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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 271 to 285.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As mudanças climáticas globais adquirem fundamental relevância nos debates atuais, em vista de sua magnitude, complexidade, potencial de desequilíbrio ambiental e desafios relacionados às previsões dos impactos e vulnerabilidades, bem como da dificuldade de articulação dos diversos setores da sociedade para seu enfrentamento.</p>
<p>Neste contexto, as áreas urbanas adquirem extrema relevância.  Fenômenos como ondas de calor com secas prolongadas, episódios de precipitação de chuvas intensas, ressacas e o aumento no nível do mar são esperados para os próximos anos, em decorrência das mudanças climáticas globais, atingindo as áreas urbanas com considerável gravidade,  em especial populações que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Por outro lado, as cidades apresentam grande potencial de contribuição para enfrentar este quadro, pois são os locais onde se pode desenvolver iniciativas inovadoras nos espectros da mitigação, resiliência e adaptação a eventos climáticos, devido à sua infraestrutura e aproximação dos diversos atores sociais.</p>
<p>Segundo a Nova Agenda Urbana do Habitat III, a forma com que as cidades são planejadas e geridas causa impactos diretos sobre a sua sustentabilidade e resiliência, e podem tornar seus habitantes mais vulneráveis aos impactos adversos das mudanças climáticas.</p>
<p>Diversos encontros vêm sido promovidos pelas lideranças científicas e políticas mundiais para se buscar soluções que sejam democráticas, eficientes e factíveis. Dentro deste contexto, a Conferência das Partes 25 (COP 25) acontecerá no período de 2 a 19 de dezembro, em Santiago, Chile, e reunirá especialistas na área e líderes políticos mundiais em busca de diálogo, para apresentar o estado da arte dentro da ciência das mudanças climáticas globais e toda a discussão transdisciplinar que a envolve</p>
<p>Aproveitando-se de um momento oportuno para se promover o debate científico interdisciplinar sobre o tema, o Seminário “Adaptação, resiliência e riscos climáticos”, em 25 de novembro de 2019, se organizará em quatro painéis: I - Eventos Extremos: Tendências Globais e Impactos Locais, II - Perspectivas Sobre Vulnerabilidade e Resiliência, III - Iniciativas e Estratégias de Adaptação no Brasil e  IV - Financiamento Climático: Desafios e Possibilidades.</p>
<p>O seminário tem o propósito de contribuir para uma maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade alinhada ao enfrentamento dos riscos e desafios decorrentes das mudanças climáticas.</p>
<p>Trata-se de iniciativa do Programa USP Cidades Globais, do Instituto de Estudos Avançados, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS, da ONU. O seminário ocorrerá alguns dias antes do encontro da COP 25, e poderá impulsionar debates e reflexões prévias que poderão, inclusive, serem levados à COP 25 para compartilhamento e aprofundamento junto à comunidade internacional, nos fóruns paralelos que se realizam simultaneamente com a Conferência das Partes.</p>
<p><strong>Comissão Organizadora: </strong></p>
<p>Deize Sbarai Sanches Ximenes; Hugo Rogério de Barros; Ivan Carlos Maglio; Júlio Barboza Chiquetto e Sonia Maria Viggiani Coutinho</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-17T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-licoes-tragedia-rio-grande-do-sul">
    <title>Ciclo discutirá o enfrentamento de eventos extremos como o do Rio Grande do Sul </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-licoes-tragedia-rio-grande-do-sul</link>
    <description>O IEA inicia no dia 21 de maio, às 8h45, o ciclo de seminários “Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul”, com a participação de especialistas de várias áreas, entre as quais meteorologia, planejamento urbano, saúde pública, geologia e economia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inundacao-no-rio-grande-do-sul-maio-2024/image" alt="Inundação no Rio Grande do Sul - maio/2024" title="Inundação no Rio Grande do Sul - maio/2024" height="336" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Inundações atingiram mais de 400 municípios gaúchos</dd>
</dl></p>
<p>A catástrofe no Rio Grande do Sul levanta perguntas importantes que precisam ser respondidas para que as autoridades possam tomar providências planejadas e indicadas ou então voltar à prancheta e replanejar. Ou, ainda, fazer novos planos que ofereçam melhores chances de evitar e/ou reagir a eventos extremos que o Brasil venha a enfrentar.</p>
<p>Para colaborar com a busca de respostas para essa demanda urgente do país, o IEA inicia no dia <strong>21 de maio, às 8h45</strong>, o ciclo de seminários “Lições do Evento Climático Extremo no Rio Grande do Sul”, com a participação de especialistas de várias áreas, entre as quais meteorologia, planejamento urbano, saúde pública, geologia e economia.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/articulistas/marcos-buckeridge/o-negacionismo-raivoso-e-a-aceitacao-da-ciencia-das-mudancas-climaticas/">"O negacionismo raivoso e a aceitação da ciência das mudanças climáticas"<br /></a>Artigo de Marcos Buckeridge publicado em 13 de maio no Jornal da USP                
<ul>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O primeiro encontro tratará das causas das intensas chuvas no Rio Grande do Sul, dos procedimentos a serem adotados no estado e dos riscos de que fatos similares ocorram em outras partes do Brasil.</p>
<p>Sem perder de vista os acontecimentos no Rio Grande do Sul, os participantes também discutirão como o país pode se preparar para enfrentar situações de extremos climáticos em curto, médio e longo prazos e aspectos globais das mudanças climáticas.</p>
<p>Outros temas como proteção à vida, assistência e abrigo de atingidos, revitalização econômica e restauração de serviços públicos serão abordados nos próximos seminários.</p>
<p>O evento será aberto ao público (sem necessidade de inscrição) e terá transmissão ao <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">vivo</a> pela internet. Serão cinco mesas, com os seguintes temas e participantes:</p>
<ul>
<li><strong>A Visão Meteorológica</strong> – com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edmilson-dias-de-freitas">Edmilson Freitas</a> (IAG-USP) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-marengo">José Marengo</a> (Cemaden);</li>
