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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 181 to 195.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/circular-reasoning-the-rise-of-flat-earth-belief-22-de-novembro-de-2019">
    <title>Circular Reasoning: The Rise of Flat Earth Belief - 22 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/circular-reasoning-the-rise-of-flat-earth-belief-22-de-novembro-de-2019</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-22T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-o-sistemico-e-o-complexo-13-de-marco-de-2019">
    <title>Conversa Sobre o Sistêmico e o Complexo - 13 de março de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/conversa-sobre-o-sistemico-e-o-complexo-13-de-marco-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Victor Matioli/IEA</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sistemas Complexos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-21T19:17:31Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas">
    <title>Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A propagação de práticas ligadas a pseudociências tem crescido na atualidade, trazendo preocupação ao meio científico. Para discutir a responsabilidade social do cientista e da universidade no combate à difusão desse tipo de informação, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia <strong>11 de abril, a partir das 14h30</strong>, no <strong>Espaço de Eventos do IEA-RP</strong>, a conferência “<strong>Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas</strong>“.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Nele, a bióloga e fundadora do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner vai abordar a importância de divulgar corretamente os conceitos científicos à sociedade e aos governantes, para evitar situações preocupantes que vemos hoje, como o movimento antivacina ou até mesmo o uso de pseudociências na formulação de políticas públicas.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>Debatedora</strong></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>Natália Pasternak Taschner (Instituto Questão de Ciência)</strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pseudociências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-27T19:00:23Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-e-religiao-2014-quatro-perspectivas">
    <title>Ciência e Religião — Quatro Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciencia-e-religiao-2014-quatro-perspectivas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osame-kinouchi-filho" class="external-link">Osame Kinouchi Filho</a> (FFCLRP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T16:10:31Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/etica-e-universidade-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades">
    <title>Ética e Universidade: Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/etica-e-universidade-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><em>Debatedores:</em><br /><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-ramos-de-vasconcelos" class="external-link">Sonia Maria Ramos Vasconcelos</a></strong><span> (UFRJ), </span><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edson-hirokazu-watanabe" class="external-link">Edson Watanabe</a></strong><span> (UFRJ) e </span><strong>Marisa Russo Lecointre</strong><span> (Unifesp)</span><br /><em>Moderador:</em><br /><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-henrique-lopes-dos-santos" class="external-link">Luiz Henrique Lopes dos Santos</a></strong><span> (FFLCH)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T16:21:03Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/entre-a-caridade-e-a-ciencia">
    <title>Entre a Caridade e a Ciência: a Prática Missionária e Científica da Companhia de Jesus (América Platina, Séculos XVII e XVIII)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/entre-a-caridade-e-a-ciencia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A live aborda a questão da saúde na área das Missões jesuíticas na região guaranítica ao longo dos séculos XVII e XVIII, focando aspectos da atuação de irmãos e padres jesuítas nas artes de curar, como a botânica médica/a farmácia, a medicina e a cirurgia. Esse tema é frequentemente abordado na documentação produzida pelos missionários jesuítas presentes na região, especialmente nas cartas. A conferencista Elaine C. Deckmann Fleck é especialista nesse campo de estudos tendo desenvolvido inúmeras pesquisas na área, editando e analisando importantes fontes documentais, dentre elas os manuscritos <em>Materia Médica Misionera</em> (1710), o <em>Libro de Cirugía</em> (1725), o <i>Paraguay Ilustrado </i>(1772). Nessas documentos, a flora medicinal nativa é descrita e utilizada no tratamento de enfermidades. Dentre as principais publicações da conferencia estão os livros As artes de curar em um manuscrito jesuítico inédito do Setecentos (2015), Entre a caridade e a ciência: a prática missionária e científica da Companhia de Jesus. América platina, séculos XVII e XVIII (2014) e Enlaçar Mundos. Três jesuítas e suas trajetórias no Novo Mundo (2014).</p>
<p><strong>Palestrante:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliane-cristina-deckmann-fleck" class="external-link">Eliane Cristina Deckmann Fleck</a> (UNISINOS)</p>
<p><strong>Mediação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marina-massimi" class="external-link">Marina Massimi</a> (IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-04T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-10">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (décimo seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-10</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>Civilização e Cultura: Globalização, Mundialização e seus Confrontos</span><span> </span><span>no Âmago Psicossocial do Político</span></strong></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-13">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (décimo terceiro seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-13</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Debate final: O que é a Intervenção Social no Contexto do Conhecimento Teórico?</strong></span></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-do-cientista-na-propagacao-das-pseudociencias">
    <title>Conferência discute responsabilidade do cientista na propagação das pseudociências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-responsabilidade-do-cientista-na-propagacao-das-pseudociencias</link>
    <description>Evento, que é promovido pelo IEA-RP, traz a fundadora do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><a href="https://sites.usp.br/iearp/wp-content/uploads/sites/405/2019/03/Cartaz-pseudociencia6-red.png" rel="lightbox[2398]" style="padding-left: 0px; "></a><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazpseudociencia6red.png/@@images/a7f646c2-b43e-40e1-b48a-0c2cc5bdc5b6.png" alt="" class="image-left" title="" />A propagação de práticas ligadas a pseudociências tem crescido na atualidade, trazendo preocupação ao meio científico. Para discutir a responsabilidade social do cientista e da universidade no combate à difusão desse tipo de informação, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia <strong style="padding-left: 0px; ">11 de abril, a partir das 14h30</strong>, no <strong style="padding-left: 0px; ">Espaço de Eventos do IEA-RP</strong>, a conferência “<strong style="padding-left: 0px; ">Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas</strong>“.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Nele, a bióloga e fundadora do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner vai abordar a importância de divulgar corretamente os conceitos científicos à sociedade e aos governantes, para evitar situações preocupantes que vemos hoje, como o movimento antivacina ou até mesmo o uso de pseudociências na formulação de políticas públicas.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">As inscrições são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdgsTKojGL4kqPcy4qUkduVdAjEZGUo8wBX2Bz2ug3dH_umUw/viewform" style="padding-left: 0px; "><strong style="padding-left: 0px; ">clicando aqui.</strong></a></p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Natália Pasternak Taschner é bióloga e PhD com pós-doutorado em Microbiologia, na área de Genética Molecular de Bactérias, pela USP. Sócia-fundadora do blog de divulgação científica “Café na Bancada”, criou ainda a iniciativa “Cientistas Explicam”, que oferece palestras, aulas e oficinas para escolas, universidades, museus e institutos de pesquisa; é também fundadora do Instituto Questão de Ciência, que tem como objetivos apontar e corrigir a falsificação e a distorção do conhecimento científico na arena pública, promover a educação científica e apoiar o uso de evidências na formulação de políticas públicas. É ainda diretora no Brasil do festival internacional de divulgação científica Pint of Science, que leva palestras científicas a bares de mais de 80 cidades brasileiras.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Mais informações sobre o evento: <a style="padding-left: 0px; ">iearp@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "> </p>
