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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 41 to 52.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-busca-compatibilizar-biotecnologia-recente-e-medicina-tradicional">
    <title>Novo grupo de estudos busca compatibilizar biotecnologia recente e medicina tradicional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-de-estudos-busca-compatibilizar-biotecnologia-recente-e-medicina-tradicional</link>
    <description>O Conselho Deliberativo (CD) do IEA-USP aprovou a criação do Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional. A proposta, aprovada durante a 190ª reunião do colegiado, realizada no dia 12 de dezembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/transplante-de-figado" alt="Transplante de fígado" class="image-inline" title="Transplante de fígado" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Silvano Raia acredita que a compatibilização de métodos é mais urgente na área dos transplantes</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O Conselho Deliberativo (CD) do IEA-USP aprovou a criação do Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional. A proposta, aprovada durante a 190ª reunião do colegiado, realizada no dia 12 de dezembro, foi encaminhada ao CD por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvano-raia">Silvano Raia</a>, médico e professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP, que coordenará o grupo. A responsável pela vice-coordenação será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mayana-zatz">Mayana Zatz</a>, geneticista e professora do Instituto de Biociências (IB) da USP.</p>
<p dir="ltr">O objetivo do grupo, de acordo com o projeto entregue ao IEA, é “discutir a compatibilização dos novos métodos terapêuticos baseados na biotecnologia recente com os métodos terapêuticos da medicina tradicional, focalizando aspectos éticos, religiosos, legais e médicos”. A atuação do grupo está prevista para o biênio 2019/2020.</p>
<p dir="ltr">Raia, que em 1985 realizou o primeiro transplante de fígado da América Latina, defende que a harmonia entre os métodos é mais urgentemente necessária na área dos transplantes.</p>
<p><strong>Justificativa</strong></p>
<p dir="ltr">Segundo ele, os bons resultados obtidos nos últimos anos com transplantes de órgãos criaram uma demanda inatingível para o sistema de saúde, que não consegue atender as filas de espera cada vez mais longas. O desenvolvimento do método de transplante intervivos — no qual a doação parte de um paciente vivo e saudável — remediou a escassez de órgãos, mas não trouxe a solução definitiva, já que muitas vezes o transplante causa a morte do doador.</p>
<p dir="ltr">Um dos casos mais graves, para ele, é o da espera por transplantes de rim. “No Brasil, em 2017, 150 mil pacientes estavam em diálise, dos quais 21.059 com indicação para transplantes”, registrou o médico no documento de apresentação do grupo. “Destes, 1.176 faleceram por falta de órgãos.” Raia lembrou ainda que, somente no ano passado, os pacientes em terapia dialítica custaram dois bilhões de reais ao Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/silvano-raia" alt="Silvano Raia" class="image-inline" title="Silvano Raia" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Silvano Raia</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Em uma tentativa de superar a escassez de rins transplantáveis, Mayana e Raia conduzem, no <a class="external-link" href="http://genoma.ib.usp.br/">Centro de Estudos do Genoma Humano e Células Tronco</a> (CEGH-Cel) da USP, um projeto de viabilização do xenotransplante de rim. O método consiste na utilização de órgãos suínos nos transplantes em humanos. Segundo Raia, a rejeição do órgão pode ser evitada por meio de engenharia genética, especificamente pelo método CRISPR-Cas9.</p>
<p dir="ltr">No documento apresentado ao CD, Raia afirma que o procedimento seria capaz de “modificar radicalmente o cenário de transplantes de órgãos sólidos no Brasil e no exterior”. Ele lembra, entretanto, que o uso de órgãos de animais em seres humanos suscitará discussões éticas, religiosas, legais e médicas na sociedade. “Esforços terão que ser dirigidos para compatibilizar esse novo enfoque com os princípios da medicina tradicional”, defende. “É desta compatibilização que trata o grupo de estudos proposto ao IEA.”</p>
<p> </p>
<p><strong>Membros e metodologia</strong></p>
<p dir="ltr">Além dos coordenadores Silvano Raia e Mayana Zatz, o grupo terá outros quatro membros permanentes. Os médicos Jorge Alberto Costa e Silva, presidente do Instituto Brasileiro do Cérebro (Inbracer), Jorge Elias Kalil Filho, professor da FMUSP, e Rodrigo Vianna, professor da Universidade de Miami, e a geneticista e professora do IB-USP Maria Rita dos Santos e Passos Bueno.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mayana-zatz" alt="Mayana Zatz" class="image-inline" title="Mayana Zatz" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mayana Zatz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Cinco pesquisadores colaboradores também farão parte do grupo: Luiz Carlos de Caires Júnior, Ernesto da Silveira Goulart Guimarães e Luciano Abreu Brito, do IB-USP, Pe. Mário Marcelo Coelho, zoólogo e doutor em teologia moral pela Accademia Alfonsiana, e Roberto Romano da Silva, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p dir="ltr">As atividades serão desenvolvidas por meio de reuniões bimestrais e seminários temáticos semestrais, que contarão com público ampliado e especialistas convidados. No documento de apresentação, o grupo demonstra ter interesse em elaborar um projeto de pesquisa que será submetido a agências de fomento “para fortalecer as atividades e a produção do grupo de estudos”.</p>
<p dir="ltr">Além disso, fazem parte das atribuições do grupo a delimitação de subtemas e tópicos que serão discutidos, levantamento bibliográfico e de especialistas que possam contribuir com os assuntos tratados e a elaboração de um termo de referência para orientar cada um dos seminários temáticos. O grupo demonstrou ainda o interesse de desenvolver suas atividades concomitantemente às que vêm sendo realizadas na <a class="external-link" href="http://www.anm.org.br/">Academia Nacional de Medicina</a> (ANM). De acordo com Raia, que também é membro da ANM, os estudos paralelos já foram aprovados pela diretoria da Academia em uma reunião realizada no dia 22 de março deste ano.</p>
<p dir="ltr"><span class="discreet">Foto 1: Gabriel Borda/Flickr<br />Fotos 2 e 3: Victor Matioli/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-17T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/professores-seniores">
    <title>Professores Sêniores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/professores-seniores</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>Anteriores</span></strong></p>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: justify; "></div>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div class="separator" style="text-align: center; "><a href="https://3.bp.blogspot.com/-80X4TRvYrfA/WyqMb_fxZmI/AAAAAAAAj-I/Hg-L4ouOeNw0MvO2Uj6CepD9UbFkXBolwCLcBGAs/s1600/233e9349-a58a-4540-8a8f-c32e1c3774da.jpeg" style="float: left; "><br /></a></div>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: justify; "><strong><span><span style="text-decoration: underline;"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mario-de-vivo-perfil.jpg/@@images/9ebe7b15-451e-4080-ba57-062d64ee5ce3.jpeg" alt="Mario de Vivo - Perfil" class="image-left" title="Mario de Vivo - Perfil" /><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/3360600541764043">Mário de Vivo</a></span></span></strong></div>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: justify; ">O biólogo Mário de Vivo, que foi professor na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP, em Ribeirão Preto, teve seu projeto de professor sênior aprovado em 2017. Ele pretendia escrever o livro “<span style="text-decoration: underline;">Taxonomias da Mente: A Estrutura Biológica e Cultural de Quem Nós Somos</span>”.<br /> <br />Para mais informações sobre o Programa Professor Sênior do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-seniores" class="external-link">clique aqui</a>.<br /> <br /> <strong><span>Atividades</span></strong></div>
<div style="text-align: justify; "><strong><span><br /></span></strong></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><strong>2018</strong><br /> 24/04 - <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/professor-senior-do-iea-rp-fala-sobre-o-brasil-pre-historico-no-usp-talks" class="external-link">USP Talks - Brasil Pré-histórico<br /></a></span> 21/03 - <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/professor-senior-do-iea-rp-participa-do-seminario-cafe-com-ciencia" class="external-link">Café com Ciência - Science Remix<br /></a></span> 16/03 - <a href="https://iearp.blogspot.com/2018/03/embora-existam-muitas-diferencas-entre.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Programa USP Analisa: Ciências Humanas e Biológicas</span></a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-28T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/programa-ano-sabatico">
    <title>Programa Ano Sabático</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/programa-ano-sabatico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3><strong><span>ANTERIORES</span></strong></h3>
<p> </p>
<p><strong><span>2021</span></strong></p>
<p><strong><span>Cristina Godoy Bernardo de Oliveira</span></strong></p>
<p><strong><span> </span></strong></p>
<div id="_mcePaste"><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Cristina-Godoy-Bernardo-de-Oliveira-Perfil.png" alt="Cristina Godoy Bernardo de Oliveira - Perfil" class="image-left" title="Cristina Godoy Bernardo de Oliveira - Perfil" />Cristina é professora de filosofia do direito, inglês jurídico e instituições do direito na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto. Atua como professora visitante na Universidade de Oxford, onde desenvolve pesquisas sobre propriedade intelectual. É líder do Grupo de Pesquisa Direito Ética e Inteligência Artificial da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Direito e Tecnologia no polo do IEA em Ribeirão Preto. Suas pesquisas abordam temas relacionados com o idealismo germânico, soberania em Hegel, partidos políticos, racionalidade jurídica e direitos fundamentais.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div><span><i><a class="external-link" href="https://sites.usp.br/iearp/pesquisa/programa-ano-sabatico/programas-ano-sabatico-encerrados/cristina-godoy-bernardo-de-oliveira-fdrp/">Projeto: Princípios Éticos e Normas Jurídicas para uma Inteligência Artificial (IA) de confiança</a></i></span></div>
<p> </p>
