capital social, ainda não bem compreendida, afirmou: “Questões de distância étnica, por exemplo, ainda não foram discutidas de forma detalhada.”</p>
<p>Aspectos a serem enfrentados são, segundo ele, o avanço da informalidade, políticas que não alcançam certas regiões, falta de fluência computacional, prevalência de interesses em curto prazo, propostas pré-formatadas de soluções e baixo aproveitamento da força de trabalho.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/germano-guimaraes">Germano Guimarães</a>, do Instituto Tellus, especializado em inovação e design em serviços públicos,  apresentou três projetos desenvolvidos pela empresas. Um deles foi a Escola das Mães, na prefeitura de Santos (SP). “A cidade tinha uma taxa de 13,6 de mortalidade infantil  [número de mortes de crianças de até um ano por mil nascimentos vivos]. A taxa tinha crescido mesmo com a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano. Depois de visitas, entrevistas e oficinas, verificamos que as principais causas dessa elevada mortalidade estavam ligadas à educação da gestante." A escola ministra vários cursos às gestantes, de forma a complementar as consultas de pré-natal. O resultado das medidas adotadas pela prefeitura foi a redução da taxa de mortalidade infantil para 13,6 em 2017.</p>
<p>Os outros dois projetos foram implantados na prefeitura de Pelotas (RS): o Clique Saúde, um buscador que permite ao usuário do SUS identificar a unidade de saúde adequada para sua necessidade e até mesmo onde encontrar o remédio que precisa; a Rede Bem Cuidar, que envolve usuários, servidores e gestores públicos nos processos de cocriação das melhorias a serem implantadas nas unidades de saúde.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jarcilene-cortez-emerson-maccari-e-renata-bichir-22-8-18" alt="Jarcilene Cortez, Emerson Maccari e Renata Bichir - 22/8/18" class="image-inline" title="Jarcilene Cortez, Emerson Maccari e Renata Bichir - 22/8/18" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jarcilene Cortez (<i>à esq.</i>), Emerson Maccari e Renata Bichir foram os expositores do quarto painel</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Academia</strong></p>
<p>Em complementação aos debates sobre inovação para sustentabilidade das cidades, o seminário teve um painel sobre “Recursos Humanos, Inteligência, Planejamento Estratégico e Gestão Urbana Sustentável”. As exposições deram ênfase à formação de especialistas na área ambiental e à metodologia acadêmica para formulação de políticas públicas.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renata-bichir">Renata Bichir</a>, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP), tratou dos desafios para a formulação de políticas públicas para as cidades e como a produção acadêmica consegue colaborar para o obtenção de melhores propostas.</p>
<p>Ela frisou que a agenda pública é um processo competitivo, condicionado pelas dimensões política, cognitiva, administrativa e financeira, e elencou os componentes a serem analisados para a sucesso na elaboração de uma política: definição de objetivos; construção da adesão dos atores pertinentes; aspectos organizacionais e de gestão; dimensões cognitivas, valores e percepções sobre o problema; dimensões políticas; definição de arranjos de coordenação; instrumentos de coordenação; e diferentes tipos e formatos de redes.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jarcilene-cortez">Jarcilene Cortez</a>, professora da UFPE e coordenadora dos programadas acadêmicos da área de meio ambiente da Capes, apresentou dados sobre a distribuição dos 147 programas de pós-graduação no Brasil e sua avaliação. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emerson-maccari">Emerson Maccari</a>, do Programa de Pós-Graduação em Administração da Uninove, falou sobre como organizar, na perspectiva da Capes, um programa mestrado e doutorado para temas como gestão ambiental, cidades sustentáveis ou cidades inteligentes.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-28T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/livro-branco-da-agua">
    <title>Lançamento do Livro Branco da Água  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/livro-branco-da-agua</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O IEA e a <a href="http://www.acadciencias.org.br/" target="_blank">Academia de Ciências do Estado de São Paulo</a> (Aciesp) publicaram um livro analítico sobre a crise hídrica que assolou a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) entre 2013 e 2015. <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua">O Livro Branco da Água</a> é resultado de uma série de estudos sobre as causas e consequências do desabastecimento hídrico que limitou o acesso à água de pelo menos 20 milhões de pessoas. O trabalho também propõe ações para assegurar o futuro do abastecimento de água na RMSP.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os artigos que compõem o livro foram escritos por pesquisadores do IEA e convidados, sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, presidente da Aciesp e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, História e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">São 12 capítulos, divididos em três partes: Origens das crises hídricas em São Paulo; Impactos das crises hídricas em São Paulo; e Soluções para o futuro da água. No total, 26 pesquisadores contribuíram para a obra. Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-reune-ensaios-sobre-a-crise-hidrica-de-2013-2015#lista%20de%20autores">lista completa de autores</a>.</p>
<p><span><strong>Coordenação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckerige</a><span> (USP CG, IB e IEA USP)</span></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a><span style="text-align: justify; "> (IEA e FFLCH USP)</span></p>
<p><strong>Exposição</strong>:</p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a><span style="text-align: justify; "> (IEA e IB USP)</span></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a><span style="text-align: justify; "> (IEA, USPCG e IEE USP)</span></p>
<p><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi </a><span style="text-align: justify; ">(IEA e IAG USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-25T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/acoes-do-governo-federal-em-regioes-metropolitanas-sao-tema-do-usp-analisa">