<hr />
<p><b>Pseudociências e a responsabilidade dos cientistas<br /></b><i>11 de abril, 14h30<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdgsTKojGL4kqPcy4qUkduVdAjEZGUo8wBX2Bz2ug3dH_umUw/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pseudociencias-e-a-responsabilidade-dos-cientistas" class="external-link">Página do evento</a></i><b> </b></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pseudociências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-27T19:06:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/tecnicas-de-apagamento-e-reconstrucao-da-memoria-da-escravidao-nos-espacos-de-eugenia-urbanistica-22-de-novembro-de-2019">
    <title>Técnicas de Apagamento e Reconstrução da Memória da Escravidão nos Espaços de Eugenia Urbanística - 22 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/tecnicas-de-apagamento-e-reconstrucao-da-memoria-da-escravidao-nos-espacos-de-eugenia-urbanistica-22-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-22T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-racismo">
    <title>Encontros debatem a produção de artistas afrodescendentes e racismo na arte e na ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-racismo</link>
    <description>Nos dias 21 e 22 de novembro, foram realizados, respectivamente, os encontros "Etnologia e Escravidão: (Des)Compromissos da Ciência com a Liberdade" e "Técnicas de Apagamento e Reconstrução da Memória da Escravidão nos Espaços de Eugenia Urbanística".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rosana-paulino-21-11-2019/image" alt="Rosana Paulino - 21/11/2019" title="Rosana Paulino - 21/11/2019" height="298" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A artista plástica Rosana Paulino</dd>
</dl></p>
<p>Realizados durante a Semana da Consciência Negra, os encontros dos dias 21 e 22 de novembro da Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral trataram da participação de artistas negros na história da arte brasileira, do trabalho de alguns artistas afrodescendentes contemporâneos, do papel do curador negro e do racismo, tanto na ciência quanto em práticas culturais.</p>
<p>O tema do 17º encontro (dia 21) foi <i>Etnologia e Escravidão: (Des)Compromissos da Ciência com a Liberdad</i>e. O 18º encontro (dia 22) tratou de <i>Técnicas de Apagamento e Reconstrução da Memória da Escravidão nos Espaços de Eugenia Urbanística</i>.</p>
<p>Os eventos tiveram exposições dos artistas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosana-paulino">Rosana Paulino</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaime-lauriano">Jaime Lauriano</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rommulo-vieira-conceicao">Rommulo Vieira Conceição</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giselle-beiguelman">Giselle Beiguelman</a>; dos curadores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff">Paulo Herkenhoff</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helio-menezes">Hélio Menezes</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/igor-moraes-simoes">Igor Simões</a>; da química <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-maria-canavarro-benite">Anna Maria Canavarro Benite</a>; e do neurocientista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sidarta-tollendal-gomes-ribeiro">Sidarta Ribeiro</a>. Houve também a apresentação de dois vídeos:<i> </i>da performance “<a href="https://vimeo.com/310192443">Vila Rica</a>”, do <a href="https://www.grupoempreza.com/" target="_blank">Grupo EmpreZa</a>,  e "<a href="http://www.desvirtual.com/portfolio/odiolandia-hateland/">Odiolândia</a>", de Giselle Beiguelman.</p>
<p><strong>Nova voz</strong><strong> </strong></p>
<p>Para Paulo Herkenhoff,<strong> </strong>titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência e um dos coordenadores da jornada, a arte brasileira no século 21 se enriquece com um processo de abertura crítica para a sociedade e "decreta uma certa falência da soberania do formalismo". Nesse contexto, ele identifica uma explosão da expressão de gênero, uma arte amazônica para além do exotismo, a nova produção das sociedades indígenas e “a nova voz produzida pela maioria negra e mestiça do povo brasileiro”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Sobre a jornada</i></h3>
<p><i>A Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral é uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o Itaú Cultural) e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a>da USP.</i></p>
<p><i>A iniciativa é uma homenagem ao professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, ex-diretor do IEA, editor da revista do Instituto desde 1989 e <span class="c2" style="text-align: justify; ">estudioso das interseções entre arte e ciência.</span></i></p>
<p><i><span class="c2" style="text-align: justify; ">A idealização e coordenação é dos titulares da c</span>átedra: o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp.</i></p>
<p><i>A intenção é promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos.</i></p>
<p><i>Ao todo, serão 19 encontros de agosto e dezembro, sempre às quintas e sextas-feiras, das 14h às 17h, com a participação de palestrantes e debatedores de diversos campos do conhecimento, líderes em suas áreas de atuação.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/escravidao-eugenia-e-arte-afro-brasileira" class="external-link">Escravidão, eugenia e arte afro-brasileira serão temas de encontros na Semana da Consciência Negra</a></p>
</li>
</ul>
<hr />
<p>17º encontro<br /><strong>Etnologia e Escravidão: (Des)Compromissos da Ciência com a Liberdade </strong><br />21 de novembro</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/etnologia-e-escravidao-des-compromissos-da-ciencia-com-a-liberdade" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/etnologia-e-escravidao-des-compromissos-da-ciencia-com-a-liberdade-21-de-novembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p>18º encontro<br /><strong>Técnicas de Apagamento e Reconstituição da Memória da Escravidão nos Espaços de Eugenia Urbanística</strong><br />22 de novembro</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/tecnicas-de-apagamento-e-reconstrucao-da-memoria-da-escravidao-nos-espacos-de-eugenia-urbanistica" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/tecnicas-de-apagamento-e-reconstrucao-da-memoria-da-escravidao-nos-espacos-de-eugenia-urbanistica-22-de-novembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link">Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Essa produção de arte por afrodescendentes não é apenas uma relação estatística, mas uma cartografia de um processo extremamente amplo de abordagens, de como recontar a história, fazer emergir aquilo que não pode ser esquecido, recuperar vozes abafadas, admitir o retorno do reprimido e ter clareza sobre as contradições do ambiente da arte afro-brasileira.”</p>
<p>Herkenhoff lembrou que no período colonial, os artistas afrodescendentes, como Aleijadinho e Mestre Valentim, eram especialmente mestiços com mãe negra que encontravam na arte a possibilidade de se expressar.</p>
