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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/programa-cerebro-ativo-contribuicao-dos-videojogos-no-combate-ao-etarismo-na-perspectiva-do-paradigma-das-cidades-mil-13-10-2025">
    <title>Programa Cérebro Ativo: Contribuição dos Videojogos no Combate ao Etarismo na Perspectiva do Paradigma das Cidades MIL - 13/10/2025</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-19T21:22:33Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/maus-tratos-a-idosos-uma-abordagem-vitimologica">
    <title>Maus-tratos a idosos: uma abordagem vitimológica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/maus-tratos-a-idosos-uma-abordagem-vitimologica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">O Grupo de Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa promovem no dia 5 de novembro, a partir das 14h, a conferência “Maus-tratos a idosos: uma abordagem vitimológica”.</p>
<p dir="ltr">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://forms.gle/AL94yfBz1VXnUzPJA" target="_blank">neste link</a>. O evento é exclusivamente on-line e terá transmissão pelo <a class="external-link" href="https://youtube.com/live/N5hSRTkF_Oo">canal do IEA-RP no YouTube</a> e pela <a href="https://www.facebook.com/usp.iearp" target="_blank">página do Polo no Facebook</a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado durante a conferência no chat de ambas as ferramentas.</p>
<p dir="ltr">O palestrante será o professor da Universidad San Jorge e da Universidade do Porto, Jorge Gracia Ibáñez. Ele vai abordar a violência doméstica contra idosos, fenômeno ainda com pouca visibilidade social e que, segundo o docente, é reflexo de uma sociedade idadista, ou seja, que discrimina com base na idade. Ibáñez vai analisar o tema a partir de uma abordagem vitimológica que abrange múltiplas dimensões - jurídica, social, de saúde pública, entre outras - com especial atenção para a perspectiva de gênero.</p>
<p dir="ltr">Jorge Gracia Ibáñez é docente de Direito e Criminologia na Universidad San Jorge, em Zaragoza, Espanha, e de Criminologia na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, em Portugal. É também pesquisador no Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça, da Universidade do Porto; no grupo Visiones Interdisciplinares del Patrimonio, da Universidad San Jorge; e no Laboratorio de Sociología Jurídica, da Universidad de Zaragoza. Suas áreas de pesquisa incluem violência de gênero, maus-tratos a pessoas idosas, discriminação e vulnerabilidade, direitos humanos, políticas de assistência a vítimas, e relação entre cinema e Direito.</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-30T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-maus-tratos-a-idosos">
    <title>Conferência on-line discute maus-tratos a idosos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-discute-maus-tratos-a-idosos</link>
    <description>Evento é promovido pelo Grupo de Criminologia Experimental do IEA-RP em parceria com a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-008bcd8d-7fff-a589-e132-27caae24ad62"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Maustratosaidosos.png/@@images/07d48328-3688-4da3-8c7f-8822fd6aca56.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa promovem no dia 5 de novembro, a partir das 14h, a conferência “Maus-tratos a idosos: uma abordagem vitimológica”.</span></p>
<p dir="ltr">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://forms.gle/AL94yfBz1VXnUzPJA"><span>neste link</span></a>. O evento é exclusivamente on-line e terá transmissão pelo <a class="external-link" href="https://youtube.com/live/N5hSRTkF_Oo">canal do IEA-RP no YouTub</a>e e pela <a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do Polo no Facebook</span></a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado durante a conferência no chat de ambas as ferramentas.</p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor da Universidad San Jorge e da Universidade do Porto, Jorge Gracia Ibáñez. Ele vai abordar a violência doméstica contra idosos, fenômeno ainda com pouca visibilidade social e que, segundo o docente, é reflexo de uma sociedade idadista, ou seja, que discrimina com base na idade. Ibáñez vai analisar o tema a partir de uma abordagem vitimológica que abrange múltiplas dimensões - jurídica, social, de saúde pública, entre outras - com especial atenção para a perspectiva de gênero.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jorge Gracia Ibáñez é docente de Direito e Criminologia na Universidad San Jorge, em Zaragoza, Espanha, e de Criminologia na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, em Portugal. É também pesquisador no Centro de Investigação Interdisciplinar em Justiça, da Universidade do Porto; no grupo Visiones Interdisciplinares del Patrimonio, da Universidad San Jorge; e no Laboratorio de Sociología Jurídica, da Universidad de Zaragoza. Suas áreas de pesquisa incluem violência de gênero, maus-tratos a pessoas idosas, discriminação e vulnerabilidade, direitos humanos, políticas de assistência a vítimas, e relação entre cinema e Direito.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-30T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-sustentavel">
    <title>Simpósio internacional debate envelhecimento sustentável e saúde planetária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-sustentavel</link>
    <description>De 27 a 30 de novembro, realiza-se o 1º Simpósio Internacional sobre Envelhecimento Sustentável e Saúde Planetária. O encontro será online e terá como tema Cuidados Integrados à Pessoa Idosa: Construindo o Caminho para o Envelhecimento Sustentável e a Saúde Planetária.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arvore-terra" alt="Árvore-Terra" class="image-right" title="Árvore-Terra" />De <strong>27 a 30 de novembro</strong>, realiza-se o <i>1º Simpósio Internacional sobre Envelhecimento Sustentável e Saúde Planetária</i>. O encontro será online e terá como tema Cuidados Integrados à Pessoa Idosa: Construindo o Caminho para o Envelhecimento Sustentável e a Saúde Planetária.</p>
