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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-relancara-site-qualidade-da-democracia">
    <title>Site Qualidade da Democracia será relançado em debate sobre o tema</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-relancara-site-qualidade-da-democracia</link>
    <description>Debate sobre democracia marcará o relançamento do site qualidadedademocracia.com.br, no dia 27 de junho, às 9h30  </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestacao-em-2013" alt="Manifestação em 2013" class="image-inline" title="Manifestação em 2013" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Momento político do Brasil aqueceu as discussões sobre qualidade da democracia </strong><i>(Foto: Marcos Santos/Jornal da USP)</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um debate acadêmico marcará o relançamento do site Qualidade da Democracia (<a class="external-link" href="https://medium.com/qualidade-da-democracia">qualidadedademocracia.com.br</a>) no dia <strong>27 de junho, às 9h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA. Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web, a participação presencial requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScf-QAeeNolJoHAalSK2mdPmNdmpxt3puL9TIb3a5cwkcfYEA/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p><span> </span><span>No encontro, os conferencistas  avaliarão os 30 anos de democracia brasileira, levando em consideração o conceito de qualidade da democracia e sua aplicabilidade. Participarão o cientista político </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises">José Álvaro Moisés</a><span>,</span><span> editor do site e coordenador do Grupo de Pesquisa do IEA que leva o mesmo nome, e o professor do Insper </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alberto-furtado-de-melo">Carlos Melo</a><span>,</span><span> ambos coordenadores do projeto</span><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Fora do ar desde os últimos meses de 2016 por razões técnicas, o site Qualidade da Democracia publicou durante cinco anos, quase diariamente, um conjunto de análises críticas da situação política brasileira e internacional. Do lançamento até a interrupção em 2016, foi acessado por mais de 977 mil usuários. </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>“O Brasil vive um momento delicado e decisivo. Mais do que nunca o conhecimento e o debate sobre os rumos a serem adotados para tirar o país da crise é fundamental, e essa é uma tarefa que só pode ser enfrentada com a participação e a contribuição de diferentes visões e perspectivas sobre o presente e o futuro do país”, avalia Moisés. </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Segundo ele, a retirada do site do ar em 2016 abriu a oportunidade de uma reflexão sobre sua continuidade. A nova versão do projeto terá como diretriz a constância dos artigos, a dinâmica editorial e um modelo gráfico mais adequado, além de reafirmar “a importância e a centralidade do pluralismo que devem ter as contribuições de análise da democracia brasileira”, de acordo com o editor. Por outro lado, “espera-se que essas análises estejam baseadas na observação e na pesquisa rigorosas da dinâmica particular que caracteriza o regime democrático no Brasil”, explica. </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>Nesta nova fase, o projeto terá como parceiro o site Plus55, publicado em inglês para pesquisadores e jornalistas estrangeiros interessados no Brasil.</span></p>
<p><span>O evento de relançamento do site é promovido pelo Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia e pelo <a class="external-link" href="http://nupps.usp.br/" target="_blank">Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas</a> (NUPPs). </span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><strong><i>Relançamento do site Qualidade da Democracia<br /></i></strong><i><i>27 de junho, às 9h30<br /></i></i><i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Butantã, São Paulo<br /></i></i><i><i><i>Evento gratuito, com transmissão </i><strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><i>ao vivo</i></a></strong><i> </i><i>pela internet<br /></i></i></i><i><i><i>Inscrições<strong> </strong></i><strong><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScf-QAeeNolJoHAalSK2mdPmNdmpxt3puL9TIb3a5cwkcfYEA/viewform">via formulário</a><br /></i></strong></i></i><i><i>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></i></i><i><i><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/relancamento-do-blog-qualidade-da-democracia" class="external-link">Página do evento</a></strong></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-19T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia">
    <title>Sistemas de Saúde em Tempos de Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tempos-de-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>Por que o Brasil, descrito como um país em desenvolvimento, tem um sistema de saúde público relativamente bom, apesar de sua desigualdade? </span><span>E por que os Estados Unidos, um dos países mais ricos no mundo, têm um nível de saúde básica relativamente baixo? </span></p>
<p><span>O evento vai comparar São Paulo e Atlanta, duas cidades formadas da escravidão e que receberam muitos imigrantes de Ásia, Europa, Américas e África desde o século passado. </span></p>
<p><span>Os debatedores, pesquisadores nas áreas de saúde pública e medicina, vão discutir os efeitos da pandemia comparando o sistema de atendimento universal e gratuito no Brasil e o contrário nos EUA. </span></p>
<p><span>Os focos da discussão incluirão: como imigrantes e grupos minoritários são afetados pela pandemia e por que a continuidade de cuidado de doenças crônicas é tão maior no Brasil do que nos EUA.</span></p>
<p><span><span><strong>Expositores:</strong></span></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-cosentino" class="external-link">Fernando Cosentino</a> (UBS Bom Retiro)</span></p>
<p><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emily-s-pingel" class="external-link">Emily S. Pingel</a> (Emory University)</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Debatedora:</strong></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandra-llovet" class="external-link">Alexandra Llovet </a>(Emory University)</span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><strong>Coordenador:</strong></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> (IEA e Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA)</span></span></span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imigração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-29T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sistemas-aquecimento-solar">
    <title>Sistemas de Aquecimento Solar no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sistemas-aquecimento-solar</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil desfruta de uma situação ímpar em relação aos demais países no tocante à disponibilidade de fontes energéticas renováveis e seu potencial uso. A dimensão territorial e a faixa de latitude geográfica favorável fazem desta nação uma das poucas do mundo em que a abundância de recursos hídricos, incidência de radiação solar, ventos e biomassa podem alavancá-lo em direção a uma matriz elétrica praticamente renovável em sua totalidade.</p>
<p>O uso de sistemas de aquecimento solar representa um potencial que pode ser bastante explorado no país.</p>
<p>O seminário visa apresentar sistemas que aproveitam a energia solar para aquecimento em diferentes níveis de temperatura, avaliando as suas vantagens e desvantagens para aplicação no Brasil.</p>
<p>Este webinar faz parte do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/eixos-tematicos-da-usp-para-contribuir-com-a-formulacao-de-politicas-publicas" class="external-link">Programa Eixos Temáticos da USP</a>.</p>
<p style="text-align: left; "><b>Exposição:</b></p>
<p><span> </span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-simoes-moreira" class="external-link">José Roberto Simões Moreira</a> (EP-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-setrak-sowmy" class="external-link">Daniel Setrak Sowmy</a> (IPT/EP-USP)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-hernandez-neto" class="external-link">Alberto Hernandez Neto</a> (EP-USP)</p>
<p style="text-align: left; "><b>Coordenação: </b></p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso</a> (EP/USP)<i><br /></i></p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>France</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eixos Temáticos USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-01T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-que-discute-ideias-para-o-futuro-do-brasil-promove-terceiro-encontro">
    <title>Simpósio que discute ideias para o futuro do Brasil promove terceiro encontro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-que-discute-ideias-para-o-futuro-do-brasil-promove-terceiro-encontro</link>
