<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 71 to 85.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/segregacao-da-mulher-na-ciencia-dificulta-construcao-do-conhecimento" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/docentes-discutem-entraves-ao-protagonismo-das-mulheres-na-ciencia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/visao-feminina-mudancas-climaticas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/cop-25-perspectivas-femininas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/sofrimento-social" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/painel-discute-ods-desigualdade-e-mercado-de-trabalho" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/mind-the-gap-reflexoes-sobre-ods-desigualdade-de-genero-e-mercado-de-trabalho" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/mulher-e-principal-vitima-do-trafico-de-pessoas" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/eliana-sousa-silva-organiza-festival-mulheres-do-mundo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/segregacao-da-mulher-na-ciencia-dificulta-construcao-do-conhecimento">
    <title>Segregação da mulher na ciência dificulta construção do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/segregacao-da-mulher-na-ciencia-dificulta-construcao-do-conhecimento</link>
    <description>Para professoras, incentivo à liderança e maior discussão sobre o tema são necessários para estimular protagonismo científico feminino</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9e7fd392-7fff-682d-34b5-173d09eb9a08"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_microbiologist1332376_1920.jpg/@@images/9a99ddb6-134f-4292-8e79-524267f6f7f1.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Integrantes de uma listagem de 250 pesquisadoras que se destacam no cenário científico nacional produzida pelo projeto Open Box da Ciência, as professoras da USP Ribeirão Preto Elaine Del Bel e Carla Ventura têm em comum o propósito de motivar suas alunas a seguirem na carreira científica. Na segunda parte da entrevista ao USP Analisa, elas falam das pesquisas que realizam, do reconhecimento obtido por esse trabalho e do que falta na ciência nacional para que mais mulheres queiram integrar esse universo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Elaine destaca que uma política específica de cotas femininas e um maior incentivo à liderança feminina poderiam trazer bons resultados. “Aprendi que ter cotas não significa que vão te colocar lá como um favor. É uma cota considerando o mérito da pessoa. Porque muitas vezes as mulheres estão ali [concorrendo] com os homens, mas existe uma preferência [por eles]. Por que não existir cotas [para mulheres] e por que não criar essa discussão, de tudo o que a mulher pode conseguir, de tudo o que ela pode ser, de aprender a ser uma líder e aprender a assumir posições de liderança?”, diz ela, que integra o quadro de docentes da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu acho que é importante primeiro a gente reconhecer que ainda existem essas desigualdades com relação à participação da mulher, e buscar meios, estratégias, que nós possamos ter espaços de discussão e que a gente consiga chegar a soluções conjuntas para lidar com essa questão. Mas se a gente não falar sobre isso, fica difícil. Quanto mais a gente segrega a mulher, mais difícil vai ficar essa diversidade na construção do conhecimento de uma forma geral”, afirma Carla, que é professora na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (6), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (10), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-04T20:45:38Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/docentes-discutem-entraves-ao-protagonismo-das-mulheres-na-ciencia">
    <title>Docentes discutem entraves ao protagonismo das mulheres na ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/docentes-discutem-entraves-ao-protagonismo-das-mulheres-na-ciencia</link>
    <description>Professoras da USP Ribeirão Preto integram lista das 250 pesquisadoras de destaque mapeadas pelo projeto Open Box da Ciência</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6e00cb57-7fff-7c7c-31d2-e968b9976691"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/table3323596_1920.jpg/@@images/ef0e70dc-5682-4aa7-925d-ebd71360e227.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O protagonismo das mulheres na ciência brasileira foi mapeado recentemente pelo projeto Open Box da Ciência, financiado pelo Instituto Serrapilheira. Entre as 250 pesquisadoras de maior destaque listadas pela iniciativa estão seis professoras da USP Ribeirão Preto. Para discutir os desafios que as cientistas enfrentam para permanecer na carreira, o USP Analisa conversou com duas delas: a professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Carla Ventura e a professora da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto Elaine Del Bel.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Na primeira parte da entrevista, que vai ao ar nesta semana, elas falam sobre a necessidade de construção de uma nova representação da mulher na sociedade, que atualmente tem um caráter mais passivo e submisso. Segundo Carla, isso se reflete, por exemplo, dentro da própria área de Enfermagem. “A maioria das enfermeiras é de mulheres. Mas em posições de liderança, nos conselhos regionais, você tem uma grande maioria de homens. Então isso é uma discussão que a gente faz: o que será que acontece com essa jovens, com essas enfermeiras que estão se graduando, que impede que elas tomem essa posição e assumam cargos de liderança?”, questiona.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Elaine destaca a existência de uma espécie de teto de vidro, uma barreira que impede o crescimento das mulheres. Um dos fatores que contribui para isso é a própria maternidade. “Somos nós que carregamos os filhos. Eu sempre brinco com as minhas alunas: o filho é seu, é da mulher. Porque ainda, na nossa cultura, é difícil dizer que você vai dividir o filho. Todos nós sabemos do preconceito que existe quando se contrata uma pessoa. É mulher? Jovem? Ah, você pode ficar grávida, são seis meses de licença”, diz ela.</span></p>
