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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 131 to 145.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-e-clima">
    <title>Encontro debaterá educação como estratégia de combate aos impactos das mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-e-clima</link>
    <description>Encontro "Educação e Clima" será realizado no dia 18 de setembro, às 14h, no Auditório do IEA; a realização é do Programa USP Cidades Globais do IEA, do Projeto Temática Fapesp MacroAmb e do Projeto LatinoAdapta.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/greve-global-pelo-clima-manifestantes-em-sao-p/image" alt="Greve Global pelo Clima - Manifestantes em São Paulo" title="Greve Global pelo Clima - Manifestantes em São Paulo" height="450" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Jovens em manifestação em São Paulo na Greve Global pelo Clima, em 15 de março</dd>
</dl></p>
<p>O encontro <i>Educação e Clima</i>, que acontece no <strong>dia 18 de setembro, às 14h</strong>, reunirá representantes da área acadêmica e da sociedade para, à luz das mobilizações dos jovens em prol de ações para a agenda climática, dar voz a pessoas que atuam na prática em atividades sobre educação e clima [<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-e-clima#programacao" class="external-link">veja a programação e os participantes</a>].</p>
<p>Os organizadores do evento são o <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA, o <a class="external-link" href="https://macroamb.wordpress.com/" target="_blank">Projeto Temático Fapesp MacroAmb </a>e o <a class="external-link" href="http://www.cambioclimaticoydecisiones.org/proyecto-latinoadapta/">Projeto LatinoAdapta</a>, do qual o Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP faz parte.</p>
<p>Aberta a todos os interessados, a atividade é gratuita e não requer inscrição. Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet (também não preciso se inscrever).</p>
<p><strong>Contexto</strong></p>
<p>A complexidade das questões acerca das mudanças climáticas afeta diversos indivíduos e grupos sociais, exigindo a participação de um maior número de atores sociais na procura de possibilidades e alternativas de adaptação e mitigação para as incertezas impostas, argumentam os coordenadores do encontro.</p>
<p>Para isso, "devem ser criados espaços que garantam o diálogo e a reflexão, favorecendo a corresponsabilização e o desenvolvimento de uma postura crítica e proativa".</p>
<p><strong>Protagonismo dos jovens</strong></p>
<p>O envolvimento da sociedade civil na agenda climática, apesar de pequeno, está ampliando sua notoriedade por meio da juventude, ressaltam os coordenadores. "Movimentos e greves globais pelo clima têm acontecido de forma cada vez mais organizada e com mais frequência, liderados principalmente por estudante da educação básica de países europeus, para pressionar os governos e empresas a agirem com urgência em prol das reduções dos gases de efeito estufa."</p>
<p>No dia 15 de março, mais de um milhão de crianças e jovens participaram da Greve Global pelo Clima em 82 países. Essa mobilização internacional dos jovens tem como pauta principal a crítica aos adultos, principalmente os tomadores de decisões de seus países, que "estão deixando um mundo cada vez mais impactado pelo aquecimento global sem se comprometerem com agenda climática".</p>
<p><strong>Ação conjunta</strong></p>
<p>Os pesquisadores destacam que os <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/pos2015/">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) </a>e a <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/?post_type=post&amp;s=Agenda+2030">Agenda 2030</a>, lançados pela ONU em 2015, propõem a construção de uma nova forma de governança por meio de diversas metas, entras as quais a ação conjunta de governos, empresas, escolas e sociedade civil.</p>
<p>O ODS 13 (específico sobre o combate às mudanças climáticas), prevê em sua meta 13.3 "melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima”, de acordo com o texto do documento.</p>
<p>Segundo os coordenadores do encontro, uma das estratégias para a construção de conhecimento e planos de adaptação e fazer isso de forma coletiva. "Aumentar a compreensão, criar sistemas de alerta e planos de emergência são passos essenciais para adaptação."</p>
<hr />
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text" id="parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16"><i><strong><i>Educação e Clima</i></strong><br /></i><i>18 de setembro, 14h<br /></i><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público (sem inscrição)  - Para assistir à <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i><i><br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-e-clima" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.engajamundo.org/">Engajamundo</a></span></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-eaf34cf2c4fc4ee1a2969a74f05d5f16 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text"><i><i><i><br /></i></i></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-06T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-participam-do-connected-smart-cities-2019">
    <title>Pesquisadores do IEA participam do Connected Smart Cities 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-do-iea-participam-do-connected-smart-cities-2019</link>
    <description>Pesquisadores de pós-doutorado e pesquisadores colaboradores do Programa USP Cidades Globais participam do primeiro dia do Connected Smart Cities 2019 - Cidades Inteligentes, Humanas e Sustentáveis (CSC-19), que acontece nos dias 17 e 18 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-do-csc-19" alt="Logo do CSC-19" class="image-right" title="Logo do CSC-19" />O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> do IEA representará a Universidade no <a class="external-link" href="https://www.connectedsmartcities.com.br/">Connected Smart Cities 2019 - Cidades Inteligentes, Humanas e Sustentáveis (CSC-19)</a>, que acontece nos dias 17 e 18 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo.</p>
<p>As <a class="external-link" href="https://www.connectedsmartcities.com.br/inscricoes/">inscrições</a> para o CSC-19 vão até dia 16. O IEA é um dos apoiadores institucionais estratégicos do encontro.</p>
<p>A participação do programa no encontro será no dia 17, das 14 às 17h, no Espaço Parque do Carmo, com o painel <i>Agenda Estratégica Cidades Globais em Parceria com o Instituto de Estudos Avançados da USP</i>.</p>
<p>Seis pesquisadores (de pós-doutorado e colaboradores) do Programa USP Cidades Globais farão as seguintes exposições:</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th>Hora</th><th>Exposição</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h</strong></td>
<td><strong>Cidades Humanas, Inteligentes e Sustentáveis</strong><br /><i>Jamile Sabatini Marques - diretora de Inovação e Fomento da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) e presidente da Câmara de Tecnologia e Inovação da Federação do Comércio de Bens, de Serviços e de Turismo de Santa Catarina (Fecomércio).</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td><strong>Marcos Regulatórios para Cidades Inteligentes</strong><br /><i>Tatiana Tucunduva Philippi Cortese - p<span>rofessora do Programa de Pós-Graduação Cidades Inteligentes e Sustentáveis (PPGCIS) da Universidade Nove de Julho (Uninove)</span></i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h</strong></td>
<td><strong>Inovação e Resiliência Urbana: Tendências e Alternativas</strong><br /><i>Débora Sotto - p<span>rocuradora do Município de São Paulo</span></i><br /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h30</strong></td>
<td><strong>Segurança Intraurbana: Soluções Técnicas e Tecnológicas</strong><br /><i>Marcelo Batista Nery - coordenador de Transferência Tecnológica do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP</i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td><strong>Modelagem de Qualidade do Ar e Mobilidade Urbana</strong><br /><i>Júlio Barbosa Chiquetto - pesquisador <span>dos Laboratórios de Climatologia e Biogeografia e de Geografia Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP</span></i></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h30</strong></td>
<td><strong>Planejamento Urbano Ambiental no Contexto de Mudanças Climáticas</strong><br /><i>Ivan Carlos Maglio - d<span>iretor técnico da empresa Política e Planejamento Ambiental</span></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com os organizadores do CSC-19, o encontro "<span style="text-align: justify; ">envolve empresas, entidades e governos em uma plataforma que tem por missão encontrar o DNA de inovação e melhorias para cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades".</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">O evento deve <span>reunir, em espaço de 7 mil m², mais de três mil participantes, 300 palestrantes nacionais e internacionais e 90 painéis em nove palcos simultâneos. Representantes de mais de 200 prefeituras estarão presentes.</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-12T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-chamada-pesquisadores">
    <title>USP Cidades Globais abre chamada para pesquisadores de pós-doutorado e colaboradores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-chamada-pesquisadores</link>
    <description>Projetos devem ser enviados até às 15h de 22 de novembro de 2019</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/grupo-cidades-globais/image" alt="Grupo Cidades Globais" title="Grupo Cidades Globais" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Quatro dos pesquisadores do Programa USP Cidades Globais em 2019. Ao centro, Roxane Ré, mediadora do evento organizado pelo grupo</dd>
