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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 61 to 75.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento">
    <title>Pesquisadores discutem importância crescente da especialização profissional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento</link>
    <description>Evento no IEA reunirá pesquisadores de diferentes áreas da USP e de outras universidades para tratar dos atributos profissionais, ou seja, do diálogo de ensino e pesquisa com as práticas profissionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph">A <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">discussão iniciada em abril deste ano</a> sobre a divisão cristalizada do conhecimento em Ciências Exatas, Biológicas e Humanas será aprofundada em um novo seminário, que acontece no dia <strong>29 de junho, às 14h</strong>, no IEA. Agora, os organizadores querem tratar dos atributos profissionais, ou seja, do diálogo de ensino e pesquisa com as práticas profissionais. O objetivo é dar destaque à importância da pós-graduação profissional, bem como dos saberes práticos. O debate será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKQQMiOjpUMR-1ACR5aDfmEXxRf8DwPlGZ4AN4xZrR18OLqA/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018/rubens-russomanno-ricciardi/@@images/d84fbc2e-91d9-4525-9932-3a412569dd7d.jpeg" alt="Rubens Russomanno Ricciardi " class="image-inline" title="Rubens Russomanno Ricciardi " /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>O coordenador do encontro, Rubens Ricciardi</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph">“Discutiremos a valorização, nas mais diversas áreas do conhecimento – medicina, odontologia, música, teatro, educação física etc. –, das qualidades profissionais, da performance e das capacidades psicomotoras”, explica o músico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-russomanno-ricciardi" class="external-link">Rubens Russomano Ricciardi</a>, f<span style="text-align: justify; ">undador do curso de música no campus Ribeirão Preto da USP e </span>coordenador do encontro. As capacidades psicomotoras são práticas corporais além das intelectuais ou, em latim, <i>mente manuque</i>.</p>
<p>Além de Ricciardi, participarão do seminário (<i>Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento (2° encontro)</i> o músico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aloysio-fagerlande" class="external-link">Aloysio Fagerlande</a>, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/euclydes-fontegno-marques" class="external-link">Euclydes Fontegno Marques</a>, do Hospital das Clínicas da FMUSP, o engenheiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua">Luiz Bevilacqua</a>, professor visitante do IEA e professor emérito da UFRJ, o educador físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-papoti" class="external-link">Marcelo Papoti</a>, professor da Escola de Educação Física e Esporte da USP de Ribeirão Preto (EEFERP), e o médico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wilson-roberto-navega-lodi" class="external-link">Wilson Roberto Navega Lodi</a>, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Cobertura completa do primeiro encontro</h3>
<p><span>Notícia </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-a-reorganizacao-das-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Seminário discute a reorganização das grandes áreas do conhecimento</a></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento" class="external-link">Vídeo</a> |  <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/re-discussao-sobre-as-grandes-areas-do-conhecimento-13-de-abril-de-2018" class="external-link">Fotos</a></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>Primeiro encontro</strong></span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>A discussão sobre a divisão das áreas do conhecimento, realizada no dia 13 de abril, desdobrou-se em alguns temas. De acordo com <span>Ricciardi</span>, os participantes concluíram que é necessário lutar pela manutenção e aperfeiçoamento, nas universidades públicas, dos cursos de estudos culturais, as chamadas humanidades (história, sociologia, geografia, antropologia, pedagogia etc.), bem como as artes.</span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>Ele relata que o grupo também considerou que os <span>critérios de avaliação de desempenho nas ciências da natureza não devem ser generalizados forçosamente, nem transportados às demais áreas do conhecimento. Da mesma forma, os critérios de internacionalização não devem ofuscar, nem tirar os méritos dos trabalhos de abrangência regional. D</span></span><span>eve-se levar em consideração também o impacto social, além dos impactos de pesquisa.</span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>Em relação às linhas de <span>gestão nas universidades públicas, os pesquisadores criticaram os </span>rankings internacionais de avaliação e classificação, por estarem não raramente atrelados a interesses estranhos à vida acadêmica e profissional. Quando se tornam critério protagonista e generalizado para todas as áreas do conhecimento, o chamado "produtivismo de papers" e seus fatores de impacto também recebem críticas. </span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span>Enquanto métrica referencial para a avaliação do desempenho acadêmico, criticou-se a priorização da lógica da quantidade estatística generalizada em detrimento das singularidades qualitativas, conta <span>Ricciardi</span>. Segundo ele, p</span><span>ara além do <i>Manifesto de Leiden</i>, que aborda restritamente a questão da avaliação na pesquisa, há que se levar em consideração também os contextos das áreas de atuação profissional na universidade. “Os participantes das áreas da educação física e artes foram unânimes na sinalização de que a essência de suas áreas de atuação, atreladas à performance e às práticas profissionais, não é ainda devidamente reconhecida pela universidade”, explica.</span></p>
<p class="m7131612727422374221m-3579701319474905803m2159651162592792261gmail-m9097900134070314440m209343285940231518gmail-m-4101893499415078810gmail-m8838747859281681035msolistparagraph"><span> </span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>(<i>Re)discussão Sobre as Grandes Áreas do Conhecimento (2° encontro)</i> </strong><br /><i>29 de junho, 14h<br />Gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKQQMiOjpUMR-1ACR5aDfmEXxRf8DwPlGZ4AN4xZrR18OLqA/viewform">inscrição prévia</a><br />Sala Alfredo Bosi, no IEA - Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/re-discussao-das-grandes-areas-II" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T20:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias">
    <title>Pesquisadora esclarece riscos gerados pelas pseudociências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-esclarece-riscos-gerados-pelas-pseudociencias</link>
    <description>Tema será debatido no USP Analisa desta semana, que vai ao ar em novo horário</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cpiade_DSC7060.JPG/@@images/b04d667d-ed07-45ad-9f68-2f827a492cdc.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A facilidade de encontrar informação sobre qualquer assunto na internet nem sempre é algo positivo: muitos conteúdos aparentemente baseados em fatos científicos podem distorcer estatísticas e levar o público a acreditar nas chamadas pseudociências, teorias que muitas vezes apresentam termos ligados à ciência, mas que não podem ser testadas pelo método científico. Para falar sobre os riscos das pseudociências e como se precaver contra elas, o USP Analisa conversa nesta semana com a presidente do Instituto Questão de Ciência Natália Pasternak Taschner.</p>
<p>Ela explica que as pseudociências despertam a atenção do público porque soam mais atraentes ao serem explicadas. “Para você dizer que a Terra é plana, você coloca um gif, uma figura na internet e fala que a Terra é plana. [Para explicar uma teoria científica], você demora muito mais tempo do que colocar uma mensagem atraente completamente aleatória e maluca, que vai fixar a atenção do público de maneira muito mais rápida. É sempre muito mais difícil explicar a ciência. A pseudociência não precisa ser explicada porque é mentira, então é mais fácil, você coloca ela ali e quem quiser aceita”.</p>
<p>Os riscos das pseudociências ultrapassam a simples desinformação. Hoje, segundo Natália, o Sistema Único de Saúde brasileiro oferece 29 práticas integrativas baseadas em teorias que não podem ser cientificamente comprovadas, o que coloca em risco o paciente, além de representar desperdício de dinheiro público.</p>
<p>“O que nós estamos falando é de um desperdício de dinheiro público muito sério e muito perigoso. Primeiro porque ele gasta dinheiro público à toa em lugar onde faltam até luvas. E, segundo, porque ele endossa terapias que não têm comprovação científica alguma e podem desviar pessoas de seus tratamentos convencionais – que, esses sim, iriam curá-las –, podem atrasar diagnósticos de doenças graves e as consequências disso para a saúde podem ser super deletérias. E essas consequências também podem ser financeiras, porque quando você atrasa um diagnóstico de câncer, por exemplo, você ainda vai onerar mais o sistema posteriormente”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta, dia 1º de maio, em novo horário, às 18h05, com reapresentação no domingo (5), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pseudociências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-30T19:41:21Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/divulgacao-cientifica-redes-sociais">
    <title>Pesquisadora discute a divulgação científica nas redes sociais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/divulgacao-cientifica-redes-sociais</link>
    <description>Germana Barata, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, afirma que é dever da comunidade científica informar a sociedade sobre a importância da ciência e tecnologia para o desenvolvimento do país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/redes-sociais" alt="Redes Sociais" class="image-right" title="Redes Sociais" />As redes sociais permitem que a comunidade científica divulgue com rapidez informações diretamente à sociedade e, assim, ajude a combater fake news. É sobre esse tema que </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/germana-fernandes-barata" class="external-link">Germana Barata</a><span>, pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (</span><a class="external-link" href="http://www.labjor.unicamp.br/">Labjor</a><span>), da Unicamp, falará no dia 14 de agosto, às 15h, na conferência </span><i>Divulgação Científica nas Redes Sociais para Melhorar o Diálogo entre Ciência e Sociedade</i><span>. O evento é público e gratuito, mas requer </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdTuDvofpAMnNxdnHL56ip2Ic2591aVWp0L0GraSK7y8smKSQ/viewform">inscrição prévia</a><span>. Haverá transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet. Para acompanhá-la, não é preciso se inscrever.</span></p>
