<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 201 to 215.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-etica-debate-greve-na-universidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/media-library/photos/events-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-de-etica-a-greve-e-a-etica-na-universidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/tres-novos-grupos-se-integram-a-estrutura-de-pesquisa-do-iea-1" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/visita-a-university-of-princeton-eua-17-a-19-de-marco-de-2013" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/brasil-japao" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-etica-debate-greve-na-universidade">
    <title>Comissão de Ética debate greve na universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-etica-debate-greve-na-universidade</link>
    <description>No dia 14 de agosto, às 15 horas, a Comissão de Ética da USP, com o apoio do IEA, realiza a mesa-redonda A Greve e a Ética na Universidade, no Auditório Freitas Nobre da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/greve-na-usp-1" alt="Greve na USP - 1" class="image-inline" title="Greve na USP - 1" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia 14 de agosto, às 15 horas, a Comissão de Ética da USP, com o apoio do IEA, realiza a mesa-redonda <i>A Greve e a Ética na Universidade</i>, no Auditório Freitas Nobre da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.</p>
<p>Os debatedores (todos da USP) serão os professores Otávio Pinto e Silva (Faculdade de Direito) e Francisco Miráglia (Instituto de Matemática e Estatística e Adusp) e o advogado Salvador Ferreira da Silva (Procuradoria Jurídica). O moderador será o professor Marcos Boulos (Faculdade de Medicina).</p>
<p>Será o quarto evento do ciclo “Ética e a Universidade”, iniciado em 2012, cujo objetivo é contribuir para a definição de conceitos de conduta ética no âmbito da USP.</p>
<p>A mesa-redonda é aberta ao público e não requer inscrição. O Auditório Freitas Nobre fica no Prédio de Jornalismo e Editoração da ECA, av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas com Leila Costa (<a class="mail-link" href="mailto:leila.costa@usp.br">leilla.costa@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1681.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Ulisses de Paula/Sintusp</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-30T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/media-library/photos/events-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011">
    <title>1st National Meeting of Brazilian Institutes For Advanced Studies - Advanced Studies and University - October 31, 2011</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/media-library/photos/events-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-12T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011">
    <title>1º Encontro Nacional de Instituto de Estudos Avançados - Estudos Avançados e a Universidade - 31 de outubro de 2011</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2011/i-worshop-estudos-avancados-e-a-universidade-31-de-outubro-de-2011</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-12T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-de-etica-a-greve-e-a-etica-na-universidade">
    <title>A Greve e a Ética na Universidade (Mesa-Redonda)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/ciclo-de-etica-a-greve-e-a-etica-na-universidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Estamos em tempo de mudanças. A significativa mobilização popular nas últimas semanas nos mostra a necessidade premente da inclusão de todos componentes sociais no debate dos rumos da sociedade contemporânea em que estamos inseridos. No berço da universidade, se localizam os mais fecundos debates de como entender, participar e orientar a revolução social que se vislumbra.</p>
<p style="text-align: justify; ">Uma questão que sempre permeou o ambiente acadêmico é a importância dos movimentos grevistas na obtenção de ganhos concretos para a adequada evolução da sociedade que vivemos e quais são os limites desses movimentos quando a ordem social se encontra abalada.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para discutir o assunto, a Comissão de Ética da Universidade de São Paulo promove o quarto evento do Ciclo “Ética e a Universidade”, iniciado em 2012. Entendemos ser esta uma oportunidade importante para nos posicionarmos como membros de uma universidade de vanguarda frente ao instigante momento que vivemos.</p>
<p><span style="text-align: -webkit-left; float: none; "> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Greve</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-25T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tres-novos-grupos-se-integram-a-estrutura-de-pesquisa-do-iea-1">
    <title>Três novos grupos se integram à estrutura de pesquisa do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tres-novos-grupos-se-integram-a-estrutura-de-pesquisa-do-iea-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="normal">O IEA conta agora com dois novos grupos de pesquisa e um novo grupo de estudo. Nas duas últimas reuniões do Conselho Deliberativo (CD), foram aprovadas as propostas de criação do Grupo de Pesquisa sobre a Qualidade da Democracia, do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado  e do Grupo de Estudo A Evolução das Universidades: Desafios Contemporâneos.</p>
<p class="normal"><strong>Qualidade da Democracia</strong></p>
<p class="normal">No momento em que o Brasil completa 25 anos de ciclos eleitorais seguindo as regras constitucionais de alternância do poder, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/qualidade-da-democracia" class="external-link">Grupo de Pesquisa sobre a Qualidade da Democracia</a> se propõe a pensar o regime democrático brasileiro a partir de uma perspectiva qualitativa, atentando para problemas que ainda se fazem presentes, como práticas de abuso de poder, corrupção e deficiências na fiscalização dos governos.</p>
<p class="normal">Segundo a proposta apresentada ao CD, o objetivo do Grupo é "examinar as condições em que as instituições de representação, a participação política dos cidadãos e a cultura política que prevalece na sociedade interagem no processo de funcionamento do regime democrático e, em especial, no que se refere as suas promessas relativas aos princípios de liberdade e igualdade política".</p>
<p class="normal">Coordenado por José Álvaro Moisés, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH)  e diretor científico do Núcleo de Pesquisas de Políticas Públicas (<a href="http://nupps.usp.br/">NUPPs</a>) da USP, o grupo conduzirá suas atividades com base no projeto "Brasil, 25 anos de Democracia – Avaliação Crítica: Instituições de Representação, Sociedade Civil/Cultura Política e Políticas Pública", tendo como uma de suas principais ferramentas o blog <a href="http://qualidadedademocracia.com.br./">Qualidade da Democracia</a>, lançado em 2012.</p>
<p class="normal">De acordo com os proponentes, é importante problematizar o tema porque "a perspectiva da qualidade da democracia, impondo exigências de mensuração dos mecanismos de responsabilização vertical, societal e horizontal, da participação política dos cidadãos e da responsividade de governos pressupõe o rigor analítico próprio do debate público e dos métodos de conhecimento científico".</p>
