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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 121 to 135.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-estudos-avancados-105">
    <title>Dossiê da nova edição de Estudos Avançados discute desafios e impasses do Brasil independente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-estudos-avancados-105</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-edicao-105-da-revista-estudos-avancados" alt="Capa da edição 105 da revista Estudos Avançados" class="image-right" title="Capa da edição 105 da revista Estudos Avançados" />A análise de temas relevantes da vida social e política brasileira nos últimos dois séculos é o aspecto central do dossiê "Bicentenário da Independência", presente no nº 105 da revista Estudos Avançados, publicação quadrimestral do IEA [v. <a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-estudos-avancados-105#sumario" class="external-link">sumário</a>]. A versão online da edição já está disponível, gratuitamente, na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2022.v36n105/">Scientific Electronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa será lançada em breve.</p>
<p><span>Apesar de o conjunto de textos não ter o propósito de rever a historiografia da Independência nem preencher lacunas apontadas por historiadores e outros cientistas sociais, aspectos desse tipo também estão presentes nos artigos, afirma o editor, o sociólogo Sérgio Adorno.</span></p>
<p><span> </span><span>A curadoria do dossiê é de três professores da USP: Carlos Zeron, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); Alexandre Macchione Saes, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA); e Antônio David, da Escola de Comunicações e Artes (ECA). Eles são autores do artigo de abertura "3 </span><span>vezes 22: Ideias de Brasil Moderno e Soberano </span><span>em torno de 1822, 1922 e 2022", que questiona as revisões das ideias de soberania e modernização no ensaísmo e no pensamento histórico-econômico.</span></p>
<p>Duas indagações principais motivaram os curadores na composição do conjunto de textos: <span>O que singulariza as ideias de soberania e modernidade na sociedade brasileira? Como se materializou em ações, planos governamentais, políticas públicas, pensamento social, ciência, cultura e educação a dialética entre modernidade e tradição e quais seus desdobramentos?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A partir dessas questões, o dossiê explora "desafios e impasses sobretudo nas contribuições que focalizam paradoxos e antinomias do pensamento social no Brasil", explica o editor. Com essa perspectiva, os ensaios abordam "as tensões entre memória, política e escrita da história ao colocar em evidência diferentes narrativas sobre a Independência como fato e processo histórico". Um dos textos com essa preocupação é "Historiografia, Memória e Política: A Independência do Brasil, 200 Anos depois", de Cecilia Helena de Salles Oliveira, do Museu Paulista da USP.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Nessa mesma linha, no artigo "Estado e Sociedade no Brasil: Um Encontro Marcado com a Democracia", Andre Botelho, da UFRJ, e Grabriela Nunes Ferreira, da Unifesp, discutem momentos decisivos nos quais as relações entre Estado e sociedade foram problematizadas, pondo em destaque temas como centralização e descentralização política, a adequação das instituições políticas às características da sociedade e o enfrentamento da questão democrática, comenta Adorno.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Próximo à atualidade, "</span><span>2022: O Pacto de 1988 sob a Espada de Dâmocles", de </span><span>Camila Rocha, da FFLCH, e Jonas Medeiros, do Cebrap, aponta </span><span>como a "crise do pacto democrático de 1988 se originou </span><span>a partir de novas dinâmicas fomentadas pela própria esfera pública pós-burguesa </span><span>brasileira, a qual se desenvolveu em meio ao processo de redemocratização nacional".</span></p>
<p>Comentando a realidade brasileira dos últimos 20 anos, Kabengele Munanga, titular aposentado da FFLCH, reflete em seu ensaio sobre questões a respeito da diversidade. Ele aponta que os conflitos <span>se traduzem notadamente pelas práticas racistas e xenofóbicas que engendram a violação dos direitos humanos dos diferentes e as desigualdades sociais decorrentes. A questão que se coloca, afirma, </span><span>é como estabelecer a equidade e a igualdade de tratamento "sem antes reconhecer a existência coletiva dos portadores das diferenças e suas identidades".</span></p>
<p><span>O papel da ciência na constituição da Nação a contribuição das das artes na conformação dos chamados "modernismos tardios" são analisados nos artigos "As Ciências na Formação do Brasil entre 1822 e 2022: História e Reflexões sobre o Futuro", de três pesquisadores da Fiocruz, e "O Legado Modernista: Recepção e Desdobramentos nas Décadas de 1960 e 1970", Ivan Francisco Marques, da FFLCH.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Entre os textos que discutem a historiografia pós-Independência, o editor cita o "</span><span>estimulante </span><span>overview</span><i> </i><span>sobre obras de referência" presente na entrevista concedida aos curadores pelo historiador Carlos Guilherme Mota, titular aposentado da FFLCH, fundador e primeiro diretor do IEA. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O dossiê reúne ainda análises sobre fatos e processos sociais relevantes para a compreensão do Bicentenário. Entre eles, Adorno relaciona:</span></p>
<ul>
<li><span>a construção da esfera pública desde 1822 e suas crises atuais;</span></li>
<li><span>as dinâmicas sociais que estabelecem a existência de grupos armados com ambições hegemônicas sobre territórios, populações e mercados ilegais;</span></li>
<li><span> a destruição e degradação dos biomas nacionais acenando para uma catástrofe ambiental;</span></li>
<li><span>e os padrões de acumulação e segregação socioespacial em São Paulo, alavancados por operações imobiliárias de grande envergadura.</span></li>
</ul>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Outro dossiê, "Clássicos da Educação", complementa a edição. De acordo com o editor, os artigos tratam dos problemas e dilemas da educação contemporânea a partir de um ângulo específico: "Livros e autores que, ao se tornarem 'clássicos' nesse campo, pautaram temas estratégicos para a compreensão das relações entre atores, bem como do cotidiano escolar, dos valores em mudança, dos desafios em períodos singulares como o de pandemias e sobretudo para a formulação de políticas públicas educacionais".</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os textos analisam aspectos de obras de Israel  <span>Scheffler, Maria Helena Souza Patto, Pierre Bourdieu, Jean-Claude Passeron, José Mário Pires Azanha, John Goodlad, Michel Foucault, Herbert Spencer, Émile Durkheim e Roger Chartier. Os autores dos artigos são pesquisadores da Faculdade de Educação (FE) da USP, Instituto Universitário de Lisboa, Unifesp, UFRJ, Uerj e UFU.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 105 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em breve, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<hr />
<p><a name="sumario"></a></p>
<h3><span>SUMÁRIO</span></h3>
<p class="MsoNormal"><span><strong>Bicentenário da Independência</strong></span></p>
<ul>
<li><span>3 vezes 22: Ideias de Brasil Moderno e Soberano em torno de 1822, 1922 e 2022 - </span><i>Antônio David, Alexandre Macchione Saes e Carlos A. de M. R. Zeron</i></li>
<li><span>Memória, Historiografia e Política: A Independência do Brasil, 200 Anos depois - </span><i>Cecilia Helena de Salles Oliveira</i></li>
<li><span>Estado e Sociedade no Brasil: Um Encontro Adiado com a Democracia - </span><i>André Botelho e Gabriela Nunes Ferreira</i></li>
<li><span>2022: O Pacto de 1988 sob a Espada de Dâmocles - </span><i>Camila Rocha e Jonas Medeiros</i></li>
<li><span>País do Futuro? Conflitos de Tempos e Historicidade no Brasil Contemporâneo - </span><i>Rodrigo Turin</i></li>
<li><span>Sobre Conceitos, Historiografia e Ideias “fora do Lugar” - </span><i>Carlos Guilherme Mota</i></li>
<li><span>O Mundo e a Diversidade: Questões em Debate - </span><i>Kabengele Munanga</i></li>
<li><span>Domínios Armados e seus Governos Criminais – Uma Abordagem não Fantasmagórica do “Crime Organizado” - </span><i>Jacqueline de Oliveira Muniz e Camila Nunes Dias</i></li>
<li><span>O Legado Modernista: Recepção e Desdobramentos nas Décadas de 1960 e 1970 - </span><i>Ivan Francisco Marques</i></li>
<li><span>Brasil, 200 anos de Devastação: O Que Restará do País após 2022? - </span><i>Luiz Marques</i></li>
<li><span>São Paulo, Cem Anos de Máquina de Crescimento Urbano - </span><i>Mariana Fix e Pedro Fiori Arantes</i></li>
<li><span>As Ciências na Formação do Brasil entre 1822 e 2022: História e Reflexões sobre o Futuro - </span><i>Nísia Trindade Lima, Dominichi Miranda de Sá, Ingrid Casazza e Carolina Arouca</i></li>
</ul>
<p><span><strong>Clássicos da Educação</strong></span></p>
<ul>
<li><span>Convergências: Pensar Ensino e Desigualdade com Scheffler, Patto, Bourdieu e Passeron - </span><i>Juliana de Souza Silva, Katiene Nogueira da Silva e Renata Marcílio Cândido</i></li>
<li><span>“Pensar com” José Mário Pires Azanha e a Elaboração do Porvir Educacional Brasileiro - </span><i>Patrícia Aparecida do Amparo, Ana Laura Godinho Lima e Denice Barbara Catani</i></li>
<li><span>Educação, Sociedade e Democracia: O Legado de John Goodlad - </span><i>Domingos Fernandes</i></li>
<li><span>Michel Foucault em (de)Formações: sobre Clássicos e Usos em História da Educação - </span><i>José Cláudio Sooma Silva e José Gonçalves Gondra</i></li>
<li><span>Ciência, Evolução e Educação em Herbert Spencer - </span><i>Décio Gatti Junior e Leonardo Batista dos Santos</i></li>
<li><span>Ensinar longe da Escola: Ensaio sobre as Representações em E. Durkheim e R. Chartier - </span><i>Roni Cleber Dias de Menezes e Vivian Batista da Silva</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-16T11:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-112-amazonia-e-antropoceno">
    <title>Revista "Estudos Avançados" apresenta a contraposição dos povos da Amazônia ao Antropoceno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-112-amazonia-e-antropoceno</link>
    <description>Edição 112 da revista Estudos Avançados, lançada este mês, traz o dossiê "A Amazônia contra o Antropoceno", com 10 artigos. Outras seções tratam de mudanças climáticas, do filósofo Hans Jonas e de temas relacionados à cidade de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-112" alt="Capa da revista Estudos Avançados 112" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 112" /></p>
<p>Os estudos e ensaios do dossiê "<a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/">A Amazônia contra o Antropoceno</a>" da edição 112 da revista "Estudos Avançados", lançada este mês, "evidenciam a complexidade das relações entre natureza e cultura e destacam as vozes daqueles frequentemente silenciados em narrativas coloniais e oficiais", segundo o editor da publicação, o sociólogo Sérgio Adorno, conselheiro do IEA. Os artigos estão disponíveis para download gratuito na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/">SciELO</a>.</p>
<p>"Cenários recorrentes de espoliação territorial dos povos indígenas, quilombolas, dos povos e comunidades tradicionais têm estimulado a busca de uma identidade política comum e a implementação de ações voltadas para a conservação ambiental e para a defesa dos direitos coletivos do território, o que leva à formulação de uma arqueologia de resistência no Antropoceno", afirma.</p>
<p><strong>Coexistência</strong></p>
<p>Com dez trabalhos de autoria de pesquisadores de universidades e instituto brasileiros e estrangeiros, a maioria de instituições do Pará e do Amazonas, o dossiê inicia com o artigo “Amazônia em simbiose: marcas de humanidades que enfrentam o Antropoceno”, de um antropólogo e três arqueólogos da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que propõem uma discussão crítica sobre algumas definições do Antropoceno. De acordo com eles, as marcas indígenas na floresta amazônica são resultado de formas de coexistências entre os humanos e a paisagem que contrastam com as novas marcas do Antropoceno.</p>
<p>“Se as aldeias, terreiros, caminhos, roças e demais lugares promovidos pelos povos amazônicos projetam conexões entre espécies, coletivos humanos, formas políticas, línguas, tecnologias e cosmovisões em fluxos de interação constante, as iniciativas ocidentais desenvolvem desconexões entre pessoas, territórios, culturas, e interrompem múltiplos fluxos interespécies.”</p>
<p>No entanto, eles destacam que os critérios de identificação do Antropoceno estão sendo construídos a partir de parâmetros excepcionalistas e universalistas, ao passo que “a ‘terra-floresta’ não emerge como um lugar passivo” onde incidem os impactos da nova época geológica. “Fazendo valer a sua diferença nos modos de habitar a terra, humanos e mais-que-humanos na Amazônia enfrentam o Antropoceno.”</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Versões da edição</i></h3>
<p><i>A versão online (gratuita) da edição 112 da revista Estudos Avançados está na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n112/" target="_blank">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará à venda em breve por R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A tese é reforçada no texto seguinte, “Arqueologia dos povos da floresta”, de outros dois pesquisadores da Ufopa. Para eles, o Antropoceno, entendido a partir do mercantilismo e colonialismo ou da emergência do Capitalismo industrial, tem sido possibilitado pela “espoliação de territórios tradicionalmente ocupados, transformados em locais de extração de matérias-primas e força de trabalho. Portanto, as resistências contracoloniais dos povos da floresta, através da defesa de seus territórios e modos de vida, são exemplos de uma ‘Amazônia contra o Antropoceno’”.</p>
<p>Os autores afirmam que a arqueologia, ao trazer entendimento histórico a partir dos vestígios materiais, “apresenta-se como uma poderosa ferramenta para contar a história desses povos, a qual “sempre foi escrita a partir de documentos produzidos por pessoas externas”. No artigo, procuram demonstrar que a Amazônia é uma teia de interações socioecológicas, como resultado da domesticação de paisagens e de populações de espécies.</p>
<p><strong>Paisagens</strong></p>
<p>A domesticação das paisagens é justamente o tema de artigo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Instituto Juruá e Unicamp. Eles comentam que na imaginação popular a Amazônia é um bioma natural, o que “nega a existência e agência dos povos indígenas, que chegaram há pelo menos 13 mil anos”. Esse mito da virgindade da floresta acaba tendo reflexos em políticas públicas de conservação e desenvolvimento regional, observam.</p>
<p>Os pesquisadores explicam que os povos indígenas combinam horticultura e domesticação de paisagens, bem como sedentarismo e mobilidade. Segundo eles, é amplamente aceita a hipótese de que as paisagens mais intensamente domesticadas são mais comuns onde as populações indígenas foram maiores, ao longo dos rios, por exemplo.</p>
<p>Quanto ao debate sobre a domesticação nas áreas entre rios, afirmam que a objeção a que isso tenha acontecido deve-se à falta de evidências nessas regiões, pelo fato de os estudos serem feitos sobretudo em áreas próximas a grandes rios devido à facilidade de acesso, além da suposição que povos com alta mobilidade não domesticaram paisagens intensamente, tese que eles demonstram no artigo ser um erro.</p>
<p><strong>Produção alimentar</strong></p>
<p>O dossiê também trata de aspectos específicos das culturas indígenas, como as técnicas de produção alimentar. O tema é abordado em texto de antropólogos da Ufam e da UFSC. Construída ao longo do tempo e conectada às formulações cosmológicas, a riqueza de técnicas de preparo e consumo de alimentos “foi e é empregada nas transformações de plantas de modo amplo, cultivadas ou não, domesticadas ou silvestres, da agricultura ou da coleta, nativas ou exóticas, da roça, da floresta ou da capoeira”, dizem.</p>
<p>O estudo trata de três espécies vegetais (açaí, batata mairá e umari), observando os modos de obtenção de ingredientes fundamentais (a goma e a massa) ou a alteração do estado da matéria vegetal (defumação, fermentação). Compreendidos “como uma cosmotécnica, os modos de transformar os vegetais são um exemplo cabal de práticas antiantropocênicas, uma vez que sua orientação se assenta numa episteme indígena equiestatutária entre as espécies e outros sujeitos habitantes da Terra”.</p>
<p>Uma autonomia contracolonial ante o capitaloceno. Assim dois pesquisadores, um da UnB e outro da Universidade de Lancaster, Reino Unidade, definem em seu artigo o movimento indígena no Baixo Tapajós. Essa autonomia contracolonial manifesta-se, segundo eles, no cultivo da mandioca, cosmovisão e auto-organização política. O foco do artigo está no povo tupinambá. Para tratar do problema dos conflitos entre indígenas e não-indígenas, os pesquisadores propõem quatro possibilidades: uma nova abordagem universal para o reconhecimento; a ideia de universalidade insurgente; a ideia de terras tradicionalmente ocupadas; e territórios de uso comum.</p>