<p>Com a criação da Academia Imperial de Belas Artes em 1816 por D. João VI dá-se uma revolução, segundo o curador, “não porque acabou com o barroco – quando ela foi implantada, o barroco já tinha perdido as condições que o propiciaram -, mas porque havia a necessidade de uma nova modernidade, dada pela ordem neoclássica a partir dos princípios da Revolução Francesa”.</p>
<p>A academia era um lugar de estudos, onde os artistas pensavam a partir de certas questões teóricas, mas era vedada aos negros, que tinham que entrar no liceu de artes e ofícios, afirmou.</p>
<p>O primeiro pintor negro formado pela academia foi Estêvão Silva, “uma espécie de Flávio de Carvalho da época”, segundo Herkenhoff. "Certa vez, Silva fez um retrato de um burguês, que se recusou a pagá-lo. Ele pintou grades de uma cela de prisão na frente do retrato e o expôs na rua do Ouvidor. Com isso o sujeito pagou o que devia imediatamente." Outro episódio relatado pelo curador foi o da suspensão do Salão Nacional por dois anos depois que Silva se recusou a receber um prêmio do salão pelo fato de os negros serem proibidos de ingressar na academia.</p>
<p>Segundo Herkenhoff, dos anos 1880 a 1920, um conjunto de práticas modernizadoras possibilitou o surgimento de novos personagens na produção cultural de afrodescendentes, como o artista e intelectual Manuel Quirino, na Bahia, e os irmãos pintores João e Arthur Timótheo da Costa, estes considerados pré-modernistas.</p>
<p>O curador considera o pintor Di Cavalcanti uma figura central no Movimento Modernista de 1922: “Nele, há uma diferença de identificação da cultura afro-brasileira; enquanto muitos pintavam apenas mulheres negras e mulatas, ele pintava um grupo de choro, o Carnaval, uma roda de samba".</p>
<p>Na Bahia, no pós-guerra, acontece uma “eclosão da brasilidade, que se confunde com baianidade, de acordo com Herkenhoff. São da mesma geração o escritor Jorge Amado e os artistas Mario Cravo Jr. e Rubem Valentin, “o grande pintor afro das Américas”. Se os pintores negros americanos “eram muito mais cronistas da vida social e os cubanos transformadores da selva num ambiente de realismo fantástico, em Valentim há um profundo salto epistemológico, uma alteração política da leitura do Brasil, das Américas e do universo experimentado a partir da escravidão”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-herkenhoff-21-11-2019/image" alt="Paulo Herkenhoff - 21/11/2019" title="Paulo Herkenhoff - 21/11/2019" height="303" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O curador Paulo Herkenhoff</dd>
</dl></p>
<p>Para Herkenhoff, Valentim retira a mitologia da sexualidade afro que estava em Di Cavalcanti e Tarsila, “isso não é assunto para o grande cristal dele”. Também difere de Mário de Andrade, Câmara Cascudo, antropólogos e folcloristas "ao tratar das práticas religiosas afro como cultura espiritual.”</p>
<p>Valentim vê em todas as religiões afro sistemas axiológicos espirituais que se interligam, explicou. “No processo de lapidação de seu cristal, a simbologia dos orixás será reduzida a um vocabulário mínimo, mas mantendo seu valor simbólico."</p>
<p>Depois, Herkenhoff destaca o surgimento da escritora Carolina Maria de Jesus, da intelectual e ativista Lélia Gonzales e da pintora Maria Auxiliadora. Em Emanoel Araújo, ele vê o artista que volta à África em busca de uma atualização estética.</p>
<p>Chegando à atualidade, afirmou que houve uma fermentação na literatura e na música - como sempre - de afrodescendentes, "com a reivindicação do direito de dizer um grande projeto coletivo em que o Brasil se aprofunda em si mesmo”. Alguns dos artistas plásticos negros contemporâneos destacados por ele são Rosana Paulino, Arjan Martins, Ayrson Heráclito, Tiago Martins de Melo, Antonio Obá e o Grupo EmpreZa.</p>
<p><strong>Ressignificação de imagens</strong></p>
<p>O projeto atual Rosana Paulino, doutora pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, teve início há dez anos e tem como base a ressignificação de imagens como "processo de cura". Tudo começou, segundo ela, quando encontrou uma imagem com fotografias de uma mulher negra nua vista de frente, de lado e de costas.</p>
<p>As fotografias foram tiradas por August Stahl, durante a missão científica Thayer, em 1865/66, liderada pelo naturalista suíço-americano Louis de Agassiz. Tratava-se de um dos retratos de "tipo" do país, trabalho que incluía retratos e fotografias antropométricas de escravos negros e chineses que viviam no Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo Paulino, Agassiz era um cientista criacionista que via uma hierarquização das raças na qual os negros eram os inferiores, abaixo dos amarelos. “Para ele, a mistura de raças levaria à degeneração de todos os envolvidos. Ele vem ao Brasil, que já era miscigenado, para provar as suas teses.”</p>
<p>Ela comentou as políticas de branqueamento no país a partir do século 19 baseadas em pseudociências e disse que seu trabalho é dedicado à desconstrução de ideias racistas presentes na ciência e nas artes. “A animalização dos corpos negros não é discutida de maneira apropriada. Um negro leva 80 tiros e isso é visto como normalidade. Passou no lugar errado e na hora errada.”</p>
<p>Para ela, os brasileiros adotaram as imagens presentes nas <i>cartes de visite </i>de Auguste Sthal e Christiano Junior ou nos desenhos dos artistas viajantes, como Rugendas e Debret, produzidos a partir do olhar estrangeiro. Os efeitos negativos de imagens como a feita por Stahl devem ser combatidos com a produção de novas imagens, de acordo com a artista.</p>
<p>A reinterpretação de parte dessas imagens está no trabalho de Rosana <a href="http://www.rosanapaulino.com.br/blog/historia-natural/">“¿História Natural?</a>”, livro da artista de 2016. Ela pesquisou durante cinco anos para realizar o livro, constituídos por pranchas gravadas manualmente com duas técnicas de gravura.</p>
<p><strong>Tradição e contemporaneidade</strong></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/romullo-vieira-conceicao/image" alt="Romullo Vieira Conceição - 22/11/2019" title="Romullo Vieira Conceição - 22/11/2019" height="317" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O artista visual e geólogo Romullo Vieira Conceição</dd>
</dl><span></span></p>
<p>O artista Rommulo Vieira Conceição, que é também professor de geologia na UFRGS, disse não conseguir se inserir na definição de artista afro-brasileiro. “Como artista e negro, me parece que quando se entra na discussão sobre afro-brasilidade há algo muito protocolar. Quando meu corpo se manifesta no espaço, o afro-brasileiro não transparece.”</p>
<p>“Salvador é essa África brasileira, capoeira, Olodum, arquitetura, religião forte, sincretismo. Quando morava lá, ficava meio sufocado por aquela tradição.” Sua dúvida é como "contar com a tradição e ao mesmo tempo ser contemporâneo". Por outro lado, considera impossível que o trabalho de um artista negro não manifeste o fato de ele ser negro.</p>
<p>Desde 2015, Jaime Lauriano tem produzido desenhos em que procura evidenciar o passado colonial e a desigualdade do país. Antes sua produção não se baseava em sua historia pessoal, mas voltou-se para ela quando percebeu que a maioria dos autores que teve de ler em sua formação acadêmica eram brancos. Ele disse ter compreendido melhor esse conflito ao refletir sobre sua família paterna negra e a materna branca.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jaime-lauriano-22-11-2019/image" alt="Jaime Lauriano - 22-11-2019" title="Jaime Lauriano - 22-11-2019" height="315" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O artista plástico Jaime Lauriano</dd>
</dl>Nesse trabalho dos últimos anos, Lauriano fez uma releitura de mapas históricos do Brasil e das Américas. Nas obras, as imagens que ilustravam os mapas, como índios nus, animais, árvores, foram substituídas por temas como etnocídio, invasão, escravidão. Em outro trabalho, identificou 12 lugares relacionados com a escravidão no último mapa da cidade de São Paulo feito antes da Abolição e procurou justapô-lo à planta atual da cidade.</p>
<p><strong>Discurso de ódio</strong></p>
<p>Única artista não negra dos dois encontros, Giselle Bieguelman, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, apresentou o vídeo “Odiolândia”, que trata da invasão da Cracolândia - área de concentração de usuários de drogas no centro de São Paulo - por forças policiais na madrugada do dia 21 de maio de 2017.</p>