<p class="normal">Os integrantes do grupo (e também do blog) são Cícero Araújo, Elizabeth Balbachevsky, Cláudio Couto, Maria Celina D’Araujo, Eunice Durham, Fernando Figueiras, Eduardo Graeff, Marcus André Melo, Carlos Melo, Nuno Coimbra Mesquita, José Álvaro Moisés, Rachel Meneguello, Marco Aurélio Nogueira, Edison Nunes, Eduardo Portella, Nina Ranieri, Lucio Rennó, Leôncio Rodrigues, Brasilio Salum, Helena Sampaio, Lourdes Sola, Francisco Weffort,</p>
<p class="normal"><strong>Fórum Permanente</strong></p>
<p class="normal">Coordenador por Martin Grossmann, diretor do IEA, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> dará continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo <a href="http://www.forumpermanente.org/">Fórum Permanente</a> na organização de eventos, textos críticos, publicações e outras formas de produção e circulação de conhecimentos relacionados ao universo da arte contemporânea.</p>
<p class="normal">Desde que foi lançado, em 2003, o Fórum vem atuando como uma plataforma de intercâmbio de saberes e de discussão de temas ligados ao sistema artístico-cultural. Nos seus dez anos de existência, já promoveu mais de 150 eventos presenciais envolvendo articuladores nacionais e internacionais do eixo da arte e da cultura.</p>
<p class="normal">A ideia é que, inserido no ambiente acadêmico do IEA, o Fórum amplie seu potencial mediador e interdisciplinar, possibilitando a "criação e a consolidação de um observatório crítico das produções artísticas e criativas na cultura bem como das políticas publicas nesta esfera", contribuindo assim para o "amadurecimento do contexto político-cultural das artes visuais em nosso país", conforme destaca a proposta apresentada ao CD.</p>
<p class="normal">Ao se caracterizar como grupo de pesquisa do IEA, o Fórum pretende também expandir seu campo de investigação — até agora focado principalmente na crise das instituições de arte brasileiras —, para abranger de forma mais aprofundada as reflexões transdisciplinares sobre produção artística, curadoria e circuitos mercadológicos das produções culturais.</p>
<p class="normal">Entre as atividades previstas pelo grupo, estão seminários, workshops e debates sobre curadoria e outras formas de mediação, museus e o sistema da arte, além de eventos relacionados aos lançamentos trimestrais da revista digital "<a href="http://www.forumpermanente.org/revista">Periódico Permanente</a>".</p>
<p class="normal">Os integrantes do grupo são Ricardo Basbaum, María Inigo Clavo, Isis Baldini Elias, Marcia Ferran, Raquel Garbelotti, Martin Grossmann, Graziela Kunsch, Afonso Luz, Gilberto Mariotti, Lucia Maciel Barbosa de Oliveira, Teresa Cristina Toledo de Paula, Felipe Prando, Liliana Sousa e Silva, David Sperling e Ana Maria Tavares.</p>
<p class="normal"><strong>Evolução das universidade</strong></p>
<p class="normal">O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-estudo/a-evolucao-das-universidades-desafios-contemporaneos" class="external-link">Grupo de Estudo A Evolução das Universidades: Desafios Contemporâneos</a> inaugura um novo formato de organização de pesquisadores no IEA, que permite acolher projetos embrionários ou exploratórios de novas temáticas interdisciplinares.</p>
<p class="normal">Sob coordenação de Carlos Alberto Barbosa Dantas, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, o novo grupo de estudo se concentrará no impacto das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) no sistema de ensino superior, com foco nas transformações recentes pelas quais as universidades vêm passando no campo da pesquisa, do ensino e da extensão.</p>
<p class="normal">O grupo abordará o caráter paradoxal das TICs nas universidades: se, por um lado, abriram novas possibilidades de acesso à informação, por outro, levaram à mercantilização do ensino superior ao favorecerem o surgimento de universidades privadas de baixa qualidade.</p>
<p class="normal">Além disso, fará um paralelo entre o sistema universitário brasileiro e o sistema dos EUA e de países da Europa Ocidental, América Latina e da Ásia, levando em consideração aspectos como a relação universidade-sociedade e as condições sócio-históricas de criação das instituições de ensino superior.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo A Evolução da Universidade: Desafios Contemporâneos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-20T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido">
    <title>Um novo instituto de estudos avançados no Reino Unido</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido</link>
    <description>No dia 11 de abril, Malcom Press, diretor do IAS da University of Birmingham, Reino Unido, esteve no IEA para falar sobre o primeiro ano de funcionamento de seu instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-410">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/conferencia-de-malcolm-press-diretor-do-ias-de-birmingham" alt="Conferência de Malcolm Press, diretor do IAS de Birmingham" class="image-inline" title="Conferência de Malcolm Press, diretor do IAS de Birmingham" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">
<p><i>Malcolm Press destacou as duas grandes temáticas do IAS de Birmingham: "Regeneração Econômica" e "Salvando Humanos"</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O IEA promoveu mais um encontro internacional para a troca de experiências com institutos de estudos avançados de outros países. No dia 11 de abril, Malcom Press, diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.birmingham.ac.uk/research/activity/ias/index.aspx">Institute of Advanced Studies</a><span> (IAS) da </span>University of Birmingham<span>, Reino Unido, esteve no Instituto para apresentar o processo de desenvolvimento do IAS, os resultados do primeiro ano de atividades e as expectativas em relação ao futuro.</span></p>
<p><span>Segundo Press, que também é pró-reitor da University of Birmingham e diretor da Faculdade de Ciências da Vida e do Ambiente da instituição, o IAS foi criado com três objetivos principais: fomentar a interdisciplinaridade; mostrar ao mundo a qualidade da pesquisa desenvolvida na universidade, estimulando o intercâmbio científico com outras instituições; e atuar como um catalisador interno, "promovendo uma sinergia entre as diversas faculdades e inspirando a excelência dentro do campus".</span></p>
<p><span>O diretor destacou que incentivar a interdisciplinaridade é imprescindível para explorar o potencial científico da universidade, visto que os desafios globais requerem soluções interdisciplinares e que cada vez mais as fontes de financiamento direcionam os recursos para pesquisas com esse tipo de abordagem.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>AGILIDADE</strong></p>
<p>O primeiro passo para dar início às atividades do IAS foi desenvolver um sistema simplificado a partir do qual os pesquisadores pudessem submeter propostas de workshops com agilidade e praticidade. "A ideia era desburocratizar o processo de submissão e aprovação, possibilitando uma tomada de decisão rápida", ressaltou Press.</p>
<p><span>De acordo com ele, se a ideia fosse boa e relevante, o workshop seria aprovado, financiado e organizado em pouco tempo. Para isso, os interessados precisavam apenas entregar uma proposta simples e curta, que obedecesse alguns critérios, como abordar uma temática interdisciplinar, contar com a participação de pesquisadores de fora e abranger mais de um grupo de pesquisa.</span></p>