</dl>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> (USP-CG) abriu <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores" class="external-link">chamada pública</a> para atrair pesquisadores de pós-doutorado e colaboradores. Os projetos podem ser enviados até às 15h (horário de Brasília) de 22 de novembro de 2019.<br /><br />Sediado no IEA com o objetivo de propor soluções que promovam a qualidade de vida nas cidades, o Programa USP-CG busca pesquisadores que considerem tanto as complexidades dos grandes centros urbanos como uma perspectiva inter e transdisciplinar em seus trabalhos.<br /><br /><span>O programa possibilita que o pesquisador participe de grupos nacionais e estrangeiros voltados às questões urbanas, integrando redes de estudos e pesquisas internacionais. Confira a </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores" class="external-link">relação de temas e pesquisadores supervisores</a></span><span> do USP Cidades Globais.<br /><br /></span><span><strong>Modalidades</strong><br /><br /></span><span>O Programa de Pós-Doutorado na USP é voltado a portadores de título de doutor com o objetivo de melhorar o nível de excelência científica e tecnológica da Universidade. Com duração de 6 meses a 2 anos, podendo haver renovações, a carga horária mínima é de 20 horas semanais. </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/como-submeter-projeto/instrucoes-pos-doc" class="external-link">Clique aqui</a></span><span> para acessar as instruções de envio do projeto.<br /><br /></span><span>Já o Programa Pesquisador Colaborador é realizado por pesquisadores externos, vinculados ou não a outras instituições de ensino e pesquisa, com título de doutor de qualquer instituição, nacional ou estrangeira. O pedido de participação deverá ser formulado por um docente da USP e submetido à Comissão de Pesquisa do IEA. A carga horária mínima de dedicação é de doze horas semanais e, a máxima, de 20. O período limite de vinculação do pesquisador colaborador com o mesmo projeto de pesquisa é de cinco anos. </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/como-submeter-projeto/instrucoes-colaborador" class="external-link">Clique aqui</a></span><span> para ver as instruções de encaminhamento da proposta.<br /><br /></span><span>Ambos projetos podem ser desenvolvidos com ou sem bolsa. Caberá ao interessado indicar a modalidade e submeter, quando for o caso, a solicitação de bolsa às agências de fomento.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-kcws-sustentabilidade">
    <title>Pesquisadores do USP Cidades Globais participarão do KCWS, evento internacional sobre sustentabilidade e urbanização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cidades-globais-kcws-sustentabilidade</link>
    <description>Knowledge Cities World Summit será realizado pela primeira vez no Brasil entre os dias 4 e 7 de novembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arlindo-philippi-jr/image" alt="Arlindo Philippi Jr" title="Arlindo Philippi Jr" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O professor Arlindo Philippi Jr, um dos pesquisadores do Programa USP Cidades Globais que participará do KCWS</dd>
</dl>Pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> participarão do <a class="external-link" href="http://kcws2019.com.br/">Knowledge Cities World Summit</a> - KCWS (Cúpula Mundial das Cidades do Conhecimento), evento internacional sobre o desenvolvimento e sustentabilidade nas cidades. Pela primeira vez no Brasil, a 12ª edição da cúpula será entre os dias 4 e 7 de novembro, em Florianópolis (SC), com uma <a class="external-link" href="http://kcws2019.com.br/programa/">programação</a> que prevê nove plenárias conduzidas por mais de 25 especialistas.<br /><br />Com o tema “Sustentabilidade e Inovação na Era do Conhecimento”, o evento tem como objetivo mostrar e discutir soluções para as cidades enfrentarem desafios como inclusão social, desigualdades econômicas e degradação ambiental. O encontro é dirigido tanto a representantes do setor público responsáveis pela proposição e implementação de políticas, como para cientistas, professores e alunos de graduação e pós-graduação, empresários, arquitetos e profissionais da área da tecnologia e da construção civil que lidam com sustentabilidade urbana.<br /><br />O Programa USP Cidades Globais será representado no evento por um de seus coordenadores, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Júnior</a>, além das pesquisadoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto" class="external-link">Debora Sotto</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva Philippi Cortese</a>. Eles participarão de mesas redondas e conferências em que abordarão temas como inovação, cidades globais e inclusivas, e a engenharia e o meio ambiente no contexto de cidades inteligentes.<br /><br />O Knowledge Cities World Summit é organizado desde 2008 pelo World Capital Institute (WCI) e já foi sediado no México, China, Austrália, Israel, Itália, Turquia, Estônia, Coreia do Sul, Áustria, Peru e Espanha. Este ano, é promovida pela Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio) com a correalização do Sebrae.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-16T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/urbansus-residuos-solidos">
    <title>Seminário discutirá alternativas sustentáveis para a gestão de resíduos sólidos nas cidades </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/urbansus-residuos-solidos</link>
    <description>Encontro, que será no dia 21 de novembro, terá representantes de grupos acadêmicos, industriais, governamentais e não-governamentais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/residuos-solidos/image" alt="Resíduos sólidos" title="Resíduos sólidos" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;"> Seminário abordará questões relacionadas à produção e gestão dos resíduos sólidos gerados nas cidades</dd>
</dl>Resíduos sólidos gerados nas cidades causam impactos globais e financeiros. Eles colocam em risco o meio ambiente e a saúde humana e são um dos itens que mais onera o orçamento dos governos. Em países mais pobres, esse impacto financeiro é ainda mais sentido, e muitas vezes é acompanhado de problemas locais como inundações, poluição do ar e da água e questões de saúde pública como diarreia, dengue e doenças respiratórias.<br /><br /><span>Com esse argumento, os pesquisadores do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a><span> organizam o seminário </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-residuos-cidades" class="external-link">Gestão de Materiais, Processos e Resíduos em Cidades</a></i><span>, que será no dia </span><strong>21 de novembro</strong><span>, às </span><strong>8h30</strong><span>, no IEA. O objetivo é promover diálogos com diferentes grupos acadêmicos, industriais, governamentais e não-governamentais, e potencializar buscas por soluções sustentáveis com relação aos resíduos sólidos a partir de cidades, considerando a necessária articulação entre os vários setores envolvidos. Serão abordadas questões relacionadas à produção e gestão destes resíduos, considerando seus reflexos e influências sobre as cidades.<br /><br /></span><span>O encontro é aberto ao público, com </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSevT6Bgnody8xLoAJTsk3RPNbX8o3UwrCILtIIpCDeZfnDzAQ/viewform">inscrição prévia</a><span> para a participação presencial. Para assistir a </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a><span> pela internet, não é preciso se inscrever. Além do USP Cidades Globais, organizam o seminário o Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP, o Instituto de Biociências (USP) e o Departamento de Química da UFSCar.<br /><br /></span><span><strong>Painéis</strong><br /><br /></span><span>O seminário será dividido em dois painéis. No primeiro, o debate será focado no contexto da cidade de São Paulo. O segundo terá uma visão internacional, com foco na Alemanha, e será baseado nas ideias apresentadas no relatório “Global Chemicals Outlook”, lançado este ano pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep-ONU).<br /><br /></span><span>Ambos painéis, porém, partirão de algumas ideias globais sobre o tema. Uma delas é que as cidades, atualmente, geram cerca de 1,3 bilhões de toneladas de resíduos sólidos por ano, e é esperado que este volume dobre até 2025. Os gastos financeiros com a gestão desses materiais, segundo a ONU e o Banco Mundial, passarão dos atuais 205 bilhões de dólares anuais para cerca de 375 bilhões de dólares no mesmo período. “Portanto, mostra-se urgente refletir sobre a geração, disposição, destinação, tratamento e valorização de resíduos”, dizem os organizadores.<br /><br /></span><span>O primeiro painel, intitulado “O que leva a questão dos resíduos na cidade de São Paulo ser um problema eterno?”, tratará dos principais avanços, retrocessos e desafios da gestão de resíduos sólidos na cidade de São Paulo. Os participantes pretendem analisar o plano de gestão integrada do município e os desafios para potencializar a reciclagem. Além disso, será discutida a possibilidade da implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos — envolvendo o poder público, fabricantes, importadores, comerciantes e os consumidores.<br /><br /></span><span>O expositor será o vereador paulistano </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-natalini" class="external-link">Gilberto Natalini</a><span> (PV). Após sua exposição, haverá um debate com </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda Risso Günther</a><span>, pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da USP; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-rossin-1" class="external-link">Carlos Rossin</a><span>, pesquisador e diretor do Sindicato de Limpeza Urbana do Estado de São Paulo; e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabricio-soler" class="external-link">Fabricio Soler</a><span>, advogado especializado em Direito dos Resíduos e Direito Ambiental. A moderação será de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a><span>, professor do Instituto de Biociências da USP e coordenador do Programa USP Cidades Globais.<br /><br /></span><span>O segundo painel será às 14h, após intervalo para almoço. Sua proposta principal é elaborar discussões que possam responder a questão “Como a química verde e sustentável pode colaborar para se evitar a geração de resíduos sólidos, bem como para a gestão destes no âmbito da economia circular?”.<br /><br /></span><span>O relatório “Global Chemicals Outlook”, que será abordado, teve como objetivo alertar formuladores de políticas sobre o papel da gestão de produtos e resíduos para o desenvolvimento sustentável. A partir dele, serão discutidos os caminhos possíveis para a redução da geração de resíduos e a eliminação dos riscos associados à saúde humana e ecossistemas.<br /><br /></span><span>O expositor será Klaus Kümmerer, da Leuphana University, da Alemanha. Os debatedores serão </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vania-zuin" class="external-link">Vânia G. Zuin</a><span>, pesquisadora do Departamento de Química da UFSCar; Roberto Werneck, engenheiro químico da área de Inovação e Tecnologia da Braskem; e Alexandre Martins Moreira, coordenador de projetos do Fraunhofer Institute for Process Engineering and Packaging, da Alemanha. A moderação será de Maria Eugenia Boscov, pesquisadora da Escola Politécnica da USP.<br /><br /></span></p>
<hr />
<p><span><strong>Gestão de Materiais, Processos e Resíduos em Cidades</strong><br /></span><i>21 de novembro, 8h30<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSevT6Bgnody8xLoAJTsk3RPNbX8o3UwrCILtIIpCDeZfnDzAQ/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-residuos-cidades" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Resíduos sólidos</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-04T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-cidades">