<li><strong>Relevo e Impactos Econômicos</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bianca-carvalho-vieira" class="external-link">Bianca Vieira</a><span> (FFLCH-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ariaster-chimeli" class="external-link">Ariaster Chimeli</a><span> (FEA-USP);</span></span></li>
<li><span><span><strong>Cidades e Políticas Públicas</strong> –<strong> </strong></span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (IEA e IEE-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Júnior</a> (IEA e FSP-USP);</li>
<li><strong>A Visão Global</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thelma-krug">Thelma Krug</a> (IPCC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre">Carlos Nobre</a> (IEA) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a><span> (vice-diretor do IEA; IB-USP)</span>.</li>
</ul>
<ul>
</ul>
<p>A relatoria será de <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/9374113032468245" target="_blank">Fernanda Resende</a><span> e </span><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/5346077479449245" target="_blank">Adriana Grandis</a><span> (ambas do IB-USP)</span>. Além de ser um dos expositores, Buckeridge fara a moderação do encontro. [<i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/evento-climatico-extremos-rs#programacao" class="external-link">Veja a programação completa.</a></i>]</p>
<p><strong>Cenário extremo</strong></p>
<p>Buckeridge ressalta que as chuvas que se abateram sobre o Rio Grande do Sul este mês constituíram um dos maiores eventos extremos no país atribuíveis às mudanças climáticas globais: “Mais de duas semanas depois de seu início, o evento ainda está em curso, tal a quantidade de água das chuvas, a complexidade meteorológica do fenômeno e os efeitos devastadores sobre as populações; praticamente todo o estado entrou em calamidade, com inundações em mais de 400 cidades, centenas de vidas ceifadas [no dia 14, eram 147 mortos e 127 desaparecidos], dezenas de milhares de desabrigados e um prejuízo ainda difícil de calcular”.</p>
<p>Ele destaca que eventos climáticos extremos têm estado entre os principais avisos que os cientistas vêm dando há mais de trinta anos ao mundo, período em que enchentes e queimadas vêm se tornando cada vez mais frequentes e afetando um número cada vez maior de pessoas.</p>
<p>Buckeridge lembra que algumas ações têm sido tomadas, principalmente em países ricos, como planos de contingência e sistemas de aviso à população. “Mesmo assim, eventos extremos se repetem em alguns locais. São regiões de encostas ou regiões alagáveis já bem conhecidas, que sinalizam claramente o aumento de frequência.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Lauro Alves/Secom-RS</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-14T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-de-seminarios-debate-os-desafios-da-sustentabilidade-urbana">
    <title>Ciclo de seminários debate os desafios da sustentabilidade urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-de-seminarios-debate-os-desafios-da-sustentabilidade-urbana</link>
    <description>Com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade urbana entre academia, sociedade e setor público, o Programa USP Cidades Globais, sediado no IEA, promoverá o seminário Sustentabilidade na Cidade, nos dias 12 e 13 de junho, a partir das 8h30.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sustentabilidade-na-cidade" alt="Sustentabilidade na cidade" class="image-inline" title="Sustentabilidade na cidade" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jardim Botânico de Curitiba</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Um levantamento realizado em 2014 pela Organização das Nações Unidas (ONU) constatou que 54% da população mundial vive em áreas urbanas. Até 2050, o número deve subir para 66%. Paralelamente, tem crescido a preocupação de especialistas com a sustentabilidade destes processos de urbanização. Com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade urbana entre academia, sociedade e setor público, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA, promoverá o seminário <i>Sustentabilidade na Cidade</i>, nos dias <strong>12 e 13 de junho, a partir das 8h30</strong>. O evento é público e gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfwd31SBvGrei3DzKV4Ngmqbq298JPFkbGMOlNIA4uQVPjAKQ/viewform">inscrição</a> prévia.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /> Este será o primeiro seminário do <i>Ciclo UrbanSus: Sustentabilidade Urbana</i>, organizado em parceria com a Faculdade de Saúde Pública (FSP) e o Instituto de Biociências (IB), ambos da USP. Participarão do encontro diversos professores e pesquisadores, de dentro e fora da USP.</p>
<p>Segundo os organizadores, o evento pretende ser um estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade. “Há a necessidade de encontrar soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população”, defendem.</p>
<p>Para eles, estas soluções envolvem o fomento, a formulação e a implementação de políticas públicas intersetoriais e sistêmicas na direção do desenvolvimento sustentável das áreas urbanas. Eles ressaltam ainda a importância de considerar, durante este processo, as inter-relações entre ambiente, sociedade e uma nova economia.</p>
<p>O seminário será dividido em cinco painéis, nos quais serão debatidas as seguintes temáticas: <strong>1)</strong> contribuição da universidade para a promoção da gestão sustentável das cidades; <strong>2)</strong> impacto da globalização no planejamento urbano; <strong>3)</strong> instrumentos de política, planejamento e gestão urbana: da teoria à prática; <strong>4)</strong> políticas públicas e gestão para cidades sustentáveis: experiências de cidades brasileiras e <strong>5) </strong>avanços com relação à gestão urbana e sustentabilidade. Veja a programação completa abaixo.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Bruna cs/Flickr</span></p>
<h3>Programação</h3>
<h3>Dia 12</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>8h30</strong></td>
<td>
<p><strong><i>Abertura<br /></i></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-de-brito-cruz" class="external-link">Carlos Henrique de Brito Cruz</a> (FAPESP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (USP Cidades Globais)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>9h</strong></td>
<td>
