<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/news/trd-edition-of-the-ica-will-have-researcher-selected-by-iea" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/censura-economica-seleciona-livros-no-seculo-21-segundo-pesquisador" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/quem-tem-medo-dos-livros-17-de-agosto-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-relaciona-o-poder-dos-livros-com-medo-e-censuras-atraves-da-historia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/news/conference-relates-the-power-of-books-to-fear-and-censure-throughout-history" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/oportunidades-ieas-jerusalem-estrasburgo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/quem-tem-medo-dos-livros" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/news/birmingham-researchers-present-studies-on-social-inequalities-in-brazil-and-india" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-apresentam-estudos-em-que-usam-a-geografia-para-avaliar-desigualdades-sociais" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/programa-ay2017-nagoya" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/news/fear-ubias-topic-of-the-year" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/news/nakaya" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/en/news/iea-30-years-anniverary" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-30-anos-em-sintonia-com-a-ciencia-a-cultura-e-a-sociedade" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/trd-edition-of-the-ica-will-have-researcher-selected-by-iea">
    <title>3rd edition of the Intercontinental Academia will have a researcher selected by the IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/trd-edition-of-the-ica-will-have-researcher-selected-by-iea</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carla-ventura" alt="Carla Ventura" class="image-inline" title="Carla Ventura" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Carla Ventura</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>The Scientific Committee of the third edition of the <a href="http://ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA) has selected Carla Aparecida Arena Ventura, a professor of Nursing at USP's campus in Ribeirão Preto, to participate in the two phases of the program, which will take place in Asia and Europe. Ventura had been one of the three pre-selected candidates by the IEA. In Singapore, the event will from March 19 to 28, 2018. The second workshop, which will be held in Birmingham, will be in March 2019.</span></p>
<p><span> </span><span>Organized by the institutes for advanced studies of the University of Birmingham and the Nanyang University of Technology, Singapore, the next edition of the ICA will have 'Laws: Rigidity and Dynamics' as its theme, which has been chosen to generate an intellectual debate about the concept of laws, since these have different meanings in different settings, cultures and individuals.</span></p>
<p><span>'The theme demands reflection, analysis and comparison to elucidate the origins of laws and the tensions between them. Whether examining laws conceived by the humanity or natural laws, there is potential for great interactions between different disciplines and to generate knowledge from it,' explain the organizers.</span></p>
<p><span>Upon being selected, Ventura will have her travel expenses paid by the IEA, fully or partially, depending on the agreement with the host Institutes.</span></p>
<p>The ICA is a program of the University-Based Institutes for Advanced Study (<a class="external-link" href="http://www.ubias.net">UBIAS</a>), a network that brings together 36 institutes of advanced studies from universities of all continents. The first edition of the program, whose central theme was 'Time', has been organized by the IEA and <span>Nagoya University's </span><span>Institute for </span><span>Advanced Research. The second edition happened in 2016 in Jerusalem and in Bielefeld, with the theme 'Human Dignity.'</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Profile</strong></p>
<p dir="ltr">Carla Ventura holds a degree in International Relations from the University of Brasília (UnB) and a Law degree from UNESP, where she has also obtained her Masters in International Law. In addition to these, she holds a PhD in Administration from USP.</p>
<p dir="ltr">She is currently a professor of the Department of Psychiatric Nursing and Human Sciences at USP's School of <span>Nursing</span> at Ribeirão Preto, where she teaches about human rights, health, development, mental health, bioethics and nursing legislation, among others. She also coordinates a global health research group, leading a team of undergraduates, masters, doctors and postdocs.</p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Photo: USP's School of Nursing at Ribeirão Preto</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Vinicius Sayão.</dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Law</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-15T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/censura-economica-seleciona-livros-no-seculo-21-segundo-pesquisador">
    <title>Censura econômica seleciona livros no século 21, segundo pesquisador</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/censura-economica-seleciona-livros-no-seculo-21-segundo-pesquisador</link>
    <description>Para Jean-Yves Mollier, a censura econômica se manifesta na medida que livros publicados por grandes editoras ou que têm autores renomados são mais divulgados e se tornam mais conhecidos e desejados que outros</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-yves-mollier-e-marisa-midori-deaecto" alt="Jean-Yves Mollier  e Marisa Midori Deaecto" class="image-inline" title="Jean-Yves Mollier  e Marisa Midori Deaecto" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><i>Quem tem medo dos livros?</i> foi apresentado pelo historiador Jean-Yves Mollier, com coordenação de Marisa Midori Deaecto</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A censura, que através da história aconteceu por diversos motivos – político, religioso, moral –, atingiu no século 21 um aspecto econômico, afirmou </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-yves-mollier">Jean-Yves Mollier</a><span>. Professor emérito da Universidade de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, França, ele apresentou a conferência </span><i>Quem tem medo dos livros?</i><span>, no último dia 18 de agosto, coordenada por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto">Marisa Midori Deaecto</a><span>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e integrante do Programa Ano Sabático do IEA. O “medo” será o mote de diversos eventos feitos pelos institutos de estudos avançados integrantes da rede internacional Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study), que o escolheu como</span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias"> tema do ano</a><span>. A ideia é produzir discussão dos aspectos políticos, sociológicos, psicossociais, neurológicos, biológicos e culturais do medo.</span></p>
<p dir="ltr">Mollier dedicou a carreira à história do livro, da edição e das práticas de leitura na França, explicou que em um primeiro momento a censura econômica, no Brasil ou na França, podem parecer inexistentes, já que nesses países é possível publicar qualquer livro, desde que alguma editora aceite fazê-lo. Mas, segundo ele, a censura econômica se manifesta na medida que livros publicados por grandes editoras ou que têm autores renomados são mais divulgados e, claro, se tornam mais conhecidos e desejados que outros. O pesquisador exemplificou sua teoria utilizando a própria França, onde estima-se existir cerca de 700 mil títulos, quantidade que inviabiliza a exibição de todas as obras nas prateleiras, por falta de espaço.</p>
<p dir="ltr">Mas como as livrarias escolhem quais serão exibidos? Não é pela beleza e esteticidade da capa. E nem por escolha do livreiro, que não conseguiria ler 700 mil livros. O critério, segundo Mollier, é que elas vão seguir o conselho e a opinião de quem faz a divulgação, e quem possui a maior capacidade de divulgação são as grandes editoras. Somente os maiores grupos conseguem fazer chegar aos livreiros certos títulos. “São agentes econômicos em ação”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Ele ressaltou que até a década de 90 as editoras conseguiam conciliar o aspecto econômico com o intelectual. Os editores publicavam os livros que seriam bem vendidos – que não necessariamente eram bons – e também os de maior qualidade literária: “De dez livros publicados pela editora, cinco trariam custos a ela, quatro serviriam para equilibrar as contas e haveria apenas um que seria um sucesso de vendas, que permitiria a editora publicar os outros nove e ainda obter lucro.”</p>
<p dir="ltr"><strong>Política e religião</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-yves-mollier-1" alt="Jean-Yves Mollier " class="image-inline" title="Jean-Yves Mollier " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Para Mollier, a censura recuou com programas de alfabetização, mas ainda ocorre em diversas partes do mundo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O pesquisador deixou claro que desde 1945 houve um recuo da censura, de um modo geral. Naquele ano, com grande incentivo da Unesco, todos os países fizeram um acordo para desenvolver programas de alfabetização. Hoje, não há mais nenhum país que a proíba. Apesar do recuo, a censura ainda existe. “Se olharmos de perto, todos os países concordam em alfabetizar os meninos, mas nem todos concordam em alfabetizar as meninas. No Afeganistão matam-se meninas que se atreverem, que tiverem a coragem de frequentar a escola”, exemplificou.</p>
<p dir="ltr">A <i>charia</i>, nome dado ao direito islâmico, ainda proíbe determinados livros. “Vejam o que acontece com escritores do mundo árabe: muitos são assassinados ou vítimas de atentados. Não é tão simples escrever de modo heterodoxo ainda hoje, em pleno século 21”, comentou o historiador. A Igreja Católica, ao contrário, aboliu sua lista de livros proibidos em 1966, quando o papa Paulo VI decidiu confiar na “consciência madura do cristão”.</p>
