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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-anteriores/educacao/temas-atuais-da-educacao">
    <title>Temas Atuais da Educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-anteriores/educacao/temas-atuais-da-educacao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: left; ">
<h3>Coordenadora</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-helena-souza-patto" alt="Maria Helena Souza Patto" class="image-inline" title="Maria Helena Souza Patto" /></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/maria-helena-de-souza-patto" class="external-link">Maria Helena Souza Patto</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Grupo de Pesquisa de Temas Atuais da Educação foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA em agosto de 2008 (tendo suas atividades encerradas em 2012 por decisão do próprio grupo), a partir de projeto elaborado pelos professores Celso de Rui Beisiegel, Jaime F. Parreira Cordeiro, José Sérgio Fonseca de Carvalho, Maria Clara Di Pierro, todos da Faculdade de Educação da USP, e pela professora Maria Helena Souza Patto, do Instituto de Psicologia da Universidade. O incentivo para a criação do grupo partiu da direção do Instituto, com o objetivo de dar continuidade às discussões sobre o tema, sempre presente na agenda do IEA.</p>
<p><strong>OBJETIVOS</strong></p>
<p>Estudar e debater questões da política educacional, com destaque inicial para o ensino<br />público básico, aprofundando a reflexão teórica, inserindo-a na discussão de temas mais amplos<br />como educação e democracia, qualidade do ensino, projetos e reformas educacionais, formação<br />de professores, avaliação, ensino à distância, entre outros aspectos.</p>
<p><strong>INTEGRANTES</strong></p>
<p>Carlota Boto; Celso de Rui Beisiegel; José Sérgio Fonseca de Carvalho; Maria Machado Malta Campos e Maria Clara Di Pierro.</p>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p align="left">ARTIGOS</p>
<ul>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/conceitodefomacao.pdf" class="internal" target="_blank">Conceito de Formação</a><br /><strong>Franklin Leopoldo e Silva</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/pedagogianovoa.pdf" class="internal" target="_blank">Pedagogia: A Terceira Margem do Rio</a><br /><strong>António Nóvoa</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativofilosofia.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Filosofia</a><br /><strong>Ricardo Nascimento Fabrinni</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativogeografia.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Geografia</a><br /><strong>Antonia Carlos Robert Moraes</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativoliteratura.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Literatura</a><br /><strong>Adélia Bezerra de Meneses</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativomatematica.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Matemática</a><br /><strong>Cristiane Maria Cornelia Gottschalk</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/a-educacao-e-a-insercao-do-brasil-na-modernidade" class="internal">A Educação e a Inserção do Brasil na Modernidade</a><br /><strong>Sergio Costa Ribeiro</strong></div>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Obs: Maria Helena Souza Patto escreveu, além de sua participação no grupo, o artigo: <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/a-ideia-de-universidade" class="internal">A Ideia de Universidade</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-22T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/o-desafio-do-nacionalismo-identitario-24-de-junho-de-2015">
    <title>O Desafio do Nacionalismo Identitário - 24 de junho de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/o-desafio-do-nacionalismo-identitario-24-de-junho-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-24T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-mulheres-etnico-racial">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Mulheres, Etnico-racial e Direitos Humanos (Oficina III)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-mulheres-etnico-racial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f64f-d048-aa13-78d934ed9676"> </span></p>
<p><span>A educação em direitos humanos encontra sua ótima expressão no encontro com a <i>potência da arte</i>. É desta forma que se pretende desenvolver uma <i>pedagogia estética</i> da educação em direitos humanos, contando-se com a possibilidade de mobilizar a sensibilidade a favor dos direitos humanos.</span></p>
<p><span>Esta é a terceira oficina de uma série que será desenvolvida ao longo do ano de 2018, por meio do </span><i>Grupo de Pesquisas Direitos Humanos, Democracia e Memória</i><span> do IEA, no Eixo Conversações.</span></p>
<p><span>As oficinas se propõem a reunir pesquisadore(a)s e interessado(a)s para uma dinâmica que envolve a <i>sensibilidade estética</i>, o <i>conteúdo técnico</i> e o <i>comentário</i>, em interação <i>dialógica livre</i> e criativa com o público participante.</span></p>
<p><span>No primeiro semestre de 2018, serão quatro encontros, contando com um tema atual, tratado por um(a) convidado(a) especialista, dentro de um conjunto de temas pré-selecionados em questões de direitos humanos, visando à disseminação de uma <i>cultura dos direitos humanos</i> por meio do audiovisual.</span></p>
<p><span>Esta iniciativa fortalece o Eixo “Conversações”, ciclo realizado durante o ano de 2017 pelo Grupo e tem o objetivo de fomentar iniciativas heterodoxas de ensino-aprendizagem no que tange aos direitos humanos, atraindo pesquisadore(a)s para discussões avançadas no IEA.</span></p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a> (IP USP e IEA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a> (FE USP e IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a> (FE USP e IEA)</p>
<p><strong>Organização:</strong> <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-bittar" class="external-link">Eduardo Bittar</a><span style="text-align: justify; "> (FD e IEA USP)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wania Pasinato</a> (USP Mulheres)</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Comentarista</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/iolanda-evora" class="external-link">Iolanda Évora</a> (Bolsista CAPES/PNPD do IPUSP e<strong> </strong>Universidade de Lisboa)</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Material de Referência</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f652-10d5-1062-98e082521d11">Apresentação do curta-metragem </span>“<a class="external-link" href="https://vimeo.com/93129274">Liberté, Egalité-Cheveux-Lissés</a>”, de Eleftérios Zacharopoulos (França, 2014, 9 minutos).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-05T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-os-30-anos-da-constituicao">
