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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 401 to 415.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-professor-emerito-da-fflch">
    <title>Carlos Guilherme Mota, professor emérito da FFLCH</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-professor-emerito-da-fflch</link>
    <description>No dia 18 de junho, o historiador Carlos Guilherme Mota recebe o título de professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O historiador Carlos Guilherme Mota recebe no dia 18 de junho o título de professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A cerimônia acontece às 13h30 no Salão Nobre da faculdade (Prédio da Administração, Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo).</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilhermemota1.jpg/image" alt="guilhermemota1.jpg" title="guilhermemota1.jpg" height="280" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Carlos Guilherme Mota</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Professor titular aposentado de história contemporânea da FFLCH, primeiro diretor e professor honorário do IEA, atualmente Mota é professor titular de história da cultura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
<p style="text-align: justify; ">Foi professor visitante das Universidades do Texas e Stanford, nos EUA, de Salamanca, na Espanha, e de Londres, no Reino Unido, além de diretor de estudos da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, na França.</p>
<div style="text-align: justify; "></div>
<p style="text-align: justify; ">Escreveu várias obras, dentre elas: "História do Brasil — Uma Interpretação" (2008), com Adriana Lopez; "Ideologia da Cultura Brasileira" (1977 e 2008); "A Idéia de Revolução no Brasil e outras Idéias" (2008); "1789-1798: a Revolução Francesa" (2007); "História da 'Folha de S.Paulo'" (1981), com Maria Helena Capelato; "Nordeste, 1817: Estrutura e Argumentos" (1972).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Julia Mota</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-06-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/cerimonias/carlos-guilherme-mota-recebe-titulo-de-professor-emerito-da-fflch-18-de-junho-de-2009">
    <title>Carlos Guilherme Mota Recebe Título de Professor Emérito da FFLCH - 18 de junho de 2009</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/cerimonias/carlos-guilherme-mota-recebe-titulo-de-professor-emerito-da-fflch-18-de-junho-de-2009</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-06-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-biblioteca-mindlin">
    <title>Carlos Guilherme Mota é o novo diretor da Biblioteca Mindlin</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-biblioteca-mindlin</link>
    <description>Posse do historiador será no dia 15 de abril. Biblioteca abriga um dos acervos mais importantes sobre a história e cultura do país.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilhermemota1.jpg" alt="guilhermemota1.jpg" class="image-right" title="guilhermemota1.jpg" />O historiador <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros-2/carlos-guilherme-mota" class="external-link">Carlos Guilherme Mota</a>, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e primeiro diretor do IEA-USP, toma posse no dia 15 de abril como diretor da <a class="external-link" href="http://www.bbm.usp.br">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a>. Entre as propostas de sua gestão estão a transformação da biblioteca num espaço para colóquios de alto nível e o lançamento de uma publicação semestral eletrônica.</p>
<p>A Biblioteca Mindlin foi inaugurada em março de 2013. Ela abriga o acervo do casal Mindlin doado à USP. São livros, folhetos, periódicos, mapas, manuscritos, gravuras e outros materiais, totalizando cerca de 60 mil itens. Todo o acervo está a serviço de pesquisadores e estudiosos com interesse em conhecer mais a fundo temas da história, da literatura, da arte e da cultura brasileira em geral. Pela quantidade e importância, destacam-se os livros de história, de literatura e crítica literária, os relatos de viajantes e missionários e os almanaques e periódicos nacionais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: arquivo pessoal de Carlos Guilherme Mota</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-28T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/professora-da-eerp-assume-coordenacao-do-iea-rp">
    <title>Carla Ventura assume coordenação do Polo Ribeirão Preto do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/professora-da-eerp-assume-coordenacao-do-iea-rp</link>
    <description>Carla Aparecida Arena Ventura é a primeira mulher a coordenar o polo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1094317a-7fff-4fbc-e0c9-8aedbb89a42e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/DSCN5181_edit300x247.jpg/@@images/44769b9d-6321-4eda-9cb8-349e08431b60.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP Carla Aparecida Arena Ventura é a nova coordenadora do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto. A nomeação foi homologada pela reitoria da universidade nesta quinta, dia 3. É a primeira vez nos 14 anos de existência do polo que uma mulher assume a coordenação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Carla ocupava desde 2019 o cargo de vice-coordenadora do IEA-RP e já tinha atuado no instituto anteriormente, representando o IEA em 2018 na Intercontinental Academia (ICA), um programa da University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias) rede que reúne mais de 40 institutos de estudos avançados de universidades de todos os continentes. Ela substitui <span style="text-align: justify; ">Antonio José da Costa Filho, que coordenou o polo de 2019 a 2023.</span></span></p>
<p dir="ltr"><span>A nova coordenadora do IEA-RP possui graduação em Relações Internacionais pela UnB e em Direito pela Unesp, especialização em Administração pela USP, mestrado em Direito pela Unesp e doutorado em Administração pela USP. Defendeu sua Livre Docência em 2011 pela EERP-USP, onde atualmente é professora titular do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas. </span><span>Em 2020, foi indicada dentre as 250 mulheres protagonistas da ciência no Brasil pelo projeto Open Box da Ciência do Instituto Serrapilheira. Possui experiência nas áreas de Saúde e Enfermagem Global, Direito Internacional da Saúde e Proteção Internacional dos Direitos Humanos, Bioética e Legislação em Enfermagem, Saúde Mental e Direitos Humanos, Participação e Controle Social e o Direito à Saúde, Diplomacia em Saúde e Enfermagem, Administração Pública e Metodologias Sistêmicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para receber informações sobre atividades realizadas pelo IEA-RP, inscreva-se em nossa </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfeLzpdTSVhiLb6TTuwFlqdAo18fuXQZab-euAfZmLjJzU0iw/viewform"><span>newsletter</span></a><span> ou faça parte de nossos grupos de notícia no </span><a href="https://wa.me/551633150368"><span>Whatsapp</span></a><span> e no </span><a href="https://t.me/iearp"><span>Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-04T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-reitor-analisam-relacoes-da-usp-com-a-sociedade">
