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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 251 to 265.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-tem-tres-pesquisadores-entre-os-mais-influentes-do-mundo">
    <title>Três dos pesquisadores mais influentes do mundo são ligados ao IEA-RP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-tem-tres-pesquisadores-entre-os-mais-influentes-do-mundo</link>
    <description>Lista é elaborada anualmente pela Universidade Stanford e traz 247 pesquisadores da USP e 33 do campus Ribeirão Preto</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4c2e86e2-7fff-f688-2a89-5e639c58baa8"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome34.png/@@images/330a1fae-3c7c-451c-8ff2-105b659b07e3.png" alt="" class="image-left" title="" />Três pesquisadores ligados ao Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP estão listados na </span><a href="https://elsevier.digitalcommonsdata.com/datasets/btchxktzyw/3"><span><i>Updated science-wide author databases of standardized citation indicators</i></span></a><span>, que classifica os cientistas mais influentes do mundo nas respectivas áreas de atuação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A relação é elaborada anualmente pela Universidade Stanford e analisa a influência dos cientistas com base na Scopus, o maior banco de dados mundial de resumos e citações de publicações científicas revisadas por pares. A análise utiliza o cálculo de um indicador composto de citações (</span><span>c-score</span><span>), capaz de retratar de maneira mais abrangente o impacto do trabalho de cada cientista.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A seleção final engloba os 100 mil cientistas com maior c-score e também os 100 mil cientistas que publicaram ao menos cinco artigos em publicações científicas de impacto mundial e que estão entre os 2% melhores em seu subcampo de pesquisa. Os resultados são apresentados em duas categorias: </span><span>Impacto no ano de 2021</span><span> e </span><span>Impacto ao longo da carreira</span><span>. A lista de 2021 é composta por 200.409 cientistas. Desses, </span><a href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/10/Lista-Cientistas-mais-Influentes-2021.pdf"><span>247 são da USP</span></a><span> e 33, do campus Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os pesquisadores ligados ao IEA-RP são:</span></p>
<p dir="ltr"><strong><i><span>Norberto Garcia-Cairasco</span><span> </span><span>-</span></i></strong><span> coordenador do </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/pesquisa/grupo-de-estudo/rede-cienartes/"><span>Grupo de Estudos Rede Ciência, Artes, Educação e Sociedade do IEA-RP</span></a><span>. Tem graduação em Biologia pela Universidad Del Valle, Colômbia, mestrado e doutorado em Fisiologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e pós-doutorado pela Duke University Medical Center. Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Neurofisiologia, atuando principalmente e de maneira integrada nos seguintes temas: Avaliação Comportamental (Neuroetologia Quantitativa), Eletrofisiológica e Molecular de Alterações do Controle Motor entre elas: Epilepsia, Transtorno Obsessivo Compulsivo e Parkinson. Além desses tópicos, estuda Plasticidade no Sistema Auditivo, Integração Sensório-Motora e Sensório-Límbica.</span></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Fernando de Queiroz Cunha -</strong><strong> </strong></i>foi coordenador do IEA-RP de 2015 a 2019. É professor titular do Departamento de Farmacologia da FMRP-USP. Graduou-se em ciências biológicas, modalidade médica, pela Universidade de Brasília (UnB), obteve o título de mestre em fisiologia e farmacologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e tornou-se doutor em farmacologia pela USP. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e consultor do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).</p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Sérgio Henrique Ferreira -</i></strong></span><span> dá nome à </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/catedra/"><span>cátedra do Instituto que atua em políticas públicas educacionais</span></a><span>. Foi médico farmacologista e professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e faleceu em 2016. Suas pesquisas possibilitaram o desenvolvimento de agentes anti-hipertensivos a partir de um peptídeo extraído do veneno da jararaca, resultando no medicamento Captopril. Por essa pesquisa, recebeu um prêmio pela American Health Association, em 1983. Foi também membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).</span></p>
<p dir="ltr"><i><span>Com informações de </span><a href="https://jornal.usp.br/institucional/247-pesquisadores-da-usp-estao-entre-os-mais-influentes-da-ciencia-mundial/"><span>Erika Yamamoto/Jornal da USP</span></a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-04T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/ii-seminario-internacional-2018ciencia-encontra-filantropia2019-filantropia-no-ecossistema-brasileiro-da-ciencia-24-11-2025">
    <title>II Seminário Internacional ‘Ciência encontra Filantropia’ - Filantropia no Ecossistema Brasileiro da Ciência - 24/11/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/ii-seminario-internacional-2018ciencia-encontra-filantropia2019-filantropia-no-ecossistema-brasileiro-da-ciencia-24-11-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência Gema Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-11-26T21:46:54Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios">
    <title>CNPq estuda transformar bolsas em contratos de trabalho temporários</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, presidente do órgão fala sobre essa medida e ações para aumentar a diversidade de gênero, racial e territorial entre os projetos de pesquisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b9324f47-7fff-2c8a-c5e2-28aabd4b4e47"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome54.png/@@images/734cfbb7-70f6-4d4d-82c0-19acbc0f5895.png" alt="" class="image-left" title="" />À frente da presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde o início do ano, o físico Ricardo Galvão tem como desafio não apenas ajudar a reestruturar a ciência brasileira, mas também atender diversas demandas importantes dos pesquisadores. Em entrevista ao USP Analisa, ele conversou sobre duas delas: a carreira do cientista e ações afirmativas que ampliem a diversidade de gênero, racial e também territorial entre os projetos de pesquisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Galvão, é preciso tomar cuidado quando se fala em profissionalização do pesquisador, já que esse processo envolve a criação de um conselho para regulamentar e fiscalizar a profissão, restringindo a atuação do cientista. Segundo o professor, em vez de profissionalizar, o que se pode fazer é criar um contrato de trabalho específico com o pesquisador vinculado às bolsas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu e a professora Mercedes Bustamante, presidente da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], estamos formando um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de usar a lei que foi aprovada ainda no governo Temer, que permite a órgãos públicos fazer contratações temporárias de até quatro anos. Então nós estamos estudando a possibilidade - e aí eu não quero animar todo mundo, porque estudo jurídico é complexo, não é imediato. Mas queremos fazer um estudo para que as bolsas se tornem contratos de trabalhos temporários, renováveis a cada quatro anos e CLT”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à diversidade, o presidente do CNPq explica que vai passar aos Comitês de Assessoramento, responsáveis por analisarem os projetos de pesquisa, que sejam utilizados como critérios de desempate a igualdade de gênero, a questão racial e a distribuição territorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Na igualdade de gênero, sabemos como fazer; na racial, é mais complexo porque nós não temos os dados históricos. Os pesquisadores não eram requisitados a colocar a raça ao fazer sua aplicação. Nós temos agora, embora não seja obrigatório, muitos colocam quando assim o desejam. Então nesse ano já temos levantamento sobre isso. E o outro ponto é a questão territorial. Quando se faz uma equiparação entre projetos mais ou menos no mesmo nível, até com pouca diferenciação, mas que venha por exemplo de regiões como o Norte, o Centro-Oeste, que isso seja levado em conta ao atribuir as bolsas”, diz Galvão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-19T15:36:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-importancia-do-lnls-e-do-projeto-sirius">