    <title>USP Analisa discute os 30 anos da Constituição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-os-30-anos-da-constituicao</link>
    <description>Professores da FDRP-USP abordam mudanças trazidas pela carta magna, que priorizou os direitos sociais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/733pxConstitution_of_Brazil_and_obelisc_miniature.jpg/@@images/c2ab24f5-e9a6-4aee-a253-55fc8a5d066e.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Em 2018, a Constituição atualmente em vigor no Brasil completa 30 anos. Elaborada em um período de redemocratização do País, ela ficou conhecida como Constituição Cidadã por ter a participação da própria sociedade em seu processo de construção, já que qualquer pessoa podia propor emendas e boa parte delas integram o texto. Para abordar esse tema, o USP Analisa desta semana recebe os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Eliana Franco Neme e Gustavo Assed.<span> </span></p>
<p>Embora o Brasil já tenha passado por outras seis cartas magnas, a de 1988 trouxe como principal mudança uma maior importância para os direitos sociais, o que se refletiu inclusive na organização do texto. “A topografia do texto é muito esclarecedora nesse sentido. <span>A Constituição trouxe o cidadão como protagonista e os direitos sociais incluídos nessa esfera de dignidade humana estão logo no começo”, explica Eliana.</span><span> </span></p>
<p>Segundo Assed, apesar da lei priorizar os direitos sociais, tanto o Estado quanto a própria sociedade ainda desrespeitam a Constituição nesse sentido. “Os direitos sociais são vilipendiados diariamente no Brasil. O direito à saúde, à educação, ao esporte, esses direitos são desrespeitados de maneira contínua não só pelo Estado brasileiro, pela sociedade brasileira, nós temos um número imenso de pessoas excluídas”, diz.<span> </span></p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (13), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (18), às 21h, e no domingo (22), às 11h30. O <a class="external-link" href="http://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-11T19:31:59Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-arte-curta-metragem-e-direitos-humanos-conversacoes-migrantes-e-direitos-humanos-oficina-ii-26-de-abril-de-2018">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Migrantes e Direitos Humanos (Oficina II) - 26 de abril de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-arte-curta-metragem-e-direitos-humanos-conversacoes-migrantes-e-direitos-humanos-oficina-ii-26-de-abril-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-26T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos">
    <title>Narrativas sociais sobre água, cidadania e políticas públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos</link>
    <description>Pesquisadora do Reino Unido traz temas de pesquisa realizados em parceria com brasileiros, no dia 17 de abril</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-1" alt="Água narrativas sociais 1" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A construção de narrativas sobre a simbologia de temas ambientais terá debate no dia 17 de abril </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="external-link" href="https://www2.warwick.ac.uk/fac/arts/theatre_s/cp/staff/garde-hansen/">Joanne Garde-Hansen</a>, diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido, trará no dia <strong>17 de abril</strong>, das <strong>15h às 18h</strong>, o tema <i>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</i>. A cientista desenvolve atividades de ensino e pesquisa na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio e recentemente vem trabalhando com colegas brasileiros na construção de narrativas sociais ligadas a água e políticas públicas.</p>
<p>Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online e sem necessidade de inscrição prévia, o encontro acontece na Sala de Eventos do IEA e terá a moderação dos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, da Faculdade de Educação (FE) da USP, <a class="external-link" href="http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/89104/danilo-rothberg/">Danilo Rothberg,</a> da Universidade Estadual Paulista (Unesp), <a class="external-link" href="http://www4.esalq.usp.br/pesquisa/node/202">Antonio Almeida</a>, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da USP e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações de Artes (ECA) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA em 2017</a> e coordenador do encontro.</p>
<p>O tema fluido relacionando água, compartilhamentos culturais e memória convida ao diálogo sobre conceitos entre culturas, narrativas sociais, direitos e políticas públicas. “O termo seca, por exemplo, na Europa assume um significado que não coincide com a percepção do fato no Brasil ou em outros países”, diz a pesquisadora.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especiais/agua" class="external-link">Especial Água: Eventos, publicações, reportagens e projetos do IEA sobre o tema água</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não há uma definição universal sobre termos que apenas teoricamente possuem o mesmo valor ou significado, afirma Garde-Hansen. Nesse sentido, o debate propõe uma reflexão sobre a diversidade ligada a temas que merecem mais atenção na terminologia científica e nas políticas públicas. Buscará conexões e convergências cruciais para a compreensão compartilhada necessária ao diálogo futuro entre nações e culturas.</p>
<p>Organizado pelo IEA, o debate tem apoio do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo (Nutau) da USP, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da The University of Warwick.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A palestrante</strong></p>
<p>Joanne Garde-Hansen é docente na área de Cultura, Mídia e Comunicação, responsável pelo mestrado em Mídia Global e Comunicação e diretora do Centre for Cultural and Media Policy Studies, da University of Warwick, Reino Unido. desenvolve pesquisas na área de mídia, memória, arquivos e patrimônio. Mantém colaborações multidisciplinares com cientistas das mais diversas áreas, entre elas geografia, recursos naturais, computação, história, além de comunicação e cultura.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agua-narrativas-sociais-2" alt="Água narrativas sociais 2" class="image-inline" title="Água narrativas sociais 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Em Crateús, sertão do Ceará, moradores pagam R$ 0,50 por galão de 20 litros de água não potável</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Autora de diversos livros – os recentes incluem “Emotion Online: Theorizing Affect in the Internet” (Palgrave Macmillan, 2013), em co-autoria com Kristyn Gorton; “Mídia e Memória” (Edinburgh University Press, 2011), escrito em co-autoria com Andrew Hoskins e Anna Reading; e “Social Memory Technology: Theory, Practice, Action” (Routledge 2016), entre outros.</p>
