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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-cibercrime-e-sua-abordagem-pela-criminologia">
    <title>Conferência discute cibercrime e sua abordagem pela Criminologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-cibercrime-e-sua-abordagem-pela-criminologia</link>
    <description>Evento é o segundo de ciclo de conferências promovido pelo IEA-RP e pela Associação Internacional de Criminologia de Língua Portuguesa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1b9fe353-7fff-d91f-a3ae-302a1d2e52d5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cibercriminalidade800x530.png/@@images/8bd597e0-49c3-4cd4-9820-ec823d25541e.png" alt="" class="image-left" title="" /></span></p>

<p>O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, por meio de seu Grupo de Pesquisa de Criminologia Experimental e Segurança Pública, e a Associação Internacional de Criminologia de Língua Portuguesa (AICLP) realizam no dia 27 de maio, a partir das 14h, a segunda conferência de seu Ciclo, com o tema “Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções”.</p>
 
<p>A conferência será exclusivamente on-line, com transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live">canal do IEA-RP no YouTube</a> e pelo <a href="https://pt-br.facebook.com/usp.iearp">perfil do instituto no Facebook</a>. As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas <a href="https://forms.gle/rhmYiDeCecBQgVCCA">neste link</a>. Haverá envio de certificados para os participantes mediante preenchimento de formulário disponibilizado durante o evento.</p>
 
<p>A palestrante será a docente da Escola de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto Inês Sousa Guedes. Ela também é pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Pesquisa: Crime, Justiça e Segurança (CJS) da Universidade do Porto e integra o Conselho Diretor da AICLP.</p>
 
<p>Segundo Inês, o cibercrime é um conjunto amplo de ofensas que têm como denominador comum o fato de serem facilitadas pela tecnologia. Entre os desafios que ele coloca estão não apenas sua medição, mas a investigação criminal desse fenômeno. A Criminologia tem procurado aprofundar esse objeto de estudo, focando em sua definição, tipologias, tendências e percepções associadas a esse tipo de crime.</p>
 
<p>O evento também terá a participação do professor Eduardo Saad-Diniz. Ele é docente do Programa de Integração da América Latina da USP, livre-docente em Criminologia pela USP e coordena o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP.</p>
<hr />
<p><span><strong>Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções</strong><br /><i>27 de maio, 14h<br /><span id="docs-internal-guid-808c3a1b-7fff-0425-d454-23cff3dd9ab6"><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>Canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e </span><span><a href="https://pt-br.facebook.com/usp.iearp">perfil do instituto no Facebook<br /></a><a class="external-link" href="https://forms.gle/rhmYiDeCecBQgVCCA">I</a></span><a class="external-link" href="https://forms.gle/rhmYiDeCecBQgVCCA">nscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes" class="external-link">Página do evento</a></span></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-19T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/medo-de-condenacao-leva-a-excesso-de-exigencias-em-casos-de-aborto-legal">
    <title>Medo de condenação leva a excesso de exigências em casos de aborto legal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/medo-de-condenacao-leva-a-excesso-de-exigencias-em-casos-de-aborto-legal</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, professora da FDRP-USP explica que, embora haja casos em que a mulher tem esse direito, criminalização do procedimento em geral traz dúvidas aos profissionais da saúde
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6ab574a3-7fff-9397-ed14-bacac46ac452"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome16.png/@@images/1bc19efd-9f82-42d1-94bd-244438c8e90e.png" alt="" class="image-left" title="" />Embora a legislação brasileira traga uma série de garantias aos direitos das mulheres, na prática, o acesso a esses direitos é dificultado e até mesmo negado ao público feminino. O USP Analisa discute esse cenário neste mês em uma entrevista especial com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP e coordenadora do projeto </span><span>Reescrevendo Decisões Judiciais em Perspectivas Feministas</span><span>, Fabiana Severi.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um dos principais tabus quando se fala em direitos da mulher é o aborto. No Brasil, segundo Fabiana, ele é considerado crime pelo Código Penal exceto em três casos: estupro, fetos anencéfalos (quando ele apresenta cérebro subdesenvolvido e crânio incompleto) e risco à vida da mulher. Nessas situações, a professora explica que não é necessária autorização judicial, basta que a mulher procure um serviço especializado ou mesmo o próprio Sistema Único de Saúde (SUS).</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Só que como o aborto é criminalizado e o aborto praticado por terceiros é um crime com uma pena muito alta, os profissionais de saúde tendem a dificultar, seja por razões morais, porque eles mesmos acham que a prática do aborto é algo reprovável, ou porque têm medo de serem enquadrados no tipo penal. Ele acaba ficando nessa dúvida e aí exige uma série de papéis. Então o que a gente vê, de modo geral, é um excesso de exigências de documentação que são desnecessárias pelo desenho da lei”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com Fabiana, o Brasil é signatário de tratados que consideram a criminalização do aborto uma violação de direitos humanos, o que sinaliza um compromisso de, ao longo do tempo, adequar a legislação interna ao que dizem esses documentos. “Quando a gente fala de descriminalização total do aborto, não significa que a gente vai fazer bandeiras e incentivar o aborto como um método contraceptivo. Significa só dizer que o direito penal não vai ser mais um recurso do Estado para lidar com o aborto. Então os serviços de saúde, por exemplo, podem receber essa mulher, informá-la sobre riscos, sobre problemas, orientá-la e aí eventualmente ela decidir se faz o aborto ou não, que é o que acontece em boa parte dos países em que há descriminalização total”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho da entrevista, que pode ser acessada na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-09T18:20:11Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-jornadas-judiciario">
    <title>Livro analisa a trajetória dos processos decisórios na criação da Lei Maria da Penha</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-jornadas-judiciario</link>
    <description>A obra "Jornadas do Judiciário na implementação da Lei Maria da Penha" será lançada às 19h do dia 19 de setembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-58e8d7de-7fff-5556-5e78-c5c69208d38f"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-jornadas-do-judiciario-materia" alt="Capa Jornadas do Judiciário matéria" class="image-right" title="Capa Jornadas do Judiciário matéria" />A atuação do Poder Judiciário brasileiro no enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres (VDFM) é tema do livro "Jornadas do Judiciário na implementação da Lei Maria da Penha", lançado no <strong>dia 19</strong> em evento online. <span>Editada pelo IEA, a obra está </span><a href="https://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/884" target="_blank">publicada no Portal de Livros Abertos da USP</a> e foi escrita por<span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabiana-cristina-severi" class="external-link">Fabiana Severi</a><span>, professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP e participante do Programa Ano Sabático do IEA em 2021</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O livro analisa o papel desempenhado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nos últimos 15 anos na criação e coordenação de políticas judiciárias voltadas à implementação da Lei Maria da Penha (LMP), sancionada em 2006.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para isso, a autora buscou entender a trajetória dos processos decisórios do CNJ voltados à promoção de mudanças no modelo de resposta judicial aos casos de violência entre 2007 e 2021, orientadas pela norma da LMP. A lei é considerada uma das melhores do mundo sobre violência doméstica e possibilitou importantes mudanças no Judiciário.</span></p>
<p dir="ltr">Segundo Fabiana, que também faz parte do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/nperiferias" class="external-link">Grupo de Pesquisa nPeriferias</a>, aprovar uma lei como essa é, por si só, "uma grande inovação institucional em direitos humanos" em um país onde, historicamente, "sexismo e colonialismo têm produzido e reforçado a cultura judicial punitivista e lugares de subalternidade para mulheres e meninas".</p>