<p dir="ltr">O Brasil é o 15º produtor de artigos científicos entre os países do mundo e o primeiro da América Latina. Como 95% das pesquisas do país são desenvolvidas em instituições públicas, Barata defende que é dever da comunidade científica informar a sociedade sobre a importância da ciência e tecnologia para o desenvolvimento do país.</p>
<p dir="ltr">Assim, o uso das redes sociais pode ampliar as possibilidades de comunicação. “Não é preciso ser divulgador científico para comunicar melhor aos pares, tomadores de decisão e público em geral”, diz. “A comunidade acadêmica precisa se engajar nas redes sociais e tomá-las como canal relevante de comunicação e parte de sua tarefa profissional cotidiana”, diz.</p>
<p dir="ltr">A moderação ficará por conta de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a>, professor da FFLCH e coordenador do grupo de pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina" class="external-link">Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a>, do IEA, que organiza o evento.</p>
<hr />
<p><i><strong>Divulgação Científica nas Redes Sociais para Melhorar o Diálogo entre Ciência e Sociedade<br /></strong></i><i>14 de agosto, 15h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, IEA, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdTuDvofpAMnNxdnHL56ip2Ic2591aVWp0L0GraSK7y8smKSQ/viewform">inscrição prévia online</a> - Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a> não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: com Claudia Regina Pereira (clauregi@usp.br), telefone (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/divulgacao-cientifica-" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<div><span class="discreet"> </span>
<div><span class="discreet">
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: right; ">Foto: Austin Distel/Unsplash</div>
</span></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-31T21:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/perspectives-on-origin-of-life-13-de-novembro-de-2019">
    <title>Perspectives on Origin of Life - 13 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/perspectives-on-origin-of-life-13-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Química</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-27T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/origin-of-life">
    <title>Perspectives on Origin of Life </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/origin-of-life</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">Este</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">evento</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">busca</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">trazer</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">discussões</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">sobre</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">abordagens</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">na</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">busca</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">de</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">respostas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">para</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">uma das principais questões científicas ainda não respondidas: a origem da vida. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">As palestras</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">são apresentadas por temas de destaque na área, que envolvem a combinação de resultados empíricos e considerável trabalho teórico. O evento pretende promover o debate com a comunidade acadêmica de modo a atrair a atenção para os estudos da origem da vida. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Estes estudos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">são</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">ainda</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">trabalhados</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">em</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">pouquíssimos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">grupos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">no</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">país,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">apesar</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">de</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">poder</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">ser</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">abordado dentro de diversos grupos de pesquisas já existentes. Será, portanto, enfatizado o caráter transdisciplinar</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">o</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">estudo</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">exige,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">trazendo</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">pesquisadores</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">perspectivas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">de</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">diversas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">áreas.</span><span style="text-align: justify; "> </span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">O workshop</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">terá</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">início</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">com</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">discussões</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">sobre</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">a</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">química</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">prebiótica,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">a</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">abordagem</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">originada</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">com as hipóteses da chamada ‘sopa primordial’, no início do século XX, e se desenvolve desde então.</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">Em</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">seguida,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">serão</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">apresentadas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">palestras</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">sobre</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">as</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">hipóteses</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">das</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">fontes</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">hidrotermais,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que são destaque atualmente por abranger a base teórica, os resultados de explorações locais e modelos experimentais. A seguir serão apresentadas discussões sobre os primeiros registros fósseis, ainda um dos principais parâmetros para as hipóteses desenvolvidas, seja nas abordagens construtivas (</span><i style="text-align: justify; ">bottom-up approach</i><span style="text-align: justify; ">) até as desconstrutivas (</span><i style="text-align: justify; ">top-down approach</i><span style="text-align: justify; ">). Por fim, se encerrará com discussões sobre bioassinaturas, que envolve pesquisas sobre registros</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">químicos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">morfológicos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">para</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">a</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">origem</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">evolução</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">da</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">vida</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">na</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">Terra</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">primitiva,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">são importantes sinais para a busca de vida em outros</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">planetas.</span></p>
<p>Iniciada em 2015, a série S<i>trategic Workshops </i>já promoveu diversos encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</p>
<p>O objetivo​ deste workshop​ é incentivar a organização da pesquisa na USP em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/douglas-galante" class="external-link">Douglas Galante</a> (LNLS/CNPEM); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-varela" class="external-link">Hamilton Varela</a> (IFSC USP) e <a class="external-link" href="http://www.io.usp.br/index.php/perfil/userprofile/vivianp">Vivian Pellizari</a> (IO USP)</p>
<p><strong>Clique</strong> <strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/estrategics%20workshop/" class="external-link">aqui</a> para acessar a série de fotos e vídeos Strategic Workshops.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Química</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-14T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/posse-paulo-herkenhoff-helena-nader">
    <title>Paulo Herkenhoff e Helena Nader: diálogo entre arte e ciência em defesa da educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/posse-paulo-herkenhoff-helena-nader</link>
    <description>Em cerimônia na Sala do Conselho Universitário, no dia 28 de março, o curador, historiador e crítico de arte Paulo Herkenhoff e a bioquímica Helena Nader, professora da Unifesp, tomaram posse como os novos titulares da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cerimonia-de-posse-de-paulo-herkenhoff-e-helena-nader-na-catedra-olavo-setubal-28-3-2019/image" alt="Cerimônia de posse de Paulo Herkenhoff e Helena Nader na Cátedra Olavo Setubal - 28/3/2019" title="Cerimônia de posse de Paulo Herkenhoff e Helena Nader na Cátedra Olavo Setubal - 28/3/2019" height="256" width="600" style="float: right; " /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Solenidade de posse de Paulo Herkenhoff e Helena Nader e encerramento da titularidade de Eliana Sousa Silva realizou-se na Sala do Conselho Universitário</dd>
</dl>Em cerimônia fortemente marcada pela defesa das artes, da ciência, da educação e da cultura em geral, no dia 28 de março, o curador, historiador e crítico de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp, tomaram posse como novos titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>.<br /><br /><span>Prestigiado por dirigentes e docentes da USP, de outras universidades e de instituições culturais, o evento na Sala do Conselho Universitário foi aberto pelo professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a><span>, coordenador acadêmico da cátedra e ex-diretor do IEA. Ele afirmou que o inusitado da escolha de dois titulares para este ano, um ligado às artes visuais e outro à ciência, em vez de apenas um como nos três anos anteriores, reflete o interesse da cátedra em trabalhar como “um laboratório de interdisciplinaridade que almeja à transdisciplinaridade”.</span></p>
