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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-ordenada-republica">
    <title>Lançamento do Livro "Cidadãos de Ordenada República: Lições da Experiência Guarani-Jesuíta nas Reduções"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-ordenada-republica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento marcará o lançamento do livro <i>Cidadãos de “Ordenada República”: Lições da Experiência Guarani-Jesuíta nas Reduções</i>, escrito por Marina Massimi e publicado pela Editora Ideias &amp; Letras.</p>
<p>A obra resgata a história dos saberes psicológicos nos Trinta Povos das Missões desenvolvida por missionários jesuítas e povos guaranis entre 1609 e 1780, num amplo território que abarcou áreas nos atuais países do Paraguai, Argentina, Bolívia, Uruguai e sul do Brasil (RS, PR e SC).</p>
<p><b>Apresentação e moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marina-massimi">Marina Massimi</a> (IEA-USP)</p>
<p><b>Debatedores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-luiz-fernandes">Marcio Luíz Fernandes</a> (PUC-Paraná e IEA-USP)</p>
<p><a class="external-link" href="https://lattes.cnpq.br/7920003691909144">Paulo José Carvalho da Silva</a> (PUC-São Paulo)</p>
<p><a class="external-link" href="https://lattes.cnpq.br/1904886997847873">Rafael Alves Lima</a> (IP-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-lewisky">David Leo Levisky</a> (SBP-SP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-safra" class="external-link">Gilberto Safra </a>(IP-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-20T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/lancamento-do-livro-cidadaos-de-ordenada-republica-licoes-da-experiencia-guarani-jesuita-nas-reducoes-13-03-2026">
    <title>Lançamento do Livro "Cidadãos de Ordenada República: Lições da Experiência Guarani-Jesuíta nas Reduções" - 13/03/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/lancamento-do-livro-cidadaos-de-ordenada-republica-licoes-da-experiencia-guarani-jesuita-nas-reducoes-13-03-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-02T16:46:15Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/justica-espacial-e-a-cidade-privatizada-os-efeitos-da-gestao-doria">
    <title>Justiça espacial e privatizações: os efeitos da gestão Dória</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/justica-espacial-e-a-cidade-privatizada-os-efeitos-da-gestao-doria</link>
    <description>Especialistas apontam eliminação da participação popular nos rumos privatistas da cidade de São Paulo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidade1" alt="Cidade1" class="image-inline" title="Cidade1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Cenas do vídeo institucional da Prefeitura de São Paulo: Anhembi (acima), parque do Ibirapuera, estádio do Pacaembu e autódromo de Interlagos (abaixo) estão no lote de privatização exibido a investidores estrangeiros</b></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ibirapuera1" alt="Ibirapuera1" class="image-inline" title="Ibirapuera1" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/estadio-pacaembu1" alt="Estádio Pacaembu1" class="image-inline" title="Estádio Pacaembu1" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interlagos1" alt="Interlagos1" class="image-inline" title="Interlagos1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A justiça espacial e o direito à cidade foram temas do encontro <i>A Venda de São Paulo como Política Pública: a Radicalização da Cidade como Negócio</i>, realizado no dia <b>8 de maio</b>, pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/teoria-urbana-critica/">Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</a> do IEA. Um <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=k4BjhNw-GIU">vídeo institucional</a> mostrando os planos do prefeito João Dória Junior (PSDB) para privatizações ou concessões de parques e outros espaços e serviços públicos serviu de pano de fundo para o debate sobre os rumos da atual gestão e seus efeitos sobre a vida na cidade.</p>
<p>O vídeo, produzido para captar investimentos para a cidade de São Paulo, foi exibido originalmente durante a ida de Dória aos Emirados Árabes, primeira viagem internacional como Prefeito, empreendida para mostrar os 55 lotes de privatizações, concessões e PPPs (parcerias público-privado) disponibilizados prioritariamente para investidores estrangeiros.</p>
<p>A empreitada inclui 14 parques municipais – como o Ibirapuera, Cemucan, Praça Buenos Aires, parque da Luz – e equipamentos como o Mercado Municipal, o Estádio do Pacaembu, o Palácio de Convenções do Anhembi e Sambódromo, Autódromo de Interlagos, e outros espaços e edifícios da Prefeitura. As privatizações atingem ainda serviços como o Bilhete Único, terminais de ônibus, cemitérios, serviços funerários e iluminação, entre outros.</p>
<p>Na análise da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vera-maria-pallamin">Vera Pallamin</a>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, a ideia de que o aporte de investimento estrangeiro terá impacto positivo para todos não é verdadeira. “Os custos para usuários de serviços públicos tenderão a subir e se farão sentir por anos a fio. Esses planos de parcerias estão sujeitos aos riscos da especulação”, disse.</p>
<p>A notícia da venda de centenas de imóveis públicos para integrar um fundo de garantia para empresas que atuarão no setor de habitação foi criticada por Pallamin. “Sequer se cogitou a possibilidade de destinar esses imóveis para quem não tem moradia. As transferências têm um baixo custo para o grande empresariado e são feitas a partir de um plano violento de espoliação do patrimônio público, em que o poder público assume riscos com subsídios, fundos e infraestrutura e o poder privado fica com a parte significativa dos benefícios”, afirma.</p>
<p>Existe a preocupação de que essas parcerias se voltem para projetos pontuais e não evoluam para o atendimento das reais necessidades da cidade, pois a iniciativa privada visa exclusivamente o lucro nesses negócios,  avalia Pallamin.</p>
<p><b>Espaço público e cidadania</b></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Midiateca</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-venda-de-sao-paulo-como-politica-publica-a-radicalizacao-da-cidade-como-negocio-8-de-maio-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/a-venda-de-sao-paulo-como-politica-publica-a-radicalizacao-da-cidade-como-negocio" class="external-link">Vídeo</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A iniciativa cristaliza dois movimentos simultâneos, o recuo do Estado de suas tarefas precípuas e o crescente controle e desmobilização de práticas urbanas comuns em espaços públicos. Nesse cenário, não cabe mais falar em poder público ou ação pública destinada a políticas públicas, pois conceber o social como mercadoria destrói essa ideia”, avalia Pallamin.</p>
<p>Na opinião da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isabel-aparecida-pinto-alvarez">Isabel Pinto Alvarez</a>, do departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, a segregação urbana moderna não é resultado de um desvio e, sim, parte do processo de produção da cidade. “É como no passado, quando as vilas operárias segregavam o trabalhador na periferia. A cidade não era um espaço que deveria ser apropriado pelo trabalhador. Da mesma forma, a cidade produzida como mercadoria precisa da mediação da propriedade privada. Então para ficar na cidade e se apropriar dela há que se pagar por isso”, compara.</p>