    <title>Ações do governo federal em regiões metropolitanas são tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/acoes-do-governo-federal-em-regioes-metropolitanas-sao-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Programa entrevista representante do Ministério das Cidades, que fala ainda sobre o Estatuto da Metrópole</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DianaMotta41024x682_edit.jpg/@@images/b44fe250-04ce-4cac-b9d9-84c580e601c7.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A criação e a gestão de uma região metropolitana envolvem não apenas as prefeituras das cidades que a compõem, mas também órgãos dos governos estadual e federal. Nesta semana, a série especial do USP Analisa sobre regiões metropolitanas entrevista a diretora do Departamento de Planejamento e Gestão Urbana da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Urbano do Ministério das Cidades Diana Meirelles da Motta, que vai explicar de que forma o governo federal participa dessas ações.</p>
<p>Ela vai abordar também as orientações previstas na Constituição de 1988 e no Estatuto da Metrópole, aprovado em 2015. “O Estatuto da Metrópole instituiu a governança interfederativa [governança compartilhada entre estados e municípios], mas há uma série de questões que devem ser ainda elucidadas. Por exemplo, de que forma vão operar nessa governança as funções públicas de interesse comum, como a mobilidade urbana e o saneamento básico. O Estatuto traz uma série de conceitos que no nosso entendimento também precisariam ser ajustados e aperfeiçoados. É preciso destacar que no Brasil hoje existem 83 regiões metropolitanas instituídas pelos estados. Nem todas essas regiões metropolitanas constituem, de fato, atributos de metrópole”, explica.</p>
<p>Diana destaca ainda a diversidade de perfis entre os municípios que compõem as regiões metropolitanas brasileiras e as contribuições que a região de Ribeirão Preto pode oferecer às demais. Nós temos municípios brasileiros, especialmente da região Nordeste que carecem de um reforço da sua capacidade de gestão, fiscal e de investimentos. Também temos regiões metropolitanas do Sudeste que têm uma capacidade muito maior, inclusive de compartilhar com outras regiões, outros municípios. Então nós acreditamos que a Região Metropolitana de Ribeirão Preto, por ser uma das mais novas do Brasil, tem de fato a capacidade, por estar no Estado de São Paulo, de promover inovação na governança metropolitana”.</p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (24), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (29), às 21h, e no domingo (2), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-22T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-papel-da-emplasa-nas-regioes-metropolitanas">
    <title>USP Analisa discute papel da Emplasa nas regiões metropolitanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-papel-da-emplasa-nas-regioes-metropolitanas</link>
    <description>Empresa pública é responsável pelos estudos técnicos e jurídicos que permitem a criação dessas unidades regionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Emplasa_LuizPedretti_2edit.jpg/@@images/bb5e8084-79b5-48ff-8933-510064ddb4f9.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O USP Analisa está apresentando uma série especial sobre a importância das regiões metropolitanas e o que o fato de integrá-las muda na vida dos cidadãos. No programa desta semana, o entrevistado é o presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) Luiz José Pedretti.</p>
<p>Ele vai falar sobre as razões pelas quais essas regiões são criadas, que estão ligadas à redução da desigualdade social e à promoção do bem-estar dos cidadãos. “O objetivo da criação dessas unidades regionais é que nós nos debrucemos sobre problemas que afligem a população em busca de soluções conjuntas diante de um compartilhamento de ações e de integração de políticas públicas municipais e estaduais. Então o que se objetiva futuramente na região metropolitana de Ribeirão Preto é que a sociedade tenha uma melhor qualidade de vida, por ocasião da resolução ou enfrentamento dos problemas que nós consideramos regionais”, explica.</p>
<p>Pedretti comenta ainda sobre o papel da empresa na formação das regiões metropolitanas. “Ela começa como agência da Região Metropolitana de São Paulo e a partir do momento em que o governo do Estado resolve instituir novas regiões metropolitanas, coube à Emplasa a realização de todos os estudos técnicos e jurídicos para que possamos configurar, dentro da legislação vigente, aqueles municípios que podem ser transformados em região metropolitana ou aglomeração urbana”.</p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (17), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (22), às 21h, e no domingo (26), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-15T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades">
    <title>Em sua 93ª edição, “Estudos Avançados” reflete sobre o ensino de humanidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades</link>
    <description>Além de dossiê sobre o ensino de humanidades, há artigos sobre vida urbana e saúde, arte e cultura e uma homenagem ao economista Paul Singer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f9d48d4d-7fff-d22f-ce8f-49ea379f72fb"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-estudos-avancados-93/@@images/a264861c-632d-4ea5-9b50-5a6b15118a23.jpeg" alt="Capa Estudos Avançados 93" class="image-right" title="Capa Estudos Avançados 93" />A <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">93ª edição da revista “Estudos Avançados”</a> inaugura uma série de publicações focadas nos ensinos fundamental e médio. O dossiê principal deste número traz um conjunto de artigos sobre o ensino de humanidades, área do conhecimento escolhida para abrir a sequência. Além de ponderações sobre a conjuntura atual da educação brasileira, os textos apresentam reflexões sobre o ensino de filosofia, história, geografia, música, literatura e religião. A versão online da publicação está disponível na <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">íntegra no SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">A revista traz ainda três outras seções, com temas diversos. Na primeira, Vida urbana e saúde, quatro artigos buscam compreender como atributos ambientais e comportamentais das grandes cidades afetam a vida de seus habitantes. O segundo conjunto de textos, Artes e cultura, traz discussões abrangentes sobre o ensino superior de artes e reflexões sobre importantes obras do século passado. Por fim, a última seção homenageia o economista Paul Singer, morto em abril deste ano, com uma grande e expressiva entrevista realizada em 2016. Veja o <a class="anchor-link" href="#Sumário">sumário</a> da revista.</p>