    <description>Evento terá como palestrantes o ex-governador Paulo Hartung e o professor da FGV Fernando Abrucio</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8809aa97-7fff-0341-e324-134a1b1a9e1e"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/artesite800X530SimpsioConstruindooBrasildoAmanh31.png/@@images/d8603bc5-398b-41ec-bb20-6c406e505f7a.png" alt="" class="image-left" title="" />Promover uma discussão ampla, sob a perspectiva de várias personalidades e pesquisadores ligados a diversas áreas do conhecimento, a respeito do país que se quer construir em um futuro próximo tem sido a proposta do <strong>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã</strong>. Em seu terceiro evento, que será realizado no dia <strong>5 de outubro</strong>, a partir das <strong>17h</strong>, de forma on-line, o evento trará para uma conversa o economista e ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas Fernando Luiz Abrucio.</p>
<p dir="ltr"><span>O evento será transmitido pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BvqEtvY9Qjw"><span>canal do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/PYZEHjZtcsuywMDz9"><span>neste link</span></a><span>. Haverá emissão de certificado para os inscritos que preencherem um formulário disponibilizado no chat durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de exporem suas ideias, Hartung e Abrucio serão sabatinados pelo coordenador do Lepes, Daniel dos Santos; pelo titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA-RP, Mozart Neves Ramos; pelo coordenador do IEA-RP Antônio José da Costa Filho; pelo superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques; pela gerente de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho, Monica Pinto e pelo presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia. A mediação é da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães Castro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã é uma realização da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (Lepes), ambos sediados na USP Ribeirão Preto, em parceria com a Fundação Roberto Marinho e o Instituto Unibanco. O evento tem o apoio da Plataforma Educação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: catedraiearp@usp.br</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre os palestrantes</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Paulo Hartung é economista pela Universidade Federal do Espírito Santo. Foi deputado estadual, deputado federal, prefeito de Vitória (ES), diretor de Desenvolvimento Regional e Social do BNDES, senador e governador do Espírito Santo por três mandatos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Fernando Luiz Abrucio tem graduação em Ciências Sociais, mestrado e doutorado em Ciência Política, todos pela USP. É professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas desde 1995 e coordenador da linha de pesquisa em Educação do Centro de Administração Pública e Governo (Ceapg Eaesp). Pesquisa temas nas áreas de Ciência Política, Administração Pública, Políticas Públicas e Política Comparada, com ênfase em questões relacionadas à Educação, às Relações Intergovernamentais e o Federalismo, bem como sobre Reforma do Estado e Gestão Pública.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Maria Helena Guimarães Castro possui graduação em Ciências Sociais e mestrado em Ciência Política pela Unicamp e Especialização em Avaliação de Políticas Públicas na Universidade de Grenoble. Foi professora da Unicamp, presidente do INEP, secretária de Educação do Estado de São Paulo e presidente da Undime. Atualmente, além de presidente do Conselho Nacional de Educação, é presidente da Associação Nacional de Avaliação Educacional (Abave) e embaixadora do Pisa para escolas no Brasil.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><b>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã - 3° evento</b><br /><i>5 de outubro, 17h<br /><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=BvqEtvY9Qjw">Canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/PYZEHjZtcsuywMDz9">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-construindo-o-brasil-do-amanha-3deg-evento" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-23T21:29:46Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-que-debate-perspectivas-de-futuro-do-brasil-realiza-segundo-encontro">
    <title>Simpósio que debate perspectivas de futuro do Brasil realiza segundo encontro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-que-debate-perspectivas-de-futuro-do-brasil-realiza-segundo-encontro</link>
    <description>Evento terá a presença do ex-ministro Renato Janine Ribeiro e do presidente do Insper Marcos Lisboa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-93bfd76b-7fff-c872-3968-ebbe9fc6dcb0"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/artesite800X530SimpsioConstruindooBrasildoAmanh1.png/@@images/dcaad6dd-f187-4966-abe8-f06d824c8a8c.png" alt="" class="image-left" title="" />Com o objetivo de promover uma discussão sobre o futuro do país sob uma perspectiva holística e que leve à construção de uma sociedade mais justa e menos desigual, o <strong>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã</strong> realiza seu segundo encontro virtual no dia <strong>10 de agosto</strong>, a partir das <strong>17h</strong>.</p>
<p dir="ltr"><span>A transmissão será feita pelo Youtube, no </span><a href="https://youtu.be/jvhSz0k4t4g"><span>canal do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/CUTpUeaaMAwekSMj7"><span>neste link</span></a><span>. Haverá emissão de certificados mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão dois nomes de grande destaque nas áreas de educação e economia no Brasil: o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, e o presidente do Insper, Marcos Lisboa. Eles serão sabatinados pelo coordenador do Lepes, Daniel dos Santos; pelo titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, Mozart Neves Ramos; pelo superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques; pela gerente de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho, Monica Pinto e pelo presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia. A mediação é da diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (CEIPE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cláudia Costin.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã é uma realização da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (Lepes), ambos sediados na USP Ribeirão Preto, em parceria com a Fundação Roberto Marinho e o Instituto Unibanco.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: catedraiearp@usp.br</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre os palestrantes</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Renato Janine Ribeiro é professor titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Foi ministro da Educação entre abril e outubro de 2015. Tem 18 livros editados e, em 2001, recebeu o Prêmio Jabuti de melhor ensaio. É membro do Conselho Superior de Estudos Avançados da Fiesp e, recentemente, foi eleito presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Teoria Política, atuando principalmente nos seguintes temas: democracia, ética, teoria política, Brasil e Thomas Hobbes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcos Lisboa é Ph.D em economia pela Universidade da Pensilvânia. Foi professor assistente na Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas e no Departamento de Economia da Universidade de Stanford. Foi diretor-executivo e vice-presidente do Itaú Unibanco, presidente do Instituto de Resseguros do Brasil e secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Atualmente é presidente do Insper.