<p>Para acompanhar o simpósio pela internet é preciso efetuar inscrição prévia em <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf13VnZpz-7_KzkMlU_ujVISe6U2uUw1xu4qtN02pgtcFQZKA/viewform" target="_blank">formulário online</a>. Estão previstas exposições em português, espanhol e inglês (sem tradução) [veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cuidados-integrados-pessoa-idosa#programacao" class="external-link">programação</a>].</p>
<p>Com a presença de pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, França, Canadá, Reino Unido e México, o encontro destina-se a promover o debate sobre a capacidade intrínseca (CI) e a estratégia de atenção à saúde da pessoa idosa, de modo a fomentar ações que contribuam para o atingimento dos <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> e da saúde planetária.</p>
<p><span>O conceito de CI foi proposto em 2015 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e compõe-se de </span><span>todas as capacidades físicas e mentais de um indivíduo, avaliadas a partir de cinco domínios: cognição, humor, locomoção, vitalidade e aptidão sensorial</span><span>.</span></p>
<p>Os organizadores do encontro  ressaltam que a CI é um dos fatores que podem favorecer ou limitar o envelhecimento sustentável. No entanto, “embora a CI seja um determinante de envelhecimento bem-sucedido, a translação desse conhecimento para o envelhecimento sustentável e para a saúde planetária ainda é escassa”.</p>
<p>O simpósio discutirá também aspectos como o envelhecimento em países de baixa e média renda, a implementação da <a href="https://iris.paho.org/handle/10665.2/51974">Atenção Integrada para os Idosos</a> (Icope, na sigla em inglês) em vários países, o engajamento de profissionais de saúde no cuidado sustentável de idosos e a criação de cidades inclusivas para pessoas idosas.</p>
<p>A organização do simpósio é do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico">Programa Ano Sabático</a> e do <a href="http://saudeplanetaria.iea.usp.br/pt/" target="_blank">Grupo de Estudo em Saúde Planetária</a> do IEA, em parceria com o <a href="https://napenv.fmrp.usp.br/apresentacao/" target="_blank">Núcleo de Pesquisas sobre o Envelhecimento e o Idoso</a> (Napenv) da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI). Os apoiadores são: a PRPI; o Núcleo Interprofissional de Investigação em Cuidado no Envelhecimento e o Programa de Pós-graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto (Proesa) da Escola de Enfermagem (EE) da USP; a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG); a Associação Brasileira de Enfermagem-Seção São Paulo; o CNPq; e a Capes.</p>
<p>A sessão do dia 30 será dedicada a reunião de pesquisa exclusiva para integrantes do Napenv.</p>
<hr />
<p><i><strong>1º Simpósio Internacional sobre Envelhecimento Sustentável e Saúde Planetária</strong><br />27 a 30 de novembro<br />Evento online público e gratuito - Requer <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf13VnZpz-7_KzkMlU_ujVISe6U2uUw1xu4qtN02pgtcFQZKA/viewform" target="_blank">inscrição prévia<br /></a>Exposições em português, espanhol e inglês (sem tradução)<br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cuidados-integrados-pessoa-idosa" class="external-link">Página do simpósio </a></i></p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Imagem: Montagem de Renata Ferreti-Rebustini</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geriatria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gerontologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-21T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-discute-desafios-e-avancos-da-doenca-de-alzheimer">
    <title>Mesa-redonda discute desafios e avanços da doença de Alzheimer</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-discute-desafios-e-avancos-da-doenca-de-alzheimer</link>
    <description>Evento é promovido pelo Grupo de Estudos Rede CienArtES do IEA-RP em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Fisiologia da FMRP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e50fdf6d-7fff-3ea3-84f2-a6476a04ad8a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DoenadeAlzheimerondeestamos800x530.png/@@images/604f9d03-c14d-42e7-9446-372f8e6ae04f.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Rede Ciência, Arte, Educação e Sociedade (CienArtES), do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, e o Programa de Pós-Graduação em Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP promovem no dia 11 de maio, a partir das 17h, a mesa-redonda </span><span><b>Doença de Alzheimer: onde estamos? - Principais limitações e avanços clínico-científicos na luta contra essa demência</b></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento é exclusivamente presencial e será realizado no Espaço de Eventos do IEA-RP.  As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/fVEKqFTqZGsPfCVW9"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado para os participantes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão a doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Neurociências da FMRP-USP Suélen Santos Alves, o médico e professor do Centro Universitário Barão de Mauá Guilherme Riccioppo Rodrigues e a doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP Gabriela Lima. A moderação é do coordenador do Grupo de Estudos Rede CienArtES, Norberto García-Cairasco.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles vão explicar a dificuldade em estabelecer um diagnóstico correto da doença, a evolução do quadro clínico com perda progressiva da funcionalidade, presença de sintomas neuropsiquiátricos, tratamento, sobrecarga do cuidador, apoio social e o avanço nas pesquisas científicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A doença de Alzheimer é uma desordem neurodegenerativa progressiva incurável </span><span>e altamente debilitante, o que a torna um grave problema de saúde pública. Segundo estimativas da Alzheimer’s Disease International, sediada no Reino Unido, até 2030, 74,7 milhões de pessoas em todo o mundo serão portadoras dessa doença. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que 1,2 milhão de pessoas têm a doença e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A mesa-redonda integra a programação atrelada à exposição </span><span><b>43 Anos de Neurociência &amp; Arte: Construindo Pluriversos – Integrando Múltiplos Saberes</b></span><span>, na qual o coordenador do Grupo de Estudos Rede CienArtES, Norberto García-Cairasco, apresenta pinturas, desenhos e esculturas que compõem um retrato resumido da vivência plena de seus 43 anos como educador e cientista na área da neurociência. A mostra pode ser visitada até 19 de maio no Espaço Cultural do IEA-RP. Mais informações </span><a href="https://rp.iea.usp.br/exposicao-no-iea-rp-aborda-neurociencia-e-arte/"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre a Rede CienArtES</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Rede Ciência, Arte, Educação e Sociedade: CienArtES tem como metas a realização de eventos, tais como simpósios (nacionais e internacionais), mesas-redondas, debates e eventos de divulgação científica que considerem, da maneira mais abrangente e democrática possível, os múltiplos saberes, os aspectos da Ciência, da Neurociência e Fisiologia Integrativas, associadas às Artes, à Filosofia, à História e a todos os aspectos da Educação. </span><span>Mais informações: </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/rede-cienartes">rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/rede-cienartes</a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-05T18:02:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores">
    <title>Envelhecimento saudável depende da qualidade do ambiente urbano, avaliam pesquisadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-saudavel-depende-da-qualidade-do-ambiente-urbano-avaliam-pesquisadores</link>
    <description>O envolvimento ativo na vida em sociedade, a prevenção de doenças e o bom funcionamento cognitivo e físico são fundamentais para garantir o envelhecimento com saúde, segundo pesquisadores no evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-126a0601-7fff-cfee-5ab6-ebce2192598c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Envelhecimento-saudavel-Prefeitura-municipal-de-Jundiai.png/image" alt="Envelhecimento saudável" title="Envelhecimento saudável" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O exercício físico está entre as práticas do envelhecimento ativo (Foto: Prefeitura de Jundiaí)</dd>
</dl>A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que até 2050 a população com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas em todo o planeta. Com uma transição demográfica dessa escala, diversas pesquisas buscam entender como é possível promover o envelhecimento saudável, que pressupõe baixa chance de doença, bom funcionamento cognitivo e físico e envolvimento ativo na vida em sociedade.</span></p>
<p><span><br />O evento "Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano", que aconteceu no dia 8 de março, debateu o papel do ambiente urbano nesse desafio e propostas para torná-lo mais saudável e amigável à população idosa. O encontro foi organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude">Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</a><span>, do IEA.</span></p>
<p><span><strong>Ambiente amigável</strong></span></p>
<p>Para entender como os ambientes físico e social influenciam o envelhecimento saudável, o conferencista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-herick-de-sa" class="external-link">Thiago Hérick de Sá</a> destacou que é preciso considerar que o processo de urbanização não ocorre de forma homogênea, tanto entre países como dentro das próprias populações. "Nas cidades brasileiras, temos uma trajetória ascendente, uma urbanização rápida, desigual e muitas vezes descontrolada. Nos dá um paralelo do que acontece em muitas cidades da África e da Ásia", em países como Gana e Bangladesh, afirmou. Esse fator tem influência no próprio planejamento urbano e na construção de cidades mais humanizadas. Thiago é doutor em nutrição pública pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e trabalha com ambiente urbano saudável no departamento Age-Friendly Environments da OMS.</p>
<p><span>Uma comparação da OMS entre a expectativa de vida das pessoas existentes e a expectativa de vida ao nascer de novas pessoas do ano 2000 a 2019 mostra que estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Segundo Thiago, alguns fatores que determinam o ambiente e o contexto em que os indivíduos vivem são: lar e infraestrutura; as relações sociais; atitudes e valores; e as políticas sociais e de saúde.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<div><strong>Notícia</strong></div>
<div>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades" class="external-link">Grupo estuda relações entre saúde e contexto geográfico das cidades</a></li>
</ul>
</div>
<div><span id="docs-internal-guid-9ad8ced6-7fff-163d-c311-b5f3e4bdb1a0"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-estudara-as-relacoes-entre-a-saude-e-o-contexto-geografico-das-cidades"><span><br /></span></a></span></div>
<div><strong><strong>Eventos<br /></strong><br />"Envelhecimento Saudável e Ambiente Urbano"</strong></div>
<div><span id="docs-internal-guid-ffb8a209-7fff-2ea4-a491-3f83473d2a6f"> 
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/envelhecimento-saudavel-e-ambiente-urbano" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<div><br /><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><strong>"Covid-19 e Urbanidade: Aprendizados e Perspectivas Futuras"</strong><br /> 
<ul>
<li><span id="docs-internal-guid-37537dfb-7fff-a2e1-84d2-8002042335d0"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2021/covid-19-e-urbanidade-aprendizados-e-perspectivas-futuras" class="external-link">Vídeo</a></span></li>
</ul>
</span></div>
</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><span>Ele </span><span>expôs dois conceitos para entender o impacto do ambiente nas pessoas: a capacidade intrínseca – que diz respeito às capacidades do indivíduo que tendem a se perder com o envelhecimento, como a capacidade de andar; e a capacidade funcional – que corresponde às capacidades intrínsecas associadas ao que o ambiente pode oferecer, como tecnologias assistivas, transporte público acessível, modificações habitacionais e assistência pessoal para as atividades diárias.</span></span></p>
<p><span><span> </span>Um ambiente amigo do envelhecimento saudável seria, portanto, "um ambiente que promove o envelhecimento saudável e ativo ao longo da vida e que permite que você prolongue as suas capacidades intrínsecas e garanta suas capacidades funcionais até o fim da vida", pontuou. De acordo com a OMS, as cidades e comunidades amigas das pessoas idosas precisam de atividades que perpassem domínios relacionados aos serviços públicos, serviços municipais, e aos ambientes físico e social.</span></p>
