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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 71 to 85.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-jornada-indigenas">
    <title>Pajé Dua Busẽ e Ernesto Neto tratam de conexões de povos indígenas com arte, física e política</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontros-jornada-indigenas</link>
    <description>Os 15º e 16º encontros da Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral serão nos dias 7 e 8 de novembro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Dua-Buse-300x200-Agancia-Ophelia.jpg/image" alt="Dua Busé" title="Dua Busé" height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O pajé Dua Busẽ</dd>
</dl><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Ernesto_Neto_Warburg1866-wikimedia-300x200.jpg/image" alt="Ernesto Neto" title="Ernesto Neto" height="300" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">O artista Ernesto Neto</dd>
</dl>O líder indígena </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dua-buse" class="external-link">Dua Busẽ</a><span> e o artista plástico </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/ernesto-neto" class="external-link">Ernesto Neto</a><span> serão dois dos expositores dos 15° e 16° encontros da </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></i><span>, que acontecem nos dias 7 e 8 de novembro, às 14h, no IEA. As atividades são abertas ao público e com </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a><span> pela internet.</span></p>
<p dir="ltr">O pajé Dua Busẽ integrará a mesa do dia 7, <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-15" class="external-link">História e Mito: os Povos Huni-Kuin e Guarani</a></i>. O índio da etnia huni-kuin é uma liderança entre as sociedades indígenas brasileiras. Considerado o maior pajé vivo nas margens do rio Jordão, no Acre, aos 86 anos ele propõe, como projeto de sociedade, que os jovens sejam envolvidos na produção de um imaginário a partir dos mitos principais do panteón: para ele, a juventude deve abraçar o universo simbólico de que é herdeira, sem reprimir sua curiosidade com as tecnologias e a <span>contemporaneidade.</span></p>
<p>Seguindo esta proposta, os huni-kuins pretendem guardar sua memória em nuvem, na internet, a fim de preservá-la, além de divulgá-la como uma forma de aprendizado para os adolescentes indígenas. Maior etnia do Acre, o povo huni-kuin é formado por mais de cem aldeias, distribuídas em doze terras indígenas que totalizam mais de 13 mil pessoas.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Sobre a jornada</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><i>A <i>Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</i> é uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o <a class="external-link" href="https://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>) e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a> da USP.</i></p>
<p><i>O programa da disciplina foi formulado pelos dois titulares da Cátedra em 2019: o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp. A intenção é promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos. <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vT4VZPz0femDuLIGBtEMzMX0EKz1H63807TYWYmo6wZnPBdDEMZ43c6xgf0pMB0l61ESa80DgK8OvRV/pub">Veja o programa completo</a></strong>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O líder indígena e cineasta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-papa" class="external-link">Carlos Papá</a>, um liderança guarani, falará sobre sua etnia, que tem ampla presença na América do Sul, abrangendo o Sudeste e o Sul do Brasil, a Bolívia, o Paraguai, a Argentina e o Uruguai. Três aspectos fundamentais da identidade guarani serão discutidos: a “alma” (ava ñe'ë) e a língua; os ancestrais míticos; e o conjunto de costumes e mitos que regulam a vida social.<br /><br />Além de Dua Busẽ e Papá, participarão da mesa de debate o cineasta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaz/zezinho-yube" class="external-link">Zezinho Yube</a>, o artista plástico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoax/xadalu" class="external-link">Xadalu</a>, e as antropólogas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-manuela-ligeti-carneiro-da-cunha" class="external-link">Manuela Carneiro da Cunha</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elsje-maria-lagrou" class="external-link">Elsje Maria Lagrou</a>. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/anna-dantes" class="external-link">Anna Dantes</a>.<br /><br /><strong>16º encontro</strong><br /><br />No dia seguinte, os expositores da mesa <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-16" class="external-link">Escultura, Física e Política para as Mitologias Indígenas</a></i> vão analisar a trajetória do escultor Ernesto Neto, que estará presente no debate. Segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a>, responsáveis pelo programa e titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, que organiza a jornada, Ernesto Neto tem buscado em sua obra “as relações de alteridade, saberes femininos e, agora, a visão cosmogônica de algumas sociedades indígenas”.<br /><br />Os homenageados do 16º encontro serão Darcy Ribeiro e Berta Ribeiro. O casal representou, para Nader e Herkenhoff, “um salto epistemológico no conhecimento da riqueza cultural das sociedades indígenas do Brasil”. Ao estudarem esses povos, focaram em suas manifestações simbólicas, carregadas de valor estético.<br /><br />No debate, Herkenhoff e os pesquisadores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-canevacci" class="external-link">Massimo Canevacci</a> (via Skype) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-alberto-rezende-de-oliveira" class="external-link">Luiz Alberto Rezende de Oliveira</a> acompanharão Ernesto Neto. Helena Nader será a moderadora.</p>
<p dir="ltr"> </p>
<hr />
<p><strong>JORNADA RELAÇÕES DO CONHECIMENTO ENTRE ARTE E CIÊNCIA: GÊNERO, NEOCOLONIALISMO E ESPAÇO SIDERAL</strong><br /><strong>15º Encontro - História e Mito: os Povos Huni-Kuin e Guarani</strong><br /><i>7 de novembro, 14h</i><br /><strong>16º Encontro - Escultura, Física e Política para as Mitologias Indígenas</strong><br /><i>8 de novembro, 14h<br />Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /><i>Eventos gratuitos e abertos ao público - Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet<br /><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Páginas dos eventos: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-15" class="external-link">15º Encontro</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-16" class="external-link">16º Encontro</a></i></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Agência Ophelia (Cedida pelo Itaú Cultural) e Warburg 1866/ Wikimedia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Índios</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-25T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/genero-sexualidade-e-arte">
    <title>Os princípios do Neoconcretismo e o pensamento de Mário Pedrosa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/genero-sexualidade-e-arte</link>
    <description>No dia 17 de outubro, realizou-se o encontro , “Muito além de ‘Paulistas e Cariocas’ — Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil”, 11° evento da "Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mario-pedrosa-1975/image" alt="Mário Pedrosa - 1975" title="Mário Pedrosa - 1975" height="555" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O crítico Mário Pedrosa em foto de 1975 durante exposição de Frans Krajcberg  no Centro Nacional de Arte Contemporânea, em Paris (do livro ''Mário Pedrosa - Primary Documentos'' [veja link para a íntegra abaixo], publicado pelo MoMA em 2015)</dd>
</dl></p>
<p>O edifício teórico do Neoconcretismo, “primeiro movimento brasileiro a contribuir com o cânone da arte do século 20”, segundo o curador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a>, e a atuação do crítico Mario Pedrosa até os anos 60 foram os principais temas discutidos no encontro <i>Muito além de “Paulistas e Cariocas”: Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil</i>, no dia 17 de outubro, dentro da <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a>.</p>