<p>Arqueólogos da USP, da Ufopa, Instituto Max Planck (Alemanha) e Universidade de Exeter (Reino Unido) apresentam resultados de pesquisa a partir de dados de quatro regiões da Amazônia: 1) os geoglifos do Acre; 2) os campos elevados da Guiana Francesa; 3) as terras pretas do Baixo Rio Tapajós; e 4) os sítios zanja (conjuntos de valas)<i> </i>de Iténez, Bolívia. O trabalho procurou responder a várias questões pendentes sobre a natureza do Antropoceno, entre as quais o papel do desmatamento nas práticas indígenas no passado, em que medida as terras pretas foram produzidas para cultivo e em que medida a floresta amazônica teria se recuperado depois do colapso demográfico.</p>
<p>Segundo os autores, o período iniciado há 4,5 mil anos “marcou uma das transformações ambientais de maior escala, com um aumento abrupto a partir de 2 mil anos atrás. Para eles, considerar esse segundo período como o início de um Antropoceno amazônico “é um tópico aberto ao debate”. Entretanto, afirmam que os dados paleoecológicos sugerem que tais transformações, em vez de causar rupturas negativas com os ecossistemas já existentes, conseguiram manter serviços ecossistêmicos vitais através da manutenção da cobertura vegetal, com a construção de novas relações entre as pessoas e os outros seres da floresta. Todavia, eles ressalvam que em várias regiões da Amazônia, os impactos antrópicos mais intensos e destrutivos aconteceram após a invasão europeia, especialmente durante o século 20.</p>
<p><strong>Aspectos cosmológicos</strong></p>
<p>Dois cientistas sociais da Ufes são os autores de trabalho sobre questões relativas ao Antropoceno a partir das epistemologias e ontologias indígenas, que “desordenam”, segundo eles, “os entendimentos não indígenas sobre humanidade, natureza, sobrenatureza e, consequentemente, sobre vida, morte e extinção”.</p>
<p>O artigo concentra-se, a partir de uma perspectiva etnográfica, nos modos indígenas de pensar, habitar e transformar suas T/terras-florestas (notação referente à relação entre o consumo de recursos naturais e a capacidade de regeneração ambiental) por meio das relações com os seres outros que humanos, vivos e não vivos, reguladas por uma série de precauções. A hipótese dos pesquisadores é que o parentesco multiespecífico permite compreender tanto a criação e a sustentabilidade da fertilidade/ vitalidade da T/terra-floresta<i> </i>e de suas redes coexistenciais, quanto sua depredação/extinção em termos de ruptura das relações entre os seres por meio do afastamento e do abandono, configurando o que chamam de cosmopolíticas do cuidado.</p>
<p>Artigo de pós-graduando em antropologia da Ufam integrante do povo tuyuka apresenta a visão do território amazônico como tõkowiseri: “uma casa cerimonial que faz borbulhar a vida”. Essa visão, informa, provém das compreensões milenares das cosmovivências dos “especialistas (kumua, baya e yaiwa) que cuidam dos patamares cósmicos e todos os seus habitantes”.</p>
<p>Esses “especialistas” do noroeste amazônico, ante qualquer ação que vá afetar os habitantes de outra casa (floresta, água, ar etc.), pedem permissão através da realização de cerimônias rituais no intuito de obter frutas, peixes, caça e oferecer proteção, tranquilidade, compreensão e convites para a festa cerimonial, explica o autor.</p>
<p>Outro pesquisador indígena, da etnia waiwai, participa do dossiê com artigo sobre momentos que transformaram de forma significativa a trajetória de seu povo no Território Wayamu, entre os quais o contato com missionários. O autor também aborda sua descoberta da arqueologia e como isso possibilitou o reencontro com uma parte importante da história dos waiwai. Esse contato com a história o fez pensar na “necessidade de falar de uma arqueologia indígena e mudar um pouco do que vem sendo falado do passado da Amazônia”.</p>
<p>O dossiê é completado por uma resenha do livro “Sob os Tempos do Equinócio: Oito Mil Anos de História na Amazônia Central” (2022), do arqueólogo Eduardo Goés Neves, diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.</p>
<p><strong>Outras seções</strong></p>
<p>A edição traz ainda outros três conjuntos de artigos. O primeiro deles, “Mudanças Climáticas”, inclui análises sobre o desastre climático no Rio Grande do Sul este ano, a influência do desmatamento nos refúgios climáticos na Amazônia, os impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia amazônica e os efeitos das mudanças do clima na agropecuária.</p>
<p>Dois artigos compõem seção dedicada à obra do filósofo alemão Hans Jonas (1903-1993), um dos discípulos de Martin Heidegger (1889-1976), mas um crítico contundente da adesão deste ao nazismo.  Um dos textos trata da crítica de Jonas ao dualismo que levou à separação entre o ser humano e a natureza e como isso está na base da “onda de inovações no sistema agroalimentar atual, cuja fronteira tecnológica busca justamente emancipar a alimentação humana de sua dependência com relação ao solo, ao clima e aos animais”. O outro artigo discute a atualidade do pensamento de Jonas a partir dos três eixos que caracterizam suas preocupações filosóficas: a gnose, a vida e a relação entre tecnologia e ética.</p>
<p>O conjunto final de textos da edição traz três artigos complementares ao dossiê “Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios”, publicado no <a href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">número anterior</a> de Estudos Avançados. São artigos sobre o desempenho dos alunos do ensino fundamental da cidade e a gestão de políticas educacionais, os desafios para as políticas públicas de cultura paulistanas e uma discussão sobre o possível perfil de um eleitor ideal, que investigue as candidaturas de forma multifacetada e não apenas por um critério único.</p>
<h3><strong> 
<hr />
Sumário</strong></h3>
<p><strong>Amazônia contra o Antropoceno</strong></p>
<ul>
<li>Amazônia em simbiose: marcas de humanidades que enfrentam o Antropoceno - <i>Miguel Aparicio, Claide de Paula Moraes, Anne Rapp Py-Daniel e Eduardo Goes Neves</i></li>
<li>Arqueologia dos povos da floresta - <i>Vinicius Honorato e Bruna Rocha</i></li>
<li>Domesticação das paisagens amazônicas - <i>Charles Clement, Maria Julia Ferreira, Mariana Franco Cassino e Juliano Franco de Moraes</i></li>
<li>Culinária da floresta – técnicas indígenas na produção alimentar amazônica - <i>Gilton Mendes dos Santos e Lorena Franca</i></li>
<li>Tõkowiseri: cosmovivências kumuánicas, bayaroánicas e yaiwánicas - <i>Justino Sarmento Rezende</i></li>
<li>Autonomias contracoloniais frente ao Capitaloceno na Amazônia: o movimento indígena no Baixo Tapajós - <i>Raquel Tupinamba e James Fraser</i></li>
<li>Uma história de como os waiwai da Amazônia vêm construindo e agora contando suas arqueologias - <i>Jaime Xamen Wai Wai</i></li>
<li>O que os dados paleoecológicos nos dizem sobre o Antropoceno na Amazônia? - <i>Jennifer Watling, Yoshi Maezumi, Myrtle Shock e Jose Iriarte</i></li>
<li>Parentesco com a terra e as cosmopolíticas indígenas do cuidado - <i>Ana Gabriela Morim de Lima e Nicole Soares-Pinto</i></li>
<li>Arqueologia para viver o futuro (resenha) - <i>Marcia Bezerra</i></li>
</ul>
<p><strong>Mudancas climaticas</strong></p>
<ul>
<li>O maior desastre climático do Brasil: chuvas e inundações no estado do Rio Grande do Sul em abril-maio 2024 - <i>Jose Marengo et al.</i></li>
<li>Desmatamento restringe refúgios climáticos na Amazônia - <i>Calil Torres-Amaral, Luciano Jorge Serejo dos Anjo, Everaldo Barreiros de Souza e Ima Celia Guimaraes Vieira</i></li>
<li>Impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia da Amazônia - <i>Diego Oliveira Brandao, Julia Arieira e Carlos Nobre</i></li>
<li>Mudanças do clima e agropecuária: impactos, mitigação e adaptação. Desafios e oportunidades - <i>Eduardo Delgado Assad e Maria Leonor Ribeiro Casimiro Lopes Assad</i></li>
</ul>
<p><strong>Hans Jonas</strong></p>
<ul>
<li>O sistema agroalimentar à luz da biologia filosófica de Hans Jonas - <i>Ricardo Abramovay</i></li>
<li>Hans Jonas, um filósofo do nosso tempo - <i>Jelson Oliveira</i></li>
</ul>
<p><strong>Eleições municipais em São Paulo: problemas e desafios II</strong></p>
<ul>
<li>A questão da educação básica no município de São Paulo - <i>Bernardete Gatti</i></li>
<li>Desafios contemporâneos para as políticas - públicas de cultura na cidade de São Paulo - <i>Lia Calabre e Ana Paula do Val</i></li>
<li>Como ser um eleitor exigente e um candidato ideal - <i>Marcos Buckeridge e Arlindo Philippi Junior</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropoceno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-29T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-116">
    <title>Dossiê da edição 116 da revista Estudos Avançados examina faces da violência na sociedade brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-116</link>
    <description>Edição 116 da revista Estudos Avançados apresenta o dossiê "Violência, Dor e Sofrimento", além de três artigos sobre sociologia e quatro resenhas de livros.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-116" alt="Capa da revista Estudos Avançados 116" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 116" /></p>
<p>Num momento em que o governo dos Estados Unidos discute se classifica o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações narcoterroristas, algo que pode dar margem a violações da soberania brasileira, a <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2026.v40n116/">edição 116 da revista Estudos Avançados</a>, lançada recentemente, abre seu dossiê “Violência, Dor e Sofrimento” com uma análise sobre a inadequação dessa classificação [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-116#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>O conjunto de textos também discute como o sistema prisional favorece os vínculos entre o PCC e quadrilhas independentes que cometem crimes violentos ao patrimônio. Ainda no âmbito da segurança pública, outro texto analisa como disputas entre grupos internos às polícias inviabilizam reformas substanciais na área.</p>
<p>Mas o dossiê não se restringe a análise da atuação e características de organizações criminosas e instituições policiais. O sociólogo Sérgio Adorno, editor da publicação, enfatiza que, além das formas usuais de violência associadas à delinquência e aos crimes contra a pessoa e o patrimônio, “o mundo globalizado tem experimentado exacerbação dos conflitos nas relações sociais e interpessoais, no mundo público e na vida privada, nas relações entre civis e nas políticas”. Essa é a razão da abrangência temática do dossiê.</p>
<p><strong>Crime organizado</strong></p>
<p>Francisco Thiago Rocha Vasconcelos e Ricardo Moura Braga Cavalcante, ambos vinculados à Universidade Federal do Ceará, são os autores do artigo “Narcoterrorismo e Narcoestado: Genealogias, Usos Políticos e Riscos Analíticos frente às Facções no Brasil”. A definição de narcoterrorismo opera sobretudo como categoria retórica e geopolítica, “sem consistência analítica”, afirmam. Para eles, o caso brasileiro mostra como grupos criminosos produzem formas de governança armada que não se confundem com terrorismo, exigindo distinções analíticas entre violência expressiva, captura institucional e mercados ilícitos.</p>
<p>A rotulagem de facções criminosas como “terroristas” apaga sua base social, sua inscrição prisional e seu caráter econômico, “substituindo a análise por uma gramática de guerra que autoriza políticas de exceção”, ponderam.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong><i>Digital e impressa</i></strong></p>
<p><i>A versão digital do número 116 da revista Estudos Avançados está disponível gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2026.v40n116/" target="_blank">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. Em breve será lançada a versão impressa (R$ 45,00).  Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer assinatura anual (três edições por R$ 150,00) devem enviar mensagem para <a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quanto ao narcoestado, consideram que o termo pode ter utilidade para descrever dinâmicas de captura institucional vinculadas a economias ilícitas, “desde que empregado de modo crítico, evitando generalizações que reforçam tutelas sobre países periféricos”. No caso brasileiro, avaliam que as dinâmicas envolvem menos captura vertical de instituições e mais infiltração capilar e fragmentada de atividades ilícitas, por meio de “combinações de omissão estratégica, corrupção localizada e interesses políticos imediatos”.</p>
<p>A relação do PCC com crimes violentos ao patrimônio, especificamente os grandes roubos a instituições financeiras em várias cidades do país, é analisada em artigo do sociólogo Leonardo José Ostronoff, da<i> </i>Universidade Federal de Santa Catarina. Esses roubos constituíram o que o jargão policial e a mídia passaram a chamar de “novo cangaço” ou “domínio de cidades”.</p>
<p>Por meio do exame de documentos, entrevistas e bibliografia, Ostronoff analisa o processo que, a partir do “novo cangaço”, típico de cidades pequenas, levou ao “domínio de cidades”, que atinge cidades médias e grandes e conta com grupos maiores, explosivos e armamento de maior poder de fogo. O trabalho de campo teve como referência a cidade de Curitiba, PR.</p>
<p>A conclusão é que esses crimes não são organizados institucionalmente pelo PCC, são operações de indivíduos independentes, apesar de alguns membros da facção atuarem nelas. As relações desses criminosos com a facção ocorrem devido ao controle que ela tem do sistema prisional. As redes formadas nos presídios possibilitam o recrutamento de criminosos especializados nas tarefas exigidas pelas ações, além do empréstimo de armas e acesso a explosivos, explica o autor.</p>
<p>Ainda no campo da segurança pública, Julia Maia Goldani, pesquisadora da Escola de Direito de São Paulo da FGV, escreve sobre as dinâmicas institucionais que “minam reformas democráticas nas polícias militares do Brasil pós-1988”. Ela vê uma lacuna na compreensão dos mecanismos que propiciam a resistência das polícias a mudanças institucionais.</p>
<p>Para discutir essa lacuna, Goldani analisa o ocorrido com a <a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/114516">Proposta de Emenda Constitucional 51/2013</a>, cujo objetivo era uma reforma estrutural, e com a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora do Rio de Janeiro, exemplo de reforma incremental.</p>
<p>No caso da PEC 51/2013, ela comenta que a atuação das cúpulas de associações das diferentes categorias policiais resultou num impasse político no Congresso Nacional, com Presidência da República não interferindo para não assumir o custo político da iniciativa. O resultado foi o abandono da proposta. Já a implantação gradual de um policiamento democrático por meio das UPPs “esbarrou nos interesses de outros grupos dentro da corporação, que divergiam da visão de segurança pública proposta ou percebiam a mudança de paradigma como uma ameaça às suas posições e perspectivas dentro da organização”.</p>
<p><strong>Filosofia</strong></p>
<p>O dossiê conta ainda com duas traduções (acompanhadas de introduções dos tradutores): “O Sofrimento Não É Dor”, do filósofo francês Paul Ricoeur (1912-2005), traduzido por Caroline Fanizzi e José Sérgio Fonseca de Carvalho, ambos professores da Faculdade de Educação da USP; e “Invisibilidade: Sobre a Epistemologia do Reconhecimento”, de Axel Honneth, traduzido por Arthur Meucci, da Universidade Federal de Viçosa.</p>
<p>O texto original de Ricoeur foi apresentado em colóquio da Associação Francesa de Psiquiatria em janeiro de 1992. De acordo com os tradutores, o filósofo adota como hipótese de trabalho a de que o sofrimento consiste na diminuição da potência de agir.</p>
<p>Axel Honneth propõe uma reformulação epistemológica da teoria do reconhecimento a partir da análise da invisibilidade social, inspirada no romance “O Homem Invisível”,<i> </i>de Ralph Ellison. Para Honneth, a invisibilidade não remete à ausência perceptiva literal, mas a uma forma simbólica de desrespeito: o ato de “olhar através” do outro nega-lhe reconhecimento como sujeito moral e social válido.</p>
<p><strong>Literatura e canção</strong></p>
<p>O retrato da violência feito em obras artísticas como contos e canções e até como ela foi facilitada pelos meios digitais são temas de três artigos. Em sua análise do livro de contos “Insubmissas Lágrimas de Mulheres”, de Conceição Evaristo, Ianá de Souza Pereira, da Universidade Paulista, aponta que a obra deve ser entendida a partir de estruturas econômico-sociais, raciais e patriarcais que explicam o lugar social destinado às mulheres negras nas sociedades capitalistas. No livro, são elas que comunicam e refletem sobre a experiência de ser mulher e negra dentro do patriarcado de supremacia branca e capitalista. O objetivo do artigo é compor uma análise crítica do racismo e do patriarcado exposto pelo texto de Evaristo.</p>
<p>Adriano de Paula Rabelo, da Universidade Federal de Kazan, Rússia, compara como uma canção estadunidense e outra brasileira tratam de um tipo específico de violência urbana: o assassinato, por agentes do Estados e outras pessoas, de jovens levados ao crime pelas desigualdades sociais. As canções são “In the Ghetto”, de Mac Davis, gravada por Elvis Presley em 1969, e “O Meu Guri”, de Chico Buarque, gravada por ele em 1981.</p>