<p><span>Isso quer dizer que, ao sair de casa e caminhar até o mercado, uma pessoa idosa deve poder encontrar habitações acessíveis, bairros seguros, bancos para descansar, banheiros públicos, calçadas e travessias disponíveis por toda a parte, serviços de suporte, transporte público acessível e atendentes receptíveis. A OMS mantém um registro de cidades amigáveis pelo mundo, e é possível </span><a href="https://extranet.who.int/agefriendlyworld/submit-afp/">inscrever as ações</a><span> praticadas em cada local.</span></p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-5bb75293-7fff-2c41-6f8f-b5b507b0e529"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lais-fajersztajn" class="external-link">Laís Fajersztajn</a>, membra da Latin American and Caribbean Consortium on Dementia e pesquisadora do IEA, apresentou um trabalho em andamento que busca entender a relação entre local de moradia (distância das vias de tráfego intenso) e patologias do cérebro relacionadas ao envelhecimento, como problemas cognitivos e a doença de Alzheimer. O estudo foi realizado com o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e outros colaboradores em parceria com o banco de cérebros da faculdade. As amostras são de pessoas falecidas com mais de 50 anos que entraram no banco do cérebro da FMUSP entre 2004 e 2013.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de apresentar limitações, como falta de dados sobre o tempo de moradia, Laís afirmou que o estudo não mede exatamente a poluição do ar, mas sim uma série de condições do ambiente que influenciam os resultados, bem como questões socioeconômicas, pois o tempo despendido no trânsito (daqueles que moram mais longe das grandes vias de tráfego) para deslocamento seria um fator importante no contato com a carga de poluição. Segundo a doutora em </span><span>ciências pela FM-USP, </span><span>os resultados preliminares mostram um indício forte de que o ambiente está influenciando a cognição dos idosos em São Paulo.</span></p>
<p><span><strong>Sentido do envelhecimento</strong></span></p>
<p><span>Saldiva acredita que em cidades grandes há o benefício da invisibilidade, que pode corresponder a uma certa liberdade de viver sem julgamentos. Com o tempo, essa invisibilidade pode se tornar uma "maldição", conforme se perdem laços e redes de suporte físico e emocional ao envelhecer. Para ele, uma cidade saudável é aquela que dá sentido para o cidadão acordar no dia seguinte, independentemente de sua vulnerabilidade.</span></p>
<p><span>"Se a saúde é desigual no mundo, em todos os indicadores, talvez o maior nível de desigualdade se encontre nos idosos de regiões pobres em relação aos mais ricos", apontou Saldiva.</span></p>
<p><span>Para o professor, além das políticas públicas citadas, seria preciso identificar as redes de colaboração social da microcomunidade, ou seja, de que forma as comunidades "sobrevivem às vicissitudes da vida" e estabelecem ajuda mútua, principalmente quando há falta de políticas públicas. Da mesma forma, "a questão da regulamentação do trabalho urbano compromete o sentido da sua vida quando ele passa a ser pagar boleto e trabalhar longas horas sem que você possa cuidar de si e das pessoas que você gosta e investir na sua própria saúde", afirmou Saldiva.</span></p>
<p><span><strong>Envelhecimento ativo</strong></span></p>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEBSaldiva-Ligia-e-Thiago-Herick-de-Sa-Envelhecimento-Saudavel.png/image" alt="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" title="Paulo Saldiva, Lígia Vizeu e Thiago Hérick de Sá" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Da esquerda para a direita: Paulo Saldiva, Thiago Hérick de Sá e Ligia Vizeu com conferencistas em transmissão</dd>
</dl>O envelhecimento ativo foi conceituado pela OMS, antevendo as mudanças demográficas que o mundo estava sofrendo em razão da longevidade. Segundo </span>Egídio Dorea<span>, doutor em nefrologia pela USP, o termo diz respeito ao fenômeno de envelhecimento social no qual, com o aumento da expectativa de vida, é permitido às pessoas uma maior participação em trabalhos formais e atividades não remuneradas, bem como manter vidas saudáveis, autônomas e independentes. Dorea apontou que esse envelhecimento se baseia em quatro pilares principais: saúde, participação, educação e proteção.</span></p>
<p><span>Um fator importante para o envelhecimento saudável apontado pelo médico é a percepção sobre o próprio envelhecimento, pois uma percepção positiva estimula a adoção de hábitos saudáveis e de controle de doenças. Outro fator é a inclusão digital e aprendizado continuado, como forma de inserção na sociedade atual. Dorea apontou que, no Brasil, a primeira cidade "amiga de todas as idades" é Veranópolis, no Rio Grande do Sul. O projeto começou em 2015 e hoje é uma cidade adaptada à população idosa.</span></p>
<p><span>Carlos Leite, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do IEA, expôs uma pesquisa realizada pelo Mackpesquisa em 2022 sobre as possíveis relações do ambiente construído em São Paulo com o infarto do miocárdio. O estudo demonstrou que as chances de óbitos de pacientes com menos de 60 anos que vivem mais próximos aos equipamentos relacionados a atividades físicas diminuem significativamente em comparação aos que vivem mais longe. Segundo ele, a pesquisa demonstra que se a cidade tivesse equipamentos relacionados a atividades físicas a uma distância média de 1km de seus moradores, teríamos uma cidade mais saudável no que se refere a doenças do coração.</span></p>
<p><span>Como referências para informações sobre cidades amigáveis de todas as idades, Leite indicou os Bapi (Bairros Amigáveis à Primeira Infância), a Fundação Bernard van Leer, holandesa, e o Guia Global: Cidade Amiga do Idoso, da OMS.</span></p>
<p>A coordenação do evento foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Ligia Vizeu Barrozo</a>, professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde.</p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-03-16T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-na-america-latina-e-tema-de-workshop">