<p>O evento teve também duas visões científicas relacionadas com o Neoconcretismo: o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira no Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro, na cidade do Rio de Janeiro, e o uso da topologia geométrica na descrição de obras de arte.</p>
<p>Herkenhoff, que é também crítico e historiador da arte, tratou das especificidades e princípios do Neoconcretismo postulados em textos de Mário Pedrosa, Ferreira Goulart, José Guilherme Merchior, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape e Amilcar de Castro.Além de Herkenhoff, foram expositores a curadora  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gloria-ferreira">Glória Ferreira</a>, o patologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a> (diretor do IEA) e o matemático <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/washington-marar">Washington Marar</a>. A coordenação foi da bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader">Helena Nader</a>. Herkenhoff e Nader são os titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> em 2019.</p>
<p>Segundo ele, o princípio de permanente investigação do movimento está sintetizado no “<a href="https://icaadocs.mfah.org/icaadocs/THEARCHIVE/FullRecord/tabid/88/doc/1091374/language/en-US/Default.aspx" target="_blank">Manifesto Neoconcreto</a>” e na “<a href="https://monoskop.org/images/b/b3/Gullar_Ferreira_1959_1977_Teoria_do_nao-objeto.pdf" target="_blank">Teoria do Não Objeto</a>” (1960), ambos escritos pelo poeta Ferreira Gullar em 1959.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-11-12-encontros" class="external-link">Encontros exploram os movimentos artísticos brasileiros e seus aspectos construtivos</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/muito-alem-de-201cpaulistas-e-cariocas201d-mario-pedrosa-e-pontos-extremos-da-modernidade-no-brasil" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/muito-alem-de-201cpaulistas-e-cariocas201d-mario-pedrosa-e-pontos-extremos-da-modernidade-no-brasil-17-de-outubro-de-2019" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Livro</strong></p>
<ul>
<li>"<a class="external-link" href="https://www.moma.org/momaorg/shared/pdfs/docs/publication_pdf/3232/Pedrosa_PREVIEW.pdf?1456334850">Mário Pedrosa - Primary Documents</a>", organizado por Glória Ferreira e publicado pelo MoMA em 2015</li>
</ul>
<hr />
<p><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/textos-noticias-videos-e-fotos-dos-encontros-da-jornada" class="external-link">Textos, notícias, vídeos e fotos dos encontros</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O aspecto da observação semântica do quadro, do quadro como objeto, também estava presente nas formulações de Gullar, afirmou.  Em 1958, um texto do poeta sobre Lygia Clark foi o primeiro sobre um artista abstrato geométrico que dá conta da especificidade dos meandros do seu pensamento plástico, segundo o curador: “Ele diz que, semanticamente, o quadro de Lýgia permaneceu no oposto da obra de Mondrian, ficando vinculado a um vasto contexto dos sinais”, ao passo que no artista suíço há o “isolamento semântico do quadro, a consciência do quadro como espaço vazio de espaço pictórico”.</p>
<p>Herkenhoff disse discordar de Lorenzo Mammì quanto a ser a posição definitiva de Pedrosa a de que os paulistas seriam artistas da sabença e os cariocas artistas da intuição, manifesta no artigo “<a href="http://icaadocs.mfah.org/icaadocs/THEARCHIVE/FullRecord/tabid/88/doc/1085056/language/en-US/Default.aspx" target="_blank">Paulistas e Cariocas</a>”, publicado em 1957 no” Jornal do Brasil”. “Essa análise de Pedrosa serviu de alerta para os artistas neoconcretistas, que passaram a escrever.”</p>
<p>“Na 4ª Bienal de São Paulo,  no final de 1957, Pedrosa já está tentando entender os movimentos da arte brasileira e vai operar as alterações que os neoconcretistas já apresentavam, mantendo o luminoso Volpi como uma referência nessas transformações, contra aquilo que mais tarde diria numa avaliação do processo canônico do Concretismo: 'Uma máquina de reproduzir quadros'.”</p>
