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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 261 to 275.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-13">
    <title>Ciclo de Conferências: Michel Espagne</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-13</link>
    <description>III SEMANA FRANCO-USPIANA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A pesquisa sobre transferências culturais levou ao questionamento de um certo número de ferramentas usadas nas relações entre espaços nacionais. Em particular, a noção de comparação, que assume diferentes significados dependendo do contexto em que é usada, foi severamente criticada na medida em que, ao observar semelhanças e dessemelhanças, muitas vezes leva a uma hierarquia e oculta o papel desempenhado pelo autor da comparação, que projeta seu próprio a priori. Outro conceito que foi questionado é o de influência, pois, embora destaque um paralelismo entre dois objetos culturais ou entre dois textos, ele negligencia o papel desempenhado pelos vetores sociais que provavelmente explicam a passagem das formas. A partir dessa premissa, a conferência pretende recuperar a história do conceito transferências culturais, ao mesmo tempo em que situa os seus usos no contexto latino-americano.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-sabaticos-apresentam-seus-projetos">
    <title>Iniciadas as atividades da primeira edição do Programa Ano Sabático do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-sabaticos-apresentam-seus-projetos</link>
    <description>Seis professores selecionados para o programa apresentaram seus projetos em reunião no dia 7 de janeiro, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Fazer uma reflexão filosófica sobre a história do pensamento algébrico mostrando sua relação com o desenvolvimento social e científico é mote para uma pesquisa de fôlego. Exige tempo e empenho para sua realização. É assim – com duração de 12 meses e dedicação integral – que essa e as pesquisas de outros cinco docentes USP serão desenvolvidas durante a primeira edição do<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ano-sabatico-no-iea" class="external-link"> Programa Ano Sabático do IEA</a>.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/recepcao-aos-participantes-do-ano-sabatico-2016-2" alt="Recepção aos participantes do Ano Sabático 2016 - 2" class="image-inline" title="Recepção aos participantes do Ano Sabático 2016 - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Direção do IEA e conselheiros recepcionam os pesquisadores sabáticos</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No primeiro <i>Encontro dos Pesquisadores Sabáticos</i>, realizado no dia 7 de janeiro, os docentes apresentaram um breve resumo de seus <a class="anchor-link" href="#projetos sabáticos">projetos</a> e falaram das expectativas sobre o programa.</p>
<p>Matemática, música, história da arte, arqueologia, sociologia, oceanografia e as interfaces dessas com muitas outras disciplinas são algumas das áreas de pesquisa do período sabático de 2016 no IEA. Os estudos resultarão na publicação de trabalhos, como livros, propostas de políticas públicas ou obras artísticas.</p>
<p>A iniciativa é inédita na USP e no meio universitário brasileiro. Por ter o apoio institucional e financeiro da Pró-Reitoria de Pesquisa, que destinará uma verba específica de auxílio para cada proposta selecionada, o programa permitirá aos escolhidos se afastar de suas unidades de ensino para desenvolver seus projetos individuais.</p>
<p>Além dos pesquisadores sabáticos, estiveram na reunião o diretor e o vice-diretor do IEA, professores Martin Grossmann e Paulo Saldiva; o pró-reitor de Pesquisa da USP, professor José Eduardo Krieger; o jornalista Eugênio Bucci, Conselheiro do IEA e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP; além do vice-coordenador do Polo São Carlos do IEA e assessor técnico do gabinete da Pró-reitoria de Pesquisa da USP, Hamilton Brandão Varela de Albuquerque, que é professor do Instituto de Química de São Carlos.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/recepcao-aos-participantes-do-ano-sabatico-2016-3" alt="Recepção aos participantes do Ano Sabático 2016 - 3" class="image-inline" title="Recepção aos participantes do Ano Sabático 2016 - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Em primeiro encontro, pesquisadores falam de seus projetos e das expectativas do ano sabático</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><a name="projetos sabáticos"></a>Os pesquisadores e seus projetos</strong></p>
<p>O professor<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/flavio-ulhoa-coelho" class="external-link"> Flávio Ulhoa Coelho</a>, do Instituto de Matemática e Estatística, foi o primeiro a apresentar seu tema de estudo: “História do Pensamento Algébrico e seus Desdobramentos Didáticos”. “Há um momento de ruptura entre o concreto e o abstrato na história do pensamento algébrico, com desdobramentos filosóficos que impactam nossas sociedades. Até hoje, isso não foi muito bem estudado e com a liberação da carga didática será possível aprofundar esse tema”, disse.</p>
<p>Por videoconferência, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/daria-gorete-jaremtchuk" class="external-link">Dária Gorete Jaremtchuk</a>, professora da Escola de Artes Ciências e Humanidades (EACH-USP), falou sobre o trabalho que desenvolverá: “Exílio Artístico: Trânsito de Artistas Brasileiros para Nova York Durante as Décadas de 1960 e 1970”.</p>
<p>“Comecei querendo entender aquele movimento de ida de nossos artistas aos Estados Unidos e acabei conduzida pelos achados. O trabalho cresceu para direções inesperadas. Precisei estudar guerra fria, diplomacia cultural, relações diplomáticas e outros temas. Esse período sabático será uma boa oportunidade para consolidar esses estudos”, disse Jaremtchuk.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</a>, professora da ECA-USP, acredita que há um descompasso entre as teorias da academia sobre a cena artística atual e a dinâmica dos movimentos culturais envolvendo especialmente jovens e novas tecnologias. Para compreender o assunto, ela propõe estudar as “Dinâmicas Culturais Contemporâneas: Imbricações entre Singularidades, Coletivos, Tecnologias e Instituições Culturais na Perspectiva do Comum”.</p>
<p>“O tempo da pesquisa exige um pensamento sonhador, que depois se configura em algo mais concreto. Mas isso fica um pouco de lado no cotidiano e acredito que será possível exercer esse sonho durante esse período sabático. A interação com pessoas de áreas distintas será muito importante e acredito que o programa consolida o IEA como plataforma de interação interdisciplinar”, acredita.</p>
