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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/juventude-mudancas-globais">
    <title>A Juventude como Agência no Contexto das Mudanças Globais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/juventude-mudancas-globais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo discutir os conceitos de agência juvenil e bem-estar urbano no contexto de crises múltiplas e sobrepostas, como a emergência climática, a covid-19, a crise do custo de vida e a escassez de recursos.</p>
<p>Susanne Boerner é atualmente professora de Geografia Humana na Universidade de Birmingham, com foco em agência juvenil, bem-estar urbano e saúde mental, e concluiu uma bolsa de pós-doutorado Marie Curie Global Fellowship na Universidade de São Paulo e na Universidade de Birmingham.</p>
<p>Por meio de diferentes estudos de caso de São Paulo e Birmingham, no Reino Unido, sua apresentação irá trazer a perspectiva da juventude periférica, para explorar como podemos viver melhor em um contexto de crises interconectadas. Em um mundo onde dois terços da população irão viver em cidades até 2050, 60% dos quais serão crianças e jovens, precisamos (re)imaginar novas formas de criar bem-estar e resiliência diante de riscos socioambientais agudos e crônicos. As vozes da juventude ainda são, em grande parte, ignoradas pelos tomadores de decisões. No entanto, a pesquisa da Dra. Boerner mostra por que e como as experiências vividas, as emoções e as formas cotidianas de ativismo dos jovens são importantes.</p>
<p>Usando a pesquisa de ação participativa para investigar a vida cotidiana dos jovens por meio de um processo de reflexão coletiva, ela pretende tornar visíveis questões como relações de poder desiguais, agência e voz, com o objetivo de transformar as realidades cotidianas e moldar políticas públicas participativas.</p>
<p>A discussão tem como objetivo esclarecer como podemos nos adaptar melhor às múltiplas crises atuais, o que podemos aprender com as práticas cotidianas, experiências vividas e emoções dos jovens e o que isso significa para futuras intervenções de bem-estar e políticas públicas.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Conferência:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/susanne-boerner">Susanne Boerner</a> (Universidade de Birmingham)</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leticia-stevanato-rodrigues" class="external-link">Letícia Stevanato Rodrigues</a> (PROCAM-IEE/USP)</p>
<p><b>Debate:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-di-giulio">Gabriela Marques Di Giulio</a> (FSP-IEA/USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><b> </b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Juventude</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-10T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/administracao-municipal-precisa-priorizar-prevencao-de-desastres-climaticos">
    <title>Administração municipal precisa priorizar prevenção de desastres climáticos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/administracao-municipal-precisa-priorizar-prevencao-de-desastres-climaticos</link>
    <description>Alerta é do docente da FSP e coordenador do Centro de Sínteses USP Cidades Globais, em entrevista ao USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-33180a3a-7fff-b9c3-9496-f1ee0f82fc6c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome5.png/@@images/392ff745-4ad0-4c96-aea1-ab0b57d7a416.png" alt="" class="image-left" title="" />Mais da metade da população mundial vive em cidades. No Brasil, esse índice chega a 61%. As cidades, portanto, são peças fundamentais para entender a crise climática e desenvolver soluções que previnam ou que consigam responder rapidamente aos desastres climáticos, salvando muitas vidas. Para falar sobre exemplos, ações e políticas públicas nesse sentido, o USP Analisa recebe o professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, Arlindo Philippi Júnior, que também é o coordenador institucional do Centro de Sínteses USP Cidades Globais do Instituto de Estudos Avançados.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destaca que, em geral, a prevenção não é considerada um tópico de prioridade pelas administrações municipais no Brasil, mas há cidades que vão na direção contrária, como Blumenau (SC). Lá, segundo o docente, existe uma estreita relação com o objetivo de prevenir e mitigar esses desastres, que envolve a prefeitura, os governos de municípios do entorno, a sociedade civil e a universidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Com esse exemplo, dá para caracterizar que o Brasil sabe como enfrentar, tem pessoas e tem instituições que conseguem responder a essas questões. Ao levar em consideração a circunstância de ter planejamento, plano de ação e um plano de contingência quando a situação ocorre, esse modelo pode ser aplicado em várias partes do país gradualmente”, afirma o docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Arlindo explica que as inundações são naturais nas regiões de fundo de vale, por onde passam os cursos d’água. Por isso elas devem ser preservadas e não destinadas à habitação, o que também vale para encostas de morros. “Dependendo da forma e da intensidade dessas chuvas, nós podemos ter apenas um fenômeno de chover, elevar as águas, inundar e depois ir embora. Mas nós podemos também ter, em função do volume dessas chuvas, águas que circulam em alta velocidade e, além de inundar, vão destruir. Então os municípios têm que estar atentos e preservar essas áreas de fundo de vale. Se elas já foram ocupadas, pensar sobre as alternativas de realocá-las, planejando as ações de tal forma que esses locais não sejam mais ocupados por atividades que possam colocar em risco a vida de pessoas”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta (14), às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-14T19:44:07Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/licoes-do-evento-climatico-extremo-no-rio-grande-do-sul-para-o-brasil-21-05-2024">