    <title>Seminário discute impactos das mudanças climáticas globais nos centros urbanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-cidades</link>
    <description>Em busca de soluções, expositores vão ressaltar o potencial das cidades para contribuir no enfrentamento deste quadro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/urbansus-cidade-vista-do-alto/image" alt="UrbanSus - Cidade vista do alto" title="UrbanSus - Cidade vista do alto" height="500" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Pesquisadores acreditam que as cidades têm um grande potencial para contribuir no enfrentamento dos efeitos das mudanças climáticas</dd>
</dl>O debate científico contemporâneo trata as mudanças climáticas globais como um ponto central e urgente, dado o potencial de desequilíbrio ambiental e de impacto na vida humana. Lideranças científicas e políticas têm promovido encontros para articular diferentes setores da sociedade em busca de soluções sustentáveis.</p>
<p dir="ltr">Com o intuito de analisar a relevância das áreas urbanas neste contexto e impulsionar reflexões que podem ser levadas à COP 25 (que deve acontecer em dezembro, na Espanha), será realizado o próximo seminário do ciclo “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/urbansus/eventos-urbansus" class="external-link">UrbanSus — Sustentabilidade Urbana</a>”, intitulado <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos" class="external-link">Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos</a></i> no dia 25 de novembro, às 8h30, no IEA. O encontro é gratuito e aberto ao público [faça sua <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXNvQ-aLrtkBy_Q9wOxsGXEWbHnvEJHpjL0sz5k1mGledDsQ/viewform">inscrição</a>]. Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pelo site do Instituto.</p>
<p dir="ltr">Perspectivas de impactos nas cidades causados pelas mudanças climáticas serão discutidas, considerando que fenômenos como ondas de calor com secas prolongadas, episódios de precipitação de chuvas intensas, ressacas e o aumento no nível do mar são esperados para os próximos anos.</p>
<p dir="ltr">Apesar dessa vulnerabilidade, os expositores acreditam que as cidades têm um grande potencial para contribuir no enfrentamento deste quadro, uma vez que as formas como são planejadas e geridas têm impactos diretos sobre a sustentabilidade e resiliência aos efeitos adversos esperados.</p>
<p dir="ltr">“As cidades são os locais onde se pode desenvolver iniciativas inovadoras nos espectros da mitigação, resiliência e adaptação a eventos climáticos, devido à sua infraestrutura e aproximação dos diversos atores sociais”, dizem os pesquisadores ligados ao <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, do IEA; ao <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php">Núcleo de Apoio à Pesquisa Mudanças Climáticas</a> (INCLINE-USP); à <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/">Faculdade de Saúde Pública</a> e ao <a class="external-link" href="https://www.ib.usp.br/">Instituto de Biociências</a>, ambos da USP, organizadores do seminário.</p>
<p dir="ltr">Os debates serão divididos em quatro painéis: “Eventos Extremos: Tendências Globais e Impactos Locais”; “Perspectivas Sobre Vulnerabilidade e Resiliência”; “Iniciativas e Estratégias de Adaptação no Brasil”; e “Financiamento Climático: Desafios e Possibilidades”. Confira a programação completa:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>8h30</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><i> </i></p>
<p>Sylvio Roberto Accioly Canuto (PRP USP), Marcos Silveira Buckeridge (IB/IEA USP), Paulo Saldiva (IEA USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>9h</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Painel I</strong></i></p>
<p><i><strong>Eventos Extremos: Tendências Globais e Impactos Locais</strong></i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-marengo" class="external-link">José Antônio Marengo</a> (CEMADEN)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a> (IAG/IEA USP)</p>
<p>Gabriela Marques di Giulio (FSP USP)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros" class="external-link">Hugo Rogério de Barros</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julio-barboza-chiquetto" class="external-link">Júlio Barboza Chiquetto</a> (IEA USP) e Sara Moraes (FFLCH USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>10h30</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Painel II</strong></i></p>
<p><i><strong>Perspectivas Sobre Vulnerabilidade e Resiliência</strong></i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a> (IEA/FSP USP)</p>
<p>Diogo Victor Santos (PNUD/MCTIC)</p>
<p>Juliana Baladelli Ribeiro (Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza/Observatório do Clima)</p>
<p><strong>Moderadora:</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deize-sanches" class="external-link">Deize Sanches</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores:</strong></p>
<p>Hugo Rogério de Barros (IEA USP) e Paulo Miguel de Bodas Terassi (FFLCH USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>12h</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>14h</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
</td>
<td width="538">
<p><i> </i></p>
<p><i><strong>Painel III</strong></i></p>
<p><i><strong>Iniciativas e Estratégias de Adaptação no Brasil</strong></i></p>
<p>Eduardo Kimoto Hosokawa (Comissão Municipal de Adaptação às Mudanças Climáticas / Prefeitura de Santos)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (PROCAM/IEE/IEA USP)</p>
<p>Pedro Ivo Mioni Camarinha (CEMADEN)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ivan-carlos-maglio" class="external-link">Ivan Carlos Maglio</a> (IEA USP)</p>
<p><strong>Relatores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-viggiani-coutinho" class="external-link">Sonia Maria Viggiani Coutinho</a> (IEA USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-alves-neder" class="external-link">Eduardo Neder</a> (FSP USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>15h30</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i> </i></p>
<p><i><strong>Painel IV</strong></i></p>
<p><strong><i>Financiamento Climático: Desafios e Possibilidades</i></strong></p>
<p>Mariana Xavier Nicolletti (FGVCes)</p>
<p>Ana Carolina Câmara (G I Z - Agência Alemã de Cooperação Internacional)</p>
<p>Marina Caetano (Fundação Konrad Adenauer)</p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p>Júlio Barboza Chiquetto (IEA USP)</p>
<p><strong>Relator:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-amato" class="external-link">Luis Fernando Amato</a> (IEA USP) e Sofia Lizarralde Oliver (FSP USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>17h</strong></p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Divulgação</strong></i></p>
<p>“Atlas de Vulnerabilidade Socioambiental da Região Metropolitana de São Paulo” e  livro “Heat Island in the City of São Paulo. The Thermal Fields of Parks”.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/magda-lombardo" class="external-link">Magda Lombardo</a> (IEA USP)</p>
<p>Hugo Rogério de Barros (IEA USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>17h30</strong></p>
<p> </p>
</td>
<td width="538">
<p><i><strong>Encerramento</strong></i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr</a> (FSP/IEA USP)  e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IB/IEA USP)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><strong> Adaptação, Resiliência e Riscos Climáticos</strong><br /><i>25 de novembro, 8h30<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXNvQ-aLrtkBy_Q9wOxsGXEWbHnvEJHpjL0sz5k1mGledDsQ/viewform">inscrição prévia</a> - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/urbansus-riscos-climaticos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sergio Souza/Unsplash</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-13T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-97">
    <title>Nova edição de “Estudos Avançados” trata de sustentabilidade urbana e estudos históricos sobre a escravidão</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-97</link>
    <description>Número 97 da revista já está disponível para leitura online</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1be4ea1e-7fff-6ebb-e277-b690106d350c"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/revista/edicoes/nova-capa-da-revista-do-iea-97" alt="Nova capa da revista do IEA 97" class="image-right" title="Nova capa da revista do IEA 97" />Discussões acerca da sustentabilidade e do planejamento das cidades brasileiras e estudos históricos sobre a escravidão, especialmente no Brasil colonial, são os principais temas da edição 97 da <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">revista “Estudos Avançados”</a>, lançada este mês. A versão online já está <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420190004&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">disponível na SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">Os artigos do primeiro dossiê, dedicado aos estudos urbanos, têm a participação de diversos pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA. Entre os temas, está uma análise dos padrões urbano-demográficos da capital paulista, com o objetivo, segundo os autores, de obter um melhor discernimento das singularidades da cidade. Um dos três pesquisadores que assinam o artigo é o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, que assina pela primeira vez a edição da revista, antes editada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-editor-revista" class="external-link">Alfredo Bosi passa o cargo de editor da "Estudos Avançados" para Sergio Adorno</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-95" class="external-link">Futuro das universidades e degradação urbana e ambiental são temas de 'Estudos Avançados' 95</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-201cestudos-avancados201d-aborda-violencia-no-brasil-e-no-mundo" class="external-link">Revista “Estudos Avançados” resgata Goethe e aborda violência no Brasil e AL</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>A sustentabilidade urbana é outro tema presente neste bloco, com artigos tratando de inovações e estratégias de financiamento e desenvolvimento da gestão de cidades. Em um deles, “Sustentabilidade urbana: dimensões conceituais e instrumentos legais de </span><span>implementação”, os autores refletem sobre as maneiras de implementar, nas cidades brasileiras, políticas públicas que sigam os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) fixados pela Organização das Nações Unidas (ONU).</span></p>