<p>Outro aspecto fundamental para a caracterização do Neoconcretismo - também presente no Concretismo - comentado por Herkenhoff foi a do princípio da autonomia da arte. “Esse problema foi estudado por Pedrosa. Como bom trotskista, no artigo 'Vicissitudes do Artista Soviético', de 1966, ele considera que o artista na União Soviética precisava produzir uma arte oficial, não havia liberdade de criação; tampouco nos Estados Unidos, onde a arte havia se transformado em demanda do mercado.”</p>
<p>A ideia era de que no Terceiro Mundo os artistas teriam mais liberdade, pois não tinham um sistema de arte capaz de determinar o seu modo de produzir, de acordo com Herkenhoff.</p>
<p>Na experiência de Nise da Silveira com a produção artística de doentes mentais, ele vê o princípio da superação da desrazão, que "vai ser um foco importante da diferenciação do Neoconcretismo, com a convivência disso com a forma racional, num processo de desiquilíbrio afetivo" que tem a arte como meio de reequilíbrio.</p>
<p><dl class="captioned image-right" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-herkenhoff-17-10-2019/image" alt="Paulo Herkenhoff - 17/10/2019" title="Paulo Herkenhoff - 17/10/2019" height="300" width="300" style="text-align: right; " /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Paulo Herkenhoff</dd>
</dl></p>
<p>"Estamos nesse momento numa hipótese de que através do entendimento da psicologia, da psiquiatria e da psicanálise seria possível superar a questão da Gestalt, que é uma maneira mecanicista de reação do cérebro aos ditames da forma."</p>
<p>Para Herkenhoff, a defesa de Pedrosa de uma Teoria Afetiva da Forma em 1948 foi uma novidade em relação aos escritos de Nise da Silveira e outros que haviam trabalhado em hospitais psiquiátricos.</p>
<p>"Por sua vez, Lygia, nos trabalhos que chama de 'Descoberta da Linha Orgânica', em 1954, transforma o encontro da moldura e da tela num objeto único, com uma linha virtual de sombra na fresta. Uma linha de separação, mas que também é de encontro. Ela chama de linha orgânica, porque transforma todo o objeto num sistema de órgãos. Ao mesmo tempo, nessa linha de vazio está o ar que respiramos."</p>
<p>Nesse momento, afirma o curador, a arte é tida como uma necessidade vital, em relação com a vida, numa concepção própria de Trotsky, para quem "num momento de justiça, de superação da revolução, não haveria separação alienante entre arte e vida, entre cultura e vida".</p>
<p>Outro salto epistemológico produzido por Pedrosa deu-se a partir da leitura da filósofa americana Suzane Langer, de acordo com Herkenhoff.  "A chave seria entender que as artes não são vasos incomunicantes, mas sistemas de relações. Mais tarde, com a fenomenologia dos sentidos de Merleau-Ponty, vamos entender que os sentidos se comunicam."</p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Sobre a jornada</i></h3>
<p><i>A Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral é uma disciplina de pós-graduação aberta à participação do público oferecida pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> (parceria entre o IEA e o Itaú Cultural) e a <a class="external-link" href="http://www.prpg.usp.br/" target="_blank">Pró-Reitoria de Pós-Graduação</a>da USP.</i></p>
<p><i>A iniciativa é uma homenagem ao professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a>, ex-diretor do IEA, editor da revista do Instituto desde 1989 e <span class="c2" style="text-align: justify; ">estudioso das interseções entre arte e ciência.</span></i></p>
<p><i><span class="c2" style="text-align: justify; ">A idealização e coordenação é dos titulares da c</span>átedra: o crítico, curador e historiador de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a> e a biomédica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp.</i></p>
<p><i>A intenção é promover uma discussão profunda sobre as inter-relações arte e ciência ao longo dos tempos, perpassando por aspectos como proeminência cultural de um país sobre outro, questões de gênero, de estilos e formatos.</i></p>
<p><i>Ao todo, serão 19 encontros de agosto e dezembro, sempre às quintas e sextas-feiras, das 14h às 17h, com a participação de palestrantes e debatedores de diversos campos do conhecimento, líderes em suas áreas de atuação.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Gullar então diz no Manifesto Neoconcreto que "ninguém ignora que nenhuma experiência humana se limita aos cinco sentidos, uma vez que o homem reage como uma totalidade e na simbólica geral do corpo de Merleau-Ponty os sentidos se decifram uns aos outros".</p>