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Daniel dos Santos é professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP. É graduado em Economia pela Universidade de São Paulo, mestre em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutor em Economia pela Universidade de Chicago. Atualmente, também coordena o Lepes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mozart Neves Ramos é graduado em engenharia Química pela Universidade Federal de Pernambuco, doutor em Química pela Unicamp e tem pós-doutorado em Química pela Politécnica de Milão, Itália. Foi reitor da UFPE, secretário de Educação de Pernambuco, presidente executivo do Todos Pela Educação e diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. Atualmente, além de ser titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, integra o Conselho Nacional de Educação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ricardo Henriques foi secretário Nacional de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação e secretário executivo do Ministério de Desenvolvimento Social, quando coordenou o desenho e a implantação inicial do programa Bolsa Família. Atualmente, além de superintendente executivo do Instituto Unibanco, é integrante de entidades como Anistia Internacional (Brasil), Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (CEIPE-FGV), Fundação Itaú Educação e Cultura, Instituto Natura e Todos pela Educação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mônica Pinto é mestre em Educação pela PUC-RJ, com pós-graduação em História e Cultura Contemporânea e formação pelo Programa de Desenvolvimento de Executivos da Fundação Dom Cabral. Foi consultora e coordenadora do Programa Nacional de Formação de Professores, vinculado ao MEC e à TVE. É gerente de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho, atuando no desenvolvimento e manutenção de parcerias do Canal Futura e de seus projetos especiais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Luiz Miguel Garcia possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), mestrado em Linguística Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutorado em Linguística Aplicada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tem experiência acadêmica nas áreas de Linguística, Linguística Aplicada, Literatura, Linguagem Jurídica e Comunicação e Expressão. Desde 2013 é secretário municipal de Educação, Juventude, Esporte e Lazer de Sud Mennucci (SP) e em 2019 assumiu a presidência da Undime Nacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cláudia Costin é mestre em Economia Aplicada pela FGV. É professora visitante na Faculdade de Educação de Harvard e diretora-geral do CEIPE-FGV. Integra também a Comissão Global sobre o Futuro do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><strong>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã - 2º evento</strong><br /><i>10 de agosto, 17h<br /><a class="external-link" href="https://youtu.be/jvhSz0k4t4g">Canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/CUTpUeaaMAwekSMj7">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-construindo-o-brasil-do-amanha-2o-evento" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-04T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-construindo-o-brasil-do-amanha-3deg-evento">
    <title>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã - 3° evento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-construindo-o-brasil-do-amanha-3deg-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-688a26ec-7fff-1ca7-92d2-7873774d3eab">
<p dir="ltr"><span>Promover uma discussão ampla, sob a perspectiva de várias personalidades e pesquisadores ligados a diversas áreas do conhecimento, a respeito do país que se quer construir em um futuro próximo tem sido a proposta do Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã. Em seu terceiro evento, que será realizado no dia 5 de outubro, a partir das 17h, de forma on-line, o evento trará para uma conversa o economista e ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas Fernando Luiz Abrucio.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de exporem suas ideias, Hartung e Abrucio serão sabatinados pelo coordenador do Lepes, Daniel dos Santos; pelo titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do IEA-RP, Mozart Neves Ramos; pelo coordenador do IEA-RP Antônio José da Costa Filho; pelo superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques; pela gerente de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho, Monica Pinto e pelo presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia. A mediação é da presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Helena Guimarães Castro.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-23T21:23:26Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-construindo-o-brasil-do-amanha-2o-evento">
    <title>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã - 2º evento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-construindo-o-brasil-do-amanha-2o-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com o objetivo de promover uma discussão sobre o futuro do país sob uma perspectiva holística e que leve à construção de uma sociedade mais justa e menos desigual, o <b>Simpósio Construindo o Brasil do Amanhã</b> realiza seu segundo encontro virtual no dia <b>10 de agosto</b>, a partir das <b>17h</b>.</p>
<p><b>Palestrantes</b></p>
<p>Renato Janine Ribeiro (SBPC)<br />Marcos Lisboa (Insper)<br /><br /><b>Debatedores</b></p>
<p><b> </b></p>
<div>Daniel dos Santos (Lepes/FEARP-USP)<br />Mozart Neves Ramos (Cátedra Sérgio Henrique Ferreira - IEA-RP/USP)<br />Ricardo Henriques (Instituto Unibanco)<br />Monica Pinto (Fundação Roberto Marinho)</div>
<div>Luiz Miguel Garcia (Undime Nacional)</div>
<div></div>
<p><b>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Mediação</strong></div>
</b></p>
<p>Cláudia Costin (CEIPE-FGV)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-03T15:30:10Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-15">
    <title>Sessão de Cinema</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-15</link>
    <description>III Semana Franco-Uspiana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-05T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sergio-pena-faz-conferencia">
    <title>Sérgio Pena faz conferência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sergio-pena-faz-conferencia</link>
    <description>O geneticista Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), fará a conferência "Estrutura e Formação Genética do Povo Brasileiro" no dia 11 de agosto, às 17h, no Auditório do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergiodanilopena1.jpg/image" alt="sergiodanilopena1.jpg" title="sergiodanilopena1.jpg" height="195" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">O geneticista Sérgio Danilo Pena, da UFMG</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">"No Brasil, não se pode prever individualmente a cor das pessoas a partir de sua ancestralidade genômica, nem o contrário. Os brasileiros devem ser avaliados numa base individual como 190 milhões de seres humanos, e não como membros de grupos de cores." A afirmação é do geneticista Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que fará a conferência "Estrutura e Formação Genética do Povo Brasileiro" no dia 11 de agosto, às 17h, no Auditório do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. A conferência integra o Ciclo Ciência Avançada, comemorativo dos 25 anos do IEA e do qual já participaram o neurocientista Miguel Nicolelis, o astrofísico João Steiner e a linguista Eleonora Cavalcante Albano.</p>
<p style="text-align: justify; ">Pena chama de "ancestroma brasileiro" a totalidade das características genéticas das três principais populações constituintes do povo brasileiro: ameríndios, europeus e africanos. Na conferência, explicará o uso de diferentes ferramentas moleculares para caracterizar tal ancestroma.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo ele, estudos iniciais com marcadores de cromossomo Y e DNA mitocondrial mostraram um padrão de elevados níveis de mistura genética de reprodução direcional entre homens europeus e mulheres ameríndias e africanas. "Em seguida, analisados diferentes tipos de polimorfismos genômicos correlacionando ancestralidade e cor nos brasileiros, esses marcadores confirmaram níveis extensos de mistura genômica, mas também evidenciaram uma forte marca da onda maciça de imigração europeia nos séculos 19 e 20." De acordo com Pena, a alta variabilidade individual observada sugere que cada brasileiro tem uma proporção singular das ancestralidades ameríndia, europeia e africana em seu genoma.</p>
<p style="text-align: justify; ">Médico formado pela Faculdade de Medicina da UFMG, Pena fez o doutorado no Departamento de Genética Humana da Universidade de Manitoba, Canadá, e o pós-doutorado no Instituto Nacional de Pesquisa Médica em Mill Hill, Londres, Reino Unido. Atualmente é professor titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia e diretor do Laboratório de Genômica Clínica da UFMG. É também diretor científico do Gene — Núcleo de Genética Médica de Minas Gerais e da Gene-Genealógica Central de GenoTipagem de Animais.</p>
<p style="text-align: justify; ">Membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academy of Sciences of the Developing World (TWAS), Pena presidiu a Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular, o Programa Latino-Americano do Genoma Humano e o Comitê Sul-Americano do Projeto de Diversidade Genômica Humana. A ênfase em seu trabalho é em genética humana e médica, atuando principalmente em diversidade genômica e evolução humana, formação e estrutura da população brasileira, estrutura populacional do <i>Trypanosoma cruzi</i> (parasita causador da doença de Chagas),  desenvolvimento de testes baseados na PCR (reação em cadeia da polimerase) para diagnóstico de doenças humanas e aplicação da genômica de nova geração em medicina clínica.</p>
<p style="text-align: justify; "><b>Local: </b>Auditório Luiz Rachid Trabulsi, ICB-USP, Av. Prof. Lineu Prestes, 2.415, Cidade Universitária, São Paulo.<br /><b>Informações: </b>com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br)</a>, telefone (11) 3091-1678.</p>