    <title>Candidatos a reitor analisam relações da USP com a sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-reitor-analisam-relacoes-da-usp-com-a-sociedade</link>
    <description>"A USP e a Sociedade" é o tema de debate entre os candidatos à reitoria da USP que o Instituto de Estudos Avançados promove no dia 8 de outubro, em sua sede. Basicamente trata-se de avaliar o papel da USP em setores como a extensão, sua relação com movimentos sociais e grupos da sociedade, seu papel no âmbito empresarial e produtivo e o seu financiamento por fontes não acadêmicas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pessoasusp.jpg" alt="pessoasusp.jpg" class="image-right" title="pessoasusp.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Os  oito candidatos declarados ao cargo de reitor  da USP participam do  encontro "A USP e a Sociedade", que o IEA  realiza no  dia 8 de outubro,  quinta-feira,  às 13h30. Os candidatos tratarão de quatro temas:</p>
<ul style="text-align: justify; ">
<li>
<div align="left">o  papel da extensão para que a USP tenha impacto positivo na solução de  problemas sociais e no aproveitamento das oportunidades que o mundo hoje  apresenta;</div>
</li>
<li>
<div align="left">a relação da USP com movimentos sociais e grupos da sociedade que não se reduzem ao âmbito empresarial;</div>
</li>
<li>
<div align="left">a relação da USP com o setor produtivo;</div>
</li>
<li>
<div align="left">o financiamento da USP por fontes não-acadêmicas.</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify; ">Os  candidatos são: Armando Corbani Ferraz (pró-reitor de Pós-Graduação),   Francisco Miraglia Neto (professor do Instituto de Matemática e  Estatística), Glaucius Oliva (diretor do Instituto de Física de São  Carlos), João Grandino Rodas (diretor da Faculdade de Direito), Ruy  Alberto Corrêa Altafim (pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária),  Sonia Penin (diretora da Faculdade de Educação), Sylvio Barros Sawaya  (diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e Wanderley Messias da  Costa (coordenador de Comunicação Social).  A coordenação será de  Renato Janine Ribeiro (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências  Humanas).</p>
<p align="left">O  encontro  é aberto a todos os interessados e acontece no Auditório  Alberto Carvalho da Silva, na sede do IEA.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/a-usp-e-a-sociedade-encontro-com-os-candidatos-2014-2009" class="external-link">ASSISTA AQUI AO VÍDEO</a></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2009/a-usp-e-a-sociedade-encontro-com-os-candidatos-08-de-outubro-de-2009" class="external-link"><b>CONFIRA AS FOTOS</b></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="right"><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.flickr.com/people/sputz">Rafael Chaves</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-09-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/cafe-da-manha-com-cesar-ades-21-de-outubro-de-2009">
    <title>Café da Manhã com César Ades - 21 de outubro de 2009</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/cafe-da-manha-com-cesar-ades-21-de-outubro-de-2009</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-10-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/bohm-no-brasil">
    <title>Bohm in Brazil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/bohm-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este encontro irá homenagear David Bohm e seus artigos seminais <span>sobre trajetórias quânticas, publicados durante sua passagem pela USP </span><span>na década de 1950. </span><span>De forma mais ampla, </span><span>será também uma celebração do centenário da equação de Schrödinger </span><span>nesse ano de 2025. </span><span>Os palestrantes serão pesquisadores dedicados à mecânica bohmiana, </span><span>que fizeram contribuições mais amplas à mecânica quântica fundamental.</span></p>
<p>O workshop irá reunir pesquisadores de uma comunidade diversificada, <span>como física atômica e molecular, dinâmica química, espectroscopia de </span><span>altíssima resolução, matemática, física nuclear, filosofia científica, </span><span>fundamentos quânticos e mecânica quântica relativística, para </span><span>compartilhar ideias e expertise. Serão examinados os progressos recentes </span><span>(e talvez não tão </span><span>recentes) nas diversas teorias baseadas em trajetórias para </span><span>identificar desafios e oportunidades futuras e para fomentar novas e </span><span>estimulantes colaborações interdisciplinares nessa área. </span></p>
<p><span>O workshop </span><span>fornecerá também uma oportunidade de reflexão sobre como a mecânica </span><span>quântica mudou e reformulou a Física e a cultura da Física como uma </span><span>das teorias científicas mais relevantes já concebidas.</span></p>
<p><span>Mais informações: <a class="external-link" href="https://sites.google.com/usp.br/bohminbrazil/home">sites.google.com/usp.br/bohminbrazil/home</a>.</span></p>
<p><span>Confira <a class="external-link" href="https://sites.google.com/usp.br/bohminbrazil/program?authuser=0"><b>aqui a programação</b></a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-17T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/berlin-institute">
    <title>Berlin Institute - 15 a 18 de setembro de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/berlin-institute</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-09-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/beatriz-barbuy-e-a-nova-conselheira-do-iea">
    <title>Beatriz Barbuy é a nova conselheira do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/beatriz-barbuy-e-a-nova-conselheira-do-iea</link>