<p><span>O esquema de submissão gerou resultados positivos. Nos primeiros nove meses, foram realizados 45 workshops e há 15 outros agendados. Ao todo, os eventos envolveram as 28 faculdades que integram a University of Birmingham, mais de 80 organizações externas, pesquisadores de 40 universidades, incluindo a USP, e estudantes de graduação.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TEMAS</strong></p>
<p>Além de impulsionar as atividades iniciais do IAS, os workshops tinham por objetivo ajudar a delimitar temas de concentração. A partir dos eventos realizados, foram escolhidos duas grandes temáticas de pesquisa que irão orientar as atividades do instituto daqui para frente: “Regeneração Econômica: Transformando Pessoas, Lugares e Produção" e "Salvando Humanos: Riscos, Intervenções e Sobrevivência".</p>
<p><span>O primeiro tema é voltado para a compreensão dos fatores que irão direcionar o crescimento econômico de duas regiões – a de Birmingham e a Chicago, nos EUA – considerando a atual conjuntura de recessão. Entre os fatores a serem observados na análise comparativa estão a indústria, a educação e o ambiente de trabalho.</span></p>
<p><span>Já o segundo tema trata dos aspectos humanitários, dilemas éticos, desafios tecnológicos e problemas sociopolíticos associados à saúde humana. Envolve, assim, questões ligadas ao futuro da humanidade, como ameaças biológicas (pandemias e cura de doenças), ambientais (prevenção de catástrofes naturais) e de segurança (guerras, conflitos e terrorismo).</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>INTERCÂMBIO</strong></p>
<p>O encontro com o diretor do IAS faz parte da série de eventos organizados pelo IEA para promover uma reflexão sobre o papel dos institutos de estudos avançados e para estimular o intercâmbio entre instituições desse tipo. Esses debates metacríticos integram as diretrizes do <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017" class="internal-link">Projeto de Gestão 2012-2017</a> e estão sediados na <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde" class="internal-link">Sala Verde</a> do site do Instituto.</p>
<p>O primeiro evento foi realizado em 2011, quando Peter Godard, então diretor do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu">IAS de Princeton</a>, EUA, e Eliezer Rabinovici, diretor à época do <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/">Instituto de Estudos Avançados</a> da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, estiveram no IEA para falar sobre o funcionamento de seus institutos e sobre a especificidade dos estudos avançados.</p>
<p><span>Em 2012, foi a vez de Aditya Mukherjee, diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.jnu.ac.in/jnias">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a><span>, visitar o IEA. No </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas.html" class="internal-link">encontro</a><span>, ele tratou da origem e do perfil acadêmico tanto do seu instituto quanto da universidade que o acolhe (</span><i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/os-institutos-de-estudos-avancados-da-universidade-jawaharlal-nehru-e-da-usp?searchterm=os+institutos" class="external-link">assista ao vídeo</a></i><span>).</span></p>
<p>O último <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" class="internal-link">evento</a> aconteceu em fevereiro deste ano, quando Dapeg Cai e Susumu Saito, pesquisadores do <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp">Instituto de Pesquisa Avançada</a> da Universidade de Nagoya, fizeram uma exposição no IEA sobre as boas práticas adotadas pelo seu instituto para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível.</p>
<p> </p>
<h3>RELACIONADO</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-de-birmingham-o-ano-do-desenvolvimento-e-planos-para-o-futuro?searchterm=birmingham" class="external-link">Vídeo do evento</a></li>
<li><span><a class="external-link" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w">Vídeo (em inglês) com Malcolm Press apresentando o IAS de Birmingham</a></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-17T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao">
    <title>Novos passos rumo à internacionalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao</link>
    <description>O diretor do IEA, Martin Grossmann, participou de encontro dos diretores dos Ubias, realizado na Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg/@@images/6de63958-35d7-4596-8efc-c05bd6af8de4.jpeg" alt="Eliezer Rabinovici" title="Eliezer Rabinovici" height="295" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eliezer Rabinovici, ex-diretor do IEA da Universidade  Hebraica de Jerusalém, fala sobre o papel dos Ubias</dd>
</dl>O IEA esteve presente no encontro dos diretores dos <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a> - rede que integra 32 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo. O evento, que teve como tema Shaping the Future: Navigating a Changing World, aconteceu nos dias 4 a 6 de março, no <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/">Instituto de Estudos Avançados da Universidade Hebraica de Jerusalém</a>, em Israel.<br /><br /><span>Os participantes fizeram um balanço dos três anos de existência da rede, trocaram experiências, trataram de planos de cooperação bilaterais e multilaterais e definiram estratégias de interação e colaboração, além de debater questões ligadas a transformações globais em curso, como a primavera árabe e o futuro do ensino superior e da pesquisa.<br /></span><span><br /><strong>Contribuições do IEA </strong><br /></span><span>No encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, fez uma exposição sobre os resultados do primeiro ano do </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link">Projeto de Gestão</a><span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link"> 2012-2017</a> e apresentou, junto com Dapeng Cai, pesquisador do </span><a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a><span> (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" class="internal-link">Academia Intercontinental</a><span> - iniciativa experimental dos Ubias sob a responsabilidade do IEA e do IAR, que visa promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e culturas.</span></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O conceito da Academia, apresentado por Grossmann e Cai pela primeira vez aos integrantes do Ubias, se resume na expressão "2+2+2+2": dois institutos da rede de dois continentes vão se unir para o desenvolvimento de uma pesquisa conjunta ao longo de dois anos, período em que serão realizados dois workshops. Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e universidades do mundo para se dedicar a um estudo colaborativo de caráter interdisciplinar, sob a orientação de três cientistas seniores.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><strong><br />Consolidação dos Ubias </strong><br />O encontro dos diretores em Israel é o terceiro evento promovido pelos Ubias. O primeiro foi em outubro de 2010, quando aconteceu a conferência de fundação da rede, sediada pelo <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/home-en?set_language=en">Freiburg Institute for Advanced Studies</a> (Frias) da Albert-Ludwigs-Universität Freiburg, em Friburgo, Alemanha. O evento reuniu 32 institutos de estudos avançados de 19 países de cinco continentes para discutir o tema University-Based Institutes for Advanced Study in a Global Perspective: Promises, Challenges, New Frontiers.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O segundo evento, realizado em março de 2012 no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Jawaharlal Nehru Institute of Advanced Studies</a> (JNIAS) da Jawaharlal Nehru University, em Nova Delhi, Índia, reuniu representantes de oito dos 11 institutos que compõem o comitê de coordenação dos Ubias, incluindo Grossmann. Na ocasião, os participantes definiram propostas preliminares de cooperação entre os institutos, entre elas a criação da Academia Intercontinental.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />Um quarto evento já está agendado para setembro deste ano - a conferência interdisciplinar Scientific and Academic Knowledge, que acontecerá no <a href="http://www.pwias.ubc.ca/">Peter Wall Institute for Advanced Studies</a> da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá.</div>
