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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 91 to 105.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aquicultura-desafios-e-oportunidades-na-revolucao-azul-brasileira">
    <title>Aquicultura: Desafios e Oportunidades na Revolução Azul Brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aquicultura-desafios-e-oportunidades-na-revolucao-azul-brasileira</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A aquicultura, criação de animais e plantas aquáticas, é o meio de produção de alimento que apresenta maior taxa de crescimento em termos globais, uma vez que o pescado é um alimento reconhecidamente muito nutritivo para o homem e sua disponibilidade para extração no meio natural tem sido cada vez mais limitada. O Brasil possui produção significativa de aquicultura, embora seu enorme potencial ainda esteja para ser melhor explorado. A aquicultura oferece uma ótima oportunidade para uma maior participação da Universidade de São Paulo que, com seus diversos ativos de pesquisa, pode fazer diferença no desenvolvimento das criações aquáticas. O evento contará com representantes dos principais segmentos da aquicultura brasileira, entre estes, órgãos de governo, academia e indústria, a fim de discutir e aconselhar o presente e o futuro deste desenvolvimento na USP e no Brasil. Este evento faz parte dos seminários <strong><i>Strategic Workshops</i></strong> da Pró-Reitoria de Pesquisa.</p>
<p><span>Comissão Organizadora</span><span>: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a><span> (PRP) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-lemos" class="external-link">Daniel Lemos</a><span> (IO) </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-15T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/desastre-ambiental-de-mariana">
    <title>As lições do desastre ambiental de Mariana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/desastre-ambiental-de-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lama-em-bento-rodrigues-e-no-litoral-do-espirito-santo" alt="Lama em Bento Rodrigues e no litoral do Espírito Santo" class="image-inline" title="Lama em Bento Rodrigues e no litoral do Espírito Santo" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Bento Rodrigues (<i>no alto</i>) foi o primeiro lugar destruído pela lama,<br />que 16 dias depois chegou ao litoral do Espírito Santo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As primeiras notícias do rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco em Mariana no dia 5 de novembro indicavam a ocorrência de um desastre grave, mas faltavam informações sobre a real dimensão do acontecido.</p>
<p>Assim como em outros desastres ambientais em terra nos últimos tempos (região serrana, Angra dos Reis e Morro do Bumba no Rio de Janeiro; vale do Itajaí em Santa Catarina), a preocupação primeira foi (como só poderia ter sido) saber se havia e quantos eram os mortos, feridos e desabrigados.</p>
<p>Nos dias que se sucederam ao rompimento da barragem, à medida que eram contados os desaparecidos (ainda restam oito) e corpos eram localizados (13 até o momento) e a lama com rejeitos invadia o rio Doce e outros rios do vale e seguia em direção ao Espírito Santos, a sociedade brasileira se conscientizou da dimensão do maior desastre já acontecido no país e um dos maiores da história mundial.</p>
<p>Mais de um mês após o rompimento, e com a lama tendo atingido o litoral do Espírito Santo há mais de duas semanas, uma série de perguntas ainda estão sem respostas. O que causou o rompimento? Qual o grau de toxidade da lama? Quem efetivamente arcará com os custos das indenizações às famílias atingidas direta e indiretamente e da recuperação ambiental? Será possível um dia as áreas e ecossistemas afetados voltarem a ser o que eram? Se isso for possível, quanto tempo levará? Como serão a partir de agora a fiscalização, o monitoramento e os planos de contingência das barragens existentes e de outras que venham a ser construídas?</p>
<p>Para discutir essas e outras questões e contribuir com o debate que a comunidade científica, órgãos governamentais, ONGs e a imprensa travam sobre o desastre, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> realizou no dia 7 de dezembro o seminário <i>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação</i>.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/desastre-ambiental-da-samarco-impactos-e-recuperacao" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/desastre-ambiental-da-samarco-impactos-e-recuperacao-07-de-dezembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-do-desastre-ambiental-de-mariana-e-tema-de-seminario" class="external-link">As consequências do desastre ambiental de Mariana</a></li>
</ul>
<i> 
<hr />
Leia outras notícias</i><br /><i>sobre <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-meio-ambiente" class="external-link">meio ambiente</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Dele participaram cinco docentes da USP de diferentes áreas: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sánchez</a> (IEA e EP), que falou sobre os riscos das barragens de rejeitos; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Luiz Cortês</a> (ECA), com exposição sobre a dinâmica da tragédia; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a> (IEA, EACH e Procam-IEE), que dedicou sua fala aos impactos nos recursos hídricos; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IB), cujo tema foram os impactos nos ecossistemas; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a> (IEA, FE e Procam-IEE), que tratou dos impactos sociais do desastre.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luis-enrique-sanches" alt="Luis Enrique Sánchez" class="image-inline" title="Luis Enrique Sánchez" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Luis Enrique Sánchez</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Barragens</strong></p>
<p>Luiz Enrique Sánchez explicou que os rejeitos da mineração do ferro são constituídos de sólidos (principalmente partículas de quartzo) e água. Ele disse que são utilizados diversos materiais na construção das barragens, inclusive o próprio rejeito da mineração e que há três tipos de procedimento para elevação delas: acréscimo de novas camadas de material de forma perpendicular à base existente, acréscimo a jusante e acréscimo a montante (este é o considerado o mais frágil e foi empregado na barragem que se rompeu).</p>
<p>Sánchez disse que há centenas de barragens desse tipo pelo mundo e que, em tese, elas são projetas para serem seguras e permanente, "mas não são poucos os casos de rompimento".</p>
<p>Segundo ele, dos anos 60 aos 80, cresceu o número de minas exploradas e houve ampliação da produção de minérios. Com isso aumentou o número de rompimentos. “Há mais controle delas hoje em dia e ocorrem menos problemas, apesar de agora eles serem mais graves”.</p>
<p>De acordo com dados apresentados por ele, o pior acidente em termos de vítimas fatais (269) ocorreu em Svavo, na Itália, em 1985. Outro caso grave com centenas de mortes (254) aconteceu em Linfen, na China. No entanto, nos dois casos, o volume de rejeitos que vazou (250 mil e 280 mil m3, respectivamente) foi bem menor do que os 34 milhões de m3 liberados pelo rompimento da barragem da Samarco.</p>
<p>Sanches disse que o gerenciamento de riscos deveria compreender todas as fases de implantação de uma barragem, desde a fase de projeto até a fase de sua desativação. Ele destacou a necessidade de que se adotem revisões de projeto por terceiros e inspeções e auditorias também por terceiros.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-luiz-cortes" alt="Pedro Luiz Côrtes" class="image-inline" title="Pedro Luiz Côrtes" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Pedro Luiz Côrtes</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Impactos</strong></p>
<p>Para Pedro Luiz Côrtes, houve erro de avaliação das consequências de um eventual rompimento da barragem: "Não se imaginava que um eventual rompimento atingisse tamanha extensão, chegando a atingir o litoral do Espírito Santo".</p>
<p>Ele frisou que em termos ambientais, o desastre causou o assoreamento de vales e cursos d’água, eliminação de nascentes e morte de ecossistemas. Retirar a lama de áreas urbanas é difícil, mas nas áreas rurais esse trabalho é bastante mais difícil: "Nelas, a lama provoca impermeabilização, elimina a camada orgânica que existia e aumenta a acidez do solo."</p>
<p>Côrtes destacou que além dos ecossistemas no vale do Rio Doce, a lama também está afetando os ecossistemas marinhos no litoral do Espírito Santo, contaminando áreas de preservação e nascedouros de várias espécies.</p>