<p><strong><i>Painel I: Universidade e a Gestão Sustentável das Cidades<br /></i></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a> (PPG Saúde Global e Sustentabilidade/FSP-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-fernandes-queiroga" class="external-link">Eugênio Fernandes Queiroga</a> (PPG Arquitetura e Urbanismo/FAU-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-domingues-de-figueiredo" class="external-link">Antonio Domingues de Figueiredo</a> (PPG Eng Civil/EP-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Lígia Viseu Barroso</a> (PPG Geografia Física/FFLCH e IEA-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-pacca" class="external-link">Sérgio Pacca</a> (PPG Sustentabilidade/EACH-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a> (PPG Ciência Ambiental/IEE-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr </a>(IEA-USP)</p>
<p><strong>Relatores</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karin-regina-de-castro-marins" class="external-link">Karin Regina de Casas Castro Marins</a> (EP-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-navas" class="external-link">Carlos Navas</a> (IB-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h</strong></td>
<td>
<p><strong><i>Painel II:  Globalização e Cidades Sustentáveis<br /></i></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a> (IEA-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (ACIESP, IEA e IB-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-luiz-sobral-anelli" class="external-link">Renato Luiz Sobral Anelli</a> (IAUSC-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-pellegrino" class="external-link">Paulo Pellegrino</a> (FAU USP)</p>
<p><strong>Relatores</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-carla-bliacheriene" class="external-link">Ana Carla Bliacheriene</a> (EACH-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Debora Sotto</a> (FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>13h</strong></td>
<td><i><strong>Intervalo</strong></i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td>
<p><i><strong>Painel III: Instrumentos de Política, Planejamento e Gestão Urbana: da teoria à prática<br /></strong></i><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivan-carlos-maglio" class="external-link">Ivan Carlos Maglio</a> (PPA)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miguel-bucalem" class="external-link">Miguel Bucalem</a> (EP e IEA-USP)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (IEE e IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-abiko" class="external-link">Alex Kenya Abiko</a> (EP-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-do-carmo-martins-sobral" class="external-link">Maria do Carmo Martins Sobral</a> (UFPE)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Dia 13</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>9h</strong></td>
<td>
<p><strong><i>Painel IV: Políticas Públicas e Gestão para Cidades Sustentáveis: Experiências Brasileiras</i></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-natalini" class="external-link">Gilberto Natalini</a> (Câmara Municipal de São Paulo)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/angela-amin" class="external-link">Angela Amin</a> (UNIVALI)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-fraga" class="external-link">André Fraga</a> (Secretaria de Cidade Sustentável e Inovação de Salvador)</p>
<p><strong>Moderador</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-marques" class="external-link">Eduardo Marques</a> (FFLCH USP)</p>
<p><strong>Relatores</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-duarte" class="external-link">Denise Duarte</a><span> (FAU USP) &amp; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-almeida" class="external-link">Paulo Almeida</a><span> (EACH e SGA-USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><strong><i>Intervalo</i></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td>
<p><strong><i>Painel V: Gestão Urbana e Sustentabilidade</i></strong></p>
<p><i>Gestão Urbana e Sustentabilidade</i><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilda-collet-bruna" class="external-link">Gilda Collet Bruna</a> (UP Mackenzie) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a> (IEA-USP)</p>
<p><i>O livro branco da água</i><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> (IEA e FFLCH-USP) &amp; Marcos Buckeridge (IEA e IB-USP)</p>
<p><i>A guerra dos lugares: a colonização da terra e da moradia na era das finanças</i><br />Raquel Rolnik (FAU-USP)</p>
<p><i>Água e sustentabilidade: desafios, perspectivas e soluções</i><br />Pedro Roberto Jacobi (IEE-USP)</p>
<p><i>Desastres: múltiplas abordagens e desafios</i><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda Risso Günther</a> (FSP-USP)</p>
<p><i>Lifelong Learning and Education in Healthy and Sustainable Citie</i></p>
<p><span>Marco Arkeman (FSP USP)</span></p>
<p><strong>Moderador</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valdir-fernandes" class="external-link">Valdir Fernandes</a> (UTFPR)</p>
<p><strong>Relatores</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-sampaio" class="external-link">Carlos Alberto Cioce Sampaio</a> (FURB) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti" class="external-link">Leandro Giatti</a> (FSP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h</strong></td>
<td><strong><i>Encerramento</i></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">
<hr />
<i><strong>Ciclo UrbanSus: Sustentabilidade Urbana - Sustentabilidade na Cidade</strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>12 e 13 de junho, a partir das 8h30</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Auditório do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento público e gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfwd31SBvGrei3DzKV4Ngmqbq298JPFkbGMOlNIA4uQVPjAKQ/viewform">inscrever</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-sustentabilidade-na-cidade" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-23T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-9o-evento">
    <title>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil (9º evento)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-9o-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Viver em cidades, principalmente as de médio e grande porte, pode interferir mais na saúde do que se imagina. Para discutir esse tema, a Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) trazem para o Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil o patologista e diretor do IEA Paulo Saldiva. <br /><span>O evento integra o </span><span>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil, uma iniciativa da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP p</span><span>ara refletir sobre desafios que impactam os rumos econômicos, políticos e sociais do País.</span></span></p>
<p><span><span><b>Debatedor</b></span></span></p>