<p>Consolidar dados de diversas pesquisas realizadas ao longo da carreira é também a meta da professora do Instituto Oceanográfico (IO-USP) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/maria-de-los-angeles-gasalla" class="external-link">Maria de los Angeles Gasalla</a> durante o período sabático. Ela desenvolverá o estudo “O Futuro das Sociedades Dependentes do Mar: Mudanças Climáticas, Desigualdades e Cooperação em Sistemas Sócio-Ecológicos Complexos”.</p>
<p>Segundo Gasalla, há muitos dados gerados de estudos anteriores, questões diversas entre ciências naturais, sociais e físicas, modelos para populações naturais e a própria vivência da pesquisadora com pessoas que dependem do mar para o sustento. “Tenho extraído um conhecimento incrível da experiência dos pescadores sobre o mar e aprendido muito sobre aspectos sociais e culturais dessas comunidades. Poderei desenvolver uma reflexão mais profunda sobre o futuro das sociedades dependentes do oceano, tendo em vista os cenários de impactos das mudanças climáticas”, disse.</p>
<p>Para a professora, é viável estabelecer relações sobre o contexto das desigualdades na América Latina e a cooperação que surge como tecnologia social em benefício do planeta. “As metas da pesquisa são ambiciosas, mas acredito que será possível alcançá-las devido à liberação da carga didática”, disse.</p>
<p>Ex-docente da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH-USP) e atual professor do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/astolfo-gomes-de-mello-araujo" class="external-link">Astolfo Gomes de Mello Araújo</a> propõe a arqueologia como estudo de caso para entender a interdisciplinaridade. “Vemos que a interdisciplinaridade na Universidade não existe de fato. Na EACH foi onde mais vi isso acontecer, mas no geral ainda é muito falatório. A arqueologia é o campo mais interdisciplinar que eu conheço e minha ideia é esmiuçar a visão de processo e como essa disciplina opera no tempo e no espaço”, disse Araújo.</p>
<p>“Ontologia e Epistemologia de uma (Inter)Disciplina: A Arqueologia como Paradigma de Interdisciplinaridade e suas Implicações Teóricas e Práticas” é o titulo do trabalho de Araújo, que vê na experiência do sabático a oportunidade “de pensar coisas novas”. Para ele, atuar de forma interdisciplinar “é a possibilidade de voltar a um contexto parecido ao que tive na EACH”, disse.</p>
<p>O professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/rodolfo-nogueira-coelho-de-souza" class="external-link">Rodolfo Nogueira Coelho de Souza</a>, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica (Poli) da USP, acabou direcionando sua carreira para a música. É professor do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia Ciência de Letras da USP de Ribeirão Preto. Desenvolverá o projeto “Invenção de uma Ópera: A Máquina de Pascal em Pernaguá - Uma Pesquisa de Arte Experimental e Inovação em Sonologia”.</p>
<p>Coelho de Souza fala que sua invenção não deixa de ser uma obra de pesquisa. Irá trabalhar a teoria dos conjuntos buscando uma composição algorítmica que não é motivada pelo desejo humano. Porém, o desejo humano é projetado na música através de algo abstrato, que é o algoritmo. A forma de fazer isso é operar na dimensão cinematográfica, fazendo recortes de sons, disse.</p>
<p>“Poucas óperas foram compostas em um ano e sei que o projeto é ambicioso. Mas é a chance de desenvolver mais um trabalho criativo e tecnológico e essencialmente interdisciplinar. É um sonho um lugar onde a interdisciplinaridade fosse bem vista, ao contrário do que ocorre em nossos departamentos”, disse.</p>
<p><strong>“Fora da caixinha”</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/recepcao-dos-participantes-do-ano-sabatico-2016-1" alt="Recepção aos participantes do Ano Sabático 2016 - 1" class="image-inline" title="Recepção aos participantes do Ano Sabático 2016 - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: Krieger, Saldiva e Varela</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o diretor do IEA, Martin Grossmann, a experiência do sabático representa a descoberta de um “elo perdido com a Pró-Reitoria de Pesquisa”. A relação institucional dessas unidades passa a existir concretamente com o apoio dado ao programa pela PRP-USP. Além disso, a presença do professor Hamilton Varela, que é assessor da PRP-USP e presidente da Comissão de Pesquisa do IEA, está ajudando a estruturar essa relação, disse.</p>
<p>O pró-reitor de pesquisa, Eduardo Krieger, lembrou a importância de existirem “mecanismos indutores para fazer pensar fora da casinha, ou fora do ambiente de conforto”. Prestar apoio e contribuir com recursos mesmo em momentos de crise é algo que os gestores precisam enxergar para permitir avanços ainda mais importantes do que permite a rotina, disse Krieger.</p>
<p>Os institutos de estudos avançados criados em várias universidades pelo mundo nos anos recentes representam uma ponta experimental, uma tentativa transdisciplinar e um posto avançado por definição, que corre “riscos muito interessantes” justamente por seus métodos e abordagens, disse o jornalista Eugênio Bucci, que é conselheiro do IEA e responsável pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP.</p>
<p>“A necessária inovação e experimentação precisa ser considerada num momento em que a universidade no Brasil e no mundo repensa o seu papel. Temos de pensar as próximas décadas, qual relação a universidade terá com a sociedade e quais as perspectivas de contribuição para o futuro. O IEA é uma franja de contato com o futuro. É preciso sair do rigor disciplinar e tentar caminhos diferentes”, disse Bucci.</p>
<p>O vice-diretor do IEA lembrou a variedade dos temas tratados no IEA. “Física de partículas, água, filosofia, urbanidade, Amazônia, enfim, tudo passa por aqui. Venho de uma área muito densa, relativamente monotemática. Em contraste, o IEA é muito livre e independente. E a liberdade é fascinante, mas atemoriza. Vocês que iniciam o sabático terão a chance de dar a tônica do programa. Atualmente os sistemas complexos estão dominando o mundo real. Talvez o IEA possa se tornar um ponto onde o exercício do mundo real seja possível”, disse Saldiva.</p>
<p>Regina Pekelmann Markus, conselheira do IEA e membro do Comitê Sênior de cientistas que coordenaram os trabalhos da <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental" class="external-link">Intercontinental </a><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-intercontinental" class="external-link">Academia</a>, disse que o descansar do ano sabático é “um descansar carregando nuvens, uma forma de levar sonhos adiante”. Para a cientista, “é bom termos um pró-reitor que acredita que temos de trabalhar fora da caixinha”.</p>
<p>Diante das dificuldades de instrumentalizar e praticar a transdisciplinaridade, talvez o IEA possa ser uma plataforma capaz de se adequar a essa abordagem, pelo fato de ser um “instituto de livre pensar, sem fronteiras nem departamentos”, disse o professor Varela.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Metacurodorias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-01-15T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jose-roberto-nalini-ex-conselheiro-do-iea-assume-secretaria-estadual-da-educacao">