<p>Uma nova forma de violência contra a mulher surgiu com o mundo digital: os sites eróticos. No artigo “A Dialética do Visível e do Oculto na Cibercultura”, Priscila Gonçalves Magossi, doutora em comunicação e cultura, aponta que “os resultados revelam uma arquitetura de impunidade global sustentada por contratos ilegítimos e fake news que se apropriam de pautas progressistas”. Segundo a autora, os mandantes desse submundo atuam em vácuo jurídico total, impondo cláusulas que silenciam vítimas e violam direitos fundamentais. O combate a isso, diz, exige regulação transnacional, educação mediática crítica e políticas públicas que priorizem direitos humanos.</p>
<p><strong>História</strong></p>
<p>As marcas de um tipo brutal de violência, aquela vivida pelos sobreviventes das bomba atômicas lançada em Hiroshima e Nagasaki pelos Estados Unidos em 1945, são analisadas em texto de Cristiane Izumi Nakagawa, psicanalista e doutora em psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. O trabalho tem como base entrevista da autora com Keiko Ogura, uma hibakusha, como são chamados aqueles que sobreviveram à bomba, no caso dela, à lançada em Hiroshima. O objetivo foi fazer um exame psicológico dos testemunhos desses sobreviventes, com atenção especial a dois fenômenos psicológicos fundamentais para a compreensão dessas memórias: o trauma e o sentimento de culpa por ações ou omissões que causaram sofrimento a outras pessoas.</p>
<p>Mas a violência também suscita discussões sobre a postura institucional e do público em relação a ela. Isso é explorado em artigo sobre pesquisa e trabalho técnico desenvolvidos por parceria entre o Departamento de Patologia e Medicina Legal da Faculdade de Medicina e o Instituto de Biociências, ambos da USP, sobre as cabeças decepadas de Virgulino Ferreira da Silva (1897-1938), o Lampião, e Maria Gomes de Oliveira (1910-1938), a Maria Bonita. A abordagem dos pesquisadores foi baseada na revisão historiográfica e na análise qualitativa de documentos históricos, entrevistas e reportagens. "Essa metodologia permitiu explorar as narrativas que envolvem o consumo do trágico e as controvérsias sobre a preservação e exposição desses vestígios, contribuindo para discussões mais aprofundadas sobre memória, identidade e práticas museológicas", afirmam os autores.</p>
<p><strong>SOCIOLOGIA</strong></p>
<p>Outros três textos da edição configuram um minidossiê dedicado à sociologia, com propostas para sua evolução, um debate sobre o papel dos autores clássicos no discurso sociológico e um ensaio sobre o livro “A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes.</p>
<p>De acordo com Maria Aparecida de Moraes Silva, da Unesp e da UFSCar, diante das mudanças aceleradas do mundo contemporâneo, "somos levados a crer que nossa missão é dar respostas aos problemas que nos afligem desde a esfera do cotidiano, dos mais longínquos e, até mesmo, dos desconhecidos". Seu artigo "Por uma Sociologia Provocadora (de Respostas)" é baseado em conferência que fez no 22º Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia, em julho de 2025. O objetivo do trabalho, afirma, "é contribuir para uma sociologia provocadora de respostas<i>, </i>na qual o fazer sociológico<i> </i>esteja em constante processo de diálogo crítico e autocrítico com as teorias e métodos adotados, e os pontos de observação da realidade social não sejam tomados como fixos, determinísticos, porém como moventes e probabilísticos".</p>
<p>Mas diante dessa necessidade de transformação da sociologia defendida por Moraes Silva, que papel fica reservado aos autores clássicos? É sobre isso que trata o texto "O Qque Fazer com os Clássicos da Sociologia? Diagnóstico e Prognóstico", de Carlos Eduardo Sell, da UFSC. Ele examina a transformação do papel desses autores, com destaque para as implicações epistemológicas, metodológicas e pedagógicas disso. Sell identifica a emergência de um novo regime discursivo (heurística negativa) e de um consenso difuso que molda o etos científico contemporâneo. Na segunda parte do artigo, ele propõe uma heurística positiva de reflexão e ensino da teoria sociológica.</p>
<p>A seção é completada justamente com texto sobre a importância atual de um livro clássico de um dos expoentes da sociologia brasileira, Florestan Fernandes. Em 2025, seu livro "A Revolução Burguesa no Brasil" completou 50 anos da primeira edição. Para os autores do artigo, André Botelho e Antonio Brasil Jr., ambos da UFRJ, a obra está mais atual do que nunca, seja pelo ponto de vista teórico, que pode ser testado na concepção, na fatura do texto e na análise crítica forjadas a partir de uma abordagem sociológica peculiar, seja pela visão política das espirais da democracia no Brasil e no mundo.</p>
<p><strong>RESENHAS</strong></p>
<p>A seção “Resenhas” traz artigos sobre os livros “Des Électeurs Ordinaires: Enquête sur la Normalization de l’Extrême Droite” (Eleitores Comuns: Investigação sobre a Normalização da Extrema Direita), de Félicien Faury, ainda sem edição no Brasil; “Permanecer Bárbaro: Não Brancos contra o Império”, de Louisa Yousfi; “História da América Latina em 100 Fotografias”, de Paulo Antonio Paranaguá; e “Razão Desumana: Cultura e Informação na Era da Desinformação Inculta (e Sedutora)”, de Eugênio Bucci.</p>
<hr align="center" size="2" width="100%" />
<p> </p>
<p><strong><a name="sumario"></a>Sumário</strong></p>
<p><strong>Violência, Dor e Sofrimento</strong></p>
<ul>
<li>Narcoterrorismo      e Narcoestado: Genealogias, Usos Políticos e Riscos Analíticos frente às      Facções no Brasil – <i>Francisco Thiago Rocha Vasconcelos e Ricardo      Moura Braga Cavalcante</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      Centralidade da Prisão nas Relações entre Crimes Violentos ao Patrimônio e      o PCC – <i>Leonardo José Ostronoff</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Polícias      em Conflito: “Pluralismo Policial” e os Vetos a Reformas na Segurança      pública – <i>Júlia Maia Goldani</i></li>
</ul>
<ul>
<li>No      Gueto e na Favela: Duas Canções, Dois Retratos da Violência – <i>Adriano      de Paula Rabelo</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Um      Intérprete da Experiência Contemporânea: Paul Ricoeur e a Compreensão do      Sofrimento – <i>Caroline Fanizzi e José Sérgio Fonseca de Carvalho</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      Invisibilidade Social como Desrespeito na Teoria do Reconhecimento de Axel      Honneth – <i>Arthur Meucci</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Trauma      e Culpa nos hibakusha: Um Estudo da Memória de Keiko Ogura – <i>Cristiane      Izumi Nakagawa</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Conceição      Evaristo e os Arredores de “Insubmissas Lágrimas de Mulheres”<i> –      Ianá de Souza Pereira</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      “Mortigrafia” de Lampião e Maria Bonita: Considerações sobre a      Musealização do Trágico (1938-2023) – <i>Jô Veras Closs et al.</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A      Dialética do Visível e do Oculto na Cibercultura – <i>Priscila      Gonçalves Magossi</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Esperançar      o Presente: Sobre Futuros Inéditos e Viáveis – <i>Bruno Souza Leal e      Ana Regina Rego</i></li>
</ul>
<p><strong>Sociologia</strong></p>
<ul>
<li>Por      uma Sociologia Provocadora (de Respostas) – <i>Maria Aparecida de      Moraes Silva</i></li>
</ul>
<ul>
<li>O      Que Fazer com os Clássicos da Sociologia? Diagnóstico e Prognóstico      – <i>Carlos Eduardo Sell</i></li>
</ul>
<ul>
<li>"A      Revolução Burguesa no Brasil": 50 anos de um Clássico Difícil – <i>André      Botelho e Antonio Brasil Jr.</i></li>
</ul>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<ul>
<li>Sociologia      da Normalização Política: A Extrema-Direita na França – <i>Fabio      Mascaro Querido</i></li>
</ul>
<ul>
<li>"Permanecer      Bárbaro"<i> </i>de Louisa Yousfi: Insurgências contra a      Domesticação Civilizatória – <i>Morgane Reina</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Propósito      e Valor dos Acervos Fotográficos ao redor do Mundo – Hoje e no Futuro      – <i>Sergio Burgi</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Razão,      Técnica e (Des)Informação: Os Vetores das Crises Contemporâneas – <i>Tatiana      Dourado</i></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-07T17:03:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dossie-de-estudos-avancados-91-e-dedicado-ao-100-anos-da-revolucao-russa">
    <title>100 anos da Revolução Russa é tema da revista 'Estudos Avançados' 91</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dossie-de-estudos-avancados-91-e-dedicado-ao-100-anos-da-revolucao-russa</link>
    <description>A revista "Estudos Avançados" 91 dedica seu dossiê principal ao centenário da Revolução Russa; "Urbanismo, Sociedade e Cultura" e "Psicanálise e Cultura" são os outros dossiês da edição. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-91" style="float: right; " title="Capa da revista &quot;Estudos Avançados&quot; 91" class="image-inline" alt="Capa da revista &quot;Estudos Avançados&quot; 91" /></p>
<p>Ao longo de grande parte do século 20, "não houve região ou indivíduo que não tivesse a vida atingida pela nuvem de sonho e pólvora" que se formou na Rússia em 1917, na opinião de Bruno Barreto Gomide, professor de literatura russa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>Vários aspectos da história cultural, política e social da Revolução Russa são analisados em dossiê organizado por Gomide para a edição 91 da revista "Estudos Avançados", lançada este mês.</p>
<p>Com contribuições de pesquisadores do Reino Unido, Brasil e Argentina, o dossiê "Centenário da Revolução Russa" é constituído de uma parte dedicada à esfera da cultura, das ideias e da arte e outra voltada à história política e social da revolução.</p>
<p>No primeiro bloco, Galin Tihanov, do Queen Mary College da Universidade de Londres, trata de temas da história intelectual russo-soviética "pouco frequentados pelos estudiosos brasileiros", segundo Gomide, tais como as teorias da linguagem e o eurosianismo, além de propor uma redefinição do lugar de correntes intelectuais como o marxismo e o eslavofilismo no decorrer do período soviético. Evgeny Dobrenko, da Universidade de Sheffield, comenta a história das instituições artísticas e culturais soviéticas e faz uma leitura crítica da implantação e do significado do realismo socialista. Andrea Gullotta, da Universidade de Glasgow, traça um panorama circunstanciado da literatura produzida no gulag, complexo de campos de concentração soviéticos.</p>
<p>A segunda parte do dossiê abre-se com um balanço de Martín Baña, da Universidade de Buenos Aires, sobre as principais correntes historiográficas a respeito dos aspectos político-sociais da revolução, como é caso da "sovietologia política da Guerra Fria, da contribuição fundamental oferecida pela vertente revisionista da história social dos anos 1970 em diante e da 'virada cultural', que constitui uma veia forte dos estudos recentes". O dossiê termina com artigos de Daniel Aarão Reis, da Universidade Federal Fluminense, e Lincoln Secco, da FFLCH-USP, sobre alguns momentos-chave dos ciclos revolucionários de 1905 e 1921.</p>
<p><strong>Urbanismo</strong></p>
<p>"Urbanismo, Sociedade e Cultura" é o tema do segundo conjunto de textos de "Estudos Avançados" 91. O dossiê foi organizado pelo arquiteto e designer gráfico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake" class="external-link">Ricardo Ohtake</a>, diretor do Instituto Tomie Ohtake e atual titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, parceria entre o IEA e o Instituto Itaú Cultural.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-a-mais-acessada-da-scielo-em-2017" class="external-link">Revista "Estudos Avançados" é a mais acessada da SciELO em 2017</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para a constituição desse bloco temático, o pressuposto de partida foi considerar que a discussão sobre as cidades brasileiras "poderia e deveria" permear-se pelo contato entre o urbanismo e diferentes campos do conhecimento, segundo Ohtake.</p>
<p>Esse é a razão de os ensaios explorarem "as possibilidades de reflexão históricas e críticas acerca dos campos do urbanismo, da arte e da cultura", a partir de quatro eixos temáticos: a construção da cidade; a dimensão histórica da ação humana na cidade; a cidade como síntese do conhecimento; e o futuro da cidade brasileira. Esses quatro temas caracterizam, respectivamente, os artigos de Daniel Corsi, Lilia Moritz Schwarcz, Priscyla Gomes e Nelson Brissac Peixoto.</p>
<p><strong>Psicanálise</strong></p>
<p>Segundo o editor da revista, Alfredo Bosi, o terceiro dossiê da edição, intitulado “Psicanálise e Cultura”, com artigos de Nelson da Silva Junior, Christian Ingo Lenz Dunker, Vladimir Safatle e Pedro Ambra, “ilustra a amplitude das interações entre a psicanálise e a cultura, confirmando a fecundidade dos métodos psicanalíticos aplicados às ciências humanas e à literatura”.</p>
<p>Os artigos discutem: a alteração do lugar e do funcionamento social da ciência na cultura; as narrativas de sofrimento na literatura brasileira dos anos 2010; as implicações políticas dos conceitos de transferência, ato analítico e destituição subjetiva tais como elaboradas por Jacques Lacan a partir dos anos 1960; e a possibilidade da determinação do caráter simbólico dos processos identitários de gênero a partir de constituição de grupos e políticas de alianças.</p>
<p>A edição conta ainda com outros seis textos: depoimento da antropóloga Betty Mindlin sobre Ecléa Bosi, professora emérita do Instituto de Psicologia (IP) da USP, morta em 10 de julho; artigo sobre engenharia de sistemas complexos; uma análise de indicadores de adoecimento no magistério superior em função da sobrecarga de trabalho; e resenhas dos livros “Should We Fear Russia”, de Dmitri Trenin, “O Mundo Sitiado – A Poesia Brasileira e a Segunda Guerra Mundial”, de Murilo Marcondes, e “Desdizer e antes”, de Antonio Carlos Sechin.</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px; "><strong><i>Revista "Estudos Avançados" 91, 306 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a publicação ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista">www.iea.usp.br/<span class="highlightedSearchTerm">revista</span></a> ou com Edilma Martins (<a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1675.</i></strong></p>
<hr />
<h3><span>Sumário da edição</span></h3>
<p><strong>Centenário da Revolução Russa</strong></p>
<ul>
<li>1917-2017 e depois - <i>Bruno Barreto Gomide</i></li>
<li>Filosofia e Pensamento Social Russo: Continuidade depois da Revolução de Outubro - <i>Galin Tihanov</i></li>
<li>A Cultura Soviética entre a Revolução e o Stalinismo - <i>Evgeny Dobrenko</i></li>
<li>O Gulag e a Literatura do Gulag - <i>Andrea Gullotta</i></li>
<li>Como Narrar a História da Revolução Russa no seu Centenário? - <i>Martín Baña</i></li>
<li>As Revoluções Russas e a Emergência do Socialismo Autoritário - <i>Daniel Aarão Reis</i></li>
<li>O Centenário da Revolução Russa - <i>Lincoln Secco</i></li>
</ul>
<p><strong>Urbanismo, Sociedade e Cultura</strong></p>
<ul>
<li>A Cultura na Cidade - <i>Ricardo Ohtake</i></li>
<li>Incursões e Diálogos pelo Berço do Humano (Ou sobre Quando a Arquitetura Liberta a Cidade) - <i>Daniel Corsi</i></li>
<li>Da Minha Janela Vejo o Mundo Passar: Lima Barreto, o Centro e os Subúrbios - <i>Lilia Moritz Schwarcz</i></li>
<li>Por uma Estética Radicante: Deslocamento, Experiência e Cidade - <i>Priscyla Gomes</i></li>
<li>O Rio, a Inundação e a Cidade. A Várzea do Tietê como Situação Crítica - <i>Nelson Brissac Peixoto</i></li>
</ul>
<p><strong>Psicanálise e Cultura</strong></p>
<ul>
<li>Um Ponto Cego de "O Mal-Estar na Cultura": A Ciência na Era da "Instalação" - <i>Nelson da Silva Junior</i></li>
<li>Mal-Estar na Literatura Brasileira Contemporânea - <i>Christian Ingo Lenz  Dunker</i></li>
</ul>
<ul>
<li>Lacan, Revolução e Liquidação da Transferência: A Destituição Subjetiva como Protocolo de Emancipação Política - <i>Vladimir Safatle</i></li>
<li>O Gênero entre a Lei e a Norma - <i>Pedro Ambra</i></li>
</ul>
<p><strong>Textos</strong></p>
<ul>
<li>Engenharia de Sistemas Complexos - José Roberto Castilho Piqueira e Sérgio Mascarenhas de Oliveira</li>
<li>Psicodinâmica do Trabalho e Riscos de Adoecimento no Magistério Superior - Celina Hoffmann, Roselaine Ruviaro Zanini, Gilnei Luiz de Moura, Vânia Medianeira Flores Costa e Emanuelly Comoretto</li>
</ul>
<p><strong>Depoimento</strong></p>
<ul>
<li>Ecléa Bosi, a Grande Amiga - <i>Betty Mindlin</i></li>
</ul>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<ul>
<li>Relações entre Estados Unidos e Rússia Hoje - <i>Lenina Pomeranz</i></li>
<li>A Poesia Brasileira e a Segunda Guerra Mundial - <i>Betina Bischof</i></li>
<li>A Dita do Desdito - <i>Marcos Pasche</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Revolução Russa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicanálise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-18T13:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-da-edicao-76-da-revista-estudos-avancados">
    <title>LANÇAMENTO DA EDIÇÃO 76 DA REVISTA 'ESTUDOS AVANÇADOS'</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-da-edicao-76-da-revista-estudos-avancados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><em>Apresentadores<br />da edição:</em><br /><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a></strong> (editor de "Estudos Avançados") e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"><strong>Martin Grossmann</strong> </a>(diretor do IEA)<strong><br /></strong><em>Espetáculo de Dança:</em><strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-nobrega" class="external-link">Antonio Nóbrega</a> </strong>(Teatro Brincante)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T16:35:08Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-97">