<p>No processo de recuperação ambiental, ele considera que o primeiro passo será tornar as águas mais limpas. No caso da vegetação, disse que a recuperação pode demorar mais de dez anos.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-paula-fracalanza-1" alt="Ana Paula Fracalanza" class="image-inline" title="Ana Paula Fracalanza" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ana Paula Fracalanza</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Água</strong></p>
<p>Ana Paula Fracalanza discutiu as consequências do desastre para os recursos hídricos da região, inclusive a mercantilização da água no fornecimento a comunidades e cidades atingidas pela contaminação do rio Doce e outros rios do vale. Ela destacou as dúvidas ainda existente sobre o grau de toxicidades dos resíduos, acrescentando que peritos da Organização das Nações Unidades identificaram altos níveis de metais pesados tóxicos e outros produtos químicos tóxicos na lama.</p>
<p>Ela mostrou-se mais pessimista que Côrtes quando ao tempo necessário para a recuperação ambiental da região, que no seu entender deve levar décadas, e caracterizou o contexto do desastre como típico da injustiça social em episódios dessa natureza, com o ônus recaindo sobre as populações de baixa renda e desavisadas, como ribeirinhos e pescadores.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcos-buckeridge" alt="Marcos Buckeridge" class="image-inline" title="Marcos Buckeridge" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Marcos Buckeridge</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Ecossistemas</strong></p>
<p>Para Marcos Buckeridge, vários ecossistemas atingidos são irrecuperáveis, com inúmeras perdas de espécies e até de classes (no mar). Destacou as dificuldades para a recuperação das matas ciliares devido ao longo prazo para crescimento das árvores (“o jatobá demora 25 anos para se reproduzir”).</p>
<p>Ele lembrou que os 700 km do rio Doce e afluentes correspondem a 1.400 km de margens cujas matas tem de ser recuperadas. Segundo ele, será preciso primeiro utilizar plantas que possam retirar metais pesados do solo e depois fazer germinar sementes de da mata a ser implantada. Ele disse ser necessário analisar a viabilidade da utilização das tecnologias de São Paulo e Minas Gerais para a recuperação de matas ciliares e possibilidade de espécies de outros lugares, como o sul da Bahia, serem plantadas.</p>
<p>Buckeridge também explicou as consequências da lama no ambiente marinho: o processo de fotossíntese das algas será prejudicando pelo turvamento da água e elas morrerão, bem como os animais do fundo do mar filtradores de água, que terão suas estruturas entupidas, e os recifes de rodolitos (compostos por algas calcárias), bastante sensíveis à acidificação do mar, também serão prejudicados.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedro-jacobi-2" alt="Pedro Jacobi" class="image-inline" title="Pedro Jacobi" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Pedro Jacobi</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Pessoas</strong></p>
<p>Pedro Jacobi enfatizou os impactos sociais do desastre, a partir de dados levantados na imprensa e outras fontes. Citou que das 207 casas do subdistrito de Bento Rodrigues, 80% foram destruídas. Comentou que 84% da população das áreas diretamente atingidas pela lama é negra e que depois de um mês do desastre quase a metade das famílias que perderam suas casas ainda tinham que viver em lugares improvisados.</p>
<p>Ele criticou o fato de a Assembleia Legislativa de Minas Gerais ter aprovado no dia 25 de novembro projeto de lei flexibilizando os procedimentos para a concessão de licença ambiental no estado, com efeito direto sobre os empreendimentos de mineração em Minas.</p>
<p>O projeto de lei (que ainda passara por comissão de redação antes de ser enviado para sanção pelo governador mineiro) prevê prazo máximo de seis meses para a concessão de licença ambiental, prazo que pode ser prorrogado por mais seis meses, caso o motivo de solicitação exija nos casos de exigência de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e de Relatório de Impacto Ambiental (Rima).</p>
<p>Jacobi reforçou o desafio de serem implantados mecanismos mais rigorosos de fiscalização de instalações como as barragens de rejeitos e maior punição a responsáveis por desastres. Defendeu também a adoção de novas formas de armazenagem dos rejeitos.</p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p>O seminário foi acompanhado por uma centena de pessoas na antiga Sala do Conselho Universitário e por cerca de 1.300 pessoas pela internet.  A grande quantidade de perguntas feitas pelos dois públicos aos integrantes da mesa no debate que se seguiu às exposições demonstra como o desastre de Mariana está mobilizando especialistas e não especialistas.</p>
<p>Algumas das principais questões debatidas foram: o fato de não haver nenhuma comprovação de que um eventual tremor de magnitude de 2 ou 3 tenha causado o rompimento da barragem, o risco à saúde no caso de exposição prolongada à poeira resultante da secagem da lama, a possibilidade de mudança nos cursos dos rios em função do assoreamento e a pertinência de serem mantidas comunidades como a de Bento Rodrigues a jusante das barragens, uma questão complexa, pois geralmente essas comunidades são anteriores à construção das barragens.</p>
<p>Outra questão que voltou a ser enfatizada no debate foi a questão do monitoramento. Falou-se que, do total de barragens existentes no Brasil, 5% são de rejeitos de mineração, sendo que apenas 5% destas são monitoradas (pelas próprias mineradoras) e não há sistemas como alarmes sonoros para avisar a população sobre eventuais acidentes.</p>
<p>A legislação sobre barragens de rejeitos foi outro tópico da discussão. Esclareceu-se que a legislação foi elaborada há mais de dez anos em razão dos rompimentos que estavam ocorrendo, especialmente em barragens de Minas Gerais. No entanto, de acordo com os especialistas, apesar de ter havido capacitação significativa de pessoas para o acompanhamento da atividade, sobretudo no Ministério Púbico mineiro, faltam condições operacionais para o trabalho fiscalizatório e coordenação entre as mineradoras e os agentes públicos.</p>
<p>Os expositores também demonstraram preocupação com as propostas em tramitação no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais que, segundo eles, fragilizam a legislação sobre mineração.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Senado Federal (Bento Rodrigues); Ministério do Meio Ambiente (litoral); Leonor Calazans (expositores)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-10T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/povos-indigenas-e-comunidades-locais-nos-diagnosticos-do-painel-da-biodiversidade-12-e-16-de-novembro-de-2015">
    <title>Povos Indígenas e Comunidades Locais nos Diagnósticos do Painel da Biodiversidade - 12 e 16 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/povos-indigenas-e-comunidades-locais-nos-diagnosticos-do-painel-da-biodiversidade-12-e-16-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-01T14:23:41Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana">
    <title>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A ruptura da barragem de rejeitos da Samarco é o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores já ocorridos no planeta. Essa é uma tragédia que se amplia a cada dia, gerando impactos nos recursos hídricos, nos ecossistemas terrestres e marinhos além de amplas consequências sociais. </span><span>Nesse encontro, pesquisadores da USP mostrarão, cientificamente, qual a gravidade desses impactos e indicarão o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao-30-de-novembro-de-2015">
    <title>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção - 30 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao-30-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jequitiba-rosa">
    <title>Projeto tentará salvar o jequitibá-rosa da extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jequitiba-rosa</link>
    <description>Iniciativa será lançada no IEA no dia 30 de novembro, às 14h30. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h2 style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">AO VIVO</a></h2>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A árvore mais antiga do território brasileiro é um jequitibá-rosa com mais de 3 mil anos de idade, 42 metros de altura e 11 metros de circunferência. A importância de Patriarca, como é chamado, não está só em suas medidas e idade. Ele é o símbolo de uma espécie ameaçada de extinção no país.</p>