    <title>José Renato Nalini é o novo secrétario da Educação do Estado de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jose-roberto-nalini-ex-conselheiro-do-iea-assume-secretaria-estadual-da-educacao</link>
    <description>José Renato Nalini, ex-conselheiro do IEA, tomou posse no dia 28 de janeiro como novo secretário da Educação do Estado de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/posse-de-jose-renato-nalini-como-secretario-da-educacao" alt="Posse de José Renato Nalini como secretário da Educação" class="image-inline" title="Posse de José Renato Nalini como secretário da Educação" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>José Renato Nalini </strong><strong>(<i>esq.</i>)</strong><strong>, novo secretário da Educação do Estado de São Paulo, </strong><strong>e o governador Geraldo Alckmin se cumprimentam após a assinatura do termo de posse</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O desembargador e professor de direito constitucional <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-renato-nalini" class="external-link">José Renato Nalini</a>, ex-conselheiro do IEA, tomou posse ontem (28 de janeiro) como novo secretário da Educação do Estado de São Paulo. A cerimônia ocorreu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, com a presença dos demais secretários estaduais e de vários educadores (<i><a class="external-link" href="https://renatonalini.wordpress.com/2016/01/28/discurso-de-posse-na-secretaria-de-estado-da-educacao/">leia o discurso de posse</a></i>).</p>
<p>De acordo com o <a class="external-link" href="http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/professor-jose-renato-nalini-assume-a-secretaria-da-educacao">site</a> da Secretaria da Educação, Nalini declarou após a solenidade que  "chamará todos aqueles que puderem colaborar para que possamos fazer com que a escola de São Paulo seja um lugar atraente, um lugar onde a criança goste de estar, não só no período de aula, mas também no fim de semana, e que possamos usar a escola com seus espaços para exposições, teatro, concursos, para tudo aquilo que puder atrair a comunidade".</p>
<p>Graduado em ciências jurídicas e sociais pela PUC-Campinas, ele tornou-se mestre e doutor em direito constitucional pela Faculdade de Direito da USP. É autor de diversos artigos científicos e textos, especialmente sobre: ética; formação e recrutamento de juízes; e estrutura e aperfeiçoamento do Poder Judiciário. No IEA, foi o conselheiro representante da sociedade civil de 2010 a 2012</p>
<p>Nalini presidiu o Tribunal de Justiça de São Paulo no biênio 2014-2015 e foi corregedor geral da Justiça para o Estado de São Paulo no biênio anterior. Ele ingressou na Magistratura em 1976, depois de atuar no Ministério Público de São Paulo durante três anos.</p>
<p>Atualmente, Nalini é professor da Escola Paulista de Magistratura, da Universidade Nove de Julho e da Sociedade Padre Anchieta de Ensino, além de integrar a diretoria da Academia Paulista de Letras, da qual já foi presidente e secretário-geral. Lecionou também na Fundação Armando Álvares Penteado e na Universidade Paulista.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Diogo Moreira/A2img/Secretaria da Educação do Estado de São Paulo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-01-29T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encerradas-as-inscricoes-para-candidatos-a-diretor-e-vice-diretor-do-iea">
    <title>Encerradas as inscrições para candidatos a diretor e vice-diretor do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encerradas-as-inscricoes-para-candidatos-a-diretor-e-vice-diretor-do-iea</link>
    <description>As chapas inscritas e suas propostas serão divulgadas pelo IEA na segunda-feira, dia 1. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Estão encerradas as inscrições de chapas para a eleição dos novos diretor e vice-diretor do IEA. A eleição ocorrerá no dia 18 de fevereiro. Na segunda-feira, dia 1, o IEA divulgará as chapas inscritas e suas propostas. Os candidatos podem ser professores titulares e professores associados 3 da USP.</p>
<p>A regulamentação do processo eleitoral consta da <a href="https://www.iea.usp.br/iea/portaria-no-2-eleicoes-iea-de-19-de-janeiro-de-2016" class="external-link">Portaria 2/2016</a> do diretor do IEA, Martin Grossmann, publicada na edição de 19 de janeiro do "Diário Oficial do Estado de São Paulo".</p>
<p><strong>Mudanças</strong></p>
<p>Essa eleição será a primeira dentro dos novos critérios aprovados pelo Conselho Universitário. A partir de agora, a escolha se dará pelo voto direto dos membros de um Colégio Eleitoral amplo, <span>formado pelas seguintes categorias:</span></p>
<ul>
<li>atuais integrantes e ex-integrantes do Conselho Deliberativo do IEA;</li>
<li>presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto;</li>
<li>ex-diretores e ex-vice-diretores do IEA;</li>
<li>diretores das unidades de ensino e pesquisa da USP e representantes das respectivas congregações no Conselho Universitário.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><span>Todo o processo é coordenado por uma </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/criada-a-comissao-eleitoral-do-iea" class="external-link">Comissão Eleitoral</a>.</p>
<p><strong>Eleição</strong></p>
<p>A eleição será realizada no dia 18 de fevereiro, das 9h  às 17h, por meio de sistema eletrônico de votação e apuração de votos. Os eleitores que quiserem votar (eletronicamente ou em cédula de papel) na sede do IEA deverão comparecer no mesmo horário. Todas as informações sobre o processo eleitoral estarão concentradas na página <a href="https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes" class="external-link">www.iea.usp.br/iea/eleicoes</a>, inclusive propostas de programas de gestão apresentadas pelas chapas e vídeos com os candidatos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transforma IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-01-29T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-propostas-para-a-futura-gestao-do-iea">
    <title>As propostas para uma nova gestão do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-propostas-para-a-futura-gestao-do-iea</link>
    <description>Encerrado o período de inscrição de chapas para a eleição do diretor e vice-diretor do IEA no dia 29 de março, foi confirmada a inscrição da chapa formada por Paulo Saldiva (para diretor) e Ary Plonski (para vice-diretor). </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Atualizada às 17h20 do dia 18 de fevereiro</i></p>