<p>Para a geógrafa, a cidade capitalista produzida como negócio se transforma em mercadoria. “Nesse caso, quem são os sujeitos de produção na cidade? Na ótica de Karl Marx (1818-1883), o fim último da mercadoria é a valorização do capital. Mas a cidade não é uma mercadoria como outra qualquer. É o espaço onde as pessoas vivem, trabalham, fazem coisas”, pondera.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vera-pallamin-ana-fani-alessandri-carlos-isabel-pinto-alvarez-e-cibele-rizek" alt="Vera Pallamin, Ana Fani Alessandri Carlos, Isabel Pinto Alvarez e Cibele Rizek" class="image-inline" title="Vera Pallamin, Ana Fani Alessandri Carlos, Isabel Pinto Alvarez e Cibele Rizek" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><b>Vera Pallamin, Ana Fani Alessandri Carlos, Isabel Pinto Alvarez e Cibele Rizek: cidade como mercadoria é estreitamento da cidadania </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A cidade como mercadoria se destitui dos conteúdos civilizatórios, pois se governada como mercado, ela se guia pela lógica do lucro. O resultado disso é empurrar para locais cada vez mais distantes a população não compatível com essa situação”, afirma a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos">Ana Fani Alessandri Carlos</a>, também professora no departamento de Geografia da FFLCH-USP.</p>
<p>Para Alessandri Carlos, o que se realiza atualmente é uma gestão de fachada, de estreitamento do horizonte político e de construção de uma democracia que se realiza sem a cidadania. “Isso é grave, pois cala o cidadão. Uma gestão de fachada indica um novo tempo, o tempo do imediatismo. É um tempo que deteriora a política porque não é um tempo definido pelas partes que compõem a sociedade e sim pela empresa, pela propriedade privada, que precisa de resultados imediatos. Isso destitui o cidadão de sua fala, de seus desejos e da participação, pois a produção da cidade é feita sob um falso consentimento”, avalia.</p>
<p>A professora toma como exemplo o fato de que em 100 dias de governo, após 176 vídeos institucionais veiculados e 600 eventos sociais registrados na agenda do Prefeito, “nenhum diálogo importante foi estabelecido com participação social”, afirma.</p>
<p>O argumento de privatizar para levantar recursos não parece válido, na opinião de Alessandri Carlos. “A falta de dinheiro nos cofres públicos soa falsa, pois o que os bancos devem à cidade de São Paulo é hoje o dobro do orçamento de 2016. É preciso desmistificar a ideia de que o privado é eficiência e o público é morosidade. A construção de um projeto político precisa ser feito com o debate público”, afirma.</p>
<p><b>O “novo” na política</b></p>
<p>“Como alguém, que já foi o príncipe dos sociólogos brasileiros, vira peça midiática e, com o peso que carrega a partir da formação nesta Universidade, diz que o futuro e o novo na política estão coagulados em duas figuras, o Dória e o Luciano Huck?”. A crítica da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cibele-saliba-rizek">Cibele Rizek</a>, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU)  da USP, refere-se a declarações do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso a respeito do Prefeito e do apresentador do programa "Caldeirão do Huck", da TV Globo.</p>
<p>Para Rizek, o fenômeno neoliberal não ocorre apenas no Brasil, pois o mundo está vivendo uma era de compatibilização entre as atuais formas de acumulação de capital com as atuais formas de constituição e exercício político.</p>
<p>“Há um encolhimento da noção clássica de soberania, que é substituída pela noção da governança, que tem a ver com a empresa. Há uma homogeneização internacional a partir de uma lógica gerencial que conforma a ação política com os interesses do capital. Os Estados viram unidades produtivas, submetidos a regras de governança similares às da empresa, ultrapassando limites clássicos do que entendemos por lei. Por exemplo, a legalidade das privatizações é algo questionável e se procurarmos, encontraremos muitos erros”, afirma.</p>
<p>No cenário neoliberal aplicado à cidade, esta é transformada numa alavanca para o processo de acumulação financeira, diz Rizek. “O Estado não se retira, mas se associa aos atores privados. Temos então uma governança feita por uma coisa chama mercado mundial, um entrelaçamento movediço de coalizões entre entidades públicas e privadas”, afirma.</p>
<p>“Nesse novo marco ideológico, não somos mais capazes de distinguir o que é afinal o interesse geral. O Estado a serviço do interesse de grandes oligopólios acaba delegando a eles o interesse social, turístico, a gestão sanitária, cultural da população. As vozes dominantes dão um jeito de garantir a coesão de um sistema tortuoso e de exploração. O próprio Emílio Odebrecht <a class="external-link" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2017-04/emilio-odebrecht-diz-que-esquema-de-caixa-dois-existe-ha-mais-de-30-anos">declarou </a>que inexiste concorrência para licitações de contratos públicos nesse país. O que vale não são as relações de mercado. As relações políticas, o jeitinho funcionam como o braço avançado do neoliberalismo”, disse.</p>
<p>Vale lembrar que os experimentos totalitários sempre se apoiaram na eliminação da política e funcionaram contra a ideia do debate sobre o bem comum que é fundamento da democracia, lembrou a professora Alessandrini Carlos.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1,2,3 e 4: Reprodução; 5) Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-18T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jurimetria-uma-moderna-ferramenta-para-instituicoes-juridicas">
    <title>Jurimetria, uma moderna ferramenta para instituições jurídicas                                                                                                                                                                                                 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jurimetria-uma-moderna-ferramenta-para-instituicoes-juridicas</link>
    <description>Técnica quantifica riscos e pode ajudar na elaboração de leis mais aderentes à realidade social</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jurimetria" alt="Jurimetria" class="image-inline" title="Jurimetria" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A utilização de técnicas matemáticas em ciências humanas não é nova e tal simbiose tem resultado em ferramentas poderosas, como é o caso da jurimetria. O termo, introduzido no vocabulário jurídico pelo norte-americano Lee Loevinger em 1949, é a fusão do direito com a estatística. A técnica tem evoluído graças às tecnologias digitais e já é utilizada em juizados e tribunais brasileiros. Proporciona a possibilidade de mensurar fatos jurídicos, além de apontar probabilidades para o planejamento na advocacia e na elaboração de leis.</p>
<p>O tema será debatido no encontro <i>Jurimetria</i>, que acontece no dia <strong>25 de maio</strong>, das <strong>10h às 12h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. Gratuito e aberto ao público, o debate terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> online. Para participações presenciais é necessário se inscrever <strong><a href="https://goo.gl/aCk8ZR" target="_blank">por este formulário</a></strong>.</p>
<p>“Sob uma ótica diferente, e inserida em uma sociedade altamente informatizada, a jurimetria trata, atualmente, de utilizar os dados jurídicos à disposição como fonte de decisões. Não se trata meramente de fazer um tratamento numérico desses dados por si só, mas, principalmente, estudar meios de utilizá-los para conseguir, de um lado, intuir estratégias para disputas jurídicas e, de outro, criar políticas públicas que visem ao bem-estar social”, afirma o coordenador do encontro, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-ulhoa-coelho">Flavio Ulhoa Coelho</a>, do Instituto de Matemática e Estatística da USP (IME) e um dos integrantes do<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/pesquisadores-em-2016" class="external-link"> Programa Ano Sabático do IEA em 2016</a>.</p>
<p>O advogado e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Marcelo Guedes Nunes, irá expor o tema, que foi objeto de seu doutorado em 2012 e se transformou no livro “Jurimetria – Como a estatística pode reinventar o direito” (Thompson Reuters/ Editora dos Tribunais, 2016).</p>