<p><span><br /></span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dois-novos-titulares-2019" class="external-link">Paulo Herkenhoff e Helena Nader serão os novos titulares da Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/posse-de-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/posse-de-helena-nader-e-paulo-herkenhoff-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia-28-de-marco-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Textos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/discurso-grossmann-posse-herkenhoff-nader" class="external-link">Discurso de Martin Grossmann na abertura da cerimônia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/posse-helena-nader-catedra" class="external-link">Discurso de posse de Helena Nader</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/saudacao-chrysostomo-herkenhoff/" class="external-link">Saudação de Luiz Chrysostomo a Paulo Herkenhoff</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/posse-paulo-herkenhoff-catedra" class="external-link">Discurso de posse de Paulo Herkenhoff</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/discurso-encerramento-eliana-sousa-silva-catedra" class="external-link">Discurso de encerramento da titularidade de Eliana Sousa Silva</a></li>
</ul>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia mais notícias sobre a Cátedra Olavo Setubal</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Vice-diretor do IEA e atual coordenador do Conselho Diretivo da rede internacional <a class="external-link" href="http://www;ubias.net">Ubias</a>, que congrega 42 IEAs de universidades de todos os continentes, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> destacou que uma das propostas desses institutos é aumentar a porosidade de suas universidades, criando canais de comunicação e envolvendo o tecido dessas instituições. “Cátedras como a Olavo Setubal são essenciais para essa porosidade.”</p>
<p>Plonski relacionou o perfil da cátedra e seu patrono. Para ele, assim como Olavo Setubal foi empreendedor, industrial, banqueiro, prefeito e chanceler, é natural que a cátedra trate simultaneamente de arte e ciências com os novos titulares.</p>
<p><strong>Educação cultural</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a>, diretor do Itaú Cultural, instituição parceira do IEA na cátedra e sua patrocinadora, destacou a importância dos dois novos titulares em seus campos de atuação: “Paulo é o mais importante curador vivo brasileiro das artes visuais; Helena é uma cientista que entende a importância de a pesquisa se aproximar da sociedade”. Ao nomear os dois como titulares, a cátedra demonstra sua preocupação com “as relações entre ciência e sociedade e com a educação cultural”, acrescentou.</p>
<p>Mesmo considerando importante a democratização do acesso à arte e à cultural em geral, Saron afirmou que é preciso haver uma reorganização em busca de um novo paradigma, no qual “a democratização não pode prescindir da participação”.  Em consonância com esse pensamento, ele lembrou que o artigo 27 da “Declaração dos Direitos Humanos” define como um direito a participação de toda pessoa na vida cultura, inclusive no progresso científico.</p>
<p>A educadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/neca-setubal" class="external-link">Maria Alice Setubal</a> representou a família de Olavo Setubal na cerimônia. Ela disse ser muito significativa a escolha de Herkenhoff com um dos titulares, ressaltando a atuação de seu pai como colecionador de arte. Também no caso da nomeação de Helena como nova titular, Maria Alice viu uma confluência com as preocupações de Olavo Setubal: “Num momento em que o conhecimento é tão desqualificado, é muito significativo que a cátedra eleja a questão da ciência como uma de suas preocupações. Meu pai era muito iluminista. No entanto, não valorizava qualquer conhecimento, e costumava dizer que ‘ética é inegociável’. Portanto, estamos falando aqui de conhecimento e valores.”</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-alice-setubal-28-3-2019/image" alt="Maria Alice Setubal - 28/3/2019" title="Maria Alice Setubal - 28/3/2019" height="380" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maria Alice Setubal representou a família do patrono da cátedra</dd>
</dl>Assim como os demais oradores, Maria Alice elogiou o trabalho desenvolvido pela educadora e ativista cultural e social <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, diretora da <a class="external-link" href="https://redesdamare.org.br/">Redes da Maré</a>, em seu período como titular da cátedra, encerrado com a posse dos novos titulares. Mesmo com o término de sua titularidade, Eliana continuará atuando no IEA, a partir de agora como professora visitante, o que lhe permitirá dar continuidade aos projetos desenvolvidos em 2018 e início de 2019.</p>
<p>Coube à bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/regina-pekelmann-markus" class="external-link">Regina Pekelmann Markus</a>, professora do Instituto de Biociências e conselheira do IEA, fazer o discurso de saudação a Helena Nader. A fala de Regina foi apresentada em vídeo, uma vez que ela estava fora do país. Elas são amigas desde 1967, quando ingressaram no curso da bioquímica da então Escola Paulista de Medicina, hoje Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde Helena é professora titular desde 1989.</p>
<p>Regina destacou a dedicação de Helena à pesquisa – ela é uma das maiores especialistas do mundo em heparina e heparan sulfato, substâncias produzidas pelo tecido animal importantes na anticoagulação e processos de desenvolvimento.</p>
<p><strong>Liderança acadêmica</strong></p>
<p>A atuação de Helena como liderança acadêmica também foi frisada por Regina, lembrado que esse papel “a levou a se tornar pró-reitora de Graduação e ao enfrentamento de inúmeras dificuldades para criar o exame vestibular da Unifesp”.</p>
<p>Disse ainda que Helena “assumiu a causa da política científica e tecnológica brasileira” quando surgiu um movimento em busca de novas lideranças na SBPC, sendo eleita vice-presidente da instituição em 2007, a partir de indicação da própria Regina. Helena foi vice-presidente por dois mandatos, até 2011, e em seguida foi eleita presidente da SBPC, por três mandatos (2011-2017).</p>
<p>Bastante emocionada com as palavras de Regina, Helena lembrou a preocupação do cientista e novelista britânico Charles Percy Snow nos anos 50 com a divisão da vida intelectual entre uma cultura da ciência e outra das humanidades e das artes.</p>
<p>“No Iluminismo, o racionalismo passou a ver a ciência como o método correto de ver o mundo”, afirmou. No entanto, ela considera que as barreiras entre a ciência e a arte “estão deixando de existir, pois há apenas um mundo lá fora”.</p>
<p>Um dos vários trabalhos de diálogo entre ciência e arte citados por Helena foi o da psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999) no “tratamento humanizado” de portadores de doenças psíquicas por meio da produção artística. “Ela usou a arte como resposta ao sofrimento psíquico”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helena-nader-e-paulo-herkenhoff-28-3-2019/image" alt="Helena Nader e Paulo Herkenhoff - 28/3/2019" title="Helena Nader e Paulo Herkenhoff - 28/3/2019" height="296" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">Helena Nader e Paulo Herkenhoff: parceria entre ciência e arte</dd>
</dl></p>
<p><strong>Tríade</strong><br />Para Helena, a ciência e a arte devem ser completadas pelo direito de todos à educação, “para que se forme uma tríade em favor de um mundo solidário e justo”.</p>
<p>A promoção da inter e da transdisciplinaridade em iniciativas como a Cátedra Olavo Setubal é de suma importância para o Brasil, disse Helena, ainda mais num momento em que “se questiona a ciência e o desenvolvimento intelectual, fala-se em terraplanismo, há uma negação dos corpos e um pseudomoralismo nas artes a partir de valores não compartilhados”. A seu ver, “estamos diante do desafio de enfrentar uma cultura hegemônica e totalitária que não aceita a diversidade”.</p>
<p>Paulo Herkenhoff foi saudado pelo economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-chrysostomo-de-oliveira-filho" class="external-link">Luiz Chrysostomo</a>, conselheiro do Museu de Arte do Rio (MAR), concebido por Herkenhoff, que também foi o primeiro diretor da instituição (2013-2016). Ele falou sobre a intensidade, método, interesses e preocupações do catedrático em seus trabalhos em várias áreas ligadas às artes visuais desde os anos 70.</p>
<p>Chrysostomo relembrou diversas realizações de Herkenhoff que marcaram o panorama artístico brasileiro, como a curadoria-geral da 24ª Bienal de São Paulo (1998), também conhecida como a “Bienal da Antropofagia", e a restauração e revitalização do Museu Nacional de Belas Artes, quando foi seu diretor (2003-2006).</p>
<p>Além do trabalho como gestor e curador, Chrysostomo destacou ainda a atuação de Herkenhoff no resgate de artistas concretistas e da contribuição de vários modernistas e contemporâneos, o trabalho com várias coleções e a produção de obras de crítica e história da arte. “Só nos últimos 20 anos foram cerca de cem publicações sobre pintura, desenho, fotografia, escultura, mobiliário e instituições.”</p>
<p>“Aos 70 anos, só me interessa o que não sei. Tenho pouco tempo para o que sei. Isso é uma oportunidade para desenvolver o diálogo”, disse Herkenhoff no início de seu discurso, acrescentando que seu trabalho na cátedra em parceria com a ciência já começou: “Estou terminando um livro sobre o estilo do pintor Fernando Lindote, mas, depois de uma conversa com Helena, vou ter de reescrever um capítulo”.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eliana-sousa-silva-28-3-2019/image" alt="Eliana Sousa Silva - 28/3/2019" title="Eliana Sousa Silva - 28/3/2019" height="377" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eliana Sousa Silva continuará a desenvolver projetos ligados à cátedra</dd>
</dl></p>
<p><strong>Nova barbárie</strong></p>
<p>Herkenhoff classificou o período atual do país como uma nova barbárie. “É preciso se preparar e reagir a ela.” A partir de dois sentidos usuais do verbo “conter”, ele disse que o momento exige respostas à pergunta “o Estado pode conter o indivíduo, a sociedade civil?”.</p>
<p>Para ele, o Estado não pode impedir a busca da igualdade, a criação simbólica e o pensamento científico, bem como não pode abranger os sonhos dos indivíduos e da sociedade: “O Estado não pode conter o que a sociedade pensa.”</p>
<p>Em relação à Lei Rouanet, ele defendeu a descentralização geográfica dos patrocínios. “Acho que a descentralização via Pontos de Cultura não foi levada à sua plenitude no plano geográfico”. Em sua opinião, é preciso pensar em como aplicar distributivamente os benefícios da Lei Rouanet. Ele sugeriu a criação de um mecanismo no qual para cada centavo doado por uma empresa o Estado abateria mais um centavo para um fundo nacional, tendo em vista a redistribuição.</p>