<p>O colégio eleitoral do IEA participou de eleição neste dia 18 para decidir os futuros diretor e vice-diretor do Instituto. O resultado foi apurado pela Comissão Eleitoral do IEA e será divulgado no Diário Oficial do Estado tão logo o reitor Marco Antônio Zago designe os novos diretores.</p>
<p><span>O processo contou com apenas uma chapa inscrita, formada por <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span> (para diretor) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a><span> (para vice-diretor). </span></span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes" class="external-link"><i>Leia mais sobre o assunto</i></a><span>. </span><span>Os eleitores são os integrantes e ex-integrantes do Conselho Deliberativo do IEA, seus ex-diretores e ex-vice-diretores, o presidente da Comissão de Pesquisa do Instituto e os diretores das unidades de ensino e pesquisa da USP e representantes das respectivas congregações no Conselho Universitário.</span></p>
<p><strong>Propostas</strong></p>
<p>Na <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/proposta-de-programa-de-gestao-do-iea-usp" class="external-link">proposta de gestão</a> para o mandato de quatro anos apresentada pela chapa, Saldiva e Plonski dizem que “um dos grandes desafios de qualquer nova direção é encontrar um adequado equilíbrio entre continuidade e inovação”.</p>
<p>Eles destacam a participação do IEA na rede Ubias (University-Based Institutes for Advanced Study) como indicativa da “preocupação do Instituto de promover a discussão de temas globais e de colaborar com o processo de internacionalização da USP”. Ressaltam também a dedicação, “de forma exitosa”, do IEA ao debate sobre temas de interesse para a sociedade brasileira.</p>
<p><strong>Novos temas</strong></p>
<p>Em paralelo à continuidade das atividades já desenvolvidas com sucesso, os candidatos propõem três novas diretrizes:</p>
<ol>
<li>criação de uma Escola Avançada de Formação de Lideranças;</li>
<li>estudos sobre urbanidade e qualidade de vida;</li>
<li>da transformação da Universidade à Universidade transformadora.</li>
</ol>
<p>Em relação ao primeiro item, propõem que o IEA abrigue, em períodos de um ano, pessoas que desejem uma “imersão em toda a gama de variáveis relacionadas à gestão de questões complexas e importantes para a formulação de políticas públicas, valendo-se da riqueza de saberes disponível na USP em todas as suas unidades”.</p>
<p>Quanto à urbanidade e à qualidade de vida, Saldiva e Plonski apresentam a proposta de criação de um espaço de diálogo e convergência de todos os grupos interessados na proposição de estudos científicos e pesquisas voltadas para a melhoria do viver dos habitantes das regiões metropolitanas.</p>
<p>No que se refere ao terceiro item, eles propõem duas ações:</p>
<ol>
<li>tornar o IEA um centro de referência que consolide iniciativas voltadas ao entendimento  profundo dos processos e perspectivas de transformação da Universidade que prosperam no próprio Instituto  ou em outros lugares da USP;</li>
<li>transformar o IEA no elo de articulação da USP com o Poder Legislativo (Congresso Nacional, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e câmaras de vereadores dos municípios onde há campus<i> </i>da USP), com a finalidade de contribuir para a qualificação da legislação sobre temas capitais, como saúde, educação, geração de trabalho e renda, saneamento, meio ambiente, energia, transportes, segurança pública e segurança alimentar.</li>
</ol>
<p>Há aspectos de cunho prático para o funcionamento do IEA já sendo encaminhados que devem merecer atenção especial da futura diretoria, segundo Saldiva e Plonski.</p>
<p><strong>Instalações</strong></p>
<p>Na proposta, consideram que a ampliação do número de pesquisadores (como aqueles em ano sabático e novos pós-doutorandos) exige a adequação da área física do Instituto: “Acreditamos que a qualidade dos projetos desenvolvidos será o melhor caminho para a captação de recurso institucionais e externos para que o IEA possa seguir sua trajetória de atração de talentos, proporcionando-lhes uma adequada estrutura física de trabalho”.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transforma IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-02-01T21:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/metafisica-de-mctaggart-para-teorizar-o-tempo-celular">
    <title>Metafísica de McTaggart para teorizar o tempo celular </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/metafisica-de-mctaggart-para-teorizar-o-tempo-celular</link>
    <description>Os corpos podem ter uma capacidade receptiva, interagindo uns aos outros e sincronizando o tempo do relógio com o tempo biológico. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/kazuhiko-kume" alt="Kazuhiko Kume" class="image-inline" title="Kazuhiko Kume" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O neurocientista Kazuhiko Kume, da <span>Nagoya City University.</span> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisador nas áreas de neurociência e biologia molecular, <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/kazuhiko-kume?searchterm=Kazuhiko+Kume">Kazuhiko Kume</a>, do Departamento de Neurofarmacologia da Nagoya City University, falou aos participantes da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Intercontinental Academia</a> como um dos pioneiros a introduzir o estudo da neuroética no Japão.</p>
<p>“Time in the brain” foi o tema da palestra, ministrada durante os workshops de biologia, no dia 8 de março. A segunda fase da Intercontinental Academia acontece em Nagoya, Japão, de <strong>6 a 18 de março</strong>.</p>
<p>Estudioso dos padrões de sono e da interação molecular no <strong><a class="anchor-link" href="#circadiano">ciclo circadiano</a></strong>, Kume se autointitula “filósofo de fim de semana” e foi assim que introduziu sua visão sobre a relação do cérebro e das células com o tempo.</p>
<p>Mostrou uma imagem que, ao fixar o olhar, o expectador tem a ilusão de que as figuras se movem.  “Se seu cérebro vê o movimento, isso acontece junto com o tempo que o cérebro leva para produzir o movimento. Então, seu cérebro produz o tempo numa figura estática”, disse.</p>
<p>Abordou inicialmente alguns conceitos sobre neurociência e bioética. Essa ele introduziu no Japão a partir de um livro texto produzido em 2006. No sentido original da palavra, significa “a ética da neurociência”, ou, a conduta que define o que é bom ou ruim no estudo do cérebro, disse. “Por exemplo, apagar lembranças negativas ou melhorar a atividade cognitiva através do uso de medicamentos, é algo bom ou ruim?”, pontuou.</p>
<p>A bioética também pode ser entendida como a neurociência da ética. “Por exemplo, existe alguma diferença nas decisões individuais sobre ética em razão das diferenças estruturais do cérebro”. Ou, ainda: “É possível dizer quem diria sim ou quem diria não num dilema moral, apenas olhando a estrutura do cérebro da pessoa?”, perguntou.</p>