<p>Para tentar mudar este cenário, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA, o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCF) e o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica lançarão, no dia <strong>30 de novembro</strong>, o projeto <i>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção</i>, <strong>às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jequitiba-rosa" alt="Jequitibá-Rosa" class="image-inline" title="Jequitibá-Rosa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Patriarca, a árvore mais antiga do Brasil, com 3 mil anos de idade</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No encontro serão definidas ações para traçar um panorama sobre a situação atual da espécie e identificar a localização das árvores remanescentes. Com base nos dados obtidos, o grupo que integrará a campanha definirá estratégias e possíveis parcerias que possam garantir a recuperação da espécie. O lançamento da iniciativa poderá ser acompanhado ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>Hoje na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, o jequitibá-rosa (<i>Cariniana legalis) </i>era<i> </i>abundante na Mata Atlântica quando aqui chegaram os portugueses. Ao longo dos anos, sua madeira foi usada em larga escala pela indústria brasileira. A árvore é símbolo dos estados de São Paulo e do Espírito Santo. Sua maior reserva está no Parque Estadual Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro. É lá que está Patriarca.</p>
<p><strong><span>PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR</span></strong></p>
<p>14h - <strong>Abertura e apresentação da campanha<br /></strong><span>José Pedro Costa (IEA/USP)</span></p>
<p>14h30 - <strong>Plano de Ação e Estratégia para Salvar o Jequitibá-rosa da Extinção</strong><br />Gustavo Martinelli (Centro Nacional de Conservação da Flora – CNCFlora-RJ)</p>
<p>15h15 – <strong>Painel</strong> <br />- <strong>Áreas de Remanescentes de Jequitibás</strong><br />Philippe Lisbonna  (FGV)</p>
<p>- <strong>Jequitibás e Negócios</strong><br />Warwick Manfrinato (IEA/USP)</p>
<p>- <strong>Manejo e Proteção dos Jequitibás<br /></strong><span>Expositor a confirmar</span></p>
<p><span>- </span><strong>Jequitibás e Mananciais<br /></strong><span>Luiza Eluf (<span>advogada, procuradora de Justiça de São Paulo aposentada)</span></span></p>
<p>16h – <strong>Discussão</strong></p>
<p>16h30 – <strong>A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e os Jequitibás-rosa</strong><br />Clayton Lino (CNRBMA)</p>
<p>17h – <strong>Manifestação dos Presentes/ADESÃO</strong></p>
<p>17h30 – <strong>Encerramento</strong></p>
<hr />
<p><strong><i><i>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção<br /></i></i></strong><i>Dia 30 de novembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo.<br /></i><i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">internet</a>.<br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-19T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jequitibas">
    <title>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jequitibas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O gigante da mata atlântica está ameaçado de extinção. A ameaça ao jequitibá-rosa, <i>Cariniana legalis</i> - deriva exatamente das suas qualidades. Boa madeira para interiores de construção, móveis, brinquedos, salto de sapato, até lápis. Sua diversidade de uso a extinguiu em estados onde era abundante como Pernambuco, onde há registro de que o último exemplar foi avistado em 1952(¹). No estado de São Paulo há ainda sítios com vários indivíduos, estando o maior deles protegido desde 1970, quando foi criado o Parque Estadual de Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro. Lá temos o mais velho exemplar de jequitibá-rosa do Brasil, com cerca de 3.000 anos de idade. Na Estação Ecológica de Ibicatu, Piracicaba, há também uma população com cerca de 50 indivíduos que vem sendo estudada.</p>
<p>Para mudar este quadro de extinção, o Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação  em parceria com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro – por meio do CNCF – <i>Centro Nacional de Conservação da Flora -, </i>e o <i>Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica</i>, lança a campanha  <strong>“Vamos salvar os jequitibás-rosa da extinção”</strong> . O encontro inicia a tomada de ações para identificação da situação atual da espécie, caracterização, aonde estão localizadas, quais estratégias possíveis de parcerias para garantir a sua recuperação, com a consequente retirada da lista da flora ameaçada de extinção.</p>
<p>Sua população atual se distribui esparsamente pelos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grasso do Sul. Além de ser a árvore símbolo dos estados de São Paulo e Espírito Santo, também representa os municípios de São José dos Campos(²) e Valinhos(³). Campinas também tem o seu jequitibá plantado em frente ao paço municipal. Em São José dos Campos a árvore com idade entre 500 a 700 anos é tombada e fica no distrito de Eugênio de Melo, ao lado da antiga rodovia São Paulo-Rio de Janeiro. É também a árvore símbolo da região cacaueira do Sul da Bahia.</p>
<p>No município de Cachoeira do Macacu, RJ, no Parque Estadual Três Picos(<sup>4</sup>), encontra-se um exemplar com idade estimada em 1.000 anos. No Parque Florestal do Rio Doce, em Minas Gerais, há exemplares tão grandes quanto o de Santa Rita de Passa Quatro. No Espírito Santo também estão catalogados exemplares com idade estimada de 600 anos.</p>
<p>A sua importância para a conservação da Mata Atlântica levou a Ceplac - Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira - e o Instituto Cabruca para conservação do jequitibá, a fazer um trabalho de cadastramento georeferenciado das árvores, visando a conservação da espécie, diante da sua importância para a lavoura do cacau. Além de contribuir com matéria orgânica, segundo pesquisadores, agrega valor à produção(<sup>5</sup>)</p>
<p>Registros dão conta de que o pai da Teoria da Relatividade, Albert Einstein, quando esteve no Rio de Janeiro em 1925, foi levado ao Jardim Botânico, onde foi apresentado ao jequitibá-rosa que o deixou deslumbrado, levando-o a abraçar e beijar a frondosa árvore(<sup>6</sup>).</p>
<p align="center"><span style="text-decoration: underline;">Algumas unidades de conservação (UCs) com jequitibá-rosa:</span></p>
<ul>
<li>APA Cabreúva-SP (Estrada Parque de Itu a Cabreúva);</li>
<li>Parque Estadual Vassununga-SP, possui o maior jequitibá-rosa do Brasil com mais 3.000 anos medindo 40 (quarenta) metros de altura e 3 (três) metros de diâmetro;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Parque Estadual Porto Ferreira-SP;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Fazenda Santa Cartola, Cajuru-SP;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Estação Ecológica de Ibicatu-SP;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>RPPN Mata do Sossego-MG;</li>
<li>Parque Estadual dos Três Picos-RJ;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Parque Estadual da Pedra Branca-RJ;</li>
<li>Parque Nacional da Serra dos Órgãos-RJ;</li>
<li>Parque Estadual do Mendanha-RJ;</li>
<li>Parque Nacional da Tijuca-RJ</li>
<li>Município de João Neiva-ES</li>
</ul>
<p align="center">Fontes de pesquisa</p>
<ul>
<li>1 - Semira Adler Vainsencher<strong> - </strong>Pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco <a href="mailto:pesquisaescolar@fundaj.gov.br">pesquisaescolar@fundaj.gov.br</a> </li>
<li>2 – Prefeitura de São José dos Campos - <a href="http://www.sjc.sp.gov.br/noticias/noticia.aspx?noticia_id=14542">http://www.sjc.sp.gov.br/noticias/noticia.aspx?noticia_id=14542</a></li>
<li>3 – PMV – DO – Ed. 1.469 pág. 7 04/09/2015 - http://www.valinhos.sp.gov.br/portal/images/gsmidia/2015/imprensa/boletim/1469.pdf</li>
<li>4 - <a href="http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g954096-d4476147-Reviews-Three_Peaks_State_Park-Cachoeiras_de_Macacu_State_of_Rio_de_Janeiro.html">http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g954096-d4476147-Reviews-Three_Peaks_State_Park-Cachoeiras_de_Macacu_State_of_Rio_de_Janeiro.html</a> </li>
<li>5 - Link Globo Rural: <a href="http://g1.globo.com/economia/globo-rural/videos/t/edicoes/v/conheca-o-trabalho-de-preservacao-dos-jequitibas-na-zona-cacaueira-da-bahia/2091880/">http://g1.globo.com/economia/globo-rural/videos/t/edicoes/v/conheca-o-trabalho-de-preservacao-dos-jequitibas-na-zona-cacaueira-da-bahia/2091880/</a> </li>
<li>6 - http://blog.institutobrookfield.org.br/index.php/2011/01/conheca-a-reserva-jequitiba-rosa/</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-18T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ipbes">
    <title>Visão e práticas de indígenas e comunidades locais em relação à biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ipbes</link>