<p> </p>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; ">
<div class="visualClear">
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="left"><strong>INTEGRAÇÃO DO IEA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Como resultado dos contatos, intercâmbios e debates promovidos pelos encontros dos Ubias, o IEA vem dialogando, articulando parcerias e estabelecendo relações mais estreitas com outros institutos da rede e de fora dela, como é o caso do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span style="text-decoration: underline;">Institute for Avanced Study</span></a> (<span>IAS</span>) de Princeton, nos EUA.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em março de 2011, Peter Goddard, diretor do IAS, e Eliezer Rabinovici, diretor do Instituto da Universidade Hebraica de Jerusalém, foram recebidos pelo vice-reitor executivo de Relações Internacionais da USP, Adnei Melges de Andrade, e pelo então diretor do IEA, César Ades. Tanto Goddard quanto Rabinovici falaram sobre o funcionamento de seus institutos e sobre a especificidade dos estudos avançados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em abril de 2012, foi a vez de Aditya Mukherjee, diretor JNIAS, visitar o IEA. No encontro <i>Democracias de Alta Densidade: Brasil e Índia</i>, Mukherjee tratou das origens e diretrizes acadêmicas do seu instituto e da universidade que o abriga, enquanto Grossmann apresentou o Projeto de Gestão 2012-2017 do IEA. (<i>Assista ao </i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-1" class="external-link"><i><span style="text-decoration: underline;">vídeo-mesa1</span></i></a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-2" class="external-link">vídeo-mesa 2</a>).</p>
<p style="text-align: justify; "><span>A última visita do gênero aconteceu em fevereiro deste ano, quando Cai e Susumu Saito, também pesquisador do IAR, estiveram no IEA para o evento </span><i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i><span>. Cai falou sobre o conceito e o funcionamento da Academia Intercontinental e Susumu fez uma exposição sobre as boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível. (</span><i>Assista ao <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span style="text-decoration: underline;">vídeo</span></a></span></i><span>)</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Discussões sobre eventos como esses e outras atividades relacionadas à dinâmica dos institutos de estudos avançados, às formas de cooperação entre eles e aos encontros organizados pelos Ubias têm lugar na <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde" class="internal-link"><span style="text-decoration: underline;">Sala Verde</span></a></span> - seção do site do IEA que mantém, organiza, debate e apresenta as principais ideias que inspiram e subsidiam o projeto institucional da atual gestão do Instituto.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
</div>
<div class="visualClear"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-15T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto">
    <title>7ª Feira das Profissões da USP será em agosto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto</link>
    <description>O programa, que conta com o apoio do IEA, tem por objetivo contribuir para que estudantes do ensino médio façam uma escolha profissional bem informada. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) realiza, de 9 a 10 de agosto, das 9 ás 17h, a 7ª Feira de Profissões da USP do campus da capital, no Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp). A feira integra o programa </span><em>USP e as Profissões</em><span>.</span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/usp-e-as-profissoes" alt="usp e as profissoes" class="image-left" title="usp e as profissoes" />Iniciativa da PRCEU, o programa tem por objetivo fornecer subsídios aos estudantes de ensino médio para que, com a ajuda de seus familiares e professores, orientem-se na escolha de uma carreira profissional. O programa compreende três eixos de ações:</p>
<ul>
<ul>
<li>o catálogo USP e as Profissões (impresso e <a class="external-link" href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/catalogo_folder.php" target="_blank">online</a>);</li>
<li>as Feiras de Profissões, realizadas duas vezes por ano, uma no campus da capital e outra, em sistema de rodízio, em um dos campi do interior;</li>
<li>as visitas monitoradas às escolas, faculdades, institutos, museus e órgãos da USP (veja o <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/USPPROFI_FOLDER_2013.pdf" target="_blank">calendário</a>).</li>
</ul>
</ul>
<p><span><br />A edição anterior da feira no campus da capital contou com mais de 53 mil visitantes. O evento tem se mostrado uma iniciativa de sucesso no aprofundamento das relações da universidade com as escolas de ensino médio e colaborando com o ingresso consciente dos estudantes em diversos cursos, reduzindo a possibilidade de futura evasão.</span></p>
<p><strong>7ª FEIRA DAS PROFISSÕES DA USP</strong><br /><strong>Data:</strong> 8 a 10 de agosto, das 9 às 17h<br /><strong>Local:</strong> Módulos 1, 2 e 3 do Cepeusp, Praça 2, Prof. Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Informações:</strong> site da <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi" target="_blank">PRCEU</a>, e-mail <a href="mailto:proacult@usp.br">proacult@usp.br</a> e telefones (11) 3091-3575 e 3091-3357</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-12T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017">
    <title>Projeto de Gestão do IEA 2012-2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-09T18:27:29Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham">
    <title>O perfil e os planos do IEA de Birmingham</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham</link>
    <description>As experiências do primeiro ano de funcionamento do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham serão apresentadas em evento no IEA, no dia 11 de abril. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/malcom-press" style="float: right; " title="Malcom Press" class="image-left" alt="Malcom Press" />O professor Malcolm Press, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IAS, na sigla em ingês) da </span>Universidade de Birmingham, Reino Unido, faz no dia 11 de abril, às 15 horas, no IEA, uma apresentação sobre o desenvolvimento do instituto em seu primeiro ano de existência e os planos para o futuro.</p>