<p dir="ltr">Há, ainda, artigos abordando florestas urbanas construídas pelo Estado e por ativistas e a tecnologia como aliada da sustentabilidade na solução de problemas do cotidiano e governança das cidades. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do USP Cidades Globais, colaborou na elaboração destes dois artigos e também no que aborda a implementação dos ODS.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Escravidão</strong></span></p>
<p dir="ltr">O segundo dossiê foi inspirado no seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/escravidao-corpo-e-alma" class="external-link">Escravidão do Corpo e Escravidão da Alma: Igreja, Poder Político e Escravidão entre Atlântico e Mediterrâneo</a></i>, que ocorreu no IEA em abril e foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a>. Os artigos analisam a visão do missionário Padre Antonio Vieira sobre a escravidão e também a postura da Igreja Católica em relação à prática. Apesar de seu discurso redentor, a Igreja aceitou e integrou a escravidão em sua doutrina e em suas instituições, uma herança do Império Romano, onde foi constituída.</p>
<p dir="ltr">Um dos artigos, “Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade”, de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/camila-loureiro-dias" class="external-link">Camila Loureiro Dias</a>, procura mostrar uma abordagem mais ampla da noção de escravidão na história brasileira e salientar como houve, além do tráfico de africanos, outras formas coloniais de exploração — envolvendo, por exemplo, os índios da região amazônica.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Literatura, Atualidades e Resenhas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A maneira pela qual o escritor Carlos Drummond de Andrade responde, em alguma de suas criações, ao contexto repressivo da ditadura militar brasileira é o tema de um dos ensaios da seção “Literatura” do novo número. Segundo o autor, Fabio Cesar Alves, a análise procura demonstrar como o poeta se viu obrigado a tratar, de forma cifrada, do terrorismo de Estado e das forças políticas de meados dos anos 1970.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na seção “Atualidades”, uma das discussões aborda os atos infracionais de adolescentes sob uma perspectiva que envolveria uma possível busca por reconhecimento. Segundo os autores, Alysson Assunção Andrade e Jacqueline de Oliveira Moreira, o ato infracional na juventude pode ser alimentado por um circuito de segregação e busca, por vezes fracassada, de reconhecimento. Outro artigo trata do cyberbullying e suas consequências para a saúde pública e os mecanismos para prevenir essa prática.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A seção “Resenhas” conclui a nova edição, com textos tratando da inserção internacional da Rússia e seu presidente, Vladimir Putin, e da autoficção do escritor Caio Fernando Abreu, entre outros.</span></p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" nº 97</span></h3>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<div id="_mcePaste"><strong>USP Cidades Globais</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Os padrões urbano-demográficos da capital paulista - <span><i>Marcelo Batista Nery, Altay Alves Lino de Souza e Sergio Adorno</i></span></li>
<li>Indicadores de desigualdade para financiamento urbano de cidades saudáveis - <span><i>Carlos Leite, Claudia Acosta, Tereza Herling, Ligia Barrozo e Paulo Saldiva</i></span></li>
<li>Sustentabilidade urbana: dimensões conceituais e instrumentos legais de <span>implementação - </span><i><span>Debora Sotto, Djonathan Gomes Ribeiro, Alex Kenya Abiko, Carlos Alberto Cioce </span><span>Sampaio, Carlos Arturo Navas, Karin Regina de Castro Marins, Maria do Carmo </span><span>Martins Sobral, Arlindo Philippi Jr. e Marcos Silveira Buckeridge</span></i></li>
<li>Um novo ecossistema: florestas urbanas construídas pelo Estado e pelos ativistas - <i><span>Erica Moniz Ferreira da Silva, Fabiano Bender, Márcio Luiz da Silva de Monaco, </span><span>Ana Katherine Smith, Paola Silva, Marcos Silveira Buckeridge, Paula Maria Elbl e </span><span>Giuliano Maselli Locosselli</span></i></li>
<li>Potencial do planejamento estratégico de longo prazo para o desenvolvimento das <span>cidades brasileiras - </span><span><i>Miguel Luiz Bucalem</i></span></li>
<li>Inovação urbana e recursos humanos para gestão de cidades sustentáveis - <i><span>Cláudia Terezinha Kniess, Alexandre de Oliveira e Aguiar, Diego de Melo Conti e </span><span>Arlindo Philippi Jr.</span></i></li>
<li>Tecnologias e sustentabilidade nas cidades - <i><span>Tatiana Tucunduva Philippi Cortese, Sonia Viggiani Coutinho, Maria da Penha </span><span>Vasconcellos e Marcos Silveira Buckeridge</span></i></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Escravidão do corpo e da alma</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>A escravidão nos sermões do Padre Antonio Vieira - <span><i>Alcir Pécora</i></span></li>
<li>Vieira em movimento: subjacências da distinção entre tapuias, tupis e negros - <span><i>Carlos Zeron</i></span></li>
<li>Escravidão do corpo e da alma em sermões brasileiros do século XVI ao XV - <span><i>Marina Massimi</i></span></li>
<li>Confraternidades negras na América portuguesa do setecentos - <span><i>Caio C. Boschi</i></span></li>
<li>Os índios, a Amazônia e os conceitos de escravidão e liberdade - <span><i>Camila Loureiro Dias</i></span></li>
<li>Infiéis em casa. Jesuítas e escravos muçulmanos (Nápoles e Espanha, século XVII) - <span><i>Emanuele Colombo</i></span></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Literatura</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Um país dentro da casa: o caráter político do espaço doméstico em três romances <span>brasileiros - </span><span><i>Simone Rossinetti Rufinoni</i></span></li>
<li>“Em cinza enxovalhada”: Drummond e a ditadura militar - <span><i>Fabio Cesar Alves</i></span></li>
<li>O decoro de uma cortesã - <span><i>Eliane Robert Moraes</i></span></li>
<li>A escrita como cena substitutiva da Pólis : memória, silêncio e testemunho em <span>Salinas Fortes - </span><span><i>Gilmário Guerreiro da Costa</i></span></li>
<li>Marx e a literatura em O capital - <span><i>Sandra Soares Della Fonte</i></span></li>
</ul>
</div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Atualidades</strong></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>A família e o direito humano à alimentação adequada e saudável - <i><span>Ana Lydia Sawaya, Anna Maria Peliano, Maria Paula de Albuquerque </span><span>e Semíramis Martins Álvares Domene</span></i></li>
<li>Reconhecimento e ato infracional na adolescência: reflexões iniciais - <span><i>Alysson Assunção Andrade e Jacqueline de Oliveira Moreira</i></span></li>
<li>Cyberbullying : família, escola e tecnologia como stakeholders - <span><i>Jorge Shiguemitsu Fujita e Vanessa Ruffa</i></span></li>
</ul>
</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><strong>Resenhas</strong></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Putin e a inserção internacional da Rússia - <span><i>Lenina Pomeranz</i></span></li>
<li>Memórias do Cárcere no livro e na tela: <span>arte versus ditadura - </span><span><i>Erwin Torralbo Gimenez</i></span></li>
<li>Um olhar sobre a autoficção de Caio Fernando Abreu - <span><i>Cristiane Rodrigues de Souza</i></span></li>
<li>As múltiplas dimensões do poético - <span><i>Eduardo Veras</i></span></li>
<li><span>Uma “sociologia enraizada” do mistério - </span><span><i>Caio Moraes Reis</i></span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-05T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/coronavirus-reuniao">
    <title>Precisamos seguir o exemplo dos países que conseguiram frear o coronavírus, dizem pesquisadores da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/coronavirus-reuniao</link>
    <description>Especialistas de áreas diversas se reuniram no IEA na quinta-feira (12) para discutir o que o estado paulista precisa fazer para lidar com a doença</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/covid-19-visao-geral/image" alt="Covid-19 - Visão geral" title="Covid-19 - Visão geral" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Da esquerda para a direita, Jorge Kalil, Marcos Buckeridge e Edecio Cunha Neto conversam com pesquisadores convidados</dd>
</dl>Pesquisadores da USP se reuniram no IEA na quinta-feira (12) para discutir aspectos da pandemia do coronavírus e medidas de mitigação da curva de crescimento da doença. Para eles, o governo deve seguir, o quanto antes, o exemplo de países que colocaram em prática intervenções não farmacêuticas e conseguiram frear o avanço da infecção.<br /><br />A reunião, organizada pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, foi restrita a convidados, mas transmitida ao vivo pelo site do IEA [<i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/reuniao-medidas-de-mitigacao-covid-19-1" class="external-link">assista a gravação completa</a></i>]. Entre os participantes, estavam <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, do Instituto de Biociências, e <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr</a>, da Faculdade de Saúde Pública, coordenadores do Cidades Globais; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diretoria-eleita" class="external-link">eleito diretor</a> para a próxima gestão; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-zanotto" class="external-link">Paolo Zanotto</a> e Marília Seelaender, ambos do Instituto de Ciências Biomédicas da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hernan-chaimovich" class="external-link">Hernan Chaimovich</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-colli" class="external-link">Walter Colli</a>, ambos do Instituto de Química da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-kalil" class="external-link">Jorge Kalil</a> e Edecio Cunha Neto, ambos da Faculdade de Medicina; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-andres-hernandez-arriagada" class="external-link">Carlos Andrés Hernández Arriagada</a>, arquiteto e pesquisador do Cidades Globais.<br /></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Reunião sobre medidas de mitigação do covid-19</th>
