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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-discute-etica-da-inteligencia-artificial">
    <title>Evento on-line discute ética da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-on-line-discute-etica-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Realização é do Grupo de Estudos TechLaw do IEA-RP e da iniciativa Understanding Artificial Intelligence, do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b7f67643-7fff-0c01-3691-1fb8fbdc3cbe"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ticadaintelignciaartificial.png/@@images/2a2394a9-fb7e-4174-9305-33f53da9d89d.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a iniciativa </span><a href="https://understandingai.iea.usp.br/"><span>Understanding Artificial Intelligence</span></a><span>, do Instituto de Estudos Avançados da USP promovem no dia 6 de maio, a partir das 14h, a conferência on-line “Ética da inteligência artificial: diretrizes e recomendações para a governança”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/83oh8JM83N1Zdt7i9"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será pelo </span><a href="https://youtube.com/live/LaQEQFw88Lg"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e coordenador da </span><a href="https://raies.org/"><span>Rede de Inteligência Artificial Ética e Segura (RAIES)</span></a><span>, Nythamar de Oliveira; o coordenador do </span><a href="https://cdea.tche.br/site/"><span>Centro de Estudos Europeus e Alemães</span></a><span>, Jair Tauchen; a pesquisadora da RAIES e mestranda da PUCRS, Aline Santos Barbosa; e a professora da PUCRS e da Universidade Federal de Santa Catarina, Camila Palhares Barbosa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles vão abordar diretrizes e recomendações ético-morais para a governança da inteligência artificial, incluindo desafios normativos para a regulamentação e a implementação de políticas públicas que assegurem sistemas éticos e seguros, promovendo a inclusão socioeconômica, de gênero e de raça/etnia (igualitarismo interseccional) por meio da inclusão digital.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre os palestrantes</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>Nythamar de Oliveira é  Ph.D. em Filosofia pela State University of New York, mestre em Filosofia pela Villanova University e realizou pesquisa pós-doutoral na New School for Social Research, de Nova York, na London School of Economics, na University of Miami, na Université Paris 8 e na Universität Kassel, da Alemanha. Atualmente, é professor titular na PUCRS e coordena o Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Neurofilosofia do Instituto do Cérebro e a Rede de Inteligência Artificial Ética e Segura (RAIES).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jair Tauchen possui graduação em Ciências Religiosas, bacharelado em Teologia e em Direito, e mestrado em Filosofia, todos pela PUCRS. Realizou também doutorado sanduíche na Universität Hamburg, Alemanha. Atualmente, é coordenador do Centro de Estudos Europeus e Alemães (CDEA).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Aline Santos Barbosa é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUCRS, eticista e pesquisadora da RAIES. É CEO de duas empresas na área de gestão da informação na área da cultura e de uso da realidade aumentada para inclusão de pessoas e acessibilidade de conhecimentos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Camila Palhares Barbosa é pós-doutoranda e doutora em Filosofia pela PUCRS e bacharel em Relações Internacionais pela Unilasalle. Atualmente, é professora substituta na UFSC, professora colaboradora na PUCRS e pesquisadora da RAIES. Suas áreas de pesquisa incluem ética e filosofia política, filosofia moderna e contemporânea, estudos feministas, de gênero e sexualidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o grupo</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) do IEA-RP tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional. Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/conferencia-on-line-discute-definicao-de-perfis-por-inteligencia-artificial/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-26T14:29:42Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor">
    <title>Preocupação com IA nas eleições é necessária, mas tecnologia também beneficia eleitor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor</link>
    <description>No USP Analisa, pesquisadores do Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP, discutem regulação da inteligência artificial e as possibilidades de uso positivas e negativas no pleito deste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-730e4515-7fff-9141-9586-872bdf1ed8fe"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome20240503T170131.353.png/@@images/b4c79d14-be60-41c4-a473-6f37a4788aee.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em 2024, mais de 2 bilhões de pessoas em 60 países vão votar em eleições gerais ou municipais - incluindo o Brasil. Será a primeira vez em que as campanhas terão à disposição ferramentas de inteligência artificial que ajudam a baratear a produção de conteúdo mas, ao mesmo tempo, também podem ser usadas para gerar informações falsas. Mas a preocupação com o uso da tecnologia nas campanhas não é nova. Os professores Cíntia Rosa Pereira de Lima, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Eduardo Seron Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, e que também integram o Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, conversaram com o USP Analisa desta sexta sobre esse assunto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O tema começou a ser discutido com mais intensidade após o escândalo da Cambridge Analytica, no início de 2018, quando um aplicativo criado por um pesquisador da Universidade de Cambridge e intitulado “This is your digital life” conseguiu mapear as predileções de personalidade de usuários do Facebook, informações que foram utilizadas posteriormente para distribuição de conteúdo durante eleições em várias localidades.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitos aplicativos hoje são disponibilizados nas redes sociais e, às vezes, de uma forma ingênua, eles se oferecem para envelhecer fotos ou disponibilizam testes aparentemente inofensivos. O “This is your digital life” pedia um consentimento nos seus termos - e os usuários não leem esses termos porque realmente são muito longos, cansativos - e lá constava que, ao fazerem login no aplicativo com a conta do Facebook, as pessoas consentiam que o criador da aplicação tivesse acesso aos seus contatos na rede social. Isso então escalou uma forma de coleta de dados pessoais que, de inicialmente uns 270 mil usuários, passou a representar 87 milhões de perfis que foram vasculhados pela aplicação”, explica Cíntia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Atualmente, com a popularização de ferramentas de inteligência artificial, a preocupação vai além da coleta de dados e passa pela própria produção de conteúdo, já que algumas aplicações permitem produzir vídeos e áudios realistas utilizando o rosto e a voz das pessoas. Mesmo assim, Evandro destaca que tecnologias como essas ferramentas de edição e o Chat GPT podem ser usadas de forma positiva nas campanhas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Acho que há muitas maneiras do eleitor se beneficiar e ganhar informação, ganhar conhecimento sobre a plataforma do candidato, do partido. O candidato também pode, por exemplo, buscar auxílio no Chat GPT para a geração de um discurso, eventualmente resumir aquele discurso para fazer um vídeo curto para divulgar no YouTube, no Instagram. Enfim, implica até uma redução de custo com assessores, com redatores. Acredito que, no global, a gente sai com uma democracia mais fortalecida, com mecanismos desse tipo, acho que é uma grande vantagem que a computação está trazendo para nós, cidadãos”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além dos professores Cíntia e Evandro, o podcast USP Analisa conversa com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-03T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-civil-e-inteligencia-artificial-na-uniao-europeia">
    <title>Conferência discute responsabilidade civil e inteligência artificial na União Europeia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-civil-e-inteligencia-artificial-na-uniao-europeia</link>
    <description>Evento integra projeto realizado pelo Grupo TechLaw do IEA-RP em parceria com o Ceadin-FDRP, o C4AI e a iniciativa UAI, do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ResponsabilidadeCivileIntelignciaArtificialDebatenaUE.png/@@images/228db9f6-24d6-49fe-a9a9-a2cd0b170d48.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 23 de maio, a partir das 14h (horário de Brasília), a conferência on-line “Responsabilidade Civil e Inteligência Artificial: Debate na União Europeia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento é exclusivamente on-line e será transmitido pelo </span><a href="https://youtube.com/live/yc9cSMBeVQU" target="_blank"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pelo </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp" target="_blank"><span>perfil do instituto no Facebook</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/aTbN9mgpVpCoW7Wz6" target="_blank"><span>neste link</span></a><span>. Os espectadores on-line interessados em receber o certificado de participação devem preencher o formulário que será disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a professora Ana Mafalda Castanheira Neves de Miranda Barbosa. Especialista em responsabilidade civil em aplicações de inteligência artificial, a docente vai discutir o modelo pautado em classificação de risco da inteligência artificial adotado pela </span><span>União Europeia e, por conhecer a legislação brasileira, fará uma comparação dele com o Projeto de Lei 2338/23, que estabelece normas para o desenvolvimento, implementação e uso responsável dessa tecnologia no Brasil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Mafalda é docente associada com agregação da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, instituição na qual também concluiu mestrado e doutorado em Ciências Jurídico-Civilísticas. A mediação será do docente da Faculdade de Direito da USP, José Faleiros de Moura Júnior.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A conferência integra o projeto “Regulação e Governança da Inteligência Artificial”, que está promovendo, ao longo deste ano, diversos eventos centrados em questões ligadas ao tema. Ele é realizado por uma parceria entre o Grupo de Estudos Direto e Tecnologia do IEA-RP, o Centro de Estudos Avançados do Direito e Inovação da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, o Centro de Inteligência Artificial da USP e a iniciativa Understanding Artificial Intelligence (UAI), ligada ao IEA.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: <a href="mailto:iearp@usp.br" target="_blank">iearp@usp.br</a>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional. Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/conferencia-on-line-discute-definicao-de-perfis-por-inteligencia-artificial/" target="_blank"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-15T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/regulamentacao-estabelecida-pelo-tse-nao-e-garantia-de-protecao-total-contra-desinformacao-gerada-por-ia-diz-especialista">
