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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 501 to 515.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/refugio-retorno-e-imigracoes-linguas-identidades-saude-mental-crencas-territorio-27-de-novembro-de-2015">
    <title>Refúgio, Retorno, E/Imigrações: Línguas, Identidades, Saúde Mental, Crenças, Território - 27 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/refugio-retorno-e-imigracoes-linguas-identidades-saude-mental-crencas-territorio-27-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-27T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-da-funarte-contempla-grupo-ligado-ao-iea">
    <title>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente é contemplado em programa da Funarte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-da-funarte-contempla-grupo-ligado-ao-iea</link>
    <description>O Fórum Permanente apresentou um dos projetos vencedores de edital do Ministério da Cultura para a promoção do intercâmbio cultural.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Encontros de Mediação na Arte Contemporânea: A Atuação dos Públicos</i> foi um dos 22 projetos vencedores do <a class="external-link" href="http://www.funarte.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Edital-Rede-Nacional-Funarte-Artes-Visuais-12%C2%AA-Edi%C3%A7%C3%A3o.pdf">edital </a>do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 12ª Edição, do Ministério da Cultura. A proposta do projeto partiu do Grupo de Pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> do IEA, coordenado pelo diretor do Instituto,<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"> Martin Grossmann.</a></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Videos:</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo" class="external-link">Las Políticas Culturales como Variable Indispensable del Desarrollo</a></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/america-latina-e-arte-contemporanea-curadoria-e-colecionismo" class="external-link">América Latina e Arte Contemporânea: Curadoria e Colecionismo</a></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/como-convertir-la-fatiga-en-una-exposicion" class="external-link">¿Como Convertir la Fatiga en una Exposición?</a></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/a-ideia-de-metacuradoria" class="external-link">A Ideia de Metacuradoria</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com o aporte total de R$ 1, 65 milhão para projetos culturais, ou R$ 75 mil para cada projeto, o programa do Ministério da Cultura visa, entre outros objetivos, a promover o intercâmbio cultural entre os estados brasileiros e a valorizar a diversidade, a experimentação e a transversalidade de linguagens artísticas, culturais e educacionais.</p>
<p>O projeto em questão, voltado a curadores, artistas, pesquisadores e agentes culturais, promoverá em museus e outros equipamentos culturais algumas intervenções artísticas, workshops e debates que promovam uma análise crítica sobre o tema "estudos de públicos". Os debates também abordarão questões metodológicas sobre como as instituições voltadas à cultura podem estar de fato abertas e conectadas aos diversos públicos.</p>
<p>Inicialmente, os eventos deverão ocorrer no IEA, na Universidade de Brasília (UnB), na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e na Universidade Federal Fluminense (UFF), no Rio das Ostras (RJ). <span>Essas instituições servirão como polos nos dias dos eventos por terem pessoas ligadas ao grupo de pesquisa do IEA e que ensejaram a iniciativa do projeto apresentado à Funarte, entre elas, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-de-oliveira-pedro-garbelotti" title="Raquel de Oliveira Pedro Garbelotti">Raquel de Oliveira Pedro Garbelotti</a><span>, da UFES, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-de-noronha-santos-ferran" title="Marcia de Noronha Santos Ferran">Marcia de Noronha Santos Ferran</a><span>, da UFF, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cayo-honorato" title="Cayo Honorato">Cayo Honorato</a><span>, da UnB, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-ronaldo-mariotti-filho" title="Gilberto Ronaldo Mariotti Filho">Gilberto Ronaldo Mariotti Filho</a><span>, da ECA-USP, além do próprio diretor do IEA.</span></p>
<p>As intervenções incluirão profissionais das artes visuais desses estados. A ideia é conectar artistas, produtores e pesquisadores da cena artística brasileira, estudantes de universidades públicas e agentes culturais, buscando ensejar novas parcerias e colaborações artísticas e institucionais que enriqueçam colaborações inter-regionais, segundo o texto do projeto.</p>
<p>O Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado organizou recentemente no IEA o seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-culturais-e-desenvolvimento" class="external-link">Las Políticas Culturales como Variable Indispensable del Desarrollo</a>,</i> com a participação do historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a>, da Universidad de La República, Uruguai.</p>
<p>O crítico e curador de arte espanhol <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marti-peran-rafart">Martí Peran</a>, Universidade de Barcelona, falou recentemente no IEA sobre o sentimento de fadiga que perpassa a vida contemporânea, também em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/como-transformar-o-tema-da-fadiga-numa-exposicao-de-arte" class="external-link">palestra </a>promovida pelo grupo de pesquisa do IEA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-16T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-contato-com-o-outro-reflexoes-sobre-identidades-e-interculturalidade">
    <title>O contato com o outro: reflexões sobre identidades e interculturalidade </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-contato-com-o-outro-reflexoes-sobre-identidades-e-interculturalidade</link>
    <description>A nova ordem mundial provocada pelos deslocamentos em massa inspira grupo multidisciplinar a apresentar parte de sua produção científica.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O tema da emigração e da imigração está na pauta da imprensa e tem recebido especial atenção nas relações internacionais. Em um período em que o mundo se questiona sobre a forma de lidar com os refugiados de guerra e fome e sobre as relações entre culturas que coexistem em um mesmo território, o Grupo de Pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-intelectuais">Diálogos Interculturais</a> do IEA realiza simpósio sobre o tema <i>Refúgio, Retorno, E/Imigrações: Línguas, Identidades, Saúde Mental, Crenças, Território</i><strong>.</strong><strong> </strong>O encontro acontece no dia <strong>27 de novembro</strong>, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP, das <strong>9h às 18h</strong>, e <span> requer </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1QRxzL7QdHXtGADCqRTgCuna44ui7nWp_bfkBV7Yp5VQ/viewform?c=0&amp;w=1">inscrição</a><span> prévia</span>. Haverá transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>“O objetivo é trazer a público os resultados do grupo de pesquisa, as intervenções e os estudos realizados sobre o contato entre pessoas decorrente dos deslocamentos de grupos culturais”, afirma a organizadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, coordenadora do grupo de pesquisa do IEA e professora da Unifesp.</p>
<p>De caráter interdisciplinar e interinstitucional, o grupo de pesquisa tem como objeto de estudo o contato intercultural. Utiliza enfoques teóricos e metodologias específicos de suas áreas de investigação, segundo Dantas.</p>
<p>“O encontro buscará trazer a complexidade da questão de pessoas em deslocamento e os desafios enfrentados por sociedades que recebem esses grupos migratórios”, diz a professora.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title">Notícia:</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/hospitalidade" class="external-link">A hospitalidade ao estrangeiro como elemento essencial da democracia</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados" class="external-link">Vídeo</a></p>
<hr />
<p><span>Notícia:</span></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/migracoes-a-globalizacao-forcada" class="external-link">Migrações: a globalização forçada</a></p>
<hr />
<p><span>Vídeos:</span></p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2006/lancamento-da-edicao-no-57-da-revista-estudos-avancados" class="external-link">Lançamento da edição nº 57 da revista "Estudos Avançados"</a> (sobre migração)</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2008/dialogo-intercultural-de-jovenes-de-la-comunidad-arabe-e-judia-en-chile" class="external-link">Diálogo Intercultural de Jóvenes de la Comunidad Árabe e Judía en Chile</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O simpósio está organizado em três mesas-redondas. Na conferência de abertura, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a>, professor visitante do IEA e membro do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais, fala sobre "A Invenção da Brasilidade: Identidade Nacional, Etnicidade e Políticas de Imigração".</p>
<p>"Territórios e Crenças" são os temas da primeira mesa-redonda, que trará palestras sobre umbanda, xamanismo e a presença de estrangeiros em São Paulo. Na mesa seguinte, a discussão relaciona migração e saúde mental. No período da tarde, os especialistas analisam as experiências de acolhimento linguístico.</p>
<p>Os palestrantes baseiam a análise sob o foco multidisciplinar da história, sociologia, antropologia, psicologia e ensino de línguas, segundo a professora Dantas.</p>
<p>Durante os intervalos do simpósio, haverá a venda do livro "A invenção da brasilidade - Identidade nacional, etnicidade e políticas de imigração" (ed. Unesp), de Jeffrey Lesser. O título será lançado na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509), no dia 26 de novembro às 19h.</p>
<div>
<h3>Programação</h3>
<div id="parent-fieldname-programacao-12bb90dd96b54131b36f9ec1944fe004">
<p align="left"><strong>9h </strong>-<strong> </strong>Abertura</p>
<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"> </a>
<p align="left">Com Martin Grossmann (diretor do IEA) e Sylvia Dantas (IEA e Unifesp)<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"></a></p>