    <title>Envelhecimento na América Latina é tema de workshop</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-na-america-latina-e-tema-de-workshop</link>
    <description>Evento é promovido pela SBGTec, pelo The Oxford Institute of Population Ageing e pela LARNA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Slide11.PNG/@@images/0269c470-6c14-4297-8980-7aa2a7e1696f.png" alt="" class="image-left" title="" />A Sociedade Brasileira de Gerontecnologia (SBGTec), em parceria com o T<i>he Oxford Institute of Population Ageing</i> da Universidade de Oxford e com a <i>Latin American Research Network on Ageing</i> (LARNA), promove nos dias 4 e 5 de julho, <span style="float: none; ">no Auditório da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP e no Espaço de Eventos do IEA-RP</span>, o workshop <strong>Envelhecimento na América Latina - crises, debates e paradigmas</strong>.</p>
<p>O evento vai abordar os desafios e oportunidades de uma sociedade que vê crescer a cada ano o número de idosos em sua população. Serão discutidos a subjetividade da velhice, os indicadores do envelhecimento ativo, os desafios econômicos e os aspectos emergentes desse fenômeno na América Latina.</p>
<p>Participam como palestrantes o coordenador da Rede LARNA George Leeson, o vice-coordenador da Rede LARNA Alejandro Klein, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada (IPEA) Ana Amélia Camarano, os docentes da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Carla da Silva Santana Castro e Jair Lício Ferreira, o docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Johannes Doll e o docente da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Wilson José Alves Pedro.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas pelo formulário de inscrição <a class="external-link" href="https://forms.gle/1EwWC97No1vqb3Lx6">neste link</a>. O evento é gratuito para sócios da SBGTec e pessoas acima de 60 anos. Para os demais interessados em participar, o valor é de 120 reais.</p>
<p>O workshop tem o apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, da FMRP-USP, da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas  (FAEPA), <span style="float: none; ">do Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic) </span>e do Conselho Municipal do Idoso.</p>
<p>Mais informações: workshoplarna@gmail.com.</p>
<div><br /> 
<hr />
</div>
<div><strong>Envelhecimento na América Latina - crises, debates e paradigmas<br /></strong><i>4 e 5 de julho<br /><span style="float: none; ">Auditório da FEA-RP e Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/1EwWC97No1vqb3Lx6">Inscrições</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-envelhecimento-na-america-latina-2013-crises-debates-e-paradigmas" class="external-link">Página do evento</a></span><br /></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-13T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-envelhecimento-na-america-latina-2013-crises-debates-e-paradigmas">
    <title>Workshop Envelhecimento na América Latina – crises, debates e paradigmas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-envelhecimento-na-america-latina-2013-crises-debates-e-paradigmas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento vai abordar os desafios e oportunidades de uma sociedade que vê crescer a cada ano o número de idosos em sua população. Serão discutidos a subjetividade da velhice, os indicadores do envelhecimento ativo, os desafios econômicos e os aspectos emergentes desse fenômeno na América Latina.</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><strong>George Leeson (<span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Rede LARNA)<br /></span>Alejandro Klein (<span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Rede LARNA)<br /></span>Ana Amélia Camarano <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(IPEA)<br /></span>Carla da Silva Santana Castro <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(FMRP-USP)<br /></span>Jair Lício Ferreira <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(FMRP-USP)<br /></span>Johannes Doll <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(UFRGS)<br /></span>Wilson José Alves Pedro <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(UFSCar)</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Demografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-12T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/capitalizacao-pode-nao-trazer-rentabilidade-esperada-para-aposentadoria">
    <title>Capitalização pode não trazer rentabilidade esperada para aposentadoria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/capitalizacao-pode-nao-trazer-rentabilidade-esperada-para-aposentadoria</link>
    <description>Segundo programa do USP Analisa sobre reforma da previdência aborda exemplo da transição de regimes de financiamento adotada no Chile</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/money2696238_1920.jpg/@@images/157f31ed-e28d-46e5-96f9-7025fabe350b.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Muitas dúvidas ainda cercam as mudanças propostas na reforma do sistema previdenciário brasileiro. Para discutir e esclarecer algumas dessas questões, o USP Analisa apresenta nesta semana o segundo programa sobre a reforma da Previdência. Participam do debate o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP Luís Eduardo Afonso e o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP Amaury Patrick Gremaud.</p>
<p>Um dos temas abordados será a transição de um sistema de repartição, ou seja, em que os trabalhadores da ativa financiam as aposentadorias, para um sistema de capitalização, no qual cada trabalhador tem uma espécie de poupança individual. Gremaud cita o exemplo do Chile, que era conhecido como um caso positivo de transição, onde inicialmente a rentabilidade dos fundos prometia gerar uma boa aposentadoria para as pessoas.</p>
<p>“Previdência é tempo e no regime de capitalização são 20, 30 anos, dependendo do sistema. A promessa que se tem de capitalizações de 7, 8, 10% em cima dos patrimônios é claramente inverídica porque você não sustenta taxa de juros de 20, 30 anos, nem em um país como o nosso, em que as taxas de juros são altas. É preciso tomar muito cuidado com promessas que se faz a partir de regimes de capitalização porque, depois de algum tempo, essas promessas não são tão verdadeiras”, explica.</p>