<p>Desde 2012 vem trabalhando com parceiros do Brasil, como o professor Gilson Schwartz, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Karen Worcman, do Museu da Pessoa e Carlos Henrique Rezende Falci, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nos seguintes projetos: “O Digital: Memória Coletiva e Redes Sociais em Conflitos Globais Emergentes”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o British Council; “Memória como Metadados”, financiado Fundo de Parceria Warwick Brasil.</p>
<p>De 2014 a 2019 será co-investigadora do projeto “Developing a Drought Narrative Resource in a Multi-Stakeholder Decision-Making Utility for Drought Risk Management, ou  <a href="http://www1.uwe.ac.uk/et/research/dry.aspx" target="_parent">DRY (Drought Risk and You)</a>.</p>
<p>Desde 2016 vem realizando visitas em Bauru, interior do estado de São Paulo, explorando o tema “Narrativas sobre a Água e Hidrocidadania Digital”, pesquisa realizada com o professor Danilo Rothberg, da Univeridade Estadual Paulista (Unesp) com financiamento da Fapesp e Warwick University.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas; Fernando Frazão/Agência Brasil</span></p>
<hr />
<p><i><strong>Água: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</strong><br /></i><i>17 de abril, das 15h às 18h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo. <br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações com Sandra Sedini, pelo telefone (11) 3091-1678 ou <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agua-nostalgias-e-traumas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-28T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arborizacao-urbana-deve-atender-a-criterios-tecnicos-e-ter-acao-coordenada-afirmam-especialistas">
    <title>Arborização urbana deve atender a critérios técnicos e ter ações coordenadas, afirmam especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arborizacao-urbana-deve-atender-a-criterios-tecnicos-e-ter-acao-coordenada-afirmam-especialistas</link>
    <description>Gestores municipais, representantes da sociedade civil e acadêmicos debateram plantio e conservação das árvores de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-publico" alt="Verdejando público" class="image-inline" title="Verdejando público" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong><i>Workshop Verdejando: </i>sociedade civil debate arborização da capital. A partir da esq.: subprefeito Oziel de Souza; secretário do Verde, Gilberto Natalini; jornalista Ananda Apple; professor Buckeridge e Ricardo Cardim</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Áreas cobertas com vegetação têm o potencial de reduzir em até 20% o risco de mortalidade por câncer e doenças respiratórias em relação a regiões sem vegetação, mostra artigo recém-publicado na revista científica Environmental Health Perspective. Num cenário de mudanças climáticas, a revegetação das grandes cidades está na agenda do dia e foi com o objetivo de discutir “Que arborização queremos para São Paulo?” que o <i>Workshop Verdejando</i> reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil no dia <strong>17 abril</strong>, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP.</p>
<p>Organizado pela Rede Globo em parceria com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) e o Programa USP Cidades Globais do IEA, o encontro teve a moderação da jornalista Ananda Apple e do professor Marcos Buckeridge, coordenador do USP Cidades Globais e presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-buckeridge-e-cardim" alt="Verdejando Buckeridge e Cardim" class="image-inline" title="Verdejando Buckeridge e Cardim" /></th><th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-publico2" alt="Verdejando - público 2" class="image-inline" title="Verdejando - público 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">
<p><strong>À esq.: professor Buckeridge e o botânico Ricardo Cardim. À dir.: Patrícia Iglecias, supervisora de Gestão Ambiental (SGA) da USP (ao fundo à esquerda, Paulo Saldiva, diretor do IEA, e à direita, o sanitarista Eduardo Jorge, ex-candidato do PV à Presidência) </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na ocasião, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, vereador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-natalini" class="external-link">Gilberto Natalini</a> (PV), anunciou a criação do Comitê Municipal de Arborização e falou da implementação experimental de um sistema de gerenciamento por satélite para a fiscalização das árvores da cidade. Também fez a promessa de que não será mais permitido substituir o plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu num polêmico Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado por uma construtora em 2015 com a Prefeitura Municipal.</p>
<p>O líder do governo na Câmara Municipal de São Paulo, vereador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aurelio-nomura" class="external-link">Aurélio Nomura</a> (PSDB), defendeu a implementação de um plano diretor do verde para efetivar políticas permanentes sobre plantio e cuidado com as árvores. Disse também que irá levar ao prefeito João Dória Jr (PSDB) a proposta de destinar parte do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) arrecadado pela Prefeitura para o investimento obrigatório em áreas verdes. “Nada mais justo, pois são os carros os maiores responsáveis pela emissão de material particulado”, disse Nomura.</p>
<p>O engenheiro agrônomo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joaquim-cavalcanti" class="external-link">Joaquim Cavalcanti</a>, do Grupo Técnico sobre Normatização das Melhores Práticas de Arborização Urbana da Prefeitura, defendeu a necessidade de um inventário arbóreo e a capacitação humana para o trabalho de reconhecimento e diagnóstico das espécies urbanas. “Poderíamos pensar numa brigada de arboristas, com um grande envolvimento da sociedade civil”, disse.</p>
<p>Os desafios operacionais são muitos, principalmente quanto à normas regulamentadoras de segurança do trabalho e à capacitação do profissional responsável pelas podas e manutenção, ressaltou Cavalcanti. “A NR35 fala em andaimes, postes, prédios, mas não atende a quem trabalha na altura fazendo podas. Da mesma forma, a NR12, sobre o trabalho com motosserra, não abrange esse profissional”, observou.</p>
<p><strong>Ações coordenadas para o plantio</strong></p>
<p>O projeto Verdejando vem estimulando a importância do verde no ambiente urbano, com a veiculação de reportagens inseridas nas programações regionais da TV Globo e a promoção de oficinas de plantios e a revitalização de praças e parques. O seminário na USP é mais uma tentativa de buscar o engajamento e a sensibilização para o tema, disse Ananda.</p>
<p>Árvores contribuem para minimizar a poluição do ar e reduzir as amplitudes térmicas. Captam gás carbônico liberando oxigênio. Proporcionam beleza visual, sombreamento e abrigo para a avifauna. Contribuem assim para diminuir problemas respiratórios e melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.</p>