<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"> </a>
<p align="left"><strong>9h30 - 10h30 </strong>- Conferência de Abertura</p>
<p align="left"><strong>A Invenção da Brasilidade: Identidade Nacional, Etnicidade e Políticas de Imigração</strong></p>
<p align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/ex-professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/jeffrey-lesser" class="external-link">Jeffrey Lesser</a> (IEA-USP/Universidade de Emory)</p>
<p><i><strong>Intervalo com venda do livro de Jeffrey Lesser</strong></i></p>
<p align="left"><strong>11h - 12h30 </strong>- Mesa Redonda: <strong><i>Territórios e Crenças</i></strong></p>
<p align="left"><strong>Estrangeiros em São Paulo: Territórios e Fronteiras da Alteridade</strong></p>
<p align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maura-pardini-bicudo-veras" class="external-link">Maura Pardini Bicudo Véras</a> (PUC-SP)</p>
<p><strong>Umbanda e Xamanismo Okinawano: Um novo Encontro Intercultural.</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/koichi-mori" class="external-link">Koichi Mori</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><i><strong>Intervalo <i><strong>e apresentação dos vídeos do grupo <a class="external-link" href="http://acervovivosp.wix.com/vistopermanente#!new-page/cl6r">Visto Permanente</a></strong></i></strong></i></p>
<p align="left"><strong>14h - 15h30 </strong>-<strong> </strong>Mesa Redonda: <strong><i>Migração e Saúde Mental</i></strong></p>
<p align="left"><strong>Refúgio e Saúde Mental</strong></p>
<p align="left">Lucienne Martins Borges (UFSC/Universidade Laval)</p>
<p align="left"><strong> </strong></p>
<p align="left"><strong>Retorno, Remigração e Saúde Mental</strong></p>
<p align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a> (IEA-USP e Unifesp)</p>
<p align="left"><strong><i>Intervalo <i><strong>e apresentação dos vídeos do grupo <a class="external-link" href="http://acervovivosp.wix.com/vistopermanente#!new-page/cl6r">Visto Permanente</a></strong></i></i></strong></p>
<p align="left"><strong>16h - 17h </strong>- Mesa Redonda: <strong><i>Refúgio no Brasil</i></strong></p>
<p align="left"><strong>Experiências de Acolhimento Linguístico</strong></p>
<p align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira" class="external-link">Ligia Fonseca Ferreira</a> (Unifesp)</p>
<p align="left">Rosane de Sá Amado (USP)</p>
<p align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-capuano-de-oliveira" class="external-link">Adriana Capuano</a> (UFABC)</p>
<p align="left"><strong>Encerramento</strong></p>
</div>
</div>
<p>Evento com transmissão em: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="url" id="parent-fieldname-eventUrl">http://www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><strong><i><i> </i></i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i><i> Refúgio, Retorno, E/Imigrações: Línguas, Identidades, Saúde Mental, Crenças, Território</i><br /></i></strong><i>27 de novembro, das 9h às 18h.<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário.<span> Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo.<br /></span></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1QRxzL7QdHXtGADCqRTgCuna44ui7nWp_bfkBV7Yp5VQ/viewform?c=0&amp;w=1">inscrição</a> prévia – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web<br /></a></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sedini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento:<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/refugio-retorno-e-imigracoes-linguas-identidades-saude-mental-crencas-territorio" class="external-link"> http://www.iea.usp.br/eventos/refugio-retorno-e-imigracoes-linguas-identidades-saude-mental-crencas-territorio</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-09T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-culturais-um-comparativo-entre-as-eras-fhc-e-lula">
    <title>Políticas Culturais: Um Comparativo entre as Eras FHC e Lula</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-culturais-um-comparativo-entre-as-eras-fhc-e-lula</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com o restabelecimento da democracia e com a implementação de medidas econômicas eficazes, o Brasil alcançou uma estabilidade no âmbito social, politico e econômico no final do século 20, originando, assim, espaço político para que outras demandas menos urgentes pudessem ser trabalhadas, destacando-se, nesse processo, a cultura.</p>
<p>Por esse motivo, uma análise comparativa das políticas culturais adotadas pelos governos que melhor encarnam esse novo momento da política nacional – FHC e Lula – pode jogar luz nos principais acontecimentos do período e nos ajudar a entender qual o novo papel que a cultura desempenha no Brasil. No entanto, não se pode analisar o presente sem tentar entender os processos históricos que culminaram neste momento.</p>
<p>Apesar de as artes e a cultura nunca terem ocupado primeiro plano nas políticas públicas, esses governos não puderam ignorar por completo o campo cultural, uma vez que este permeia e influencia todas as relações sociais da população. Por esse motivo, é necessário recapitular o que foi feito anteriormente nessa esfera para tentar entender como e por que chegamos ao início do século XXI dessa forma. É inegável o papel que a cultura desempenhou no fortalecimento da nossa identidade nacional, ainda mais se considerarmos que nosso país é relativamente jovem e extremamente diverso. Sua influência na concepção - nacional e internacional - sobre o que é o Brasil e como são os brasileiros se faz sentir em nosso cotidiano e se reflete, também, na forma como o Brasil é encarado por outros países. Embora nosso recente protagonismo na nova ordem mundial possa se explicar, majoritariamente, devido a nossa grandeza econômica, também é possível creditá-lo à percepção externa sobre nossa cultura.</p>
<p>Essa característica também se refletiu na Academia: trabalhos voltados para o entendimento das políticas culturais brasileiras sempre foram escassos. Embora isso também tenha começado a mudar no final do século passado, ainda são muito poucos os estudiosos que se debruçam sobre o tema. Além disso, como o período e a temática que precisam ser analisados são amplos, ainda há muitas lacunas que precisam ser preenchidas.</p>
<p>De toda forma, já existe material suficiente para que possamos começar a pensar não só nossa história cultural, como também o momento atual da cultura, e espero que esse trabalho de iniciação científica possa ajudar outras pessoas que se interessem pela temática e queiram ajudar, de alguma forma, nesse esforço de entendimento da cultura que, em grande medida, pode ser encarado também como um esforço de entendimento do Brasil.<span> </span></p>
<p>Antes de chegar à comparação anunciada no título do trabalho, foi necessário fazer uma análise em três frentes distintas: <strong>na primeira</strong>, o objetivo foi entender o termo política cultural e resgatar seu histórico. Após o estabelecimento dessa base, tentou-se mostrar como o entendimento que se tem sobre políticas culturais depende, em última instância, do entendimento que se tem sobre o conceito de cultura. Em suma, articulou-se que é possível associar a democratização da cultura com a dimensão sociológica do termo e com a modernidade, enquanto a democracia cultural tende a se aproximar cada vez mais da dimensão antropológica de cultura e da pós-modernidade (modernidade e pós-modernidade como definidos por Bauman); <strong>na </strong></p>
<p><strong>segunda</strong>, resgatou-se o histórico das políticas culturais brasileiras e suas tristes tradições: ausência, autoritarismo e instabilidade (nas palavras de Rubim). Com o uso de bibliografia acadêmica e análise da legislação do período, tentou-se delinear as ações dos governos autoritários do período - Getúlio Vargas e Ditadura Militar - no campo cultural, a inação dos governos não autoritários (com exceção à experiência de Mário de Andrade em São Paulo) e a instabilidade que decorreu de todo esse cenário; <strong>na terceira</strong>, o foco foram as leis de incentivo à cultura, essenciais a todos os governos desde os anos 80 e parte central da estratégia do MinC nos últimos 30 anos.</p>
<p>Após esses 3 capítulos, essenciais para entendimento do que ocorreu com as políticas culturais a partir do governo de FHC, partiu-se para uma análise mais profunda dos períodos comparados. Em suma, FHC e Francisco Weffort, seu Ministro da Cultura, focaram na economia da cultura e no fortalecimento das Leis de incentivo à cultura, com uma estratégia clara de incentivar as empresas a apoiarem projetos chancelados pelo MinC, numa estratégia de democratização cultural alinhada com sua concepção de Estado e sua visão sociológica da cultura, bem como com a modernidade dura e hierarquizada de Bauman. Por outro lado, Lula, Gilberto Gil e Juca Ferreira tinham um projeto mais amplo para a cultura em que o Estado desempenhava papel central. Exemplos dessa visão são o estabelecimento do Sistema Nacional de Cultura, as Conferências Nacionais de Cultura e o Programa Cultura Viva. Essa estratégia de democracia cultural também se alinha com a concepção de seus três idealizadores sobre o papel do Estado e sua visão antropológica da cultura, além de ser mais compatível com a modernidade líquida, fluida, horizontal que Bauman nos mostra.</p>
<h3><span style="text-align: justify; ">Apresentação:</span></h3>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-alexandre-batista-da-costa-rosado" class="external-link">Ricardo Alexandre Batista da Costa Rosado</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-05T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-contraditorio-do-individuo-do-ser-social-e-do-ambiente">
    <title>O contraditório do indivíduo, do ser social e do ambiente </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-contraditorio-do-individuo-do-ser-social-e-do-ambiente</link>
    <description>História, filosofia, psicologia social, sociologia, arquitetura e geografia como pano de fundo para refletir sobre poder, cultura e natureza em ciclo que termina no dia 29 de outubro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><i>Ecossocialismo ou Barbárie: Ciclo de Diálogos Errantes: Em Busca de Caminhos </i></strong>é o tema que está sendo discutido hoje a partir das <strong>13h</strong>, no Sesc Itaquera, parte da programação do ciclo de debates <strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/paisagens-casa-caminho-agua" class="external-link"><i>Paisagens: Água, Caminho, Água</i></a></strong>, organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/politica-ambiental">Grupo de Pesquisa Política Ambiental</a> do IEA.</p>