<p><span>O programa vai ao ar nesta quarta (29), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (3), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-28T17:29:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/visao-feminina-mudancas-climaticas">
    <title>Seminário apresenta visão feminina sobre as mudanças climáticas pós-COP 25</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/visao-feminina-mudancas-climaticas</link>
    <description>Encontro será no dia 16 de março, às 9h30</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Perspectivas-femininas-Alejandro-Alvarez-wikimedia.jpg/image" alt="Perspectivas femininas" title="Perspectivas femininas" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">A ONU considera que as mulheres são um eixo central nos esforços para combater as mudanças climáticas | Foto: Alejandro Alvarez/Wikimedia Commons</dd>
</dl></p>
<p><i><strong>ATENÇÃO: </strong>Devido à pandemia da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, a coordenação do evento decidiu realizá-lo apenas online. Assim, se você havia feito sua inscrição, pedimos que não venha ao IEA no dia e acompanhe AO VIVO pelo nosso site: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a>.</i></p>
<p>As perspectivas femininas sobre as mudanças climáticas e o alcance das decisões tomadas na COP 25, serão abordadas no seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cop-25-perspectivas-femininas" class="external-link">Mudanças Climáticas Pós-COP 25 - Perspectivas Femininas</a></i>, no dia <strong>16 de março, às 9h30</strong>, em atividade APENAS <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ONLINE</a>. <br /><br />A mesa de debate será composta por cinco mulheres com experiência no tema e envolvimento em atividades na gestão pública, na academia, em organizações da sociedade civil e no jornalismo. Quatro delas farão exposições individuais, com mediação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a>, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP e vice-coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. O encontro é organizado pelo grupo em parceria com o <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/">Instituto de Energia e Ambiente</a> (IEE) da USP, com apoio do projeto <a class="external-link" href="http://www.cambioclimaticoydecisiones.org/proyecto-latinoadapta/">Latino Adapta</a> (Unesco) e do <a class="external-link" href="http://klimapolis.net/">Projeto Klimapolis</a>. <br /><br />As expositoras serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jussara-carvalho" class="external-link">Jussara Carvalho</a>, assessora internacional para mudanças climáticas da Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruna-cerqueira" class="external-link">Bruna Cerqueira</a>, assistente de projetos do Governos Locais pela Sustentabilidade (ICLEI); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulina-chamorro" class="external-link">Paulina Chamorro</a>, editora do Rádio Vozes; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiza-muccillo" class="external-link">Luiza Muccillo</a>, consultora e pesquisadora nos temas de florestas, áreas protegidas e mudanças climáticas.<br /><br /><strong>Visão feminina</strong><br /><br />De acordo com Fundo de População das Nações Unidas, agência de desenvolvimento da ONU que trata de questões populacionais, as mulheres são um eixo central nos esforços para combater as mudanças climáticas. Segundo um estudo da agência, divulgado em 2009, mulheres pobres de países menos desenvolvidos são mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas, uma vez que dependem diretamente da agricultura para sobreviver.<br /><br />Apesar disso, a visão feminina é pouco abordada nos debates que envolvem as mudanças climáticas, segundo os organizadores do evento. Por isso, o objetivo é propiciar um espaço de diálogo e reflexão, buscando ampliar conhecimentos e fortalecer as iniciativas propostas na COP 25, conferência da ONU sobre o tema realizada em Madri em dezembro do ano passado.<br /><br />Embora a comunidade científica tenha se frustrado com o desfecho das negociações — ao considerar que decisões urgentes foram postergadas —, os países participantes saíram com o compromisso de apresentar novas promessas climáticas na próxima conferência, prevista para o final deste ano.</p>
<hr />
<p><br /><span><strong>Mudanças Climáticas Pós-COP 25 - Perspectivas Femininas</strong><br /></span><i>16 de março, 9h30<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScdPUlCNRaH6YGNhVN0ZHwNzhs1Epi_b6baWs9QZiF1mVOe4w/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cop-25-perspectivas-femininas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-05T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cop-25-perspectivas-femininas">
    <title>Mudanças Climáticas Pós-COP 25 - Perspectivas Femininas - EVENTO ONLINE</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cop-25-perspectivas-femininas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este evento é parceria do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade/integrantes" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA com o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/projeto-latino-adapta/" class="external-link">projeto Latino Adapta</a> da <a class="external-link" href="http://www.cambioclimaticoydecisiones.org/antecedentes/">Red Regional de Cambio Climático y Toma de Decisiones</a>/Unesco/Unitwin que visa integrar o Governo e a Academia nas discussões sobre políticas públicas e para isso realizou workshops, palestras, rodas de conversa e um estudo sobre as mudanças do clima no Estado de São Paulo no ano de 2019.</p>