<p dir="ltr">Outro exemplo da existência da censura ainda nos dias atuais aconteceu com o <i>Mein Kampf</i>, livro escrito por Adolf Hitler, no qual ele propagava suas ideias racistas e antissemitas, e que se tornou domínio público em janeiro de 2016. No Brasil, onde a censura foi abolida na Constituição Federal de 1988, a primeira e única edição crítica comentada em português de <i>Mein Kampf</i> foi proibida por lei de ser comercializada e divulgada. Mollier diz ser a favor das reedições críticas do livro, já que hoje, com a internet, é impossível impedir a circulação desses escritos.</p>
<p dir="ltr"><strong>A censura na história</strong></p>
<p dir="ltr">A censura apareceu em Roma durante o período da república, antes mesmo de Júlio César e do império. Ali surgiu o termo “censura”: os cidadãos romanos pagavam um imposto chamado Censo. “Este imposto variava não em função do ganho como no Imposto de Renda do Brasil ou da França, mas sim conforme a categoria a qual se pertence. Se a pessoa pertencesse à nobreza, pagaria mais imposto do que se pertencesse às camadas mais modestas da população”, explicou Mollier. Quem controlava tributo eram chamados de “censores”.</p>
<p dir="ltr">Depois, na Idade Média, a censura assumiu uma forma mais religiosa, sobretudo no momento da Reforma Protestante, quando a cristandade foi atingida pelo aparecimento de reformadores, como Lutero, na Alemanha, e João Calvino, na Suíça. Para lutar contra as reformas, a Igreja Católica criou, em 1559 uma lista de livros proibidos, o <i>Index Librorum Prohibitorum</i>, que era, como descreveu Mollier, “o braço armado da igreja”, tendo sido disseminado pelo mundo inteiro, ao menos onde a igreja católica estava presente. O <i>I</i><i>ndex</i> passou por diversas atualizações até ser abolido no século 20, em 1966, pelo Papa Paulo VI, que decidiu “confiar na consciência madura” do cristão, dando a eles, finalmente, a liberdade de escolher o que ler.</p>
<p dir="ltr">Outra forma de censura foi a política. A França criou um registro oficial para coibir o protestantismo, principalmente o Calvinismo. Os censores eram funcionários públicos pagos para examinar manuscritos, em pleno século 18. “Às vésperas da Revolução Francesa, em 1789, havia cerca de 200 censores, mas a monarquia não conseguia controlar os manuscritos porque eram muitos”. Os censores eram letrados, jornalistas, professores, escritores, profissionais da literatura e diziam que sua intenção era possibilitar aos autores a correção de seus manuscritos, adequando-os à linha do partido, para evitar problemas com o poder. Esse registro oficial, que na época era um instrumento de repressão, deu origem à Biblioteca Nacional da França, um dos mais ricos acervos do mundo.</p>
<p dir="ltr">No século 20, na Alemanha de Adolf Hitler, obras de autores antinazistas eram queimados, como fazia a Igreja Católica na Idade Média. Além disso, a mesma Alemanha, quando invadiu a França, proibiu a tradução de <i>Mein Kampf</i> para o francês. “O motivo era que na propaganda nazista, Hitler afirmava que a França seria uma parceira e cooperaria com os alemães, mas no livro constava a real intenção de Hitler para os franceses: torná-los escravos”, explicou Mollier.</p>
<p dir="ltr">O historiador lembra que a censura também ocorreu em outras ditaduras espalhadas pelo mundo: “Na Espanha, no fim da guerra civil, em 1939, o ditador Francisco Franco também queimou livros na Universidade de Madri, sobretudo de filósofos. Brasil e Argentina também praticaram censura nos seus períodos de ditadura, assim como Pinochet no Chile, de 1973 a 1980. Ainda existia o medo dos livros”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-21T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/quem-tem-medo-dos-livros-17-de-agosto-de-2017">
    <title>Quem tem medo dos livros? - 17 de agosto de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/quem-tem-medo-dos-livros-17-de-agosto-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imprensa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-relaciona-o-poder-dos-livros-com-medo-e-censuras-atraves-da-historia">
    <title>Conferência relaciona o poder dos livros com o medo e as censuras através da história</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-relaciona-o-poder-dos-livros-com-medo-e-censuras-atraves-da-historia</link>
    <description>Jean-Yves Mollier, da Universidade de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, França, refletirá sobre o papel e o lugar do impresso nas sociedades contemporâneas, a partir de uma perspectiva histórica</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6117-5bd7-859e-5f9025272019"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-yves-michel-mollier-materia" alt=" Jean-Yves Michel Mollier " class="image-inline" title=" Jean-Yves Michel Mollier " /></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6146-eca4-18bd-bc755f12f035"><strong>Jean-Yves Mollier refletirá sobre o papel e o lugar do impresso nas sociedades contemporâneas </strong><strong>(Foto: acervo pessoal)</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O poder dos livros e como eles foram combatidos e censurados através dos séculos será tema de encontro que acontece na Sala de Eventos do IEA, no dia <strong>17 de agosto, às 10h30</strong>. <i>Quem tem medo dos livros?</i> terá conferência de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-yves-mollier"><span>Jean-Yves Mollier</span></a>, professor emérito da Universidade de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, França, sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto"><span>Marisa Midori Deaecto</span></a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e que integra o Programa Ano Sabático do IEA este ano. O evento tem o apoio do <a href="http://saopaulo.ambafrance-br.org/"><span>Consulado Geral da França em São Paulo</span></a> e do <a href="http://www.institutfrancais.com/fr"><span>Institut Français</span></a> no Brasil. Mollier falará em francês, com tradução simultânea e transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela web. Para participação presencial, é necessário <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe33agpH4c2VX-yIF-Lp77j6jsHNJ6_ZNjLdEIC_J7LBvsQ0A/viewform"><span>inscrição prévia</span></a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Mollier dedicou sua carreira à história do livro, da edição e das práticas de leitura na França do século XIX ao século XXI. Dentre seus livros está </span><a href="http://www.edusp.com.br/loja/produto/9788531412363"><span>O Dinheiro e as Letras (História do Capitalismo Editorial)</span></a><span>, publicado e traduzido em diversos países, inclusive no Brasil (Edusp, 2010), e que marcou toda uma geração de pesquisadores.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Durante a história, os livros geraram opiniões distintas quanto a sua importância. O escritor Marie-Joseph Chénie, imortal autor de </span><span><i>Chant du départ</i></span><span>, por exemplo, dizia que “é aos livros que devemos a Revolução”, citando a Revolução Francesa de 1789. Já o jesuíta suíço, Nicolas de Diesbach, disse em sua obra </span><span><i>Le Chrétien catholique inviolablement attaché à sa religion</i></span><span> (O cristão católico inviolavelmente atado à sua religião), de 1771, que o texto impresso era como uma arma terrível a serviço do demônio.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Index_Librorum_Prohibitorum_1-web.jpg" alt="Librorum Prohibitorum" class="image-inline" title="Librorum Prohibitorum" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6147-fa9c-e5c4-f515364bbb2f"><strong><span><i>Index librorum prohibitorum </i></span><span>foi uma forma de censura da Igreja Católica</span></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Ainda neste aspecto, a Igreja Católica produziu, no século XVI, o </span><span><i>Index librorum prohibitorum</i></span><span>, uma lista de obras proibidas pela Igreja. As obras eram incluídas caso contivessem teorias que ela não apoiava. Criada em 1559, a lista passou por diversas atualizações e foi abolida apenas no século XX, em 1966, pelo Papa Paulo VI.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Esses e outros exemplos nos conduz a inquirir sobre a relação entre o livro e o medo. A censura e o poder. Num só termo, a temática nos leva a refletir sobre o papel e o lugar do impresso nas sociedades contemporâneas, a partir de uma perspectiva histórica”, comenta Marisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A pergunta “quem tem medo dos livros?”, além de estimular algumas questões sobre o “medo”, propõe-se a colocar a mídia impressa – e, particularmente o livro – como um protagonista dessa história mais ampla de poder e censura.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><span><strong>medo</strong></span><span> será o mote de diversos eventos feitos pelos institutos de estudos avançados integrantes da rede internacional Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study), que o escolheu como</span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias"><span> tema do ano</span></a><span>. A ideia é produzir discussão dos aspectos políticos, sociológicos, psicossociais, neurológicos, biológicos e culturais do medo.</span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6118-ffa1-17c6-2c09204b1521"><i> </i></span></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Quem tem medo dos livros?<br /></strong></i><i><span>17 de agosto, às 10h30<br /></span></i><i><span>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span></i><i><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet<br /></span></i><i><span>Inscrições</span><span> </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe33agpH4c2VX-yIF-Lp77j6jsHNJ6_ZNjLdEIC_J7LBvsQ0A/viewform">via formulário<br /></a></i><i><span>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></span></i><i><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/quem-tem-medo-dos-livros">Página do evento</a></span></i></p>
<p><i> </i></p>
<div></div>
<p><i> </i></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-20T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/conference-relates-the-power-of-books-to-fear-and-censure-throughout-history">
