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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sustainabilites-in-policy-planning">
    <title>Just Sustainabilites in Policy, Planning and Practice</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sustainabilites-in-policy-planning</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>Em sua palestra, o professor Julian irá delinear o conceito de "sustentabilidade justa" como uma resposta ao "déficit de equidade" de muitos pensamentos e práticas de sustentabilidade. Ele explorará seu argumento de que é quem pertence às nossas cidades é quem determinará em última instância o que elas podem se tornar. Ele ilustrará suas ideias com exemplos de planejamento e design urbano, agricultura urbana e justiça alimentar, assim como o conceito de compartilhar cidades.</span></p>
<p><span><strong>Abertura:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Gabriela Marques Di Giulio</a> (Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-torres" class="external-link">Pedro Henrique Torres</a> <span>(Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA)</span></p>
<p><strong><span></span>Exposição:</strong></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julian-agyeman" class="external-link">Julian Agyeman</a> (Tufts University)</span></p>
<p><span><strong>Comentários:</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-travassos" class="external-link">Luciana Travassos</a> (PGT / UFABC / MacroAmb)</span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-17T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/experimentacoes-urbanas-novas-ideias-e-solucoes">
    <title>Experimentações Urbanas, Novas Ideias e Soluções Sustentáveis para Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/experimentacoes-urbanas-novas-ideias-e-solucoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="documentFirstHeading"><strong>INSCRIÇÕES ENCERRADAS</strong></p>
<p>Reconhece-se que o tema das cidades ganha protagonismo no início deste século e vem sendo estudado por muitos grupos no Brasil e no exterior, porém setorializados. Este seminário buscará o desafio de construir uma agenda de pesquisa que parta da perspectiva de construção de conhecimentos em contextos interdisciplinares voltados a contribuir na análise e enfrentamento a problemas urbanos comuns. Nesse sentido, foram eleitos temas transversais de interesse destas áreas.</p>
<p>Para este primeiro colóquio, foi priorizado energia, mobilidade urbana, habitação, agricultura urbana e cultura inclusiva como temas que possibilitem uma aproximação teórica-prática e que se debrucem sobre necessidades concretas, com ideia de construir novas conceituações sobre intervenções urbanas.</p>
<p>O pressuposto do grupo organizador é de que o conhecimento relacionado ao tema até o momento apresenta um esgotamento diante da dinâmica urbana que requer novos conceitos e práticas de intervenção que venham produzir novas respostas.</p>
<p>Os organizadores do Colóquio, têm como expectativa ampliar o diálogo entre as diversas áreas de conhecimento voltadas às questões urbanas; explorar novos campos de ação e de interfaces; desenvolver uma agenda de pesquisa e experimentações urbanas; apresentar processos urbanos, decisões políticas, governança e participação.</p>
<p class="Default"><strong>Comissão Organizadora:</strong> Arlindo Philippi Jr, Maria da Penha Vasconcellos, Sonia Maria Viggiani Coutinho, Gilda Collet Bruna, Amanda Silveira Carbone, Juliana Pellegrini Cezare, Michelle de Fátima Ramos, Sandra Sedini e Carolina Cassia Conceição   Abilio,</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-29T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agricultura-urbana-ativismo-e-acao-publica-5-de-maio-de-2017">
    <title>Agricultura Urbana: Ativismo e Ação Pública - 5 de maio de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agricultura-urbana-ativismo-e-acao-publica-5-de-maio-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/designing-and-managing-the-urban-forest-for-the-21st-century-lessons-from-melbourne-australia-6-de-novembro-de-2017">
    <title>Designing and managing the urban forest for the 21st century: lessons from Melbourne, Australia - 6 de novembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/designing-and-managing-the-urban-forest-for-the-21st-century-lessons-from-melbourne-australia-6-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-06T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-discute-inteligencia-artificial-e-agricultura-urbana">
    <title>Atualidade, perspectivas e desafios da inteligência artificial são tema da revista “Estudos Avançados”</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-discute-inteligencia-artificial-e-agricultura-urbana</link>
    <description>Edição 101 da revista "Estudos Avançados" traz os dossiês "Inteligência Artificial" e "Agricultura Urbana", artigo sobre tipologia das instituições de ensino superior e resenhas de cinco lançamentos editoriais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-101" alt="Capa da revista &quot;Estudos Avançados&quot; 101" class="image-right" title="Capa da revista &quot;Estudos Avançados&quot; 101" />Algoritmos de aplicativos e redes sociais, veículos autônomos, tradução automática, reconhecimento facial, aprendizagem de máquina, redes neurais artificiais, diagnóstico médico... São muitos os conceitos, tecnologias e usos da inteligência artificial (IA) cada vez mais presentes no cotidiano, fruto do grande desenvolvimento da área nas últimas décadas.</p>