<p dir="ltr"><span>Dividido em três capítulos – "A Lei Maria da Penha e a agenda de transformações institucionais ao Poder Judiciário"; "Políticas judiciárias e mudanças institucionais de gênero: apresentando conceitos e abordagens analíticas"; e "A Política Judiciária Nacional de enfrentamento à violência doméstica a partir das Jornadas do CNJ" –, o livro tem como base uma pesquisa que buscou identificar as mudanças institucionais de gênero no Judiciário derivadas da LMP. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Dedicado às edições das Jornadas LMP, que ocorreram entre 2006 e 2020, após a aprovação da lei, o terceiro capítulo do livro explora as resoluções dos eventos e as mudanças de estratégias das organizações envolvidas ao longo dos anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As maneiras pelas quais o tema da violência doméstica foi incorporado ao planejamento do Judiciário não necessariamente resultaram na consolidação de um modelo minimamente homogêneo de resposta judicial à VDFM para as mulheres brasileiras, afirma Fabiana. "Nem mesmo dentre o conjunto das poucas varas especializadas criadas até hoje no país, é possível identificar fluxos processuais e entendimentos conceituais relativamente uniformes na condução dos processos judiciais sobre LMP."</span></p>
<p dir="ltr"><span>O entendimento de que a VDFM é um tipo de violação de direitos humanos baseada no gênero é um dos elementos-chave da LMP. A eliminação desse tipo de violência é uma obrigação pública e deve articular responsabilização da pessoa agressora com a garantia de direitos às mulheres que, em geral, é viabilizada por meio de políticas públicas, afirma a pesquisadora no livro. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela acrescenta que a lei faz com que agentes envolvidos na rede de atendimento revisitem os valores e entendimentos sobre família, vínculos afetivos, papéis sociais de gênero e racismo institucional, de forma que os serviços possam lidar com a violência doméstica de modo guiado pela proteção e garantia de direitos humanos.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-13T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-adequacao-da-lgpd-em-metropoles">
    <title>Conferência on-line discute adequação da LGPD em metrópoles</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-adequacao-da-lgpd-em-metropoles</link>
    <description>Evento é realizado pelo Grupo de Estudo Direito e Tecnologia do IEA-RP e terá palestrantes ligados à Controladoria Geral do Município de São Paulo
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4ee1067c-7fff-2db0-318d-1616b32adcfe"> </span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-072b9f87-7fff-b514-1f0d-7789c57f10b6"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DesafiosdaadequaodaLGPDemgrandesmetrpoles.png/@@images/3a292626-079f-4520-a15a-d64bad174205.png" alt="" class="image-left" title="" />Considerada uma das leis mais inovadoras dos últimos anos, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz diversos desafios não apenas para que as empresas se adequem a ela, mas também os entes públicos, desde a esfera federal até a administração municipal. Para discutir as dificuldades nesse último nível de governo, o Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP promove nesta quarta, dia 28, a partir das 18h, a conferência on-line "Desafios da adequação da LGPD em grandes metrópoles".</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://stream.meet.google.com/stream/0d27a0e0-107b-4b25-bef2-3f6b5e98fe63"><span>Google Meet</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/fvinVJuA9kooFEAA7"><span>neste link</span></a><span>. Os participantes receberão certificado mediante preenchimento de avaliação disponibilizada durante a conferência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão o controlador geral do município de São Paulo, Daniel Falcão, e o mestrando da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e assessor na Controladoria Geral do Município de São Paulo, Kelvin Peroli.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Daniel Falcão é professor universitário, advogado e cientista social. Doutor e mestre em Direito do Estado e bacharel pela Faculdade de Direito da USP. Tem especialização em Marketing Político e Propaganda Eleitoral pela Escola de Comunicação Artes da USP e também é bacharel em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Foi professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da </span><span>Universidade de São Paulo e coordenador do curso de Pós-graduação em Direito Eleitoral do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Atualmente é controlador-geral do Município de São Paulo e professor do IDP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Kelvin Peroli é assessor na Controladoria Geral do Município de São Paulo e do encarregado pela proteção de dados pessoais da Prefeitura de São Paulo. Mestrando em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pós-graduando em Direito Notarial e Registral e Graduado em Direito pela USP, com intercâmbio acadêmico na Seconda Università degli Studi di Napoli da Itália. É ainda associado fundador do Instituto Avançado de Proteção de Dados (IAPD).</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-977c5289-7fff-7ebe-95df-f12e8c14e173"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento conta ainda com o apoio do Centro de Inteligência Artificial (Center for Artificial Intelligence – C4AI).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br</span></p>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o Tech Law</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais, acesse a </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p><span>Para saber mais sobre outros eventos realizados ou apoiados pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, siga nossas redes sociais e inscreva-se em nosso </span><a href="https://t.me/iearp"><span>canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><b>Desafios da adequação da LGPD em grandes metrópoles</b><br /><i>28 de setembro, 18h<br />Transmissão pelo <a class="external-link" href="https://stream.meet.google.com/stream/0d27a0e0-107b-4b25-bef2-3f6b5e98fe63">Google Meet</a><br /><a class="external-link" href="http://forms.gle/fvinVJuA9kooFEAA7">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-da-adequacao-da-lgpd-em-grandes-metropoles" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-23T17:29:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-justica-criminal-e-papel-das-policias">
    <title>Conferência discute justiça criminal e papel das polícias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-justica-criminal-e-papel-das-policias</link>
    <description>Evento terá a participação do professor da UFMG Claudio Beato e é promovido por uma parceria entre o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP e a AICLP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1d986921-7fff-709d-0b64-4308397affae"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Justiacriminalepolciaemperspectivacomparada800X530.png/@@images/b066d124-0b0a-4476-b301-a978e68d32c2.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP e a Associação Internacional de Criminologia de Língua Portuguesa (AICLP) promovem no dia 8 de novembro, a partir das 14h, a conferência “Justiça criminal e polícia em perspectiva comparada”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube </span></a><span>e pelo </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>perfil do Instituto no Facebook</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/tF1st7CxdAGLHoYT8"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat das plataformas durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Claudio Beato. Ele vai fazer uma discussão sobre a justiça criminal e o papel das polícias no Brasil e na América Latina, trazendo dados comparativos de organizações policiais, da Justiça e do Ministério Público.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Claudio Beato tem graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado e doutorado em sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ). Atualmente, é docente do Departamento de Sociologia da UFMG e coordenador do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança Pública (CRISP). É consultor em diversos estados brasileiros e países da América Latina para o desenvolvimento de programas e projetos de controle e prevenção da violência. Atua principalmente nos seguintes temas: criminalidade e violência, segurança pública, políticas públicas de segurança, estatísticas, criminalidade e polícia e análise urbana de crimes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (</span><span>what works</span><span>) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais em </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/criminologia-experimental-e-seguranca-publica"><span>https://sites.usp.br/iearp/criminologia-experimental-e-seguranca-publica</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-04T15:44:27Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-tripe-para-acelerar-inovacao">