    <title>Conference relates the power of books to fear and censorship throughout history</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/conference-relates-the-power-of-books-to-fear-and-censure-throughout-history</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6117-5bd7-859e-5f9025272019"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-yves-michel-mollier-materia" alt=" Jean-Yves Michel Mollier " class="image-inline" title=" Jean-Yves Michel Mollier " /></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6146-eca4-18bd-bc755f12f035"><strong>Jean-Yves Mollier will reflect on the role and place of printed books in contemporary societies (Photo: personal collection)</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">The power of books and how they have been fought and censored through the centuries will be the theme of a meeting that will take place in the IEA Events Room on August 17 at 10.30 am. 'Who is afraid of books?' will be a conference with <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/speakers/jean-mollier" class="external-link">Jean-Yves Mollier</a>, professor emeritus of the University of Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, under the coordination of <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/marisa-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto</a>, from USP's School of Communications and Arts (ECA) and a participant in the Institute's <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/sabbatical/sabbatical-professors" class="external-link">sabbatical program</a> this year. The event is supported by the <a class="external-link" href="https://saopaulo.consulfrance.org/">Consulate General of France in São Paulo</a> and the <a href="http://www.institutfrancais.com/fr">Institut Français</a> in Brazil. Mollier will speak in French, with simultaneous translation and <a href="https://www.iea.usp.br/en/aovivo"><span>live webcasting</span></a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Mollier devoted his career to the history of books, edition and reading practices in France from the 19th to the 21st century. Among his books, <a href="http://www.edusp.com.br/loja/produto/9788531412363"><i>O Dinheiro e as Letras (História do Capitalismo Editorial)</i></a> ('Money and Letters (History of Editorial Capitalism)'), was published and translated in several countries, including Brazil (Edusp, 2010), marking a whole generation of researchers.</span></p>
<p dir="ltr">Throughout history, books have generated distinct opinions as to their importance. Writer Marie-Joseph Chénie, the immortal author of <i>Chant du départ</i>, for example, said that "it is to the books that we owe Revolution," citing the French Revolution of 1789. Swiss Jesuit Nicolas de Diesbach, in his book <i>Le Chrétien catholique inviolablement attache à sa religion</i> (1771), writes that the printed text was like a terrible weapon in service of the devil.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Index_Librorum_Prohibitorum_1-web.jpg" alt="Librorum Prohibitorum" class="image-inline" title="Librorum Prohibitorum" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-ba6a5b60-6147-fa9c-e5c4-f515364bbb2f"><strong><span><i>Index librorum prohibitorum </i></span><span>has been a form of censorship by the Catholic Church</span></strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Still in this aspect, the Catholic Church produced the </span><span><i>Index librorum prohibitorum </i></span><span><span>in the 16th century. It was a </span>list of prohibited works, containing theories the Church did not support. Created in 1559, the list went through several updates and was abolished only in 1966 by Pope Paul VI.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"These and other examples lead us to inquire about the relationship between book and fear. Censorship and power. In a single term, the theme leads us to reflect on the role and place of the printed book in contemporary societies from a historical perspective," comments Deaecto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>The question 'Who is afraid of books?', besides stimulating some issues about "fear," proposes to put printed media - and particularly books - as a protagonist in this broader history of power and censorship.</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Fear</strong> will be the motto of several events held by the institutes of advanced studies integrating of the international network Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study), that chose it as <a href="https://www.iea.usp.br/en/news/fear-ubias-topic-of-the-year" class="external-link">topic of the year</a>. The idea is to produce a discussion of the political, sociological, psychosocial, neurological, biological and cultural aspects of fear.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Vinícius Sayão.</dc:rights>
    
      <dc:subject>Literature</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>France</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Books</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Event</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-20T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/oportunidades-ieas-jerusalem-estrasburgo">
    <title>IEAs de Jerusalém e Estrasburgo têm oportunidades para pesquisadores estrangeiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/oportunidades-ieas-jerusalem-estrasburgo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Institutos de estudos avançados de <span>Jerusalém, Israel, e de Estrasburgo, França, </span><span>estão com chamadas abertas para pesquisadores estrangeiros.</span></p>
<p>O <a class="external-link" href="http://ias.huji.ac.il/rgopencall">Instituto para Estudos Avançados de Israel</a> (IIAS) recebe até <strong>1º de setembro </strong>propostas para criação de grupos de pesquisa que podem ter duração de cinco a dez meses. Os grupos devem ser compostos por até oito pesquisadores de todo o mundo, os quais trabalharão numa pesquisa pioneira em suas áreas de conhecimento. Os projetos devem ser enviados via <a class="external-link" href="http://ias.huji.ac.il/content/research-group-pre-proposal-form-2019-20">formulário online</a>. Mais informações podem ser obtidas <a class="external-link" href="http://ias.huji.ac.il/sites/default/files/RG%20Pre-Proposal%20Submission%20Information%202019%202020_1.pdf">aqui</a> ou por email <a href="mailto:iiasinfo@savion.huji.ac.il">iiasinfo@savion.huji.ac.il</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/strasbourg/@@images/e87ec141-1e40-49ce-a765-e55970ecafde.jpeg" alt="Strasbourg" class="image-inline" title="Strasbourg" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Vista da cidade de Estrasburgo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na França, há a oportunidade de se candidatar a uma bolsa de pesquisador no <a class="external-link" href="http://www.usias.fr/en/calls/appel-2018/">Instituto para Estudo Avançado</a> (Usias) da Universidade de Estrasburgo em 2018. Todos os anos são selecionados de 10 a 20 pesquisadores, em todas as áreas do conhecimento, que podem receber o auxílio pelo período de três meses a dois anos.</p>
<p>O programa atende tanto pessoas já consagradas em suas áreas quanto jovens pesquisadores, desde que sejam pelo menos professores assistentes (ou equivalente). As propostas de candidatura devem ser escritas em inglês e enviadas até o dia <b>2 de outubro</b>. Outras informações sobre o processo, inclusive a forma de envio, podem ser obtidas <a class="external-link" href="http://www.usias.fr/en/calls/appel-2018/">aqui</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-20T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/quem-tem-medo-dos-livros">
    <title>Quem tem medo dos livros?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/quem-tem-medo-dos-livros</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>"Quem tem medo dos livros?" A esta pergunta, o escritor Marie-Joseph Chénie, imortal autor de <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chant_du_d%C3%A9part"><i>Chant du départ</i></a>, respondeu: “É aos livros que devemos a Revolução”. É verdade, porém, que ele viveu o Terror de 1793 e que seu irmão André nele perdeu a vida.</p>
<p>Com esse mesmo <i>leitmotiv</i>, podemos lembrar a obra <i>Le Chrétien catholique inviolablement attaché à sa religion</i> (O cristão católico inviolavelmente atado à sua religião), escrita por um jesuíta suíço, o padre Nicolas de Diesbach, em 1771. Segundo sua concepção, o texto impresso se apresenta como uma arma terrível a serviço do Demônio. Tal perspectiva sobreviveu ao tempo e às revoluções, bastando lembrar que o <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Index_librorum_prohibitorum"><i>Index librorum prohibitorum</i></a> se manteve vivo desde a metade de 1559 até 1966; ou que o abade Louis Bethléem pôde publicar, na França, em 1904, seu famoso catálogo, <i>Romans à lire et romans à proscrire</i> (Romances para ler e romances para proscrever), título que se tornou livro de cabeceira de todos os educadores do mundo católico até 1945 e inspirou o abade Georges Sagehomme, a manter, de 1931 a 1956, um <i>Répertoire</i> que continha 16.700 autores e 70.000 romances ou peças de teatro. Ele perseguia o Mal por toda a parte em que se escondia e o enxergava evidentemente primeiro nos escritos dos autores ímpios.</p>
<p>Esses e outros exemplos nos conduz a inquirir sobre a relação entre o livro e o medo. A censura e o poder. Num só termo, a temática nos leva a refletir sobre o papel e o lugar do impresso nas sociedades contemporâneas, a partir de uma perspectiva histórica.</p>
<p>O conferencista <strong>Jean-Yves Mollier</strong> dedicou sua carreira à história do livro, da edição e das práticas de leitura na França do século XIX ao século XXI. Dentre seus livros, <a class="external-link" href="http://www.edusp.com.br/loja/produto/9788531412363"><i>O Dinheiro e as Letras (História do Capitalismo Editorial)</i></a>, publicado e traduzido em diversos países, inclusive no Brasil (Edusp, 2010), marcou toda uma geração de pesquisadores. Embora as questões econômicas que envolvem o universo da cultura não constituíssem uma temática totalmente inovadora, a obra abria um caminho novo no campo da economia do livro, ao analisar o desenvolvimento editorial da França, de 1830 a 1914 sob a ótica do mercado e do desenvolvimento do capitalismo editorial. Essa perspectiva permitiu ao autor ir além, no sentido de compreender os conglomerados midiáticos e o espaço dado ao livro impresso na economia contemporânea.</p>