<p>Com áudio extraído de vídeos gravados pelos próprios participantes da invasão, o vídeo apresenta sobre um fundo negro um letreiro com comentários feitos nas redes sociais sobre o fato. Sob um fundo negro corre um letreiro com comentários feitos nas redes sociais sobre o fato. A obra foi criada para a exposição "São Paulo Não É uma Cidade: As Invenções do Centro", realizada em 2018 no Sesc 24 de maio.</p>
<p>O vídeo faz parte de projeto em que Giselle trata com a mesma metodologia os comentários feitos na internet sobre o assassinato da vereadora  Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018 e do incêndio e desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, centro de São Paulo, no dia 1º de maio de 2018, com sete mortos e dois desaparecidos. Os comentários sobre os três fatos caracterizam-se, segundo ela, pela culpabilização das vítimas e o desejo de expandir seus destinos trágicos a outros integrantes de minorias.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/giselle-beiguelman-22-11-2019/image" alt="Giselle Beiguelman - 22/11/2019" title="Giselle Beiguelman - 22/11/2019" height="308" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A artista e professora da FAU-USP Giselle Beiguelman</dd>
</dl>Para Giselle, os três fatos são sintomas dos conflitos e dilemas atuais do país e chamam atenção para a debilidade das políticas de saúde pública, o preconceito racial, sexual e de classe e a gravidade da situação habitacional nos grandes centros.</p>
<p>“A intuição de que essa violência vem crescendo se confirmou. Há um discurso de ódio que traz à tona nossas histórias mais caladas, que comungam com os processos de discriminação, o racismo estrutural e estruturante, a abominação à diferença, às opções sexuais e identidades de gênero e culpabilização dos mais fracos, mais próximos dos elos mais frágeis dessa cadeia.</p>
<p><strong>Sub-representatividade</strong></p>
<p>Em sua exposição, Hélio Meneses, que além de curador independente é doutorando em antropologia social na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, partiu da indagação sobre o que se entende por história da arte no contexto brasileiro de racismo cultural e institucional.</p>
<p>Apesar de ver na atualidade um momento de sopro e oxigenação, com uma multiplicidade de artistas negros, o resgate de nomes apagados e a revelação de novos, expressões artísticas antes ignoradas, considera que "a sub-representatividade de artistas negros em acervos, galerias e museus revelam que a cor da pele ainda um critério camuflado para a exclusão".</p>
<p>Ele mostrou fotografias icônicas de como os negros eram retratados durante escravidão e a reinterpretação dessas imagens por artistas negros contemporâneos.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helio-menezes-21-11-2019/image" alt="Hélio Menezes - 21/11/2019" title="Hélio Menezes - 21/11/2019" height="336" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O curador e antropólogo Hélio Menezes</dd>
</dl>Uma delas é a foto de 1860 de João Ferreira Vilella em que aparecem o menino branco Augusto Gomes Leal e sua ama de leite Mônica. “Quase todo o Brasil cabe nessa foto”. O modelo é o da "carte de visite”, espécie de souvenir vendido a viajantes que visitavam o país, explicou.</p>
<p>Ele citou a obra “As Amas” (2009) de Rosana Paulino, na qual fitas de cetim saem dos seios de reproduções de imagens de várias mulheres negras, entre elas Mônica, e terminam amarrados a pequenas garrafas, como se as mulheres se conectassem e nutrissem umas às outras.</p>
<p>Comentou também os trabalhos de vários outros artistas negros contemporâneos e com propostas estéticas muito variadas, entre os quais Sidnei Amaral, Jacques Arago, Michele Mattiuzzi, Yhuri Cruz, Jaime Lauriano, e Paulo Nazareth.</p>
<p>“Podemos destacar valores aproximados nesses artistas, certas imagens, situações de trabalhos, dilemas do presente, predileção por temas como a exploração colonial, racimos e outros.” Para ele, esses artistas não se encaixam em modelos pré-formatados e clamam por outras abordagens curatoriais.</p>
<p><strong>Eugenia</strong></p>
<p>O curador Igor Simões, professor da Uergs, comentou que 52% dos brasileiros se declaram negros ou pardos, mas o país ainda flerta com um silenciamento dessas vozes nas artes. “De que maneira poderíamos aventar uma história da arte que não considerasse o elemento raça?” Mas foi isso o que aconteceu, afirmou. “A maioria dos artistas, críticos, curadores, historiadores, galeristas e diretores de instituições são brancos. É uma narrativa de brancos sobre brancos.”</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/igor-simoes-22-11-2019/image" alt="Igor Simões - 22/11/2019" title="Igor Simões - 22/11/2019" height="309" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O curador e professor da UFRGS Igor Simões</dd>
</dl>Qual a possibilidade de ação cultural de um sujeito negro num contexto ainda tão branco? Segundo ele, o histórico do Museu de Arte de São Paulo (Masp) apresenta a participação de apenas dois curadores negros. Além disso, "são poucos os negros nos cursos destinados a pensar o trabalho de curadoria".</p>
<p>A propagação de pseudociências eugenistas em museus e institutos históricos forjou o imaginário de um novo país marcado pela escravidão, disse. Previa-se um branqueamento do país com a chegada dos imigrantes e “até hoje nos deparamos com uma arte branqueadora e embranquecida”, afirmou.</p>
<p>Para Simões, o curador atual deve "curar as narrativas" que sedimentam a sociedade brasileira e questionar as noções de raça, gênero e classe que tecem as relações contemporâneas na arte: "Ao curador negro não é dada a benesse de uma prática descompromissadas."</p>
<p><strong>Ciência e racismo</strong></p>
<p>Anna Maria Canavarro Benite, professora do Departamento de Química da UFG, onde criou o Coletivo Ciata (Grupo de Estudos sobre a Descolonização do Currículo de Ciências), ex-presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), falou sobre “como a ciência tem se esmerado em apagar a história do povo negro e da diáspora africana”.</p>
<p>Para ela, a ciência moderna interdita outras produções que são suas precursoras e marca relação estrutural de produção e dependência de conhecimento, numa relação racista.</p>
<p>O conhecimento produzido por homens brancos sob parâmetros eurocêntricos é dado quase como verdade absoluta por uma sociedade de consumo de produtos tecnológicos, com demérito de outras matrizes culturais, comentou. "Essa mesma ciência e sua política de rankings faz com que o Brasil seja o 13º colocado na produção científica e, por outro lado, ocupe a 79ª posição em termos de qualidade de vida."</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/anna-maria-canavarro-benite-22-11-2019/image" alt="Anna Maria Canavarro Benite - 22/11/2019" title="Anna Maria Canavarro Benite - 22/11/2019" height="314" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A química Anna Maria Canavarro Benite, da UFG</dd>
</dl></p>
<p>"A ciência não dialoga com quem somos e a academia segue propagando seus mitos ideológicos”, afirmou. Há outra maneira de produzir ciência, na qual se aprende com os ancestrais e a ciência se coloca como pertencente à natureza e não exploradora dela, de acordo com Anna Maria: “Há povos que não separaram mitos de seus conhecimentos científicos”.</p>
<p>Ela também destacou a contribuição de cientistas negras brasileiras na ciência de alta performance.</p>
<p><strong>Cultura e criminalização</strong></p>
<p>Sidarta Ribeiro, vice-diretor do Instituto do Cérebro da UFRN, falou da trajetória da capoeira - da qual é contramestre - na cultura brasileira, do racismo na ciência e de aspectos que considera relevantes na discussão sobre a legalização da maconha. Ribeiro é um participante destacado do debate nacional sobre políticas públicas referente às drogas.</p>
<p>Há evidências que a capoeira tenha surgido a partir de práticas em Angola segundo ele, “mas o jogo, o ritual, a complexidade simbólica, foram invenções brasileiras”. Ele lembrou que sua prática era criminalizada até os anos 30, mas se expandiu a partir dos anos 50 e hoje em dia é um esporte praticado em escolas e quarteis e até em outros países.</p>