<div style="text-align: right; "><span><span><b> 
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><i><b>RELACIONADO</b></i></div>
<p><i>Leio o <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142004000100004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt"><b>artigo</b></a></i><i>, de Sérgio Danilo Pena e Maria Cátira Bortolini, publicado na edição nº 50 (jan.-abr./2004) da revista "Estudos Avançados"</i>.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/ciclo-ciencia-avancada-4a-conferencia" class="external-link"><b>ASSISTA AO VÍDEO DO EVENTO</b></a>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</b></span></span><span>Foto: UFMG</span></div>
<div style="text-align: right; "><br /><span> </span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-07-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-trata-de-turismo-sexual-e-trafico-de-mulheres">
    <title>Seminário trata de turismo sexual no Brasil e tráfico de mulheres</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-trata-de-turismo-sexual-e-trafico-de-mulheres</link>
    <description>Discussão terá como ponto de partida a experiência do diretor Joel Zito Araújo na gravação do documentário "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado", de 2008. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-cinderelas-lobos-e-um-principe-encantado/@@images/bf919165-0859-4c06-a4f0-9a4ef09979e9.jpeg" alt="Cartaz &quot;Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado&quot;" class="image-inline" title="Cartaz &quot;Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Divulgação do documentário de Joel Zito Araújo, de 2008, sobre turismo sexual e tráfico de mulheres</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">AO VIVO</a></h3>
<p>A experiência do diretor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joel-zito-araujo" class="external-link">Joel Zito Araújo</a> durante a gravação do documentário "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado" será o pano de fundo do debate <i>Turismo Sexual e a Busca pelo Príncipe Encantado Europeu</i>, que acontece no dia <strong>2 de maio</strong>, às <strong>14h30</strong>, na antiga sala do Conselho Universitário da USP, com transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>. A participação é gratuita, mas é necessário se inscrever previamente <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/13uX3WhOR23uVAlz3IEuXZA_3KdJGnhtOPqyAFGpJZEo/viewform">aqui</a>.</p>
<p>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA, o seminário terá a projeção do longa-metragem seguida por uma discussão entre Zito e membros do grupo: a coordenadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Duarte Dantas</a>, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-capuano-de-oliveira" class="external-link">Adriana Capuano de Oliveira</a>, professora da Universidade Federal do ABC; <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/jeffrey-lesser/perfil" class="external-link">Jeffrey Lesser</a>, da Emory University e professor visitante do IEA; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira" class="external-link">Ligia Fonseca Ferreira</a>, professora da Unifesp.</p>
<p>Em 2008, Zito percorreu estados do Nordeste brasileiro e países da Europa (Itália e Alemanha) para retratar o turismo sexual no Brasil e o tráfico de mulheres. Segundo os organizadores do encontro no IEA, cerca de 900 mil pessoas por ano são traficadas pelas fronteiras internacionais exclusivamente para fins de exploração sexual. “Meninas, mulheres jovens e travestis têm o ilusório desejo de, como cinderelas, encontrar um marido – ou um príncipe encantado – europeu, mas o sonho em geral fracassa e raramente elas encontram um final feliz”, afirma Ligia Fonseca.</p>
<p>Joel Zito é doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e pós-doutor em Comunicação e Antropologia pela Universidade do Texas, EUA. Seu documentário "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado", lançado em 2008, teve Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema de Brasília (FIC-X) de 2008; ganhou o prêmio de Melhor Filme e Melhor Diretor de longa-metragem na votação do público da 9ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE 9); levou o título de Melhor Documentário (votação do público) e recebeu Menção Honrosa do júri do VII Mostra Vidas na Tela, de Natal, em 2009; e venceu na categoria Melhor Longa-Metragem e Melhor Documentário do III Bahia Afro Film Festival, de 2010.</p>
<p><i><i><strong> </strong></i></i></p>
<hr />
<p><i><i><strong> Turismo Sexual e a Busca pelo Príncipe Encantado Europeu</strong></i><br /></i><i>2 de maio, das 14h30 às 18h30<br /></i><i><span>Antiga sala do Conselho Universitário da USP</span>, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br" target="_blank">inscrição<br /></a>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Informações: Sandra Sedini (11) 3091-1678 e sedini@usp.br <br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cinderelas-lobos-e-um-principe-encantado" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/cinderelas-lobos-e-um-principe-encantado</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nordeste</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-05T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-remonta-metodo-primitivo-de-medicina-do-brasil-colonia">
    <title>Seminário relembra método primitivo de medicina do Brasil Colônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-remonta-metodo-primitivo-de-medicina-do-brasil-colonia</link>
    <description>O IEA-USP realizará o seminário "As Medicinas no Brasil Colonial a Partir de Três Manuais Setecentistas", no dia 21 de setembro, a partir das 11h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/as-medicinas-no-brasil-colonial" alt="As Medicinas no Brasil colonial" class="image-right" title="As Medicinas no Brasil colonial" />Durante os primeiros séculos da colonização portuguesa no Brasil, o acesso a tratamentos médicos era praticamente restrito às regiões costeiras, historicamente mais ricas e populosas. Era usual para os moradores interioranos, portanto, recorrer a manuais médicos escritos por cirurgiões diplomados para curar suas doenças. Para apresentar as particularidades desta forma primitiva de assistência médica, o IEA-USP realizará o seminário <i>As Medicinas no Brasil Colonial a Partir de Três Manuais Setecentistas</i>, no dia <strong>21 de setembro, a partir das 11h</strong>.</p>
<p dir="ltr">O evento é aberto ao público, mas os interessados em participar presencialmente devem se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfBQe1BcM8CbWFN3zS8OBj0b6dZVk_7zIG3EDjxF47E2lg-fA/viewform">inscrever</a>. Para acompanhar <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é necessário se inscrever.</p>
<p dir="ltr">Como sugere o nome do encontro, serão analisados dois tratados médicos do século 18 com o intuito de compreender o contexto de produção das obras e as referências científicas tomadas por seus autores como fundamentais. A exposição será conduzida por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-carolina-de-carvalho-viotti">Ana Carolina de Carvalho Viotti</a>, historiógrafa do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa Histórica (CEDAPH) da Unesp de Bauru, com mediação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos">Gildo Magalhães dos Santos Filho</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenador do grupo de pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina">Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a> do IEA.</p>
<p dir="ltr">Um dos livros explorados será <i>Erário Mineral</i>, de Luís Gomes Ferreira, editado pela primeira vez em 1735. O tratado reúne as principais experiências práticas de Ferreira na capitania de Minas Gerais e é uma das primeiras obras de medicina brasileira a ser escrita em português. O autor também relata as doenças mais recorrentes na região e os tratamentos mais eficientes para cada <br />uma delas.</p>
<p>O extenso título do segundo livro traz a síntese de seu conteúdo: <i>Governo de Mineiros mui necessário para os que vivem distantes de professores, seis, oito, dez e mais léguas, padecendo por esta causa os seus domésticos e escravos, queixas que pela dilação dos remédios se fazem incuráveis, e as mais das vezes mortais</i>. O tratado, escrito em 1770 por José Antonio Mendes, usa uma linguagem acessível para auxiliar no tratamento e medicação de pessoas que viviam em locais afastados, longe de assistência médica.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Montagem: Nikolas Suguiyama/IEA-USP</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>As Medicinas no Brasil Colonial a Partir de Três Manuais Setecentistas</strong><br />21 de setembro, das 11h às 13h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfBQe1BcM8CbWFN3zS8OBj0b6dZVk_7zIG3EDjxF47E2lg-fA/viewform">inscrição</a> prévia<br />Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br />Mais informações: Cláudia Regina Pereira (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/as-medicinas-no-brasil">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-30T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-debate-a-tortura">