<p>Comparando o Brasil a outros países, Afonso afirma que não existe uma fórmula para reformas previdenciárias capaz de resolver todos os problemas. “O que a gente tem são exemplos de mudanças, experiências com mais ou menos êxito em diferentes países, diferentes iniciativas, mas que atacam várias faces desse mesmo problema. A questão da previdência, dado o envelhecimento, tem se colocado para todos os países do mundo, o Brasil não é exceção, nós não estamos sozinhos. A diferença do Brasil para outros países é que essas nações tiveram a capacidade de implantar reformas previdenciárias. A gente fez algumas no passado, mas não na magnitude que era esperada e essa conta vem sendo cobrada hoje”.</p>
<p>O programa vai ao ar nesta quarta (12), às 18h05, com reapresentação no domingo (16), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-12T18:54:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-envelhecimento-da-populacao-e-empreendedorismo">
    <title>Evento discute envelhecimento da população e empreendedorismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-envelhecimento-da-populacao-e-empreendedorismo</link>
    <description>Palestras promovidas pela FMRP-USP vão apresentar projeto do Rio de Janeiro que conecta talentos acima de 40 anos e startups</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hands545394_1280.jpg/@@images/4b4d2ac0-9d0a-492b-af0f-fa1afd87dc17.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />As mudanças trazidas pelo envelhecimento da população mundial já apontam para novos arranjos de empregabilidade dos mais velhos. Pesquisas globais recentes também comprovam que a idade média de um empreendedor à frente de uma startup bem sucedida é de 45 anos, o que abre uma nova oportunidade de trabalho para esse público.</p>
<p>Para discutir as experiências multigeracionais em empreendedorismo e inovação, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP promove no dia 6 de dezembro, a partir das 14h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, o evento <i>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</i>.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/yg6MVxPFBZCbRnRQ2">neste link</a>.</p>
<p>Na ocasião, a pesquisadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e fundadora da startup <i>WeAge</i> Márcia Tavares e a gerente de articulações do Parque Tecnológico da UFRJ Lucimar Dantas vão abordar o funcionamento do projeto <i>40+in</i>, uma iniciativa promovida pela Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ e da startup <i>WeAge</i> para conectar talentos acima de 40 anos com startups que enfrentam desafios para se desenvolver.</p>
<p>O evento é coordenado pelas docentes da FMRP-USP Carla da Silva Santana e Valéria Meirelles Carril Elui, com o apoio do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência <span style="float: none; text-align: left; ">do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP <span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">(FAEPA)</span></span>, da Sociedade Brasileira de Gerontecnologia, da Agência USP de Inovação (AUSPIN), do Supera Parque e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>
<p>Mais informações: iearp@usp.br ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><strong>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo<br /></strong><i>6 de dezembro, 14h<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Salão de Eventos do CeTI-RP/USP<br /><a class="external-link" href="https://goo.gl/forms/0r81AKKbIosWYJZm1">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo" class="external-link">Página do evento</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo">
    <title>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/envelhecimento-inovacao-social-e-empreendedorismo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As mudanças trazidas pelo envelhecimento da população mundial já apontam para novos arranjos de empregabilidade dos mais velhos. Pesquisas globais recentes também comprovam que a idade média de um empreendedor à frente de uma startup bem sucedida é de 45 anos, o que abre uma nova oportunidade de trabalho para esse público.</p>
<p>Para discutir as experiências multigeracionais em empreendedorismo e inovação, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP promove no dia 6 de dezembro, a partir das 14h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP, o evento <i>Envelhecimento, Inovação Social e Empreendedorismo</i>.</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Márcia Tavares<strong> </strong></span>(Coppe-UFRJ/<i>WeAge</i>)<br /><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Lucimar Dantas </span> (Parque Tecnológico da UFRJ)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Empreendedorismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-e-o-tema-de-ieas-para-2018">
    <title>Envelhecimento é o tema de rede mundial de IEAs para 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/envelhecimento-e-o-tema-de-ieas-para-2018</link>
    <description>"Envelhecimento - Vida, Cultura, Civilizações" é o Tópico do Ano de 2018 da rede de Institutos de Estudos Avançados Baseados em Universidades (Ubias).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/idosos" alt="Idosos" class="image-inline" title="Idosos" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Expectativa de vida deve subir cinco anos até 2050</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em 2018, o Tópico do Ano dos IEAs vinculados à rede de Institutos de Estudos Avançados Baseados em Universidades (Ubias, na sigla em inglês) é "Envelhecimento - Vida, Cultura e Civilizações".</p>
<p>Ao escolher um tópico, a Ubias procura identificar um tema de importância global a ser explorado em diferentes atividades e formatos. O objetivo é estimular os pesquisadores dos IEAs a terem novos insights sobre o tema e o estreitamento da comunicação entre os institutos.</p>
<p><strong>Longevidade</strong></p>
<p>Na justificativa da escolha do tópico deste ano, a Ubias destaca que estudos demográficos apontam para um aumento de cinco anos na média da expectativa de vida mundial até 2050. A ampliação da longevidade está associada ao chamado "envelhecimento saudável", ou seja, o acréscimo de mais anos saudáveis à vida.</p>