<p>No final do Império, formou-se um grupo de capoeiristas próximo à Princesa Izabel, dando origem à Guarda Negra, que a protegia e defendia o governo monárquico, relatou. “Com a República, uma das primeiras medidas foi criminalizar a capoeira”. De acordo com Ribeiro, um mestre branco se tornou chefe de polícia e mandou prender os outros mestres e praticantes, acabando com a capoeira na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>“Gosto de fazer um paralelo entre a capoeira e a ciência: ambas requerem disciplina, hierarquia, rigor e princípio de realidade, mas também requerem alegria, liberdade e o princípio do prazer. Para funcionarem direito têm de estar sob a égide do princípio do prazer.”</p>
<p>Em sua opinião, toda ciência que se coloca a serviço do sistema não está mostrando sua visão da realidade. "Isso faz com que muitas vezes a ciência seja racista." Ele citou o caso de um estudo comparativo entre o cérebro branco e o cérebro humano publicado numa revista: “Os dados do estudo não indicaram nenhuma diferença, mas a conclusão foi de que existe diferença”.</p>
<p>Algo similar acontece em relação às drogas, segundo Ribeiro. “A ciência acende velas para santos opostos, constata uma coisa e na hora de publicizar conta outra estória.” Disse que no livro “<a href="http://www.flip3d.com.br/web/temp_site/edicao-3cfacd1beeeb00db3c2afc128dc13b7c.pdf">A Tragédia da Maconha</a>”, editado pelo Conselho Federal de Medicina este ano, apesar do título, "não há nada que indique a existência de uma tragédia da maconha no país".</p>
<p>Em sua opinião, boa parte do racismo em ciência ocorre pela abordagem enviesada dos fatos, “sem um exame completo, apenas do invólucro”. Exemplificou com o livro “IQ and the Wealth of Nations" (o QI e a riqueza das nações) (2002), escrito pelo psicólogo britânico Richard Lynne e pelo cientista político finlandês Tatu Vanhanen. Os autores argumentam que as diferenças do PIB per capita dos países está em correlação direta com as diferenças entre os QIs nacionais médios dos países. O livro apontou que o desempenho nos testes de QI é muito baixo na África.</p>
<p>"Aí vem todo o viés do instrumento de medida. Se o teste de QI era algo importante para medir as habilidades dos exércitos europeus no final do século 19 e início do século 20, como é que isso pode ser aplicado para medir inteligência no planeta?"</p>
<p>Ribeiro também mencionou o livro “Is Science Racist?” (2017), no qual Jonathan Marks indica vários momentos em que a ciência foi racista.</p>
<p>Para Ribeiro, é mais fácil defender a legalização da maconha do que outras drogas por que ela "é praticamente um remédio". Não se sabe como era a planta antes de suas variedades começarem a ser selecionadas, há cerca de 6 mil anos.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sidarta-ribeiro-21-11-2019/image" alt="Sidarta Ribeiro - 21-11-2019" title="Sidarta Ribeiro - 21-11-2019" height="306" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O neurocientista Sidarta Ribeiro, da UFRN</dd>
</dl></p>
<p>Há em torno de 450 substâncias psicoativas diferentes na maconha, afirmou. A ressalva médica conhecida, disse, é quanto as pessoas com tendência à psicose, que não devem usar o THC (tetraidrocanabinol). Disse que estudo publicado em uma revista científica em 2017 apontou que camundongos jovens sofriam efeitos negativos do THC, "ficavam bobos, ao passo que os velhos ficavam super espertos".</p>
<p>Segundo Ribeiro, num adolescente, o THC vai produzir um excesso de sinapses no cérebro e "isso é ruim para o aprendizado, pode confundir a cabeça". As pessoas mais velhas podem se beneficiar com esse aumento de sinapses, segundo Ribeiro. “Toda a geriatria vai depender do THC.”</p>
<p>Para ele, além da legalização é preciso garantir o autocultivo e o cooperativismo para a produção de extratos. "É preciso também o suporte tecnológico da universidade e institutos de pesquisa para a dosagem de canabinoides e o controle de qualidade, pois as maconhas são todas diferentes."</p>
<p>Ribeiro defende também "um ecossistema empresarial de medicina canábica, com alta diversidade e livre de oligopólios e a inclusão nessa economia das comunidades vulneráveis mais afetadas pela 'guerra às drogas'".</p>
<p>Apesar de considerar que a legislação melhorou, criticou o fato de não haver um critério objetivo para distinguir usuário de traficante. "A prisão por drogas é o grande motor da superpopulação carcerária, constituída em sua maioria por homens jovens negros e pardos." Para ele, a política repressiva legitima a “guerra às drogas” e “é causa direta de confronto com esses jovens e sua execução”.</p>
<p><strong>Riscos de retrocesso</strong></p>
<p>No debate que se seguiu às exposições do dia 22, Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, disse que só 2% dos professores da USP se autoidentificam como negros e, além disso, a Universidade foi a última a adotar cotas raciais. “Como professor, notei que meu alunato mudou nos últimos 15 anos. O Brasil começou a estar na sala. E recentemente foi anunciado que os negros são maioria nas universidades públicas". Ele perguntou aos expositores se consideram que o quadro mudou com a democracias dos últimos 30 anos e se acreditam que não há mais volta.</p>
<p>Para Anna Maria, "o racismo social e racial são a base da etnopolítica brasileira e o que assistimos é uma tímida reação a essa etnopolítica". Quanto à informação de que os negros são maioria nas universidades públicas, considera isso uma grande falácia: “Nem todo pardo está na universidade por política de cota. No curso de medicina da minha universidade, apesar de existirem pardos na matrícula, não há nenhum no curso. Esses dados podem ser usados para deslegitimar a política de cotas.”</p>
<p>"Diante dos ataques neonazistas e tudo mais que estamos vivenciando", Giselle disse duvidar se as conquistas democráticas alcançadas pelo país não podem retroceder. Para ela, “não estaríamos nos perguntando certas coisas se não fosse necessário problematizar essa questão do ‘sem volta’.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Negros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-06T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-balanco-da-jornada-da-catedra-olavo-setubal">
    <title>Uma jornada de aprendizado sobre relações entre arte e ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-balanco-da-jornada-da-catedra-olavo-setubal</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:650px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-herkenhoff-e-helena-nader-5-12-2019/image" alt="Paulo Herkenhoff e Helena Nader - 5/12/2019" title="Paulo Herkenhoff e Helena Nader - 5/12/2019" height="336" width="650" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:650px;">O curador Paulo Herkenhoff e a biomédica Helena Nader, titulares da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência e coordenadores da jornada</dd>
</dl></p>
<p>"Só me interessa o que não sei; não tenho mais tempo para o que sei”. "Entrei de um jeito e estou saindo de outro". Essas foram as afirmações iniciais de, respectivamente, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a> no balanço de cada um sobre os 18 encontros da Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral,</p>
<p>E não faltaram coisas que os dois titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o <a class="external-link" href="https://www.itaucultural.org.br/">Itáu Cultural</a>) desconheciam nas falas de mais de 80 expositores ao longo da jornada. A biomédica Nader ressaltou o conhecimento obtido sobre áreas científicas diferentes da sua e o quanto aprendeu sobre a produção artística contemporânea. Curador, crítico e historiador de arte, Herkenhoff afirmou que o resultado foi de "crescimento intelectual e pessoal".</p>
<p>As manifestações de Nader e Herkenhoff ocorreram no encontro de encerramento da jornada, no dia 5 de dezembro, quando ambos destacaram os principais temas discutidos nos 18 encontros anteriores. Também participaram do evento o vice-diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, o diretor do Itaú Cultural, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a>, e o coordenador acadêmico da cátedra, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>.</p>