    <title>Seminário internacional debate a tortura</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-debate-a-tortura</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Nos dias  25, 26 e 27 de fevereiro, o Núcleo de Estudos da  Violência (NEV) da USP  realiza o 1º Seminário Internacional sobre a Tortura,  que tem por  objetivo promover uma ampla discussão sobre a tortura e os mitos  que  tentam justificá-la. O evento acontece no Auditório Aristo Mila, na  Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, e terá tradução  simultânea (<i>leia a  programação abaixo</i>).<img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seminariotorturanev.jpg" alt="seminariotorturanev.jpg" class="image-right" title="seminariotorturanev.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo os organizadores, dois fatores motivam a realização  do encontro:</p>
<p style="text-align: justify; ">•  o retorno da discussão sobre a pertinência da tortura em  determinadas  condições, como, por exemplo, a "guerra contra o  terror", onde diante  de um perigo iminente a tortura seria justificável  para a obtenção de  informações que evitassem danos maiores (argumento da  "ticking time  bomb").</p>
<p style="text-align: justify; ">• a persistência da tortura na sociedade brasileira, mesmo  depois de mais de 20 anos do retorno à democracia.</p>
<p style="text-align: justify; ">O  evento será o primeiro de dois debates. O segundo  acontecerá no  próximo, em parceria com a Organização Mundial contra a  Tortura, e terá  por tema "A Prevenção da Tortura e Outras Formas de  Violência: Agindo  sobre as Causas Econômicas, Sociais e Culturais". Os  dois encontros têm  como propósitos:</p>
<p style="text-align: justify; ">•  promover um debate esclarecido sobre a tortura e o impacto  que a  diminuição das restrições contra ela possa ter sobre a democracia;</p>
<p style="text-align: justify; ">• promover o intercâmbio sobre o tema entre instituições  acadêmicas/pesquisadores nacionais e internacionais;</p>
<p style="text-align: justify; ">•  estimular as redes de contato entre instituições  acadêmicas  brasileiras para que o debate público sobre a questão seja  subsidiado  prontamente com novas informações e análises.</p>
<p style="text-align: justify; ">A  possibilidade de a democracia se consolidar diante de  tantas violações  tem sido o foco do programa de pesquisa do NEV. A discussão  sobre a  tortura reveste-se de extrema importância para os debates sobre o   futuro da democracia e dos direitos humanos. Nesse contexto, os  pesquisadores  do NEV consideram que é hora de um amplo debate  intelectual sobre os mitos que  alimentam e sustentam a prática da  tortura, não somente no contexto brasileiro,  mas também nas democracias  sob a ameaça de ataques terroristas.</p>
<p style="text-align: justify; ">O  primeiro seminário conta com o apoio do CNPq, Fapesp,  FAU/USP, IEA  (através da Cátedra Unesco de Educação para a Paz,  Direitos Humanos,  Democracia e Tolerância) e a colaboração do Conselho Regional  de  Psicologia de São Paulo e da Associação Nacional de Direitos Humanos —   Pesquisa e Pós-Graduação.</p>
<p style="text-align: justify; "><b><i>1º SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE A TORTURA<br /> </i></b><i> </i></p>
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2">
<div align="center"><b>PROGRAMAÇÃO</b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">
<div align="left"><b>25 de fevereiro — segunda-feira</b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>19h </b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>SESSÃO DE ABERTURA </b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><br /></td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Abertura:</b> Celso Lafer (Faculdade de Direito da USP e Fapesp)<br /> <b>Keynote:</b> Henry Shue (Universidade de Oxford, Reino Unido)</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">
<div align="left"><b>26 de fevereiro — terça-feira </b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>9h — 12h30</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>PAINEL I  — MEDO E TORTURA: ÉTICA, VALORES E CRUELDADE NOS DIAS ATUAIS</b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><br /></td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Expositores:</b> Dinah PoKempner (Human Rights Watch), Jean Maria Arrigo (International  Intelligence Ethics Association) e Yuval Ginbar (Anistia Internacional)<br /> <b>Moderador:</b> Paulo de  Mesquita Neto (NEV-USP)</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>14h — 17h30</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>PAINEL II — TORTURA E A GUERR</b><b>A CONTRA O TERROR:<br /> O MUNDO DEPOIS DE 11 DE SETEMBRO</b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><br /></td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Expositores:</b> David Luban (Universidade de Georgetown, EUA), Fritz Allhoff  (Universidade do Oeste de Michigan, EUA), William Scheuerman  (Universidade de Indiana, EUA)<br /> <b>Moderador:</b> Nancy Cardia (NEV/USP)</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" colspan="2">
<div align="left"><b>27 de fevereiro — quarta-feira</b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>9h — 12h30 </b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>PAINEL  III — TORTURA E JUSTIÇA CRIMINAL </b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><br /></td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Expositores:</b> Roy King (Instituto de Criminologia da Universidade de Cambridge, Reino  Unido), David DeBatto (Ex-Agente Especial do Serviço de  Contra-Informação do Exército Americano) e David Rodin (Centro Uehiro de  Ética Prática da Universidade de Oxford, Reino Unido)<br /> <b>Moderador:</b> Sérgio Adorno (NEV/USP)</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>14h — 17h30 </b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>PAINEL  IV — O LEGADO DA TORTURA PARA A DEMOCRACIA</b></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><br /></td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Expositores:</b> Martha Huggins (Universidade Tulane, EUA), Henrik Ronsbo (Centro de  Pesquisa e Reabilitação de Vítimas de Tortura, Dinamarca), Jessica  Wolfendale (Universidade de Melbourne, Austrália)<br /> <b>Moderador:</b> Emílio Dellasoppa (Uerj)</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-01-15T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-faz-diagnostico-das-transformacoes-internacionais-em-2025-e-seus-possiveis-efeitos-no-brasil">
    <title>Seminário faz diagnóstico das transformações internacionais e seus possíveis efeitos para o Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-faz-diagnostico-das-transformacoes-internacionais-em-2025-e-seus-possiveis-efeitos-no-brasil</link>
    <description>O Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização realizou no dia 22 de maio o seminário "Transformações do Sistema Internacional em 2025 e seu Impacto no Brasil".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seminario-transformacoes-do-sistema-internacional/image" alt="Seminário &quot;Transformações do Sistema Internacional&quot;" title="Seminário &quot;Transformações do Sistema Internacional&quot;" height="307" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Mesa do seminário (a partir da esquerda): Eduardo Viola, Feliciano Guimarães, Lourdes Sola (moderadora), Guilherme Casarões e Rubens Ricupero, em participação online</dd>
</dl></p>
<p>Para o sistema internacional, o ano 2025 tem sido de perplexidades, expectativas e indefinições, um quadro de difícil e necessária análise para desvendar os rumos que o mundo deve tomar quanto ao futuro da democracia, comércio internacional, multipolaridade, dinâmica geopolítica e regime climático.</p>
<p>Para promover um diálogo entre pontos de vistas complementares e às vezes divergentes sobre esse panorama, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/economia-politica-internacional-variedades-de-democracia-e-descarbonizacao" class="external-link">Grupo de Pesquisa Economia<i> </i>Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização</a> realizou no dia 22 de maio o seminário "Transformações do Sistema Internacional em 2025 e seu Impacto no Brasil". O evento teve exposições do diplomata <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-ricupero" class="external-link">Rubens Ricupero</a> e dos cientistas políticos <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-viola">Eduardo Viola</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-casaroes">Guilherme Casarões</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/feliciano-de-sa-guimaraes">Feliciano Guimarães</a>. A moderação foi da cientista política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lourdes-sola">Lourdes Sola</a>.</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=SGrAPyuyVIw">Vídeo</a> e fotos do seminário</li>