    <title>Conferência discute importância do LNLS e do Projeto Sirius</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-importancia-do-lnls-e-do-projeto-sirius</link>
    <description>Evento promovido pelo IEA-RP terá como palestrante o diretor do CNPEM Antonio Roque da Silva</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CartazSiriuscorrigido.png/@@images/9c3c387a-80e4-4bab-a003-d55eb56f4a11.png" alt="" class="image-left" title="" />Única instituição da América Latina a ter um acelerador de partículas, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron completou 30 anos no ano passado e está construindo uma nova fonte de luz, o Sirius, que vai permitir um avanço sem precedentes em pesquisas de diversas áreas. Para discutir a importância do laboratório e desse projeto para a ciência brasileira, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) realiza no dia <strong>19 de outubro</strong>, às <strong>9h30</strong>, no <strong>Espaço de Eventos do IEA-RP</strong>, a conferência <strong>Sirius, a nova fonte de luz síncrotron brasileira</strong>.</p>
<p>No evento, o físico Antônio José Roque da Silva vai abordar as pesquisas desenvolvidas no LNLS, um dos quatro laboratórios que integram o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), do qual ele também é diretor.</p>
<p>Roque falará ainda sobre o andamento do Projeto Sirius, a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no País e uma das primeiras fontes de luz síncrotron de 4ª geração do mundo. Esse projeto é 100% nacional e vai abrir enormes oportunidades para o estudo de materiais orgânicos e inorgânicos, fornecendo ferramentas de pesquisa de ponta inexistentes hoje no Brasil.</p>
<p>Antônio José Roque da Silva tem graduação e mestrado em Física pela Unicamp e pós-doutorados pela <i>University of California</i> em Berkeley e em Los Angeles. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências, docente do Instituto de Física da USP e diretor do LNLS e do Projeto Sirius. Atua na área de Física, com ênfase em Física da Matéria Condensada e Física Atômica e Molecular.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLScTsy79bokxQCc_wK79FtxXWwt4qUv1Zy8rpSC1QI8pZMp49Q/viewform">neste link</a>. Mais informações: iearp@usp.br ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<div><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Sirius, a nova fonte de luz síncrotron brasileira</strong></span></div>
<div><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><i>19 de outubro, 9h30</i></span></div>
<div><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><i>Espaço de Eventos do IEA-RP</i></span></div>
<div><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLScTsy79bokxQCc_wK79FtxXWwt4qUv1Zy8rpSC1QI8pZMp49Q/viewform">Inscrições gratuitas</a></i></span></div>
<div><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sirius-a-nova-fonte-de-luz-sincrotron-brasileira" class="external-link">Página do evento</a></i></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-10T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento">
    <title>Seminário discute a reorganização das grandes áreas do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento</link>
    <description>A fim de discutir esta divisão e debater possíveis mudanças na maneira como se segmenta o conhecimento no Brasil, o IEA realizou, no dia 13 de abril, o seminário (Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento. O evento contou com a participação de cerca de 20 professores universitários, de diversas áreas e instituições.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-25c64db2-df10-7011-eed0-31a1337900b4"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/visao-geral-13042018" alt="Visão geral - 13042018" class="image-inline" title="Visão geral - 13042018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cerca de 20 professores, de diversas instituições, participaram do encontro.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“A educação superior brasileira é muito conteudista, os alunos recebem conteúdo demais e incentivo para reflexão de menos”, acredita <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fritz-huguenin" class="external-link">Fritz Huguenin</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP. Para ele, dar “receitas de bolo” aos alunos os prejudica mais do que ajuda. “É preferível motivá-los com problemas que os instiguem a encontrar soluções em outras áreas do conhecimento.”<br class="kix-line-break" /><span> </span><br class="kix-line-break" /><span> </span>Em sua apresentação, Huguenin defende a função primária da universidade: formar cidadãos completos, alicerçados em saberes diversos e conhecedores de todas as competências humanas. Para ele, no entanto, atual divisão do conhecimento em três grandes áreas (ciências humanas, exatas e biológicas), parece confrontar este ideal. O professor argumenta que muitos estudantes acabam se isolando em suas áreas, dificultando a produção do saber multidisciplinar pretendido. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>A fim de discutir esta divisão e debater possíveis mudanças na maneira como se segmenta o conhecimento no Brasil, o IEA realizou, no dia 13 de abril, o seminário<i> (Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento</i>. O evento contou com a participação de cerca de 20 professores universitários, de diversas áreas e instituições. O encontro foi organizado pelo IEA em parceria com o <a class="external-link" href="http://sites.ffclrp.usp.br/napcipem/">Núcleo de Pesquisa em Ciências da Performance em Música (NAP-CIPEM)</a>, da FFLCRP-USP.</p>
<p dir="ltr">Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-russomanno-ricciardi" class="external-link">Rubens Russomano Ricciardi</a>, coordenador do seminário e professor do curso de Música da FFLCRP-USP, “a divisão cristalizada do conhecimento em ciências exatas, biológicas e humanas tem levado, não raramente, a resultados acadêmicos menos fecundos que os desejados, prejudicando o planejamento e a realização das atividades de ensino, pesquisa e extensão”. Ricciardi acredita que vivemos um momento fecundo para discutir novas maneiras de organizar o conhecimento.<br class="kix-line-break" /></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diego-antonio-falceta-goncalves" alt="Diego Antonio Falceta Gonçalves" class="image-inline" title="Diego Antonio Falceta Gonçalves" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Diego A. Falceta Gonçalves: "Não queria atuar em nenhuma área específica, mas descobrir todas elas”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Divisão que limita</strong><br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>Mostrou-se clara, entre os participantes do evento, a convicção de que a divisão do conhecimento criou bolhas que não se comunicam. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ignacio-maria-poveda-velasco" class="external-link">Ignacio Maria Poveda Velasco</a>, professor de história do direito da Faculdade de Direito (FD) da USP, argumentou que a realidade das coisas é uma só, mas multifacetada. “Seja por motivos didáticos ou metodológicos, tendemos a fragmentá-la”. Ele acredita que, para atingir um nível de excelência, é preciso focar esforços de pesquisa em aspectos particulares de uma temática. Esse conhecimento específico, entretanto, não pode se desconectar de um contexto humano mais abrangente: “Por isso a comunicação entre as diversas áreas se faz necessária”.