<div><span><i>Realizações:</i></span></div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/liberdade-de-expressao-deve-estar-em-equilibrio-com-direitos-fundamentais" class="external-link">Liberdade de expressão deve estar em equilíbrio com direitos fundamentais</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-analisam-discurso-de-odio-e-as-consequencias-dessa-pratica" class="external-link">Especialistas analisam discurso de ódio e as consequências dessa prática</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-discute-mineracao-de-processos-e-jurimetria" class="external-link">Webinar discute mineração de processos e jurimetria</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-responsabilidade-civil-no-uso-da-inteligencia-artificial" class="external-link">Evento discute responsabilidade civil no uso da inteligência artificial</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/webinar-discute-relacoes-de-trabalho-e-inteligencia-artificial-1" class="external-link">Webinar discute relações de trabalho e inteligência artificial</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-discute-regulacao-de-conteudo-na-internet-e-liberdade-de-expressao" class="external-link">Evento on-line discute regulação de conteúdo na internet e liberdade de expressão</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/uso-da-inteligencia-artificial-pelo-poder-judiciario-e-tema-de-webinar" class="external-link">Uso da inteligência artificial pelo Poder Judiciário é tema de webinar</a></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/vazamento-de-dados-e-tema-de-webinar-promovido-pelo-iea-rp" class="external-link">V</a></span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/vazamento-de-dados-e-tema-de-webinar-promovido-pelo-iea-rp" class="external-link">azamento de dados é tema de webinar promovido pelo IEA-RP</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-discute-inteligencia-artificial-e-protecao-de-dados" class="external-link">Evento on-line discute inteligência artificial e proteção de dados</a></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><span><i><br /></i></span></div>
<div></div>
<div><span><strong>Fabiana Cristina Severi</strong></span></div>
<div></div>
<div>
<div><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Fabiana-Cristina-Severi-perfil-linkedin.jpg" alt="Fabiana Cristina Severi - Perfil" class="image-left" title="Fabiana Cristina Severi - Perfil" />É professora na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP. Suas pesquisas se relacionam aos temas: crítica jurídica e feminista, acesso à justiça para mulheres e teorias democráticas. É líder do Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos, Democracia e Desigualdades da USP, participante do Consórcio Lei Maria da Penha pelo fim da violência às mulheres baseada em gênero e membro do Grupo de Pesquisa nPeriferias do IEA.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div><span><i><a class="external-link" href="https://sites.usp.br/iearp/pesquisa/programa-ano-sabatico/programas-ano-sabatico-encerrados/fabiana-cristina-severi-fdrp/">Projeto: Políticas e institucionalidades com enfoque em gênero no sistema de justiça brasileiro: mapeamento e análise em perspectiva interseccional</a></i></span></div>
<p> </p>
<div><span><i>Realizações:</i></span></div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-precisa-ser-repensado-para-atender-diversidade-diz-pesquisadora" class="external-link">Direito precisa ser repensado para atender diversidade, diz pesquisadora</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialista-analisa-lei-maria-da-penha-e-violencia-contra-a-mulher" class="external-link">Especialista analisa Lei Maria da Penha e violência contra a mulher</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/oficina-aborda-reescrita-de-decisoes-judiciais-sob-visao-feminista" class="external-link">Oficina aborda reescrita de decisões judiciais sob visão feminista</a></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/workshop-internacional-discute-politicas-de-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher" class="external-link">Workshop internacional discute políticas de enfrentamento à violência contra a mulher</a></span></li>
</ul>
</div>
<p> </p>
<p><strong><span>2019</span></strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/cintia.jpg/@@images/3d16bf3e-31ec-4273-a854-d1f00d71b504.jpeg" alt="" class="image-left" title="" /><span> </span></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8616609272212862">Cíntia Rosa Pereira de Lima</a></strong></p>
<p>Cíntia é livre-docente em Direito Civil Existencial e Patrimonial pela FDRP-USP, onde é professora associada. Sua pesquisa no IEA tem relação com a Lei Geral de Proteção de Dados, que entrará em vigor em agosto de 2020. Ela pretende relacionar direito e tecnologia para investigar se a dicotomia entre dados pessoais e anônimos se sustenta no atual estágio tecnológico. Com isso, espera rediscutir os modelos regulatórios sobre armazenagens de dados dos indivíduos e sugerir soluções legislativas e tecnológicas, bem como propor boas práticas aos controladores e operadores de tratamento de dados pessoais para a garantia efetiva da proteção desses dados.</p>
<p><i><span>Projeto</span>: <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/projetos/projeto-de-cintia-rosa-pereira-de-lima" class="external-link">A Dicotomia entre Dados Pessoais e Dados Anônimos: Desafios e Perspectivas Regulatórias no Brasil</a></i></p>
<p><i>Realizações:</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-aborda-aspectos-da-lei-geral-de-protecao-de-dados" class="external-link">Conferência aborda aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-lei-conscientiza-cidadao-sobre-importancia-de-informacoes-pessoais" class="external-link">Nova lei conscientiza cidadão sobre importância de informações pessoais</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-e-fiscalizacao-da-protecao-de-dados-ainda-trazem-duvidas" class="external-link">Prática e fiscalização da proteção de dados ainda trazem dúvidas</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/evandro.jpg/@@images/2203c6e7-7b45-4886-9fbd-792f90abe39b.jpeg" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p><span> </span></p>
<p><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/0525430082581472"><strong>Evandro Eduardo Seron Ruiz</strong></a></p>
<p>Ruiz é professor associado do Departamento de Computação e Matemática da FFLCRP-USP, onde é orientador no Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada. Sua pesquisa no IEA também está relacionada à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que, segundo o professor, deverá mudar radicalmente a forma de tratamento dos dados pessoais dos brasileiros. Ele pretende produzir materiais técnico-científicos sobre metodologias de desindentificação, anonimização, desanonimização e pseudo-anonimização de dados pessoais, principalmente dos dados abertos divulgados pelas administrações públicas de organizações municipais, estaduais e federais. O projeto terá duração de seis meses.</p>
<p><i><span>Projeto</span>: <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/projetos/projeto-de-evandro-eduardo-seron-ruiz" class="external-link">Aspectos Computacionais do Tratamento de Dados Pessoais no Âmbito da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</a></i></p>
<p><i>Realizações:</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-aborda-aspectos-da-lei-geral-de-protecao-de-dados" class="external-link">Conferência aborda aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-lei-conscientiza-cidadao-sobre-importancia-de-informacoes-pessoais" class="external-link">Nova lei conscientiza cidadão sobre importância de informações pessoais</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-e-fiscalizacao-da-protecao-de-dados-ainda-trazem-duvidas" class="external-link">Prática e fiscalização da proteção de dados ainda trazem dúvidas</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-e-trabalho-remoto-trazem-discussao-sobre-protecao-de-dados" class="external-link">Pandemia e trabalho remoto trazem discussão sobre proteção de dados</a></li>
</ul>
<p><i><br /></i></p>
<p><strong><span>2018</span></strong></p>
<div class="separator" style="text-align: center; "><a href="https://1.bp.blogspot.com/-NFHrnruf5W8/WyqLkciqZxI/AAAAAAAAj-A/rTJn6UPwUsQVbpPxewYLkgeIwAP1EM3HgCLcBGAs/s1600/Geciane-perfil.jpg" style="float: left; "><br /></a></div>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "><strong><span><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/geciane-silveira-porto/@@images/ab6bbcb0-6234-48e7-8eb0-3393d16811b9.jpeg" alt="Geciâne Silveira Porto - Perfil" class="image-left" title="Geciâne Silveira Porto - Perfil" /><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/3981505213863758">Geciane Silveira Porto</a></span> (FEARP-USP)</span></strong></div>
<p><span style="float: none; text-align: justify; "> </span></p>
<div style="text-align: left; ">Professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP de Ribeirão Preto, Geciane atua nas áreas de gestão da inovação e empreendedorismo. No IEA, realizou pesquisa por 12 meses intitulada “Evolução das redes de cooperação e as tecnologias emergentes nos segmentos da biotecnologia: uma aplicação da Ars Dinâmicas em patentes”. Com o estudo, ela pretende analisar a evolução dos esforços tecnológicos do setor de biotecnologia no Brasil e no mundo, aplicando a técnica de análise de redes sociais dinâmicas para construir as redes de cooperação entre empresas, universidades e institutos de pesquisa, além de mapear as rotas tecnológicas que resultaram no desenvolvimento de invenções protegidas por patentes nos segmentos da biotecnologia nestas redes. Geciane espera mapear os principais atores, as tecnologias promissoras e seus mercados alvos nos últimos 20 anos e verificar a inserção dos atores brasileiros nas respectivas redes colaborativas, o que permitirá monitorar as tendências de tecnologias emergentes.</div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<p><i><br />Realizações</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-concorrencia-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto" class="external-link">Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças</a></li>
<li><span><a href="https://iearp.blogspot.com/2018/06/apresentacao-do-programa-astro.html" style="text-align: justify; " target="_blank">Programa ASTRo - Applied Sciences Trail Roche</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-rotas-tecnologicas-da-biotecnologia" class="external-link">VII Seminário Sobre Rotas Tecnológicas da Biotecnologia no Brasil</a></span></li>
<li><a href="http://iearp.blogspot.com/2018/04/crescimento-do-pais-passa-pelo.html" style="text-align: justify; " target="_blank"><span>Programa USP Analisa - Biotecnologia e Inovação</span></a></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-28T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-grupos-de-estudos-tratam-de-politicas-publicas-para-a-metropole-saude-masculina-e-infantil">
    <title>Novos grupos tratam de políticas para a metrópole, saúde masculina e saúde infantil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novos-grupos-de-estudos-tratam-de-politicas-publicas-para-a-metropole-saude-masculina-e-infantil</link>
    <description>Três novos grupo de estudos foram criados em abril: Políticas Públicas para a Metrópole Contemporânea, Saúde do Homem e Saúde Infantil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sao-paulo-panorama" alt="São Paulo - Panorama" class="image-inline" title="São Paulo - Panorama" /></th>
</tr>
<tr>
<td>A metrópole paulistana será o caso de referência dos trabalhos de novo grupo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Como as políticas públicas se articulam com os problemas da metrópole paulistana, a conscientização dos homens para o cuidado com a saúde e o mapeamento da incidência de doenças infantis em função do contexto biopsicossocial são os temas dos três novos grupos de estudos do IEA. As propostas foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo do Instituto no dia 24 de abril.</p>