<div>
<p>Na apresentação, serão exibidas imagens e um vídeo sobre o funcionamento do instituto. Press estará acompanhado da diretora de Desenvolvimento e Mobilidade Internacional da Universidade de Birmingham, Andrea Edwards. O evento será em ingês, com tradução simultânea. A coordenação será do diretor do IEA, Martin Grossmann.</p>
</div>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"></a>Além de dirigir o IAS, Malcolm Press é pró-reitor da Universidade de Birmingham, onde chefia o College de Ciências da Vida e do Ambiente. Ele se formou em ciências ambientais pela Universidade de Londres em 1980. Concluiu o doutorado em ecologia fisiológica na Universidade de Manchester em 1984. Foi pesquisador associado em projeto de pós-doutorado no University College London e depois voltou a Manchester, em 1989, desta vez como professor. Em 1994, transferiu-se para a Universidade de Sheffield, onde assumiu a cadeira de ecologia em 1997. Em Sheffield, foi chefe do Departamento de Ciências Animal e Vegetal e diretor de Pesquisa para o Meio Ambiente, além de ser membro do Conselho da universidade.</p>
<p style="text-align: right; "><i><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"><strong>Assista ao vídeo (em inglês) com Malcolm Press sobre o IAS de Birmingham</strong></a></i></p>
<p style="text-align: right; "><i><strong><a class="external-link" href="http://200.144.254.127:8080/iea/online/midiateca/iea/">Os IEAs de Nagoya e Nova Delhi também foram apresentados no IEA</a></strong></i></p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Evento marca lançamento do novo site do IEA</strong></h3>
<div class="visualClear">No dia 11 de abril, em seguida à apresentação do IAS de Birmingham, <span>será </span></div>
<div class="visualClear"><span>lançada a versão beta do novo site do IEA.</span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span>Segundo o diretor do Instituto, Martin Grossmann, com a reformulação </span><span>de seu</span></div>
<div class="visualClear"><span>site, "o IEA institui um novo modo de gestão de informação e </span><span>conhecimento ao </span></div>
<div class="visualClear"><span>relacionar o vasto acervo documental do Instituto </span><span>com as demandas atuais em </span></div>
<div class="visualClear"><span>comunicação, exposição, divulgação e intercâmbio".</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span><strong>O INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA UNIVERSIDADE DE BIRMINGHAM: O ANO DO DESENVOLVIMENTO E PLANOS PARA O FUTURO</strong></span></div>
<div class="visualClear"><strong>Tipo: </strong>debate aberto ao público, gratuito e sem necessidade de inscrição<br /><strong>Data: </strong>11 de abril, das 15 horas<br /><strong>Local: </strong>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109,<br />bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Transmissão:</strong> em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="internal-link" target="_blank">www.iea.usp.br/aovivo</a><br /><strong>Informações: </strong>com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1678</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Reino Unido</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-08T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/visita-a-university-of-princeton-eua-17-a-19-de-marco-de-2013">
    <title>Visita a University of Princeton, EUA - 17 a 19 de março de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/visita-a-university-of-princeton-eua-17-a-19-de-marco-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-03-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda">
    <title>Uma academia de vanguarda</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda</link>
    <description>Em encontro realizado no dia 15 de fevereiro, o IEA e o instituto de estudos avançados da Universidade de Nagoya refinaram o projeto piloto da Academia Intercontinental. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG/@@images/29516a92-7a74-4ac4-86e9-b7610e59ea20.jpeg" alt="Dapeng Cai" title="Dapeng Cai" height="238" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Dapeng Cai e Susumu Saito foram os expositores do encontro que discutiu a criação da 'Academia Intercontinental'</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">"A  Academia Intercontinental  funcionará como um laboratório de como a  universidade poderá trabalhar no  futuro de maneira colaborativa.  Trata-se de um projeto em pequena escala, mas  com potencial para  resultar num novo formato para a educação superior".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa  é a expectativa de Martin Grossmann,  diretor do IEA, em relação à  Academia Intercontinental dos University-Based  Institutes for Advanced  Study (<a href="http://www.ubias.net/">Ubias</a>), rede que integra 33 institutos de  estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify; ">O projeto piloto da Academia, que está sob  a responsabilidade do IEA e do <a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a> (IAR, na sigla em  inglês) da Universidade de Nagoya, no Japão, foi  apresentado pela primeira vez  a um público amplo no encontro <i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i>,  que  aconteceu no dia 15 de fevereiro, no IEA. Os expositores foram o  químico Susumu  Saito e o economista Dapeng Cai, ambos pesquisadores em  tempo integral do IAR.</p>
<p style="text-align: justify; ">O   evento foi dividido em duas partes. Na primeira, Saito falou  sobre as  boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de   alto nível e impacto mundial (<i>ver box</i>).  Na segunda, Cai fez  uma exposição sobre o conceito e o funcionamento da  Academia, que foram  definidos na manhã do mesmo dia, em reunião fechada com os dois   pesquisadores, a direção do IEA, integrantes de grupos de pesquisa e  curadoria  do IEA, bem como representantes da Vice-Reitoria Executiva de  Relações  Internacionais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O conceito da Academia</strong><br /> A proposta de criar a Academia Intercontinental surgiu no  encontro do  Comitê de Coordenação dos Ubias, realizado em março de 2012  no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Instituto de  Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a>,  em Nova Delhi, Índia. Na ocasião, o IEA  e o IAR foram convidados para  serem os responsáveis pelo projeto-piloto dessa  iniciativa, que  funcionará como uma <i>joint  venture</i>, como definiu Cai.</p>
<p style="text-align: justify; ">De  acordo com o economista, o conceito da Academia se resume na  expressão  "2+2+2+2": dois Ubias de dois continentes diferentes vão se  unir para a  organização de uma pesquisa conjunta a ser desenvolvida ao longo de   dois anos, período em que serão realizados dois workshops.</p>