    <title>Regulamentação estabelecida pelo TSE não é garantia de proteção total contra desinformação gerada por IA, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/regulamentacao-estabelecida-pelo-tse-nao-e-garantia-de-protecao-total-contra-desinformacao-gerada-por-ia-diz-especialista</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, integrante do Grupo TechLaw, do IEA-RP, destaca que identificação do conteúdo criado com inteligência artificial, mesmo com marcadores exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral, é difícil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-48eff2cd-7fff-0b1e-a316-dd798cae3458"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240516T114113.892.png/@@images/8215ac9e-7790-45e8-8948-38e1179a2802.png" alt="" class="image-left" title="" />Em março, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou uma regulamentação para o uso de inteligência artificial durante as eleições municipais que serão realizadas neste ano no Brasil. Mas será que essas regras são realmente capazes de proteger o eleitor contra a desinformação que circula na internet sobre candidatos e sobre o próprio pleito? O USP Analisa desta sexta (17) conversou a respeito dessas questões com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, que integra o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia - TechLaw, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela destaca que essa proteção é um grande desafio aos profissionais do Direito, porque, embora busquem apresentar respostas rápidas, a tecnologia é ainda mais veloz do que o processo de aprovação de normas jurídicas. Cristina lembra também que o pacote de regras proposto pelo TSE estabelece alterações em uma resolução já existente, a 23.610/2019, que trata de tópicos ligados ao uso da tecnologia no processo eleitoral.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente já tem uma previsão jurídica e isso é bom quando se detecta o uso da inteligência artificial e a violação dessas normas. Mas, por outro lado, não é possível dizer que o eleitor estará seguro, porque será muito difícil identificar o conteúdo gerado por inteligência artificial ou o uso de chatbots que vão estar espalhados na internet. E mesmo que seja identificada a utilização indevida desse conteúdo e o responsável por ele, ainda assim o prejuízo já terá ocorrido, porque os vídeos, principalmente os polêmicos, impactantes, são propagados com uma velocidade muito alta”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A professora critica a exigência de marcadores que identifiquem a utilização da inteligência artificial na criação do conteúdo, pois não há como ter um controle efetivo sobre esse tipo de regra. “Se há uma norma que prevê uma conduta e existe uma resposta a isso, a gente precisa ter instrumentos suficientes para identificar essa conduta e conseguir dar a devida resposta. É por isso que eu vejo não com um certo otimismo a tentativa de regular dessa forma. Na minha visão, o principal aspecto é o que a gente está fazendo aqui hoje: é a parte da educação digital, é debater, é conscientizar, é pensar, como cidadãos, que somos responsáveis também pelos conteúdos que nós compartilhamos nas redes sociais”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Cristina, o podcast USP Analisa conversa com outros dois integrantes do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cíntia Rosa Pereira de Lima e o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Eduardo Seron Ruiz. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-16T14:59:35Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uso-do-chat-gpt-na-educacao-e-tema-de-evento-on-line">
    <title>Uso do Chat GPT na educação é tema de evento on-line</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uso-do-chat-gpt-na-educacao-e-tema-de-evento-on-line</link>
    <description>Debate é uma iniciativa do Grupo de Estudos TechLaw e das Cátedras Sérgio Henrique Ferreira e Instituto Ayrton Senna, ligados ao IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-3dabef1c-7fff-90b0-7977-e38fcde43d61"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/RegulaoelimitesticosaousodoChatGPTnaeducao.png/@@images/46dcc6e7-f908-467b-89d0-1ee620a03ff2.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw), em parceria com a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira e a Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional, sediados no Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, promovem no dia 6 de junho, a partir das 14h, a conferência on-line “Regulação e limites éticos ao uso do Chat GPT na educação”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento é exclusivamente on-line e será transmitido pelo </span><a href="https://youtube.com/live/DEcR_afcBSM"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do instituto no Facebook</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/hhpy71FRiHpEq4Bd7"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário enviado no chat das ferramentas durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão o professor da Universidade Federal da Bahia, </span><a href="http://lattes.cnpq.br/3633524595837184"><span>Ivan Siqueira</span></a><span>; a diretora do Instituto de Estudos Avançados da USP, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes"><span>Roseli de Deus Lopes</span></a><span>; a titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional, Maria Helena Guimarães de Castro; e os coordenadores do Grupo TechLaw Cíntia Rosa Pereira de Lima, Cristina Godoy Bernardo de Oliveira e Evandro Eduardo Seron Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles vão refletir sobre a necessidade de regular o uso de ferramentas de inteligência artificial como o Chat GPT no ensino público nos níveis municipal, estadual e federal. A discussão servirá também como base para uma nota técnica com sugestões para o poder público sobre o tema.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o Grupo TechLaw</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a class="external-link" href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law)</span></a><span>, sediado no Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-shf/"><span>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</span></a><span> é uma iniciativa do IEA-RP financiada pelo Santander Universidades que mobiliza pesquisadores e instituições em torno da contribuição efetiva com políticas públicas em cidades de médio porte. Seu foco atual é a educação, integrando instituições e iniciativas locais para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. A Cátedra também desenvolve projetos com outros parceiros, como a B3 Social, a Fapesp e a Fundação Telefônica.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre a Cátedra Instituto Ayrton Senna</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>A </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-ias/"><span>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliação Educacional</span></a><span>, sediada no Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, é uma parceria entre as duas organizações que tem como objetivo impulsionar o debate sobre educação no Brasil. Ela tem como objetivo fomentar e apoiar a realização de estudos e pesquisas sobre inovação em avaliação educacional, monitoramento e avaliação em políticas da educação básica e superior, além de promover conexões entre diversos atores que estão produzindo este conhecimento e disseminar informações e perspectivas que podem embasar o desenho de políticas públicas.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-23T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas listam cuidados para o eleitor não ser enganado pela inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy e Evandro Ruiz, do Grupo de Estudos TechLaw do IEA-RP, falaram sobre o tema no USP Analisa que vai ao ar nesta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-246e0e4a-7fff-a38e-bd4a-90e6cee6e96a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy3_of_Designsemnome57.png/@@images/875a28fb-871c-4508-8e85-84d9baaaded4.png" alt="" class="image-left" title="" />Mesmo com as regras aprovadas em março pelo Tribunal Superior Eleitoral para o uso de inteligência artificial nestas eleições municipais, o eleitor precisa se manter vigilante para não ser enganado com conteúdos criados por meio dessa tecnologia. Os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Eduardo Seron Ruiz, dão uma série de dicas sobre isso no USP Analisa que vai ao ar nesta sexta (31).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina lembra que até existem algoritmos que permitem a detecção dos chamados deep fakes, uma técnica que permite criar vídeos com inteligência artificial e simular com perfeição situações ou falas que nunca existiram. Ela cita como exemplo um vídeo que circulou durante as eleições de 2022 com o então candidato a presidente Jair Bolsonaro dançando e cantando “Ilariê”, da cantora e apresentadora Xuxa Meneghel.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Conhecendo o Bolsonaro, qual era a probabilidade de ele estar fazendo um vídeo vestido de Xuxa e cantando Ilariê? Nesse sentido, já gera uma estranheza. Ou eu vou compartilhar no sentido de sátira, ou eu vou querer realmente gerar confusão, depende do tom, mas é preciso a gente avaliar o contexto. Também é preciso atentar ao local em que está sendo veiculado. Por exemplo, vídeos dos quais você nem sabe a origem e que estão circulando no WhatsApp. E sempre pensar na sua responsabilidade como cidadão antes de compartilhar”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, existem algumas dicas para reconhecer uma manipulação, como a sincronia da fala com o movimento da boca ou mesmo a aparência dos dentes enquanto a pessoa está falando no vídeo, porém a tecnologia está se aperfeiçoando com rapidez.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não pode esquecer que os deep fakes serão cada vez mais verossímeis e vai ser muito difícil a gente identificá-los. Mas é muito importante analisar o contexto e o conteúdo transmitido pelos vídeos, que é uma das principais ferramentas para que nós não sejamos enganados com essas montagens de deep fakes”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que, apesar do lado negativo, a tecnologia pode trazer uma importante economia de recursos, permitindo, por exemplo, utilizar o dinheiro do Fundo Eleitoral - que soma 4,9 bilhões de reais - para outros fins que beneficiem diretamente a população.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Para a gente ter uma ideia, uma unidade básica de saúde, a mais top delas, nível quatro, custa hoje 800 mil reais. Se a gente considerar que o Brasil tem 5.500 municípios, dá para colocar uma UBS dessa em cada município do país, sendo que muitos não tem nenhuma. É muito dinheiro. Então, eu acho que a gente devia prestar atenção que esse mundo digital novo pode encurtar o distanciamento entre o povo e esse sistema eleitoral. E a gente podia pensar em cortar um pouco - ou muito - desse dinheiro, porque com as redes sociais a gente elimina esse espaço que teoricamente antes era muito grande porque só tinha rádio e TV”, sugere ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Cristina e Evandro, o podcast USP Analisa conversou com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cíntia Rosa Pereira de Lima. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRzBRN8_WUv9NVr4ad_Cqnv0&amp;feature=shared"><span>YouTube Music</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-31T01:07:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-impactos-do-pl-2338-na-inovacao-tecnologica-do-pais">