    <description>O Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES) realiza nos dias 12 e 16 de novembro, no IEA, o seminário Povos Indígenas e Comunidades Locais nos Diagnósticos do Painel da Biodiversidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O </span><a class="external-link" href="http://www.ipbes.net">Intergovernmental Platform on Biodiversity and Ecosystem Services</a><span> (IPBES) realiza nos dias </span><strong>12 e 16 de novembro</strong><span>, no IEA, o seminário </span><i>Povos Indígenas e Comunidades Locais nos Diagnósticos do Painel da Biodiversidade</i><span>. Veja os horários na programação abaixo.</span></p>
<p><strong><i> </i></strong><span>O objetivo é garantir a participação dos povos indígenas e das comunidades locais nos diagnósticos realizados pela IPBES no Brasil. </span><span>O evento é restrito a convidados, mas o público poderá acompanhar as exposições ao vivo pela </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a><span>.</span></p>
<p>A coordenação do seminário é da antropóloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-manuela-ligeti-carneiro-da-cunha" class="external-link">Manuela Carneiro da Cunha</a>, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e da University of Chicago, nos Estados Unidos. Os expositores serão os autores dos diagnósticos. Graças ao encontro, eles poderão ter acesso a informações, experiências e fontes que lhes permitam levar  em consideração <span>adequadamente</span><span> (em seus trabalhos) a visão e as práticas indígenas e das comunidades locais, bem como as políticas que afetam a biodiversidade dos territórios dessas populações.</span></p>
<p>Entre os temas a serem apresentados estão: o valor, o uso e a importância da biodiversidade e do território; conhecimento e uso sustentável da biodiversidade: paisagens, fauna, história natural, calendários; agrobiodiversidade; agricultura tradicional e fogo; a floresta antropogênica: arqueologia e história ecológica da biodiversidade brasileira; populações tradicionais e desmatamento; hidrelétricas grandes e pequenas;  madeireiras e mineradoras; Código Florestal e Convenção 169 da OIT.</p>
<h3><span>PROGRAMAÇÃO</span></h3>
<h3><span>12 de novembro - Primeira Sessão<br /></span></h3>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-866d73d082904944947c9944eae706d4 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " id="parent-fieldname-programacao-866d73d082904944947c9944eae706d4">
<div id="_mcePaste">
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>10h</strong></td>
<td><strong>Bem Viver no Alto Rio Negro — Conhecimentos e Práticas</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-fernando-baniwa" class="external-link">André Baniwa</a> (presidente da Oibi)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h45</strong></td>
<td><strong>O Bem Viver no Parque Indígena do Xingu</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-junqueira" class="external-link">Paulo Junqueira</a> (Instituto Socioambiental)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h30</strong></td>
<td><strong><i>Intervalo</i></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h45</strong></td>
<td><strong>A Floresta Antropogênica: Arqueologia e História Ecológica da Biodiversidade Brasileira</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-goes-neves" class="external-link">Eduardo Góes Neves</a> (MAE-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h30</strong></td>
<td><strong>Agrobiodiversidade e Povos Tradicionais</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-manuela-ligeti-carneiro-da-cunha" class="external-link">Manuela Carneiro da Cunha</a> (FFLCH-USP e University of Chicago, EUA)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>13h15</strong></td>
<td><strong><i>Intervalo</i></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h30</strong></td>
<td><strong>Hidrelétricas, Povos tradicionais e Biodiversidade</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-maria-simoes-barbosa-magalhaes-santos" class="external-link">Sonia Magalhães</a> (UFPA)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h15</strong></td>
<td><strong>Um Caso: Oriximiná</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-andrada" class="external-link">Lúcia Andrada</a> (CPI-SP)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td><strong>Pressões Desenvolvimentistas e Áreas Indígenas: o RAISG</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alberto-beto-ricardo-1" class="external-link">Carlos Alberto Ricardo</a> (Instituto Socioambiental)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"></div>
<h3><strong>16 de novembro — 2ª Sessão</strong></h3>
</div>
</div>
<div id="_mcePaste">
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>9h30</strong></td>
<td><strong>Bem Viver de um Povo sem Agricultura: Os Awá Guajá</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoau/uira-felippe-garcia" class="external-link">Uirá Garcia</a> (Unifesp)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h15</strong></td>
<td><strong>Biodiversidade e Saúde dos Povos Indígenas</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-everaldo-alvares-coimbra-junior" class="external-link">Carlos Coimbra</a> (Fiocruz)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h30</strong></td>
<td><strong><i>Intervalo</i></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>11h15</strong></td>
<td><strong>Populações Tradicionais e Proteção de Unidades de Conservação: O Caso da Terra do Meio</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juan-doblas" class="external-link">Juan Doblas</a> (ISA)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h</strong></td>
<td><strong>Fogo como Manejo no Cerrado: O caso Xavante</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/james-r-welch" class="external-link">James Welch</a> (Fiocruz)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h45</strong></td>
<td><strong><i>Almoço</i></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h15</strong></td>
<td><strong>Território e os Wayampi do Amapá</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dominique-tilkin-gallois" class="external-link">Dominique Gallois</a> e Joana Oliveira (USP e Instituto Iepé)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h</strong></td>
<td><strong>Recuperação de Terras Degradadas em Áreas Indígenas Amazônicas</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcus-schmidt" class="external-link">Marcus Schmidt</a> (ISA)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h45</strong></td>
<td><strong><i>Intervalo</i></strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h</strong></td>
<td><strong>O PNGATI</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maira-smith" class="external-link">Maira Smith</a> (FUNAI)</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h45</strong></td>
<td><strong>Governança dos Commons: Pescadores Artesanais</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristiana-simao-seixas" class="external-link">Cristiana Seixas</a> (Unicamp)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<hr />
<p><i><strong>Povos Indígenas e Comunidades Locais nos Diagnósticos do Painel da Biodiversidade<br /></strong></i><i>12 de novembro e 16 de novembro, das 9h30 às 17h30<br /></i><i>Participação presencial exclusiva para convidados — O público poderá acompanhar  a transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet<br /></a></i><i>Informações: com Marisa Macedo (<a class="mail-link" href="mailto:marmac@usp.br">marmac@usp.br</a>), telefone (11) 3091-8677<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ipbes-povos-indigenas" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/ipbes-povos-indigenas</a></i><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-11T11:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes-14-a-16-de-outubro-de-2015">
    <title>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções - 14 a 16 de outubro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes-14-a-16-de-outubro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-20T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes">
    <title>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-em-sao-paulo-causas-impactos-e-solucoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento reunirá especialistas paulistas e internacionais em Mudanças Climáticas que abordarão os temas Água, Clima, Saúde, Agricultura, Biodiversidade e Políticas Públicas, além de discutirem como o clima poderá mudar o nosso futuro, quais são os impactos esperados e as soluções possíveis para o Estado de São Paulo nas próximas décadas. As mesas serão mediadas por renomados pesquisadores e jornalistas e terão ampla abertura para a plateia participar. Confira a programação abaixo.</p>
<h3>Coordenadores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-arturo-navas-iannini" class="external-link"><b></b>Carlos Arturo Navas Iannini</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Silveira Buckeridge</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tercio Ambrizzi</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-13T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-das-mudancas-climaticas-em-sao-paulo-propondo-solucoes">