<p style="text-align: justify; ">A  ideia  é promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e  culturas.  Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de  várias universidades  do mundo e de diferentes áreas do conhecimento  para se dedicarem a um estudo  colaborativo de caráter interdisciplinar,  sob a orientação de três cientistas  seniores – ganhadores do Prêmio  Nobel ou de distinção semelhante, que  coordenarão as atividades.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse   grupo manterá contato durante o biênio do projeto e se  reunirá em  dois workshops de um mês cada - um em São Paulo, previsto para março  de  2014, e outro em Nagoya, previsto para março de 2015. Nesses encontros  de imersão,  os pesquisadores terão oportunidade de trocar experiências,  participar de atividades  interculturais e programas sociais e de  discutir o tema de pesquisa por meio de  conferências, leituras,  seminários e debates.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo  Cai, esse tipo de iniciativa é tão  importante porque "as pesquisas  desenvolvidas nas universidades são  focadas e especializadas demais, de  modo que os pesquisadores não compartilham  linguagens, não se  relacionam com outros campos e esquecem como se comunicar  uns com os  outros".</p>
<p style="text-align: justify; ">O   economista destacou que a Academia Intercontinental orienta-se por  três  objetivos: estimular a pesquisa conjunta entre os institutos  membros dos Ubias;  promover a formação de redes de cooperação entre  líderes científicos da próxima  geração; e explorar novas formas de  prática acadêmica coletiva e novos formatos  de formação, colaboração e  disseminação científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">Grossmann  observou que o termo academia pode ter uma conotação  pejorativa, uma  vez que é usado para fazer referência ao conjunto dos grandes  nomes da  ciência, reconhecidos pela qualidade do conhecimento que geraram, mas   sem um compromisso em transformar o pensamento corrente. "Entretanto, no   sentido que estamos utilizando na Academia Intercontinental, o termo  refere-se  a um ambiente de vanguarda, um espaço experimental, de  riscos, de debates, que  possibilita encontros inusitados", ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Processo de seleção</strong><br /> Um trio de  pesquisadores internacionais seniores escolhido  pelos associados dos UBIAS será responsável por conduzir a seleção  do  grupo de 15 jovens cientistas. Cada membro dos Ubias poderá indicar até 3  candidatos,  jovens pesquisadores com nível de pós-doutor a professor  assistente. De acordo com Cai, a ideia é reunir as  melhores jovens  cabeças de todo o mundo e de diversas disciplinas para pensar  soluções  para desafios globais.</p>
<p style="text-align: justify; ">Também  ficará a cargo dos seniores propor o  programa de pesquisa da Academia.  O IEA e o IAR sugeriram como tema os diversos  sentidos e significados  do "tempo", abrangendo o ponto de vista físico,  social, literário,  histórico, artístico, biológico, entre outros. E, como  sub-tema,  propuseram os ciclos circadianos, objeto de estudo de Takao Kondo, atual   diretor do IAR. Tais ciclos referem-se aos ritmos biológicos diários  dos seres  vivos, que oscilam conforme a variação do dia e da noite.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O papel  dos anfitriões</strong><br /> Aos institutos anfitriões cabe funcionar como um   secretariado, assessorando no processo de seleção; proporcionar a  estrutura  necessária para as atividades acadêmicas; organizar programas  interculturais e  sociais para interação dos integrantes da Academia;  arcar com os custos dos  seniores; e ajudar a encontrar acomodações para  os jovens cientistas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em  troca, o IEA e o IAR terão o benefício de colocar  a comunidade  universitária em contato com esse seleto grupo de pesquisadores e  de  direcionar a escolha do trio de sêniores, dos jovens cientistas e do   programa de pesquisa conforme as necessidades da região e da  universidade que  os acolhem.</p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><strong>A EXPERIÊNCIA DO IAR</strong></p>
<p>A  estrutura dirigente do IAR é constituída pelo diretor, três  vice-diretores,  dois pesquisadores em tempo integral (os dois que  participaram do evento) e um  Comitê Diretivo com quatro membros.</p>
<p>O  núcleo acadêmico do instituto conta com 11 cientistas proeminentes,  sendo quatro  deles ganhadores do Prêmio Nobel: o diretor fundador do  Instituto Ryoji Noyori  (Química, 2001), Toshihide Maskawa (Física,  2008), Osamu Shinomura (Química,  2008) e Makoto Kobayashi (Física,  2008).</p>
<p>De  acordo com Saito, uma das diretrizes orientadoras do Instituto é   promover a troca entre gerações, aproximando os pesquisadores mais  experientes,  como os do núcleo acadêmico, de pesquisadores nos  primeiros estágios da  carreira. Entre as missões do Instituto, está a  de garantir a independência de  jovens cientistas e, assim, fomentar a  formação de novos quadros para a  Universidade.</p>
<p>O  químico ressaltou, ainda, que o IAR busca proporcionar um ambiente de   pesquisa produtivo, organizando palestras, seminários e encontros  informais nos  quais pesquisadores de diferentes áreas podem dialogar e  discutir temas de  interesse comum.</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span><br class="_mce_marker" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/brasil-japao">
    <title>A pesquisa avançada na Universidade de Nagoya</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/brasil-japao</link>
    <description>No dia 15 de fevereiro, às 16h, o economista Dapeng Cai e o químico Susumu Saito apresentam o Instituto de Pesquisa Avançada de Nagoya e falam sobre projeto a ser desenvolvido com o IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Como um  instituto de estudos avançados pode contribuir para uma universidade cumprir seu  objetivo de produção de pesquisas do mais alto nível e com reconhecimento  mundial? Essa foi a questão sobre a qual se debruçou o <a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a> (IAR,  na sigla em inglês utilizada na divulgação internacional) da Universidade de  Nagoya, no Japão, a partir de abril de 2007.</p>
<p>No encontro  <i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i>, no dia 15 de fevereiro, às 16h, no IEA,  os professores Susumu Saito e Dapeng Cai, pesquisadores em tempo integral do  IAR, falarão sobre as escolhas feitas pelo instituto para contribuir com esse  objetivo estipulado na Carta Acadêmica da universidade.</p>
<p>O evento será em  inglês, com tradução simultânea e transmissão ao  vivo no site do IEA<i>.</i> As vagas são limitadas e os interessados devem  confirmar presença enviando mensagem para <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Aziz Salem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-01-29T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica">
    <title>Pesquisadores discutem desvios éticos na comunidade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica</link>