    <description>Em agosto, a professora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP passa a integrar o Conselho Deliberativo (CD) do Instituto. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/beatriz-barbuy" alt="Beatriz Barbuy - Perfil" class="image-left" title="Beatriz Barbuy - Perfil" />A astrofísica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/beatriz-barbuy" class="external-link">Beatriz Leonor Silveira Barbuy</a>, professora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, é nova conselheira do IEA. Nomeada em julho pelo reitor Marco Antônio Zago, ela assume a vaga do Conselho Deliberativo (CD) aberta com o final do mandato do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo-old2/ex-conselheiros-2/sedi-hirano" class="external-link">Sedi Hirano</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>Barbuy é graduada em física pela USP, mestre em astronomia pelo IAG e doutora em astrofísica pela Université de Paris VII, França. É professora titular do IAG, onde leciona há mais de 30 anos. Foi pesquisadora visitante do Lick Observatory, Estados Unidos; do Institute for Astronomy, Reino Unido; do European Southern Observatory, Garching bei München, Alemanha; e regularmente do Observatoire de Paris, França. Coordenou o projeto Fapesp e Instituto do Milênio "Evolução de Estrelas e Galáxias na Era dos Grandes Telescópios: Implementação de Instrumentação para o SOAR e Gemini". É membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academie des Sciences e do Third World Academy of Sciences (Twas). Seus estudos concentram-se nos temas: espectroscopia, diagrama cor magnitude, aglomerados globulares, síntese de populações e evolução estelar.</p>
<p>Entre 2001 e 2005, a pesquisadora teve papel importante em um programa conduzido pelo European Southern Observatory, que investigou a formação das primeiras estrelas, de mais de 10 bilhões de anos, obtendo informações detalhadas a respeito de sua composição química.</p>
<p>Em 2009, Barbuy <span>foi </span>considerada uma das 100 brasileiras mais influentes pela Revista Época. No mesmo ano, ela foi uma das cinco ganhadoras do <span>Prêmio L’Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Astrofísica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-20T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/avancos-e-retrocessos-nas-posicoes-brasileiras-sobre-o-ambiente">
    <title>Avanços e retrocessos nas posições brasileiras sobre o ambiente </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/avancos-e-retrocessos-nas-posicoes-brasileiras-sobre-o-ambiente</link>
    <description>Série Strategic Workshops trará especialistas no dia 5 de outubro para articular pesquisas e políticas públicas na área ambiental </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/legislacao-e-governanca-ambiental" alt="Legislação e Governança Ambiental" class="image-inline" title="Legislação e Governança Ambiental" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A série de eventos <i>Strategic Workshops, </i>promovida pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP com apoio do IEA, discutirá no dia <strong>5 de outubro</strong> os contrastes das posições de vanguarda do Brasil nas legislações e políticas ambientais e o atual cenário que ocorre de fato nesse setor. Os progressos e os avanços das posições brasileiras no Acordo de Paris, nas convenções de biodiversidade e mudanças climáticas, nos desenvolvimentos das paisagens agrícolas e em muito outros temas serão analisados por especialistas da USP e outras instituições de ensino e pesquisa.</p>
<p>O encontro gratuito, aberto ao público e com inscrição via <a href="http://goo.gl/yHT9Nc" target="_blank"><strong>formulário</strong></a>, será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. Acontece das <strong>9h30 às 17h30</strong>, na antiga sala do Conselho Universitário.</p>
<p>O Código Florestal (Lei 12.651) editado em 2012, por exemplo, foi aprovado em meio a muitas polêmicas, com críticas tanto das posições favoráveis quanto das contrárias à nova lei. Especialistas em biodiversidade consideram essa legislação um retrocesso ao reduzir significativamente a proteção das Áreas de Preservação Permanente (APPs) nas margens de rios, córregos e lagos.</p>
<p>“Essa redução compromete não só a conservação da biodiversidade, como também os serviços ecossistêmicos providos pela vegetação ribeirinha, tais como a estabilidade do solo, a retenção do excesso de fertilizantes e agrotóxicos, além de reduzir os corredores de biodiversidade, entre outros efeitos”, ressalta o professor de ecologia vegetal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carlos Joly, coordenador do Programa Biota/Fapesp.</p>
<p>Joly organiza esse encontro dentro da programação dos <i>Strategic Workshops</i> da PRP-USP. Além de sua participação na abertura, ministrará uma palestra sobre a Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, na sigla em inglês). O IPBES, sediado em Bonn, na Alemanha, é abrigado por diversos organismos internacionais e é administrado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP, na sigla em inglês). O pró-reitor de Pesquisa da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a>, e o presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, participam da rodada de abertura.</p>
<p>Se por um lado existem retrocessos, o Brasil vive avanços especialmente em relação a alguns acordos internacionais na área ambiental. O país depositou, por exemplo, junto à ONU, sua ratificação do Acordo de Paris na Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, com a meta de cortar em até 37% suas emissões de gases de efeito estudo (GEE) até 2025, com indicativo de redução de 43% até 2030, ambos em comparação aos níveis de 2005.</p>
<p>“Para alcançar as metas, o Brasil terá de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, além de zerar o desmatamento da Amazônia e aumentar de 9% para 23% a participação das fontes renováveis de energia na sua matriz energética, por exemplo, as fontes eólicas”, diz Joly.</p>
<p>O professor lembra que para que o Acordo de Paris comece a vigorar, é necessário que seja ratificado por pelo menos 55 países responsáveis por 55% das emissões. Até o momento, 60 países, inclusive os Estados Unidos, os quais representam 47,5% das emissões globais, já o ratificaram. Sendo assim, o acordo só precisa ser ratificado por países que respondam juntos por 7,5% das emissões globais.</p>
<p>A série de encontros <i>Strategic Workshops</i> da USP busca articular pesquisadores e redes de pesquisa em torno de temas transdisciplinares. O objetivo é organizar e impulsionar áreas de excelência dentro da Universidade ou temas potenciais que mereçam maior articulação e visibilidade.</p>
<p> </p>
<h3>Programação</h3>
<p> </p>
<p><strong>Abertura: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger </a><span>(Pró-reitor de Pesquisa); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a><span> (Diretor do IEA-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a><span> (Presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alfredo-joly">Carlos Joly </a><span>(BIOTA/FAPESP e Unicamp)</span></p>
<p><strong>BLOCO 1 </strong></p>
<p><strong>O cenário Internacional - </strong>Mediador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciano-verdade">Luciano Martins Verdade</a></p>
<p><strong>- O Acordo de Paris e o que Significa para o Brasil - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-klink">Carlos A. Klink</a> - Universidade de Brasília (UnB)</p>