</ul>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<ul>
<li>Rubens Ricupero - ex-embaixador do Brasil nos Estados Unidos, na Itália e no Escritório da ONU em Genebra, Suíça; ex-secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês), ex-ministro das pastas da Fazenda, do Meio Ambiente e da Amazônia Legal; ex-professor da UnB.</li>
<li>Guilherme Casarões -  professor da Escola de Administração de Empresas da FGV-SP; coordenador do Observatório da Extrema Direita (OED); e pesquisador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e do Washington Brazil Office (WBO).</li>
<li>Eduardo Viola - cientista político; professor da Escola de Relações Internacionais da FGV-SP; pesquisador colaborador do IEA, onde é vice-coordenador Grupo de Pesquisa Economia<i> </i>Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização; e professor titular aposentado da UnB.</li>
<li>Feliciano Guimarães - cientista político; professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP; pesquiador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento; diretor acadêmico do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri); e ex-pesquisador visitante da Universidade Yale, EUA.</li>
</ul>
<p><strong>Moderadora</strong></p>
<ul>
<li>Lourdes Sola - cientista política; ex-professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e da Unicamp; professora sênior do IEA, onde coordena o Grupo de Pesquisa Economia<i> </i>Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com Ricupero, ainda é cedo para dizer se 2025 significará uma mudança no sistema internacional maior que a promovida pelo fim da Guerra Fria e a dissolução da União Soviética, "eventos que provocaram a superação do sistema bipolar de base ideológica".</p>
<p>Três aspectos caracterizam o período atual, disse: a tendência é maior para o retorno da oposição ideológica do que sua superação; a passagem para um multipolarismo com a reemergência da China; e a globalização, com a unificação do espaço planetário, interdependência e facilitação dos contatos.</p>
<p><strong>Reação a mudanças</strong></p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rubens-ricupero-2022-1/image" alt="Rubens Ricupero - 2022" title="Rubens Ricupero - 2022" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Rubens Ricupero</dd>
</dl></p>
<p>Dentro desse contexto, ele considera que as ações do governo Trump são mais uma tentativa de reação às mudanças do que sua causa. A China aparece como uma obsessão dos EUA, que não conseguem definir uma estratégia para enfrentá-la, afirmou. "As questões econômicas ocupam posição central, e é impossível obrigar países a abrirem mão de suas parcerias com a China."</p>
<p>Do ponto de vista de ingerência direta em outros países, apesar das declarações de Trump sobre o Canal do Panamá, Groenlândia e Gaza, os EUA se abstiveram de agressões militares a outros países. No entanto, essas posições concorrem para o enfraquecimento da ordem internacional, afirmou Ricupero.</p>
<p><strong>Descentralização do poder</strong></p>
<p>Para ele, os EUA não dispõem mais de poder suficiente para determinar a forma que deve assumir o sistema internacional. Comentou que os EUA eram a única potência econômica no final da Segunda Guerra, respondendo por 50% do PIB mundial. Em 1960, eram responsáveis por 40% do PIB e 11% do comercio internacional. Hoje, respondem por 24% do PIB. "Essa redução não ocorreu devido a um enfraquecimento econômico, mas por causa da ascensão de outros países e descentralização do poder estratégico."</p>
<p>Em relação aos aumentos de tarifas de importação estabelecidos por Trump, Ricupero ressaltou que a maioria dos países preferiu "não seguir o mal exemplo", com forte reação apenas da China. Afirmou que o sistema multilateral de comércio sofre com as posturas estadunidenses, mas não acabou. Isso é revelador, disse, da natureza do atual poder dos EUA: suas ações são destrutivas e desestabilizadoras, mas encontram resistência dos demais países.</p>
<p>Dentro desse panorama desanimador, o Brasil está em posição bem menos vulnerável que outros países, por não estar em "dependência exagerada de Washington e por ter diversidade de parceiros", afirmou. Colabora para isso o fato de o país ter outras vantagens, como o seu processo de transição energética, a elevada produção de alimentos, participação no Brics e o relacionamento com a União Europeia e a China, acrescentou.</p>
<p>Ricupero tratou também dos efeitos negativos das decisões de Trump para os grandes desafios globais como a clise climática e a emergência de epidemias, diante da retirada dos EUA do Acordo de Paris e da Organização Mundial da Saúde. "A resposta do resto do mundo deve ser um esforço conjunto, inclusive em termos de recursos".</p>
<p>No plano interno, ele frisou que os riscos para a democracia dos Estados Unidos são reais e caberá aos cidadãos do país reagirem a isso. "O potencial destrutivo de Trump deve afetar mais os Estados Unidos do que os fatores que levaram à sua eleição."</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-casaroes-22-5-25/image" alt="Guilherme Casarões - 22/5/25" title="Guilherme Casarões - 22/5/25" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Guilherme Casarões</dd>
</dl></p>
<p>Casarões concordou a avaliação de que Trump não é causa, mas sintoma das transformações estruturais pelas quais o mundo está passando. Ele considera que o presidente dos EUA "não é um homem dos anos 40, mas sim do século 19, época do realismo clássico nas relações internacionais, de disputa entre as potencias da época". E o estímulo ao caos é um método para os EUA atingirem os objetivos que aspiram, disse.</p>
<p>Os últimos 30 anos foram um período em que predominou a grande ilusão de que as grandes transformações em curso levariam a uma espécie de paz perpétua mundial, mas a crise financeira de 2008 foi um momento de inflexão no movimento de transição de um sistema internacional bipolar para um multipolar, afirmou. "Ainda não está muito claro se o mundo vive uma multipolaridade emergente."</p>
<p>O panorama atual, segundo Casarões, é de retorno dos conflitos internacionais a partir da invasão da Crimeia pela Rússia em 2014, com alguns analistas considerando inclusive que o mundo vive o prelúdio de uma Terceira Guerra. Outras características são a desconfiança sobre a democracia e o que ela pode oferecer e o papel das redes sociais ao romperem a mediação da imprensa, tornando centrais coisas periféricas. "Trump é fruto de tudo isso."</p>
<p><strong>Século 19 como referência</strong></p>
<p>Ele destacou que Trump não cita ex-presidentes americanos de grande influência no século 20, mas sim três do século 19: James Monroe, Andrew Jackson e William McKinley. Monroe é a referência por sua doutrina baseada no lema "América para os Americanos", voltada a construir a esfera de influência exclusiva dos EUA. Jackson marcou o surgimento do populismo branco e a ênfase no isolacionismo dos EUA. Mckinkey é a referência de Trump para a desregulamentação estatal, além de ter sido o presidente durante a guerra dos EUA contra a Espanha, pela qual o país obteve o controle de Cuba, Filipinas, Porto Rico e Guam.</p>
<p>Trump admite que os EUA não devam pleitear a hegemonia global, segundo Casarões. Para o presidente estadunidense, o mundo tende a ser tripolar, com seu país influenciando as Américas e a Europa ocidental, a Rússia dispondo de países como a Ucrania e a China atuando em seu quintal asiático. "Talvez ele tenha também a pretensão de influenciar para que a Rússia controle a expansão chinesa."</p>
<p>Outro aspecto da estratégia do presidente dos Estados Unidos é a grande prioridade dada às Américas, apontou. "O caos tem um pouco de método e precisa das Américas no centro de tudo para ter efeito." Essa é a razão de ele falar do crime organizado da América Latina e combater as migrações, de se aproximar de El Salvador e de querer disputar com a crescente influência chinesa na região, afirmou. No entanto, "o interesse pela América Latina pode ter riscos, pois pode estar baseado nas razões erradas".</p>
<p>Ele citou que relatório do Banco Mundial apontou 2025 como o ano das potências médias. "E o Brasil vai ter um papel central em temas como mudanças climáticas, multilateralismo e combate à pobreza."</p>
<p><strong>Nova guerra fria</strong></p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eduardo-viola-22-5-25/image" alt="Eduardo Viola - 22/5/25" title="Eduardo Viola - 22/5/25" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eduardo Viola</dd>
</dl></p>
<p>Em sua apresentação, Eduardo Viola traçou um painel a partir dos anos iniciais da presidência do líder chinês Xi Jing Ping até este ano, passando pelas reações ao crescimento chinês presente nas campanhas eleitorais de Trump e Hillary Clinton em 2016, a guerra comercial iniciada por Trump em 2018, a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 e o início do que ele chama de nova guerra fria, com o aumento dos gastos militares desde então, principalmente por parte da China e da Rússia.</p>