<p>O Neoconcretismo vai se propor como arte da sensorialidade mais completa, segundo o curador: infrassensorial em Clark, "voltada à interioridade"; suprassensorial em Oiticica, "com abertura para o além que está na vida social e na antropologia da cultura"; e plurissensorial em Lygia Pape, "a primeira que não se restringe ao léxico das artes visuais tradicionais, trabalhando com balé, música e vídeo".</p>
<p>Ele afirmou que a musicalidade da forma já estava presente no século 19 nas reflexões do filósofo britânico Walter Pater, para quem toda arte aspira à condição da música, questão que "reaparecerá em Adorno, Pedrosa e Oiticica.</p>
<p>A questão da música remete ao princípio da temporalidade complexa do Neoconcretismo: "Haveria uma assincronicidade, como também uma diacronia, além da dualidade espaço-tempo, marcada pela física de Einstein, mas vista como duração, a partir da filosofia de Bergson; Oiticica vai falar de trabalho sem tempo".</p>
<p>Em relação especificamente ao espaço, Herkenhoff afirmou que o movimento foi caracterizado pelo "primado do espaço, mas um espaço ativado".</p>
<p>Outra particularidade muito importante do movimento é a questão do não objeto. Na Teoria do Não Objeto de Gullar, a obra não deixa rastro, ela se configura no tempo da experiência, comentou. O exemplo citado por Herkenhoff é a obra "Caminhando" de Clark, que não é para ser observada, não é um espetáculo, é uma experiencia individual na qual corta-se com uma tesoura, no sentido longitudinal, uma fita de Möbius de papel.</p>
<p>Quanto à historicidade, do ponto de vista do Neoconcretismo, o artista é aquele que se coloca no contexto da história da arte, observando que a cultura é um conjunto de legados irresolutos, disse o curador. "O que vai interessar ao movimento é a história da arte no seu limite. O Mondrian que interessa é o dos problemas que lançou, mas não conseguiu resolver, porque a arte é infinita."</p>
<p>O Neoconcretismo não admite "heróis da forma", destacou Herkenhoff. "A história da arte não é um conjunto de formas a serem citadas, interpretadas, por que provindas de heróis da forma, sejam eles Von Doesburg ou mesmo Picasso." Para Pedrosa, o único herói é o artista inventor, que desdobra arranjos formais dos paradigmas, afirmou.</p>
<p>O princípio da isenção faz com que o movimento "pense a arte como uma episteme", no qual "a invenção não se arrima em padrões já feitos, em artistas consagrados". Pedrosa parece dizer, explicou Herkenhoff, que" a arte não é uma sucessão de ismos, mas um processo de conhecimento sujeito a questões dialéticas, mudanças, avanços, retornos."  O artista deve pensar na essência da criação e levar em consideração que "a noção de estilo foi substituído pela noção de styling, um conceito comercial para marketagem dos objetos".</p>
<p>O vazio também é um tema relevante para o Neoconcretismo. Herkenhoff leu trecho de carta que Clark enviou a Mondrian sobre a questão: "O homem não está só, ele é a forma e o vazio. Vem do vazio para a forma. Vida. E sai desta para o vazio pleno". Segundo o curador, isso é muito próximo de Lacan, "quando ele diz que o oleiro cria o vaso a partir do buraco".</p>
<p>Herkenhoff finalizou sua exposição falando do princípio da pós-modernidade presente no Neoconcretismo. Para ele, Pedrosa, em 1966, antecipou Lyotard em três ou quatro anos na questão do pós-moderno. "Naquele momento, Pedrosa lia Wittgenstein e fala sobre a ruptura do cânone moderno: 'Enquanto essa experiência histórica, estética, cultural pode ser explorada pelos artistas individuais, de modo fecundo, a arte moderna encheu toda nossa época com obras de autêntico valor. Agora, tudo indica que a experiência foi consumada'.”</p>