<p>Para propiciar ao público não especializado uma visão abrangente dessa revolução tecnológica, a edição 101 da revista "<a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>" dedica seu dossiê principal à discussão do estado atual, perspectivas e impactos da IA. [A <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420210001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">edição digital</a> da publicação já está disponível no site da SciELO (Scientific Electronic Library Online).]</p>
<p>Composto de nove artigos de autoria de 17 pesquisadores da USP, Unicamp, UFRGS e UFPE, o dossiê "Inteligência Artificial"  analisa o desenvolvimento desse campo desde sua origem nos anos 50, suas inúmeras aplicações e os debates que suscita no cenário científico e tecnológico, mas não deixam de lado “seus riscos, os cuidados éticos que seu emprego massivo requer, suas implicações sociais, políticas, culturais e morais que transformam rapidamente as sociedades contemporâneas”, sintetiza o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>.</p>
<p>A abertura do dossiê é dedicada aos aspectos metodológicos da pesquisa em IA, com artigo de Fabio Gagliardi Cozman, da Escola Politécnica (EP) da USP. Ele explica que há dois estilos "fundamentalmente diferentes de abordagem em IA: de um lado, o estilo empírico, fortemente respaldado por observações sobre a biologia e psicologia dos seres vivos e pronto para abraçar arquiteturas complicadas que emergem da interação de muitos módulos díspares; de outro lado, um estilo analítico e sustentado por princípios gerais e organizadores, interessado em concepções abstratas da inteligência e apoiado em argumentos matemáticos e lógicos".</p>
<p>Segundo Cozman, por volta de 1980, foram cunhados os termos scruffy (desgrenhado) e neat (empertigado) para se referir, respectivamente, a esses dois estilos de trabalho em IA. Essa divergência metodológica se mantém, afirma, com o constante dilema entre "a busca de artefatos racionais baseados em princípios claros, ou artefatos empíricos que reproduzem padrões". Sua proposta é investir em arquiteturas baseadas em princípios de racionalidade e que permitam abrigar vários módulos simultaneamente, muitos dos quais baseados em coleta maciça de dados.</p>
<p>A preocupação com a forma de desenvolvimento da IA é compartilhada por André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP: "O que temos que decidir agora não é mais se teremos ou não a IA, mas como teremos a IA”. Para reduzir possíveis riscos, aponta, “é necessário o desenvolvimento de novos algoritmos de IA, ou seu uso de maneiras novas e inovadoras, levando em consideração questões éticas, sociais e legais”.</p>
<p><strong>Razões da euforia</strong></p>
<p>O novo período de euforia em relação aos possíveis benefícios do uso da IEA deve-se a três fatores, de acordo com Jaime Simão Sichman, da EP-USP: o baixo custo atual de processamento e de memória; o surgimento de novos paradigmas, como as redes neurais profundas; e a gigantesca quantidade de dados disponível na internet em razão do grande uso de recursos como redes e mídias sociais.</p>
<p>Sichman alerta para os potenciais riscos que “essa tecnologia, tal como qualquer outra, pode provocar caso os atores envolvidos na produção, utilização e regulação de seu uso não criem um espaço de discussão adequado dessas questões”.</p>
<p>Segundo Teresa Bernarda Ludermir, do Centro de Informática da UFPE, o avanço "extraordinário” da IA nos últimos anos e sua importância na solução de problemas tecnológicos e econômicos, deve-se principalmente às técnicas de aprendizagem de máquina, sobretudo à utilização de redes neurais artificiais. Além de tratar do estado atual da área, seus desafios e oportunidades de pesquisa, o artigo menciona impactos sociais e questões éticas decorrentes dos usos da IA.</p>
<p>As transformações ocorridas na IA desde seu surgimento, em especial quanto aos sistemas educacionais, são o objeto do panorama apresentado Rosa Maria Vicari, do Instituto de Informática da UFRG. A pesquisadora lembra que em 1980 e 1993 "as aplicações eram interessantes, mas não apresentavam respostas adequadas em compreensão da linguagem e diagnóstico médico". Nas duas últimas décadas, no entanto, "as aplicações se mantiveram, mas houve avanços na tradução automática, reconhecimento de imagens, diagnóstico do câncer e carros autônomos".</p>
<p><strong>Algumas aplicações</strong></p>
<p>Nove pesquisadores do Instituto de Computação da Unicamp são autores de artigo sobre ciência forense digital (uso de métodos e técnicas científicas para investigações de crimes no mundo digital). A importância atual da área deve-se, segundo eles, aos desafios resultantes do surgimento das mídias sociais e ao imenso volume de dados que geram, intensificados pelos avanços da IA. E é a técnicas de IA que é preciso recorrer para analisar tal quantidade de dados. O artigo apresenta desafios e oportunidades associados à aplicação dessas técnicas e apresentam exemplos de seu uso em situações reais.</p>
<p>Um caso específico em que a IA tem papel fundamental é o processamento de linguagem natural (PLN), essencial para a análise de grandes quantidades de dados contidos em textos, entre outros usos. O tema é discutido por Marcelo Finger, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, em particular quanto à língua portuguesa. Ele explica que o PLN se encontra na confluência de áreas como ciência da computação, linguística, lógica, psicologia, dentre outras, e requer por natureza um tratamento multidisciplinar.</p>