<p dir="ltr"><span>Para o editor da revista, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi"><span>Alfredo Bosi</span></a><span>, as humanidades enfrentam uma situação paradoxal. “Ao mesmo tempo, assistimos a uma reflexão sobre os novos métodos propostos pela pedagogia e pelas didáticas específicas que abrem novos rumos ao magistério e enfrentamos uma depreciação das mesmas humanidades pelo pensamento tecnicista que se generalizou em órgãos burocráticos dentro e fora da Universidade”, atenta. Ele acredita que a intensa demanda por especialização gerada pelas revoluções industrial e tecnológica prejudicou o equilíbrio entre as ciências humanas e biológicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Este contexto, segundo Bosi, alimenta a necessidade de pensar o saber de modo holístico e problemático. Um ponto de partida, para ele, seria aplicar a filosofia como metodologia de de toda e qualquer modalidade do conhecimento. “O leitor encontrará artigos de docentes que vivem esse projeto tanto nas escolas públicas quanto em situações particulares, como é o caso do ensino de leitura junto a presidiários ou a tentativa bem-sucedida de introduzir o ensino de grego e latim para alunos do ensino fundamental”, comenta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No editorial, Bosi dedica a 93ª edição da revista a Paul Singer e Paulo Freire, que, segundo ele, “levaram seus ideais democráticos ao cerne da economia e da pedagogia dos oprimidos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê</strong></span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Ouça: <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/dossie-mostra-marginalizacao-do-ensino-de-humanidades/">Franklin Leopoldo e Silva, autor de um dos artigos da revista, em e<span>ntrevista ao programa de rádio Jornal da USP</span></a></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Entre 2012 e 2013, Ana Vieira Pereira participou de uma série de oficinas de escrita criativa e mediação de leitura no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. As experiências e os aprendizados de Pereira no período estão relatados no artigo </span><span><i>À margem — experiências de literatura com pessoas encarceradas</i></span><span>, que também compõe o dossiê principal. Segundo ela, o trabalho possibilitou a percepção da literatura e do contar da própria história como “mecanismos poderosos para a reorganização pessoal e a descoberta de novas formas dentro do campo da linguagem”.</span></p>
<p dir="ltr">No artigo<i> </i><i>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação</i>, Celso João Ferretti analisa criticamente a reforma promovida pelo Ministério da Educação em 2017. Os interesses políticos e econômicos da reestruturação, as disputas ideológicas que se apresentaram e os objetivos oficiais anunciados pelo governo Temer são alguns dos pontos tratados por Ferretti. Ele declara ainda ter conferido “especial atenção à flexibilização curricular e à concepção de qualidade da educação em que se baseia a reforma”.</p>
<p dir="ltr"><span>Paula da Cunha Corrêa, no artigo </span><span><i>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental</i></span><span>, apresenta uma exitosa experiência pedagógica conduzida a partir de 2013 na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Desembargador Amorim Lima. Usando o método </span><span><i>Minimus</i></span><span>, criado pela britânica Barbara Bell, Corrêa organizou a implementação de cursos de línguas clássicas — latim e grego — para alunos dos 4º e 7º anos da escola localizada na capital paulista. Segundo ela, além do ensino das línguas, o projeto leva aos alunos “diversos aspectos da cultura clássica: mitologia, história, política, teatro, poesia, música, arte e arquitetura”. O “Projeto Minimus” está em vigor até hoje e busca novas escolas para expandir sua área de atuação.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Outros temas</strong></span></p>
<p dir="ltr">Os dois primeiros textos da seção Vida urbana e saúde apresentam as consequências da violência e da falta de saneamento básico para a saúde da população periférica. Os dois últimos apresentam críticas e comentários sobre o livro <i><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva" class="external-link">Vida Urbana e Saúde — Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</a></i> (Editora Contexto, 2018), de autoria do médico e diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span>A metrópole e a saúde de seus habitantes</span><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro"><span>Helena Ribeiro</span></a><span> descreve e analisa os temas gerais abordados na obra de Saldiva. Segundo ela, o livro mostra, com clareza, “os problemas que a urbanização tem trazido para a saúde física e mental” dos moradores da grandes cidades.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já o articulista Fabio Angeoletto, no texto </span><span><i>Vida urbana e saúde</i></span><span>, ressalta que as problemáticas apresentadas por Saldiva não se resumem a São Paulo e outras metrópoles, mas a todas as cidades brasileiras. Para ele, a conclusão da leitura faz emergir uma mensagem clara, mas não explícita pelo autor: “As cidades, em sua complexidade, demandam planejamento, e as múltiplas formações acadêmicas e atores sociais precisam estar envolvidos nesse labor”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No corpo de sete autores da seção </span><span><i>Artes e cultura</i></span><span> há, entre outros, o ex-diretor do IEA, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann"><span>Martin Grossmann</span></a><span>, e duas professoras uspianas participantes da primeira edição do </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>Programa Ano Sabático</span></a><span> do IEA, de 2016: </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoad/daria-gorete-jaremtchuk"><span>Dária Jaremtchuk</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira"><span>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</span></a><span>. Os trabalhos nesta edição representam parte dos resultados de suas pesquisas no Instituto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jaremtchuk, no artigo </span><span><i>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra”</i></span><span>, discorre sobre o período de 10 anos que o pintor brasileiro passou nos Estados Unidos. Segundo ela, o tempo foi fundamental para que Nascimento reafirmasse “seu compromisso com a criação de obras alinhadas com a herança cultural africana”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span><i>Sobre conquistas e tensões</i></span><span>, por sua vez, Oliveira discute o surgimento de novas dinâmicas culturais ancoradas nas tecnologias de informação e comunicação. “O momento atual exige uma compreensão não simplificadora das inúmeras representações, contradições, vozes e dos silêncios que disputam a visibilidade na arena pública”, defende.