<p>Porém, a forma de plantar, quando, como, onde e o que plantar são questões que precisam integrar uma ação coordenada, para que a iniciativa possa otimizar os resultados, facilitar o manejo e proporcionar o necessário controle fitossanitário das árvores, indicou o secretário Natalini.</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Polêmica sobre jardins verticais </strong></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/corredor-verde-23-de-maio" alt="Verdejando corredor verde 23 de maio" class="image-inline" title="Verdejando corredor verde 23 de maio" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Primeira etapa do “Corredor Verde” na Avenida 23 de Maio foi inaugurada no dia 9 de abril </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O secretário Natalini foi aplaudido ao anunciar que o município não irá mais permitir a substituição do plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu no Termo de Compromisso Ambiental (TCA) concedido em 2015 a uma construtora. Os ambientalistas criticam a medida, pois os serviços ambientais de jardins suspensos não se comparam aos benefícios fornecidos pelas árvores.</p>
<p>O assunto virou polêmica quando uma construtora desmatou 837 árvores em 2013 no bairro do Morumbi, incluindo espécies nativas, para construir prédios residenciais. A empresa ganhou a permissão de fazer um jardim vertical no Minhocão, região Central, em vez de plantar árvores. Porém, com a assinatura do secretário Natalini, a atual gestão municipal já utilizou parte do TCA daquela construtora também para fazer  o “corredor verde” da Avenida 23 de Maio, implantado no local onde foram apagados os grafites da via.</p>
<p>“Isso não acontecerá mais. Só pegamos o bonde andando e foi melhor fazer esse acordo do que entrar num litígio judicial”, garantiu Natalini.</p>
<p>O secretário fez uma assinatura simbólica da criação do Comitê Municipal de Arborização e anunciou que o organismo será composto por oito membros do poder público – SVMA e prefeituras regionais – e oito da sociedade civil.</p>
<p>A <a class="external-link" href="https://www.imprensaoficial.com.br/Certificacao/GatewayCertificaPDF.aspx?notarizacaoID=59f41529-0df8-4f04-b12e-c6c47b07f75b">portaria </a>sobre a criação do organismo foi publicada no diário oficial do município no dia 26 de abril. Terá como missão propor ações de plantio, conservação, articulação de ações integrando as iniciativas de plantio, além de organizar encontros técnicos para formação continuada de cidadãos interessados na temática.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Precisamos sair daqui com uma plataforma mínima de entendimento e cooperação entre empresas, governos, organizações não-governamentais e cidadãos para construirmos essa força política social para plantar na cidade de São Paulo, mas de uma forma coordenada”, disse Natalini.</p>
<p>Os três viveiros da capital – Manequinho Lopes, no parque do Ibirapuera, Arthur Etzer, localizado no parque do Carmo, e Harry Blossfel, no parque Cemucam, em Cotia – são responsáveis pelo fornecimento de mudas para órgãos municipais que plantarem em áreas públicas. Adicionalmente, o município vem recebendo mudas de empresas que fizeram termos de ajuste de conduta ou termos de compromisso ambiental para ter o direito de construir. Há também empresas que, simplesmente, fazem doações de mudas.</p>
<p>“Portanto, o problema hoje não é falta de mudas. Precisamos, sim, de mão de obra e locais para o plantio. A Secretaria está mapeando isso e verificamos que cabem 10 mil mudas em parques. Há ainda vias públicas, calçadas e clubes esportivos em condições de plantar”, disse Natalini.</p>
<p>O secretário lembrou que as pessoas plantam pouco em seus quintais porque as legislações restringem ações de manejo, plantio ou mesmo supressão de árvores em terrenos particulares. “Precisamos facilitar as coisas para que as pessoas possam plantar e manejar árvores em seus quintais. Não devemos ter esse tabu de que árvore não pode ser suprimida. É a última medida, mas em algum momento pode ser necessário”, disse.</p>
<p><strong>Árvore por habitante</strong></p>
<p>“Precisamos tirar as pessoas dos morros e áreas de risco, acabar com as desigualdades e fornecer serviços básicos para a população pobre, que será a mais atingida pelas mudanças climáticas globais. Mas não podemos negar que as árvores possuem um papel muito importante num cenário de aquecimento global nas grandes cidades. Elas tendem a influenciar a distribuição da umidade do ar e pode ser que haja uma relação com enchentes, tema que nosso grupo também está estudando”, disse o professor Buckeridge.</p>
<p>O professor divulgou dados do estudo <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142015000200085">“Árvores urbanas em São Paulo: planejamento, economia e água”</a>, que ele publicou na Revista Estudos Avançados volume 29, número 84, mostrando que as zonas Central e Leste da capital apresentam os menores índices de árvore viária por habitante. “Esse mapeamento já pode servir de guia para o planejamento de ações iniciais de plantio”, apontou.</p>
<p>Prefeito regional de Cidade Tiradentes, o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/oziel-evangelista-de-souza">Oziel de Souza</a> chamou a região de “selva de pedras” e disse que um dos objetivos à frente da gestão local é arborizar o bairro, desmatado para a construção de casas populares. A meta é chegar até o final do ano com o plantio de 10 mil mudas, disse Souza.</p>
<p>Ao contrário de Cidade Tiradentes, em vez de demandas sociais e de plantio, a regional de Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, enfrenta desafios com manutenção da alta densidade arbórea. “Num único dia de ventania, perdemos cerca de 300 árvores no ano passado. Muito disso se deve às raízes enfraquecidas pelas intervenções nas calçadas que sufocam o caule e as raízes”, disse o prefeito regional, jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bene-mascarenhas" class="external-link">Benedito Mascarenhas Louzeiro,</a> responsável pelos bairros de Moema, Saúde e Vila Mariana.</p>
<p>Segundo Louzeiro, há muito desgaste na relação entre moradores e a subprefeitura e desta com a Eletropaulo, por conta da responsabilização pela queda das árvores na região. “No que se refere a podas, retirada de galhos e fiação, a subprefeitura de vila Mariana é a que mais emite multas para a Eletropaulo por descumprimento da legislação. Estamos com a proposta de um projeto piloto de manejo envolvendo as ruas Tangará, Joaquim Távora, Humberto Primo e Bagé, para mapear a cuidar das árvores”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Roçadeiras e muretas</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-caixotes-e-muretas" alt="Verdejando caixotes e muretas" class="image-inline" title="Verdejando caixotes e muretas" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-rocadeira" alt="verdejando roçadeira" class="image-inline" title="verdejando roçadeira" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, muretas obstruindo canteiros e o anelamento do caule causado por roçadeiras são equívocos que sufocam raízes e matam as mudas. Abaixo, a proteção do tronco com cano PVC e matéria orgânica, mostra Cardim.</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-protecao-anelamento" alt="Verdejando proteção anelamento" class="image-inline" title="Verdejando proteção anelamento" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Autor de pesquisas que serviram de base para a criação das três primeiras reservas públicas naturais de Cerrado na cidade de São Paulo, o botânico e ativista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-cardim" class="external-link">Ricardo Cardim</a> apontou os maiores erros na arborização e manutenção de parques e jardins, que resultam nas quedas e problemas fitossanitários das árvores na metrópole.</p>