    <title>Nova edição de “Estudos Avançados” trata de sustentabilidade urbana e estudos históricos sobre a escravidão</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-97</link>
    <description>Número 97 da revista já está disponível para leitura online</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1be4ea1e-7fff-6ebb-e277-b690106d350c"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/revista/edicoes/nova-capa-da-revista-do-iea-97" alt="Nova capa da revista do IEA 97" class="image-right" title="Nova capa da revista do IEA 97" />Discussões acerca da sustentabilidade e do planejamento das cidades brasileiras e estudos históricos sobre a escravidão, especialmente no Brasil colonial, são os principais temas da edição 97 da <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">revista “Estudos Avançados”</a>, lançada este mês. A versão online já está <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420190004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">disponível na SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">Os artigos do primeiro dossiê, dedicado aos estudos urbanos, têm a participação de diversos pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA. Entre os temas, está uma análise dos padrões urbano-demográficos da capital paulista, com o objetivo, segundo os autores, de obter um melhor discernimento das singularidades da cidade. Um dos três pesquisadores que assinam o artigo é o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, que assina pela primeira vez a edição da revista, antes editada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-editor-revista" class="external-link">Alfredo Bosi passa o cargo de editor da "Estudos Avançados" para Sergio Adorno</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-95" class="external-link">Futuro das universidades e degradação urbana e ambiental são temas de 'Estudos Avançados' 95</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-201cestudos-avancados201d-aborda-violencia-no-brasil-e-no-mundo" class="external-link">Revista “Estudos Avançados” resgata Goethe e aborda violência no Brasil e AL</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>A sustentabilidade urbana é outro tema presente neste bloco, com artigos tratando de inovações e estratégias de financiamento e desenvolvimento da gestão de cidades. Em um deles, “Sustentabilidade urbana: dimensões conceituais e instrumentos legais de </span><span>implementação”, os autores refletem sobre as maneiras de implementar, nas cidades brasileiras, políticas públicas que sigam os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) fixados pela Organização das Nações Unidas (ONU).</span></p>
<p dir="ltr">Há, ainda, artigos abordando florestas urbanas construídas pelo Estado e por ativistas e a tecnologia como aliada da sustentabilidade na solução de problemas do cotidiano e governança das cidades. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do USP Cidades Globais, colaborou na elaboração destes dois artigos e também no que aborda a implementação dos ODS.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Escravidão</strong></span></p>
<p dir="ltr">O segundo dossiê foi inspirado no seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/escravidao-corpo-e-alma" class="external-link">Escravidão do Corpo e Escravidão da Alma: Igreja, Poder Político e Escravidão entre Atlântico e Mediterrâneo</a></i>, que ocorreu no IEA em abril e foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a>. Os artigos analisam a visão do missionário Padre Antonio Vieira sobre a escravidão e também a postura da Igreja Católica em relação à prática. Apesar de seu discurso redentor, a Igreja aceitou e integrou a escravidão em sua doutrina e em suas instituições, uma herança do Império Romano, onde foi constituída.</p>
<p dir="ltr">Um dos artigos, “Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade”, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-loureiro-dias" class="external-link">Camila Loureiro Dias</a>, procura mostrar uma abordagem mais ampla da noção de escravidão na história brasileira e salientar como houve, além do tráfico de africanos, outras formas coloniais de exploração — envolvendo, por exemplo, os índios da região amazônica.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Literatura, Atualidades e Resenhas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A maneira pela qual o escritor Carlos Drummond de Andrade responde, em alguma de suas criações, ao contexto repressivo da ditadura militar brasileira é o tema de um dos ensaios da seção “Literatura” do novo número. Segundo o autor, Fabio Cesar Alves, a análise procura demonstrar como o poeta se viu obrigado a tratar, de forma cifrada, do terrorismo de Estado e das forças políticas de meados dos anos 1970.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na seção “Atualidades”, uma das discussões aborda os atos infracionais de adolescentes sob uma perspectiva que envolveria uma possível busca por reconhecimento. Segundo os autores, Alysson Assunção Andrade e Jacqueline de Oliveira Moreira, o ato infracional na juventude pode ser alimentado por um circuito de segregação e busca, por vezes fracassada, de reconhecimento. Outro artigo trata do cyberbullying e suas consequências para a saúde pública e os mecanismos para prevenir essa prática.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A seção “Resenhas” conclui a nova edição, com textos tratando da inserção internacional da Rússia e seu presidente, Vladimir Putin, e da autoficção do escritor Caio Fernando Abreu, entre outros.</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 97</span></h3>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<div id="_mcePaste"><strong>USP Cidades Globais</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Os padrões urbano-demográficos da capital paulista - <span><i>Marcelo Batista Nery, Altay Alves Lino de Souza e Sergio Adorno</i></span></li>
<li>Indicadores de desigualdade para financiamento urbano de cidades saudáveis - <span><i>Carlos Leite, Claudia Acosta, Tereza Herling, Ligia Barrozo e Paulo Saldiva</i></span></li>
<li>Sustentabilidade urbana: dimensões conceituais e instrumentos legais de <span>implementação - </span><i><span>Debora Sotto, Djonathan Gomes Ribeiro, Alex Kenya Abiko, Carlos Alberto Cioce </span><span>Sampaio, Carlos Arturo Navas, Karin Regina de Castro Marins, Maria do Carmo </span><span>Martins Sobral, Arlindo Philippi Jr. e Marcos Silveira Buckeridge</span></i></li>
<li>Um novo ecossistema: florestas urbanas construídas pelo Estado e pelos ativistas - <i><span>Erica Moniz Ferreira da Silva, Fabiano Bender, Márcio Luiz da Silva de Monaco, </span><span>Ana Katherine Smith, Paola Silva, Marcos Silveira Buckeridge, Paula Maria Elbl e </span><span>Giuliano Maselli Locosselli</span></i></li>
<li>Potencial do planejamento estratégico de longo prazo para o desenvolvimento das <span>cidades brasileiras - </span><span><i>Miguel Luiz Bucalem</i></span></li>
<li>Inovação urbana e recursos humanos para gestão de cidades sustentáveis - <i><span>Cláudia Terezinha Kniess, Alexandre de Oliveira e Aguiar, Diego de Melo Conti e </span><span>Arlindo Philippi Jr.</span></i></li>
<li>Tecnologias e sustentabilidade nas cidades - <i><span>Tatiana Tucunduva Philippi Cortese, Sonia Viggiani Coutinho, Maria da Penha </span><span>Vasconcellos e Marcos Silveira Buckeridge</span></i></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Escravidão do corpo e da alma</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>A escravidão nos sermões do Padre Antonio Vieira - <span><i>Alcir Pécora</i></span></li>
<li>Vieira em movimento: subjacências da distinção entre tapuias, tupis e negros - <span><i>Carlos Zeron</i></span></li>
<li>Escravidão do corpo e da alma em sermões brasileiros do século XVI ao XV - <span><i>Marina Massimi</i></span></li>
<li>Confraternidades negras na América portuguesa do setecentos - <span><i>Caio C. Boschi</i></span></li>
<li>Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade - <span><i>Camila Loureiro Dias</i></span></li>
<li>Infiéis em casa. Jesuítas e escravos muçulmanos (Nápoles e Espanha, século XVII) - <span><i>Emanuele Colombo</i></span></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Literatura</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Um país dentro da casa: o caráter político do espaço doméstico em três romances <span>brasileiros - </span><span><i>Simone Rossinetti Rufinoni</i></span></li>
<li>“Em cinza enxovalhada”: Drummond e a ditadura militar - <span><i>Fabio Cesar Alves</i></span></li>
<li>O decoro de uma cortesã - <span><i>Eliane Robert Moraes</i></span></li>
<li>A escrita como cena substitutiva da Pólis : memória, silêncio e testemunho em <span>Salinas Fortes - </span><span><i>Gilmário Guerreiro da Costa</i></span></li>
<li>Marx e a literatura em O capital - <span><i>Sandra Soares Della Fonte</i></span></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Atualidades</strong></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>A família e o direito humano à alimentação adequada e saudável - <i><span>Ana Lydia Sawaya, Anna Maria Peliano, Maria Paula de Albuquerque </span><span>e Semíramis Martins Álvares Domene</span></i></li>
<li>Reconhecimento e ato infracional na adolescência: reflexões iniciais - <span><i>Alysson Assunção Andrade e Jacqueline de Oliveira Moreira</i></span></li>
<li>Cyberbullying : família, escola e tecnologia como stakeholders - <span><i>Jorge Shiguemitsu Fujita e Vanessa Ruffa</i></span></li>
</ul>
</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Resenhas</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Putin e a inserção internacional da Rússia - <span><i>Lenina Pomeranz</i></span></li>
<li>Memórias do Cárcere no livro e na tela: <span>arte versus ditadura - </span><span><i>Erwin Torralbo Gimenez</i></span></li>
<li>Um olhar sobre a autoficção de Caio Fernando Abreu - <span><i>Cristiane Rodrigues de Souza</i></span></li>
<li>As múltiplas dimensões do poético - <span><i>Eduardo Veras</i></span></li>
<li><span>Uma “sociologia enraizada” do mistério - </span><span><i>Caio Moraes Reis</i></span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-05T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024">
    <title>Revista Estudos Avançados aponta prioridades para próxima gestão da cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-111" alt="Capa da revista Estudos Avançados 111" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 111" /></a>Em meio à campanha eleitoral para as eleições municipais deste ano, quando se espera que os candidatos apresentem uma agenda propositiva, a revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a> traz em sua <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">edição 111</a> [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-edicao-da-revista-estudos-avancados#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo] um amplo leque de análises e propostas sobre os principais problemas da cidade de São Paulo, de forma a contribuir com o debate público sobre as prioridades a serem enfrentadas pela próxima gestão do município.</p>
<p class="MsoNormal">O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, frisa que, numa cidade onde se estabelecem complexas redes de relações sociais e institucionais, "o principal desafio à governança reside justamente em promover desenvolvimento sustentável com equidade e justiça social, com respeito ao ambiente, com participação dos mais distintos grupos sociais na tomada de decisões que afetam a vida de maior número de pessoas e com promoção da cultura de respeito aos direitos humanos".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Versões online<br />e impressa<br /> da edição</i></h3>
<p><i>Os artigos da versão online integral da edição 111 da revista Estudos Avançados podem ser baixados gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará disponível em meados de setembro, ao preço de R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal">Esses desafios orientaram a composição do dossiê "Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios", com 15 artigos de autoria de 40 pesquisadores de diversas instituições em áreas como urbanismo, saúde pública, educação, sociologia, economia, administração e gestão de políticas públicas.</p>
<p class="MsoNormal">Um fator fundamental para que as demandas da população paulistana sejam atendidas - desde que as decisões políticas sejam tomadas e os procedimentos estabelecidos - é a destinação adequada dos recursos orçamentários.  Essa é a preocupação do artigo que abre o dossiê: a “Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014 – Da Escassez à Sobra de Recursos”, de Ursula Dias Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p class="MsoNormal">Ela defende “a necessidade de maior pressão e controle” para o uso eficaz dos recursos orçamentários. Isso é importante, segundo ela, para que não se repita o ocorrido entre 2018 e 2022, quando um conjunto de fatores levou ao acúmulo de saldo em caixa de mais de R$ 20 bilhões, que “ficaram parados, apesar das demandas não atendidas da população”.</p>
<p class="MsoNormal">O trabalho é resultado da análise de um conjunto de dados de receitas, despesas e estrutura de pessoal, coletados para o período de 2003 e 2023, além de entrevistas com atores-chave da governança orçamentária. Peres explica os fatores que levaram ao superavit do município e indica os caminhos para que a governança do orçamento paulistano deixe de ser caracterizada por um “aumento importante na discricionariedade política do chefe do Executivo”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Segurança, saúde e educação</strong></p>
<p class="MsoNormal">Recente <a class="external-link" href="https://media.folha.uol.com.br/datafolha/2024/08/26/sjyawxgnru8ey8wqcfznc6lnc3yl-zuzv5qvwqk8-bc.pdf">pesquisa do Datafolha</a> indica que 20% dos paulistanos apontam a segurança como sua principal preocupação, com saúde e educação aparecendo empatadas em segundo lugar, citadas como principal problema por 18% da amostra consultada. A relevância assumida pela segurança com tema nas eleições paulistanas é contemplada pelo dossiê em artigo de quatro pesquisadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eles refletem sobre o deslocamento dessa agenda, “transferida de uma pauta predominante estadual para parte central das estratégias eleitorais à prefeitura da cidade”.</p>
<p class="MsoNormal">A hipótese desenvolvida pelos pesquisadores é que os homicídios gozaram do status de “principal problema de segurança pública da cidade entre anos 1990 e 2000”, contudo “há uma mudança de cenário com sua redução. A centralidade passou a ser a cracolândia e o intensivo aumento dos crimes patrimoniais, sobretudo os furtos e roubos de celular. Fatores que levaram à “construção de um cenário agudo de medo e insegurança na população paulistana”.</p>
<p class="MsoNormal">No entanto, eles alertam que “decifrar a esfinge da segurança pública” na cidade de São Paulo e em outros municípios do país “ainda é um desafio arriscado e violento para parcelas significativas da população, ainda mais em um tempo social de ‘guerra cultural’”. A incógnita decorre da dúvida de se “o novo protagonismo dos municípios na segurança pública será acompanhado por reformas na arquitetura institucional e nas culturas organizacionais das forças de segurança pública e/ou se é só uma forma de dissipar demandas e pressões sociais por justiça social, prevenção da violência e cidadania”.</p>
<p class="MsoNormal">Os desafios da saúde pública são o tema de artigo de seis pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Eles consideram que a multiplicidade de prestadores de serviços de saúde que atuam sob contrato com a gestão municipal gera dificuldades nos processos de regulação estatal. “É imperativo aprimorar tais processos regulatórios da relação público-privada para garantir a intencionalidade e o controle público do sistema de saúde”, afirmam.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores defendem também o reforço das estruturas de governança, especialmente em relação ao governo estadual, que tem, ao contrário do que ocorre na maioria dos estados brasileiros, uma “capacidade instalada de serviços de saúde numerosa e estratégica”.</p>
<p class="MsoNormal">Fechando a trinca das principais preocupações dos paulistanos, a questão educacional na cidade é abordada a partir dos desafios para o munícipio e o estado decorrentes da relação entre o envelhecimento da população e a educação de jovens e adultos (EJA). O artigo de Marcelo Dante Pereira, da Rede Municipal de Ensino, e Maria Clara Di Pierro, professora sênior da Faculdade de Educação da USP, é fruto de um diagnóstico demográfico e educacional da população idosa do município e um estudo de caso comparativo nas redes estadual e municipal de educação da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores elencam quatro recomendações para a futura gestão da cidade. A primeira delas é fortalecimento da oferta pública de EJA para atender a demanda potencial de idosos com baixa escolaridade, especialmente na periferia. Essa oferta deve ser acompanhada de processos de orientação para a adaptação escolar das pessoas idosas, que sentem muitos impactos ao retornar à EJA. A terceira recomendação é para que as redes de ensino busquem apoio técnico consultivo para a elaboração de orientações normativas e para a realização de formações continuadas com temáticas que tratem da superação do ageísmo e da promoção de práticas educacionais com pessoas idosas.</p>