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Paul Singer</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O último artigo da edição 93 da revista “Estudos Avançados” celebra o economista Paul Singer, que morreu no dia 16 de abril de 2018, aos 86 anos. Singer foi professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e integrante da primeira composição do Conselho Deliberativo (CD) do IEA, de 1987 a 1992. Nascido em Viena, capital da Áustria, foi o criador e maior defensor da “Economia Solidária”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo </span><span><i>Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática</i></span><span>, Cris Andrada e Egeu Esteves apresentam uma entrevista realizada com o economista no ano de 2016. Nela, Singer fala sobre sua migração para o Brasil, a juventude na São Paulo do pós-guerra, sua relação com o movimento sindical — com ênfase à participação na </span><span>Greve dos 300 mil</span><span> — e, notoriamente, sobre a Economia Solidária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Poucos reúnem grandeza intelectual, humildade genuína e uma profunda coerência entre o que escreve e o que pratica, como ele”, escrevem os autores. “Paul Singer não apenas refletiu sobre as violências do mundo do trabalho, como se dedicou a fazê-lo junto de trabalhadores, ombro a ombro, anos a fio.”<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Revista "Estudos Avançados" 93, 399 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a publicação ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista">www.iea.usp.br/revista</a> ou com Edilma Martins (<a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1675.</strong></i></p>
<p><a name="Sumário"></a></p>
<h3>Sumário</h3>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Ensino de Humanidades</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Limites e possibilidades do ensino de filosofia - <i>Franklin Leopoldo e Silva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Prefácio para a reedição de Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire - <i>Celso de Rui Beiseigel</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação - <i>Celso João Ferretti</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Reflexões sobre o aprendizado formal em Humanidades com base no projeto “Práticas de leitura e escrita acadêmicas” - <i><span>Marcus Sacrini</span><span> e </span><span>Valéria De Marco</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Os preteridos e os preferidos: sinal dos tempos da educação - <i><span>Ausonia Donato</span><span> e </span><span>Monique Borba Cerqueira</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Autobiografias do começo de uma aula - <i>Marcos Natali</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Leitura e escrita literárias no âmbito escolar: situação e perspectivas - <i>Neide Luzia de Rezende</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>À margem – experiências de literatura com pessoas encarceradas - <i>Ana Vieira Pereira</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental - <i>Paula da Cunha Corrêa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Reflexões sobre o ensino de História - <i>Circe Fernandes Bittencourt</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de História e seus conteúdos - <i>Antonia Terra de Calazans Fernandes</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O ensino da Geografia como prática espacial de significação - <i>Rafael Straforini</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O Estado e a educação religiosa: observações a partir da psicologia - <i>Geraldo José de Paiva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Considerações sobre o ensino de música no Brasil - <i>Antonio Carlos Moraes Dias Carrasqueira</i></p>
<p dir="ltr"><span><i><br /></i></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Vida urbana e saúde</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> “Caminhos da reforma sanitária”, revisitado - <i>Amélia Cohn</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Violência em favelas e saúde - <i><span>Ana Lydia Sawaya</span><span>, </span><span>Maria Paula de Albuquerque</span><span> </span><span>e Semiramis Martins Álvares Domene</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> A metrópole e a saúde de seus habitantes - <i>Helena Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>•</strong> Vida urbana e saúde - <i>Fabio Angeoletto</i></p>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Artes e cultura</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra” - <i>Dária Jaremtchuk</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Sobre conquistas e tensões - <i>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Os gigantes da montanha e o semblante do real - <i>Martha Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Walter Zanini e a formação de um sistema de arte contemporânea no Brasil - <i>Isis Baldini, Martin Grossmann, Pamela Prado e Vinicius Spricigo</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de Artes Visuais na Universidade - <i>Ana Mae Barbosa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> O que se espera de uma escola de arte hoje? - <i>Martin Grossmann</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Bophana e a persistência da memória - <i>Paulo Roberto Ramos</i></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Paul Singer</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática - <i>Cris Andrada e Egeu Esteves</i></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades">