    <title>Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul para o Brasil - 21/05/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/licoes-do-evento-climatico-extremo-no-rio-grande-do-sul-para-o-brasil-21-05-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-23T14:27:34Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades">
    <title>Tragédia no RS: a Crise Climática e a Adaptação das Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tragedia-no-rs-a-crise-climatica-e-a-adaptacao-das-cidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A maior catástrofe climática do Rio Grande do Sul escancarou o quanto as cidades estão despreparadas para a crise climática, que já cobra a conta pelo aquecimento global provocado pela ação humana. Enquanto quase 440 das 497 cidades do estado gaúcho ainda contabilizam seus mortos, feridos, desalojados e desaparecidos vitimados por esse evento extremo que impactou diretamente mais de duas milhões de pessoas, é passada a hora de cobrar e propor um planejamento urbano que considere o novo normal do clima. Os cientistas são contundentes em dizer que eventos dessa magnitude vão aumentar em intensidade e frequência, e alertam sobre os riscos há pelo menos três décadas. Enquanto isso, no Congresso Nacional, parlamentares tentam flexibilizar a legislação ambiental brasileira, sendo que o desmatamento e a mudança do uso do solo são responsáveis por cerca de 80% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.</p>
<p>Nesta live, que será transmitida pelo canal do Saúde Planetária no YouTube (QR Code no card) na terça-feira, 21 de maio, às 19h, vamos mostrar o caminho errático pelo qual estamos seguindo, rumo a um aquecimento ainda maior devido ao aumento anual das emissões. Vamos também conversar com especialistas para propor soluções de resiliência e governança para repensar o planejamento urbano e a gestão de riscos à luz das lentes da Saúde Planetária no enfrentamento da emergência climática.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-16T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-licoes-tragedia-rio-grande-do-sul">
    <title>Ciclo discutirá o enfrentamento de eventos extremos como o do Rio Grande do Sul </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-licoes-tragedia-rio-grande-do-sul</link>
    <description>O IEA inicia no dia 21 de maio, às 8h45, o ciclo de seminários “Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul”, com a participação de especialistas de várias áreas, entre as quais meteorologia, planejamento urbano, saúde pública, geologia e economia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inundacao-no-rio-grande-do-sul-maio-2024/image" alt="Inundação no Rio Grande do Sul - maio/2024" title="Inundação no Rio Grande do Sul - maio/2024" height="336" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Inundações atingiram mais de 400 municípios gaúchos</dd>
</dl></p>
<p>A catástrofe no Rio Grande do Sul levanta perguntas importantes que precisam ser respondidas para que as autoridades possam tomar providências planejadas e indicadas ou então voltar à prancheta e replanejar. Ou, ainda, fazer novos planos que ofereçam melhores chances de evitar e/ou reagir a eventos extremos que o Brasil venha a enfrentar.</p>
<p>Para colaborar com a busca de respostas para essa demanda urgente do país, o IEA inicia no dia <strong>21 de maio, às 8h45</strong>, o ciclo de seminários “Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul”, com a participação de especialistas de várias áreas, entre as quais meteorologia, planejamento urbano, saúde pública, geologia e economia.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/o-negacionismo-raivoso-e-a-aceitacao-da-ciencia-das-mudancas-climaticas/">"O negacionismo raivoso e a aceitação da ciência das mudanças climáticas"<br /></a>Artigo de Marcos Buckeridge publicado em 13 de maio no Jornal da USP                
<ul>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O primeiro encontro tratará das causas das intensas chuvas no Rio Grande do Sul, dos procedimentos a serem adotados no estado e dos riscos de que fatos similares ocorram em outras partes do Brasil.</p>
<p>Sem perder de vista os acontecimentos no Rio Grande do Sul, os participantes também discutirão como o país pode se preparar para enfrentar situações de extremos climáticos em curto, médio e longo prazos e aspectos globais das mudanças climáticas.</p>
<p>Outros temas como proteção à vida, assistência e abrigo de atingidos, revitalização econômica e restauração de serviços públicos serão abordados nos próximos seminários.</p>
<p>O evento será aberto ao público (sem necessidade de inscrição) e terá transmissão ao <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">vivo</a> pela internet. Serão cinco mesas, com os seguintes temas e participantes:</p>
<ul>
<li><strong>A Visão Meteorológica</strong> – com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edmilson-dias-de-freitas">Edmilson Freitas</a> (IAG-USP) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-marengo">José Marengo</a> (Cemaden);</li>
<li><strong>Relevo e Impactos Econômicos</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bianca-carvalho-vieira" class="external-link">Bianca Vieira</a><span> (FFLCH-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ariaster-chimeli" class="external-link">Ariaster Chimeli</a><span> (FEA-USP);</span></span></li>
<li><span><span><strong>Cidades e Políticas Públicas</strong> –<strong> </strong></span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (IEA e IEE-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Júnior</a> (IEA e FSP-USP);</li>
