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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-3-4-jornada-catedra-olavo-setubal">
    <title>Da Vinci e Cildo Meireles, dois “artistas cientistas”  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-3-4-jornada-catedra-olavo-setubal</link>
    <description>A relação entre a ciência e a arte em suas obras foi o tema do terceiro e quarto encontros de jornada </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-de-15-08-2019/image" alt="Mesa de 15/08/2019" title="Mesa de 15/08/2019" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Martin Grossmann, Francisco Rômulo Monte Ferreira, Ildeu de Castro Moreira e Luciano Migliaccio, durante o debate sobre a obra de Leonardo da Vinci</dd>
</dl>É possível que a arte e a ciência, com suas particularidades e diferenças, se complementem? Para os participantes do terceiro e quarto encontros da <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></i>, ainda que essa interação nem sempre ocorra na frequência e intensidade desejada, não há dúvidas de que sim, ela pode e deve acontecer.</p>
<p>Batizada de <i>Relações do Conhecimento em Dois Artistas Cientistas</i>, a atividade realizada nos dias 15 e 16 de agosto debateu esse intercâmbio com base na análise do trabalho de dois “artistas cientistas”: o polímata italiano Leonardo da Vinci e o artista plástico brasileiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cildo-meireles" class="external-link">Cildo Meireles</a>.</p>
<p>Como o debate proposto tratava da mescla entre arte e ciência, a lembrança a Leonardo não poderia ser mais adequada. Um autêntico polímata – ou seja, um indivíduo com conhecimentos profundos em diferentes áreas –, Da Vinci aventurou-se na pintura, escultura, música, poesia, matemática, física, química, botânica, anatomia, engenharia e arquitetura.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Participantes</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>O primeiro dia, dedicado ao gênio do Renascentismo, teve a presença de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-romulo-monte-ferreira" class="external-link">Francisco Rômulo Monte Ferreira</a>, professor de História e Filosofia da Ciência na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ildeu-de-castro-moreira" class="external-link">Ildeu de Castro Moreira</a>, físico e professor da UFRJ; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciano-migliaccio" class="external-link">Luciano Migliaccio</a>, professor da FAU-USP e historiador da arte. A moderação ficou por conta de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, professor da ECA-USP e coordenador acadêmico da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência</a>, que organizada a jornada em parceria com o <a class="external-link" href="https://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>.</p>
<p>A análise do trabalho de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cildo-meireles" class="external-link">Cildo Meireles</a> foi o tema do segundo dia. Os convidados foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-viana" class="external-link">Marcelo Viana</a>, diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-arminda-nascimento-arruda" class="external-link">Maria Arminda do Nascimento Arruda</a>, professora do Departamento de Sociologia da FFLCH-USP; e o próprio Cildo. O crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> foi o moderador. Ele e a biomédica Helena Nader, professora da Unifesp e presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), são os titulares da Cátedra Olavo Setubal em 2019 e foram responsáveis pela formulação do programa da jornada.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sua lista de interesses demonstra como arte e ciência estavam indissociadas em seu pensamento. “Leonardo da Vinci dedica boa parte de sua vida ao estudo dos mecanismos do olhar e da luz sobre o olhar humano na pintura”, disse o professor da FAU-USP e historiador da arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciano-migliaccio" class="external-link">Luciano Migliaccio</a>. A maneira como Da Vinci conduzia esse estudo, explicou, exemplifica o uso da ciência como complemento da arte. “Ele tinha um método particular ao desenhar, que dava relevo às figuras. Com isso, percebia os mecanismos do olho humano e os reproduzia na pintura. O tridimensional, típico da escultura, fica então presente no bidimensional”. Migliaccio reforça que o método, hoje difundido, foi uma das novidades que Leonardo idealizou.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-viana-1/image" alt="Marcelo Viana" title="Marcelo Viana" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;"> O matemático Marcelo Viana, durante a discussão do segundo dia</dd>
</dl>Outro exemplo de cooperação é o da aplicação da matemática no processo de criação artística, pontuou o diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-viana" class="external-link">Marcelo Viana</a>. A simetria, por exemplo, é um dos princípios presentes. “Na arquitetura, temos o exemplo do Taj Mahal, com sua simetria perfeita. Na música, é possível observá-la nas partituras de Johann Bach. E na pintura, temos Leonardo, provavelmente o mais matemático de todos os artistas. Com o quadro ‘A última ceia’, ele usou uma composição simétrica para representar a solidão de Jesus Cristo”, disse.</p>
<p>Para Viana, o que aproxima a arte e a matemática na obra de Leonardo é o fato de que ele estava tentando descobrir e entender o mundo — e as duas são instrumentos para isso.</p>
<p><strong>Afastamento</strong></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><span>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/relacoes-do-conhecimento-em-dois-artistas-cientistas-i-leonardo-da-vinci" class="external-link">3º Encontro<br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/relacoes-do-conhecimento-em-dois-artistas-cientistas-ii-cildo-meireles" class="external-link">4º Encontro</a></span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/relacoes-do-conhecimento-em-dois-artistas-cientistas-i-leonardo-da-vinci-e-ii-cildo-meireles-15-e-16-de-agosto-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/catedra-olavo-setubal-entrelaca-leonardo-da-vinci-e-cildo-meireles/"></a></p>
<hr />
<a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/catedra-olavo-setubal-entrelaca-leonardo-da-vinci-e-cildo-meireles/">Comentário de Martin Grossmann na Rádio USP sobre os dois encontros com o tema <i>Relações do Conhecimento em Dois Artistas Cientistas</i></a>