    <title>Em sua 93ª edição, “Estudos Avançados” reflete sobre o ensino de humanidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades</link>
    <description>Além de dossiê sobre o ensino de humanidades, há artigos sobre vida urbana e saúde, arte e cultura e uma homenagem ao economista Paul Singer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f9d48d4d-7fff-d22f-ce8f-49ea379f72fb"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-estudos-avancados-93/@@images/a264861c-632d-4ea5-9b50-5a6b15118a23.jpeg" alt="Capa Estudos Avançados 93" class="image-right" title="Capa Estudos Avançados 93" />A <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">93ª edição da revista “Estudos Avançados”</a> inaugura uma série de publicações focadas nos ensinos fundamental e médio. O dossiê principal deste número traz um conjunto de artigos sobre o ensino de humanidades, área do conhecimento escolhida para abrir a sequência. Além de ponderações sobre a conjuntura atual da educação brasileira, os textos apresentam reflexões sobre o ensino de filosofia, história, geografia, música, literatura e religião. A versão online da publicação está disponível na <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">íntegra no SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">A revista traz ainda três outras seções, com temas diversos. Na primeira, Vida urbana e saúde, quatro artigos buscam compreender como atributos ambientais e comportamentais das grandes cidades afetam a vida de seus habitantes. O segundo conjunto de textos, Artes e cultura, traz discussões abrangentes sobre o ensino superior de artes e reflexões sobre importantes obras do século passado. Por fim, a última seção homenageia o economista Paul Singer, morto em abril deste ano, com uma grande e expressiva entrevista realizada em 2016. Veja o <a class="anchor-link" href="#Sumário">sumário</a> da revista.</p>
<p dir="ltr"><span>Para o editor da revista, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi"><span>Alfredo Bosi</span></a><span>, as humanidades enfrentam uma situação paradoxal. “Ao mesmo tempo, assistimos a uma reflexão sobre os novos métodos propostos pela pedagogia e pelas didáticas específicas que abrem novos rumos ao magistério e enfrentamos uma depreciação das mesmas humanidades pelo pensamento tecnicista que se generalizou em órgãos burocráticos dentro e fora da Universidade”, atenta. Ele acredita que a intensa demanda por especialização gerada pelas revoluções industrial e tecnológica prejudicou o equilíbrio entre as ciências humanas e biológicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Este contexto, segundo Bosi, alimenta a necessidade de pensar o saber de modo holístico e problemático. Um ponto de partida, para ele, seria aplicar a filosofia como metodologia de de toda e qualquer modalidade do conhecimento. “O leitor encontrará artigos de docentes que vivem esse projeto tanto nas escolas públicas quanto em situações particulares, como é o caso do ensino de leitura junto a presidiários ou a tentativa bem-sucedida de introduzir o ensino de grego e latim para alunos do ensino fundamental”, comenta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No editorial, Bosi dedica a 93ª edição da revista a Paul Singer e Paulo Freire, que, segundo ele, “levaram seus ideais democráticos ao cerne da economia e da pedagogia dos oprimidos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê</strong></span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Ouça: <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/dossie-mostra-marginalizacao-do-ensino-de-humanidades/">Franklin Leopoldo e Silva, autor de um dos artigos da revista, em e<span>ntrevista ao programa de rádio Jornal da USP</span></a></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Entre 2012 e 2013, Ana Vieira Pereira participou de uma série de oficinas de escrita criativa e mediação de leitura no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. As experiências e os aprendizados de Pereira no período estão relatados no artigo </span><span><i>À margem — experiências de literatura com pessoas encarceradas</i></span><span>, que também compõe o dossiê principal. Segundo ela, o trabalho possibilitou a percepção da literatura e do contar da própria história como “mecanismos poderosos para a reorganização pessoal e a descoberta de novas formas dentro do campo da linguagem”.</span></p>
<p dir="ltr">No artigo<i> </i><i>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação</i>, Celso João Ferretti analisa criticamente a reforma promovida pelo Ministério da Educação em 2017. Os interesses políticos e econômicos da reestruturação, as disputas ideológicas que se apresentaram e os objetivos oficiais anunciados pelo governo Temer são alguns dos pontos tratados por Ferretti. Ele declara ainda ter conferido “especial atenção à flexibilização curricular e à concepção de qualidade da educação em que se baseia a reforma”.</p>
<p dir="ltr"><span>Paula da Cunha Corrêa, no artigo </span><span><i>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental</i></span><span>, apresenta uma exitosa experiência pedagógica conduzida a partir de 2013 na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Desembargador Amorim Lima. Usando o método </span><span><i>Minimus</i></span><span>, criado pela britânica Barbara Bell, Corrêa organizou a implementação de cursos de línguas clássicas — latim e grego — para alunos dos 4º e 7º anos da escola localizada na capital paulista. Segundo ela, além do ensino das línguas, o projeto leva aos alunos “diversos aspectos da cultura clássica: mitologia, história, política, teatro, poesia, música, arte e arquitetura”. O “Projeto Minimus” está em vigor até hoje e busca novas escolas para expandir sua área de atuação.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Outros temas</strong></span></p>