<li><strong>A Visão Global</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thelma-krug">Thelma Krug</a> (IPCC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre">Carlos Nobre</a> (IEA) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a><span> (vice-diretor do IEA; IB-USP)</span>.</li>
</ul>
<ul>
</ul>
<p>A relatoria será de <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/9374113032468245" target="_blank">Fernanda Resende</a><span> e </span><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/5346077479449245" target="_blank">Adriana Grandis</a><span> (ambas do IB-USP)</span>. Além de ser um dos expositores, Buckeridge fara a moderação do encontro. [<i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/evento-climatico-extremos-rs#programacao" class="external-link">Veja a programação completa.</a></i>]</p>
<p><strong>Cenário extremo</strong></p>
<p>Buckeridge ressalta que as chuvas que se abateram sobre o Rio Grande do Sul este mês constituíram um dos maiores eventos extremos no país atribuíveis às mudanças climáticas globais: “Mais de duas semanas depois de seu início, o evento ainda está em curso, tal a quantidade de água das chuvas, a complexidade meteorológica do fenômeno e os efeitos devastadores sobre as populações; praticamente todo o estado entrou em calamidade, com inundações em mais de 400 cidades, centenas de vidas ceifadas [no dia 14, eram 147 mortos e 127 desaparecidos], dezenas de milhares de desabrigados e um prejuízo ainda difícil de calcular”.</p>
<p>Ele destaca que eventos climáticos extremos têm estado entre os principais avisos que os cientistas vêm dando há mais de trinta anos ao mundo, período em que enchentes e queimadas vêm se tornando cada vez mais frequentes e afetando um número cada vez maior de pessoas.</p>
<p>Buckeridge lembra que algumas ações têm sido tomadas, principalmente em países ricos, como planos de contingência e sistemas de aviso à população. “Mesmo assim, eventos extremos se repetem em alguns locais. São regiões de encostas ou regiões alagáveis já bem conhecidas, que sinalizam claramente o aumento de frequência.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Lauro Alves/Secom-RS</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-14T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa">
    <title>Aumento da alfabetização midiática e informacional nas cidades é objeto de novo centro de pesquisa </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa</link>
    <description>O Conselho Deliberativo aprovou em março a criação do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), associado a uma Cátedra de Cidades MIL Unesco da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/global-mil" alt="Global MIL" class="image-right" title="Global MIL" />Durante a Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) de 2018, na Lituânia, a Unesco lançou o conceito de <a class="external-link" href="https://www.unesco.org/en/media-information-literacy/mil-cities?page=1">Cidades MIL</a> (sigla em inglês correspondente a AMI), para estimular as cidades a trilharem um caminho de capacitação, de forma inovadora, de um maior número de cidadãos nessa competência.</p>
<p>De acordo com a Unesco, os cidadãos assim preparados "são capazes de compreender o papel e as funções dos meios de comunicação social e de outros fornecedores de informação e possuem conhecimentos e competências básicas para analisar e utilizar, de forma crítica e eficiente, os meios de comunicação e a informação para a autoexpressão, para se tornarem aprendizes independentes e pensadores críticos, e para  participar plenamente e beneficiar-se da crescente sociedade do conhecimento e da informação".</p>
<p>Dessa forma, as Cidades MIL podem contribuir para aumentar o acesso à informação, estimular o envolvimento cívico, permitir o diálogo intercultural e inter-religioso, combater a desinformação e o ódio e criar oportunidades econômicas, sociais e culturais, ressalta o organismo da ONU.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Lançamento</h3>
<p>Leia <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/personalidades-debatem-sobre-o-modelo-cidades-mil-da-unesco-em-evento-gratuito-na-usp/">matéria do Jornal da USP</a> sobre o evento Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL da Unesco: Fator Relacional, Visões Nacionais e Internacionais, que acontece no dia 30, às 14, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Durante a programação do encontro ocorrrerá o lançamento do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) no IEA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>São essas as diretrizes que norteiam as pesquisas a serem desenvolvidas pelo Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), cuja criação foi aprovada em março pelo Conselho Deliberativo do IEA. O centro deverá funcionar em articulação com uma Cátedra Cidades MIL Unesco na USP (proposta a depender de tratativas institucionais).</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Com duração prevista de cinco anos, o projeto tem o objetivo geral de contribuir para a pesquisa, desenvolvimento, expansão e implementação da abordagem Cidades MIL no Brasil, América Latina e Caribe e em países de outros continentes. O centro partirá da criação de um protótipo com aplicação na Cidade Universitária, de forma a ter um caso exemplar para a proposição de metas, ações e acompanhamentos de resultados da implantação das Cidades MIL.</p>
<p>A intenção é promover e compartilhar conhecimentos confiáveis bem como práticas eficientes relacionadas à educação comunicativa e ao pensamento crítico nas diversas áreas das cidades. "A proposta tem como centro o cidadão, mas considera o uso das novas tecnologias, inclusive da inteligência artificial (IA) no sistema urbano em geral", enfatizam os autores da proposta.</p>