<p><strong>Politicas urbanas</strong></p>
<p>O Grupo de Estudos de Políticas Públicas para a Metrópole Contemporânea tem a cidade de São Paulo como caso de estudo. O objetivo é investigar como a formulação e implementação de políticas públicas multissetoriais dialogam com os problemas urbanos enfrentados pela população de toda Região Metropolitana da capital paulista.</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Integrantes dos grupos</h3>
<p><strong>Políticas Públicas para<br />a Metrópole Contemporânea</strong></p>
<p>O grupo é constituído por 12 docentes de várias unidades da USP. A coordenação é de João Whitaker, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Ana Estela Haddad, da Faculdade de Odontologia (FO), é a vice-coordenadora. Os demais membros são: o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); o ex-vereador Nabil Bonduki, da FAU; a ex-secretária municipal de Finanças Leda Paulani, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA); Maria Paula Dallari Bucci, da Faculdade de Direito (FD); Eugênio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes (ECA); Renata Bichir, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each); Eduardo César Marques, da FFLCH; Luciana Royer, da FAU; Fábio Mariz Gonçalves, da FAU; e Luís Fernando Massonetto, da FD.</p>
<p>O grupo conta também com três pesquisadores colaboradores: o urbanista Fernando de Mello Franco, ex-secretário municipal de Desenvolvimento Urbano; a especialista em saúde pública Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; e o sociólogo Patrick Le Galès, do Instituto de Estudos Políticos de Paris (SciencesPo), França.</p>
<p><strong>Saúde do Homem</strong></p>
<p>O urologista Jorge Hallak, professor colaborador da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), é o coordenador do grupo. Os demais membros permanentes são: da FMUSP, o patologista Paulo Saldiva, diretor do IEA, e a endocrinologista Elaine Frade Costa; o economista Roberto Luis Troster, do Instituto Millenium; a pedagoga Silmara Rascalha Casadei, da PUC-SP; a médica Andréa de Carvalho e a coordenadora de projetos Daniela Sallum, ambas do Centro Androscience; e o urologista Thiago Celestino Teixeira, da Unifap.</p>
<p>Os consultores colaboradores são: da USP, o professor Alexandre Faisal Cury, a andrologista Juliana Risso Pariz e a pediatra Graziela Zlotnik Chehaibar; Maria Cristina Werneck de Avellar, da Unifesp; Ivo Lourenço Dias Fouto, do Cenerbio; Fernanda Giordano Leite, da PUC-SP; Inari Ciccone, do Centro Androscience; Luiz Renato de França, da UFMG; e Luis Carlos Hespanhol Jr., da Unicid.</p>
<p><strong>Saúde Infantil</strong></p>
<p>O grupo é coordenado pelo pediatra José Luiz Setúbal, presidente da Fundação José Luiz Egydio Setúbal e vice-presidente do Instituto Pensi, instituições vinculadas ao Sabará Hospital Infantil. Os demais membros permanentes são: a médica Fátima Rodrigues Fernandes, diretora executiva do Instituto Pensi; a geógrafa Lígia Vizeu Barroso, da FFLCH-USP e coordenadora do Grupo de Pesquisa Espaço Urbano e Saúde do IEA; e três professores da Unifesp:  Dirceu Solé e Gustavo Wandalsen, especialistas em alergia, imunologia clínica e reumatologia, e o especialista em nutrologia Mauro Fisberg.</p>
<p>Os membros colaboradores são: o doutorando em geografia física pela FFLCH William Cabral de Miranda; a geógrafa Priscilla Venâncio Ikefuti, analista em geoprocessamento; o radiologista Edson Amaro, professor da FMUSP; a neurologista infantil Marcília Martyn, do Sabará Hospital Infantil; e a pediatra Edina Mariko Koga da Silva, professora da Unifesp.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para isso, os pesquisadores irão investigar o marco regulatório da cidade nas áreas urbanística, habitacional, de saúde, educacional e cultural.</p>
<p>Ao longo de um ano, o grupo pretender desenvolver um projeto de pós-graduação (mestrado e doutorado profissional) em políticas pública para a metrópole contemporânea, a ser submetido à Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP e à Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, em função da crescente urbanização e necessidade de articulações de políticas para os vários municípios das áreas metropolitanas, está se constituindo uma área do conhecimento que em breve poderá ser chamada de ciência da metrópole.</p>
<p>No Brasil, aproximadamente 80% de população já vive em cidades. Diante disso, os integrantes do grupo consideram que "refletir sobre caminhos para buscar a sustentabilidade social e ambiental e a melhoria  da qualidade de vida nos sistemas urbanos é uma agenda prioritária.</p>
<p>Para eles, a questão deve ser enfrentada por toda a sociedade, mas requer o suporte de pesquisa e inovação produzidas pela universidade.</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>O Grupo de Estudos em Saúde Masculina, com duração prevista de três anos, tem como uma de suas principais finalidades disseminar entre o público em geral a importância do conceito de “homem saudável”, principalmente no que se refere à participação masculina nos processos de contracepção e fecundação.</p>
<p>Os pesquisadores destacam que o <a class="external-link" href="http://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/profissional-da-saude/acesso-rapido/saude-do-homem/publicacoes/pesquisa_sh_e_paternidade_e_cuidado_brasil_2017_etapa_2_finalizada.pdf">II Relatório da Pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado</a>, publicado pelo Ministério da Saúde em 2017, aponta que quase 35% dos homens entrevistados não buscam atendimento médico (desses, 48% disseram não fazer isso porque "não precisam"). Também é de 35% o total de homens que nunca recebeu orientação sobre planejamento familiar.</p>
<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/saude-do-homem" alt="Saúde do homem" class="image-inline" title="Saúde do homem" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Apenas 65% dos homens brasileiros buscam atendimento médico</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O grupo pretende se dedicar também à causa da saúde do adolescente. Para isso, buscará avaliar modelo aplicado junto a comunidade escolar pautado na construção de diferentes competências técnicas locais.</p>
<p>Outra meta é facilitar o acesso a informações e promover campanhas preventivas de autoexame contra doenças nos testículos causadoras de infertilidade masculina e outras afecções sexuais e reprodutivas, além de doenças crônicas.</p>
<p>Entender os fatores de risco à saúde infantil relacionados com as condições socioeconômicas e ecológicas em que vivem as crianças da cidade de São Paulo é o objetivo do Grupo de Pesquisa em Saúde Infantil. Para isso, os pesquisadores irão mapear geograficamente desordens e agravos, sempre entendendo a saúde da criança a partir do seu contexto biopsicossocial.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><i>Conheça os outros <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo" class="external-link">grupos de estudos</a>, os <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos" class="external-link">grupos de pesquisa</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios" class="external-link">cátedras</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais" class="external-link">projetos institucionais</a> do IEA.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com esse mapeamento, o grupo espera estabelecer as evidências de risco sobre as quais seja possível atuar, propondo intervenções que influenciem políticas públicas para a cidade. Na primeira etapa de trabalho, serão mapeados os agravos à saúde infantil relacionados com problemas nutricionais, respiratórios e do neurodesenvolvimento típico, considerando fatores de risco nos âmbitos biológico, ambiental e socioeconômico.</p>
<p>O plano de trabalho do grupo prevê três três atividades principais:</p>
<ul>
<li>realizar quatro seminários temáticos (nutrição, doenças respiratórias, neurodesenvolvimento e um final integrativo das três áreas) para a identificação das pesquisas prioritárias a serem desenvolvidas;</li>
<li>produção de um dossiê, com base nos quatro seminários, para divulgação das áreas de pesquisa em saúde infantil prioritárias para São Paulo;</li>
<li>desenvolvimentos de pesquisas nas três áreas do projeto, tendo como referência inicial o tratamento dos dados secundários existentes para a capital paulista.</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Kaique Rocha/Pexels e Rádilson Carlos Gomes/Ministério da Saúde</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-15T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/no-grupo-discute-a-usp-no-seculo-21">
    <title>Novo grupo apresentará propostas para a USP do século 21</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/no-grupo-discute-a-usp-no-seculo-21</link>
    <description>Grupo de Estudos A USP diante dos Desafios do Século 21 foi criado em 2017, sob a coordenação de Luiz Bevilacqua, professor visitante do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/reitoria" alt="Reitoria" class="image-inline" title="Reitoria" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cursos de graduação da USP devem passar por transição acadêmica e organizacional, segundo grupo de estudos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“O avanço do conhecimento acelerou-se de tal forma nas últimas décadas que gerou um verdadeiro choque cultural: toma-se consciência do seu impacto depois que ele já aconteceu e passou”, afirma o coordenador do Grupo de Estudos <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/a-usp-diante-dos-desafios-do-seculo-21" class="external-link">A USP diante dos Desafios do Século 21</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a>, professor visitante do IEA e ex-reitor da UFABC.</p>
<p>Ele considera que nunca houve uma época como a atual. "Não há experiência anterior, não existem modelos nem soluções prontas e únicas.” E a universidade não está imune a esse processo: “Por ser uma instituição tradicionalmente conservadora, está sujeita a graves estados de perplexidade, que bloqueiam as ações necessárias para sobreviver a essa onda de choque”.</p>
<p>Agir adequadamente é uma necessidade incontestável, segundo Bevilacqua. “Dadas as incertezas do futuro, a melhor estratégia é afrouxar as amarras, flexibilizar e ampliar o espectro das influências na identidade da universidade.”</p>
<p>Para sobreviver ao choque cultural, é indispensável assumir riscos, afirma o pesquisador. “É dentro desse quadro que pretendemos propor algumas mudanças facilitadoras da passagem pela turbulência dos nossos tempos.” Criado no final de 2007, o grupo está tendo o cuidado de se limitar a propostas plausíveis (“mas não inconsequentes”), consciente do “conservadorismo que aprisiona as universidades brasileiras”, segundo Bevilacqua.</p>
<p>Em sua availação, é essencial a reforma dos cursos de graduação: “Precisam passar por uma transição acadêmica e organizacional. A ideia é que eles sejam ministrados em centros interdisciplinares, novas unidades estruturadas a partir de eixos temáticos resultantes da convergência e articulação das disciplinas clássicas.</p>