<p><strong>- A Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) - </strong>Carlos Alfredo Joly (BIOTA/FAPESP e Unicamp)</p>
<p><strong>- O Crepúsculo das Polarizações na Luta Contra as Mudanças Climáticas - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay">Ricardo Abramovay</a> - Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP</p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>12h00 - Intervalo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>14h00 - BLOCO 2 </strong></p>
<p><strong>O Cenário Nacional - Mediador: </strong>Carlos A. Joly<strong> </strong></p>
<p><strong>- Histórico dos Avanços e Retrocessos na Legislação Ambiental do Brasil - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann">Fábio Feldmann</a> (FF Consultores)</p>
<p><strong>- Perdas e Ganhos com o "Novo" Código Florestal - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gerd-sparovek">Gerd Sparovek</a>, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da USP</p>
<p><strong>- A Câmara de Compensação Ambiental do Estado de São Paulo - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-rodrigues">Ricardo Ribeiro Rodrigues</a> (Esalq-USP)</p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>15h30 - BLOCO 3 </strong></p>
<p><strong>Paisagens Agrícolas Multifuncionais - </strong>Mediador: Ricardo Ribeiro Rodrigues (Esalq-USP)</p>
<p><strong>- "Land Sharing x Land Sparing" e o Código Florestal - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-martinelli">Luiz  Antônio Martinelli</a> - Centro de Energia Nuclear (CENA-Esalq-USP)<strong> </strong></p>
<p><strong>- Governança da Biodiversidade em Paisagens Agrícolas - </strong>Luciano Martins Verdade (CENA-Esalq-USP)<strong> </strong></p>
<p><strong>- Debate</strong></p>
<p><strong>17h - Discussão Geral, Encaminhamentos e Encerramento</strong></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><i><strong>Legislação e Governança Ambiental: Avanços e Retrocessos</strong><br /></i><i>5 de outubro, das 09h30 às 17h30<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário da USP -  Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Inscrição via <a href="http://goo.gl/yHT9Nc" target="_blank">formulário<br /></a></i><i>Informações: <a href="mailto:sedini@usp.br">Sandra Sedini</a> – telefone 11 3091-1678<br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos">http://www.iea.usp.br/eventos/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-</a><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos">retrocessos<br /><br /></a></strong></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-29T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/estrutura/auditorio-iea-sede-atual-andar-terreo">
    <title>Auditório IEA - Sede Atual - andar térreo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/estrutura/auditorio-iea-sede-atual-andar-terreo</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infraestrutura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-08T19:43:29Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/cerimonias/assinatura-do-convenio-catedra-bernardo-ohiggins">
    <title>Assinatura do Convênio para Criação da Cátedra Bernardo O'Higgins - 10 de março de 2008</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/cerimonias/assinatura-do-convenio-catedra-bernardo-ohiggins</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Bernardo O’Higgins</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-03-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/assinatura-da-parceria-iea-e-inova-usp-05-de-maio-de-2022">
    <title>Assinatura da Parceria IEA e Inova/USP - 05 de maio de 2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/assinatura-da-parceria-iea-e-inova-usp-05-de-maio-de-2022</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-06T16:14:03Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-propostas-para-a-futura-gestao-do-iea">
    <title>As propostas para uma nova gestão do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-propostas-para-a-futura-gestao-do-iea</link>
    <description>Encerrado o período de inscrição de chapas para a eleição do diretor e vice-diretor do IEA no dia 29 de março, foi confirmada a inscrição da chapa formada por Paulo Saldiva (para diretor) e Ary Plonski (para vice-diretor). </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Atualizada às 17h20 do dia 18 de fevereiro</i></p>
<p>O colégio eleitoral do IEA participou de eleição neste dia 18 para decidir os futuros diretor e vice-diretor do Instituto. O resultado foi apurado pela Comissão Eleitoral do IEA e será divulgado no Diário Oficial do Estado tão logo o reitor Marco Antônio Zago designe os novos diretores.</p>
<p><span>O processo contou com apenas uma chapa inscrita, formada por <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span> (para diretor) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a><span> (para vice-diretor). </span></span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes" class="external-link"><i>Leia mais sobre o assunto</i></a><span>. </span><span>Os eleitores são os integrantes e ex-integrantes do Conselho Deliberativo do IEA, seus ex-diretores e ex-vice-diretores, o presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto e os diretores das unidades de ensino e pesquisa da USP e representantes das respectivas congregações no Conselho Universitário.</span></p>
<p><strong>Propostas</strong></p>
<p>Na <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/proposta-de-programa-de-gestao-do-iea-usp" class="external-link">proposta de gestão</a> para o mandato de quatro anos apresentada pela chapa, Saldiva e Plonski dizem que “um dos grandes desafios de qualquer nova direção é encontrar um adequado equilíbrio entre continuidade e inovação”.</p>
<p>Eles destacam a participação do IEA na rede Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study) como indicativa da “preocupação do Instituto de promover a discussão de temas globais e de colaborar com o processo de internacionalização da USP”. Ressaltam também a dedicação, “de forma exitosa”, do IEA ao debate sobre temas de interesse para a sociedade brasileira.</p>
<p><strong>Novos temas</strong></p>
<p>Em paralelo à continuidade das atividades já desenvolvidas com sucesso, os candidatos propõem três novas diretrizes:</p>
<ol>
<li>criação de uma Escola Avançada de Formação de Lideranças;</li>
<li>estudos sobre urbanidade e qualidade de vida;</li>
<li>da transformação da Universidade à Universidade transformadora.</li>
</ol>
<p>Em relação ao primeiro item, propõem que o IEA abrigue, em períodos de um ano, pessoas que desejem uma “imersão em toda a gama de variáveis relacionadas à gestão de questões complexas e importantes para a formulação de políticas públicas, valendo-se da riqueza de saberes disponível na USP em todas as suas unidades”.</p>