<p>Defensor da generalização da jurimetria e da criação de uma nova disciplina do direito voltada a essa prática, Nunes entende que a ferramenta pode ajudar a sociedade na medida em que auxilia na elaboração de leis mais aderentes à realidade social, desenvolvendo instituições jurídicas mais justas e voltadas às aspirações políticas da sociedade.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>Jurimetria<br /></i></strong><i>25  de maio, das 10h às 12h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <strong><a href="https://goo.gl/aCk8ZR" target="_blank">via formulário<br /></a></strong></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jurimetria" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p><i> </i></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-10T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/jurimetria-25-de-maio-de-2017">
    <title>Jurimetria - 25 de maio de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/jurimetria-25-de-maio-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-25T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos">
    <title>Intervenções de pesquisadores do IEA chamam a atenção para a situação dos rios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos</link>
    <description>Rios passarão por intervenções artísticas em todas as regiões do Brasil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a3f17a14-7fff-32d8-8b25-8cfb13803a0d"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifesto-dos-rios-2" alt="Manifesto dos rios - 2 " class="image-inline" title="Manifesto dos rios - 2 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Intervenção no rio Iquiririm</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Em forma de manifesto simbolicamente assinado pelos próprios rios, um grupo de ativistas tem feito intervenções artísticas no entorno de diversos córregos do Brasil. </span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>Os participantes </span><span>pintam cobras </span><span>ao lado e por cima dos rios, no caso dos tamponados, uma </span><span>alusão à lenda amazônica da Cobra Grande</span><span>. Os pesquisadores </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-kinjo" class="external-link">Victor Kinjo</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vivian-aparecida-blaso-souza-soares-cesar" class="external-link">Vivian Blaso</a><span>, do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a><span>, integram a ação em São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr">A iniciativa visa chamar a atenção para o estado de rios escondidos e mal preservados. <span>Estudo do </span><a href="https://www.wwf.org.br/?71002/Estudo-mostra-que-apenas-um-terco-dos-rios-do-mundo-permanece-como-rio-de-curso-livre-integro-e-saudavel">WWF</a><span> sobre 246 grandes rios do mundo mostrou que pouco mais de um terço (37%) deles pode ser considerado um “rio de curso livre”, que é a condição para que um curso d’água mais ofereça benefícios ambientais e serviços ecossistêmicos.</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Atividades em São Paulo</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Uma das intervenções da dupla de pesquisadores está no rio Iquiririm, que integra a sub-bacia do rio Pinheiros. Ele nasce dentro da Cidade Universitária da USP e flui pelo Butantã, até desaguar no rio Pirajussara. Blaso ressalta que "a ativação dos espaços da cidade por meio da arte é fundamental para o engajamento e mobilização popular, o advocacy e as políticas públicas" de cidades mais sustentáveis e afetivas.</span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestos-dos-rios-1" alt="Manifestos dos rios - 1 " class="image-inline" title="Manifestos dos rios - 1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Victor Kinjo na embarcação em que realizou intervenção artística</i><br /><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Outra pintura está localizada em uma embarcação que servia de palco para navegações de educação ambiental pelo rio Tietê, peças de teatro e outras intervenções artísticas. Para Kinjo, a pintura da cobra-guardiã em seu convés tem o intuito de "replantar os sonhos da navegação nos rios urbanos de São Paulo”. O barco fica atracado no Cebolão, entre os rios Tietê e Pinheiros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Como parte da programação do Manifesto, artistas do Teatro Oficina promoverão uma alegoria no entorno do rio Bixiga, no bairro de mesmo nome. Os ativistas montarão a imagem de um dragão chinês por meio da manipulação de bambus, em uma intervenção que se soma aos pedidos de <span>criação de um parque no local</span>. A performance acontece às 11h do dia 24 de setembro em um terreno de propriedade privada que é o último espaço de terra livre do centro de São Paulo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As ações acontecem ao longo da semana que antecede o Dia Mundial dos Rios, comemorado no último domingo do mês de setembro.</span></p>
<div><span><strong>Veja a lista dos rios que integram o manifesto:</strong></span></div>
<div><span><strong><br /></strong></span></div>
<p dir="ltr"><span>Bacia do Rio Formoso</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego do Água Preta</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Ibirapitanga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Taguarruçu Grande</span></p>
<p dir="ltr"><span>Represa do Rio Amazonas</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Anil</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Apeú</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Belém</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Bexiga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Branco</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Cuiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Guandu</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Iquiririm</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Itaqui</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Melchior</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Negro</span></p>
<p dir="ltr"><span>Igarapé de Petrópolis</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Piquiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tapajós</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tietê</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tucunduba</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-22T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-da-democracia">
    <title>IEA e IRI organizam série de debates sobre o futuro da democracia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-da-democracia</link>
    <description>Debate sobre emergência do nacionalismo identitário, no dia 24 de junho, às 14h30, da início ao ciclo do Laboratório Megatendências Globais e Desafios à Democracia, organizado pelo IEA e pelo Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestacao-de-indignados-na-espanha" alt="Manifestação de 'Indignados' na Espanha" class="image-inline" title="Manifestação de 'Indignados' na Espanha" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Manifestação de 'Indignados' em Palencia,<br />Espanha, em maio de 2011: sintoma<br />do empoderamento dos cidadãos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Como as grandes tendências mundiais podem impactar a democracia no mundo e no Brasil? A expansão da democracia é hoje mais difícil? Será que as democracias enfrentam novas democracias e esse processo leva à entrada num período de involução política?</p>
<p>Para discutir essas questões, o IEA e o <a class="external-link" href="http://www.iri.usp.br">Instituto de Relações Internacionais (IRI)</a> da USP criaram o Laboratório Megatendências Globais e Desafios à Democracia, proposto por Álvaro Vasconcelos, professor colaborador do IRI.</p>
<p>O laboratório organizará três debates, cada um relacionado com uma megatendência. O primeiro deles será dedicado ao tema <i>O Desafio do Nacionalismo Identitário </i>e acontecerá no dia 24 de junho, das 14h30 às 17h30, na Sala de Eventos do IEA, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p>Os aspectos a serem tratados no debate e seu expositores são:</p>
<ul>
<li><i>Tendências Mundiais e Desafios à Democracia</i> – com Álvaro Vasconcelos, do IRI, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>, ministro da Educação (<i>por teleconferência – a confirmar</i>);</li>
<li><i>O Desafio do Nacionalismo Identitário na Europa</i> – com Álvaro Vasconcelos, do IRI;</li>