<p>Para o grupo, a pós-graduação e a pesquisa já absorvem sem graves dificuldades as várias formas de convergência disciplinar, mas a organização da graduação “permanece petrificada na forma de departamentos que frequentemente não mais respondem aos desafios atuais”. O objetivo é propor ações que possibilitem a reestruturação acadêmica e administrativa da USP, para que ela faça frente às demandas do ensino superior deste século.</p>
<p>“É preciso reorganizar os temas principais, mostrando a inter-relação entre eles conquistada com o recente desenvolvimento científico e tecnológico.” Além disso, a graduação deve ser voltada à formação de pessoas “com independência intelectual e baixa aversão a riscos, para que a universidade seja um lugar onde predomine o aprender sobre o ensinar”.</p>
<p>Essas mudanças não devem atender apenas às necessidades de reestruturação da administração acadêmica para fins de formação profissional. O grupo vê essa reforma da graduação como um dos componentes de um amplo quadro de mudanças pelas quais as universidades brasileiras devem passar, para sobreviver às mudanças radicais em curso e continuar a contribuir com o desenvolvimento do país.</p>
<p>A partir da identificação dos obstáculos que dificultam a reforma da instituição, a intenção dos pesquisadores é encontrar as soluções com maior viabilidade - e menor resistência interna - que possam eliminá-los ou contorná-los. As propostas serão discutidas com diversos setores da Universidade e encaminhadas às instâncias pertinentes da Universidade.</p>
<p>O trabalho vem sendo desenvolvido em seis módulos:</p>
<ul>
<li>Contexto cultural do século 21: a era da onda do choque cultural</li>
<li>Contexto internacional – Impacto no Ensino Superior</li>
<li>Aspectos históricos da universidade brasileira</li>
<li>A universidade brasileira diante dos desafios do século 21</li>
<li>Pontos críticos da universidade brasileira e da USP em particular.</li>
<li>Propostas desejáveis, plausíveis e viáveis</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiz-bevilacqua-5" alt="Luiz Bevilacqua - 5" class="image-inline" title="Luiz Bevilacqua - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Luiz Bevilacqua: "Na universidade, o aprender deve prevalecer sobre o ensinar"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Bevilacqua, participam do grupo os professores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, da Faculdade de Saúde Pública e professor em ano sabático no IEA em 2017; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/caio-dantas" class="external-link">Carlos Alberto Barbosa Dantas</a>, do Instituto de Matemática e Estatística e professor sênior do IEA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky" class="external-link">Elizabeth Balbachevsky</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci" class="external-link">Eugênio Bucci</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) e ex-conselheiro do IEA; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA e professor da Escola Politécnica e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade; Henrique von Dreifus, também do Instituto de Matemática e Estatística; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, ex-reitor da UFBA e da UFSB; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina da USP; e Roseli de Deus Lopes, da Escola Politécnica.</p>
<p><strong>Contexto internacional</strong></p>
<p>Segundo o coordenador, embora o mundo acadêmico seja um dos principais responsáveis pela revolução cultural propiciada pelas tecnologias digitais, as universidades não se transformam na mesma velocidade de mudança acelerada do contexto contemporâneo.</p>
<p>“Apenas três décadas separam a invenção da web e o uso praticamente universal da comunicação digital”. De acordo com ele, a velocidade da transformação revela que não se trata de mais um processo evolucionário comum, mas sim de uma “onda de choque”, com a descontinuidade como resultante.</p>
<p>“Está claro que não estamos diante de uma evolução rápida, mas de um salto para o futuro, no qual as transformações socioculturais também se processam rapidamente, o que torna as universidades também sujeitas a uma descontinuidade.”</p>
<p>Outro aspecto de alcance mundial a ser considerado é a dinâmica globalização-polarização da atualidade, que “afeta sobre maneira a evolução dos rumos científico, tecnológico, social e artístico”, afirma Bevilacqua.</p>
<p>Ele destaca que os principais blocos econômicos têm promovido inovações no ensino superior, visando a manter sua liderança na produção científica e tecnológica. “A União Europeia implementa, desde 1999, um modelo comum de arquitetura curricular, criando uma rede de cooperação entre os países que veio a ser conhecida com Processo de Bolonha. O governo e as organizações científicas americanas lançaram recentemente várias iniciativas de reforma universitária profunda, em especial nas universidades de pesquisa. É preciso também considerar os desafios que as redes de universidades transnacionais trazem para sistemas nacionais de ensino superior de países como o Brasil.”</p>
<p>O enorme contingente de brasileiros em busca do acesso à educação superior torna o país alvo de iniciativas que tratam o ensino superior como oportunidade de negócios, afirma. “Isso faz com que a educação se torne uma questão estratégica nacional da maior relevância. Esse quadro tem de ser levado em consideração no planejamento dos rumos do ensino universitário, com a academia assumindo um papel mais proativo, em vez de responsivo.”</p>
<p>O grupo acredita que a internacionalização em marcha no setor influenciará a interação com o setor empresarial em geral e industrial em particular, forçando a universidade a sair de seus muros e discutir com o governo e o meio empresarial as prioridades da política de desenvolvimento nacional.</p>
<p>A USP precisa também estar mais presente em posições decisórias em instituições e organizações internacionais de educação, além de oferecer mais programas capazes de atrair estudantes de todo o mundo, defendem os pesquisadores. Essa presença deve estar acompanhada de compromissos de maior porte para a ampliação do intercâmbio técnico, científico e social e a mobilidade de recursos humanos, e isso “exige uma mudança de atitude que nem sempre é considerada”.</p>
<p>“A mobilidade externa de docentes e estudantes está se intensificando. Para que o processo seja eficaz, é preciso estimular também a mobilidade interna, ainda incipiente em nossas universidades.”</p>
<p><strong>Projetos desafiadores</strong></p>
<p>As universidades brasileiras evoluíram mais depressa que o setor industrial e esse descompasso provoca um desequilíbrio entre oferta e demanda de pessoal qualificado, particularmente de mestres e doutores, ressalta o coordenador. “É urgente, portanto, a revisão da política de desenvolvimento econômico-industrial do Estado, de modo a permitir que se atinjam avanços tecnológicos originais e abram-se novos horizontes para os egressos da pós-graduação.”</p>
<p>Em sua opinião, a USP deve questionar os rumos das políticas de desenvolvimento estadual e federal, que atualmente dificultam a colocação de seus egressos: “Deve se aproximar de órgãos representativos do setor empresarial, de representantes dos Poderes Legislativo e Executivo no sentido de formular políticas públicas que estimulem o desenvolvimento nacional a partir de grandes projetos desafiadores”.</p>
<p>“A USP precisa se envolver nessa dimensão de política de desenvolvimento para sua própria sobrevivência e para o bem de seus estudantes.” Ele frisa que é preciso também seguir essa linha de ação em relação às ciências sociais e humanas, com o estímulo a projetos culturais.</p>
<p>A classificação das universidades por desempenho como referência para prioridades e investimentos é outra questão a ser analisada. Isso não pode ser feito sem uma crítica cuidadosa dos critérios de avaliação, segundo Bevilacqua.</p>
<p>“A USP deve interagir com o Estado para discutir esses critérios e padrões de medida de desempenho. Além disso, ao analisar os procedimentos das diversas agências, verificar como eles interferem em sua política interna.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Jornal da USP; Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-19T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ead-ensino-basico">
    <title>Especialistas discutem EaD e tecnologia na educação básica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ead-ensino-basico</link>
    <description>Seminário "Tecnologias, Educação a Distância, Escola Integral: Em Que Pé Estamos?" acontecerá dia 22 de novembro, das 9h às 18h, na Antiga Sala do Conselho Universitário da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tecnologia-na-educacao" alt="Tecnologia na educação" class="image-inline" title="Tecnologia na educação" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Grupo discutirá o uso das tecnologias em sala de aula e como o ensino a distância pode ser aplicado na educação básica</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Apesar de ainda representar pouco mais de 18% do total de matrículas no ensino superior brasileiro, a Educação a Distância (EaD) vem crescendo: o Censo da Educação Superior divulgado em agosto pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) registrou alta de 7,2% ante uma diminuição de 1,2% das matrículas para ensino presencial. Hoje, já são cerca de 1,5 milhão de alunos estudando por essa modalidade. No ensino básico, no entanto, o EaD ainda enfrenta diversos desafios.</p>
<p>No seminário <i>Tecnologias, Educação a Distância, Escola Integral: Em Que Pé Estamos?</i>, que acontecerá dia <strong>22 de novembro, das 9h às 18h</strong>, no IEA, um grupo de especialistas tratará das dificuldades de utilizar as tecnologias educacionais interativas nas escolas, dos problemas e desafios da EaD e de como a modalidade pode ser uma aliada na formação de professores. Também serão discutidos o design instrucional, a educação híbrida e o papel das mídias digitais na educação. Veja a <a class="anchor-link" href="#Programação">programação</a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web e para participar presencialmente é necessário realizar <a href="https://goo.gl/XpLPZp" target="_blank">inscrição prévia</a>.</p>
<p>Este será o terceiro encontro de uma série de cinco, prevista para acontecer até janeiro sobre problemas da educação básica brasileira – que compreende educação infantil, ensino fundamental, ensino médio geral, ensino médio técnico e a Educação para Jovens e Adultos (EJA). O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/poucos-matriculados-em-licenciatura-e-alta-taxa-de-desistencia-demonstram-falta-de-interesse-na-carreira-de-professor" class="external-link">primeiro</a> aconteceu em setembro e abordou a qualificação dos professores do ensino básico público e a infraestrutura de que dispõem para sua atuação. O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/para-educadores-ser-uma-boa-escola-depende-do-contexto-e-das-circunstancias" class="external-link">segundo</a>, realizado em outubro, tratou da qualidade da educação básica. Os próximos seminários serão sobre: experiências inovadoras e documentos reguladores (planos, currículos, base nacional comum).</p>