<p dir="ltr">Os dois primeiros textos da seção Vida urbana e saúde apresentam as consequências da violência e da falta de saneamento básico para a saúde da população periférica. Os dois últimos apresentam críticas e comentários sobre o livro <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva" class="external-link">Vida Urbana e Saúde — Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</a></i> (Editora Contexto, 2018), de autoria do médico e diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span>A metrópole e a saúde de seus habitantes</span><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro"><span>Helena Ribeiro</span></a><span> descreve e analisa os temas gerais abordados na obra de Saldiva. Segundo ela, o livro mostra, com clareza, “os problemas que a urbanização tem trazido para a saúde física e mental” dos moradores da grandes cidades.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já o articulista Fabio Angeoletto, no texto </span><span><i>Vida urbana e saúde</i></span><span>, ressalta que as problemáticas apresentadas por Saldiva não se resumem a São Paulo e outras metrópoles, mas a todas as cidades brasileiras. Para ele, a conclusão da leitura faz emergir uma mensagem clara, mas não explícita pelo autor: “As cidades, em sua complexidade, demandam planejamento, e as múltiplas formações acadêmicas e atores sociais precisam estar envolvidos nesse labor”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No corpo de sete autores da seção </span><span><i>Artes e cultura</i></span><span> há, entre outros, o ex-diretor do IEA, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann"><span>Martin Grossmann</span></a><span>, e duas professoras uspianas participantes da primeira edição do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>Programa Ano Sabático</span></a><span> do IEA, de 2016: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daria-gorete-jaremtchuk"><span>Dária Jaremtchuk</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira"><span>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</span></a><span>. Os trabalhos nesta edição representam parte dos resultados de suas pesquisas no Instituto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jaremtchuk, no artigo </span><span><i>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra”</i></span><span>, discorre sobre o período de 10 anos que o pintor brasileiro passou nos Estados Unidos. Segundo ela, o tempo foi fundamental para que Nascimento reafirmasse “seu compromisso com a criação de obras alinhadas com a herança cultural africana”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span><i>Sobre conquistas e tensões</i></span><span>, por sua vez, Oliveira discute o surgimento de novas dinâmicas culturais ancoradas nas tecnologias de informação e comunicação. “O momento atual exige uma compreensão não simplificadora das inúmeras representações, contradições, vozes e dos silêncios que disputam a visibilidade na arena pública”, defende.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Paul Singer</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O último artigo da edição 93 da revista “Estudos Avançados” celebra o economista Paul Singer, que morreu no dia 16 de abril de 2018, aos 86 anos. Singer foi professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e integrante da primeira composição do Conselho Deliberativo (CD) do IEA, de 1987 a 1992. Nascido em Viena, capital da Áustria, foi o criador e maior defensor da “Economia Solidária”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo </span><span><i>Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática</i></span><span>, Cris Andrada e Egeu Esteves apresentam uma entrevista realizada com o economista no ano de 2016. Nela, Singer fala sobre sua migração para o Brasil, a juventude na São Paulo do pós-guerra, sua relação com o movimento sindical — com ênfase à participação na </span><span>Greve dos 300 mil</span><span> — e, notoriamente, sobre a Economia Solidária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Poucos reúnem grandeza intelectual, humildade genuína e uma profunda coerência entre o que escreve e o que pratica, como ele”, escrevem os autores. “Paul Singer não apenas refletiu sobre as violências do mundo do trabalho, como se dedicou a fazê-lo junto de trabalhadores, ombro a ombro, anos a fio.”<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Revista "Estudos Avançados" 93, 399 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a publicação ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista">www.iea.usp.br/revista</a> ou com Edilma Martins (<a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1675.</strong></i></p>
<p><a name="Sumário"></a></p>
<h3>Sumário</h3>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Ensino de Humanidades</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Limites e possibilidades do ensino de filosofia - <i>Franklin Leopoldo e Silva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Prefácio para a reedição de Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire - <i>Celso de Rui Beiseigel</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação - <i>Celso João Ferretti</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Reflexões sobre o aprendizado formal em Humanidades com base no projeto “Práticas de leitura e escrita acadêmicas” - <i><span>Marcus Sacrini</span><span> e </span><span>Valéria De Marco</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Os preteridos e os preferidos: sinal dos tempos da educação - <i><span>Ausonia Donato</span><span> e </span><span>Monique Borba Cerqueira</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Autobiografias do começo de uma aula - <i>Marcos Natali</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Leitura e escrita literárias no âmbito escolar: situação e perspectivas - <i>Neide Luzia de Rezende</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>À margem – experiências de literatura com pessoas encarceradas - <i>Ana Vieira Pereira</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental - <i>Paula da Cunha Corrêa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Reflexões sobre o ensino de História - <i>Circe Fernandes Bittencourt</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de História e seus conteúdos - <i>Antonia Terra de Calazans Fernandes</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O ensino da Geografia como prática espacial de significação - <i>Rafael Straforini</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O Estado e a educação religiosa: observações a partir da psicologia - <i>Geraldo José de Paiva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Considerações sobre o ensino de música no Brasil - <i>Antonio Carlos Moraes Dias Carrasqueira</i></p>