    <title>Evento discute impactos do PL 2338 na inovação tecnológica do país</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-impactos-do-pl-2338-na-inovacao-tecnologica-do-pais</link>
    <description>Conferência será realizada no Anfiteatro da FDRP-USP, com transmissão on-line pelas mídias do IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-89451327-7fff-9ebe-1a19-65c9bce862af"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Impactosnainovaotecnolgica.png/@@images/f4659a6d-0ea8-442e-8571-9408bb92e6ab.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 20 de junho, às 14h, a conferência “Impactos na inovação tecnológica do Brasil sob a perspectiva do PL 2338/2023”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será realizado no Anfiteatro da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP e terá transmissão pelo </span><a href="https://youtube.com/live/AD9YrVySi_0"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/UgaB1qZnwLoEU5ey7"><span>neste link</span></a><span>. Para receber o certificado de participação, os espectadores on-line deverão preencher um formulário disponibilizado durante a transmissão no chat da plataforma.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Eduardo Ariente. Ele vai analisar as propostas trazidas pelo Projeto de Lei 2338/2023 e identificar medidas para o fomento da inovação tecnológica no país. O PL pretende regular o desenvolvimento, fomento, uso ético e responsável da inteligência artificial com base na centralidade da pessoa humana. Um dos pontos mais interessantes da proposta, segundo os organizadores do evento, é o fomento à inovação sustentável a partir de ambientes regulatórios experimentais, também conhecidos como </span><span>sandbox</span><span> regulatórios.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eduardo Ariente é mestre e doutor em Direito pela USP. Atualmente, é professor de Direito do Consumidor, Direito Constitucional e Direito da Inovação na Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde também é assessor do Núcleo de Inovação Tecnológica. Tem pesquisado os temas Inovação, Direitos Autorais, Direito do Consumidor, Direitos Fundamentais e Dignidade Humana, Comunicação Social, Direito à informação e Democracia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A conferência integra o projeto “Regulação e Governança da Inteligência Artificial”, que está promovendo, ao longo deste ano, diversos eventos centrados em questões ligadas ao tema. Ele é realizado por uma parceria entre o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia do IEA-RP, o Centro de Estudos Avançados do Direito e Inovação da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, o Centro de Inteligência Artificial da USP e a iniciativa Understanding Artificial Intelligence (UAI), ligada ao IEA.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o grupo</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional. Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/conferencia-on-line-discute-definicao-de-perfis-por-inteligencia-artificial/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-14T14:29:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/design-de-inteligencia-artificial-para-uso-cientifico-e-tema-de-conferencia-on-line">
    <title>Design de inteligência artificial para uso científico é tema de conferência on-line</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/design-de-inteligencia-artificial-para-uso-cientifico-e-tema-de-conferencia-on-line</link>
    <description>Evento é realizado pela iniciativa Understanding Artificial Intelligence em parceria com o Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-30fb02dc-7fff-6801-9736-82229e4e698d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ReflexessobreodesigndetecnologiasdeIAparausocientfico.png/@@images/b5b7248b-387e-47c8-8afe-e17494a4728c.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a iniciativa </span><a href="https://understandingai.iea.usp.br/"><span>Understanding Artificial Intelligence</span></a><span>, do Instituto de Estudos Avançados da USP promovem no dia 28 de junho, a partir das 14h, a conferência on-line “Reflexões sobre o design de tecnologias de IA para uso científico”.</span></p>
<p dir="ltr">As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://forms.gle/bUx9B4H9BWv1W3dq6"><span>neste link</span></a>. A transmissão será pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=DtqN9gmQK68">canal do IEA-RP no YouTube</a> e pela <a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do instituto no Facebook</span></a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a professora emérita da PUC-RJ Clarisse Sieckenius de Souza. Ela é conhecida nacional e internacionalmente pelo desenvolvimento, junto a seus alunos e colaboradores, de teoria e métodos semióticos para a análise de interfaces de usuário e design de sistemas de software interativos, a qual recebeu o nome de engenharia semiótica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora vai compartilhar percepções sobre a adoção de ferramentas inteligentes em processos de pesquisa das mais variadas áreas de produção de conhecimento. A principal questão é se recentes avanços em termos de pluralismo e diversidade epistêmica estarão em risco quando grandes modelos de linguagem são usados para apoiar computacionalmente a construção (de modelos) de conhecimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Clarisse Sieckenius de Souza tem graduação, mestrado e doutorado em Letras e Linguística e fez sua carreira acadêmica na Informática, sempre com fortes raízes e associações interdisciplinares. Desde que se aposentou, em 2020, vem estudando e aprofundando conhecimentos nas áreas de filosofia da tecnologia e retórica digital envolvendo Inteligência Artificial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) do IEA-RP tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional. Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/conferencia-on-line-discute-definicao-de-perfis-por-inteligencia-artificial/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-14T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-debate-sobre-a-influencia-da-ia-na-vida-economica-e-social-e-sobre-como-controla-la">
    <title>Um debate sobre a influência da IA na vida econômica e social e sobre como controlá-la</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-debate-sobre-a-influencia-da-ia-na-vida-economica-e-social-e-sobre-como-controla-la</link>
    <description>o seminário "IA e a Ciência", que será realizado no IEA no dia 21 de junho, a partir das 9h, marca o lançamento da edição 141 da Revista USP, que contém o dossiê "Inteligência Artificial na Pesquisa Científica".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3><span><i>Será no próximo dia 21 de junho e refletirá sobre as ideias expostas no dossiê ”Inteligência Artificial na Pesquisa Científica” da edição atual da Revista USP</i></span></h3>
<p style="text-align: right; "><i>Por Luiz Roberto Serrano, da SCS-USP</i></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-com-o-tema-inteligencia-artificial/image" alt="Imagem com o tema inteligência artificial" title="Imagem com o tema inteligência artificial" height="310" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Imagem gerada por inteligência artifical que ilustra a capa da edição 141 da Revista USP</dd>
</dl></p>
<p>“Os embates tecnológicos e científicos ocorrem em meio ao esforço para integrar cada vez mais a IA na vida econômica e social, o que suscita dúvidas e medo sobre o grau de controle que a humanidade pode e quer ter sobre as novas tecnologias…”</p>
<p>“A IA é a mais poderosa tecnologia que a humanidade criou. É importante demais para que apenas poucas e gigantescas corporações tenham controle praticamente total sobre suas características e recursos. No mundo todo, o poder público tem a obrigação de colocar limites e salvaguardas para o uso, a pesquisa e o desenvolvimento da IA. Para manter a sociedade protegida e não apenas correr atrás do fato consumado.”</p>
<p>Os parágrafos acima são trechos da apresentação do dossiê "Inteligência Artificial na Pesquisa Científica", escrita por seu organizador, Glauco Arbix, professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e membro do Instituto de Estudos Avançados (IEA), ambos da USP, publicado na edição 141, da <a href="https://jornal.usp.br/revistausp/revista-usp-141-inteligencia-artificial-na-pesquisa-cientifica/">Revista USP</a>.</p>
<p>Pela relevância do tema, presente nas discussões dos meios científicos em todo o mundo, e para ampliar o debate em torno dele, a Superintendência de Comunicação Social da USP promove, em parceria com o IEA e o projeto Understanding Artificial Intelligence (UAI) do Instituto, o seminário "IA e a Ciência", que será realizado no IEA no dia 21 de junho, a partir das 9h.</p>
<p>Segundo Glauco Arbix, ainda no texto de apresentação, a “promessa de ganhos de produtividade e de eficiência, que acompanha a IA, contrasta com resultados adversos, algumas vezes inesperados, no mercado de trabalho, nas desigualdades sociais, na democracia. Dilemas éticos e morais surgem a cada experimento e justificam a busca de um marco regulatório capaz de colocar limites sem asfixiar a criatividade e a inovação”. O foco do seminário será, justamente, como construir o marco regulatório sobre o uso da IA.</p>