<p>A perspectiva é que as metas a serem atingidas estejam em consonância com os <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030</a> da ONU, com os princípios conhecidos como ESP (sigla em inglês para ambiental, social e governança) e as principais diretrizes de saúde pública para infodemias ou epidemias de informação.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o conceito das Cidades Mil foi plasmado a partir de pontos não contemplados nas cidades inteligentes (smart cities) e avança em questões de inclusão ética, de religião e crenças, de idade e de identificação de instâncias em que categorias de superdiversidade são evidenciadas, de maneira a delinear nessas paisagens socioculturais os mecanismos de abordagem crítica, inovadora e democrática com a integração dessas instâncias.</p>
<p>A proposta baseia-se em indicadores e em métricas para diagnosticar, gerir e integrar bairros, comunidades, cidades, cidades corporativas e cidades universitárias do ponto de vista MIL, com a utilização das tecnologias de forma ética, de maneira a consolidar o respeito e a integração de grupos vulneráveis.</p>
<p>O CIIDCMIL tem como foco específico a articulação de um grupo interdisciplinar que adote como prioridade de reflexão “a transformação de espaços urbanos em espaços interativos, resilientes e não vulneráveis a impactos negativos do avanço tecnológico, da alta virtualidade da vida cotidiana e do intenso efeito das fake news, que afetam decisões e pensamentos, levando à desconexão de políticas públicas inclusivas e consoantes com uma vida participativa consciente".</p>
<p>Para que que esse espírito de “Cidadão MIL” emerja, o centro defende a criação de espaços de gestão mais transparentes e conectados com as necessidades e percursos dos indivíduos, consideradas as diferenças entre eles, além de serem locais de experimentação de um envolvimento contributivo dos cidadãos. Dois aspectos devem ser considerados para a construção desse espírito, afirmam: estudos com base em métricas, incluindo a coconstrução de uma rede alimentadora de um observatório de evolução de métricas de acompanhamento dos efeitos de pequenas intervenções; no aspecto do envolvimento contributivo, devem ser levadas em conta as práticas vivenciadas e a percepção de que a diferença importa nessa coconstrução urbana.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>O coordenador do CIIDCMIL é Mitsuru Hanaze, professor titular do Departamento de Publicidade, Relações Públicas e Turismo da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenador geral do Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing (Ceacom), sediado na escola. A vice-coordenação e a coordenação executiva são desempenhadas por Felipe Chibás Ortiz, professor do Programa em Integração da América Latina (Prolam) da USP e também integrante do Ceacom.</p>
<p>Além de Hanaze e Ortiz, fazem parte do núcleo acadêmico do projeto, pela USP, outros professores da ECA, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), além de integrantes da UFMT, UFRN e Universidade Católica de Brasília. Alguns desses docentes e outros da ECA, FEA e FAU participam como supervisores ou representantes de grupos de pesquisa.</p>
<p>Os grupos de pesquisa produzirão dados quantitativos relacionados às regiões de seu trabalho de campo (23 países das Américas, Caribe, Europa, África e Oriente Médio), alimentando uma plataforma de integração do conhecimento geral relativo às métricas de interesse do projeto. Cada equipe cotejará seus dados regionais com a cidade de São Paulo e coordenará a comparação com a dinâmica da Cidade Universitária.</p>
<p><strong>Temas e linhas de pesquisa</strong></p>
<p>Os trabalhos temáticos serão organizados em quatro linhas de pesquisa e atuação:</p>
<ul>
<li>Cidades Mil : espaços urbanos segundos os princípios da Unesco (e-governo participativo e mobilidade urbana):</li>
<li>comunicação e educação com MIL;</li>
<li>saúde integral e educação MIL;</li>
<li>inteligência artificial e startups MIL.</li>
</ul>
<p>Essas linhas se desdobram em uma dúzia de enfoques mais específicos, entre os quais figuram: o uso de IA na educação, na eficiência energética, na mobilidade urbana e na governança de prefeituras, hospitais, bairros e comunidades; sistemas de informação e aplicativos para saúde; e modelos de negócios inovadoras para organizações e startups em Cidades MIL.</p>
<p><strong>Cronograma</strong></p>
<p>Os trabalhos do projeto serão divididos em três fases. Na primeira delas (até março/2025), serão implantados o CIIDMIL e a Cátedra MIL Unesco da USP, com a realização de um evento de divulgação das duas iniciativas. Também serão iniciadas no período as pesquisas a serem aplicadas na Cidade Universitária.</p>
<p>A segunda fase (março/2025 a março/2026) será dedicada à implantação do projeto-piloto de cidade MIL na Cidade Universitária e em outros espaços urbanos, a produção de um curso Mooc (sigla em inglês para curso online aberto e massivo) de formação de consultores em Cidade MIL e palestras e seminários de divulgação.</p>
<p>Os três últimos anos do projeto (março/2026 a março/2029) serão dedicados à terceira fase, voltada a implementação do projeto em outros campi e cidades. Isso compreenderá a capacitação, assessoria e consultoria para cidades que desejarem implantá-lo e puderem custear o trabalho. O período também será voltado à publicação de livros e artigos sobre Cidades MIL.</p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Ilustração: adaptada do postar da Global Media and Information Literacy (MIL) Week 2018/Unesco</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2030</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mídia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-19T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024">