<p>No entanto, todos os avanços em PLN, com a consequente geração de produtos e a facilitação de uma série de serviços, “parecem não ter trazido nenhuma informação substancial sobre o processo humano de reproduzir e se comunicar por meio da linguagem”, diz o pesquisador. Seguindo essa linha de raciocínio, “o processamento de língua natural teria se dissociado do estudo de linguagem”. Há quem diga, afirma, que "a tecnologia acabará por matar o estudo tradicional da linguagem". Para Finger, essas duas visões são exageradas: "A linguística é absolutamente fundamental para a área de processamento de língua, uma vez que essa tarefa computacional não explica a língua, não ajuda a prever nem a explicar as evoluções naturais das línguas".</p>
<p>Ana Bazzan, do Instituto de Informática da UFRGS, analisa a utilização de IA para a melhoria de sistemas de transporte. Para ela, a aplicação de IA no serviço pode melhorar a utilização da infraestrutura existente, a fim de melhor atender a demanda (deslocamento de pessoas e mercadorias). Seu artigo traça um painel sobre duas tarefas em que a IA tem contribuições relevantes no setor: o controle de semáforos e a escolha de rotas.</p>
<p><strong>Impacto no trabalho</strong></p>
<p>O dossiê se encerra com artigo de Ricardo Abramovay, professor sênior do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, sobre uma das questões que mais preocupam a sociedade no que se refere à IA: a perda de postos de trabalho. Nele, o autor afirma que, embora as formas mais avançadas da revolução digital (IA, aprendizagem de máquina e internet das coisas) estejam substituindo parte considerável da mão de obra, "não é nisso que reside sua maior ameaça". O problema, afirma, é que essa revolução "está fortalecendo uma polarização social do mercado de trabalho que vai na contramão do que foram as bases do próprio Estado de bem-estar do século 20".</p>
<p>Segundo Abramovay, “o lugar do trabalho na coesão das sociedades contemporâneas envolve uma discussão filosófica fundamental: o que é trabalho, o que é emprego, mas, mais que isso, como podemos hoje fazer que nossa capacidade de cooperação resulte em vida melhor para todos e não em formas indignas e pouco valorizadas de atividades para a esmagadora maioria, ao lado de atividades criativas e edificantes para uma pequena minoria”.</p>
<p><strong>Outras seções</strong></p>
<p>Além do dossiê "Inteligência Artificial", a edição traz um estudo alentado sobre a diversidade das instituições de ensino superior no Brasil, um conjunto de textos sobre agricultura urbana e resenhas de cinco lançamentos editoriais.</p>
<p>A diversidade das instituições de ensino superior do país em termos de objetivos perseguidos e resultados obtidos requer um esforço para classificá-las por similaridade de atuação, para que isso subsidie critérios diversos de avaliação para cada grupo. É o que propõe o artigo “Por uma Tipologia do Ensino Superior Brasileiro: Teste de Cconceito”, de Simon Schwartzman, Roberto Lobo Silva Filho e Rooney Coelho.</p>
<p>De acordo com os autores, as diferenças entre as instituições não são reconhecidas com todas as implicações pela legislação nem pelo sistema de avaliação adotado pelo Ministério da Educação. O artigo apresenta uma proposta de tipologia que procura identificar com clareza as diferenças entre as instituições, de forma a servir de base para um sistema de informações e procedimentos de avaliação.</p>
<p>Para isso, os pesquisadores propõem o agrupamento das instituições com perfis semelhantes, do ponto de vista de seu porte, natureza jurídica e envolvimentos em atividades de ensino e pós-graduação, além de verificar até que ponto essa diferenciação tem correspondência com a diversidade de características de professores, alunos e sua área de atuação. A parte final do estudo discute algumas das implicações da tipologia para o sistema de avalição da educação superior e para a melhoria da qualidade e desempenho da educação superior no país.</p>
<p><strong>Agricultura urbana</strong></p>
<p>De acordo com o editor de "Estudos Avançados", os artigos sobre “Agricultura Urbana” tratam de questões específicas, mas conectadas entre si como modalidades e alternativas para a promoção da segurança alimentar.</p>
<p>Os seis textos discutem: multifuncionalidade, produção e comercialização da agricultura urbana; sua associação com a agroecologia; a importância das hortas comunitárias e das hortas de quintais; e as contradições do locavorismo (ativismo alimentar surgido na década passada que privilegia o consumo de alimentos produzidos localmente) diante das experiências da agricultura urbana na cidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<p>As seis resenhas tratam de obras com temas variados, entre as quais, geologia, história, produção intelectual e literatura. Ricardo Soares e Wilson Machado escrevem sobre “The Anthropocene as a Geological Time Unit: A Guide to the Scientific Evidence and Current Debate”, que reúne dados do 35º Congresso Geológico Internacional, realizado em 2016; Camila Ferreira da Silva e Janderson Bragança Ribeiro resenham “Sobre o Autoritarismo Brasileiro”, de Lilia Moritz Schwarcz; Fabio Mascaro Querido trata de “Seja como For: Entrevistas, Retratos e Documentos”, de Roberto Schwarz; Mariana Holms escreve sobre “O Homem que Aprendeu o Brasil”, de Ana Cecília Impellizieri Martins (2020); e Cecilia Marks analisa “O Romance de Formação”, de Franco Moretti.</p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 101 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em meados de maio, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-23T02:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-experiencia-de-montreal-e-rennes-na-agricultura-urbana">
