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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 161 to 163.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-chega-a-100a-edicao-e-da-continuidade-a-dossie-sobre-pandemia-1">
    <title>Revista 'Estudos Avançados' chega à 100ª edição e dá continuidade a dossiê sobre pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-chega-a-100a-edicao-e-da-continuidade-a-dossie-sobre-pandemia-1</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-estudos-avancados-100" alt="Capa de 'Estudos Avançados' 100" class="image-right" title="Capa de 'Estudos Avançados' 100" /></p>
<p>Os impactos da pandemia de Covid-19 na economia, mercado de trabalho, sistema educacional, meio ambiente, sistema financeiro, pesquisa com fármacos e agronegócio são analisados no dossiê do 100º número da revista "Estudos Avançados", cuja <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">edição digital</a> já está disponível gratuitamente na plataforma de periódicos científicos SciELO.</p>
<p>O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sérgio Adorno</a>, destaca que a revista chega à sua 100ª edição sem nenhuma interrupção na periodicidade quadrimestral e mantendo a linha editorial definida desde os primeiros números, que focaliza “nossa contemporaneidade e os desafios que o presente propõe para a consolidação de sociedades mais justas e com qualidade de vida”.</p>
<p>Essa sintonia com os problemas do presente revela-se com a continuidade do dossiê sobre a Covid-19, iniciado no <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">número anterior</a>. Sob o título "Impactos da Pandemia", o conjunto de textos incluí 12 artigos, dos quais cinco são resultantes de ciclo de encontros virtuais sobre os cenários possíveis depois da pandemia organizado pelo IEA, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>De acordo com Adorno, as características que se destacam nos artigos são a densidade das perspectivas adotadas, sua atualidade, o embasamento em sólida bibliografia atualizada e em fontes documentais de referência e a escolha de questões fundamentais presentes no debate público, incluindo perguntas correntes no senso comum e nas conversas cotidianas.</p>
<p>Um dos núcleos do dossiê engloba discussões sobre medicamentos e tratamento, saúde, biodiversidade, mudanças climáticas e políticas de proteção da Amazônia. "Há também importantes reflexões sobre os impactos econômicos, sobretudo nas cadeias produtivas de commodities, alimentos, bens e serviços, e nas cadeias produtivas de valor", ressalta o editor. "Em termos sociais, sobressaem reflexões sobre os graves impactos no mercado de trabalho, assim como na educação, em todos os graus.”</p>
<p>A edição traz também textos comemorativos do centenário de nascimento do sociólogo Florestan Fernandes e do economista Celso Furtado e dos 250 anos de nascimento de Beethoven, além de artigos sobre 100 anos da morte de Max Weber.</p>
<p>Adorno destaca como símbolos da número a publicação de um diálogo entre Celso Furtado e Fernand Braudel e o áudio da Sonata nº 23 em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata<i>”</i>, de Beethoven, interpretada pelo pianista Eduardo Monteiro [vejo os links para os arquivo de áudio no final do <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142020000300341&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">artigo de Monteiro e Mônica Lucas</a>].</p>
<p>O número termina com um ensaio a respeito da origem e constituição dos institutos de estudos avançados existentes no mundo e seu papel na produção do conhecimento de ponta.</p>
<p>A 100ª edição é dedicada ao editor anterior da publicação, Alfredo Bosi, que “assegurou por três décadas (de janeiro de 1989 a agosto de 2019) a preservação deste patrimônio da USP e do IEA que é a revista ‘Estudos Avançados’”, nas palavras de Adorno.</p>
<h3><strong>Dossiê</strong></h3>
<p><strong>Medicamentos</strong></p>
<p>De acordo com os Leonardo Ferreira e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriano-d-andricopulo">Adriano Andricopulo</a>, ambos do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar), há cerca de 2 mil registros de ensaios clínicos para investigação de medicamentos aprovados e outros candidatos para a Covid-19, incluindo moléculas pequenas e medicamentos biológicos, sem contar as vacinas.</p>