<p>Paralelamente a essa temática, podemos salientar a importância dos livros <i><a class="external-link" href="http://www.editoraunifesp.com.br/produto/edicao+imprensa+e+poder+na+franca+no+seculo+xx.aspx">Imprensa e Poder na França do Século XX</a> </i>(Editora Unifesp, 2014) e <a class="external-link" href="https://www.atelie.com.br/livro/edicao-e-revolucao/"><i>Edição e Revolução</i></a>, organizado em colaboração com Marisa Midori Deaecto<i> </i>(Ateliê Editorial, 2013) no debate sobre o lugar do impresso na cena política contemporânea, o que nos leva a questionar sobre o poder dos livros. Nesse sentido, a questão “Quem tem medo dos livros?”, além de estimular algumas questões sobre o “medo”, propõe-se a colocar a mídia impressa – e, particularmente o livro – como um protagonista dessa história mais ampla de poder e censura.</p>
<p>O <strong>medo</strong> é o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias" class="external-link">tema do ano</a> escolhido pela <span style="text-align: start; float: none; ">rede internacional<span> </span></span><span class="external-link" style="text-align: start; ">Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study)</span><span style="text-align: start; float: none; ">. Os institutos de estudos avançados integrantes da rede realizarão eventos para a discussão dos aspectos políticos, sociológicos, psicossociais, neurológicos, biológicos e culturais do medo</span><span class="highlightedSearchTerm" style="text-align: start; "></span><span style="text-align: start; float: none; ">.</span></p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-yves-mollier" class="external-link">Jean-Yves Mollier</a> (Universidade de Versalhes Saint Quentin en Yvelines)</p>
<p><strong>Coordenadora</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marisa-midori-deaecto" class="external-link">Marisa Midori Deaecto</a> (ECA e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imprensa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/birmingham-researchers-present-studies-on-social-inequalities-in-brazil-and-india">
    <title>Birmingham researchers present studies on social inequalities in Brazil and India</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/birmingham-researchers-present-studies-on-social-inequalities-in-brazil-and-india</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-300">
<caption></caption> 
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/favela-em-dharavi-india" alt="Favela Dharavi, em Mumbai, Índia" class="image-left" title="Favela Dharavi, em Mumbai, Índia" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Dharavi Slum - Mumbai, India</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Researchers of the University of Birmingham will present two studies of their research on sustainable cities at the IEA. On <strong>March 29</strong>, <strong>at 10.00 am</strong>, <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/speakers/peter-frankl" class="external-link">Peter Kraftl</a> and <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/speakers/sophie-hill" class="external-link">Sophie Hadfield-Hill</a> will give the conference <i>Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</i> in the Institute's Events Room. The debate will be broadcast <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" target="_blank">live</a>.</p>
<p>Kraftl and members of his research team will discuss the Sustainable Cities research theme at the University of Birmingham and two ongoing research projects. This ESRC and FAPESP funded research project aims to examine young people's (aged 10-24) understandings, experiences and participation in the food-water-energy nexus in Brazil. Each presentation will be 20-minutes long before opening for a Q&amp;A session.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Related material</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/en/news/international-meeting-discusses-democracy-in-india-and-in-brazil" class="external-link">International meeting discusses democracy in India and in Brazil</a></p>
<hr />
<p> </p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading">Other conferences held by the Birmingham IAS at the IEA:</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><a href="https://www.iea.usp.br/en/media-library/video/washing-without-water-and-other-stories-of-innovation-accelerating-research-into-societal-innovation" class="external-link">Washing without Water and other Stories of Innovation: Accelerating research into societal innovation</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><a href="https://www.iea.usp.br/en/media-library/video/saulbecker" class="external-link">Children Who Care - Global Perspectives on Children’s Hidden Care-Giving Roles within their Families</a></p>
<hr />
<p> </p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/en/iea/networks-1/ubias-network" class="external-link">Further events with UBIAS-member institutes</a></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>The paper <i>(Re)Connect the Nexus: Young Brazilians' Experiences of and Learning about Food, Water and Energy</i>, by Kraftl, examines early findings from a large-scale project that examines young Brazilians’ (aged 10-25) experiences of and learning about the food-water-energy nexus. The starting point will be to discuss the concept of the 'nexus', questioning the usefulness of this frame in the contemporary Brazilian context – both conceptually and politically. Whilst it may have its uses in policy circles, nexus thinking implies the fashioning of connections and the scrutiny of trade-offs that leads towards an imposed holism, reducing complex socio-material processes to blank nexus components like ‘food’ or ‘water’. The rest of the paper presents findings from early research with young people and policy-makers about how food, water and energy are entwined in their lives and work. In particular, the focus is upon the implications for sustainability education and sustainable urbanism. Finally, the paper reflects on how these findings might prompt academics to critically and constructively re-think ‘nexus thinking’ in contexts such as Brazil.</p>
<p><i>Planning for sustainable urban transformation – research, impact and evidence from India</i> is the title of the paper to be presented by Hadfield-Hill. Urban transformation is on the Indian agenda. From visions, to plans and sites of construction, Indian cities are undergoing change. As the Indian government puts plans in motion for a suite of Smart City initiatives – including retrofitting, redevelopment, greenfield development and pan-city approaches – it is the experiences and impact on people and place that need significant consideration. This presentation will draw on two research projects in India funded by the ESRC to showcase key findings based on children, young people and their families experiences of urban  change. The first project, <i>New Urbanisms in India</i>, draws on data from 350 people from diverse socio-economic backgrounds living in a site of urban transformation, a new private, urban development. Twelve core themes emerged from the analysis ranging from the importance of education provision, issues of (dis)connection, living in shifting landscapes as well as a series of social, cultural and economic impacts related to urban change. The second project, <i>Map my Community</i>, focuses on participatory planning processes in informal settlements in Delhi. Using innovative methodological tools, the voices and experiences of diverse publics are collated and are used to campaign for change. These diverse urban spaces, from the private to the informal, show the complexities of issues associated with planning for sustainable urban transformation.</p>
<p>The conference will be moderated by geographer <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/ligia-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, from USP's Faculty of Philosophy, Languages and Literature, and Human Sciences (FFLCH), and coordinator of IEA's study group on <a href="https://www.iea.usp.br/en/news/study-group-will-address-links-between-health-and-the-geographic-context-of-cities" class="external-link">Urban Space and Health</a>, and <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/buck-rogers" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, a professor at USP's Institute of Biosciences and coordinator of the <a href="https://www.iea.usp.br/en/news/scientific-look-at-the-complexity-of-sao-paulo" class="external-link">USP Global Cities Program</a>. The comments will be from <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/ana-lydia-sawaya" class="external-link">Ana Lydia Sawaya</a>, a professor at the Federal University of São Paulo (UNIFESP) and coordinator of <a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-groups/nutrition-and-poverty" class="external-link">IEA's Nutrition and Poverty Research Group</a>, and <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>, from USP's School of Public Health (FSP) and a member of <a href="https://www.iea.usp.br/en/research/research-groups/environmental-sciences" class="external-link">IEA's Environment and Society <span>Research Group</span></a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Photo: YGLvoices/Flickr</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Fernanda Rezende.</dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustainability</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inequality</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-apresentam-estudos-em-que-usam-a-geografia-para-avaliar-desigualdades-sociais">
    <title>Pesquisadores de Birmingham apresentam estudos sobre as desigualdades sociais no Brasil e na Índia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-apresentam-estudos-em-que-usam-a-geografia-para-avaliar-desigualdades-sociais</link>