    <title>Seminário apresenta causas, impactos e soluções para as mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-causas-e-impactos-das-mudancas-climaticas-em-sao-paulo-propondo-solucoes</link>
    <description>Seminário acontece de 14 a 16 de outubro, na biblioteca Brasiliana, na Cidade Universitária. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os impactos das mudanças climáticas no estado de São Paulo serão discutidos por especialistas nacionais e internacionais no seminário <i>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções</i>, que acontece <strong>de 14 a 16 de outubro, das 9h às 17h</strong>, no auditório da biblioteca Brasiliana  Guita e José Mindlin, na Cidade Universitária, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p>O encontro, promovido pela Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo), pelo Instituto de Biociências da USP, e pelo Incline (Interdisciplinary Climate Investigation Center) da USP, com apoio do IEA, será dividido em painéis temáticos: Água, 21ª Conferência das Partes (COP-21), Biodiversidade, Cidades e Saúde, e Políticas Públicas. Pesquisadores da USP e jornalistas da área de ciências farão a mediação das discussões.</p>
<p>No final da tarde do último dia haverá a posse dos novos membros da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>Para participar, é necessário realizar inscrição neste endereço: <a href="http://goo.gl/forms/lm5E7l2fKn">http://goo.gl/forms/lm5E7l2fKn</a></p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><strong>14/10 (manhã) </strong></p>
<p>Moderador: Marcos Buckeridge (presidente da Aciesp e professor do Instituto de Biociências-USP)<br /><span>9h Credenciamento<br /></span><span><strong>Sessão de abertura</strong><br /></span><span>9h30 Reitor Marco Antonio Zago (USP)<br /></span><span>9h40 José Eduardo Krieger (Pró-Reitor de Pesquisa da USP)<br /></span><span>9h50 Gilberto Xavier (Diretor do Instituto de Biociências da USP)<br /></span><span>10h Marcos Buckeridge <br /></span><span>10h30 – 12h <strong>Impactos das MCG na cidade de São Paulo</strong><br /></span><span>Com Jose Antonio Marengo Orsini (INPE)</span></p>
<p><strong>14/10 (tarde)</strong></p>
<p>Moderador: Herton Scobar (Jornal O Estado de S. Paulo)<br /><strong>Painel I – Água<br /></strong><span>14h <strong>A seca de 2014 nos mananciais do Sistema Cantareira</strong><br /></span><span>Com Humberto Ribeiro da Rocha (IAG/USP)<br /></span><span>14h30 <strong>Água e Agricultura- Os Novos Desafios</strong><br /></span><span>Orivaldo Brunini (IAC)<br /></span><span>15h <strong>Direito humano à água: escassez relativa e desafios de aplicação</strong><br /></span><span>Wagner Costa Ribeiro (FFLCH/USP e IEA)<br /></span><span>15h30 Intervalo<br /></span><span>15h50 Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>15/10 (manhã)</strong></p>
<p>Moderador: Tércio Ambrizzi (IAG/USP)<br /><span><strong>Painel II – COP 21</strong><br /></span><span>9h <strong>A COP21 e a ciência das mudanças climáticas globais</strong><br /></span><span>Com Paulo Eduardo Artaxo Netto (IF/USP)<br /></span><span>9h30 <strong>Bioenergia como estratégia de mitigação de gases do efeito estufa e sua contribuição para o desenvolvimento sustentável</strong><br /></span><span>Com Glaucia Mendes Souza (IQ/USP)<br /></span><span>10h – 12h Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>15/10 (tarde)</strong></p>
<p>Moderador: Marcos Pivetta (Revista Pesquisa FAPESP)<br /><span><strong>Painel III – Biodiversidade</strong><br /></span><span>14h <strong>MCG e biodiversidade: Introdução ao problema</strong><br /></span><span>Com Carlos A. Navas Iannini (IB/USP)<br /></span><span>14h30 <strong>The sixth mass extinction is underway: the reptile and amphibian biodiversity crisis</strong><br /></span><span>Barry Sinervo (University of California)<br /></span><span>15h30 Intervalo<br /></span><span>15h50 Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>16/10 (manhã)</strong></p>
<p>Moderador: Eduardo Geraque (Jornal Folha de S. Paulo)<br /><span><strong>Painel IV – Cidades e Saúde</strong><br /></span><span>9h<strong> Impactos das MCG na cidade do México</strong><br /></span><span>Com Víctor Orlando Magaña Rueda (UNAM)<br /></span><span>9h40 <strong>MCG e seus efeitos na saúde dos cidadãos paulistas</strong><br /></span><span>Com Paulo Hilário Nascimento Saldiva (vice-diretor do IEA e FM/USP)<br /></span><span>10h20 <strong>O uso de Jogos de Computador para aumentar a conscientização sobre as Mudanças no Clima e as Doenças Tropicais Negligenciadas</strong><br /></span><span>Com Manuel Cesário (Academia Magdalena)<br /></span><span>11h – 12h Perguntas e debates</span></p>
<p><strong>16/10 (tarde)</strong></p>
<p>Moderador: Pedro Roberto Jacobi (IEA e IEE/USP)<br /><span><strong>Painel V – Políticas públicas</strong><br /></span><span>14h <strong>Revisando as políticas públicas para lidar com a crise hídricas em um cenário de mudanças climáticas</strong><br /></span><span>Com Pedro Roberto Jacobi (IEA e IEE/USP)<br /></span><span>14h20 Patrícia Faga Iglecias Lemos (Secretária de Estado do Meio Ambiente de São Paulo)<br /></span><span>14h40 <strong>Science Diplomacy: Communicating Science in Society</strong><br /></span><span>Com Julia Knights (Director Science Innovation Network, British Embassy, Brazil)<br /></span><span>15h – 16h Perguntas e debates<br />16h15 - 17h15 <span><strong>Mudanças Climáticas e o Sistema Terrestre</strong><br /></span></span><span>Com Carlos Afonso Nobre</span></p>
<p><strong>Cerimônia de posse dos novos membros da Aciesp</strong><br />Abertura<br />17h30 - <span>José Goldemberg (</span><span>Presidente da FAPESP/USP)<br />18h -<strong> </strong></span><span>Carlos Henrique de Brito Cruz (</span><span>Diretor Cientifico da Fapesp/Unicamp) - <i>a confirmar</i><br />18h30 - José Eduardo Krieger (ex-presidente da Aciesp)<br />18h45 - </span><span>Marcos Buckeridge (presidente da Aciesp e professor do Instituto de Biociências-USP)</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><strong>Mudanças Climáticas em São Paulo: Causas, Impactos e Soluções</strong><br /><i>Dias 14, 15 e 16 de outubro, das 9h às 17h<br /><span>Auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Rua da Biblioteca, s/n, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com <a class="external-link" href="http://goo.gl/forms/lm5E7l2fKn">inscrições prévias</a>.</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-30T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/discurso-midiatico-revelou-as-vozes-dominantes-durante-crise-de-agua-em-sao-paulo">
    <title>Discurso midiático revelou as vozes dominantes durante crise da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/discurso-midiatico-revelou-as-vozes-dominantes-durante-crise-de-agua-em-sao-paulo</link>
    <description>Levantamento de 503 notícias sobre escassez hídrica publicadas em três jornais brasileiros de grande circulação apontam desafios sobre políticas públicas e transparência.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>De cada dez reportagens publicadas na grande imprensa nos últimos 15 meses referentes à crise hídrica na Grande São Paulo, sete delas trataram de alguma possível solução para a crise. Até o início de 2015, a integração dos sistemas de abastecimento de água foi a principal solução apontada nas reportagens. A prática do reuso e o incentivo à redução do consumo apenas ganharam mais atenção num período subsequente, após os primeiros meses de 2015.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-1" alt="Janice Kiss, Guilherme Checco, Pedro Jacobi e Juliana Cassano Cibim" class="image-inline" title="Janice Kiss, Guilherme Checco, Pedro Jacobi e Juliana Cassano Cibim" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esq. para direita: Kiss,C<span>hecco, Jacobi e Cibim: desafios à transparência das informações </span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Essas constatações são da pesquisa “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia" class="external-link">Crise Hídrica e a Mídia</a>”, apresentada no dia <strong>15 de setembro </strong><strong>no IEA</strong>. O levantamento foi empreendido pelo <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">Instituto Democracia e Sustentabilidade</a> (IDS) e pelo<a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/"> Instituto de Energia e Ambiente</a> (IEE) da USP.</p>
<p>Entre os profissionais convidados para debater os resultados, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jose-carlos-mierzwa" class="external-link">José Carlos Mierzwa</a>, do Departamento de Engenharia Hidráulica da Escola Politécnica (Poli) da USP, ponderou que a pesquisa refletiu o que acontece nas políticas publicas da área.</p>