<p>Os encontros coordenados pela professora<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link"> Eda Tassara</a> (IEA e IP-USP) continuam até amanhã, dia <strong>29 de outubro</strong>, na Sala de Eventos do IEA, onde o foco será o <i><strong>Brasil Contemporâneo: Horizontes Reflexivos e Desconstrução da Colonialidade do Poder</strong><strong><br /> <strong>Participantes.</strong></strong></i></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/casa-caminho-e-agua-1" alt="Casa, Caminho e Água - 1 " class="image-inline" title="Casa, Caminho e Água - 1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td>A partir da esq.: Paulo Sérgio Barreto, Adriana Veríssimo Serão e Sandra Maria Ribeiro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A abertura dos encontros, que focaram o tema<strong> </strong><strong><i>Vida na Cidade: Casa, Caminho e Água,</i></strong> foi realizado na Antiga Sala do Conselho Universitário e contou com as exposições da arquiteta Alessandra Criconia, da<strong> </strong>Università degli Studi di Roma La Sapienza, Itália; a filósofa Adriana Veríssimo Serrão, da Universidade de Lisboa, Portugal; e o sociólogo Paulo Sérgio Barreto, da Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo (ResexMar). A coordenação da mesa ficou a cargo da professora Sandra Maria Patrício Ribeiro (IP-USP).</p>
<p><span>As transformações no ambiente pelas ações humanas ganharam destaque nas palestras. Com alguns exemplos de cidades europeias, a arquiteta italiana Alessandra mostrou como o espaço público pode ser “violentado para fins de uso privado” ou, ao contrário, “acessado como local de encontro”.</span></p>
<p><span>As intervenções humanas em Arraial do Cabo (RJ) foram o foco da apresentação de Barreto. O sociólogo trouxe a importância histórica da pesca para a região e como as tradições vêm sendo perdidas ou esquecidas por imposições do investimento privado, seja do setor industrial ou de serviços.</span></p>
<p>Uma nova relação de trabalho vem sendo estabelecida entre os moradores de Arraial do Cabo, mostrou Barreto. Apesar disso, ainda não existe um mercado de trabalho constituído capaz de sustentar a população local. Com isto, surgem conflitos entre pescadores, turistas e mercado imobiliário. As ideias foram ilustradas com a exibição do documentário <strong>Arraial do Cabo</strong> (Brasil, 1959), de Paulo Saraceni.</p>
<p>Adriana Serrão abordou as mudanças nas definições do conceito de paisagem. Para a professora, existem brechas epistemológicas que resultam no uso indiscriminado desse conceito dentro do contexto acadêmico.  O esvaziamento ocorre quando utilizado para referir-se à natureza e, opostamente, à cidade, exemplificou.</p>
<p>No dia <strong>26 de outubro</strong>, o ciclo reuniu <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-pedreira-rabinovich">Elaine Pedreira Rabinovich</a> (Universidade Católica de Salvador), Marina Massimi (FFLCHRP-USP) e Omar Ardans (Universidade Federal de Santa Maria), com a moderação da professora Belinda Mandelbaum (IP-USP). O tema foi <strong>Errantes: Em Busca de Caminhos.</strong></p>
<p>No dia<strong> </strong><strong>27 de outubro</strong><strong>, </strong>aconteceu o lançamento do livro<strong> "Os Herdeiros da Colônia Philippson: Trajetória de uma Família de Judeus Imigrantes no Rio Grande do Sul", </strong>de Elaine Pedreira Rabinovich (Universidade Católica de Salvador). A autora também participou dos debates ao lado de Marina Massimi (FFCHRP-USP) e Omar Ardans (Universidade Federal de Santa Maria), sobre o tema <strong>Errantes: Em Busca de Caminhos.</strong></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><strong><i><strong>Seminário Internacional Paisagens: Casa, Caminho e Água</strong><br />Hoje, dia 28 de outubro. Sesc Itaquera, das 13h às 18h. Avenida Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 - Itaquera,São Paulo - SP. Telefone (11) <span> 2523-9200.<br />Amanhã, dia 29 de outubro, a partir das 14h. Sala de Eventos do IEA. <span>Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 2° andar, Butantã, SP.<br /></span></span></i><i>Evento gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>, exceto no dia 28 de outubro.<br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/paisagens-casa-caminho-agua" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/paisagens-casa-caminho-agua</a></i></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-28T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/institucionalidade-da-cultura">
    <title>As políticas culturais como pré-requisito para o desenvolvimento da América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/institucionalidade-da-cultura</link>
    <description>O historiador e politólogo uruguaio Gerardo Caetano fez a conferência "As Políticas Culturais com Variável Indispensável do Desenvolvimento", no dia 22 de setembro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gerardo-caetano-e-teixeira-coelho" alt="Gerardo Caetano e Teixeira Coelho" class="image-inline" title="Gerardo Caetano e Teixeira Coelho" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O conferencista Gerardo Caetano (<i>à esq.</i>)<br />e o debatedor José Teixeira Coelho Netto</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O historiador e politólogo uruguaio <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a> <span>defende transformações que reconheçam a importância da cultura para o desenvolvimento e adoção de um pacto antiprovincianismo. Para ele, todavia, </span><span>a análise das instituições e políticas culturais na América Latina </span><span>exige o exame prévio dos impactos da globalização na região.</span></p>
<p>Caetano apresentou suas idéias na conferência <i>As Políticas Culturais como Variáveis Indispensáveis ao Desenvolvimento</i>, no dia 22 de setembro. O debatedor convidado foi <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>, professor emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. O diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, também participou do debate.</p>
<p><span>Coordenador do </span><span>Observatorio Político del Instituto de Ciencia Política da Universidade de La República, Uruguay, Caetano </span><span>recorreu às concepções de três acadêmicos  latino-americanos para caracterizar os impactos da globalização na região.</span></p>
<p><span>O primeiro que mencionou foi o sociólogo brasileiro Renato Ortiz, da Unicamp, que defende uma distinção entre mundialização da cultura e globalização econômica, "com a advertência de que não se deve confundir diversidade com pluralismo".;</span></p>
<p>No caso do filósofo chileno Martín Hopenhayn, Caetano destacou suas diversas visões sobre a questão, entre elas a de que "a globalização destrói a integração social e regional, além de corresponder a um Big Bang de imagens num mundo que se contrai enquanto o visual explode".</p>
<p>O terceiro autor citado pelo conferencista é o antropólogo argentino Néstor Garcia Canclini, que questiona a equivalência entre globalização e homogeneização. Canclini também adverte, segundo Caetano, sobre caminhos que julga perigosos, como o “atrincheiramento no fundamentalismo latino-americanista” ou "o limitar-se a exportar o melodrama folclórico”.</p>
<p><strong>PROBLEMAS</strong></p>
<p>Traçado esse cenário, Caetano passou à identificação de temas e posturas presentes na agenda de impactos culturais que se sobrepõe ao pano de fundo da globalização, com reflexos na institucionalidade cultural.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo-22-de-setembro-de-2015-1" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-culturais-e-desenvolvimento" class="external-link">Gerardo Caetano trata do impacto das políticas culturais no desenvolvimento</a>"</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma dessas questões, segundo ele, é a dificuldade para resgatar a história das políticas culturais. “Um momento de ‘presente contínuo’ exige mais e melhor história, entre outras coisas para qualificar melhor o que é novo e para perseguir melhor as demandas prospectivas”.</p>
<p>Outra necessidade é o exame das redes de conexões que “definem desencontros e afinidades que demarcaram e ainda condicionam a configuração do próprio e do externo, do que é nacional e do que é universal no campo cultural”.</p>
<p>Caetano defende o aprofundamento do debate sobre o papel do Estado como autor e promotor de políticas culturais e a consequente análise da delimitação precisa do alcance dessa ação, das tensões com a lógica do mercado, da reconfiguração das novas dimensões públicas não estatais e do reconhecimento do foco criador das redes comunitárias em suas diversas variantes.</p>
<p>Ele disse que os atores e estudiosos da política cultural demoraram a se dar conta da relevância econômica das atividades culturais e que é preciso repensar esse aspecto em profundidade, dada a importância do setor para a geração de empregos, a criação de empreendimentos empresariais e mesmo a diversificação da pauta de exportações, além de ser preciso considerar as necessidades de financiamento e de subsídio governamental.</p>
<p>Em seu entender, outra questão que merece análise é a da chamada cultura popular. Para ele, “é preciso evitar tanto a tentação populista, sempre presente, quanto as visões elitistas e vanguardistas – no pior sentido da palavra –, assumidas ou encobertas”.</p>
<p>Caetano identifica também um severo problema de comunicação e intercâmbio entre atores da cultura a respeito de conceitos definidores na discussão de políticas culturais, como nos conceitos sobre arte, identidade, povo, nação, imaginário, vanguarda, mundo, tradição, conceito geracional, contemporaneidade, público e até mesmo sobre o próprio conceito de cultura.</p>
<p>Ele vê ainda a necessidade de maior debate sobre o planejamento e iniciativas específicas no terreno das políticas e instituições culturais, com a devida consideração de demandas, propostas, balanços institucionais e tensões entre participação, descentralização e representação, entre outros fatores.</p>