<li><i>O Nacionalismo Identitário no Oriente Médio</i> – com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/arlene-clemesha" class="external-link">Arlene Clemesha</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH);</li>
<li><i>Tendências Identitárias no Brasil</i> – com Leandro Karnal, da Unicamp.</li>
</ul>
<p>Os debatedores confirmados até o momento são: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marcelo-cortes-neri" class="external-link">Marcelo Neri</a><span class="external-link">, da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, diretor do IEA; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a><span class="external-link">, da Unifesp e do IEA; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/geraldo-adriano-godoy-de-campos" class="external-link">Geraldo de Campos</a><span class="external-link">, da </span><span class="external-link">Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM); e Félix Ramon Ruiz Sánchez, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)</span>.</p>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<p class="Body">Os temas dos dois outros debates (em datas a serem definidas) serão: O Desafio do Financiamento das Campanhas Eleitorais e O Desafio da Democracia Participativa.</p>
<p><strong>Megatendências</strong></p>
<p>De acordo com Vasconcelos, os estudos recentes indicam que três megatendências terão impacto sobre o futuro da democracia: a emergência do nacionalismo identitário, a difusão do poder do Estado para instituições não estatais  e o empoderamento dos cidadãos.</p>
<p class="Body">No que se refere à emergência do nacionalismo identitário, ele ressalta que a globalização da economia e da informação tem sido acompanhada por uma crescente afirmação das identidades locais, religiosas e culturais.</p>
<p class="Body">Na opinião do pesquisador, ao contrário da tese do “fim da história”, surgida após a crise das ideologias políticas, emergiu, como alternativa à democracia, o nacionalismo identitário.</p>
<p class="Body">Segundo ele, o nacionalismo identitário tem assumido várias formas, “desde o nacional-comunismo sérvio nos Balcãs, nos anos 90, até o populismo anti-imigrantes e islamofóbico da extrema-direita europeia e as várias correntes do extremismo político em nome da religião, como é o caso das formas mais radicais do islamismo político”.</p>
<p class="Body">Quanto à difusão do poder do Estado para instituições não estatais, Vasconcelos destaca que isso acontece principalmente em direção às grandes corporações, movimento acompanhado por uma enorme concentração de capital.</p>
<p class="Body">“O custo astronômico das campanhas eleitorais leva à corrupção da política, já que os candidatos ficam dependentes do financiamento de uma minoria, a qual detém a maior parte do capital, o que lhe possibilita exercer enorme influência no processo político, naquilo que o movimento ‘Occupy Wall Street’ chama de ‘corporatocracy’, que significa o poder corrosivo de 1% da população sobre o processo democrático.”</p>
<p>A tendência para o empoderamento dos cidadãos contempla vários aspectos, segundo Vasconcelos, entre os quais: a progressiva redução da pobreza e o simultâneo crescimento da classe média; a emancipação das mulheres; os progressos significativos na educação, bem como o desenvolvimento das tecnologias da informação.</p>
<p>“O empoderamento dos cidadãos tira dos partidos o monopólio da política e tira dos meios de comunicação tradicionais o monopólio da informação”, argumenta o pesquisador.</p>
<p>A consequência disso é “a ampliação da liberdade de expressão acompanhada pela exigência de uma democracia mais participativa e crítica – a que o movimento de indignados na Espanha chama de ‘Partidocracia’ –, sendo certo, porém, que a crescente crítica à democracia  também cria condições propícias ao crescimento do populismo”.</p>
<p><strong>Democracia brasileira</strong><strong> </strong></p>
<p>Identificadas por relatórios europeus e norte-americanos, as três tendências a serem discutidas no laboratório têm um significativo impacto no futuro da democracia brasileira, segundo Vasconcelos.</p>
<p>“Isso foi confirmado em trabalho desenvolvido por um grupo de pesquisa do IRI e discutido na conferência internacional <i>Brazil: Surfing Global Trends Citizens and the Future of Governance in a Polycentric World</i>, organizada pelo IRI e o <a href="http://www.globalgovernance10.net/">Global Governance Group (GG10)</a> em abril”, acrescentou o pesquisador.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>O Desafio do Nacionalismo Identitário<br />1º debate do Laboratório Megatendências Globais e Desafios à Democracia<br /></i></strong><i>24 de junho, às 14h30<br />Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br />Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição — Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a><br />Informações: com Cláudia Regina Tavares (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br)</a>, <i>telefone (11) 3091-1688, ou </i>Sandra Sedini (</i><i>sedini@usp.br</i><i>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-do-nacionalismo-identitario" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-do-nacionalismo-identitario</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/manutorio/">Manu Torío</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Megatendências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-17T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-debate-manifestacoes-nas-ruas">
    <title>IEA debate manifestações nas ruas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-debate-manifestacoes-nas-ruas</link>
    <description>Debate organizado pelo IEA discute as manifestações de rua que tomaram as grandes cidades do país e outras do exterior. Pesquisadores vinculados ao Instituto apresentarão sua visão sobre os acontecimentos. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas" class="external-link"><strong>Encontro da Série UTI Brasil do<br />Laboratório Sociedades Conemporâneas</strong></a></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-que-esta-acontecendo/view" class="external-link">VÍDEO</a> — <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-manifestacoes-de-rua-em-debate" class="external-link">SÍNTESE</a> — <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/o-que-esta-acontecendo-agora-iea-debate-manifestacoes-nas-ruas-21-de-junho-de-2013" class="external-link">FOTOS</a></h3>
</td>
</tr>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestacao-no-largo-da-batata-sao-paulo" alt="Manifestação no Largo da Batata, São Paulo" class="image-inline" title="Manifestação no Largo da Batata, São Paulo" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Largo da Batata, São Paulo, 17 de junho de 2013</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O IEA, que sempre dedicou parte de seus esforços acadêmicos para a análise das instituições e para o debate de propostas relevantes para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país, e em particular no tocante às políticas públicas, não poderia deixar de contribuir na reflexão interdisciplinar sobre o que esse movimento, que tomou as ruas de grandes cidades brasileiras e também de algumas no exterior, significa para o presente e o futuro do Brasil.</p>
<p><span>O número de vagas para assistir ao debate é limitado. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail </span><a class="mail-link" href="mailto:rborsanelli@usp.br">rborsanelli@usp.br</a><span>. A Sala de Eventos do IEA fica na Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo. Quem não puder comparecer poderá acompanhar o debate pela </span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-que-esta-acontecendo" class="external-link">web</a><span>.</span>É com esse fim que o Instituto realiza, no dia 21 de junho, sexta-feira, às 11 horas, o debate "O Que Está Acontecendo?", tendo como debatedores pesquisadores vinculados ao Instituto, entre os quais <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sergio Adorno</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-da-rocha-carvalheiro" class="external-link">José da Rocha Carvalheiro</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/arlene-clemesha" class="external-link">Arlene Clemesha</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/joao" class="external-link">Nicolas Lechopier</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Lucia Maciel Barbosa de Oliveira</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>, com relatoria de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alexey-dodsworth-magnavita-de-carvalho" class="external-link">Alexey Dodsworth Magnavita</a>.</p>