    <description>Os casos de denúncias de má conduta científica foram debatidos na mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, realizado no dia 28 de novembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-da-mesa-redonda-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades" alt="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" class="image-right" title="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" />A multiplicação das denúncias de má conduta científica talvez seja a maior sombra que paira sobre a comunidade acadêmica. Os casos vão desde práticas como fracionamento da produção, requentamento de artigos e falsas coautorias até desvios de extrema gravidade, como manipulação de resultados, alteração de dados e cópia de ideias, textos ou imagens sem a devida atribuição de autoria.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com o objetivo de enfrentar essa questão, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda <i>Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades</i>, realizado no dia 28 de novembro. O debate teve a participação dos professores Edson Watanabe (UFRJ), Sonia Maria Vasconcelos (UFRJ) e Marisa Russo Lecointre (Unifesp), com moderação do professor Luiz Henrique Lopes dos Santos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>RETRATAÇÕES</strong><br />Sonia Maria tratou de um dos maiores tabus entre os pesquisadores: as retratações em revistas científicas, que se referem a artigos retirados da literatura científica devido a erros ou desvios éticos na condução ou no relato da pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify; ">Baseada em estudo liderado por Arturo Casadevall, da Yeshiva University, dos EUA (<i>leia ao lado</i>), ela afirmou que o número de retratações vem crescendo desde a década de 1970, sendo a maior parte vinculada a fraudes, publicações em duplicidade e plágio. Disse, ainda, que as estatísticas podem não refletir a gravidade da situação, uma vez que apenas uma pequena fração dos artigos com problemas éticos são retratados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ainda em referência ao estudo, a pesquisadora destacou que as notas de retratação publicadas nas revistas são "nebulosas", pois não explicitam de forma clara e objetiva as razões que levaram ao cancelamento dos artigos. Segundo a professora, as informações apresentadas são demasiadamente subjetivas e muitas vezes recorrem à ideia de um erro legítimo para disfarçar uma má conduta.</p>
<p style="text-align: justify; ">Diante desse quadro, ela levantou duas questões principais. A primeira é se a retratação invalida completamente o artigo e se este deve, a partir de então, ser eliminado da literatura científica. A segunda refere-se ao fato de muitos artigos continuarem a ser citados mesmo após serem retratados: "Os pesquisadores utilizam o artigo porque não sabem da retratação ou porque simplesmente ignoraram o fato?".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas questões revelam, de acordo com ela, a complexidade do problema da retratação e demonstram a necessidade de um olhar menos simplista para o assunto: "Para que os erros não sejam incorporados de forma acrítica à literatura científica, os mecanismos e atitudes em relação às correções e retratações precisam ser repensados".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PUBLICAR OU PERECER</strong><br /> Marisa Russo tocou em outro ponto caro à comunidade acadêmica: a pressão pelo aumento da produtividade científica. Para ela, quando a política do <i>publish or perish</i> (publicar ou perecer) passou a nortear a oferta de financiamentos e a determinar o status dos pesquisadores, sobretudo a partir da década de 80, teve início o desastre das pesquisas, com o acirramento da corrida para elevar a quantidade de publicações.</p>
<p style="text-align: justify; ">A professora afirmou que existe uma política de tolerância às fraudes nas universidades, visto que muitos fecham os olhos para o problema com o objetivo de proteger pesquisadores poderosos e evitar escândalos. "A fraude só existe porque existe um meio que lhe é favorável", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ela, isso não só cria um ambiente propício a desvios de conduta ética, como leva a distorções, como a ideia de que a solução é vigiar, punir e prevenir, e não transformar o sistema. Como exemplo, citou o caso dos seguros antifraude nos EUA: ao receber um financiamento, o pesquisador precisa assinar um termo se comprometendo a não cometer fraudes sob pena de multa. E, para garantir o pagamento da multa se houver fraude, é obrigado a fazer um seguro.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para ela, a solução para o problema da má conduta científica não está no direito civil ou penal, mas numa valorização do cientista que não seja baseada na quantidade de papers, bem como na inclusão da responsabilidade coletiva entre os valores da ciência, de modo que "o valor epistêmico não se sobreponha a outros valores". <br /> <br /> <strong>CULTURA DA COLA</strong><br /> A exposição de Watanabe concentrou-se no que ele considera ser a principal causa dos desvios éticos na ciência, sobretudo do plágio: a cultura da cola, que, de acordo com ele, começa nos colégios e se consolida nas universidades. "Quando a gente conversa com o plagiador, vemos que muitas vezes ele não sabe que está fazendo algo errado, pois o plágio faz parte da cultura do ensino", disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo o professor, o problema é agravado por confusões em torno do que é direito autoral e copyright, do que pode ser considerado cópia, entre outros. Alguns exemplos apontados por ele são a ideia de que tudo na internet pode ser usado ou é de domínio público; indefinições sobre se o chefe é autor do trabalho ou sobre como proceder em estudos que envolvem grandes equipes de pesquisadores; e a cessão dos direitos de artigos ou imagens para revistas científicas quando da publicação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Watanabe afirmou que a melhor forma de coibir a má conduta científica é acabar com a cultura do "copiar e colar" e conscientizar os alunos de que a violação acadêmica é também uma prática ilegal: "Muitos plagiam porque acham que é um crime menor. Precisamos começar nos colégios, para que as pessoas cometam o erro sabendo que estão fazendo uma coisa errada".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ÉTICA CIENTÍFICA</strong><br /> Ao fazer um balanço do debate, Santos, moderador da mesa, disse que a responsabilidade do cientista é produzir conhecimento de boa fé, dentro dos métodos e condutas da ciência. Para ele, a ética profissional do cientista diz respeito a fazer o conhecimento avançar respeitando as normas da comunidade científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">"É preciso distinguir a questão da integridade ética da ciência, relativa à verdade dos resultados, da questão da adequação do comportamento do cientista a valores éticos gerais. Muitos conhecimentos relevantes foram considerados eticamente questionáveis quando surgiram, como o darwinismo e o heliocentrismo. A verdade nunca é prejudicial. Sou iluminista nesse sentido", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br /> Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades foi a segunda mesa-redonda do Ciclo Ética e Universidade, organizado pela Comissão de Ética da USP e o IEA. O primeiro debate, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp" class="external-link">Segurança e Privacidade</a> (assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link" target="_blank">vídeo</a>), aconteceu no início de novembro e o terceiro, ainda sem data marcada, será realizado em 2013.</p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><strong>EPIDEMIA DE RETRATAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Recente <a href="http://www.pnas.org/content/early/2012/09/27/1212247109.full.pdf+html" target="_blank">estudo</a> publicado na revista científica "PNAS", editada pela National Academy of Sciences dos EUA, analisou 2.047 artigos da área de ciências biomédicas e da vida indexados pelo PubMed em 3 de março como trabalhos que sofreram retratação. Os resultados mostraram que o número de retratações aumentou dez vezes desde 1975 e que a maior parte delas (67,4%) foi atribuída a más condutas científicas, incluindo fraude (43,4%), publicação duplicada (14,2%) e plágio (9,8%).</p>