<p>O ciclo é promovido pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-educacao-basica-publica-brasileira-dificuldades-aparentes-desafios-reais">Grupo de Estudos Educação Básica Pública: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais</a>, e visa a promover reflexões e fundamentar ações para o enfrentamento de problemas estruturais da educação básica pública brasileira.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Tomasz Mikolajczyk/Pixabay</span></p>
<p><a name="Programação"></a>Programação</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>9h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a> (Diretor do IEA)</strong></p>
<p><strong>Apresentador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado">Nilson Machado</a></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>9h30</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Avaliação e Educação a Distância: Possibilidades e Desafios da   Atualidade</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/manuel-marcos-formiga">Marcos Formiga</a> (UnB/Núcleo do Futuro)</p>
<p><strong>Moderação</strong>: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helio-dias">Hélio Dias</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>10h15</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>Moderação:</strong> Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>11h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Tecnologias Educacionais Interativas e Educação Metacognitiva   (Aprendizado Baseado em Projeto de Soluções de Problemas)</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/chao-lung-wen">Chao Lung Wen</a> (Faculdade de Medicina da   Universidade de São Paulo)</p>
<p><strong>Moderação</strong>: Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>11h45</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>Moderação:</strong> Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>12h30</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>14h30</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Formação de professores a distância: Novos desafios na cultura digital</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-alice-carraturi">Maria Alice Carraturi</a> (Presidente da   UNIVESP)</p>
<p><strong>Moderação:</strong> Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>15h15</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>Moderação:</strong> Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>16h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Coffee   Break</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>16h30</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Em que pé estamos: Tecnologia - o saci-pererê da escola pública   brasileira</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a> (Vice-Diretor do   IEA-USP)</p>
<p><strong>Moderação:</strong> Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>17h15</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>Moderação:</strong> Hélio   Dias</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>18h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Encerramento</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<p><i>Tecnologias, Educação a Distância, Escola Integral: Em Que Pé Estamos?<br />22 de novembro, das 9h às 18h<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSet4pi7QZ4YrKZsb-sZnpTNsWgrhQbngEg1JYL9bPzSulfOMw/viewform">via formulário</a><br /><a href="https://goo.gl/qpsx7q" target="_blank"></a></i><i>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/tecnologias-educacao-a-distancia-escola-integral-em-que-pe-estamos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-07T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-educacao">
    <title>Novo grupo de estudos formulará propostas para ensino básico público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-educacao</link>
    <description>IEA cria Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/criancas-em-sala-de-aula" alt="Crianças em sala de aula" class="image-inline" title="Crianças em sala de aula" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O ensino básico público precisa melhorar em muitos aspectos, mas o sistema educacional brasileiro não é um completo fracasso, como muitos avaliam, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nílson José Machado</a>, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e coordenador do <span>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais, criado recentemente no IEA.</span></p>
<p><span> </span><span>Entre as ações que julga primordiais para a melhoria do sistema, Machado defende: a elaboração de um projeto de Estado para a educação; a melhoria das condições de trabalho dos professores; aplicação dos recursos disponíveis em projetos relevantes e objetivos; a ênfase no ensino das ideias fundamentais de cada disciplina; e a formulação de estratégias para o reconhecimento das boas escolas e para que seu exemplo inspire outras instituições de ensino.</span></p>
<p><span>O objetivo do novo grupo é </span><span>produzir com parceiros internos e externos à Universidade, dos setores público e privado, documentos que inspirem e fundamentem ações para o atendimento a essas prioridades. Esse trabalho será feito a partir da dedicação a três linhas de ação</span><span>:</span></p>
<ul>
<li>organização de debates e diálogos sobre os reais problemas da educação brasileiras, com a participação de profissionais atuantes na área de educação em diferentes frentes, incluindo-se os diversos níveis de ensino, bem como os setores público e privado;</li>
<li>mapeamento das boas escolas brasileiras, para identificação de características comuns apesar da diversidade de projetos institucionais, de forma a propor condições para que o número dessas escolas seja ampliado;</li>
<li>mapeamento de pontuais portadoras de ideias inovadoras, tanto em termos de tecnologias utilizadas quanto em termos de metodologias ou gestão, com o objetivo de formular práticas para a disseminação dessas experiências.</li>
</ul>
<p>Para concretizar essas metas, o grupo promoverá um ciclo de cinco seminários de agosto a dezembro de 2017. Ao final do ciclo, cada linha de ação apresentará um documento. Os três trabalhos constituirão uma síntese das discussões realizadas e das ações propostas a ser encaminhada às instâncias decisórias educacionais.</p>
<p>Os temas dos seminários em cada mês são:</p>
<ul>
<li>agosto (dia 21) - <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/magisterio" class="external-link">Magistério na Educação Básica Pública: Qual o Perfil? Quais as Condições de Trabalho? </a></li>
<li>setembro - Qualidade da Educação Básica Pública: O Que Realmente Significa Isso?</li>
<li>outubro - Escolas e Experiências Inovadoras O Que se Pode Admirar, apesar de Tudo?</li>
<li>novembro - Tecnologias, Educação à Distância, Escola Integral: Em Que Pé Estamos?</li>
<li>dezembro - Documentos Oficiais (Currículos, Base Nacional, Planos): Eles Impelem ou Impedem as Ações Educacionais?</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/magisterio" class="external-link">Seminário de novo grupo trata de professores do ensino básico público</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ensino-de-ciencias-da-capacidade-de-analise-critica" class="external-link">Ensino de ciências da capacidade de anállise crítica</a></li>
</ul>
<hr />
<i>Leia outras notícias sobre <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-educacao" class="external-link">educação</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Além de Machado, fazem parte do grupo outros nove pesquisadores da USP: </span><span>Chao Wen, da Faculdade de Medicina; </span><span>Elie Ghanem, da Faculdade de Educação; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a><span>, vice-diretor do IEA; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-singer" class="external-link">Helena Singer</a><span>, do IEA e diretora da Associação Cidade Escola Aprendiz; </span><span>Hélio Dias, do Instituto de Física; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lino-de-macedo" class="external-link">Lino de Macedo</a><span>, da Escola Politécnica; </span><span>Luiz Carlos de Menezes, do Instituto de Física; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span>, diretor do IEA;  e </span><span>Yvonne Mascarenhas, do IEA e do Instituto de Física de São Carlos.</span></p>
<h3><strong><span> </span><span>Razões supostas e reais da crise</span></strong></h3>
<p>"Proclamar a existência de uma crise na educação básica brasileira é fácil, pois não faltam dados que supostamente a caracterizam e razões tidas como legítimas para justifica-la”, segundo Machado.</p>
<p>“Entretanto, algumas das narrativas mais sedutoras sobre o tema situam as raízes das dificuldades em problemas aparentes, desviando o foco das atenções dos desafios reais a serem superados.”</p>
<p>Um dos falsos argumentos é atribuir os problemas educacionais à falta ou ao despreparo de professores, afirma o coordenador do grupo. “A falta de professores em algumas áreas está diretamente relacionada às condições de trabalho oferecidas; esse é o problema a ser enfrentado.”</p>
<p>Ele lembra que a USP possui um programa de pós-graduação em ensino de ciências e matemáticas há décadas, responsável pela formação de centenas de mestre e doutores e, “no entanto, uma porcentagem ínfima de tais professores encontra-se em salas de aulas na escola básica”.</p>
<p>“Quanto mais bem preparado se torna um professor, mais ele se afasta da sala de aula da escola básica, buscando melhores condições de trabalho em outros espaços.”</p>
<p>A insuficiência de recursos também não pode ser responsabilizada pelas dificuldades, de acordo com Machado. Para ele, um país com tantas carências não pode almejar ter recursos suficientes para a educação e saúde. “A carência é a regra, mas isso não inviabiliza ações significativas e transformadoras. O problema real a ser enfrentado, no caso, é a inexistência de projetos bem fundamentados, com objetivos bem definidos, nos diversos níveis de ensino.”</p>
<p>Falta ao país um projeto de Estado para a educação, na opinião de Machado, que critica a preocupação excessiva com a melhoria em indicadores - “sem sempre confiáveis ou expressivos da real situação do país” - e inciativas em que os meios assumem o lugar dos fins: “Metas ambiciosas como fornecer um computador a cada aluno podem parecer bandeiras defensáveis, mas não passam de pseudoprojetos”.</p>
<p>“São inúmeros os exemplos em que os recursos alocados são imensos, sem a contrapartida de uma melhoria efetiva nas práticas educacionais. Por outro lado, existem projeto pontuais em andamento ou já concluídos em que, mesmo com poucos recursos, a mobilização efetiva as transformações esperadas são plenamente reconhecidas.”</p>
<p>Outro problema do ensino básico seria o excesso de conteúdos ensinados, com o agravante de não haver uma visão interdisciplinar e/ou transdisciplinar, o que resulta na intenção de reduzir drasticamente o número de disciplinas. Para Machado, o problema real a ser enfrentado é a apresentação de cada disciplina de modo “excessivamente fragmentado, inclusive a língua portuguesa e a matemática”.</p>
<p>Ele considera que o meio eficaz para combater essa fragmentação excessiva é o reconhecimento e a valorização das ideias fundamentais de cada disciplina, deixando-se de lado a imensa quantidade de pormenores presentes em cada uma delas.</p>