    <title>A experiência de Montreal e Rennes na agricultura urbana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-experiencia-de-montreal-e-rennes-na-agricultura-urbana</link>
    <description>Seminário Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação? acontece no dia 11 de novembro, das 15h às 18h, na Sala de Eventos do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Montreal_rooftop_greenhouse-2.jpg" alt="Montreal rooftop greenhouse -1 " class="image-inline" title="Montreal rooftop greenhouse -1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Montreal_rooftop_greenhouse-1.jpg" alt="Montreal rooftop greenhouse - 2" class="image-inline" title="Montreal rooftop greenhouse - 2" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Montreal Rooftop Greenhouse, a maior estufa comercial sobre prédios do mundo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A experiência de cidades como Rennes, na França, e Montreal, no Canadá, em projetos e iniciativas relacionados à agricultura urbana serão o ponto de partida para uma discussão que visa a articular ações para a ampliação e consolidação da prática em São Paulo.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana" class="external-link">Grupo de Estudos em Agricultura Urbana</a>, sediado no IEA, o seminário <i>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação?</i> acontece no dia <strong>11 de novembro, das 15h às 18h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>Segundo os organizadores, a prática da agricultura urbana promove mudanças benéficas na estrutura social, econômica e ambiental do local onde se instala. Ela fomenta projetos e iniciativas voltadas para o desenvolvimento de empreendimentos sociais e de ações comunitárias. Nas cidades que serão estudadas, o sucesso da prática se deu basicamente por meio de serviços, negócios sociais e políticas públicas.</p>
<p>“São Paulo vive um momento-chave para o direcionamento da gestão pública, das iniciativas sociais e do posicionamento acadêmico”, afirmam os pesquisadores do grupo. A concretização da agricultura urbana depende de decisões políticas e da implementação de ferramentas e dispositivos para viabilizá-las.</p>
<p><span><strong>Programação </strong></span></p>
<p><strong>1. Das 15h às 16h15</strong> – Apresentação dos casos internacionais e dos convidados que estruturam e articulam suas próprias atividades com politicas públicas e demais dispositivos formais e informais</p>
<p>Mediação: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-nagib" target="_blank">Gustavo Nagib</a></p>
<ul>
<li>Agricultura Urbana em Rennes: atores, práticas e politicas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giulia-giacche" target="_blank">Giulia Giacchè</a></li>
<li>Agricultura Urbana em Montreal: atores, práticas e politicas públicas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lya-cynthia-porto-de-oliveira" target="_blank">Lya Porto</a></li>
<li>Hortas urbanas e compostagem: atualidade e perspectivas – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-visoni" target="_blank">Claudia Visoni</a></li>
<li>Empreendedorismo e cooperação na agricultura, o caso da Cooperapas – Valéria Marcoratti</li>
<li>Empreendedorismo e cooperação na agricultura, o caso da Associação dos Produtores da Zona Leste – Andreia Perez Lopes</li>
<li>Agricultura Urbana na cidade de São Paulo: o poder público em ação – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-henrique-marinho-meira" class="external-link" target="_blank">Luís Henrique Marinho Meira</a> (COSAN)</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. Das 16h30 às 17h30 </strong>– Debate aberto entre pesquisadores, convidados e público: "<i>Como podemos aprimorar os serviços e as estruturas de agricultura urbana em São Paulo à luz de casos internacionais?</i>"</p>
<p><strong>3. Das  17h30 às 18h</strong></p>
<p>Resoluções possíveis e encerramento</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-08T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-19-de-novembro-de-2019">
    <title>Agricultura Urbana e Segurança Alimentar e Nutricional - O Alimento Orgânico na Alimentação Escolar - 19 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-gestao-de-materiais-processos-e-residuos-em-cidades-19-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-13T16:15:23Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-PHAM2022">
    <title>Saúde Planetária Brasil no PHAM2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/saude-planetaria-PHAM2022</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[ 
<p class="MsoNormal">Pesquisadores do <a class="external-link" href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/">Saúde Planetária Brasil</a> vão contextualizar, no Brasil, os debates realizados no encontro internacional <a class="external-link" href="https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/aboutpham2022">Planetary Health Annual Meeting </a><span class="external-link">(PHAM)</span>, ocorrido no final de outubro e organizado pela <a class="external-link" href="https://www.planetaryhealthalliance.org/planetary-health" target="_blank">Planetary Health Alliance</a> (PHA) na Universidade de Harvard.</p>