<p>“Constatamos problemas na racionalização do uso, com a falta de políticas de gestão da oferta e da demanda. Durante um período, as citações sobre reuso aumentaram, mas depois dispersaram e esmoreceram. Por outro lado, há muito desperdício na rede e consumo excessivo”, disse Mierzwa.</p>
<p>Para o especialista, o resultado aponta um problema antigo que se agravou com o adensamento populacional e o uso do solo.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-2" alt="José Carlos Mierzwa" class="image-inline" title="José Carlos Mierzwa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mierzwa: "Citações sobre reuso aumentaram, mas depois esmoreceram".</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>“Os recursos são escassos e sempre acabamos trazendo água de mais longe, o que leva a mais escassez, pois um maior volume de água significa mais necessidade de saneamento. Com isto, esgotamos nossos rios e trazemos mais contaminação. A solução é tratar o que está aqui”, afirma.</span></p>
<p>Segundo o professor, a Poli está realizando estudos de viabilidade técnica para reuso potável direto, pois já existem tecnologias que permitem extrair desse processo uma água com níveis de potabilidade aceitos internacionalmente.</p>
<p><span><strong>Resultados</strong></span></p>
<p>As principais conclusões do estudo foram apresentadas em um <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/download/attachments/17399866/Infogr%C3%A1fico%20Crise%20H%C3%ADdrica%20e%20a%20M%C3%ADdia%20Pesquisa.pdf?version=1&amp;modificationDate=1440170054000&amp;api=v2">infográfico informativo</a>. A organização do debate contou com o apoio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade">Grupo de Pesquisa em Política Públicas, Territorialidade e Sociedade</a> e do <a href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=19038480" target="_blank">Instituto de Democracia e Sustentabilidade</a></p>
<p><span>De janeiro de 2014 a abril de 2015, a</span> pesquisa analisou 503 notícias publicadas em três dos principais jornais brasileiros – Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo –, relacionadas à crise de água na Grande São Paulo.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-crise-hidrica-e-a-midia" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-crise-hidrica-e-a-midia-15-de-setembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícias:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-interdisciplinar-sobre-a-seca-em-sao-paulo" class="external-link">Um olhar interdisciplinar sobre a seca em São Paulo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-do-iea-integra-rede-latino-americana-sobre-agua" class="external-link">Grupo do IEA integra rede latino-americana sobre água</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-da-agua-e-justica-ambiental" class="external-link">Gestão da água e justiça ambiental</a></p>
<p>Revista:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/crise-hidrica-e-deficiencias-na-gestao-da-agua-sao-tema-de-dossie-da-revista-estudos-avancados" class="external-link">'Estudos Avançados' 84 publica dossiê com análise abrangente da crise hídrica</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A análise do material foi dividida em três fases. A primeira, de janeiro a outubro de 2014, corresponde ao período anterior à aceitação da crise; a segunda, até fevereiro de 2015, foi quando a sociedade e as autoridades reconheceram a situação de crise, no pós-eleições; e a terceira, entre março e abril de 2015, quando houve o reconhecimento da crise e começaram as tomadas de decisões para sanar o grave estresse hídrico.</p>
<p>Na fase 3, o estudo mostra que oito de cada dez notícias tratavam de soluções emergenciais, sendo que as dez soluções mais apontadas foram a diminuição da pressão (18%), seguida por integração dos sistemas (14%); incentivo à redução do consumo (10%); sobretaxa e multas por consumo excessivo (10%); reajuste da vazão outorgada (8%); aumento da produção/vazão (7%); uso do volume morto (5%); redução de perdas na distribuição (5%); aumento do número de reservatórios (5%) e racionamento (4%).</p>
<p>A pesquisa também mapeou os principais atores sociais mencionados ou consultados a respeito do tema. Na fase 1, as “vozes” que mais tinham presença na mídia eram do setor público (estaduais e federais), seguidas por representantes de universidades; setor privado; ONGs e movimentos sociais; comitês de bacia; e outros.</p>
<p>Na fase 2, aumentou a citação dos setores privados, das ONGs e movimentos sociais. A grande diferença ocorreu na fase 3, quando diminuiu a presença tanto de setores públicos quanto de comitês de bacia, em detrimento do aumento da participação de partidos políticos e do setor privado.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica-4" alt="Rosa Maria Mancini e Samuel Roiphe Barrêto" class="image-inline" title="Rosa Maria Mancini e Samuel Roiphe Barrêto" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mancini, uma das coordenadoras do estudo, e Barrêto, da TNC</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Um dado importante no desenrolar dos fatos foi a criação da <a class="external-link" href="http://www.aliancapelaagua.com/">Aliança pela Água</a>, uma coalizão que conta com a participação de mais de 50 organizações da sociedade civil. Com isto, a sociedade civil passou a ser mais representada nas notícias sobre o tema”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rosa-maria-mancini" class="external-link">Rosa Maria Mancini</a>, uma das coordenadoras do estudo.</p>
<p>Para a urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marussia-whately" class="external-link">Marussia Whately</a>, do <a class="external-link" href="http://www.socioambiental.org/pt-br">Instituto Socioambiental</a>, “o levantamento mostra que o discurso da mídia refletiu as narrativas predominantes de cada período”.  Whately lembrou que na primeira fase houve prevalência da falta de chuva apontada como causa da crise. Em seguida, a má gestão ganhou destaque nas notícias avaliadas.</p>
<p>“A evolução da narrativa fica evidente na terceira fase”, disse Whately. Nesse período, há um aumento do discurso sobre desperdício e perdas, além de mais espaço para partidos políticos, setor privado e sociedade civil organizada.</p>
<p><span>“De fato, a narrativa começa de maneira pontual e evolui conforme aparecem novos dados e novas fontes são consultadas. Acredito que problemas ambientais ou temas mais específicos foram muito bem colocados em veículos especializados. Mas isso geralmente não é feito na mídia diária, que repercute o factual, o dia-a-dia”, avalia a jornalista Janice Kiss.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidirca-3" alt="Marussia Whately e Ana Paula Fracalanza" class="image-inline" title="Marussia Whately e Ana Paula Fracalanza" /></th>
</tr>
<tr>
<td><span><strong>Whately e Fracalanza: discurso da mídia refletiu as narrativas predominantes</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Kiss, o tema perdeu destaque porque “ infelizmente, há outros mais urgentes na agenda política e econômica do momento e não há equipes nem espaço que deem conta de cobrir tudo”, afirma.</p>
<p>“Percebo que os jornalistas não ficaram só com o discurso oficial, não ficaram simplesmente repetindo que a falta de chuva foi a causa da crise. Buscaram novos dados e mostraram outros aspectos”, disse o jornalista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rubens-filho" class="external-link">Rubens Filho</a>, do <a class="external-link" href="http://www.tratabrasil.org.br/">Instituto Trata Brasil</a>.</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>A professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a>, (EACH-IEE-IEA) apontou que apesar do esforço midiático na cobertura da crise hídrica, as informações não chegaram ao grande público de forma muito clara, de maneira que todos pudessem compreender a situação.</p>
<p>Para o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, (IEA-IEE), que também coordenou o estudo, é importante atentar para a forma como a imprensa olha e aborda determinadas questões, pois a omissão de dados também é desinformação.</p>
<p>Samuel Roiphe Barrêto, da ONG <a class="external-link" href="http://www.tnc.org.br/">The Nature Conservancy</a> (TNC), aponta a dificuldade da mídia em contrapor dados oficiais. “Eu que sou especialista no assunto tive dificuldades para encontrar e entender informações de sites como o da Sabesp”, exemplificou.</p>
<p>Coordenador do Movimento Água para São Paulo e do Programa de Conservação da Floresta Atlântica e Savanas Centrais da TNC, Barrêto lembrou que a mídia precisa melhorar a cobertura sobre questões ambientais que impactam no estresse hídrico.</p>