<p><i> </i></p>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-3-4-jornada-catedra-olavo-setubal#relacionado" class="external-link"><br /></a><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link"><b>Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</b></a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nem sempre, porém, essa interação ocorre com facilidade. “O Renascimento separou estes dois campos, e, por várias razões, em poucos momentos este contato voltou a acontecer”, disse o professor da ECA-USP e coordenador acadêmico da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>. Segundo o físico e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ildeu-de-castro-moreira" class="external-link">Ildeu de Castro Moreira</a>, alguns cientistas até afastaram a arte da ciência, em uma “atitude corporativista”. “Eu gosto de fazer a comparação entre o Leonardo e o Albert Einstein, pois ambos são ícones do mundo contemporâneo”, disse Ildeu, ao mostrar que os dois nomes estão entre os mais buscados na internet e muitas vezes são tomados como sinônimos para a palavra “gênio”. “E ao comparar, tento entender como o físico via Leonardo”, disse.</p>
<p>Einstein foi muito influenciado por Galileu Galilei e Isaac Newton, modelos, para ele, da imagem do cientista. Mas, aos seus olhos, esse não era o caso de Da Vinci. “Einstein considerava Leonardo muito inteligente e sagaz, mas tinha uma preocupação em não interpretar como ciência suas elucubrações vagas e caminhos tortuosos”, disse. “Elas, obviamente, eram absolutamente brilhantes na arte, mas do ponto de vista científico não caracterizavam o que Einstein identificava como o pensamento de um cientista”.</p>
<p>Ildeu lembra, entretanto, que o alemão não teve acesso a muitos escritos de Leonardo, descobertos posteriormente, os quais apresentavam ideias relacionadas ao pensamento científico. E que, mesmo com 400 anos de diferença, algumas similaridades entre eles são marcantes, como a inquietude para a investigação da natureza. “Salta muito aos olhos a curiosidade dos dois pelo mundo. Ambos queriam explorá-lo e entendê-lo”.</p>
<p><strong>“Cosa mentale”</strong></p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Alfredo Bosi</th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-78981b57-7fff-a1a9-a5a0-4d07011a879a"><span>O professor Alfredo Bosi foi homenageado, no primeiro dia, pelo coordenador da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência, Martin Grossmann. Professor emérito de literatura brasileira na FFLCH-USP, crítico literário, ensaísta e integrante da Academia Brasileira de Letras, Bosi também foi diretor do IEA entre 1998 e 2001 e editor da revista “Estudos Avançados” de 1989 a 2019. Em abril deste ano, ele lançou o livro “Arte e Conhecimento em Leonardo da Vinci”, em que analisa as pinturas e a filosofia do mestre italiano. Grossmann destacou, a partir da leitura de trechos do livro, como era íntima a relação entre a obra de Leonardo e a natureza. </span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Leonardo da Vinci definia a arte como “cosa mentale”. “O desenho, como uma forma de tradução da experiência visual, é o que vejo como a ‘cosa mentale’ de Leonardo”, disse Luciano Migliaccio. “Na passagem entre o cérebro e a mão, exige-se uma organização, um planejamento do pensamento”.</p>
<p>Mas a “cosa mentale”, completa, também é o desenho possuindo eficácia psicológica. “Da Vinci usa o desenho como instrumento, para causar determinados sentimentos. Ele queria impressionar o espectador, mesmo se fosse com imagens desagradáveis ou horrendas”, diz.</p>
<p>Para a titular da cátedra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, que acompanhou o debate na plateia, Leonardo da Vinci é um marco não só da arte, mas também da ciência. “Ele começa o que hoje chamamos de ciência como questionamento. E não sei por que se costuma atribuir a ‘cosa mentale’ só à arte. Afinal, a ciência também não é?”, questionou.</p>
<p>Os cientistas sempre usaram experimentos mentais como parte de suas investigações, lembrou o professor de História e Filosofia da Ciência da UFRJ <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-romulo-monte-ferreira" class="external-link">Francisco Rômulo Monte Ferreira</a>. A Lei da Inércia, por exemplo, proposta por Galileu e posteriormente corroborada por Newton, não é passível de experimentação prática, mas nem por isso deixa de ter validade científica. “Não é possível colocar uma esfera em um plano liso, infinito e sem atrito para verificar seu movimento. Mas mentalmente isso pode ser validado”, explicou.</p>
<p>Esse raciocínio é o que Rômulo chama de “provar o real pelo absurdo”. Absurdo não em um sentido ruim ou grotesco, mas como algo que não pode ser experimentado. “Os experimentos chegam perto da ideia, mas não são efetivamente iguais. Isso sempre esteve presente na ciência, mas é parte de um pacote que inclui a observação e a prática”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cildo-meireles/image" alt="Cildo Meireles" title="Cildo Meireles" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O artista plástico Cildo Meireles, que falou sobre sua trajetória e obra</dd>
</dl></p>
<p>Migliaccio reforçou que parte das preocupações de Leonardo era representar o que não pode ser representado, como, por exemplo, ideias abstratas ou as forças da natureza, como o relâmpago. “Ele mostra o que nenhum pintor pode mostrar. A imagem que não poderia ser realizada. Essa talvez seja uma boa maneira de descrevê-lo como personagem”.</p>
<p><strong>Cildo Meireles</strong></p>
<p>Essa tentativa de representar artisticamente o que não pode ser representado é uma preocupação também presente na obra de Cildo Meireles, apontou o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> na abertura do segundo dia de debate, quando relembrou a observação de Migliaccio. “E por que escolhemos Cildo? Na nossa avaliação, ele é um paradigma de artista plástico e sua relação com ciência, natureza e cultura”, disse Herkenhoff. “Cildo expandiu o campo da arte, para contaminá-lo com o pensamento científico. Ao mesmo tempo, ele conduziu a ciência a instâncias que o racionalismo não alcançaria”.</p>
<p>A instalação “Fontes”, de 1992, é um exemplo dessa tentativa de representar algo, a princípio, não-representável. Os cerca de mil relógios nas paredes da sala que abriga a obra têm seus números e ponteiros embaralhados, desordenados e alguns até espalhados pelo chão. “Foi uma tentativa de materializar essa coisa tão abstrata que é o momento”, disse o artista.</p>