<p>Confira a programação do evento:</p>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p>Eugênio Bucci – superintendente de Comunicação Social e professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP.</p>
<p><strong>Apresentação da publicação e condução dos debates</strong></p>
<p>Glauco Arbix – professor titular do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e membro do IEA.</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p>André Ponce de Leon – professor titular e diretor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, Campus São Carlos;</p>
<p>Anna Helena Reali Costa – professora titular da Escola Politécnica da USP;</p>
<p>Fabio Cozman – professor titular do Departamento de Engenharia Mecatrônica da Escola Politécnica da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-17T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024">
    <title>Revista Estudos Avançados aponta prioridades para próxima gestão da cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-111" alt="Capa da revista Estudos Avançados 111" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 111" /></a>Em meio à campanha eleitoral para as eleições municipais deste ano, quando se espera que os candidatos apresentem uma agenda propositiva, a revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a> traz em sua <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">edição 111</a> [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-edicao-da-revista-estudos-avancados#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo] um amplo leque de análises e propostas sobre os principais problemas da cidade de São Paulo, de forma a contribuir com o debate público sobre as prioridades a serem enfrentadas pela próxima gestão do município.</p>
<p class="MsoNormal">O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, frisa que, numa cidade onde se estabelecem complexas redes de relações sociais e institucionais, "o principal desafio à governança reside justamente em promover desenvolvimento sustentável com equidade e justiça social, com respeito ao ambiente, com participação dos mais distintos grupos sociais na tomada de decisões que afetam a vida de maior número de pessoas e com promoção da cultura de respeito aos direitos humanos".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Versões online<br />e impressa<br /> da edição</i></h3>
<p><i>Os artigos da versão online integral da edição 111 da revista Estudos Avançados podem ser baixados gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará disponível em meados de setembro, ao preço de R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal">Esses desafios orientaram a composição do dossiê "Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios", com 15 artigos de autoria de 40 pesquisadores de diversas instituições em áreas como urbanismo, saúde pública, educação, sociologia, economia, administração e gestão de políticas públicas.</p>
<p class="MsoNormal">Um fator fundamental para que as demandas da população paulistana sejam atendidas - desde que as decisões políticas sejam tomadas e os procedimentos estabelecidos - é a destinação adequada dos recursos orçamentários.  Essa é a preocupação do artigo que abre o dossiê: a “Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014 – Da Escassez à Sobra de Recursos”, de Ursula Dias Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p class="MsoNormal">Ela defende “a necessidade de maior pressão e controle” para o uso eficaz dos recursos orçamentários. Isso é importante, segundo ela, para que não se repita o ocorrido entre 2018 e 2022, quando um conjunto de fatores levou ao acúmulo de saldo em caixa de mais de R$ 20 bilhões, que “ficaram parados, apesar das demandas não atendidas da população”.</p>
<p class="MsoNormal">O trabalho é resultado da análise de um conjunto de dados de receitas, despesas e estrutura de pessoal, coletados para o período de 2003 e 2023, além de entrevistas com atores-chave da governança orçamentária. Peres explica os fatores que levaram ao superavit do município e indica os caminhos para que a governança do orçamento paulistano deixe de ser caracterizada por um “aumento importante na discricionariedade política do chefe do Executivo”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Segurança, saúde e educação</strong></p>
<p class="MsoNormal">Recente <a class="external-link" href="https://media.folha.uol.com.br/datafolha/2024/08/26/sjyawxgnru8ey8wqcfznc6lnc3yl-zuzv5qvwqk8-bc.pdf">pesquisa do Datafolha</a> indica que 20% dos paulistanos apontam a segurança como sua principal preocupação, com saúde e educação aparecendo empatadas em segundo lugar, citadas como principal problema por 18% da amostra consultada. A relevância assumida pela segurança com tema nas eleições paulistanas é contemplada pelo dossiê em artigo de quatro pesquisadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eles refletem sobre o deslocamento dessa agenda, “transferida de uma pauta predominante estadual para parte central das estratégias eleitorais à prefeitura da cidade”.</p>
<p class="MsoNormal">A hipótese desenvolvida pelos pesquisadores é que os homicídios gozaram do status de “principal problema de segurança pública da cidade entre anos 1990 e 2000”, contudo “há uma mudança de cenário com sua redução. A centralidade passou a ser a cracolândia e o intensivo aumento dos crimes patrimoniais, sobretudo os furtos e roubos de celular. Fatores que levaram à “construção de um cenário agudo de medo e insegurança na população paulistana”.</p>
<p class="MsoNormal">No entanto, eles alertam que “decifrar a esfinge da segurança pública” na cidade de São Paulo e em outros municípios do país “ainda é um desafio arriscado e violento para parcelas significativas da população, ainda mais em um tempo social de ‘guerra cultural’”. A incógnita decorre da dúvida de se “o novo protagonismo dos municípios na segurança pública será acompanhado por reformas na arquitetura institucional e nas culturas organizacionais das forças de segurança pública e/ou se é só uma forma de dissipar demandas e pressões sociais por justiça social, prevenção da violência e cidadania”.</p>
<p class="MsoNormal">Os desafios da saúde pública são o tema de artigo de seis pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Eles consideram que a multiplicidade de prestadores de serviços de saúde que atuam sob contrato com a gestão municipal gera dificuldades nos processos de regulação estatal. “É imperativo aprimorar tais processos regulatórios da relação público-privada para garantir a intencionalidade e o controle público do sistema de saúde”, afirmam.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores defendem também o reforço das estruturas de governança, especialmente em relação ao governo estadual, que tem, ao contrário do que ocorre na maioria dos estados brasileiros, uma “capacidade instalada de serviços de saúde numerosa e estratégica”.</p>
<p class="MsoNormal">Fechando a trinca das principais preocupações dos paulistanos, a questão educacional na cidade é abordada a partir dos desafios para o munícipio e o estado decorrentes da relação entre o envelhecimento da população e a educação de jovens e adultos (EJA). O artigo de Marcelo Dante Pereira, da Rede Municipal de Ensino, e Maria Clara Di Pierro, professora sênior da Faculdade de Educação da USP, é fruto de um diagnóstico demográfico e educacional da população idosa do município e um estudo de caso comparativo nas redes estadual e municipal de educação da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores elencam quatro recomendações para a futura gestão da cidade. A primeira delas é fortalecimento da oferta pública de EJA para atender a demanda potencial de idosos com baixa escolaridade, especialmente na periferia. Essa oferta deve ser acompanhada de processos de orientação para a adaptação escolar das pessoas idosas, que sentem muitos impactos ao retornar à EJA. A terceira recomendação é para que as redes de ensino busquem apoio técnico consultivo para a elaboração de orientações normativas e para a realização de formações continuadas com temáticas que tratem da superação do ageísmo e da promoção de práticas educacionais com pessoas idosas.</p>
<p class="MsoNormal">Finalmente, recomendam a produção de políticas intersetoriais envolvendo as secretarias de Educação e outras, estaduais e municipais, e os Conselhos Estaduais e Municipais da Pessoa idosa, de forma a favorecer a busca ativa por pessoas idosas com baixa escolaridade, além de incluir a temática do envelhecimento nas formações continuadas de docentes e técnicos.</p>
<p class="MsoNormal"><span><strong>Emprego e mobilidade</strong></span></p>
<p class="MsoNormal">Apesar da recente redução no índice de desemprego, a oferta de trabalho e sua qualidade permanecem uma preocupação relevante para parte importante dos paulistanos, sobretudo diante das transformações econômicas da cidade. Essas questões estão presentes em análise do mercado de trabalho no município na última década por pesquisadores do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Cebrap e UFABC. Eles destacam como as tendências de força de trabalho, desocupação, padrão ocupacional e rendimento se refletem sobre a desigualdade de renda e a pobreza.</p>
<p class="MsoNormal">O texto discute o período recente, com base nos dados de 2012 a 2023 da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. São abordadas as principais convergências e divergências em termos de polarização ocupacional, distribuição de renda e pobreza nos cenários paulistano e nacional, apresentando também algumas dinâmicas relativas à interseccionalidade de raça e gênero.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo os pesquisadores, tudo indica que o mercado de trabalho paulistano tende a se tornar mais desigual e polarizado, diminuindo seu papel de núcleo das transformações sociais do país, “mesmo quando combinava ‘crescimento e pobreza’”. Diante desse cenário, apontam dois vetores estratégicos para novas oportunidades: incorporar a inclusão social como meta, inclusive pela sua capacidade geradora de empregos e de renda, por meio da expansão das políticas públicas (saúde, educação e assistência social); e apostar em novos conglomerados produtivos, fundados na alta produtividade e no potencial de emprego, tendo em vista o ainda existente diferencial da cidade no plano nacional”.</p>
<p class="MsoNormal">“Essas ações de liderança tecnológica em novos setores e segmentos – num contexto de “nova industrialização” tal como propugnado pelo governo federal – poderiam ser desenvolvidas inclusive no sentido de reverter a atual hierarquia espacial da cidade”, concluem.</p>