    <description>Dois professores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, estarão no IEA no dia 29 de março, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/copy_of_democraciabrasilindia.html" class="external-link">Democracias de Alta Densidade: Índia e Brasil</a></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view">Outras conferências de Birmingham no IEA:</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/inovacao-social" class="external-link"><span style="text-align: justify; ">Lavagem sem Água e Outras Histórias de Inovação: Acelerando a Pesquisa em Inovação Socia</span><span style="text-align: justify; ">l</span></a></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/quando-o-cuidar-e-uma-responsabilidade-infantil" class="external-link">Jovens Cuidadores: Perspectivas Globais sobre o Papel das Crianças no Cuidado com suas Famílias</a></span></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/iea/redes/ubias" class="external-link">Outros encontros com membros da rede Ubias</a></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, apresentarão no IEA dois eixos de suas pesquisas sobre cidades sustentáveis. No <strong>dia 29 de março, às 10h</strong>, Peter Kraftl e Sophie Hadfield-Hill farão a conferência <i>Use of geographic methods to characterize social inequalities</i>, em inglês e sem tradução simultânea. As falas serão transmitidas <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para participar presencialmente, na Sala de Eventos do IEA, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfHFGdRvOp4dVg3FIfY2cF3WeR1aAvLLhzVeq16plL3K6Sgbw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/peter-frankl-perfil" alt="Peter Kraftl - Perfil" class="image-inline" title="Peter Kraftl - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Peter Kraftl</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Kraftl conduzirá o painel “(Re)conectando o ‘nexo’: Experiências e lições dos jovens brasileiros sobre alimentação, água e energia”, no qual apresentará os resultados de pesquisa com jovens entre 10 e 25 anos e formuladores de políticas públicas sobre como esses três recursos fazem parte de suas vidas e trabalho. O foco da análise são as implicações para a educação de sustentabilidade e o urbanismo sustentável.</p>
<p>Ele discutirá também o conceito de "nexo", questionando a utilidade desse quadro no contexto contemporâneo brasileiro - tanto conceitual quanto politicamente. Segundo o pesquisador, embora possa ter seus usos nos círculos políticos, o <i>nexus thinking </i>implica na criação de conexões e no escrutínio de<i> trade offs </i>que leva a um holismo imposto, reduzindo processos sociomateriais complexos a componentes do nexo em branco, como "alimento" ou "água".</p>
<p>No segundo painel, intitulado “Urbanismos na Índia: vida urbana, sustentabilidade e cotidiano”, Hadfield-Hill apresentará dois projetos realizados na Índia que avaliam se as iniciativas para tornar as cidades indianas inteligentes permitirão também uma transformação urbana sustentável.</p>
<p>O primeiro projeto, <i>New Urbanisms in India</i>, baseia-se em dados de 350 pessoas de diversos contextos socioeconômicos e que vivem em um local de transformação urbana. O segundo, <i>Map my Community</i>, foca os processos de planejamento participativo em assentamentos informais em Delhi.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora, ao utilizar ferramentas metodológicas inovadoras, as vozes e experiências de públicos diversos são reunidas e usadas para fazer campanha pela mudança. “Esses diversos espaços urbanos, do privado ao informal, mostram a complexidade das questões associadas ao planejamento para a transformação urbana sustentável”, explica.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/favela-em-dharavi-india" alt="Favela Dharavi, em Mumbai, Índia" class="image-inline" title="Favela Dharavi, em Mumbai, Índia" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Favela Dharavi, em Mumbai, Índia</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A conferência terá a moderação da geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde do IEA, e de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do programa USP Cidades Globais sediado no IEA. Os comentários serão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-lydia-sawaya" class="external-link">Ana Lydia Sawaya</a>, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora do Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e membro do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Os conferencistas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sophie%20hadfield-Hill-perfil.jpg" alt="Sophie Hadfield - Hill - Perfil" class="image-inline" title="Sophie Hadfield - Hill - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sophie Hadfield-Hill</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Kraftl é conhecido por sua pesquisa sobre a geografia das crianças, especialmente no que diz respeito às emoções, afetos, materialidades e práticas que compõem a sua vida cotidiana. Produz artigos sobre geografias de educação e arquitetura. Atualmente, é editor das revistas <i>Area</i> e <i>Children’s Geographies</i>, e foi membro-fundador do <i>Geographies of Children, Youth and Families Research Group, </i>da <i>Royal Geographical Society</i> (com a IBG). É professor honorário na escola de educação RMIT de Melbourne, Austrália.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Sophie Hadfield-Hill é pesquisadora de Geografia Humana na Universidade de Birmingham. Seu trabalho destina-se à geografia urbana e de desenvolvimento das crianças. Atualmente, está trabalhando em vários projetos de pesquisa financiados pelo <i>Economic and Social Research Council</i> (ESRC) do Reino Unido, associados à transformação urbana sustentável, tanto na Índia como no Brasil.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: 1 - divulgação; 2 - YGLvoices/Flickr; 3 - acervo pessoal</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>Use of Geographic Methods to Characterize Social Inequalities</strong><br /><i>29 de março, às 10h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfHFGdRvOp4dVg3FIfY2cF3WeR1aAvLLhzVeq16plL3K6Sgbw/viewform">Inscrições prévias</a><br />Informações com Claudia Regina</i><span>, pelo telefone (11) 3091-1686 ou </span><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/social-inequalities" class="external-link">Página do evento</a></i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/programa-ay2017-nagoya">
    <title>Universidade de Nagoya recebe inscrições para seleção de pesquisadores estrangeiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/programa-ay2017-nagoya</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidade-de-nagaoya-campus-higashiyama" alt="Universidade de Nagaoya, campus Higashiyama" class="image-left" title="Universidade de Nagaoya, campus Higashiyama" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Higashiyama, um dos três campi da Universidade de Nagoya</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A <a class="external-link" href="http://en.nagoya-u.ac.jp/">Universidade de Nagoya,</a> Japão, está recebendo inscrições de pesquisadores estrangeiros até 3 de fevereiro para seu programa <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/ay2017-universidade-de-nagoya" class="external-link">AY2017 International Principal Investigator</a>. A iniciativa conta com o apoio do <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a> (IAR, na sigla em inglês) da universidade, que será responsável pela seleção dos aprovados.</p>
<p>O IAR é parceiro do IEA na rede <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study)</a>. Os dois institutos organizaram no âmbito da Ubias a primeira edição da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">International Academia </a>(2015 e 2016), que teve como tema o "Tempo".</p>
<p><strong>Condições do programa</strong></p>
<p>Os candidatos ao programa da Universidade de Nagoya devem ser  convidados por um dos departamentos da universidade e distinguir-se pelo  grau de excelência dos resultados de suas pesquisas e por ocupar uma  posição de liderança em seu campo de trabalho. Os selecionados atuarão  nos departamentos e farão conferências no IAR.</p>
<p>Serão escolhidos 3 ou 4 projetos de pesquisa a serem desenvolvidos  num período de 3 a 4 meses entre 1º de abril de 2017 e 31 de março de  2018. A estada na universidade poderá ser dividida em períodos de pelo  menos um mês, desde de que os vários períodos estejam incluídos no mesmo  ano acadêmico.</p>
<p>Os selecionados também poderão viajar no território japonês ou para  outros países se precisarem participar de eventos relacionados com as  pesquisas em andamento.</p>
<p>O programa cobre as despesas da viagem inicial ao Japão e da volta ao  país de origem no final da pesquisa. Também é concedido um salário  condizente com os padrões de remuneração de membros estrangeiros da  universidade. As demais despesas, inclusive as de moradia, devem ser  custeadas pelo pesquisador.</p>
<p>A análise das propostas (<i>veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/formulario-de-inscricao-ay2017-universidade-de-nagoya" class="external-link">formulário de inscrição</a></i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/formulario-de-inscricao-ay2017-universidade-de-nagoya" class="external-link">)</a> encaminhadas pelos departamentos da universidade será feita por um  comitê do IAR. Os projetos escolhidos serão anunciados no dia 1º de  março. Os pesquisadores selecionados deverão apresentar plano de  trabalho e currículo vitae tão logo isso seja possível.</p>
<p>Mais informações sobre como participar da seleção podem ser obtidas por meio de mensagem a Hirotaka Iwata (<a href="mailto:iwata.hirotaka@adm.nagoya-u.ac.jp">iwata.hirotaka@adm.nagoya-u.ac.jp</a>), da Seção de Apoio à Pesquisa da universidade.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Universidade de Nagoya</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-13T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/fear-ubias-topic-of-the-year">