<p><span><strong>Contexto</strong></span></p>
<p>Iniciadas em Porto Alegre e depois expandidas para Natal, São Paulo e Rio de Janeiro, as manifestações contra reajustes das tarifas dos transportes urbanos configuraram no dia 17 de junho um movimento reivindicatório de  abrangência nacional, com manifestações em uma dúzia de capitais e uma pauta que passou a incluir reivindicações por melhoria nos serviços públicos de saúde e educação, protestos contra a mídia, o questionamento dos gastos com estádios para a Copa do Mundo, o fim da corrupção e a recusa da Proposta de Emenda Constitucional 37, que reduz os poderes de investigação do Ministério Público, entre outras demandas.</p>
<p>Os manifestantes são em sua maioria jovens estudantes, articulados principalmente pelas várias ramificações do Movimento Passe Livre (MPL), que defende redução de tarifas ou mesmo eliminação delas do transporte público das cidades. A eles se somaram integrantes de outros movimentos sociais e pessoas comuns.  Os integrantes do MPL dizem-se apartidários, regidos por uma ordem não hierarquizada e usuários das novas tecnologias de comunicação, sobretudo as chamadas redes sociais, como ferramentas de mobilização e divulgação de ideias e acontecimentos. Muitos dizem que o Brasil agora acordou e que querem mudá-lo.</p>
<p>Governantes, parlamentares, analistas políticos e jornalistas tentam interpretar o movimento, sua emergência, objetivos e perspectivas. Os comentários falam de uma "mudança de vento" na política brasileira, reflexos de uma crise de representatividade, consonância com movimentos de outros países, busca de protagonismo além daquele possível nas redes sociais e outras motivações.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/kyoeric">Eric Hayashi</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Laboratório Sociedades Contemporâneas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Manifestações</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-20T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/i-workshop-ciencia-cidada">
    <title>I Workshop Rede Brasileira de Ciência Cidadã</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/i-workshop-ciencia-cidada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Como sustentar financeiramente as atividades de ciência cidadã no Brasil?</p>
<p>Quais as plataformas e tecnologias disponíveis e mais apropriadas? Qual a infraestrutura necessária?</p>
<p>Como engajar e reter cientistas cidadãos ao mesmo tempo levando em consideração questões éticas?</p>
<p>Essas são algumas das questões que serão debatidas no I Workshop da Rede Brasileira de Ciência Cidadã.</p>
<p>A ciência cidadã é uma abordagem de pesquisa científica que vem ganhando visibilidade no Brasil e o evento estabelecerá, a partir da conversa com especialistas nacionais e internacionais, algumas das bases para o funcionamento da Rede Brasileira de Ciência Cidadã, a qual será oficialmente lançada durante o evento.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a><span> </span> (USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/blandina-viana" class="external-link">Blandina Viana</a> (UFBA - Guardiões da Chapada) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/natalia-pirani-ghilardi-lopes" class="external-link">Natalia P. Ghilardi-Lopes</a> (UFABC - Grupo de Pesquisa em Ciência Cidadã)</p>
<ul>
</ul>
<p dir="ltr"><strong>Equipe:</strong> Caren Queiroz (UFBA - Guardiões da Chapada), Eduardo Alexandrino (Instituto Nacional da Mata Atlântica - Aves usando pulseiras), Juliana França (Instituto Nacional da Mata Atlântica - A água desse rio é boa? Quem vive nele te conta!), Juliana Luz (UFABC - Grupo de Pesquisa em Ciência Cidadã), Larissa Kawabe (UFABC - Grupo de Pesquisa em Ciência Cidadã, Projeto Monitore Tupinambás), <span>Sheina Koffler (USP).</span></p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p><span>Acompanhe a transmissão do evento em </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/cartazete-i-workshop-rede-brasileira-de-ciencia-cidada/" class="external-link">Cartazete</a> (para download)</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-02-05T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/govagua-tem-crise-hidrica-como-tema">
    <title>GovAgua tem crise hídrica como tema</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/govagua-tem-crise-hidrica-como-tema</link>
    <description>Iniciativas para enfrentar a escassez do recurso nas metrópoles ilustram o encontro, de 10 a 13 de novembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A grave falta de água que afeta diversas regiões do país e em especial as áreas metropolitanas será o foco do <strong><i>V GovAgua - Encontro de Governança da Água</i></strong>. O debate deste ano buscará mostrar as diferentes iniciativas da sociedade para enfrentar situações de escassez hídrica. O encontro acontece de <strong>10 a 13 de novembro</strong>, das<strong> 9h às 18h,</strong> no auditório do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP. Não haverá transmissão pela internet.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3 style="text-align: center; ">Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/iv-encontro-govagua-inovacao-na-governanca-da-agua-e-variacoes-climaticas-no-contexto-ibro-americano" class="external-link">IV Encontro GovAgua</a></p>
<p>Vídeos:<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/iii-encontro-internacional-da-governanca-da-agua-desafios-interdisciplinares-parte-1" class="external-link">Parte I</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/iii-encontro-internacional-da-governanca-da-agua-desafios-interdisciplinares-parte-2" class="external-link">Parte II</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/iii-encontro-internacional-da-governanca-da-agua-desafios-interdisciplinares-parte-3" class="external-link">Parte III</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/iii-encontro-internacional-da-governanca-da-agua-desafios-interdisciplinares-parte-4" class="external-link">Parte IV</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/iii-encontro-internacional-da-governanca-da-agua-desafios-interdisciplinares-parte-6" class="external-link">Parte V<br />Parte VI</a></p>
<hr />
<p><span>Governança Ambiental e a Questão da Água</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua" class="external-link">Vídeo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em sua quinta edição, o GovAgua buscará ampliar os diálogos entre agendas que promovam o envolvimento de atores sociais de diversos segmentos na busca de soluções para a governança da água. Iniciados em 2007, os encontros têm a finalidade de aprofundar e compartilhar conhecimentos e estimular novos caminhos para enfrentar os desafios relacionados com o tema.</p>
<p>Estão previstas a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-barraque" class="external-link">Bernard Barraqué</a>, da Agro ParisTech - École Nationale du Génie Rural, des Eaux et des Fôrets, França; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-ricardo-caldera-ortega" class="external-link">Alex Ricardo Caldera Ortega</a>, da Universidad de Guanajuato, México; <a class="external-link" href="http://ucanr.edu/sites/anrstaff/Administration/Associate_Vice_President_for_Academic_Programs_and_Strategic_Initiatives/California_Institute_For_Water_Resources/">Doug Parker</a>, diretor da California Institute for Water Resources and Strategic Initiative Leader for the Water Initiative, dos Estados Unidos, entre outros.</p>