<p><strong>PROPOSTAS</strong></p>
<p>Para Caetano, as políticas culturais continuam sendo – “e talvez o sejam mais do que nunca” – uma variável indispensável de desenvolvimento.  Ele avalia como "muito bom" o fato de se voltar a falar de desenvolvimento na América Latina, “ainda que em contextos desafiadores, mutáveis, de bonanças que rapidamente derivam em condicionamentos recessivos em alguns países e em outros esfriam certas expectativas excessivamente otimistas”.</p>
<p>A retomada desse tema é importante, segundo ele, porque é preciso construir políticas num cenário em que o Estado não pode mais o que podia. “O tema volta a ser que Estado e instituições públicas queremos e necessitamos, como construir uma política moderna e perfeitamente integradora que não seja estadocêntrica.”</p>
<p>“Isso nos leva a repensar a dimensão das políticas culturais em termos de vetores sociais, sobretudo se queremos que elas também compreendam um novo enfoque da cidadania, com uma forte aposta na organização independente."</p>
<p><span>Caetano relacionou uma série de questões que considera em aberto. Uma delas é a incerteza quanto a possibilidade de pensar sobre os rumos da cultura e das políticas culturais num contexto de globalização sem saber a que regras materiais está submetida a produção cultural.</span></p>
<p>Outras dúvidas são: como ampliar a promoção das obras culturais sem conhecer as condições efetivas do mercado regional e internacional? como pensar a cultura sem saber o que ela produz em termos de construções econômicas, sociais e simbólicas? como pensar nos problemas dos trabalhadores da cultura se eles não se reconhecem como tais?</p>
<p><strong>PROVINICIANISMO</strong></p>
<p>Como antídoto ao provincianismo, Caetano sugere algumas medidas. A primeira delas e acabar com a visão de que as sociedades latino-americanas são superdiagnosticadas e que precisam de propostas, não de novos diagnósticos. “No campo da cultura e das políticas culturais há muito o que pesquisar, em alguns casos, pela primeira vez.”</p>
<p>Do mesmo modo, deve ser evitado “o atalho perigoso e pernicioso da tabula rasa, dos impulsos refundadores, do começar tudo de novo a partir de um momento estelar da história, visto como revolução ou como reconstrução do vínculo entre o povo e a nação, pois a cultura acumulativa por definição, nunca é um afresco instantâneo, mas algo que, goste-se ou não, é construído de tradições”.</p>
<p><span>Diante desse quadro, ele sublinha urgência na adoção de "políticas culturais ativas, com empuxos reformadores, com uma forte reivindicação do espaço da política, mas sem cair numa política populista que não elege, não seleciona; precisamos de políticas ativas e de seleção rigorosa".</span></p>
<p>Caetano disse que as políticas de seleção levantam algumas perguntas: quem define os critérios de seleção numa construção genuinamente democrática? quem define o que se deve subsidiar, por exemplo? como se constrói e se implementa a coleção patrimonial que sempre é imprescindível? Para responder a essas questões, ele julga essencial que se considere um dos princípios teóricos clássicos da democracia: “A democracia nunca pode ser concebida como uma cultura, pois desde suas origens tem sido um pacto de culturas”.</p>
<p>Finalmente, Caetano defendeu a adoção de uma genuína vocação antiprovinciana, com ênfase na flexibilidade, no conhecimento, na inovação, na capacitação de recursos humanos e na profissionalização da gestão. <span>Um exemplo de atitude de outra área destacado por ele como algo que poderia ser adaptado às políticas culturais é o de “alfaiate tecnológico” (“sastre tecnológico”, em espanhol), postura adotada em ciência e tecnologia que consiste em interpretar um problema e construir uma solução específica para quem ela se destina. “Isso deveria valer para o desenho desafiante de novas instituições e políticas culturais genuinamente renovadas, efetivamente distanciadas do problema do provincianismo.”</span></p>
<p><strong>DEBATE</strong></p>
<p>Ao comentar a exposição de Caetano, José Teixeira Coelho Netto disse que muitos especialistas argumentam que para o desenvolvimento exige não apenas condições básicas estruturais, como recursos minerais, terras agriculturáveis, infraestrutura etc., mas também condições imateriais, entre as quais a cultura.  “Será que o Brasil tem a condição cultural necessária para isso?”, indagou.</p>
<p>Teixeira Coelho acrescentou que o político francês Alain Peyrefitte (1925-1999) disse que não há desenvolvimento se não há confiança (nas instituições, escolas, partidos etc.), “e é bastante provável que ele tinha razão”.</p>
<p>Teixeira Coelho afirmou não estar mais preocupado com a questão da distribuição da cultura, mas sim com a implementação de condições estruturais, “como a confiança e outros elementos que nos possibilitem alcançar o desenvolvimento”. Quis saber do expositor como é possível criar as condições culturais para que o desenvolvimento aconteça.</p>
<p>Caetano respondeu que a América Latina é um exemplo de que não bastam condições estruturais para o desenvolvimento, uma vez que é uma região importante em algumas áreas decisivas, como na de produção de alimentos, na biodiversidade e na de reservas de água doce, além de possuir uma base de produção de energia, renovável e não renovável, e minérios estratégicos, como cobre, ferro e lítio.</p>
<p>Ele lembrou que “os modelos extrativistas de esquerda e de direita” tiveram um grande crescimento nos últimos dez anos, fruto dos preços das commodities e do crescimento da China e da Índia. No entanto, o crescimento é necessário, mas não basta para uma sociedade mais igualitária, em sua opinião: “Faltaram convicções, dimensões culturais nas políticas de desenvolvimento”.</p>
<p>Caetano também concordou com a necessidade de confiança, lembrando que a América Latina é o continente mais violento de todos.</p>
<p>Martin Grossmann questionou a importância conferida por Caetano à questão do desenvolvimento, sugestão que julga anacrônica, “pois no Brasil, o desenvolvimentismo está associado com os militares, apesar dos vínculos com a era Vargas e o governo de Juscelino Kubitschek”.</p>
<p>Para Caetano, falar de desenvolvimento na América Latina hoje não é anacrônico: “Essa ideia sempre esteve presente no Brasil, ao passo que no Uruguai, Argentina e Chile fazia 30 anos que não se falava de desenvolvimento”.</p>
<p>Teixeira Coelho comentou que a ideia de política cultural surgiu no século 18 para responder a duas questões: a defesa do Estado (por meia da afirmação de uma identidade nacional, por exemplo) e a redução da escassez de bens culturais. “A ideia de o Estado defender a si mesmo não tem mais sentido e não há mais escassez de bens culturais, então, para que serviria a política cultural?”</p>
<p>Caetano argumentou que na América Latina há lugares com um déficit de Estado gigantesco e que “não há risco de voltarmos a políticas culturais dirigistas”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-09T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo-22-de-setembro-de-2015-1">
    <title>Las Políticas Culturales como Variable Indispensable del Desarrollo - 22 de setembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-politicas-culturales-como-variable-indispensable-del-desarrollo-22-de-setembro-de-2015-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-07T20:55:30Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-emerito-lider-mediador-cultural-provocador">
    <title>Teixeira Coelho, emérito: líder, mediador cultural, provocador </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-emerito-lider-mediador-cultural-provocador</link>
    <description>“Intelectual é uma pessoa que diz não por princípio”, diz o escritor durante seminário em sua homenagem, ocasião em que recebeu o título máximo da Universidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/margarida-kunsch-entrega-titulo-ao-professor-jose-teixeira-coelho" alt="Margarida Kunsch entrega Titulo ao Professor José Teixeira Coelho" class="image-inline" title="Margarida Kunsch entrega Titulo ao Professor José Teixeira Coelho" /></th><th></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Margarida Kunsch, diretora da ECA-USP, entrega titulo de professor Emérito a Teixeira Coelho</strong></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Precisamos inverter aquela armadilha do século 19 que diz que a economia está no centro e a cultura, na periferia. Sempre insisti no contrário. Isso também foi o que nos motivou a escrever sobre política cultural”. As preocupações sobre cultura, ativismo político e desenvolvimento foram expressas por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a>, durante o encontro <i>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões sobre a Obra de Teixeira Coelho</i>.</p>
<p>Realizado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP com apoio do IEA, <span>sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" target="_blank" title="Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira"><span>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</span></a>, integrante do Grupo de Pesquisa do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" target="_blank">Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, </span>o seminário antecedeu a solenidade de titulação do escritor como <a class="external-link" href="http://www3.eca.usp.br/noticias/teixeira-coelho-homenageado-pela-eca-usp">professor emérito pela ECA</a> e aconteceu na antiga sala do Conselho Universitário (CO) da USP no dia <strong>23 de setembro</strong>.</p>