    <title>Conferência on-line discute tripé para acelerar inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-tripe-para-acelerar-inovacao</link>
    <description>Evento é promovido pelo Grupo de Estudos TechLaw do IEA-RP em parceria com o C4AI</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-59b43fac-7fff-2e4d-3e51-cae8a5683dcd"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/confernciaonline800x530.png/@@images/34ff64e7-2d88-49e1-b416-e5665caab0eb.png" alt="" class="image-left" title="" />A inovação demanda velocidade para se manter relevante. Porém, exigências de conformidade jurídica, implementação de melhores práticas e reflexões sobre o processo de desenvolvimento de novos produtos e serviços podem ser interpretados como entraves que atrasam o lançamento. Para mostrar como esses aspectos pode ser utilizados a favor das empresas, o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, em parceria com o Centro de Inteligência Artificial (C4AI), promove no dia 23 de novembro, às 18h, a conferência on-line “Tripé de aceleração da inovação: conceito e prática para as organizações”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=b1HemhIX0Uc"><span>canal do C4AI no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/d2t4PxCxa3FU6g9Z8"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a advogada especialista em proteção de dados e privacidade Daniela Motta Monte Serrat Cabella. Ela vai abordar como a adoção de framework internacional para ir além do cumprimento legal na matéria de privacidade e proteção de dados, assim como a implementação de melhor prática estabelecida em âmbito global e a reflexão estruturada sobre o processo de desenvolvimento podem, na realidade, funcionar como um tripé de aceleração da inovação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Daniela Motta Monte Serrat Cabella é bacharel em Direito pela USP e pós-graduada em Gestão da Inovação e Direito Digital pela FIA. Possui as certificações Certified Information Privacy Manager (CIPM) e Certified Data Protection Officer (CDPO/BR). É integrante da International Association of Privacy Professionals (IAPP) e primeira pessoa a ser certificada como Data Protection Officer (DPO) pela Exin (empresa holandesa que certifica profissionais de tecnologia da informação em todo o mundo) nas Américas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o Tech Law</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais, acesse a </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais sobre outros eventos realizados ou apoiados pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, siga nossas redes sociais e inscreva-se em nosso </span><a href="https://t.me/iearp"><span>canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-16T18:05:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/associacao-entre-confianca-politica-e-corrupcao-e-tema-de-conferencia-on-line">
    <title>Associação entre confiança política e corrupção é tema de conferência on-line</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/associacao-entre-confianca-politica-e-corrupcao-e-tema-de-conferencia-on-line</link>
    <description>Evento integra ciclo promovido pela Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa e pelo IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6ff6c4fa-7fff-ad79-28d0-8db1e4de9dbf"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/Paraalmdaassociaoclssicaentreconfianapolticaecorrupo.png/@@images/960bfd51-381b-4853-aa44-8f02d59081cc.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, em parceria com a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa, promove no dia 7 de dezembro, às 9h, a conferência on-line “Para além da associação clássica entre confiança política e corrupção: quando a experiência de corrupção assume a liderança”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line e integra o ciclo de conferências que as duas instituições estão realizando em 2022. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/kHGmCN5DhfT9uhUu8"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será feita pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e no </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>perfil do Instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes mediante preenchimento de formulário durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o investigador auxiliar do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Portugal, Felippe Clemente. Ele vai abordar um inquérito aplicado em Portugal que demonstrou o impacto significativo da confiança política nas percepções dos cidadãos e na sua tolerância à corrupção. O estudo contribui para a compreensão da resiliência desse fenômeno complexo nas democracias.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A corrupção é muitas vezes definida como uma forma esperada de comportamento no exercício das funções oficiais e no cumprimento das responsabilidades oficiais. Isso significa que a avaliação dos cidadãos sobre o impacto da corrupção nas suas vidas ou na sociedade é suscetível de ser influenciada pela sua confiança em instituições democráticas para a realização e proteção desses valores”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Felippe Clemente é pós-doutor em Economia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e doutor em Economia Aplicada pela mesma Instituição, com período sanduíche na Goethe-Universität Frankfurt am Main, Alemanha. Além disso, atuou como membro do Programa de Extensão Em Rede - Núcleo Viçosa e como diretor geral da Liga Acadêmica de Estudos sobre a Criminalidade (LAEC). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Economia do Crime e Finanças Públicas. Atualmente, é investigador auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa no âmbito do projecto EPOCA: Corrupção e Crescimento Económico, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal (FCT).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Corrupção</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-28T13:41:58Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-praticas-de-abordagem-policial-em-paises-europeus">
    <title>Conferência on-line discute práticas de abordagem policial em países europeus</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-praticas-de-abordagem-policial-em-paises-europeus</link>
    <description>Evento é realizado pelo Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP e pela Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b55765ad-7fff-f1cf-1210-2917954606b7"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Asprticaspoliciaisdestopandsearch800x530.png/@@images/923f6ec7-f243-4abc-9361-1910d348fdc6.png" alt="" class="image-left" title="" />Conhecidas internacionalmente como práticas de stop and search, as abordagens policiais a cidadãos, que envolvem identificação e eventualmente revista, têm gerado intensa discussão em diversas sociedades e um crescente interesse como objeto de estudo pela comunidade científica internacional. Para debater essas práticas, o </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/criminologia-experimental-e-seguranca-publica"><span>Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span> e a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa promovem no dia 3 de fevereiro, a partir das 14h, a conferência on-line “As práticas policiais de stop and search: desenvolvimentos teórico-empíricos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será realizado de forma exclusivamente on-line. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/3kYW2x9xUjGhqCEQ6"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será feita pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pelo </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>perfil do Instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado de participação a quem preencher o formulário disponibilizado no chat das plataformas durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a professora assistente convidada da Faculdade de Direito da Universidade Lusíada de Porto, Portugal, Josefina Castro. Ela vai abordar as principais linhas de investigação teórico-empírica desenvolvidas a respeito dos usos, regulação e eficácia das práticas de stop and search e sobre o conhecimento produzido pela comunidade científica sobre o tema, em particular nos países europeus.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Josefina Castro é mestre em Criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto (FDUP). Integra o Centro de Investigação Interdisciplinar da Escola de Criminologia da FDUP – Crime, Justiça e Segurança (CJS) e é membro colaborador do Grupo de Investigação Direito Penal e Criminologia do Centro de Estudos Jurídicos, Económicos e Ambientais da Universidade Lusíada (CEJEA). Participa em diversos projetos de investigação, nacionais e internacionais, nas áreas de delinquência e justiça juvenil, mediação e justiça restaurativa, governança da segurança e policiamento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o Grupo de Pesquisa</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais em </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/criminologia-experimental-e-seguranca-publica"><span>https://sites.usp.br/iearp/criminologia-experimental-e-seguranca-publica</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-01-19T15:23:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-debate-possibilidades-e-desafios-do-estudo-da-criminologia">
