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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 321 to 335.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/as-interfaces-do-genocidio-no-brasil-raca-genero-e-classe-20-de-setembro-de-2019">
    <title>As Interfaces do Genocídio no Brasil: Raça, Gênero e Classe  - 20 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/as-interfaces-do-genocidio-no-brasil-raca-genero-e-classe-20-de-setembro-de-2019</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/interfaces-genocidio">
    <title>As Interfaces do Genocídio no Brasil: Raça, Gênero e Classe</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/interfaces-genocidio</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Seminário e lançamento do volume "<a class="external-link" href="http://www.saude.sp.gov.br/resources/instituto-de-saude/homepage/pdfs/temassaudecoletiva25.pdf">As Interfaces do Genocídio no Brasil: Raça, Gênero e Classe</a>" da série <a class="external-link" href="http://www.saude.sp.gov.br/instituto-de-saude/producao-editorial/temas-em-saude-coletiva">Temas em Saúde Coletiva</a>.</p>
<p style="text-align: start; ">No Brasil, um dos países mais desiguais no mundo, 54% das pessoas declaram-se negras (pretos e pardos). Esse número vem aumentando gradativamente, trazendo à tona a discussão sobre as inúmeras formas de violência sofridas por essa população, que atingem também sua saúde física e mental. A coletânea aborda essa questão sob uma perspectiva inovadora, dirigida diretamente aos profissionais do SUS, com o intuito de disseminar os conhecimentos práticos e científicos necessários ao atendimento rotineiro da grande maioria da população brasileira.</p>
<p style="text-align: start; ">A obra é organizada por Marisa Feffermann, Suzana Kalckmann, Deivison Faustino,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dennis-de-oliveira" class="external-link">Dennis de Oliveira</a>, Maria Glória Calado, Luis Eduardo Batista e Raiani  Cheregatto.</p>
<p style="text-align: start; "><strong>Debatedores</strong></p>
<p style="text-align: start; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dennis-de-oliveira" class="external-link">Dennis de Oliveira</a> (ECA e IEA - USP)</p>
<p style="text-align: start; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-alexino-ferreira" class="external-link">Ricardo Alexino</a> (ECA-USP)</p>
<p style="text-align: start; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neninho-de-obaluae" class="external-link">Neninho de Obaluaie</a> (Movimento Negro)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-10T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/microplasticos-no-ar">
    <title>Artigo revisa dados sobre microplásticos no ar e aponta riscos à saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/microplasticos-no-ar</link>
    <description>Pesquisadores vinculados ao IEA participam da autoria de artigo sobre microplásticos presentes no ar.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:572px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fragmentos-de-particulas-de-polimero/image" alt="Fragmentos de partículas de polímero" title="Fragmentos de partículas de polímero" height="253" width="572" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:572px;">Fragmentos de partículas de polímero presentes no ar da cidade de São Paulo analisados por microscopia de transmissão e espectroscopia de infravermelho acoplada a microscópio</dd>
</dl></p>
<p>Se a presença de plástico nos oceanos, rios, reservatórios e no solo já se tornou um problema ambiental de grandes proporções e do conhecimento de boa parte da população, pesquisas dos últimos anos alertam para uma preocupação adicional: a presença de microplásticos (MPs) em suspensão no ar e os riscos potenciais ao serem inalados.</p>
<p>Um panorama do problema pode ser conferido no artigo "<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969720352050?dgcid=author">An emerging class of air pollutants: Potential effects of microplastics to respiratory human health?</a>", publicado pela revista "Science of the Total Environment" no dia 19 de agosto. O trabalho foi escrito por pesquisadores da USP, IPT e Universidade de Leida (Países Baixos). Dois deles integram o Programa USP Cidades Globais do IEA.</p>
<p>Os autores revisam e discutem o conhecimento atual sobre as características de exposição de resíduos plásticos transportados pelo ar em áreas urbanizadas, com destaque para concentração, tamanho, morfologia, presença de aditivos e distribuição de diferentes polímeros. O trabalho compila dados e os compara a análises de laboratório para ampliar o conhecimento sobre potenciais efeitos adversos à saúde humana decorrentes da inalação de partículas plásticas.</p>
<p>O grupo desenvolve pesquisa no Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP para entender as características de exposição, como concentrações e morfologia dos MPs, em ambiente interno e externo na cidade de São Paulo e em tecido pulmonar humano (fragmentos de tecido pulmonar e linfonodos hilares).</p>
<p>Os autores do artigo são: Luís Fernando Amato-Lourenço, pós-doutorando do Programa USP Cidade Globais do IEA e pesquisador do Departamento de Patologia da FM-USP; Luciana dos Santos Galvão, do IPT; Letty A. de Weger, Pieter S. Hiemstra e Martina G. Vijver, os três da Universidade de Leida (Países Baixos); e Thais Mauad, também integrante do Programa USP Cidades Globais e professora do Departamento de Patologia da FM-USP.</p>
<p>Segundo Amato-Lourenço, os estudos sobre microplásticos presentes no meio ambiente começaram a ser publicados depois de 2015, por isso os dados sobre essas partículas no ar ainda são bastante escassos. "No Brasil não há nenhum estudo que mostre essas informações (concentração, tipos de plástico etc.). Somos o único grupo fazendo esse tipo de trabalho com financiamento da Fapesp."</p>
<p>Já está bem estabelecido nos estudos ocupacionais e com animais que os microplásticos (MPs) são um risco para a saúde humana, ressalta o pesquisador. Muitas questões, porém, ainda precisam ser respondidas, como os problemas relacionados a adesão ou liberação de compostos químicos, microfilme bacteriano (em fibras que agregam material biológico) e a frequência e dose de exposição.</p>
<p>Essa é a razão de o artigo afirmar que “o risco de exposição a MPs inalados para a saúde (respiratória) humana também não está resolvido. Uma das principais questões a serem respondidas é se e como a inalação de MPs naturalmente degradados pode causar ou contribuir para a patogenia de diferentes doenças pulmonares”.</p>
<p>O público está acostumado com a ideia de que o plástico é de difícil degradação. Então, o que levaria a substância a provocar danos à saúde? De acordo com pesquisador, o fato de as partículas plásticas serem biopersistentes, seu tamanho e formato (especificamente fibras, encontradas em maior quantidade no ar) são fundamentais para afetarem negativamente o sistema respiratório.</p>