<p><span><span><b>Paulo Saldiva (FMUSP/IEA-USP)</b></span></span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T15:42:22Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-6o-evento">
    <title>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil (6º evento)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-6o-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A conferência terá como tema "<span style="float: none; text-align: left; ">Plano Diretor e as interações sociais na cidade".</span></p>
<p>Planos diretores são instrumentos que orientam a ocupação do solo em um município. Seu objetivo geral é  promover a ordenação dos espaços habitáveis de uma cidade e estabelecer uma estratégia de mudança para melhorar a qualidade de vida da comunidade local. Porém, nem sempre esses planos, bem como a legislação ligada ao solo, são efetivamente cumpridos.</p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">O evento integra o </span><span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil, uma iniciativa da <span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP p</span></span><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">ara refletir sobre desafios que impactam os rumos econômicos, políticos e sociais do País.</span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Debatedora</strong></span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Ermínia Maricato (<span style="float: none; ">Conselho de Desenvolvimento Sustentável da Cidade de São Paulo)</span></strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-18T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico-30-de-setembro-de-2015">
    <title>Ciclo "A Caminho da COP21": As Mudanças Climáticas e a Crise Hídrica - 30 de setembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico-30-de-setembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-07T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015">
    <title>Ciclo "A Caminho da COP21" - As Mudanças Climáticas e as Megacidades - 19 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico-14-de-outubro-de-2015">
    <title>Ciclo "A Caminho da COP21" - As Mudanças Climáticas e a Segurança Alimentar - 14 de outubro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico-14-de-outubro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-26T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/centro-de-sinteses-cidades-globais-oferece-bolsas-para-alunos-de-qualquer-area-de-atuacao">
    <title>Centro de Sínteses USP Cidades Globais oferece bolsas para alunos de graduação e pós</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/centro-de-sinteses-cidades-globais-oferece-bolsas-para-alunos-de-qualquer-area-de-atuacao</link>
    <description>Candidatos têm até o dia 31 de maio para realizar a inscrição</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8ddcdd55-7fff-60d0-8e36-f48af0353d8b"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Materia-Mogi_das_Cruzes_a_partir_do_Pico_do_Urubu.png" alt="Mogi das Cruzes " class="image-left" title="Mogi das Cruzes " />O Centro de Síntese USP Cidades Globais está com <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/pesquisa/oportunidades-pesquisa/edital022023" class="external-link">edital </a>aberto até o dia <b>31 de maio</b> (às 16h da tarde) para seleção de alunos de graduação e pós-graduação que irão apoiar as pesquisas desenvolvidas no Programa Municípios Sustentáveis. Os selecionados receberão bolsas e contribuirão para as atividades vinculadas aos projetos que estão sendo desenvolvidos em municípios do estado de São Paulo sobre diferentes temáticas, como economia circular, turismo, lazer e esporte, e inovação.</p>
<p dir="ltr"><span>Com duração de sete meses e previsão de início das atividades no dia 12 de junho, o programa selecionará dois alunos de cursos de graduação, recebendo R$ 400 cada, e três da pós-graduação, com bolsa no valor de R$1.400. Os recursos são provenientes do Programa Santander Políticas Públicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os candidatos devem estar regularmente matriculados na USP, em qualquer área de atuação. A seleção levará em conta o histórico escolar e o currículo Lattes do aluno. As vagas serão preenchidas em três projetos:</span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">O primeiro deles, sobre economia circular, selecionará dois candidatos de pós-graduação e será coordenado pela professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda Maria Risso Günther</a>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP/USP).</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O segundo, sobre lazer, esportes e políticas setoriais, terá duas bolsas de graduação, com coordenação do professor Ricardo Ricci Uvinha, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH/USP).</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O terceiro projeto, que se encarregará de fazer um levantamento de dados para o desenvolvimento de um ambiente de inovação nos locais, terá uma bolsa de pós-graduação e será coordenado pelo professor Felipe Mendes Borini, da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP).</span></p>
</li>
</ul>
<p><span><strong>USP Cidades Globais</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa USP Cidades Globais, lançado pelo IEA em 2016, é uma iniciativa que reúne e articula grupos de pesquisa da Universidade e colaboradores externos para desenhar propostas que visam a melhoria da qualidade de vida nas regiões metropolitanas. </span></p>
<p dir="ltr">A  abordagem do programa é transdisciplinar, reunindo pesquisas independentes e de diferentes áreas, mas com objetivos similares. Os estudos procuram embasar modelos que abranjam diversas esferas da vida nas cidades: mobilidade, poluição, saúde, educação, uso e ocupação do solo, lazer, entre outras. O projeto foi idealizado por <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, então diretor do IEA, a partir de um pedido da reitoria da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustainability</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-26T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/circuito-urbano-2021">
    <title>Centro de Síntese USP Cidades Globais participa do Circuito Urbano do ONU-Habitat</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/circuito-urbano-2021</link>