</tr>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/reuniao-medidas-de-mitigacao-covid-19-1" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/reuniao-sobre-medidas-de-mitigacao-do-covid-19-12-de-marco-de-2020" class="external-link">Fotos</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O vírus Sars-CoV-2, causador da covid-19, foi identificado no início de janeiro na China e espalhou-se por mais de 120 países. Até agora, causou a morte de cerca de 7 mil pessoas. “Como os sintomas podem demorar até 15 dias para aparecerem, ele se torna um vírus muito associado a fatores demográficos e ao transporte coletivo”, disse Paulo Saldiva, que participou da reunião via Skype. “Uma pessoa contaminada pode embarcar em um avião e descer no aeroporto sem apresentar sintomas, mas está trazendo o vírus de fora”.<br /><br />Paolo Zanotto, que há décadas pesquisa vírus emergentes como zika, dengue, chikungunya e febre amarela, defendeu que para lidar com esse risco o Brasil precisa agir como o Japão e Cingapura, onde as intervenções não farmacêuticas limitaram a taxa de crescimento da doença, mantendo-a abaixo do limite operacional do sistema de saúde.<br /><br />Nesses países, Zanotto explicou, as decisões foram tomadas com rapidez, quando os casos de infecção ainda eram pontuais. Na Itália, onde o governo demorou muito para agir, a reação começou quando já havia epicentros de infecção, e a doença passou a crescer exponencialmente. É o que o pesquisador chamou de “case, case, cluster, cluster, boom!”. Após a fase de epicentros de contaminação — os “clusters” —, o sistema de saúde de um país pode entrar em colapso por conta do número muito grande de casos para lidar — o “boom”. Foi o que ocorreu na Itália.<br /><br />As duas principais intervenções não farmacêuticas são a testagem molecular intensa e o isolamento de portadores e seus contatos. “Trata-se de uma testagem rigorosa, e em caso positivo, isolar imediatamente o paciente”, disse Zanotto. “O distanciamento social também é importante, evitando aglomerações, fechando escolas, ou pelo menos tornando a presença dos alunos facultativa, e incentivando o trabalho em casa quando isso é possível”.<br /><br /><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Reuniao-Covid-19-Zanoto.jpg/image" alt="Paolo Zanotto - Covid-19" title="Paolo Zanotto - Covid-19" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O virologista Paolo Zanotto durante a reunião</dd>
</dl>Segundo Zanotto, o risco da doença entrar em crescimento exponencial torna essas ações urgentes. “Estamos perdendo tempo. Não dá para esperar que os tomadores de decisões marquem uma reunião daqui a três dias. Cada dia faz toda a diferença”, disse. “Não é o caso de ficar culpando nossos governantes, porque realmente existe um descompasso natural da nossa percepção linear da realidade e o crescimento exponencial. É uma compreensão que não temos no nosso cotidiano. É mais um desafio que precisamos superar para agir”.<br /><br />Jorge Kalil, da Faculdade de Medicina, também reforçou a necessidade do distanciamento social. “Nós precisamos parar, dar uma janela. Ontem (quarta-feira), o São Paulo não poderia ter jogado com 40 mil pessoas no estádio. Hoje (quinta-feira) à noite, não deveria ter o jogo do Grêmio contra o Internacional no Rio Grande do Sul. Temos que tomar a precaução de isolamento agora, porque depois não vai adiantar”.<br /><br />Zanotto disse que há uma percepção, para o governo, de que as medidas preventivas interromperiam todas as atividades do estado de São Paulo. “Não estamos falando de um botão de ligar e desligar, que ‘fecharia’ o estado. Não seriam decisões simplórias. É mais complexo que isso. É uma questão de ‘desadensar’ as atividades”, disse. <br /><br />No caso da USP, por exemplo, o virologista sugeriu que cada instituto poderia analisar suas particularidades e, com base nas informações divulgadas das formas de transmissão da doença, tomar a decisão que considerasse mais adequada. Entre essas particularidades, estão, por exemplo, o número de pessoas que circulam diariamente no espaço e a necessidade, ou não, da presença dos alunos nas salas de aulas. “Com presença facultativa e transmissão ao vivo, já poderíamos diminuir o número de pessoas no mesmo ambiente. Sem o cancelamento da aula”.<br /><br /><strong>Isolamento social</strong><br /><br />Marcos Buckeridge, que divide a coordenação do Programa USP Cidades Globais com Arlindo Philippi Jr, ponderou que colocar em prática um esquema rigoroso de isolamento social em uma cidade como São Paulo não será uma tarefa simples. “O Cidades Globais sugeriu este debate porque estamos tratando de um ambiente urbano com sistemas muito complexos”, disse. “Por isso, a discussão vai além da medicina e do vírus em si. Há uma multiplicidade de efeitos a se considerar”.<br /><br />Philippi complementou que um desses efeitos é o econômico, ao citar o caso de brasileiros que não têm um emprego com renda fixa e dependem de um esforço diário para garantir seu sustento. “Se esse indivíduo não sair na rua para ganhar a renda do dia, ele não comerá à noite. Há uma quantidade imensa de pessoas assim no país. Isso também precisa ser pensado quando falamos do isolamento social, porque dependendo da decisão tomada, o sofrimento destas pessoas pode ser ainda maior”.<br /><br />Para ilustrar a complexidade e os riscos de transmissão da capital paulista, o arquiteto Carlos Andrés Hernández Arriagada, pesquisador do Cidades Globais, mostrou aos pesquisadores um estudo de caso que fez sobre o bairro paulistano do Brás.<br /><br />Segundo ele, em média 25 mil pessoas frequentam a “feirinha da madrugada”, uma feira de roupas a céu aberto que ocorre no bairro semanalmente. Arriagada calculou que, em seis horas, todas essas pessoas poderiam ser expostas ao vírus — bastaria que apenas 2 ou 3 pessoas contaminadas fossem à feira.<br /><br />Outro caso estudado foi da favela de Paraisópolis, onde moram hoje cerca de 100 mil pessoas. Pelo adensamento característico de comunidades carentes, a transmissão ali seria ainda mais rápida e, segundo Arriagada, o sistema de saúde da região — incluindo o Hospital Albert Einstein, no Morumbi — não conseguiria dar conta de atender pacientes no caso de uma transmissão sem controle.<br /><br />Ao encerrar o debate, Guilherme Ary Plonski, vice-diretor do IEA e eleito diretor para a próxima gestão, lembrou que, no momento, já passamos de um nível de risco para um nível de incerteza. “O risco nós conseguimos dimensionar. A incerteza, não. É uma situação menos tranquila. Por isso, a nossa abordagem precisa ser diferente”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor de Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-17T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/impactos-coronavirus">
    <title>Em meio à crise do coronavírus, pesquisadores do IEA dedicam-se a estudos sobre os impactos da pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/impactos-coronavirus</link>
    <description>Diferentes grupos de pesquisa têm se dedicado a analisar as maneiras de conter a transmissão da doença e as consequências dessa situação emergencial </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-andres-hernandez-arriagada-400x267/image" alt="Carlos Andrés Hernández Arriagada " title="Carlos Andrés Hernández Arriagada " height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O arquiteto Carlos Andrés Hernández Arriagada | Foto: Leonor de Calasans/IEA-USP </dd>
</dl>O confinamento da população imposto pela pandemia do coronavírus tem testado a capacidade das metrópoles brasileiras para lidar com a crise. Além do impacto no sistema de saúde, o esforço para conter a transmissão da doença alterou o funcionamento de serviços essenciais e as relações de convivência entre os habitantes.<br /><br />Pesquisadores do IEA de diferentes grupos de pesquisa têm se dedicado a analisar as maneiras de conter a transmissão da doença, as consequências dessa situação emergencial e o que o governo tem feito, ou pode fazer, para minimizar seus efeitos. <br /><br />Um deles é o arquiteto <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-andres-hernandez-arriagada" class="external-link">Carlos Andrés Hernández Arriagada</a>, professor da Universidade Mackenzie e pós-doutorando do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA. Liderando a equipe do <a class="external-link" href="https://www.lab-strategy.com/">Labstrategy</a> (Laboratório de Estratégias Projetuais), projeto de pesquisa sobre desenvolvimento urbano fundado em 2013, Hernández começou, ainda em meados de fevereiro, a pesquisar o impacto do coronavírus em centros urbanos.<br /><br />Inicialmente, o foco do estudo era na cidade chilena de Concepción — apesar de morar há 35 anos no Brasil, Hernández segue próximo, em suas pesquisas, de seu país natal. No início de março, a pedido de professor Marcos Buckeridge, coordenador do Cidades Globais, Hernández coordenou uma análise brasileira, focada nas regiões paulistanas do Brás e de Paraisópolis.<br /><br />A metodologia da pesquisa liderada pelo arquiteto seguia o padrão do Labstrategy: entender as vulnerabilidades de regiões fragilizadas da cidade, e a partir disso orientar como lidar com os impactos de uma pandemia nessas regiões. “Nosso trabalho é identificar cenários críticos futuros e gerar soluções”, resume Hernández.<br /><br /></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Reunião sobre medidas de mitigação do Covid-19</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coronavirus-reuniao" class="external-link">Notícia</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/reuniao-medidas-de-mitigacao-covid-19-1" class="external-link">Vídeo</a><span class="external-link"> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/reuniao-sobre-medidas-de-mitigacao-do-covid-19-12-de-marco-de-2020" class="external-link">Fotos</a></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estudo de caso do Brás, <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/a-covid-19-na-cidade-o-impacto-da-desigualdade" class="external-link">apresentado em <span class="external-link">reunião no IEA</span></a> no dia 12 de março, mostrou que sem a aplicação de medidas de contenção a transmissão da doença poderia sair do controle. Ao analisar a “feirinha da madrugada”, feira de roupas a céu aberto que ocorre no bairro semanalmente e recebe até 25 mil pessoas, Hernández calculou que, em seis horas, todas essas pessoas poderiam ser expostas ao vírus — bastaria que apenas 2 ou 3 pessoas contaminadas fossem à feira.<br /><br />No caso de Paraisópolis, o pesquisador <a class="external-link" href="https://wixlabs-pdf-dev.appspot.com/assets/pdfjs/web/viewer.html?file=%2Fpdfproxy%3Finstance%3DlFUk1YSF7Du13nbhxqelykGN9WHSHJM2eOzlx37XwZ8.eyJpbnN0YW5jZUlkIjoiZTYwYWY2NmItY2JlOC00OGNiLWI0YWEtZGZmYjE0Nzk5NWFlIiwiYXBwRGVmSWQiOiIxM2VlMTBhMy1lY2I5LTdlZmYtNDI5OC1kMmY5ZjM0YWNmMGQiLCJtZXRhU2l0ZUlkIjoiYWQ3ZDM0YzUtNGM5Yy00ZjczLWJjODEtMGI1NmI4NDEzYmRkIiwic2lnbkRhdGUiOiIyMDIwLTA0LTE0VDE2OjA0OjU5LjgxOFoiLCJkZW1vTW9kZSI6ZmFsc2UsImFpZCI6ImIwN2E1ZjI4LTQwZjMtNDJjYi04YTM4LWQyMjg3ZDBlZTU3OCIsImJpVG9rZW4iOiI0Yjc3YzJhZS04Nzc0LTA3YjgtMDgyYi1kNGFkYWMzOGFlNzMiLCJzaXRlT3duZXJJZCI6ImNkODVlZGFmLWU1NjAtNDg3ZS04NWQ3LWU0MWU2MjM3MTIxNyJ9%26compId%3Dcomp-k8gklcyp%26url%3Dhttps%3A%2F%2Fdocs.wixstatic.com%2Fugd%2Fcd85ed_8811c50147a2426fad5b66931e14d841.pdf#page=1&amp;links=false&amp;originalFileName=ESTRATEGIAS%20COVID%2019_%20CARLOS_HERNANDEZ%20_&amp;locale=pt&amp;allowDownload=false&amp;allowPrinting=false">publicou no site do Labstrategy</a> orientações para prevenir a disseminação da doença na comunidade. A região foi escolhida por conta de sua alta densidade e abrangência territorial, mas suas fragilidades, similares a outras áreas de vulnerabilidade da cidade, permitem que o estudo seja aplicado em outras comunidades paulistanas.