<p>Para exemplificar essa questão, ele cita o caso do asbesto (comercialmente conhecido como amianto), uma substância mineral de difícil degradação: “Como ele provoca fibrose pulmonar se não se degrada facilmente? É justamente o fato de ele não se degradar que suscita uma série de reações inflamatórias crônicas na região onde ficou ‘preso’, podendo causar granuloma e fibrose. Com o plástico as evidências apontam a mesma coisa. Adicionalmente, há a questão da liberação dos compostos químicos e microrganismos presentes nas partículas”.</p>
<p><strong>Formas, origens e dispersão</strong></p>
<p>Os microplásticos são divididos em três categorias: fibras, filamentos com comprimento substancialmente maior que o diâmetro; partículas, com formatos e tamanhos variados; e grânulos, com formato regular, geralmente esférico. As fibras estão em maior quantidade no ar. Seu comprimento varia entre 200 e 700 de 5 μm (0,2 a 0,7 mm). Há relatos de microplásticos bem menores, como partículas com 20 a 40 nm (0,00002 a 0,00004 mm) resultantes de impressão 3D com um determinado polímero numa câmara de teste.</p>
<p>O artigo destaca que mais de 4 mil substâncias químicas são utilizadas apenas nas embalagens plásticas de alimentos. Como há mais de 5 mil diferentes tipos de plástico em uso no mercado em geral, é provável que o número de substâncias químicas empregadas seja maior.</p>
<p>Os autores indicam que entre as muitas fontes que contribuem para o lançamento de MPs no ar estão tecidos sintéticos, desgaste de pneus, objetos domésticos, incineração de lixo, materiais de construção, lama de esgoto, aterros, pós abrasivos, impressão em 3D e ressuspensão de poeira urbana.</p>
<p>O trabalho menciona que a simples lavagem de uma vestimenta pode liberar cerca de 1.900 fibras de plástico. Os processos de industrialização, corte e usinagem de polímeros também contribuem para a formação de partículas e seu lançamento no ar.</p>
<p>Mas é um engano imaginar que os MPs sejam um problema apenas em áreas urbanas. Microplásticos em suspensão no ar são uma fonte potencial de poluição em ambientes marinhos e rios, ressalta o artigo. No processo contrário, no entanto, ainda não se sabe em que extensão MPs oriundos de águas podem ser uma fonte de microplásticos presentes no ar.</p>
<p>Outro agravante é grande facilidade de dispersão atmosférica dos microplásticos em razão das correntes aéreas. O trabalho cita que já foi reportada a existência de MPs no ar de regiões remotas e desabitadas, como os Pirineus Franceses, as Montanhas Rochosas e em partes do Ártico.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Luciana dos Santos Galvão/IPT</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS03 - Saúde e Bem-Estar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-26T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/arlindo-philippi-jr-e-um-dos-agraciados-com-o-premio-anisio-teixeira-concedido-pela-capes-1">
    <title> Arlindo Philippi Jr. recebe o Prêmio Anísio Teixeira, concedido pela Capes </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/arlindo-philippi-jr-e-um-dos-agraciados-com-o-premio-anisio-teixeira-concedido-pela-capes-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arlindo-philippi-jr-2022" alt="Arlindo Philippi Jr. - 2022" class="image-right" title="Arlindo Philippi Jr. - 2022" /></span></p>
<p>A Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) concedeu ao engenheiro e sanitarista <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-seniores">Arlindo Philippi Jr.</a>, professor sênior do IEA, o Prêmio Anísio Teixeira na categoria Educação Superior. A portaria com a premiação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 8 de maio.<br /> <br /> Na mesma categoria, também foram premiadas: Anna Mae Tavares Bastos, da Faculdade Anhembi Morumbi; Débora Fogel, da UFRJ; e Dalila Andrade Oliveira, da UFMG. A entrega do prêmio será em solenidade presidida pelo Ministro da Educação em data ainda a ser definida.</p>
<p>A premiação da Capes reconhece as diversas contribuições de Philippi Jr. em sua longa trajetória de ensino, pesquisa e gestão acadêmica, com destaque para sua atuação nas últimas décadas em temáticas ambientais, incluindo mudanças climáticas, sustentabilidade e os programas de pós-graduação nessas áreas.</p>
<p>Philippi Jr. é livre docente, doutor e mestre pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Realizou pesquisa de pós-doutorado sobre estudos urbanos e regionais no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA. É formado em engenharia civil pela UFSC e em engenharia sanitária e ambiental pela USP. Professor titular aposentado, continua a atuar na USP como orientador de mestrado e doutorado na FSP-USP e como professor sênior do IEA, onde desenvolve o projeto "Experimentações Urbanas na Perspectiva de Soluções Inovadoras para Cidades Resilientes e Sustentáveis”, no âmbito das atividades do Centro de Síntese USP Cidades Globais e do Programa USP Eixos Temáticos, ambos do IEA.<br /> <br /> Na USP, foi pró-reitor e pró-reitor adjunto de Pós-Graduação, prefeito do campus de São Paulo, chefe do Departamento de Saúde Ambiental, presidente da Comissão de Pós-Graduação da FSP-USP e chefe do Gabinete da Reitoria.<br /> <br /> Philippi Jr. é membro do Conselho Superior de Meio Ambiente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Foi membro titular do Conselho Diretor do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e exerceu funções de direção no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e na Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo. Coordenou a Área de Ciências Ambientais do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do MCTI.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eixos Temáticos USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-11T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/antenas-de-celular-riscos">
    <title>Antenas de Celular: Cidadania e Riscos  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/antenas-de-celular-riscos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O acesso à internet é fundamental para o exercício da cidadania. Atualmente, ele é desigual e deve ser combatido. Porém, a expansão da rede não pode ser realizada sem cuidados técnicos. Por isso é necessário avaliar os impactos decorrentes deste crescimento e estabelecer níveis seguros que preservem a saúde dos moradores do entorno às antenas.</p>
<div>O objetivo do seminário é reunir especialistas para discutir impactos à saúde humana gerados pela presença de antenas de telefonia e dados junto à população. Para tal, participam pesquisadores que trabalham aspectos técnicos de redes de telefonia, seus impactos na saúde, além de análises sobre a distribuição dos serviços de telefonia celular em municípios brasileiros.</div>