<p>“As pessoas ainda têm muita dificuldade de entender a relação da cobertura vegetal e da ocupação do solo com a disponibilidade hídrica. Isso deveria ser mais explorado”, disse Barrêto.</p>
<p>Painel também teve a presença da especialista em sustentabilidade <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/maria-augusta-pires-pinto" class="external-link">Maria Augusta Pinto</a>, do <a class="external-link" href="http://www.institutojatobas.org.br/">Instituto Jatobás</a>, além da moderadora do debate, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/juliana-cassano-cibim" class="external-link">Juliana Cassano Cibim</a>, que também coordenou a pesquisa. Coordenadora de conteúdo do IDS, advogada e consultora ambiental e professora da USP, FAAP e FGV, Cibim coordenou a plateia em torno de questões sobre transparência, metodologia do estudo e o papel dos comunicadores diante dos problemas enfrentados sobre a água.</p>
<p>A equipe executiva do trabalho foi composta por Renata Souza Leão (Procam/IEE/USP) e Guilherme Checco (IDS).</p>
<p>A pesquisa “Crise Hídrica e a Mídia” integra o Projeto sobre Recursos Hídricos realizado com o IEE/USP, no âmbito do acordo de cooperação técnico-científico firmado pelas instituições em novembro de 2014.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-22T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inscricoes-para-ciclo-de-debates-sobre-amazonia-vao-ate-15-de-agosto">
    <title>1ª aula do ciclo de debates sobre Amazônia será sobre a Guiana Francesa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inscricoes-para-ciclo-de-debates-sobre-amazonia-vao-ate-15-de-agosto</link>
    <description>O ciclo visa a ampliar a discussão multidisciplinar sobre o contexto atual da Amazônia brasileira e sul-americana. Interessados em ocupar uma das 40 vagas disponíveis devem ser pós-graduados ou pós-graduandos e se inscrever a partir de um formulário online. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Materia%20Amazon_CIAT_-3.jpg" alt="Rio Amazonas" class="image-right" title="Rio Amazonas" />A segunda edição do ciclo de debates <i>Diálogos sobre a Amazônia na Contemporaneidade: Ateliê de Ideias e Propostas </i>terá sua aula inaugural no dia <strong>19 de agosto, às 14h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA. O tema será <i>Amazonias Nacionais: A Guiana Francesa</i>, com o historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marc-pave" class="external-link">Marc Pavé</a>, pesquisador <span>associado do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique).</span></p>
<p>O ciclo visa a ampliar a discussão multidisciplinar sobre o contexto atual da Amazônia brasileira e sul-americana, bem como aprofundar e difundir conhecimentos acerca de alguns dos temas abordados na primeira edição do evento, realizada de abril a junho. As inscrições para participação presencial estão encerradas, mas todas as aulas serão transmitidas <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela web</a>.</p>
<p>Serão ao todo oito encontros, que acontecem nos dias 19 e 26 de agosto, 23 e 30 de setembro, 21 de outubro, 18 e 25 de novembro e 1º de dezembro, sempre das 14h30 às 17 horas, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>Cada debate será centrado numa temática específica e trará um especialista para apresentar problemas contemporâneos da região amazônica, propor soluções e orientar os participantes na produção de artigos científicos. Na primeira edição, a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-sobre-a-amazonia-1" class="external-link">aula inaugural</a> teve a presença da ex-ministra <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/maria-osmarina-marina-da-silva-vaz-de-lima" class="external-link">Marina Silva</a> como uma das expositoras.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><i><strong>Abertura da primeira edição - Aula inaugural com Marina Silva</strong></i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-sobre-a-amazonia-1" class="external-link">Notícia</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/dialogos-sobre-a-amazonia-na-contemporaneidade-atelie-de-ideias-e-propostas-1deg-encontro" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/dialogos-sobre-a-amazonia-na-contemporaneidade-atelie-de-ideias-e-propostas-1deg-encontro-14-de-abril-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre os tópicos a serem discutidos nos debates, estão: amazônias nacionais; biodiversidade; floresta e água; cultura; regularização fundiária e das terras indígenas; e infraestrutura.</p>
<p><span>O ciclo é fruto de uma parceria de cooperação técnica e acadêmica entre universidade e sociedade civil que integra o </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade</a><span> do IEA; o Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP; e o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS).</span></p>
<p>Os idealizadores da iniciativa são <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/neli-aparecida-de-mello-thery" class="external-link">Neli Aparecida de Mello-Théry</a>, coordenadora do Grupo de Pesquisa e vice-diretora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/luiz-carlos-beduschi-filho" class="external-link">Luiz Carlos Beduschi Filho</a>, professor da EACH, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/joao-paulo-ribeiro-capobianco" class="external-link">João Paulo Capobianco</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/juliana-cassano-cibim" class="external-link">Juliana Cassano Cibim</a>, ambos do IDS.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Neil Palmer/CIAT-Wikipedia</span></p>
<hr />
<p><strong><i>Ciclo Diálogos sobre a Amazônia na Contemporaneidade<br />Aula inagural: Amazonias Nacionais: A Guiana Francesa<br /></i></strong><i>De agosto a dezembro</i><i>, sempre às 14h30<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br /></i><i>Ciclo de debates voltado para pós-graduados e pós-graduandos - inscrições encerradas<br /></i><i>Transmissão ao vivo pela </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a></i><br /><i>Informações: Cláudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 ou e-mail clauregi@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dialogos-sobre-a-amazonia-2a-edicao" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/dialogos-sobre-a-amazonia-2a-edicao</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-07-27T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil">
    <title>Milton Thiago de Mello e a organização da primatologia no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil</link>
    <description>O primatologista Milton Thiago de Mello participou como convidado especial do seminário "Pró-Primatas Paulistas", no dia 12 de maio. Na ocasião, Mello historiou o processo de organização da primatologia no Brasil e seu próprio envolvimento com a área.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/milton-thiago-de-mello" alt="Milton Thiago de Mello" class="image-inline" title="Milton Thiago de Mello" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O primatologista Milton Thiago de Mello</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A primatologia brasileira teve início apenas nos anos 70, e com o estudo de uma espécie exótica, o macaco rhesus (</span><i>Macaca mulatta</i><span>), mesmo com o país contando com </span>123 espécies e subespécies de primatas, ¼ de todas as existentes no mundo.</p>
<p>Em 1932, 100 macacos rhesus importados da Índia para pesquisas da vacina da febre amarela foram alojados na Ilha do Pinheiro, na Baia da Guanabara, próxima da sede do Instituto Oswaldo Cruz. Ainda nos anos 30, o instituto recebeu duas doações de rhesus patrocinadas pela Fundação Rockfeller, 13 animais em 1937 e 20 em 1939.</p>
<p>Alguns primatologistas começaram a estudar esses animais. "O primeiro foi Adelmar Faria Coimbra-Filho, depois foi a vez de Dóris Santos Faria, que fez uma pesquisa fundamental sobre a inversão reprodutiva dos rhesus", comentou o primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, na aula que proferiu na abertura do seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" class="external-link">Pró-Primatas Paulistas</a></i>, no dia 12 de maio, na qualidade de convidado especial do encontro.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Em plena atividade aos 93 anos, Mello <span>tratou em sua aula da organização da primatologia no Brasil e de como ele próprio se tornou primatologista. </span></p>