<p class="MsoNormal">Finalmente, recomendam a produção de políticas intersetoriais envolvendo as secretarias de Educação e outras, estaduais e municipais, e os Conselhos Estaduais e Municipais da Pessoa idosa, de forma a favorecer a busca ativa por pessoas idosas com baixa escolaridade, além de incluir a temática do envelhecimento nas formações continuadas de docentes e técnicos.</p>
<p class="MsoNormal"><span><strong>Emprego e mobilidade</strong></span></p>
<p class="MsoNormal">Apesar da recente redução no índice de desemprego, a oferta de trabalho e sua qualidade permanecem uma preocupação relevante para parte importante dos paulistanos, sobretudo diante das transformações econômicas da cidade. Essas questões estão presentes em análise do mercado de trabalho no município na última década por pesquisadores do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Cebrap e UFABC. Eles destacam como as tendências de força de trabalho, desocupação, padrão ocupacional e rendimento se refletem sobre a desigualdade de renda e a pobreza.</p>
<p class="MsoNormal">O texto discute o período recente, com base nos dados de 2012 a 2023 da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. São abordadas as principais convergências e divergências em termos de polarização ocupacional, distribuição de renda e pobreza nos cenários paulistano e nacional, apresentando também algumas dinâmicas relativas à interseccionalidade de raça e gênero.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo os pesquisadores, tudo indica que o mercado de trabalho paulistano tende a se tornar mais desigual e polarizado, diminuindo seu papel de núcleo das transformações sociais do país, “mesmo quando combinava ‘crescimento e pobreza’”. Diante desse cenário, apontam dois vetores estratégicos para novas oportunidades: incorporar a inclusão social como meta, inclusive pela sua capacidade geradora de empregos e de renda, por meio da expansão das políticas públicas (saúde, educação e assistência social); e apostar em novos conglomerados produtivos, fundados na alta produtividade e no potencial de emprego, tendo em vista o ainda existente diferencial da cidade no plano nacional”.</p>
<p class="MsoNormal">“Essas ações de liderança tecnológica em novos setores e segmentos – num contexto de “nova industrialização” tal como propugnado pelo governo federal – poderiam ser desenvolvidas inclusive no sentido de reverter a atual hierarquia espacial da cidade”, concluem.</p>
<p class="MsoNormal">Associados em grande parte à questão do mercado de trabalho estão os problemas de mobilidade na cidade, onde grande parte da população mora longe dos locais de trabalho. “Não são poucos os problemas econômicos, políticos, sociais afeitos aos transportes e mobilidade urbana que estarão à espera do próximo prefeito eleito da cidade de São Paulo, e vão exigir coragem para inovar”, afirmam os três pesquisadores da UFABC na sinopse de seu texto sobre as transformações necessárias da mobilidade urbana paulistana.</p>
<p class="MsoNormal">Eles consideram essencial a implementação de uma “política heterodoxa” para transformar o cenário atual da mobilidade urbana em São Paulo. Entre as mudanças que defendem, destacam “as mais abrangentes e sistêmicas, propostas pela coalizão Mobilidade Triplo Zero – tarifa zero, zero emissão e zero morte no trânsito”.  Os pesquisadores citam outra proposta da coalização: a criação de um Sistema Único de Mobilidade (SUM), com gestão interfederativa, fundamentado em princípios como equidade, acessibilidade e sustentabilidade.</p>
<p class="MsoNormal">Eles defendem também o “rompimento efetivo com o modelo tarifários dos transportes coletivos, já inovado no município de São Paulo com a Tarifa Zero”.  Associam essa ação com a urgência de repensar o financiamento do setor, “considerando a distribuição justa de recursos e superando desafios políticos e tecnológicos para alcançar uma mobilidade mais justa e sustentável”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Habitação e zoneamento</strong></p>
<p class="MsoNormal">Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, ex-vereador e ex-secretário de Cultura da cidade de São Paulo, é o autor do artigo “O Adensamento Populacional É Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo. O texto reflete sobre a regulação do uso e ocupação do solo em São Paulo, tendo como referência as diretrizes do Plano Diretor Estratégico e a implementação dos instrumentos previstos por ele, além da necessidade de ajuste da legislação complementar.</p>
<p class="MsoNormal">O artigo procura mostra que o adensamento populacional de São Paulo é absolutamente necessário para dar conta das necessidades habitacionais atuais e futura da Região Metropolitana, mas que a verticalização e as transformações imobiliárias indispensáveis para alojar mais gente no mesmo espaço precisam ter limites e não podem destruir referências culturais, ambientais e urbanas da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Outros artigos do dossiê sobre uso e ocupação do solo da cidade discutem a gestão de instrumentos de planejamento territorial a partir da ideia de projeto urbano como novo patamar da prevalência do zoneamento, a predominância de um urbanismo corporativo em detrimento de outro redistributivo e cooperativo e o papel da urbanização na história e suas transformações contemporâneas.</p>
<p class="MsoNormal">O dossiê se completa com trabalhos sobre sustentabilidade, redução de desigualdades, com redução das desigualdades, a situação financeira dos idosos, a desestatização do Vale do Anhangabaú e os padrões da distribuição espacial dos votos para vereadores paulistanos nas eleições de 2020.</p>
<h3><strong>Impactos da Inteligência artificial</strong></h3>
<p class="MsoNormal">O segundo conjunto de textos traz cinco dos trabalhos apresentados no 1º Seminário Internacional Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais, realizado pelo Centro de Inteligência Artificial, parceria da USP com a Fapesp e a IBM. Um dos artigos apresenta ferramentas desenvolvidas por pesquisadores e profissionais de computação, engenharia e matemática para o processamento de documentos políticos públicos para tornar as informações mais acessíveis aos cidadãos.</p>
<p class="MsoNormal">Em outro trabalho, de autoria de pesquisadores de computação e direito, é proposto um caminho para um novo paradigma de uso justo e ético da inteligência artificial (IA) na moderação de conteúdo na internet, e no qual o Estado e as plataformas têm papel relevante. Segundo os autores, esse caminho passa pela adoção de IA explicável associada a critérios transparentes e legítimos definidos pela sociedade.</p>
<p class="MsoNormal">Três profissionais especialistas em ciência da computação apresentam em seu artigo um projeto destinado a revisar várias bases de dados de treinamento e testes com o propósito de mitigar e minorar os vieses pessoais em um modelo multimodal de classificação de categorias urbano-sociais. Na fundamentação do projeto, eles se valeram de referenciais teóricos da linguística discursiva, da construção da moralidade e das abordagens analíticas sobre viés/variância. Isso permitiu, afirmam, que o trabalho pudesse atingir assertivamente o objetivo da mitigação de bias, o qual, "mesmo sendo uma tarefa laboriosa, é de pauta algorítmica-social para manter a pluralidade e robustez em dados públicos".</p>
<p class="MsoNormal">A partir de estudos da recente promoção dos Big Data e da IA para a produção de estatísticas oficiais das Nações Unidas, dois pesquisadores da UFC apresentam em seu texto uma análise de algumas transformações nas estatísticas públicas produzidas pelos institutos nacionais de estatística pelo mundo. A análise deu-se por meio de pesquisa empírica fundamentada em contribuições teóricas da sociologia da quantificação e dos estudos de ciência e tecnologia.</p>
<p>O uso da IA no setor privado também é abordado pelo conjunto de textos. Pesquisadores da área de administração examinam as decisões tomadas ou apoiadas pela IA em organizações. O artigo resume uma pesquisa com base em dados secundários, analisando 128 casos de uso da IA buscando entender como ela tem contribuído na tomada de decisões organizacionais. De acordo com os autores, foi possível identificar maior representatividade de adoção da IA nas áreas de operações e marketing, predominantemente no nível de decisão operacional e como apoio às tomadas de decisão.</p>
<h3><a name="sumario"></a>Sumário de Estudos Avançados 111</h3>
<div id="_mcePaste"><strong>Eleições Municipais em São Paulo: P</strong><strong>roblemas e Desafios</strong></div>
<ul>
<li>Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014. Da Escassez à Sobra de Recursos - <i>Ursula Dias Peres</i></li>
<li>Desafios na Gestão Municipal do Sistema Único de Saúde no Município de São Paulo - <i>Aylene Bousquat et al.</i></li>
<li>Polarização, Desigualdade e Pobreza: Dilemas e Desafios do Mercado de Trabalho na Cidade de São Paulo - <i>Alexandre de Freitas Barbosa, Ian Prates, Ângela Cristina Tepassê e Levi Cristiano Oliveira</i></li>
<li>Desafios da Educação de Jovens e Adultos no Contexto do Envelhecimento da População Paulistana - <i>Marcelo Dante Pereira e Maria Clara Di Pierro</i></li>
<li>A Financeirização da Velhice e a Convergência entre Estado e Mercado - <i>Guita Grin Debert e Jorge Félix</i></li>
<li>Freio de Arrumação para a Mobilidade Urbana Paulistana - <i>Silvana Zioni, Thiago Von Zeidler Gomes e Priscila da Mota Moraes</i></li>
<li>O Adensamento Populacional é Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo - <i>Nabil Bonduki</i></li>
<li>A Metrópole Paulistana no Século 21: Gestão de Instrumentos Urbanísticos e Desafios de Aproximação do Território - <i>Sarah Feldman</i></li>
<li>São Paulo Metrópole: Sustentabilidade com Redução das Desigualdades, um Processo Unitário - <i>Claudio Salvadori Dedecca e Cassiano José Bezerra Marques Trovão</i></li>
<li>Urbanismo Corporativo / Urbanismo Cooperativo: uma Gestão Responsável em São Paulo é Possível? - <i>Nadia Somekh, Bruna Fregonezi e Guilherme Del’Arco</i></li>
<li>A Economia Política da Urbanização: uma Reinterpretação à Luz das Eleições Municipais - <i>Ricardo Carlos Gaspar</i></li>
<li>Percepção Crítica sobre a Desestatização do Vale do Anhangabaú a partir de 2021 - <i>André Biselli Sauaia e Anália Amorim</i></li>
<li>Medo, Violência e Política na Cidade de São Paulo: A Quem Cabe Decifrar a Esfinge da Segurança Pública? - <i>Renato Sérgio de Lima, Guaracy Mingardi, David Marques e Thais Carvalho</i></li>
<li>Desafios da Gestão Municipal para Redução das Desigualdades na Cidade de São Paulo - <i>Jorge Abrahão e Igor Pantoja</i></li>
<li>Padrões Espaciais de Votação nas Eleições para a Câmara Municipal de São Paulo: Um Estudo a partir das Eleições de 2020 - <i>Lucas Gelape, Joyce Luz e Débora Thomé</i></li>
</ul>
<p id="content"><strong>Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais</strong></p>
<ul>
<li>Tomada de Decisão nas Organizações: O Que Muda com a Inteligência Artificial? - <i>Abraham Sin Oih Yu et al</i>.</li>
<li>Estatísticas Públicas, Big Data e Inteligência Artificial: O caso da Plataforma Global da ONU - <i>Oscar Arruda d’Alva e Edemilson Paraná</i></li>
<li>Mitigação de Viés de Datasets Multimodais em um Classificador de Categorias Urbano-Sociais - <i>Luciano C. Lugli, Daniel Abujabra Merege e Rafael Pillon Almeida</i></li>
<li>Inteligência Artificial Explicável para Atenuar a falta de Transparência e a Legitimidade na Moderação da Internet - <i>Thomas Palmeira Ferraz et al</i>.</li>
<li>Democracia Aumentada: Inteligência Artificial como Ferramenta de Combate à Desinformação - <i>Alexandre Alcoforado et al.</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/morre-aos-99-anos-boris-schnaiderman-tradutor-escritor-e-ex-professor-da-usp">
    <title>Morre Boris Schnaiderman, tradutor, escritor e professor da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/morre-aos-99-anos-boris-schnaiderman-tradutor-escritor-e-ex-professor-da-usp</link>
    <description>Ao longo de sua carreira, Schnaiderman participou de conferências no IEA e colaborou com a revista "Estudos Avançados" em dois números. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/boris-schnaiderman" alt="Boris Schnaiderman" class="image-inline" title="Boris Schnaiderman" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Schnaiderman em conferência no IEA</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/boris-schnaidermann" class="external-link">Boris Schnaiderman</a>, tradutor, escritor e professor da USP até 1979, morreu <span>em São Paulo</span><span> nesta quarta-feira, 18 de maio, um dia depois de completar 99 anos. Ele contraiu uma pneumonia enquanto esteve internado após passar por uma cirurgia no fêmur.</span></p>
<p>Pioneiro na tradução do russo para o português, foi o responsável por trazer para o Brasil algumas das mais importantes obras de ficção russas. Ainda em 1943, verteu para o português "Os Irmãos Karamázov", de Fiódor Dostoiévski, publicado pela editora Vecchi sob o pseudônimo Boris Solomonov. Além desta obra, traduziu do mesmo autor os livros "Memórias do Subsolo", "Um Jogador", "O Eterno Marido" e "Nétotchka Niezvânova". Outros grandes nomes da literatura russa também chegaram ao Brasil na versão de Schnaiderman: Liev Tolstói, Vladímir Maiakóvski, Anton Tchekhov, Aleksandr Púchkin e Maksim Górki.</p>
<p>Apesar do legado em letras, Schnaiderman se formou pela Escola de Agronomia do Rio. Antes de se tornar professor de literatura russa da USP, onde deu aula até 1979, ele trabalhou na Escola Agrotécnica de Barbacena (MG), do Ministério da Agricultura, de 1948 a 1953. Em 2001, recebeu o título de professor emérito da Universidade.</p>
<p>Na revista “Estudos Avançados”, o intelectual participou de <a href="https://www.iea.usp.br/revista/autores/schnaiderman-boris" class="external-link">dois números</a>: publicou no número 23 “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40141995000100022&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Duas vozes diferentes em Memórias do Cárcere?</a>”; e, no número 32, no dossiê Rússia: Política e Cultura, escreveu o artigo “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40141998000100007&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Bakhtin, Murilo, prosa/ poesia</a>” e a <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40141998000100011&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">apresentação</a> da seleção “Poesias russas”, que teve sua curadoria e tradução.</p>
<p>Em 2012, seu trabalho foi objeto de análise no artigo “<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142012000300006&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Boris Schnaiderman: questões de tradução nas páginas de jornal</a>”, de autoria de Bruno Barretto Gomide, publicado no dossiê Tradução Literária, número 76 da “Estudos Avançados”.</p>
<p>Em setembro de 1989, Schnaiderman foi um dos conferencistas do seminário <i>O Tempo na Literatura</i>, realizado no IEA. Em maio de 1995, ele retornou ao Instituto para falar no encontro <i>Lições do Fim da II Guerra</i>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-19T20:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-estudos-avancados">
    <title>Temas de 'Estudos Avançados' 88 incluem dilemas ambientais, pré-sal e saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-estudos-avancados</link>
    <description>Lançamento da edição 88 da revista "Estudos Avançados", com o dossiê "Dilemas Ambientais e Fronteiras do Conhecimento I".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-88-1" alt="Capa da revista 'Estudos Avançados' 88" class="image-right" title="Capa da revista 'Estudos Avançados' 88" />A <a class="anchor-link" href="#sumário">edição 88</a> da revista "Estudos Avançados", lançada este mês, tem como destaque a primeira parte do dossiê "Dilemas Ambientais e Fronteiras do Conhecimento". Segundo o editor da publicação, Alfredo Bosi, a complexidade do conjunto de artigos "revela-se não só na variedade dos seus temas (clima, água, energia, consumo, terra, Amazônia), como na reflexão em torno de modos de pensar o contexto brasileiro que abraça cada um dos aspectos escolhidos". A nova edição está disponível na íntegra no site do <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420160003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a>.</p>
<p><span>O dossiê </span><span>foi organizado por Pedro Roberto Jacobi, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, e por Leandro Luiz Giatti, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.</span></p>
<p><span>São oito artigos de 16 pesquisadores de sete universidades do Brasil e do exterior: USP, Universidade Federal do ABC, Universidade Estadual de Londrina, Universidade Federal do Amazonas, Universidade de Michigan (EUA), Universidade de Alicante (Espanha) e Universidade da Patagônia (Argentina). </span></p>
<p>A intenção do dossiê, segundo os organizadores, é examinar: questões de interdisciplinaridade; nexos de sustentabilidade; fenômenos emergentes; complexidade e incertezas; o aprofundamento das inequidades; consumo, alimentação e sustentabilidade; e as relações entre as ciências, os saberes e as políticas.</p>