<div><b><br /></b></div>
<div></div>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA)</p>
<p><span><b>Exposição:</b></span></p>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adilza-dode" class="external-link">Adilza Dode</a> (<span>Instituto Metodista Izabela Hendrix)</span></div>
<div><span><span><br /></span></span></div>
<div>
<div title="Page 1"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nadia-cristina-pinheiro-rodrigues" class="external-link">Nádia Cristina Pinheiro Rodrigues</a> (Escola de Saúde Pública Sergio Arouca - FIOCRUZ)</span></div>
<div title="Page 1"><span><span><br /></span></span></div>
<span><span> </span></span></div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-fukimoto-itikawa" class="external-link">Luciana Fukimoto Itikawa</a> (IEA)</div>
<div><span><br /></span></div>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-rolnik" class="external-link">Raquel Rolnik</a> (FAU USP)</div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> (IEA e FFLCH USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>5G</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-07-12T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/analise-da-conjuntura-e-das-pautas-no-congresso-nacional-que-podem-impactar-a-classe-trabalhadora-27-02-2024">
    <title>Análise da Conjuntura e das Pautas no Congresso Nacional que Podem Impactar a Classe Trabalhadora - 27/02/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/analise-da-conjuntura-e-das-pautas-no-congresso-nacional-que-podem-impactar-a-classe-trabalhadora-27-02-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório dos Impactos das Novas Morfologias do Trabalho sobre a Vida e Saúde da Classe Trabalhador</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-15T20:21:21Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ambiente-saude-sustentabilidade">
    <title>Ambiente, Saúde e Sustentabilidade em Cidades Globais: O caso Euro-Healthy</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ambiente-saude-sustentabilidade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">Com o objetivo de reunir experiências e promover diálogos sobre estudos e intervenções ligadas às questões ambientais, de saúde e sustentabilidade, bem como estimular a discussão sobre desafios e perspectivas da gestão acadêmica de projetos voltados a essa temática, e considerando o papel da universidade como agente do desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no país, IEA e FSP promovem o Encontro Acadêmico Internacional Ambiente, Saúde e Sustentabilidade em Cidades Globais.</p>
<p style="text-align: left; ">O evento contará com Palestra da Professora Paula Santana, Catedrática da Universidade de Coimbra, que tem se dedicado à investigação da geografia da saúde e do planejamento urbano sustentável. Como coordenadora de vários projetos de âmbitos nacional e internacional, abordará o Projeto Europeu EURO-HEALTHY: Shaping EUROPEAN policies to promote HEALTH equity (Programa Horizon 2020, da União Europeia), de cunho interdisciplinar, interinstitucional e internacional, que tem os ODS em seu foco de ação.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Comissão Organizadora:</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Amanda Silveira Carbone (FSP/USP), Arlindo Philippi Junior (FSP/USP), Débora Sotto (FSP/USP), Gilda Collet Bruna (UPMackenzie), Maria da Penha Vasconcellos (FSP/USP), Mary Lobas de Castro (FSP/USP), Sandra Regina Sedini (IEA/USP), Sonia Maria Viggiani Coutinho (CEST/EP/FSP/USP), Valdir Fernandes (UTFPR).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Djonathan Gomes Ribeiro</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-21T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ambiente-saude-e-sustentabilidade-em-cidades-globais-o-caso-euro-healthy-20-de-fevereiro-de-2018">
    <title>Ambiente, Saúde e Sustentabilidade em Cidades Globais: O caso Euro-Healthy - 20 de fevereiro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ambiente-saude-e-sustentabilidade-em-cidades-globais-o-caso-euro-healthy-20-de-fevereiro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-02-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alimentos-regionais-precisam-ser-valorizados-para-desestimular-consumo-de-ultraprocessados-afirma-especialista">
    <title>Alimentos regionais precisam ser valorizados para desestimular consumo de ultraprocessados, afirma especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alimentos-regionais-precisam-ser-valorizados-para-desestimular-consumo-de-ultraprocessados-afirma-especialista</link>
    <description>Paula Johns, entrevistada no USP Analisa, preservar esse tipo de alimentação, estimulada pela nova cesta básica, pode ajudar a combater a fome e a obesidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d0b20a72-7fff-be8b-a6e2-194a0d48862a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240419T160517.233.png/@@images/3b9e955f-70bc-4f3f-aafa-7790823e3bf3.png" alt="" class="image-left" title="" />A alteração na legislação que define os alimentos integrantes da cesta básica, feita pelo governo federal em março, foi importante para atualizar regras que datam da década de 1930 e que precisavam refletir as mudanças no conceito de alimentação adequada e saudável ocorridas nesse período. É o que afirma a diretora da ACT Promoção da Saúde e integrante do grupo de referência da Cátedra Josué de Castro, Paula Johns, entrevistada dessa semana no USP Analisa, que destaca também a importância dessa atualização para as políticas públicas do setor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente vive no Brasil essa situação da fome convivendo com a obesidade, essa pandemia que acontece no mundo inteiro das diversas formas de má alimentação, da má nutrição em todas as suas expressões, seja passando fome, ou seja, ter acesso restrito a alimento, a encher barriga, mas também principalmente a que tipo de alimento que a gente está tendo acesso. Essa atualização é fundamental no mundo de hoje para podermos, inclusive, enfrentar o problema da fome no Brasil com comida de verdade, com comida de qualidade, com aquela comida que nos alimenta e nos nutre”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Paula destaca que, embora os ultraprocessados estejam cada vez mais baratos e acessíveis  principalmente às populações de rendas menores, o Brasil ainda não tem um consumo predominante desses produtos em relação à alimentação como um todo. Segundo ela, apenas 20% da dieta do brasileiro é composta por esses alimentos, índice muito mais baixo do que os de Inglaterra e Estados Unidos, por exemplo, onde os ultraprocessados representam de 60 a 80% da dieta das populações.