<p>O encontro é organizado pelo <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/">GovAmb</a>, pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, do IEA, pelo <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/noticias_BRA.php">Núcleo de Apoio às Pesquisas em Mudanças Climáticas (INCLINE)</a> e pela <a class="external-link" href="http://www.ufabc.edu.br/">Universidade Federal do ABC (UFABC)</a>, com apoio do <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS)</a> e o <a href="http://www.bbmapfre.com.br/Default.aspx" target="_blank">Grupo Segurador MAPFRE</a>.</p>
<p>No dia 10, a partir das 17h, haverá o lançamento do livro "Governança da Água no Contexto Iberoamericano - Inovação em Processo", organizado por Pedro Jacobi, Ana Paula Fracalanza e Vanessa Empinotti. O livro reúne oito artigos que abordam a questão da água no Brasil, Argentina, Chile, Peru, México, Portugal e Espanha.</p>
<p>A programação completa está na <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/?q=evento/v-encontro-internacional-da-governan%C3%A7a-da-%C3%A1gua-v-govagua">página </a>do evento. Inscrições e informações pelo email <a href="mailto:comunicacao@iee.usp.br">comunicacao@iee.usp.br</a>. Estudantes de Graduação e de Pós-graduação pagam R$ 40,00 até 31 de outubro de 2015 e R$ 50,00 após essa data. Para profissionais e docentes, os valores são de R$ 120,00 e R$ 150,00.</p>
<p>Clique <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/?q=evento/v-encontro-internacional-da-governan%C3%A7a-da-%C3%A1gua-v-govagua">aqui </a>para ver a programação atualizada.</p>
<hr />
<p><strong><i><strong>V GovAgua - Encontro de Governança da Água</strong></i></strong><br /><i>De 10 a 13 de novembro, das 9 às 18h.<br /><i><span>Auditório do IAG, Rua do Matão, 1226, Cidade Universitária, São Paulo.</span><br /></i><i>Inscrições e informações pelo  <span style="text-align: justify; ">email (</span><a href="mailto:comunicacao@iee.usp.br" style="text-align: justify; ">comunicacao@iee.usp.br</a><span style="text-align: justify; ">).</span></i></i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><br /></a></i></i><i><i><i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678.<br /></i></i></i></i><i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/v-govagua-v-encontro-internacional-da-governanca-da-agua" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/v-govagua-v-encontro-internacional-da-governanca-da-agua</a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-23T13:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/simbioses-humanos-tecnologias2">
    <title>Expansão Tecnológica e/ou Segurança nas Redes - 2º encontro (2ª parte)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/simbioses-humanos-tecnologias2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Trata-se da segunda fase do encontro do ciclo proposto por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-santaella" class="external-link">Lucia Santaella</a> como titular da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala" class="external-link">Cátedra Oscar Sala</a>. </span></p>
<p><span>A palestra propõe dar continuidade ao pensamento sobre ambivalências e contradições: se o acelerador da Inteligência Artificial continuar funcionando para a expansão do universo digital, será possível manter a segurança nas redes? </span></p>
<p><span>Há perspectivas para suas implicações? </span></p>
<p><span>Como isso será possível?</span></p>
<p><span><b>Abertura: </b></span></p>
<p>Lucia Santaella (PUC SP e IEA USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci" class="external-link">Eugênio Bucci</a><span> (ECA e IEA USP)</span> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA USP)</p>
<p><b>Expositor:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida" class="external-link">Virgílio Almeida</a> (<span>UFMG e</span><span> Berkman Klein Center, Harvard University)</span></p>
<p><b>Moderadores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eneus-trindade" class="external-link">Eneus Trindade</a> (ECA USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-cestari" class="external-link">Guilherme Cestari</a> (PUC SP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-12T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-nacionais-de-direitos-humanos">
    <title>Ex-ministros e ex-secretários de Direitos Humanos discutirão as políticas nacionais para a área</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-nacionais-de-direitos-humanos</link>
    <description>Webinar "Construção e o Desmonte das Políticas Nacionais de Direitos Humanos no Brasil", no dia 1º de outubro, reunirá ex-ministros e ex-secretários da Secretaria de Direitos Humanos de 1997 a 2016.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-2f092bd3ad1c4e64aee8c1c4b03ca049 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-2f092bd3ad1c4e64aee8c1c4b03ca049">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestacao-de-mulheres-em-curitiba-2018" alt="Manifestação de mulheres em Curitiba (2018)" class="image-right" title="Manifestação de mulheres em Curitiba (2018)" />Todos os ex-ministros e ex-secretários da Secretaria de Direitos Humanos - nas suas diferentes formações institucionais - de 1997 a 2016 estarão reunidos em encontro online no dia <strong>1º de outubro, às 14h</strong>, para um diálogo sobre a <i>C</i><i>onstrução e o Desmonte das Políticas Nacionais de Direitos Humanos no Brasil.</i></p>
<p>O evento integra o Ciclo de Memórias da Política Institucional Brasileira de Direitos Humanos, iniciativa do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-direitos-humanos-democracia-politica-e-memoria">Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória (GPDH)</a> do IEA para o biênio 2021-2022 e do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec). O webinar será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet e não é preciso se inscrever para assisti-lo.</p>
<p>No final do encontro, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raissa-wihby" class="external-link">Raissa Wihby Ventura</a> (GPDH-IEA, Cedec e Unicamp) lerá o manifesto <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/pela-reconstrucao-das-politicas-de-estado-de-direitos-humanos-no-brasil/" class="external-link">Pela Reconstrução das Políticas de Estado de Direitos Humanos no Brasil</a>, subscrito pelos ex-ministros e ex-secretários participantes:</p>
<ul>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-gregori" class="external-link">José Gregori</a>, secretário nacional dos Direitos Humanos (1997-2000);</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-vergne-saboia" class="external-link">Gilberto Vergne Saboia</a>, secretário nacional dos Direitos Humanos (2000-2001);</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-sergio-pinheiro" class="external-link">Paulo Sérgio Pinheiro</a>, secretário nacional dos Direitos Humanos (2001-2003);</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilmario-de-miranda" class="external-link">Nilmário Miranda</a>, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos (2003-2005)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-mamede-filho" class="external-link">Mário Mamede Filho</a>, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos (2005-2006)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-de-tarso-vannuchi" class="external-link">Paulo de Tarso Vannuchi</a>, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos (2006-2011)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-do-rosario" class="external-link">Maria do Rosário</a>, ministra da Secretaria de Direitos Humanos (2011-2014);</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ideli-salvatti" class="external-link">Ideli Salvatti</a>, ministra da Secretaria de Direitos Humanos (2014-2015)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pepe-vargas" class="external-link">Pepe Vargas</a>, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos (2015-2015)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilma-lino-gomes" class="external-link">Nilma Lino Gomes</a>, ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Brasil (2015-2016)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rogerio-sottili" class="external-link">Rogério Sottili</a>, secretário especial de Direitos Humanos (2015-2016)</li>
</ul>
</div>