    <title>Evento debate possibilidades e desafios do estudo da Criminologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-debate-possibilidades-e-desafios-do-estudo-da-criminologia</link>
    <description>Iniciativa é do Geicrim-USP em parceria com o IEA-RP, o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP e o Projeto SuCCESS</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5f6f6a39-7fff-44b1-c993-abe054598668"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/PossibilidadesedesafiosdeestudoemCriminologia800X530.png/@@images/60219198-68d8-4b70-aa34-3f84303e33bc.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (Geicrim) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promovem nos dias 9 e 10 de fevereiro, a partir das 9h, o evento on-line “Possibilidades e Desafios de Estudo em Criminologia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por </span><a href="https://forms.gle/mhMAunn8A34rh2Br9"><span>este link</span></a><span>. A transmissão será feita pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> ou pelo </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>perfil do instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado de presença aos participantes que preencherem formulário disponibilizado no chat das ferramentas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será composto por mesas redondas com docentes do Grupo que realizaram mobilidade para imersão acadêmica em universidades europeias parceiras do </span><a href="http://criminologia.successproject.eu/?lang=pt-pt"><span>Projeto SuCCESS – Fortalecendo o Ensino de Criminologia</span></a><span>, iniciativa desenvolvida desde 2020 por instituições de ensino da Europa e América do Sul com a coordenação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP.  Eles vão abordar os temas de suas imersões e também discutir possibilidades de ensino e pesquisa em Criminologia, enquanto disciplina científica multidisciplinar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão os professores Luiz Scorzafave, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP; Lucilene Cardoso, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Eduardo Saad-Diniz, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP; Sonia Pasian, Márcia Mesquita da Veiga, Marina Bazon e Bruno de Martinis, da FFCLRP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os assuntos debatidos nas mesas-redondas estão descriminalização de drogas ilícitas em Portugal, controle social da prostituição, ferramentas tecnológicas em prognóstico e prevenção de crimes, socialização legal de adolescentes, toxicologia forense e entrevista forense na prevenção de revitimização. Esses temas remetem a tópicos do Programa do Curso de Especialização em Criminologia, elaborado pelo Geicrim no escopo do Projeto SuCCESS, que deverá ser implementado ainda em 2023.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participam da organização do evento o Projeto SuCCESS e o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o Gecrim</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (Geicrim) da USP agrega docentes e pesquisadores de diferentes unidades da universidade vinculados a diferentes disciplinas científicas, incluindo áreas básicas e aplicadas, como Química Forense, Economia, Enfermagem Forense, Psicologia e Direito, com o objetivo de fortalecer o ensino e a pesquisa em Criminologia.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-01-30T19:18:28Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-relacao-entre-direito-e-tecnologia">
    <title>Conferência on-line discute relação entre direito e tecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-relacao-entre-direito-e-tecnologia</link>
    <description>Evento é promovido pelo Grupo de Estudos Tech Law do IEA-RP em parceria com o C4AI</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-78662caf-7fff-169b-9a58-dea814a7085c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Arelaoentredireitoetecnologia800X530.png/@@images/a889ef09-8475-4d2b-934e-c8fff17c51de.png" alt="" class="image-left" title="" />As tecnologias digitais ampliam as possibilidades de organização social, econômica e política de incontáveis formas, o que se reflete também como uma mudança nos próprios processos democráticos. Garantir eleições justas, combater a desinformação, promover direitos fundamentais online e assegurar uma governança participativa das inovações tecnológicas são apenas alguns exemplos de desafios que o direito tem de enfrentar ao mesmo tempo em que deve servir como impulsionador dos aspectos positivos da tecnologia digital e minimizar os riscos trazidos pelas inovações. Para promover uma discussão em torno dessas questões, o </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span> promove no dia 24 de março, às 16h, a conferência on-line “A relação entre direito e tecnologia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/sK6srSiTwaHDaebR6"><span>neste link</span></a><span>. O evento é exclusivamente on-line e será transmitido pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do Instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário enviado no chat das plataformas durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor da Goethe Universität Frankfurt am Main, na Alemanha, Ricardo Campos. Ele destaca que, devido à falta de critérios e parâmetros estáveis para orientar as pessoas e instituições decorrentes do desenfreado avanço tecnológico, o direito desempenha um papel importante na construção de um horizonte mínimo comum de ação social. Não apenas cada vez mais a tecnologia é usada para melhorar a entrega de serviços jurídicos, tornando-os mais acessíveis e eficientes, mas também vez mais frameworks jurídicos são necessários para garantir que as tecnologias sejam desenvolvidas e usadas de maneira segura, ética e benéfica para a sociedade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ricardo Campos é docente nas áreas de proteção de dados, regulação de serviços digitais e direito público na faculdade de direito da Goethe Universität Frankfurt am Main, na Alemanha. É mestre e doutor pela Goethe Universität e atua com regulação de serviços digitais, proteção de dados, direito público e regulatório. Ganhador do prêmio Werner Pünder sobre regulação de serviços digitais em 2021 e do European Award for Legal Theory da European Academy of Legal Theory, em 2022. É ainda coordenador da área de Direito Digital da OAB Federal/ESA Nacional, diretor do Instituto Legal Grounds e sócio do escritório Opice Blum, Bruno e Vainzof.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento é promovido em parceria com o </span><a href="https://c4ai.inova.usp.br/"><span>Centro de Inteligência Artificial (C4AI)</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-20T18:04:29Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-desmistifica-a-inteligencia-artificial">
    <title>Evento on-line desmistifica a inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-desmistifica-a-inteligencia-artificial</link>
    <description>Iniciativa é promovida pelo Grupo de Estudo Direito e Tecnologia do IEA-RP e pelo Centro de Inteligência Artificial
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b707f617-7fff-6791-aa2a-a40c14548e27"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DesmistificandoaIntelignciaArtificial800x530.png/@@images/958df16f-1e90-4896-af75-0ef1189d6a62.png" alt="" class="image-left" title="" />A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nosso dia a dia e seu impacto na sociedade deve aumentar graças à interação com os novos chatbots, afetando substancialmente diversas profissões e o modo como interagimos com as máquinas. porém, os algoritmos inteligentes, em especial os que utilizam aprendizado de máquina, são menos complexos do que se imagina. Para explicar isso, o Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e o Centro de Inteligência Artificial (C4AI) promovem no dia 12 de abril, às 19h, a conferência on-line “Desmistificando a Inteligência Artificial: Ela não é tão complicada como você pensa”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/c4aiusp/live"><span>canal do C4AI no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/zjdgBEMo3Z7GG6tq6"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor titular do Departamento de Computação e Matemática da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Renato Tinós. Ele vai mostrar que algoritmos que utilizam aprendizado de máquina empregam conceitos matemáticos e computacionais bastante simples e intuitivos, contribuindo assim para desmistificar a inteligência artificial. Para o docente, ao entender melhor os princípios básicos que regem os sistemas inteligentes, o público poderá compreender melhor as oportunidades propiciadas pela IA e as suas maiores limitações.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Renato Tinós possui graduação em Engenharia Elétrica pela Unesp, mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica pela USP. Atualmente, é professor titular no Departamento de Computação e Matemática e orientador no programa de pós-graduação em Computação Aplicada, ambos da FFCLRP-USP. Atua na área de Ciência da Computação, com especial interesse em computação evolutiva e redes neurais artificiais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o TechLaw</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais sobre outros eventos realizados ou apoiados pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, siga nossas redes sociais e inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Algoritmo</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-06T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-do-projeto-success-discute-justica-juvenil">