<p>“Eureka/Blindhotland”, instalação trabalhada entre 1970 e 1975, também abordava um conceito não-visual: o peso. Em um espaço quadrado, com alguns metros de largura, Cildo espalhou pelo chão cerca de 200 esferas pretas, do mesmo tamanho, um pouco menores que uma bolinha de tênis. O público era convidado a interagir com a obra e percebia, então, que as aparências às vezes enganam: cada uma das bolinhas tinha seu próprio peso, pois Cildo alterou a densidade de cada uma delas adicionando diferentes quantidades de chumbo em seu interior.</p>
<p><strong>A arte e o artista</strong></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-arminda-do-nascimento-arruda/image" alt="Maria Arminda do Nascimento Arruda" title="Maria Arminda do Nascimento Arruda" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Maria Arminda do Nascimento Arruda discutiu conceitos de arte pela ótica da sociologia</dd>
</dl>Cildo costuma dizer que a arte é uma “inutilidade indispensável”. A inquietação de atribuir sentidos, explicações e compreensões ao fazer artístico afligiu artistas de todas as épocas — mesmo que, para alguns, a resposta fosse que a arte não precisa de significados ou definições precisas.</p>
<p>A sociologia, mostrou a professora do Departamento de Sociologia da FFLCH-USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-arminda-nascimento-arruda" class="external-link">Maria Arminda do Nascimento Arruda</a>, é um dos caminhos para tentar entender o papel do artista e as razões de sua atuação. “Todo ato humano é coletivamente construído”, disse. “Desde cozer um alimento até as representações artísticas, literárias, de pensamento. E a figura do artista deriva de um processo muito semelhante. Ele adquire certas disposições para se tornar artista plástico, escritor, cientista. São momentos e experiências da vida, como a relação com a família, a educação artística e formal, entre outros, que o modelam dessa maneira”.</p>
<p>Parte dessa coletividade e do processo de construção artístico passa pela interação com a ciência. Para Herkenhoff, a arte brasileira precisa do olhar dos cientistas, que podem contribuir com seus conhecimentos. “Vocês fazem falta à arte brasileira. Minha recomendação é que estejam mais próximos.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Crítica de Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-23T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inaugurada-nova-sede-do-iea">
    <title>Inaugurada nova sede do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inaugurada-nova-sede-do-iea</link>
    <description>A nova sede do IEA foi inaugurada em cerimônia no dia 18 de janeiro com a presença do reitor Marco Antonio Zago, do vice-reitor e reitor nomeado Vahan Agopyan e de outros dirigentes da USP e autoridades.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inauguracao-da-nova-sede-do-iea-18-1-18-1" alt="Inauguração da nova sede do IEA - 18/1/18 - 1" class="image-inline" title="Inauguração da nova sede do IEA - 18/1/18 - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq., Linamara Rizzo Battistella, José Goldemberg, Marco Antonio Zago, Alfredo Bosi, Vahan Agopyan, José Renato Nalini e Paulo Saldiva durante o desce</strong><strong>rramento da placa comemorativa da inauguração</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Atualizado em 20 de fevereiro</i></p>
<p>“O IEA cresceu, está vivo e agora ocupa o espaço que merece”, afirmou ontem (18) o reitor da USP, Marco Antonio Zago, na cerimônia de inauguração da nova sede do Instituto. Ele e os demais oradores do evento ressaltaram a característica distintiva do IEA: um lugar de encontro de pesquisadores das diversas áreas do conhecimento e um canal para a interação Universidade-sociedade.</p>
<p>A nova sede está localizada na rua do Anfiteatro, 513, no espaço em que antes funcionavam o Conselho Universitário, a Secretaria Geral, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e alguns organismos da Reitoria. Com área 170% maior que o espaço até agora ocupado pelo IEA, o local foi totalmente remodelado para sediar o Instituto. <i>Desde o dia 15 de fevereiro, todas as atividades do Instituto estão funcionando no novo endereço. Por enquanto, o acesso continua sendo pela Rua Praça do Relógio, 109 ou Rua da Biblioteca, 128. </i></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>RELACIONADO</h3>
<p><strong>Cerimônia de inauguração da nova sede do IEA</strong></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/inauguracao-das-novas-instalacoes-do-iea" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/inauguracao-das-novas-instalacoes-do-iea-18-de-janeiro-de-2018/" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<br />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos/instalacoes" class="external-link">Histórico das ações entre 1996 e 2014 para obtenção de uma sede apropriada</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Infraestrutura</strong></p>
<p><span><span>Se antes o Instituto contava apenas com instalações para 15 pesquisadores, uma sala de eventos para 50 pessoas e uma sala de reuniões para uma dúzia de pesquisadores, agora poderá abrigar 40 pesquisadores simultaneamente e organizar encontros, seminários e conferências no Auditório IEA (antiga Sala do Conselho Universitário) para 120 pessoas ou para 60 pessoas na Sala Alfredo Bosi, batizada na cerimônia de inauguração em homenagem ao único docente a integrar o Instituto desde sua criação. A nova infraestrutura acadêmica é completada com cinco salas de reunião, três para 12 pessoas e duas para cinco pesquisadores.</span></span></p>
<p>Além de Zago, discursaram na cerimônia o presidente da Fapesp, José Goldemberg (que criou o Instituto em 1986, quando era reitor), o secretário de Educação do Estado, José Renato Nalini, a secretária de Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado, Linamara Rizzo Battistella, o diretor do IEA, Paulo Saldiva, e o editor da revista “Estudos Avançados”, Alfredo Bosi, ex-diretor do Instituto.</p>
<p>Prestigiado por cerca de 80 pessoas, o evento contou com a presença do vice-reitor e reitor nomeado Vahan Agopyan; do reitor da Unicamp, Marcelo Knobel; do presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), José Fernando Gomes Landgraf; pró-reitores, superintendentes e diretores de unidades da USP; e ex-diretores, conselheiros, ex-conselheiros, professores seniores, professores em período sabático e coordenadores de grupos de pesquisa e grupos de estudos do IEA.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/area-para-pesquisadores-e-grupos-de-pesquisa-e-estudo" alt="Área para pesquisadores e grupos de pesquisa e estudo" class="image-inline" title="Área para pesquisadores e grupos de pesquisa e estudo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Salas podem abrigar até 40 pesquisadores simultaneamente</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />Cognição e Ética</strong></p>
