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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 161 to 162.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-53-repensa-a-amazonia">
    <title>'Estudos Avançados' 53 repensa a Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-53-repensa-a-amazonia</link>
    <description>O dossiê da edição reúne 19 textos sobre o tema, incluindo entrevistas com Aziz Ab'Sáber e Warwick Estêvam Kerr, estudiosos dos problemas ds região amazônica. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/amazonia.jpg" alt="Amazônia" class="image-right" title="Amazônia" />Os dois primeiros números de 2005 da revista "Estudos Avançados" dividirão um extenso dossiê sobre a Amazônia. De acordo com Alfredo Bosi, editor da publicação, o objetivo é atualizar e complementar os dados publicados nos dossiês dos números 45 e 46 da revista, de 2002. Além de questões ambientais, serão incluídos temas como agricultura, saúde, pesquisa, história e arte. Há também a intenção de contribuir com o debate de vários aspectos de extrema atualidade aos quais a região está ligada, como é o caso das mudanças climáticas globais.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span>As duas partes do dossiê terão a mesma diversidade de assuntos. Uma vez definida a amplidão temática do dossiê, foi feita uma chamada pública de artigos. Segundo Bosi, a chamada originou uma quantidade de artigos maior do que a esperada, o que tem exigido um trabalho criterioso de triagem e avaliação por pareceristas. Os artigos aprovados serão somados a entrevistas especialmente pautadas e textos com publicação já agendada pela revista. A primeira parte do dossiê já foi publicada no nº 53</span><span>.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Geopolítica</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Um dos textos da primeira parte é a íntegra da conferência que a geógrafa Bertha Becker, da UFRJ, fez no IEA em 2004 sobre "Geopolítica na Amazônia". Para ela, o desafio atual é mudar o padrão de desenvolvimento da região, que alcançou o auge nos anos de 60 a 80 e cujo paradigma era a chamada economia de fronteira, baseada na contínua incorporação de terra e de recursos naturais, percebidos como infinitos: "Sustar esse padrão é um imperativo internacional, nacional e também regional". Becker considera que já há na região resistências à apropriação indiscriminada de seus recursos e atores que lutam pelos seus direitos, "um fato novo, porque até então as forças exógenas ocupavam a região livremente, embora com sérios conflitos".</p>
<p style="text-align: justify; ">Becker comenta que o Brasil já efetuou três grandes revoluções tecnológicas: exploração do petróleo em águas profundas, a produção de combustível a partir da cana-de-açúcar e a correção dos solos do cerrado que permitiu a expansão da soja. Agora chegou a vez de "implementar uma revolução científico-tecnológica na Amazônia, estabelecendo cadeias tecnoprodutivas com base na biodiversidade, desde as comunidades da floresta até os centros de tecnologia avançada. Esse é um desafio fundamental hoje, que será ainda maior com a integração da Amazônia sul-americana".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Novos eixos</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Situação da Amazônia no Brasil e no Continente" é o título de outro artigo incluído na edição nº 53, de autoria do também geógrafo Hervé Théry, diretor de pesquisa do CNRS (França) e pesquisador associado do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB. Segundo ele, a situação econômica e estratégica da Amazônia começou a mudar com a abertura das rodovias nos anos 60 e continuou com a melhoria das hidrovias e das redes de telecomunicação: "Passou-se de um espaço reticular a outro, da Amazônia estruturada em função das vias navegáveis, drenando os fluxos para o Leste, a uma região dominada pelas estradas que levam ao Sul-Sudeste". De acordo com o pesquisador, os "nós" dessas duas redes, as cidades que polarizam o espaço, não são os mesmos, o que levou à decadência de algumas e à ascensão de outras, uma redistribuição que alterou profundamente as hierarquias urbanas da região.</p>
<p style="text-align: justify; ">Do ponto de vista continental, entre os fatores mais susceptíveis de produzir efeitos profundos na região, um dos mais potentes é a abertura de ligações com os países vizinhos, até então praticamente impossíveis, avalia Théry. Além disso, com a constituição de vários eixos cruzando a região, "a Amazônia torna-se o centro do continente, em vez de ser a periferia dos países que a compõem, mesmo não sendo a parte do continente onde passam os fluxos mais densos, os quais passam mais ao sul".</p>
<p style="text-align: justify; ">O fundador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o biólogo e geneticista Warwick Kerr, é um dos entrevistados do dossiê. Aos 82 anos e ainda se dedicando à pesquisa (sobre apicultura e frutas), agora na Universidade Federal de Uberlândia, Kerr narra fatos marcantes de sua carreira, discute política científica e tecnológica e opina sobre os problemas da Amazônia. Ele foi presidentee da SBPC e o primeiro diretor científico da Fapesp. Atuou em diversas universidades brasileiras e estrangeiras, tendo se aposentado na USP como professor titular em 1981.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Vida urbana</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">O escritor Márcio Souza, autor da tetralogia "Crônicas do Grão-Pará e Rio Negro", participa do dossiê com um instigante artigo intitulado "Afinal, Quem é o Mais Moderno". Nele, o escritor afirma: "O certo é que se o extrativismo na Amazônia não está morto, deve ser definitivamente erradicado por qualquer plano que respeite o processo histórico e a vontade regional. Mesmo porque a Amazônia não deve ser reserva de nada, nem celeiro, nem estoque genético ou espaço do rústico para deleite dos turistas pós-industriais".</p>