<p style="text-align: justify; "><i>Segundo os autores do artigo, notas de retratação incompletas, pouco informativas ou enganosas levaram a uma subestimação anterior do papel da fraude na epidemia de retratação em curso.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="padding-left: 420px; text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-12-13T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp">
    <title>As tensões entre segurança e privacidade na USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp</link>
    <description>Com o objetivo de discutir os dilemas entre liberdades individuais e policiamento no campus, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda Segurança e Privacidade. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O convênio entre a USP e a Polícia Militar firmado em setembro do ano passado colocou em foco as tensões entre respeito a liberdades individuais e intensificação do policiamento no campus. Para discutir esse assunto de maneira aprofundada, a Comissão de Ética da USP e o IEA realizaram no dia 8 de novembro a mesa-redonda Segurança e Privacidade. (<i>Assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link">vídeo</a>.</i>)</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participaram-do-debate-o-professor-sergio-adorno-a-esq-do-coronel-pm-glauco-tavares-e-dos-professores-maria-herminiatavares-de-almeida-coordenadora-e-leandro-piquet-carneiro/image" alt="Sergio Adorno, Glauco Tavares, Maria Hermínia Tavares de Almeida e Leandro Piquet Carneiro" title="Sergio Adorno, Glauco Tavares, Maria Hermínia Tavares de Almeida e Leandro Piquet Carneiro" height="263" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O debate teve a participação do professor Sergio Adorno (à esq.),do coronel PM Glauco Tavares e dos professores Maria HermíniaTavares de Almeida (coordenadora) e Leandro Piquet Carneiro</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Moderada pela professora Maria Hermínia Tavares de Almeida, diretora do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, a mesa contou com a participação dos professores Sérgio Adorno, diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Leandro Piquet Carneiro, do IRI, e do coronel PM Glauco Carvalho, comandante do policiamento em Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ORIGEM DAS TENSÕES</strong><br />Segundo Adorno, o problema da invasão da privacidade em nome da segurança envolve o dilema entre a necessidade de, por um lado, vigiar cada vez mais e, por outro, de proteger o cidadão contra um poder que pode se mostrar abusivo e violar direitos.</p>
<p style="text-align: justify; ">O pesquisador ressaltou, ainda, que esse dilema é agravado pela crise de desconfiança entre a sociedade e as instituições de lei e ordem. "Não basta pedir aos cidadãos que respeitem essas instituições. É preciso que elas se mostrem confiáveis. E, para isso, precisam ser eficientes, respeitar direitos e pensar a segurança do ponto de vista de quem precisa de segurança", advertiu.</p>
<p style="text-align: justify; ">Já Carvalho afirmou que a resistência da comunidade uspiana à atuação da PM decorre de uma questão geracional: "Algumas gerações ainda vinculam a figura da PM ao regime militar. Mas a instituição mudou radicalmente nos últimos anos. Deixou de ser uma tropa do exército para se tornar uma tropa de policiamento".</p>
<p style="text-align: justify; ">Carneiro, por sua vez, apontou as divergências sobre as condutas que devem ou não ser permitidas no campus como a maior causa das tensões entre segurança e privacidade na USP. De acordo com ele, essas divergências referem-se principalmente ao consumo de drogas na Cidade Universitária. "O grande dilema parece ser o quanto seremos <i>drug-friend</i> e o quanto seremos <i>drug-free</i>. O que vamos escolher nessa dicotomia?", indagou.</p>
<p style="text-align: justify; ">A resposta, disse, é ter uma postura ativa contra as drogas: "O ponto de partida para qualquer política pública é pensar que universidade queremos para o futuro. E é difícil encontrar grandes universidades em que álcool e drogas são liberados. A USP quer ser uma universidade global, então precisa ter um campus de qualidade. Se ficar paralisada, a desordem e o crime organizado colonizam e os melhores professores vão embora".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ESCALADA DA VIOLÊNCIA</strong><br />Adorno destacou que, nos últimos 40 anos, o país vem passando por uma escalada da violência, que pode ser observada no aumento da delinquência, associada principalmente a crimes contra o patrimônio (furtos e roubos); do crime organizado, como é o caso do tráfico internacional de drogas e da articulação da população carcerária com criminosos em liberdade; e da explosão de conflitos interpessoais, como brigas de trânsito e entre vizinhos, que convergem cada vez mais para a fatalidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Carvalho também destacou mudanças ocorridas nas últimas décadas que vêm ocasionando a intensificação da violência, como a elevação da quantidade de drogas em circulação, de "crimes de sangue" e de armas à disposição da população, especialmente de grosso calibre.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo os debatedores, essa escalada da violência leva a uma escalada da vigilância, uma vez que o surgimento de novos padrões de crimes, mais sofisticados, exige uma intromissão maior na vida privada.</p>
<p style="text-align: justify; ">É o caso do monitoramento por câmeras, defendido por Carvalho como uma ferramenta importante para promover a segurança e identificar culpados. "Nos espaços públicos, nem sempre a privacidade pode ser resguardada. Numa sociedade heterogênea como a nossa, é preciso haver instituições e órgãos que garantam a ordem pública, a observância das regras e um mínimo de controle social", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o coronel, a Cidade Universitária não está fora das leis estabelecidas pelo Estado brasileiro e, por isso, o campus é passível de policiamento. "Meu argumento central é o de que, num espaço público, e a USP é um espaço público, a participação da PM é viável, mas algumas regras devem ser respeitadas, pois a USP é um espaço de liberdade, e essa liberdade deve ser preservada", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br />A mesa-redonda Segurança e Privacidade inaugurou o ciclo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-eticos-na-universidade" class="external-link">Ética e Universidade</a>, iniciativa que visa promover a discussão de temas relevantes sobre o comportamento ético para a comunidade uspiana e, a partir disso, contribuir para a definição de condutas na USP.</p>
<p style="text-align: justify; ">Organizado pela Comissão de Ética da USP e pelo IEA, o ciclo contará com mais dois debates: Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, que acontece no dia 28 de novembro, e Sociabilidade, a ser realizado em 2013.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-11-26T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