<p class="MsoNormal">Associados em grande parte à questão do mercado de trabalho estão os problemas de mobilidade na cidade, onde grande parte da população mora longe dos locais de trabalho. “Não são poucos os problemas econômicos, políticos, sociais afeitos aos transportes e mobilidade urbana que estarão à espera do próximo prefeito eleito da cidade de São Paulo, e vão exigir coragem para inovar”, afirmam os três pesquisadores da UFABC na sinopse de seu texto sobre as transformações necessárias da mobilidade urbana paulistana.</p>
<p class="MsoNormal">Eles consideram essencial a implementação de uma “política heterodoxa” para transformar o cenário atual da mobilidade urbana em São Paulo. Entre as mudanças que defendem, destacam “as mais abrangentes e sistêmicas, propostas pela coalizão Mobilidade Triplo Zero – tarifa zero, zero emissão e zero morte no trânsito”.  Os pesquisadores citam outra proposta da coalização: a criação de um Sistema Único de Mobilidade (SUM), com gestão interfederativa, fundamentado em princípios como equidade, acessibilidade e sustentabilidade.</p>
<p class="MsoNormal">Eles defendem também o “rompimento efetivo com o modelo tarifários dos transportes coletivos, já inovado no município de São Paulo com a Tarifa Zero”.  Associam essa ação com a urgência de repensar o financiamento do setor, “considerando a distribuição justa de recursos e superando desafios políticos e tecnológicos para alcançar uma mobilidade mais justa e sustentável”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Habitação e zoneamento</strong></p>
<p class="MsoNormal">Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, ex-vereador e ex-secretário de Cultura da cidade de São Paulo, é o autor do artigo “O Adensamento Populacional É Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo. O texto reflete sobre a regulação do uso e ocupação do solo em São Paulo, tendo como referência as diretrizes do Plano Diretor Estratégico e a implementação dos instrumentos previstos por ele, além da necessidade de ajuste da legislação complementar.</p>
<p class="MsoNormal">O artigo procura mostra que o adensamento populacional de São Paulo é absolutamente necessário para dar conta das necessidades habitacionais atuais e futura da Região Metropolitana, mas que a verticalização e as transformações imobiliárias indispensáveis para alojar mais gente no mesmo espaço precisam ter limites e não podem destruir referências culturais, ambientais e urbanas da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Outros artigos do dossiê sobre uso e ocupação do solo da cidade discutem a gestão de instrumentos de planejamento territorial a partir da ideia de projeto urbano como novo patamar da prevalência do zoneamento, a predominância de um urbanismo corporativo em detrimento de outro redistributivo e cooperativo e o papel da urbanização na história e suas transformações contemporâneas.</p>
<p class="MsoNormal">O dossiê se completa com trabalhos sobre sustentabilidade, redução de desigualdades, com redução das desigualdades, a situação financeira dos idosos, a desestatização do Vale do Anhangabaú e os padrões da distribuição espacial dos votos para vereadores paulistanos nas eleições de 2020.</p>
<h3><strong>Impactos da Inteligência artificial</strong></h3>
<p class="MsoNormal">O segundo conjunto de textos traz cinco dos trabalhos apresentados no 1º Seminário Internacional Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais, realizado pelo Centro de Inteligência Artificial, parceria da USP com a Fapesp e a IBM. Um dos artigos apresenta ferramentas desenvolvidas por pesquisadores e profissionais de computação, engenharia e matemática para o processamento de documentos políticos públicos para tornar as informações mais acessíveis aos cidadãos.</p>
<p class="MsoNormal">Em outro trabalho, de autoria de pesquisadores de computação e direito, é proposto um caminho para um novo paradigma de uso justo e ético da inteligência artificial (IA) na moderação de conteúdo na internet, e no qual o Estado e as plataformas têm papel relevante. Segundo os autores, esse caminho passa pela adoção de IA explicável associada a critérios transparentes e legítimos definidos pela sociedade.</p>
<p class="MsoNormal">Três profissionais especialistas em ciência da computação apresentam em seu artigo um projeto destinado a revisar várias bases de dados de treinamento e testes com o propósito de mitigar e minorar os vieses pessoais em um modelo multimodal de classificação de categorias urbano-sociais. Na fundamentação do projeto, eles se valeram de referenciais teóricos da linguística discursiva, da construção da moralidade e das abordagens analíticas sobre viés/variância. Isso permitiu, afirmam, que o trabalho pudesse atingir assertivamente o objetivo da mitigação de bias, o qual, "mesmo sendo uma tarefa laboriosa, é de pauta algorítmica-social para manter a pluralidade e robustez em dados públicos".</p>
<p class="MsoNormal">A partir de estudos da recente promoção dos Big Data e da IA para a produção de estatísticas oficiais das Nações Unidas, dois pesquisadores da UFC apresentam em seu texto uma análise de algumas transformações nas estatísticas públicas produzidas pelos institutos nacionais de estatística pelo mundo. A análise deu-se por meio de pesquisa empírica fundamentada em contribuições teóricas da sociologia da quantificação e dos estudos de ciência e tecnologia.</p>
<p>O uso da IA no setor privado também é abordado pelo conjunto de textos. Pesquisadores da área de administração examinam as decisões tomadas ou apoiadas pela IA em organizações. O artigo resume uma pesquisa com base em dados secundários, analisando 128 casos de uso da IA buscando entender como ela tem contribuído na tomada de decisões organizacionais. De acordo com os autores, foi possível identificar maior representatividade de adoção da IA nas áreas de operações e marketing, predominantemente no nível de decisão operacional e como apoio às tomadas de decisão.</p>
<h3><a name="sumario"></a>Sumário de Estudos Avançados 111</h3>
<div id="_mcePaste"><strong>Eleições Municipais em São Paulo: P</strong><strong>roblemas e Desafios</strong></div>
<ul>
<li>Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014. Da Escassez à Sobra de Recursos - <i>Ursula Dias Peres</i></li>
<li>Desafios na Gestão Municipal do Sistema Único de Saúde no Município de São Paulo - <i>Aylene Bousquat et al.</i></li>
<li>Polarização, Desigualdade e Pobreza: Dilemas e Desafios do Mercado de Trabalho na Cidade de São Paulo - <i>Alexandre de Freitas Barbosa, Ian Prates, Ângela Cristina Tepassê e Levi Cristiano Oliveira</i></li>
<li>Desafios da Educação de Jovens e Adultos no Contexto do Envelhecimento da População Paulistana - <i>Marcelo Dante Pereira e Maria Clara Di Pierro</i></li>
<li>A Financeirização da Velhice e a Convergência entre Estado e Mercado - <i>Guita Grin Debert e Jorge Félix</i></li>
<li>Freio de Arrumação para a Mobilidade Urbana Paulistana - <i>Silvana Zioni, Thiago Von Zeidler Gomes e Priscila da Mota Moraes</i></li>
<li>O Adensamento Populacional é Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo - <i>Nabil Bonduki</i></li>
<li>A Metrópole Paulistana no Século 21: Gestão de Instrumentos Urbanísticos e Desafios de Aproximação do Território - <i>Sarah Feldman</i></li>
<li>São Paulo Metrópole: Sustentabilidade com Redução das Desigualdades, um Processo Unitário - <i>Claudio Salvadori Dedecca e Cassiano José Bezerra Marques Trovão</i></li>
<li>Urbanismo Corporativo / Urbanismo Cooperativo: uma Gestão Responsável em São Paulo é Possível? - <i>Nadia Somekh, Bruna Fregonezi e Guilherme Del’Arco</i></li>
<li>A Economia Política da Urbanização: uma Reinterpretação à Luz das Eleições Municipais - <i>Ricardo Carlos Gaspar</i></li>
<li>Percepção Crítica sobre a Desestatização do Vale do Anhangabaú a partir de 2021 - <i>André Biselli Sauaia e Anália Amorim</i></li>
<li>Medo, Violência e Política na Cidade de São Paulo: A Quem Cabe Decifrar a Esfinge da Segurança Pública? - <i>Renato Sérgio de Lima, Guaracy Mingardi, David Marques e Thais Carvalho</i></li>
<li>Desafios da Gestão Municipal para Redução das Desigualdades na Cidade de São Paulo - <i>Jorge Abrahão e Igor Pantoja</i></li>
<li>Padrões Espaciais de Votação nas Eleições para a Câmara Municipal de São Paulo: Um Estudo a partir das Eleições de 2020 - <i>Lucas Gelape, Joyce Luz e Débora Thomé</i></li>
</ul>
<p id="content"><strong>Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais</strong></p>
<ul>
<li>Tomada de Decisão nas Organizações: O Que Muda com a Inteligência Artificial? - <i>Abraham Sin Oih Yu et al</i>.</li>
<li>Estatísticas Públicas, Big Data e Inteligência Artificial: O caso da Plataforma Global da ONU - <i>Oscar Arruda d’Alva e Edemilson Paraná</i></li>
<li>Mitigação de Viés de Datasets Multimodais em um Classificador de Categorias Urbano-Sociais - <i>Luciano C. Lugli, Daniel Abujabra Merege e Rafael Pillon Almeida</i></li>
<li>Inteligência Artificial Explicável para Atenuar a falta de Transparência e a Legitimidade na Moderação da Internet - <i>Thomas Palmeira Ferraz et al</i>.</li>
<li>Democracia Aumentada: Inteligência Artificial como Ferramenta de Combate à Desinformação - <i>Alexandre Alcoforado et al.</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-abes-iea">
    <title>Programa da Abes em parceria com IEA recebe inscrições de doutorandos e doutores </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-abes-iea</link>
    <description>O Programa Fellowship 2024 promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) em parceria com o IEA recebe inscrições até 31 de dezembro para a seleção de doutorandos, pós-doutorandos e outros pesquisadores com doutorado.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-do-think-tank-da-abes-2" alt="Imagem do Think Tank da Abes 2" class="image-right" title="Imagem do Think Tank da Abes 2" />Continuam abertas as inscrições para o Programa Fellowship 2024 promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) em parceria com o IEA. Podem participar da seleção doutorandos, pós-doutorandos e outros pesquisadores com doutorado vinculados a instituições acadêmicas nacionais ou estrangeiras. A <a class="external-link" href="https://thinktankabes.org.br/edital/edital-de-chamamento-publico-no-01-2024/">chamada pública</a> de fluxo contínuo receberá inscrições até 31 de dezembro.</p>
<p>O objetivo do programa é promover a geração de conhecimentos fundamentados em pesquisa que contribuam com a agenda de políticas públicas e inovação no Brasil, dando ênfase à construção de um país mais digital e menos desigual. São contempladas as vertentes tecnológicas, sociais, econômicas e de sustentabilidade, sendo valorizado o caráter inter e transdisciplinar da pesquisa proposta.</p>