<p>Quanto à urbanidade e à qualidade de vida, Saldiva e Plonski apresentam a proposta de criação de um espaço de diálogo e convergência de todos os grupos interessados na proposição de estudos científicos e pesquisas voltadas para a melhoria do viver dos habitantes das regiões metropolitanas.</p>
<p>No que se refere ao terceiro item, eles propõem duas ações:</p>
<ol>
<li>tornar o IEA um centro de referência que consolide iniciativas voltadas ao entendimento  profundo dos processos e perspectivas de transformação da Universidade que prosperam no próprio Instituto  ou em outros lugares da USP;</li>
<li>transformar o IEA no elo de articulação da USP com o Poder Legislativo (Congresso Nacional, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e câmaras de vereadores dos municípios onde há campus<i> </i>da USP), com a finalidade de contribuir para a qualificação da legislação sobre temas capitais, como saúde, educação, geração de trabalho e renda, saneamento, meio ambiente, energia, transportes, segurança pública e segurança alimentar.</li>
</ol>
<p>Há aspectos de cunho prático para o funcionamento do IEA já sendo encaminhados que devem merecer atenção especial da futura diretoria, segundo Saldiva e Plonski.</p>
<p><strong>Instalações</strong></p>
<p>Na proposta, consideram que a ampliação do número de pesquisadores (como aqueles em ano sabático e novos pós-doutorandos) exige a adequação da área física do Instituto: “Acreditamos que a qualidade dos projetos desenvolvidos será o melhor caminho para a captação de recurso institucionais e externos para que o IEA possa seguir sua trajetória de atração de talentos, proporcionando-lhes uma adequada estrutura física de trabalho”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transforma IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-02-01T21:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifestacoes-de-rua">
    <title>As manifestações nas ruas em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifestacoes-de-rua</link>
    <description>Em evento realizando no dia 21 de junho, pesquisadores vinculados ao IEA discutiram motivações, impactos e desdobramentos das recentes manifestações de rua que tomaram conta do Brasil. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?'" class="image-inline" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?'" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O IEA aceitou o desafio de refletir sobre a história no momento em que ela se faz. No dia 21 de junho, 14 pesquisadores vinculados ao Instituto se reuniram no evento <i>O Que Está Acontecendo?, </i>primeiro debate público realizado por uma universidade brasileira sobre as recentes manifestações nas ruas do país.</p>
<p>O evento deu início à série de encontros <i>UTI Brasil</i>, do  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/sociedade-contemporaneas">Laboratório Sociedades Contemporâneas</a> do IEA, voltada para a discussão do significado e do impacto desse momento de efervescência política. Os debatedores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfredo-bosi">Alfredo Bosi</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sergio Adorno</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/bernardo-sorj-iudcovsky" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-da-rocha-carvalheiro" class="external-link">José da Rocha Carvalheiro</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jorge-luiz-pereira-campos">Jorge Luiz Campos</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/arlene-clemesha" class="external-link">Arlene Clemesha</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/nicolas-lechopier" class="external-link">Nicolas Lechopier</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira">Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</a>,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sylvia-duarte-dantas">Sylvia Dantas</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alexey-dodsworth-magnavita-de-carvalho" class="external-link">Alexey Dodsworth Magnavita</a> (também relator), todos vinculados direta ou indiretamente ao IEA. A moderação ficou a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>.</p>
<p>Os principais temas abordados no debate foram a imprevisibilidade das manifestações; uma possível crise da representação e da democracia; a saída do país de um estado de passividade; o sentimento de tédio como fator de motivação; a emergência de valores conservadores nos protestos; o clamor por direitos básicos, particularmente por transporte público, saúde e educação; o protagonismo da violência; a falta de foco das reivindicações; e a urgência de uma reinvenção política. A seguir, as opiniões dos participantes sobre esses e outros temas<i>.</i></p>
<p><i><br /></i></p>
<h2>A voz dos participantes</h2>
<p><span style="text-align: justify; ">IMPREVISIBILIDADE / ESPONTANEIDADE</span></p>
<p style="text-align: justify; ">"O modelo inaugural disso é o maio de 68 francês. Nós temos nesse quase meio século movimentos que surgem sem a gente saber o que vai surgir e quando vai surgir. Esses eventos são de certa forma grandes surpresas. Acontecimento em inglês é happening, e happening em português é justamente esse movimento único, sem ensaio prévio, sem diretor de cena e sem repetição, uma singularidade que geralmente se conota pela festa e alegria." –  <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse tipo de movimento – principalmente da juventude metropolitana –  tem a característica, agora e também no passado, de ser baseado no improviso, na explosão espontânea, de não ter uma liderança ou um partido político para dirigir. Essa espontaneidade é, em grande parte, baseada num tipo de qualidade de vida da juventude, da movimentação, do movimentar, do transitar. A possibilidade de se mover no espaço urbano é fundamental para essa juventude." – <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse movimento é construído, mas a adesão é espontânea e finalmente massiva. Isso é muito parecido com o que aconteceu lá [na primavera árabe]. Também no Egito falava-se muito que não se esperava um movimento, que a população estava morta, adormecida, e de repente ela vai para as ruas." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Compartilho apenas em parte o ponto de vista de que o movimento nasceu do tédio e tem uma dimensão espontânea. Os líderes do Movimento Passe Livre estão há oito anos levantamento essa bandeira, propondo manifestações e colocando em debate uma questão extremamente importante, que é o modelo de política pública de transporte nas grandes metrópoles brasileiras, inteiramente fracassado. Então eu acho que o movimento não é inteiramente espontâneo." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PARTICIPAÇÃO POLÍTICA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esses movimentos têm seus mártires, seus mortos, mas mesmo assim têm um elemento forte de festa e de inserção de não participantes no espaço público." – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O movimento teve essa capacidade de detonar um estopim que de alguma maneira mobilizou, levou as pessoas às ruas, levou as pessoas a perceberem, particularmente a juventude, que têm a possibilidade de intervir no país, que, se querem influir, essa é a oportunidade de participar." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Temos vontade de participação política. Mas não há uma cultura política. Ou seja, a questão da educação política é fundamental nas escolas." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A favor da livre manifestação pública, portanto a favor da livre expressão de valores em si democráticos – este me parece um ponto consensual dos analistas. Governo, imprensa, universidade e todas as instâncias envolvidas no processo são (ou tornaram-se) unânimes no reconhecimento do direito de manifestação de segmentos da população. É um ganho que convém realçar em primeiro lugar." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DESDOBRAMENTOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As consequências de um acontecimento vão muitíssimo além das suas causas, muitíssimo além dos 20 centavos, nesse caso". – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"É uma incógnita os rumos que isso vai tomar. De qualquer forma, tivemos aí certa catarse. Mas penso que os movimentos que têm um percurso, uma reflexão, uma elaboração – e isso é distinto das manifestações catárticas – com certeza vão poder direcionar esses rumos, vão poder recuar, questionar, para novamente direcionar." — <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O movimento fazer um balanço do que já conseguiu até agora implica na possibilidade, na capacidade de examinar o conjunto de temas que apareceram nas diferentes manifestações e, de alguma maneira, entender como organizar essas novas demandas e de que maneira elas podem se transformar em elementos de continuidade do movimento." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TÉDIO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A diferença do Brasil é que as manifestações acontecem em ambiente absolutamente democrático, ao contrário do que aconteceu na Tunísia, no Egito e em outros lugares onde também há esse detonador. Talvez o problema, para nós, não seja tanto a opressão, seja até mesmo o tédio." – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>TRANSPORTE PÚBLICO / TARIFAS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O que está acontecendo? É a pergunta prioritária, pois exprime o sentimento de perplexidade de que fomos tomados em face de um movimento de tamanha proporção, não só aparentemente, mas explicitamente dirigido como protesto pelo aumento de 20 centavos nas tarifas de ônibus da cidade. Quem está se manifestando são jovens que estão tendo oportunidade de, talvez pela primeira vez, protestar maciçamente contra o que lhes parece abuso do poder estatal em um dos itens vitais do cotidiano, que é o valor das tarifas de transporte público." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"É um movimento de jovens que têm uma história e que têm um propósito muito claro, muito objetivo, voltado para a questão do transporte público. É um movimento que começa com um objetivo muito claro. Mas alguns falam: ‘Mas apenas 20 centavos? Reles 20 centavos?’ Somos um país de extrema desigualdade: o gasto com transporte público para grande parte da população significa 30% de seu orçamento. Isso é algo para lá de absurdo. Esse aumento no orçamento de uma população que ganha um salário mínimo é tremendo. A gente precisa tocar num ponto: os lucros das grandes empresas de transporte. Essa conquista do não aumento traz a questão das grandes corporações (...), porque as grandes corporações é que gerem o sistema mundial. (...) Quando se fala aqui do transporte, está se atacando uma das corporações que têm grande força neste país, em detrimento da população." — <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"[A gratuidade do transporte] não é um detalhe, porque há coisas que não deveriam ter preço. E o mundo do crescimento econômico não deixa espaço para a gratuidade. Eu diria que essa reivindicação do transporte talvez seja mais fundamental do poderíamos pensar." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A coisa mais importante que deveria ser abolida agora, não só em São Paulo, é a catraca no ônibus. (...) É um absurdo que, para entrar no ônibus, eu tenha que passar por uma catraca". – <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>CRISE DA DEMOCRACIA / CRISE DA REPRESENTAÇÃO</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo-2" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 2" class="image-right" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 2" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse é um aspecto fundamental: a democracia puramente formal e representativa em termos eleitorais está em crise, e o seu descrédito merecido exige alguma resposta, ainda que difusa e insuficientemente articulada." – <strong><i>Alfredo Bosi</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O que está acontecendo é um enorme mal-estar com a democracia que temos no Brasil. Esse mal-estar está relacionado com a qualidade da democracia (...). Provavelmente a área de maior déficit é a da representação. Os partidos estão muito mais preocupados em chegar ao poder e nele se manter do que propriamente em estabelecer e manter conexões com os eleitores (...). Os partidos fracassaram, inclusive os partidos que nasceram dos movimentos sociais, como foi o caso do PT (...). Na dinâmica do presidencialismo de coalizão que vigora no Brasil, os partidos são chamados a compor a grande coalizão que governa e que portanto tem uma lógica de se manter no poder custe o que custar, mesmo que seja ao custo da corrupção (...). Não houve um líder de partido no Brasil, da situação ou da oposição, que dissesse qual é a sua posição em relação às demandas que estão nas ruas e o que os partidos propõem em relação a elas. Mais grave do que isso foi o fato de que nem o presidente do Congresso, nem o da Câmara, nem o líder do governo e nenhum líder da oposição vieram a público para estabelecer uma conexão. Essa ausência de conexão cobra um preço da democracia brasileira e daí o mal-estar que nós estamos vivendo." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Atualmente, ninguém quer se representado. Existe um conflito entre quem tem o poder de representar e quem tem o poder de ser representado. A autorrepresentação está destruindo o sistema de divisão comunicacional do trabalho – que era baseado na dimensão industrialista, do passado – e afirmando um novo tipo de subjetividade muito pluralizada, que não quer mais delegar a ninguém a força de se representar, de se narrar. Durante esse tipo de manifestação – e esse é o lado mais lindo para mim – não houve ninguém falando num comício público, com microfone. Eu acho isso fundamental, porque é baseado num tipo de afirmação crescente da autorrepresentação." — <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Torcidas organizadas, gente da periferia dizendo: estamos cansados de ser explorados, temos uma mensagem a dar e nenhum partido político nem nenhum grupo está respondendo a isso." — <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"De acordo com a avaliação da 'The Economist', o Brasil ocupa uma posição democrática, mas ainda não é uma democracia plena, pois existem pontos que são delicados para nós. Por exemplo, tiramos uma nota muito alta no critério pluralismo partidário e notas muitos baixas em dois critérios que chamam a atenção: participação política e cultura política". — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PASSIVIDADE E CATARSE</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Nós estávamos tomados por um estado de melancolia (...), de que as coisas estão tão complexas, de que somos tão impotentes que não há como sair disso. E de repente essas manifestações começam a acontecer aqui, no nosso país, em que todos achavam que nossa juventude estava alienada e que todos estávamos tomados por uma passividade muito grande. De repente a população vê os jovens se manifestando e também quer se manifestar, porque é vida, porque significa sair desse estado de certo sonambulismo, uma anestesia pela qual todos estavam tomados. Outros jovens, então, começam a participar desse movimento. É um momento de catarse, em que as pessoas estão colocando para fora a vivência de uma dissonância cognitiva (...), em que sua percepção da realidade não está de acordo com o que é dito. E o que é dito? Que somos a 7ª economia do mundo, que estamos melhorando, que a classe média está se expandindo, coisas muitos positivas que são colocadas e propagandeadas." – <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"No Egito, Tunísia, nos países árabes – terríveis ditaduras – a população teve que romper a barreira do medo. E aqui a população rompeu a barreia da apatia." – <strong><i>Arlene Chemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DIREITOS BÁSICOS</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"O acesso à saúde, à educação, aos direitos básicos nos são negados, são o tempo todo ultrajados. As nossas instituições estão esfaceladas. Essa contradição que todos vivem no dia-a-dia foi trazida à tona, elas podem ter uma voz". – <strong><i>Sylvia Dantas</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A questão dos 20 centavos parece um detalhe, mas não é. Talvez seja de maior importância política, porque o transporte público é um bem básico, como a saúde, a água, a alimentação saudável. Acho importante ressaltar também que o transporte não é uma questão qualquer." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As manifestações têm um gatilho e outras reivindicações que aparecem, mas a área da saúde é tratada de uma maneira superficial. E ela tem que ser tratada de uma maneira global e local (...). O movimento tem que focar mais. Essa é uma questão que tem que ser pensada. E eu reivindico que um foco importante seja direcionado à área da saúde (...). Que não seja obrigatoriamente único, mas que seja explicitado de uma maneira muito clara." – <strong><i>José da Rocha Carvalheiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Não se trata de um problema de manifestação da presidente, mas de como o governo, no seu conjunto, vai tomar as pautas, os temas que apareceram, como propostas de solução dos problemas que estão colocados, particularmente no que diz respeito às políticas públicas mais importantes: saúde e educação." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>REINVENÇÃO POLÍTICA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Houve uma interrupção da comunicação política entre os atores, que é um elemento fundamental na ação política. Quer dizer, não havia mais a possibilidade de estabelecer um canal de comunicação ou vias aceitáveis de comunicação (...). Nós estamos atravessando um novo momento de interrupção dessa comunicação. Isso significa um exercício de reinvenção política (...). Ou seja, os canais que são considerados legitimamente aceitos, de expressão, de reivindicação, de participação, de alguma maneira parecem esgotados. Ou parecem insatisfatórios. Há todo um exercício de encenação política, de pôr essa insatisfação, essa efervescência, num espaço público de grande audiência e de grande visibilidade". – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong><strong><i> </i></strong><i>(Relacionando, no início, as manifestações atuais e a invasão da Reitoria da USP em 2007.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">"Talvez esse seja o momento de os partidos e as instituições tão desacreditadas ouvirem o que as pessoas estão tentando dizer e fazerem esse exercício de reinvenção política. A gente está precisando urgentemente dessas instituições de outra maneira, reinventadas. Do jeito que elas estão, o descrédito só tenderá a crescer." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>VIOLÊNCIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"[Os jovens manifestam-se também] contra, obviamente, a repressão policial, aspecto que nos inquieta a todos, pois a presença indesejada de grupos dispostos ao vandalismo provoca um endurecimento perigoso das forças de segurança." – <strong>Alfredo Bosi</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Não a juventude paulistana ou carioca que imagina imitar Istambul. Eu acho que foi o contrário: na minha fantasia, foi a polícia paulistana, foi Haddad e Alckmin que imitaram e tentaram replicar o que aconteceu na Turquia." — <strong><i>Massimo Canevacci</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Houve uma violência da polícia, que todos nós recusamos, criticamos, e que de certo modo foi um grande detonador. E aí pudemos refletir: para muitos isso rememorou os acontecimentos da ditadura, para outros a ideia de que a polícia é sempre violenta e, portanto, tem que ser combatida. O discurso que conecta violência e protesto político está sendo requalificado. Até os anos 70, ele era legítimo, ou seja, a violência estava ligada ao fim da opressão, com os movimentos de descolonização, com a ideia de que a violência era um instrumento da política. O que a gente assiste a partir dos anos 70? O tempo todo uma desqualificação da violência, quer dizer, a violência não é um meio da política, a violência é a não-política. Parece que agora está havendo uma tentativa de retomar a questão da violência como um lugar da política." – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A violência que foi mencionada tem um significado muito forte, por mais assustador e negativo que seja em muitos momentos. É realmente uma voz oprimida rompendo, e ela precisa ser ouvida. Há também muitas denúncias, similares ao que aconteceu no Egito, de que bandidos pagos estão infiltrados nas manifestações. Isso pode estar acontecendo." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A gente tem um momento pontual que é o da violência da polícia militar (...). A violência muda tudo. No outro ato já havia 65 mil pessoas em São Paulo, inclusive aquelas que estavam reclamando que a ordem estava sendo atrapalhada." — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>CONSERVADORISMO / DIREITA</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/debate-o-que-esta-acontecendo-3" alt="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 3" class="image-right" title="Debate 'O Que Está Acontecendo?' - 3" /></p>