<p>O foco do seminário é destacar a visão feminina sobre os alcances da <a class="external-link" href="https://www.unenvironment.org/pt-br/events/conference/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre-mudanca-climatica-cop-25">COP 25</a> a partir de diversas experiências de mulheres  envolvidas em atividades na gestão pública, na academia, em organizações da sociedade civil e no jornalismo.</p>
<p class="story-bodyintroduction">As mais longas negociações climáticas da história das Nações Unidas finalmente chegaram ao fim em Madri e deixam como primeiro resultado um acordo de compromissos - ao mesmo tempo em que postergam decisões importantes para o encontro deste ano.</p>
<p>Segundo o pacto, todos os países precisarão apresentar novas promessas climáticas na próxima grande conferência prevista para o ano que vem em Glasgow. Movimentos e greves globais pelo clima têm acontecido de forma cada vez mais organizada e com mais frequência, e a grande novidade é que são lideradas principalmente por estudantes de países europeus, para pressionar os governos e empresas a agirem com urgência em prol das reduções dos gases de efeito estufa. A complexidade sobre as mudanças climáticas demanda que se aborde como o tema demanda debates permanentes, e no geral a visão feminina é pouco abordada.</p>
<p>Nesse sentido este seminário propicia um espaço de diálogo e a reflexão no sentido de ampliar conhecimentos e fortalecer as iniciativas, pois como divulgado pelo <strong><a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/agencia/unfpa/">Fundo de População das Nações Unidas</a><strong>,</strong></strong><strong> </strong> as mulheres são um eixo central para combater as mudanças climáticas.</p>
<p><span><strong>Exposição:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jussara-carvalho" class="external-link">Jussara Carvalho</a> (SIMASP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruna-cerqueira" class="external-link">Bruna Cerqueira</a> (ICLEI-SAMS)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulina-chamorro" class="external-link">Paulina Chamorro</a> (Liga das Mulheres pelos Oceanos e Clima)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiza-muccillo" class="external-link">Luiza Muccillo</a> (PROCAM-IEE-USP/REDD e Agenda para o Brasil)</p>
<p><strong>Mediação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a> (FSP USP e Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-03T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade">
    <title>Razão do abandono da carreira científica pelas mulheres vai além da maternidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade</link>
    <description>Para docente da UFRGS, outras causas, como o cuidado com membros idosos da família e o assédio dentro das universidades, são responsáveis por isso 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5aa4c003-7fff-a4ce-6f06-5f4a119d3fb5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/microbiologist1332376_1920.jpg/@@images/eb0ff163-741e-4773-9b34-97114d4d207a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Mais da metade da população brasileira é composta por mulheres, mas a representatividade delas em várias carreiras profissionais, incluindo a científica, é muito baixa. Embora elas sejam maioria na concessão de bolsas de graduação e pós-graduação, ao longo da carreira acadêmica a presença feminina vai diminuindo. Mas qual a razão dessa desistência? E o que pode ser feito para reverter esse cenário? Para discutir essas questões, o USP Analisa conversa com a docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e diretora da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Márcia Barbosa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para ela, a própria sociedade acaba transmitindo às crianças a ideia de que as mulheres não têm habilidades suficientes para ocupar cargos de liderança. “A sociedade monta essa ideia de que mulher não é líder, mulher não é inteligente, mulher é esforçada. E esforçada é só parte do grupo inteiro, ela não é a pessoa protagonista do grupo. Aí em cargos que precisam de protagonismo, a mulher não é enxergada como protagonista”, afirma.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Márcia explica que não apenas a maternidade é responsável pelo afastamento das mulheres da ciência e por sua baixa produtividade em determinado momento, mas também o cuidado com membros mais idosos da família. Além disso, ela destaca a necessidade de políticas que acabem com o assédio dentro da universidade, outro fator que acaba desencorajando as mulheres a seguirem na carreira científica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É uma questão dura, muito difícil, mas nós temos que eliminar o assédio dentro das nossas instituições e temos que criar mecanismos para acabar com isso. De nada vai adiantar nós estimularmos as meninas para depois elas entrarem em um ambiente que vai tratá-las mal e assediá-las de todas as formas”, ressalta a docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (13), às 18h05, com reapresentação no domingo (17), às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-13T15:12:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp">
    <title>Participação feminina na ciência é tema de evento no IEA-RP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp</link>