<p class="MsoNormal">Os palestrantes, todos membros do Saúde Planetária Brasil, representaram o país nos debates.</p>
<p class="MsoNormal">Quais os rumos apontados para a ampliação da Saúde Planetária nacional e internacionalmente?</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>O que merece maior destaque do que foi debatido no encontro?</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Quais os próximos passos?</p>
<p class="MsoNormal">Essas são algumas das questões que serão debatidas nesta <span> </span>conversa.</p>
<p class="MsoNormal">Todos e todas estão convidados a dialogar conosco, interagir pelo chat e  tirar dúvidas com os participantes. Essa é uma ótima oportunidade para ter um resumo do que foi debatido  no PHAM2022. O evento anterior, PHAM2021, foi sediado virtualmente na  USP no ano passado, tendo contado com mais de cinco mil inscritos de  130 países.</p>
<p class="MsoNormal"><b><span>Participação:</span></b><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva"><span>Antonio Saraiva</span></a> (USP)</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-de-andrade-cardoso-santiago"><span>Raquel Santiago</span></a> (UFG)</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-souza-de-camargo"><span>Tatiana Souza de Camargo</span></a> (UFRGS)</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/enrique-barros"><span>Enrique Barros</span></a> (UCS)</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelzair-vianna" class="external-link">Nelzair Vianna</a> (Fiocruz-BA)</span></p>
<p class="MsoNormal"><b><span>Moderação:</span></b><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniela-vianna"><span>Daniela Vianna</span></a> (USP)</span></p>
<p class="MsoNormal"><b><span>Transmissão</span></b></p>
<p class="MsoNormal"><span>Acompanhe pelo canal do <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=Iv3jgizNVJg"><span class="external-link"><span>YouTube</span></span></a> do Saúde Planetária</span></p>
<div>
<div class="gt ii" id=":v7">
<div class="aiL a3s" id=":we">
<div dir="ltr">
<div class="gmail_quote">
<div dir="ltr">
<div class="visualClear"></div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-24T11:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios">
    <title>A ciência do alimento diante de novos desafios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-2" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 2" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-1" alt="Agricultura - Leslie Firbank 1" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O agroecologista Leslie Firbank, da Universidade de Leeds</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As necessidades do futuro dependerão do capital natural que conservarmos agora, mas as sociedades não têm dado o devido respeito a essa premissa, mostrou. A Inglaterra, por exemplo, enfrenta um sério problema com solos disponíveis para a agricultura. O carbono do solo foi reduzido a níveis drásticos devido ao uso agrícola intensivo ao longo de décadas. “Ou o solo fica incrivelmente seco ou totalmente encharcado, a ponto das culturas serem dizimadas”, disse.</p>
<p>As condições de solo e clima levaram a Bretanha a se tornar importadora de trigo, uma de suas principais culturas no passado. O país também se debate com as novas doenças de seus rebanhos. “Mas as pessoas não dão o devido valor a isso, não sabem sequer de onde vem, nem como é produzido o alimento. Há uma mentalidade de que se não produzimos, podemos comprar de qualquer outro país que produza”, afirma.</p>
<p>A especialista em biociência animal, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, participou do debate, que contou com a moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e coordenador do grupo de pesquisa em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia/projeto" class="external-link">Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Soluções locais</strong></p>
<p>Ao contrário da agricultura das décadas de 1970 a 1990, em que dominava um modelo igual para todo tipo de cultivo, a produção agrícola do novo milênio deverá se caracterizar pela diferenciação e pela diversidade, graças à agricultura de precisão, acredita Firbank.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-4" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 4" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Agricultura de precisão, resposta às necessidades de uma dieta variada</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o especialista, agricultura de precisão ganhará grande fôlego, já que permite direcionar a produção conforme a demanda. “Podemos pensar em soluções locais para necessidades locais, usando expertise local. A agricultura de precisão permite contemplar novamente a diferenciação e a diversidade e com isso podemos produzir exatamente o que queremos e com os menores impactos possíveis na paisagem”, disse.</p>
<p>Portanto, a atividade rural precisará de financiamentos para se desenvolver, afirma. “Sem financiamentos, poucos terão acesso à tecnologias de ponta. Os fertilizantes são muito mais precisos. E sistemas robotizados permitem determinar a dieta ideal para cada animal. Mas toda essa inovação requer dinheiro. Então há o perigo de que só os grandes negócios rurais sobrevivam, ou os que tiverem dinheiro para investir”, avalia.</p>