    <title>UrbanSus - Cultura, Cuidado e Regeneração de Rios Urbanos - 29/02/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-cultura-cuidado-e-regeneracao-de-rios-urbanos-29-02-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-18T16:41:22Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19">
    <title>Experiência com Cartografia no Enfrentamento à Pandemia de Covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gs">
<div class="gt iv gE"></div>
</div>
<div class="gt iv gE"></div>
<div id=":t2">
<div class="qQVYZb"></div>
<div class="utdU2e"></div>
<div class="lQs8Hd"></div>
<div class="btm"></div>
</div>
<div>
<div class="aHl"></div>
<div id=":sr"></div>
<div class="gt ii" id=":sg">
<div class="aiL a3s" id=":sz">
<div dir="ltr">
<p class="mceContentBody documentContent">Neste  seminário híbrido serão apresentados os resultados da pesquisa  Metodologias Cartográficas para Monitoramento, Prevenção e Recuperação  Pós Epidemias realizado pelo<a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/"> LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade)</a> da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), bem como, trabalhos de  vigilâncias em saúde que tiveram como base métodos de análise  territorial, com dados geoespaciais.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">O evento terá a participação de  representantes das secretarias de saúde municipais da Região  Metropolitana de São Paulo (RMSP) e do estado de São Paulo, e reunirá  pesquisadores das áreas de epidemiologia, urbanismo, geografia e medicina.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Esse evento interdisciplinar será em dois blocos:</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 1</b> – Leituras cartográficas da pandemia na Região Metropolitana de São Paulo</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 2</b> – Desafios do uso de dados geoespaciais no enfretamento à pandemia<br /><br />Foram convidadas as secretarias de saúde das prefeituras da RMSP para compartilhar  experiências com metodologias cartográficas no enfrentamento da pandemia  de Covid-19, bem como, a todos interessados a assistirem as  apresentações.</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-rolnik" class="external-link">Raquel Rolnik</a> (LabCidade da FAU-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (Programa Ano Sabático do IEA/FAU-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Participantes:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/2102/eliseu-alves-waldman/">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aluisio-segurado" class="external-link">Aluísio Segurado</a> (FM-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Mediação:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>Raquel Rolnik</span> (LabCidade da FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cartografia</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-10T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional">
    <title>Habitação de Aluguel na América Latina: Desafios ao Ethos da Propriedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gmail_default"><span>O  aluguel de imóveis aumentou significativamente nas principais cidades  da América Latina nos últimos anos, apresentando-se em uma diversidade  de realidades e situações. </span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>O aluguel ganha relevância em</span><span> um  contexto regional onde o modelo da casa própria historicamente  predominou e orientou a maior parte das políticas habitacionais, mas sem  conseguir enfrentar</span><span> os problemas habitacionais -- como a </span>coabitação<span>,  o adensamento, a precariedade, etc. -- crescentes e ampliados com as  múltiplas crises urbanas. </span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>Além disso, atualmente, os modelos da  habitação de aluguel assumem novas características associadas à  migração, à financeirização ou à transformação de assentamentos  populares.</span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default">
<div>
<div class="gmail_default">Este  seminário deverá apresentar o conteúdo produzido por diferentes autores  sobre habitação de aluguel na América Latina, em torno de pesquisas  reunidas no livro "<i>Vivienda en arriendo en América Latina: desafíos al ethos de la propiedad</i>", cujo lançamento é objeto do debate.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>O  livro aborda a heterogeneidade do aluguel como objeto de estudo, a  partir da análise de diferentes casos e realidades do nosso continente,  em quatro capítulos: mercados populares; políticas habitacionais de  aluguel; financeirização; e conflitos em torno do aluguel; pretende  ainda contribuir neste campo de pesquisa, com o objetivo de ampliar a  investigação sobre habitação e suas complexidades, para além do <i>ethos</i> da  propriedade privada.</span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (FAU-IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-marin-toro" class="external-link">Adriana Marín-Toro</a> (FAU-USP/COES-PUC Chile)</div>
<div class="gmail_default">
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Habitação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-26T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos">
    <title>Intervenções de pesquisadores do IEA chamam a atenção para a situação dos rios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos</link>