<p>"Isso sublinha os grandes ganhos em bem-estar associados com as mudanças. Mas há problemas que permanecem: o aumento da longevidade não é igualmente distribuído e a amplitude das desigualdades sociais continua, o que por sua vez levanta várias outras questões."</p>
<p>Se em vários países africanos a queda da mortalidade infantil associada a elevadas taxas de fertilidade leva a um grande número de jovens, com altas taxas de desemprego entre eles, em diversos países europeus há uma mudança demográfica inversa. O envelhecimento da população, com um dramático aumento na incidência de doenças relacionadas com a idade avançada - demência, por exemplo - é considerado um desafio econômico e social em muitas partes do mundo, argumenta a entidade.</p>
<p><strong>Cultura</strong></p>
<p>A Ubias ressalta que a questão da idade deve ser abordada e analisada num contexto amplo e a partir de diversas perspectivas disciplinares. "As maneiras pelas quais vemos e interpretamos os sinais de envelhecimento bem como a segmentação etária no transcurso da vida - por exemplo, quando alguém é considerado idoso? - têm mudado ao longo da história e estão sujeitas a grandes diferenças culturais."</p>
<p>Esse é o motivo de a proposta de trabalho para os IEAs não se restringir ao envelhecimento biológico e suas consequências. A partir dessa perspectiva, a Ubias sugere algumas questões a serem discutidas nas atividades: "As culturas e sociedades têm elas mesmas uma idade? O Universo também? Em relação a artefatos culturais, de edifícios a obras de arte, qual é o papel da idade?  E quanto à idade dos conceitos? Das ciências?".</p>
<p>As atividades sobre o Tópico do Ano podem variar de um evento a uma série de encontros, incluindo conferências e discussões públicas, workshops, seminários ou um ciclo de conferências. A Ubias incentiva os IEAs organizadores a convidar pesquisadores de outros institutos como conferencistas ou participantes, bem como a realização de atividades conjuntas entre dois ou mais institutos.</p>
<p>O primeiro Tópico do Ano foi "Mídia e Controle de Dados", em 2016. Em 2017, o tema foi "<a class="external-link" href="http://www.ubias.net/topic-of-the-year/UBIASTopicoftheYear2017_FEAR_web.pdf">Medo</a>". O tópico para 2019 será escolhido pelos diretores de IEAs integrantes da Ubias em reunião no IEA-USP de 19 a 22 de março deste ano.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-01-03T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-envelhecimento-populacional-e-global">
    <title>Preocupação com envelhecimento populacional é global</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-envelhecimento-populacional-e-global</link>
    <description>Em evento, docente da University of West London destaca mudanças nas sociedades de vários países em virtude desse fenômeno </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hafiz.jpg/@@images/1eae7bc5-5167-4578-932d-f2d2486fac4c.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Muito se discute sobre o envelhecimento populacional no Brasil, mas esse é um fenômeno que atinge uma escala global. A grande maioria dos países está preocupada em buscar soluções para as demandas da população idosa.<span> </span></p>
<p>“A população do mundo todo está envelhecendo. Até 2050, por exemplo, Austrália, China e a maior parte dos países europeus terão pelo menos um quarto de sua população com mais de 60 anos”, afirma o professor da <i>University of West London</i> Hafiz Khan, que esteve no dia 21 de novembro em Ribeirão Preto participando de uma conferência promovida pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e pelo Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic), e apoiada pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.<span> </span></p>
<p>Mas qual a razão do crescimento na expectativa de vida? Khan explica que as inovações tecnológicas e médicas são as principais responsáveis. “Com o desenvolvimento da ciência, mortes por problemas como derrames, AVC e câncer tiveram um declínio acentuado. Como estamos conseguindo controlar nossos principais ‘assassinos’, estamos vivendo mais. Estudos mostram que, em 1851, metade da população morria em torno dos 40 anos. Agora, 50% ultrapassam os 70 anos. E a expectativa para os bebês de hoje é viver mais de 90 anos”, diz ele.</p>
<p><span>Segundo ele, o envelhecimento populacional desperta interesse em muitos pesquisadores, inclusive do campo da economia, já que o tema envolve não apenas reflexões em torno da saúde, mas também da seguridade financeira, da distribuição de riscos na vida futura e dos recursos financeiros das famílias para o cuidado com os idosos.</span><span> </span></p>
<p>“Um estudo econômico é importante para saber como cada país deverá alocar recursos. No Reino Unido, por exemplo, devido a um fundo de investimentos limitado, o sistema de saúde está sobrecarregado. Já em um nível individual, as pessoas estão preocupadas com sua seguridade financeira, com a quantidade de dinheiro de que vão precisar para viver quando chegarem a uma idade avançada. Em muitos países, cerca de 10% da população recebe aposentadoria ou pensão”, afirma o professor.<span> </span></p>
<p>Khan explica que em países em desenvolvimento, foram introduzidos sistemas de previdência e seguridade social, mas que o número de aposentados tem crescido muito em relação ao número de pessoas que contribuem para esse sistema. “A força de trabalho é muito importante para que o governo consiga manter o benefício de pessoas mais velhas”.<span> </span></p>
<p>Ele conta ainda que em virtude disso, alguns países, como o próprio Reino Unido, estão abolindo a idade limite para aposentadoria. O grande desafio agora, segundo Khan, é como incentivar que as pessoas continuem trabalhando. “Há profissões como a de enfermeira que necessitam de força física, por isso é mais difícil manter pessoas mais velhas. Salários mais baixos e trabalhos muito estressantes também podem afastar essas pessoas. Por isso, alguns países contam com imigrantes para trabalhar nessas posições”, diz ele.</p>
<p>Para o docente, a família ainda é a principal fonte de cuidados com os idosos, especialmente na Ásia. Porém, esse perfil deve mudar, já que o número de pessoas sem parceiros e sem filhos tem crescido globalmente, o que aumenta a vulnerabilidade dentro dos lares. Estatísticas mostram que no Japão, no ano 2000, havia quatro pessoas para dar suporte a cada maior de 65 anos. Em 2050, a previsão é de que haja apenas uma.<span> </span></p>
