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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 261 to 275.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cop30-reflexoes-e-desafios">
    <title>COP30: Reflexões e Desafios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cop30-reflexoes-e-desafios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Por ocasião da COP30 sobre mudanças climáticas, que ocorrerá em Belém, a Revista USP reuniu, <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/revistausp/revista-usp-147-usp-e-a-cop30/">no número 147</a>, vários pesquisadores que produziram textos reflexivos sobre essa reunião multilateral. O evento visa apresentar os trabalhos que foram organizados em duas mesas de discussão.</p>
<p>A primeira tratará do contexto político internacional e científico sobre as mudanças climáticas. Na mesa a seguir, serão apresentados temas complexos que resultam do aquecimento global em suas dimensões urbanas, seus reflexos sistêmicos e na governança política e social da crise que assola a população mais vulnerável aos efeitos das alterações do clima.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-31T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ciclo-debates-socioambientais-cop-30">
    <title>Ciclo de Debates Socioambientais Rumo à COP30 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ciclo-debates-socioambientais-cop-30</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em face dos desafios e da complexidade inerentes ao enfrentamento das mudanças climáticas, torna-se crucial a construção de alianças estratégicas que impulsionem posicionamentos relevantes na agenda climática global. Essa necessidade se intensifica diante do desafio de sediar a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) em Belém do Pará. Este evento é uma parceria entre o grupo Meio Ambiente e Sociedade do Instituto de Estudos Avançados (IEA/ USP), a Associação Nacional de Pós-Graduação em Ambiente e Sociedade (ANPPAS), a Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO).Nesse contexto, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Ambiente e Sociedade (ANPPAS), a Sociedade Brasileira de Economia Ecológica (ECOECO) e o grupo Meio Ambiente e Sociedade do Instituto de Estudos Avançados uniram forças para a realização do ciclo <i>Debates Socioambientais rumo à COP30</i> sobre finanças climáticas. O objetivo dessa iniciativa é subsidiar a discussão de propostas e recomendações da comunidade científica para o avanço da agenda climática no país e no mundo. Essa parceria estratégica representa um passo importante na construção de um diálogo qualificado e na busca por soluções inovadoras para a governança da ação climática.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-07T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Coleção</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/ciclo-urbano-da-agua-e-a-emergencia-climatica-21-05-2025">
    <title>Ciclo Urbano da Água e a Emergência Climática - 21/05/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/ciclo-urbano-da-agua-e-a-emergencia-climatica-21-05-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-02-09T14:32:24Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/a-plausibilidade-de-futuros-climaticos-e-os-desafios-para-a-adaptacao-sustentavel-as-mudancas-climaticas-13-11-2024">
    <title>A Plausibilidade de Futuros Climáticos e os Desafios para a Adaptação Sustentável às Mudanças Climáticas - 13/11/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/a-plausibilidade-de-futuros-climaticos-e-os-desafios-para-a-adaptacao-sustentavel-as-mudancas-climaticas-13-11-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-18T20:22:35Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/plausibilidade-futuros-climaticos">
    <title>A Plausibilidade de Futuros Climáticos e os Desafios para a Adaptação Sustentável às Mudanças Climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/plausibilidade-futuros-climaticos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Muitos países, comunidades e atores sociais em todo o mundo estão enfrentando inúmeros desafios para lidar com os impactos e riscos relacionados às mudanças climáticas. A adaptação às mudanças climáticas de forma sustentável envolve um enorme esforço coletivo e não têm acontecido de forma sistemática. O relatório <a href="https://www.transcript-verlag.de/978-3-8376-7081-3/hamburg-climate-futures-outlook-2024/?c=311000239"><i>Hamburg Climate Futures Outlook 2024: Conditions for Sustainable Climate Change Adaptation</i></a> oferece uma avaliação sistemática e global da plausibilidade de um futuro de neutralidade climática e de condições-chave para a adaptação sustentável às mudanças climáticas, avaliando dinâmicas sociais da descarbonização da economia/sociedade, bem como dinâmica físicas relacionadas à variabilidade climática e eventos extremos climáticos regionais. Por meio de nove estudos de caso em todo o mundo, incluindo São Paulo-SP, o documento fornece uma avaliação sobre as principais barreiras e oportunidades para a adaptação sustentável às mudanças climáticas.</p>
<p>Esta mesa redonda busca discutir os principais resultados desta publicação interdisciplinar e internacional coordenada por pesquisadores do <a href="https://www.cliccs.uni-hamburg.de/">Centro de Excelência “Climate, Climatic Change, and Society” (CLICCS)</a>, Alemanha.</p>