<p>Bosi, que considera o IEA sua “segunda casa acadêmica”, uma vez que desenvolveu toda sua carreira docente na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), disse que ao integrar a primeira composição do Conselho Deliberativo, em 1987, percebeu a vocação do Instituto para ser “um espaço para aproximar as pessoas que a geografia do campus havia dispersado”.</p>
<p>Ele relembrou as discussões (“democráticas”) sobre o processo de redemocratização do país travadas no CD nos primeiros anos do Instituto. “Estudar essas questões era uma forma de saldar a dívida da academia com a sociedade e contribuir para a redução das desigualdades”.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inauguracao-da-nova-sede-do-iea-18-1-18-2" alt="Inauguração da nova sede do IEA - 18/1/18 - 2" class="image-inline" title="Inauguração da nova sede do IEA - 18/1/18 - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O reitor Marco Antonio Zago discursa durante a cerimônia</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Discutir políticas públicas em áreas como educação, saúde, meio ambiente e energia ao lado do debate sobre as fronteiras científicas é para ele a chave da missão do Instituto, pois permite “a dedicação à cognição e à ética, à verdade e ao bem comum”.</p>
<p>Saldiva agradeceu a Goldemberg, “pela visão de criar um IEA na USP”, e a Bosi, “talvez a pessoa que mais encarne o espírito do Instituto, com essa vinculação entre cognição e ética”. Agradeceu também ao diretor anterior, Martin Grossmann, “por ter iniciado a luta para o IEA sair de um corredor e encontrar um espaço adequado para suas atividades”.</p>
<p>Comentando o empenho do reitor para a concretização do novo espaço do IEA, Saldiva disse que esta é a primeira vez que o Instituto, nos seus 31 anos de história, pode contar com uma sede que, “além de representar um aumento de área, representa algo que dignifica a USP”.</p>
<p>Para Saldiva, a existência do IEA “pressupõe a ideia de exercício de uma atitude de convivência, como se antiga Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências da Maria Antonia estivesse ressurgindo”, um lugar em que havia o contato próximo entre pesquisadores das ciências naturais, das ciências sociais e das humanidades.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sala-alfredo-bosi" alt="Sala Alfredo Bosi" class="image-inline" title="Sala Alfredo Bosi" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A nova Sala Alfredo Bosi</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Perfil</strong></p>
<p>“O IEA conta com 400 pesquisadores, aumentou sua produção, tem uma revista de impacto e obteve verbas nacionais e internacionais", comentou o diretor, que vê o Instituto como um "canal de porosidade com a sociedade, algo muito importante no momento para que a USP faça propostas ao país e faça parte da solução dos problemas”.</p>
<p>Linamara Rizzo Battistella destacou a importância do IEA numa época em que “estamos vendo as políticas públicas se diluindo”. José Renato Nalini, que foi conselheiro do IEA antes de assumir a Secretaria Estadual de Educação, disse que trazia os cumprimentos do governador Geraldo Alckmin, “que tem grande apreço pelo IEA, como demonstra o fato de Martin Grossmann, diretor anterior do Instituto, ter sido o único novo membro nomeado para o Conselho Estadual de Educação".</p>
<p>Nalini defendeu que o IEA se dedique ainda mais aos problemas da educação fundamental pública, pois "há o risco de aprofundamento das desigualdades entre os jovens com menos oportunidades e aqueles com acessos às escolas privadas de elite".</p>
<p><strong>Vocação</strong></p>
<p>A exemplo de Bosi e Saldiva, Goldemberg também enfatizou a vocação do IEA para ser um lugar de aproximação das pessoas. “Quando o Instituto foi criado, também foi criado o Clube dos Professores. Era muito difícil conversar com as pessoas em razão da geografia diferenciada da USP em relação a universidades mais compactas, como a de Princeton, nos Estados Unidos.”</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diretoria-e-area-do-staff-academico-administrativo-e-de-comunicacao" alt="Diretoria e área do staff acadêmico, administrativo e de comunicação" class="image-inline" title="Diretoria e área do staff acadêmico, administrativo e de comunicação" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Área destinada à Diretoria e ao staff acadêmico, administrativo e de comunicação</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Considero esse novo espaço condigno para o IEA”, disse o presidente da Fapesp. “Intelectuais podem trabalhar em qualquer lugar, mas para fazer com que as pessoas interajam é preciso que o local seja agradável, estimulante.”</p>
<p>No encerramento da cerimônia, o reitor afirmou que durante toda sua gestão se preocupou com os espaços para convivência, inserindo a nova sede do IEA entre as ações empreendidas com esse fim, como a criação da Praça Milton Santos.</p>
<p>Para ele, o IEA e o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), cuja nova sede foi inaugurada no mesmo dia, representam o que “de mais importante e nobre a Universidade possui”. Ele fez essa consideração ao destacar o acervo e estudos do IEB sobre cultura, história e literatura brasileira e o “papel central do IEA na aproximação das pessoas e da USP com a sociedade”.</p>
<p>Zago afirmou que agora está se configurando um triângulo de convivência, interdisciplinaridade e interação com a sociedade, tendo num dos vértices a Biblioteca Brasiliana Guita e Jose Mindlin e o IEB e nos outros o IEA e o  Centro de Pesquisa e Inovação Inova USP, inaugurado em dezembro.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP | Perspectivas: Arthur Santos Francisco/SEF-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-01-19T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-genero-ciencia">