<p>Além disso, o setor rural mudou em funções das próprias condições naturais, sociais e econômicas, com o advento das mudanças climáticas globais, o aumento da urbanização e dos novos comportamentos. “O que funcionava há 20 ou 30 anos, hoje não representa mais uma solução porque a sociedade possui diferentes necessidades”, afirma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Gestão da demanda </strong></p>
<p>Firbank lembrou que a produção de alimentos em 2009 triplicou em relação à da década de 1960 e que, portanto, o mundo não tem problema de produção e sim de distribuição de alimento. Apesar disso, ainda há muitas necessidades não supridas pela agricultura e, mesmo assim, estamos ultrapassando os limites da capacidade de suporte dos sistemas terrestres.</p>
<p>“Ainda temos uma questão não resolvida, sobre se poderemos viver em segurança operando apenas nos mesmos espaços terrestres que já utilizamos e se isso será capaz de atender a todos de forma justa. Isso não tem a ver só com a agricultura, mas também com indústrias e outros setores e com a forma como a riqueza é distribuída no planeta”, disse.</p>
<p>Para o especialista, a agricultura do futuro deverá enfrentar o desafio da gestão da demanda do alimento, reduzindo as perdas no campo, no transporte e no armazenamento. Além disso, a oferta do alimento de qualidade a preços acessíveis é uma questão de decisão política. “Na Inglaterra, temos os bancos de alimentos que os mercados e distribuidores colocam à disposição do público quando o produto está perto do vencimento”, conta.</p>
<p>A segurança alimentar envolverá também o fortalecimento das cadeias produtivas, de forma que sejam capazes de conviver com choques de produção e de preços. Mas não só isso. As políticas públicas deverão promover a alimentação saudável.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-3" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 3" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Pessoas não conhecem mais a origem do alimento. Leite vem da caixinha e carne é um pacote do supermercado", diz Firbank</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Em Leeds, no norte da Inglaterra, a expectativa de vida em locais mais pobres é cinco vezes menor em relação a lugares mais ricos e isso tem uma relação estreita com a qualidade da alimentação. Nesse caso, não se trata de acesso ao alimento, mas de educação alimentar e preocupação com o que as crianças comem”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valor da terra</strong></p>
<p>A disponibilidade de campos agrícolas é uma questão muito discutida na Inglaterra, pois os habitat foram destruídos ao longo do tempo e sua preservação tem sido negligenciada. “Agora, sem o financiamento da União Europeia, é provável que muito pouco restará dos habitat naturais na Inglaterra”, acredita.</p>
<p>As cidades inglesas estão se expandindo, explica, e o planejamento do território valoriza as terras urbanas em detrimento das rurais. “A mentalidade é que podemos comprar alimento de outros países, que são agroexportadores, como o Brasil, por exemplo. Mas ao redor do mundo, cada vez mais as terras agrícolas de qualidade estão sendo encontradas nas cidades”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícia</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria" class="external-link">Horticultura urbana comunitária ainda é vista como atividade clandestina em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diversificacao-produtiva-e-conhecimento-social-trazem-vida-longa-para-agroecossistemas" class="external-link">Diversificação produtiva e conhecimento social favorecem agroecossistemas</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mercado de trabalho na área rural também é negligenciado, diz Firbank. “Falta capital humano no campo. É cada vez mais raro encontrar pessoas com habilidades na área e comprometidas com o alimento e a agricultura. Os jovens não enxergam a área agrícola como uma carreira valiosa. Um biólogo recém-formado prefere trabalhar com genética, biociências e carreiras afins, porque acha mais atraente”.</p>
<p>O programa N8 Agrifood e outras políticas públicas na Europa vêm tentando mudar esse quadro. “As pessoas em geral não valorizam o campo. Para elas, o leite vem da garrafa e a carne é um pacote do mercado. Estamos tentando superar isso e uma das iniciativas é o Farm Sunday, um evento anual em que centenas de fazendas abrem seus portões para o público e escolares poderem ver como é uma fazenda. No ano passado, 500 mil pessoas participaram do evento, numa população de 5 milhões”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Cidades mais autônomas</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-5" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 5" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, Horta da FSP-USP. Abaixo, aeroporto de Berlin-Tempelhof, desativado em 2008 para horticultura comunitária e lazer</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Diante dos desafios, é preciso incentivar a autonomia das cidades quanto à produção do alimento, apesar de que muitas cidades não terão espaço para produzir comida para todos, avalia.  “Não falo de commodities. Mas em vez de importar tudo, devemos incentivar a produção de vegetais e frutas para consumo local. Em Leeds, não temos espaço suficiente para produzir comida para todos. Embora seja desejável, não vejo a agricultura urbana como uma solução política para os problemas de segurança alimentar”, avalia.</p>