<p>O evento é organizado pelo grupo de pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP) em colaboração com o laboratório teuto-brasileiro <a href="https://www.klimapolis.net/">KLIMAPOLIS</a>, no contexto da conferência <a class="external-link" href="https://labitaim2015.wixsite.com/spmeeting2024/pt">“São Paulo Meeting 2024: Climate Change – The Challenge of Global Cooperation for Urban Adaptation”</a>.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-goncalves-gresse" class="external-link">Eduardo Gonçalves Gresse</a> (<span>Universität Hamburg</span><span>/IEA-USP)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-di-giulio" class="external-link">Gabriela Di Giulio</a> (FSP/IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-duarte" class="external-link">Denise Duarte</a> (FAU-USP)</p>
<p><span><span><span id="docs-internal-guid-e5dd92c5-7fff-c07c-f641-53f11c18aa73"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-lucia-vieira-ceneviva" class="external-link">Laura Ceneviva</a> (SVMA)</span></span></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-luiz-sobral-anelli" class="external-link">Renato Anelli</a> (FAU-EPM)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (IEE/IEA-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><b> </b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-21T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/membro-de-grupo-do-iea-e-contemplado-com-premio-do-cnpq">
    <title>Membro de grupo do IEA é contemplado com prêmio do CNPq</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/membro-de-grupo-do-iea-e-contemplado-com-premio-do-cnpq</link>
    <description>Professor titular do Instituto de Física da USP, Paulo Eduardo Artaxo Netto foi o vencedor da edição 2016 do prêmio “Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia”, na área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias, concedido pelo CNPq.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Da assessoria de imprensa da USP</i></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-artaxo-netto" alt="Paulo Artaxo Netto" class="image-right" title="Paulo Artaxo Netto" />O professor titular do Departamento de Física Aplicada do Instituto de Física da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-eduardo-artaxo-netto" class="external-link">Paulo Eduardo Artaxo Netto</a>, foi o vencedor da edição 2016 do prêmio “Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia”, na área de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Artaxo Netto é membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p>Instituído em 1981, o Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia é uma parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, do CNPq, da Fundação Conrado Wessel e da Marinha do Brasil, e constitui reconhecimento e estímulo a pesquisadores e cientistas brasileiros que venham prestando relevante contribuição à ciência e à tecnologia do país.</p>
<p>Anualmente, é atribuído ao pesquisador que tenha se destacado pela realização de obra científica ou tecnológica de reconhecido valor para o progresso de sua área. É concedido, em sistema de rodizio, a uma das três grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes; e Ciências da Vida.</p>
<p>Artaxo é graduado em Física, mestre em Física Nuclear e doutor em Física Atmosférica, todos pela USP. Trabalhou na Nasa (Estados Unidos), nas Universidades de Antuérpia (Bélgica), Lund (Suécia) e Harvard (Estados Unidos). Atua na área de física aplicada a problemas ambientais, principalmente nas questões relacionadas a mudanças climáticas globais, meio ambiente na Amazônia, física de aerossóis atmosféricos e poluição do ar urbana.</p>
<p>É membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciências dos países em desenvolvimento (TWAS) e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. É membro da equipe do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas  (IPCC) que foi agraciada com o Prêmio Nobel da Paz em 2007, além de integrar outros sete painéis científicos internacionais.</p>
<p>Em 2007, recebeu o prêmio de Ciências da Terra da TWAS e o Prêmio Dorothy Stang de Ciências e Humanidades, outorgado pela Câmara Municipal de São Paulo. Em 2009, foi agraciado com o título de Doutor em Filosofia Honoris Causa pela Universidade de Estocolmo, na Suécia. Em 2010, recebeu o prêmio Fissan-Pui-TSI da International Aerosol Research Associations. No mesmo ano, também foi agraciado com a Ordem do Mérito Científico Nacional, na qualidade de comendador, e o prêmio USP Destaque 2010, por ser o pesquisador da USP com o maior número de acessos às suas publicações.</p>
<p>A cerimônia de premiação será realizada no próximo dia 4 de maio, às 18h, no Auditório da Escola Naval do Rio de Janeiro.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-14T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/biomonitoramento-humano-como-podemos-usar-nossos-corpos-para-monitorar-a-exposicao-quimica-21-de-novembro-de-2016">
    <title>Biomonitoramento Humano: Como Podemos Usar nossos Corpos para Monitorar a Exposição Química - 21 de novembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/biomonitoramento-humano-como-podemos-usar-nossos-corpos-para-monitorar-a-exposicao-quimica-21-de-novembro-de-2016</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016">