<p>O programa é implementado pelo Centro de Inteligência, Política Públicas e Inovação da Abes, chamado de Think Tank da associação. O centro facilitará o estabelecimento de conexões dos participantes com as diversas redes de pesquisa com as quais a Abes se relaciona. O IEA auxiliará na conexão dos participantes com seus agrupamentos, bem como com outros conjuntos de pesquisa da USP.</p>
<p>Serão oferecidas duas vagas por tema de pesquisa, número que poderá ser ampliado a critério da Comissão de Seleção. O período de vínculo é de um ano, prorrogável por mais um ano. Não há remuneração dos participantes. Os temas que ainda possuem vagas são:</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>
<ul>
<li>Inteligência Artificial</li>
<li>Plataformas Digitais</li>
<li>Governo Digital e Governo Aberto</li>
<li>Futuro do Trabalho</li>
<li>Identidade Digital</li>
<li>Privacidade e Proteção de Dados</li>
<li>Dados Abertos</li>
<li>Segurança Cibernética</li>
</ul>
</td>
<td>
<ul>
<li>Segurança Jurídica e Tributária</li>
<li>Reforma Tributária do Setor de Tecnologia</li>
<li>Cidades Inteligentes</li>
<li>ESG (Environmental, Social and Governance)</li>
<li>Inovação e Fomento</li>
<li>Compras Públicas</li>
<li>Outros assuntos</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-think-tank-da-abes-1" alt="Imagem do Think Tank da Abes 1" class="image-left" title="Imagem do Think Tank da Abes 1" /></p>
<p>As inscrições devem ser feitas com o preenchimento de <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfESe1dqFE8Rxa63JsFAKpt3F9bG6-cSZ6eRVnqwSVW3nviUg/viewform" target="_blank">formulário online</a>. A seleção dos candidatos se dará a partir da análise dos documentos enviados, sendo facultado à Comissão de Seleção chamar os candidatos para entrevista. Em qualquer momento durante o processo, o Think Tank poderá solicitar os documentos originais para autenticação dos arquivos protocolados.</p>
<p>Após a publicação do resultado final, os selecionados serão convocados para assinatura eletrônica de Termo de Responsabilidade. As atividades deverão ter início em até dois dias após essa assinatura.</p>
<p>É esperado dos selecionados a participação presencial ou online nas reuniões dos Comitês e Grupos de Trabalho da Abes, quando convidados, sempre que sempre que os encontros estiverem relacionados a seus temas de pesquisa aos interesses do Think Tank. A carga horária mensam dessas participações é de aproximadamente dez horas.</p>
<p>Eles deverão participar também de dois treinamentos - "Uma Empresa Ética sobre Compliance" e "LGPD Abes Academy" - com duração anual total de seis horas e emissão de certificado.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Imagens: Abes</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistema Tributário</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart Cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-23T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/semear-ideias-para-uma-inteligencia-artificial-responsavel">
    <title>Semear ideias para uma inteligência artificial responsável </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/semear-ideias-para-uma-inteligencia-artificial-responsavel</link>
    <description>Um relato de Elen Nas sobre o 1º Seminário de IA Responsável da Cátedra Oscar Sala.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: right; "><i>por Elen Nas, pós-doutoranda da Cátedra Oscar Sala</i></p>
<p style="text-align: right; "><i style="text-align: -webkit-right; "><span class="discreet">“A Inteligência Artificial Responsável não é uma palavra da moda. É um compromisso de tornar<br />o mundo um lugar melhor.”  - Ricardo Baeza-Yates em palestra na Academia Europaea, 2022</span></i></p>
<p>A proliferação das aplicações em inteligência artificial (IA) e seus usos nos mais diversos contextos da sociedade ampliaram a necessidade de um debate ético, de onde emerge o conceito IA responsável (IAR), tema proposto pelo titular Virgílio Almeida para ser o centro dos estudos da Cátedra Oscar Sala no ano de 2024.</p>
<p>Após nove meses de interações, os grupos de pesquisadores da cátedra apresentaram trabalhos e perspectivas sobre temas específicos de suas áreas de atuação em seminário realizado nos dias 15 e 16 de outubro no IEA.</p>
<p>A conferência de abertura realizada por Almeida enfatizou a necessidade premente de governança sobre a IA, já que vivemos – cada vez mais – em uma sociedade híbrida, na qual humanos são mediados por decisões automatizadas, precisando interagir com <i>agentes artificiais</i> capazes de influenciar em novas formas de sociabilidade.</p>
<p>Ele demonstrou os dados de aceleração das tecnologias de IA e suas aplicações e apresentou exemplos de danos causados pela IA. Ao lembrar que o cenário da governança permanece em aberto, reforçou ser necessário o fomento à pesquisa, desenvolvimento, assim como as trocas de ideias através de encontros e publicações.</p>
<p>Com uma série de artigos publicados no Jornal da USP,  os pesquisadores – divididos em grupos de trabalho (GTs) temáticos – tiveram oportunidade de expor ideias em fase de germinação, que confluíram, junto aos seus estudos e publicações, na realização do seminário. O encontro foi uma etapa preparatória para o projeto de publicação de um livro sobre IA responsável.</p>
<p>A primeira mesa, do GT IAR e Trabalho, teve como convidado Rafael Grohman, da Universidade de Toronto, Canadá,  que ressaltou a necessidade de estarmos atentos aos possíveis <i>adestramentos</i>, que podem resultar em um <i>sequestro da imaginação</i>. Uma vez que a regulação caminha mais lentamente que as iniciativas de implementação da IA, há também a possibilidade de resistência através de ativismo. Ele lembrou também o direito à recusa, já que nem para todo problema a resposta é uma tecnologia.</p>
<p>O debate sobre IAR e Governo contou com a presença de Christian Perrone, do Centro de Estudos em Tecnologia e Sociedade da Universidade de San Andrés, Argentina. Com uma posição mais moderada, o pesquisador defendeu que a regulação deveria focar nos casos de maior risco, deixando o mercado e determinadas áreas mais à vontade para desenvolver e disponibilizar as IAs. Essa posição foi contestada por pessoas na audiência, que defendem que não estão claros os possíveis riscos mesmo onde a IA parece <i>inofensiva</i>. Historicamente, o cenário de inovação tecnológica tanto desperta reações tecnofóbicas como estimula um entusiasmo excessivo e tecnofilia. Em ambos os casos se movem preferências e paixões que se distanciam de reflexões ponderadas quando o assunto é aplicar responsabilidade sobre a invenção.</p>
<p>Na mesa IA e Justiça, o coordenador adjunto da Cátedra, Luiz Fernando Martins Castro, afirmou que diferentemente de décadas atrás, a pesquisa da IA atual tem dirigido os holofotes para pesquisadores iniciantes frente à necessidade premente de respostas para regulação. A convidada Tainá Junquilho, assessora no Senado Federal, apresentou o documentário “Juris Máquina”, que é fruto da sua pesquisa de doutorado e consiste em uma série de entrevistas sobre a IA e os desafios de regulamentação. O filme, por trazer muitas vozes de diferentes setores ao debate sobre os desafios jurídicos da IA, desloca o que seria uma discussão técnica sobre como aplicar a lei para o lugar de entender a amplitude do tema a partir de perspectivas distintas.</p>
<p>Na primeira mesa sobre IA e Educação, as pesquisadoras apresentaram os trabalhos produzidos durante o período, que envolveram artigos e ações de engajamento e difusão da informação, como minicursos, entrevistas e criação de um website. Durante o debate, foi levantado que os projetos de IA relacionados aos grandes modelos de linguagem apareceram com forte impacto, de maneira súbita, de modo que o ambiente da educação não teve tempo e oportunidades de um preparo mais consciente e robusto. É, portanto, um desafio maior estudar, pesquisar, entender e gerar pensamento crítico, visto que é uma tecnologia de grande alcance e impacto na educação e que já chega pronta.</p>
<p>Eles trataram também do problema da vigilância nas escolas, por meio de câmeras e fotografias, com intuito de monitorar os humores dos alunos dentro das classificações da computação afetiva. O tema causou espanto e desagrado na audiência.</p>
<p>A segunda mesa de educação convidou estudantes de mestrado e doutorado para apresentar seus trabalhos sobre IA. Assim, o seminário permitiu a escuta dos agentes de pesquisa dentro de uma diversidade de perfis e interesses, sendo o objetivo <i>estar junto</i>, gerando <i>ondas</i> que envolvam as pessoas em práticas coletivas. Dentro de um mundo complexo, onde nem tudo é previsível, quando falamos de <i>responsabilidade</i> estamos falando de ética e, desse modo, valorizamos ações de estímulo à coletividade.</p>
<p>O grupo de IA, Comunicação e Artes apresentou os textos produzidos e trouxe como convidada Bruna Martins dos Santos, do Fórum de Governança da Internet na ONU. Ela destacou a posição estratégica do Brasil no tema da IAR e que o assunto da regulamentação continua um campo de discussão em aberto com muitas dúvidas.</p>
<p>O GT IAR e Saúde optou por fazer uma mesa-redonda, entrevistando os convidados Márcio Biczyk do Amaral, da Faculdade de Medicina da USP, Monise Picanço, do Cebrap, e Rodrigo Brandão, do Cetic.br. Amaral elucidou questões sobre o uso de dados, enquanto Rodrigo e Monise apresentaram um estudo publicado pelo Cetic, realizado com profissionais da saúde, representantes do mercado e academia, sobre a questão da IA na saúde. Nele, identificaram uma descentralização – não exatamente benéfica – do ponto de vista da regulação.</p>
<p>Nesse caso, perceberam que, na prática, as interações e aplicações dessas tecnologias resultam em “cada um fazendo do seu jeito”. Outro aspecto que destacaram é que a ética é vista como algo relacionado apenas à esfera individual. E este é um fator que tenderá a reforçar a ideia de que as tecnologias são neutras: nas mãos erradas, irão gerar danos; nas mãos certas, proporcionarão benefícios.</p>
<p>O seminário terminou com o grupo IA e Gênero, que apresentou o conteúdo do texto produzido. Os membros reforçaram que as tecnologias não são neutras, à medida que são geridas e, em grande parte, produzidas a partir de um recorte de gênero, etnias e classe, dentre outros fatores. A mesa teve como convidada Joana Varon, fundadora do Coding Rights. Ela destacou a necessidade de difundir perspectivas decoloniais, feministas, antirracistas e ecológicas na compreensão da IA.</p>
<p>Assim, entendendo que <i>responsabilidade</i> é garantir diversidade e cumprimento da lei em seus aspectos essenciais, como os direitos da pessoa humana e da terra no bem viver e coexistir, os desafios da IAR vão além dos esforços de regulamentação. É sobre que mundo queremos, como queremos e o que estamos dispostos a abrir mão para que ele seja possível.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-21T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-da-governanca-de-agentes-de-ia">