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente precisa proteger o arroz com feijão e legumes, verduras e coisas diversificadas. Porque uma dieta saudável é também diversificada, com alimentos locais, regionais, com todos os chamados produtos alimentícios não convencionais. Há uma quantidade enorme de plantas comestíveis que não são nem aproveitadas, frutas regionais, enfim, existe uma riqueza enorme na sociobiodiversidade brasileira. É preciso valorizar, preservar e promover esse tipo de alimentação, porque ela vem sendo substituída por esses alimentos ultraprocessados, produzidos por poucas empresas que são transnacionais. Além de serem produzidos por poucas empresas, são coisas que imitam comida, não são comida de fato”, alerta Paula.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além da conversa com Paula, o podcast USP Analisa traz uma entrevista com a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, Maria Laura da Costa Louzada. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sociobiodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-19T19:17:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alergia-a-componente-nem-sempre-contraindica-vacina-explica-especialista">
    <title>Alergia a componente nem sempre contraindica vacina, explica especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alergia-a-componente-nem-sempre-contraindica-vacina-explica-especialista</link>
    <description>Composição e casos de contraindicação dos imunizantes são temas de segundo programa da série especial do USP Analisa sobre vacinas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-77770234-7fff-3015-f75c-57f94c688540"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vacinas21.png/@@images/d726d0e2-9ed8-42be-b4b7-73fdd460688f.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Com o início da vacinação contra a covid e o aumento da desinformação sobre o tema nas redes sociais, é comum encontrar pessoas com dúvidas básicas sobre vacinas em geral. Para esclarecer algumas delas, o segundo episódio da série especial sobre imunização produzida pelo USP Analisa vai abordar os componentes e a segurança das vacinas e em que caso elas podem ser contraindicadas. Os entrevistados são o enfermeiro especialista em imunização e criador do canal Hora de Vacinar, Leandro Torres, e a bióloga e doutoranda da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP Amanda Goulart.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Diante de um cenário com tantos questionamentos da população, Amanda chama a atenção para a importância do papel dos profissionais de saúde na orientação das pessoas. “Se você tem alguma dúvida, o ideal é consultar um médico, um enfermeiro, alguém que seja especializado, para que ele consulte a bula daquela vacina e veja quais são os componentes e quais pessoas podem ou não tomá-la. Essas informações estão disponíveis na bula. Todos os profissionais de saúde e até mesmo pessoas leigas conseguem encontrar isso em alguns locais. Informação é para a gente utilizar”, destaca ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Embora algumas vacinas sejam contraindicadas em determinadas situações, como alergia aos componentes, Leandro lembra que não há motivo para pânico. “Se, por exemplo, eu tenho uma alergia, mas é uma alergia leve, que com um anti-histamínico que o médico prescreva eu consigo controlar, eu tenho que tomar vacina. Mas se eu tenho reação gravíssima, tenho um choque anafilático à vacina ou ao ovo? Eu não vou poder tomar. Só que aí entra a questão da coletividade. Se eu tenho a maior parte da minha população vacinada, eu automaticamente estou transferindo uma proteção indireta para essas pessoas que não podem tomar a vacina”, afirma o enfermeiro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Amanda e Leandro, que integram a </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/uniao-pro-vacina/"><span>União Pró-Vacina</span></a><span>, destacaram ainda a iniciativa </span><a href="https://www.todospelasvacinas.info/"><span>Todos Pelas Vacinas</span></a><span>, cujo site disponibiliza uma série de materiais para esclarecer outros questionamentos do público leigo sobre esse tema.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (24), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (28), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-02-23T22:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aguas-urbanas-e-sao-carlos">
    <title>Águas Urbanas e São Carlos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aguas-urbanas-e-sao-carlos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div><span style="text-align: justify; float: none; ">O dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. Para marcar a data, especialistas de reúnem em São Carlos para debaterem, dentre vários assuntos, o <span style="text-align: justify; float: none; ">aprimoramento da gestão dos recursos hídricos através do fomento aos serviços ambientais hidrológicos; a drenagem urbana; as novas tecnologias para um monitoramento e gerenciamento inteligente de recursos hídricos; as mudanças climáticas e o programa de controle de enchentes em áreas urbanas.</span></span></div>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-20T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agua_e_saneamento">
    <title>Água e Saneamento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agua_e_saneamento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste evento, será apresentada uma breve visão da história e dos conceitos básicos sobre gestão de recursos hídricos e dos sistemas de abastecimento de água e de coleta-tratamento de esgotos.</p>
<p><span>Os casos das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, assim como o da transposição do rio São Francisco, serão abordados à luz das mudanças climáticas e do papel da regulação para evitar abuso da condição monopolista na prestação de serviços públicos, bem como para evitar a tragédia do uso de bens comuns.</span></p>
<p><i> </i></p>
<p><i>Perguntas norteadoras da palestra:</i></p>
<p><b>1.</b><span> O que é “tragédia do uso do bem comum”? Por que é necessário regular o uso do bem público?</span></p>
<p><b>2. </b>O que é “monopólio natural”? Por que é necessário regular o serviço público monopolista?</p>
<p><b>3.</b> Agências reguladoras são entidades de Governo ou de Estado?</p>
<p><b>4.</b> Por que devem ser independentes?</p>
<p><b>5.</b> Como a Constituição trata da dominialidade dos rios? E dos aquíferos subterrâneos?</p>
<p><b>6.</b> Considerando a necessidade de adaptação às mudanças climáticas, as barragens com reservatórios devem ser encorajadas ou reprimidas?</p>
<p><b>7.</b> Como compatibilizar o uso das usinas hidroelétricas para produção de energia elétrica com os demais usos de recursos hídricos?</p>
<p><b>8.</b> Qual a relevância da segurança hídrica para o Nordeste?</p>