<p>Eles destacam na apresentação dos artigos que "se torna cada vez mais premente o reconhecimento da complexidade que implica a sustentabilidade, como, do mesmo modo, se exigem a produção e aplicação de saberes interdisciplinares em sinergia, comprometidos com o tecido conjunto das dimensões interconectadas dos sistemas socioambientais".</p>
<p>Com 318 páginas e preço de R$ 30,00, a edição conta também com outras três seções temáticas ("Medicina", "Crise e Projetos" e "Economia") e resenhas de obras de Celso Lafer, Emília Viotti da Costa e <span>Arcadio Díaz-Quiñones</span><span>. </span></p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>Um dos temas da seção "Medicina" é a modalidade de assistência médica chamada "cuidados paliativos". Considerada inovadora, esse tipo de assistência baseia-se no cuidado integral, através da prevenção e do controle de sintomas de doenças graves, conceito que se aplica também aos familiares do doente, cuidadores e equipe de saúde que o atende. As autoras são a jornalista e doutora em comunicação Ana Luiza Zaniboni Gomes e a terapeuta ocupacional Marília Bense Othero, doutoranda do Programa de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP</p>
<p>"A Geografia Social do Zika no Brasil" é o título do outro artigo da seção, escrito por dois professores da Universidade Emory, dos EUA: o historiador Jeffrey Lesser, ex-professor visitante do IEA, e o especialista em saúde pública Urien Kitron. Utilizando <span>métodos baseados em história, antropologia </span><span>e ecoepidemiologia, os autores mostram que a crise das infecções pelo vírus Zika faz parte do "histórico </span><span>da saúde no Brasil, com as relações muitas vezes tensas entre atores estatais e população".</span></p>
<p><span><strong>Crise, projetos e economia</strong></span></p>
<p><span>No texto de abertura da seção "Crise e Projetos", o </span><span>economista Paulo Nogueira Batista Jr., professor da FGV-SP e ex-professor visitante do IEA, explica os </span><span>objetivos e a forma de atuação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), criado pelos Brics, grupo formado por </span><span>Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Batista Jr. é vice-diretor do NBD e falou sobre a instituição em entrevista que concedeu em agosto ao professor Rubens Rogério Sawaya, da PUC-SP</span><span>.</span></p>
<p><span>A seção traz mais dois artigos: "</span>Pré-Sal e Petrobras <span>além dos Discursos e Mitos: D</span><span>isputas, Riscos e Desafios", de Ildo Sauer, vice-diretor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, e Larissa Araújo Rodrigues, doutora em energia pelo mesmo instituto; e "Ficha Limpa - Uma Lei a Defender?", de Chico Withaker, </span>membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz e um dos fundadores do <span>Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE).</span></p>
<p>A última seção temática é "Economia", com dois artigos. O primeiro é "Um Olhar Sistêmico <span>sobre a Crise Norte-Americana" de </span><span>Dante Pinheiro Martinelli, professor da FEA-RP, e dos doutores em economia </span><span>Christian Carvalho Ganzert e Leonardo Augusto Amaral Terra. </span><span>O outro é "Machado de Assis, Guarda-Livros?" de Isabel Cristina Sartorelli, da UFSCar, e Eliseu Martins, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. De acordo com os pesquisadores, "os achados da pesquisa permitem inferir que Machado </span><span>de Assis exerceu as funções de um guarda-livros, denominação dada a época para o que </span><span>hoje chamamos de contador".</span></p>
<p><span> </span><span>A edição 88 se completa com três resenhas: Pedro Meira Monteiro escreve sobre "</span>A Memória Rota - Ensaios <span>de Cultura e Política", de Arcadio Díaz Quiñones; </span><span> Alberto Venâncio Filho trata dos três volumes de "</span><span>Um Percurso </span><span>no Direito no Século XXI", de Celso Lafer; e Antônio David discorre sobre "A D</span><span>ialética Invertida e Outros Ensaios", de </span><span>Emília </span><span>Viotti da Costa.</span></p>
<p><strong><i style="text-align: justify; ">Revista "Estudos Avançados" 88, 318 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a revista ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">www.iea.usp.br/revista</a> ou com Edilma Martins (</i><i style="text-align: justify; "><a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a></i><i style="text-align: justify; ">), tel. (11) 3091-1675. A edição digital está na </i><i style="text-align: justify; "><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">SciELO</a></i></strong></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><a name="sumário"></a>SUMÁRIO DA EDIÇÃO 88</h3>
<p><strong><span>Dilemas Ambientais </span><span>e Fronteiras do Conhecimento I</span></strong></p>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Dilemas Ambientais <span>e Fronteiras do Conhecimento - </span><span><i>Pedro Roberto Jacobi e Leandro Luiz Giatti</i></span></li>
<li>Desastres Naturais: Convivência com o Risco - <i><span>Samia Nascimento Sulaiman </span><span>e Antonio Aledo</span></i></li>
<li>Adaptação Climática: Fronteiras <span>do Conhecimento para Pensar </span><span>o Contexto Brasileiro - </span><i><span>Gabriela Marques Di Giulio, </span><span>Ana Maria Bedran Martins </span><span>e Maria Carmen Lemos</span></i></li>
<li>O Nexo Água, Energia e Alimentos <span>no Contexto da Metrópole Paulista - </span><i><span>Leandro Luiz Giatti, Pedro Roberto Jacobi, </span><span>Ana Karina Merlin do Imperio Favaro </span><span>e Vanessa Lucena Empinotti</span></i></li>
<li>Transparência e a Governança das Águas - <i><span>Vanessa Lucena Empinotti, Pedro Roberto </span><span>Jacobi e Ana Paula Fracalanza</span></i></li>
<li>Consumo, um dos Dilemas <span>da Sustentabilidade - </span><span><i>Sílvia Helena Zanirato e Tatiana Rotondaro</i></span></li>
<li>Expansão Canavieira e o Uso da Terra <span>no Estado de São Paulo - </span><i><span>Marcia Regina Gabardo da Camara </span><span>e Carlos Eduardo Caldarelli</span></i></li>
<li>Amazônia Brasileira e Patagônia Argentina: P<span>lanos de Desenvolvimento </span><span>e Soberania Nacional - </span><span><i>Gonzalo Pérez Álvarez</i></span></li>
<li>Entre o Caribe e a Amazônia: H<span>aitianos em Manaus </span><span>e os Desafios da Inserção Sociocultural - </span><span><i>Sidney A. Silva</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div>
<div><strong>Medicina</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Cuidados Paliativos - <i><span>Ana Luisa Zaniboni Gomes </span><span>e Marília Bense Othero</span></i></li>
<li>A Geografia Social do Zika no Brasil - <span><i>Jeffrey Lesser e Uriel Kitron</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><strong>Crise e projetos</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Brics - Novo Banco de Desenvolvimento - <span><i>Paulo Nogueira Batista Jr.</i></span></li>
<li>Pré-Sal e Petrobras além dos Discursos <span>e Mitos: Disputas, Riscos e Desafios - </span><span><i>Ildo Sauer e Larissa Araújo Rodrigues</i></span></li>
<li>Ficha Limpa – Uma Lei a Defender? - <span><i>Chico Whitaker</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><strong>Economia</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Um Olhar Sistêmico <span>sobre a Crise Norte-Americana - </span><i><span>Christian Carvalho Ganzert, </span><span>Leonardo Augusto Amaral Terra </span><span>e Dante Pinheiro Martinelli</span></i></li>
<li>Machado de Assis, Guarda-Livros? - <span><i>Isabel Cristina Sartorelli e Eliseu Martins</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><strong>Resenhas</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Sobre "A Memória Rota - Ensaios de Cultura <span>e Política", de Arcadio Díaz-Quiñones - </span><span><i>Pedro Meira Monteiro</i></span></li>
<li>Celso Lafer - Estudos de Direito Público - <span><i>Alberto Venancio Filho</i></span></li>
<li>Impasse Teórico da Historiografia <span>segundo Emília Viotti da Costa - </span><span><i>Antônio David</i></span></li>
</ul>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-12T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades">
    <title>Em sua 93ª edição, “Estudos Avançados” reflete sobre o ensino de humanidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades</link>
    <description>Além de dossiê sobre o ensino de humanidades, há artigos sobre vida urbana e saúde, arte e cultura e uma homenagem ao economista Paul Singer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f9d48d4d-7fff-d22f-ce8f-49ea379f72fb"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-estudos-avancados-93/@@images/a264861c-632d-4ea5-9b50-5a6b15118a23.jpeg" alt="Capa Estudos Avançados 93" class="image-right" title="Capa Estudos Avançados 93" />A <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">93ª edição da revista “Estudos Avançados”</a> inaugura uma série de publicações focadas nos ensinos fundamental e médio. O dossiê principal deste número traz um conjunto de artigos sobre o ensino de humanidades, área do conhecimento escolhida para abrir a sequência. Além de ponderações sobre a conjuntura atual da educação brasileira, os textos apresentam reflexões sobre o ensino de filosofia, história, geografia, música, literatura e religião. A versão online da publicação está disponível na <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">íntegra no SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">A revista traz ainda três outras seções, com temas diversos. Na primeira, Vida urbana e saúde, quatro artigos buscam compreender como atributos ambientais e comportamentais das grandes cidades afetam a vida de seus habitantes. O segundo conjunto de textos, Artes e cultura, traz discussões abrangentes sobre o ensino superior de artes e reflexões sobre importantes obras do século passado. Por fim, a última seção homenageia o economista Paul Singer, morto em abril deste ano, com uma grande e expressiva entrevista realizada em 2016. Veja o <a class="anchor-link" href="#Sumário">sumário</a> da revista.</p>
<p dir="ltr"><span>Para o editor da revista, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi"><span>Alfredo Bosi</span></a><span>, as humanidades enfrentam uma situação paradoxal. “Ao mesmo tempo, assistimos a uma reflexão sobre os novos métodos propostos pela pedagogia e pelas didáticas específicas que abrem novos rumos ao magistério e enfrentamos uma depreciação das mesmas humanidades pelo pensamento tecnicista que se generalizou em órgãos burocráticos dentro e fora da Universidade”, atenta. Ele acredita que a intensa demanda por especialização gerada pelas revoluções industrial e tecnológica prejudicou o equilíbrio entre as ciências humanas e biológicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Este contexto, segundo Bosi, alimenta a necessidade de pensar o saber de modo holístico e problemático. Um ponto de partida, para ele, seria aplicar a filosofia como metodologia de de toda e qualquer modalidade do conhecimento. “O leitor encontrará artigos de docentes que vivem esse projeto tanto nas escolas públicas quanto em situações particulares, como é o caso do ensino de leitura junto a presidiários ou a tentativa bem-sucedida de introduzir o ensino de grego e latim para alunos do ensino fundamental”, comenta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No editorial, Bosi dedica a 93ª edição da revista a Paul Singer e Paulo Freire, que, segundo ele, “levaram seus ideais democráticos ao cerne da economia e da pedagogia dos oprimidos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê</strong></span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Ouça: <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/dossie-mostra-marginalizacao-do-ensino-de-humanidades/">Franklin Leopoldo e Silva, autor de um dos artigos da revista, em e<span>ntrevista ao programa de rádio Jornal da USP</span></a></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Entre 2012 e 2013, Ana Vieira Pereira participou de uma série de oficinas de escrita criativa e mediação de leitura no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. As experiências e os aprendizados de Pereira no período estão relatados no artigo </span><span><i>À margem — experiências de literatura com pessoas encarceradas</i></span><span>, que também compõe o dossiê principal. Segundo ela, o trabalho possibilitou a percepção da literatura e do contar da própria história como “mecanismos poderosos para a reorganização pessoal e a descoberta de novas formas dentro do campo da linguagem”.</span></p>
<p dir="ltr">No artigo<i> </i><i>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação</i>, Celso João Ferretti analisa criticamente a reforma promovida pelo Ministério da Educação em 2017. Os interesses políticos e econômicos da reestruturação, as disputas ideológicas que se apresentaram e os objetivos oficiais anunciados pelo governo Temer são alguns dos pontos tratados por Ferretti. Ele declara ainda ter conferido “especial atenção à flexibilização curricular e à concepção de qualidade da educação em que se baseia a reforma”.</p>
<p dir="ltr"><span>Paula da Cunha Corrêa, no artigo </span><span><i>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental</i></span><span>, apresenta uma exitosa experiência pedagógica conduzida a partir de 2013 na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Desembargador Amorim Lima. Usando o método </span><span><i>Minimus</i></span><span>, criado pela britânica Barbara Bell, Corrêa organizou a implementação de cursos de línguas clássicas — latim e grego — para alunos dos 4º e 7º anos da escola localizada na capital paulista. Segundo ela, além do ensino das línguas, o projeto leva aos alunos “diversos aspectos da cultura clássica: mitologia, história, política, teatro, poesia, música, arte e arquitetura”. O “Projeto Minimus” está em vigor até hoje e busca novas escolas para expandir sua área de atuação.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Outros temas</strong></span></p>
<p dir="ltr">Os dois primeiros textos da seção Vida urbana e saúde apresentam as consequências da violência e da falta de saneamento básico para a saúde da população periférica. Os dois últimos apresentam críticas e comentários sobre o livro <i><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva" class="external-link">Vida Urbana e Saúde — Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</a></i> (Editora Contexto, 2018), de autoria do médico e diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span>A metrópole e a saúde de seus habitantes</span><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro"><span>Helena Ribeiro</span></a><span> descreve e analisa os temas gerais abordados na obra de Saldiva. Segundo ela, o livro mostra, com clareza, “os problemas que a urbanização tem trazido para a saúde física e mental” dos moradores da grandes cidades.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já o articulista Fabio Angeoletto, no texto </span><span><i>Vida urbana e saúde</i></span><span>, ressalta que as problemáticas apresentadas por Saldiva não se resumem a São Paulo e outras metrópoles, mas a todas as cidades brasileiras. Para ele, a conclusão da leitura faz emergir uma mensagem clara, mas não explícita pelo autor: “As cidades, em sua complexidade, demandam planejamento, e as múltiplas formações acadêmicas e atores sociais precisam estar envolvidos nesse labor”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No corpo de sete autores da seção </span><span><i>Artes e cultura</i></span><span> há, entre outros, o ex-diretor do IEA, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann"><span>Martin Grossmann</span></a><span>, e duas professoras uspianas participantes da primeira edição do </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>Programa Ano Sabático</span></a><span> do IEA, de 2016: </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoad/daria-gorete-jaremtchuk"><span>Dária Jaremtchuk</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira"><span>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</span></a><span>. Os trabalhos nesta edição representam parte dos resultados de suas pesquisas no Instituto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jaremtchuk, no artigo </span><span><i>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra”</i></span><span>, discorre sobre o período de 10 anos que o pintor brasileiro passou nos Estados Unidos. Segundo ela, o tempo foi fundamental para que Nascimento reafirmasse “seu compromisso com a criação de obras alinhadas com a herança cultural africana”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span><i>Sobre conquistas e tensões</i></span><span>, por sua vez, Oliveira discute o surgimento de novas dinâmicas culturais ancoradas nas tecnologias de informação e comunicação. “O momento atual exige uma compreensão não simplificadora das inúmeras representações, contradições, vozes e dos silêncios que disputam a visibilidade na arena pública”, defende.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Paul Singer</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O último artigo da edição 93 da revista “Estudos Avançados” celebra o economista Paul Singer, que morreu no dia 16 de abril de 2018, aos 86 anos. Singer foi professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e integrante da primeira composição do Conselho Deliberativo (CD) do IEA, de 1987 a 1992. Nascido em Viena, capital da Áustria, foi o criador e maior defensor da “Economia Solidária”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo </span><span><i>Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática</i></span><span>, Cris Andrada e Egeu Esteves apresentam uma entrevista realizada com o economista no ano de 2016. Nela, Singer fala sobre sua migração para o Brasil, a juventude na São Paulo do pós-guerra, sua relação com o movimento sindical — com ênfase à participação na </span><span>Greve dos 300 mil</span><span> — e, notoriamente, sobre a Economia Solidária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Poucos reúnem grandeza intelectual, humildade genuína e uma profunda coerência entre o que escreve e o que pratica, como ele”, escrevem os autores. “Paul Singer não apenas refletiu sobre as violências do mundo do trabalho, como se dedicou a fazê-lo junto de trabalhadores, ombro a ombro, anos a fio.”<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Revista "Estudos Avançados" 93, 399 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a publicação ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista">www.iea.usp.br/revista</a> ou com Edilma Martins (<a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1675.</strong></i></p>