<p><span>Ele disse que o interesse pelos primatas brasileiros já era comum antes mesmo da chegada dos portugueses, quando as crianças índias os mantinham como mascotes (chirimbabos), principalmente os barrigudos, macacos-prego,macacos-aranha e micos, que eram apreciados pelas jovens índias.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Aula de Milton Thiago de Mello no seminário "Pró-Primatas Paulistas"</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Vídeo</a> (a partir do minuto 21)</span></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Seminário Pró-Primatas Paulistas</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Parte 1</a> – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-2" class="external-link">Parte 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" class="external-link">Notícia</a><br /></span><span>"Comissão estadual de proteção aos primatas paulistas lança plano de ação"</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Depois, as jovens europeias também adotaram os micos como bichos de estimação. A respeito disso, Mello citou frase escrita por um naturalista alemão: "Saguis são pequenos animais verdadeiramente mimosos e bonitos, mas de natureza muito delicada e franzina. Muitos são enviados anualmente do Brasil para a Holanda, a fim de com eles se distraírem as moças desocupadas”.</p>
<p>No entanto, segundo Mello, só no início do século 20 começou a fase científica do trato com primatas, "com os trabalhos de uns poucos pesquisadores no Rio de Janeiro e em São Paulo descrevendo doenças causadas por ecto e endoparasitos e utilizando primatas em pesquisas médicas".</p>
<p><strong>Impulso</strong></p>
<p><span>Dois fatos ocorridos na década de 70 deram grande impulso à organização da primatologia brasileira, segundo Mello: a criação de centros de primatologia para três biomas brasileiros (o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, para a Mata Atlântica; o Centro Nacional de Primatas de Belém, para a Amazônia; e o Centro de Primatologia da Universidade de Brasília, para o Cerrado) e a fundação da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr).</span></p>
<p><span>Mello disse que não é verdade, como alguns dizem, que a primatologia brasileira só passou a existir depois da criação da SBPr, em 1979. "Havia gente interessa em primatas, mas não havia nada organizado; as pessoas estavam dispersas, isoladas ou em pequenos grupos em universidades e instituições de pesquisa". </span></p>
<p>Em 1983, outros dois fatos contribuíram para o fortalecimento da primatologia no Brasil: o início dos congressos brasileiros da disciplina, organizados pela SBPr, e o <span>início da série de cursos de especialização latu sensu em primatologia, organizados pela UnB e com Mello como responsável por 25 anos.</span></p>
<p>De acordo com ele, "os congressos e os cursos fizeram com que a primatologia brasileira se organizasse e hoje seja considerada a mais importante do mundo em países habitat de primatas, estando prestes a se tornar a mais importante do mundo em países habitat ou não habitat".</p>
<p><span><strong>Trajetória</strong></span></p>
<p>Mello disse que foi para o Instituto Oswaldo Cruz nos anos 40 para fazer pesquisa em microbiologia: "Havia uma doença em que ninguém dava jeito (e até hoje não se deu), a brucelose, e eu cismei em utilizar os macacos rhesus da Ilha Pinheiro para as minhas pesquisas". Tempos depois, foi convidado a <span>fazer pesquisas sobre a doença nos Estados Unidos, com a utilização de macacos de uma colônia em São Francisco sob a responsabilidade</span><span> do microbiologista Carl Meyer, que "fez de tudo na área, tendo sido inclusive o definidor do gênero <i>Brucella".</i></span></p>
<p>Quando Mello voltou ao Brasil, foi para a Universidade de Brasília (UnB) e perguntou ao então reitor quem se interessava por macacos na universidade. A resposta foi de que não havia ninguém na UnB que pesquisasse primatas, "apenas um pesquisador que tinha três micos numa gaiola e se dizia primatologista". O reitor citou também o trabalho de <span>Adelmar Faria Coimbra-Filho no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span>Mello disse que ficou irritado por não haver gente em número suficiente no Brasil que trabalhasse com macacos. Foi então que decidiu que era preciso formar primatologistas, apesar de ser advertido pelo reitor da UnB de que não havia mercado no país para esses especialistas. </span><span>"Respondi a ele que começaria justamente com um congresso de primatologia, e ele entrou em crise", comentou. </span></p>
<p><strong>Congresso</strong></p>
<p><span>Para produzir o 1º Congresso Brasileiro de Primatologia em 1983, em Belo Horizonte, realizado em paralelo ao Congresso Brasileiro de Zoologia, Mello convidou seus amigos no exterior, pesquisadores que haviam trabalhado com a inoculação de rhesus para a produção de vacinas e outros pesquisadores. "Dessa gente surgiu o congresso e os trabalhos apresentados resultaram num volume com mais de 400 páginas", afirmou. </span></p>
<p><span></span>Mello concluiu dizendo que "n<span>ada vai para a frente sem a formação de recursos humanos: na época do 1º congresso, se apertássemos, sobrariam umas 20 pessoas; atualmente, cada congresso tem pelo menos 300 participantes, além dos jovens estudantes".</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Zoologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rainforest Business School</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Etnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-08T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade">
    <title>O papel do Brasil na agenda da conservação da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade</link>
    <description>Tema será debatido no painel "A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil", a ser realizado no dia 11 de junho, às 10 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copy_of_FlorestaAmaznica.jpg" alt="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" class="image-right" title="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" />As contribuições e estratégias do Brasil para o uso sustentável da diversidade biológica serão discutidas no painel <i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil</i>, que acontece no dia <strong>11 de junho, às 10 horas</strong>, no auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres da Superintendência de Tecnologia e Informação (STI) da USP.</p>
<p>O evento tratará particularmente do programa de trabalho da Plataforma Intergovernamental em Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES, na sigla em inglês) e dos desafios e oportunidades da agenda da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) no contexto do desenvolvimento sustentável e das mudanças climáticas, ambas instituições vinculadas à ONU.</p>
<p>A abertura do painel ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, pró-reitor de Pesquisa da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, pró-reitor adjunto de Pesquisa da USP e coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Biodiversidade e Computação (BioComp). Os expositores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/braulio-ferreira-de-souza-dias" class="external-link">Braulio Ferreira de Souza Dias</a>, secretário executivo da CDB, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/carlos-alfredo-joly" class="external-link">Carlos Alfredo Joly</a>, membro do Painel de Especialistas Multidisciplinares (MEP, na sigla em inglês) da IPBES e coordenador do projeto Biota-Fapesp.</p>
<p>Após as exposições de Dias e Joly, haverá um debate sobre o tema com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a>, ex-reitor da USP e professor emérito do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jacques-marcovitch" class="external-link">Jacques Marcovitch</a>, ex-reitor da USP, ex-diretor do IEA e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão o que se espera do Brasil e da universidade em relação à conservação da biodiversidade e à elaboração de políticas públicas para a área.</p>
<p>O painel é uma iniciativa conjunta do<span> BioComp, da P<span>ró-Reitoria de Pesquisa da USP</span>, do IEA, da <span>Escola Politécnica (Poli) </span>e do Instituto de Biociências (IB) da USP.</span></p>
<p><span>Interessados em participar do evento devem fazer inscrição prévia </span><a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">aqui</a><span>.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil<br /></i></strong><i>11 de junho, às 10 horas<br /></i><i>Auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 71, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BRhttps://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BR">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">inscrição</a> prévia – Transmissão ao vivo pela <a class="external-link" href="http://iptv.usp.br/portal/home">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sadini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade">www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Jornal da USP </span></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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