<p>Em sua fala de despedida como titular, Eliana disse que ao ser convidada a integrar a cátedra ficou com dúvidas de como seria sua inserção no Instituto, mas que elas se dissiparam com acolhimento, abertura e colaboração que teve de todos, dirigentes da Universidade e do IEA, pesquisadores e funcionários.</p>
<p><strong>Periferia</strong></p>
<p>Ela lembrou que na primeira conversa que teve com o reitor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a>, este manifestou que uma de suas prioridades de gestão era buscar uma aproximação com as comunidades vizinhas à USP. “A periferia é potência e pode contribuir na reflexão sobre a relação da universidade com a sociedade”, afirmou Eliana.</p>
<p>Os três projetos encabeçados por ela que terão continuidade são: o ciclo Centralidades Periféricas, com seminários com artistas e produtores culturais das periferias de várias grandes cidades do país; o censo das comunidades Jardim São Remo, Jardim Keralux e Vila Guaraciaba; e a criação de uma plataforma digital para reunir toda a produção acadêmica da USP sobre a periferia.</p>
<p>Ao finalizar, Eliana disse esperar que sua contribuição com a cátedra colabore para que a USP “se torne mais negra e menos desigual”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vahan-agopyan-28-3-2019/image" alt="Vahan Agopyan - 28/3/2019" title="Vahan Agopyan - 28/3/2019" height="386" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Vahan Agopyan: ''As boas universidades incomodam porque estimulam as pessoas a pensar''</dd>
</dl><strong>Sociedade</strong></p>
<p>O reitor Vahan Agopyan destacou a importância de cátedras como a Olavo Setubal e outras existentes na universidade como instrumentos de interação com a comunidade externa à USP. “Estamos convivendo com ataques diários à universidade pública, gratuita e de qualidade. Precisamos ter o apoio da sociedade para que forças que se sentem incomodadas não tenham a ousadia que estão tendo no momento. Nós incomodamos sim. Todas as boas universidades do mundo incomodam, pois cometemos o grande crime de estimular as pessoas a pensar”, disse.</p>
<p>A ênfase a ser dada na educação como componente essencial para que o desenvolvimento artístico, científico e cultural do país - fator destacado nas falas de Eliana, Helena e Herkenhoff -, foi ressaltada por Agopyan num histórico resumido sobre a transformação de São Paulo de província pobre a estado líder do país economicamente.</p>
<p>Ele lembrou a criação de cursos técnicos com a implantação do Liceu de Artes e Ofícios e na Escola de Comércio no século 19, as faculdades de várias áreas que se somaram à de Direito, a criação da USP, da Fapesp, da Unesp e da Unicamp, além da autonomia financeira e administrativa conquistada pelas universidades estaduais do estado em 1989. “A elite paulista acreditou na educação como fermento para o desenvolvimento”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): primeira, Marcos Santos/Jornal da USP; demais, Fernanda Rezende/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-02T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp">
    <title>Participação feminina na ciência é tema de evento no IEA-RP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/participacao-feminina-na-ciencia-e-tema-de-evento-no-iea-rp</link>
    <description>Palestrante será a docente da UFRGS e diretora da ABC Marcia Barbosa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1011dba3-7fff-08d4-5323-709e40cdc390"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/10.10_Thas_ParticipaofemininanacinciatemadeeventonoIEARP.png/@@images/9f1e5e92-76ee-49f3-a58d-8e1273760b72.png" alt="" class="image-left" title="" />A presença de mulheres na ciência tem aumentado nas últimas décadas. Esse fato, no entanto, pouco tem impactado a participação feminina nos níveis mais altos das carreiras científicas. Para discutir as razões disso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) promove no dia 22 de outubro, às 15h, em seu Espaço de Eventos, a palestra </span><span><i>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</i></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e podem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/QrUSL4nCkyAMrg4L7"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcia Barbosa vai discutir por que o número de cientistas mulheres ainda é considerado pequeno e quais as razões da lentidão no aumento da presença delas nessa área. Segundo ela, a medida que as mulheres ocupam posições mais elevadas nas carreiras científicas, o percentual de participação diminui, fato conhecido internacionalmente como </span><span>efeito tesoura</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcia Cristina Bernardes Barbosa tem graduação, mestrado e doutorado em Física pela UFRGS. Foi vencedora do Prêmio Internacional L'Oréal-Unesco Para Mulheres na Ciência (categoria Ciências Físicas) e do Prêmio Cláudia (categoria Ciências) por seus estudos sobre anomalias da água. Atualmente, além de docente da UFRGS, é diretora da Academia Brasileira de Ciências (ABC).</span></p>
<p><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span> ou (16) 3315 0368.</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><b>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</b><br /><i>22 de outubro, 15h<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://forms.gle/QrUSL4nCkyAMrg4L7">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T15:15:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-28-da-revista-tempo-do-mundo">
    <title>  Parceria entre IEA e Ipea, nova edição da revista Tempo do Mundo aborda políticas de CT&amp;I</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-28-da-revista-tempo-do-mundo</link>
    <description>Lançamento da edição 28 será no dia 19 de julho, às 14h</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6752f2cf-7fff-0317-c506-a04968a798fc"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>No dia 19 de julho, às 14h, acontecerá o lançamento da edição 28 da revista </span><a href="https://www.ipea.gov.br/revistas/index.php/rtm"><span>Tempo do Mundo</span></a><span>. Com o tema  "As dimensões internacionais das políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação", a publicação é resultado do acordo de cooperação técnica firmado entre o IEA e o </span><span>Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (</span><span>Ipea) em novembro de 2021. O evento será online, com transmissão ao vivo no </span><a href="https://www.youtube.com/c/agenciaipea/featured"><span>canal do Ipea no Youtube</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A edição 28 foi coordenada por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a><span>, diretor do IEA, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-pfeifer">Alberto Pfeifer</a><span>, <span>coordenador-geral do Grupo de Análise de Estratégias em Defesa, Segurança e Inteligência/ Ciência, Tecnologia e Inovação e Relações Internacionais (DSI/USP).</span></span></p>
<div><span>No evento, autores e coautores da edição farão exposições sobre os temas de seus artigos. A revista é uma publicação quadrimestral da </span><span>Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte) do Ipea</span><span>.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<p dir="ltr"><span>Segundo os coordenadores da edição, o desenvolvimento e a expansão de CT&amp;I se beneficiam do contato e da escala propiciados pelas interações externas. "Quanto mais internacionalização, maior e melhor será o avanço de CTI de um determinado país."</span></p>
<p>Os realizadores do evento são a Dinte, o IEA e o Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT-USP).</p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Confira a programação:</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><span><strong><span>Coordenador</span></strong></span></span></p>
<ul>
<li> <span>Pedro Silva Barros – Editor da Revista Tempo do Mundo<br /><br /></span></li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><span><strong><span>Abertura</span></strong></span></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Paulo Jacinto – Diretor de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte/Ipea)</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Pedro Silva Barros – Editor da Revista</span><span> Tempo do Mundo</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Guilherme Ary Plonski – Diretor do IEA</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Alberto Pfeifer – <span>Coordenador-geral do Grupo de Análise de Estratégias em Defesa, Segurança e Inteligência/ Ciência, Tecnologia e Inovação e Relações Internacionais (DSI/USP)</span></span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Marcos Pinto – Diretor do Departamento de Empreendedorismo Inovador do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Luiz Davidovich – Professor Emérito do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IF/UFRJ)</span></p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><span> Palestrantes</span></strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Iara Leite –</span><span> Professora Adjunta do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Adriana Bueno – Analista na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Cristina Elsner – Gerente de Educação e Pesquisa do Escritório do Departamento de Educação do Governo Australiano no Mercosul</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Gabriela Gomes Coelho Ferreira – Doutora em Relações Internacionais (IRI/USP)</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Luis Fernandes – Professor do Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Cel. Eduardo Migon – Assessor sênior do Comando Militar do Sudeste. Pesquisador sênior/Akva Consultoria Empresarial. Docente do PPG Ciências Militares/Instituto Meira Mattos.</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Cel. Flávio Neri Hadmann Jasper - Professor permanente do corpo docente da pós-graduação da Universidade da Força Aérea (Unifa)</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Fabrício Neves – Presidente da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias (Esocite). Docente do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB)</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Pedro Cavalcante – Especialista em políticas públicas e gestão governamental na Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest)</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>Felipe Vella Pateo – Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília</span></p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong><span>Debatedores</span></strong></span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Guilherme Ary Plonski – Diretor do IEA</span></p>
</li>
</ul>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Alberto Pfeifer – <span>Coordenador-geral do Grupo de Análise de Estratégias em Defesa, Segurança e Inteligência/ Ciência, Tecnologia e Inovação e Relações Internacionais (DSI/USP)</span></span></p>