<p>Crítico literário, especialista em política cultural, doutor em teoria literária e literatura comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Teixeira Coelho recebeu homenagens de colegas e amigos com estreita relação com sua produção intelectual, como <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/celso-favaretto" class="external-link">Celso Favaretto</a> (Faculdade de Educação e FFLCH, ambas USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/regina-silveira" class="external-link">Regina Silveira</a> (ECA-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/manuel-da-costa-pinto" class="external-link">Manuel da Costa Pinto</a> (jornalista e crítico literário), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfons-martinell" class="external-link">Alfons Martinell</a> (Universidad de Girona, Espanha), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a> (Universidad de La República, Uruguai) e Martin Grossmann (diretor do IEA-USP e professor da ECA).</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vahan-agopyan-durante-entrega-do-titulo-de-professor-emerito-da-usp-ao-professor-jose-teixeira-coelho" alt="Mesa de abertura da entrega do título de Professor Emérito da USP ao professor José Teixeira Coelho" class="image-inline" title="Mesa de abertura da entrega do título de Professor Emérito da USP ao professor José Teixeira Coelho" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq.: Milanesi, Kunsch, Agopyan e Monteiro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na mesa de abertura estavam Vahan Agopyan, vice-reitor da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/margarida-krohling-kunsch" class="external-link">Margarida Krohling Kunsch</a>, diretora da ECA-USP, Eduardo Henrique Soares Monteiro, vice-diretor da ECA-USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/luiz-milanesi" class="external-link">Luiz Augusto Milanesi</a>, chefe do Departamento de Biblioteconomia da ECA-USP, ao qual Teixeira Coelho era vinculado desde 1973, quando iniciou sua carreira docente na USP.</p>
<p>O homenageado chamou a atenção para o atual momento do Brasil e o seu significado. “O desenvolvimento não é resultado apenas de condições materiais objetivas. O país precisa também de condições culturais para se desenvolver. Será que a cada 10 anos teremos de enfrentar a ameaça da década perdida?  Muito provavelmente não temos condições culturais de garantir o desenvolvimento”, disse.</p>
<p>Ele destacou o papel dos cursos de arte e dos mediadores na disseminação cultural. Para desfrutar a cultura de excelência, o público precisa estar preparado, defendeu. “Não adianta cobrar da arte clareza. As pessoas precisam estar preparadas para recebê-la. Cabe à universidade preparar os mediadores culturais que podem fazer a ponte entre a arte e o grande público”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cultura como demanda social</strong></p>
<p>A ditadura militar, período que “não larga quem o viveu”, deve servir como indicativo para entender o momento em que os estudos sobre política cultural surgiram na USP", disse Teixeira Coelho. Naquela época, contou, a ECA e a USP já formavam “interpretadores” ou “explicadores” das questões brasileiras, professores não especializados na questão cultural. Porém, já havia demanda da sociedade e de segmentos culturais para formar mediadores.</p>
<p>“Nossa decisão de iniciar esses estudos não foi autônoma. O que fizemos foi ouvir as demandas sociais e compreender o momento pelo qual passávamos. Isso vale até hoje, pois cabe à universidade reagir às necessidades externas. Os estudos não surgiram da nossa vontade e sim da sociedade”, disse.</p>
<p>O desafio seguinte foi preparar a disciplina e os cursos que tratam de política cultural, contou. “O pessoal de política cultural teve que demonstrar que esse tema poderia ser uma disciplina acadêmica, que depois virou especialização e mestrado. O jeito de fazer isso foi criar um léxico de conceitos correlatos da área”, lembrou, referindo-se ao “Dicionário Crítico de Política Cultural – Cultura e Imaginário”, uma obra referencial.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-teixeira-coelho" alt="José Teixeira Coelho " class="image-inline" title="José Teixeira Coelho " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Teixeira Coelho: "A literatura não é algo pessoal."</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Provocador</strong></p>
<p>Sobre a condição de ativista e provocador colocada por colegas durante a homenagem, o novo professor emérito disse aceitá-la. “Isso nunca me incomodou. Ao contrário, cheguei a escrever um pequeno livro, 'O intelectual brasileiro, dogmatismos e outras confusões’, para afirmar minha crença de que intelectual é uma pessoa que diz 'não' por princípio. Porque me incomoda muito as adesões surgirem antes das conclusões”.</p>
<p>A relação de Teixeira Coelho com a escrita começou cedo. Desde idade muita tenra, contou, sua vontade era escrever. “Era um desejo intransitivo. Escrever. Nem sobre nada ou ninguém especificamente. Simplesmente escrever.” Mas num país de alto índice de analfabetos e de pouca leitura, aparece nas entrelinhas que às vezes é doloroso escrever. “Sendo o autor que sou, o que sobrevém após uma publicação é um monumental silêncio. De vez em quando aparece alguém que leu e comenta. Mas aqui no Brasil, onde todos somos muito amigos, contornar a coisa é norma. Ninguém critica”, observa.</p>
<p>Para ele, a vida e a literatura sofrem influências externas. “Por mais estranho que possa parecer, acho que a vida não é algo pessoal. A literatura também não é algo pessoal, pelo menos para mim. O autor nem sempre escolhe o que vai escrever”, comparou.</p>
<p>Aos colegas que analisaram sua vasta trajetória intelectual, disse: “Nunca teorizei nem expliquei nada sobre minhas narrativas. Sinto como se de fato fosse outra dimensão do meu trabalho. Ao ouvir o Manuel (da Costa Pinto) e o Celso (Favaretto) falarem sobre o meu trabalho, sinto como se falassem de uma outra pessoa que não sei exatamente quem é”.</p>
<p><strong>Arte-ativismo</strong></p>
<p>A artista plástica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/regina-silveira" class="external-link">Regina Silveira</a>, docente aposentada do Departamento de Artes Plásticas da ECA/USP, pertenceu ao conselho curatorial do Museu de Arte de São Paulo (MASP) quando Teixeira Coelho foi curador-coordenador da instituição. Segundo ela, Teixeira Coelho assumiu o cargo num momento em que o museu tentava descobrir rumos. Usou de seu talento de “contador de histórias” e compôs “narrativas visuais instigantes com aproximações inusitadas”, contou.</p>
<p>Regina citou os modos de apresentação do acervo, não mais por países ou períodos históricos, mas por grandes temas capazes de abranger artes e artistas de diferentes tempos e expressões. “Isso foi para mim a marca maior dessas exposições do acervo”, disse.</p>
<p>Em outras exposições, como em <i>Romantismo: a arte do entusiasmo</i>; ou mesmo a “radical” <i>De Fora para dentro</i>, a artista ressaltou a capacidade do curador de subverter a abordagem do tema retratado e atrair a atenção do grande público.</p>
<p>Outro trabalho lembrado foi o livro “Dicionário Crítico de Políticas Culturais”, com o qual Teixeira Coelho chamou a atenção do especialista em políticas culturais <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfons-martinell" class="external-link">Alfons Martinell</a>, da Universidade de Girona, rendendo-lhe um convite para lecionar no mestrado da Universidade de Girona, em que Martinell era diretor.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/cerimonia-de-titulacao-de-jose-teixeira-coelho-netto" class="external-link">Vídeo</a> (palavras de Teixeira Coelho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ampliacao-da-esfera-de-presenca-do-ser-reflexoes-em-torno-da-obra-de-teixeira-coelho" class="external-link">Foto</a></p>
<p>Notícia:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-recebe-o-titulo-de-professor-emerito" class="external-link">Encontro debate obra de Teixeira Coelho, que receberá título de professor emérito</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Teixeira Coelho participa no debate sobre novas políticas culturais a partir de uma reflexão profunda sobre o sentido da cultura na sociedade contemporânea e estabelece que as políticas culturais são somente uma parte do sentido da cultura para o ser humano”, disse Martinell.</p>
<p>A formação em Direito permite estender suas preocupações sobre política cultural para o campo dos Direitos Humanos e Direitos Culturais, segundo Martinell.</p>
<p>“Não foi um acadêmico de escritório, mas atuou na gestão cultural de forma direta”, enfatizou o historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a>, Universidad de La República, Uruguai. Durante os debates, ressaltou que Teixeira Coelho tem o hábito de provocar os colegas não apenas a terem ideias novas, mas a abandonarem as antigas.</p>
<p>Para o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, Teixeira Coelho é o tipo de curador que enfrenta a realidade brasileira, a qual necessita de intelectuais públicos capazes de assumir o papel de liderança, como fez Teixeira Coelho em várias ocasiões.</p>
<p><span>Na sua gestão como diretor do MAC-USP (de 1998 a 2002), o museu criou uma parceria com o Sesi e expôs, na Avenida Paulista, seu desconhecido acervo em curadorias que exploravam diferentes facetas da arte na contemporaneidade, aproximando assim o grande público das pesquisas realizadas pela universidade no campo das artes visuais. Além de transformar, com uma decisiva reforma, a sede no campus do Butantã em um espaço arquitetônico condizente à operação de um museu de arte, propôs um programa audacioso de construção de uma nova sede na Barra Funda para o MAC, que contou na época com o apoio do então reitor da USP Jacques Marcovitch, do Ministério da Cultura e da Prefeitura da Cidade.</span></p>
<p>Atualmente, Teixeira Coelho é curador da Bienal de Curitiba e colaborador da Cátedra Unesco de Política Cultural da Universidad de Girona, na Espanha, além de consultor do Observatório de Política Cultural do Instituto Itaú Cultural. Ele também foi diretor do Departamento de Informação e Documentação Artística (<span>IDART)</span>, da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo, e<span style="text-align: justify; ">screveu livros sobre cultura e arte e também obras de ficção. Seu livro "História Natural da Ditadura", publicado em 2006, recebeu o Prêmio Portugal Telecom 2007.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: justify; "><span class="discreet">Foto 1: Cecília Bastos<br />Fotos 2 e 3: Maria Leonor Calasans </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literature</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-25T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ampliacao-da-esfera-de-presenca-do-ser-reflexoes-em-torno-da-obra-de-teixeira-coelho">
    <title>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões em Torno da Obra de Teixeira Coelho 23 de setembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ampliacao-da-esfera-de-presenca-do-ser-reflexoes-em-torno-da-obra-de-teixeira-coelho</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/crise">