<p>Discutir cérebro e mente incita alguns questionamentos bastante comuns, como “o que é mente ou consciência”; ou, “será que eu realmente sei por que eu quero determinada coisa?”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p>Vídeo:</p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-tuesday-march-8-lecture-by-kazuhiko-kume">Time in the brain: synchronization and dissociation</a></strong></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-monday-march-8-lecture-by-naoki-nomura">E-series Time As Prolegomena to McTaggart’s A- and B-series Time</a></strong></p>
<p> </p>
<p><strong><i style="text-align: center; ">Mais informações:</i></strong></p>
<p><strong><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank">Programação completa Fase Nagoya</a> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica">Todas as notícias da Intercontinental Academia</a></strong></p>
<br />
<p style="text-align: center; "><strong><i><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
<p> </p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Kume, o filósofo e matemático René Descartes (1596-1650) propôs um centro no cérebro onde habitaria o espírito (mente); uma espécie de sede da alma ou do pensamento.  Ele acreditava que esse centro estaria no corpo pineal, ou glândula pineal, já que é uma estrutura única, localizada na área central do cérebro. É como se nossa mente permanecesse lá, como que sentada num teatro olhando e decidindo o que devemos fazer. Como se houvesse uma pessoa dentro do cérebro. Mas isso seria impossível, disse Kume, pois leva a uma definição infindável de que dentro daquela pessoa teria outro centro onde habitaria outra pessoa e assim por diante.</p>
<p>Sendo assim, os argumentos contrários às crenças de Descartes mostram que nenhuma região é particularmente essencial à consciência, pois qualquer parte pode ser suprimida sem que haja perda de consciência. Embora haja exceções no caso de grandes lesões na cabeça, disse.</p>
<p>Por outro lado, a desconexão através do sono, ou da anestesia, induzem a uma perda reversível da consciência. O cérebro e o corpo continuam a trabalhar, mas sem a consciência. Além disso, filosoficamente é impossível conceber o “centro do ser humano”, pois isso levaria a uma infindável redefinição recursiva, disse.</p>
<p>A questão se complica quando dois cérebros, de pessoas distintas, compartilham as mesmas sensações, percepções e emoções. Kume colocou a questão ao mostrar gêmeas conectadas pelo cérebro. Elas possuem genes idênticos, mas diferentes gostos e personalidades. Podem controlar as próprias mãos e frequentemente brigam uma com a outra. Mas possuem conexões que lhes proporcionam as mesmas sensações. Uma não gosta de brócolis e quando a outra come, a anterior sente o gosto do vegetal. Elas também têm a capacidade de se comunicar sem falar entre si. Por exemplo, ir a uma determinada direção, ou tomar a decisão de assistir a TV, entre outras.</p>
<p>“Não admira se assumirmos um ser humano como um conjunto de diferentes personalidades. Na visão contemporânea, é como se houvesse vários anões atuando dentro do cérebro”, disse. Daí a visão de Kume sobre o que é mente: ela é como um governo sem presidente, em que a boca é o porta-voz que representa o governo, mas não decide e nem sabe de tudo. É como um lugar de muitos ministérios, em que cada um é chefiado por um ministro que decide e executa diferentes projetos e se reporta ao porta-voz. Nessa lógica, nem mesmo o ministro sabe tudo o que é feito no seu ministério, já que cada ministério é feito de inúmeras partes, comparou.</p>
<p>Assim, Kume propõe uma análise do cérebro a partir da classificação de tempo criada pelo metafísico inglês John McTaggart Ellis McTaggart (1866 – 1925), acrescida da visão de Naoki Nomura sobre esse autor <strong>(<strong>l</strong></strong><strong>eia na matéria abaixo)</strong>.</p>
<p>Nomura utiliza a estrutura temporal de McTaggart e acrescenta uma nova série temporal à teoria, a série-E, baseada na sincronização e comunicação entre agentes. Esta série emerge quando ocorre uma sincronização entre o tempo objetivo e o tempo subjetivo. A palavra chave de sua análise sobre cérebro, portanto, está fundamentada na sincronização entre o tempo subjetivo e o objetivo, disse.</p>
<p>Kume mostrou que há diferentes tempos, que variam conforme o instrumento usado para medi-lo. O relógio; uma série programada; as estações do ano; o calendário; o período da digestão; o período menstrual; o período lunar; a respiração; a batida do coração; o piscar dos olhos são medidas que dão uma noção de tempo biológico. Nesse tipo de tempo, a sincronização é importante. A transformação do girino em rã, por exemplo, não requer um tempo objetivo específico e sim uma temperatura ideal para os membros crescerem e a cauda se atrofiar, exemplificou.</p>
<p>Então os seres vivos são regidos não exatamente por um relógio, mas por um ciclo metabólico diário que estabelece o chamado <a name="circadiano"></a>ciclo circadiano. O <strong>relógio circadiano ou ciclo circadiano</strong> é o período de aproximadamente 24 horas, sobre o qual se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos. Portanto, é um ciclo influenciado pelas variações de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite.</p>
<p>Segundo Kume, há uma região central que regula esse mecanismo no cérebro, mas os experimentos mostram que apenas uma célula ou apenas um neurônio podem adquirir a capacidade de concluir o ciclo circadiano. Assim, a palavra chave é sincronia entre as células. Da mesma forma, no corpo como um conjunto, cada célula funciona num ritmo diferente. Ou, numa sincronia imperfeita. Mas o resultado final é uma sincronia perfeita.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/metronomos-72.jpg" alt="Metrônomos" class="image-inline" title="Metrônomos" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Metrônomos ajustam a batida e o tempo ao sincronizar os movimentos entre si.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para exemplificar esse fenômeno, Kume usou um <a class="external-link" href="https://youtu.be/UmX1b5Sn17M">vídeo </a>mostrando as batidas de 32 metrônomos que, colocados sobre uma mesa móvel em ritmos diferentes, terminaram por entrar em sincronia após um minuto e 45 segundos. O mesmo exemplo também foi usado pelo professor Nomura, que fez sua exposição logo depois de Kume.</p>
<p>Segundo Kume, o raciocínio da série-E remete à chamada Teoria da Informação Integrada da Consciência (ITT, na sigla em inglês), proposta por Giulio Tononi, disse. Um paciente em coma recupera a consciência quando partes do cérebro vão conectando gradualmente as informações do ambiente, integrando-as inteiramente ao cérebro. Da mesma forma, os seres vivos integram o ritmo do ambiente físico entrando em sincronismo com ele, mostrou.</p>
<p> </p>