    <description>Rios passarão por intervenções artísticas em todas as regiões do Brasil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a3f17a14-7fff-32d8-8b25-8cfb13803a0d"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifesto-dos-rios-2" alt="Manifesto dos rios - 2 " class="image-inline" title="Manifesto dos rios - 2 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Intervenção no rio Iquiririm</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Em forma de manifesto simbolicamente assinado pelos próprios rios, um grupo de ativistas tem feito intervenções artísticas no entorno de diversos córregos do Brasil. </span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>Os participantes </span><span>pintam cobras </span><span>ao lado e por cima dos rios, no caso dos tamponados, uma </span><span>alusão à lenda amazônica da Cobra Grande</span><span>. Os pesquisadores </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-kinjo" class="external-link">Victor Kinjo</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vivian-aparecida-blaso-souza-soares-cesar" class="external-link">Vivian Blaso</a><span>, do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a><span>, integram a ação em São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr">A iniciativa visa chamar a atenção para o estado de rios escondidos e mal preservados. <span>Estudo do </span><a href="https://www.wwf.org.br/?71002/Estudo-mostra-que-apenas-um-terco-dos-rios-do-mundo-permanece-como-rio-de-curso-livre-integro-e-saudavel">WWF</a><span> sobre 246 grandes rios do mundo mostrou que pouco mais de um terço (37%) deles pode ser considerado um “rio de curso livre”, que é a condição para que um curso d’água mais ofereça benefícios ambientais e serviços ecossistêmicos.</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Atividades em São Paulo</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Uma das intervenções da dupla de pesquisadores está no rio Iquiririm, que integra a sub-bacia do rio Pinheiros. Ele nasce dentro da Cidade Universitária da USP e flui pelo Butantã, até desaguar no rio Pirajussara. Blaso ressalta que "a ativação dos espaços da cidade por meio da arte é fundamental para o engajamento e mobilização popular, o advocacy e as políticas públicas" de cidades mais sustentáveis e afetivas.</span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestos-dos-rios-1" alt="Manifestos dos rios - 1 " class="image-inline" title="Manifestos dos rios - 1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Victor Kinjo na embarcação em que realizou intervenção artística</i><br /><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Outra pintura está localizada em uma embarcação que servia de palco para navegações de educação ambiental pelo rio Tietê, peças de teatro e outras intervenções artísticas. Para Kinjo, a pintura da cobra-guardiã em seu convés tem o intuito de "replantar os sonhos da navegação nos rios urbanos de São Paulo”. O barco fica atracado no Cebolão, entre os rios Tietê e Pinheiros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Como parte da programação do Manifesto, artistas do Teatro Oficina promoverão uma alegoria no entorno do rio Bixiga, no bairro de mesmo nome. Os ativistas montarão a imagem de um dragão chinês por meio da manipulação de bambus, em uma intervenção que se soma aos pedidos de <span>criação de um parque no local</span>. A performance acontece às 11h do dia 24 de setembro em um terreno de propriedade privada que é o último espaço de terra livre do centro de São Paulo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As ações acontecem ao longo da semana que antecede o Dia Mundial dos Rios, comemorado no último domingo do mês de setembro.</span></p>
<div><span><strong>Veja a lista dos rios que integram o manifesto:</strong></span></div>
<div><span><strong><br /></strong></span></div>
<p dir="ltr"><span>Bacia do Rio Formoso</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego do Água Preta</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Ibirapitanga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Taguarruçu Grande</span></p>
<p dir="ltr"><span>Represa do Rio Amazonas</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Anil</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Apeú</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Belém</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Bexiga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Branco</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Cuiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Guandu</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Iquiririm</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Itaqui</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Melchior</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Negro</span></p>
<p dir="ltr"><span>Igarapé de Petrópolis</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Piquiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tapajós</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tietê</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tucunduba</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-22T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/decidir-hoje-direitos-cidade">
    <title>Decidir Hoje os Direitos da Cidade do Amanhã: Diversa e Colaborativa?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/decidir-hoje-direitos-cidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Quem vai decidir os direitos da cidade do amanhã? </span></p>
<p><span>É possível, na estrutura jurídica atual de gestão urbana, incluir a diversidade dos cidadãos da cidade? </span></p>
<p><span>Qual é o papel da comunicação na democratização dos direitos de cidadania? </span></p>
<p><span>A construção de um direito colaborativo nas cidades é possível?</span></p>
<p><span>Esta palestra faz parte do Ciclo de eventos 2023-2024 da <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-otavio-frias-filho">Cátedra Otavio Frias Filho de Estudos em Comunicação, Democracia e Diversidade</a> do IEA, cujo tema é Ciência, Comunicação e Futuro e tem como catedrática <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-herculano-houzel">Suzana Herculano-Houzel</a>, que será a debatedora neste evento. </span></p>