<br /><br />Essa fragilidade territorial, explica Hernández, é tanto por conta da degradação do meio ambiente como em relação à carência de renda, qualidade da moradia e distância de equipamentos e serviços necessários.<br /><br />Entre as orientações para conter a transmissão, o artigo sugere o desenvolvimento de uma rede de atendimento emergencial no local, com médicos e equipe de suporte monitorando a situação, além de medidas para identificar e recuperar possíveis focos endêmicos, como córregos com despejo de esgoto. <br /><br />“Infelizmente, a confirmação <i>[no dia 4 de abril]</i> de 70 casos em Paraisópolis indica que as medidas preventivas não foram aplicadas”, lamenta Hernández.<br /><br /><b>Resiliência</b><br /><br />Outra pesquisa do Instituto a lidar com o tema é do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/a-resiliencia-financeira-das-cidades-contemporaneas" class="external-link">Grupo de Pesquisa A Resiliência Financeira das Cidades Contemporâneas</a>, coordenado pelo professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-aquino" class="external-link">André de Aquino</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP/USP).<br /><br />Em estágio inicial, o trabalho é focado em áreas metropolitanas e baseado em três aspectos da resiliência destes territórios: a orçamentária, a dos serviços essenciais e a das comunidades carentes.<br /><br />O grupo quer entender como os orçamentos dos municípios vão reagir às demandas e impactos que as medidas de contenção estão causando. “Como o orçamento aprovado não previa essa situação, também queremos analisar como o Poder Legislativo vai rediscutir essa questão”, explica Aquino, “no sentido de flexibilizar o uso e a transferência de recursos, bem como o limite fiscal”.<br /><br /><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-carlos-busanelli-de-aquino-300x200/image" alt="André Carlos Busanelli de Aquino " title="André Carlos Busanelli de Aquino " height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O professor André de Aquino, coordenador do grupo que realiza a pesquisa | Foto: FEA-RP/USP</dd>
</dl>O segundo aspecto vai tratar da operação de serviços essenciais durante a quarentena, como a coleta de lixo — considerando o aumento do lixo doméstico e o apoio à coleta de lixo hospitalar — e a segurança pública. “O funcionamento desses serviços nas cidades pode trabalhar sobrecarregado e queremos entender como essa questão será tratada pelo governo.”<br /><br />Outro ponto que interessa o grupo é como as autoridades articulam o abastecimento das cidades, e como implementam políticas específicas para garantir a circulação de mercadorias entre municípios.<br /><br />O terceiro aspecto foca em comunidades carentes e fragilizadas das metrópoles. “São regiões com grande aglomeração de pessoas, em que o Estado tem dificuldade de chegar e prestar serviços de forma apropriada”, explica Aquino. “Por isso, esperamos que essas comunidades se articulem para responder à  essa situação de crise. Queremos entender como isso ocorrerá”.<br /><br />Ainda que essa resposta já tenha começado — com a mobilização das pessoas para ajudar vizinhos idosos a comprar alimentos e medicamentos, por exemplo —, o grupo quer analisar outras ações coordenadas entre o Estado e a comunidade para enfrentar a crise. Uma iniciativa dos habitantes com o apoio ou coordenação do governo pode ser uma das alternativas para ajudar na resolução do problema, aponta o pesquisador.<br /><br />“É algo que nestas proporções ainda não enfrentamos no passado recente no país. Em acidentes, como o rompimento da barragem em Mariana (MG) ou em deslizamentos de encostas em épocas de chuva, a Defesa Civil conta com indivíduos que são das comunidades e ajudam voluntariamente. Mas são situações isoladas. Agora é uma situação crônica em diversos centros do país”, explica.<br /><br />Além de André de Aquino, participam da pesquisa Gustavo Capellini, da USP; Ricardo Lopes Cardoso, da Fundação Getúlio Vargas; Ricardo Rocha de Azevedo, da Universidade Federal de Uberlândia André Feliciano Lino e Lidiane Dias, ambos da Universidade Federal do Pará.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa A Resiliência Financeira das Cidades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-14T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-usp-cidades-globais-inicia-estudos-em-quatro-areas-para-pensar-o-mundo-pos-pandemia">
    <title>Programa USP Cidades Globais inicia estudos em quatro áreas para pensar o mundo pós-pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-usp-cidades-globais-inicia-estudos-em-quatro-areas-para-pensar-o-mundo-pos-pandemia</link>
    <description>Nos próximos meses, pesquisadores realizarão webinários e produzirão ensaios. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> estão divididos em grupos para estudar e debater a vida urbana pós-pandemia. Ao longo dos próximos meses, eles pretendem realizar webinários e produzir ensaios e artigos. São quatro as áreas de estudos:</p>
<p><strong>1. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-1-pos-pandemia" class="external-link">A vida urbana nos espaços públicos e áreas verdes pós-pandemia no município de São Paulo</a></span></p>
<p><span></span><strong>2. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-2-pos-pandemia" class="external-link">As influências impactantes da pós-pandemia Covid-19 sobre o passivo socioambiental: descortinando novas veredas</a></span></p>
<p><span></span><strong>3. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-3-pos-pandemia" class="external-link">Políticas públicas, enfrentamento da Covid-19 e invisibilidade social</a></span></p>
<p><span></span><strong>4. </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/grupo-4-pos-pandemia" class="external-link">Metrópoles latino-americanas: instrumentos sustentáveis para o desenvolvimento territorial frente a intempéries</a></span></p>
<p><span>Todos os grupos são coordenados por um supervisor e integrados por professores convidados e pesquisadores de pós-doutorado do Programa. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-18T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-uso-espacos-publicos">
    <title>Pesquisa identificou expectativa da população para uso dos espaços públicos e semipúblicos pós-quarentena</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-uso-espacos-publicos</link>
    <description>Um total de 1.956 pessoas de todos os estados do Brasil responderam ao questionário criado pelo Programa USP Cidades Globais. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/uso-dos-espacos-publicos-pos-quarentena/image" alt="Uso dos espaços públicos pós-quarentena " title="Uso dos espaços públicos pós-quarentena " height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">91% das pessoas que responderam a pesquisa disseram querer frequentar parques e áreas verdes após o fim da pandemia | Foto: Claudio Vieira/ Prefeitura Municipal de São José dos Campos</dd>
</dl>Uma pesquisa realizada pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> entre 6 e 30 de maio avaliou a expectativa da população após a flexibilização da quarentena. Realizado por meio de questionário online, o estudo "<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/emocoes-momentaneas-comportamentos-e-habitos-cotidianos-pos-pandemia" class="external-link">Emoções momentâneas: comportamentos e hábitos cotidianos pós-pandemia</a>" buscou ainda identificar os sentimentos do brasileiro durante o período de confinamento na pandemia do novo coronavírus.<br /><br /><span>Do total de 1.956 pessoas de todos os estados do Brasil que responderam ao questionário, 86% afirmaram sentir falta de estar em áreas verdes. Para 67% deles, devem haver mudanças significativas na forma como serão utilizados os espaços públicos (ruas, praças, parques, praias etc.) e semipúblicos (shopping centers, centros culturais, cinemas, teatros etc.).<br /><br /></span><span>A pesquisa questionou quais espaços o entrevistado pretende frequentar após a flexibilização da quarentena. Os locais que mais se destacaram foram praças e áreas verdes, mencionados por 90,8% das pessoas, e praias, citadas por 82%. Entre 67% e 75% dos respondentes, há também o interesse em frequentar restaurantes, cinema e teatro, shoppings centers e comércios diversos.<br /><br /></span><span>Dos sentimentos latentes neste período de quarentena os mais citados foram ansiedade (160), preocupação (156), apreensão (110) e cansaço (110). Também são citados angústia (71), tranquilidade (67), medo (60) e tristeza (53). “São contradições diante da incerteza, na qual as emoções estão constantemente em movimento, não havendo uma linha reta”, avaliam os pesquisadores.<br /><br /></span><span>O trabalho foi realizado por pós-doutorandos e pesquisadores colaboradores do USP Cidades Globais: </span><span>Deize Sbarai Sanches Ximenes; Gérsica Moraes Nogueira da Silva; Ivan Carlos Maglio; Júlio Barboza Chiquetto; Luís Fernando Amato-Lourenco; Maria da Penha Vasconcellos; Pedro Roberto Jacobi; Sonia Maria Viggiani Coutinho; Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César.<br /><br /></span><span>Confira a </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/emocoes-momentaneas-comportamentos-e-habitos-cotidianos-pos-pandemia" class="external-link">pesquisa na íntegra</a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-10T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral">
    <title>Pesquisas do USP Cidades Globais revelam efeitos da quarentena sobre professores e população em geral</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisas-do-usp-cidades-globais-revelam-efeitos-da-quarentena-sobre-professores-e-populacao-em-geral</link>
    <description>Com questionários virtuais, grupos de pesquisadores avaliaram hábitos e comportamentos de milhares de brasileiros durante a pandemia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Duas pesquisas publicadas pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a> revelaram alguns dos efeitos da quarentena imposta pela pandemia do coronavírus. Com dados coletados a partir de questionários virtuais, dois grupos avaliaram o impacto emocional causado pelo confinamento: um na população em geral e o outro nos professores da rede pública paulista.</p>