<p style="text-align: justify; ">"Ontem houve agressão física por parte de pessoas participantes do movimento: a quem estava com bandeiras, a quem fazia parte de movimentos sociais já com uma trajetória histórica, a homossexuais, enfim, acho que houve uma guinada conservadora ontem bastante preocupante." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Minha preocupação agora é com o fascismo (...). A gente foi hackeado pela mídia, pela direita, e todo mundo foi para a rua. E aí a coisa saiu de controle. Como não tem pauta, todo mundo levou o desejo contido de protestar contra tudo e contra todos. E agora temos que controlar o monstro que colocamos na rua." — <strong><i>Jorge Luiz Campos</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Após todo esse início, que teve aspectos muitos positivos, começam a aparecer grupos oportunistas – uma direita, um movimento fascista (...). Corre-se o risco que eles usurpem a própria aparência para o público geral e a própria condução e direção para onde esse movimento vai. E é nesse vácuo de compreensão, de comunicação que esses movimentos fascistas estão aparecendo e tomando a liderança de um movimento que surgiu tão bonito." – <strong><i>Arlene Clemesha</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Começa-se a perceber os sinais de cooptação do movimento (...), começa-se a notar que há uma aproximação de outras pautas (...). Começa-se a notar uma fagocitação do que o Movimento Passe Livre pretendia por movimentos extremamente conservadores (...). São pessoas usando a imagem obtida pelas manifestações para passar uma mensagem de golpe. Isso é muito perigoso. O Movimento Passe Livre fez o que tinha que fazer. Ocupou o espaço público, se manifestou, se expressou ao notar que estão tentando manipulá-lo, que estão tentando usá-lo. O que o Movimento faz? Se retira, faz muito bem. Para quê? Para que esses oportunistas de carteirinha voltem para onde nunca deveriam ter saído." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>DIVERSIDADE DAS REIVINDICAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"São movimentos que vão muito além do que o que os convocou e nos quais se projeta numa tela tudo que a sorte deseja, inclusive de caráter contraditório. Daí sucede também que com frequência o resultado lhes seja subtraído". – <strong><i>Renato Janine Ribeiro</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Se a gente olhar as manifestações, cada um tem o seu cartaz. Ainda que cada cartaz reflita um sentimento coletivo, ele é uma leitura singular de uma experiência coletiva, de uma comunicação política interrompida. Eu acho que essa experiência precisa ser pensada, quer dizer, o que ela quer, aonde ela quer chegar, e porque essa recusa desses mecanismos." – <strong><i>Sergio Adorno</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Para poder de alguma maneira prosseguir na reivindicação e no significado que teve inicialmente, o movimento tem que definir outras metas extremamente objetivas, tal como a meta de baixar de R$ 3,20 para R$ 3,00. Será necessário definir metas dessa natureza." – <strong><i>José Álvaro Moisés</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Esse movimento é elaborado pelo Movimento Passe Livre, ou seja, é iniciado com uma pauta clara. Dizer que é difuso, que não se sabe o que quer, isso é depois. Mas o movimento nasce com uma pauta muito objetiva." — <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Tem foco: o foco do Passe Livre é o passe livre, em outro foco vai ser outro movimento. Agora, a pauta da corrupção é uma pauta da direita infiltrada, é uma pauta genérica. Não se discute corrupção; se discute casos de corrupção." – <strong><i>Jorge Luiz Campos</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ESPAÇO PÚBLICO / ECOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Um elemento que não foi falado aqui e que me parece fundamental é a ideia de retomada do espaço público, a ideia do direito à cidade como espaço de encontro, de confronto (...). Não é à toa que as pessoas vão para a rua, não basta só estar conectado pela internet." – <strong><i>Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"A gente aqui faz um link entre o movimento no Brasil e o movimento na Turquia, bastante recentes. Os dois têm uma questão inicial que trata dos nossos modos de viver, do meio ambiente, da questão da urbanização, da mobilidade, do transporte. Isso não é um acaso. Há uma ligação forte entre os novos movimentos sociais e a questão da ecologia, sem se reduzir à dimensão ecológica." – <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"As pessoas que reclamam do movimento acham que se manifestar contra alguma coisa é reunir os estudantes no Masp, cantar “Coração de Estudante” e soltar uma pomba da gaiola. Mas não é assim. Para realizar um movimento que cause uma transformação, é preciso perturbar a ordem. Se não perturbar a ordem minimamente – não quer dizer praticar violência ou vandalizar o patrimônio público ou privado –,  não causa o impacto necessário." – <strong><i>Alexey Dodsworth Magnavita</i></strong></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ECONOMIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">"Uma coisa comum [entre o movimento no Brasil e outras primaveras] é a insuficiência do crescimento econômico para construir um sentido comum, como meta coletiva de nossa vida em sociedade. Talvez a chave de interpretação seja a característica perigosa do crescimento econômico infinito (...), o problema é a questão da economia, do papel do dinheiro, e aí eu estou voltando à questão do transporte e da gratuidade do transporte." – a <strong><i>Nicolas Lechopier</i></strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA</span><strong><i><br /></i></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Laboratório Sociedades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Manifestações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-27T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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