<p style="text-align: justify; ">Ao relatar a história da região, Souza lembra que em 1822 a Amazônia não fazia parte do Brasil e sequer tinha esse nome, "na verdade, os portugueses construíram duas colônias na América do Sul". E entre 1823 e 1840, "a região norte sofre a intervenção política e militar do Império do Brasil, perde suas lideranças históricas e deixa de ser uma administração colonial autônoma para se transformar numa fronteira econômica".</p>
<p style="text-align: justify; ">Souza comenta que os nativos da Amazônia sempre se espantam ao ver que, talvez para melhor vendê-la e explorá-la, ainda apresentam sua região como habitada essencialmente por tribos indígenas, "quando existem há muito tempo cidades, uma verdadeira vida urbana, e uma população culta que teceu laços estreitos com o mundo desde o século 19. Aliás, nisso residem as maiores possibilidades de resistência e de sobrevivência da região".</p>
<p style="text-align: justify; ">Entre os textos integrantes do dossiê estão um conto e um poema de Milton Hatoum, autor de "Relato de um Certo Oriente" e "Dois Irmãos", e uma entrevista com o geógrafo Aziz Ab'Sáber, professor emérito da FFLCH/USP, professor honorário do IEA e um dos maiores especialistas na Amazônia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2005-03-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-traz-dossie-sobre-transporte-publico">
    <title>"Estudos Avançados" traz dossiê sobre transporte público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-traz-dossie-sobre-transporte-publico</link>
    <description>A edição 79 da revista também reúne ensaios de intelectuais do século 20 traduzidos pela primeira vez para o português, além de um texto inédito de Graciliano Ramos. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-79" alt="Capa da revista 79" class="image-right" title="Capa da revista 79" />O dossiê de abertura do nº 79 da revista "<a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>", lançado este mês, discute em quatro textos um tema sensível da vida urbana brasileira na atualidade: o "Transporte Público", entendido como um direito à cidade. De acordo com Alfredo Bosi, editor da revista, "não por acaso, as chamadas 'Jornadas de Junho' reivindicaram em primeiro lugar melhor qualidade dos transportes urbanos, bem como a democratização das tarifas".</p>
<p>A edição, que já está disponível também em formato digital, na Scientific Electronic Library Online (<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420130003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a>), conta com 23 textos, divididos em  cinco seções temáticas e uma de resenhas.</p>
<p><span> </span><span>O segundo dossiê, organizado por <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300006&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Fraya Freshe</a>, professora do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, aborda o "Espaço na Vida Social" a partir do pensamento de quatro destacados intelectuais europeus do século 20: </span><span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300007&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">George Simmel</a></span><span>, </span><span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300008&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Michel Foucault</a></span><span>, </span><span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300009&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Henri Lefebvre</a></span><span> e </span><span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300010&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">Pierre Bourdieu</a>,</span><span> traduzidos pela primeira vez para o português e  introduzidos por um texto de Freshe</span><span>.</span></p>
<p>Dois artigos com releituras de clássicos do pensamento filosófico integram o dossiê "Filosofia". O <span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300011&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">primeiro</a></span> apresenta a interpretação das ideias do filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard por parte do alemão e também filósofo Theodor Adorno; o <span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300012&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">segundo</a>, de Zelia Ramozzi-Chiarottino e José-Jozefran Freire, </span>discute novos enfoques sobre o dualismo cartesiano que opõe cultura e natureza.</p>
<p>O último dossiê, "Cultura e Música Popular", é composto por quatro textos que abordam o tema a partir das intersecções com a tradição oral, o folclore, o turismo rural, os cancioneiros portugueses e as tensões entre cultura da periferia e do centro. A seção traz ainda uma <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300014&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">entrevista</a> com o sociólogo Oswaldo Elias Xidieh (1915-2001) <span>feita em 1991.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p>A edição contém também um dos capítulos de um romance inacabado de Graciliano Ramos, que tinha por proposta retratar os contornos políticos e literários do fim dos anos 1930. Dos quatros capítulos da obra escritos pelo autor, apenas o <span><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142013000300018&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">segundo</a></span>, publicado agora por "Estudos Avançados", permanecia inédito.</p>
<table class="listing">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: justify; "><i>"Estudos Avançados" nº 79, setembro-dezembro/2013, 304 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições por R$ 80,00). Informações sobre como adquirir exemplares ou assinar a publicação podem ser obtidas com Edilma Martins (<a class="mail-link" href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1675.</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-12-05T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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