<p dir="ltr"><span><i><br /></i></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Vida urbana e saúde</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> “Caminhos da reforma sanitária”, revisitado - <i>Amélia Cohn</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Violência em favelas e saúde - <i><span>Ana Lydia Sawaya</span><span>, </span><span>Maria Paula de Albuquerque</span><span> </span><span>e Semiramis Martins Álvares Domene</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> A metrópole e a saúde de seus habitantes - <i>Helena Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>•</strong> Vida urbana e saúde - <i>Fabio Angeoletto</i></p>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Artes e cultura</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra” - <i>Dária Jaremtchuk</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Sobre conquistas e tensões - <i>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Os gigantes da montanha e o semblante do real - <i>Martha Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Walter Zanini e a formação de um sistema de arte contemporânea no Brasil - <i>Isis Baldini, Martin Grossmann, Pamela Prado e Vinicius Spricigo</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de Artes Visuais na Universidade - <i>Ana Mae Barbosa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> O que se espera de uma escola de arte hoje? - <i>Martin Grossmann</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Bophana e a persistência da memória - <i>Paulo Roberto Ramos</i></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Paul Singer</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática - <i>Cris Andrada e Egeu Esteves</i></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serie-especial-discute-importancia-das-regioes-metropolitanas">
    <title>Série especial discute importância das regiões metropolitanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serie-especial-discute-importancia-das-regioes-metropolitanas</link>
    <description>USP Analisa mostra, em seis programas, o que o fato de integrar essa formação muda na vida da sociedade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/800pxPrdios_em_Ribeiro_Preto_SP_credito.jpg/@@images/3d06e194-6125-4cb3-b41a-17757fa9acda.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ribeirão Preto e São Paulo integram duas das maiores regiões metropolitanas do País. Mas, na prática, o que o fato de fazer parte de uma região metropolitana muda na vida do cidadão? Para responder a essa pergunta, o USP Analisa inicia hoje uma série de seis programas, com entrevistados nos níveis federal, estadual, regional e municipal. A iniciativa tem a parceria da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP e conta com a participação, em estúdio, do docente Erasmo José Gomes.</p>
<p style="text-align: justify; ">No primeiro programa, o subsecretário de Assuntos Metropolitanos do Estado de São Paulo, Edmur Mesquita explica como funcionam as regiões metropolitanas e o processo de implantação delas no Estado de São Paulo. Segundo ele, a forma como essas regiões são previstas na Constituição permite pensar o planejamento e produzir soluções em diversas áreas.</p>
<p style="text-align: justify; ">“As grandes experiências que ocorrem hoje no mundo, especialmente na Europa com as regiões metropolitanas e nos Estados Unidos com os condados, são semelhantes ao que está sendo desenvolvido hoje no Estado de São Paulo”, diz ele.</p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (10), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (15), às 21h, e no domingo (19), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">USP Analisa</span></a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-08T16:19:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/8a-virada-sustentavel">
    <title>8ª Virada Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/8a-virada-sustentavel</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4ce75fa7-001e-6a5b-71dd-2de6be0e6222"> </span></p>
<p>Entre 23 e 26 de agosto, acontece a <a class="external-link" href="https://www.viradasustentavel.org.br/">8ª Virada Sustentável</a> <span> em São Paulo.</span> <span style="text-align: justify; ">Para esta edição, foi escolhido o  tema “Um olhar para o futuro”.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span>O programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> do IEA (USP CG), participando das atividades da Virada Sustentável, promove dois seminários, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea da USP no Parque Ibirapuera, <span style="text-align: justify; ">que além de abordar a crise hídrica, com o objetivo de proporcionar um debate multi e interdisciplinar sobre os recursos hídricos na Região Metropolitana de São Paulo e a possibilidade de outra crise em um futuro próximo também </span><span style="text-align: justify; ">propõe uma discussão sobre vida e saúde na metrópole se São Paulo.</span></p>
<p><span>No <strong>dia 25</strong>, acontece a mesa "<strong>As Dimensões das Crises Hídricas em São Paulo", </strong>com base<span style="text-align: justify; "> nas pesquisas apresentadas no </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link">Livro Branco da Água</a><span style="text-align: justify; ">, publicação do IEA organizada por Wagner Costa Ribeiro, professor da FFLCH-USP, e Marcos Buckeridge, professor do IB-USP e coordenador do Programa USP Cidades Globais. A obra, de caráter interdisciplinar, analisou, entre outros temas, a última crise hídrica na RMSP e está organizada em três seções: </span></span><span style="text-align: justify; ">origem das crises hídricas; </span><span style="text-align: justify; ">impacto das crises e </span><span style="text-align: justify; ">soluções para o futuro da água.</span></p>
<p>No <strong>dia 26</strong>, os <span style="text-align: justify; "> convidados serão  Paulo Saldiva, professor da  Faculdade de Medicina da USP e escritor do livro <i>“Vida Urbana e Saúde - Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles”; </i>Marco Akerman, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e um dos editores do livro  <i>“</i></span><span style="text-align: justify; "><i>Life Learning and Education in Healthy and Sustainable Cities”</i></span><span style="text-align: justify; "> (Educação e Aprendizagens Permanentes sobre Cidades Sustentáveis e Saudáveis) e também, o professor Paolo Zanotto,  do Instituto de Ciências Biomédicas, microbiologista, coordenador da Rede de Pesquisa sobre o Zika (Rede Zika). Esta mesa se propõe a apresentar uma forma multidimensional e sistêmica de compreender a saúde, demonstrando como diferentes fatores (ambientais, sociais, econômicos) influenciam na saúde e qualidade de vida da população.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Com base em seu livro, lançado em 2018, Paulo Saldiva abordará como a cidade de São Paulo e suas dinâmicas influenciam na saúde da população, tratando de temas como ilhas de calor, (i)mobilidade, poluição, saneamento e violência. Por sua vez, Marco Akerman abordará a multidimensionalidade e a intersetorialidade na saúde, e demonstrará a relação entre a saúde e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Por fim, Zanotto falará das pesquisas atuais sobre virologia.</span></p>