    <description>Palestrante será a docente da UFRGS e diretora da ABC Marcia Barbosa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1011dba3-7fff-08d4-5323-709e40cdc390"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/10.10_Thas_ParticipaofemininanacinciatemadeeventonoIEARP.png/@@images/9f1e5e92-76ee-49f3-a58d-8e1273760b72.png" alt="" class="image-left" title="" />A presença de mulheres na ciência tem aumentado nas últimas décadas. Esse fato, no entanto, pouco tem impactado a participação feminina nos níveis mais altos das carreiras científicas. Para discutir as razões disso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia 22 de outubro, às 15h, em seu Espaço de Eventos, a palestra </span><span><i>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</i></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/QrUSL4nCkyAMrg4L7"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcia Barbosa vai discutir por que o número de cientistas mulheres ainda é considerado pequeno e quais as razões da lentidão no aumento da presença delas nessa área. Segundo ela, a medida que as mulheres ocupam posições mais elevadas nas carreiras científicas, o percentual de participação diminui, fato conhecido internacionalmente como </span><span>efeito tesoura</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcia Cristina Bernardes Barbosa tem graduação, mestrado e doutorado em Física pela UFRGS. Foi vencedora do Prêmio Internacional L'Oréal-Unesco Para Mulheres na Ciência (categoria Ciências Físicas) e do Prêmio Cláudia (categoria Ciências) por seus estudos sobre anomalias da água. Atualmente, além de docente da UFRGS, é diretora da Academia Brasileira de Ciências (ABC).</span></p>
<p><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span> ou (16) 3315 0368.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><b>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</b><br /><i>22 de outubro, 15h<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/QrUSL4nCkyAMrg4L7">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T15:15:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente">
    <title>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e3391b83-7fff-48ab-b89e-9a8042710531"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcia Barbosa vai discutir por que o número de cientistas mulheres ainda é considerado pequeno e quais as razões da lentidão no aumento da presença delas nessa área. Segundo ela, a medida que as mulheres ocupam posições mais elevadas nas carreiras científicas, o percentual de participação diminui, fato conhecido internacionalmente como </span><span>efeito tesoura</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Debatedora</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Marcia Barbosa (UFRGS)</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sofrimento-social">
    <title>Conferências sobre o Sofrimento Social</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sofrimento-social</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Alessandro Pinzani e Walquiria Leão Rego levaram a sério a proposição segundo a qual os sentidos da justiça e da injustiça surgem da audição (Iris Young). Ao ouvir “as verdades” da Dona Cássia do Piri-Piri (PI), e de outras mulheres beneficiárias do programa social Bolsa Família, nos ensinam que cada uma daquelas vozes aponta para os limites de qualquer definição anterior sobre o que é justo ou injusto, sobre o que é sofrimento e humilhação.</p>
<p>A pobreza, ao longo das páginas do <a class="external-link" href="http://editoraunesp.com.br/catalogo/9788539305285,vozes-do-bolsa-familia-2-edicao">Vozes do Bolsa Família</a> [Ed. Unesp, 2014], ganha personagens, sujeitos, cores, traços e, mais, é tratada analiticamente por uma sociologia que não despreza a filosofia e por uma filosofia que é crítica e social.</p>
<p>Mobilizando certo aparato da tradição da teoria crítica da sociedade ao lado de uma interpretação dos textos de <a class="external-link" href="https://fr.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_Renault">Emmanuel Renault</a> e <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Bourdieu">Pierre Bourdieu</a>, os autores chegam aos contornos do conceito de “sofrimento social”. O que está em jogo na experiência “simplesmente intolerável” vivida cotidianamente pelas mulheres que expressam as vozes do bolsa família “é a (...) violação da [sua] integridade pessoal, de uma negação de reconhecimento individual”.</p>
<p>Mais do que um problema relativo à quantidade do que é distribuído estaríamos diante de reivindicações sobre como o reconhecimento inadequado das necessidades de uma pessoa e de sua dignidade cria um cenário no qual a humilhação é a regra. A pobreza e as relações que são parte dessa realidade criam o ambiente para que o “respeito de si” seja reiteradamente violado.</p>
<p>Nesses termos, um comportamento ou uma situação é humilhante quando a pessoa afetada tem boas razões para afirmar que seu respeito de si foi ferido. A humilhação torna-se, na construção teórica proposta por Pinzani, o critério negativo de justiça que deveria guiar a construção de uma teoria “fraca” da justiça social.</p>
<p>Diante desse arranjo analítico e conceitual resta-nos compreender se ainda precisamos de uma teoria da justiça social para lidarmos com as injustiças que assolam o nosso mundo? Como o critério da “humilhação social” responderia, por exemplo, ao problema das métricas em uma teoria da justiça? Como devemos lidar politicamente com a dimensão psicológica do sofrimento individual causado por nossas instituições sociais? Qual é o potencial emancipatório de uma teoria crítica sobre o sofrimento social?</p>
<p>O grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória do IEA, animado pela relevância analítica e conceitual dessa discussão, mas também por sua urgência política e social, propõe o conjunto de Conferências sobre Sofrimento Social ministradas pelos professores Alessandro Pinzani e Walquiria Leão Rego.</p>
<p>Os trabalhos terão início no dia 26 de setembro com a apresentação do texto “First and Second Order Suffering”  e, na sequência, o debate será proposto pelas leituras de Lucas Petroni (Desjus/Cebrap) e Nathalie A. Bressiani (UFABC).</p>
<p>No dia 27 de setembro retomaremos as discussões com a apresentação do texto “Systemic Suffering as a Critical“ que será seguido pelo debate proposto por Rúrion Melo (USP) e Raquel Kritsch (UEL/Getepol).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Família</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-13T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/painel-discute-ods-desigualdade-e-mercado-de-trabalho">