<p>Machado também questiona a visão de muitos de que o sistema educacional brasileiro é um completo fracasso, concepção errônea reforçada após a divulgação dos resultados de avaliações periódicas realizadas por várias instâncias nacionais e internacionais. “Ao dar mais destaque ao desempenho negativo do que aos múltiplos exemplos de boas escolas, nos diferentes níveis de ensino, os programas governamentais alimentam uma política de terra arrasada, deixando de estimular parceiros importantes na busca da melhoria no ensino.”</p>
<p>“O problema real é encontrar caminhos e estratégias para que as boas escolas sejam reconhecidas e sejam arquitetadas formas de articulação de ações coletivas, de modo a que seus exemplos inspirem outras escolas.”</p>
<p>Segundo Machado, há uma série de outras pretensas soluções que não contribuem efetivamente para a melhoria do ensino, entre elas figuram:</p>
<ul>
<li>a ampliação do ensino profissionalizante "sem uma discussão substantiva sobre significado do profissionalismo e do que caracteriza uma boa formação profissional na atualidade";</li>
<li>a busca da implementação de escolas de tempo integral, "em vez da compreensão do que seja a 'escola integral', que trata da formação total do indivíduo como pessoa e está efetivamente integrada à comunidade que serve";</li>
<li>a ênfase no estímulo ao “protagonismo” dos alunos, quando "o que realmente importa é uma formação que os torne capazes de qualquer papel que lhes caiba na sociedade, seja o de protagonista, seja o de coadjuvante ou mesmo o de mero figurante.”</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Ludi/Pixabay.com</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-11T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/magisterio">
    <title>Seminário de novo grupo trata de professores do ensino básico público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/magisterio</link>
    <description>Seminário "Magistério na Educação Básica Pública: Qual o Perfil? Quais as Condições de Trabalho?", no dia 21 de agosto, às 9h, dá início as atividades do Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sala-de-aula-ensino-basico" alt="Sala de aula" class="image-right" title="Sala de aula" />A qualificação dos professores do ensino básico público e a infraestrutura de que dispõem para sua atuação profissional serão debatidas no seminário inaugural das atividades do Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Desafios Aparentes, Desafios Reais.</p>
<p>O seminário será realizado no dia <strong>21 de agosto, das 9h às 17h</strong>, na Antiga Sala do Conselho Universitário, e terá por tema <i>Magistério na Educação Básica Pública: Qual o Perfil? Quais as Condições de Trabalho?. </i>O evento é gratuito e aberto a todos os interessados, mas exige <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/magisterio-na-educacao-basica-publica-qual-o-perfil-quais-as-condicoes-de-trabalho" class="external-link">inscrição prévia</a> (com um limite de 120 vagas). Para assistir ao seminário <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever.</p>
<p>Durante a manhã, haverá uma mesa-redonda com a participação da presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti" class="external-link">Bernadete Angelina Gatti</a>, do reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar Monteiro de Almeida Filho</a>, e da p<span>residente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)</span>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-ines-fini" class="external-link">Maria Inês Fini</a>. A tarde será dedicada aos debates e à elaboração colaborativa de respostas aos problemas discutidos na mesa-redonda. Em seguida será apresentada a síntese dos resultados alcançados.</p>
<p>Criado em função de uma das diretrizes do <a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/projeto-de-gestao-2016-2020" class="external-link">Projeto de Gestão</a> da atual direção do IEA, o novo grupo de estudos destina-se a promover reflexões sobre os problemas estruturais da educação básica pública do país e a fornecer subsídios para o enfrentamento desses entraves. A coordenação é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nílson José Machado</a>, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e ex-conselheiro do IEA.</p>
<p>O grupo organizará cinco seminários ao longo do segundo semestre de 2017. Além da realidade profissional dos professores, a ser discutida no dia 21 de agosto, o ciclo tratará de outros quatro temas: Qualidade na Educação Básica Pública: O que Realmente Significa Isso?; Escolas e Experiências Inovadoras: O Que se Pode Admirar, Apesar de Tudo?; Tecnologias, Educação à Distância, Escola Integral: Em Que Pé Estamos?; e Documentos Oficiais (Currículos, Base Nacional, Planos): Eles Impelem ou Impedem as Ações Educacionais?</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil</span></p>
<hr />
<p><i><strong><i><i>Magistério na Educação Básica Pública: Qual o Perfil? Quais as Condições de Trabalho?</i></i><br /></strong>21 de agosto - das 9h às 17h<br />Antiga Sala do Conselho Universitário, rua da Praça do Relógio, 109, bloco k, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, aberto ao público e com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf1xs1VcCTVQtJKeqr7YVAEWVGb3oPWHN24xq3DBpYT1ELCaA/viewform">inscrição prévia</a><a class="external-link" href="https://goo.gl/oMq54z" target="_blank"><br /></a>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: Heloisa Marcondes (<a class="mail-link" href="mailto:heloisa.jesus@usp.br">heloisa.jesus@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-3911<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/magisterio-na-educacao-basica-publica-qual-o-perfil-quais-as-condicoes-de-trabalho" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/magisterio-na-educacao-basica-publica-qual-o-perfil-quais-as-condicoes-de-trabalho</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-04T15:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/magisterio-condicoes-trabalho">
    <title>Magistério na Educação Básica Pública: Qual o Perfil? Quais as Condições de Trabalho?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/magisterio-condicoes-trabalho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-bf6131da-7c67-bf29-8159-5673ed9d9243"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O Seminário, que marca o início das atividades do <span>Grupo de Estudos "Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais"</span>, será o primeiro de uma série de cinco, a serem realizados ao longo do segundo semestre do ano em curso, visando promover reflexões e fundamentar ações para o enfrentamento de problemas estruturais da Educação Básica Pública Brasileira. <span style="text-align: start; float: none; ">Neste encontro, serão debatidas a qualificação dos professores do ensino básico público e a infraestrutura de que dispõem para sua atuação profissional.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Outros temas que serão abordados nos seminários seguintes:</p>
<ul>
<li>Qualidade da Educação</li>
<li>Experiências Inovadoras</li>
<li>Tecnologias na Educação</li>
<li>Documentos Reguladores (Planos, Currículos, Base Nacional Comum)</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong><span>Debatedores</span></strong></p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti" class="external-link">Bernadete Angelina Gatti</a> (Presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo)</p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar Monteiro de Almeida Filho</a> (Reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia)</p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-ines-fini" class="external-link">Maria Inês Fini</a> (Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Heloisa Marcondes</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-28T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades">
    <title>Grupo estudará relações entre saúde e contexto geográfico das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades</link>
    <description>Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde, coordenado por Lígia Vizeu Barrozo, foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA em 16 agosto e terá duração de quatro anos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Ligia-Vizeu-Barrozo-perfil.jpg" alt="Ligia Vizeu Barrozo - Perfil" class="image-inline" title="Ligia Vizeu Barrozo - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A <span>geógrafa Ligia Vizeu Barrozo, coordenadora do novo grupo do IEA</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um novo grupo de estudos do IEA irá estudar as iniquidades em saúde e sua relação com o contexto geográfico das cidades. A proposta de criação foi aprovada pelo Conselho Deliberativo do IEA em reunião realizada no dia 16 de agosto.</p>
<p>O grupo <i>Espaço Urbano e Saúde</i> será coordenado pela geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, professora do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A previsão é que as atividades durem quatro anos, a contar a partir de agosto de 2016. Além da geografia, o grupo transdisciplinar tem integrantes de áreas como urbanismo, cartografia, epidemiologia, atividade física e saúde. Leia o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/projeto-de-pesquisa-grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude" class="external-link">projeto na íntegra</a>.</p>
<p>De acordo com o projeto de pesquisa, o poder dos mapas será usado para identificar e evidenciar iniquidades em saúde associadas, principalmente, às condições socioeconômicas e à morfologia urbana. O objetivo é ter evidências que embasem recomendações de políticas públicas para reduzir injustiças na área da saúde.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Mapa-Grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude-web.jpg" alt="Mapa publicado no Journal of Maps, v. 11, 2015 - Barrozo, L. V. et al. " class="image-inline" title="Mapa publicado no Journal of Maps, v. 11, 2015 - Barrozo, L. V. et al. " /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Representação dasimétrica do risco relativo de mortalidade infantil entre 2006 e 2009 na cidade de São Paulo é um exemplo de como os mapas podem ajudar a evidenciar a desigualdade</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O grupo pretende usar indicadores como expectativa de vida ao nascer e Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP), avaliando como cada um deles aparece em determinadas regiões das cidades. O primeiro indicador “reflete o efeito cumulativo do impacto dos fatores de risco, a ocorrência e severidade de doenças e a eficiência das intervenções e tratamento” e permite identificar quando a desigualdade passa a ser iniquidade. Já o APVP mede a mortalidade prematura (atualmente, a idade referência é 70 anos), focando nas consequências sociais e econômicas da mortalidade. Observar as variações geográficas dos resultados desse indicador pode ajudar no planejamento da saúde local, indica o projeto de pesquisa.</span></p>
<p>“Os mapas potencializam a investigação da influência do contexto geográfico e de seus determinantes sociais de saúde, principalmente por permitirem a visualização das relações espaciais, a identificação de áreas iníquas e a elaboração de hipóteses”, justificam os pesquisadores.</p>