<p><a name="Sumário"></a></p>
<h3>Sumário</h3>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Ensino de Humanidades</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Limites e possibilidades do ensino de filosofia - <i>Franklin Leopoldo e Silva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Prefácio para a reedição de Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire - <i>Celso de Rui Beiseigel</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação - <i>Celso João Ferretti</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Reflexões sobre o aprendizado formal em Humanidades com base no projeto “Práticas de leitura e escrita acadêmicas” - <i><span>Marcus Sacrini</span><span> e </span><span>Valéria De Marco</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Os preteridos e os preferidos: sinal dos tempos da educação - <i><span>Ausonia Donato</span><span> e </span><span>Monique Borba Cerqueira</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Autobiografias do começo de uma aula - <i>Marcos Natali</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Leitura e escrita literárias no âmbito escolar: situação e perspectivas - <i>Neide Luzia de Rezende</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>À margem – experiências de literatura com pessoas encarceradas - <i>Ana Vieira Pereira</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental - <i>Paula da Cunha Corrêa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Reflexões sobre o ensino de História - <i>Circe Fernandes Bittencourt</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de História e seus conteúdos - <i>Antonia Terra de Calazans Fernandes</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O ensino da Geografia como prática espacial de significação - <i>Rafael Straforini</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O Estado e a educação religiosa: observações a partir da psicologia - <i>Geraldo José de Paiva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Considerações sobre o ensino de música no Brasil - <i>Antonio Carlos Moraes Dias Carrasqueira</i></p>
<p dir="ltr"><span><i><br /></i></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Vida urbana e saúde</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> “Caminhos da reforma sanitária”, revisitado - <i>Amélia Cohn</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Violência em favelas e saúde - <i><span>Ana Lydia Sawaya</span><span>, </span><span>Maria Paula de Albuquerque</span><span> </span><span>e Semiramis Martins Álvares Domene</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> A metrópole e a saúde de seus habitantes - <i>Helena Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>•</strong> Vida urbana e saúde - <i>Fabio Angeoletto</i></p>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Artes e cultura</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra” - <i>Dária Jaremtchuk</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Sobre conquistas e tensões - <i>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Os gigantes da montanha e o semblante do real - <i>Martha Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Walter Zanini e a formação de um sistema de arte contemporânea no Brasil - <i>Isis Baldini, Martin Grossmann, Pamela Prado e Vinicius Spricigo</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de Artes Visuais na Universidade - <i>Ana Mae Barbosa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> O que se espera de uma escola de arte hoje? - <i>Martin Grossmann</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Bophana e a persistência da memória - <i>Paulo Roberto Ramos</i></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Paul Singer</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática - <i>Cris Andrada e Egeu Esteves</i></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-97">
    <title>Nova edição de “Estudos Avançados” trata de sustentabilidade urbana e estudos históricos sobre a escravidão</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-97</link>
    <description>Número 97 da revista já está disponível para leitura online</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1be4ea1e-7fff-6ebb-e277-b690106d350c"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/revista/edicoes/nova-capa-da-revista-do-iea-97" alt="Nova capa da revista do IEA 97" class="image-right" title="Nova capa da revista do IEA 97" />Discussões acerca da sustentabilidade e do planejamento das cidades brasileiras e estudos históricos sobre a escravidão, especialmente no Brasil colonial, são os principais temas da edição 97 da <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">revista “Estudos Avançados”</a>, lançada este mês. A versão online já está <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420190004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">disponível na SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">Os artigos do primeiro dossiê, dedicado aos estudos urbanos, têm a participação de diversos pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA. Entre os temas, está uma análise dos padrões urbano-demográficos da capital paulista, com o objetivo, segundo os autores, de obter um melhor discernimento das singularidades da cidade. Um dos três pesquisadores que assinam o artigo é o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sergio Adorno</a>, que assina pela primeira vez a edição da revista, antes editada por <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/novo-editor-revista" class="external-link">Alfredo Bosi passa o cargo de editor da "Estudos Avançados" para Sergio Adorno</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-95" class="external-link">Futuro das universidades e degradação urbana e ambiental são temas de 'Estudos Avançados' 95</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-201cestudos-avancados201d-aborda-violencia-no-brasil-e-no-mundo" class="external-link">Revista “Estudos Avançados” resgata Goethe e aborda violência no Brasil e AL</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>A sustentabilidade urbana é outro tema presente neste bloco, com artigos tratando de inovações e estratégias de financiamento e desenvolvimento da gestão de cidades. Em um deles, “Sustentabilidade urbana: dimensões conceituais e instrumentos legais de </span><span>implementação”, os autores refletem sobre as maneiras de implementar, nas cidades brasileiras, políticas públicas que sigam os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) fixados pela Organização das Nações Unidas (ONU).</span></p>
<p dir="ltr">Há, ainda, artigos abordando florestas urbanas construídas pelo Estado e por ativistas e a tecnologia como aliada da sustentabilidade na solução de problemas do cotidiano e governança das cidades. <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do USP Cidades Globais, colaborou na elaboração destes dois artigos e também no que aborda a implementação dos ODS.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Escravidão</strong></span></p>
<p dir="ltr">O segundo dossiê foi inspirado no seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/escravidao-corpo-e-alma" class="external-link">Escravidão do Corpo e Escravidão da Alma: Igreja, Poder Político e Escravidão entre Atlântico e Mediterrâneo</a></i>, que ocorreu no IEA em abril e foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-de-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a>. Os artigos analisam a visão do missionário Padre Antonio Vieira sobre a escravidão e também a postura da Igreja Católica em relação à prática. Apesar de seu discurso redentor, a Igreja aceitou e integrou a escravidão em sua doutrina e em suas instituições, uma herança do Império Romano, onde foi constituída.</p>
<p dir="ltr">Um dos artigos, “Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade”, de <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoac/camila-loureiro-dias" class="external-link">Camila Loureiro Dias</a>, procura mostrar uma abordagem mais ampla da noção de escravidão na história brasileira e salientar como houve, além do tráfico de africanos, outras formas coloniais de exploração — envolvendo, por exemplo, os índios da região amazônica.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Literatura, Atualidades e Resenhas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A maneira pela qual o escritor Carlos Drummond de Andrade responde, em alguma de suas criações, ao contexto repressivo da ditadura militar brasileira é o tema de um dos ensaios da seção “Literatura” do novo número. Segundo o autor, Fabio Cesar Alves, a análise procura demonstrar como o poeta se viu obrigado a tratar, de forma cifrada, do terrorismo de Estado e das forças políticas de meados dos anos 1970.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na seção “Atualidades”, uma das discussões aborda os atos infracionais de adolescentes sob uma perspectiva que envolveria uma possível busca por reconhecimento. Segundo os autores, Alysson Assunção Andrade e Jacqueline de Oliveira Moreira, o ato infracional na juventude pode ser alimentado por um circuito de segregação e busca, por vezes fracassada, de reconhecimento. Outro artigo trata do cyberbullying e suas consequências para a saúde pública e os mecanismos para prevenir essa prática.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A seção “Resenhas” conclui a nova edição, com textos tratando da inserção internacional da Rússia e seu presidente, Vladimir Putin, e da autoficção do escritor Caio Fernando Abreu, entre outros.</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 97</span></h3>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<div id="_mcePaste"><strong>USP Cidades Globais</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Os padrões urbano-demográficos da capital paulista - <span><i>Marcelo Batista Nery, Altay Alves Lino de Souza e Sergio Adorno</i></span></li>
<li>Indicadores de desigualdade para financiamento urbano de cidades saudáveis - <span><i>Carlos Leite, Claudia Acosta, Tereza Herling, Ligia Barrozo e Paulo Saldiva</i></span></li>
<li>Sustentabilidade urbana: dimensões conceituais e instrumentos legais de <span>implementação - </span><i><span>Debora Sotto, Djonathan Gomes Ribeiro, Alex Kenya Abiko, Carlos Alberto Cioce </span><span>Sampaio, Carlos Arturo Navas, Karin Regina de Castro Marins, Maria do Carmo </span><span>Martins Sobral, Arlindo Philippi Jr. e Marcos Silveira Buckeridge</span></i></li>
<li>Um novo ecossistema: florestas urbanas construídas pelo Estado e pelos ativistas - <i><span>Erica Moniz Ferreira da Silva, Fabiano Bender, Márcio Luiz da Silva de Monaco, </span><span>Ana Katherine Smith, Paola Silva, Marcos Silveira Buckeridge, Paula Maria Elbl e </span><span>Giuliano Maselli Locosselli</span></i></li>
<li>Potencial do planejamento estratégico de longo prazo para o desenvolvimento das <span>cidades brasileiras - </span><span><i>Miguel Luiz Bucalem</i></span></li>
<li>Inovação urbana e recursos humanos para gestão de cidades sustentáveis - <i><span>Cláudia Terezinha Kniess, Alexandre de Oliveira e Aguiar, Diego de Melo Conti e </span><span>Arlindo Philippi Jr.</span></i></li>
<li>Tecnologias e sustentabilidade nas cidades - <i><span>Tatiana Tucunduva Philippi Cortese, Sonia Viggiani Coutinho, Maria da Penha </span><span>Vasconcellos e Marcos Silveira Buckeridge</span></i></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Escravidão do corpo e da alma</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>A escravidão nos sermões do Padre Antonio Vieira - <span><i>Alcir Pécora</i></span></li>
<li>Vieira em movimento: subjacências da distinção entre tapuias, tupis e negros - <span><i>Carlos Zeron</i></span></li>
<li>Escravidão do corpo e da alma em sermões brasileiros do século XVI ao XV - <span><i>Marina Massimi</i></span></li>
<li>Confraternidades negras na América portuguesa do setecentos - <span><i>Caio C. Boschi</i></span></li>
<li>Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade - <span><i>Camila Loureiro Dias</i></span></li>
<li>Infiéis em casa. Jesuítas e escravos muçulmanos (Nápoles e Espanha, século XVII) - <span><i>Emanuele Colombo</i></span></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Literatura</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Um país dentro da casa: o caráter político do espaço doméstico em três romances <span>brasileiros - </span><span><i>Simone Rossinetti Rufinoni</i></span></li>
<li>“Em cinza enxovalhada”: Drummond e a ditadura militar - <span><i>Fabio Cesar Alves</i></span></li>
<li>O decoro de uma cortesã - <span><i>Eliane Robert Moraes</i></span></li>
<li>A escrita como cena substitutiva da Pólis : memória, silêncio e testemunho em <span>Salinas Fortes - </span><span><i>Gilmário Guerreiro da Costa</i></span></li>
<li>Marx e a literatura em O capital - <span><i>Sandra Soares Della Fonte</i></span></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Atualidades</strong></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>A família e o direito humano à alimentação adequada e saudável - <i><span>Ana Lydia Sawaya, Anna Maria Peliano, Maria Paula de Albuquerque </span><span>e Semíramis Martins Álvares Domene</span></i></li>
<li>Reconhecimento e ato infracional na adolescência: reflexões iniciais - <span><i>Alysson Assunção Andrade e Jacqueline de Oliveira Moreira</i></span></li>
<li>Cyberbullying : família, escola e tecnologia como stakeholders - <span><i>Jorge Shiguemitsu Fujita e Vanessa Ruffa</i></span></li>
</ul>
</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Resenhas</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Putin e a inserção internacional da Rússia - <span><i>Lenina Pomeranz</i></span></li>
<li>Memórias do Cárcere no livro e na tela: <span>arte versus ditadura - </span><span><i>Erwin Torralbo Gimenez</i></span></li>
<li>Um olhar sobre a autoficção de Caio Fernando Abreu - <span><i>Cristiane Rodrigues de Souza</i></span></li>
<li>As múltiplas dimensões do poético - <span><i>Eduardo Veras</i></span></li>
<li><span>Uma “sociologia enraizada” do mistério - </span><span><i>Caio Moraes Reis</i></span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-05T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-apresenta-estrategias-para-aprimorar-a-qualidade-da-educacao-em-redes-municipais-da-regiao-metropolitana-de-ribeirao-preto">
    <title>Evento apresenta estratégias para aprimorar a qualidade da educação em redes municipais da Região Metropolitana de Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-apresenta-estrategias-para-aprimorar-a-qualidade-da-educacao-em-redes-municipais-da-regiao-metropolitana-de-ribeirao-preto</link>
    <description>Iniciativa marca abertura das atividades das cátedras Sérgio Henrique Ferreira e Instituto Ayrton Senna, sediadas no IEA-RP