    <title>As várias faces da crise brasileira e as propostas para superá-la</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/crise</link>
    <description>O IEA-USP, a Fundação Padre Anchieta, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB-SP) e a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) realizaram, nos dias 14 e 15 de setembro, o seminário “Saídas para a Crise”, na sede da OAB-SP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/abertura-do-seminario-saidas-para-a-crise-14-09-2015" alt="Abertura do seminário Saídas para a Crise - 14/09/2015" class="image-inline" title="Abertura do seminário Saídas para a Crise - 14/09/2015" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Abertura do evento teve a presença de dirigentes das instituições<br />organizadores, parlamentares e integrantes do Judiciário federal e estadual</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A atual crise político-econômica exige do Brasil a definição de um modelo econômico que seja fruto de consenso da sociedade, a redução da interferência do Estado na vida econômica e social, a promoção de mudanças profundas nos sistemas político e eleitoral (inclusive com a diminuição do número de partidos políticos), investimentos em infraestrutura, a instauração de um clima de previsibilidade jurídica, a melhoria do ensino básico e a identificação de oportunidades para emprego da capacidade tecnológica do país.</p>
<p>Levantadas em diversos fóruns nos últimos meses, essas questões receberam análises aprofundadas no seminário <i>Saídas para a Crise</i>, realizado nos dias 14 e 15 de setembro na sede da <a class="external-link" href="http://www.oabsp.org.br/">Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB-SP)</a>, com organização da própria OAB-SP, da <a class="external-link" href="http://www2.tvcultura.com.br/fpa/">Fundação Padre Anchieta</a>, do IEA e da <a class="external-link" href="http://www.al.sp.gov.br/">Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp)</a>. (<i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/crise#programacao" class="external-link">Veja a programação abaixo.</a></i>)</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/saidas-para-a-crise/saidas-para-a-crise#videos" class="external-link">Vídeos</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-saidas-para-a-crise-14-e-15-de-setembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></span></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/saidas-para-a-crise" class="external-link">'Saídas para a Crise', uma campanha de mobilização nacional</a>"</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Campanha</strong></p>
<p>O seminário foi o fecho da campanha Saídas para a Crise, iniciada pelas quatro instituições no dia 27 de agosto. A campanha teve também edições especiais dos programas “Roda Viva”, “Jornal da Cultura” e “JC Debates” da <a class="external-link" href="http://tvcultura.cmais.com.br/">TV Cultura</a>.</p>
<p>“Quais as estratégias, diretrizes, políticas e soluções para a confluência de crises da contemporaneidade brasileira?” foi a questão central dos debates dos sete painéis do encontro, que teve a participação de parlamentares, juristas, integrantes do Judiciário federal e estadual, economistas, cientistas políticos, educadores e empresários.</p>
<p><strong>Reformas</strong></p>
<p>No painel A Política, Os Rumos da Mudança, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisé</a>s, coordenador do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPPs) da USP e do Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia do IEA-USP, disse que a crise é muito séria e multidimensional. O prioritário a seu ver é que a sociedade exija das instituições responsáveis “a conclusão o mais rápido possível da análise das contas do governo Dilma Roussef e que os partidos de oposição especifiquem com clareza qual o futuro que desejam para o país”.</p>
<p>No mesmo painel, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ressaltou que o contexto de crise não permite fazer uma reforma política profunda e que o financiamento do sistema político precisa ser olhado sem ilusões: “Não podemos iludir a opinião pública dizendo que a proibição de contribuições de empresas às campanhas políticas acabará com a corrupção”.</p>
<p>O senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou que “as coisas não vão ser resolvidas com o ajuste fiscal” proposto pelo Executivo. Em sua opinião, é preciso recuperar três coisas: a segurança jurídica (“com intervenções em lugares como a Petrobras”), a credibilidade governamental e a previsibilidade econômica e política.</p>
<p><strong>Potencial</strong></p>
<p><strong> </strong>O economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ricardo-ubiraci-sennes" class="external-link">Ricardo Sennes</a>, coordenador do Grupo de Análise de Conjuntura Internacional (Gacint) da USP, participou do painel O Potencial do Brasil e disse que “está havendo um certo exagero em relação à crise, pois as instituições estão funcionando perfeitamente”. Para ele, a principal questão a ser resolvida é construir uma maioria democrática que consiga formular um modelo econômico eficaz, sobre instituições sólidas e que respeite as diferenças sociais e regionais.</p>
<p>No mesmo painel, o empresário <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jorge-gerdau-johannpeter" class="external-link">Jorge Gerdau</a> frisou que o “ajuste fiscal é um meio, não um fim” e que o país precisa voltar a crescer 4,5% ao ano e dobrar sua renda per capita até 2030. Para chegar a isso, “o país precisa investir em infraestrutura, reduzir o custo Brasil para que a indústria ande e zerar o analfabetismo funcional”, segundo Gerdau.</p>
<p>O presidente da Fapesp, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a>, ex-reitor da USP e ex-ministro da Educação, comentou que o Brasil gasta em educação o mesmo que a grande maioria dos países gasta, cerca de 5% do PIB. “O problema é que uma educação decente não cabe no PIB brasileiro”. Do ponto de vista da ciência e tecnologia, Goldemberg vê como saída identificar áreas onde o conhecimento e recursos do país façam diferença.</p>
<p>No painel A Economia– Caminhos e Descaminhos, a economista e cientista política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lourdes-sola" class="external-link">Lourdes Sola</a>, do NUPPs-USP, disse que é preciso desatar os nós criados pelos governos do Partido dos Trabalhadores: a privatização do Estado, com a quase identidade partido-Estado, e o movimento de absorção dos movimentos sociais.</p>
<p>No painel Direitos Humanos, Segurança Pública e Criminalidade, o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, professor da Faculdade de Direito (FD) da USP, afirmou que a redemocratização falhou em criar um projeto de segurança pública, pois nem sequer há vinculação orçamentária federal para a área.</p>
<p>Para o deputado Fernando Capez (PSDB), presidente da Alesp, o mais importante é prevenir a corrupção por meio da retirada do Estado de onde ele não precisa atuar: “Vejo a necessidade de uma presença forte do Estado na educação, na saúde, na segurança pública, mas não na exploração de atividades econômicas em concorrência com a livre iniciativa”.</p>
<p><strong>Publicações</strong></p>
<p><strong> </strong>As propostas apresentadas no seminário e nos programas da TV Cultura resultarão num documento a ser enviados às lideranças do Executivo, Legislativo e Judiciário federais. O IEA-USP também editará, sob a coordenação de José Álvaro Moisés, um livro com as transcrições das exposições e debates do seminário, bem como das edições dos programas “Roda Viva”, “Jornal da Cultura” e “JC Debate” da TV Cultura.</p>
<hr />
<p> </p>
<h3><a name="programacao"></a>Programação do seminário 'Saídas para a Crise'</h3>
<p><span>14 de setembro</span></p>
<p><strong>MANHÃ</strong></p>
<ul>
<li><strong>Abertura</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Gilmar Mendes – ministro do Supremo Tribunal Federal<br />Romero Jucá - senador (PMDB-RR)<br />Fernando Capez – presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo<br />Marcos da Costa – presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo<br />Rubens Barbosa - embaixador<br />Marcos Mendonça – presidente da Fundação Padre Anchieta<br />Belisário dos Santos – presidente do Conselho da Fundação Padre Anchieta<br />Vahan Agopyan - vice-reitor da USP<br />Paulo Adib Casseb - presidente do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo</p>
<ul>
<li><strong>Painel 1 – A Política, Os Rumos da Mudança</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Gilmar Mendes – ministro do Supremo Tribunal Federal<br />José Álvaro Moisés – cientista político, IEA e NUPPs-USP<br />Romero Juca – senador, PMDB-RR<br />Oscar Vilhena Vieira – cientista político, FGV</p>
<ul>
<li><strong>Painel 2 – Direito, Justiça e Cidadania</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Márcio Fernando Elias Rosa – procurador-geral do Ministério Público do Estado de São Paulo<br />Modesto Carvalhosa – jurista<br />José Gregori - jurista</p>
<p><strong>TARDE</strong></p>
<ul>
<li><strong>Painel 3 – Estado e Sociedade: Papéis, Deveres e Responsabilidades</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Fernando Capez – presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo<br />Belisário dos Santos – presidente do Conselho da Fundação Padre Anchieta<br />Gaudêncio Torquato – ECA-USP, consultor político<br />Luiz Felipe Pondé – filósofo</p>
<h3><strong>15 de setembro</strong></h3>
<p><strong>MANHÃ</strong></p>
<ul>
<li><strong>Abertura</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Marcos da Costa – presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seção São Paulo<br />Fernando Capez – presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo<br />Belisário dos Santos – presidente do Conselho da Fundação Padre Anchieta<br />Alexandre de Moraes - secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo<br />Martin Grossmann - diretor do IEA-USP<br />Flávia Piovesan - advogada<br />Jorge Gerdau – presidente do Conselho de Administração da Gerdau S.A.</p>
<ul>