    <title>Terceiro simpósio do Projeto SuCCESS discute justiça juvenil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-do-projeto-success-discute-justica-juvenil</link>
    <description>Evento é realizado em parceria com o IEA-RP e terá palestrantes da UFMG e da Universidade de Castilla-La Mancha, da Espanha</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-05d78b78-7fff-ed64-bb2e-561d88b916ed"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/3SIMPSIOSUCCESS800x530.png/@@images/24704646-f9cc-4ae4-9a8a-d4b35d36f79a.png" alt="" class="image-left" title="" />O Projeto SuCCESS e a Rede Euro-Sul-Americana de Criminologia promovem no dia 14 de abril, às 10h (horário de Brasília), o 3º Simpósio SuCCESS – Pesquisa em Temas Criminológicos. O evento, que será realizado exclusivamente on-line e vai abordar o tema “Justiça Juvenil”, tem a parceria do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto e do Centro de Investigación en Criminología da Universidad Castilla-La Mancha, da Espanha.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/6jPREa1iaBJcaxmd8"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será feita pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário disponibilizado durante o evento nos chats das ferramentas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão os professores da Universidade Federal de Minas Gerais e pesquisadores do Centro de Estudos em Criminalidade e Segurança </span><span>Pública (Crisp) Braulio Figueiredo Alves da Silva e Frederico Couto Marinho, e a diretora do Centro de Pesquisa em Criminologia da Universidade de Castilla-La Mancha, Esther Fernández Molina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em suas apresentações, eles vão abordar os efeitos deletérios no curso de vida dos adolescentes e a resposta infracional, a justiça juvenil no Brasil e na França, e as percepções dos jovens sobre a justiça juvenil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A moderação será do coordenador da Rede Euro-Sul-Americana de Criminologia, Hugo Morales Cordova.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-06T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial">
    <title>Seminário debateu diretrizes que subsidiaram projeto de lei sobre inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-do-seminario-desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial-24-4-23/image" alt="Mesa do seminário 'Desafios Regulatórios da Inteligência Artificial' - 24/4/23" title="Mesa do seminário 'Desafios Regulatórios da Inteligência Artificial' - 24/4/23" height="312" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">A partir da esquerda, quatro dos expositores do seminário: o advogado Luiz Fernando Martins Castro, o professor Virgílio Almeida, o senador Eduardo Gomes e o advogado Maximiliano Martinhão; os outros expositores foram a professora Laura Schertel Mendes (por videoconferência) e o advogado Fabrício da Mota Alves</dd>
</dl></p>
<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou no dia 3 de maio o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157233">Projeto de Lei 2.338/23</a>, que dispõe sobre a regulação do desenvolvimento e uso da inteligência artificial (IA). A elaboração da proposta foi subsidiada por relatório de comissão de juristas especialmente instituída em fevereiro de 2022 para analisar os aspectos referentes ao estabelecimento de princípios, regras, diretrizes e fundamentos para a regulação da IA no Brasil</p>
<p>No dia 24 de abril, diante da iminente formalização do projeto de lei, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/catedra-oscar-sala">Cátedra Oscar Sala</a> realizou o seminário Desafios Regulatórios da Inteligência Artificial, com a participação de integrantes da comissão de juristas, pesquisadores e representantes do Executivo e do Legislativo.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Seminário <strong>Desafios Regulatórios da Inteligência Artificial</strong><br />24/5/2023</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial-24-04-2023" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<hr noshade="noshade" size="2" width="100%" />
<p><strong><br />Outros eventos</strong></p>
<p>Seminário <strong>Regulação da IA no Brasil: Estamos em um Bom Caminho?</strong><br />25/4/2023</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/regulacao-da-ia-no-brasil-estamos-em-um-bom-caminho-1" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p>Seminário <strong>ChatGPT: Potencial, Limites e Implicações para a Universidade</strong><br />21/3/2023</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/chatgpt-potencial-limites-e-implicacoes-para-a-universidade-parte-1-de-2" class="external-link">Vídeo 1</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2023/chatgpt-potencial-limites-e-implicacoes-para-a-universidade-parte-2-de-2" class="external-link">Vídeo 2</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/chatgpt-potencial-limites-e-implicacoes-para-a-universidade-21-03-2023" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os expositores foram o cientista da computação <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida">Virgílio Almeida</a>, titular da cátedra e professor da UFMG, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-schertel-mendes">Laura Schertel Mendes</a>, professora da UnB e professora visitante da Universidade Goethe de Frankfurt, Alemanha, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maximiliano-martinhao">Maximiliano Martinhão</a>, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, o advogado <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabricio-da-mota-alves">Fabricio da Mota Alves</a>, do Serur Advogados, e o senador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-gomes">Eduardo Gomes</a> (PL-TO). A moderação foi do advogado <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-fernando-martins-castro">Luiz Fernando Martins Castro</a>, coordenador-adjunto da Cátedra Oscar Sala.</p>
<p>A Cátedra Oscar Sala é fruto de convênio entre a USP e o <a href="https://www.cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a> operacionalizado pelo IEA e pelo <a href="https://www.nic.br/" target="_blank">Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)</a>, braço executivo do CGI.br. No seminário, Martinhão falou sobre iniciativas em apoio à pesquisa em IA apoiadas pelo CGI.br.</p>
<p><strong>Princípios éticos</strong></p>
<p>Na abertura do encontor, Virgílio Almeida disse que a percepção geral da capacidade dos algoritmos de influenciar aspectos relevantes da vida de todos, e mesmo de atentar contra direitos fundamentais, resultou na tomada de consciência de que é preciso adotar princípios éticos em relação à IA e estabelecer limites para seu emprego.</p>
<p>Vários países, afirmou, deram início a discussões acadêmicas, técnicas e legislativas para “identificar a melhor forma de enfrentar a questão, propondo modelos regulatórios que preservem direitos fundamentais, mas que não inibam o desenvolvimento tecnológico e econômico desejado com o amplo uso da IA”.</p>
<p>Ele destacou a perplexidade de setores da sociedade ao vislumbrar os possíveis impactos da artificial generativa, cujo exemplo de maior repercussão na atualidade é o modelo de linguagem ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, aberto ao público em novembro.</p>
<p>Almeida enfatizou que a legislação sobre propriedade intelectual precisa ser observada no uso de novas ferramentas de IA, e “os advogados são essenciais nessa discussão”. Mas há também questões éticas, tecnológicas e sociais, cujo debate precisa contar com a participação das comunidades que serão impactadas, tecnólogos, eticistas, acadêmicos interdisciplinares e outros especialistas, completou</p>