</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-07-14T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/para-alem-da-torre-de-marfim-difusao-cientifica-e-legitimidade-universitaria">
    <title> Para além da torre de marfim: difusão científica e legitimidade universitária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/para-alem-da-torre-de-marfim-difusao-cientifica-e-legitimidade-universitaria</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-3dd03862-7fff-e3a2-9528-25d719edd7fb"><span>A pandemia de covid-19 e as trágicas consequências do negacionismo científico visto em alguns setores da sociedade deixaram explícita a importância da comunidade acadêmica e de instituições ligadas à ciência estarem próximas da população por meio da divulgação de suas pesquisas e da conscientização sobre seu papel fundamental no desenvolvimento do país.</span></span></p>
<p><span><span>Os palestrantes </span></span><span>vão traçar um panorama da difusão científica e do papel da comunicação na legitimação da universidade perante a sociedade, além de mostrar exemplos práticos de difusão científica e também os impactos da desinformação.</span></p>
<p><span><strong>Debatedores</strong></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-c744cd9e-7fff-6136-640f-28c21ce5c6a7"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><span>Kleber Del Claro (UFU)<br /></span><span>Leonardo Rezende (FEARP/USP)<br /></span>Wasim Syed (União Pró-Vacina/Vidya Academics)</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Mediador</strong></p>
<p dir="ltr"><strong> </strong>Flávio Martins (<span>CRID)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-18T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-explodiu-bolhas-e-auxiliou-na-propagacao-da-divulgacao-cientifica">
    <title>Pandemia explodiu bolhas e auxiliou na propagação da divulgação científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pandemia-explodiu-bolhas-e-auxiliou-na-propagacao-da-divulgacao-cientifica</link>
    <description>Integrantes de iniciativas de difusão da ciência comentam importância deste feito para a sociedade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8946fcdb-7fff-b42b-0769-d2725f44d6cd"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/divcientif.png/@@images/18249f18-3bdf-4541-aa1f-9b4267c7612b.png" alt="" class="image-left" title="" />A divulgação científica passou a ter um papel ainda mais relevante na sociedade com a pandemia de covid-19. Cientistas passaram a ocupar espaço em todos os tipos de mídia, até mesmo em bancadas de telejornais. Nesse último ano, o tema também se destacou na pauta do USP Analisa e volta novamente a partir desta semana, em uma entrevista em duas partes, desta vez com a professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto Carolina Aires, o integrante do projeto de divulgação científica Ilha do Conhecimento Robson Amaral e o integrante do projeto de divulgação científica Vidya Academics Wasim Syed.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Robson destaca que atualmente a própria sociedade começa a se interessar pelo que os cientistas fazem, apesar de um distanciamento historicamente construído. “Ainda hoje se você joga no Google ‘cientistas’, você vai ver aquela imagem muito caricata, que sempre vai ser um estereótipo de alguém de branco, que faz alusão ao jaleco, dentro de um laboratório. A pandemia foi uma brecha que a gente encontrou para melhorar essa conversa e mostrar para a sociedade o que realmente o cientista faz dentro do laboratório e, mais ainda, quem financia a pesquisa, que é a sociedade”, diz Robson.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Carolina explica que muitas iniciativas de divulgação científica durante a pandemia vieram do inconformismo dos cientistas em receber tantas fake news ao mesmo tempo. "Eles perceberam que adaptando, usando analogias para explicar conceitos complexos, eles conseguem ser ouvidos e entendidos, que isso tem uma repercussão. Porque a gente está acostumado a falar. Fala o tempo inteiro. Mas o falar simples é que é difícil, o falar para alguém que não faz parte da sua bolha. E a pandemia meio que explodiu as bolhas”, afirma a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Wasim, embora grande parte das fake news sobre covid-19 já tenha sido esclarecida, o conteúdo ainda encontra dificuldades para chegar à população. Além de barreiras cognitivas, o contexto político e social também pode funcionar como bloqueio. “No momento em que você tem um governo que tem disseminado muitas fake news, fica difícil para a população saber o que é verdade ou o que é mentira. E quando você tem uma desestabilização das instituições que são os vetores da ciência, por exemplo, a Anvisa, ou outras instituições, como o Ministério da Educação, a gente perde totalmente a credibilidade para conversar com a população”, alerta ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (5), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (9), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-05T04:33:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-jornada-indigenas">
    <title>Pajé Dua Busẽ e Ernesto Neto tratam de conexões de povos indígenas com arte, física e política</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-jornada-indigenas</link>
    <description>Os 15º e 16º encontros da Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral serão nos dias 7 e 8 de novembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Dua-Buse-300x200-Agancia-Ophelia.jpg/image" alt="Dua Busé" title="Dua Busé" height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O pajé Dua Busẽ</dd>
</dl><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Ernesto_Neto_Warburg1866-wikimedia-300x200.jpg/image" alt="Ernesto Neto" title="Ernesto Neto" height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O artista Ernesto Neto</dd>
</dl>O líder indígena </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dua-buse" class="external-link">Dua Busẽ</a><span> e o artista plástico </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ernesto-neto" class="external-link">Ernesto Neto</a><span> serão dois dos expositores dos 15° e 16° encontros da </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></i><span>, que acontecem nos dias 7 e 8 de novembro, às 14h, no IEA. As atividades são abertas ao público e com </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a><span> pela internet.</span></p>
<p dir="ltr">O pajé Dua Busẽ integrará a mesa do dia 7, <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-15" class="external-link">História e Mito: os Povos Huni-Kuin e Guarani</a></i>. O índio da etnia huni-kuin é uma liderança entre as sociedades indígenas brasileiras. Considerado o maior pajé vivo nas margens do rio Jordão, no Acre, aos 86 anos ele propõe, como projeto de sociedade, que os jovens sejam envolvidos na produção de um imaginário a partir dos mitos principais do panteón: para ele, a juventude deve abraçar o universo simbólico de que é herdeira, sem reprimir sua curiosidade com as tecnologias e a <span>contemporaneidade.</span></p>
<p>Seguindo esta proposta, os huni-kuins pretendem guardar sua memória em nuvem, na internet, a fim de preservá-la, além de divulgá-la como uma forma de aprendizado para os adolescentes indígenas. Maior etnia do Acre, o povo huni-kuin é formado por mais de cem aldeias, distribuídas em doze terras indígenas que totalizam mais de 13 mil pessoas.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Sobre a jornada</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><i>A <i>Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</i> é uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o <a class="external-link" href="https://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>) e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a> da USP.</i></p>
<p><i>O programa da disciplina foi formulado pelos dois titulares da Cátedra em 2019: o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp. A intenção é promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos. <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vT4VZPz0femDuLIGBtEMzMX0EKz1H63807TYWYmo6wZnPBdDEMZ43c6xgf0pMB0l61ESa80DgK8OvRV/pub">Veja o programa completo</a></strong>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O líder indígena e cineasta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-papa" class="external-link">Carlos Papá</a>, um liderança guarani, falará sobre sua etnia, que tem ampla presença na América do Sul, abrangendo o Sudeste e o Sul do Brasil, a Bolívia, o Paraguai, a Argentina e o Uruguai. Três aspectos fundamentais da identidade guarani serão discutidos: a “alma” (ava ñe'ë) e a língua; os ancestrais míticos; e o conjunto de costumes e mitos que regulam a vida social.<br /><br />Além de Dua Busẽ e Papá, participarão da mesa de debate o cineasta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaz/zezinho-yube" class="external-link">Zezinho Yube</a>, o artista plástico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoax/xadalu" class="external-link">Xadalu</a>, e as antropólogas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-manuela-ligeti-carneiro-da-cunha" class="external-link">Manuela Carneiro da Cunha</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elsje-maria-lagrou" class="external-link">Elsje Maria Lagrou</a>. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-dantes" class="external-link">Anna Dantes</a>.<br /><br /><strong>16º encontro</strong><br /><br />No dia seguinte, os expositores da mesa <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-16" class="external-link">Escultura, Física e Política para as Mitologias Indígenas</a></i> vão analisar a trajetória do escultor Ernesto Neto, que estará presente no debate. Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a>, responsáveis pelo programa e titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, que organiza a jornada, Ernesto Neto tem buscado em sua obra “as relações de alteridade, saberes femininos e, agora, a visão cosmogônica de algumas sociedades indígenas”.<br /><br />Os homenageados do 16º encontro serão Darcy Ribeiro e Berta Ribeiro. O casal representou, para Nader e Herkenhoff, “um salto epistemológico no conhecimento da riqueza cultural das sociedades indígenas do Brasil”. Ao estudarem esses povos, focaram em suas manifestações simbólicas, carregadas de valor estético.<br /><br />No debate, Herkenhoff e os pesquisadores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a> (via Skype) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-alberto-rezende-de-oliveira" class="external-link">Luiz Alberto Rezende de Oliveira</a> acompanharão Ernesto Neto. Helena Nader será a moderadora.</p>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p><strong>JORNADA RELAÇÕES DO CONHECIMENTO ENTRE ARTE E CIÊNCIA: GÊNERO, NEOCOLONIALISMO E ESPAÇO SIDERAL</strong><br /><strong>15º Encontro - História e Mito: os Povos Huni-Kuin e Guarani</strong><br /><i>7 de novembro, 14h</i><br /><strong>16º Encontro - Escultura, Física e Política para as Mitologias Indígenas</strong><br /><i>8 de novembro, 14h<br />Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /><i>Eventos gratuitos e abertos ao público - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Páginas dos eventos: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-15" class="external-link">15º Encontro</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-16" class="external-link">16º Encontro</a></i></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Agência Ophelia (Cedida pelo Itaú Cultural) e Warburg 1866/ Wikimedia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-25T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/genero-sexualidade-e-arte">