    <title>Jornadas Investigativas Contemporâneas: a Dimensão de Gênero nos Acordos de Ciência, Tecnologia &amp; Inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-genero-ciencia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9580a5bd-7fff-8300-9eb1-36884a30cfe5"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; ">Esse evento faz parte das </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-investigativas-ano-sabatico/" class="external-link">Jornadas Investigativas Contemporâneas: o Programa Ano Sabático IEA/USP (2022)</a><span style="text-align: justify; ">.</span></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><span style="text-align: justify; "> </span>Esta mesa-redonda tem como objetivo apresentar os resultados preliminares do projeto </span><span>Gender in Science, Technology and Innovation</span><span> – GENDER STI. A proposta tem como objetivo geral fazer o </span><span>diagnóstico sobre a igualdade de gênero em processos de negociações bilaterais e multilaterais na área de ciência, tecnologia e inovação, e de como têm sido conduzidos acordos e estratégias de soluções colaborativas para desafios comuns no tema de gênero entre os países que participam dos diferentes processos</span><span> internacionais. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><span>A jornada integra a programação do evento </span><a class="external-link" href="https://www.pensabrasil.usp.br/" target="_blank">USP Pensa Brasil</a><span>.</span></span></p>
<div><span id="docs-internal-guid-e795a9c9-7fff-72d4-1110-66384b546bcc">
<p dir="ltr"><strong>Convidadas:</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-gomes-coelho-ferreira" class="external-link">Gabriela Coelho Ferreira</a> (USP)</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-ayciriex" class="external-link">Luciana Ayciriex</a> (Inmark Europa)</p>
<p dir="ltr"><strong>Debatedora:</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sheila-neder-cerezetti" class="external-link">Sheila Neder Cerezetti</a> (USP)</p>
<p dir="ltr"><strong>Coordenadora: </strong></p>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-ffebd789-7fff-fa48-b1a4-149fe11dbd33"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janina-onuki" class="external-link">Janina Onuki</a> (DCP-FFLCH/USP)</span></span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-09T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-workshop-ciencia-cidada">
    <title>II Workshop da Rede Brasileira de Ciência Cidadã</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-workshop-ciencia-cidada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Rede Brasileira de Ciência Cidadã (RBCC) foi fundada em 2021 e, desde então, busca diagnosticar os desafios e oportunidades da pesquisa e da prática da ciência cidadã no Brasil, bem como promover espaços de diálogo sobre diferentes aspectos da ciência cidadã. Entre os dias 04 e 07 de julho de 2022, o II Workshop da RBCC reunirá diferentes atores sociais envolvidos com o tema no país e, por meio de Rodas de Conversa, Mesas Temáticas, Debate, Apresentação de Trabalhos, Eventos Locais e momentos de interação livre entre os participantes, pretende dar voz aos projetos atualmente em andamento no Brasil. O evento está baseado em cinco eixos temáticos: 1. A ciência da ciência cidadã; 2. Desenvolvimento, metodologias e aplicações de projetos de ciência cidadã; 3. Formação e Engajamento em ciência cidadã; 4. Implicações e impactos políticos da ciência cidadã e 5. Infraestruturas, Tecnologias e Dados da ciência cidadã.</p>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-organizacao-52942b809d72478191d51d3742c592a8 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-organizacao " id="parent-fieldname-organizacao-52942b809d72478191d51d3742c592a8">
<div></div>
</div>
</div>
<p><span class="visualClear"> </span></p>
<div class="relatedItems">
<div class="visualClear" id="clear-space-before-relatedItemBox"></div>
<dl id="relatedItemBox"></dl></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-07-01T21:05:47Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole">
    <title>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - Desafios para o Planejamento e a Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>(lançamento de livro) - <a href="https://drive.google.com/file/d/19f_0QljFRct-bYbQLW0DrPqW_gTtQSgE/view?usp=sharing" rel="noopener noreferrer" style="text-align: justify; " target="_blank">Download</a></strong></p>
<p>O seminário em questão abarca apresentação de pesquisas consolidadas no âmbito do <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/97000/governanca-ambiental-da-macrometropole-paulista-face-a-variabilidade-climatica/">Projeto Temático FAPESP 2015/03804-9 </a>e que resultaram na publicação de livro homônimo que, em perspectiva interdisciplinar, traz a contribuições de 54 autores, de diversas instituições como USP, UFABC, ITA, UNESP, UNIFESP, UNB, UNESCO, entre outras.</p>
<div><span>Os participantes irão debater a importância da aproximação entre ciência e política para a tomada de decisão com foco nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e <span>refletir sobre é a contribuição subnacional para o acompanhamento das metas desses ODS no Estado de São Paulo.</span></span></div>
<div><span><span>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>
<div></div>
<p><span><span><strong>Abertura:</strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA USP)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(ICLEI/IEA/IEE/USP)</p>
<p class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-frey" class="external-link">Klaus Frey</a><span> (PGT/UFABC) </span></span></p>
<p class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruth-ferreira-ramos" class="external-link">Ruth Ferreira</a> (UFABC)</p>
<p class="visualClear"><span><strong>Debatedores:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a> (IEA e IO USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alice-junqueira" class="external-link">Alice Junqueira</a> (Climax Brasil)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-yumie-aoki-inoue" class="external-link"><span> </span><span>Cristina Yumie </span><span>Aoki Inoue</span></a> (UnB)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><strong>Mediadoras:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-oliveira-nusdeo" class="external-link">Ana Maria de Oliveira Nusdeo</a> (IEA e FD USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-canil" class="external-link">Katia <span>Canil</span></a> (UFABC)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-10T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-inovacao-piaui">