<p>A jornada foi uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela cátedra e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a> da USP. <span class="c2" style="text-align: justify; ">A idealização e coordenação foram de Herkenhoff e Nader </span>.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
</ul>
<p>19º encontro<br /><strong>Encontro com Helena Nader e Paulo Herkenhoff</strong><br />5 de dezembro</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-19" class="external-link">Último encontro de jornada que relaciona arte e ciência revisitará discussões do semestre</a></li>
</ul>
<p><strong>Texto</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/a-etica-na-formacao-a-formacao-na-etica-guilherme-ary-plonski" class="external-link">A Ética na Formação, a Formação na Ética</a> - Guilherme Ary Plonski</li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/encontro-com-helena-nader-e-paulo-herkenhoff" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/encontro-com-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-05-de-dezembro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link">Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A iniciativa foi uma homenagem ao professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, ex-diretor do IEA, editor da revista do Instituto de 1989 a meados deste ano e <span class="c2" style="text-align: justify; ">estudioso das interseções entre arte e ciência.</span></p>
<p>A intenção foi promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos.</p>
<p>Ao todo, foram 19 encontros de agosto e dezembro, com a participação de palestrantes e debatedores de diversos campos do conhecimento, líderes em suas áreas de atuação. Uma síntese de todas as exposições será publicada em forma de livro em 2020, de acordo com a coordenadora executiva da cátedra, Liliana Sousa e Silva.</p>
<p>O encontro de encerramento da jornada também foi marcado pelo anúncio feito por Saron de que estão em andamento as tratativas entre o Itaú Cultural e o IEA para a renovação do convênio da cátedra por mais cinco anos.</p>
<p><strong>Aprendizado</strong></p>
<p>Herkenhoff disse ter aprendido sobre, entre outras coisas, as novas dimensões da topologia, a relação da fita de Moebius com a obra "Unidade Tripartida", de Max Bill (apresentada na 1ª Bienal de São Paulo, em 1956), o mundo da inteligência artificial, a origem do inconsciente ( "algo que cada um inventa na experiência) e e outros sentidos da Gestalt.</p>
<p style="text-align:start; ">O comentário mais crítico de Herkenhoff foi sobre o papel que a cidade de São Paulo tem no país, crítica relacionada com a discussão, em um dos encontros, sobre concretismo e industrialização nos anos 50. Segundo ele, o fato de São Paulo ser "a capital do capital" coloca "graves questões de natureza ética".</p>
<p style="text-align:start; ">Também citou os comentários que fez em alguns encontros a respeito do projeto da Universidade de São Paulo, que seria, de acordo com ele, o de ser "o centro cultural hegemônico do país", o que causaria "pequeno assassinatos culturais".</p>
<p style="text-align:start; ">"O paulistanocentrismo é incompatível com o conhecimento", afirmou. "Raros são os paulistas cientes do efeito devastador desse projeto hegemônico ou que possuam a mínima percepção dos efeitos da cidade sobre todo o país ".</p>
<p style="text-align:start; ">Ele relembrou a manifestação de sua perplexidade diante da fala "agressiva" do líder indígena Aílton Krenac, que "não admite alianças", e ressaltou os novos conhecimentos que adquiriu sobre a arte dos afrodescendentes.</p>
<p>"Posições foram colocadas, inclusive de que não existe uma hegemonia da verdade na ciência", afirmou Nader ao lembrar as de divergências de opiniões em alguns dos temas debatidos nos encontros.</p>
<p style="text-align:start; ">Ela considerou de extrema relevância a jornada ter começado com encontros sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e destacou também as discussões sobre artistas-cientistas, gênero, racismo e povos indígenas.</p>
<p style="text-align:start; ">Uma coincidência apontada por Nader é o fato de São Paulo abrigar, justamente no período da jornada,  exposições dos dois "artistas-cientistas" discutidos em encontros: Leornado da Vinci (no <a class="external-link" href="https://www.mis-sp.org.br/exposicoes/futura/93e899ff-42b3-4a72-84aa-75ce4fbc488a/leonardo-da-vinci-500-anos-de-um-genio">Museu da Imagem e do Som</a>, até 1º de março) e Cildo Meireles (no <a class="external-link" href="https://www.sescsp.org.br/programacao/202581_ENTREVENDO+CILDO+MEIRELES">Sesc Pompeia</a>, até 2 de fevereiro).</p>
<p style="text-align:start; ">Assim como Herkenhoff, ela também comentou o que se espera da academia. A universidade brasileira está errada e precisa fazer autocrítica, caso contrário "estará decretando seu próprio fim", disse. A principal mudança defendida por Nader é "tornar os cursos mais abertos, sem a superespecialização atual".</p>
<p style="text-align:start; ">Para que a contribuição da jornada ao debate das relações entre arte e ciência não se complemente apenas com o livro a ser lançado em 2020, ela instou os pós-graduandos da USP e outras pessoas que acompanharam a jornada a propagarem os debates ocorridos e indicarem os vídeos dos encontros, disponíveis na <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video" class="external-link">Midiateca</a> do IEA.</p>
<p style="text-align:start; "><strong><strong>Interdisciplinaridade</strong></strong></p>
<p style="text-align:start; ">Ary Plonski lembrou que este ano foram comemorados os 60 anos da célebre conferência ““Two Cultures”, proferida pelo físico molecular e romancista britânico C. P. Snow (1905-1980) na Universidade de Cambridge, Reino Unido.</p>
<p style="text-align:start; ">Na conferência, comentou Plonski, “Snow lamentava o rompimento crescente da comunicação entre dois grupos, cientistas e engenheiros, de um lado, e estudiosos das humanidades e artistas, de outro, em prejuízo da solução dos grandes problemas do mundo, particularmente no declínio da qualidade da educação.</p>
<p style="text-align:start; ">“Se C. P. Snow retornasse em 2019, ficaria satisfeito de ver como o panorama intelectual mudou bastante com relação ao que motivou o seu alerta nos idos de 1959”, disse.</p>
<p style="text-align:start; ">Houve um notável avanço da interdisciplinaridade, segundo Plonski, “primeiro no bojo das ciências e, mais recentemente, as humanidades se aproximaram bastante das tecnologias computacionais”.</p>
<p style="text-align:start; ">No entanto, ele chamou a atenção para um alerta feito por Walter Massey, do Instituto de Artes da Universidade de Chicago, em recente artigo. “Ele chama a atenção para uma nova preocupação a exigir a energia articulada de todos – artistas, produtores e operadores da cultura, cientistas e engenheiros. É, nas palavras dele, ‘o declínio no valor percebido por alguns segmentos da sociedade no intelectualismo e nos estudos’.”</p>
<p style="text-align:start; ">No caso Brasil, esse desafio é acompanhado de outras preocupações, como “as atuais campanhas de negação da ciência e de satanização das artes”, que “recendem a políticas governamentais do século passado que tiveram consequências desastrosas”, disse.</p>
<p style="text-align:start; ">Plonski declarou ser otimista quanto à capacidade da sociedade brasileira em resistir, com "expressivas responsabilidades da universidade nessa resistência construtiva".</p>
<p><strong>Participação</strong></p>
<p style="text-align:start; ">Para Eduardo Saron, “não se encontram adjetivos para o momento do país, com tantos absurdos acontecendo em pleno século 21”. Mas considera que é preciso uma autocrítica, saber “qual a parte que nos cabe nesse latifúndio, para que as coisas aconteçam como estão acontecendo”.</p>
<p style="text-align:start; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-e-eduardo-saron-5-12-2019" alt="Guilherme Ary Plonski e Eduardo Saron - 5/12/2019" class="image-left" title="Guilherme Ary Plonski e Eduardo Saron - 5/12/2019" />Saron pensa que setores da sociedade, inclusive os mundos da ciência e da arte, contribuíram para a criação de uma bolha na qual “falamos para nós mesmos, pregamos para catequizar”.</p>