<p>A mediação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/matheus-de-carvalho-hernandez" class="external-link">Matheus de Carvalho Hernandez</a> (GPDH-IEA e UFGD), parceiro de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marriele-maia" class="external-link">Marrielle Maia </a>(GPDH-IEA e UFU) na coordenação da atividade. Os organizadores são <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-augusto-lindgren-alves" class="external-link">José Augusto Lindgren Alves</a> (Cedec), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andrei-koerner" class="external-link">Andrei Koerner</a> (GPDH-IEA, Cedec e Unicamp), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raissa-wihby" class="external-link">Raissa Wihby Ventura</a> (GPDH-IEA, Cedec e Unicamp) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-vreche" class="external-link">Carla Vreche</a> (Cedec e Unicamp). A abertura será de Andrei Koerner e do diretor do IEA,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>.</p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-2f092bd3ad1c4e64aee8c1c4b03ca049 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-2f092bd3ad1c4e64aee8c1c4b03ca049">
<ul>
</ul>
<p>O ciclo foi inaugurado com o seminário <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/construcao-politicas-mulheres" class="external-link">“Construção e Desmonte dos Direitos Humanos e Políticas para Mulheres no Brasil</a>” em 14 de maio, com a presença das presidentas do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e das ministras da Secretaria de Políticas para a Mulher e do Ministério da Mulher, Igualdade Racial e Direitos Humanos.</p>
<p>De acordo com os organizadores, a proposta de cada encontro do ciclo é promover diálogos entre os expositores convidados para que sejam construídos, coletivamente, a memória institucional das políticas públicas nacionais de direitos humanos e um diagnóstico conjunto sobre o passado, o presente e o futuro das políticas e institucionalidades desses direitos no Brasil.</p>
<hr />
<p><i><strong><i>C</i><i>onstrução e o Desmonte das Políticas Nacionais de Direitos Humanos no Brasil</i></strong><br /></i><i>1º de outubro, 14h<br /></i><i>Evento online público e gratuito com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (não é preciso se inscrever)<a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdYka8fTWJ_qzfcIOs2Gub_RPx4Mbz5Lb9mCFAeebOIjCZ7aA/viewform" target="_blank"><br /></a></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/politicas-nacionais-de-dh" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mídia Ninja, Curitiba, 2018</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-16T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao">
    <title>Escola sem Partido ou sem Autonomia? O Princípio da Igualdade em Questão</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O evento procura analisar as políticas públicas de educação para a promoção da igualdade e a noção de autonomia da escola pública em face de movimentos que se opõem a esses princípios, como o "Escola sem partido" e os recentes projetos de lei que cerceiam a autonomia da escola nas escolhas de seus conteúdos e métodos de ensino. As mesas serão compostas por intelectuais, gestores públicos e professore(a)s da rede pública de educação básica e focalizarão temas que têm sido objeto de polêmicas, como educação e gênero, educação e igualdade racial, a presença da história e da cultura indígena no currículo escolar.</span><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-31T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-de-engenharia-popular">
    <title>Encontro trata do papel da engenharia popular no empoderamento e sustentabilidade de comunidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-de-engenharia-popular</link>
    <description>No dia 14 de agosto, das 9 às 18h, realiza-se a "Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidades", organizada pelo Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cisterna" alt="Cisterna" class="image-inline" title="Cisterna" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Construção de cisterna de placa (alvenaria) no norte de Minas Gerais</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Engenharia popular (EP) designa uma prática brasileira da engenharia que busca não apenas a construção participativa do diagnóstico e da solução do problema técnico enfrentado por um grupo popular, mas também a gradativa construção de uma ordem sociotécnica para maior empoderamento, sustentabilidade ambiental e igualdade.</p>
<p>Para apresentar e discutir essa prática, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> realiza, nos <strong>dias 14 e 15 de agosto</strong>, no IEA, a <i>Jornada Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidade. </i></p>
<p><i> </i><span>O encontro terá a participação de pesquisadores de várias universidades brasileiras e da Universidade Nacional da Colômbia, representantes de movimentos sociais e profissionais de engenharia (</span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular#programacao" class="external-link"><i>v. programação</i></a><span>). </span><span>O evento é público e gratuito, mas requer <a class="external-link" href="http://goo.gl/VM8HGB" target="_blank">inscrição prévia</a>. Para assisti-lo </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet não é preciso se inscrever.</span></p>
<p><span>De acordo com os pesquisadores, o movimentou surgiu no início dos anos 2000 a partir da conjugação de três tradições: a economia solidária, a tecnologia social e a extensão universitária. Uma das experiências de EP a serem debatidas na jornada é a atuação da </span><a class="external-link" href="https://repos.milharal.org/">Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá (Repos)</a><span>.</span></p>
<p><span> </span><span>"A</span><span> EP pressupõe necessariamente processos e metodologias que assegurem tanto o resgate ou a escuta dos saberes, valores, perspectivas e estéticas dos grupos populares com os quais o profissional trabalha quanto a incorporação desses aspectos na elaboração da solução técnica", explicam os organizadores.</span></p>
<p>A jornada dará ênfase a quatros aspectos:</p>
<ul>
<li>a apresentação de demandas por soluções técnicas adequadas por alguns movimentos sociais;</li>
<li>a caracterização da EP, de acordo com a forma que a Repos a desenvolve;</li>
<li>a problematização desse tipo de atuação popular da engenharia a partir de desafios que ela não pode se furtar a enfrentar;</li>
<li>a enriquecimento da tradição da EP a partir do diálogo com outras iniciativas populares de projeto e tecnologia.</li>
</ul>
<p> </p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text" id="parent-fieldname-text-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747">
<div></div>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao" id="parent-fieldname-programacao-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747">
<hr />
<p><i><strong>Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Oportunidades</strong><br />14 e 15 de agosto, das 9 às 18h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="http://goo.gl/VM8HGB" target="_blank">inscrição prévia</a><br /><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i><br />Mais informações: com Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Secretaria de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-17T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dossie-sobre-interculturalidade-da-revista-da-usp-e-organizado-por-sylvia-dantas-do-iea">
    <title>Dossiê Interculturalidades da Revista USP é organizado por Sylvia Dantas, do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dossie-sobre-interculturalidade-da-revista-da-usp-e-organizado-por-sylvia-dantas-do-iea</link>