    <description>O Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA participa nos dia 5, 6 e 14 de outubro de três eventos virtuais do Circuito Urbano . O circuito faz parte da programação Outubro Urbano, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (ONU-Habitat).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ilustracao-circuito-urbano" alt="Ilustração Circuito Urbano" class="image-right" title="Ilustração Circuito Urbano" />O Centro de Síntese USP Cidades Globais do IEA participa nos dias 5, 6 e 14 de outubro de três eventos virtuais do <a class="external-link" href="https://www.circuitourbano.org/">Circuito Urbano</a>, em dois deles como organizador. O circuito faz parte da programação Outubro Urbano, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (ONU-Habitat). A programação pode ser assistida no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/channel/UCuntso3y0Vcwvr2kWCeiR1g">canal do circuito no YouTube</a>.</p>
<p>A participação do centro de síntese ocorre nos eventos:</p>
<ul>
<li>Dia 5, 16h - Planejamento e Gestão de Cidades Marítimas diante dos Eventos Climáticos Extremos<br /> (<a class="external-link" href="https://youtu.be/PmTL4G_eMwg">link da transmissão</a>);</li>
<li>Dia 6 - Os Impactos da Crise Climática na Vida de Crianças no Brasil: Migrantes, Refugiadas e Periféricas<br /> (<a class="external-link" href="https://youtu.be/rE7JQlyO0UA">link da transmissão</a>);</li>
<li>Dia 14 - Novas Tecnologias e Descarbonização de Cidades<br />(<a class="external-link" href="https://www.inscricoes.circuitourbano.org/trabalho/view?ID_TRABALHO=48">mais informações</a>).<br /><br /></li>
</ul>
<p>O circuito é organizado desde 2018 pelo escritório do ONU-Habitat no Brasil para dar visibilidade e apoio institucional a eventos organizados por diversos atores de todo o país durante o Outubro Urbano.  Desde a criação do circuito, já foram apoiados cerca de 400 eventos.</p>
<p>O tema deste ano é “Cidades na Linha de frente da Ação Climática”, a ser discutido em quatro linhas temáticas: Cidades Sustentáveis e Livres de Carbono; 2) Cidades Inclusivas e Justas; 3) Cidades Saudáveis; e 4) Cidades Resilientes.</p>
<p>O Outubro Urbano tem início anualmente no Dia Mundial do Habitat (primeira segunda-feira do mês) e se encerra no Dia Mundial das Cidades (31 de outubro). Toda edição conta com dois temas para estimular o debate sobre como tornar a vida nas cidades melhor para todos. Este ano, a questão central em debate é o papel das cidades na luta contra a emergência climática, em preparação para a Conferência do Clima (COP26), que acontecerá de 1º a 12 de novembro em Glasgow, Reino Unido. O tema do Dia Mundial do Habitat foi “Acelerando a Ação Urbana para um Mundo Livre de Carbono”. O Dia Mundial das Cidades tratará do tema “Adaptando Cidades para a Resiliência Climática”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-05T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-olavo-setubal-divulga-selecionados-para-o-projeto-democracia-artes-e-saberes-plurais">
    <title>Cátedra Olavo Setubal divulga selecionados para o projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-olavo-setubal-divulga-selecionados-para-o-projeto-democracia-artes-e-saberes-plurais</link>
    <description>Foram escolhidos 20 estudantes de graduação, três de mestrado e três de doutorado para receber bolsas com duração de oito meses. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/comissao-edital-catedra" alt="comissão edital cátedra" class="image-inline" title="comissão edital cátedra" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Comissão que participou da seleção dos bolsistas para o projeto <span>Democracia, Artes e Saberes Plurais</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência</a> divulgou a lista dos alunos de graduação e pós-graduação selecionados para participar do projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais. Veja o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/resultadofinal.pdf" class="external-link">resultado final</a>. <strong></strong></p>
<p>Eles receberão bolsas com duração de oito meses, com início a partir de janeiro de 2019. Seguindo o determinado no edital publicado no dia 26 de novembro, foram escolhidos 20 estudantes de graduação, três de mestrado e três de doutorado. Eles participarão em três áreas de atuação da cátedra: Ciclo Centralidades Periféricas; Conexões com a Periferia; e Pontes e Vivências de Saberes. O projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais foi idealizado pela titular da cátedra em 2018, Eliana Sousa Silva.</p>
<p>Para a seleção dos bolsistas, a cátedra formou uma <br />banca que, além de Eliana, incluiu: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-estela-haddad" class="external-link">Ana Estela Haddad</a>, <br />da Faculdade de Odontologia (FO) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dennis-de-oliveira" class="external-link">Dennis de Oliveira</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Lucia Maciel</a> e o coordenador acadêmico da cátedra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, todos da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP; Francisca Mendes e Gerardo Kuntschik, ambos da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP; Dalcio Marinho, da Redes da Maré; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-helena-pereira-toledo-machado" class="external-link">Maria Helena Machado</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>Eliana e Grossmann ressaltam a excelência dos estudantes que se interessaram pelo processo seletivo. “Ao seu fim, uma certeza é a de que a disponibilidade de vagas foi aquém do número de candidatas/os que qualificariam essa experiência”, dizem. Segundo eles, os candidatos surpreenderam pelo ótimo poder de reflexão, crítica da realidade e síntese, razão pela qual a definição dos selecionados foi uma tarefa árdua.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-19T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/casa-caminho-e-agua-imagens">
    <title>Casa, Caminho e Água: Imagens 27 de outubro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/casa-caminho-e-agua-imagens</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-09T16:19:34Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">
    <title>Carta aberta do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo sobre a mobilidade ativa e inclusiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a partir do seminário “Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot”, realizado em 21 de novembro, expressa sua proposição para valorizar a mobilidade ativa e inclusiva nas cidades brasileiras, em particular em São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center"><strong>Carta aberta do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo sobre a mobilidade ativa e inclusiva</strong></p>