<p>“É preocupante a mania de obstruir os canteiros das árvores urbanas com muretas e caixotes cimentados construídos no entorno do tronco”, diz Cardim. Segundo o botânico, essa prática impede a entrada de água e nutrientes e enfraquece as raízes, sendo uma das principais causas de quedas de árvores na capital.</p>
<p>“Poderíamos pensar num mutirão para transformar esse cenário. Tão importante quanto plantar um milhão de árvores no município é desobstruir 500 mil delas. Assim nós as ajudamos a permanecer de pé e proporcionando serviços ambientais”, disse.</p>
<p>Outra prioridade é acabar com o anelamento causado por roçadeiras durante as podas de grama. “Em geral falta treinamento aos prestadores desse serviço e eles acabam machucando a base do tronco ao cortar a grama. Essa é a verdadeira causa da mortalidade das mudas, e não o vandalismo, como se pensa”, afirma Cardim.</p>
<p>A solução para acabar com o anelamento do tronco é proteger o colo da arvore, seja com matéria orgânica e pedras ou mesmo com cano PVC no entorno, ou as duas coisas, aponta. “Precisamos criar um trabalho de educação muito consistente para as pessoas entenderem que essas práticas são prejudiciais”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Espécies nativas e padrão de mudas</strong></p>
<p>Canelas, jacarandá do campo, cambuci, cedro rosa, ingá, araçá, cambuatã, jacatirão-cabuçu, araucária, figueira brava, guatambu, açoita-cavalo e copaíba são algumas das espécies de Mata Atlântica que deveriam compor a paisagem de parques, praças e ruas,  defendeu o botânico e ativista Ricardo Cardim.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-poda-paisagistica" alt="Verdejando poda paisagística" class="image-inline" title="Verdejando poda paisagística" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Uso de espécies exóticas e poda paisagística: práticas criticadas por participantes do encontro</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A “monocultura” de sibipirunas, paus-ferro e mirindibas, espécies exóticas da moda que praticamente dominam a atual paisagem urbana, traz menos serviços ambientais e menos benefícios para a avifauna nativa, justifica Cardim.</p>
<p>“Concordo que deveríamos ter mais árvores de espécies nativas nas cidades. Mas o problema é que não conhecemos o comportamento de muitas delas e que tipo de doenças podem ter ao longo do tempo. Quanto maior a diversidade, maiores as dificuldades. Então estamos estudando essa questão para poder passar nosso conhecimento para o poder público e para os ativistas realizarem melhor sua tarefa”, disse o professor Buckeridge.</p>
<p>Cardim observa que as mudas entregues para plantio por empresas que cumprem termos de ajuste de conduta ou de compromisso ou de compensação ambiental deveriam respeitar uma variabilidade de espécies e determinado padrão de qualidade para as mudas.</p>
<p>“Antigamente as mudas eram entregues com copa e atendiam a um tamanho mínimo. Já chegavam trazendo serviço ambiental. Hoje são entregues mudas mínimas, quase que gravetos fadados à morte”, compara.</p>
<p>Para enfrentar esse problema, seria necessário dar uma pontuação para a qualidade das mudas entregues pelas empresas, seja por critérios de variabilidade e importância biológica ou pela qualidade geral da planta, defende.</p>
<p>“Será que o padrão Depave atende a todas as situações de plantio na cidade de São Paulo? Precisamos repensar isso”, afirma Cardim, referindo-se às normas do Departamento de Parques e Áreas Verdes (Depave) da Prefeitura Municipal, que regula o padrão de mudas para plantio na capital, por meio da Portaria 85/10 da SVMA.</p>
<p>Cardim aproveitou para divulgar as ações da Floresta de Bolso, técnica desenvolvida por ele e que consiste em concentrar grande biodiversidade e massa arbórea numa pequena área, transformando terrenos e trechos abandonados em espaços de preservação de matas nativas. As iniciativas de plantio são abertas ao público e divulgadas em uma <a class="external-link" href="https://www.facebook.com/events/1251460341640877/">página do Facebook</a>.</p>
<p>O ator Vitor Fasano, também presente no encontro, lembrou importância dos quintais frutíferos para a avifauna e a necessidade de educação ambiental tanto para particulares que queiram plantar, quanto para os prestadores de serviços de jardinagem. Defendeu a ideia de um paisagismo urbano baseado em árvores nativas apropriadas ao embelezamento de grandes avenidas.</p>
<p>Em vez de espécies nativas, condomínios e praças se valem de um “paisagismo repetitivo” da moda, baseado em plantas chinesas, africanas, asiáticas e japonesas, disse Ananda Apple. As mais utilizadas são a falsa murta, o podocarpo, o buchinho, a areca e a palmeira azul, que são desconfiguradas pelas empresas de jardinagem para “formar um pretenso jardim escultural”, observou a jornalista.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-manha-exposicoes" class="external-link">Vídeo 1</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-manha-debate" class="external-link">Vídeo 2</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-tarde-exposicoes" class="external-link">Vídeo 3</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/workshop-verdejando-tarde-debate" class="external-link">Vídeo 4</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/workshop-verdejando-17-de-abril-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Critérios técnicos e monitoramento</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-poda-irregular" alt="Verdejando poda irregular" class="image-inline" title="Verdejando poda irregular" /></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-poda-de-arvore" alt="Verdejando poda de árvore" class="image-inline" title="Verdejando poda de árvore" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/verdejando-protocolo-risco" alt="Verdejando protocolo risco" class="image-inline" title="Verdejando protocolo risco" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Podas irregulares, protocolos de segurança no trabalho e monitoramento das condições fitossanitárias foram apontados como medidas urgentes para a conservação das árvores urbanas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A superintendente de Gestão Ambiental (SGA) da USP e ex-secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-iglecias" class="external-link">Patricia Iglecias</a>, uma das debatedoras do encontro, destacou a necessidade de fazer uma revisão da legislação de plantio e manejo das árvores urbanas, inclusive no regramento das compensações ambientais. “No âmbito do Estado há o conceito de restauração que inclui critérios para o plantio e para a manutenção. Acredito que debater critérios técnicos de plantio e manutenção das árvores urbanas é muito importante nesse momento”, disse Iglecias.</p>