    <title>Diretrizes de Longo Prazo em Educação, Tecnologia e Inovação no Estado do Piauí</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-inovacao-piaui</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Rafael Fonteles, <span>governador do Piauí, irá</span> abordar as diretrizes de longo prazo implantadas e os avanços recentes em Educação e Tecnologia no estado por meio de uma gestão orientada por indicadores e resultados.</span></p>
<div></div>
<div>Dentre os principais pontos, destacam-se o super choque educacional e tecnológico, o ensino obrigatório de IA em todas as escolas de ensino médio estaduais, a universalização das escolas estaduais (alfabetização na idade certa e ensino em tempo integral), a educação técnica e tecnológica, a aceleração de mais de 400 startups. O estado foi destaque no IDEB 2023 e teve reconhecimento nacional pela ABEP-TIC em 2024.</div>
<div></div>
<div>
<div>Além disso, serão apresentadas soluções inovadoras como os aplicativos Gov.PI Cidadão, Gov.PI Empresas e o programa Piauí Saúde Digital nas Escolas, que fortalecem a integração entre tecnologia, serviços públicos e educação.</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-09T13:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-duas-culturas-60-anos">
    <title>A transdisciplinaridade 60 anos depois de ‘As Duas Culturas’ de C. P. Snow</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-duas-culturas-60-anos</link>
    <description>A conversa "Ciências e Humanidades Sessenta Anos depois", no dia 7 de maio, às 15h, discutirá o estágio atual da transdisciplinaridade, defendida por C. P. Snow em sua célebre conferência "As Duas Culturas", em 1959. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-the-two-cultures/image" alt="Capa de 'The Two Cultures&quot;" title="Capa de 'The Two Cultures&quot;" height="575" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A conferência de C. P. Snow foi publicada no mesmo ano, 1959, como  parte do livro ''The Two Cultures and the Scientific Revolution''</dd>
</dl></p>
<p>O sexagésimo aniversário da célebre conferência<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/The_Two_Cultures" target="_blank"> “Two Cultures”</a>, proferida pelo físico molecular e romancista britânico C. P. Snow (1905-1980) na Universidade de Cambridge, Reino Unido, "é uma excelente oportunidade para refletir sobre a transdisciplinaridade e as profícuas aproximações que ela pode promover entre ciências e humanidades", de acordo com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga">José Eli da Veiga</a>, professor sênior do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP.</p>
<p>Essa reflexão será feita no dia <strong>7 de maio</strong> (data exata do aniversário da conferência de Snow), às 15h, na conversa <i>Ciências e Humanidades Sessenta Anos depois</i>, que terá como referência os benefícios da transdisciplinaridade na <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Earth_system_science" target="_blank">Earth system science</a> (ciência do sistema Terra) e na <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sustainability_science" target="_blank">sustainability science</a> (ciência da sustentabilidade)<i>.</i></p>
<p>Os participantes serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay">Ricardo Abramovay</a>, também professor sênior do IEE-USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-barros-de-oliveira">Sonia Maria Barros de Oliveira</a>, do Instituto de Geociências (IGc) da USP. A coordenação estará a cargo de Veiga.</p>
<p>A participação no encontro é gratuita, aberta a todos os interessados e não requer inscrição. Acompanhar o evento <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet também não requer inscrição.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/c-p-snow/image" alt="C. P. Snow" title="C. P. Snow" height="384" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O físico molecular e romancista C. P. Snow </dd>
</dl></p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Segundo Veiga, algo muito significativo parece estar ocorrendo com a ciência do sistema Terra, desde os anos 80, e emergência da ciência da sustentabilidade, desde a virada  do milênio. "Periódicos científicos e programas acadêmicos voltados a tais abordagens transdisciplinares têm se multiplicado desde a notável '<a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Declaracao%20de%20Amsterda%CC%83%201975.pdf" target="_blank">Declaração de Amsterdã</a>', adotada em 2001 no congresso científico mundial <a class="external-link" href="https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-642-19016-2">Challenges of a Changing Earth 2001</a>. E, desde o início de 2018, conta-se com o periódico de primeira linha '<a href="https://www.nature.com/natsustain/" target="_blank">Nature Sustainability</a>'."</p>
<p>Ele alerta, porém, que o desafio de qualquer abordagem transdisciplinar "esbarra em inúmeras formas da forte inércia da fragmentação das ciências, entre as quais se destaca o imenso distanciamento gerado/agravado no século passado entre as 'da natureza' e as 'humanas/sociais'. Daí a necessidade de avaliar "o quanto a mudança/transformação exigida por tal desafio poderá realmente se mostrar factível ao longo das próximas décadas (ou do século 21)".</p>
<p>Os participantes e o coordenador da conversa integraram durante muitos anos o <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/pos/?q=pt-br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam)</a> do IEE-USP. Veiga avalia que a referência apenas à ciência ambiental no título do programa deve-se ao fato de ele ter sido criado "em contexto histórico bem diverso, que precedeu a própria consagração do ideal de 'desenvolvimento sustentável', entre 1987 e 1992". Se não fosse assim, o nome do programa "certamente enfatizaria a ciência da sustentabilidade, como apropriadamente fez seu congênere na Each [Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP], criado mais de 20 anos depois, em 2011".</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><strong> Ciências e Humanidades Sessenta Anos depois<br /></strong></i><i>7 de maio, 15h<br /></i><i><i>Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i></i><i><i>Evento público e gratuito; não é preciso se inscrever para acompanhá-lo presencialmente ou pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet<br /></a></i></i><i><i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i></i></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencias-e-humanidades" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></p>
<p> </p>