<p><strong><a name="nomu"></a>Série-E temporal de Nomura, uma nova abordagem à McTaggart</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/naoki-nomura" alt="Naoki Nomura" class="image-inline" title="Naoki Nomura" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O antropólogo cultural Naoki Nomura fala sobre a sincronia do tempo biológico e do tempo físico.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O antropólogo cultural Naoki Nomura, professor da Escola de Humanidades e Ciências sociais da Nagoya City University, falou sobre o estudo que está construindo baseado nas premissas desenvolvidas por McTaggart sobre o tempo.</span></p>
<p>“Ainda é um trabalho em andamento e, portanto, o que trago aqui está inacabado, mas é uma boa visão sobre o tempo de McTaggart”, disse. Uma parte do estudo de Nomura está disponível online no artigo “<a class="external-link" href="http://nomuraoffcampus.com/wp-content/uploads/2016/02/07d4e906dd4a279c16a9a1040aa6584b.pdf">E-series Time As Prolegomena to McTaggart’s A- and B-series Time</a>”, que ele assina com Koichiro Matsuno, da Nagaoka University of Technology.</p>
<p>"The Unreality of Time" é a obra filosófica mais conhecida de McTaggart, publicada originalmente em 1908 na revista científica "<a class="external-link" href="http://mind.oxfordjournals.org/">Mind</a>". Nela, o autor apresenta argumentos para demonstrar a irrealidade do tempo. Para McTaggart, as descrições que conhecemos sobre tempo ou são contraditórias, circulares ou insuficientes.</p>
<p>Assim, McTaggart propõe basicamente três séries temporais para descrever o tempo. A série-A, temporal, representa o tempo subjetivo, psicológico, constituído pelos tempos passado, presente e futuro. A série-B, atemporal, é o tempo objetivo, físico, caracterizada por eventos ocorridos “mais cedo do que” e “mais tarde do que” um outro evento. A série-C e também a série-D possuem características temporais estáticas.</p>
<p>“A série-A é uma divisão muito importante para nós porque representa o tempo subjetivo, ou o tempo psicológico. Mas quando olhamos o relógio, nos damos conta de que ele marca as horas, mas não mostra se é passado, presente ou futuro. Então a serie-B significa a hora sem a divisão de tempo passado, presente e futuro. Representa o tempo objetivo. Na série-B o relógio funciona como um <i>timer</i> global, ou um dispositivo comum que sincroniza os relógios do mundo”, disse Nomura.</p>
<p>Por sua vez, a série-C é uma sequência sem ordem, com características temporais estáticas. O calendário pode ser visto como uma sequência de números; e o relógio, um mecanismo que gira entorno de seu eixo. Então esses objetos de tempo podem ser vistos como uma imagem estática, uma pintura, um desenho do tempo, disse. “A partitura musical também marca o tempo, mas a vemos como uma pintura”, comparou.</p>
<p>“Mas o relógio biológico parece não se adequar em nenhuma dessas séries. Então minha pergunta é onde o relógio biológico se adequaria nessas descrições”, aponta Nomura.</p>
<p>Para o cientista, a resposta está entre a série-A e a série-B. Ou melhor, na comunicação entre as duas. Esta junção resulta na série-E temporal, criada por ele e caracterizada pela sincronização ou comunicação entre os diferentes tempos.</p>
<p>Para exemplificar a ideia, Nomura mostrou o que acontece com 32 metrônomos calibrados em ritmos diferentes e colocados sobre uma mesa móvel. Após um minuto e 45 segundos, a batida e o tempo se ajustam e todos entram no mesmo ritmo.</p>
<p>“O movimento deles permitiu que se ajustassem entre si, entrando todos no mesmo ritmo. Vemos que os corpos materiais podem ter uma capacidade receptiva, interagindo uns aos outros e coordenando o tempo. A sincronização dos metrônomos se deve ao ajuste mútuo de movimento e ao deslocamento na mesa. Onde desaparece a medida de tempo? Todos entram num constante ajustamento por tentativa e erro, até que alinham o tempo com a batida. A comunicação entre eles faz a diferença”, disse Nomura.</p>
<p>Da mesma forma, diz Nomura, é possível pensar que o fluxo de materiais entre as células ocorre pela comunicação entre elas. O equilíbrio, portanto, se dá pela sincronização. Elas entram num determinado ritmo conforme o pulsar e a pontuação do ritmo, determinado pelo caminhar, por dançar, por falar, por exemplo. Portanto, a sincronização cria um tipo de tempo que é diferente do tempo do relógio, segundo Nomura.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-17T21:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-de-trabalho-do-grupo-de-pesquisa-brasil-franca-18-de-marco-de-2016">
    <title>Reunião de trabalho do Grupo de Pesquisa Brasil-França - 18 de março de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-de-trabalho-do-grupo-de-pesquisa-brasil-franca-18-de-marco-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Brasil-França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-18T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-de-trabalho-do-grupo-de-pesquisa-meio-ambiente-e-sociedade-18-de-marco-de-2016">
    <title>Reunião de trabalho do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade - 18 de março de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-de-trabalho-do-grupo-de-pesquisa-meio-ambiente-e-sociedade-18-de-marco-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-18T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-e-novartis-cardiovascular">
    <title>IEA e Novartis reúnem especialistas em ciclo sobre saúde cardiovascular</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-e-novartis-cardiovascular</link>
    <description>Mesas-redondas acontecem entre 27 e 30 de setembro e devem motivar outras discussões e estudos sobre a saúde do coração, com o objetivo de estimular reflexões sobre o impacto das doenças cardiovasculares em diversos setores da sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O IEA e a farmacêutica Novartis irão promover o ciclo de seminários online <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cuidado-da-saude-cardiovascular" class="external-link">A Sociedade Brasileira e o Cuidado da Saúde Cardiovascular</a></i>, de <strong>27 a 30 de setembro</strong>. A atividade é o ponto de partida de um esforço conjunto para ampliar as discussões e estudos multissetoriais sobre saúde do coração, tendo em vista os impactos desse grupo de doenças na qualidade de vida da população, na economia e nos sistemas de saúde do Brasil.</p>
<p>O ciclo terá um painel por dia, sempre das <strong>17h às 19h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site e YouTube do IEA-USP. Os temas serão:</p>
<ul>
<li><strong>27/09: “</strong>Sindemia: o impacto das doenças cardiovasculares na sociedade pós-Covid-19”;</li>
<li><strong>28/09:</strong> “Saúde das pessoas e a saúde cardiovascular”;</li>
<li><strong>29/09:</strong> “A desigualdade na doença cardiovascular e as populações vulneráveis”;</li>