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span> “Foi decepcionante chegar à universidade”, comentou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/diego-antonio-falceta-goncalves" class="external-link">Diego Antonio Falceta Gonçalves</a>, vice-diretor executivo da Fuvest e professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Ele contou que não se identificava com nenhuma área específica do conhecimento, mas queria descobrir todas elas. Para Falceta, o vestibular no Brasil por vezes serve como um cabresto que direciona os estudantes para uma área específica e os impede de acessar a universidade como um todo. Ele também defendeu a superioridade dos estudantes egressos de universidades que incentivam a construção interdisciplinar do conhecimento. “São profissionalmente equivalentes, mas humanamente superiores, pois têm suas experiências humanas ampliadas”, afirmou.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A professora <a class="external-link" href="http://www.eefe.usp.br/?membro/mostrar/id/169/tpc/20">Ana Cristina Zimmermann</a>, da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, apontou que a educação física, matéria recém-chegada à academia, está no “turbilhão” dessa discussão. Em sua opinião, apesar da raíz biológica da área, existem diversas questões subjetivas e reflexivas inerentes à prática esportiva. O esporte (assim como o próprio movimento do corpo humano) é um importante fenômeno cultural, histórico e antropológico, por isso a educação física se aproxima do campo das ciências humanas em diversos pontos, ressaltou. No entanto, ela admitiu que, por vezes, pesquisadores da área preferem aconchegar seus estudos na área da saúde. “Ali encontramos uma utilidade, uma função social”, afirmou em crítica à maneira como as humanidades são desvalorizadas em relação às ciências biológicas.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>A visão da professora Ana Cristina foi reiterada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/oscar-joao-abdounur" class="external-link">Oscar João Abdounur</a>, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP. Abdounur afirmou que as áreas “insubordinadas” às áreas clássicas do conhecimento precisam se provar muito mais. “A pertinência das pesquisas de ciência pura precisa ser exaustivamente comprovada.” Para ele, a desvalorização de algumas áreas do conhecimento nasce na educação básica, pois as escolas “treinam disciplina, rotina e adequação à cultura” e falham em disseminar a civilidade e a retenção de conhecimento.<br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alexandre-da-silva-costa" alt="Alexandre da Silva Costa" class="image-inline" title="Alexandre da Silva Costa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alexandre da Silva Costa: “É muito estranho que um <i>paper</i> tenha mais valor [para os órgãos de incentivo] do que um livro”.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A falta de incentivo para as pesquisas “marginalizadas” foi reafirmada por outros professores, como Fritz Huguenin, que apontou a necessidade de apresentar, aos órgãos de incentivo à pesquisa, um horizonte de aplicação prática para receber aporte financeiro. “É raro conseguí-lo somente com pesquisa básica.” <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><strong>Lugar das Humanidades</strong><br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>A posição de desvalorização atribuída historicamente às ciências humanas também foi vastamente explorada pelos participantes do seminário. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandre-da-silva-costa" class="external-link">Alexandre da Silva Costa</a>,  professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF), questionou os correligionários “Não parece estranho que as ciências humanas sejam uma subdivisão das ciências? As outras não são humanas? São desumanizadas? São desumanizantes?”. Costa continuou sua indagação abordando uma derivação econômica da problemática: “Tendo em vista que todas as ciências são necessariamente humanas, porque exatamente as que assim são taxadas recebem os menores investimentos?”. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/icleia-thiesen" class="external-link">Icleia Thiesen</a>, professora do Departamento de História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), ecoou as preocupações do professor Costa. Lembrou que foi registrada recentemente, no Senado Federal, uma proposta de extinção dos cursos (tanto presenciais quanto à distância) de filosofia, história, geografia, sociologia, artes e artes cênicas das universidades públicas. Os cursos passariam a ser uma atribuição das universidades e faculdades privadas. Para ela, isso “deveria acender um sinal vermelho” para a desvalorização das humanidades no Brasil.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>“Quantas vezes, da maneira mais injusta possível, meus alunos não foram enxotados, segregados e diminuídos por serem músicos”, desabafou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-luiz-giovanini-micheletti" class="external-link">André Luiz Giovanini Micheletti</a>, professor de violoncelo e música de câmara do Departamento de Música da FFCLRP-USP. Ele defendeu que a produção de um músico é sua arte, sendo descabido exigir, como instrumento de avaliação, a publicação de papers ou livros. “Infelizmente, no Brasil, a performance [expressão da ciência musical, para ele] é vista com muito preconceito”, completou.<br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/icleia-thiesen" alt="Icléia Thiesen" class="image-inline" title="Icléia Thiesen" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Icleia Thiesen: "Talvez uma espécie de virada conceitual e hermenêutica", sobre o caráter do evento.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Acompanhando o professor Micheletti, Ricciardi criticou a maneira como a divisão das áreas do conhecimento posiciona a arte como subjetiva e irracional, contrapondo-a às ciências exatas, taxadas de objetivas e racionais. “Não há coerência na afirmação de que a arte só tem significância se estiver atrelada a um processo de pesquisa”, concluiu. <br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>No mesmo sentido, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-bologna" class="external-link">Ricardo Bologna</a>, professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, questionou a maneira como se dá a avaliação científica nas pesquisas de arte. Para ele, o resultado dos estudos artísticos se apresentam no palco através da criatividade e da praxis artística. “Mas não existem avaliações científicas nesses espaços”, frisou. Segundo Bologna, essa equivalência entre ciências tão diferentes obriga os pesquisadores a produzir dissertações que não refletem exatamente seu processo criativo.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>Alexandre da Silva Costa salientou ainda a relação desproporcional entre a produção de ciência nas diferentes áreas do conhecimento. Ele criticou o valor dado pelos órgãos de incentivo à pesquisa, por exemplo, a trabalhos do setor médico-biológico. “É muito estranho que um paper tenha mais valor [para os órgãos de incentivo] do que um livro.” Para ele, este tipo de prática cria um regime de servidão para os pesquisadores de humanidades, “que precisam produzir tanto quanto um médico que escreve um paper com mais oito pessoas”.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><strong>Interdisciplinaridade</strong><br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>As soluções para as questões apresentadas no seminário ainda parecem um pouco distantes e obscuras, mas uma noção parece urgente e consensual entre os participantes do encontro: a necessidade de explorar mais profundamente a interdisciplinaridade nas universidades. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tito-jose-bonagamba" class="external-link">Tito José Bonagamba</a>, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, defendeu a importância dos saberes múltiplos para compor a experiência universitária dos estudantes. “Enquanto o indivíduo da universidade não entender o caráter multidisciplinar da instituição, ele não alcançará o entendimento pleno dela e não vivenciará integralmente suas possibilidades”, justificou.<br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fritz-cavalcante-huguenin" alt="Fritz Cavalcante Huguenin" class="image-inline" title="Fritz Cavalcante Huguenin" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Fritz Huguenin: "A educação superior brasileira é muito conteudista".</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Costa ponderou que a segmentação do saber em áreas isoladas acabou traindo o sentido mais basal da universidade: o de reconhecer e acolher a diversidade de conhecimento. O resultado deste processo foi, segundo ele, uma profunda desunião da comunidade acadêmica. “Não há diálogo [entre as áreas]. Fala-se muito em interdisciplinaridade, mas realiza-se pouco.” O professor condenou ainda o fato de grande parte das políticas públicas atuarem para segmentar ainda mais o conhecimento em vez de universalizá-lo.<br class="kix-line-break" /><br class="kix-line-break" /><span> </span>“Em relação à interdisciplinaridade, o Brasil está na frente do mundo todo”, contrapôs <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adelaide-alario" class="external-link">Adelaide Alario</a>, professora de bioquímica e biofísica da Universidade Federal do ABC (UFABC). Ela integrou o Comitê Multidisciplinar de Pós-Graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de 2000 a 2008. Relatou que, durante seu tempo de atuação no órgão, muitos projetos de pós graduação que permeavam mais de uma área foram aprovados sob a categorização de “multidisciplinares”. Afirmou que o Brasil foi o primeiro país a promover este tipo de incentivo. <br class="kix-line-break" /><span> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rubens-russomanno-ricciardi" alt="Rubens Russomanno Ricciardi" class="image-inline" title="Rubens Russomanno Ricciardi" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rubens Ricciardi: “Não há coerência na afirmação de que a arte só tem significância se estiver atrelada a um processo de pesquisa”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Poveda destacou a necessidade de instigar os docentes a aplicar com maior afinco a interdisciplinaridade no cotidiano da universidade. “Como docentes, até que ponto introduzimos a interdisciplinaridade na rotina de nossos alunos?”, questionou. Ele reconheceu, porém, a dificuldade que os professores têm de abandonar o “ninho” de suas próprias áreas: “somos reféns da educação que recebemos”.</span><span><br class="kix-line-break" /></span><span><br class="kix-line-break" /></span><span><span> </span></span><span>“Este seminário constitui uma oportunidade para indicar a necessidade de mudança de mentalidade no campo da pesquisa científica, tecnológica e de inovação. Talvez uma espécie de virada conceitual e hermenêutica”, concluiu a professora Icleia Thiesen. Para ela, o encontro tem potencial para ser um ponto de partida para a rediscussão do que seria de fato uma ciência comprometida com a sociedade.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-19T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/conversa-sobre-o-antropoceno-24-de-abril-de-2018">
    <title>Conversa sobre o Antropoceno - 24 de abril de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/conversa-sobre-o-antropoceno-24-de-abril-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-24T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos">
    <title>Técnica desenvolvida no Brasil visa ao transplante de órgãos de porcos para humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos</link>
    <description>Com coordenação científica do IB-USP, no âmbito do Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL), o projeto tem também o IEA-USP e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) como parceiros. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>André Julião, de Londres | Agência FAPESP</i></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/silvano-raia-e-mayana-zatz/image" alt="Silvano Raia e Mayana Zatz" title="Silvano Raia e Mayana Zatz" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Silvano Raia e Mayana Zatz, coordenadores do Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional do IEA</dd>
</dl>A possibilidade de reduzir ou mesmo acabar com a fila de transplante de órgãos no Brasil pode se tornar uma realidade por meio do xenotransplante.</p>
<p>Assim é chamado o transplante de órgãos entre duas espécies diferentes – nesse caso o <i>Sus scrofa domesticus</i> e o <i>Homo sapiens</i>, porco e homem.</p>
<p>A iniciativa foi apresentada no primeiro dia da <a href="http://www.fapesp.br/week2019/london/" target="_blank">FAPESP Week London</a>, que ocorre de 11 a 12 de fevereiro de 2019.</p>
<p>“Os órgãos dos suínos são muito semelhantes aos de humanos, mas se fossem transplantados hoje seriam rejeitados. A ideia é modificá-los para que se tornem compatíveis com o organismo humano”, disse <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/98" target="_blank">Mayana Zatz</a>, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e pesquisadora responsável pelo estudo.</p>
<p>A coordenação científica é do IB-USP, no âmbito do Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco (<a href="http://genoma.ib.usp.br/" target="_blank">CEGH-CEL</a>), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<a href="http://cepid.fapesp.br/home/" target="_blank">CEPIDs</a>) financiados pela FAPESP.</p>
<p>As outras instituições associadas são o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor). No IEA, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/biotecnologia-terapeutica-recente-e-medicina-tradicional" class="external-link">Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional</a> destina-se a discutir a compatibilização dos métodos terapêuticos baseados na biotecnologia recente com aqueles empregados pela medicina tradicional, focalizando aspectos éticos, religiosos, legais e médicos.</p>
<p>O <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/102342/" target="_blank">projeto</a> é uma parceria da farmacêutica EMS e FAPESP, no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE). É coordenado pelo professor <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/701610/" target="_blank">Silvano Raia</a>, da Faculdade de Medicina da USP. Raia foi o primeiro médico a realizar um transplante de fígado com doador cadáver na América Latina e o primeiro transplante com doador vivo no mundo.</p>
<p>Atualmente, porcos modificados para esse fim são criados em países como Alemanha e Estados Unidos, com resultados promissores de transplantes de seus órgãos em macacos.</p>
<p>Segundo a geneticista, três genes que provocam a rejeição são bem conhecidos. Desativando-os por meio da técnica de edição gênica conhecida como Crispr-Cas9, é possível fazer com que o sistema imunológico humano não rejeite os órgãos.</p>
<p>O soro do sangue desses porcos será testado com o de pessoas que estão na fila de transplante de rim, a fim de verificar a presença de anticorpos que possam rejeitar os órgãos suínos na população brasileira.</p>
<p>As amostras fazem parte da soroteca do Laboratório de Imunologia do InCor, dirigido pelo médico <a href="https://bv.fapesp.br/en/pesquisador/718" target="_blank">Jorge Kalil</a>, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos responsáveis pelo projeto. Atualmente, mais de mil amostras de soro de pacientes candidatos a transplante de rim que têm rejeição a qualquer rim humano compõem a soroteca.</p>
