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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 411 to 425.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/workshops-de-pesquisadores/primeiro-workshop-intergrupos-23-de-novembro-de-2011">
    <title>Primeiro Workshop Intergrupos - 23 de novembro de 2011</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-17T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/a-usp/usp">
    <title>A USP </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/a-usp/usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="viewlet-below-content-title">
<div id="viewlet-above-content-body"></div>
<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/detalhe-do-campus-da-usp-capital" alt="Detalhe do campus da USP, capital" class="image-right image" title="Detalhe do campus da USP, capital" /></p>
<p>A <a href="http://www.usp.br/">USP</a> é uma instituição pública, mantida pelo Estado de São Paulo e ligada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Fundada em 1934 em São Paulo, capital, a universidade oferece 312 cursos de graduação e 222 programas de pós-graduação (com 365 cursos de mestrado e 334 de doutorado), em todas as áreas do conhecimento, além de mais de mil cursos de extensão universitária.</p>
<p>A Universidade conta com  42 unidades de ensino e pesquisa, seis institutos especializados, quatro museus, quatro hospitais, um hospital veterinário e outras instalações distribuídas por oito <i>campi </i>(São Paulo, Lorena, Bauru, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Santos e São Carlos) e outras localidades do Estado.</p>
<p>Sua comunidade inclui 96,3 mil estudantes (cerca de 65% de graduação e 35% de pós-graduação), 5,8 mil professores (99% são doutores e 87% trabalham em regime de dedicação exclusiva) e 14,8 mil técnicos administrativos. Todo ano, cerca de 143 mil candidatos concorrem às 9,5 mil vagas de graduação que a USP oferece por meio do exame vestibular mais disputado do país.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Informações sobre a USP produzidas pela <a class="external-link" href="http://www.usp.br/internationaloffice/">Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional</a></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/quem-somos/a-usp/imagens" class="internal-link">Campi pictures</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/quem-somos/a-usp/guia-de-bolso" class="internal-link">Pocket Guide</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>INDICADORES</strong></p>
<p>A USP é a maior e mais importante instituição de ensino e pesquisa do Brasil. Na última avaliação quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (<a href="http://capes.gov.br/">Capes</a>), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), referente ao período 2014-2017, 39,6 % de seus programas de pós-graduação receberam notas 6 e 7, o que equivale a nível de excelência.</p>
<p>Em 2013, a Universidade foi responsável por cerca de 23% da produção científica brasileira. De acordo com o ranking "SIR World Report", de 2014, elaborado pelo <a href="http://www.scimagoir.com/">SCImago Lab</a>, a USP foi a universidade brasileira que mais publicou artigos científicos de 2008 a 2012. E, considerando-se o número total de publicações nesse mesmo período, foi a quarta universidade do mundo que mais produziu, com 48.156 artigos científicos publicados. Contabilizando apenas os artigos científicos publicados em 2012 e indexados no Web of Science/ISI, a USP totalizou 13.422 publicações.</p>
<p>No cenário internacional, a USP destaca-se por formar o maior número de doutores no mundo - em 2017, foram concedidos mais de 3.091 títulos - e por dispor de 20% dos Programas de Doutorado do Brasil. A qualidade da Universidade é atestada por outros rankings que apontam sua posição de liderança acadêmica não só entre as universidade brasileiras, como também entre as latino-americanas.</p>
<p>A USP foi considerada uma das 100 universidades com melhor reputação segundo o 2013 World Reputation Ranking, produzido pelo "The Times Higher Education" (THE) em parceria com a Thomson Reuters. No ranking das melhores universidades de países emergentes, também produzido pela THE, a USP figura na 11ª colocação. Também foi classificada como a 127ª entre as 200 melhores universidades do mundo pelo QS World University Ranking, preparado pela consultoria Quacquarelli Symonds e divulgado em 2013, sendo a única universidade brasileira a figurar na lista e a melhor colocada entre as latino-americanas. Já no QS World Ranking para a América Latina, é a primeira colocada há três anos consecutivos. Aparece, ainda, entre as 150 melhores universidades do mundo no Academic Ranking of World Universities, também de 2013, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial da Universidade Jiao Tong de Shangai.</p>
<p><strong>INTERNACIONALIZAÇÃO</strong></p>
<p>A internacionalização é uma das diretrizes da USP. A cargo da Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais (Vreri), as políticas para área visam a ampliar e qualificar a atuação internacional da universidade, criando novos laços de integração e fortalecendo os já existentes.</p>
<p>Para isso, a USP vem investindo amplamente em convênios e acordos de cooperação com instituições estrangeiras de todo o mundo. A universidade mantém mais 650 convênios com países dos cinco continentes, que envolvem o intercâmbio de professores, funcionários e estudantes de graduação e de pós-graduação. Atualmente, são cerca de dois mil alunos estrangeiros recebidos por ano e aproximadamente o mesmo número de alunos uspianos enviados para o exterior.</p>
<p>Além disso, a USP participa de redes e consórcios internacionais, entre eles o <a class="external-link" href="https://eacea.ec.europa.eu/erasmus-plus_en">Erasmus Mundus Program</a>, a <a class="external-link" href="http://aulp.org/">Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP)</a> e a <a href="http://www.usp.br/internationaloffice/index.php/programas-e-redes/rede/rede-magalhaes/">Rede Magalhães</a>.</p>
<p><strong>SOCIEDADE</strong></p>
<p>A USP busca disponibilizar o conhecimento que produz para o público externo. Para isso, a universidade faz parcerias com indústrias, empresas e centros de pesquisa, que tornam possível o desenvolvimento de projetos e produtos, bem como a aplicação de novas técnicas e tecnologias de interesse da sociedade.</p>
<p>Baseada no princípio da extensão, a<strong> </strong>USP também desempenha um papel ativo na disseminação da ciência, da cultura e dos cuidados da saúde. Em interação com as comunidades onde está inserida, mantém hospitais, museus, escola, clínica veterinária e outros recursos que beneficiam a população de forma direta, proporcionando serviços diversos, a maior parte deles gratuitos.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Jorge Maruta/Agência USP</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Marilda Gifalli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-02T22:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifestacoes-de-rua">
    <title>As manifestações nas ruas em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifestacoes-de-rua</link>