    <title>Os desafios da governança de agentes de IA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-da-governanca-de-agentes-de-ia</link>
    <description>No encontro “Governança de Agentes de IA: Desafios e Oportunidades”, Virgílio Almeida mapeou os riscos e possíveis soluções para essa nova tecnologia. 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-05db550f-7fff-c2e4-5bd5-bccd08969da9"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/2023/desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial-24-04-2023/virgilio-almeida-1"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/desafios-regulatorios-da-inteligencia-artificial-24-04-2023/virgilio-almeida-1/@@images/5190f3de-6332-474c-b773-bd3deda3b838.jpeg" alt="Virgílio Almeida" title="Virgílio Almeida" height="266" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Titular da Cátedra Oscar Sala e palestrante do evento, Virgílio Almeida. Foto: Leonor Calasans | IEA</dd>
</dl>Os agentes de Inteligência Artificial (IA) representam uma nova fase da tecnologia. A IA, antes dominada por </span><a href="https://www.oracle.com/br/chatbots/what-is-a-chatbot/"><span>chatbots</span></a><span> com a simulação de conversas humanas, agora planeja e executa tarefas de forma autônoma, com interferência mínima dos seres humanos. Para </span><a href="http://lattes.cnpq.br/9417286617377998"><span>Virgílio Almeida</span></a><span>, esses novos sistemas automáticos de agentes de IA trouxeram desafios e riscos para a governança, trazendo questionamentos sobre regulação, transparência e responsabilidade. </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>“Diferente dos chatbots, essas tecnologias operam fora de uma janela do </span><span>browser </span><span>[navegador]. Elas interagem com múltiplas aplicações e executam tarefas complexas, como compras”, explicou. Titular da </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/"><span>Cátedra Oscar Sala</span></a><span>, Almeida mapeou, no dia 4 de abril, os benefícios e riscos desses agentes no evento “Governança de Agentes de IA: Desafios e Oportunidades”. Este tema orientará as pesquisas da cátedra em 2025. </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>O engenheiro explicou que os agentes prometem aumentar a produtividade, melhorar a experiência do cliente, e diminuir custos e erros para as empresas. Porém, trazem riscos à governança com a exposição de dados e privacidade dos usuários, crimes cibernéticos, degradação da capacidade dos humanos por conta da dependência nas IAs e problemas com a responsabilização. </span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nós queremos ir em direção a um caminho mais seguro com os agentes de IA.” Para Almeida, os agentes devem ser transparentes e monitorados em tempo real para que os usuários tenham visibilidade completa de suas ações. Sobre o problema da responsabilização, ele declarou que é preciso ter indicadores para determinar quem são os agentes, desenvolvedores, implementadores e usuários em casos de danos. </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/imagens/imagem-governanca-ia"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-governanca-ia/@@images/22191199-be68-464f-86a5-af62a8d55109.jpeg" alt="Imagem Governança IA" title="Imagem Governança IA" height="225" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O encontro inaugurou o ciclo de atividades da Cátedra Oscar Sala em 2025. Foto: AdobeStock 1276034648</dd>
</dl>A falta de regulamentação dessas tecnologias também aumentam os desafios da governança. Almeida explicou que formuladores de política e empresas, que utilizam os agentes de IA, não precisam esperar a formulação de uma nova legislação. Eles podem estabelecer suas próprias regras e políticas nesse estágio inicial, o que aumentaria a segurança para os clientes e organização. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Organizado pela Cátedra Oscar Sala, o encontro online marcou o início do ciclo de atividades do grupo em 2025. O vídeo da atividade está disponível na íntegra no canal do YouTube do IEA, clique </span><a href="https://youtu.be/fM4M7lUW6v4?si=lqTx-9314g76AJ4k"><span>aqui</span></a><span> para assistir.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lívia Uchoa </dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-07T19:16:04Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/artigo-analisa-interacoes-entre-cientista-neurodivergente-e-inteligencia-artificial">
    <title>Artigo analisa interações entre cientista neurodivergente e inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/artigo-analisa-interacoes-entre-cientista-neurodivergente-e-inteligencia-artificial</link>
    <description>Trabalho é de autoria da coordenadora do Grupo de Estudo Confluencia, do IEA-RP, e foi publicado no periódico Logeion: Filosofia da Informação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-c48a4d10-7fff-e1a6-cc3c-733d8dc5cdff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome36.png/@@images/25e0574c-b019-47a6-bdf4-7f1ccfc149d3.png" alt="" class="image-left" title="" />Muito além do uso funcional em tarefas cotidianas ou de respostas rápidas para perguntas, a inteligência artificial pode contribuir de forma significativa para experiências cognitivas e criativas de pessoas neurodivergentes. O termo abrange diferentes formas de funcionamento neurológico, como no caso de indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e outras condições não típicas. Foi o que observou o artigo “Epistemologia da Insurgência com Inteligência Artificial (EIIA): termos, conceitos e instantes singulares”, de autoria da coordenadora do Conflu</span><span class="gmail_default"> </span><span>encia – Grupo de Estudos Avançados em Tecnologia e Informação em Saúde com Foco em Populações Vulneráveis do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Maria Cristiane Barbosa Galvão.</span><br /><br /><span>O trabalho, publicado recentemente na revista Logeion: Filosofia da Informação, apresenta uma proposta original de produção de conhecimento a partir da interação com inteligência artificial. Foram analisadas mais de 3.800 interações entre uma cientista neurodivergente e o ChatGPT-4, realizadas ao longo de três meses. Segundo Maria Cristiane, a Epistemologia da Insurgência com Inteligência Artificial, uma proposta original de produção de conhecimento, “propõe que sujeitos e contextos historicamente silenciados possam, por meio de tecnologias emergentes, desenvolver novos modos de linguagem, vínculo e elaboração conceitual, com liberdade e legitimidade epistêmica”.</span><br /><br /><span>A pesquisa foca em momentos-chave chamados de “instantes singulares”, definidos como momentos de percepção e criação simbólica que surgem na interação com a inteligência artificial e contribuem para a formulação de novos conceitos e formas de linguagem.</span><br /><br /><span>Ao todo, a autora, que também é docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, propôs 20 termos e conceitos inéditos com base nessas interações, que ajudam a compreender a relação e as possibilidades de criação de conhecimento entre pessoas neurodivergentes e a inteligência artificial. Entre eles, destaca-se, por exemplo, o Transtorno Generalizado da Perda de Vínculo Eminente, uma ansiedade despertada pela limitação atual dos sistemas de inteligência artificial em manter a memória das interações anteriores.</span><br /><br /><span>Outro termo proposto foi o Assédio Algoritmicamente Embasado. A partir do conhecimento acumulado pela inteligência artificial com base em dados e informações disponíveis na internet, muitas vezes marcados por preconceitos e vieses sociais, a ferramenta acabou por reproduzir estereótipos associados à condição neurodivergente da interlocutora.</span><span class="im"><br /><br />O artigo está disponível gratuitamente e pode ser acessado neste endereço: <a href="https://doi.org/10.21728/logeion.2025v11n2e-7589" target="_blank">https://doi.org/10.21728/logeion.2025v11n2e-7589</a>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-07T19:26:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tecnologias-digitais-e-linguas-indigenas">
    <title>Ampliando a comunicação em língua indígena com tecnologias digitais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tecnologias-digitais-e-linguas-indigenas</link>
    <description>Durante seu período como professor visitante do IEA (maio/2023-maio/2025, o cientista da computação Claudio Pinhanez deu prosseguimento a seus projetos sobre o uso de tecnologias digitais e inteligência artifical na vitalização de línguas indígenas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sala-digital-em-tabocal-dos-pereira/image" alt="Sala digital em comunidade baré em Tabocal dos Pereira, AM" title="Sala digital em comunidade baré em Tabocal dos Pereira, AM" height="320" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">O cientista da computação Claudio Pinhanez fala com jovens de comunidade baré em Tabocal dos Pereira, AM</dd>
</dl></p>
<p>Grande parte das comunidades indígenas brasileiras já possui conexão em alta velocidade com a internet. No entanto, muitas delas ainda não podem obter informações ou se comunicar fazendo uso de sua própria língua pela ausência de ferramentas digitais, como tradutores, conversores de fala em texto, aplicativos diversos e até mesmo configurações de teclado adequadas, que incorporem diacríticos e caracteres especiais. Essa lacuna começou a ser preenchida nos últimos anos graças à atuação de pesquisadores brasileiros de várias universidades (inclusive do exterior) e de profissionais de organizações e empresas.</p>
<p>Mas há uma precondição para que tecnologias digitais, inclusive inteligência artificial, sejam aplicadas a uma língua indígena: a comunidade de seus falantes precisa ver importância nisso e concordar com a realização do trabalho. Essa obrigatoriedade é enfatizada pelo cientista da computação Claudio Pinhanez, professor visitante do IEA de maio/2023 a maio/2025 e vice-diretor do <a href="https://c4ai.inova.usp.br/">Centro de Inteligência Artificial</a> (C4AI, na sigla em inglês), parceria entre USP, IBM e Fapesp.</p>
<p><strong>Seminários</strong></p>