<p>O levantamento “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-educacao-docencia-e-a-covid-19" class="external-link">Educação, Docência e a Covid-19</a>” coletou quase 20 mil respostas de professores da rede estadual de São Paulo, atingindo 544 municípios paulistas, com o objetivo de medir o impacto da quarentena sobre a atuação profissional e o aprendizado dos alunos. Mesmo com os novos desafios para lecionar, 70% declararam se sentir aptos para desempenhar suas funções virtualmente. Por outro lado, 85% têm a percepção de que os estudantes aprendem menos com a educação mediada pela tecnologia.</p>
<p>Em relação à saúde mental dos professores, outro ponto abordado nas perguntas, surgiram sentimentos de insegurança em relação ao confinamento. Mais da metade dos participantes (53%) se considerarem muito vulneráveis a contrair o vírus causador da Covid-19.</p>
<p>Os pesquisadores consideraram que as respostas dos professores mostram um cenário mais positivo e otimista em relação a outras pesquisas sobre a atuação docente nos tempos de pandemia. Alertam, porém, que existe uma urgência na revisão do atual modelo de educação mediada pela tecnologia e na adoção de novos formatos que garantam uma aprendizagem significativa dos estudantes, bem como uma forma de avaliação assertiva.</p>
<p><strong>Emoções na pandemia</strong></p>
<p>Ansiedade, preocupação, apreensão e cansaço foram as reações mais citadas pelas 1.956 pessoas que responderam à pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/pesquisa-emocoes-momentaneas" class="external-link">Emoções Momentâneas: comportamentos e hábitos cotidianos pós-pandemia</a>”, que avaliou hábitos e comportamentos da população em geral durante o confinamento. Também foram citados angústia, tranquilidade, medo e tristeza.</p>
<p>“São contradições diante da incerteza, na qual as emoções estão constantemente em movimento, não havendo uma linha reta”, avaliam os pesquisadores. As respostas vieram de todos os 27 estados brasileiros, mas a maioria (65,9%) dos participantes era paulista.</p>
<p>A pesquisa tratou também das emoções e percepções em relação ao uso dos espaços públicos no período pós-pandemia. Cerca de 86% das pessoas afirmaram sentir falta de estar em áreas verdes e, para 66% dos que participaram, deve haver uma mudança significativa na relação com os espaços públicos (ruas, praças, parques, praias etc.) e semipúblicos (shopping centers, centros culturais, cinemas, teatros etc).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-06T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/microplasticos-no-ar">
    <title>Artigo revisa dados sobre microplásticos no ar e aponta riscos à saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/microplasticos-no-ar</link>
    <description>Pesquisadores vinculados ao IEA participam da autoria de artigo sobre microplásticos presentes no ar.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:572px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fragmentos-de-particulas-de-polimero/image" alt="Fragmentos de partículas de polímero" title="Fragmentos de partículas de polímero" height="253" width="572" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:572px;">Fragmentos de partículas de polímero presentes no ar da cidade de São Paulo analisados por microscopia de transmissão e espectroscopia de infravermelho acoplada a microscópio</dd>
</dl></p>
<p>Se a presença de plástico nos oceanos, rios, reservatórios e no solo já se tornou um problema ambiental de grandes proporções e do conhecimento de boa parte da população, pesquisas dos últimos anos alertam para uma preocupação adicional: a presença de microplásticos (MPs) em suspensão no ar e os riscos potenciais ao serem inalados.</p>
<p>Um panorama do problema pode ser conferido no artigo "<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969720352050?dgcid=author">An emerging class of air pollutants: Potential effects of microplastics to respiratory human health?</a>", publicado pela revista "Science of the Total Environment" no dia 19 de agosto. O trabalho foi escrito por pesquisadores da USP, IPT e Universidade de Leida (Países Baixos). Dois deles integram o Programa USP Cidades Globais do IEA.</p>
<p>Os autores revisam e discutem o conhecimento atual sobre as características de exposição de resíduos plásticos transportados pelo ar em áreas urbanizadas, com destaque para concentração, tamanho, morfologia, presença de aditivos e distribuição de diferentes polímeros. O trabalho compila dados e os compara a análises de laboratório para ampliar o conhecimento sobre potenciais efeitos adversos à saúde humana decorrentes da inalação de partículas plásticas.</p>
<p>O grupo desenvolve pesquisa no Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP para entender as características de exposição, como concentrações e morfologia dos MPs, em ambiente interno e externo na cidade de São Paulo e em tecido pulmonar humano (fragmentos de tecido pulmonar e linfonodos hilares).</p>
<p>Os autores do artigo são: Luís Fernando Amato-Lourenço, pós-doutorando do Programa USP Cidade Globais do IEA e pesquisador do Departamento de Patologia da FM-USP; Luciana dos Santos Galvão, do IPT; Letty A. de Weger, Pieter S. Hiemstra e Martina G. Vijver, os três da Universidade de Leida (Países Baixos); e Thais Mauad, também integrante do Programa USP Cidades Globais e professora do Departamento de Patologia da FM-USP.</p>
<p>Segundo Amato-Lourenço, os estudos sobre microplásticos presentes no meio ambiente começaram a ser publicados depois de 2015, por isso os dados sobre essas partículas no ar ainda são bastante escassos. "No Brasil não há nenhum estudo que mostre essas informações (concentração, tipos de plástico etc.). Somos o único grupo fazendo esse tipo de trabalho com financiamento da Fapesp."</p>
<p>Já está bem estabelecido nos estudos ocupacionais e com animais que os microplásticos (MPs) são um risco para a saúde humana, ressalta o pesquisador. Muitas questões, porém, ainda precisam ser respondidas, como os problemas relacionados a adesão ou liberação de compostos químicos, microfilme bacteriano (em fibras que agregam material biológico) e a frequência e dose de exposição.</p>
<p>Essa é a razão de o artigo afirmar que “o risco de exposição a MPs inalados para a saúde (respiratória) humana também não está resolvido. Uma das principais questões a serem respondidas é se e como a inalação de MPs naturalmente degradados pode causar ou contribuir para a patogenia de diferentes doenças pulmonares”.</p>
<p>O público está acostumado com a ideia de que o plástico é de difícil degradação. Então, o que levaria a substância a provocar danos à saúde? De acordo com pesquisador, o fato de as partículas plásticas serem biopersistentes, seu tamanho e formato (especificamente fibras, encontradas em maior quantidade no ar) são fundamentais para afetarem negativamente o sistema respiratório.</p>
<p>Para exemplificar essa questão, ele cita o caso do asbesto (comercialmente conhecido como amianto), uma substância mineral de difícil degradação: “Como ele provoca fibrose pulmonar se não se degrada facilmente? É justamente o fato de ele não se degradar que suscita uma série de reações inflamatórias crônicas na região onde ficou ‘preso’, podendo causar granuloma e fibrose. Com o plástico as evidências apontam a mesma coisa. Adicionalmente, há a questão da liberação dos compostos químicos e microrganismos presentes nas partículas”.</p>
<p><strong>Formas, origens e dispersão</strong></p>
<p>Os microplásticos são divididos em três categorias: fibras, filamentos com comprimento substancialmente maior que o diâmetro; partículas, com formatos e tamanhos variados; e grânulos, com formato regular, geralmente esférico. As fibras estão em maior quantidade no ar. Seu comprimento varia entre 200 e 700 de 5 μm (0,2 a 0,7 mm). Há relatos de microplásticos bem menores, como partículas com 20 a 40 nm (0,00002 a 0,00004 mm) resultantes de impressão 3D com um determinado polímero numa câmara de teste.</p>
<p>O artigo destaca que mais de 4 mil substâncias químicas são utilizadas apenas nas embalagens plásticas de alimentos. Como há mais de 5 mil diferentes tipos de plástico em uso no mercado em geral, é provável que o número de substâncias químicas empregadas seja maior.</p>
<p>Os autores indicam que entre as muitas fontes que contribuem para o lançamento de MPs no ar estão tecidos sintéticos, desgaste de pneus, objetos domésticos, incineração de lixo, materiais de construção, lama de esgoto, aterros, pós abrasivos, impressão em 3D e ressuspensão de poeira urbana.</p>
<p>O trabalho menciona que a simples lavagem de uma vestimenta pode liberar cerca de 1.900 fibras de plástico. Os processos de industrialização, corte e usinagem de polímeros também contribuem para a formação de partículas e seu lançamento no ar.</p>
<p>Mas é um engano imaginar que os MPs sejam um problema apenas em áreas urbanas. Microplásticos em suspensão no ar são uma fonte potencial de poluição em ambientes marinhos e rios, ressalta o artigo. No processo contrário, no entanto, ainda não se sabe em que extensão MPs oriundos de águas podem ser uma fonte de microplásticos presentes no ar.</p>
<p>Outro agravante é grande facilidade de dispersão atmosférica dos microplásticos em razão das correntes aéreas. O trabalho cita que já foi reportada a existência de MPs no ar de regiões remotas e desabitadas, como os Pirineus Franceses, as Montanhas Rochosas e em partes do Ártico.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Luciana dos Santos Galvão/IPT</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS03 - Saúde e Bem-Estar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-26T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-divulgam-guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020">
    <title>IEA lança 'Guia para Cidades Sustentáveis - Eleições 2020'</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-divulgam-guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020</link>
    <description>Seminário online no dia 19 de outubro, às 9h, reunirá os autores do Guia para Cidades Sustentáveis - Eleições 2020, produzido pelo Centro de Síntese USP-Cidades Globais, do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mobilidade-bicicleta-sao-paulo/image" alt="Mobilidade - bicicleta - São Paulo" title="Mobilidade - bicicleta - São Paulo" height="422" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">A mobilidade urbana é um dos tópicos abordados pelo guia</dd>
</dl></p>
<p>O "Jornal da USP no A<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/instituto-de-estudos-avancados-lanca-guia-para-ajudar-na-gestao-municipal/">r</a>", da Rádio USP, conversou ontem (8 de outubro) com os professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, sobre o "<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia Para Cidades Sustentáveis Eleições 2020</a>", produzido pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP-Cidades Globais (USP-CG)</a>, do IEA. [<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/instituto-de-estudos-avancados-lanca-guia-para-ajudar-na-gestao-municipal/">Ouça a íntegra da entrevista</a>.]</p>