    <title>UBIAS chooses 'Fear' as the common theme for the member institutes in 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/fear-ubias-topic-of-the-year</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fobos-leonino" alt="Mosaico: Máscara de Fobos" class="image-inline" title="Mosaico: Máscara de Fobos" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Phobos, god of fear, according to a mosaic of the 4th century</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>The <span>international network UBIAS </span><a class="external-link" href="http://www.ubias.net">(University-Based Institutes for Advanced Study)</a> has chosen "Fear" as Topic of the Year for 2017. The institutes of advanced studies that are members of the network will hold events to discuss the political, sociological, psychosocial, neurological, biological and cultural aspects of fear.</p>
<p><span> </span><span>The choice was made at a meeting of directors held in June at the University of Birmingham's IAS. This is the second time that UBIAS comes up with an annual common work topic. In 2016, the theme was "Media and Data Control."</span></p>
<p><span>According to the network's Steering Committee, the goal of adopting an annual theme of global importance is to stimulate the production of new ideas and to strengthen communication between the institutes. It is expected that each institute will hold events (single ones or in series) on their own or in partnership with other institutes.</span></p>
<p><span>The events can be public conferences, seminars, round tables or workshops, formatted in a way that respects the profile of each institute, the available expertise and the specific interests of the academic community in which it operates. In the case of single-initiative events, researchers from other institutes are expected to be invited to participate in the discussions.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>A predominant phenomenon</strong></p>
<p>The <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/topic-of-the-year/UBIASTopicoftheYear2017_FEAR_web.pdf">proposal</a> for 'Fear' to become the 2017 topic of the year has been presented by the University of Freiburg's Institute for Advanced Study (FRIAS). In the justification, the institute's leadership argued that fear is becoming a prevalent phenomenon in today's world: "The language of fear stands out in the news and in everyday language. Even daily issues are approached through a narrative of fear: 'politics of fear','fear of crime','fear of terrorism','fear of the future'."</p>
<p>"Fear is not only associated with catastrophic threats such as terrorist attacks, global warming, AIDS and other potential pandemics." Most people also worry about the many 'silent fears' of everyday life."</p>
<p><span>In addition to being a social issue, fear is also a phenomenon of great biological and neurological interest, according to the authors of the proposal. "The response to fear (mostly fleeing, hiding or immobilizing) has played an important role in evolution since behavioral responses to fear serve survival."</span></p>
<p>This aspect highlights the importance of analyzing the biological processes that occur in a situation of fear: release of hormones such as adrenaline and cortisol in the bloodstream, acceleration of heart rate, dilation of the pupils and elevation of blood pressure. "In addition, the neurological phenomenon of posttraumatic stress disorder (PTSD) shows that fear can leave lasting traits in the brain."</p>
<p><span><span>A recent increase in studies on emotions has been helping to revive interest in the subject, but the large presence and role of fear in contemporary society continues to be neglected by social sciences, according to the directors of the FRIAS.</span></span></p>
<p><span><strong>Political use</strong></span></p>
<p>They note that fear, because it is a strongly preconscious and powerful emotion, has a pre-rational way of delimiting and affecting thought. "The political and sociological implications of this neurological process can be seen in the way some politicians use people's fear of 'others' to regiment them."</p>
<p>The approved proposal suggests a number of issues to be addressed at events:</p>
<ul>
<li>Are there societies that are more fearful than others?</li>
<li>Did the current concern for fear emerge from the age of anxiety of the 20th century?</li>
<li>What happens in the brain - from the biological and neurological point of view - of who is afraid?</li>
<li>When does fear make sense?</li>
<li>Why are some people more prone to fear and anxiety than others?</li>
<li>How do we <span>specifically </span>come to understand fear and how does its normalization today help our survival (if this is true)?</li>
<li>How did fear become such an important - perhaps even definitive - emotion of the present times?</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Photo: archive of the British Museum</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Mauro Bellesa.</dc:rights>
    
      <dc:subject>Psychology</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Anthropology</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Political Science</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neuroscience</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-11T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias">
    <title>Ubias elege o 'Medo' como tema comum para IEAs em 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/medo-tema-do-ano-ubias</link>
    <description>A rede internacional Ubias escolheu o "Medo" como tema comum para uma série de atividades dos institutos de estudos avançados em 2017.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fobos-leonino" alt="Mosaico: Máscara de Fobos" class="image-inline" title="Mosaico: Máscara de Fobos" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Fobos, deus do medo, de acordo com mosaico do século 4º</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A rede internacional <a class="external-link" href="http://www.ubias.net">Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study)</a> elegeu o "Medo" como Tema do Ano para 2017. Os institutos de estudos avançados (IEAs) integrantes da rede realizarão eventos para a discussão dos aspectos políticos, sociológicos, psicossociais, neurológicos, biológicos e culturais do medo.</p>
<p><span> </span><span>A escolha do tema deu-se em reunião dos diretores de institutos realizada em junho no IEA da Universidade de Birmingham, Reino Unido. É a segunda vez que a Ubias escolhe um tópico de trabalho comum anual. </span><span>Em 2016, o tema foi "A Mídia e o Controle de Dados".</span></p>
<p><span>De acordo com o Comitê Diretivo da rede, o objetivo da adoção de um tema anual de importância global é estimular a produção de novas ideias e fortalecer a </span><span>comunicação entre os IEAs. A expectativa é que cada instituto realize eventos (únicos ou em série) próprios ou em parceria com outros IEAs.</span></p>
<p><span>Os eventos poderão ser conferências públicas, seminários, mesas-redondas ou workshops, formatados de forma a respeitar o perfil de cada instituto, a </span><span>expertise disponível e os interesses específicos da comunidade acadêmica em que ele atua. No caso de eventos de iniciativa de um único instituto, espera-se que </span><span>pesquisadores de outros IEAs </span><span>sejam convidados a participar das discussões.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Um fenômeno predominante</strong></p>
<p>A <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/topic-of-the-year/UBIASTopicoftheYear2017_FEAR_web.pdf">proposta</a> para que o medo fosse o Tema Anual de 2017 foi apresentada pelo IEA da Universidade de Freiburg, Alemanha. <span>Na justificativa, a direção do instituto argumentou que o medo está se tornando um fenômeno predominante no mundo de hoje: "A linguagem do medo se destaca nos noticiários e na linguagem cotidiana: mesmo as questões diárias são abordadas através de uma narrativa de medo: 'política do medo', 'medo do crime', 'medo do terrorismo', 'medo do futuro'".</span></p>
<p>"O medo não está apenas associado a ameaças com alto poder catastrófico, como ataques terroristas, o aquecimento global, a Aids e outras potenciais pandemias. A maioria das pessoas também se preocupa com os numerosos 'medos silenciosos' da vida cotidiana."</p>
<p>Além de ser uma questão social, o medo é também um fenômeno de grande interesse biológico e neurológico, de acordo com os autores da proposta. "A resposta ao medo (principalmente fugir, esconder-se ou imobilizar-se) têm desempenhado um papel importante na evolução, uma vez que as respostas comportamentais adequadas ao medo servem à sobrevivência."</p>
<p>Esse aspecto ressalta a importância da análise dos processos biológicos que ocorrem numa situação de medo: liberação de hormônios como adrenalina e cortisol na corrente sanguínea, aceleração da frequência cardíaca, dilatação das pupilas e elevação da pressão arterial. "Além disso, o fenômeno neurológico do transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) demonstra que o medo pode deixar traços duradouros no cérebro."</p>
<p><span>Um recente aumento nos estudos sobre as emoções tem ajudado a relançar o interesse pelo tema, mas a ampla presença e papel do medo na sociedade contemporânea continuam a ser negligenciados pelas ciências sociais, na opinião dos dirigentes do IEA de Freiburg</span><span>.</span></p>
<p><span><strong>Uso político</strong></span></p>
<p>Eles destacam que o medo, por ser uma emoção fortemente pré-consciente e poderosa, tem uma maneira pré-racional de delimitar e afetar o pensamento. "As implicações políticas e sociológicas desse processo neurológico podem ser vistas na forma como alguns políticos usam o medo das pessoas em relação aos 'outros' para arregimentá-las."</p>
<p>A proposta aprovada sugere uma série de questões a serem abordadas nos eventos dos IEAs:</p>
<ul>
<li>há sociedades mais temerosas do que outras?</li>
<li>a atual preocupação com o medo emergiu da era de ansiedade do século 20?</li>
<li>o que acontece no cérebro - do ponto de vista biológico e neurológico - de quem está com medo?</li>