    <title>A Governabilidade do Nexo Urbano - 23 de novembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-23T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/x-seminario-de-manejo-integrado-3-de-junho-de-2016">
    <title>X Seminário de Manejo Integrado - 3 de junho de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/x-seminario-de-manejo-integrado-3-de-junho-de-2016</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/transparencia-na-governanca-da-agua-no-brasil-27-de-abril-de-2016">
    <title>Transparência na Governança da Água no Brasil - 27 de abril de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/transparencia-na-governanca-da-agua-no-brasil-27-de-abril-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-27T03:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/em-novo-livro-ze-pedro-costa-traca-um-panorama-historico-das-florestas-brasileiras">
    <title>Em novo livro, Zé Pedro Costa traça um panorama histórico das florestas brasileiras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/em-novo-livro-ze-pedro-costa-traca-um-panorama-historico-das-florestas-brasileiras</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7ec9a93b-7fff-2eda-db6d-021da73d9eb2"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><i><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-capa-do-livro-uma-historia-das-florestas-brasileiras.png" alt="Capa do livro - Uma História das florestas brasileiras" class="image-right" title="Capa do livro - Uma História das florestas brasileiras" />Uma história das florestas brasileiras</i></span><span> apresenta um panorama das etapas da ocupação do território brasileiro a partir da derrubada de sua vegetação original. </span><a href="https://grupoautentica.com.br/autentica/livros/uma-historia-das-florestas-brasileiras/2119"><span>Em pré-venda</span></a><span>, o livro de autoria de</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa"><span> Zé Pedro de Oliveira Costa</span></a><span>, vice-coordenador do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação, é publicado pela editora Autêntica e estará disponível a partir de 19 de agosto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A expansão econômica do Brasil se deve, principalmente, à exploração de recursos naturais. Neste livro, Zé Pedro aborda desde a derrubada das matas litorâneas para a implantação dos canaviais, no século 16, até a acelerada destruição da floresta amazônica no século 20, chegando à "fúria destrutiva crescente" do século 21.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O autor busca analisar algumas questões como, por exemplo, se o suposto desenvolvimento imposto desde a colonização tem trazido vantagens econômicas e sociais para a maioria da população no longo prazo e, ainda, a quem cabe impedir que a ocupação do território seja feita de forma cada vez mais agressiva ao meio ambiente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao mesmo tempo que aponta caminhos para um futuro ecologicamente promissor – no qual </span><span> </span><span>intervenções à natureza serão realizadas "com respeito aos indígenas, à fauna, à flora e às comunidades tradicionais que habitam, trabalham e vivem das matas" –, o autor alerta sobre as consequências da devastação, as quais serão irreversíveis se não houver ações imediatas de preservação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A obra traz depoimentos de Drauzio Varella, Fernando Gabeira, Sonia Braga e Fabio Feldmann. Com capa assinada por Sebastião Salgado, tem mais três fotos de sua autoria que ilustram desde o dia a dia dos povos indígenas à exuberância das matas brasileiras.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>O autor</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Zé Pedro é professor aposentado da Universidade de São Paulo, foi o primeiro secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e, por duas vezes, secretário nacional de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente. No IEA, é vice-coordenador do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas"><span>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</span></a><span> e integra o </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade"><span>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</span></a><span>.</span></p>
<p><span>É graduado em arquitetura e urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1968), mestre em planejamento ambiental pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, EUA (1979), e doutor em arquitetura e urbanismo pela USP (1987). Escreveu "</span><span>Aiuruoca"</span><span> (Edusp), "</span><span>Circumscapes &amp; Promenades"</span><span> (UCB) e "</span><span>Desenhos Musicados"</span><span> (Massao Ohno), entre outros livros e artigos.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-02T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pacto-de-governanca-integrada-para-a-sustentabilidade-das-metropoles-1">
    <title>Pacto de governança integrada para a sustentabilidade das metrópoles</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pacto-de-governanca-integrada-para-a-sustentabilidade-das-metropoles-1</link>