    <description>Número 114 da Revista da USP reflete sobre o momento que a sociedade contemporânea atravessa entre o drama de refugiados sírios, africanos e em um cenário onde o desafio é combater a xenofobia, o racismo e a intolerância.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><span>Por </span><span class="author_name author vcard">Leila Kiyomura, do Jornal da USP</span></i></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imigracoes" alt="Migrações" class="image-inline" title="Migrações" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong><span>Crise dos refugiados é um dos assuntos da nova </span><em>Revista USP</em><strong> </strong>–<strong> </strong>Foto: Manu Gomez/Fotomovimiento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Refletir sobre o momento que a sociedade contemporânea atravessa entre o drama de refugiados sírios, africanos e em um cenário onde o desafio é combater a xenofobia, o racismo e a intolerância é um dos propósitos do <a class="external-link" href="https://www.revistas.usp.br/revusp/issue/view/10405/showToc">dossiê <em>Interculturalidades</em></a> que a <em>Revista USP</em> lançou recentemente.</p>
<p>Organizado pela professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, coordenadora do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, reúne artigos de membros e de convidados que proferiram palestras em eventos do grupo. São pesquisadores de diversas áreas que observam e questionam os deslocamentos humanos no mundo globalizado.</p>
<p>“Interculturalidade é um termo que assinala uma dimensão de interação, contato entre pessoas de culturas distintas”, explica Sylvia Dantas no texto de apresentação. “Segundo a Organização das Nações Unidas, cerca de 244 milhões de pessoas residem em um país diferente daquele onde nasceram, um aumento de 41% em relação ao ano 2000. Destes, quase 20 milhões são refugiados. Este número se eleva consideravelmente se levarmos em conta os filhos de migrantes que nascem nos países onde seus pais se estabeleceram.”</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sylviadantas.jpg" alt="Sylvia Dantas - Perfil" class="image-inline" title="Sylvia Dantas - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sylvia Dantas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sylvia lembra que o Brasil entra na dinâmica da migração internacional, enviando e recebendo imigrantes. “Constituímos, portanto, uma sociedade plural e aprofundar a temática migratória revela os processos presentes na formação da sociedade brasileira e nos aproxima de um fenômeno extremamente dinâmico. Quem hoje chega, amanhã pode estar partindo.</p>
<blockquote>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-daniel-elias-farah" class="external-link">Paulo Daniel Farah</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, aborda a discriminação contra imigrantes e refugiados. “Com efeito, faz-se necessário debater mais, no Brasil e no mundo, sobre xenofobia, racismo e intolerâncias várias e sobre formas de enfrentá-los em contextos que não se restrinjam a ações imediatistas pós-assassinatos e outras atrocidades”, protesta. “De um lado, observam-se iniciativas no campo da judicialização que visam a deter pessoas que incitam ao ódio e à violência. De outro, ações educativas promovem conscientização e humanização ao mesmo tempo em que reduzem estranhamentos e preconceitos.”</p>
</blockquote>
<p>O dossiê traz também um encontro com o brasileiro-congolês, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kabengele-munanga" class="external-link">Kabengele Munanga</a>, professor de Antropologia da USP. A conversa foi coordenada e registrada por Sylvia Dantas, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira" class="external-link">Ligia Ferreira</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maura-pardini-bicudo-veras" class="external-link">Maura Pardini Bicudo Veras</a>, integrantes do Grupo Diálogos Interculturais do IEA – USP. Munanga, especialista na questão da identidade negra do Brasil, fala sobre os 20 anos de colonização na República Democrática do Congo que define como “uma verdadeira lavagem cerebral na educação da população”.</p>
<p>Os deslocamentos para São Paulo são analisados no artigo de Maura Pardini Bicudo Véras, professora de Sociologia e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Um retrato impressionista sobre a realidade paulistana, ao percorrer suas áreas centrais, vai evocar um quadro no já conhecido e descrito fervilhar de transeuntes, na imagem de um formigueiro de pessoas apressadas.”, descreve. “Nesse espaço de circulação, podem-se ver pessoas de diferentes etnias, cores e lugares, marcando a cidade e se metamorfoseando nos espaços públicos, comércios, ambulantes de tecidos, produtos alimentícios, industrializados de marca e sem marca…”</p>
<blockquote>
<p><span>Segundo Sylvia Dantas, no artigo</span><em> Saúde mental, interculturalidade e</em><span> </span><em>imigração</em><span>, os deslocamentos e seus contatos interculturais apresentam desafios subjetivos profundos tanto para quem imigra como para as sociedades que recebem os novos grupos. “No Brasil, ao lado de iniciativas exitosas de acolhimento, presenciamos situações de discriminação, estigmatização e patologização, por parte de uma sociedade comumente vista como hospitaleira.”</span></p>
</blockquote>
<p><em>Histórias do apartheid, memória e pertencimento entre a população da</em> <em>diáspora sul-africana na Austrália</em> é o artigo assinado por Christopher C. Sonn, professor em Psicologia Comunitária da Universidade de Victória, na Austrália, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/garth-stevens" class="external-link">Garth Stevens</a>, psicólogo e professor da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul. “O movimento geográfico humano não é um fenômeno novo, mas a história da modernidade ocidental é particularmente marcada pelo tráfico negreiro entre o Atlântico e o Pacífico, a colonização de muitas nações do Sul global e o deslocamento forçado de muitos povos”, analisam. Neste artigo, os professores têm como meta expandir a história oficial pela inclusão de histórias e narrativas de pessoas comuns sobre a vida durante o <em>apartheid</em>.</p>
<blockquote>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-revista-usp-114" alt="Capa Revista USP 114" class="image-inline" title="Capa Revista USP 114" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Dossiê Interculturalidades da <i>Revista USP</i></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-capuano-de-oliveira" class="external-link">Adriana Capuano de Oliveira</a>, professora adjunta da Universidade Federal do ABC, propõe uma leitura abrangente de um panorama sobre a complexidade que envolve os sentimentos de pertença e identidade em um mundo de deslocamentos crescentes. “Diante da realidade de milhões de refugiados e tantos outros milhões de pessoas que partem de forma voluntária de seus países de origem em busca de melhores condições de trabalho, criando cenas que acabam chocando a opinião pública mundial, como conceber o futuro?”, questiona.</p>
</blockquote>
<p>A partir da palavra “alma”, usado originalmente na obra de Freud, o artigo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/plinio-montagna" class="external-link">Plinio Montagna</a>, professor da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, discute a migração humana em seus componentes intra e interpsíquicos, aspectos identitários e as ansiedades despertadas em processo de potencial traumático, podendo levar a experiências de despersonalização e desrealização.</p>
<p>No artigo <em>O Perfil sociodemográfico e de saúde dos retornados</em> <em>mineiros para a região de Governador Valadares</em>, o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-siqueira" class="external-link">C. Eduardo Siqueira</a>, professor da University of Massachusetts Boston e a socióloga Sueli Siqueira, professora da Universidade Vale do Rio Doce, apresentam um estudo sobre trabalhadores imigrantes brasileiros em Massachusetts e na região em torno de Governador Valadares, mostrando o perfil de sua saúde em empregos precários que demandavam grande esforço físico.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><em>Revista USP</em><strong>, </strong>número 114, dossiê <em>Interculturalidades</em>, 200 páginas.</p>
<p>Publicação da Superintendência de Comunicação Social. Preço: R$ 20,00</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-01-16T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