<p>Um exemplo dos estudos que serão feitos está na avaliação da morfologia urbana, que pode promover ou dificultar a prática cotidiana de deslocamento, favorecendo ou não a inatividade física em determinado local. Para isso, os pesquisadores levam em conta aspectos como: topografia, comprimento dos quarteirões, densidade populacional, dispersão urbana, densidade de conexões entre as ruas, iluminação pública e calçamento. De acordo com o projeto, há estudos que levantam a hipótese de que pessoas que vivem em áreas mais densas, com ruas bem conectadas e uso do solo mais diversificado tendem a ser mais ativas fisicamente.</p>
<p>“A população fica exposta de forma desigual à infraestrutura urbana em termos de sua morfologia no que diz respeito ao padrão das ruas, à cobertura de calçadas, presença de ciclovias, disponibilidade e acessibilidade ao transporte público e à estética e segurança, já que locais mais agradáveis e seguros são mais utilizados e favorecem a prática de atividade física”, avaliam.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-01T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo">
    <title>Novo grupo de estudos irá pesquisar agricultura urbana em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo</link>
    <description>Novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA irá focar o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no município de São Paulo: possibilidades, conexões e contemporaneidade”.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU), novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA, irá nuclear debates e estudos sobre o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no Município de São Paulo: Possibilidades, Conexões e Contemporaneidade”. Aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia 9 de maio, terá a coordenação da professora Thais Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, especialista em saúde urbana e fundadora da horta comunitária da FM-USP.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-da-faculdade-de-medicina-da-usp" alt="Horta da Faculdade de Medicina da USP" class="image-inline" title="Horta da Faculdade de Medicina da USP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta da FM-USP:  projeto conseguiu envolver estudantes, funcionários e professores da unidade. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Vinculado ao IEA pelo período de dois anos, o grupo irá produzir estudos científicos sobre a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), com ênfase na cidade de São Paulo e sua Região Metropolitana (RMSP).</p>
<p>Entre as atividades já programadas está a realização de um seminário em agosto, com a participação de professores e pesquisadores da Universidade de Melbourne, Austrália. Com data a ser confirmada, o debate deverá trazer o tema de pesquisa da professora Thais, “Achieving sustainable food production and irrigation in São Paulo and Melbourne”, que busca compreender, melhorar e promover a resiliência dos sistemas de produção urbana de alimentos nessas duas metrópoles -- São Paulo e Melbourne.</p>
<p>No cronograma previsto para 2017 está a apresentação de parte dos resultados dos estudos realizados, além da publicação de artigos e participação dos integrantes do grupo em congressos e seminários.</p>
<p>O GEAU tem seis membros permanentes e dois pesquisadores colaboradores de áreas diversas. Dada a sua proposta interdisciplinar, o grupo congrega especialistas da FM-USP, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, além da Fundação Getúlio Vargas e Universidade de Rennes 2, França.</p>
<p>Em 2015, o grupo de pesquisadores foi o vencedor do 5º Prêmio Fecomércio de Sustentabilidade, categoria Academia, com o projeto “Agricultura Urbana: Produção, Varejo e Consumo de Alimento”. Para os integrantes do GEAU, o prêmio representa “um grande avanço na divulgação da importância da Agricultura Urbana no Brasil e em São Paulo”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-iee" alt="Horta do IEE" class="image-inline" title="Horta do IEE" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP: projeto "Criando Terra no IEE" é um dos exemplos de horticultura urbana em ambiente acadêmico.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os estudos deverão contribuir para o debate sobre a natureza dos atores, das relações sociais, das dinâmicas socioespaciais e dos impactos gerados pela Agricultura Urbana e Periurbana. A compreensão das novas configurações socioespaciais geradas por esse ramo são importantes para fomentar o debate acadêmico sobre o mundo urbano contemporâneo, segundo os proponentes do projeto.</p>
<p>Além de parcerias e disseminação do conceito de agricultura urbana, os estudos pretendem contribuir com referenciais teórico-metodológicos para explicar fenômenos urbanos, em especial quanto à situação da cidade de São Paulo e América Latina.</p>
<p><b>Alternativa para o consumo das cidades</b></p>
<p>Há estimativas de que o crescimento demográfico e o aumento da densidade populacional nas cidades elevarão para 9,6 bilhões o número de habitantes no planeta em 2050. Além disso, a pressão sobre a disponibilidade de terras aráveis e as elevadas vulnerabilidades advindas das mudanças climáticas globais são fatores de ameaça à sobrevivência humana num tempo não muito distante. Dado esse quadro, os jardins e as hortas urbanas têm sido apontados por estudiosos como a saída para a segurança alimentar e nutricional no futuro.</p>
<p>Em muitas cidades da Europa, Estados Unidos, Ásia e Oceania, o incentivo à produção de alimentos em áreas urbanas e periurbanas já se transformou em política pública. Os berlinenses conseguem abater taxas e impostos municipais quando implantam e mantêm tetos verdes nos prédios ou casas onde moram. Em Nova York, o Green Roof Tax Abatement Program e o Infrastructure Grant Program são dois programas que ajudaram a tornar uma das cidades com maior densidade populacional do mundo líder na prática da agricultura urbana.</p>
<p>As iniciativas nas capitais brasileiras aumentam a cada dia, seja pela atuação de movimentos comunitários e culturais, como o MUDASP, Hortelões Urbanos, Virada Sustentável, entre outros, além da conscientização crescente no ambiente escolar e de ações impulsionadas inclusive pela academia e poder público.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-centro-cultural" alt="Horta do Centro Cultural" class="image-inline" title="Horta do Centro Cultural" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Teto verde no Centro Cultural São Paulo:  produção de alimento orgânico associado a lazer e cultura. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hortas comunitárias, agricultura vertical, agricultura urbana, zoneamento urbano de alimentos, horticultura empresarial, horticultura urbana, jardins de locação e <i>skyfarming</i> são alguns termos relacionados à prática de cultivar, processar e distribuir alimentos em área urbana ou em seu entorno.</p>
<p>A importância dessas redes está associada não só à produção de alimentos saudáveis e à melhoria da nutrição e sustentabilidade das cidades, mas também à qualidade de vida dos moradores. Os jardins e hortas urbanas oferecem uma alternativa de relaxamento para a vida urbana e muitas vezes servem como locais de encontro comunitário e áreas de lazer. Entre os inúmeros benefícios da AUP estão a qualidade microclimática e o aumento da agro biodiversidade.</p>
<p>A ideia de produzir alimentos suplementares não é nova e nasceu em situações de crise e tempos de guerra. No século 19, a horticultura urbana foi praticada na Alemanha, no Reino Unido, nos EUA e no Canadá como resposta à pobreza e à insegurança alimentar. Nas guerras mundiais, a horticultura urbana foi praticada para amenizar a escassez de alimentos causada pela suspensão da produção e da distribuição, já que os meios de transporte haviam sido destruídos.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Desativado em 2008, aeroporto de Berlin-Tempelhof, Alemanha, virou espaço de horticultura e lazer após reivindicação de movimentos civis.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</b></p>
<p><b>Coordenação</b>: professora Thais Mauad (FM-USP)</p>
<p><b>Vice coordenação</b>: professora Valéria de Marcos (FFLCH-USP)</p>
<p><b>Integrantes permanentes:</b></p>
<p>Angélica Campos Nakamura: Mestranda em Geografia Humana pela FFLCH-USP</p>
<p>Giulia Giacchè: Pós-doutoranda na Universidade de Rennes 2, Paris</p>
<p>Guilherme Reis Ranieri: Mestrando em Ciência Ambiental pela EACH-USP</p>
<p>Gustavo Nagib: Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana FFLCH-USP</p>
<p>Luís Fernando Amato Lourenço: Doutorando em patologia no Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP</p>
<p>Lya Cynthia Porto de Oliveira: Doutoranda em Administração Pública e Governo pela Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p><b>Pesquisadores colaboradores:</b></p>
<p>Mário Aquino Alves: Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p>Amalia Inés Geraiges de Lemos: Professora da FFLCH-USP e professora convidada da Universidade Complutense de Madrid.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Créditos: HortaFSPUSP.blogspot.com.br/ Cecília Bastos e Marcos Santos (JornalUSP)/ Sylvia Miguel (arquivo pessoal)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-19T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-humanidades-em-tempos-digitais">
    <title>As humanidades em tempos digitais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-humanidades-em-tempos-digitais</link>
    <description>José Teixeira Coelho Netto, professor emérito da ECA, fala sobre o Grupo de Estudos Humanidades Computacionais, que coordenará no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-teixera-coelho-neto" alt="José Teixeira Coelho Netto" class="image-inline" title="José Teixeira Coelho Netto" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>José Teixeira Coelho Netto, coordenador do<br />Grupo de Estudos Humanidades Computacionais</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se a tecnologia muda a cultura, como admitiu Marx, é natural que as humanidades de tempos em tempos requeiram transformações em seus conceitos de operação, ensino e pesquisa, para se ajustarem à nova realidade de seus objetos de estudo e atualizarem sua própria forma de produção cultural.</p>
<p>Nas últimas décadas, as transformações tecnológicas, especialmente as digitais, têm sido avassaladoras, com impacto profundo nas relações sociais em todas as esferas da vida do indivíduo, do trabalho ao lazer, da educação ao consumo. Está mais que na hora, portanto, de refletir se o conteúdo,  o  formato e os métodos didático-pedagógicos das humanidades se conformam à vida contemporânea.</p>
<p>Essa é a preocupação do Grupo de Estudo Humanidades Computacionais, iniciativa proposta por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>, professor emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, e aprovada pelo Conselho Deliberativo do IEA em novembro de 2015.</p>
<p>Teixeira explica que as discussões do grupo subsidiarão um projeto bastante prático: a formatação de um programa de formação em cultura e política cultural que corresponda à realidade atual da área. A criação dessa pós-graduação será proposta à ECA-USP, inicialmente, com a expectativa que depois se torne um programa interunidades.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: right; ">