<p style="text-align:start; ">Em sua opinião, é preciso romper essa bolha por meio de políticas culturais diferentes das enfatizadas nos últimos 20 anos. “Sempre pensamos na democratização do acesso ao tratar de políticas culturais. Ela foi essencial nos primeiros dez anos desse período, era preciso que mais artistas dialogassem com o público e que um maior número de pessoas tivesse acesso a linguagens e experiências artísticas.”</p>
<p style="text-align:start; ">“Estagnamos no pensamento de que a democratização do acesso seja o primeiro e único espaço de construção de políticas públicas para o setor. Perdemos de vista onde está o campo de transformação cultural.” Nesse aspecto, Saron disse concordar com o educador Anísio Teixeira, para quem a transmissão do conhecimento não pode ser um fim em si mesma.</p>
<p style="text-align:start; ">“Afinal, qual é o nosso paradigma, o que nos move para que o sujeito se transforme e a partir disso possa questionar seu passado e tornar-se empoderado para transformar o seu entorno? A gente achava que a simples democratização do acesso provocaria essa transformação.”</p>
<p style="text-align:start; ">Segundo ele, é óbvio que o país precisa de mais ações para a democratização do acesso. "O percentual de municípios com ao menos uma biblioteca pública, que já foi de 92%, agora caiu para 85%.</p>
<p style="text-align:start; ">“A gente se perdeu nisso. A cultura – bem como a universidade – se perdeu na ideia de que só transmitir conhecimento daria conta.” No entanto, destacou, “há 72 anos, no início do artigo 27 de Declaração Universal dos Direitos Humanos, já se falou em participação na cultura e no progresso científico e em seus benefícios”. Esse é o espírito da Constituição Federal, a chamada “Constituição Cidadã”, que inclusive abriu espaço para apresentação de propostas de emenda de iniciativa popular, afirmou.</p>
<p style="text-align:start; ">Saron argumentou que em nome da democratização, defendeu-se a catraca (número de pessoas ingressantes em exposições e espetáculos), a espetacularização da arte (“mais ‘fogos de artifício’ e aproximação ao mundo da comunicação/marketing”) e a construção de prédios (“embriagados com o boom das commodities, construímos instalações culturais em várias cidades do país).</p>
<p style="text-align:start; ">Essa trilogia catraca-espetacularização-prédio, o “CEP”, como ele gosta de chamar, “drenou o que seria mais importante para a política cultural”. No lugar do CEP, Saron propõe o FFF: formação, fomento e fruição.</p>
<p style="text-align:start; ">Na formação, a ênfase evidentemente é na educação. No caso do fomento, Sauron defende uma visão sob a ótica do processo. Quanto à fruição, está relacionada à democratização, mas parte do princípio de que deve haver troca, construção conjunta.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="content-core">
<div class="plain" id="parent-fieldname-text"></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-10T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento">
    <title>Pesquisadores discutem importância crescente da especialização profissional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento</link>
    <description>Evento no IEA reunirá pesquisadores de diferentes áreas da USP e de outras universidades para tratar dos atributos profissionais, ou seja, do diálogo de ensino e pesquisa com as práticas profissionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph">A <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">discussão iniciada em abril deste ano</a> sobre a divisão cristalizada do conhecimento em Ciências Exatas, Biológicas e Humanas será aprofundada em um novo seminário, que acontece no dia <strong>29 de junho, às 14h</strong>, no IEA. Agora, os organizadores querem tratar dos atributos profissionais, ou seja, do diálogo de ensino e pesquisa com as práticas profissionais. O objetivo é dar destaque à importância da pós-graduação profissional, bem como dos saberes práticos. O debate será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKQQMiOjpUMR-1ACR5aDfmEXxRf8DwPlGZ4AN4xZrR18OLqA/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018/rubens-russomanno-ricciardi/@@images/d84fbc2e-91d9-4525-9932-3a412569dd7d.jpeg" alt="Rubens Russomanno Ricciardi " class="image-inline" title="Rubens Russomanno Ricciardi " /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>O coordenador do encontro, Rubens Ricciardi</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph">“Discutiremos a valorização, nas mais diversas áreas do conhecimento – medicina, odontologia, música, teatro, educação física etc. –, das qualidades profissionais, da performance e das capacidades psicomotoras”, explica o músico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-russomanno-ricciardi" class="external-link">Rubens Russomano Ricciardi</a>, f<span style="text-align: justify; ">undador do curso de música no campus Ribeirão Preto da USP e </span>coordenador do encontro. As capacidades psicomotoras são práticas corporais além das intelectuais ou, em latim, <i>mente manuque</i>.</p>
<p>Além de Ricciardi, participarão do seminário (<i>Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento (2° encontro)</i> o músico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aloysio-fagerlande" class="external-link">Aloysio Fagerlande</a>, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/euclydes-fontegno-marques" class="external-link">Euclydes Fontegno Marques</a>, do Hospital das Clínicas da FMUSP, o engenheiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua">Luiz Bevilacqua</a>, professor visitante do IEA e professor emérito da UFRJ, o educador físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-papoti" class="external-link">Marcelo Papoti</a>, professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP de Ribeirão Preto (EEFERP), e o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wilson-roberto-navega-lodi" class="external-link">Wilson Roberto Navega Lodi</a>, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Cobertura completa do primeiro encontro</h3>
<p><span>Notícia </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Seminário discute a reorganização das grandes áreas do conhecimento</a></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Vídeo</a> |  <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018" class="external-link">Fotos</a></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>Primeiro encontro</strong></span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>A discussão sobre a divisão das áreas do conhecimento, realizada no dia 13 de abril, desdobrou-se em alguns temas. De acordo com <span>Ricciardi</span>, os participantes concluíram que é necessário lutar pela manutenção e aperfeiçoamento, nas universidades públicas, dos cursos de estudos culturais, as chamadas humanidades (história, sociologia, geografia, antropologia, pedagogia etc.), bem como as artes.</span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>Ele relata que o grupo também considerou que os <span>critérios de avaliação de desempenho nas ciências da natureza não devem ser generalizados forçosamente, nem transportados às demais áreas do conhecimento. Da mesma forma, os critérios de internacionalização não devem ofuscar, nem tirar os méritos dos trabalhos de abrangência regional. D</span></span><span>eve-se levar em consideração também o impacto social, além dos impactos de pesquisa.</span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>Em relação às linhas de <span>gestão nas universidades públicas, os pesquisadores criticaram os </span>rankings internacionais de avaliação e classificação, por estarem não raramente atrelados a interesses estranhos à vida acadêmica e profissional. Quando se tornam critério protagonista e generalizado para todas as áreas do conhecimento, o chamado "produtivismo de papers" e seus fatores de impacto também recebem críticas. </span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>Enquanto métrica referencial para a avaliação do desempenho acadêmico, criticou-se a priorização da lógica da quantidade estatística generalizada em detrimento das singularidades qualitativas, conta <span>Ricciardi</span>. Segundo ele, p</span><span>ara além do <i>Manifesto de Leiden</i>, que aborda restritamente a questão da avaliação na pesquisa, há que se levar em consideração também os contextos das áreas de atuação profissional na universidade. “Os participantes das áreas da educação física e artes foram unânimes na sinalização de que a essência de suas áreas de atuação, atreladas à performance e às práticas profissionais, não é ainda devidamente reconhecida pela universidade”, explica.</span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>(<i>Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento (2° encontro)</i> </strong><br /><i>29 de junho, 14h<br />Gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKQQMiOjpUMR-1ACR5aDfmEXxRf8DwPlGZ4AN4xZrR18OLqA/viewform">inscrição prévia</a><br />Sala Alfredo Bosi, no IEA - Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/re-discussao-das-grandes-areas-II" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T20:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/memoria-ciencia-arte">