    <description>Para gestores, sociedade civil organizada tem papel fundamental para metas de desenvolvimento e medidas de adaptação às mudanças climáticas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poluicao-atmosferica" alt="Poluição Atmosférica" class="image-inline" title="Poluição Atmosférica" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O calendário para corrigir os danos causados pelo aquecimento climático global será o grande desafio da COP 21</strong>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sem um pacto de governança integrada e sem a participação da sociedade civil organizada, não será possível estabelecer nas grandes cidades brasileiras metas de desenvolvimento e nem medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas globais. Essa foi a mensagem dos gestores públicos que participaram do debate <i>As Mudanças Climáticas e as Megacidades: Mobilidade Sustentável, Saúde Pública e Planejamento do Crescimento, </i>no dia 19 de novembro no IEA.</p>
<p>Esse foi o 4º encontro da série organizada pelo <a href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php" target="_blank">Incline (Núcleo de Apoio a Pesquisa sobre Mudanças Climáticas</a>) da USP e o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. O ciclo <i>A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris – Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades</i> vem acontecendo desde setembro e já tratou dos temas <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politica-estrategica-de-longo-prazo-para-questoes-da-agua-e-do-clima" class="external-link">água</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-se-dividem-na-avaliacao-das-metas-de-reducao-das-emissoes-do-brasil" class="external-link">energia </a>e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/restricoes-no-uso-da-terra-permitirao-ao-pais-alcancar-metas-de-emissoes" class="external-link">segurança alimentar.</a></p>
<p>As exposições sobre o tema megacidades reuniram no IEA alguns exemplos de políticas públicas para mitigação e adaptação às mudanças climáticas globais que estão em andamento em três cidades brasileiras. A coordenação do debate foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tomas-alvim">Tomas Alvim</a>, da <a href="http://arqfuturo.com.br/" target="_blank">Arq.Futuro</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-firmino-pereira">Luiz Firmino Pereira</a>, superintendente de Planejamento Metropolitano da Secretaria de Governo do Estado do Rio de Janeiro, falou sobre o pacto pelo saneamento e para a eliminação dos lixões que vem sendo implantado na capital carioca.</p>
<p>Engenheiro civil e atual secretário de Planejamento e Coordenação Geral do governo do Estado do Paraná, além de ex-prefeito de Maringá por dois mandatos (2005-2012), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-barros">Silvio Barros</a> mostrou como uma parceria da sociedade civil organizada, iniciada com o Movimento Repensando Maringá, vem impulsionando o desenvolvimento estratégico daquele município e de sua região metropolitana.</p>
<table class="tabela-esquerda-400-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado:</h3>
<p><strong>Ciclo</strong><strong><br /><strong>A CAMINHO DA</strong> COP 21</strong></p>
<p><strong><i>1º debate — As Mudanças Climáticas e a Crise Hídrica</i></strong></p>
<p>Midiateca — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico-30-de-setembro-de-2015">fotos</a></p>
<p>Notícia — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politica-estrategica-de-longo-prazo-para-questoes-da-agua-e-do-clima">Política estratégica de longo prazo para questões da água e do clima</a>"</p>
<p><strong><i>2º debate — Energia e Mudanças Climáticas</i></strong></p>
<p>Midiateca — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/esperando-video-as-mudancas-climaticas-e-a-matriz-energetica-ciclo-tematico">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-matriz-energetica-ciclo-tematico-08-de-outubro-de-2015">fotos</a></p>
<p>Notícia — <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-se-dividem-na-avaliacao-das-metas-de-reducao-das-emissoes-do-brasil" class="external-link">Especialistas se dividem ao avaliar as metas de redução das emissões do Brasil</a></p>
<p><strong><i>3º debate — As Mudanças Climáticas e a Segurança Alimentar</i></strong></p>
<p>Midiateca — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-a-seguranca-alimentar-ciclo-tematico-14-de-outubro-de-2015">fotos</a></p>
<p>Notícia — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/restricoes-no-uso-da-terra-permitirao-ao-pais-alcancar-metas-de-emissoes">Restrições no uso da Terra podem permitir ao país alcançar as metas de emissões</a>"</p>
<p><i>4º debate - <i>As Mudanças Climáticas e as Megacidades</i></i></p>
<p>Midiateca - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-ciclo-tematico" class="external-link">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015" class="external-link">fotos</a></p>
<p>Notícia — "<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/o-impacto-das-mudancas-climaticas-nas-megacidades" class="external-link">O impacto das mudanças climáticas nas megacidades</a>"</p>
<hr />
<br /><strong>Outro evento</strong><strong> </strong>—<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario"> Las as Negociaciones Climáticas de París 2015 y el Futuro del Clima Planetario</a> – conferência de José Luis Lezama (Colegio de México)<br /> 
<ul>