<p><i><i><i> </i></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): 1) arquivo IEA; 2) Universidade de Cambridge, Reino Unido</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-24T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diplomacia-cientifica-e-da-inovacao-e-tema-de-escola-sao-paulo-de-ciencia-avancada">
    <title>Diplomacia científica e da inovação é tema de Escola São Paulo de Ciência Avançada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diplomacia-cientifica-e-da-inovacao-e-tema-de-escola-sao-paulo-de-ciencia-avancada</link>
    <description>Escola São Paulo de Ciência Avançada em Diplomacia Científica e da Inovação será realizada na USP de 21 a 30 de agosto, numa iniciativa do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, em parceria com o IEA e o Centro de Estudos das Negociações Internacionais (Caeni) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a class="external-link" href="http://old.sesame.org.jo/sesame/"><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/edificio-principal-do-sesame-jordania/image" alt="Edifício principal do Sesame, Jordânia" title="Edifício principal do Sesame, Jordânia" height="161" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Centro de pesquisa Sesame, fonte de luz síncrotron instalada na Jordânia graças a parceria de vários países do Oriente Médio; o físico Eliezer Rabinovici, ex-vice-presidente do centro, já confirmou participação na Escola São Paulo de Ciência Avançada em Diplomacia Científica e da Innovação</dd>
</dl></a>Pós-graduandos brasileiros e estrangeiros de qualquer área têm <strong>até 5 de maio</strong> para se candidatarem a uma das 80 vagas da<i> Escola São Paulo de Ciência Avançada em Diplomacia Científica e da Inovação</i>, que será realizada no Auditório do IEA de <strong>21 a 30 de agosto</strong>.</p>
<p>Organizada pelo <a class="external-link" href="http://www.iri.usp.br/">Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP</a>, em parceria com o IEA e o <a class="external-link" href="https://caeni.com.br/">Centro de Estudos das Negociações Internacionais (Caeni) da USP</a>, a escola é financiada pelo programa Escola São Paulo de Ciência Avançada da Fapesp.</p>
<p>Participarão como expositores representantes do setor privado, governos, universidades e organismos internacionais, que apresentarão casos e temas de fronteira da diplomacia científica e da inovação.</p>
<p>Serão escolhidos 40 pós-graduandos nacionais e 40 estrangeiros. Os candidatos devem preencher formulário online em <a href="http://www.innscidsp.com">www.innscidsp.com</a> e enviar, em formato PDF: carta sobre motivação para participar da escola (uma página), descrição de sua pesquisa atual (até duas páginas) e currículo (até cinco páginas.).</p>
<p>A lista com os selecionados será divulgada no dia 15 de maio. Mais informações podem ser solicitadas em mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:innnscidsp@usp.br">innnscidsp@usp.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>curso</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-25T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias">
    <title>Pesquisadora esclarece riscos gerados pelas pseudociências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias</link>
    <description>Tema será debatido no USP Analisa desta semana, que vai ao ar em novo horário</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cpiade_DSC7060.JPG/@@images/b04d667d-ed07-45ad-9f68-2f827a492cdc.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A facilidade de encontrar informação sobre qualquer assunto na internet nem sempre é algo positivo: muitos conteúdos aparentemente baseados em fatos científicos podem distorcer estatísticas e levar o público a acreditar nas chamadas pseudociências, teorias que muitas vezes apresentam termos ligados à ciência, mas que não podem ser testadas pelo método científico. Para falar sobre os riscos das pseudociências e como se precaver contra elas, o USP Analisa conversa nesta semana com a presidente do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner.</p>
<p>Ela explica que as pseudociências despertam a atenção do público porque soam mais atraentes ao serem explicadas. “Para você dizer que a Terra é plana, você coloca um gif, uma figura na internet e fala que a Terra é plana. [Para explicar uma teoria científica], você demora muito mais tempo do que colocar uma mensagem atraente completamente aleatória e maluca, que vai fixar a atenção do público de maneira muito mais rápida. É sempre muito mais difícil explicar a ciência. A pseudociência não precisa ser explicada porque é mentira, então é mais fácil, você coloca ela ali e quem quiser aceita”.</p>
<p>Os riscos das pseudociências ultrapassam a simples desinformação. Hoje, segundo Natália, o Sistema Único de Saúde brasileiro oferece 29 práticas integrativas baseadas em teorias que não podem ser cientificamente comprovadas, o que coloca em risco o paciente, além de representar desperdício de dinheiro público.</p>
<p>“O que nós estamos falando é de um desperdício de dinheiro público muito sério e muito perigoso. Primeiro porque ele gasta dinheiro público à toa em lugar onde faltam até luvas. E, segundo, porque ele endossa terapias que não têm comprovação científica alguma e podem desviar pessoas de seus tratamentos convencionais – que, esses sim, iriam curá-las –, podem atrasar diagnósticos de doenças graves e as consequências disso para a saúde podem ser super deletérias. E essas consequências também podem ser financeiras, porque quando você atrasa um diagnóstico de câncer, por exemplo, você ainda vai onerar mais o sistema posteriormente”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta, dia 1º de maio, em novo horário, às 18h05, com reapresentação no domingo (5), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pseudociências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-30T19:41:21Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ia-monitoramento-epidemias">