<p>“Os sistemas tradicionais de suporte estão mudando conforme aumenta o número de pessoas mais velhas. A pergunta é: quem vai pagar esse custo? O indivíduo, a família ou o governo. Em Oxford, estamos realizando estudos em 22 países para responder essa questão”.<span> </span></p>
<p>De acordo com ele, a interpretação varia dependendo do país. No Reino Unido, por exemplo, os jovens acreditam que esse custo não deve ser repassado a eles, mas sim ao governo. Já na Índia, as pessoas entendem que essa é uma responsabilidade própria, não do governo ou dos vizinhos.<span> </span></p>
<p>Khan destacou ainda a preocupação com serviços de saúde voltados aos idosos. “A força de trabalho nessa área é muito importante. Em alguns países, há uma demanda grande, porém uma oferta pequena. Também é preciso oferecer serviços de saúde que tenham um custo acessível a todos”, lembra.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-22T15:26:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-aborda-distribuicao-desigual-dos-riscos-do-envelhecimento">
    <title>Evento aborda distribuição desigual dos riscos do envelhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-aborda-distribuicao-desigual-dos-riscos-do-envelhecimento</link>
    <description>Palestrante será o docente da University of West London e pesquisador da Universidade de Oxford Hafiz Khan</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cartazenvelhecimento.png/@@images/e100ef09-5805-45c4-96fd-61eea59bce19.png" alt="Cartazenvelhecimento" class="image-left" title="Cartazenvelhecimento" />Embora o envelhecimento da população seja uma tendência global, seu impacto não é igual para todos os países. Para abordar como o envelhecimento populacional desigual impactará o bem-estar dos indivíduos na vida futura, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP promove a conferência </span><i>Global Population Aging: Unequal Distribution of Risks in Later Life between Developed and Developing Countries</i><span>.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">No evento, o professor da University of West London Hafiz Khan vai discutir quatro áreas principais da distribuição desigual de riscos entre países desenvolvidos e em desenvolvimento na vida madura e velhice: segurança financeira na aposentadoria, recursos familiares para idosos, mão-de-obra e mercado de trabalho para idosos e carga de doença em transição epidemiológica.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O envelhecimento da população global é em parte um resultado da melhoria da saúde e do desenvolvimento de programas de bem-estar social relacionados à idade em todo o mundo. Pode ser visto como um indicador da capacidade e do compromisso de uma sociedade de fornecer bem-estar à população idosa. Esse processo também pode ajudar a criar novas oportunidades não só para pessoas mais velhas, mas para o desenvolvimento positivo da sociedade em geral.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Hafiz Khan é docente de Saúde Pública do College of Nursing, Midwifery and Healthcare, and the Graduate School da University of West London e pesquisador colaborador do Oxford Institute of Population Ageing da Universidade de Oxford.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">A conferência é uma das atividades relativas à visita do Prof. Hafiz Khan financiada pela Fapesp e Newton Fund, organizada pela professora Carla da Silva Santana Castro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP  e pelo GPublic - Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas, coordenado pelos professores Claudia e João Passador.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">A palestra será em inglês, mas haverá tradução. Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315-0368.</div>
<div></div>
<p> </p>
<hr />
<p><strong>Global Population Aging: Unequal Distribution of Risks in Later Life between Developed and Developing Countries</strong><br /><i>21 de novembro, 15h<br />Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP<br />Inscrições gratuitas, <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdfOTjE2mTifQrAo3wZiB41WHNKn6I4sLcgw4udSxcL4Vl9Rw/viewform">neste link</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/global-population-aging-unequal-distribution-of-risks-in-later-life-between-developed-and-developing-countries" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-07T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/global-population-aging-unequal-distribution-of-risks-in-later-life-between-developed-and-developing-countries">
    <title>Global Population Aging: Unequal Distribution of Risks in Later Life between Developed and Developing Countries</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/global-population-aging-unequal-distribution-of-risks-in-later-life-between-developed-and-developing-countries</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">No evento, o professor da University of West London Hafiz Khan vai discutir quatro áreas principais da distribuição desigual de riscos entre países desenvolvidos e em desenvolvimento na vida madura e velhice: segurança financeira na aposentadoria, recursos familiares para idosos, mão-de-obra e mercado de trabalho para idosos e carga de doença em transição epidemiológica.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">A conferência é uma das atividades relativas à visita do Prof. Hafiz Khan financiada pela Fapesp e Newton Fund, organizada pela professora Carla da Silva Santana Castro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP  e pelo GPublic - Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas, coordenado pelos professores Claudia e João Passador.</span></p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Hafiz Khan é docente de Saúde Pública do College of Nursing, Midwifery and Healthcare, and the Graduate School da University of West London e pesquisador colaborador do Oxford Institute of Population Ageing da Universidade de Oxford</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-07T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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