<li> <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario">vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/las-negociaciones-climaticas-de-paris-2015-y-el-futuro-del-clima-planetario-17-de-setembro-de-2105">fotos</a></li>
</ul>
<hr align="left" size="2" width="100%" />
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-clima"><i><br />Outras notícias sobre o tema</i></a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lauro-pinotti" class="external-link">Lauro Pinotti,</a> arquiteto e presidente do Instituto de Planejamento e Pesquisas de Piracicaba (IPPLA), falou da Agenda 21 do município de Piracicaba e das medidas que vêm redirecionando o crescimento da economia local e buscando eixos de mobilidade no município, apesar das dificuldades de harmonização no campo político.</p>
<p><strong>Adensamento</strong></p>
<p>“Já está comprovado que o adensamento populacional traz ganho econômico e promove o desenvolvimento sócio-espacial. O tempo e o dinheiro gasto com transportes em grandes distâncias percorridas no perímetro urbano ainda são um grande desafio não só em Piracicaba, mas na grande maioria das cidades brasileiras. O pior é que as pequenas cidades seguem o mau exemplo de expansão do território que gera tantos problemas nas metrópoles”, disse Pinotti.</p>
<p>Segundo o gestor, Piracicaba vem buscando promover a centralidade nas macrorregiões, levando oferta de empregos e serviços em determinadas localidades. “Um grave problema é que o município possui um perímetro muito grande e fica difícil conter a expansão. O aumento da área urbana não corresponde ao aumento da população”, disse.</p>
<p>As alterações no plano diretor pretendem contemplar um reposicionamento das instituições e dos equipamentos públicos, buscar as vocações setoriais de cada macrorregião, o redesenho de áreas verdes e a exploração do potencial de parques lineares, entre outras medidas, segundo o presidente do IPPLA.</p>
<p>Mas ainda há o desafio de governança. “Questões políticas com o governo local ainda continuam inviabilizando qualquer iniciativa de planejamento de médio e longo prazo”, disse Pinotti.</p>
<p><strong>Mobilidade</strong></p>
<p>A expansão territorial na cidade do Rio de Janeiro é tão severa que as distâncias lineares na cidade chegam a 110 quilômetros de distância. Em 12 anos, estará esgotado o solo disponível no perímetro urbano, disse o superintendente de Planejamento Metropolitano da Secretaria de Governo do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Firmino disse que os cidadãos sofrem as consequências de adotar o “modelo automóvel”. O desenho de linhas de trens já chegou a atender 1,4 milhão de habitantes ao dia, mas agora atende a 800 mil habitantes ao dia, numa cidade em que 75% dos empregos estão na zona central, comparou.</p>
<p>“Infelizmente, as pessoas cultuam uma mentalidade de entrar numa condução na porta do condomínio e descer na porta do emprego, mesmo que levem duas ou até três horas no trânsito. Não há o hábito de troca de modais, como em cidades desenvolvidas, em que as pessoas usam diferentes tipos de transportes para chegar ao destino”, disse.</p>
<p>Promover a oferta de empregos fora do centro é uma medida que a cidade vem buscando para incentivar o adensamento, ou a centralidade em macrorregiões, disse Firmino. O mote do programa “Onde o emprego vai morar” está tentando encontrar saídas para rever a acessibilidade e a estrutura logística no Rio, disse.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mobilidade-urbana-e-congestionamento/@@images/e06f2cbd-4fc8-4c8f-bc28-69e448b46aed.jpeg" alt="Mobilidade urbana e congestionamento" class="image-inline" title="Mobilidade urbana e congestionamento" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Modelo de transporte privado e má distribuição da oferta de emprego comprometem mobilidade urbana.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A mobilidade e o ordenamento do território são dois dos cinco temas prioritários incluídos no plano metropolitano do Rio. O saneamento básico, os tratamentos do lixo e da água são um terceiro eixo, seguido de comunicação digital e mudanças climáticas ligadas à resiliência da metrópole, disse.</p>
<p>Segundo o gestor, 94% dos lixões já foram desativados no Rio e os pequenos municípios da região metropolitana estão recebendo incentivos como a redução de impostos para que isso ocorresse.</p>
<p>O superintendente acredita que o saneamento básico pode ser “a grande liga” para por em funcionamento o processo de governabilidade e de governança integrada nas metrópoles.</p>
<p>“É preciso cruzar subsídios entre governos e prefeituras para dar conta desse grande desafio. Os custos para a recuperação da Baia de Guanabara, por exemplo, envolvem algo como 20 bilhões de Reais. Sua recuperação deve ser um plano de Estado e não de governo”, ressaltou.</p>
<p>Os 8 milhões de habitantes do entorno da Baia de Guanabara contam com uma taxa de tratamento de esgoto de apenas 30%, estimou Firmino. “O dado oficial informa que existe 70% de coleta e tratamento. Mas isso é falho porque afastamento do esgoto não significa tratamento”, disse.</p>
<p>Para o superintendente, “os prefeitos precisam entender que buscar a governabilidade não é perder poder e sim ganhar”. Lembrou que os governantes devem superar a visão de político e de mandato e começar a enxergar programas de Estado.</p>