<li><strong>30/09:</strong> “Priorização de programas nacionais voltados ao cenário das doenças cardiovasculares”.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Veja os detalhes da <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cuidado-da-saude-cardiovascular" class="external-link"><strong>programação de cada dia</strong></a> e <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScUfnqxD7LSGHRko5Fl7ReltrNJLImsWuSPEKQHmz9c3iqnrQ/viewform">inscreva-se</a> </strong>para acompanhar.</p>
<p><span>A iniciativa do IEA e da Novartis tem como objetivo final estimular reflexões sobre o impacto das doenças cardiovasculares nos diversos setores da sociedade. </span><i>“</i><span>Com base em estudos socioeconômicos e por meio de diálogos e debates qualificados, buscaremos identificar formas novas de sensibilizar a comunidade a adotar ou reforçar comportamentos mais saudáveis. Assim, caminharemos em direção a um programa sustentável e abrangente de atenção integral a pessoas com alto risco cardiovascular</span><i>”</i><span>, explica o diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski.</span></p>
<p><span>Para Fabiana Roveda, diretora médica da área de cardiologia da Novartis, o Brasil ainda convive com grandes desafios para lidar com as doenças cardiovasculares (DCVs). Segundo ela, essa é a principal causa de mortalidade no Brasil desde a década de 60 e, atualmente, cerca de 400 mil brasileiros morrem todos os anos em decorrência das DCVs. </span><i>“</i><span>O método mais eficaz para conter essa ‘pandemia permanente’ de doenças cardiovasculares é a prevenção dentro sistema de saúde. No entanto, o último documento publicado pelo Ministério da Saúde com um olhar específico para o risco global das DCVs é de 2006</span><i>”</i><span>, diz.</span></p>
<p>A executiva afirma que o cenário é complexo e requer mobilização e conscientização de diversos setores. <i>“</i>A urgência do tema demanda um olhar atento de todos os atores envolvidos nos sistemas de saúde e nas discussões de saúde populacional. Para além dos impactos clínicos, as doenças cardiovasculares também possuem uma importante carga socioeconômica, configurando um grande desafio na sociedade brasileira<i>”.</i></p>
<p><span>O coordenador do ciclo, Erno Harzheim, professor de medicina de família e epidemiologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e ex-secretário nacional de Atenção Primária do Ministério da Saúde, reforça que só o envolvimento de toda a sociedade é capaz de impactar na redução do número de sequelas e mortes advindos das doenças cardiovasculares. </span><i>“</i><span>Precisamos mobilizar toda a sociedade: as pessoas, a academia, o setor público e o setor privado. O risco cardiovascular exige uma linha de cuidado que permita trabalhar desde a promoção da saúde até a reabilitação. Além de promover uma sociedade mais saudável, uma inciativa como essa torna a sociedade mais produtiva e feliz. É um desafio para a união da sociedade brasileira em prol de um bem maior</span><i>”.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-20T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/reuniao-executiva-com-os-grupos-de-estudos-da-catedra-alfredo-bosi-de-educacao-basica-09-12-2025">
    <title>Reunião Executiva com os Grupos de Estudos da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica - 09/12/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/reuniao-executiva-com-os-grupos-de-estudos-da-catedra-alfredo-bosi-de-educacao-basica-09-12-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-12-19T14:51:17Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-04">
    <title>Cerimônia e Conferência de Abertura da III Semana Franco-Uspiana de Cooperação Científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iii-semana-franco-uspiana-04</link>
    <description>III SEMANA FRANCO-USPIANA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A III Semana Franco-Uspiana acontece entre 16 e 20 setembro de 2024. Uma vez mais o comitê organizador zelou pela ampla participação da comunidade acadêmica, buscando alcançar diferentes campi da Universidade e, ao mesmo tempo, diferentes áreas de pesquisa.</p>
<p>O encontro tem como objetivo ressaltar a importância e a longevidade das cooperações entre universidades e instituições de pesquisa francesas e a Universidade de São Paulo, desde as suas origens, em 1934, até a atualidade. Tem a missão de demonstrar não apenas a longevidade dos diálogos franco-uspianos, mas também o seu dinamismo, bastando lembrar que neste ano de 2024 faremos o primeiro colóquio do Centre International de Recherche (IRC) du CNRS na USP, em torno do tema “Mundos em Transição”.</p>
<p>Reafirmamos, sobretudo, o espírito de celebração dos laços de amizade, acadêmicos e científicos, existentes entre a França e a USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-07">
    <title>Aplicativos de Ensino</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-07</link>
    <description>TECNOLOGIAS DIGITAIS NA VITALIZAÇÃO INDÍGENAS</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este é o quinto encontro do ciclo de seminários <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-tecnologias-digitais-linguas-indigenas-08" class="external-link">Tecnologias Digitais e Línguas Indígenas</a>, que discutirá o emprego de tecnologias digitais no aprendizado, uso e documentação de línguas indígenas. Serão sete seminários de pesquisadores, acadêmicos, profissionais e empreendedores, indígenas e não indígenas, que exploram o uso de tecnologias digitais em línguas indígenas no Brasil e seus impactos.</p>
<p>Os participantes abordarão temas diversos, como o uso de Inteligência Artificial no desenvolvimento de tradutores para línguas indígenas, adaptação de teclados para línguas indígenas, ensino por meio de aplicativos, documentação e modelamento digital de línguas indígenas e questões éticas e de soberania.</p>
<p>Serão discutidos e apresentados esforços para a criação de aplicativos digitais para o ensino de línguas indígenas.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-do-iea-rp-oferece-estagio-para-alunos-com-conhecimento-em-programacao">
    <title>Cátedra do IEA-RP oferece estágio para alunos com conhecimento em programação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-do-iea-rp-oferece-estagio-para-alunos-com-conhecimento-em-programacao</link>
    <description>Selecionado vai auxiliar no desenvolvimento e manutenção de sistemas que forneçam dados para a produção de análises estatísticas sobre redes de ensino parceiras</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/sede-do-polo-iea-ribeirao-preto/@@images/9014a179-b670-4e74-8927-a7ac5c0d67f9.jpeg" alt="Sede do Polo IEA Ribeirão Preto" class="image-left" title="Sede do Polo IEA Ribeirão Preto" />O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP está com uma vaga aberta para estágio de 20h semanais. Ela é voltada para estudantes de graduação da USP Ribeirão Preto com conhecimento em programação.</p>
 