<p>Porém, é possível pensar a agricultura urbana como um movimento de educação, cultura alimentar e socialização, mais do que uma via de abastecimento alimentar. “Ainda temos poucas estatísticas e parece que a agricultura urbana ainda funciona mais como um hobby ou um complemento ao alimento que as pessoas já têm. Na Universidade de Leeds, temos uma horta como parte de um projeto de pesquisa. O lugar é realmente agradável e em épocas de colheita qualquer um pode ir lá e pegar o que quiser. A área é o dobro desta sala aqui (Sala de Eventos do IEA). Mas, colocando num contexto mais amplo, será que isso seria suficiente para alimentar todas as pessoas da universidade?”, questiona Firbank.</p>
<p>Entre o público presente na plateia do IEA, a professora Thaís Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, responsável pelo projeto da horta comunitária da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do IEA, comentou que no Brasil as hortas urbanas têm de fato cumprido um papel social importante.</p>
<p>“Não se trata de prover alimento em quantidade para todos, embora muitas comunidades carentes agora tenham acesso a um alimento saudável e barato graças aos diversos projetos de hortas urbanas. De fato, as hortas comunitárias têm cumprido um papel social e educacional relevante para essas populações”, disse.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Pixabay; Leonor Calazans; Sylvia Miguel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-13T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/do-pasto-ao-prato">
    <title>Do Pasto ao Prato</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/do-pasto-ao-prato</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div>
<div class="gt ii" id=":v7">
<div class="aiL a3s" id=":we">
<div dir="ltr">
<div class="gmail_quote">
<div dir="ltr">
<div>
<div class="gmail_default"><b>De onde vem a carne que você come? Uma nova iniciativa de ciência cidadã para aumentar a transparência na indústria de carne.</b></div>
<div class="gmail_default"><b><br /></b></div>
<p>A  pecuária é responsável pela maior parte do desmatamento no Brasil, e  ainda existem casos de produtores associados a trabalho análogo à  escravidão, queimadas e descumprimento das regras sanitárias.</p>
<p>A falta de  transparência sobre a origem de produtos absolve empresas para os  impactos escondidos nas cadeias de abastecimento deles e impede o  consumo consciente por compradores no supermercado.</p>
<p>O aplicativo <a class="external-link" href="http://www.dopastoaoprato.com.br">"do  Pasto ao Prato"</a>, lançado no dia 22 de novembro de 2022, revela a origem e o impacto de produtos de carne bovina vendidos na sua vizinhança.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><b>Participação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dirce-marchioni" class="external-link">Dirce Marchione</a> (FSP/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Saraiva</a> (EP-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/natalia-pirani-ghilardi-lopes" class="external-link">Natalia Pirani Ghilardi-Lopes</a> (IEA-USP/UFABC)</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.researchgate.net/profile/Erasmus-Zu-Ermgassen">Erasmus zu Ermgassen </a>(Universidade Católica de Louvain)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aline-martins-de-carvalho" class="external-link">Aline Martins de Carvalho</a> (IEA-FSP/USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe pelo c<span class="external-link">anal do </span><a class="external-link" href="https://youtu.be/Qf55mKNFfMQ"><span class="external-link">YouTube</span></a><span class="external-link"> do Saúde Planetária</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-24T11:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-e-pandemia">
    <title>Agricultura Urbana e Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-e-pandemia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos em Agricultura Urbana faz, neste evento, o lançamento de uma série de artigos publicados por seus membros em 2021 na revista do IEA, além de um artigo internacional sobre os impactos da COVID-19 na Agricultura em São Paulo. Gostaríamos também de comentar sobre o lançamento do livro de um de seus membros, Matos de Comer, de Guilherme Ranieiri.</p>
<p>Para discutir os impactos da pandemia na Agricultura Urbana, convidamos pesquisadores e agricultores urbanos para nos relatar sua experiência e apresentar os dados do período.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-27T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inseguranca-alimentar-esta-ligada-a-perda-do-poder-de-compra-dos-brasileiros">
    <title>Insegurança alimentar está ligada à perda do poder de compra dos brasileiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inseguranca-alimentar-esta-ligada-a-perda-do-poder-de-compra-dos-brasileiros</link>