<p>Para a professora, é importante “pensar numa política de educação ambiental da sociedade e incluir no debate temas da agenda internacional de sustentabilidade, sem perder de vista o que queremos com a arborização de São Paulo”, disse.</p>
<p>Além de Iglecias, participaram como debatedores o professor Fabio Kohn, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) e Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (INCT); Jorge Belix de Campos, da Associação Mata Ciliar, e Juliana Gatti, do Instituto Árvores Vivas.</p>
<p>Kohn mencionou as iniciativas do projeto Cidades Inteligentes, que está pesquisando tecnologias inovadoras como a internet das coisas para criar modelos de sensores capazes de monitorar a vida e a saúde das árvores. Sugeriu também a criação de cursos online visando orientar sobre o plantio, além de aplicativos que auxiliem na gestão e manutenção das diversas espécies.</p>
<p>Segundo Natalini, a SVMA está em tratativas com uma empresa americana para avaliar a possibilidade de instalar um sistema via satélite capaz de dar a posição, a situação de poda e as condições fitossanitárias das árvores. “É como um Big Brother que vale por mil fiscais e já compramos um piloto por R$ 300 mil para monitorar parte da vegetação urbana. É uma forma mais fácil e barata, baseada em tecnologia da informação, que pode fornecer dados com alta precisão. Estamos fortemente propensos a comprar esse sistema”, disse o secretário.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nik-sabey">Nik Sabey</a>, da iniciativa <a class="external-link" href="https://www.facebook.com/novasarvoresporai/?fref=ts">Novas Árvores por Aí</a>, falou das ações coletivas para o plantio de espécies nativas, entre elas, araucária, palmito juçara, cambuci e outras. “Há muitas idéias que podem ser aplicadas para deixar a cidade mais permeável e mais verde. Nova York já enxerga a arborização como medida de saúde pública”, ressaltou.</p>
<p><span class="discreet">Imagens:<br />1: reprodução; 2 e 3: Marcos Santos/Jornal da USP; 4: Luiz Guadagnoli/SECOM/Fotos Públicas; 5 a 11: reprodução</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-03T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-arte-curta-metragem-e-direitos-humanos-conversacoes-violencia-urbana-e-direitos-humanos-oficina-iv-21-de-junho-de-2018">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Violência Urbana e Direitos Humanos (Oficina IV) - 21 de junho de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-arte-curta-metragem-e-direitos-humanos-conversacoes-violencia-urbana-e-direitos-humanos-oficina-iv-21-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-21T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/simbioses-humanos-tecnologias3">
    <title>Capitalismo de Vigilância e/ou Cidadania Planetária - 3º encontro (1ª parte)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/simbioses-humanos-tecnologias3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Trata-se da terceiro encontro do ciclo proposto por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella">Lucia Santaella</a> como titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala">Cátedra Oscar Sala</a>, <span>uma iniciativa do IEA em parceria com o <a class="external-link" href="https://www.cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a> e o <a class="external-link" href="https://www.nic.br/" target="_blank">Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)</a> que visa fomentar, orientar e patrocinar o intercâmbio multidisciplinar entre os saberes de áreas diversas para fortalecer e cultivar o conhecimento sobre a internet, seu funcionamento, suas aplicações e suas ferramentas.</span></p>
<p>Neste terceiro evento, será discutido como a vigilância poderia ser tão nefasta até o ponto de impedir o exercício da cidadania, inclusive da condição expansiva atual de uma cidadania planetária?</p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><b> </b></p>
<p>Lucia Santaella (PUC SP e IEA USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci">Eugênio Bucci</a> (ECA e IEA USP)</p>
<p><b>Debatedores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-lemos">André Lemos</a> (UFBA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-di-felice">Massimo di Felice</a> (ECA USP)</p>
<p><b>Moderadores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-pompeu">Bruno Pompeu</a> (ECA USP, Uniso e ESPM)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-sato">Silvio Sato</a> (ESPM e ECA USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-12T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal">
    <title>Literatura produzida nas periferias brasileiras é tema de seminário da Cátedra Olavo Setubal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal</link>
    <description>No dia 18 de junho, às 14h, seminário no IEA irá reunir poetas da periferia e estudiosos sobre o tema.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/coperita" alt="Cooperifa" class="image-inline" title="Cooperifa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sarau da Cooperifa, que desde 2001 promove atividades culturais na periferia paulistana</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A literatura produzida nas e pelas periferias do Brasil será o tema da primeira atividade aberta ao público da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> sob a gestão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>. <span>A cátedra é resultado de uma parceria entre o IEA e o Itaú Cultural.</span></p>
<p>No dia <strong>18 de junho, às 14h</strong>, no IEA, o encontro <span><i>Centralidades Periféricas: Reflexões Sobre Literatura Periférica e Universidade</i> </span><span>reunirá </span><span>os poetas </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-vaz" class="external-link">Sergio Vaz</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-vidal-marinho" class="external-link">Marcio Vidal</a><span>, da Cooperifa; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-buarque-de-hollanda" class="external-link">Heloisa Buarque de Hollanda</a><span>, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e idealizadora da Universidade das Quebradas; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Erica Peçanha</a><span>, pesquisadora de movimentos culturais de periferias; e Eliana, titular da cátedra em 2018. Na ocasião, Vaz e Vidal lançarão seus livros "Flores de Alvenaria" e "21 Gramas". </span><span>Para participar presencialmente, é necessário realizar </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdWRsUTURMmQRdaCNIewFGAzbAAEO-41EfxyijGyT3soEqDvA/viewform"><strong>inscrição prévia</strong></a><span>.</span></p>