<p>Quem for selecionado vai dar apoio a atividades de análise estatística desenvolvidas pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, incluindo a criação e manutenção de sistemas automatizados de coleta e tratamento de dados. Além disso, vai colaborar com a formação dos bancos de dados e produção da interface de acesso aos usuários externos.</p>
 
<p>Os interessados devem ter conhecimento em linguagens de programação Python e R, que serão usadas no desenvolvimento dos sistemas. O objetivo desse trabalho é compreender particularidades de cada rede municipal de ensino parceira da Cátedra.</p>
 
<p>A remuneração é de R$ 880 mais auxílio transporte. O prazo para inscrição é até o dia 18 de julho e deve ser feito <a href="https://forms.gle/2MFZp3Hsvm8iAhFBA">neste formulário</a>.</p>
 
<p>Mais informações: <a href="mailto:iearp@usp.br">iearp@usp.br</a></p>
 
<p><strong>Sobre a Cátedra</strong></p>
 
<p>A <a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-shf/">Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</a> é uma iniciativa do IEA-RP financiada pelo Santander Universidades que mobiliza pesquisadores e instituições em torno da contribuição efetiva com políticas públicas em cidades de médio porte. Seu foco atual é a educação, integrando instituições e iniciativas locais para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.</p>
 
<p>A Cátedra também desenvolve projetos com outros parceiros, como a B3 Social, a Fapesp e a Fundação Telefônica. Para saber mais informações sobre as atividades dela, inscreva-se no <a href="http://t.me/catedraiearp">canal no Telegram</a>, no <a href="https://chat.whatsapp.com/Lof9I1e2470HQCrvy0DrGz">grupo do Whatsapp</a> ou em nossa <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeFTjK9nOrYO3F8LUNliEbrPOq0I4d9Us6I9ZdhkFZSTBx2qA/viewform">newsletter</a>.</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-26T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/iea-tem-tres-representantes-no-novo-instituto-de-estudos-avancados-da-unicamp">
    <title>IEA tem três representantes no novo Instituto de Estudos Avançados da Unicamp</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/iea-tem-tres-representantes-no-novo-instituto-de-estudos-avancados-da-unicamp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Três membros do IEA-USP integram o Conselho Científico-Cultural do novo Instituto de Estudos Avançados (IdEA) da Universidade de Campinas (Unicamp), <a class="external-link" href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2017/12/18/unicamp-lanca-instituto-de-estudos-avancados">inaugurado em 18 de dezembro</a>.</p>
<p>Vinculado ao gabinete do reitor da universidade, o IdEA é presidido por Carlos Alberto Vogt, ex-reitor da Unicamp. A coordenação é de Antonio Alcir Bernardez Pécora, professor de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.</p>
<p><span>Entre os 12 integrantes do conselho, o IEA está representado por:</span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/celso-lafer" class="external-link">Celso Lafer</a>, membro do Conselho Deliberativo do IEA, professor emérito da USP e ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio e das Relações Exteriores;</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci" class="external-link">Eugenio Bucci</a>, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP), membro do Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade e ex-conselheiro do IEA-USP; e</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, ex-diretor do IEA, membro da Comissão Científica da Intercontinental Academia, coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência e do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado. Grossmann é professor da ECA-USP.</li>
</ul>
<p>De acordo com o reitor da Unicamp Marcelo Knobel, a ideia é que o Instituto seja um espaço para discussão de questões relativas às práticas das pesquisas e aos assuntos que mais preocupam a sociedade no momento.</p>
<p>O IdEA é o segundo instituto do gênero em universidades paulistas. Antes dele, dois outros órgãos da Unicamp tinham entre suas atribuições o propósito de fomentar a reflexão em torno de temas fundamentais ao avanço das ciências e humanidades: o Centro de Estudos Avançados (CEAv) e o Fórum Pensamento Estratégico (Penses).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-22T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/ary-plonski-vice-diretor-do-iea-integrara-novo-conselho-do-ruf-da-folha-de-s-paulo">
    <title>Ary Plonski, vice-diretor do IEA, integrará novo conselho do Ranking Universitário da Folha</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/ary-plonski-vice-diretor-do-iea-integrara-novo-conselho-do-ruf-da-folha-de-s-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-1" alt="Guilherme Ary Plonski - Perfil" class="image-inline" title="Guilherme Ary Plonski - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O diretor do IEA, Ary Plonski</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O vice-diretor do IEA, o engenheiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, irá integrar o recém-criado conselho de especialistas em ensino superior e avaliação de universidades do Ranking Universitário Folha (RUF). Publicado desde 2012 pelo jornal Folha de S. Paulo, o RUF avalia 195 universidades do país e os 40 cursos de graduação com maior número de ingressantes.</p>
<p>Além de Plonski, integram o conselho Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp; Francisco Soares, ex-presidente do InepMEC; Ronaldo Mota, chanceler do Grupo Estácio; Helena Sampaio, especialista da Unicamp em ensino privado; Adolfo Ignacio Calderón, docente da Puc-Camp; Klaus Capelle, reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC); e Sabine Rigetti, jornalista especializada em educação e organizadora do RUF.</p>
<p>A participação do vice do IEA no RUF é um desdobramento do trabalho que ele realiza há anos sobre inovação e empreendedorismo nas universidades. É também uma oportunidade de ampliar a discussão que vem acontecendo no IEA desde 2017 no grupo “A USP Diante dos Desafios do Século XXI”.</p>
<p>Liderado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a>, professor visitante do IEA e ex-reitor da UFABC, o grupo tem também a participação de Naomar Monteiro de Almeida Filho, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB); de Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA); Henrique Dreifus, professor do Instituto de Matemática e Estatísticas (IME), de Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); e Plonski.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Education</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-01-05T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