<p><b>9.</b> Qual deveria ser o arranjo institucional-comercial para prover a manutenção da infraestrutura da transposição do rio São Francisco?</p>
<p><b>10.</b> Por que pagar pelo resultado e não pela obra?</p>
<p><b>11.</b> Por que o programa de “compra de esgoto tratado” (PRODES) não passou da fase piloto?</p>
<p><b>12.</b> A Constituição estabelece que a titularidade do saneamento é municipal?</p>
<p><b>13.</b> Quem paga pela prestação do serviço de abastecimento de água e coleta-tratamento de  esgoto?</p>
<p><b>14.</b> A receita das concessionárias é em geral suficiente para cobrir o custo do serviço com a qualidade com que deveria ser prestado? Por que?</p>
<p><b>15.</b> Subsídios cruzados entre consumidores são necessários?</p>
<p><b>16.</b> O cidadão deve ter o direito de não se conectar à rede de esgoto?</p>
<p><b>17.</b> O prestador de serviço de saneamento deve ter lucro?</p>
<p><b>18.</b> O licenciamento ambiental para construção de redes de coleta e estações de tratamento de esgoto deve ser aperfeiçoado?</p>
<p><b>19.</b> Por que alguns usuários industriais e comerciais utilizam caminhões pipa ou poços?</p>
<p><b>20.</b> Como estimular a conexão de residências humildes às redes de água e esgoto?</p>
<p><span> Este evento integra o </span><i>Ciclo 2024-2025 <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/ciencia-tecnologia-inovacao-e-desenvolvimento" class="external-link">“Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento” </a></i><span>da Cátedra Otávio Frias Filho, proposto pelo seu titular Marcelo Viana.</span></p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Expositor:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jerson-kelman" class="external-link">Jerson Kelman</a> (e<span>ngenheiro, foi professor da Coppe-UFRJ e dirigente de ANA, Aneel, Light, Enersul e Sabesp</span>)</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Debatedor:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marcelo-viana">Marcelo Viana</a> (titular da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Comentaristas:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-chaves-de-melo-e-silva">André Chaves de Melo Silva</a> (coordenador acadêmico da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-mota">Vinicius Mota</a><span> (secretário de Redação da Folha de S.Paulo)</span></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-650846e80a184565a72281ac8adfc329 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-650846e80a184565a72281ac8adfc329">
<h3>Transmissão</h3>
<p dir="ltr">Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
<div></div>
</div>
<div></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS06 - Água Potável e Saneamento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-12-04T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/afrodiasporas-em-dialogo">
    <title>Afrodiásporas em Diálogo nas Artes Plásticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/afrodiasporas-em-dialogo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA irá realizar em 2018 e 2019, uma série de seminários dentro da temática <strong>Imigração e Saúde, </strong>entendendo-se saúde no sentido amplo, ou seja, nâo apenas no binômio saúde-doença, mas abrangendo também tudo aquilo que proporciona ou não a possibilidade de bem estar e sentido a vida. Em 1978 a <a href="https://www.opas.org.br/declaracao-de-alma-ata/">Declaração de Alma-Ata </a>(OMS, 1978) emergiu como um marco na mudança da concepção de saúde que de ausência de doença ou enfermidade passa a ser entendida como  um estado de bem estar físico, mental, social e direito humano fundamental. A declaração salienta a interferência da desigualdade social nas políticas de saúde, incluindo a lacuna entre os países ditos desenvolvidos e os países em desenvolvimento. Em 1982 a OMS salienta os fatores psicossocias como fatores chaves nas ações sociais e de saúde. As ações para serem efetivas na prevenção de doenças e promoção da saúde e bem estar precisam basear-se na compreensão da cultura, tradições, crenças e padrões de interação familiar. Desnecessário dizer o quanto as diásporas, encontros e desencontros entre culturas estão intrínseca e historicamente vinculados à saúde dos povos que habitam o planeta.</p>
<p style="text-align: justify; "><span>Dando início a esta série, no dia 05 de outubro de 2018 às 10h, o grupo receberá para o </span><span>seminário Afro-diásporas em diálogo nas artes plásticas, a antropóloga Lilia Moritz </span><span>Schwarcz, professora titular da FFLCH-USP e curadora adjunta para histórias e narrativas </span><span>do Masp, e o crítico de arte e doutorando da USP, Hélio Menezes, dois dos cinco </span><span>curadores da exposição “Histórias Afro-Atlânticas”, atualmente em cartaz em São Paulo </span><span>(MASP e Instituto Tomie Ohtake).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">No dia <strong>6 de outubro às 14 hs, no auditório da reitoria da UNIFESP, </strong>teremos o seminário<strong> "Acolhimento e Saúde"</strong> com a psicóloga Julia Bartch da organização humanitária internacional Médico Sem Fronteiras; Andrea Zamur, Coordenadora de Políticas para Imigrantes e Promoção do Trabalho Decente da Prefeitura Municipal de São Paulo; Roque Pattussi do Centro de Apoio e Pastoral do Migrante CAMI de São Paulo e ainda, a confirmar, representante da Missão Paz.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; ">No dia <strong>7 de novembro</strong> o seminário<strong> "Saúde, Migração e Refúgio"</strong> com Carlos Eduardo Siqueira  médico e professor associado da Faculdade de Serviços Públicos e Comunitários da Universidade de Massachusetts UMASS e membro do grupo Diálogos Interculturais; <span>Cássio Silveira<span>,</span></span><span> cientista social e professor  da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FSPMSCSP) e do depto de Medicina Preventiva UNIFESP; </span>Denise Martin, antropóloga professora  da Universidade Católica de Santos (UNISANTOS) e do depto de Medicina Preventiva UNIFESP e  Regina Yoshie Matsue, antropóloga professora do depto de Medicina Preventiva da UNIFESP.</p>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; "></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; "><span><strong>Afrodiásporas em Diálogo nas Artes Plásticas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong> </strong><span>Acontece no  IEA no dia 5 de outubro 2018 com a participção de dois dos cinco curadores da exposição </span><a href="http://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/historias-afro-atlanticas/">“Histórias Afro-Atlânticas”</a><span>, atualmente em cartaz em São Paulo (MASP e Instituto Tomie Ohtake): </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lilia-katri-moritz-schwarcz">Lilia Schwarcz</a><span>, professora titular da FFLCH-USP e curadora adjunta para histórias e narrativas do Masp;  e, com o crítico de arte e doutorando em Antropologia Social pela FFLCH-USP, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helio-menezes">Hélio Menezes</a><span>.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Do século XVI ao final do século XIX, o comércio global da escravidão agenciado pelos europeus resultou na migração forçada de doze milhões de africanos e africanas para as Américas, e especialmente para o Brasil, que recebeu 46% dessa população. O “Atlântico Negro”, assim chamado pelo sociólogo britânico Paul Gilroy, menos do que separa, banha continentes entre os quais ocorrem fluxos e refluxos de pessoas e de ideias, de crenças e mentalidades, de objetos e padrões estéticos. Além disso, o oceano torna-se, ele mesmo, um espaço sem fronteiras nítidas, onde, segundo os curadores convidados, “matrizes e identidades africanas penetram e ocupam culturas nas Américas, no Caribe e na Europa”.</p>