<p><span>Com transmissão <strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> </strong>pela web, este seminário inaugura a série de diálogos “Centralidades Periféricas”, que busca aproximar docentes, técnicos, estudantes, artistas, intelectuais e ativistas das periferias brasileiras. </span>“As ações culturais realizadas por grupos das periferias permitem que estas afirmem um lugar na cidade para além dos tradicionais estereótipos, centrados na carência e na precariedade”, avalia Eliana, que é fundadora e diretora da <a class="external-link" href="http://redesdamare.org.br/">Redes da Maré</a>, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Para ela, a relação da periferia com outras camadas da sociedade já se dá em parte pelo consumo da música produzida nos bairros menos centrais e nas favelas, como é o caso do funk. Mas acredita que esse processo pode ser expandido e que a literatura tem potencial para isso.</p>
<p>“Há, em alguns estados do Brasil, um conjunto de artistas que já escapou do círculo restrito dos espaços periféricos e circulam em espaços mais abrangentes. A profusão de feiras literárias e a formação continuada de novos autores vão permitindo o desenvolvimento de uma produção que escapa aos rótulos, em particular o de ‘marginal’”, afirma. A criação de meios – eventos, cursos, oficinas etc. – e a abertura de espaços para novos narradores das periferias são, na opinião da titular, caminhos que podem servir para uma forte revitalização da literatura brasileira.</p>
<p>Ao tomar posse como titular da Cátedra, em março deste ano, Eliana assumiu também a missão de trazer para a universidade a discussão sobre a cultura no campo expandido, bem como seu papel como agente de mediação e transformação social. “A cultura é um ponto de encontro central, em particular quando se afirma o seu reconhecimento de forma horizontalizada, rompendo-se com os discursos colonizadores e civilizatórios que, em muitas situações, a instituição universitária afirma na sua relação –  em geral rara e ocasional – com os territórios periféricos e seus moradores”, defende.</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>Criada em 2001 por Sérgio Vaz, a <a class="external-link" href="http://cooperifa.com.br/">Cooperifa</a> (Cooperação Cultural da Periferia) promove saraus no Bar do Zé Batidão, na Chácara Santana, bairro na Zona Sul da capital paulista. De acordo com Márcio Vidal, a Cooperifa inspirou outros movimentos culturais no Brasil, “dando voz àqueles antes impedidos de falarem por si”. Estimulada por essas atividades, explica Vidal, a literatura passa a nascer “a partir da experiência do sujeito periférico, que se identifica com os livros que narram acontecimentos do seu cotidiano e visa, por meio da literatura, modificar seu local de origem”.</p>
<p>Segundo ele, até metade do século passado, a literatura sempre esteve alheia ao papel da periferia na formação cultural do Brasil. “Houve momentos em que um sujeito periférico não aparecia em hipótese alguma nos livros. Em seguida, passa a constar timidamente como subalterno e, não obstante, esses personagens têm importância, mas ainda assim, em posições inferiores. No século 21, houve uma tentativa de dar destaque às pessoas que não têm voz, porém, por mais que houvesse um esforço de falar pelos sujeitos periféricos, suas próprias vozes estavam silenciadas”, conta.</p>
<p>Vidal explica que a mudança começa quando Carolina Maria de Jesus – escritora negra, moradora da Favela do Canindé e autora de “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” – expõe sua voz a partir de seu cotidiano periférico em São Paulo, na década de 1950. Após um longo intervalo, o movimento é continuado somente ao final dos anos 1980, com Sérgio Vaz e, posteriormente, com Paulo Lins, autor de "Cidade de Deus" e morador da favela carioca que inspirou a obra.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Ricardo Vaz</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p class="documentFirstHeading"><i><strong>Centralidades Periféricas: Reflexões Sobre Literatura Periférica e Universidade</strong><br /><i>18 de junho, 14h<br /></i><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdWRsUTURMmQRdaCNIewFGAzbAAEO-41EfxyijGyT3soEqDvA/viewform">se inscrever</a><br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/centralidades-perifericas-literatura" class="external-link">Página do evento</a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-28T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-violencia-urbana">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Violência Urbana e Direitos Humanos (Oficina IV)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-violencia-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A educação em direitos humanos encontra sua ótima expressão no encontro com a <i>potência da arte</i>. É desta forma que se pretende desenvolver uma <i>pedagogia estética</i> da educação em direitos humanos, contando-se com a possibilidade de mobilizar a sensibilidade a favor dos direitos humanos.</p>
<div><span>Esta é a quarta oficina de uma série que será desenvolvida ao longo do ano de 2018, por meio do </span><i>Grupo de Pesquisas Direitos Humanos, Democracia, Política e Memória</i><span> do IEA, no Eixo Conversações. <span>Diante do crescimento exponencial das formas de violências nas sociedades contemporâneas, se trata de olhar para este fenômeno do ponto de vista da cultura dos direitos humanos.</span></span></div>
<div><span><span><br /></span></span></div>
<p><span>As Oficinas se propõem a reunir pesquisadore(a)s e interessado(a)s para uma dinâmica que envolve a </span><i>sensibilidade estética</i><span>, o </span><i>conteúdo técnico</i><span> e o </span><i>comentário</i><span>, em interação </span><i>dialógica livre</i><span> e criativa com o público participante.</span></p>
<p><span>No primeiro semestre de 2018, serão quatro encontros, contando com um tema atual, tratado por um(a) convidado(a) especialista, dentro de um conjunto de temas pré-selecionados em questões de direitos humanos, visando à disseminação de uma </span><i>cultura dos direitos humanos</i><span> por meio do audiovisual.</span></p>
<p>Esta iniciativa fortalece o Eixo “Conversações”, ciclo realizado durante o ano de 2017, e em contínua atualização ao longo de 2018, pelo Grupo e tem o objetivo de fomentar iniciativas heterodoxas de ensino-aprendizagem no que tange aos direitos humanos, atraindo pesquisadore(a)s para discussões avançadas no IEA.</p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a> (IP USP e IEA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a> (FE USP e IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a> (FE USP e IEA)</p>