    <title>Os princípios do Neoconcretismo e o pensamento de Mário Pedrosa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/genero-sexualidade-e-arte</link>
    <description>No dia 17 de outubro, realizou-se o encontro , “Muito além de ‘Paulistas e Cariocas’ — Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil”, 11° evento da "Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mario-pedrosa-1975/image" alt="Mário Pedrosa - 1975" title="Mário Pedrosa - 1975" height="555" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O crítico Mário Pedrosa em foto de 1975 durante exposição de Frans Krajcberg  no Centro Nacional de Arte Contemporânea, em Paris (do livro ''Mário Pedrosa - Primary Documentos'' [veja link para a íntegra abaixo], publicado pelo MoMA em 2015)</dd>
</dl></p>
<p>O edifício teórico do Neoconcretismo, “primeiro movimento brasileiro a contribuir com o cânone da arte do século 20”, segundo o curador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a>, e a atuação do crítico Mario Pedrosa até os anos 60 foram os principais temas discutidos no encontro <i>Muito além de “Paulistas e Cariocas”: Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil</i>, no dia 17 de outubro, dentro da <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a>.</p>
<p>O evento teve também duas visões científicas relacionadas com o Neoconcretismo: o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira no Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro, na cidade do Rio de Janeiro, e o uso da topologia geométrica na descrição de obras de arte.</p>
<p>Herkenhoff, que é também crítico e historiador da arte, tratou das especificidades e princípios do Neoconcretismo postulados em textos de Mário Pedrosa, Ferreira Goulart, José Guilherme Merchior, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape e Amilcar de Castro.Além de Herkenhoff, foram expositores a curadora  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-ferreira">Glória Ferreira</a>, o patologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a> (diretor do IEA) e o matemático <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/washington-marar">Washington Marar</a>. A coordenação foi da bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader">Helena Nader</a>. Herkenhoff e Nader são os titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> em 2019.</p>
<p>Segundo ele, o princípio de permanente investigação do movimento está sintetizado no “<a href="https://icaadocs.mfah.org/icaadocs/THEARCHIVE/FullRecord/tabid/88/doc/1091374/language/en-US/Default.aspx" target="_blank">Manifesto Neoconcreto</a>” e na “<a href="https://monoskop.org/images/b/b3/Gullar_Ferreira_1959_1977_Teoria_do_nao-objeto.pdf" target="_blank">Teoria do Não Objeto</a>” (1960), ambos escritos pelo poeta Ferreira Gullar em 1959.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-11-12-encontros" class="external-link">Encontros exploram os movimentos artísticos brasileiros e seus aspectos construtivos</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/muito-alem-de-201cpaulistas-e-cariocas201d-mario-pedrosa-e-pontos-extremos-da-modernidade-no-brasil" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/muito-alem-de-201cpaulistas-e-cariocas201d-mario-pedrosa-e-pontos-extremos-da-modernidade-no-brasil-17-de-outubro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Livro</strong></p>
<ul>
<li>"<a class="external-link" href="https://www.moma.org/momaorg/shared/pdfs/docs/publication_pdf/3232/Pedrosa_PREVIEW.pdf?1456334850">Mário Pedrosa - Primary Documents</a>", organizado por Glória Ferreira e publicado pelo MoMA em 2015</li>
</ul>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link">Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O aspecto da observação semântica do quadro, do quadro como objeto, também estava presente nas formulações de Gullar, afirmou.  Em 1958, um texto do poeta sobre Lygia Clark foi o primeiro sobre um artista abstrato geométrico que dá conta da especificidade dos meandros do seu pensamento plástico, segundo o curador: “Ele diz que, semanticamente, o quadro de Lýgia permaneceu no oposto da obra de Mondrian, ficando vinculado a um vasto contexto dos sinais”, ao passo que no artista suíço há o “isolamento semântico do quadro, a consciência do quadro como espaço vazio de espaço pictórico”.</p>
<p>Herkenhoff disse discordar de Lorenzo Mammì quanto a ser a posição definitiva de Pedrosa a de que os paulistas seriam artistas da sabença e os cariocas artistas da intuição, manifesta no artigo “<a href="http://icaadocs.mfah.org/icaadocs/THEARCHIVE/FullRecord/tabid/88/doc/1085056/language/en-US/Default.aspx" target="_blank">Paulistas e Cariocas</a>”, publicado em 1957 no” Jornal do Brasil”. “Essa análise de Pedrosa serviu de alerta para os artistas neoconcretistas, que passaram a escrever.”</p>
<p>“Na 4ª Bienal de São Paulo,  no final de 1957, Pedrosa já está tentando entender os movimentos da arte brasileira e vai operar as alterações que os neoconcretistas já apresentavam, mantendo o luminoso Volpi como uma referência nessas transformações, contra aquilo que mais tarde diria numa avaliação do processo canônico do Concretismo: 'Uma máquina de reproduzir quadros'.”</p>
<p>Outro aspecto fundamental para a caracterização do Neoconcretismo - também presente no Concretismo - comentado por Herkenhoff foi a do princípio da autonomia da arte. “Esse problema foi estudado por Pedrosa. Como bom trotskista, no artigo 'Vicissitudes do Artista Soviético', de 1966, ele considera que o artista na União Soviética precisava produzir uma arte oficial, não havia liberdade de criação; tampouco nos Estados Unidos, onde a arte havia se transformado em demanda do mercado.”</p>
<p>A ideia era de que no Terceiro Mundo os artistas teriam mais liberdade, pois não tinham um sistema de arte capaz de determinar o seu modo de produzir, de acordo com Herkenhoff.</p>
<p>Na experiência de Nise da Silveira com a produção artística de doentes mentais, ele vê o princípio da superação da desrazão, que "vai ser um foco importante da diferenciação do Neoconcretismo, com a convivência disso com a forma racional, num processo de desiquilíbrio afetivo" que tem a arte como meio de reequilíbrio.</p>
<p><dl class="captioned image-right" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-herkenhoff-17-10-2019/image" alt="Paulo Herkenhoff - 17/10/2019" title="Paulo Herkenhoff - 17/10/2019" height="300" width="300" style="text-align: right; " /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Paulo Herkenhoff</dd>
</dl></p>
<p>"Estamos nesse momento numa hipótese de que através do entendimento da psicologia, da psiquiatria e da psicanálise seria possível superar a questão da Gestalt, que é uma maneira mecanicista de reação do cérebro aos ditames da forma."</p>
<p>Para Herkenhoff, a defesa de Pedrosa de uma Teoria Afetiva da Forma em 1948 foi uma novidade em relação aos escritos de Nise da Silveira e outros que haviam trabalhado em hospitais psiquiátricos.</p>
<p>"Por sua vez, Lygia, nos trabalhos que chama de 'Descoberta da Linha Orgânica', em 1954, transforma o encontro da moldura e da tela num objeto único, com uma linha virtual de sombra na fresta. Uma linha de separação, mas que também é de encontro. Ela chama de linha orgânica, porque transforma todo o objeto num sistema de órgãos. Ao mesmo tempo, nessa linha de vazio está o ar que respiramos."</p>
<p>Nesse momento, afirma o curador, a arte é tida como uma necessidade vital, em relação com a vida, numa concepção própria de Trotsky, para quem "num momento de justiça, de superação da revolução, não haveria separação alienante entre arte e vida, entre cultura e vida".</p>
<p>Outro salto epistemológico produzido por Pedrosa deu-se a partir da leitura da filósofa americana Suzane Langer, de acordo com Herkenhoff.  "A chave seria entender que as artes não são vasos incomunicantes, mas sistemas de relações. Mais tarde, com a fenomenologia dos sentidos de Merleau-Ponty, vamos entender que os sentidos se comunicam."</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Sobre a jornada</i></h3>
<p><i>A Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral é uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o Itaú Cultural) e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a>da USP.</i></p>
<p><i>A iniciativa é uma homenagem ao professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, ex-diretor do IEA, editor da revista do Instituto desde 1989 e <span class="c2" style="text-align: justify; ">estudioso das interseções entre arte e ciência.</span></i></p>
<p><i><span class="c2" style="text-align: justify; ">A idealização e coordenação é dos titulares da c</span>átedra: o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp.</i></p>
<p><i>A intenção é promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos.</i></p>
<p><i>Ao todo, serão 19 encontros de agosto e dezembro, sempre às quintas e sextas-feiras, das 14h às 17h, com a participação de palestrantes e debatedores de diversos campos do conhecimento, líderes em suas áreas de atuação.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Gullar então diz no Manifesto Neoconcreto que "ninguém ignora que nenhuma experiência humana se limita aos cinco sentidos, uma vez que o homem reage como uma totalidade e na simbólica geral do corpo de Merleau-Ponty os sentidos se decifram uns aos outros".</p>
<p>O Neoconcretismo vai se propor como arte da sensorialidade mais completa, segundo o curador: infrassensorial em Clark, "voltada à interioridade"; suprassensorial em Oiticica, "com abertura para o além que está na vida social e na antropologia da cultura"; e plurissensorial em Lygia Pape, "a primeira que não se restringe ao léxico das artes visuais tradicionais, trabalhando com balé, música e vídeo".</p>
<p>Ele afirmou que a musicalidade da forma já estava presente no século 19 nas reflexões do filósofo britânico Walter Pater, para quem toda arte aspira à condição da música, questão que "reaparecerá em Adorno, Pedrosa e Oiticica.</p>
<p>A questão da música remete ao princípio da temporalidade complexa do Neoconcretismo: "Haveria uma assincronicidade, como também uma diacronia, além da dualidade espaço-tempo, marcada pela física de Einstein, mas vista como duração, a partir da filosofia de Bergson; Oiticica vai falar de trabalho sem tempo".</p>