    <title>Como a Inteligência Artificial Pode Transformar o Monitoramento de Epidemias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ia-monitoramento-epidemias</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-977cc96c-7fff-e9d0-e515-226bb3024875"><span>O monitoramento de epidemias ainda depende, em grande parte, de sistemas de informação de vigilância  de notificação de agravos, que enfrentam limitações na coleta e análise de dados em tempo real.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nesta conferência, </span><i>segunda do ciclo </i><b><i>“Resiliência Global: Estratégias para a Próxima Pandemia”</i></b><i>,</i><b><i> </i></b><span>serão exploradas iniciativas que aplicam técnicas inovadoras incluindo o uso de inteligência artificial e modelos de forecasting e/ou nowcasting para detectar surtos com maior agilidade e precisão ou coletam novas fontes de dados (e.g. Google Trends, Google Mobility, dados de mídias sociais, etc), ou criaram novos sistemas de informação (e.g. um data lake que permite integração de dados de várias plataformas) que podem permitir entender as evidências de uma potencial emergência precocemente. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Será discutido também o papel estratégico das universidades nesse cenário — como elas podem contribuir para o avanço dessas tecnologias e de que forma a disponibilização de dados pode potencializar o desenvolvimento de métodos cada vez mais eficazes para a vigilância epidemiológica inclusive as capacidades de realizar esforços para a detecção precoce de possíveis surtos.</span></p>
<p dir="ltr">O Ciclo é organizado pelos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-sara-levin" class="external-link">Anna Levin</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy Ventura</a> (PPG em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliseu-waldman" class="external-link">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ester-sabino">Ester Sabino</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lorena-barberia">Lorena Barberia</a> (FFLCH-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-da-cruz-gouveia">Nelson Gouveia</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-amelia-veras">Maria Amélia Veras</a> (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo), <a class="external-link" href="https://www5.usp.br/reitoria/superintendencias/superintendente-de-saude/">Paulo Lotufo</a> (FM-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA e POLI-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-figueiredo-costa" class="external-link">Silvia Figueiredo Costa</a> (FM-USP).</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-30T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-4">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (quarto seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-4</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>O Desvelamento Teórico da Realidade: Filosofia, Sabedoria, Linguagem e Pensamento</span></strong></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-5">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (quinto seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-5</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><em>Épisteme Theoritiké</em><span>: Identidade, não Contradição e Terceiro Excluído</span></strong></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-6">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (sexto seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-6</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><i>O Pensamento e o Método Lógico</i>: a Crítica entre Verdades e Falsidades e o Cotejamento com os Fatos</strong></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-7">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (sétimo seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-7</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>A Crítica Metódica e seus Procedimentos: da Geometria e Aritmética no Cálculo e Descrição de Fenômenos à Matematização da Natureza</strong></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-8">
    <title>Ciclo Intervenção Social e Conhecimento Científico: Redes Sociais e Movimentos Coletivos (oitavo seminário)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/intervencao-social-e-conhecimento-cientifico-8</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>Interfaces Conhecimento, Ciência e Sociedade: a Emergência da Engenharia e o Encontro da Invenção com a Imaginação Utópica na Modernidade</span></strong></p>
<p><span>A emergência das ciências processuais aplicadas à leitura e à interpretação da realidade natural e social colocou novas questões de método que se consolidaram sob a forma de problemas epistemológicos contemporâneos - verdade científica x verdade histórico-literária.</span></p>
<p><span>Por outro lado, o surgimento dos métodos da engenharia, como especialidades teóricas da prática, gerou as condições para a emergência de uma tecnologia científica, subordinando processo científico e social a processo produtivo. Dessa forma, a intervenção sobre problemas sociais como solução metodológica reflete a ruptura de hegemonia de modelos epistemológicos produzidos pela difusão mercantilizada do conhecimento científico gerado nas ciências processuais. </span></p>
<p><span>Sob tal perspectiva, os treze seminários do ciclo proposto pretende promover, mediante estudos das questões apontadas, a compreensão crítica de relações entre conhecimento científico e vida social como condicionantes de projetos alternativos de Futuro, mediados por, e comprometidos com sistemas arbitrários de valores de verdade, em difusão midiática e tecno-eletrônica.</span></p>
<p><span></span><strong>Expositora: </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara<br /></a><span> </span><br /><strong>Material de Referência:</strong></p>
<p><span><span>ADAMS, H.; SEARLE, L. (org.) <em>Critical Theory</em>, vol. I e II [vol. I: Since 1965. Florida, University Presses of Florida, 1986 ; vol. II: Since Plato. Boston, Thomson Wadsworth, 2005]. </span><br /><span>PINTO, A. V. <em>O Conceito da Tecnologia</em>, vol. I e II. Rio de Janeiro, Ed. Contraponto, 2005. </span><br /><span>STANDING, G. <em>O Precariado. A nova classe perigosa</em>. Trad. Cristina Antunes. São Paulo, Autêntica Editora, 2013.</span><br /><span>CANETTI, E. <em>Massa e Poder</em>. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.</span><br /><span>MOSCOVICI, S<em>. L’Âge de foules. Um traité historique de psychologie des masses</em>. Paris: Foyard, 1981 [<em>La era de las multitudes. Um tratado histórico de psicologia de las masas</em>. México: FCE, 1985].</span><br /><span>SILVA, F. M. <em>A trans-historicidade do conhecimento científico na crítica sócio-epistemológica da ciência de Pierre Bordieu</em>. Tese de Doutorado, PUC São Paulo, 2017</span><br /><span>VARGAS, M. A história da matematização da natureza. <em>Estudos Avançados</em>, 10(28), 1996, pp. 249-276</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-17T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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