<p>Ele citou algumas das dificuldades para a análise de possíveis impactos dos sistemas de IA. É o caso dos mecanismos de explicabilidade das decisões tomadas por eles, que apresentam desafios tecnológicos ainda não resolvidos e exigem a participação de uma comunidade maior na sua resolução. Também não está especificado claramente o que pode ser feito em relação à transparência dos algoritmos, afirmou. Segundo Almeida, os procedimentos de estimativa de risco também exigem formulação e regulação.</p>
<p><strong>Pilares</strong></p>
<p>Assim como outros expositores, ele concentrou sua exposição nas propostas presentes no relatório da comissão de juristas que assessorou a Presidência do Senado. De acordo com Almeida, a proposta baseia-se em três pilares:</p>
<ul>
<li>garantia de um rol de direitos às pessoas afetadas pelos sistemas de IA;</li>
<li>gradação do nível de riscos impostos pelos esses sistemas;</li>
<li>estabelecimento de medidas de governança aplicáveis às empresas que forneçam ou operem sistemas de IA.</li>
</ul>
<p>Almeida vê várias oportunidades na disponibilidade pública de ferramentas como o ChatGPT. Uma delas é o fato de que haverá cada vez mais necessidade de o ser humano atuar com robôs: “Ao criar um documento ou um vídeo, as pessoas vão interagir não com um ser humano, mas sim com uma máquina.”</p>
<p>A preocupação maior, disse, é a ampliação do alcance da desinformação e a sofisticação na sua produção, e como isso vai alterar o cenário da sociedade. Outra preocupação relevante é o impacto dessas tecnologias no emprego. “O Brasil tem 1,5 milhões de atendentes de telemarketing, que são majoritariamente mulheres em seu primeiro emprego. Ferramentas como o ChatGPT poderão fazer o trabalho delas a um custo muito baixo”, afirmou.</p>
<p>Diferentemente dos algoritmos utilizados por grandes provedores como Google, Facebook e Amazon, sistemas generativos como o ChatGPT não são construídos para um contexto ou condições de uso específicos e sua abertura e facilidade de controle permitem uma escala de uso sem precedentes. Diante disso, “o enfoque de regulação orientada a risco pode não se aplicar”, disse.</p>
<p>Essas características desafiam a abordagem por risco em pelo menos três pontos, de acordo com ele:</p>
<ul>
<li>a não definição sobre a viabilidade de classificar sistemas de IA generativos como de alto risco ou de sem risco;</li>
<li>a imprevisibilidade de riscos futuros;</li>
<li>as preocupações em torno dos arranjos privados sobre riscos, arranjos realizados entre o provedor e os usuários (“Esse contrato vai ser um objeto-chave nas discussões”).</li>
</ul>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/virgilio-almeida-24-4-23/image" alt="Virgilio Almeida - 24/4/23" title="Virgilio Almeida - 24/4/23" height="330" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Vírgílio Almeida: ‘’É preciso propor modelos regulatórios que preservem direitos fundamentais, mas que não inibam o desenvolvimento tecnológico e econômico’’</dd>
</dl></p>
<p><strong>Adoção de incentivos</strong></p>
<p>Para ele, o ponto central é incentivar que desde o início de sua concepção essas ferramentas considerem riscos e impactos, porque serão usadas de várias maneiras. “É necessário então considerar a adoção de incentivos, para incentivar outro tipo de comportamento”, disse.</p>
<p>“Uma das consequências do carácter geral dos modelos de IA generativa é que a finalidade pretendida e as condições de uso são definidas na relação contratual entre quem o desenvolveu e o usuário. Mas hoje em dia isso é vago e não está previsto na proposta de lei.”</p>
<p>Nas suas conclusões, Almeida enfatizou a necessidade de ampliação do debate sobre a regulação da IA no Brasil, envolvendo diferentes setores da sociedade em arranjos multissetoriais: governo, setor privado (fornecedores e usuários), sociedade civil, academia (ciência e tecnologia) e outros agentes.</p>
<p>É preciso também, disse, avaliar as possíveis relações entre a proposta de regulação da IA e a proposta da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet (Projeto de Lei 2.360/20), em tramitação no Congresso Nacional. “Afinal, os algoritmos de moderação, que fazem parte da proposta dessa lei, vão ser afetados pelas questões relacionadas com a regulação da IA. E novos algoritmos vão surgir para tentar identificar textos, vídeos e outras coisas geradas por IA”.</p>
<p>Segundo Almeida, outro ponto a ser analisado, é o impacto de sistemas como o ChatGPT na difusão de desinformação e na moderação de conteúdo. “As discussões sobre essa questão não vão ocorrer de forma estanques. Em algum momento terão de ser incorporadas à discussão da IA generativa.”</p>
<p><strong>Relatório</strong></p>
<p>Coube a <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/laura-schertel-mendes">Laura Schertel Mendes</a> apresentar uma síntese do <a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento/download/777129a2-e659-4053-bf2e-e4b53edc3a04">relatório</a> produzido pela comissão de juristas para subsidiar a elaboração do PL 2.338/23. A comissão contou com 18 membros e foi presidida pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ela foi a relatora do documento, que possui 909 páginas.</p>
<p>“Foram dez meses de trabalho intenso e com todas as decisões tomados por unanimidade”, afirmou Mendes. A comissão funcionou entre fevereiro e dezembro de 2022, com a participação de mais de 60 especialistas em 11 audiências públicas e uma conferência internacional. Mais de 100 contribuições escritas foram entregues à comissão.</p>
<p>Ao justificar a importância de um amplo debate sobre a IA, ela afirmou que “os sistemas não são tão inteligentes como se espera e não são tão artificiais como se imagina. Eles necessitam de muitos recursos materiais, energia e intervenção do ser humano desde o começo, na escolha das bases de dados, na definição de tags, na interpretação de resultados, do input ao output, passando pelo modelo”.</p>
<p>Em relação aos desafios no desenvolvimento da IA, ela fez referência a dois aspectos mencionados no livro “Fairness and Machine Learning” (<a href="https://fairmlbook.org/">https://fairmlbook.org</a>), de 2019, escrito por Solon Barocas, Moritz Hardt e Arvind Narayanan.</p>
<p><strong>Exemplos e evidências</strong></p>
<p>O primeiro aspecto é quanto ao uso de exemplos: “Os modelos aprendem por meio deles, assim, a primeira grande questão é que precisamos alimentá-los com bons exemplos. Além disso, é preciso ter uma quantidade de exemplos grande o suficiente para atingir o máximo de padrões, que precisam ser diversificados, mostrando os dados corretos em suas diferentes formas de aparição”.</p>
<p>O segundo aspecto referido no livro citado por Mendes é que a tomada de decisão é baseada em evidências e tão confiável quanto as evidências em que ela se baseia. Então, “precisamos de uma alta qualidade de exemplos diversos, para que não tenhamos uma narrativa única do mundo ou apenas do Norte global”.</p>
<p>“Apesar de baseados em evidências, isso não significa que os exemplos levarão a decisões precisas, confiáveis ou justas. É preciso fazer a regulação desde o início, desde a criação do modelo, da coleta dos dados e exemplos até o momento da aplicação do modelo.” O objetivo deve ser propiciar correção, justiça, não discriminação, transparência e credibilidade, disse.</p>
<p>Mendes comentou a carta aberta “<a href="https://futureoflife.org/open-letter/pause-giant-ai-experiments/">Pause the Giant AI Experiments</a>” (interrompam os experimentos de IA de grande porte), divulgada pelo <a class="external-link" href="https://futureoflife.org/">Instituto Futuro da Vida</a> em 22 de abril e já com mais de 27 mil assinaturas, entre as quais as de empresários do mundo tecnológico, pesquisadores de IA e personalidades da cultura, como Elon Musk (dono do Twitter e outras empresas e ex-integrante da OpenAI), Yoshua Bengio (cientista da computação vencedor do Prêmio Turing), Steve Wozniak (cofundador da Apple) e Yuval Noah Harari (autor de “Homo Sapiens”).  A carta insta os laboratórios de IA a paralisarem imediatamente e por ao menos seis meses o treinamento de sistemas de IA mais potentes do que o GPT-4, versão atual do sistema generativo da OpenAI.</p>
<p><strong>Riscos triviais</strong></p>
<p>Segundo ela, mais do que os riscos que sempre abundaram na ficção científica, com robôs controlando o mundo, por exemplo, “hoje deve-se pensar em riscos mais triviais, que podem sim afetar a Humanidade”. É preciso garantir que esses sistemas “funcionem de acordo com nossas expectativas, produzindo dados corretos e de forma segura, como toda inovação responsável”.</p>
<p>O que a proposta de regulação pleiteia são padrões mínimos de segurança, qualidade de dados, transparência e garantia dos direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, disse. “Sabemos que os sistemas falham, então, se falham, precisam de intervenção humana. Embora os sistemas sejam muito complexos, os pleitos da proposta são extremamente simples.”</p>