<p align="right">São Paulo, 25 de novembro de 2020</p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p align="center"><i>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a partir do seminário “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot" class="external-link">Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</a>”, realizado em 21 de novembro de 2020 em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, ambas da Universidade de São Paulo, expressa a sua proposição para valorizar a mobilidade ativa e inclusiva nas cidades brasileiras, em particular em São Paulo.</i></p>
<p> </p>
<p>O conceito atual da mobilidade urbana ultrapassa em muito a visão da simples locomoção das pessoas. É também um instrumento de promoção de igualdade e cidadania, além de contribuir para a melhoria da saúde humana. Um sistema de mobilidade mais eficiente em termos de tempo de deslocamento e de redução da emissão de poluentes acrescenta tempo às nossas vidas, que poderemos utilizar para descansar, dormir ou investir em atividades que nos educam ou nos dão prazer, melhorando também nossa saúde mental.</p>
<p>Para aquele(a)s que se deslocam em veículos automotores a combustível, o tempo menor do trajeto reduzirá a geração e exposição aos poluentes e ao estresse térmico das grandes vias de tráfego e seu entorno. A maior fluidez e o menor custo da mobilidade transformarão o tecido urbano de obstáculo a ponto de encontro, em uma cidade onde a solidão coletiva é a regra. A mobilidade ativa – caminhadas e ciclismo – é um instrumento poderoso para a redução da epidemia de obesidade, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e osteopenia.</p>
<p>Calçadas mais seguras são o antídoto para atropelamentos e quedas de idosos, além de permitirem a circulação de pessoas com mais restrições de mobilidade como cadeirantes. Sinalização semafórica, calçadas seguras, iluminação pública, estabelecimento de limites de velocidade mais seguros e construção de vias adequadas para bicicletas promovem importante redução de acidentes, incapacidades e mortes, bem como podem atrair mais pessoas para a mobilidade ativa, para andar a pé ou de bicicleta.</p>
<p>O conjunto de informações acima caracteriza a mobilidade eficiente, ativa e inclusiva como um elemento central para a implementação de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades, promoção de qualidade de vida e melhoria da saúde. Os achados são embasados em extensa literatura científica e relatórios sistematizados produzidos pelas universidades paulistas e pela sociedade civil organizada.</p>
<p>São Paulo possui uma extensa lista de universidades e grupos de pesquisa voltados para o estudo dos problemas urbanos, instituições essas que produzem pesquisa de alta qualidade. Por exemplo: a Universidade de São Paulo é a segunda instituição de pesquisa que mais publica no mundo sobre temas urbanos, suplantada apenas pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos da América. A sociedade civil em São Paulo tem vários grupos e organizações dedicados a temas urbanos e mobilidade, oferecendo excelentes relatórios sobre mobilidade ativa, carências do sistema, comparações com outras cidades do mesmo porte e pesquisas do usuário.</p>
<p>O Metrô conduz um dos mais detalhados conjuntos de dados sobre deslocamentos na cidade, com origem e destino definidos. Temos mapas de acidentes com especificação por modal, com georreferenciamento detalhado destas ocorrências, mostrando de forma inequívoca os pontos críticos do sistema. Em um cenário como o de São Paulo, é lícito afirmar que o estabelecimento de políticas de mobilidade não depende de produção de novas informações, pois muito do que se necessita para aprimorar a mobilidade já foi produzido. O que é necessário é incorporá-las aos princípios e planejamento por parte das autoridades constituídas.</p>
<p><span>O IEA-USP toma a si a oportunidade de apresentar sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo, ao mesmo tempo em que se coloca à disposição colaborar com esse processo.</span></p>
<ol>
<li><span>Os problemas de mobilidade urbana hoje apresentados por São Paulo foram, em grande parte, gerados por políticas voltadas para a mobilidade motorizada individual. Distorções de investimento públicos, acumuladas ao longo de décadas, resultaram em incentivos excessivos ao uso do automóvel. É premente o redirecionamento dos recursos para o transporte coletivo e a mobilidade ativa, acompanhado de campanhas públicas para esclarecer a importância da mobilidade ativa.</span></li>
<li><span>As calçadas de São Paulo são um problema de saúde pública, que reflete também a desigualdade da cidade. A qualidade das calçadas decresce em direção à periferia, a ponto de se tornarem inexistentes. O asfalto viário tem recebido historicamente muito mais atenção do que as calçadas correspondentes nas mesmas vias. Particularmente, as calçadas que levam a escolas, postos de saúde e hospitais públicos, bem como a implementação do acesso compartilhado de cadeiras de rodas e outras formas de locomoção local, devem ser consideradas nestes pontos críticos para onde afluem muitas pessoas, dentre elas as mais vulneráveis. Tratar pedestres como cidadãos de menor valor contraria princípios básicos da dignidade humana. É imperativo que se estabeleça um cronograma de curto e médio prazos para a recuperação das calçadas e sua manutenção, incluindo mecanismos de incentivo.</span></li>
<li><span>Os princípios que regulam o fluxo de veículos contrariam o próprio Código de Trânsito vigente no País. No Código, é estabelecido que as prioridades no trânsito são, em ordem decrescente, o pedestre, a bicicleta, o transporte coletivo, o transporte de cargas e, finalmente, os automóveis. Na prática, a mais populosa cidade do país inverteu essa sequência ao longo da sua história. Isso é atestado pelo tempo exíguo semafórico das faixas de pedestre, pela má qualidade das calçadas, pela baixa segurança dos ciclistas e pela desigualdade da qualidade do transporte público. Adotar práticas efetivas de proteção e equidade para a mobilidade das pessoas e para os modais mais vulneráveis devem ser objeto de uma política consistente e de longo prazo.</span></li>
<li><span>A adoção de políticas para a consolidação do transporte por bicicletas como modal de integração com os modais de grande fluxo de passageiros deve ser estendida para toda a cidade, e não se concentrar em áreas mais consolidadas. Bicicleta é um importante meio de promover a atividade física daqueles que trabalham longas horas para seu sustento, bem como representa enorme fonte de economia para as pessoas com menor salário. Um projeto de infraestrutura de bicicletários e vias de acesso a estes deveria ser objeto de políticas definidas, com cronogramas e metas de curto e médio prazos estabelecidos.</span></li>