<li><strong>Painel 1 – Direitos Humanos, Segurança Pública e Criminalidade no Brasil</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Rubens Naves – advogado<br />Luiz Flávio Gomes – jurista<br />Alexandre de Moraes – secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo<br />Flávia Piovesan – advogada</p>
<ul>
<li><strong>Painel – O Potencial do Brasil</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Ricardo Sennes – coordenador do Gacint-USP<br />Gustavo Diniz Junqueira – presidente da Sociedade Rural Brasileira<br />Jorge Gerdau – presidente do Conselho de Administração da Gerdau S.A.</p>
<p><strong>TARDE</strong></p>
<ul>
<li><strong>Painel 3 – Educação e Ciência no Brasil: Como dar um Salto</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Guiomar Namo de Mello – consultora em educação<br />Jorge da Cunha Lima – escritor e jornalista<br />Priscila Cruz – diretora do Todos pela Educação<br />José Goldemberg – presidente da Fapesp</p>
<ul>
<li><strong>Painel 4 – A Economia: Caminhos e Descaminhos;</strong></li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; ">Bernardo Guimaraes – FGV-SP<br />Antoninho Marmo Trevisan – auditor e consultor de empresas<br />Lourdes Sola – economista e cientista política da USP</p>
<ul>
<li><strong>Encerramento</strong><br />William Corrêa - jornalista da TV Cultura<br />Belisário dos Santos – presidente do Conselho da Fundação Padre Anchieta</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Martin Grossmann/IEA-USP</span></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Laboratório Saídas para a Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-22T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-culturais-e-desenvolvimento">
    <title>Gerardo Caetano trata do impacto das políticas culturais no desenvolvimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-culturais-e-desenvolvimento</link>
    <description>Gerardo Caetano, da Universidad de La República, Uruguai, será o expositor do seminário "Las Políticas Culturales como Variable Indispensable del Desarrollo", no dia 22 de setembro, às 14h, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/le-muse-inquietanti" alt="Le Muse Inquietanti" class="image-right" title="Le Muse Inquietanti" /></p>
<p><span>As políticas culturais constituem um componente de desenvolvimento de qualquer sociedade. No atual contexto da América Latina, "onde o Estado não pode mais o que podia", a questão central passa a ser: "que Estado e que instituições públicas queremos e necessitamos e como construir uma política cultural moderna e integradora que não seja 'estadocêntrica'".</span></p>
<p>A opinião é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a>, da Universidad de La República, Uruguai, que será o expositor do seminário <i>Las Políticas Culturales como Variable Indispensable del Desarrollo</i>, no <strong>dia 22 de setembro, às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, atividade organizada pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a><span>, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, debaterá as ideias apresentadas por Caetano.</span><span> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> </span><span>(diretor do IEA e coordenador do grupo de pesquisa), da ECA-USP, atuará como comentador. O evento será em espanhol, sem tradução.</span></p>
<p><strong>Cidadania</strong></p>
<p><span>Para que os beneficiários dos programas de </span><span>atendimento a emergências sociais </span><span>dos países latino-americanos se tornem cada vez mais sujeitos e não objetos da ação pública, as </span><span>políticas sociais devem ser desenhadas tendo como centro o enfoque da cidadania e o estímulo à organização independente dos não organizados, segundo Caetano. </span><span>(</span><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/politicas-culturales-y-desarrollo" class="external-link">Leia o texto de referência da exposição.</a></i><span>)</span></p>
<p><span>Ele identifica dois riscos nesse processo no caso da cultura: acreditar que se possa fazer políticas culturais sem política e a aposta demagógica da visão populista, com a identificação simplista, às vezes de maneira monopolista, da cultura popular com a cultura. </span></p>
<p><span>Caetano ressalta que não se pode perder de vista também que hoje há uma supranacionalidade informal e espaços públicos transnacionais e que é impossível falar de políticas culturais sem discutir a questão de seus suportes econômicos.</span></p>
<p><strong>Requisitos</strong></p>
<p><span>Caetano identifica quatro aspectos a serem considerados para a construção de políticas culturais que sejam um suporte genuíno para o desenvolvimento latino-americano:</span></p>
<ul>
<li><span>a necessidade de muitos diagnósticos rigorosos no âmbito cultural (em contraste com a visão de que as sociedades da região são superdiagnosticadas e que faltam propostas);</span></li>
<li><span>o fato de a cultura ser cumulativa por definição, o que torna sem sentido, quando da elaboração de políticas públicas, querer </span><span>estabelecer tábula rasa e começar tudo de novo;</span></li>
<li><span>criar políticas culturais ativas, reformadoras, mas sem cair na política populista, que não escolhe, não seleciona;</span></li>
<li><span>deixar de lado as perspectivas provincianas e apostar na flexibilidade e na ênfase às questões do conhecimento, da inovação e da profissionalização da gestão cultural, evitando a mera cópia de receitas importadas.</span></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><strong><i><i>Las Políticas Culturales como Variable Indispensable del Desarrollo</i><br /></i></strong><i>22 de setembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem inscrição prévia – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-culturais-e-desenvolvimento" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/politicas-culturais-e-desenvolvimento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: "Le Muse Inquietanti" (1918), de Giorgio De Chirico</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-17T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-recebe-o-titulo-de-professor-emerito">
    <title>Encontro debate obra de Teixeira Coelho, que receberá título de professor emérito</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/teixeira-coelho-recebe-o-titulo-de-professor-emerito</link>
    <description>A obra de José Teixeira Coelho Netto, professor do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA-USP, é tema de seminário no dia 23 de setembro, ocasião em que receberá o título de professor emérito da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-teixeira-coelho-netto" alt="José Teixeira Coelho Netto" class="image-inline" title="José Teixeira Coelho Netto" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>José Teixeira Coelho Netto,<br />especialista em política cultural</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify; ">A Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, com apoio do IEA, realiza no dia <strong>23 de setembro, às 14h30</strong>, o encontro <i>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões sobre a Obra de Teixeira Coelho</i>, que precederá a concessão, pela ECA-USP, do <a class="external-link" href="http://www3.eca.usp.br/noticias/teixeira-coelho-homenageado-pela-eca-usp">título de professor emérito a José Teixeira Coelho Netto</a>, professor titular do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da escola, "por <span style="text-align: justify; ">sua significativa obra e trajetória intelectual".</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify; "><i></i><strong>Houve mudança no local do evento, que agora será realizado na antiga Sala do Conselho Universitário (rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo)</strong>. A cerimônia de titulação (aberta apenas a convidados) ocorrerá às 18h30, no mesmo local.</p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify; ">De acordo com os organizadores, a escolha dos participantes do encontro "buscou aliar rigor intelectual e afetividade, no sentido mais amplo do termo: pessoas que afetaram e foram afetadas pelos encontros, conversas, debates, por sua vasta obra, seu inquieto e livre pensar" (<i>veja a programação abaixo</i>).</p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify; ">Teixeira Coelho é especialista em política cultural, doutor em teoria literária e literatura comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e cumpriu programa de pós-doutorado na University of Maryland, Estados Unidos. Iniciou sua carreira docente na ECA-USP em 1973, tornando-se professor titular em 1989. Foi professor também da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify; ">Atualmente, Teixeira Coelho é curador da Bienal de Curitiba, colaborador da Cátedra Unesco de Política Cultural da Universidad de Girona, Espanha, e consultor do Observatório de Política Cultural do Instituto Itaú Cultural, onde coordena a coleção Livros do Observatório. Ele foi curador-coordenador do Museu de Arte de São Paulo (Masp), diretor do MAC-USP e curador de diversas exposições nos dois museus. Escreveu  diversos livros sobre cultura e arte e também obras de ficção. Seu livro "História Natural da Ditadura", publicado em 2006, recebeu  o Prêmio Portugal Telecom 2007.</p>
<div id="parent-fieldname-text-32c6f6af859442afbb5cc975a2ace7e9">
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th colspan="2">
<h3>Programação</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong>1ª Parte – Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões em torno da Obra de Teixeira Coelho</strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">Coordenação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</a> (ECA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>14h30</td>
<td>Abertura</td>
</tr>
<tr>
<td>14h50</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/alfons-martinell" class="external-link">Alfons Martinell</a> (Universidad de Girona, Espanha)</td>
</tr>
<tr>
<td>15h10</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/gerardo-caetano" class="external-link">Gerardo Caetano</a> (Universidad de La República, Uruguai)</td>
</tr>
<tr>
<td>15h30</td>
<td>Intervenção de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a> (ECA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>15h50</td>
<td>Intervalo</td>
</tr>
<tr>