<p><span><b>Exposição:</b></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-rabello" class="external-link">Sonia Rabello</a> (UERJ)<br /></span></p>
<p><span><b>Debatedora:</b></span></p>
<p><span>Suzana Herculano-Houzel (titular da Cátedra Otavio Frias Filho)</span></p>
<p><span><b>Comentaristas: </b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-chaves-de-melo-e-silva">André Chaves de Melo Silva</a> (coordenador acadêmico da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-mota">Vinícius Mota</a> (secretário de redação da Folha de S.Paulo)</p>
<div>
<p><span>Sonia Rabello é professora titular aposentada na Faculdade de Direito da UERJ. Professora no Mestrado Profissional do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Conselheira  no Conselho de Tombamento do Estado do Rio de Janeiro, do Conselho de  Política Urbana do Rio, e da Assembleia Geral do IBAM (Instituto  Brasileiro de Administração Municipal). Consultora da FAM-Rio (Federação das Associações de Moradores do Rio de Janeiro). Mantém  um blog onde escreve sobre os temas de direito da cidade, gestão  urbana, proteção ao patrimônio cultural e ao meio ambiente (<a href="http://www.soniarabello.com.br/" target="_blank">www.soniarabello.com.br</a>) </span></p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-publicas-no-contexto-do-turismo-de-eventos-das-cidades">
    <title>Políticas Públicas no Contexto do Turismo de Eventos das Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-publicas-no-contexto-do-turismo-de-eventos-das-cidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Simpósio Interno</b></p>
<p>Tal como acontece com as outras atividades, o turismo necessita de ser planejado de forma harmoniosa para assim beneficiar o destino turístico em questão e os seus residentes. Portanto, os espaços locais ou regionais, destacam-se como elementos de grande importância para a implantação de estratégias na busca do desenvolvimento sustentável e regional, diante de uma perspectiva global.</p>
<p>Os recursos disponíveis para o desenvolvimento da atividade turística são específicos de cada espaço, devendo ser avaliados no âmbito da sua própria região. Relativamente às políticas públicas de turismo para o segmento do turismo eventos, é possível identificar opiniões tanto positivas como críticas para o destino onde estes eventos ocorrem.</p>
<p>Buscando entender os impactos do turismo de eventos nas cidades, este simpósio tem como objetivo discutir a influência dos eventos na construção das políticas públicas das cidades, especialmente em relação ao impacto na qualidade de vida e bem-estar dos residentes e seus impactos para os atores envolvidos em cada cidade/região.</p>
<p>Assim, associamos o conceito de <i>smart city</i>, que significa enfrentar os desafios de forma sustentável, com foco no bem comum, trabalhando colaborativamente e, ao mesmo tempo, moldando os processos de mudança de forma resiliente.</p>
<p>Para uma cidade ser inteligente (<i>smart</i>) é preciso que a digitalização e a tecnologia ofereçam benefícios sociais, fortalecendo os valores democráticos e objetivos do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Nesse sentido, discutem-se os efeitos dos eventos relacionados aos ecossistemas empreendedores e de inovação, espaço público, turismo e às condições de digitalização e desenvolvimento urbano.</p>
<p>De forma geral, os interesses na criação de eventos pautados no turismo, negócios, políticas públicas e administração da sociedade civil precisam estar alinhados para que todos os cidadãos possam se beneficiar das vantagens da digitalização e das novas tecnologias em uma <i>smart city</i>, envolvendo todo o ecossistema de uma cidade.</p>
<p>Sendo assim, a orquestração desses eventos fortalece a cooperação de diversos atores que possuem objetivos de fortalecer o desenvolvimento da região.</p>
<p><b>Pesquisadores CSUSPCG responsáveis: </b>Christiane Wagner, Keilla Daiane da Silva Oliveira e Yoná da Silva Dalonso</p>
<p><b>Supervisores:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fraya-frehse" class="external-link">Fraya Frehse</a>, Felipe Mendes Borini, Ricardo Ricci Uvinha</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Simpósio USPCG</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Turismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS09 - Indústria, Inovação e Infraestrutura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS08 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS03 - Saúde e Bem-Estar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS17 - Parcerias e Meios de Implementação</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-15T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/instituto-oficializa-acordo-de-cooperacao-academica-com-o-nucleo-de-estudos-da-violencia">
    <title>Instituto oficializa acordo de cooperação acadêmica com o Núcleo de Estudos da Violência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/instituto-oficializa-acordo-de-cooperacao-academica-com-o-nucleo-de-estudos-da-violencia</link>
    <description>Novos estudos sobre a capital paulista serão encaminhados na parceria</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9e29eece-7fff-71f7-7baf-bd5c7fb64ea1"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/wanda-maria-risso-gunther-e-marcos-cesar-alvarez" alt="Wanda Maria Risso Günther e Marcos César Alvarez" class="image-left" title="Wanda Maria Risso Günther e Marcos César Alvarez" /></th>
</tr>
<tr>
<td>Wanda Maria Risso Günther e <span id="docs-internal-guid-5dcd93b5-7fff-0fc8-48d8-bbaf692a669e"><span>Marcos César Alvarez</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>O Centro de Síntese USP Cidades Globais, sediado no IEA, e o Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP) formalizaram um acordo de cooperação acadêmica durante o seminário “Cidades e Violência em Perspectiva”, no dia 15 de junho. Os grupos já mantinham contato acadêmico entre seus pesquisadores, mas pretendem, com a assinatura da parceria, aprofundar a relação.</span></p>