<p>Apesar de várias normas, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Marco Civil da Internet, o fato é que as leis atuais ainda não dão conta dos desafios colocados pela IA, afirmou. “A LGPD aplica-se apenas a dados pessoais e não seria possível aplicá-la, pois os sistemas generativos podem ser alimentados por outros dados, além dos pessoais.”</p>
<p><strong>Pilares da proposta</strong></p>
<p>Os dois principais objetivos da proposta são, segundo Mendes, estabelecer e garantir direitos para todos os afetados e, ao mesmo tempo, estabelecer um sistema de governança com regras claras e padrões mínimos, garantindo a segurança jurídica para que os sistemas de IA possam se desenvolver. A proposta possui cinco pilares:</p>
<ul>
<li>Princípios</li>
<li>Direitos</li>
<li>Categorização de risco</li>
<li>Medidas de governança</li>
<li>Supervisão e responsabilização</li>
</ul>
<p>Em relação aos princípios, há inclusive aspectos baseados em documentos internacionais, como os de autoria da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Unesco.</p>
<p>Eles incluem: não discriminação; transparência e explicabilidade; confiabilidade dos sistemas da IA; devido processo legal e contestabilidade; participação humana no ciclo de IA e supervisão humana eficaz; responsabilidade e atribuição de responsabilidade a uma pessoa, jurídica ou natural; prevenção e mitigação de riscos sistêmicos.</p>
<p>Uma grande diferença da proposta brasileira, disse, é o capítulo sobre direitos. “Seria impossível pensar em legislação de IA sem atribuir direitos às pessoas afetadas e retirando o Judiciário de sistema de aplicação da lei, que é o que acontece quando não há direitos estabelecidos.”</p>
<p>Entre os direitos definidos na proposta estão: o de receber informações prévias sobre interações com sistemas de IA; direito à explicação; direito de impugnar decisões que produzam efeitos jurídicos ou impactem significativamente os interesses da parte afetada; direito à determinação e participação humana nas decisões de IA, levando em consideração o contexto e o estado da arte do desenvolvimento tecnológica; direito à não discriminação; e direito à privacidade e proteção de dados pessoais.</p>
<p>Quanto à categorização de risco, ela remeteu às preocupações manifestadas por Virgílio de Almeida, no início do seminário.</p>
<p>Mendes informou que o art. 13 do anteprojeto de lei diz que, antes de ser colocado no mercado, todo sistema precisa passar por uma avaliação preliminar. “Essa não é a avaliação de risco. A avaliação de risco só vai ser necessária depois da avaliação preliminar e se o sistema for considerado de alto risco.”</p>
<p>Em relação às medidas de segurança, Mendes explicou que elas tratam de procedimentos a serem cumpridos, em especial pelos provedores de sistemas de alto risco, “embora também haja algumas medidas que se aplicam de forma horizontal a qualquer sistema”.</p>
<p><strong>Medidas de governança</strong></p>
<p>O quarto pilar da proposta são as medidas de governança aplicáveis a sistemas de alto risco. São elas, segundo Mendes:</p>
<ul>
<li>documentação;</li>
<li>utilização de ferramentas de registro automático do funcionamento do sistema, de forma a permitir a avaliação da sua precisão e robustez;</li>
<li>realização de testes para avaliar os níveis adequados de confiabilidade, de acordo com o setor e o tipo de aplicação do sistema, incluindo testes de robustez, exatidão, precisão e abrangência;</li>
<li>medidas de gerenciamento de dados para mitigar e prevenir vieses discriminatórios;</li>
<li>adoção de medidas técnicas para possibilitar a explicabilidade.</li>
</ul>
<p>Sobre a supervisão e responsabilização, ela ressaltou que todo sistema exige sanções previstas num arcabouço de supervisão. Destacou que a comissão propôs nas audiências públicas a criação de um órgão de supervisão, que funcionaria sobretudo como um aparato de coordenação.</p>
<p>“Sabemos que as agências reguladoras exercem um papel importante nesse papel, caso da Anatel e da Anel, entre outras. No entanto, a única forma de garantir direitos, como padrões e interpretação harmônica da legislação, seria garantir a existência de um órgão que coordenasse toda a aplicação da lei.”</p>
<p>A comissão também previu um artigo aplicável a sistemas generativos como o ChatGPT, que são definidos como de propósito geral. São considerados desse tipo aqueles utilizados nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>aplicação como dispositivos de segurança na gestão e no funcionamento de infraestruturas críticas, tais como controle de trânsito e redes de abastecimento de água e eletricidade;</li>
<li>educação e formação profissional, incluindo sistemas de determinação de acesso a instituições de ensino e de formação profissional ou para avaliação e monitoramento de estudantes;</li>
<li>área de emprego, gestão de trabalhadores e acesso ao emprego por conta própria, recrutamento, avaliação de candidatos e de desempenho, promoções etc.;</li>
<li>acesso a serviços públicos essenciais, incluindo elegibilidade de pessoas a serviços de assistência e de seguridade;</li>
<li>avaliação da capacidade de endividamento das pessoas naturais ou estabelecimento de sua classificação de crédito;</li>
<li>envio ou estabelecimento de prioridade para serviços de resposta a emergências, incluindo bombeiros e assistência médica;</li>
<li>administração da justiça, incluindo sistemas que auxiliem autoridades judiciárias na investigação dos fatos e na aplicação da lei.</li>
</ul>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eduardo-gomes-24-4-23" alt="Eduardo Gomes - 24/4/23" class="image-left" title="Eduardo Gomes - 24/4/23" /></p>
<p><strong>Impacto eleitoral</strong></p>
<p>Como exemplo de preocupação com possíveis efeitos negativos do uso de sistema de IA, o senador Eduardo Gomes, umas das lideranças na discussão sobre a temática no Congresso Nacional, manifestou que, sem o devido controle, uma ferramenta desse tipo “pode interferir fortemente num resultado eleitoral”.</p>
<p>“Um candidato que tem uma certa base eleitoral e uma certa bandeira política pode ter sua proposta de candidatura atacada 48 horas antes da eleição. Não haverá nada no mundo que o livre da derrota.”</p>
<p>Para ele, “é muito ampla a possibilidade de benefícios ou de estragos - no caso de falta de controle - que a IA pode trazer”.</p>
<p>Quanto ao encaminhamento da discussão e avaliação da regulação da IA no Congresso Nacional, disse que o Legislativo não pode errar, ainda que trabalhe numa velocidade diferente da de outros fóruns. “A coisa mais difícil no Congresso é fazer uso da simplicidade para formular legislação. O Congresso avança muito quando aprova bons projetos, mas avança muito mais quando deixa de aprovar projetos ruins.”</p>
<p>Para ele, a lei sobre IA terá de ter "uma base muito forte, ser muito simples e ter a possibilidade de regulamentação periódica ou alguma coisa que fortaleça a autoridade ou até a instrução do que estamos discutindo, que é a utilização de dados confiáveis e não confiáveis”.</p>
<p>Gomes destacou a ligação do tema com outras questões legislativas, como o Projeto de Lei sobre fake news (PL 2.630/20). Adiantou que o Senado analisa a criação de uma Comissão sobre Comunicação e Direito Digital, que deverá analisar a proposta de regulação da IA. “O Congresso precisa se debruçar sobre o tema, pois não está evidente a estrutura de fiscalização e regulação” exigida pela área.</p>
<p>O trabalho da comissão de juristas foi destacado por Gomes, que frisou a necessidade de que a proposta seja enriquecida com contribuições de outros agentes da sociedade que têm solicitado participação, segundo o senador.</p>
<p>Maximiliano Martinhão, que além de integrante do Ministério das Comunicações é também membro do CGI.br, disse que o tema da IA nunca esteve tão presente em diferentes áreas do governo quanto na atual gestão federal, “o que denota seu impacto”.</p>
<p>Para ele, os casos de racismo, deep fake, processos de seleção discriminatórios, produção e difusão de discursos de ódio, interação inadequada com crianças e outros mal usos da IA “não permitem uma postural liberal, que deixe a tecnologia avançar para depois regulá-la quando extremamente necessário”.</p>
<p><strong>Pesquisa no Brasil</strong></p>
<p>Ao falar sobre a capacitação brasileira em IA, Martinhão citou algumas discussões promovidas pelo CGI.br. A primeira foi no Instituto Alan Turing, em Londres, Reino Unido, em 2019. “Foi gratificante saber que o pessoal do instituto reconhece que a pesquisa brasileira na área está no nível mundial em termos de competência e capacidade”, disse. Existe no mundo uma corrida para liderar aspectos cruciais da IA, o que trará “vantagens comparativas para os líderes e impacto na soberania de muitos países”, afirmou.</p>
<p>Ele comentou duas outras parcerias do CGI.br. Uma delas foi com a USP e a Unesco num evento regional sobre IA, em 2019. Outra foi estabelecida com a Fapesp e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e possibilitou a criação de seis Centros de Tecnologia Aplicada em Inteligência Artificial.</p>