<li>quando sentir medo faz sentido?</li>
<li>por que algumas pessoas são mais propensas ao medo e à ansiedade do que outras?</li>
<li>como chegamos a entender o medo especificamente e como sua normalização hoje ajuda a nossa sobrevivência (caso isso seja verdade)?</li>
<li>como o medo se tornou uma emoção tão importante - talvez até definidora - dos tempos atuais?</li>
</ul>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Detalhe de mosaico do acervo do Museu Britânico</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicanálise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-10T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/nakaya">
    <title>Young researcher of the Intercontinental Academia is now a member of the Brazilian Academy of Sciences</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/nakaya</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helder-nakaya-1" alt="Helder Nakaya - Perfil" class="image-left" title="Helder Nakaya - Perfil" /><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/helder-nakaya">Helder Nakaya</a>, one of the 13 young researchers who took part in the Intercontinental Academia's first edition, has been elected an affiliate member of the <a class="external-link" href="http://www.abc.org.br/rubrique.php3?id_rubrique=2">Brazilian Academy of Sciences</a> (ABC). The category was created in 2007 and brings together researchers under the age of 40 for five-year terms. The chosen ones are young people who work in "border areas and have demonstrated a great scientific potential through their work". Nakaya will integrate the São Paulo region group until 2020 along with four other researchers.</p>
<p><span>Bachelor in biological sciences and holder of a PhD in biochemistry and molecular biology, both from USP, Nakaya carried out postdoctoral studies from 2008 to 2011 at Emory University, where he analyzed the mechanism of vaccines activation in cells of the immune system. Upon completion, he became assistant professor of the Department of Pathology at Emory, using systems biology to predict and understand the immune response to different vaccines. Two years later, he was hired as a lecturer of the Department of Clinical and Toxicological Analyses of USP's Institute of Pharmaceutical Sciences.</span></p>
<p>In 2014, Nakaya was one of the chosen researchers to participate in the first edition of the Intercontinental Academia (ICA). Held from April 19 to 29, 2015, in São Paulo, and from March 6 to 18, 2016, in Nagoya, the ICA is an initiative of the <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">UBIAS</a> (University-Based Institutes for Advanced Study) network, which brings together 36 institutes of advanced studies based on universities from all continents. The first edition had "Time" as its theme and was organized by the IEA-USP and Nagoya University's Institute for Advanced Research. In March 2017, the young researchers will meet again in São Paulo to produce a MOOC (Massive Open Online Course), the project's main outcome.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-07T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/iea-30-years-anniverary">
    <title>IEA: 30 years in line with science, culture and society</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/iea-30-years-anniverary</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancarev1.jpg" alt="Lançamento da 1º edição da revista &quot;Estudos Avançados&quot; - 18/12/1987" class="image-inline" title="Lançamento da 1º edição da revista &quot;Estudos Avançados&quot; - 18/12/1987" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alfredo Bosi (<i>left</i>), Gerhard Malnic (interviewed by Rádio USP) and José Goldemberg launching the journal <i>Estudos Avançados</i> in December, 1987.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>The IEA celebrated the 30th anniversary of its creation, which occurred in the first year of Brazil's return to democracy, on October 29.</span></p>
<p>The Democratic Opening, final phase of the dictatorship, enabled a number of changes at USP. Professors who had been compulsorily retired by Institutional Act No. 5 in 1969 were amnestied and able to rejoin University. The Professors' Association of USP (ADUSP) was created in 1976 together with the Student Center Directory (DCE) getting reactivated. In 1979, the Employers' Association of USP (AFUSP, currently SINTUSP) started to work as a union. These three entities organized the 1st and 2nd Congresses of USP (in 1980 and 1984, respectively) in order to discuss the structure and governance of the University.</p>
<p>The IEA began its activities in this context of gradual transformation of institutions, expansion of democratic freedoms and reconstruction of the post-dictatorship Brazilian society through an order of the then rector José Goldemberg. The idea had already been discussed in various forums, such as ADUSP and the 2nd Congress of USP, and by a study group specially created for this purpose.</p>
<p>The creation of the IEA is part of a broad movement of cultural and social revitalization, as exemplified by other initiatives which arose in 1986, such as the <i>Companhia das Letras</i> publishing house, the <i>Caderno 2</i> section of the newspaper <i>O Estado de São Paulo</i>, the <i>Nova Escola</i> magazine and the SOS Atlantic Forest Foundation.</p>
<p>During these 30 years, numerous activities have been undertaken by programs, areas, projects, research groups, study groups, professors and researchers (members of research groups, visiting professors, honorary professors and professors on sabbatical).</p>
<p>International affairs, environment, education, human rights, molecular sciences, Mercosur, free trade, public health, Amazon, food security, constitutional reform, climate change, governance system, biodiversity, democracy and capital-labor relations found a favorable space for interdisciplinary debate.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/noan-chonsky" alt="Noan Chonsky" class="image-inline" title="Noan Chonsky" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Noan Chonsky was one of the Institute's conferencists for its 10th anniversay in November, 1996.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>The importance of the role played by the journal <i><a href="https://www.iea.usp.br/en/journal/about-estudos-avancados" class="internal-link">Estudos Avançados</a></i> throughout the history of the Institute must also be highlighted. Launched in late 1987, the publication is reaching its 88th issue and became the most consulted journal in <a class="external-link" href="http://www.scielo.org/php/index.php?lang=en">SciELO</a> (Scientific Electronic Library Online) last year.</p>
<p><strong>Current days</strong></p>
<p>To be advanced is to explore the future. That is why the Institute is always looking for new opportunities and formats for the encouragement of research and the debate of ideas.</p>
<p>In recent years, one of the guidelines has been to achieve a higher degree of internationalization. This has been possible with the establishment of the <a href="http://www.ubias.net/">UBIAS</a> network (University-Based Institutes for Advanced Study), of which the IEA is a founding member, in 2010. Currently, the Institute is one of the vice-coordinators of the network, which brings together 37 institutes of advanced studies linked to universities from all continents.</p>
<p>In April 2015 and in March 2016, the IEA and the Nagoya University's Institute for Advanced Research (IAR) held the two phases of the first edition of the <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a>, first joint activity between UBIAS members. 13 researchers aged under 40, and coming from different countries and areas of expertise, had a working theme ("Time") to be addressed in its various concepts in science and culture.</p>
<p>Another recent initiative was the implementation of the 2016 Sabbatical Year Program, through which USP researchers can leave their usual activities in their units of origin to devote themselves to a specific project at the Institute for six months or a year.</p>
<p>Also this year, the <a href="https://www.iea.usp.br/en/research/chairs/olavo-setubal-chair-of-arts-culture-and-science" class="external-link">Olavo Setubal Chair of Arts, Culture and Science</a>, sponsored by the Itaú Cultural Institute, was inaugurated. Its first occupant is sociologist and philosopher Sergio Paulo Rouanet.</p>
<p>However, as recalled by the director of the Institute, Paulo Saldiva, "when speaking of the IEA's challenges we are speaking of the University's challenges." For him, in addition to dialogue with society, there is a natural challenge to "produce better quality knowledge, combat fundamentalisms of any kind and try to solve complex problems by questioning in all areas of knowledge."</p>
<p>With these goals in mind, the IEA has added <span>four new thematic programmes </span>to the agenda of the year of its 30th anniversary.</p>
<p>The first one is the <a href="https://www.iea.usp.br/en/news/scientific-look-at-the-complexity-of-sao-paulo" class="external-link">USP Global Cities Program</a>, already underway and which aims to bring together researchers of the university that can contribute to improving the quality of life in metropolitan areas, with the initial focus on São Paulo.</p>
<p>The Advanced Seminar of Policy Leadership Formation should be launched in early 2017 with the intention of collaborating with the preparation of political actors with credibility and knowledge <span>sufficient </span>to confront the critical issues in Brazilian society.</p>