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d363d6ed-7fff-e051-7299-75653002bd8c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/EstratgiasparaamelhoriadaeducaonaRegioMetropolitanadeRibeiroPreto1.png/@@images/0d6cd058-1a3b-4c8a-b6a5-92becc3f4fc1.png" alt="" class="image-left" title="" />A Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e a Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional promovem no dia 26 de fevereiro, a partir das 13h30, no </span><a href="https://maps.app.goo.gl/Nee9qVqXUF3bmtqUA"><span>Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span> a conferência “</span><span>Estratégias para a melhoria da educação na Região Metropolitana de Ribeirão Preto</span><span>”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente presencial e marca a abertura das atividades de ambas as cátedras, que são sediadas no IEA-RP, em 2026. As inscrições são gratuitas, voltadas a profissionais e pesquisadores da área da educação, e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/Ma3X2uLzhgKovcSN7"><span>neste link</span></a><span>. Os participantes receberão certificado de presença mediante assinatura de lista disponível no local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Participam como palestrantes a titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional, Maria Helena Guimarães de Castro, e o coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (Lepes), Luiz Scorzafave, que vão abordar o desenvolvimento de uma pesquisa sobre alfabetização. O docente da Universidade Federal da Bahia, Ivan Siqueira, também apresentará uma pesquisa que será realizada no âmbito da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, com o objetivo de desenvolver parâmetros interdisciplinares para a implementação da Educação Digital prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento terá ainda apresentações sobre o Dossiê Educação, um conjunto de artigos que integrou a edição 115 da Revista de Estudos Avançados do IEA, e sobre um aplicativo digital voltado a gestores de educação, com foco na geração de insights a partir de análises de dados educacionais para auxiliar em políticas de melhoria da qualidade do ensino.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/Nee9qVqXUF3bmtqUA"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> está localizado na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina, dentro do campus da USP Ribeirão Preto (Avenida Bandeirantes, 3900, Vila Monte Alegre). Mais informações sobre o evento: catedraiearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-shf/"><span>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</span></a><span> é uma iniciativa do IEA-RP financiada pelo Santander Universidades que mobiliza pesquisadores e instituições em torno da contribuição efetiva com políticas públicas em cidades de médio porte. Seu foco atual é a educação, integrando instituições e iniciativas locais para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Cátedra também desenvolve projetos com outros parceiros, como a B3 Social, a Fapesp e a Fundação Telefônica. Para saber mais informações sobre as atividades dela, inscreva-se no </span><a href="http://t.me/catedraiearp"><span>canal no Telegram</span></a><span>, no </span><a href="https://chat.whatsapp.com/Lof9I1e2470HQCrvy0DrGz"><span>grupo do Whatsapp</span></a><span> ou em </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeFTjK9nOrYO3F8LUNliEbrPOq0I4d9Us6I9ZdhkFZSTBx2qA/viewform"><span>nossa newsletter</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre a Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-ias/"><span>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional</span></a><span> é um espaço para debater o papel das avaliações no Brasil, seus diferentes modelos, formatos, técnicas e complementaridades. Além disso, é um núcleo de discussão sobre os usos dos dados e indicadores gerados por meio das avaliações, as inovações possíveis para aprimorar o que já é feito, incorporando novas abordagens. O trabalho inclui ainda realizar advocacy e buscar redes educacionais parceiras para a realização de projetos pilotos dentro dessa temática.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alfabetização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Aprendizagem</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Região Metropolitana de Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-26T15:51:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista94">
    <title>‘Estudos Avançados’ dedica dossiê ao ensino de ciências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista94</link>
    <description>A edição 94 da revista "Estudos Avançados" (setembro-dezembro/2018) dedica seu dossiê ao ensino de ciências no Brasil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-94" alt="Capa da revista 'Estudos Avançados' 94" class="image-right" title="Capa da revista 'Estudos Avançados' 94" />O ensino de ciências naturais, matemática e engenharia é o tema do dossiê da edição 94 da revista "<a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>", já disponível em versão impressa <span>(440 págs., R$ 30,00) </span>e <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">digital</a> no site da SciELO (Scientific Electronic Library Online).</p>
<p>O conjunto de textos segue o projeto da revista em aprofundar o conhecimento sobre o ensino médio e o superior tanto das humanidades (tema da <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">edição anterior</a>) quanto das ciências naturais e da matemática. De acordo com o editor de "Estudos Avançados", Alfredo Bosi, "a complexidade das questões sobre o que e como ensinar resulta evidente" ao examinar os textos publicados.</p>
<p>O dossiê conta com 21 artigos e a participação de 44 pesquisadores [veja <a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista94#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo]. Quinze textos estão subdivididos em minidossiês sobre química, geologia, matemática, biologia e física, elaborados com a colaboração, respectivamente, dos professores da USP Hernan Chaimovich, Umberto Cordani, Flavio Ulhoa Coelho, Marcos Buckeridge e Yvonne Mascarenhas. Há também um artigo sobre engenharia e cinco a respeito de questões gerais relativas ao ensino médio.</p>
<p>Nos textos gerais, os temas abordados são o papel dado às ciências naturais nas versões da Base Nacional Comum Curricular, o ensino via abordagem histórico-investigativa, o fim do modelo positivista na história das ciências, o uso de dispositivos móveis no aprendizado e o ensino médio como fecho de uma educação em crise.</p>
<p>Três artigos compõem o minidossiê sobre o ensino de física. São analisados o ensino e a aprendizagem da disciplina no ensino médio e a formação de seus professores, inclusive a continuada, "ainda sem procedimentos adequados e eficazes", segundo os autores) . O conjunto é completado por uma análise crítica da atual realidade do ensino da física: "<span>em crise, desatualizado, minimizado, desvalorizado", de acordo com o autor.</span></p>
<p>No que se refere à biologia, o dossiê contém artigo sobre as potencialidades do ensino por investigação, de forma a torná-lo mais significativo para os estudantes. Para isso, os autores articulam aspectos do consenso construtivista com os eixos da alfabetização científica. O outro artigo sobre a disciplina trata das peculiaridades do ensino de botânica e da importância da contextualização para um ensino de boa qualidade.</p>
<p>Os princípios para um currículo de química, como ela tem sido abordada nos exames vestibulares da Fuvest nos últimos 38 e como se dá a formação de seus professores no Brasil e no mundo são os temas do minidossiê sobre a disciplina.</p>
<p>O ensino de geociências na universidade e a importância de expandir <span>a área nos cursos de formação e capacitação de professores para a educação básica são discutidos em dois artigos </span></p>
<p>Em relação à matemática, os artigos discutem o ensino da disciplina nos anos iniciais de aprendizado, a formação dos professores, os materiais curriculares, as correlações da história da álgebra e do pensamento algébrico com o ensino e, de forma complementar, como a etnomatemática pode contribuir para a justiça social e a sustentabilidade.</p>
<p>O texto sobre engenharia apresenta a engenharia da complexidade como proposta de abordagem da área, quer seja no trabalho de concepção ou no de operação e considerando os pressupostos do pensamento complexo elaborados pelo pensador francês Edgar Morin.</p>
<p><strong>Humanidades</strong></p>
<p>A edição traz também outros quatro textos, que complementam, de alguma forma, o dossiê “Ensino de Humanidades”, publicado na edição anterior. Dois deles são dedicados ao pensamento teórico e à passagem pelo IEA como professor visitante do sociólogo peruano Aníbal Quijano, morto em maio aos 90 anos.</p>
<p>O historiador Carlos Guilherme Mota, primeiro diretor do IEA, relata em seu artigo as motivações para que ele e Adriana Lopez escrevessem o livro “História do Brasil. Uma Interpretação”, lançado em 2008 e já em sua quinta edição.</p>
<p>O conjunto tem ainda texto de Gonzalo Aguillar Cavallo sobre o conhecimento indígena tradicional a respeito da preservação da natureza e do patrimônio ambiental.</p>
<p><strong>Homenagem</strong></p>
<p>A edição é dedicada ao físico nuclear Ernst Hamburger (1933-2018), “infatigável difusor da história e das ciências dentro e fora da USP”, segundo Bosi. Hamburger foi um dos criadores do Laboratório de Demonstrações do Instituto de Física (IF) da USP e diretor da Estação Ciência, projeto (ora em reformulação) da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária.</p>
<p> </p>
<h3>
<hr />
<a name="sumario"></a>Sumário da edição 94</h3>
<p><strong>Editorial</strong></p>
<ul>
<li>Ensino de Ciências - <i>Alfredo Bos</i>i</li>
</ul>
<p><strong>Dossiê Ensino de Ciências</strong></p>
<ul>
<li><span>Ensino de Botânica: Conhecimento e Encantamento na Educação Científica - <i>Suzana Ursi, Pércia Paiva Barbosa, Paulo Takeo Sano </i>e<i> Flávio Augusto de Souza Berchez</i></span></li>
<li><span>Potencialidades do Ensino de Biologia por Investigação - <i>Daniela Lopes Scarpa </i>e<i> Natália Ferreira Campos</i></span></li>
<li><span>Ensino e Aprendizagem de Física no Ensino Médio e a Formação de Professores - <i>Anna Maria Pessoa de Carvalho </i>e<i> Lúcia Helena Sasseron</i></span></li>
<li><span>A Formação Continuada do Professor de Física - <i>Jesuína Lopes de Almeida Pacca </i>e<i> Alberto Villani</i></span></li>
<li><span>Uma Análise Crítica do Ensino de Física - <i>Marco Antonio Moreira</i></span></li>
<li><span>Dimensões a Considerar na Pesquisa com Dispositivos Móveis - <i>Marcelo Almeida Bairral</i></span></li>
<li><span>A Abordagem Histórico-Investigativo no Ensino de Ciências - <i>Renata F. M. Batista </i>e<i> Cibelle Cellestino</i></span></li>
<li><span>Ensino Médio - Etapa Conclusiva de uma Educação em Crise - <i>Luis Carlos de Menezes</i></span></li>
<li><span>Trajetória e Perspectivas para o Ensino de Matemática nos Anos Iniciais<i> - Cármen Lúcia Brancaglion </i>e<i> Adair Mendes Nacarato</i></span></li>
<li><span>Materiais Curriculares e Professores que Ensinam Matemática - <i>Jonei Cerqueira Barbosa</i> e <i>Andréia Maria Pereira de Oliveira</i></span></li>
<li><span>Conexões Extramatemáticas na Formação Inicial de Docentes - <i>Yuly Vanegas e Joaquín Giménez</i></span></li>
<li><span>A História da Álgebra e o Pensamento Algébrico: Correlações com o Ensino - <i>Flávio Ulhoa Coelho</i> e<i> Marcia Aguiar</i></span></li>
<li><span>Etnomatemática, Justiça Social e Sustentabilidade - <i>Ubiratan D'Ambrósio</i></span></li>
<li><span>Formação de Professores de Química no Brasil e no Mundo - <i>Carmen Fernandez</i></span></li>
<li><span>Princípios para o Currículo de um Curso de Química - <i>Flavio Antonio Maximiano</i></span></li>
<li><span>A Quimica no Vestibular Fuvest (1980-2018) - <i>Paulo Alves Porto</i></span></li>
<li><span>As Ciências da Natureza nas 1ª e 2ª Versões da Base Nacional Comum Curricular - <i>Maria Eunice Ribeiro Marcondes</i></span></li>
<li><span>A Arqueologia como Paradigma de Ciência Histórica e Interdisciplinar - <i>Astolfo Gomes de Mello Araujo</i></span></li>
<li><span>Ensino de Geociências na Universidade - <i>Umberto G. Cordani, Marcia Ernesto, Maria Assunção F. da Silva Dias, Elisabete de Santis B. G. Saraiva, Fernando F. de Alkmim, Carlos Alberto Mendonça</i> e <i>Rachel Albrecht</i></span></li>
<li><span>Perspectivas do Ensino de Geociências - <i>Marcia Ernesto, Umberto G. Cordani, Celso Dal Ré Carneiro, Maria Assunção F. da Silva Dias, Carlos Alberto Mendonça e Elisabete de Santis Braga</i></span></li>
<li><span>Por uma Dialética das Controvérsias: O Fim do Modelo Positivista na História das Ciências - <i>Gildo Magalhães</i></span></li>
<li><span>Engenharia da Complexidade em Edgar Morin - <i>José Roberto Castilho Piqueira</i></span></li>
</ul>
<p><strong>Textos</strong></p>
<ul>
<li>Conhecimentos Ecológicos Indígenas e Recursos Naturais: A Descolonização Inacabada - <i>Gonzalo Aguilar Cavallo</i></li>
<li>Aníbal Quijano e a Racionalidade Alternativa na América Latina: Diálogos com Mariátegui - <i>Deni Alfaro Rubbo</i></li>
<li>Aníbal Quijano (1930-2018), Institiuto de Estudos Avançados e o Contexgto Peruano - <i>Enrique Amayo Zevallos</i></li>
<li>Como e Por Que Escrevemos História do Brasil. Uma Interpretação - <i>Carlos Guilherme Mota</i></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>"Estudos Avançados" 94 (setembro-dezembro/2018), 440 págs, R$ 30,00. A assinatura anual (três edições) custa R$ 80,00. Mais informações: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">www.iea.usp.br/revista</a><strong>, </strong><a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br </a><strong>e telefone (11) 3091-1675.</strong></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-04T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-editor-revista">
    <title>Alfredo Bosi passa o cargo de editor da "Estudos Avançados" para Sergio Adorno</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-editor-revista</link>
    <description>Professor de literatura e crítico literário, Bosi assumiu a publicação no início de 1989 e ajudou a torná-la uma das revistas mais acessadas da SciELO. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Após 30 anos à frente da revista “<a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>”, o professor de literatura e crítico literário <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a> passa o cargo de editor da publicação para o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>. Professor titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenador científico do Núcleo de Estudos da Violência (NEV), também da USP, Adorno é membro do Conselho Deliberativo do IEA.</p>
<p>Criada em dezembro de 1987, a "Estudos Avançados" está em sua <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/noticias/revista-201cestudos-avancados201d-aborda-violencia-no-brasil-e-no-mundo" class="external-link">96ª edição</a>, a última assinada por Bosi. Ele assumiu o quadrimestral no número 5 e, em três décadas, foi fundamental para manter a revista entre as líderes de acesso na plataforma SciELO. Com mais de 4 milhões de <span>acessos no último ano, o </span><span>periódico tem como marca a publicação de artigos com proposições para políticas públicas, e a consolidação e publicação de dossiês, que cobrem um espectro amplo de temas específicos de diversas áreas do conhecimento.</span></p>
<p><span><br /></span></p>
<p><span><strong><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alfredo-bosi-3/image" alt="Alfredo Bosi 1" title="Alfredo Bosi 1" height="300" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Alfredo Bosi, editor da revista Estudos Avançados de 1989 a 2019</dd>
</dl>Alfredo Bosi</strong></span></p>
<p><span><span>Considerado um dos maiores críticos literários do Brasil, Bosi é professor titular aposentado de literatura brasileira na USP, ensaísta e integrante da Academia Brasileira de Letras. </span></span><span>Sua carreira acadêmica desenvolveu-se integralmente na Universidade de São Paulo, onde ingressou na então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em 1955, graduando-se em letras neolatinas. Ele se tornou docente em 1958, doutor em literatura italiana em 1964, livre docente em 1970 e professor titular em literatura brasileira em 1985, condição na qual se aposentou em 2006. </span></p>
<p><span> </span><span>Na USP, além de pesquisador e professor, Bosi foi diretor (1998 a 2001) e vice-diretor (1987 a 1997) do IEA. Nesse instituto, do qual é professor honorário, coordenou cátedras, grupos e comissões. </span></p>
<p><span>Alfredo Bosi realizou pesquisas nos Estados Unidos, como </span><i>fellow</i><span> da John Simon Guggenhein Memorial Foundation (EUA) em 1986, e na França, onde foi pesquisador do Institut des Textes et des Manuscrits Modernes (França) durante três meses em 1990. Ocupou a Cátedra Brasileira de Ciências Sociais Sérgio Buarque de Holanda da Maison des Sciences de l’Homme em 2003 e foi professor convidado da École des Hautes Études en Sciences Sociales em 1993, 1996 e 1999.</span></p>
<p><span><br /></span></p>
<p><span><strong><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-adorno-2/image" alt="Sérgio Adorno 1" title="Sérgio Adorno 1" height="300" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Sérgio Adorno, que assume a edição da Estudos Avançados</dd>
</dl>Sérgio Adorno</strong></span></p>
<p><span>Graduado em ciências sociais pela USP, com doutorado em sociologia pela mesma universidade e pós-doutorado pelo Centre de Recherches Sociologiques sur le Droit et les Institutions Pénales, na França, Sérgio Adorno é professor titular em sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (<span>FFLCH)</span> da USP, da qual foi diretor de 2012 a 2016, e coordenador científico do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP desde 1990.</span></p>
<p>Na Capes, foi representante de área de Ciências Humanas/Sociologia (2004-2010), membro do Conselho Técnico-Científico (2004-2010) e do Conselho Superior (2007-2010); no CNPq, integrou o Conselho Deliberativo (2016-2019) como membro titular. Em 2008, foi homenageado na classe de comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.</p>
<p>Adorno coordenou a Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância, sediada no IEA até 2015, e integrou o Conselho Editorial da Revista USP de 2010 a 2016. Também f<span>oi presidente da Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação (ANDHEP), de 2002 a 2008. </span></p>
<p><span> Seus temas de pesquisa são violência, direitos humanos, criminalidade urbana, controle social e conflitos sociais.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/sai">
    <title>Saúde e Nutrição - Lançamento de Estudos Avançados nº 78  - 13 de setembro de 2013</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-13T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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