<p>“Um consórcio de prefeituras no Rio de Janeiro vem alcançando grande sucesso. Não há um candidato a prefeito que não mencione seu compromisso com o consórcio”, disse.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/as-mudancas-climaticas-e-as-megacidades-19-de-novembro-de-2015/tomas-alvim-silvio-barros-luiz-firmino-pereira-e-lauro-pinotti/@@images/a1e94ff4-2e66-4a2a-a552-d5f37135e7cd.jpeg" alt="Tomas Alvim, Silvio Barros, Luiz Firmino Pereira e Lauro Pinotti" class="image-inline" title="Tomas Alvim, Silvio Barros, Luiz Firmino Pereira e Lauro Pinotti" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.:<span>Tomas Alvim, Silvio Barros, Luiz Firmino Pereira e Lauro Pinotti.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“As pessoas e os gestores precisam estar dispostos a investir tempo e dinheiro na cidade e estar apaixonados por ela, a fim de viabilizar o desenvolvimento e reverter as vulnerabilidades em oportunidades”, disse o ex-prefeito de Maringá.</p>
<p>Silvio Barros lembrou a iniciativa de diferentes segmentos empresariais e entidades locais que a partir de 1990 iniciaram o Movimento Repensando Maringá. O movimento culminou com a criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem). Criado em 1997, o organismo é responsável pela gestão do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e formula políticas que influenciam nos rumos do futuro da cidade.</p>
<p>O secretário de Planejamento e Coordenação Geral do governo do Estado do Paraná lembrou que para existir governabilidade, o poder público precisa ser legítimo, mas a legitimidade vem do interesse coletivo e não de grupos de interesse.</p>
<p>“Estamos cansados de ver nas mídias exemplos de boas práticas que não são praticadas ou não são replicadas. Cabe à gestão pública criar mecanismos para que elas aconteçam. Mas sem a parceria da sociedade civil organizada, não vejo saída para que isso aconteça”, disse Barros.</p>
<p>Em Maringá, o IPTU já é progressivo. O Plano Diretor também prevê que os novos loteamentos sejam obrigados a construir espaços de ciclovias e ciclo faixas.</p>
<p>Segundo o secretário, todos precisam estabelecer uma relação com a sustentabilidade. “A sociedade deve entender que tratar desses problemas não tem a ver só com governos ou municípios. Tem a ver comigo, com você, com cada um. O que não fizermos para adaptação às mudanças climáticas, vamos pagar de uma outra forma na outra ponta”, ressaltou.</p>
<p>A sociedade civil organizada de Maringá está olhando para o futuro, disse Barros. “Foi feito um Master Plan para desenvolvermos as potencialidades do território. Mapeamos as atividades que sustentam a base econômica da região e descobrimos vocações naturais, vulnerabilidades e oportunidades para inovação”.</p>
<p><strong>Pacto global</strong></p>
<p>Para especialistas de questões climáticas, o fato de 164 países terem apresentado seus planos nacionais de redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) sinaliza que um número sem precedentes de países já começaram a implementar políticas climáticas a nível nacional.</p>
<p>Nos iNDCs apresentados ao Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), muitos países incluíram ações no domínio da terra e florestas, caso do Brasil. O REDD + é mencionado em diferentes contextos, na sua maioria em países tropicais, segundo Stephen Leonard, presidente da organização não-governamental <a class="external-link" href="http://climatejustice.org.au/about/">Climate Justice Programme</a>, da Austrália.</p>
<p>Apesar das medidas dos governos locais, o planeta continua sua trajetória de aquecimento global além dos limites de segurança. As avaliações das iNDCs mostram que o mundo deverá ultrapassar a meta de 2 graus centígrados para este século, com estimativas de alcançar entre 2,7 e 3,5 graus de aquecimento até 2100.</p>
<p>A devastação social e ambiental ao redor do mundo já vem sendo sentida. O calendário para corrigir essa situação será o grande desafio da COP 21. Há fortes argumentos da ciência que sustentam a necessidade urgente de descarbonização mundial por completo até 2050. Mas a tendência dos gestores e políticos deverá ser empurrar essa agenda para 2100, conforme avaliação de Leonard em <a class="external-link" href="http://blog.cifor.org/37353/climate-negotiations-have-never-looked-like-this?fnl=?utm_source=CIFOR%20Website&amp;utm_medium=Footer&amp;utm_campaign=Sister%20site">texto </a>publicado para a <a class="external-link" href="http://www.cifor.org/about-cifor/">Center for International Forestry Research</a> (CIFOR), uma rede internacional e multidisciplinar de pesquisa sobre florestas, clima e paisagem.</p>
<p>Dados divulgados esta semana pela NASA mostram que a temperatura média global para outubro foi 0,2 ° C mais quente que no mesmo período do ano passado. Entre os 15 anos mais quentes já registrados, 13 deles ocorreram desde o ano 2000.</p>
<p><strong>O ciclo</strong></p>
<p>O objetivo é consolidar um documento para levar contribuições a três eventos paralelos da sociedade civil na <a class="external-link" href="http://unfccc.int/meetings/paris_nov_2015/meeting/8926.php">Conferência das Partes sobre Mudanças do Clima,</a> a COP 21, em Paris, segundo o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral">Weber Amaral</a>, da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), um dos coordenadores do ciclo.</p>