<p>The third priority initiative for the 2016-2020 period is to induce discussions that make USP move from object to be transformed to the transforming agent. It is expected that the IEA becomes a reference center on processes and changing perspectives of the University, and at the same time the incubator of innovative initiatives with regard to the participation of the University in the transformation of society.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancamento-do-projeto-cidades-globais" alt="Lançamento do Projeto Cidades Globais" class="image-inline" title="Lançamento do Projeto Cidades Globais" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>From the left: Fábio Feldmann, Wilson Jacob Filho (USP's School of Medicine), Vahan Agopyan (vice president at USP), Fernando Haddad (mayor of São Paulo), Paulo Saldiva (director of the IEA) and Marcos Buckeridge (IEA) launching the USP Global Cities Program on July 13.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>The creation of a study center on new learning methodologies geared to middle and high school is the fourth guideline. The goal is to integrate educators, professors, scientists, students, game designers and other professionals in creating more effective digital resources for the learning process of young people.</p>
<p>The IEA is always changing, and it could not be different for an institution that works with science, culture and priorities for the development of the country.</p>
<p>The achievements in 30 years are numerous and extremely diverse. They constitute a past of contributions to USP and society. The IEA is proud of everything that has been done, for in all it has pursued goals linked to perennial commitments from its foundation in 1986.</p>
<p>This consistency is the platform that enables the Institute to head to the future, a task that requires creativity, boldness and determination in line with the priorities of each moment. Because, as said by a recent winner of the Nobel Prize, "times are a-changin".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Mauro Bellesa.</dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-26T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-30-anos-em-sintonia-com-a-ciencia-a-cultura-e-a-sociedade">
    <title>IEA: 30 anos em sintonia com a ciência, a cultura e a sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-30-anos-em-sintonia-com-a-ciencia-a-cultura-e-a-sociedade</link>
    <description>IEA comemora seu 30º aniversário no dia 29 de outubro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancarev1.jpg" alt="Lançamento da 1º edição da revista &quot;Estudos Avançados&quot; - 18/12/1987" class="image-inline" title="Lançamento da 1º edição da revista &quot;Estudos Avançados&quot; - 18/12/1987" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alfredo Bosi (<i>à esq.</i>), Gerhard Malnic (entrevistado pela Rádio USP) e José Goldemberg no lançamento da revista "Estudos Avançados" em dez/1987</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia 29 de outubro, o IEA celebrou o 30º aniversário de sua criação, ocorrida no primeiro ano da volta do país à democracia.</p>
<p>A Abertura Democrática, fase final da ditadura, possibilitara várias mudanças na USP. Professores que haviam sido aposentados compulsoriamente pelo Ato Institucional nº 5 em 1969 foram anistiados e podiam se reintegrar à Universidade. Em 1976 foi criada a Associação de Docentes da USP (Adusp) e reativado o Diretório Central de Estudantes (DCE). Em 1979, a Associação dos Funcionários da USP (Afusp, atual Sintusp) passava a atuar como sindicato. Essas três entidades organizaram o 1º e o 2º Congresso da USP (1980 e 1984, respectivamente) para a discutir a estrutura e a governança da Universidade</p>
<p>Foi nesse contexto de gradativa transformação das instituições, ampliação das liberdades democráticas e de reconstrução da sociedade brasileira pós-ditadura que surgiu o IEA, por meio de portaria do reitor José Goldemberg. A ideia já tinha sido debatida em vários fóruns, como a Adusp e o 2º Congresso da USP, e por grupo de estudo especialmente criado para esse fim.</p>
<p>A criação do IEA insere-se num amplo movimento de revitalização cultural e social, como exemplificam outras iniciativas surgidas 1986, caso da editora Companhia das Letras, do “Caderno 2” do jornal “O Estado de São Paulo”, da revista “Nova Escola” da Editora Abril e da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
<p>Nesses 30 anos, foram inúmeras as atividades desenvolvidas pelos programas, áreas, projetos, grupos de pesquisa, grupos de estudo, cátedras e pesquisadores (integrantes de agrupamentos de pesquisa e professores visitantes, honorários e em período sabático).</p>
<p>Assuntos internacionais, meio ambiente, educação, direitos humanos, ciências moleculares, Mercosul, livre comércio, saúde pública, Amazônia, segurança alimentar, revisão constitucional, mudanças climáticas, sistema de governo, biodiversidade, democracia e relações capital-trabalho passaram a ter no Instituto um espaço propício ao debate interdisciplinar.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/noan-chonsky" alt="Noan Chonsky" class="image-inline" title="Noan Chonsky" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Noan Chonsky foi um dos conferencistas no 10º aniversário do IEA, em nov/1996</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É preciso destacar também importância do papel desempenhado pela revista "<a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>" ao longo da história do Instituto. Lançada no final de 1987, a publicação chega neste quadrimestre à sua 88ª edição e desde o ano passado é o periódico mais consultado na <a href="https://www.iea.usp.br/imagens/instalacao-do-conselho-deliberativo-do-iea-10-de-abril-de-1987/@@images/f6830d14-056b-4aa1-9708-3ff82b29df76.jpeg" class="external-link">SciELO</a> (Scientific Electronic Library Online).</p>
<p><strong>Momento atual</strong></p>
<p>Ser avançado é prospectar o futuro. Por isso é da natureza do Instituto estar sempre em busca de novas oportunidades e formatos para o incentivo à pesquisa e ao debate de ideias.</p>
<p>Nos últimos anos, uma das diretrizes foi atingir maior grau de internacionalização. Isso foi possível com o ingresso na rede <a href="http://www.ubias.net/">Ubias</a> (University-Based Institutes for Advanced Study), da qual o IEA participou da criação, em 2010. Atualmente, o Instituto é um dos vice-coordenadores da rede, que reúne 37 IEAs vinculados a universidades de todos os continentes.</p>
<p>Em abril de 2015 e março de 2016, o IEA e o Instituto de Pesquisas Avançadas da Universidade de Nagoya, Japão, realizaram a <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a>, primeira atividade conjunta de integrantes da Ubias. Nela, 13 pesquisadores com menos de 40 anos de vários países e várias áreas das ciências naturais e sociais tiveram como tema de trabalho as várias concepções do tempo na ciência e na cultura.</p>
<p>Outra iniciativa recente foi a implantação, em 2016, do Programa Ano Sabático, pelo qual pesquisadores da USP podem se afastar das atividades normais em suas unidades para se dedicar a um projeto específico no Instituto pelo prazo de seis meses a um ano.</p>
<p>Também este ano, foi inaugurado um novo posto de pesquisa, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, patrocinada pelo Itaú Cultural. Seu primeiro ocupante é o sociólogo e filósofo Sergio Paulo Rouanet.</p>
<p>Todavia, como bem lembra o diretor do Instituto, Paulo Saldiva, “ao se falar dos desafios do IEA o que está em pauta são os desafios da própria Universidade”. Para ele, além do diálogo com a sociedade, há o desafio natural de “produzir conhecimento de melhor qualidade, combater os fundamentalismos de qualquer natureza e procurar dissecar os problemas complexos por meio do questionamento em todas as áreas do saber”.</p>
<p>Com esses objetivos em mente, o IEA adicionou à sua agenda no ano de seu 30º aniversário quatro novos programas temáticos.</p>
<p>O primeiro é o projeto <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">USP Cidades Globais</a>, já em andamento, que pretende aglutinar pesquisas da universidade que possam contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas metrópoles, tendo como foco inicial, evidentemente, a Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>No início de 2017, terá início outro projeto: o Seminário Avançado de Formação de Lideranças Políticas, com a intenção de colaborar com a preparação de atores políticos com mais credibilidade e conhecimento suficientes para o enfrentamento das questões críticas da sociedade brasileira.</p>
<p>A terceira iniciativa prioritária para o período 2016-2020 é induzir discussões que façam a USP passar de objeto a ser transformado a agente transformador. Prevê-se para o IEA um papel de centro de referência sobre processos e perspectivas de mudança da Universidade e, ao mesmo tempo, incubadora de iniciativas inovadores no que se refere à participação da Universidade na transformação da sociedade.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancamento-do-projeto-cidades-globais" alt="Lançamento do Projeto Cidades Globais" class="image-inline" title="Lançamento do Projeto Cidades Globais" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esquerda, Fábio Feldmann, Wilson Jacob Filho (FM-USP), Vahan Agopyan (vice-reitor), Fernando Haddad (prefeito de São Paulo), Paulo Saldiva (diretor do IEA) e Marcos Buckeridge (IEA) no lançamento do projeto USP Cidades Globais, em 13 de julho</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A criação de um núcleo de estudo sobre novas metodologias de aprendizado voltadas ao ensino fundamental e médio é a quarta diretriz. O objetivo é integrar educadores, professores, cientistas, alunos, game designers e outros profissionais na criação de recursos digitais mais eficazes para o processo de aprendizado dos jovens.</p>
<p>Como se vê, o IEA está sempre em transformação, e nem poderia ser diferente para uma instituição que trabalha com a ciência, a cultura e as prioridades para o desenvolvimento do país.</p>
<p>As realizações em 30 anos são muitas e extremamente diversificadas. Constituem um passado de contribuições à USP e à sociedade. O IEA se orgulha do que já fez, pois em tudo perseguiu objetivos vinculados aos compromissos perenes que assumiu desde a fundação em 1986.</p>
<p>Essa coerência é a plataforma que permite ao Instituto projetar-se em direção ao futuro, uma tarefa que exige criatividade, ousadia e determinação, além de extrema sintonia com as prioridades de cada momento, pois, como disse um recente laureado com o Prêmio Nobel, “os tempos estão mudando”. Sempre.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-26T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