    <title>Painel discute ODS, desigualdade e mercado de trabalho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/painel-discute-ods-desigualdade-e-mercado-de-trabalho</link>
    <description>Evento é promovido pela SGA com apoio do IEA-RP e do Escritório Regional do Programa Cidades do Pacto Global da ONU</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><a href="https://sites.usp.br/iearp/wp-content/uploads/sites/405/2019/04/Cartaz.png" rel="lightbox[2435]" style="padding-left: 0px; "></a><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartaz.png/@@images/d6926cc8-c05a-48bc-a503-a6caf505e632.png" alt="" class="image-left" title="" />A Superintendência de Gestão Ambiental do campus Ribeirão Preto da USP promove no dia <strong>23 de abril</strong>, a partir das <strong>16h</strong>, no <strong>Espaço de Eventos do IEA-RP</strong>, o painel “<strong>Mind the gap: Reflexões sobre ODS, desigualdade de gênero e mercado de trabalho</strong>“.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_ujPCpTjL5taVxBBoHvEia9UVlNfz_Nobv7atTfU4pIph0A/viewform" style="padding-left: 0px; "><strong>clicando aqui.</strong></a></p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Na ocasião, especialistas vão abordar, de maneira inter-relacionada, três objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU: igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico e a redução das desigualdades. A discussão vai destacar a voz e percepção das participantes sobre os desafios e a presença feminina no mercado de trabalho.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Participam como debatedoras a integrante do Clube do Mercado Financeiro Barbara Mascarini; a integrante do Núcleo Empreendedores Carolina Barroso; a urbanista, educadora e coordenadora do Projeto Caraminhola Paola Bernardi; a empreendedora e fundadora da Pontue Redação Inteligente Cris Miura; a doutoranda da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Deise Maito; e a estudante da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP Luíza Caloni. A mediação será da docente do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP Elaine Pazello.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O evento integra a “Agenda ODS 2019”, uma série de atividades que aborda os objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU e integrantes da Agenda 2030, suas interações e seus impactos dentro e fora da comunidade USP.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A iniciativa tem o apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, do Escritório Regional do Programa Cidades do Pacto Global da ONU e Rádio USP Ribeirão Preto.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Mais informações: <a style="padding-left: 0px; ">iearp@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "> </p>
<hr />
<p><strong>Mind the gap: Reflexões sobre ODS, desigualdade de gênero e mercado de trabalho<br /></strong><i>23 de abril, 16h<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_ujPCpTjL5taVxBBoHvEia9UVlNfz_Nobv7atTfU4pIph0A/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mind-the-gap-reflexoes-sobre-ods-desigualdade-de-genero-e-mercado-de-trabalho" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-16T16:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mind-the-gap-reflexoes-sobre-ods-desigualdade-de-genero-e-mercado-de-trabalho">
    <title>Mind the gap: Reflexões sobre ODS, desigualdade de gênero e mercado de trabalho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mind-the-gap-reflexoes-sobre-ods-desigualdade-de-genero-e-mercado-de-trabalho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Na ocasião, especialistas vão abordar, de maneira inter-relacionada, três objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU: igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico e a redução das desigualdades. A discussão vai destacar a voz e percepção das participantes sobre os desafios e a presença feminina no mercado de trabalho.</p>
<p><b>Debatedoras</b></p>
<p><b><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Barbara Mascarini (</span>Clube do Mercado Financeiro) <br /></b><b><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Carolina Barroso (</span><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Núcleo </span>Empreendedores) <br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Paola Bernardi (</span></b><b>Projeto Caraminhola) <br /> Cris Miura (<span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Pontue Redação Inteligente</span>)<br />Deise Maito (FMRP-USP)<br />Luíza Caloni (<span style="float: none; ">FCFRP-USP)<br /><br />Mediação<br /></span>Elaine Pazello (FEARP-USP)</b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-16T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mulher-e-principal-vitima-do-trafico-de-pessoas">
    <title>Mulher é principal vítima do tráfico de pessoas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mulher-e-principal-vitima-do-trafico-de-pessoas</link>
    <description>Especialista aponta que políticas públicas de enfrentamento desse problema deixaram de ser implementadas há três anos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hand1832921_1920_creditoPixabay.jpg/@@images/d0bc70ec-98db-4290-9b4f-68289ce69a80.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O tráfico de pessoas é um problema grave em todo mundo, que representa uma das principais formas de violência contra a mulher: 80% das vítimas são do sexo feminino e geralmente são exploradas sexualmente. Para falar sobre esse tema, o USP Analisa traz, nesta semana, a diretora executiva da Associação Mulheres pela Paz Vera Vieira.</p>
<p>Ela explica que, desde a assinatura do Protocolo de Palermo, em 2004, o Brasil passou a implementar políticas públicas de enfrentamento ao tráfico de pessoas, porém a situação tem mudado nos últimos anos. “Há três anos, a gente pode dizer que tem havido um desmonte de políticas públicas. As poucas que foram implantadas não estão sendo implementadas, infelizmente. Agora, com relação à legislação, ela é de 2016, o número dela é 13.344 e é uma legislação muito completa, que está em harmonia com o Protocolo de Palermo. Ela vai considerar os 3Ps: prevenção, punição e proteção. Essa legislação foi feita com ajuda de pessoas dos movimentos sociais que atuam nessa temática. Podemos dizer que é uma das melhores do mundo, mas não vem sendo cumprida”.</p>