<p><strong>Organização:</strong> <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-bittar" class="external-link">Eduardo Bittar</a><span style="text-align: justify; "> (FD e IEA USP)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Apresentação:</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE USP e IEA) </span> e Eduardo Bittar <span style="text-align: justify; ">(FD e IEA USP)</span></span></p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-kohara" class="external-link">Paulo Kohara</a> (Defensoria Pública do Estado de São Paulo)</p>
<p><strong>Comentador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (Instituto de Psicologia da USP)</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span><strong>Material de Referência</strong></span></p>
<p>Apresentação do Curta-Metragem <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=s_gCm6IzEyk">“Brasil”</a><i>, </i>de Aly Muritiba (Brasil, 2014, 14 minutos).</p>
<h3></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-07T20:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/simbioses-humanos-tecnologias4">
    <title>Capitalismo de Vigilância e/ou Cidadania Planetária - 4º encontro (2ª parte)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/simbioses-humanos-tecnologias4</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Trata-se do quarto encontro do ciclo proposto por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella">Lucia Santaella</a> como titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala">Cátedra Oscar Sala</a>, <span>uma iniciativa do IEA em parceria com o <a class="external-link" href="https://www.cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a> e o <a class="external-link" href="https://www.nic.br/" target="_blank">Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)</a> que visa fomentar, orientar e patrocinar o intercâmbio multidisciplinar entre os saberes de áreas diversas para fortalecer e cultivar o conhecimento sobre a internet, seu funcionamento, suas aplicações e suas ferramentas.</span></p>
<p>Neste quarto evento, será discutido como a vigilância poderia ser tão nefasta até o ponto de impedir o exercício da cidadania, inclusive da condição expansiva atual de uma cidadania planetária?</p>
<p><b>Abertura:</b></p>
<p><b> </b></p>
<p>Lucia Santaella (PUC SP e IEA USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci">Eugênio Bucci</a> (ECA e IEA USP)</p>
<p><b>Palestrantes:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-bruno" class="external-link">Fernanda Bruno</a> (UFRJ)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-amadeu-da-silveira" class="external-link">Sergio Amadeu</a> (UFABC)</p>
<p><b>Moderadores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-pompeu">Bruno Pompeu</a> (ECA USP, Uniso e ESPM)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvio-sato">Silvio Sato</a> (ESPM e ECA USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2021-05-12T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/visoes-visao-edicao-compartilhamento-estado-publicado-25bc-acoes-25bc-perspectivas-globais-sobre-deficiencia-e-vulnerabilidade-28-de-julho-de-2017">
    <title>Perspectivas Globais sobre Deficiência e Vulnerabilidade - 28 de julho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/visoes-visao-edicao-compartilhamento-estado-publicado-25bc-acoes-25bc-perspectivas-globais-sobre-deficiencia-e-vulnerabilidade-28-de-julho-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Deficiência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-28T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/quem-criou-a-regra-que-ela-nao-joga-futebol-201d-estrategias-de-combate-as-injusticas-de-genero-no-campo-das-politicas-publicas-para-cultura-22-03-2023">
    <title>"Quem Criou a Regra que ela não Joga Futebol?”: Estratégias de Combate às Injustiças de Gênero no Campo das Políticas Públicas para Cultura - 22/03/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/quem-criou-a-regra-que-ela-nao-joga-futebol-201d-estrategias-de-combate-as-injusticas-de-genero-no-campo-das-politicas-publicas-para-cultura-22-03-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gênero</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-06T16:52:28Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/prioridades-reconstrucao-politicas-dh">
    <title>Prioridades para a Reconstrução das Políticas Nacionais de Direitos Humanos no  Brasil [EVENTO CANCELADO]</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/prioridades-reconstrucao-politicas-dh</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Essa mesa-redonda tem o objetivo de debater as prioridades para as políticas de<br />reconstrução dos direitos humanos dos governos federal e estaduais, cujos titulares, eleitos no mês de outubro, assumirão em janeiro de 2023.</p>
<p>O evento é um desdobramento do “Ciclo de Memórias da Política Institucional Brasileira de Direitos Humanos” organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-direitos-humanos-democracia-politica-e-memoria" class="external-link">Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</a> (GPDH-IEA) para os anos de 2021 e de 2022.</p>
<p>A iniciativa foi movida pela urgência de debatermos o passado, o presente e o futuro das políticas de direitos humanos a fim de construirmos coletivamente a memória institucional das políticas públicas nacionais de direitos humanos e nos posicionarmos diante dos desafios atuais.</p>
<p>Agora é o momento de dialogar sobre a indispensável interrupção do desmonte daquelas políticas e sobre a sua reconstrução.</p>
<div class="visualClear"><strong>Participantes:</strong></div>
<div class="visualClear"><strong><br /></strong></div>
<p class="mceContentBody documentContent"><span style="text-decoration: underline;"><span><i>Parlamentares:</i></span></span> <a class="external-link" href="https://www.camara.leg.br/deputados/141488">Paulo Teixeira</a> (deputado federal); representantes da <a class="external-link" href="https://bancadafeministapsol.com.br/">Bancada Feminista</a>; <a class="external-link" href="https://edianemariamtst.com.br/">Ediane Maria</a> (deputada estadual); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/samia-bomfim" class="external-link">Sâmia Bonfim</a> (deputada federal)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><i>Imprensa:</i></span> Laura Capriglione (Jornalistas Livres); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roxane-re" class="external-link">Roxane Ré</a> (Rádio USP); Amauri Gonzo (Ponte Jornalismo)</p>
<p><strong>Coordenação e Moderação:</strong> <span dir="ltr"> </span><span dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link"><span class="external-link"> </span></a></span></p>
<p><span dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link"><span class="external-link">Paulo Cesar Endo</span></a></span> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinatto</a> (GPDH-IEA)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-07T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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