<p>Para ele, está se constituindo uma bipolaridade no seio da multipolaridade: de um lado, as democracias ocidentais, asiáticas e Israel e, de outro, um bloco de autocracias cada vez mais interdependentes, constituído por China, Rússia, Irã e Coreia do Norte. E há países importantes não alinhados: Índia, Paquistão, Brasil, México, Indonésia, África do Sul. Viola aponta para o crescente risco de guerra nuclear e para a contínua e cada vez mais acentuada guerra cibernética, acompanhada pela disputa por avanços na inteligência artificial e na computação quântica.</p>
<p>Entre os outros direcionadores das transformações globais citados por Viola figuram o surgimento de divisões na coalização governante dos EUA e início de manifestações de oposição na sociedade americana e no mundo, fragmentação econômica, com a resiliência sobrepondo-se à eficiência, e o predomínio da geopolítica sobre a globalização econômica.</p>
<p><strong>Regime climático</strong></p>
<p>Um direcionador discutido à parte pelo cientista político é o regime climático. Ele citou o fracasso em conter as emissões de gases efeito estufa; a aceleração do aquecimento global e da frequência e intensidade dos extremos climáticos; o sucesso relativo no aumento da consciência pública e na promoção de energias renováveis; a limitação da velocidade da transição energética em função da prioridade da segurança nacional e energética; e o crescente nacionalismo climático, com ênfase na adaptação sobre a mitigação.</p>
<p>Segundo Viola, o Brasil não é líder no regime climático, mas poderia liderar nas áreas de controle do desmatamento e agricultura de baixo carbono. No entanto, considera o governo Lula inconsistente ao se dizer comprometido com a redução do desmatamento e ao mesmo tempo estar comprometido com o aumento da produção e exportação de petróleo. Ele também vê com certo pessimismo as perspectivas para a COP30 em razão da crise do multilateralismo, retirada dos EUA do Acordo de Paris, escassez de financiamento para ações de enfrentamento das mudanças climáticas e a incerteza sobre papel da China na política do clima.</p>
<p>Diante do panorama internacional, o Brasil se destaca como grande exportador de alimentos, minérios e energia, setores com produtividade crescente no país e intensivos em capital e tecnologia, disse. Mas, apesar de aberto financeiramente e a investimentos, o país é fechado comercialmente, e com extrema dependência comercial da China, acrescentou.</p>
<p>Do ponto de vista político, Viola considera a democracia brasileira erodida pela desigualdade e polarização e sujeita a um sistema político-eleitoral que favorece o predomínio de interesses particularistas e dificulta de forma acentuada políticas estruturantes de longo prazo.</p>
<p>Quanto à política externa brasileira, ele considera que o governo Lula tem inclinação pelo bloco das autocracias e uma posição de não alinhamento, ao passo que a melhor opção seria certa inclinação pelo bloco das democracias. Mencionou que o acordo entre o Mercosul-União Europeia seria muito importante para o Brasil, mas vê dificuldades para sua ratificação por algunas países europeus. Outro ponto visto com ressalvas por Viola é o pertencimento do país aos Brics, devido à crescente hegemonia da China no bloco e o forte predomínio de regimes autocráticos e economias intensivas em carbono. Na relação com os Estados Unidos, ele acredita que a tensão provavelmente aumentará à medida que se aproximem as eleições de 2026.</p>
<p><strong>Eleições de 2026</strong><img src="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-faz-diagnostico-das-transformacoes-internacionais-em-2025-e-seus-possiveis-efeitos-no-brasil" alt="Seminário faz diagnóstico das transformações internacionais e seus possíveis efeitos para o Brasil" id="__mce_tmp" title="Seminário faz diagnóstico das transformações internacionais e seus possíveis efeitos para o Brasil" /></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/feliciano-guimaraes-22-5-25/image" alt="Feliciano Guimarães - 22/5/25" title="Feliciano Guimarães - 22/5/25" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Feliciano Guimarães</dd>
</dl></p>
<p>Esse ponto foi enfatizado por Feliciano Guimarães, para quem haverá ingerência do governo Trump de forma multifacetada nas eleições brasileiras de 2026, em busca de maior engajamento do país com os EUA. Entretanto, a associação da direita brasileira com o governo Trump pode ter efeito adverso para ela nas eleições de 2026, em benefício da esquerda, caso o eleitorado resolva se manifestar contra ingerências do Estados Unidos em questões brasileiras, ponderou.</p>
<p>Essa reação do eleitorado vai depender da força do ataque estadunidense, uma vez que "a política externa está longe dos interesses do eleitor médio". Acrescentou que "a política externa é mais um passivo do que um ativo eleitoral para o governo Lula".</p>
<p>O Brasil se cacifou relativamente no plano internacional ao se envolver nas discussões para um cessar-fogo na guerra entre a Rússia e a Ucrânia e sobre as questões venezuelanas, em sua opinião. "Os Estados Unidos precisam do Brasil na questão da Venezuela", afirmou.</p>
<p>Guimarães vê como positiva a preocupação crescente dos brasileiros quanto à China, mas avalia que o país precisa ser neutro, mantendo boas relações tanto com a China quanto com os EUA. Para ele, não há um consenso sobre quais são os polos de poder global, mas é certo que o Brasil tem uma política exterior que trabalha pela multipolaridade.</p>
<p><strong>Polos de poder</strong></p>
<p>No debate que se seguiu, o ponto mais discutido foi a divergência entre os expositores quanto aos polos de poder existentes no mundo e o que os define. Ricupero destacou que é preciso primeiro compreender o que significa poder na esfera internacional. Disse que há uma propensão inconsciente de considerar poder apenas o hard power, traduzido por poderio militar e capacidade de impor sansões econômicas. Disse discordar dessa concepção e citou os países escandinavos e a Suíça como exemplo de países detentores de soft power, que se caracteriza, a seu ver, pela presença diplomática e negociação. Para ele, a economia torna-se hard power ao impor sanções a outros países. "O mundo tem muito mais matizes do que os poderes militar e de sanções econômicas."</p>
<p>No caso brasileiro, disse que o país tem presença diplomática: "Ainda estamos num mundo multipolar. No conjunto dos países grandes, o Brasil não é potência nuclear ou militar convencional e, portanto, só pode confiar na legislação internacional", disse. Guimarães concordou em parte com Ricupero, questionando a ideia de que o Brasil não tenha outro poder ao não ter poder militar e econômico.</p>
<p>Para Viola, a economia está presente no hard power não apenas quando um país impõe sanções econômicas. Sola manifestou que o chamado economic statecraft (estratégia econômica de estado) por meio do comércio transcende de longe o hard power e, portanto, a economia pode ser um instrumento de soft power.</p>
<p><strong>Relevância do Brics</strong></p>
<p>Quanto ao peso dos Brics no cenário internacional, Casarões disse que o grupo não é um grande alvo para Trump e a posição do Brasil em sua presidência é não colocar em pauta a questão da substituição do dólar no comércio entre os membros.</p>
<p>Ele acrescentou que há uma tendência da imprensa ocidental em enquadrar o Brics como uma aliança em oposição aos EUA, no entanto, "a maioria dos 11 membros do grupo é aliada dos EUA". Se Trump conseguir enfraquecer a aliança Rússia-China, consegue esvaziar o Brics, afirmou.</p>
<p>Ricupero apontou que o problema não é tanto a possibilidade de provocar reações de Trump: "O próprio conceito dos Brics não se sustenta. Juntou quatro países com grande território e população. Depois se transformou num agrupamento sem perfil claro. O conceito anti-hegemônico é anacronismo da velha esquerda".</p>
<p><strong>COP30</strong></p>
<p>Respondendo a pergunta do público sobre as perspectivas para a COP30, Viola disse que o Brasil deve usar suas habilidades diplomáticas para tentar evitar o colapso do regime climático. De acordo com ele, a segunda prioridade da delegação brasileira deveria ser atuar para que a China mude totalmente seu papel, deixando de ser totalmente predatória para ser uma superpotência de energias renováveis.</p>
<p>Disse que apesar do crescimento dos carros elétricos na China, o país continuar a construir 3 ou 4 termoelétricas a carvão por mês, muitas em substituição a antigas defasadas tecnologicamente. "A matriz energética do país ainda depende de combustíveis fósseis em 75%. Apesar de a China ainda se considerar um país em desenvolvimento, o Brasil pode tentar convencê-la a mudar seus status."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Autocracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comércio Exterior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Internacional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Américas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Autoritarismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra Fria</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-29T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-riscos-da-politica-economica-de-trump-para-o-brasil-e-al">