<p>No entanto, “o reposicionamento de fármacos não levou a qualquer novo tratamento antiviral contra a Covid-19”.  Segundo eles, o cenário mais realista compreende o desenvolvimento de antivirais específicos contra o Sars-CoV-2 para o tratamento seguro e eficaz contra a doença.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>Os impactos na educação são analisados em artigo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti">Bernardete Angelina Gatti</a>, integrante do Comitê Consultivo da Cátedra Educação Básica (parceria do IEA e do Itaú Social) e  pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas. Bernardete discute garantia possível de aprendizagem dos alunos durante a pandemia, a diversidade das realidades sociais, a situação dos professores e gestores e aspectos curriculares, relacionais e socioemocionais relacionados com o isolamento e o retorno às escolas. Ela também pondera sobre as possibilidades de mudanças na oferta educacional nas redes de ensino básico.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin">Cláudia Costin</a>, conselheira do IEA e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da Fundação Getúlio Vargas, trata das tendências em educação básica no Brasil diante das condicionantes impostas pela pandemia, dos compromissos que o Brasil assumiu em 2015 em relação à sustentabilidade e, em especial, ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (proporcionar educação de qualidade) e da chamada Revolução 4.0, tende a eliminar de forma acelerada postos de trabalho.</p>
<p><strong>Ambiente</strong></p>
<p>Para o físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo">Paulo Artaxo</a>, do Instituto de Física (IF) da USP, o mundo e a humanidade enfrentam três crises importantes: 1) a da saúde, intensificada pela pandemia de Covid-19; 2) a de perda de biodiversidade; e 3) a emergência climática. Ele ressalta que as três crises estão ligadas, apesar de diferenças importantes, “mas todas provocam impactos sociais e econômicos fortes e afetam o planeta globalmente”.</p>
<p>Para ele, a pandemia revelou as deficiências na governança global e a crise climática “tem potencial para danos socioeconômicos muito fortes, e seus efeitos já são facilmente visíveis”. Quanto à perda de biodiversidade, ele alerta para o risco à segurança alimentar e ao equilíbrio do sistema terrestre. “A Amazônia, por exemplo, contém milhares de vírus em sua fauna e flora, e a continuar o processo desenfreado de sua ocupação, novos vírus similares ao Sars-CoV-2 possivelmente entrarão em contato com nossa sociedade”.</p>
<p>É preciso reconhecer a ligação entre biodiversidade, serviços ecossistêmicos e a saúde humana e dessa forma reunir esforços de forma a evitar o surgimento de novas pandemias, alertam Carlos Alfredo Joly, do Instituto de Biologia da Unicamp, e Helder Lima de Queiroz, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.</p>
<p>Em consonância com o alerta de Artaxo, Joly e Queiroz destacam que países como o Brasil, “com altos graus de vulnerabilidade social e degradação ambiental, possuem grande probabilidade de que novos patógenos que vivem em espécies silvestres pulem para os hospedeiros humanos”.</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>Para Simão Davi Silber, professor sênior da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, a pandemia demonstrou como “choques exógenos adversos no sistema econômico” desorganizam a economia e criam um descompasso entre o mundo econômico e das possíveis ações do Estado. Em sua opinião, essas ações não conseguem atingir todos os agentes econômicos para preservá-los da crise e o resultado é “destruição de empresas, de capital físico e humano” que não serão mais recuperados.</p>
<p>Para Camila Villard Duran, da Faculdade de Direito (FD) da USP, no entanto, o mercado financeiro internacional encontrou um meio de se sustentar durante a pandemia graças à consolidação de um modelo de cooperação monetária global. Segundo a pesquisadora, a rede hierárquica de operações chamadas de swaps cambiais, com o Federal Reserve (FED), o banco central americano, em seu topo, “foi o arranjo jurídico estruturado para sustentar o funcionamento do mercado financeiro global e de sua moeda por excelência, o eurodólar”.</p>
<p>A reconfiguração das cadeias globais de valor é o tema do texto de Afonso Fleury, da Escola Politécnica (EP) da USP, e Maria Tereza Leme Fleury, da FEA-USP e da Fundação Getúlio Vargas. Ambos analisam a evolução dessas cadeias – orquestradas por multinacionais com suporte de tecnologias digitais –, como governos e empresas estão reagindo perante as dificuldades impostas pela pandemia e como as cadeias serão reconfiguradas.</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>Se o mercado financeiro encontrou um meio de se preservar, o mesmo não ocorre com o mercado de trabalho. De acordo com a socióloga Maria Aparecida Bridi, da Universidade Federal do Paraná, a crise sanitária causada pelo Sars-CoV-2 “potencializou a fragilidade do mercado de trabalho, que vinha em franco processo de deterioração nos últimos quatro anos no Brasil”.</p>