<p>Simultaneamente, Kalil e a professora <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/106581/" target="_blank">Maria Rita Passos-Bueno</a>, do IB-USP e também pesquisadora do projeto, vão desenvolver novos protocolos de acompanhamento de futuros pacientes transplantados, a fim de monitorar no sangue o surgimento de anticorpos que possam causar rejeição.</p>
<p>O Brasil ocupa a segunda colocação em número absoluto de transplantes, atrás apenas dos Estados Unidos. No entanto, a fila de espera por órgãos ultrapassou 41 mil inscritos em 2016. O transplante de rim é o que apresenta a maior discrepância entre número de pacientes na fila de espera e procedimentos realizados: foram 5.592 transplantes para 24.914 inscritos. Em 2017, 1.716 pacientes morreram enquanto esperavam por um rim.</p>
<p>“Trata-se de desenvolver um produto de base biotecnológica nacional, cujo objetivo final será prover à população em fila de espera para transplantes uma alternativa terapêutica viável e definitiva, que pode encurtar o sofrimento do paciente e seus familiares”, disse Zatz à Agência FAPESP.</p>
<p>Hoje, mesmo transplantes entre humanos exigem que o transplantado tome medicamentos imunossupressores, alguns para o resto da vida, a fim de combater a rejeição. No caso dos que precisam de transplante de rim, há ainda um custo elevado em hemodiálise daqueles que esperam por um novo órgão.</p>
<p>A fase inicial do projeto tem duração prevista de três anos e prevê ainda compatibilizar aspectos éticos, religiosos e legais do xenotransplante, pela criação de uma cátedra sobre o assunto no Instituto de Estudos Avançados.</p>
<p><strong>Fabricação de órgãos</strong></p>
<p>Durante sua palestra, Zatz apresentou ainda os resultados mais recentes da criação de órgãos a partir de células-tronco. Como parte do trabalho de <strong>doutorado</strong> de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/680878/" target="_blank"><strong>Ernesto Goulart</strong></a>, de <strong>pós-doutorado </strong>de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/696455/" target="_blank"><strong>Luiz Caires</strong></a> e de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/80834" target="_blank"><strong>Luciano Abreu Brito</strong></a> – todos com bolsa da FAPESP –, fígado e artéria hepática de ratos foram criados usando células-tronco de um mesmo animal.</p>
<p>A aorta e o fígado de ratos foram descelularizados, ou seja, foram removidas todas as células por ácidos especiais, restando apenas um suporte (<i>scaffold</i>) formado por colágeno. Células-tronco de humanos foram colocadas nesses suportes e se reprogramaram em células hepáticas e de aorta, criando novos órgãos.</p>
<p>Futuramente, essa pode ser uma solução para pessoas que precisam de transplante de órgãos. Por serem feitos com células do próprio paciente, estes não estariam sujeitos a rejeição pelo organismo.</p>
<p>Zatz apresentou ainda outras possibilidades de uso da genética para um envelhecimento saudável, como a medicina P4 (preditiva, preventiva, personalizada e participativa). Por meio da análise do perfil genético do paciente, é possível saber quais doenças a pessoa pode vir a desenvolver. Com isso, pode-se preveni-las e mesmo participar do tratamento junto com o médico.</p>
<p>“A partir de estudos de milhares de pessoas no mundo inteiro que têm doenças, comparando com pessoas saudáveis, podemos derivar o que chamamos de riscos poligênicos, que são as chances aumentadas de ter diabetes, problemas cardíacos, hipertensão, câncer, entre outras. Essas doenças dependem muitos dos genes, mas também do ambiente”, disse Zatz.</p>
<p>A pesquisadora apresentou ainda o projeto 80+, que sequenciou o genoma de 1.324 pessoas com mais de 60 anos para entender como os que permanecem saudáveis depois dos 80, ou mesmo depois dos 100 anos de idade, diferem dos demais e quais desses fatores podem ser aplicados para a população como um todo. Atualmente existem cerca de 500 mil pessoas acima de 100 anos no mundo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-12T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-pensamento-economico-1790-1830">
    <title>História da Ciência ou História do Pensamento Econômico? Mineração, Moeda e Engenheiros (1790-1830)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-pensamento-economico-1790-1830</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esta conferência tem por objetivo explorar a associação entre economia política e mineração durante as invasões napoleônicas. Durante o período Napoleônico, o tempo histórico foi marcado pelas incertezas políticas, a suspensão do padrão-ouro pela Inglaterra (1797), a redefinição da prata, ouro e diamante como parte do conjunto de políticas de Estado, integradas e voltadas para a defesa da riqueza nacional e o retorno do padrão-ouro (1821). Baseando-se em perspectiva interdisciplinar, o objetivo desta conferência será realçar a ligação-íntima entre o pensamento político-econômico do mundo da Engenharia e os minerais a fim de analisar como as ideias dos engenheiros estiveram conectadas à historicidade da interação entre mercado, colonialismo e o Estado-nação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Historia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-12T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/festival-de-divulgacao-cientifica-ganha-o-pais-e-deve-atrair-50-mil-pessoas">
    <title>Festival de divulgação científica ganha o país e deve atrair 50 mil pessoas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/festival-de-divulgacao-cientifica-ganha-o-pais-e-deve-atrair-50-mil-pessoas</link>
    <description>Edição de 2018 do Pint of Science será realizada em 56 cidades brasileiras; em Ribeirão Preto, evento tem o IEA-RP entre os organizadores</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Foto2.JPG/@@images/16d2df27-82f2-4171-a5cc-95da59fd2453.jpeg" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<div id="_mcePaste">Cientistas de 56 cidades brasileiras se preparam para participar de um dos maiores eventos dedicados à divulgação da ciência no mundo: o Pint of Science. Nos dias 14, 15 e 16 de maio, eles vão se unir a pesquisadores de outros 20 países e deixarão as bancadas dos laboratórios para ocupar mesas de bares e conversar sobre suas pesquisas com a população. Apenas no Brasil, a expectativa é de que 50 mil pessoas de todas as regiões compareçam aos bate-papos.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O objetivo é criar um canal de comunicação direto entre os cientistas e a sociedade, explica Natalia Pasternak Taschner, coordenadora do festival no país: “As pessoas querem saber, têm sede de ciência, e os cientistas querem falar”. Durante o festival, os pesquisadores conversam com o público de forma descontraída, respondem perguntas e não há formalidades como inscrição ou emissão de certificados. Também não é preciso pagar entrada, apenas o que for consumido nos estabelecimentos que sediam o evento.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Esclarecer como a ciência funciona e mostrar a beleza existente em sua capacidade de investigar e explicar o mundo estão também entre as metas dos organizadores. “É um desafio ensinar conceitos em uma conversa no bar, mas, se conseguirmos encantar as pessoas, despertar sua curiosidade, elas buscarão o conhecimento. É esse encantamento que procuramos despertar no Pint of Science”, afirma a coordenadora.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"><strong>Fórmula de sucesso</strong></div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Realizado pela primeira vez no Brasil em 2015, quando foi trazido da Inglaterra pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, o Pint of Science cresce a cada ano. Os 22 municípios da edição passada saltaram para mais de 50 e, com a entrada de cidades da região Norte, pela primeira vez o evento abrangerá todas as áreas do país.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">“Para os municípios da região Norte, é interessante participar do Pint of Science porque podemos aumentar o intercâmbio e o fluxo de ideias, de troca de informações. Isso é fundamental para diminuir o preconceito com o trabalho de pesquisa que é realizado nessa parte do país e para ampliar a visibilidade dos nossos projetos”, afirma Adolfo Mota, professor da Universidade Federal do Amazonas que coordena o festival na região.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Além da coordenação nacional e regional, em cada um dos 56 municípios que participarão do festival há um coordenador local responsável pelo evento. A relação das cidades participantes já está disponível no site <a class="external-link" href="http://pintofscience.com.br">pintofscience.com.br</a> e a programação em cada localidade poderá ser conferida a partir da segunda quinzena de abril.</div>