    <description>Em evento realizando no dia 21 de junho, pesquisadores vinculados ao IEA discutiram motivações, impactos e desdobramentos das recentes manifestações de rua que tomaram conta do Brasil. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?'" class="image-inline" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?'" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O IEA aceitou o desafio de refletir sobre a história no momento em que ela se faz. No dia 21 de junho, 14 pesquisadores vinculados ao Instituto se reuniram no evento <i>O Que Está Acontecendo?, </i>primeiro debate público realizado por uma universidade brasileira sobre as recentes manifestações nas ruas do país.</p>
<p>O evento deu início à série de encontros <i>UTI Brasil</i>, do  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/sociedade-contemporaneas">Laboratório Sociedades Contemporâneas</a> do IEA, voltada para a discussão do significado e do impacto desse momento de efervescência política. Os debatedores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfredo-bosi">Alfredo Bosi</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sergio Adorno</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/bernardo-sorj-iudcovsky" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-da-rocha-carvalheiro" class="external-link">José da Rocha Carvalheiro</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jorge-luiz-pereira-campos">Jorge Luiz Campos</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/arlene-clemesha" class="external-link">Arlene Clemesha</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/nicolas-lechopier" class="external-link">Nicolas Lechopier</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira">Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</a>,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sylvia-duarte-dantas">Sylvia Dantas</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alexey-dodsworth-magnavita-de-carvalho" class="external-link">Alexey Dodsworth Magnavita</a> (também relator), todos vinculados direta ou indiretamente ao IEA. A moderação ficou a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>.</p>
<p>Os principais temas abordados no debate foram a imprevisibilidade das manifestações; uma possível crise da representação e da democracia; a saída do país de um estado de passividade; o sentimento de tédio como fator de motivação; a emergência de valores conservadores nos protestos; o clamor por direitos básicos, particularmente por transporte público, saúde e educação; o protagonismo da violência; a falta de foco das reivindicações; e a urgência de uma reinvenção política. A seguir, as opiniões dos participantes sobre esses e outros temas<i>.</i></p>
<p><i><br /></i></p>
<h2>A voz dos participantes</h2>
<p><span style="text-align: justify; ">IMPREVISIBILIDADE / ESPONTANEIDADE</span></p>
<p style="text-align: justify; ">"O modelo inaugural disso é o maio de 68 francês. Nós temos nesse quase meio século movimentos que surgem sem a gente saber o que vai surgir e quando vai surgir. Esses eventos são de certa forma grandes surpresas. Acontecimento em inglês é happening, e happening em português é justamente esse movimento único, sem ensaio prévio, sem diretor de cena e sem repetição, uma singularidade que geralmente se conota pela festa e alegria." –  <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse tipo de movimento – principalmente da juventude metropolitana –  tem a característica, agora e também no passado, de ser baseado no improviso, na explosão espontânea, de não ter uma liderança ou um partido político para dirigir. Essa espontaneidade é, em grande parte, baseada num tipo de qualidade de vida da juventude, da movimentação, do movimentar, do transitar. A possibilidade de se mover no espaço urbano é fundamental para essa juventude." – <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse movimento é construído, mas a adesão é espontânea e finalmente massiva. Isso é muito parecido com o que aconteceu lá [na primavera árabe]. Também no Egito falava-se muito que não se esperava um movimento, que a população estava morta, adormecida, e de repente ela vai para as ruas." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Compartilho apenas em parte o ponto de vista de que o movimento nasceu do tédio e tem uma dimensão espontânea. Os líderes do Movimento Passe Livre estão há oito anos levantamento essa bandeira, propondo manifestações e colocando em debate uma questão extremamente importante, que é o modelo de política pública de transporte nas grandes metrópoles brasileiras, inteiramente fracassado. Então eu acho que o movimento não é inteiramente espontâneo." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PARTICIPAÇÃO POLÍTICA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esses movimentos têm seus mártires, seus mortos, mas mesmo assim têm um elemento forte de festa e de inserção de não participantes no espaço público." – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O movimento teve essa capacidade de detonar um estopim que de alguma maneira mobilizou, levou as pessoas às ruas, levou as pessoas a perceberem, particularmente a juventude, que têm a possibilidade de intervir no país, que, se querem influir, essa é a oportunidade de participar." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Temos vontade de participação política. Mas não há uma cultura política. Ou seja, a questão da educação política é fundamental nas escolas." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A favor da livre manifestação pública, portanto a favor da livre expressão de valores em si democráticos – este me parece um ponto consensual dos analistas. Governo, imprensa, universidade e todas as instâncias envolvidas no processo são (ou tornaram-se) unânimes no reconhecimento do direito de manifestação de segmentos da população. É um ganho que convém realçar em primeiro lugar." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DESDOBRAMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As consequências de um acontecimento vão muitíssimo além das suas causas, muitíssimo além dos 20 centavos, nesse caso". – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"É uma incógnita os rumos que isso vai tomar. De qualquer forma, tivemos aí certa catarse. Mas penso que os movimentos que têm um percurso, uma reflexão, uma elaboração – e isso é distinto das manifestações catárticas – com certeza vão poder direcionar esses rumos, vão poder recuar, questionar, para novamente direcionar." — <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O movimento fazer um balanço do que já conseguiu até agora implica na possibilidade, na capacidade de examinar o conjunto de temas que apareceram nas diferentes manifestações e, de alguma maneira, entender como organizar essas novas demandas e de que maneira elas podem se transformar em elementos de continuidade do movimento." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TÉDIO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A diferença do Brasil é que as manifestações acontecem em ambiente absolutamente democrático, ao contrário do que aconteceu na Tunísia, no Egito e em outros lugares onde também há esse detonador. Talvez o problema, para nós, não seja tanto a opressão, seja até mesmo o tédio." – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TRANSPORTE PÚBLICO / TARIFAS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O que está acontecendo? É a pergunta prioritária, pois exprime o sentimento de perplexidade de que fomos tomados em face de um movimento de tamanha proporção, não só aparentemente, mas explicitamente dirigido como protesto pelo aumento de 20 centavos nas tarifas de ônibus da cidade. Quem está se manifestando são jovens que estão tendo oportunidade de, talvez pela primeira vez, protestar maciçamente contra o que lhes parece abuso do poder estatal em um dos itens vitais do cotidiano, que é o valor das tarifas de transporte público." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"É um movimento de jovens que têm uma história e que têm um propósito muito claro, muito objetivo, voltado para a questão do transporte público. É um movimento que começa com um objetivo muito claro. Mas alguns falam: ‘Mas apenas 20 centavos? Reles 20 centavos?’ Somos um país de extrema desigualdade: o gasto com transporte público para grande parte da população significa 30% de seu orçamento. Isso é algo para lá de absurdo. Esse aumento no orçamento de uma população que ganha um salário mínimo é tremendo. A gente precisa tocar num ponto: os lucros das grandes empresas de transporte. Essa conquista do não aumento traz a questão das grandes corporações (...), porque as grandes corporações é que gerem o sistema mundial. (...) Quando se fala aqui do transporte, está se atacando uma das corporações que têm grande força neste país, em detrimento da população." — <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"[A gratuidade do transporte] não é um detalhe, porque há coisas que não deveriam ter preço. E o mundo do crescimento econômico não deixa espaço para a gratuidade. Eu diria que essa reivindicação do transporte talvez seja mais fundamental do poderíamos pensar." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A coisa mais importante que deveria ser abolida agora, não só em São Paulo, é a catraca no ônibus. (...) É um absurdo que, para entrar no ônibus, eu tenha que passar por uma catraca". – <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>CRISE DA DEMOCRACIA / CRISE DA REPRESENTAÇÃO</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo-2" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 2" class="image-right" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 2" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse é um aspecto fundamental: a democracia puramente formal e representativa em termos eleitorais está em crise, e o seu descrédito merecido exige alguma resposta, ainda que difusa e insuficientemente articulada." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O que está acontecendo é um enorme mal-estar com a democracia que temos no Brasil. Esse mal-estar está relacionado com a qualidade da democracia (...). Provavelmente a área de maior déficit é a da representação. Os partidos estão muito mais preocupados em chegar ao poder e nele se manter do que propriamente em estabelecer e manter conexões com os eleitores (...). Os partidos fracassaram, inclusive os partidos que nasceram dos movimentos sociais, como foi o caso do PT (...). Na dinâmica do presidencialismo de coalizão que vigora no Brasil, os partidos são chamados a compor a grande coalizão que governa e que portanto tem uma lógica de se manter no poder custe o que custar, mesmo que seja ao custo da corrupção (...). Não houve um líder de partido no Brasil, da situação ou da oposição, que dissesse qual é a sua posição em relação às demandas que estão nas ruas e o que os partidos propõem em relação a elas. Mais grave do que isso foi o fato de que nem o presidente do Congresso, nem o da Câmara, nem o líder do governo e nenhum líder da oposição vieram a público para estabelecer uma conexão. Essa ausência de conexão cobra um preço da democracia brasileira e daí o mal-estar que nós estamos vivendo." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Atualmente, ninguém quer se representado. Existe um conflito entre quem tem o poder de representar e quem tem o poder de ser representado. A autorrepresentação está destruindo o sistema de divisão comunicacional do trabalho – que era baseado na dimensão industrialista, do passado – e afirmando um novo tipo de subjetividade muito pluralizada, que não quer mais delegar a ninguém a força de se representar, de se narrar. Durante esse tipo de manifestação – e esse é o lado mais lindo para mim – não houve ninguém falando num comício público, com microfone. Eu acho isso fundamental, porque é baseado num tipo de afirmação crescente da autorrepresentação." — <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Torcidas organizadas, gente da periferia dizendo: estamos cansados de ser explorados, temos uma mensagem a dar e nenhum partido político nem nenhum grupo está respondendo a isso." — <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"De acordo com a avaliação da 'The Economist', o Brasil ocupa uma posição democrática, mas ainda não é uma democracia plena, pois existem pontos que são delicados para nós. Por exemplo, tiramos uma nota muito alta no critério pluralismo partidário e notas muitos baixas em dois critérios que chamam a atenção: participação política e cultura política". — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PASSIVIDADE E CATARSE</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Nós estávamos tomados por um estado de melancolia (...), de que as coisas estão tão complexas, de que somos tão impotentes que não há como sair disso. E de repente essas manifestações começam a acontecer aqui, no nosso país, em que todos achavam que nossa juventude estava alienada e que todos estávamos tomados por uma passividade muito grande. De repente a população vê os jovens se manifestando e também quer se manifestar, porque é vida, porque significa sair desse estado de certo sonambulismo, uma anestesia pela qual todos estavam tomados. Outros jovens, então, começam a participar desse movimento. É um momento de catarse, em que as pessoas estão colocando para fora a vivência de uma dissonância cognitiva (...), em que sua percepção da realidade não está de acordo com o que é dito. E o que é dito? Que somos a 7ª economia do mundo, que estamos melhorando, que a classe média está se expandindo, coisas muitos positivas que são colocadas e propagandeadas." – <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"No Egito, Tunísia, nos países árabes – terríveis ditaduras – a população teve que romper a barreira do medo. E aqui a população rompeu a barreia da apatia." – <strong><i>Arlene Chemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DIREITOS BÁSICOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O acesso à saúde, à educação, aos direitos básicos nos são negados, são o tempo todo ultrajados. As nossas instituições estão esfaceladas. Essa contradição que todos vivem no dia-a-dia foi trazida à tona, elas podem ter uma voz". – <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A questão dos 20 centavos parece um detalhe, mas não é. Talvez seja de maior importância política, porque o transporte público é um bem básico, como a saúde, a água, a alimentação saudável. Acho importante ressaltar também que o transporte não é uma questão qualquer." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As manifestações têm um gatilho e outras reivindicações que aparecem, mas a área da saúde é tratada de uma maneira superficial. E ela tem que ser tratada de uma maneira global e local (...). O movimento tem que focar mais. Essa é uma questão que tem que ser pensada. E eu reivindico que um foco importante seja direcionado à área da saúde (...). Que não seja obrigatoriamente único, mas que seja explicitado de uma maneira muito clara." – <strong><i>José da Rocha Carvalheiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Não se trata de um problema de manifestação da presidente, mas de como o governo, no seu conjunto, vai tomar as pautas, os temas que apareceram, como propostas de solução dos problemas que estão colocados, particularmente no que diz respeito às políticas públicas mais importantes: saúde e educação." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>REINVENÇÃO POLÍTICA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Houve uma interrupção da comunicação política entre os atores, que é um elemento fundamental na ação política. Quer dizer, não havia mais a possibilidade de estabelecer um canal de comunicação ou vias aceitáveis de comunicação (...). Nós estamos atravessando um novo momento de interrupção dessa comunicação. Isso significa um exercício de reinvenção política (...). Ou seja, os canais que são considerados legitimamente aceitos, de expressão, de reivindicação, de participação, de alguma maneira parecem esgotados. Ou parecem insatisfatórios. Há todo um exercício de encenação política, de pôr essa insatisfação, essa efervescência, num espaço público de grande audiência e de grande visibilidade". – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong><strong><i> </i></strong><i>(Relacionando, no início, as manifestações atuais e a invasão da Reitoria da USP em 2007.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">"Talvez esse seja o momento de os partidos e as instituições tão desacreditadas ouvirem o que as pessoas estão tentando dizer e fazerem esse exercício de reinvenção política. A gente está precisando urgentemente dessas instituições de outra maneira, reinventadas. Do jeito que elas estão, o descrédito só tenderá a crescer." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>VIOLÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"[Os jovens manifestam-se também] contra, obviamente, a repressão policial, aspecto que nos inquieta a todos, pois a presença indesejada de grupos dispostos ao vandalismo provoca um endurecimento perigoso das forças de segurança." – <strong>Alfredo Bosi</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Não a juventude paulistana ou carioca que imagina imitar Istambul. Eu acho que foi o contrário: na minha fantasia, foi a polícia paulistana, foi Haddad e Alckmin que imitaram e tentaram replicar o que aconteceu na Turquia." — <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Houve uma violência da polícia, que todos nós recusamos, criticamos, e que de certo modo foi um grande detonador. E aí pudemos refletir: para muitos isso rememorou os acontecimentos da ditadura, para outros a ideia de que a polícia é sempre violenta e, portanto, tem que ser combatida. O discurso que conecta violência e protesto político está sendo requalificado. Até os anos 70, ele era legítimo, ou seja, a violência estava ligada ao fim da opressão, com os movimentos de descolonização, com a ideia de que a violência era um instrumento da política. O que a gente assiste a partir dos anos 70? O tempo todo uma desqualificação da violência, quer dizer, a violência não é um meio da política, a violência é a não-política. Parece que agora está havendo uma tentativa de retomar a questão da violência como um lugar da política." – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A violência que foi mencionada tem um significado muito forte, por mais assustador e negativo que seja em muitos momentos. É realmente uma voz oprimida rompendo, e ela precisa ser ouvida. Há também muitas denúncias, similares ao que aconteceu no Egito, de que bandidos pagos estão infiltrados nas manifestações. Isso pode estar acontecendo." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A gente tem um momento pontual que é o da violência da polícia militar (...). A violência muda tudo. No outro ato já havia 65 mil pessoas em São Paulo, inclusive aquelas que estavam reclamando que a ordem estava sendo atrapalhada." — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>CONSERVADORISMO / DIREITA</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo-3" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 3" class="image-right" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 3" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Ontem houve agressão física por parte de pessoas participantes do movimento: a quem estava com bandeiras, a quem fazia parte de movimentos sociais já com uma trajetória histórica, a homossexuais, enfim, acho que houve uma guinada conservadora ontem bastante preocupante." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Minha preocupação agora é com o fascismo (...). A gente foi hackeado pela mídia, pela direita, e todo mundo foi para a rua. E aí a coisa saiu de controle. Como não tem pauta, todo mundo levou o desejo contido de protestar contra tudo e contra todos. E agora temos que controlar o monstro que colocamos na rua." — <strong><i>Jorge Luiz Campos</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Após todo esse início, que teve aspectos muitos positivos, começam a aparecer grupos oportunistas – uma direita, um movimento fascista (...). Corre-se o risco que eles usurpem a própria aparência para o público geral e a própria condução e direção para onde esse movimento vai. E é nesse vácuo de compreensão, de comunicação que esses movimentos fascistas estão aparecendo e tomando a liderança de um movimento que surgiu tão bonito." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Começa-se a perceber os sinais de cooptação do movimento (...), começa-se a notar que há uma aproximação de outras pautas (...). Começa-se a notar uma fagocitação do que o Movimento Passe Livre pretendia por movimentos extremamente conservadores (...). São pessoas usando a imagem obtida pelas manifestações para passar uma mensagem de golpe. Isso é muito perigoso. O Movimento Passe Livre fez o que tinha que fazer. Ocupou o espaço público, se manifestou, se expressou ao notar que estão tentando manipulá-lo, que estão tentando usá-lo. O que o Movimento faz? Se retira, faz muito bem. Para quê? Para que esses oportunistas de carteirinha voltem para onde nunca deveriam ter saído." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DIVERSIDADE DAS REIVINDICAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"São movimentos que vão muito além do que o que os convocou e nos quais se projeta numa tela tudo que a sorte deseja, inclusive de caráter contraditório. Daí sucede também que com frequência o resultado lhes seja subtraído". – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Se a gente olhar as manifestações, cada um tem o seu cartaz. Ainda que cada cartaz reflita um sentimento coletivo, ele é uma leitura singular de uma experiência coletiva, de uma comunicação política interrompida. Eu acho que essa experiência precisa ser pensada, quer dizer, o que ela quer, aonde ela quer chegar, e porque essa recusa desses mecanismos." – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Para poder de alguma maneira prosseguir na reivindicação e no significado que teve inicialmente, o movimento tem que definir outras metas extremamente objetivas, tal como a meta de baixar de R$ 3,20 para R$ 3,00. Será necessário definir metas dessa natureza." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse movimento é elaborado pelo Movimento Passe Livre, ou seja, é iniciado com uma pauta clara. Dizer que é difuso, que não se sabe o que quer, isso é depois. Mas o movimento nasce com uma pauta muito objetiva." — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Tem foco: o foco do Passe Livre é o passe livre, em outro foco vai ser outro movimento. Agora, a pauta da corrupção é uma pauta da direita infiltrada, é uma pauta genérica. Não se discute corrupção; se discute casos de corrupção." – <strong><i>Jorge Luiz Campos</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ESPAÇO PÚBLICO / ECOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Um elemento que não foi falado aqui e que me parece fundamental é a ideia de retomada do espaço público, a ideia do direito à cidade como espaço de encontro, de confronto (...). Não é à toa que as pessoas vão para a rua, não basta só estar conectado pela internet." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A gente aqui faz um link entre o movimento no Brasil e o movimento na Turquia, bastante recentes. Os dois têm uma questão inicial que trata dos nossos modos de viver, do meio ambiente, da questão da urbanização, da mobilidade, do transporte. Isso não é um acaso. Há uma ligação forte entre os novos movimentos sociais e a questão da ecologia, sem se reduzir à dimensão ecológica." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As pessoas que reclamam do movimento acham que se manifestar contra alguma coisa é reunir os estudantes no Masp, cantar “Coração de Estudante” e soltar uma pomba da gaiola. Mas não é assim. Para realizar um movimento que cause uma transformação, é preciso perturbar a ordem. Se não perturbar a ordem minimamente – não quer dizer praticar violência ou vandalizar o patrimônio público ou privado –,  não causa o impacto necessário." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ECONOMIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Uma coisa comum [entre o movimento no Brasil e outras primaveras] é a insuficiência do crescimento econômico para construir um sentido comum, como meta coletiva de nossa vida em sociedade. Talvez a chave de interpretação seja a característica perigosa do crescimento econômico infinito (...), o problema é a questão da economia, do papel do dinheiro, e aí eu estou voltando à questão do transporte e da gratuidade do transporte." – a <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA</span><strong><i><br /></i></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Laboratório Sociedades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Manifestações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-27T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2011/institutos-especializados-seu-papel-na-usp-24-de-marco-de-2011">
    <title>Institutos Especializados - Seu Papel na USP - 24 de março de 2011</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2011/institutos-especializados-seu-papel-na-usp-24-de-marco-de-2011</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-26T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/hamilton-varela-e-nomeado-vice-coordenador-do-polo-sao-carlos">
    <title>Hamilton Varela é nomeado vice-coordenador do Polo São Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/hamilton-varela-e-nomeado-vice-coordenador-do-polo-sao-carlos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/hamilton-varela" style="float: right; " title="Hamilton Varela" class="image-inline" alt="Hamilton Varela" />O professor Hamilton Varela, do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, foi nomeado vice-coordenador do Polo São Carlos do IEA no dia 21 de maio. Ele foi designado pelo reitor João Grandino Rodas a partir de lista tríplice de nomes escolhidos pelo Conselho Deliberativo do Instituto.</p>
<p>Varela atua no IEA há alguns anos. É o representante do Instituto na Comissão de Museus da USP, um dos curadores da <a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/memoria-institucional/metacuradorias/projetos" class="external-link">metacuradoria Abstração</a> e coordenador, no <a href="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos" class="external-link">Polo São Carlos</a>, do Grupo de Pesquisa de Sistemas Complexos.</p>
<p>Graduado em química pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Varela tornou-se mestre em físico-química pela USP e doutor em ciências naturais pelo Instituto Fritz Auber da Sociedade Max Planck, com defesa de tese em química na Universidade Livre de Berlim, ambos da Alemanha. Realizou pesquisa de pós-doutorado no Departamento de Física Experimental da  Universidade Técnica de Munique, também na Alemanha, e no IQSC, do qual é professor desde 2007. Sistemas complexos, dinâmica não-linear e eletroquímica são os temas de trabalho enfatizados nas suas pesquisas na área de físico-química.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro  Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-27T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/sistema-de-escolha-do-reitor-e-vice-reitor-na-usp">
    <title>Sistema de escolha do Reitor e Vice-Reitor na USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/sistema-de-escolha-do-reitor-e-vice-reitor-na-usp</link>
    <description>O debate teve como coordenador o professor Oswaldo Baffa, Coordenador do IEA, Polo Ribeirão Preto, e o palestrante foi o professor do Instituto de Física da USP São Carlos (IFSC) Luiz Nunes de Oliveira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O IEA, Polo Ribeirão Preto, promoveu o debate “O sistema de escolha do Reitor e  Vice-Reitor na USP”, no dia 20 de maio, às 14h30, o evento aconteceu no Salão de Eventos do  Centro de Informática da USP Ribeirão Preto (CIRP).</p>
<p>O debate teve como coordenador o professor Oswaldo Baffa, Coordenador do IEA, Polo Ribeirão Preto, e o palestrante foi o professor do Instituto de Física da USP São Carlos (IFSC) Luiz Nunes de Oliveira, representante  da categoria docente dos Professores Titulares no Conselho Universitário  da USP, que explicou o processo e os procedimentos envolvidos no  sistema de escolha do Reitor e Vice-Reitor, apresentando importantes  propostas que estão sendo debatidas dentro deste tema.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-22T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica">
    <title>Collegium de Lyon: estudos avançados pautados pela liberdade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/collegium-de-lyon-estudos-avancados-pautados-pela-liberdade-cientifica</link>
    <description>O presidente do Collegium de Lyon, França, esteve no IEA para falar sobre as particularidades, o funcionamento e os objetivos da instituição.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-410">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/conferencia-de-olivier-faron" alt="Conferência de Olivier Faron" class="image-inline" title="Conferência de Olivier Faron" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">Olivier Faron (<i>à esq.</i>) disse que a liberdade temática<br />é essencial para atrair cientistas de destaque</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O <a class="external-link" href="http://www.collegium-lyon.fr/the-collegium-de-lyon-22218.kjsp?STNAV=&amp;RUBNAV=">Collegium de Lyon</a> destaca-se no horizonte científico da França como um centro de pesquisa inovador por combinar três características fundamentais: independência, interdisciplinaridade e abertura internacional.</p>
<p><span>A afirmação sintetiza as principais ideias apresentadas na conferência internacional </span><i>O Collegium de Lyon: Um Instituto de Estudos Avançados Francês</i><span>. No evento, realizado pelo IEA no dia 10 de maio, Olivier Faron, presidente da instituição, falou sobre as particularidades, o funcionamento e os objetivos do seu instituto.</span></p>