<p>Os ataques terroristas do último dia 13 em Paris e o temor de que novos atentados possam ocorrer não mudaram a agenda oficial COP 21. Continuam confirmadas as presenças de mais de 100 chefes de Estado entre os dias 30 de novembro e 11 de dezembro para tratar de um novo acordo para o clima global. Até o momento, 164 países, inclusive o Brasil, já submeteram seus planos nacionais de redução de emissões, as chamadas <i>Intended Nationally Determined Contributions</i> (iNDCs, na sigla em inglês). Espera-se que apenas eventos públicos como shows e passeatas sejam cancelados, depois de o primeiro-ministro francês Manuel Valls anunciar que o evento deverá se resumir às negociações climáticas.</p>
<p>Também participaram da organização dos encontros outros dois professores da USP: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi">Tércio Ambrizzi</a>, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Jacobi</a>, do IEA, FE e Procam-IEE. Os encontros foram realizados com apoio da <a href="http://arqfuturo.com.br/" target="_blank">Arq. Futuro</a>, <a href="http://www.cpfl.com.br/Paginas/default.aspx" target="_blank">CPFL Energia</a>, <a href="http://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank">Pacto Global Rede Brasileira (UNGC)</a> e <a href="http://www.worldwatercouncil.org/" target="_blank">World Water Council</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos 1 e 3: <br /><span>Maria Leonor de Calasans;<br /></span><span> Foto 2: Mario Roberto Duran Ortiz Mariordo.<br /></span><span> </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-26T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-do-desastre-ambiental-de-mariana-e-tema-de-seminario">
    <title>As consequências do desastre ambiental em Mariana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-do-desastre-ambiental-de-mariana-e-tema-de-seminario</link>
    <description>"Desastre Ambiental da Samarco — Impactos e Recuperação" é o tema do seminário que se realiza no dia 7 de dezembro, às 14h, com exposições de cinco professores da USP, que explicarão as consequências do desastre e as medidas para a recuperação ambiental da região.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco em Mariana (MG), no dia 5 de novembro, é o maior desastre ambiental já ocorrido no Brasil e um dos cinco maiores na história mundial.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent">Além de provocar a morte de 13 pessoas (ainda há oito pessoas desaparecidas), destruir as casas de 250 famílias dos subdistritos de Mariana e causar vários outros impactos sociais e econômicos, a torrente de lama afetou recursos hídricos (especialmente o Rio Doce, até sua foz no Espírito Santo) e ecossistemas terrestres e marinhos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/bento-rodrigues-devastado-pela-lama-da-samarco" alt="Bento Rodrigues devastado pela lama da Samarco" class="image-inline" title="Bento Rodrigues devastado pela lama da Samarco" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana (MG), devastado<br />pela lama da barragem rompida da mineradora Samarco</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia <strong>7 de dezembro, às 14h</strong>, no seminário <i>Desastre Ambiental da Samarco — Impactos e Recuperação</i>, cinco professores da USP de várias disciplinas explicarão a gravidade das consequências do desastre e o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas. <span>O seminário poderá ser assistido presencialmente, na antiga sala do Conselho Universitário (mediante </span><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">inscrição prévia</a><span>), ou pela </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a><span>.</span></p>
<p>Os expositores e respectivos temas serão: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a> (IEA, EACH e Procam-IEE-USP) — Os Impactos nos Recursos Hídricos; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sánchez</a> (IEA e EP-USP) — Os Riscos das Barragens de Rejeitos; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IB-USP) — Os Impactos nos Ecossistemas; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Luiz Cortês</a> (ECA-USP) — A Dinâmica da Tragédia; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a> (IEA, FE e Procam-IEE-USP) — Os Impactos Sociais. A moderação será de Jacobi, que é coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, organizador do evento.</p>
<hr />
<p><i><strong>Desastre Ambiental da Samarco — Impactos e Recuperação<br /></strong></i><i>7 de dezembro, 14h<br /></i><i>Antiga sala do Conselho Universitário, rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i><i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">inscrição prévia</a></i></i><i><i> – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a></i></i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><br /></a></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>) telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/desastres-anunciados-samarco" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Senado Federal</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-01T11:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana">