<p style="text-align: justify; ">A violenta e cruel empresa escravista imprimiu marcas profundas, ainda hoje presentes, no legado comum das sociedades em que se implantou, inclusive no que diz respeito à saúde mental.</p>
<p style="text-align: justify; ">No entanto, o encontro (ou choque) entre povos, línguas e culturas promoveu, paradoxalmente, fricções e hibridismos fertilizadores que mudaram não só a feição da humanidade, como geraram, nas diversas margens do Atlântico, expressões culturais, linguagens artísticas, projetos estético-políticos que, ao mesmo tempo, se singularizam e se assemelham.</p>
<p style="text-align: justify; ">Nesses tempos traumatizantes em que nos deparamos, com a frágil preservação da memória no Brasil, não será demais enfatizar a importância e o caráter excepcional da mostra que reúne 450 trabalhos produzidos ao longo de cinco séculos por 214 artistas de diferentes nacionalidades e origens étnicas, e localizados em museus, fundações e coleções particulares de diversos países.</p>
<p style="text-align: justify; ">O público brasileiro tem, portanto, a rara oportunidade de ver um conjunto de temáticas abordadas através das artes plásticas que interroga, quando não subverte, os cânones de uma história da arte eurocêntrica.</p>
<p style="text-align: justify; ">Dada a relevância desta exposição única no Brasil (quiçá no mundo) e a excelência de seus idealizadores, neste encontro inaugural da série Imigração e Saúde  pretende-se indagar os convidados sobre o processo curatorial que presidiu à concepção de "Histórias Afro-Atlânticas", cujos temas, personagens e narrativas polifônicas são perpassados por múltiplas dimensões e diálogos interculturais, além de apresentar “os mundos que os Africanos (re)criaram”.</p>
<p class="m-4113970736019131031m-1993017076969537643gmail-western" style="text-align: justify; "><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helio-menezes">Hélio Menezes</a> (FFLCH USP)</p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lilia-katri-moritz-schwarcz">Lilia Schwarcz</a> (FFLCH USP)</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Coordenação:</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira">Ligia Fonseca Ferreira</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>imigração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-13T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/acumulacao-uma-questao-de-saude-publica">
    <title>Acumulação: uma Questão de Saúde Pública. O que Temos a Ver com Isso?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/acumulacao-uma-questao-de-saude-publica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Webinário</strong></p>
<p>"Considera-se como situação de acumulação o acúmulo excessivo de objetos, resíduos ou animais, associado à dificuldade de organização e manutenção da higiene e salubridade do ambiente, com potencial risco à saúde individual e coletiva, a qual pode estar relacionada a um transtorno mental ou outras causas.” Definição presente no <a class="external-link" href="http://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/decreto-57570-de-28-de-dezembro-de-2016#:~:text=Institui%20a%20Pol%C3%ADtica%20Municipal%20de,Pessoas%20em%20Situa%C3%A7%C3%A3o%20de%20Acumula%C3%A7%C3%A3o.">Decreto  57.570/2016 da Prefeitura Municipal de São Paulo</a></p>
<p>Portanto, envolve a relação entre a saúde da pessoa em situação de acúmulo (geralmente com questões de saúde mental), saúde dos animais (no caso de acúmulo de cães ou gatos) e saúde das pessoas no entorno dessas residências.</p>
<p>Nesse sentido, de quem é a competência para tratar disso na esfera pública? O acúmulo pode gerar focos de doenças, como aquelas causadas por insetos?<span> </span></p>
<p>Para responder essas e outras perguntas, o Grupo de Estudos em Saúde Planetária do IEA/USP irá promover um evento online com apresentações e debates de profissionais da saúde que lidam com o tema, trazendo perspectivas complementares para abordagem dessas questões.</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p>Acompanhe pelo canal oficial no YouTube:</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/saudeplanetaria" target="_blank">https://www.youtube.com/saudeplanetaria</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desinformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ignorância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS03 - Saúde e Bem-Estar</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-17T11:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/abuso-de-alcool-drogas-e-anabolizantes-reduz-a-qualidade-do-semen">
    <title>Abuso de álcool, drogas e anabolizantes reduz a qualidade do sêmen</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/abuso-de-alcool-drogas-e-anabolizantes-reduz-a-qualidade-do-semen</link>
    <description>O médico urologista Jorge Hallak defende que o álcool e as drogas têm efeitos potentes e extremamente danosos à saúde reprodutiva e sexual dos homens. O tema foi vastamente explorado no evento "Efeitos do Álcool, Drogas e Anabolizantes Esteroides na Saúde do Homem", realizado no dia 30 de novembro no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4ee24d0c-7fff-7537-b043-6ef4538ea0da"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/thiago-afonso-teixeira-elaine-frade-costa-jorge-hallak-gisele-alves-e-arthur-guerra" alt="Thiago Afonso Teixeira, Elaine Frade Costa, Jorge Hallak, Gisele Alves e Arthur Guerra" class="image-inline" title="Thiago Afonso Teixeira, Elaine Frade Costa, Jorge Hallak, Gisele Alves e Arthur Guerra" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Em um </span><a href="https://nacoesunidas.org/uso-nocivo-de-alcool-mata-3-milhoes-de-pessoas-por-ano-no-mundo-homens-sao-maioria/"><span>relatório</span></a><span> lançado em setembro deste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que