<p>Fundado em dezembro de 2006, o Collegium é a sede do <a class="external-link" href="http://rfiea.fr/">Réseau Français des Instituts d'Études Avancées</a> (RFIEA), rede criada pelo governo francês, também em 2006, que congrega mais três institutos de estudos avançados da França: o Institut Meditérranéen de Recherches Avancées, o Institut d'Études Avancées de Nantes e o Institut d'Études Avancées de Paris.</p>
<p class="p2"><span>O RFIEA faz parte dos University-Based Institutes for Advanced Study (</span><a class="external-link" href="http://www.ubias.net"><span class="s1">Ubias</span></a><span>), rede que reúne 33 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo mundo, entre eles o IEA.</span></p>
<p class="p2"><span><strong>Autonomia</strong><br /></span><span>Segundo Faron, a questão central na criação do Collegium de Lyon era como definir uma noção própria de instituto de estudos avançados em face do trabalho realizado por outras organizações científicas francesas: "Chegamos à conclusão de que havia necessidade de criar um ambiente inovador, que possibilitasse aos pesquisadores chegar a novas frentes de pesquisa e proceder com rupturas epistemológicas".</span></p>
<p class="p2"><span>Para que isso fosse possível, as decisões sobre a política científica do instituto foram deixadas a cargo de um Conselho Científico internacional e independente. Faron enfatizou outros dois fatores para a constituição desse ambiente: a abertura do instituto a pesquisadores de todo mundo, o que inclui os integrantes do Conselho; e a vocação interdisciplinar, associada à liberdade de escolha das temáticas.</span></p>
<p class="p2"><span>De acordo com o conferencista, quando o Collegium deu início às suas atividades, optou-se por traçar programas de pesquisa, definindo temas de concentração. "Rapidamente nos demos conta de que o sistema de programação rígida era esterilizante, não funcionava", disse, ressaltando que essa circunscrição não contribuía para atrair os melhores pesquisadores.</span></p>
<p class="p2"><span>Ele destacou que cientistas renomados, capazes de resultados originais, só começaram a se interessar pelo instituto quando a programação fixa foi abandonada e substituída pela liberdade temática, que deu espaço para a proposição de projetos de pesquisa pioneiros e interdisciplinares.</span></p>
<p class="p2"><strong> </strong></p>
<p class="p1"><strong>Visitantes<br /></strong><span>Os pesquisadores visitantes podem permanecer no Collegium de Lyon por um período sabático de cinco ou dez meses, quando têm a oportunidade de se dedicar inteiramente à pesquisa, sem se preocupar com obrigações administrativas ou ligadas à docência.</span></p>
<p class="p2"><span>Os convites acontecem durante todo o ano, sem muita burocracia, e são pautados pela excelência acadêmica. Segundo Faron, "é importante convidar colegas que tenham suas próprias competências, que agreguem valor ao instituto e gerem resultados relevantes".</span></p>
<p class="p2"><span>Para garantir que isso ocorra, o Conselho Científico guia-se por quatro critérios de seleção principais: a qualidade científica do projeto, os aspectos inovadores, os resultados esperados e o impacto previsto considerando-se o perfil de pesquisa da região de Lyon.</span></p>
<p class="p2"><span>Além disso, cada pesquisador visitante conta com um mentor local, que se encarrega de ambientá-lo no panorama científico de Lyon e de articular seu projeto com as pesquisas em curso na cidade.</span></p>
<p class="p2"><span><strong>Sala Verde</strong><br /></span><span>A conferência do presidente do Collegium de Lyon faz parte da série de eventos organizados pelo IEA para promover uma reflexão sobre o papel dos institutos de estudos avançados e para estimular o intercâmbio entre instituições desse tipo. Esses debates, de caráter metacrítico, integram as diretrizes do </span><span class="s1"><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos-1/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017" class="external-link">Projeto de Gestão 2012-2017</a></span><span> e estão sediados na </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde"><span class="s1">Sala Verde</span></a><span> do site do Instituto.</span></p>
<p class="p2"><span>O primeiro evento aconteceu em 2011, quando Peter Godard, então diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span class="s1">IAS de Princeton</span></a><span>, EUA, e Eliezer Rabinovici, então diretor do </span><a href="http://www.as.huji.ac.il/"><span class="s2">Instituto de Estudos Avançados</span></a><span> da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, estiveram no IEA para falar sobre a dinâmica de seus institutos e a especificidade dos estudos avançados.</span></p>
<p class="p2">Em 2012, Aditya Mukherjee, diretor do <a class="external-link" href="http://www.jnu.ac.in/"><span class="s1">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</span></a>, participou de um <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas.html" class="external-link">encontro</a> no IEA, no qual tratou da origem e do perfil acadêmico tanto do seu instituto quanto da universidade que o acolhe no encontro.</p>
<p class="p2">Os eventos se intensificaram em 2013. Além de Faron, representantes de dois outros institutos já estiveram no IEA. Em fevereiro, Dapeg Cai e Susumu Saito, pesquisadores do <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/"><span class="s1">Instituto de Pesquisa Avançada</span></a> da Universidade de Nagoya, fizeram uma <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-academia-de-vanguarda"><span class="s1">exposição</span></a> sobre as boas práticas adotadas pela instituição para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span class="external-link"><i>assista ao vídeo</i></span></a>).</p>
<p class="p2"><span>Em abril, foi a vez de Malcom Press, diretor do </span><span class="s1"><a class="external-link" href="http://www.birmingham.ac.uk/research/activity/ias/index.aspx">Institute of Advanced Studies</a></span><span> (IAS) da University of Birmingham, Reino Unido, visitar o IEA para </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido"><span class="s2">apresentar</span></a><span> o processo de desenvolvimento do IAS, os resultados do primeiro ano de atividades e as expectativas em relação ao futuro (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-de-birmingham-o-ano-do-desenvolvimento-e-planos-para-o-futuro?searchterm=birmingham" class="external-link"><i>assista ao vídeo</i></a>).</span></p>
<p class="p2" style="text-align: right; "> </p>
<p class="p2" style="text-align: right; "><span>Foto: Sandra Codo/Divcom<br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conferencistas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-14T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao">
    <title>Novos passos rumo à internacionalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao</link>
    <description>O diretor do IEA, Martin Grossmann, participou de encontro dos diretores dos Ubias, realizado na Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg/@@images/6de63958-35d7-4596-8efc-c05bd6af8de4.jpeg" alt="Eliezer Rabinovici" title="Eliezer Rabinovici" height="295" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eliezer Rabinovici, ex-diretor do IEA da Universidade  Hebraica de Jerusalém, fala sobre o papel dos Ubias</dd>