<p>Com previsão de 5 anos de atuação, os centros foram contratados com investimento total (público e privado) no valor de R$ 20 milhões. Eles estão situados no campus da USP em São Carlos (saúde, educação, meio ambiente e cidades inteligentes), na Unicamp (diagnóstico médico), no Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo (indústria), na UFMG (saúde e epidemias), no Senai Cemat (indústria 4.0) e na UFC (internet das coisas em prevenção e tratamento de doenças).</p>
<p>Ele lembrou que desde de 2021 o governo federal conta com a <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/transformacaodigital/arquivosinteligenciaartificial/ebia-documento_referencia_4-979_2021.pdf">Estratégia Brasil em Inteligência Artificial (Ebia),</a> cujo objetivo é “potencializar o desenvolvimento e a utilização da tecnologia com vistas a promover o avanço científico e solucionar problemas concretos, identificando áreas prioritárias nas quais há maior potencial de obtenção de benefícios”, de acordo com a apresentação do documento. O mais interessante, disse Martinhão, é que o documento traz eixos transversais, como as questões de governança, necessidade de legislação e cooperação internacional.</p>
<p>Ele frisou que a IA tem sido tratada no mundo a partir de alguns princípios. “Na OCDE, a prerrogativa é o respeito aos direitos humanos e ao Estado de Direito. Na União Europeia, recentemente, a discussão deu-se quanto a accountability e explicabilidade.” Em relação a isso, lembrou que um dos países europeus [Itália] impôs recentemente restrições ao ChatGPT por não explicitar como trata dados pessoais.</p>
<p>Martinhão também comentou a carta aberta do Instituto Futuro da Vida em defesa da moratória por seis meses no desenvolvimento de ferramentas de IA de grande porte, como o GPT-4: “A medida não parece excessiva diante de possíveis riscos. Precisamos ter uma avaliação prévia antes da continuidade dos projetos, para dimensionar quais são os riscos e consequências da implementação dessas ferramentas”.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maximiliano-martinhao-24-4-23" alt="Maximiliano Martinhão - 24/4/23" class="image-right" title="Maximiliano Martinhão - 24/4/23" /></p>
<p><strong>Área regulatória</strong></p>
<p>Servidor de carreira Anatel, uma agência reguladora, ele afirmou que a área regulatória não existe para ser o calo do setor privado, mas sim para defender os interesses de toda a sociedade. “Por isso é preciso entender que uma tecnologia traz uma série de consequências, podendo levar ao monopólio, prejudicando a concorrência e a livre iniciativa, e considerar que o mercado nem sempre consegue se autorregular”, disse.</p>
<p>“A sociedade deve atentar para fato de que podem acontecer práticas predatórias, barreiras de entrada, aquisição de concorrentes, manipulação de algoritmos, concentração de dados em determinada organização e acentuação de desigualdades sociais”, afirmou.</p>
<p>Segundo ele, mais de 10% dos domicílios brasileiros ainda não tem acesso à internet. “O mesmo pode acontecer com a inteligência artificial, com um custo de US$ 20 por mês para desfrutar de mais recursos de uma plataforma. As pessoas pagam em média R$ 17,00 para carregar o celular pré-pago, como iriam pagar R$ 100,00 num serviço de IA?”</p>
<p>Ao final das exposições, Virgílio Almeida reforçou o alerta sobre dois pontos. O primeiro refere-se às big techs: “O que antevemos é uma concentração maior de poder, e completamente fora do Brasil. Não temos infraestrutura computacional e de dados para processamento dessas questões. Não temos uma política pública para organizar os dados brasileiros, armazenados em bancos do IBGE, do Sistema Único de Saúde e de outros organismos”.</p>
<p>O segundo ponto ressaltado por ele é a necessidade de atenção para o impacto da IA no emprego: “Não podemos caminhar numa direção que não ajude a elevar o nível de emprego e a torná-lo o mais qualificado possível”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Legislação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-08T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas discutem importância da regulação da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy, da FDRP, e Evandro Ruiz, da FFCLRP, são os entrevistados do USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-27c00819-7fff-ff7f-17b6-d24d5c45f5ff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome62.png/@@images/f9509993-c083-475d-ad57-599f61c8495e.png" alt="" class="image-left" title="" />Estabelecer uma legislação para o uso de ferramentas que envolvam inteligência artificial tem sido um tema bastante discutido em vários países, inclusive no Brasil. Afinal, por que é tão importante ter essa regulação? Para debater essa questão, o USP Analisa conversa com os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, Cristina Godoy, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, embora já existam algumas leis que podem ser usadas para regular essa tecnologia, ainda existem pontos que não são cobertos por elas. “A gente tem normas jurídicas que podem dirimir alguns problemas, alguns casos que surgem do uso da inteligência artificial, aplicações, sistemas. Temos a Lei Geral de Proteção de Dados, o Marco Civil da Internet, a legislação sobre propriedade intelectual, o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil. Então há um arcabouço relativamente vasto e adequado para dirimir a maior parte dos casos. Só que existem lacunas. A gente está numa fase agora de identificação dessas lacunas para, aí sim, pensarmos o que devemos regular, mas sem ter uma sobreposição com as outras normas. Senão vai ficar uma legislação muito repetitiva e acaba esvaziando o próprio objetivo da norma”, explica a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que a Computação não é mais tão independente do Direito como já foi no passado, até porque ela está envolvida em diversos aspectos da vida cotidiana. Por isso, embora muitos profissionais da área não gostem da ideia de uma regulação por considerá-la uma intromissão, ela é, sim, necessária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não tem que pensar com os olhos da tecnologia, a gente tem que pensar com um olho de humano, o que o humano - na sua capacidade de pensar, de abstrair, de construir - pode fazer com aquela tecnologia. Então não é um cerceamento, um freio na tecnologia. São eventualmente contornos, barreiras que a gente, como indivíduo, construtor, partícipe daquela tecnologia, precisa pensar em obedecer para que aquilo entre na sociedade de uma maneira construtiva”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina e Evandro também integram o </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudo Direito e Tecnologia - TechLaw</span></a><span> do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-02T14:11:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-direitos-autorais-no-contexto-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas abordam direitos autorais no contexto da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-direitos-autorais-no-contexto-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Segundo professores entrevistados pelo USP Analisa, debate passa pela qualidade da propriedade intelectual, que pode até inviabilizar novas tecnologias</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-42815057-7fff-362d-1328-7707a2b60d0c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome70.png/@@images/5417906f-e794-424b-a254-c92d807bbf60.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a possibilidade de utilizar ferramentas como o Chat GPT para criar textos e imagens, o debate sobre regulação da inteligência artificial passou a incluir também o campo da propriedade intelectual. Afinal, esses mecanismos utilizam bancos de dados e são capazes de copiar estilos de artistas. Para entender como ficam os direitos autorais diante desse cenário, o USP Analisa conversa com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cristina Godoy, e com o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, existe um debate em torno da qualidade da propriedade intelectual. Ela lembra o caso de uma fabricante de celulares que tentou registrar a patente de determinados movimentos dos dedos dos usuários nas telas dos dispositivos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Há propriedades intelectuais de baixa qualidade, que a gente não deveria proteger, porque na realidade inviabilizam novas tecnologias e competidores, e tem aquelas de boa qualidade. Então vamos utilizar o mesmo sistema de análise. Realmente é uma cópia daquela obra de arte ou é um texto que é a cópia daquele romance? Se foi, acredito que o Direito vai tender a responsabilizar quem usou o Chat GPT. Porque você é responsável pelo conteúdo e pela obra que produz”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2023-06-30T18:58:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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