o álcool é, sozinho, responsável por pelo menos três milhões de mortes todos os anos. Ainda que a nocividade das bebidas alcoólicas — bem como a do cigarro e de outras drogas ilícitas — já tenha sido comprovada pela comunidade científica, é preliminar o conhecimento sobre o efeito que essas substâncias têm em sistemas específicos do corpo humano, como o reprodutor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O médico urologista </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-hallak"><span>Jorge Hallak</span></a><span>, professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP e coordenador do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-em-saude-masculina"><span>Grupo de Estudos em Saúde Masculina</span></a><span> do IEA-USP, defende que o álcool e as drogas têm efeitos potentes e extremamente danosos à saúde reprodutiva e sexual dos homens. Segundo ele, que conduz pesquisas sobre o tema há 18 anos, a qualidade do sêmen têm caído continuamente nas últimas décadas. Além de fatores ambientais e nutricionais, o médico considera que o fenômeno pode estar relacionado ao consumo de substâncias entorpecentes.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/efeitos-do-alcool-drogas-e-anabolizantes-esteroides-na-saude-do-homem-30-de-novembro-de-2018?b_start:int=0" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/efeitos-do-alcool-drogas-e-anabolizantes-esteroides-na-saude-do-homem" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />• <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/infertilidade-masculina-esta-associada-a-poluicao-do-ar-agrotoxicos-e-tabagismo" class="external-link">Infertilidade masculina está associada à poluição do ar, agrotóxicos e tabagismo</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>O tema foi vastamente explorado no evento </span><span><i>Efeitos do Álcool, Drogas e Anabolizantes Esteroides na Saúde do Homem</i></span><span>, realizado no dia 30 de novembro no IEA. Além de Hallak, participaram </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arthur-guerra"><span>Arthur Guerra</span></a><span>, médico psiquiatra e professor da FMUSP, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roxane-re"><span>Roxane Ré</span></a><span>, apresentadora e editora do programa de rádio Jornal da USP no Ar, que mediou as atividades. Para debater o assunto foram convidados os médicos </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-frade-costa"><span>Elaine Frade Costa</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-afonso-teixeira"><span>Thiago Afonso Teixeira</span></a><span>, e a psicóloga </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gisele-alves"><span>Gisele Alves</span></a><span>. O encontro foi organizado em parceria pelo IEA-USP e o laboratório </span><a href="http://www.androscience.com.br/"><span>Androscience</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Guerra, que também coordena o Programa Redenção da Prefeitura Municipal de São Paulo — responsável pelo acolhimento e tratamento de usuários de crack — se mostrou especialmente preocupado com os jovens. Uma pesquisa comandada por ele concluiu que 90% dos homens universitários já consumiram álcool na vida e 5% deles apresentam padrão de consumo indicativo de dependência. Segundo ele, esse tipo de “uso agudo” está relacionado a casos de piora do desenvolvimento cognitivo, brigas, lesões, amnésias alcoólicas e mortes.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arthur-guerra" alt="Arthur Guerra" class="image-inline" title="Arthur Guerra" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Arthur Guerra: "Em adolescentes, o uso de anabolizantes pode causar retardos no crescimento e aceleração da puberdade"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><strong>Uma droga “especial”</strong></span></p>
<p dir="ltr">“O álcool é uma droga especial”, afirmou Guerra durante sua exposição. “É usada em larguíssima escala em todo o mundo, apesar de ser depressora do sistema nervoso central, com ação direta em diversos órgãos, como fígado, coração, vasos sanguíneos e paredes do estômago.” Para ele, um dos comportamentos mais nocivos ligados ao consumo de bebidas alcoólicas é o chamado “<i>binge drinking</i>” — ingestão de mais de cinco doses num intervalo de duas horas por homens, ou quatro doses por mulheres. A prática, segundo Hallak, faz parte da rotina de pelo menos 30% dos jovens de 15 a 19 anos no Brasil.</p>
<p dir="ltr"><span>Ele ressaltou que entre os efeitos prejudiciais do álcool para a saúde reprodutiva dos homens está diminuição da motilidade espermática — capacidade de deslocamento dos espermatozoides. Sobre as causas, o urologista afirmou não poder dizer com certeza, mas acredita que estejam relacionadas à diminuição provocada pelo álcool nos índices de testosterona dos testículos, além do aumento de outros hormônios, como a progesterona, e o </span><span>stress</span><span> oxidativo das células.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Hallak citou uma pesquisa realizada em 2014 que analisou os padrões de consumo de álcool e os efeitos do uso na qualidade espermática de 1221 homens dinamarqueses. O estudo concluiu que a ingestão de cinco ou mais doses de álcool por semana tem efeitos adversos na qualidade seminal. Os prejuízos foram mais pronunciados, entretanto, nos homens que consumiam mais de 25 doses semanais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outro aspecto que preocupa o médico é o aumento do consumo de álcool no Brasil, que, segundo dados da OMS, cresceu 43,5% nos últimos 10 anos. O uso também têm crescido entre os mais jovens. Mais de metade dos meninos do 9º ano do ensino fundamental do estado de São Paulo já provaram álcool, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Apesar disso, Hallak afirmou que as bebidas alcoólicas ainda são consumidas majoritariamente por homens com mais de 26 anos. A maconha, por outro lado, é mais usada por jovens de 12 a 17 anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Hallak, a maconha tem chamado a atenção da comunidade científica justamente por conta do uso precoce, que em grande parte acontece concomitantemente à formação do sistema reprodutivo — entre os 12 e os 22 anos. “É sempre negativo usar esse tipo de substância, mas é pior no início da adolescência”, explicou.