</dl>O IEA esteve presente no encontro dos diretores dos <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a> - rede que integra 32 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo. O evento, que teve como tema Shaping the Future: Navigating a Changing World, aconteceu nos dias 4 a 6 de março, no <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/">Instituto de Estudos Avançados da Universidade Hebraica de Jerusalém</a>, em Israel.<br /><br /><span>Os participantes fizeram um balanço dos três anos de existência da rede, trocaram experiências, trataram de planos de cooperação bilaterais e multilaterais e definiram estratégias de interação e colaboração, além de debater questões ligadas a transformações globais em curso, como a primavera árabe e o futuro do ensino superior e da pesquisa.<br /></span><span><br /><strong>Contribuições do IEA </strong><br /></span><span>No encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, fez uma exposição sobre os resultados do primeiro ano do </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link">Projeto de Gestão</a><span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link"> 2012-2017</a> e apresentou, junto com Dapeng Cai, pesquisador do </span><a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a><span> (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" class="internal-link">Academia Intercontinental</a><span> - iniciativa experimental dos Ubias sob a responsabilidade do IEA e do IAR, que visa promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e culturas.</span></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O conceito da Academia, apresentado por Grossmann e Cai pela primeira vez aos integrantes do Ubias, se resume na expressão "2+2+2+2": dois institutos da rede de dois continentes vão se unir para o desenvolvimento de uma pesquisa conjunta ao longo de dois anos, período em que serão realizados dois workshops. Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e universidades do mundo para se dedicar a um estudo colaborativo de caráter interdisciplinar, sob a orientação de três cientistas seniores.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><strong><br />Consolidação dos Ubias </strong><br />O encontro dos diretores em Israel é o terceiro evento promovido pelos Ubias. O primeiro foi em outubro de 2010, quando aconteceu a conferência de fundação da rede, sediada pelo <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/home-en?set_language=en">Freiburg Institute for Advanced Studies</a> (Frias) da Albert-Ludwigs-Universität Freiburg, em Friburgo, Alemanha. O evento reuniu 32 institutos de estudos avançados de 19 países de cinco continentes para discutir o tema University-Based Institutes for Advanced Study in a Global Perspective: Promises, Challenges, New Frontiers.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O segundo evento, realizado em março de 2012 no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Jawaharlal Nehru Institute of Advanced Studies</a> (JNIAS) da Jawaharlal Nehru University, em Nova Delhi, Índia, reuniu representantes de oito dos 11 institutos que compõem o comitê de coordenação dos Ubias, incluindo Grossmann. Na ocasião, os participantes definiram propostas preliminares de cooperação entre os institutos, entre elas a criação da Academia Intercontinental.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />Um quarto evento já está agendado para setembro deste ano - a conferência interdisciplinar Scientific and Academic Knowledge, que acontecerá no <a href="http://www.pwias.ubc.ca/">Peter Wall Institute for Advanced Studies</a> da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá.</div>
<p> </p>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; ">
<div class="visualClear">
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="left"><strong>INTEGRAÇÃO DO IEA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Como resultado dos contatos, intercâmbios e debates promovidos pelos encontros dos Ubias, o IEA vem dialogando, articulando parcerias e estabelecendo relações mais estreitas com outros institutos da rede e de fora dela, como é o caso do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span style="text-decoration: underline;">Institute for Avanced Study</span></a> (<span>IAS</span>) de Princeton, nos EUA.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em março de 2011, Peter Goddard, diretor do IAS, e Eliezer Rabinovici, diretor do Instituto da Universidade Hebraica de Jerusalém, foram recebidos pelo vice-reitor executivo de Relações Internacionais da USP, Adnei Melges de Andrade, e pelo então diretor do IEA, César Ades. Tanto Goddard quanto Rabinovici falaram sobre o funcionamento de seus institutos e sobre a especificidade dos estudos avançados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em abril de 2012, foi a vez de Aditya Mukherjee, diretor JNIAS, visitar o IEA. No encontro <i>Democracias de Alta Densidade: Brasil e Índia</i>, Mukherjee tratou das origens e diretrizes acadêmicas do seu instituto e da universidade que o abriga, enquanto Grossmann apresentou o Projeto de Gestão 2012-2017 do IEA. (<i>Assista ao </i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-1" class="external-link"><i><span style="text-decoration: underline;">vídeo-mesa1</span></i></a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-2" class="external-link">vídeo-mesa 2</a>).</p>
<p style="text-align: justify; "><span>A última visita do gênero aconteceu em fevereiro deste ano, quando Cai e Susumu Saito, também pesquisador do IAR, estiveram no IEA para o evento </span><i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i><span>. Cai falou sobre o conceito e o funcionamento da Academia Intercontinental e Susumu fez uma exposição sobre as boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível. (</span><i>Assista ao <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span style="text-decoration: underline;">vídeo</span></a></span></i><span>)</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Discussões sobre eventos como esses e outras atividades relacionadas à dinâmica dos institutos de estudos avançados, às formas de cooperação entre eles e aos encontros organizados pelos Ubias têm lugar na <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde" class="internal-link"><span style="text-decoration: underline;">Sala Verde</span></a></span> - seção do site do IEA que mantém, organiza, debate e apresenta as principais ideias que inspiram e subsidiam o projeto institucional da atual gestão do Instituto.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
</div>
<div class="visualClear"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-15T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto">
    <title>7ª Feira das Profissões da USP será em agosto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto</link>
    <description>O programa, que conta com o apoio do IEA, tem por objetivo contribuir para que estudantes do ensino médio façam uma escolha profissional bem informada. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) realiza, de 9 a 10 de agosto, das 9 ás 17h, a 7ª Feira de Profissões da USP do campus da capital, no Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp). A feira integra o programa </span><em>USP e as Profissões</em><span>.</span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/usp-e-as-profissoes" alt="usp e as profissoes" class="image-left" title="usp e as profissoes" />Iniciativa da PRCEU, o programa tem por objetivo fornecer subsídios aos estudantes de ensino médio para que, com a ajuda de seus familiares e professores, orientem-se na escolha de uma carreira profissional. O programa compreende três eixos de ações:</p>