<p>A Associação de Mulheres pela Paz, da qual Vera faz parte, leva oficinas e painéis a diversas regiões do País para colaborar com o enfrentamento do tráfico e da violência não apenas contra mulheres, mas também contra homossexuais e travestis. Essas oficinas são construídas em parceria com lideranças locais ligadas a esses públicos e utilizam a metodologia da educação popular feminista, uma adaptação da teoria de Paulo Freire. “Ela tem dois pontos fundamentais. O primeiro é a construção dialógica, participativa, feita com as pessoas e não para as pessoas, algo muito presente na teoria do Paulo Freire. O outro aspecto é o respeito à realidade local, ao saber local”, explica.</p>
<p><span>O programa vai ao ar nesta quarta (17), às 21h, e no domingo (21), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-16T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/eliana-sousa-silva-organiza-festival-mulheres-do-mundo">
    <title>Eliana Sousa Silva organiza Festival Mulheres do Mundo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/eliana-sousa-silva-organiza-festival-mulheres-do-mundo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eliana-sousa-silva-perfil/@@images/1a3b496f-be39-4f1a-a098-b3ebe534dbc0.jpeg" alt="Eliana Sousa Silva - Perfil" class="image-inline" title="Eliana Sousa Silva - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Eliana Sousa Silva</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Entre os dias 16 e 18 de novembro, a cidade do Rio de Janeiro receberá o <a href="http://www.festivalmulheresdomundo.com.br">Festival Mulheres do Mundo</a> (WOW), um espaço para que as mulheres celebrem suas histórias de lutas e conquistas. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva">Eliana Sousa Silva</a>, atual titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> do IEA-USP e fundadora da ONG <a href="http://redesdamare.org.br/">Redes da Maré</a>, é uma das organizadoras do festival. Serão realizadas mais de 150 atividades gratuitas ao público — entre debates, apresentações musicais, performances e exposições — em quatro localidades: Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio (MAR), Praça Mauá e Armazém 1 (Pier Mauá).</p>
<p dir="ltr">Idealizado por Jude Kelly, importante referência feminina no mundo das artes e ex-presidente de um dos maiores centros culturais da Europa, o <a href="https://www.southbankcentre.co.uk/">Southbank Centre</a> de Londres, o Festival foi realizado pela primeira vez na capital inglesa, no centenário do Dia Internacional da Mulher em 2010. No total, o WOW já passou por mais de 20 países e deve percorrer mais 53 ainda este ano.</p>
<p dir="ltr">O festival será desenvolvido em quatro dimensões. “Mulheres em diálogo” trará rodas de conversa e trocas de experiência sobre diversos temas; “Mulheres das Artes e Culturas” contará com dezenas de apresentações culturais e artísticas; “Mulheres empreendedoras” será um espaço dedicado a inovações no chamado Mercado Delas; “Mulheres Ativistas”, por fim, apresentará campanhas e atividades de mulheres da sociedade civil.</p>
<p dir="ltr">A edição do Rio de Janeiro será a primeira na América Latina e reunirá 73 convidadas locais, 48 nacionais e 28 internacionais. A realização do Festival é conduzida em parceria pela Redes da Maré, pelo Southbank Centre e pelo <a href="https://www.britishcouncil.org.br/">British Council</a>. A expectativa de público é de 30 mil pessoas durante os três dias de evento.</p>
<p>Saiba mais no <a href="http://www.festivalmulheresdomundo.com.br">site do Festival</a> ou envie sua pergunta por <a href="mailto:festivalmulheresdomundowow@gmail.com">e-mail</a>.</p>
<p><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-27T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres - 23 de agosto de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres">
    <title>Seminário discute a importância da pesquisa para o combate à violência contra a mulher</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres</link>
    <description>O Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia, Política e Memória e o USP Mulheres realizam, no dia 23 de agosto, às 14h, o seminário "Acesso à Informação e Violência contra as Mulheres".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-fc07b927c4244ac9a18cb286fec31175 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-fc07b927c4244ac9a18cb286fec31175">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/violencia-contra-a-mulher" alt="Violência contra a mulher" class="image-right" title="Violência contra a mulher" />A violência contra as mulheres por razões de gênero continua apresentando níveis alarmantes e escalas crescentes de gravidade, sem que haja informações suficientes para avaliar onde as políticas e leis falham e como podem ser aprimoradas, avalia a socióloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a>, assessora do <a class="external-link" href="http://sites.usp.br/uspmulheres/">USP Mulheres</a>.</p>
<p>Para tratar da produção de pesquisas científicas como eixo estruturante das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupo-de-pesquisa-direitos-humanos-democracia-politica-e-memoria" class="external-link">Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</a> do IEA e o USP Mulheres realizam, no <strong>dia 23 de agosto, às 14h</strong>, o seminário <i>Acesso à Informação e Violência contra as Mulheres</i>.</p>
<p>Os expositores serão o sociólogo Manuel Lisboa, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal, e o economista José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará. A coordenação será de Wânia Pasinato, que integra também o grupo de pesquisa.</p>