<p>Em seu artigo, ela discute os vários aspectos do cenário do mercado de trabalho no contexto da crise econômica pré-pandemia, os indicadores desse mercado durante a pandemia e “os desafios impostos ao sindicalismo decorrentes da intensificação da agenda neoliberal nos últimos quatro anos”.</p>
<p><strong>Agronegócio</strong></p>
<p>O alcance e a profundidade da crise decorrente da pandemia sobre a agricultura e o agronegócio no Brasil são discutidos no artigo escrito por Sergio Schneider, Abel Cassol, Alex Leonardi e Marisson Marinho. Eles também analisam os efeitos da pandemia sobre a agricultura familiar, o setor de processamento de carnes e a distribuição de alimentos.</p>
<p>Se por um lado apontam a possibilidade de maior inserção internacional do agronegócio brasileiro, por outro identificam problemas potenciais no abastecimento interno e eventuais aumentos de preços, bem como “inflação de alimentos, que decorre tanto do aumento da demanda como dos custos de produção em razão da desvalorização cambial, que representa estímulo à exportação”.</p>
<p>A alimentação sob o impacto do Sars-CoV-2 também é o tema do artigo de outros três pesquisadores, Bernardete de Melo Franco, Mariza Landgraf e Uelinton Manoel Pinto. O artigo dedica-se a responder se os alimentos e suas embalagens podem causar a Covid-19, se a indústria e o setor de alimentação podem são responsáveis pela disseminação do vírus e sobre quais são as medidas preventivas que os consumidores podem adotar.</p>
<p><i><strong>Versão impressa: os exemplares da edição 100 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em meados de dezembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</strong></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-11T22:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/professor-sergio-adorno-e-diplomado-na-academia-brasileira-de-ciencias">
    <title>Sérgio Adorno é diplomado na Academia Brasileira de Ciências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/professor-sergio-adorno-e-diplomado-na-academia-brasileira-de-ciencias</link>
    <description>Sociólogo foi eleito no dia primeiro de dezembro de 2022</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a79e049a-7fff-1d72-f97f-e4182d381ff0"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">A diretoria da Academia Brasileira de Ciências (ABC) entrega hoje, no dia 10 de maio, o diploma de membro titular ao professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, editor da Revista Estudos Avançados e membro do Conselho Deliberativo (CD) do IEA. A entrega, que é a última etapa do processo eleitoral, acontece durante a Reunião Magna da Academia, no Museu do Amanhã.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/cartografia-de-direitos-humanos-de-sao-paulo-lancamento-04-de-novembro-de-2014/cartografiadh-12.jpg/@@images/28c48a80-0eeb-4e69-b1cb-36e85b44b920.jpeg" alt="Sergio Adorno" class="image-right" title="Sergio Adorno" />Ex-diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Sérgio Adorno tem larga experiência na área de sociologia, com ênfase em sociologia política, atuando principalmente nos seguintes temas: violência, direitos humanos, criminalidade urbana, controle social e conflitos sociais. Formado em ciências sociais pela USP, fez doutorado em sociologia pela mesma universidade e pós-doutorado pelo Centre de Recherches Sociologiques sur le Droit et les Institutions Pénales (CESDIP), na França. No CD do IEA, ocupa a cadeira de membro vinculado ou não à USP, escolhido pelos membros do conselho, e com mandato até junho de 2023.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>A Academia Brasileira de Ciências é uma entidade fundada em 1916 que tem como objetivo contribuir para o estudo de temas importantes para a sociedade e visa dar subsídios científicos para a formulação de políticas públicas. Além disso, a ABC tem foco na interação entre os cientistas brasileiros e de outras nações.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O processo eleitoral para integrar a Academia começa com o período de indicações pelos atuais membros, não sendo possível se auto indicar. Em seguida, os candidatos são avaliados e, em assembleia, os titulares elegem os novos ingressantes. Membros titulares ocupam o cargo de maneira permanente.</span></p>