<p>Além de Buckeridge e Philippi Jr., coordenadores do USP-CG, também participaram da elaboração do guia outros 20 pesquisadores de diversas áreas. O trabalho trata de todas as metas e itens diretamente relacionados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.</p>
<p>Em seminário online no <b>dia 19 de outubro, às 9h</b>, os autores do guia apresentarão os tópicos em que trabalharam. O evento será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet no site do IEA (não é preciso se inscrever para assistir).</p>
<p><strong>Para gestores e população</strong></p>
<p>Com as eleições municipais de 2020, Buckeridge considera que o documento pode auxiliar tanto gestores públicos quanto a população em geral na cobrança de melhorias nas cidades. “A gente colocou uma série de itens de agenda e os candidatos podem utilizá-los para suas campanhas. Também pode ser usado por jornalistas para propor perguntas e pela população no geral para cobrar, tanto agora quanto depois, o que os candidatos vão fazer.”<br /> <br /> Buckeridge afirma que o guia é baseado em artigo no qual ele Philippi Junior discutiram o mundo urbano e como usar a ciência para melhorar a qualidade das políticas públicas, além de analisar também os impactos da própria Covid-19 nas cidades.</p>
<p>Segundo o professor, investigar os problemas com base no desenvolvimento sustentável permite entregar aos políticos resoluções integradas. “A coisa mais importante é a integração dos objetivos sustentáveis em um conjunto de objetivos e metas que caminhem no sentido da sustentabilidade. Uma meta única não é tão importante, por isso fazemos o recorte dos objetivos sustentáveis para conscientizar as pessoas e políticos.”<br /> <br /> A participação social, presente no ODS 17 da Agenda 2030, trata da relação e parcerias que devem ser construídas e, na visão de Philippi Jr., é um item primordial para a implementação de ações que diminuam as desigualdades sociais, com maior envolvimento civil nos conselhos que existem referentes a cada item da agenda.</p>
<p><i>Com informações do "Jornal da USP no Ar"</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-09T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-lanca-guia-para-cidades-sustentaveis-voltado-para-candidatos-a-prefeito-em-2020">
    <title>USP Cidades Globais lança Guia para Cidades Sustentáveis voltado para candidatos a prefeito em 2020  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-cidades-globais-lanca-guia-para-cidades-sustentaveis-voltado-para-candidatos-a-prefeito-em-2020</link>
    <description>O documento mapeia itens de agendas políticas de cidades brasileiras e os associa aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Acesse o <span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020</a></span></p>
<p>Assista ao <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=hzX0bD9GIvw&amp;t=9262s&amp;ab_channel=InstitutodeEstudosAvan%C3%A7adosdaUSP">vídeo</a> de lançamento do guia</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em outubro, o Centro de Síntese USP Cidades Globais (USPCG) publicou o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/guia-para-cidades-sustentaveis-eleicoes-2020-4/" class="external-link">Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020</a>, produzido ao longo de 2020. O documento é fruto do trabalho dos pós-doutorandos do USPCG e mapeia itens de agendas políticas das cidades brasileiras que podem ser usados para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, elaborada pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p dir="ltr">Coordenador do USP Cidades Globais, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, explica que a missão do programa “é aumentar a sustentabilidade urbana e assim melhorar a qualidade de vida da população nas cidades. Para isso, acreditamos que o caminho para o desenvolvimento sustentável, utilizando os objetivos da ONU, seria adequado porque as Nações Unidas usam fortemente o conhecimento científico para produzir seus documentos”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">Além de promover a sustentabilidade urbana nas agendas e ações municipais, o guia tem como objetivo fornecer à população e à imprensa uma ferramenta qualificada e acessível de cobrança da sociedade sobre a eficiência, eficácia e efetividade das propostas feitas pelos candidatos durante a campanha e após a definição das eleições.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><dl class="image-left captioned" style="width:267px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agenda-guia-para-cidades/image" alt="Agenda guia para cidades" title="Agenda guia para cidades" height="400" width="267" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:267px;">Centro da cidade de São Paulo </dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">O diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a> acredita que “é um grande desafio estabelecer uma comunicação bilateral [entre universidade e sociedade] para que haja de fato uma co-criação mas, nesse sentido, o guia cumpre este papel. Houve escuta, produção e há uma devolutiva para a sociedade mais ampla.”, diz Plonski.</p>
<p dir="ltr">Para tratar da sustentabilidade dos municípios, o Centro de Síntese analisa o urbsistema, “que seria uma adaptação do ecossistema”, explicou Buckeridge. Segundo ele, esta teoria propõe que a cidade é um mecanismo de processamento de materiais, água e energia que, ao produzirem serviços e produtos aos cidadãos, geram resíduos. “Quanto menos energia e água o urbsistema usar e gerar menos resíduo, mais sustentável ele será”, completa.</p>
<p dir="ltr">Por meio de workshops com pesquisadores especialistas em agendas urbanas aplicadas, foram obtidos 204 itens de agenda para candidatos aos cargos de vereador e prefeito, que foram analisados por grupos de trabalho. Além disso, os pós-doutorandos estudaram as metas que compõem cada ODS para derivar o nexo de cada uma delas. O nexo é um conjunto de três temas prioritários articulados pelas metas da ONU.</p>
<p dir="ltr">Foram encontrados nove temas prioritários: educação, saneamento, saúde, mudanças climáticas, meio ambiente, mobilidade, emprego e renda, assistência social e habitação. Outros três temas perpassam todos os considerados prioritários e, por isso, foram chamados de transversais: tecnologia e inovação, diálogo com a sociedade, e legislação.</p>
<p dir="ltr">Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior">Arlindo Philippi Jr</a>, vice-coordenador do USPCG, “todos os temas estão devidamente conectados pelas transversalidades, porque a participação social é obrigatória como uma grande ação permanente”.</p>
<p dir="ltr">Após identificá-los, os pesquisadores elaboraram três ações genéricas que poderiam ser feitas para atingir as metas propostas pelas ODS, as quais foram sintetizadas em um conjunto de 13 ações gerais: investir em infraestrutura, planejar, intensificar ações existentes, estimular parcerias, executar novas ações, aumentar renda, dialogar com a população, investir em pessoal, fiscalizar, gerar empregos, prevenir, consolidar propostas e aprimorar assistência.</p>
<p dir="ltr">Com essas análises, os itens de agenda passaram pela curadoria dos pesquisadores, reduzindo o número de propostas de 204 para 193. Eles usaram de quatro critérios: se relacionam com a Agenda 2030, se são obrigatórios para o município, se foram propostos por prefeitos e vereadores e se há repetição de itens em diferentes metas dos ODS.</p>
<p dir="ltr">O documento pode ser lido de duas formas: por ODS e por tema. Para cada ODS e tema prioritário, foram colocadas as propostas de agenda que funcionam como caminho para a realização do objetivo. Dentro de um tema, pode-se encontrar propostas relacionadas a mais de um ODS. Buckeridge enfatiza que os pesquisadores não elaboraram propostas para colocar no guia.“Não foi o objetivo neste curto período de tempo, o documento mostra itens de agenda. Já é possível pensar em algumas propostas, mas para embasá-las [na ciência] é preciso mais estudos”.</p>
<p>Professor da  Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros">Tadeu Malheiros</a> comenta que o guia permite gerar eficiência aos gestores municipais: “Esse alinhamento das políticas vai essencialmente dar para os gestores maior eficiência das cidades em gerir suas infraestruturas e seus processos, na melhor distribuição dos benefícios a serem gerados, reduzindo desigualdades e problemas crônicos. Essa maior eficiência significa acelerar as mudanças positivas”.</p>
<h3>Apresentação do Guia</h3>
<p>O trabalho foi apresentado no dia 19 de outubro, no evento UrbanSus - Guia para Cidades Sustentáveis: Eleições 2020 realizado pelo IEA. Estiveram presentes os pós doutorandos do Centro de Síntese <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-bacchiegga">Fábio Bacchiegga</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thelmo-de-carvalho-teixeira-branco-filho">Thelmo Branco Filho</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gersica-moraes-nogueira-da-silva">Gérsica da Silva</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-sotto">Débora Sotto</a>; o coordenador do USPCG, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>; o vice-coordenador do Centro de Síntese, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior">Arlindo Philippi Jr</a>; o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a> ; o coordenador do Grupo de Pesquisa Complexidade, Sustentabilidade e Políticas Públicas do IEA e ex-vereador de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1">Ricardo Young</a>; o professor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tadeu-fabricio-malheiros">Tadeu Fabricio Malheiros</a>; a pesquisadora do USPCG e professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos">Maria da Penha Vasconcellos</a>; a também professora da FSP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther?searchterm=wanda+" class="external-link">Wanda Maria Gunther</a>; o coordenador do Grupo de Estudos de Meio Ambiente e Sociedade do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro">Wagner Costa Ribeiro</a>, também membro do grupo. A mediação do evento foi realizada pelos jornalistas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roxane-re">Roxane Ré</a>, editora do Jornal da USP no Ar, e Sérgio Gomes, diretor da Oboré Projetos Especiais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">foto: Marcos Santos/Jornal da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-30T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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