<p> </p>
<div><i>(Com informações da Assessoria de Comunicação do Pint of Science)</i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-19T14:59:38Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/as-ignorancias-humanas-na-perspectiva-evolucionista-12-de-setembro-de-2019">
    <title>As Ignorâncias Humanas na Perspectiva Evolucionista - 12 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/as-ignorancias-humanas-na-perspectiva-evolucionista-12-de-setembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada">
    <title>Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros da jornada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Posse de Helena Nader e Paulo Herkenhoff - Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</b><br />28 de março</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/posse-paulo-herkenhoff-helena-nader" class="external-link">Paulo Herkenhoff e Helena Nader: Diálogo entre Arte e Ciência em Defesa da Educação</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/posse-de-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/posse-de-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-28-de-marco-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p>1º encontro<br /><strong>Arte, Cultura e Ciência e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - As Urgências do Futuro<br /></strong>8 de agosto</p>
<p>2º encontro<br /><strong>Arte, Cultura e Ciência e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Para qual Futuro?</strong><br />9 de agosto</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-arte-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal e Pró-Reitoria de Pós-Graduação oferecem disciplina sobre vínculos entre arte e ciência</a></li>
<li><a class="external-link" href="https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vT4VZPz0femDuLIGBtEMzMX0EKz1H63807TYWYmo6wZnPBdDEMZ43c6xgf0pMB0l61ESa80DgK8OvRV/pub">Programação completa da jornada de seminários</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-relacoes-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada sobre relações arte e ciência tem 40 vagas abertas ao público</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-catedra-1-2" class="external-link">Discussão sobre desafios do futuro inaugura jornada que relaciona arte e ciência</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/arte-cultura-e-ciencia-e-os-objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-i-as-urgencias-do-futuro" class="external-link">1º encontro</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/arte-cultura-e-ciencia-e-os-objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-ii-para-qual-futuro" class="external-link">2º encontro</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/arte-cultura-e-ciencia-e-os-objetivos-do-desenvolvimento-sustentavel-i-as-urgencias-do-futuro-8-de-agosto-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />3º encontro<br /><strong>Relações de Conhecimento em Dois Artistas Cientistas - I Leonardo da Vinci<br /></strong>15 de agosto</p>
<p>4º encontro<br /><strong>Relações de Conhecimento em Dois Artistas Cientistas - II Cildo Meireles</strong><br />16 de agosto</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-relacao-entre-ciencia-e-arte-a-partir-de-da-vinci-e-cildo-meireles-sera-tema-de-dois-encontros" class="external-link">A relação entre ciência e arte, a partir de Da Vinci e Cildo Meirelles, será tema de dois encontros</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/da-vinci-e-cildo-meireles-arte-ciencia" class="external-link">Da Vinci e Cildo Meirelles: dois artistas "cientistas"</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/relacoes-do-conhecimento-em-dois-artistas-cientistas-i-leonardo-da-vinci" class="external-link">3º encontro</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/relacoes-do-conhecimento-em-dois-artistas-cientistas-ii-cildo-meireles" class="external-link">4º encontro</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/relacoes-do-conhecimento-em-dois-artistas-cientistas-i-leonardo-da-vinci-e-ii-cildo-meireles-15-e-16-de-agosto-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />5º encontro<br /><strong>A Coelha e Eu: Arte, Ciência e Tecnologia</strong><br />20 de agosto</p>
<p>6º encontro<br /><strong>Arte, Música, Física e Psicanálise</strong><br />30 de agosto</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coelha-e-eu" class="external-link">Artistas, engenheiros e psicanalistas discutem interdisciplinaridade, IA e intervenções genéticas na arte</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-5-6-jornada-catedra-olavo-setubal" class="external-link">A arte em diálogo com a tecnologia e a partir dela</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/a-coelha-e-eu-arte-ciencia-e-tecnologia" class="external-link">5º encontro</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/arte-musica-fisica-e-psicanalise" class="external-link">6º encontro</a></li>
<li>Fotos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-coelha-e-eu-arte-ciencia-e-tecnologia-29-de-agosto-de-2019" class="external-link">5º encontro</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/arte-musica-fisica-e-psicanalise-30-de-agosto-de-2019" class="external-link">6º encontro</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />7º encontro<br /><strong>Da Fragilidade, da Falta de Rigor, dos Enganos da Ciência e do Falseamento da Paisagem</strong><br />12 de setembro</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/eventos-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Jornada trata da visão de artistas sobre a participação feminina nas artes e enganos da ciência</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-7-jornada-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Enganos, método e rigor na ciência e na arte</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/da-fragilidade-da-falta-de-rigor-dos-enganos-da-ciencia-e-do-falseamento-da-paisagem" class="external-link">Vídeo do encontro</a> | <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/embed/QU8QLEEJfvU" target="_blank">Vídeo da apresentação de Walmor Corrêa</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/da-fragilidade-da-falta-de-rigor-dos-enganos-da-ciencia-e-do-falseamento-da-paisagem-12-de-setembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />8º encontro<br /><strong>O Matriarcado de Pindorama - A Impossibilidade do Silêncio</strong><br />13 de setembro</p>
<p>Texto</p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/texto-de-nadia-battella-gotlib-sobre-mineirinho-e-agua-viva" class="external-link">Os Dois Lados da Mesma Moeda? 'Mineirinho' e 'Água Viva'</a>", apresentação de Nádia Batella Gotlib</li>
</ul>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/eventos-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Jornada trata da visão de artistas sobre a participação feminina nas artes e enganos da ciência</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro8-jornada-catedra-olavo-setubal" class="external-link">As vozes das mulheres na arte e na ciência do Brasil</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/o-matriarcado-de-pindorama-a-impossibilidade-do-silencio" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-matriarcado-de-pindorama-a-impossibilidade-do-silencio-13-de-setembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />9º encontro<br /><strong>Diagramas da Alteridade</strong><br />26 de setembro</p>