    <description>Especialistas discutem no USP Analisa cenário de dificuldade de acesso a alimentos por mais da metade da população</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-138af625-7fff-b733-6a57-7bd31cb34cb5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome69.png/@@images/29bbd1ce-0c05-4e8c-a1a5-53ad6e34bdad.png" alt="" class="image-left" title="" />Oito anos após sair do chamado Mapa da Fome da ONU, o Brasil hoje tem mais da metade da população enfrentando alguma dificuldade de acesso a alimentos. O USP Analisa vai discutir as causas dessa situação e as políticas públicas que podem ajudar a mitigar o problema em uma entrevista com a professora da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do Instituto de Estudos Avançados da USP, Thaís Mauad; com a professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, </span><span>Silvia Helena Galvão de Miranda; e com a professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Dirce Maria Lobo Marchioni.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dirce explica que a fome é apenas um dos níveis de uma escala internacional de insegurança alimentar. “</span><span>A insegurança alimentar diz respeito à preocupação das famílias em aquisição e consumo de alimentos. A pessoa não sabe se vai ter dinheiro e acesso para comprar comida e para se alimentar. Essa insegurança alimentar tem alguns níveis. Nós medimos por uma escala, que se chama Escala Brasileira de Segurança Alimentar. Ela em geral apresenta três níveis. No nível mais grave, a pessoa tem realmente muita dificuldade e ele é ligado à fome”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além da fome, obesidade e sobrepeso também estão relacionados a esse problema. “A questão da insegurança alimentar não reflete a quantidade somente, mas a qualidade do que você está comendo. Então a pessoa pode até estar obesa, mas em insegurança alimentar porque ela não está ingerindo a quantidade de macro e micronutrientes adequados a uma alimentação saudável”, diz Thaís.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Embora a pandemia tenha intensificado essa situação, a insegurança alimentar já ameaça a população há pelo menos sete anos, quando começou a ocorrer perdas no poder de compra da população. “A fome no nosso país está muito relacionada à falta de renda para acesso ao alimento. Esse já é um problema anterior à crise da covid. É um problema de crescimento do desemprego, que vem vindo desde 2015, e claro, de defasagem dos salários em relação aos preços da economia. Agora, nesses dois últimos anos, houve o agravamento da inflação - e aí, agravando o problema da inflação, o trabalhador, além de perder o emprego, tem uma perda de poder de compra muito grande na economia hoje. Falta renda para comprar comida”, afirma Sílvia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As três professoras também integram o Grupo de Trabalho “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, criado pela Reitoria da USP. Um dos resultados alcançados pelo grupo foi a publicação de um e-book sobre o tema, que pode ser acessado </span><a href="https://prceu.usp.br/wp-content/uploads/2021/11/E-book_Poli%CC%81ticas-Pu%CC%81blicas-para-o-Combate-a%CC%80-Fome.pdf"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho da entrevista, que pode ser acessada na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span> e </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-11T19:04:27Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-sao-paulo-melbourne">
    <title>Conhecendo a Agricultura Urbana em São Paulo e Melbourne</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-sao-paulo-melbourne</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Estudo em Agricultura Urbana promove seminário em que especialistas do Brasil e da Austrália apresentam aspectos da agricultura urbana e poluição atmosférica em metrópoles.</p>
<h3>Moderação</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thais-mauad" class="external-link">Thais Mauad</a> (FM e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-13T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas">
    <title>Agricultura Urbana: o Extremo Sul de São Paulo e a Cooperapas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-urbana-extremo-sul-cooperapas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><strong>2ª atividade da série "Encontros com o Grupo de Estudos em Agricultura Urbana"</strong></i></p>
<p><strong>Cooperapas: agricultura e cooperativismo no extremo sul do município de São Paulo - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/angelica-campos-nakamura" class="external-link">Angélica Campos Nakamura</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p>Apresentação sobre a história da Cooperativa Agroecológica dos Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo (Cooperapas), <span>fundada em 2011 e </span>única cooperativa de agricultores do município de São Paulo, e o contexto em que se insere. Dissertação de Mestrado - <span style="text-align: start; float: none; "><a class="external-link" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-09032017-090516/pt-br.php" target="_blank">Cooperapas: agricultura e cooperativismo no extremo sul do município de São Paulo</a>, 2017</span></p>
<p><strong>Projeto Cultivar - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valeria-de-marcos" class="external-link">Valéria de Marcos</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>
<p>Apresentação sobre a experiência da pesquisadora nos anos de 2007-2008 na região, quando desenvolveu o projeto que ajudou os agricultores a montarem a cooperativa Cooperapas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/agricultura-urbana-em-rennes-montreal-e-sao-paulo-como-podemos-aprender-e-articular-acoes-a-luz-da-comparacao-11-de-novembro-de-2016">
    <title>Agricultura Urbana em Rennes, Montreal e São Paulo: Como Podemos Aprender e Articular Ações à Luz da Comparação? - 11 de novembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/agricultura-urbana-em-rennes-montreal-e-sao-paulo-como-podemos-aprender-e-articular-acoes-a-luz-da-comparacao-11-de-novembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-11T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




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