<p>Em relação especificamente ao espaço, Herkenhoff afirmou que o movimento foi caracterizado pelo "primado do espaço, mas um espaço ativado".</p>
<p>Outra particularidade muito importante do movimento é a questão do não objeto. Na Teoria do Não Objeto de Gullar, a obra não deixa rastro, ela se configura no tempo da experiência, comentou. O exemplo citado por Herkenhoff é a obra "Caminhando" de Clark, que não é para ser observada, não é um espetáculo, é uma experiencia individual na qual corta-se com uma tesoura, no sentido longitudinal, uma fita de Möbius de papel.</p>
<p>Quanto à historicidade, do ponto de vista do Neoconcretismo, o artista é aquele que se coloca no contexto da história da arte, observando que a cultura é um conjunto de legados irresolutos, disse o curador. "O que vai interessar ao movimento é a história da arte no seu limite. O Mondrian que interessa é o dos problemas que lançou, mas não conseguiu resolver, porque a arte é infinita."</p>
<p>O Neoconcretismo não admite "heróis da forma", destacou Herkenhoff. "A história da arte não é um conjunto de formas a serem citadas, interpretadas, por que provindas de heróis da forma, sejam eles Von Doesburg ou mesmo Picasso." Para Pedrosa, o único herói é o artista inventor, que desdobra arranjos formais dos paradigmas, afirmou.</p>
<p>O princípio da isenção faz com que o movimento "pense a arte como uma episteme", no qual "a invenção não se arrima em padrões já feitos, em artistas consagrados". Pedrosa parece dizer, explicou Herkenhoff, que" a arte não é uma sucessão de ismos, mas um processo de conhecimento sujeito a questões dialéticas, mudanças, avanços, retornos."  O artista deve pensar na essência da criação e levar em consideração que "a noção de estilo foi substituído pela noção de styling, um conceito comercial para marketagem dos objetos".</p>
<p>O vazio também é um tema relevante para o Neoconcretismo. Herkenhoff leu trecho de carta que Clark enviou a Mondrian sobre a questão: "O homem não está só, ele é a forma e o vazio. Vem do vazio para a forma. Vida. E sai desta para o vazio pleno". Segundo o curador, isso é muito próximo de Lacan, "quando ele diz que o oleiro cria o vaso a partir do buraco".</p>
<p>Herkenhoff finalizou sua exposição falando do princípio da pós-modernidade presente no Neoconcretismo. Para ele, Pedrosa, em 1966, antecipou Lyotard em três ou quatro anos na questão do pós-moderno. "Naquele momento, Pedrosa lia Wittgenstein e fala sobre a ruptura do cânone moderno: 'Enquanto essa experiência histórica, estética, cultural pode ser explorada pelos artistas individuais, de modo fecundo, a arte moderna encheu toda nossa época com obras de autêntico valor. Agora, tudo indica que a experiência foi consumada'.”</p>
<p>Pedrosa acrescenta, de acordo com Herkenhoff, que “os artistas que negam a arte começam a nos propor, consciente ou inconscientemente, outra coisa. É um fenômeno cultural e mesmo sociológico inteiramente novo. Não estamos dentro dos parâmetros do que se chamou arte moderna. Chamaria isso de arte pós-moderna, para significar a diferença. Nesse momento de crise e de opção devemos optar pelos artistas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gloria-ferreira-17-10-2019/image" alt="Glória Ferreira - 17/10/2019" title="Glória Ferreira - 17/10/2019" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Glória Ferreira</dd>
</dl></p>
<p><strong>Visão da crítica</strong></p>
<p>Pedrosa tinha consciência que a crítica é um fenômeno histórico, por isso sempre questionou suas posições e atividade em cada momento histórico, de acordo com a curadora Glória Ferreira, professora da Escola de Belas Artes da UFRJ e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e organizadora do livro "<a class="external-link" href="https://www.moma.org/momaorg/shared/pdfs/docs/publication_pdf/3232/Pedrosa_PREVIEW.pdf?1456334850">Mário Pedrosa, Primary Documents</a>", publicado pelo Museu de Arte Moderna ((MoMA). de Nova York, em 2016.</p>
<p>Historiando sobre a carreira do crítico, ela destacou a intensa atividade política de Pedrosa nos anos 20 e 30. "Em 1933, proferiu a célebre conferência 'As Tendências S<strong>ociais</strong> da Arte e Käthe Kollwitz', onde estabeleceu a relação entre atualidade estética e arte social, não fundamentada em temas, mas nos próprios procedimentos artísticos. Para ele, arte de vanguarda e revolução social são indissociáveis."</p>
<p>Segundo a curadora, os interesses de Pedrosa em arte surgiram no MoMA, nos anos 40, quando esteve exilado nos Estados Unidos. "Ele ficou amigo de Calder [Alexander Calder, escultor americano] e escreveu sobre ele e Portinari."</p>
<p>"Mas é em 1945, de volta ao Brasil, que Pedrosa engaja-se de fato na atividade crítica, sem jamais abandonar a militância política e estabelecendo uma relação entre revolução social e arte de vanguarda."</p>
<p>Ainda naquele ano, funda o seminário Vanguarda Socialista e participa da criação da União Socialista Popular, com "a meta de criação de um grande partido socialista". No ano seguinte, cria uma seção de artes plásticas no “Correio da Manhã” e colabora também com o “Estado de S.Paulo” e a “Tribuna de Imprensa”.</p>
<p>Para Pedrosa, "a funcionalidade da arte é uma exigência da necessidade formal e criadora”, segundo Ferreira. “Contrapõe-se assim ao atrelamento da arte aos conteúdos sociais então em voga, defendendo em termos universais as possibilidades da arte e suas transformações."</p>
<p>Glória ressaltou que naquele período, são poetas e escritores como Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Sergio Milliet, Raquel Queiroz e Rubens Braga que exercem a crítica em geral. "Era uma crítica impressionista e comprometida com a afirmação nacional, embasada na defesa do moderno no sentido de liberar a sociedade brasileira do ranço colonial." No "Correio da Manhã", Pedrosa muda o tom do debate ao propor "uma visão da arte que integra a arte de doentes mentais e crianças e a arte primitiva", afirmou.</p>
<p>Em 1947, por ocasião de encerramento de exposição organizada pelo Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro, profere a conferência “Arte, Necessidade Vital”, onde afirma que "a atividade se estende a todos os seres humanos e não é mais a ocupação exclusiva de uma confraria especializada que exige diploma para nela se ter acesso". Também promove visitas ao centro, entre as quais as de Camus, Murilo Mendes e Léon Degand [primeiro diretor do MAM de São Paulo].</p>
<p>Ao lado desse trabalho com Nise, Pedrosa participa ativamente da discussão polarizada entre artistas e críticos, sobretudo de São Paulo e Rio de Janeiro, ocasionada pela abstração, disse Glória. "A oposição entre a estética figurativa e a abstrata é um dos momentos mais fortes desde a Semana de 22, com o debate ficando mais intenso em março de 1949, quando o MAM de São Paulo realiza a exposição 'Do Figurativismo ao Abstracionismo', proposta por Ciccillo Matarazzo. Depois houve uma exposição no Rio de Janeiro com obras do MAM paulista, do Masp e de colecionadores privados do Rio de Janeiro."</p>
<p>A exposição no Rio de Janeiro causou "brutal tomada de contato com questões que até aquele momento passavam ao largo", afirmou a curadora. Para o catálogo da exposição, Pedrosa escreveu texto "em defesa da arte moderna e da erradicação da arte de caráter social em prol de novas concepções estéticas".</p>
<p>"Ele era marcado pela Gestalt, com a qual teve contato em Berlim no final dos anos 20, e desenvolveu a tese da natureza afetiva da forma na obra de arte. Questões da Gestalt, com nuances, foram retomadas por Pedrosa em outros textos, sobretudo sob a influência da fenomenologia."</p>
<p>Uma questão central para Pedrosa, disse Glória, é a da autonomia da arte, "que considera surgir com força no cubismo de Braque e Picasso e com total afloramento em Kandinsky".</p>
<p>Glória ressaltou o espírito internacionalista do crítico - "mas sem descuidar das condições locais" - e seu clamor por originalidade e necessidade de renovação, "enfim, por uma atitude experimental". No projeto construtivo brasileiro, que "defendia como um projeto moderno, uma linguagem capaz de engajar todos os povos do mundo, foi crítico engajado, ao lado de Lygia, Oiticica, Pape e outros artistas".</p>
<p>A curadora destacou três textos sobre crítica de arte publicados por Pedrosa em sua coluna no "Jornal do Brasil", em 1957. "Reconhecido então como o grande crítico de arte do país, proclama em 'Um Ponto de Vista de Crítico' a visão da crítica baudelairiana, parcial, apaixonada, política, exigindo talvez um pouco mais de tolerância no Brasil caótico, informe e indiscriminado do período."</p>
<p>No segundo texto, ele fala sobre a importância de "distinguir a obra de arte - a ser isolada e apreciada em si mesma - da pessoa física e até mesmo psicológica do artista".</p>
<p>No último texto da série, reafirma as qualidades formais da obra e coloca-se contra qualquer enredo ou assunto, afirmou Glória. Além disso, "para bem apreciar e julgar, o crítico deve substituir o artista".</p>
<p>“Se para Baudelaire o problema do artista é substituir a Natureza pelo homem na fonte de criação, para Pedrosa, o problema do crítico é substituir o artista, isto é, o criador inconsciente ou pré-consciente ser substituído pela consciência da criação.”</p>
<p>Ela ressalvou, no entanto, que Pedrosa deixou de atentar ao crescente ingresso de textos de artistas no domínio do discurso da crítica e da história da arte, bem como à profunda relação entre a crescente reivindicação dos artistas de serem os intérpretes de sua própria obra e as transformações de linguagem na produção contemporânea.</p>
<p>Na época da 1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta, em novembro de 1959, no Rio de Janeiro, Pedrosa estava no Japão. Escreve vários textos sobre a arte japonesa e organiza a exposição sobre arquitetura brasileira “Do Barroco a Brasília” no Museu de Arte Moderna de Tóquio.</p>
<p>Num primeiro momento, parece haver um certo embaraço de sua parte em relação ao rompimento dos neoconcretos com os concretos, disse a curadora. "Gullar sempre enfatizou a importância de Pedrosa no desenvolvimento da arte brasileira e, em depoimento para filme de 2010, disse, de forma bem-humorada, que o rompimento com o concretismo se deu na ausência de Pedrosa: 'Nós demos o golpe. Foi por acaso, mas ficou como se fosse um golpe. Na ausência do papai grande, mudamos. Quando ele chegou, era outra coisa'.”</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-saldiva-17-10-2019/image" alt="Paulo Saldiva - 17/10/2019" title="Paulo Saldiva - 17/10/2019" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Paulo Saldiva</dd>
</dl></p>
<p><strong>Terapêutica</strong></p>
<p>Segundo o diretor do IEA, Paulo <strong>Saldiv</strong><strong>a</strong>, professor da Faculdade de Medicina da USP, Pedrosa não se conformava com o óbvio e questionava tudo. "Nise da Silveira também era uma inconformada e acaba indo para a arte por uma questão humanitária: não aceitava o tratamento que era dado aos pacientes psiquiátricos à época."</p>