<li><span>Criar observatórios contínuos de segurança viária, com mapeamento dos acidentes nas dimensões do tempo e do espaço, deve ter a mesma importância que atualmente tem a medição de congestionamentos de veículos nas vias. Contamos quilômetros de congestionamento e localizamos os pontos de trânsito ruim com muita precisão. Fazemos o mesmo com feridos, incapacitados ou mortos?</span></li>
<li><span>Monetizar as perdas diretas e indiretas dos danos à saúde provocados pelos acidentes e poluição decorrentes da mobilidade, bem como das horas perdidas de trabalho por congestionamentos, será absolutamente necessário para estabelecer políticas baseadas na relação custo/efetividade. Em outras palavras, os investimentos para o aprimoramento da mobilidade dão retorno financeiro muito superior ao dispêndio. É chegado o momento de deixar de subsidiar modais ineficientes com recursos públicos, tempo e saúde da maioria dos contribuintes.</span></li>
</ol>
<p><span><br />As proposições acima não esgotam o tema. O IEA-USP se coloca à disposição para colaborar por meio de suas diversas iniciativas, centros de síntese e grupos de estudos e pesquisas.</span></p>
<p><strong>Mais informações e íntegra do seminário “Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot” em:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot">http://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-25T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-nobre-e-magda-lombardo-sao-os-novos-pesquisadores-colaboradores-do-iea">
    <title>Carlos Nobre e Magda Lombardo são os novos pesquisadores colaboradores do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-nobre-e-magda-lombardo-sao-os-novos-pesquisadores-colaboradores-do-iea</link>
    <description>Dois novos pesquisadores colaboradores integrarão o quadro do IEA pelos próximos dois anos: Carlos Afonso Nobre, cientista e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e Magda Adelaide Lombardo, geógrafa e professora titular da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dois novos pesquisadores colaboradores integrarão o IEA pelos próximos dois anos. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Afonso Nobre</a>, cientista e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), pretende mobilizar uma abrangente comunidade civil para estabelecer trajetórias de desenvolvimento sustentável  para o Brasil em 2050. A geógrafa e professora titular da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) <a class="external-link" href="http://www.rc.unesp.br/igce/planejamento/docente_magda.php">Magda Adelaide Lombardo</a> analisará profundamente a dinâmica da ilha de calor e o uso da terra nas Subprefeituras da cidade de São Paulo.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Ambos foram acolhidos pelo Programa Pesquisador Colaborador (<a class="external-link" href="http://www.leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-copq-no-7413-de-06-de-outubro-de-2017">resolução CoPq Nº 7413, de 06 de outubro de 2017</a>), desenvolvido pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP para oferecer a oportunidade de pesquisadores externos, vinculados ou não a outra instituição, colaborarem em projetos de pesquisa da Universidade. Os novos pesquisadores foram nomeados pelo Conselho Deliberativo (CD) do IEA no dia 24 de abril e devem desenvolver suas atividades até 2020.<br /><br /> 
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-nobre-materia" alt="Carlos Nobre - Perfil" class="image-inline" title="Carlos Nobre - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Carlos Afonso Nobre</strong><br />Paulistano e engenheiro eletrônico de formação, Nobre se tornou um dos maiores especialistas em mudanças climáticas globais do Brasil. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Secretário Nacional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) durante 4 anos, ele se dedica há mais de 40 anos a estudos relacionados ao clima.</p>
<div id="_mcePaste">
<p>No projeto <i>Brazil in 2050</i>, o cientista pretende estabelecer uma rede de pesquisa para analisar e construir trajetórias de desenvolvimento sustentável para o Brasil em 2050. Segundo ele, farão parte desta rede cientistas sociais, naturais e da saúde, engenheiros, profissionais, tomadores de decisão e representantes das organizações da sociedade civil.</p>
<div id="_mcePaste">
<p>Apesar de direcionar sua apuração para 2050, Nobre garante que a análise de alguns fatores deve ultrapassar o ano 2100. Isto é necessário, segundo ele, para levar em consideração os processos a longo prazo do sistema terrestre e a dinâmica de transformação socioeconômica. “O objetivo é transformar o Brasil em direção a um futuro justo, inclusivo e sustentável para todos dentro dos limites planetários.”</p>
<div id="_mcePaste">
<p>O projeto se associa a iniciativa internacional <a class="external-link" href="http://www.iiasa.ac.at/web/home/research/twi/TWI2050.html">The World in 2050</a> (TWI2050), criada pelo International Institute for Applied Systems Analysis (IIASA), mas apresenta uma proposta de regionalização para o Brasil. Segundo Nobre, há duas áreas fundamentais para o desenvolvimento sustentável do país e que precisam receber atenção especial: a Amazônia e a região Nordeste.</p>
<div id="_mcePaste">
<p>Quanto à motivação do seu esforço de pesquisa, o cientista revela que se apoia em duas perguntas fundamentais: “que futuro queremos para a humanidade?” e “que futuro queremos para o planeta?”.</p>
<div id="_mcePaste">
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/magda-adelaide-lombardo-materia" alt="Magda Adelaide Lombardo " class="image-inline" title="Magda Adelaide Lombardo " /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Magda Adelaide Lombardo</strong><br />Este não será o primeiro contato da professora Lombardo com a Universidade de São Paulo. A especialista em Geoprocessamento, Cartografia Temática e Clima Urbano desenvolveu seu mestrado (1978) e doutorado (1984) na USP, onde também conquistou sua livre-docência (1995). Ela acredita que, com o projeto <i>Análise da dinâmica da ilha de calor e uso da terra nas Subprefeituras do Município de São Paulo</i>, pode contribuir para avaliar as condições ambientais em diferentes áreas da cidade, melhorando a qualidade de vida dos moradores das Subprefeituras de São Paulo.</p>