<p dir="ltr">“Para a parceria entre o NEV e o IEA, estudar a cidade de São Paulo em toda sua heterogeneidade é fundamental”, disse o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-batista-nery" class="external-link">Marcelo Batista Nery</a>, do NEV. “O acordo contribuirá com políticas públicas muito necessárias nesse momento”, completou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda Maria Risso Günther</a>, coordenadora do Centro de Síntese USP Cidades Globais.</p>
<p dir="ltr"><span>Durante o evento, Nery ressaltou a importância de pesquisas que seguem uma visão holística da criminalidade, integrando dados de violência com outros indicadores sociais. Ele defende que não é possível fazer a melhor política pública sem compreender essa heterogeneidade. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Pesquisadores do NEV e do USP Cidades Globais já estão, dentro dessa perspectiva, desenvolvendo uma nova metodologia de análise de dados que leva em conta o espaço geográfico onde o crime violento ocorreu e o observa sob diversos prismas. “Queremos olhar o entorno geográfico da violência: qual é o nível de arborização daquele lugar, qual é o padrão urbano, qual a distância para um equipamento de saúde, de educação, entre outros dados”, explicou Nery. Essa abordagem é, segundo o sociólogo, inovadora por permitir verificar a existência de ocorrências que podem ser estudadas em conjunto devido às características sociais semelhantes do seu entorno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Estudo já realizado com participação das duas organizações - e publicado na </span><a href="https://www.scielo.br/j/ea/a/7tCwYPWjSgH3PBPVBG6RQhG/?lang=pt"><span>Revista Estudos Avançados</span></a><span> em 2019 - também levou em conta a complexidade e segmentação da cidade. A pesquisa, que tinha como objetivo estudar a violência da cidade, revelou que São Paulo não é dividida apenas entre centro e periferia. Ela é, na verdade, composta por pelo menos oito tipos de padrões urbanos diferentes, que não correspondem às divisões político-administrativas existentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Essa nova compreensão foi usada em outro trabalho acadêmico de relevância. Pesquisa de Marcos Buckeridge, do USP Cidades Globais, indicou que, durante a pandemia, cada um dos oito padrões urbanos apresentou diferente nível de contágio e de mortalidade por Covid-19. “Isso demonstra que esse entendimento da cidade não está relacionado apenas à questão da violência”, argumentou Nery.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Violência e sustentabilidade urbana</strong></span></p>
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/cidades-e-violencia-em-perspectiva-15-06-2023/marcelo-batista-nery-wanda-maria-risso-gunther-e-debora-sotto/@@images/51a2c55b-245b-48c3-8e42-15c014440abf.jpeg" alt="Marcelo Batista Nery, Wanda Maria Risso Günther,    e Debora Sotto " class="image-right" title="Marcelo Batista Nery, Wanda Maria Risso Günther,    e Debora Sotto " /></th>
</tr>
<tr>
<td>Marcelo Batista Nery, <span>Wanda Maria Risso Günther, </span><span id="docs-internal-guid-5dcd93b5-7fff-0fc8-48d8-bbaf692a669e">Marcos César Alvarez e Debora Sotto</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A violência nas cidades também oferece grande desafio para o combate às mudanças climáticas. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto?searchterm=Debora+Sotto" class="external-link">Debora Sotto</a>, pesquisadora colaboradora do Centro de Síntese USP Cidades Globais, explicou que a crise do clima afeta de maneira desproporcional os assentamentos urbanos informais e as regiões de baixa renda. A escassez hídrica e a exposição a doenças infecciosas, por exemplo, atingem com mais intensidade os grupos sociais mais vulneráveis - que são justamente as mulheres, as crianças, os idosos e as comunidades que sofrem exclusão étnica e racial. Esses também são os grupos mais sujeitos à violência, segundo Sotto.</p>
<p dir="ltr"><span>A pesquisadora argumentou que é necessário que as cidades tomem ações de adaptação climática. Contudo, se as alterações do uso e ocupação do solo urbano não forem alinhadas à proteção de direitos fundamentais, poderão acentuar desigualdades. Remover populações e economias locais no território perpetuam, dessa maneira, violências sistêmicas  promovem o que ela chamou de gentrificação verde.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violence</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NEV</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-27T16:07:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/cidades-e-violencia-em-perspectiva-15-06-2023">
    <title>Cidades e Violência em Perspectiva - 15/06/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/cidades-e-violencia-em-perspectiva-15-06-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NEV</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS17 - Parcerias e Meios de Implementação</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-26T19:36:15Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/distrito-de-inovacao-no-estado-de-sao-paulo-a-implantacao-do-citi-sp-centro-internacional-de-tecnologia-e-inovacao-19-06-2023">
    <title>Distrito de Inovação no Estado de São Paulo: a Implantação do CITI SP - Centro Internacional de Tecnologia e Inovação - 19/06/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/distrito-de-inovacao-no-estado-de-sao-paulo-a-implantacao-do-citi-sp-centro-internacional-de-tecnologia-e-inovacao-19-06-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-26T17:47:51Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