<p>O evento é público e gratuito, com <a class="external-link" href="https://goo.gl/TVjafE" target="_blank">inscrição prévia</a>. Não há necessidade de inscrição para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="url" id="parent-fieldname-eventUrl">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p><strong>Experiências de pesquisa</strong></p>
<p>O encontro terá como referências a experiência portuguesa do <a class="external-link" href="http://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/observatories-1/observatory-on-violence-and-gender" target="_blank">Observatório Nacional de Violência e Gênero (ONVG)</a> da UNL, coordenado por Lisboa, e a <a class="external-link" href="http://www.caen.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/relatorio-v05-22112017.pdf" target="_blank">Pesquisa  de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher</a> (PCSVDFMulher), coordenada por Carvalho e realizada por: Programa de Pós-Graduação em Economia (Caen) da UFC; Laboratório de Econometria e Otimização (Leco), também da UFC; Instituto Maria da Penha; e Instituto de Estudos Avançados em Toulouse, França.</p>
<p>Segundo Wânia, o objetivo do evento é refletir sobre a contribuição das pesquisas científicas para conhecimento da violência contra as mulheres com base no gênero em suas dimensões sociológicas e políticas. "Serão explorados também os aspectos éticos da pesquisa com mulheres em situação de violência e a importância da colaboração das universidades no planejamento e implementação dessas políticas, com a elaboração de diagnósticos, desenho de indicadores para monitoramento e avaliação com base em evidências robustas e elaboradas a partir de metodologias cientificamente testadas, replicáveis e acessíveis."</p>
<p><strong>Falta de dados</strong></p>
<p><strong> </strong>Em 2013, o <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/relatorio-final-da-comissao-parlamentar-mista-de-inquerito-sobre-a-violencia-contra-as-mulheres" target="_blank">Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher</a>, produzido pelo Senado Federal, concluiu que um dos grandes desafios do país no tema refere-se às lacunas na produção de dados e indicadores, de acordo com a socióloga. "O tema está previsto nos documentos internacionais de direitos humanos e, desde 2003, com a criação da <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/" target="_blank">Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres</a>, a discussão foi colocada na agenda política do governo federal."</p>
<p>A proposta de criação de um sistema nacional de dados sobre violência contra as mulheres, reunindo informações de todos os setores da política de enfrentamento à violência, permaneceu na pauta de discussões da secretaria, "embora nunca tenham sido encontradas saídas exitosas para sua implementação", afirma Wânia. Ações e metas relativas à produção de dados e sistemas de informações também foram incorporadas nos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres (<a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/plano-nacional-politicas-mulheres.pdf" target="_blank">2004-2007</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/livro-ii-pnpm-completo09.09.2009.pdf" target="_blank">2008-2011</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/publicacoes/pnpm-2013-2015-em-22ago13.pdf" target="_blank">2012-2015</a>), acrescenta a pesquisadora.</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank">Lei Maria da Penha</a>, "a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas ao lado de medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar". Wânia destaca que a lei recomendou a criação do <a class="external-link" href="http://www.cnmp.mp.br/portal/violencia-domestica" target="_blank">Cadastro Nacional de Violência Doméstica</a>, instituído em 2016 pelo Conselho Nacional do Ministério Público.</p>
<p>Para ela, o cadastro nacional será uma ferramenta importante para a gestão das informações relativas à Lei Maria da Penha, "apesar de insuficiente para que o Brasil dê por cumprido seu dever na produção de informações e indicadores para a avaliação das leis e políticas".</p>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-fc07b927c4244ac9a18cb286fec31175 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-fc07b927c4244ac9a18cb286fec31175">
<div class="kssattr-atfieldname-text kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-text-dc6ca12361d54877991828c235013e52" id="parent-fieldname-text-dc6ca12361d54877991828c235013e52">
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Outros eventos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/violencia-sexual-contra-mulheres-em-tempos-de-conflito" class="external-link">Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/arte-e-genero" class="external-link">Arte e Gênero</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-mulheres-etnico-racial" class="state-published">Ciclo Arte, Curta-Metragem e Direitos Humanos - Conversações: Mulheres, Étnico-racial e Direitos Humanos (Oficina 3)</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p>Além de dirigir o ONVG, Manoel Lisboa é também coordenador dos mestrados em sociologia e em estudos sobre as mulheres na UNL e pesquisador do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.Nova), da mesma universidade. No centro, já coordenou mais de 25 projetos de pesquisa nas áreas da violência contra a mulheres, doméstica e de gênero, alguns deles pioneiros em Portugal e no contexto europeu. Lisboa integra o Conselho Técnico-Científico da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Gênero (CIG) do governo português e atua como perito em três iniciativas internacionais: no âmbito da força tarefa de combate à violência doméstica e contra a mulher do Conselho da Europa; no Instituto Europeu para a Igualdade de Gênero; e na seção sobre violência contra as mulheres do projeto Diálogos Setoriais: Brasil e União Europeia.</p>