    <title>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A ruptura da barragem de rejeitos da Samarco é o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores já ocorridos no planeta. Essa é uma tragédia que se amplia a cada dia, gerando impactos nos recursos hídricos, nos ecossistemas terrestres e marinhos além de amplas consequências sociais. </span><span>Nesse encontro, pesquisadores da USP mostrarão, cientificamente, qual a gravidade desses impactos e indicarão o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/entidades-civis-se-mobilizam-contra-retrocessos-na-lei-ambiental">
    <title>Entidades civis se mobilizam contra retrocessos na lei ambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/entidades-civis-se-mobilizam-contra-retrocessos-na-lei-ambiental</link>
    <description>Debate no dia 20 de junho trará representantes de órgãos ambientais e especialistas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/meio-ambiente1" alt="Meio ambiente1" class="image-inline" title="Meio ambiente1" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Está em curso no Congresso Nacional e no Executivo Federal a elaboração de mudanças à Lei da Política Nacional de Meio Ambiente (PNMA, Lei 6.938/1981) e também a introdução de uma nova lei geral de licenciamento ambiental. O tema não tem sido adequadamente discutido pela sociedade e pensando e ampliar e aprofundar esse debate, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> organiza o encontro <i>Qual Reforma do Licenciamento Ambiental?,</i> no dia <strong>20 de junho</strong>, das <strong>14h às 17h</strong>, na antiga Sala do Conselho Universitário.</p>
<p>O encontro é gratuito e requer <a href="https://goo.gl/I1mZa8" target="_blank">inscrição prévia</a>. Contará com a presença de representantes de entidades governamentais, acadêmicos e sociedade civil e a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez">Luis Enrique Sánchez </a>, da Escola Politécnica da USP. Os conferencistas serão a presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suely-araujo">Suely Mara Vaz Guimarães de  Araújo</a>, a diretora de Avaliação de Impacto Ambiental da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-cristina-da-costa">Ana Cristina Pasini da Costa</a>, o consultor jurídico do Instituto Socioambiental (ISA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-guetta">Mauricio Guetta</a>, além da bióloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elisa-romano-dezolt">Elisa Romano Dezolt,</a> coordenadora do GT Licenciamento Ambiental e a Rede Indústria de Biodivesidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p>Segundo os organizadores do encontro, organizações da sociedade civil e o Ministério Público alertam para o risco de graves retrocessos se determinadas propostas legislativas forem aprovadas. Além disso, entidades e redes sociais estão se mobilizando contra as alterações na legislação ambiental. Nesse dia 5 de junho, dia Mundial do Meio Ambiente, o Ministério Público Federal (MPF) promoveu um debate público em Brasília e divulgou sua campanha “Retrocesso Ambiental Não”, na tentativa de mobilizar forças contra duas Medidas Provisórias já aprovadas e três projetos de lei em tramitação no Congresso.</p>
<p>O Ministério Público é contrário à Medida Provisória editada pelo Presidente Michel Temer visando reduzir os limites de proteção do Parque do Jamanxim, no Pará. As alterações na lei permitem que naquela área seja possível a passagem da estrada de ferro EF-170, a "Ferrogrão", paralela à BR-163, ligando o Centro-Oeste ao norte do Pará.</p>
<p>A lei da PNMA completou 25 anos no dia 31 de agosto de 2006 e sua instituição representou um marco histórico na vida do País. As leis ambientais anteriores eram esparsas em diversas legislações e não havia poder de polícia para coibir crimes contra o ambiente. Por meio dela foi possível preservar parte dos recursos ambientais ainda existentes.  Ela possibilitou, por exemplo, incluir a visão ambiental nos empreendimentos brasileiros.</p>
<p>Por todos os instrumentos criados, a PNMA possibilitou um processo de debate e evolução do País rumo à sustentabilidade ambiental. A criação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) e do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) são resultados diretos dessa lei. Seu órgão executor é o Ibama, criado em 1989.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: johnsatwork/Pixabay</span></p>
<p style="text-align: right; "><strong><i><span class="discreet"> </span></i></strong></p>
<hr style="text-align: right; " />
<p style="text-align: left; "><strong><i>Qual Reforma do Licenciamento Ambiental?<br /></i></strong><i><i>20 de junho, das 14h às 17h00<br /></i></i><i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /></i></i><i><i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com transmissão </i><strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><i>ao vivo</i></a></strong><i> </i><i>pela internet<br /></i></i></i><i><i><i>Inscrições<strong> </strong></i><strong><i><a href="https://goo.gl/I1mZa8" target="_blank">Via Formulário<br /></a></i></strong></i></i><i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /></i></i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/qual-reforma-do-licenciamento-ambiental" class="external-link"><strong>Página do evento</strong></a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-05T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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