<p>Texto</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/texto-de-rosana-palazyan" class="external-link">Acredito no amor como forma de cura e resistência - Rosana Palazyan</a></li>
</ul>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/concretismo-relacao-arte-grupos-marginalizados" class="external-link">Encontros abordam o concretismo em São Paulo e a relação entre arte e grupos marginalizados</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diagramas-de-alteridade" class="external-link">A troca simbólica entre artistas e grupos sociais em situação de vulnerabilidade</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/diagramas-de-alteridade" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/diagramas-de-alteridade-26-de-setembro-de-2019" class="external-link">Fotos do evento</a> </li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/imagens-de-obras-de-rosana-palazyan" class="external-link">Arquivo com fotos e legendas de obras de Rosana Palazyan</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />10º encontro<br /><strong>Concretismo, Razão e Industrialização</strong><br />27 de setembro</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/concretismo-relacao-arte-grupos-marginalizados" class="external-link">Encontros abordam o concretismo em São Paulo e a relação entre arte e grupos marginalizados</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/concretismo-e-industrializacao" class="external-link">Razão geométrica, divergências e ruptura na arte brassileira a partir dos anos 50</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/concretismo_razao_e_industrializacao" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/concretismo-razao-e-industrializacao-27-de-setembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><br />11º encontro<br /><strong>Muito além de "Paulistas e Cariocas": Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil</strong><br />17 de outubro</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-11-12-encontros" class="external-link">Encontros exploram os movimentos artísticos brasileiros e seus processos construtivos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/genero-sexualidade-e-arte" class="external-link">Os princípios do Neoconcretismo e o pensamento de Mário Pedrosa</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/muito-alem-de-201cpaulistas-e-cariocas201d-mario-pedrosa-e-pontos-extremos-da-modernidade-no-brasil" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/muito-alem-de-201cpaulistas-e-cariocas201d-mario-pedrosa-e-pontos-extremos-da-modernidade-no-brasil-17-de-outubro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><br />12º encontro<br /><strong>Brasil, do Neoconcretismo à Tropicália: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Ferreira Goulart e José Celso Correa<br /></strong>18 de outubro</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-11-12-encontros" class="external-link">Encontros exploram os movimentos artísticos brasileiros e seus processos construtivos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/do-neoconcretismo-a-tropicalia" class="external-link">As trajetórias de 4 artistas neoconcretos e sua influência até a Tropicália</a></li>
</ul>
<p>Texto</p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/helio-oiticica-do-neoconcretismo-a-tropicalia" class="external-link">Hélio Oiticia: Do Neoconcretismo à Tropicália</a>" - íntegra da exposição de Celso Favaretto</li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/brasil-do-neoconcretismo-a-tropicalia-lygia-clark-helio-oiticica-lygia-pape-ferreira-gullar-e-jose-celso-martinez" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brasil-do-neoconcretismo-a-tropicalia-lygia-clark-helio-oiticica-lygia-pape-ferreira-gullar-e-jose-celso-martinez-18-de-outubro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />13º encontro<br /><strong><i>Arte, Gênero, Sexualidade - As Perplexidades do Pensamento Teórico</i></strong><br />31 de outubro</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-13-e-14-das-jornada" class="external-link">Questões de gênero, sexualidade e formação social do Brasil estarão em debate em jornada</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-genero-sexualidade" class="external-link">A arte como meio de reflexão sobre corpo, gênero e sexualidade</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/arte-genero-sexualidade-as-perplexidades-do-pensamento-teorico" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/arte-genero-sexualidade-as-perplexidades-do-pensamento-teorico-31-de-outubro-de-2019" class="external-link">Fotos </a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />14º encontro<br /><strong><i>Brasil, Brasis e sua Complexa Formação Social</i><br /></strong>1º de novembro</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-13-e-14-das-jornada" class="external-link">Questões de gênero, sexualidade e formação social do Brasil estarão em debate em jornada </a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-e-formacao-social-do-brasil" class="external-link">Violência, resistência e integração na formação da sociedade brasileira</a></li>
</ul>
<p>Texto</p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/formacao-da-sociedade-brasileira-e-a-contribuicao-dos-imigrantes-desde-o-seculo-19-michel-schlesinger" class="external-link">Formação da Sociedade Brasileira e a Contribuição dos Imigrantes desde o Século 19</a>" - texto de referência da exposição de Michel Schlisinger</li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/brasil-brasis-e-sua-complexa-formacao-social" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brasil-brasis-e-sua-complexa-formacao-social-1o-de-novembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />15º encontro<br /><strong>História e Mitos: Os Povos Huni Kuin e Guarani</strong><br />7 de novembro</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-jornada-indigenas" class="external-link">Pajé Dua Buse e Ernesto Neto tratam de conexões de povos indígenas com arte, física e política</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/historia-mito-arte-e-ciencia-entre-os-huni-kuin-e-guarani-e-na-obra-de-ernesto-neto" class="external-link">História e mito na arte dos huni kuĩ e guarani mbya e na obra de Ernesto Neto</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/historia-e-mito-os-povos-huni-kuin-e-guarani" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/historia-e-mito-os-povos-huni-kuin-e-guarani-7-de-novembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />16º encontro<br /><strong><i>Escultura, Física e Política para as Mitologias Indígenas</i><br /></strong>8 de novembro</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-jornada-indigenas" class="external-link">Pajé Dua Buse e Ernesto Neto tratam de conexões de povos indígenas com arte, física e política</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/historia-mito-arte-e-ciencia-entre-os-huni-kuin-e-guarani-e-na-obra-de-ernesto-neto" class="external-link">História e mito na arte dos huni kuĩ e guarani mbya e na obra de Ernesto Neto</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/br-pesquisar-0-07-3-21-02-escultura-fisica-e-politica-para-as-mitologias-indigenas" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/escultura-fisica-e-politica-para-as-mitologias-indigenas-08-de-novembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />17º encontro<br /><strong><i>Etnologia e Escravidão: (Des)Compromissos da Ciência com a Liberdade</i></strong><br />21 de novembro</p>