<td>16h20</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/celso-favaretto" class="external-link">Celso Favaretto</a> (FE e FFLCH-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>16h40</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/regina-silveira" class="external-link">Regina Silveira</a> (ECA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>17h</td>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/manuel-da-costa-pinto" class="external-link">Manuel da Costa Pinto</a> (jornalista e crítico literário)</td>
</tr>
<tr>
<td>17h20</td>
<td>Intervenção de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a> (ECA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>17h40</td>
<td>Encerramento: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (IEA e ECA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>18h</td>
<td>Intervalo</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><strong><strong> 2ª Parte<strong><strong> </strong>– </strong></strong>Sessão Solene da Congregação da ECA-USP</strong><strong> </strong>– Cerimônia de Titulação</td>
</tr>
<tr>
<td>18h30</td>
<td>
<p>● Apresentação musical<br />● Abertura dos trabalhos:<strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/margarida-krohling-kunsch" class="external-link">Margarida Krohling Kunsch</a> (diretora da ECA-USP)<br />● Saudação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/maria-helena-pires-martins" class="external-link">Maria Helena Pires Martins</a> (ECA-USP)<br />● Assistência Acadêmica<br />● Palavras de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a> (ECA-USP) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-teixeira-coelho" class="external-link"><br /></a>● Palavras de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/margarida-krohling-kunsch" class="external-link">Margarida Krohling Kunsch</a> (diretora da ECA-USP)<br />● Término da Sessão Solene</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<hr />
<p><strong><i>Ampliação da Esfera de Presença do Ser: Reflexões em Torno da Obra de Teixeira Coelho<br /></i></strong><i>23 de setembro, às 14h30<br /></i><i>Sala do Conselho Universitário, <span style="text-align: justify; ">rua da Praça do Relógio, 109, térreo</span>, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Os interessados em assistir ao evento no auditório devem efetuar <a class="external-link" href="http://www3.eca.usp.br/cbd/reflexoessobreteixeiracoelho-inscricao" style="text-align: justify; ">inscrição prévia</a> – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/teixeira-coelho" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/teixeira-coelho</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Agência USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-03T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-economistas-ciclo-tematico-18-de-agosto-de-2015-1">
    <title>A América Latina dos Economistas (Ciclo Temático) - 18 de agosto de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-economistas-ciclo-tematico-18-de-agosto-de-2015-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-18-de-junho-de-2015">
    <title>Identidades Latino-Americanas: A América Latina dos Sociólogos - 18 de junho de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-18-de-junho-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-laymert-garcia">
    <title>Conferência aborda experiência artística transcultural entre brasileiros, ianomâmis e alemães</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ica-laymert-garcia</link>
    <description>Na primeira conferência temática da Intercontinental Academia, Laymert Garcia dos Santos falou sobre a concepção da ópera multimídia "Amazônia — Teatro Música em Três Partes".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/laymert-garcia-dos-santos-ica/@@images/29ecf238-d08a-4390-97dc-04bd800ddec8.jpeg" alt=" Laymert Garcia dos Santos - ICA" class="image-right" title=" Laymert Garcia dos Santos - ICA" />O processo de criação artística da ópera multimídia "Amazônia — Teatro Música em Três Partes" foi apresentando por <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/speakers/laymert-garcia-dos-santos">Laymert Garcia dos Santos</a> na conferência <i>Mito e Tecnociência na Amazônia Transcultural</i>, realizada na segunda-feira, dia 20, como parte da programação da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia</a> (ICA).  <i> </i></p>
<p><i> </i></p>
<p>Resultado de um esforço de cooperação internacional e transcultural envolvendo pesquisadores brasileiros, artistas alemães e índios ianomâmis da aldeia Watoriki, na fronteira com a Venezuela, a ópera trata do futuro da floresta amazônica a partir da perspectiva ocidental, de matriz tecnocientífica, e da xamânica, de matriz mitológica.</p>
<p><i> </i></p>
<p><span>Segundo Santos, que é professor do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o objetivo do experimento artístico foi reunir duas visões distintas sobre o futuro da floresta amazônica — uma baseada no pensamento mágico e outra no pensamento racional  — e encontrar um denominador comum em torno do qual produzir a obra. </span>A obra foi produzida de 2006 a 2010 a partir de uma parceria entre o Instituto Goethe, a Bienal de Munique, o Centro de Arte e Mídia ZKM Karlsruhe e a Associação Ianomâmi Hutukara, e apresentada na Bienal de Teatro Música de Munique, Alemanha, e no Sesc Pompeia, São Paulo, em 2010, e no Festival "Out of Control" de Viena, Áustria, em 2013.</p>
<p><i> </i></p>
<p>Para chegar a essa síntese entre a cosmologia xamânica e a tecnocientífica, estabeleceu-se um diálogo transcultural entre os indígenas e o "homem branco", baseado numa relação simétrica e de respeito mútuo. "Era preciso que as duas visões dialogassem e preservassem suas essências, sem se submeterem uma à outra. A ideia foi integrar, e não apagar as diferenças entre elas", explicou.</p>
<p>O conferencista comparou o processo de criação da ópera ao formato da ICA. De acordo com ele, ambas iniciativas consistem em reunir atores de culturas diversas e integrar suas cosmologias, perspectivas e visões de mundo em prol de um objetivo comum. "Trata-se não de superar os mal-entendidos, mas de transformá-los em mal-entendidos produtivos", disse, parafraseando o antropólogo francês Bruce Albert.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INTERCONTINENTAL ACADEMIA</strong></p>
<p><i><strong>Eixo temático: Tempo</strong></i></p>
<p><strong>Conferência de Laymert Garcia<br />dos Santos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/intercontinental-academia-talk-with-laymert-garcia-dos-santos" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conferencias" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-da-intercontinental-academia-propoe-reflexao-filosofica-sobre-tempo-e-eternidade" class="external-link">Conferência da Intercontinental Academia propõe reflexão filosófica sobre o tempo e a eteernidade</a>"</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><strong><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica" class="external-link">Mais notícias</a></i></strong></p>
<p><strong><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/docs/reports" target="_blank">Relatos críticos</a></i></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações<br /></i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank"><i>http://intercontinental-academia.ubias.net</i></a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A opção por uma ópera multimídia e transcultural foi fruto de uma aposta na emoção como forma de sensibilizar a sociedade sobre o problema do desmatamento na Amazônia. O foco, afirmou Santos, era abordar a questão através da arte, usando uma estratégia diferente da convencional, a qual apela para a razão a partir de informações tecnocientíficas, em geral restritas a dados, números e gráficos. "Queríamos refletir sobre por quê, mesmo sabendo que temos que parar o desmatamento, não paramos."</p>
<p><strong>A ÓPERA</strong></p>
<p>Santos explicou cada uma das três partes que compõem a ópera a partir da exibição de trechos. A primeira, "Tilt", foi inspirada na carta de Walter Raleigh à rainha Elizabeth I, na qual o explorador relata sua expedição pela região do rio Orinoco, próximo ao território dos ianomâmis na Venezuela, e afirma ter descoberto o lugar lendário que os espanhóis chamavam de "El Dorado".</p>
<p>Sonorizada com ruídos urbanos, essa seção introdutória remete ao passado, mais especificamente à perspectiva dos antigos descobridores da América, mas se passa no futuro, num tempo em que a floresta foi devastada e já não existe. Segundo Santos, "Tilt" mostra que o futuro da floresta foi selado num passado distante, com a chegada dos europeus. O "homem branco", encarnado na figura de Raleigh, seria o porta-voz da destruição vindoura.</p>
<p>"Queda do Céu", segunda parte da obra, trata do futuro da floresta na perspectiva mítica dos ianomâmis. Perpassada por cantos indígenas e sons da natureza, tal como ouvidos na mata, a narrativa mostra o triunfo de Xawara — espírito do mal que simboliza a ganância do "homem branco" — sobre os xamãs. O desfecho do embate resulta no apocalipse, ao qual a mitologia ianomâmi se refere como "queda do céu".<span> </span></p>
<p>A última parte, "Conferência Amazônica", subdivide-se em três momentos: 1) "Paraíso", que explora, a partir de dados e modelos matemáticos, os processos bioquímicos que garantem o equilíbrio dos ecossistemas e a biodiversidade em nível molecular; 2) "Conferência", no qual cientistas, políticos, xamãs e economistas debatem o futuro da floresta e chegam à conclusão de que já é tarde demais para conter o processo de devastação; e 3) "Entropia", que expõe o colapso do paraíso anunciado por ianomâmis e ocidentais, com a destruição das cadeias moleculares imprescindíveis para os ciclos vitais da natureza e a consequente destruição da floresta.</p>
<p>Na avaliação de Santos, a ópera revela que, embora sejam calcadas em lógicas muito diferentes, a cosmologia xamânica e a racionalidade tecnocientífica estão de acordo em relação ao futuro da floresta: diante do atual ritmo de desmatamento, o fim é inevitável. "Trata-se de uma morte anunciada", observou.</p>
<p style="text-align: right; "><span style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Fernanda Rezende/IEA-USP</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-22T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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