<p>Mestre em economia pela UFC e doutor na mesma área pela Universidade Estadual da Pensilvânia, EUA, José Raimundo Carvalho é professor no curso de pós-graduação em economia da UFC, onde também coordena o Leco e a PCSVDFMulher. Sua experiência acadêmica situa-se nas áreas de econometria, economia e análise estatística criminal, com atuação principalmente em microeconometria, mercado de trabalho, avaliação econométrica de programas socioeconômicos, economia da educação, segurança pública, análise criminal, violência doméstica e de gênero, economia do crime e desenho de pesquisas e questionários socioeconômicos e de vitimização.</p>
<div class="kssattr-atfieldname-text kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-text-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747" id="parent-fieldname-text-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747">
<div></div>
</div>
<div>
<div class="kssattr-atfieldname-programacao kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-programacao-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747" id="parent-fieldname-programacao-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747">
<hr />
<p><i><strong>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres</strong><br />23 de agosto, 14h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/TVjafE" target="_blank">inscrição prévia</a><br /><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i><br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.pexels.com/@tijana-bosnjakov-107605">Tijana Bonsjakov/Pexels</a></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-31T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apesar dos avanços, a violência contra as mulheres por razões de gênero continua apresentando níveis alarmantes e com escalas crescentes de gravidade, sem que tenhamos informações suficientes para avaliar onde as políticas e leis falham e como podemos aprimorá-las.</p>
<p>Em 2013, o <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/relatorio-final-da-comissao-parlamentar-mista-de-inquerito-sobre-a-violencia-contra-as-mulheres">Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher</a> (Senado Federal) concluiu que um dos grandes desafios do país no tema refere-se às lacunas na produção de dados e indicadores. Tal tema está previsto nos documentos internacionais de direitos humanos e desde 2003, com a criação da <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/">Secretaria de Políticas para Mulheres</a>, a discussão foi colocada na agenda política do governo federal.</p>
<p>A proposta de criação de um sistema nacional de dados sobre violência contra as mulheres reunindo informações de todos os setores da política de enfrentamento à violência permaneceu na pauta de discussões da Secretaria, embora nunca tenham sido encontradas saídas exitosas para sua implementação. Ações e metas relativas à produção de dados e sistemas de informações foram também incorporadas aos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres (<a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/plano-nacional-politicas-mulheres.pdf">2004-2007</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/livro-ii-pnpm-completo09.09.2009.pdf">2008-2011</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/publicacoes/pnpm-2013-2015-em-22ago13.pdf">2012-2015</a>).</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm">Lei Maria da Penha</a> a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas juntamente com as medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar. A lei recomenda a criação do <a class="external-link" href="http://www.cnmp.mp.br/portal/violencia-domestica">Cadastro Nacional de Violência Doméstica e Familiar,</a> iniciativa implementada a partir de 2016 com o apoio do Conselho Nacional do Ministério Público em colaboração com os Ministérios Públicos estaduais.</p>
<p>A partir da experiência portuguesa do <a class="external-link" href="http://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/observatories-1/observatory-on-violence-and-gender">Observatório Nacional de Violência e Género</a> (Universidade Nova de Lisboa) e da experiência brasileira da <span><a class="external-link" href="http://www.caen.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/relatorio-v05-22112017.pdf">Pesquisa sobre Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres</a></span> (CAEN/Universidade Federal do Ceará e Instituto Maria da <span>Penha) o objetivo será refletir sobre a contribuição de pesquisas científicas para o conhecimento da violência contra as mulheres com base no gênero em suas dimensões sociológicas e políticas, explorando também os aspectos éticos da pesquisa com mulheres em situação de violência e a importância da colaboração das universidades no planejamento e implementação dessas políticas, com a elaboração de diagnósticos, desenho de indicadores para monitoramento e avaliação com base em evidências robustas e elaboradas a partir de metodologias cientificamente testadas, replicáveis e acessíveis.</span></p>
<p><span><span>O seminário abordará a produção de pesquisas como eixo estruturante das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres.</span></span></p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP USP e IEA), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE USP e IEA) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a><span> (FE USP e IEA)</span></p>
<p><strong>Organização:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a> (USP Mulheres e IEA)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/manuel-lisboa" class="external-link">Manuel Lisboa</a> (Universidade Nova de Lisboa)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-raimundo-de-araujo-carvalho-junior" class="external-link">José Raimundo de Araújo Carvalho Jr</a> (Universidade Federal do Ceará)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><span>Wânia Pasinato</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