<h3 style="text-align: left; ">Relacionado</h3>
<p style="text-align: left; "><strong>EVENTOS</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões sobre a Obra de Teixeira Coelho</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-emerito-lider-mediador-cultural-provocador" class="external-link">Notícia: "Teixeira Coelho, emérito: líder, mediador cultural, provocador"</a></li>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/cerimonia-de-titulacao-de-jose-teixeira-coelho-netto" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ampliacao-da-esfera-de-presenca-do-ser-reflexoes-em-torno-da-obra-de-teixeira-coelho" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<span><br /></span> 
<ul>
</ul>
<p style="text-align: left; "><strong>As Políticas Culturais como Variáveis Indispensáveis ao Desenvolvimento</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left; "><a style="text-align: left; " href="https://www.iea.usp.br/noticias/institucionalidade-da-cultura" class="external-link">Notícia: "As políticas culturais como pré-requisito para o desenvolvimento da América Latina"</a></li>
<li style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo" class="external-link">Vídeo</a><span> | </span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo-22-de-setembro-de-2015-1" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-cultura" class="external-link"> 
<hr />
Leia outras notícias<br />sobre cultura</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre os objetivos do grupo de estudo está a discussão de novas formas de cultura, suas consequências e as questões de política cultural envolvidas, como no caso da alocação de recursos: “Nos últimos 20 anos do século 20 a ideia era construir centros de cultura físicos; a questão agora pode ser outra”.</p>
<p><strong>Atraso</strong></p>
<p>Segundo Teixeira, “o Brasil está atrasado nas discussões das questões e dilemas que o país deve enfrentar enquanto cultura e civilização em função das transformações tecnológicas, ao passo que no resto do mundo já há dezenas de institutos tratando dessas questões”.</p>
<p>Ele considera que as humanidades no Brasil pensam muito sobre o passado e o presente e pouquíssimo sobre o futuro. “Utilizam-se argumentos aparentemente muito sólidos para evitar a questão: 'Por que me preocupar com o futuro se há suficientes problemas do presente para resolver?'. Mas não teremos futuro se não nos preocuparmos com ele.”</p>
<p>Mesmo entre aqueles nas humanidades que se preocupam com o porvir, com o desenvolvimento, com o crescimento cultural, Teixeira vê um contrassenso: “É comum aqui, nessa área, dirigir para a frente, mas olhando o tempo todo pelo retrovisor, buscando orientação em conceitos dos séculos 19 e 20. Isso com certeza resulta em acidente."</p>
<p>“Estamos trabalhando com uma ideia de homem que provém do Iluminismo, da Revolução Francesa, um ser separado da natureza, que quase se justifica por se sobrepor a ela e dominá-la. Dessa separação entre natureza e cultura veio boa parte da ideia de modernidade, do homem, de natureza e de cultura. E essas ideias talvez não se justifiquem mais.”</p>
<p>As humanidades deveriam provavelmente, por hipótese, associar novamente natureza e cultura, constituindo-as num novo aparelho conceitual que dê conta da nova ideia de homem e do mundo, mas isso não está acontecendo no Brasil, de acordo o pesquisador.</p>
<p>“Não se trata de ignorar o passado, mas reconhecer que há uma cisão entre a ideia moderna de ser humano e a realidade que estamos vivendo.”</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>O grupo também irá discutir a educação diante do novo arsenal tecnológico disponível: “Em artes, por exemplo, que tipo de formação é preciso oferecer ao aluno? Alguns países disponibilizam, para ensino e pesquisa, recursos de computação com um poder de processamento, a título de exemplo,  700 vezes maior que o do cérebro humano.  Sabendo que uma das fontes de riqueza do futuro (já é do presente) é a produção de conteúdo, o copyright, como oferecer a formação adequada às novas gerações de estudantes? Ou como contornar isso, caso não seja possível contar com o mesmo tipo de recursos físicos?”</p>
<p>Em 2015, o Ministério da Educação do Japão orientou as universidades a se dedicarem mais a áreas práticas e profissionais, abrindo o caminho para que reduzissem ou fechassem muitos departamentos de humanidades. Na opinião de Teixeira, "em vez de ficarmos apenas condenando o Japão, deveríamos nos perguntar por que um país com uma cultura tão forte tomou essa atitude, quais são as falhas na concepção existente do que são as humanidades para que um governo encontre campo livre para adotar essa postura".</p>
<p>As próprias universidades talvez devam sofrer mudanças estruturais: “Antes as pessoas ‘iam’ até aquilo de que precisavam, hoje tudo ‘é levado’ a elas. Nesse sentido, as universidades como centros fixos podem ser uma ideia em cheque. Não se trata de dizer que elas vão acabar, mas é possível que  mudem substancialmente. Para que não se alterem tão profundamente, caso essa mudança não seja propícia, o que deve mudar dentro delas?” Ele se pergunta se as universidades não estão a caminho de se tornarem centros de pesquisa avançada, em nível de pós-graduação, inclusive no campo das humanidades.</p>
<p>Teixeira alerta que as humanidades terão de dar conta da reflexão sobre a própria transformação física do ser humano e da possível emergência da inteligência artificial complexa.</p>
<p>“Já existe hoje o recurso a enxertos de metal para substituir ossos, assim como órgãos totalmente artificiais e pesquisas para a produção de órgãos humanos por meio de impressoras 3D. Há indicações de que dispositivos de realidade virtual vão mudar completamente nossa experiência do cinema e do jornalismo: em 3D, a guerra reportada estará acontecendo dentro de nossa cabeça, não só na tela à nossa frente.”</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>No caso do trabalho, graças às tecnologias de automação e inteligência artificial, Teixeira vislumbra o fim possível da “moral rígida, puritana, de que o homem está condenado a ganhar o pão com o suor de seu rosto, como determinou Deus ao expulsá-lo do paraíso”.</p>
<p>Ele lembra o livro de Paul Lafargue (genro de Marx) "O Direito à Preguiça" (1880) para comentar que o desejo de se contrapor a essa moral e não trabalhar embute uma revolta: "O homem quer voltar atrás – e isso é ‘revolução’, palavra que significa não só revolver como  também 'voltar atrás' –, quer voltar ao paraíso, onde não precisava fazer nada para viver."</p>
<p>“A aspiração humana à preguiça é tabu, graças aos resquícios de uma certa ideologia religiosa; mesmo ideologias materialistas insistem no valor do trabalho em oposição ao capital”, diz Teixeira. O problema não seria o fim do trabalho, mas “como distribuir a riqueza produzida pela máquina de modo a permitir uma vida com pouco ou nenhum trabalho, nos termos em que hoje se define essa atividade”.</p>
<p>A possibilidade de o homem ficar livre do trabalho graças a máquinas inteligentes e mesmo de ser superado em todos os aspectos cognitivos pela inteligência artificial é a razão de ser do  <a href="https://www.fhi.ox.ac.uk/">Future of Humanity Institute </a>, criado pela University of Oxford, no Reino Unido, em 2005, e do <a href="http://futureoflife.org/">Future of Life Institute</a>, nos Estados Unidos, destaca Teixeira, que aponta também a relevância dos estudos feitos por transumanistas e pós-humanistas.</p>
<p>Segundo ele, alguns especialistas dizem que há 10% de chance de a inteligência artificial nunca ser alcançada plenamente e outros acreditam, pelo contrário, que há 25% de chance de alcançar-se esse patamar já em 2030. “A maioria dos pesquisadores acredita que o homem estará superado se essa máquina for afinal construída. Alguns mais otimistas dizem que isso será a transcendência do homem; outros, que será a destruição do ser humano.”</p>
<p>A discussão atual, comenta, é se poderemos ou não controlar a máquina: “Há gente muito séria dizendo que criar a inteligência artificial vai ser relativamente rápido, mas controlá-la será muito mais demorado e complexo, a ponto de termos de conviver com ela durante algum tempo sem poder controlá-la, o que pode representar um sério ‘risco existencial’, que é como se denomina a possibilidade de extinção da vida humana”.</p>
<p>Mesmo não havendo ainda máquinas com inteligência comparável à humana, embora já existam computadores com capacidade de processamento centenas de vezes superior à do ser humano, os computadores pessoais (“dos quais os smartphones são a versão radical”) já provocaram profundas mudanças em diversos setores, inclusive na produção e no consumo cultural.</p>
<p><strong>Produção cultural</strong></p>
<p>“Qualquer pessoa pode tirar uma fotografia de qualquer coisa a qualquer hora e em seguida inseri-la no circuito de distribuição de imagens, quer a considere como um bem cultural ou não, como um produto a ser vendido ou não. Também é possível, por exemplo, iniciar uma emissora de rádio baseada na internet e difundir música pelo sistema de assinatura ou gratuitamente, neste caso com os custos cobertos por patrocínio.”</p>
<p><span>No entanto, essa "produtividade" não se mostra tão entusiasmante como poderia parecer se avaliada sob a perspectiva da economia política (riqueza gerada, empregos criados e extintos, coesão social ao redor do fato econômico), segundo Teixeira Coelho.</span></p>
<p>Como referência para essa avaliação, ele destaca o livro “Culture Crash: The Killing of the Creative Class” (O Desastre Cultural: O Massacre da Classe Criativa), do jornalista americano Scott Timberg, lançado em janeiro de 2015.</p>
<p>"Timberg fala de uma classe criativa que começa a definhar sem ter conseguido chegar a ser uma entidade claramente definida", explica Teixeira. Um exemplo disso são os dados levantados pelo economista Alan Krueger sobre a distribuição da receita proveniente da atividade musical citados por Timberg: em 1982, 1% dos músicos com as maiores rendas nos Estados Unidos arrecadaram 26% das receitas de shows de todos os músicos no país; em 2003, os mesmo 1% conquistaram 56% da receita total.</p>
<p>"Graças ao modo de difusão das novas mídias, a concentração de renda, para dar razão a Thomas Picketty [autor de "O Capital no Século 21"] aumentou fortemente inclusive no campo da cultura."</p>
<p>Mas não foi só a concentração de renda que se intensificou. Houve também a redução das opções, de acordo com os dados de Krueger: em 1986, 31 canções estiveram no topo das paradas de sucesso, interpretadas por 29 artistas; mas entre 2008 e 2012, 66 chegaram ao primeiro lugar, contudo, quase a metade delas interpretada por apenas seis artistas.</p>
<p>Outros dois dados citados no livro que confirmam a concentração da renda e a redução das opções: dos 75 mil álbuns lançados no mundo em 2010, apenas mil venderam mais de 10 mil cópias; 10 sites respondiam por 31% do tráfego na internet em 2010, em 2015 eles respondem por 75%.</p>
<p>O quadro é complexo e inúmeras são as questões envolvidas. O Grupo de Estudo Humanidades Computacionais começa, portanto, já com o mérito de colocá-las em cena.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-01-28T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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