    <title>Memória da Ciência, Memória da Arte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/memoria-ciencia-arte</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento visa contribuir para discutir o papel do casal Max Löwenstein e Lily Epstein Löwenstein na formação de importantes acervos científicos e artísticos em São Paulo nos anos do segundo pós-guerra, tema de estudos recém publicados. Lily, formada em Berlim,  foi desenhista e fotomicrógrafa da Faculdade de Medicina da USP. Depois, atuou no Instituto Biológico, colaborando principalmente na pesquisa sobre aves. Os dois imigrantes alemães de origem judaica tiveram também uma atuação relevante nas iniciativas de Assis Chateaubriand, Pietro Maria Bardi e Lina Bo Bardi no MASP, na fundação da rede dos museus regionais e em outras atividades culturais. Com a finalidade de colocar em diálogo as diversas áreas disciplinares, na ocasião, serão apresentados também os resultados de uma pesquisa sobre as exposições didáticas do primeiro MASP, e ainda “De Humani Corporis Fabrica” uma experiência didática inspirada no tratado de Vesalius do século XVI  realizada por artistas pesquisadoras da ECA no acervo de anatomia do ICB USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-04T12:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-analisara-a-preparacao-do-mundo-para-futuras-pandemias">
    <title>Ciclo analisará a preparação do mundo para futuras pandemias </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-analisara-a-preparacao-do-mundo-para-futuras-pandemias</link>
    <description>O evento inaugura o ciclo “Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”, sediado no IEA
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-32b22052-7fff-4b58-547c-27147f76d7aa"> </span></p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/flexibilizacao-do-uso-de-mascaras/image" alt="Flexibilização do uso de máscaras" title="Flexibilização do uso de máscaras" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O evento inaugura o ciclo “Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”, sediado no IEA | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</dd>
</dl>“E se a Pandemia Acontecesse Hoje? O Mundo Está Mais Preparado do que Há Cinco Anos?”. Em busca de respostas para esses questionamentos, que nomeiam o evento, pesquisadores de algumas unidades da USP irão se reunir em <strong>11 de março, ás 14h</strong>, no IEA para o primeiro encontro do ciclo “Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”. A data marca o dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a pandemia mundial.</p>
<p dir="ltr"><span>A  pandemia da Covid-19 impactou diretamente diversos setores da economia mundial, como o sistema de saúde, de transporte e comércios. </span><a href="https://especiais.gazetadopovo.com.br/coronavirus/casos-no-mundo/?utm_source=gazeta-do-povo&amp;utm_medium=infografia-box-promo&amp;utm_campaign=coronavirus"><span>Dados</span></a><span> publicados pelo </span><a href="https://ourworldindata.org/"><span>Our World in Data</span></a><span>, no auge da pandemia em 2021, mostraram que o Brasil foi o segundo país com mais mortes por covid-19, o que revelou a falta de estrutura para lidar com a doença.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Organizado pelo IEA, </span><span>o evento abordará os avanços da OMS na preparação para futuras pandemias, as emendas ao Regulamento Sanitário Internacional e acordos sobre pandemias, além de destacar a importância da coordenação multissetorial na resposta a pandemias. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os expositores são </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura"><span>Deisy Ventura</span></a><span>, </span><span>professora da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP) e vice-diretora do Instituto de Relações Internacionais (IRI-USP), e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/denise-cardo"><span>Denise Cardo</span></a><span>, consultora executiva do</span><span> </span><span>U. S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). </span></p>
<p dir="ltr"><span><span> </span></span><span>Na palestra </span><span>“Análise das negociações do acordo sobre pandemias - por uma abordagem brasileira da preparação e da resposta às emergências", Ventura apresentará um balanço sobre os principais pontos de consenso e dissenso dessas negociações e irá propor uma abordagem brasileira da preparação e resposta às pandemias. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Em “Podemos melhorar a respostas às novas epidemias?”, Cardo discutirá as lições aprendidas com a pandemia e a necessidade de promover conexões institucionalizadas para </span><span>a detecção precoce e a ação efetiva, com o objetivo de salvar vidas. “Embora haja progressos em diversos países, as respostas recentes a doenças emergentes demonstram que desafios significativos ainda persistem”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“</span><span>O debate se concentra na necessidade de conexões institucionais e internacionais para detecção precoce e resposta rápida”, destacam os organizadores. </span><span>O evento será aberto ao público, com inscrição prévia. Para mais informações sobre a programação, clique </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-hoje-mundo-preparado"><span>aqui</span></a><span>. </span></p>
<p dir="ltr"><span>A comissão organizadora do evento é formada pelos professores </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin"><span>Anna Levin</span></a><span>, Faculdade de Medicina da USP (FM-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura"><span>Deisy Ventura</span></a><span> (FSP-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman"><span>Eliseu Waldman</span></a><span> (FSP-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino"><span>Ester Sabino</span></a><span>, responsável por coordenar o sequenciamento genético do coronavírus (FM-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia"><span>Lorena Barberia</span></a><span>, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia"><span>Nelson Gouveia</span></a><span> (FM-USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras"><span>Maria Amélia Veras</span></a><span> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo); e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa"><span>Silvia Figueiredo Costa</span></a><span> (FM-USP).</span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-c805593b-7fff-b792-4cd4-be8b6c687787"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>E se a Pandemia Acontecesse Hoje? O Mundo Está Mais Preparado do que Há Cinco Anos?</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><i>11 de março, das 14h às 16h</i></span></p>
<p dir="ltr"><i><span>Local: </span><span>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</span></i></p>
<p dir="ltr"><i><span>Transmissão ao vivo no </span><a href="https://www.youtube.com/@iea-usp"><span>canal do YouTube</span></a><span> do IEA</span></i></p>
<p dir="ltr"><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1oTqjKwx1B0yc74DxUX7yE8BL8Ebz-jgjLs_VqvCp3q8/preview">inscrição</a> prévia</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lívia Uchoa </dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-21T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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