<p>"Com ela, saiu o eletrochoque e entrou a palavra. Os pacientes receberam recursos para se expressar e Nise passou a ter contato com manifestações das coisas mais recônditas de suas almas."</p>
<p>Saldiva destacou a relação de Nise com o pensamento do psicanalista Karl Jung. “Jung deu uma surtada. O que o ancorava à realidade era a família e o trabalho. Ele reconhecia nos seus delírios símbolos que seus pacientes também relatavam.”</p>
<p>“Símbolos e formas geométricas como planos e círculos são coisas comuns na arquitetura e remontam ao paleolítico superior. A arte não é manifestação do espírito; ela faz parte do espírito e da evolução.”</p>
<p>Pode-se falar de uma “biologia evolutiva da arte”, de acordo com Saldiva. "A evolução dos hominídeos apostou no aumento da cabeça, que consome energia fornecida pela placenta em detrimento de outras partes do corpo. A cabeça aumentou de tamanho e o quadril ficou menor. A ocitocina, que causa euforia, acaba atuando também para espremer o útero e assim facilitar o parto."</p>
<p>O cérebro maior possibilitou mais conexões neuronais e assim, "há 75 mil anos, aconteceu a revolução cognitiva". Com ela, os objetos que antes eram produzidos só com preocupações utilitárias passam a apresentar também componentes estéticos, afirmou.".</p>
<p>Em relação à pintura, Saldiva disse que ela precedeu em muito a escrita e foi acompanhada pelo canto. “Verificou-se que onde as pinturas eram feitas nas cavernas eram também os lugares com melhor acústica.”</p>
<p>“Por que no tratamento psiquiátrico vai se buscar formas de comunicação ancestrais? Por que estimular a produção de arte?” Antes que os psiquiatras entendessem a importância disso, Pedrosa enxergou a arte como algo fundamental, por isso se associou a Nise."</p>
<p>Extrapolando para a importância da arte em outras situações de saúde, Saldiva disse que cirurgiões constataram haver menos infecções se há arte no ambiente de um hospital. “Quando se vê arte, a pressão arterial cai e aumenta a síntese do hormônio ocitocina, que tem efeito anti-inflamatório.”</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ton-marar/image" alt="Ton Marar - 17/10/2019" title="Ton Marar - 17/10/2019" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Washington Marar</dd>
</dl></p>
<p><strong>Topologia geométrica</strong></p>
<p>Washington Marar<strong>, </strong>professor do Instituto de Ciências Matemática e da Computação (ICMC) da USP e especialista em singularidade, fez uma apresentação sobre um tipo de geometria, a topologia geométrica. Ele mostrou como por meio dela é possível descrever a famosa obra “Unidade Tripartida” do suíço Max Bill, ganhadora do prêmio para escultura da 1ª Bienal de São Paulo, em 1951. Também comentou o aspecto topológico da obra “Caminhando” de Lygia Clark.</p>
<p>A topologia geométrica permite a representação da superfície de um elemento tridimensional em um modelo plano. O exemplo inicial explicado por ele foi de um cilindro, que ao ser seccionado tem sua forma indicada por um retângulo com notação de como foi feito o “corte” da superfície curva.</p>
<p>Outro exemplo descrito por ele foi como descrever topologicamente a fita de Möbius. Mostrou como a “Unidade Tripartida” é constituída de três fitas de Möbius fundidas.</p>
<p>Para situar a especificidade da topologia geométrica, Marar falou da geometria euclidiana, contida no tratado “Os Elementos”, escrito por Euclides por volta de 300 anos a.C, em Alexandria. Nele, o matemático grego reuniu tudo que se conhecia então sobre geometria e teoria dos números.</p>
<p>“Trata-se do livro mais traduzido e editado no mundo ocidental depois da ‘Bíblia’. Nele, Euclides criou o método dedutivo, que consiste em obter proposições a partir de asserções básicas e deduções lógicas. Procedimento que influenciou Newton e Espinosa, entre outros.”</p>
<p>Alguns dos exemplos de definições de Euclides mencionados por Marar foram o de ponto ("aquilo que não tem partes") e linha ("aquilo que tem comprimento, mas não tem largura, e cujas extremidades são pontos")</p>
<p>Na geometria, não importa a natureza dos objetos, mas sim como eles se relacionam. Ela se move da desordem para a ordem, com a preservação de propriedade métricas, ao passo que a topologia geométrica preserva as formas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): MoMA, livro "Mário Pedrosa - Primary Documentos; Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicanálise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neoconcretismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psiquiatria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-25T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole">
    <title>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - Desafios para o Planejamento e a Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>(lançamento de livro) - <a href="https://drive.google.com/file/d/19f_0QljFRct-bYbQLW0DrPqW_gTtQSgE/view?usp=sharing" rel="noopener noreferrer" style="text-align: justify; " target="_blank">Download</a></strong></p>
<p>O seminário em questão abarca apresentação de pesquisas consolidadas no âmbito do <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/97000/governanca-ambiental-da-macrometropole-paulista-face-a-variabilidade-climatica/">Projeto Temático FAPESP 2015/03804-9 </a>e que resultaram na publicação de livro homônimo que, em perspectiva interdisciplinar, traz a contribuições de 54 autores, de diversas instituições como USP, UFABC, ITA, UNESP, UNIFESP, UNB, UNESCO, entre outras.</p>
<div><span>Os participantes irão debater a importância da aproximação entre ciência e política para a tomada de decisão com foco nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e <span>refletir sobre é a contribuição subnacional para o acompanhamento das metas desses ODS no Estado de São Paulo.</span></span></div>
<div><span><span>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>
<div></div>
<p><span><span><strong>Abertura:</strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA USP)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(ICLEI/IEA/IEE/USP)</p>
<p class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-frey" class="external-link">Klaus Frey</a><span> (PGT/UFABC) </span></span></p>
<p class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruth-ferreira-ramos" class="external-link">Ruth Ferreira</a> (UFABC)</p>
<p class="visualClear"><span><strong>Debatedores:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a> (IEA e IO USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alice-junqueira" class="external-link">Alice Junqueira</a> (Climax Brasil)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-yumie-aoki-inoue" class="external-link"><span> </span><span>Cristina Yumie </span><span>Aoki Inoue</span></a> (UnB)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><strong>Mediadoras:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-oliveira-nusdeo" class="external-link">Ana Maria de Oliveira Nusdeo</a> (IEA e FD USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-canil" class="external-link">Katia <span>Canil</span></a> (UFABC)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-10T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil">
    <title>Os Desafios da Ciência no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O <span style="float: none; ">presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Luiz </span>Davidovich abordará o histórico da ciência no país, a função das universidades e centros de pesquisa, e o papel da ABC na institucionalização da ciência brasileira.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A conferência destacará também os avanços proporcionados pelo desenvolvimento científico em diversos setores, como o aeronáutico, petrolífero, alimentício e de biotecnologia, ressaltando o retorno do investimento em ciência para o país.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O professor discorrerá ainda sobre a importância das mulheres na pesquisa científica, a necessidade de uma educação básica de qualidade para a formação dos futuros cientistas, e as projeções para o avanço da ciência no Brasil.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-21T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/open-science-ja-provoca-impactos-no-brasil">
    <title>Open science já provoca impactos no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/open-science-ja-provoca-impactos-no-brasil</link>
    <description>Pró-reitor de Pesquisa fala ao USP Analisa sobre reflexos desse movimento no País e na USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/computer3233754_1280.jpg/@@images/b93619a8-748e-4747-8908-cb1d9cfed712.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Um movimento mundial busca tornar disponível de forma aberta tanto os dados resultantes de pesquisas quanto artigos científicos. Intitulado <i>open science</i> (em português, ciência aberta), esse movimento já está trazendo reflexos ao Brasil. A USP, por exemplo, deve lançar em breve um repositório próprio com dados, tabelas e imagens de trabalhos desenvolvidos por pesquisadores da universidade. Para falar sobre esse tema, o USP Analisa desta semana conversa com o pró-reitor de Pesquisa Sylvio Canuto e a docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP Ana Paula Tavares Magalhães Tacconi, que também é assessora da Pró-Reitoria de Pesquisa.</p>
<p>Segundo Canuto, a discussão no Brasil em torno da necessidade de ampliar o acesso a periódicos científicos de grande impacto deve-se ao fato de que as pesquisas, de onde resultam os artigos científicos, são financiadas com verbas públicas. “A questão aparece porque você utiliza essencialmente recursos públicos para fazer publicação e, portanto, existe a filosofia de que se o recurso é público, o acesso deve ser, portanto, público. Então essa questão colocada é preocupante num certo sentido porque quando as revistas colocam o acesso público, elas querem que alguém arque com a despesa. Então quem arcaria com essa despesa é uma questão que está em discussão no momento”, explica ele.</p>
<p>Outro ponto destacado por Ana Paula é a importância da adoção de códigos de conduta para integridade em pesquisa pelas universidades. “Do ponto de vista da instituição universidade, me parece muito importante para a uniformização das ações no sentido de uma política efetivamente de boas práticas. Porque essa é uma cultura, inclusive, que nós ainda estamos criando. É algo em construção. E do ponto de vista da comunidade acadêmica, tem um valor pedagógico importantíssimo. Porque isso viabiliza o acesso de docentes e estudantes e da comunidade em geral a formas de praticar ciência no sentido de multiplicar boas práticas científicas”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (22), às 18h05, com reapresentação no domingo (26), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Open science</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-22T19:16:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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