    <title>Seminário discute os riscos da política econômica de Trump para o Brasil e América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-riscos-da-politica-economica-de-trump-para-o-brasil-e-al</link>
    <description>Intitulada "Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina", a atividade é organizada por Gilson Schwartz, em sabático no IEA, e acontece no dia 28 de março, das 14h30 às 18h</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/donald-trump" alt="Donald Trump" class="image-inline" title="Donald Trump" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O presidente dos EUA, Donald Trump. Sua política econômica pode exigir adequação da agenda comercial e de desenvolvimento da América Latina</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Qual o risco da agenda neoconservadora de Donald Trump interromper ou perverter políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável com inovação e democratização de oportunidades? Como os mercados e instituições financeiras nacionais e multilaterais reagirão ao novo cenário político que prega o unilateralismo? O que significa o novo populismo em escala global?</p>
<p>Para responder a estas e outras perguntas, o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP e em ano sabático no IEA em 2017, organiza o seminário <i>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</i>. Realizada no <strong>dia 28 de março, das 14h30 às 18h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, a atividade é uma parceria entre o IEA, o Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (Nupri) da USP e o Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento, coordenado por Schwartz na ECA-USP.</p>
<p>A participação presencial exige <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetYbBfHAFcJLlrXtxVL2vLoxx48Iw_CobJzev4mAn3sjOUvg/viewform">inscrição prévia</a>. Também é possível acompanhar <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p>“O foco do debate é a identificação dos novos desafios de longo prazo para a economia e a sociedade na América Latina após a surpreendente vitória de Trump. É urgente rediscutir o modelo de desenvolvimento, não apenas as armadilhas macroeconômicas de curto prazo”, indica Schwartz.</p>
<p>O formato em mesa-redonda reunirá Otaviano Canuto, diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um grupo de países que inclui o Brasil; Demétrio Magnoli, colunista da Folha de S. Paulo e GloboNews; Gesner de Oliveira, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretor da GO Associados; Octavio de Barros, ex-economista-chefe do Bradesco e criador do Instituto República; Marcelo Carvalho, economista-chefe para América Latina do BNP Paribas; Marcelo P. Cypriano, pesquisador do Brazil Investment Link, no Nupri-USP, e estrategista da Mont Capital; Guilherme Ary Plonski, vice-diretor do IEA; Rafael Duarte Villa, coordenador-científico do Nupri, e <span>Alberto Pfeifer, pesquisador colaborador do IEA e coordenador adjunto do <span>Grupo de Análise da Conjuntura Internacional</span> (GACInt-IRI) da USP</span>.</p>
<p>Segundo Schwartz, a discussão será norteada pelo tema da inovação, considerando suas dimensões financeiras, tecnológicas e culturais. O grupo debaterá as políticas públicas da nova emergência digital e as questões econômicas nacionais que se recolocam frente à crise internacional desatada pela crise financeira mundial iniciada em 2008. A pergunta central será: está a América Latina, e especialmente o Brasil, preparada para a nova agenda global?</p>
<p>O seminário inaugura uma série de atividades voltadas para a formulação de uma nova agenda e de cenários globais voltados para políticas de desenvolvimento econômico centradas na digitalização da produção, do consumo e das finanças. É também o marco de lançamento do portal “Brazilian Investment Link”, que dará continuidade a essa agenda de debates e pesquisas.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="text external" href="https://www.flickr.com/people/22007612@N05" rel="nofollow">Gage Skidmore</a></span></p>
<hr />
<p><strong>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</strong><br /><i>28 de março, das 14h30 às 18h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetYbBfHAFcJLlrXtxVL2vLoxx48Iw_CobJzev4mAn3sjOUvg/viewform" target="_blank">Inscrições prévias</a><br />Informações com Sandra Sedini</i>, pelo telefone (11) 3091-1678 ou <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/Trump%2C%20Brasil%20e%20America%20Latina" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Econômica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-09T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-impacto-da-corrupcao-na-democracia-brasileira">
    <title>Seminário discute impacto da corrupção na democracia brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-impacto-da-corrupcao-na-democracia-brasileira</link>
    <description>No dia 19 de abril, das 10h às 12h30, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP,  debatedores tratarão dos déficits, desafios e propostas para a democracia brasileira frente à corrupção.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/praca-dos-tres-poderes" alt="Praça dos Três Poderes" class="image-right" title="Praça dos Três Poderes" />A corrupção, tema que nos últimos meses permeia quase todas as manchetes dos principais veículos de comunicação do Brasil, que domina o debate nas mídias sociais e que acalora as conversas entre amigos, será discutida no seminário <i>O Impacto da Corrupção na Qualidade da Democracia</i>, que acontece dia <b>19 de abril</b>, das <b>10h às 12h30</b>, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP. A participação é gratuita, mas é necessário <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1zZ3lq1Z21XKVTJuYByHPWvjj_tFgUSs8uQOoaMszpU8/viewform">se inscrever</a> <span>previamente</span><span>.</span></p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/qualidade-da-democracia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia do IEA</a> e o <a class="external-link" href="http://nupps.usp.br/">Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP</a> (NUPPs) e sua <a href="http://corrupteca.nupps.usp.br/" target="_blank">Biblioteca Internacional da Corrupção (Corrupteca)</a>, o encontro reunirá debatedores para tratar dos déficits, desafios e propostas para a democracia brasileira diante da corrupção. Eles aprofundarão a análise das implicações da corrupção para a democracia no país, discutindo aspectos da transparência, responsabilização, qualidade e relação das instituições democráticas, <span>participação popular</span> e o papel das leis.</p>
<p><span>Os debatedores serão o promotor de justiça Roberto Livianu, do Ministério Público de São Paulo e do Instituto Não Aceito Corrupção; Fernando de Barros Gontijo Filgueiras, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretor de Comunicação e Pesquisa da Escola Nacional de Administração Pública (Enap); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a><span>, coordenador do grupo de pesquisa e do NUPPs; e Giovanni Eldasi, da Corrupteca do NUPPs-USP e da Vérsila Educacional.</span></p>
<p><span><span>O seminário também marcará o lançamento do </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/international-journal-of-research-on-corruption-and-democracy-ijrcd">International Journal of Research on Corruption and Democracy - IJRCD</a><span> e do </span><span>Edital de Chamada de Trabalhos para a sua primeira edição. O</span><span> IJRCD será</span><span> uma nova revista acadêmica especializada em pesquisas sobre a corrupção e suas relações com a democracia no Brasil e outros países do mundo.</span></span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leandro Neumann Ciuffo</span></p>
<hr />
<p class="documentFirstHeading"><i><b>O Impacto da Corrupção na Qualidade da Democracia<br /></b></i><i>19 de abril, das 10h às 12h30<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário da USP, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1zZ3lq1Z21XKVTJuYByHPWvjj_tFgUSs8uQOoaMszpU8/viewform">inscrição</a><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br" target="_blank"><br /></a></i><i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações: Claudia Regina (11) 3091-1686 e clauregi@usp.br <br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/impacto-corrupcao" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/impacto-corrupcao</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Manifestações</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-07T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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