<div><span>Os dois eventos contarão com a participação de pesquisadores e docentes da Universidade de São Paulo (USP) e do Programa USP Cidades Globais (IEA/USP).</span></div>
<p> </p>
<p><strong>Comissão Organizadora:</strong></p>
<p>Marcos Buckeridge; Djonathan Gomes Ribeiro; Sandra Sedini; Thaisa Carvalho</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-03T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-instrumentos-para-o-financiamento-das-cidades">
    <title>Encontro debate instrumentos para financiamento das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-instrumentos-para-o-financiamento-das-cidades</link>
    <description>Seminário "Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social" será realizado no dia 12 de setembro, às 14h, na Sala Alfredo Bosi. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eixos-de-transformacao-da-estruturacao-urbana-plano-diretor-de-sao-paulo" alt="Eixos de Transformação da Estruturação Urbana - Plano Diretor de São Paulo" class="image-inline" title="Eixos de Transformação da Estruturação Urbana - Plano Diretor de São Paulo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Eixos estruturantes previstos pelo </strong><strong><a class="external-link" href="http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/marco-regulatorio/plano-diretor/">Plano Diretor Estratégico</a></strong><strong> da cidade de São Paulo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Os instrumentos de financiamento do desenvolvimento das cidades brasileiras e o urbanismo social serão discutidos em encontro no </span><strong>dia </strong><strong>12 de setembro, das 9h às 17h</strong><span>, na Sala Alfredo Bosi do IEA. As exposições serão feitas por professores e pesquisadores que se dedicam a questões relacionadas com os sistemas urbanos.</span></p>
<p>O seminário <i>UrbanSus:</i> <i>Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social </i>é uma iniciativa do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>. Para participar presencialmente é preciso efetuar inscrição via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8XmErT0Qcusf36RmVB6afYu27TdapfF5TnLhIP2XA5KNnqg/viewform">formulário online</a>. Quem não puder comparecer poderá acompanhar a transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> do evento pela internet, sem necessidade de inscrição.</p>
<p><i> </i></p>
<p>Os principais termos a serem discutidos são:</p>
<ul>
<li>o urbanismo gerando valor e as formas de mobilização e captura da valorização do solo, as contribuições por melhoria e os instrumentos não tributários de financiamento de projetos urbanos e de promoção do urbanismo social;</li>
<li>as políticas públicas urbanas de promoção e viabilização da qualificação da cidade em suas dimensões social, urbana, econômica e ambiental, compreendidas de forma sistêmica.</li>
<li>os instrumentos de financiamento da cidade abordados na rede de pontos que devem ser conectados para viabilizar as cidades globais brasileiras com um desenvolvimento socioterritorial mais equilibrado.</li>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
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<p><i>Leias mais notícias<br /> sobre o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais/noticias" class="external-link">Programa<br /> USP Cidades Globais</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os expositores serão: o jurista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-carvalho-pinto" class="external-link">Victor Carvalho Pinto</a>, <span style="text-align: justify; "> especializado em direito urbanístico e regulação de infraestruturas e consultor Legislativo do Senado Federal; </span>o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-sandroni">Paulo Sandroni</a><span>, do Lincoln Institute of Land Police, EUA, e da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo; o engenheiro </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem" class="external-link">Miguel Bucalem</a><span>, da Escola Politécnica da USP e ex-secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo; a arquiteta </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-royer" class="external-link">Luciana Royer</a><span>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP; o urbanista </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henrique-evers" class="external-link">Henrique Evers</a><span>, da </span><span>WRI Ross Center for Sustainable Cities; a arquiteta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Santoro</a>, da FAU-USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kazuo-nakano" class="external-link">Kazuo Nakano</a>, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-carlos-bresser-pereira-1" class="external-link">Luiz Carlos Bresser-Pereira</a>, ex-ministro da Fazenda e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV)<span>,</span> </span><span>e o urbanista </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-leite-de-souza" class="external-link">Carlos Leite</a><span>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pesquisador convidado do Programa USP Cidades Globais do IEA.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><i><strong>Instrumentos de Financiamento da Cidade e Urbanismo Social<br /></strong></i><i>12 de setembro, 9h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante inscrição via </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8XmErT0Qcusf36RmVB6afYu27TdapfF5TnLhIP2XA5KNnqg/viewform">formulário online</a><br /></i><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/instrumentos-de-financiamento-da-cidade" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-17T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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