<p>18º encontro<br /><strong><i>Técnicas de Apagamento e Reconstrução da Memória da Escravidão nos Espaços de Eugenia Urbanística</i><br /></strong>22 de novembro</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/escravidao-eugenia-e-arte-afro-brasileira" class="external-link">Escravidão, eugenia e arte afro-brasileira serão temas de encontros na Semana da Consciência Negra</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-racismo" class="external-link">Encontros debatem a produção de artistas afrodescendentes e racismo na arte e na ciência</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li>Vídeos: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/etnologia-e-escravidao-des-compromissos-da-ciencia-com-a-liberdade" class="external-link">17º encontro</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/tecnicas-de-apagamento-e-reconstrucao-da-memoria-da-escravidao-nos-espacos-de-eugenia-urbanistica" class="external-link">18º encontro</a></li>
<li>Fotos: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/etnologia-e-escravidao-des-compromissos-da-ciencia-com-a-liberdade-21-de-novembro-de-2019" class="external-link">17º encontro</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/tecnicas-de-apagamento-e-reconstrucao-da-memoria-da-escravidao-nos-espacos-de-eugenia-urbanistica-22-de-novembro-de-2019" class="external-link">18º encontro</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />19º encontro<br /><strong><i>Encontro com Paulo Herkenhoff e Helena Nader</i></strong><br />5 de dezembro</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-19" class="external-link">Último encontro de jornada que relaciona arte e ciência revisitará discussões do semestre</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-balanco-da-jornada-da-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Uma jornada de aprendizado sobre relações entre arte e ciência</a></li>
</ul>
<p>Texto</p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/a-etica-na-formacao-a-formacao-na-etica-guilherme-ary-plonski" class="external-link">A Ética na Formação, a Formação na Ética</a>" - íntegra da exposição de Guilherme Ary Plonski</li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/encontro-com-helena-nader-e-paulo-herkenhoff" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/encontro-com-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-05-de-dezembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<p><i> </i></p>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Cátedra Olavo Setubal</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-07T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp">
    <title>Participação feminina na ciência é tema de evento no IEA-RP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp</link>
    <description>Palestrante será a docente da UFRGS e diretora da ABC Marcia Barbosa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1011dba3-7fff-08d4-5323-709e40cdc390"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/10.10_Thas_ParticipaofemininanacinciatemadeeventonoIEARP.png/@@images/9f1e5e92-76ee-49f3-a58d-8e1273760b72.png" alt="" class="image-left" title="" />A presença de mulheres na ciência tem aumentado nas últimas décadas. Esse fato, no entanto, pouco tem impactado a participação feminina nos níveis mais altos das carreiras científicas. Para discutir as razões disso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia 22 de outubro, às 15h, em seu Espaço de Eventos, a palestra </span><span><i>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</i></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/QrUSL4nCkyAMrg4L7"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcia Barbosa vai discutir por que o número de cientistas mulheres ainda é considerado pequeno e quais as razões da lentidão no aumento da presença delas nessa área. Segundo ela, a medida que as mulheres ocupam posições mais elevadas nas carreiras científicas, o percentual de participação diminui, fato conhecido internacionalmente como </span><span>efeito tesoura</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcia Cristina Bernardes Barbosa tem graduação, mestrado e doutorado em Física pela UFRGS. Foi vencedora do Prêmio Internacional L'Oréal-Unesco Para Mulheres na Ciência (categoria Ciências Físicas) e do Prêmio Cláudia (categoria Ciências) por seus estudos sobre anomalias da água. Atualmente, além de docente da UFRGS, é diretora da Academia Brasileira de Ciências (ABC).</span></p>
<p><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span> ou (16) 3315 0368.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><b>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</b><br /><i>22 de outubro, 15h<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/QrUSL4nCkyAMrg4L7">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T15:15:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lazzaro-spallanzani-e-a-filosofia-natural-na-italia-no-seculo-xviii-13-de-setembro-de-2019">
    <title>Lazzaro Spallanzani e a Filosofia Natural na Itália no Século XVIII - 13 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lazzaro-spallanzani-e-a-filosofia-natural-na-italia-no-seculo-xviii-13-de-setembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-13T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-hoje-mundo-preparado">
    <title>E se a Pandemia Acontecesse Hoje? O Mundo Está Mais Preparado do que Há Cinco Anos?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-hoje-mundo-preparado</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Neste evento serão abordados os avanços da OMS na preparação para futuras pandemias, incluindo as emendas ao Regulamento Sanitário Internacional e o acordo sobre pandemias. Também serão analisados os consensos e dissensos dessas negociações sob a perspectiva do Sul Global e a abordagem brasileira baseada no SUS.</p>
<p>Os pesquisadores irão destacar a importância da coordenação multissetorial na resposta a pandemias, enfatizando transparência, diretrizes claras e comunicação eficaz. O debate se concentra na necessidade de conexões institucionais e internacionais para detecção precoce e resposta rápida.</p>
<p>Essa palestra é a primeira do ciclo <b><i>“Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”, </i></b>organizado pelos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin" class="external-link">Anna Levin</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy Ventura</a> (PPG em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman" class="external-link">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino">Ester Sabino</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia">Lorena Barberia</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia">Nelson Gouveia</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras">Maria Amélia Veras</a> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA e POLI-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa" class="external-link">Silvia Figueiredo Costa</a> (FM-USP).</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
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</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-18T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-1">
    <title>Conversas sobre a Teoria Darwiniana </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/conversas-sobre-a-teoria-darwiniana-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É cada vez maior a utilidade cognitiva da estrutura conceitual  darwiniana. Mesmo em ciências tão diversas quanto a psicologia e a  física quântica, passando por quase todas as disciplinas das  humanidades.</p>
<p>Porém, tal processo, além de muito lento, não tem alcançado a devida  visibilidade. No Brasil, ainda domina largamente a ideia de que a teoria  darwiniana seja algo restrito às ciências da vida.</p>
<p>Com o intuito de tentar remar contra tamanha maré, o IEA, sob a coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Programa Professor Senior) promoverá,  em 2022, um ciclo de conversas sobre as trajetórias intelectuais de  estudiosos da obra de Darwin.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria Darwiniana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-22T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Coleção</dc:type>
  </item>




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