<div id="_mcePaste">
<p>Segundo Lombardo, um dos efeitos mais comuns dos aglomerados urbanos são as ilhas de calor, que caracterizam-se pelo incremento da temperatura nos centros urbanos em relação às áreas circundantes. Para ela, isto se deve à má gestão dos espaços urbanos, onde geralmente se observam as finalidades individuais em detrimento das coletivas. “Na maioria das vezes, o resultado é uma paisagem urbana biologicamente estéril e esteticamente deprimente”, argumenta.</p>
<div id="_mcePaste">
<p>A professora acredita ser necessário, portanto, compreender “os processos naturais no contexto urbano, suas relações com o planejamento e desenho das cidades”. Com esse fim, ela traçou quatro objetivos específicos para a pesquisa que será desenvolvida no IEA: <strong>1)</strong> Mapear o uso e a ocupação da terra nas diferentes Subprefeituras do município de São Paulo. <strong>2)</strong> Com o uso de imagens termais, mapear a ilha de calor do município. <strong>3)</strong> Relacionar as classes de uso e ocupação da terra com as diferentes temperaturas. <strong>4)</strong> Subsidiar as políticas públicas locais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Maria Leonor de Calasans / IEA-USP</span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-16T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/campo-de-acao-de-prefeitos-e-limitado-por-centralizacao-do-poder">
    <title>Campo de ação de prefeitos é limitado por centralização do poder</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/campo-de-acao-de-prefeitos-e-limitado-por-centralizacao-do-poder</link>
    <description>Com a concentração de autoridade e de arrecadação nas mãos da União, ação dos gestores municipais se restringe apenas a execução de políticas já estabelecidas pelo governo federal</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Marta-Arretche-web.jpg" alt="Marta Arretche" class="image-inline" title="Marta Arretche" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marta Arretche: "Qualquer nova política pública tem que ser feita com a receita que já existe"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O modelo político atual adotado no Brasil favorece a concentração do poder na esfera nacional, ou seja, nas mãos da União. O reflexo disso nas cidades é que o campo de ação dos prefeitos fica limitado apenas à execução das políticas já estabelecidas pelo governo federal, inibindo a capacidade de inovação dos gestores. Os municípios não podem, por exemplo, atribuir taxas:  “Qualquer nova política pública tem que ser feita com a receita que já existe”, explica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Marta Arretche</a>, do Departamento de Ciência Política da USP e diretora do Centro de Estudos da Metrópole.</p>
<p dir="ltr">Convidada pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> a falar no IEA no dia 10 de agosto, Marta explicou que, no modelo brasileiro, a União concentra a autoridade para legislar e a maior parte da arrecadação, como o Imposto de Renda (IR) e o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Em seguida, redistribui para estados e municípios em determinadas fatias. Segundo Marta, esse modelo desfavorece as regiões metropolitanas e suas cidades dormitórios, “já que as verbas federais não são redistribuídas conforme as necessidades de cada município”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/o-que-podem-os-prefeitos-brasileiros" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/o-que-podem-os-prefeitos-brasileiros-10-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Eventos semelhantes:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/fernando-haddad" class="external-link">Haddad: as dificuldades para administrar São Paulo durante a crise econômica e política</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/luiza-erundina" class="external-link">"O que dá identidade a um governo é a forma como ele exercita seu poder", diz Erundina</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Os impostos municipais se resumem ao Imposto Sobre Serviços (ISS), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) – contra um total de 12 impostos federais. Pela Constituição de 88, uma cidade não pode atribuir outra taxa. Não pode, por exemplo, cobrar determinado valor para destinar à educação, “mesmo que, hipoteticamente, toda a população esteja disposta a pagar, pois isso é inconstitucional”, explica Marta.</p>
<p dir="ltr">Além disso, é privativo à União legislar sobre alguns setores, como a energia e saúde. No caso da energia, as companhias são estaduais, porém elas devem cumprir a legislação federal. Em relação à saúde, a lei estabelece que 15% da receita do município seja utilizada na saúde, mas, como exemplifica Marta, cada cidade tem necessidades diferentes: São Caetano do Sul, por exemplo, possui mais de 80% da população com plano de saúde particular, ou seja, a grande maioria dos habitantes não utiliza o sistema público. Assim, caso tivesse autonomia, o município poderia dedicar ao Sistema Único de Saúde menos que os 15% obrigatórios por lei, sem prejuízos à qualidade, e usar o restante da verba para outras áreas críticas.</p>
<p dir="ltr">Apesar do poder limitado, Marta ressalta que os gestores têm responsabilidades importantes e que podem ser decisivas para o sucesso ou fracasso de um programa. Cabem aos prefeitos as decisões de como utilizar os recursos disponíveis, de escolher os locais onde serão construídos hospitais, escolas, entre outras instalações municipais. Mesmo assim, conforme averiguou uma pesquisa feita pela equipe de Marta, 54% dos brasileiros acredita que as ações federais são as que mais afetam sua vida. Na mesma pesquisa, um terço dos entrevistados afirmou preferir que a tomada de decisões continue em um poder centralizado.</p>
<p dir="ltr">A dificuldade de se encontrar um meio-termo entre o poder das cidades e da União é o<i> trade-off</i> entre igualdade e autonomia. Marta explica que ao centralizar a decisão, a União pretende manter os municípios com o mesmo padrão e, consequentemente, diminuir a desigualdade entre eles. Caso eles tivessem mais autonomia, a tendência seria o crescimento da desigualdade entre as cidades. “O modelo atual faz com que sistemas básicos sejam desenvolvidos de maneira mais igual. Reduz a desigualdade, embora não alinhe as necessidades”, diz a cientista política.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans / IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-14T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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