<ul>
<ul>
<li>o catálogo USP e as Profissões (impresso e <a class="external-link" href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/catalogo_folder.php" target="_blank">online</a>);</li>
<li>as Feiras de Profissões, realizadas duas vezes por ano, uma no campus da capital e outra, em sistema de rodízio, em um dos campi do interior;</li>
<li>as visitas monitoradas às escolas, faculdades, institutos, museus e órgãos da USP (veja o <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/USPPROFI_FOLDER_2013.pdf" target="_blank">calendário</a>).</li>
</ul>
</ul>
<p><span><br />A edição anterior da feira no campus da capital contou com mais de 53 mil visitantes. O evento tem se mostrado uma iniciativa de sucesso no aprofundamento das relações da universidade com as escolas de ensino médio e colaborando com o ingresso consciente dos estudantes em diversos cursos, reduzindo a possibilidade de futura evasão.</span></p>
<p><strong>7ª FEIRA DAS PROFISSÕES DA USP</strong><br /><strong>Data:</strong> 8 a 10 de agosto, das 9 às 17h<br /><strong>Local:</strong> Módulos 1, 2 e 3 do Cepeusp, Praça 2, Prof. Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Informações:</strong> site da <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi" target="_blank">PRCEU</a>, e-mail <a href="mailto:proacult@usp.br">proacult@usp.br</a> e telefones (11) 3091-3575 e 3091-3357</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-12T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/o-mais-jovem-instituto-da-usp">
    <title>"O Mais Jovem Instituto da USP"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/o-mais-jovem-instituto-da-usp</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-09T18:40:03Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/nem-princeton-nem-maputo">
    <title>"Nem Princeton, Nem Maputo"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/nem-princeton-nem-maputo</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-09T18:38:38Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/a-nova-direcao-do-iea">
    <title>"A Nova Direção do IEA"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/a-nova-direcao-do-iea</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-09T18:37:45Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017">
    <title>Projeto de Gestão do IEA 2012-2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-09T18:27:29Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/the-university-of-birminghams-institute-of-advanced-studies-the-year-of-development-and-plans-for-the-future">
    <title>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham: O Ano do Desenvolvimento e Planos para o Futuro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/the-university-of-birminghams-institute-of-advanced-studies-the-year-of-development-and-plans-for-the-future</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apresentação do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham, Inglaterra, pelo seu diretor, professor Malcolm Press. Serão apresentadas imagens e um filme para ilustrar o desenvolvimento do IAS de Birmingham e seus planos futuros.</p>
<p>Na ocasião, também será apresentado o novo site do IEA.</p>
<p>Evento com tradução simultânea.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-08T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham">
    <title>O perfil e os planos do IEA de Birmingham</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham</link>
    <description>As experiências do primeiro ano de funcionamento do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham serão apresentadas em evento no IEA, no dia 11 de abril. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/malcom-press" style="float: right; " title="Malcom Press" class="image-left" alt="Malcom Press" />O professor Malcolm Press, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IAS, na sigla em ingês) da </span>Universidade de Birmingham, Reino Unido, faz no dia 11 de abril, às 15 horas, no IEA, uma apresentação sobre o desenvolvimento do instituto em seu primeiro ano de existência e os planos para o futuro.</p>
<div>
<p>Na apresentação, serão exibidas imagens e um vídeo sobre o funcionamento do instituto. Press estará acompanhado da diretora de Desenvolvimento e Mobilidade Internacional da Universidade de Birmingham, Andrea Edwards. O evento será em ingês, com tradução simultânea. A coordenação será do diretor do IEA, Martin Grossmann.</p>
</div>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"></a>Além de dirigir o IAS, Malcolm Press é pró-reitor da Universidade de Birmingham, onde chefia o College de Ciências da Vida e do Ambiente. Ele se formou em ciências ambientais pela Universidade de Londres em 1980. Concluiu o doutorado em ecologia fisiológica na Universidade de Manchester em 1984. Foi pesquisador associado em projeto de pós-doutorado no University College London e depois voltou a Manchester, em 1989, desta vez como professor. Em 1994, transferiu-se para a Universidade de Sheffield, onde assumiu a cadeira de ecologia em 1997. Em Sheffield, foi chefe do Departamento de Ciências Animal e Vegetal e diretor de Pesquisa para o Meio Ambiente, além de ser membro do Conselho da universidade.</p>
<p style="text-align: right; "><i><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"><strong>Assista ao vídeo (em inglês) com Malcolm Press sobre o IAS de Birmingham</strong></a></i></p>
<p style="text-align: right; "><i><strong><a class="external-link" href="http://200.144.254.127:8080/iea/online/midiateca/iea/">Os IEAs de Nagoya e Nova Delhi também foram apresentados no IEA</a></strong></i></p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Evento marca lançamento do novo site do IEA</strong></h3>
<div class="visualClear">No dia 11 de abril, em seguida à apresentação do IAS de Birmingham, <span>será </span></div>
<div class="visualClear"><span>lançada a versão beta do novo site do IEA.</span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span>Segundo o diretor do Instituto, Martin Grossmann, com a reformulação </span><span>de seu</span></div>
<div class="visualClear"><span>site, "o IEA institui um novo modo de gestão de informação e </span><span>conhecimento ao </span></div>
<div class="visualClear"><span>relacionar o vasto acervo documental do Instituto </span><span>com as demandas atuais em </span></div>
<div class="visualClear"><span>comunicação, exposição, divulgação e intercâmbio".</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span><strong>O INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA UNIVERSIDADE DE BIRMINGHAM: O ANO DO DESENVOLVIMENTO E PLANOS PARA O FUTURO</strong></span></div>
<div class="visualClear"><strong>Tipo: </strong>debate aberto ao público, gratuito e sem necessidade de inscrição<br /><strong>Data: </strong>11 de abril, das 15 horas<br /><strong>Local: </strong>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109,<br />bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Transmissão:</strong> em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="internal-link" target="_blank">www.iea.usp.br/aovivo</a><br /><strong>Informações: </strong>com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1678</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Reino Unido</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-08T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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