<div style="text-align: left; "><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-10T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-104-estudos-avancados">
    <title>Centenário da Semana de Arte Moderna e pesquisa universitária são temas da nova "Estudos Avançados"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-104-estudos-avancados</link>
    <description>Lançada em fevereiro, a edição 104 da revista "Estudos Avançados" traz artigos sobre o centenário da Semana de Arte Moderna, o papel da pesquisa na universidade e os 60 anos da Fapesp</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f8c5253b-7fff-9de3-74c0-6f3c6ec213f4"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-revista-estudos-avancados-104" alt="Capa Revista Estudos Avançados - 104" class="image-right" title="Capa Revista Estudos Avançados - 104" />Lançada este mês, a edição 104 da <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">revista Estudos Avançados</a> traz como temas centrais o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, o papel da pesquisa na universidade e a memória dos 60 anos de criação da Fapesp. A versão digital desta edição está <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2022.v36n104/">disponível na plataforma SciELO</a>.</p>
<p><span id="docs-internal-guid-fa1fdec9-7fff-3b88-fa95-03a83a5c0025"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro dossiê, dedicado à Semana de Arte Moderna, traz artigos que avaliam a atualidade desse movimento "complexo e plural" enquanto "um dos mais importantes movimentos da cultura brasileira", afirma o editor da revista, Sérgio Adorno. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a Semana, "muito já se escreveu a respeito dos principais acontecimentos, de seus participantes, de suas motivações, de suas obras de referência, das polêmicas que a cercaram, de sua recepção ruidosa, de seu inconformismo com o tradicionalismo dominante nas artes". A edição, contudo, "não pretendeu repetir o que já se sabe, porém acrescentar novas contribuições", explica Adorno no editorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo "Apontamentos sobre o Modernismo", Eduardo Jardim expõe dois tempos distintos nos anos 1920 como duas formas de conceber o modernismo, entre a incorporação de linguagens modernas de influência europeia e a adoção de traços nacionais na arte produzida no país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os mitos originários a respeito da redescoberta do Brasil e da retomada das raízes coloniais como feitos do modernismo são temas presentes no artigo "A reinvenção da Semana e o mito da descoberta do Brasil", de Rafael Cardoso. O autor também traz disputas críticas em torno da Semana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outras contribuições ainda exploram os feitos de Mário de Andrade no movimento, como seu modo de pensar a unidade brasileira e a diversidade dos "brasis". Nesse sentido, é analisado o projeto de país que apostava na mistura étnica e cultural por meio da arte e que, contemporaneamente, foi questionado devido à necessidade de determinar diferenças culturais para enfrentar desigualdades no país — conforme apontado no artigo "O Brasil e os brasis de Mário de Andrade: o fim do turista aprendiz?".</span></p>
<p dir="ltr"><span>O dossiê ainda tem artigos abordando aproximações e distanciamentos entre vanguardas argentinas e brasileiras nos anos 20 e a importância do vestuário para o modernismo brasileiro.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span id="docs-internal-guid-8d7e3d4b-7fff-0a20-271f-f3e201aa6e3f"><span><strong>Universidade de pesquisa</strong></span></span></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-5f7e8116-7fff-85a1-5f48-67f4efd1b4d0"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os artigos do segundo dossiê abordam a contribuição das universidades e da pesquisa no desenvolvimento do país em diversas áreas, uma questão "atual e inesgotável" que "suscita polêmicas e posições divergentes", como afirma Adorno no editorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "Pesquisa e Pós-Graduação no Brasil: duas faces da mesma moeda?", escrito por Simon Schwartzman</span><span>, </span><span>o perfil de distribuição dos pesquisadores e da pós-graduação no Brasil passou a acompanhar o perfil das matrículas nos cursos de graduação a partir dos anos 2000. Com uma análise das características do sistema e da ocupação dos estudantes da pós-graduação, o autor conclui que a expansão do sistema de pesquisa respondeu às demandas por titulação de professores do ensino superior em detrimento das prioridades de pesquisa do país.