<p>Uma de suas atividades no IEA foi a organização do ciclo de seminários “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-08">Tecnologias Digitais e Línguas Indígenas</a>”, de setembro a dezembro de 2024. A série de encontros procurou fazer um primeiro apanhado de pessoas que têm feito progressos na área. Além disso, os vídeos dos seminários serão uma referência para pesquisadores de computação que queiram ter uma ideia do que já está sendo feito em línguas indígenas, diz Pinhanez. “Os interessados vão encontrar lá informações sobre as possibilidades de uso de tecnologias digitais na vitalização das línguas, aspectos técnicos de linguística computacional e estruturação de dados, desenvolvimento de aplicativos de ensino e até sobre a configuração de teclados específicos, pois é preciso tudo seja visível na tela, senão os recursos criados não vão chegar ao usuário”, afirma.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Vídeos dos seminários<br />do ciclo "Tecnologias Digitais<br />e Línguas Indígenas"</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2024/uso-de-tecnologias-digitais-na-vitalizacao-de-linguas-indigenas" class="external-link">Uso de Tecnologias<br />Digitais na Vitalização<br />de Línguas Indígenas</a><br />3/9/2024<br />Expositor: Claudio Pinhanez</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2024/usando-inteligencia-artificial-na-traducao-de-linguas-indigenas" class="external-link">Usando Inteligência<br />Artificial na Tradução<br />de Línguas Indígenas</a><br />24/9/2024<br />Expositores: Paulo Cavalin, Marcelo Finger e Claudio Pinhanez</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2024/desafios-no-processamento-de-linguas-indigenas" class="external-link">Desafios no Processamento de Línguas Indígenas</a><br />8/10/2024<br />Expositora: Aline Villavicencio</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2024/adaptacao-de-teclados-e-de-aplicativos-para-linguas-indigenas" class="external-link">Adaptação de Teclados<br />e de Aplicativos para<br />Línguas Indígenas</a><br />22/10/2024<br />Expositora: Natália Falcão</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2024/linguistica-computacional-de-linguas-indigenas" class="external-link">Linguística Computacional<br />de Línguas Indígenas</a><br />3/12/2024<br />Expositor: Leonel Figueiredo de Alencar</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2024/aplicativos-de-ensino" class="external-link">Aplicativos de Ensino</a><br />Expositora: Suellen Tobler</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Pinhanez, que atua também com pesquisador principal do grupo Conversational Intelligence da IBM Research Brasil, foram expositores no ciclo: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cavalin">Paulo Cavalin</a> (IBM Research Brasil), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-finger">Marcelo Finger </a>(Instituto de Matemática e Estatística da USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aline-villavicencio">Aline Villavicencio</a> (Universidade de Exeter, Reino Unido), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/natalia-falcao">Natália Falcão</a> (Motorola), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonel-figueiredo-de-alencar">Leonel Figueiredo de Alencar</a> (Universidade Federal do Ceará) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suellen-tobler">Suellen Tobler</a> (desenvolvedora do Nheengatu App).</p>
<p><strong>Novo projeto</strong></p>
<p>Na época do ciclo, o grupo de Pinhanez no C4AI dava continuidade a projetos ligados a comunidades guarani mbya no estado de São Paulo e começava a delinear o projeto atual, voltado à produção de ferramentas digitais para duas comunidades do povo baré situadas na região do Alto Rio Negro, no estado do Amazonas.</p>
<p>Os barés são falantes da variante amazônica do nheengatu, língua franca derivada da língua geral (séculos 16 a 18), por sua vez, uma forma simplificada e adaptada do tupi antigo. Assim como outros povos, os barés adotaram o nheengatu em substituição à sua língua original por causa do contato com missionários e da colonização. A língua baré – da família linguística aruaque – está quase extinta.</p>
<p>“No ano passado, já havíamos iniciado pesquisas com o processamento do nheengatu e mantínhamos conversas com um grupo de professores que trabalha com a língua. Em setembro de 2024, a convite de duas comunidades, fizemos uma visita de 3 dias. Vimos a oportunidade de uma boa parceria e assinamos acordos com as entidades dos indígenas. Na segunda semana de julho fomos lá instalar os equipamentos de uma sala de aula digital”, relata Pinhanez.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Ele considera que as comunidades de linguistas e de antropólogos dedicadas aos indígenas são bem-organizadas, mas a de computação em geral e de inteligência artificial está começando a surgir. “Ainda não há uma proposta de constituição de uma rede, mas é uma coisa que em algum momento precisará ser feita”, afirma.</p>
<p>A pesquisa na área está precisando de coordenação, algo como um projeto no CNPq com a liderança de pelo menos dois acadêmicos de universidades diferentes, para aglutinar as várias iniciativas espalhadas pelo país e possibilitar a colaboração entre os pesquisadores e a centralização das informações, defende Pinhanez. “É fundamental que algo assim esteja sediado numa universidade, que possui um prazo de desenvolvimento de pesquisa mais longo do que o das empresas.”</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sala-digital-em-comunidade-bare-em-juruti-am/image" alt="Sala digital em comunidade baré em Juruti, AM" title="Sala digital em comunidade baré em Juruti, AM" height="333" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Sala de aula digital na comunidade baré de Juruti, AM</dd>
</dl>A criação de um programa governamental de financiamento de projetos tecnológicos com comunidades indígenas também é algo importante, segundo ele, mas considera que isso deveria estar sob o guarda-chuva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). “Não é o caso de o Ministério dos Povos Indígenas cuidar disso, pois tem poucos recursos, que devem ser destinados a questões prioritárias para as comunidades.”</p>
<p>Ele chegou a conversar sobre o assunto com representantes do MCTI durante um encontro da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), no Chile, e verificou que as línguas indígenas “não eram uma prioridade do ministério". Soube também que há um grande projeto sobre línguas envolvendo Europa, América Latina e Caribe. "Esse projeto poderia contribuir, mas é voltado sobretudo para as línguas majoritárias da região."</p>
<p><strong>Novos desafios</strong></p>
<p>Pinhanez reconhece a importância do trabalho que vem sendo feito há um bom tempo na formação de professores indígenas. Aponta que é algo difícil, pois exige oferecer cursos de licenciatura aos candidatos. “A atividade dos professores é ensinar crianças falantes a ler e escrever, além de dar aulas de outras disciplinas. É uma filosofia bilingue, empreendida com grande dificuldade. Funciona; melhor em alguns lugares, pior em outros.” No entanto, é uma visão de preservação da língua do século 20, de acordo com ele. “O século 21 apresenta novos desafios e um deles é a chegada da internet. A língua tem de estar viva na internet, porque os jovens querem viver nela.”</p>
<p>Ele explica que um projeto com língua indígena não traz contribuições que possam ser aplicadas em outras áreas, já que a quantidade de dados utilizada é pequena, diretamente relacionada com a quantidade de falantes. Mas é isso justamente que torna a atividade estimulante para um doutorando, o desafio de trabalhar com poucos dados, os quais não existem nos modelos feitos até hoje, afirma. Num trabalho de conclusão de curso de graduação, o principal desafio é cruzar uma fronteira cultural, o que se torna também o principal benefício, pois se ele conseguir trabalhar bem com uma cultura totalmente diferente, vai conseguir trabalhar bem dentro de uma empresa, com outras empresas, com o governo."</p>
<p><strong>Aspectos éticos</strong></p>
<p>Como tudo que envolve a coleta de dados individuais ou coletivos, o uso da computação em línguas indígenas também envolve questões éticas. “A primeira coisa a ser considerada é a relação que os indígenas têm com a língua, que é diferente da relação de não indígenas com sua própria língua. A língua indígena é muito identitária. Muitas vezes o uso da língua os define como indígenas. Há diversos outros aspectos. Não é incomum, por exemplo, que certas coisas só sejam faladas pelos homens. E há falas que só podem ser usadas em cerimônias", diz.</p>
<p>Pinhanez comenta que é frequente surgirem alegações de apropriação cultural: “As situações são variadas. O caso do nheengatu é diferente, pois é uma língua derivada da língua geral, não está associada a nenhuma etnia. Além disso, deve-se considerar que há diferentes níveis de interação entre comunidades indígenas com não-indígenas. Nossa política é primeiro conversar com as organizações políticas e sociais da comunidade. Existir essa estrutura representativa é precondição. Se for um grupo pouco estruturado política e socialmente, a conversa fica muito difícil.”</p>
<p><strong>Atuação indígena</strong></p>
<p>Mas e quanto à participação dos próprios indígenas no trabalho computacional? Ele diz que isso é algo que deve ser desenvolvido e estimulado, mas as comunidades têm de achar esse envolvimento relevante. Lembra que há indígenas atuando ou estudando em várias áreas, como linguística, antropologia, direito, saúde e engenharia. "Geralmente, se dedicam a áreas importantes para suas comunidades. Ao enviar um jovem para uma universidade, a comunidade faz um investimento importante, por isso a escolha tem de ser criteriosa”, afirma.</p>
<p>Ao iniciar um projeto, o grupo de Pinhanez parte do desenvolvimento de um aplicativo, para despertar o interesse dos jovens em entender o processo. Em seguida, eles são informados sobre os cursos de computação. Com isso, é natural que parte deles se interesse e explique à comunidade por que seria importante que fossem enviados para um curso. “Falando com os jovens, percebemos que há muito interesse. No caso dos barés, contratamos duas delas indicadas pela comunidade. Uma fez curso de tecnologia da informação em São Gabriel da Cachoeira e a outra é autodidata. Elas darão suporte técnico na sala de aula digital”, diz.</p>
<p>As comunidades precisam ter alguém habilitado em tecnologia da informação para gerenciar a infraestrutura de comunicação, resolver os problemas de segurança e ensinar as pessoas a usarem os recursos disponíveis. Essa necessidade já está razoavelmente resolvida em boa parte das comunidades do país, segundo Pinhanez. O objetivo de seu grupo e de outros pesquisadores é criar condições para uma verdadeira inclusão digital dos indígenas, possibilitando àqueles que assim o desejarem utilizar sua própria língua em todos os recursos propiciados pela internet.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Projeto Y<span>ẽgatu Digital/Divulgação</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Línguas indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Linguística</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-07T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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