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/thiago-afonso-teixeira" alt="Thiago Afonso Teixeira " class="image-inline" title="Thiago Afonso Teixeira " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Thiago Afonso Teixeira: "Seria muito mais adequado se transferíssemos parte dessa educação sobre o consumo de álcool e drogas para o sistema de atendimento primário de saúde"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><strong>Os efeitos da maconha</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) de 2014 apontou que 7% da população brasileira — cerca de 8,6 milhões de pessoas — já havia usado maconha em algum momento da vida. 37% delas, ou 1,3 milhão de pessoas, usam maconha diariamente, segundo a pesquisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Guerra explicou que existem duas substâncias principais na maconha: o THC (Tetraidrocanabinol) e o CBD (Canabidiol). Segundo ele, o THC é o mais volumoso e está relacionado à dependência e danos cognitivos, enquanto o CBD é encontrado em menores quantidades e está ligado a propriedades medicinais. O psiquiatra ressaltou, por exemplo, que a maconha pode ser usada no tratamento de doenças como glaucoma, dores crônicas, esclerose múltipla, náuseas, vômitos induzidos por quimioterapia, caquexia e convulsões.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Por outro lado, lembrou que a maconha apresenta uma série de prejuízos à saúde, principalmente a longo prazo: “Os usuários recorrentes podem apresentar diminuição da atenção, problemas respiratórios, síndrome amotivacional, risco de ansiedade e depressão, transtornos psicóticos e sintomas de abstinência”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O uso de maconha também está relacionado à perda de motilidade espermática e deformações nos espermatozoides, de acordo com um estudo conduzido por Hallak em conjunto com colegas da FMUSP. Os danos, segundo ele, são ainda maiores quando o uso da maconha é associado ao de cigarro.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os dois médicos afirmaram que os pacientes usuários de maconha são os mais resistentes para deixar o hábito, porque consideram que a droga é pouco prejudicial e tem efeito calmante e relaxante. “São os mais difíceis de estudar, cerca de 75% prefere abandonar o tratamento a deixar de usar a maconha”, ressaltou Hallak.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Thiago Teixeira, professor da Universidade Federal do Amapá (Unifap) e membro do Grupo de Estudo em Saúde Masculina do IEA, também se mostrou especialmente preocupado com os efeitos da maconha. “Em um estudo recente, identificamos que dos cinco hábitos de risco mais comuns na população — uso de álcool, de cigarro, de maconha, obesidade e sedentarismo — talvez o uso da maconha seja o mais lesivo para as funções testiculares e reprodutivas”, alertou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Hallak fez um apelo: “Após duas décadas de muito estudo, pesquisas e reflexão, como médico e cientista, posso dizer: beba com muita moderação. Pelos mesmo motivos: drogas, nem com moderação”.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorge-hallak-1" alt="Jorge Hallak" class="image-inline" title="Jorge Hallak" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jorge Hallak: "Beba com muita moderação; drogas, nem com moderação"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><strong>Anabolizantes e outras drogas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Quanto às drogas ilícitas de forma geral, Hallak acredita que “um ecossistema maléfico” as circunda. “Elas aumentam os chamados ‘comportamentos de risco’, como prostituição, baixos níveis de escolaridade, gravidez precoce, desemprego e encarceramento”, explicou. Um pesquisa realizada na FMUSP para observar os efeitos do crack em ratos demonstrou efeitos devastadores no sistema reprodutivo, particularmente nos ratos jovens, contou o urologista. As principais consequências encontradas foram deformidades morfológicas em diversas estruturas, redução da contagem de espermatozoides em ratos jovens e de testosterona em ratos maduros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outra classe de substâncias que pode prejudicar largamente a saúde reprodutiva masculina é a de esteroides e anabolizantes. Segundo Guerra, as consequências mais comuns do uso desses compostos são dependência, prejuízos ao fígado, problemas cardiovasculares, acnes severas, fortes dores de cabeça, agressividade, depressão e alterações de humor. “Em adolescentes, pode causar retardos no crescimento e aceleração da puberdade”, completou o médico.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Especificamente para a saúde sexual e reprodutiva masculina, Guerra garantiu que o uso de esteroides pode trazer uma série de graves consequências. De acordo com ele, “os usuários podem apresentar encolhimento dos testículos, diminuição da produção de espermatozoides, infertilidade e maior risco de desenvolver câncer de próstata”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em um artigo publicado em 2010, Hallak demonstrou o impacto negativo que o abuso de esteroides e anabolizantes pode causar na saúde sexual masculina. “Apesar de muitos casos serem irreversíveis, trabalhamos também com a recuperação das funções testiculares”, contou. “Mas mesmo recuperadas, jamais voltam a ser o que eram”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Diagnósticos e prevenção</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Hallak, os métodos de acompanhamento dos indicadores de saúde reprodutiva masculina são insuficientes. “Um homem, quando faz um exame, faz só o espermograma”, criticou. “Esse exame é muito superficial e não leva em conta as análises bioquímicas e hormonais necessárias”. Ele acredita que o acompanhamento deveria ser feito de maneira perene, em laboratórios de andrologia, por conta da sensibilidade do sêmen e dos métodos necessários para analisá-lo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao mesmo tempo, o urologista entende que o tempo de gestação das pesquisas científicas é, de certa forma, incompatível com a velocidade da sociedade moderna: “Isso intensifica os ‘achismos’ sobre temas ainda pouco visitados pela ciência”. A combinação entre a falta de acompanhamento médico adequado, o avanço do álcool e das drogas na sociedade e o ritmo da produção de conhecimento científico faz com que a saúde masculina continue em degradação, argumentou Hallak.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a prevenção do abuso destas substâncias, os expositores e debatedores concordaram que a família tem um papel fundamental tanto na educação primária dos jovens, quanto no acompanhamento de tratamentos médicos e psicológicos relacionados ao consumo de álcool e outras drogas. Thiago Teixeira ressaltou ainda que parte da educação familiar deveria ser acompanhada de perto por um médico, como, segundo ele, é usualmente praticado no Canadá. “Seria muito mais adequado se transferíssemos parte dessa educação sobre o consumo de álcool e drogas para o sistema de atendimento primário de saúde”, defendeu.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Saúde Masculina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-10T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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