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo artigo ("O abandono do 'espírito universitário' na construção da Cidade Universitária Armando de Sales Oliveira") traz a história da fundação e os fundamentos da Universidade de São Paulo e considera a ausência de um espírito universitário. O artigo aponta a falta de um ambiente integrador no projeto da Cidade Universitária ao não levar em conta o aspecto acadêmico na sua construção.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Encerrando o dossiê, o artigo "A Universidade como fonte confiável para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas" avalia a influência da USP nas políticas públicas. A análise parte da atuação da universidade durante a pandemia e sua produção científica em diversas áreas do conhecimento nesse período, que serviram de fonte para a implementação e avaliação de políticas públicas.</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-db30883f-7fff-c7b4-e0eb-020344c686e2"><span><strong>Fapesp 60 anos</strong></span></span></span></div>
<div><span><span><span><strong><br /></strong></span></span></span></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-bf9aa453-7fff-fa28-9641-743727e96770">
<p dir="ltr"><span>Para rememorar os 60 anos de criação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), a revista traz artigos que abordam o sólido papel da fundação na criação de estratégias decisivas para o desenvolvimento do país sustentado no conhecimento. Apesar de enfrentar ameaças repetidas ao seu patrimônio e orçamento, a fundação ganha destaque nos artigos por sua gestão orçamentária e administrativa e pela execução de suas atividades.<br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
</span>
<p> </p>
<h3><span>Sumário "Estudos Avançados" n<span>° </span>104</span></h3>
<span id="docs-internal-guid-a6e31ba2-7fff-aeb2-6e69-88e151f31c5e">
<p dir="ltr"><span><strong>100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922</strong></span></p>
</span></span> 
<ul>
<li><span>Apontamentos sobre o modernismo -</span><span> <i>Eduardo Jardim</i></span></li>
<li><span>A reinvenção da Semana e o mito da descoberta do Brasil - </span><span><i>Rafael Cardoso</i></span></li>
<li><span>O Brasil e os brasis de Mário de Andrade: o fim do turista aprendiz? - </span><span><i>Pedro Duarte</i></span></li>
<li><span>A memória da poesia modernista - </span><span><i>Eduardo Coelho</i></span></li>
<li><span>“Uma geração pode continuar a outra”: João Cabral de Melo Neto e o modernismo - </span><span><i>Ivan Francisco Marques</i></span></li>
<li><span>Mário de Andrade: diálogos epistolares com paranaenses e cearenses -</span><span> <i>Marcos Antônio de Moraes</i></span><span> e </span><span><i>Rodrigo de Albuquerque Marques</i></span></li>
<li><span>Outras vias entre as vanguardas brasileiras e argentinas nos anos 1920 - </span><span><i>Gênese Andrade</i></span></li>
<li><span>Natureza e modernismo: Mário de Andrade e Villa-Lobos antes da Semana - </span><span><i>Flávia Camargo Toni</i></span><span> e </span><span><i>Camila Fresca</i></span></li>
<li><span>O guarda-roupa modernista: a importância do vestuário para o modernismo brasileiro - </span><span><i>Carolina Casarin</i></span></li>
<li><span>Notas sobre etnografia em Mário de Andrade - </span><span><i>Carlos Sandroni</i></span></li>
</ul>
<span><span><span> 
<ul>
</ul>
<br />
<p dir="ltr"><span><strong>Universidade de pesquisa</strong></span></p>
</span></span></span> 
<ul>
<li><span>Pesquisa e Pós-Graduação no Brasil: duas faces da mesma moeda? - </span><span><i>Simon Schwartzman</i></span></li>
<li><span>O abandono do “espírito universitário” na construção da Cidade Universitária Armando de Sales Oliveira - </span><span><i>Caio Dantas</i></span></li>
<li><span>A Universidade como fonte confiável para a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas - </span><span><i>Vahan Agopyan</i></span><span> e </span><span><i>Glauco Arbix</i></span></li>
</ul>
<span><span><span> 
<ul>
</ul>
<br />
<p dir="ltr"><span><strong>Fapesp 60 anos</strong></span></p>
</span></span></span> 
<ul>
<li><span>60 anos de Fapesp: Uma política de Estado para o desenvolvimento - </span><span><i>Marco A. Zago</i></span><span> e </span><span><i>José R. Drugowich de Felício</i></span></li>
<li><span>60 anos de apoio à ciência - </span><span><i>Jacques Marcovitch</i></span></li>
<li><span>Uma visão pessoal da Fapesp nos últimos 50 e poucos anos - </span><span><i>Hernán Chaimovich</i></span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
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