<p>Pedrosa acrescenta, de acordo com Herkenhoff, que “os artistas que negam a arte começam a nos propor, consciente ou inconscientemente, outra coisa. É um fenômeno cultural e mesmo sociológico inteiramente novo. Não estamos dentro dos parâmetros do que se chamou arte moderna. Chamaria isso de arte pós-moderna, para significar a diferença. Nesse momento de crise e de opção devemos optar pelos artistas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gloria-ferreira-17-10-2019/image" alt="Glória Ferreira - 17/10/2019" title="Glória Ferreira - 17/10/2019" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Glória Ferreira</dd>
</dl></p>
<p><strong>Visão da crítica</strong></p>
<p>Pedrosa tinha consciência que a crítica é um fenômeno histórico, por isso sempre questionou suas posições e atividade em cada momento histórico, de acordo com a curadora Glória Ferreira, professora da Escola de Belas Artes da UFRJ e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e organizadora do livro "<a class="external-link" href="https://www.moma.org/momaorg/shared/pdfs/docs/publication_pdf/3232/Pedrosa_PREVIEW.pdf?1456334850">Mário Pedrosa, Primary Documents</a>", publicado pelo Museu de Arte Moderna ((MoMA). de Nova York, em 2016.</p>
<p>Historiando sobre a carreira do crítico, ela destacou a intensa atividade política de Pedrosa nos anos 20 e 30. "Em 1933, proferiu a célebre conferência 'As Tendências S<strong>ociais</strong> da Arte e Käthe Kollwitz', onde estabeleceu a relação entre atualidade estética e arte social, não fundamentada em temas, mas nos próprios procedimentos artísticos. Para ele, arte de vanguarda e revolução social são indissociáveis."</p>
<p>Segundo a curadora, os interesses de Pedrosa em arte surgiram no MoMA, nos anos 40, quando esteve exilado nos Estados Unidos. "Ele ficou amigo de Calder [Alexander Calder, escultor americano] e escreveu sobre ele e Portinari."</p>
<p>"Mas é em 1945, de volta ao Brasil, que Pedrosa engaja-se de fato na atividade crítica, sem jamais abandonar a militância política e estabelecendo uma relação entre revolução social e arte de vanguarda."</p>
<p>Ainda naquele ano, funda o seminário Vanguarda Socialista e participa da criação da União Socialista Popular, com "a meta de criação de um grande partido socialista". No ano seguinte, cria uma seção de artes plásticas no “Correio da Manhã” e colabora também com o “Estado de S.Paulo” e a “Tribuna de Imprensa”.</p>
<p>Para Pedrosa, "a funcionalidade da arte é uma exigência da necessidade formal e criadora”, segundo Ferreira. “Contrapõe-se assim ao atrelamento da arte aos conteúdos sociais então em voga, defendendo em termos universais as possibilidades da arte e suas transformações."</p>
<p>Glória ressaltou que naquele período, são poetas e escritores como Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Sergio Milliet, Raquel Queiroz e Rubens Braga que exercem a crítica em geral. "Era uma crítica impressionista e comprometida com a afirmação nacional, embasada na defesa do moderno no sentido de liberar a sociedade brasileira do ranço colonial." No "Correio da Manhã", Pedrosa muda o tom do debate ao propor "uma visão da arte que integra a arte de doentes mentais e crianças e a arte primitiva", afirmou.</p>
<p>Em 1947, por ocasião de encerramento de exposição organizada pelo Centro Psiquiátrico do Engenho de Dentro, profere a conferência “Arte, Necessidade Vital”, onde afirma que "a atividade se estende a todos os seres humanos e não é mais a ocupação exclusiva de uma confraria especializada que exige diploma para nela se ter acesso". Também promove visitas ao centro, entre as quais as de Camus, Murilo Mendes e Léon Degand [primeiro diretor do MAM de São Paulo].</p>
<p>Ao lado desse trabalho com Nise, Pedrosa participa ativamente da discussão polarizada entre artistas e críticos, sobretudo de São Paulo e Rio de Janeiro, ocasionada pela abstração, disse Glória. "A oposição entre a estética figurativa e a abstrata é um dos momentos mais fortes desde a Semana de 22, com o debate ficando mais intenso em março de 1949, quando o MAM de São Paulo realiza a exposição 'Do Figurativismo ao Abstracionismo', proposta por Ciccillo Matarazzo. Depois houve uma exposição no Rio de Janeiro com obras do MAM paulista, do Masp e de colecionadores privados do Rio de Janeiro."</p>
<p>A exposição no Rio de Janeiro causou "brutal tomada de contato com questões que até aquele momento passavam ao largo", afirmou a curadora. Para o catálogo da exposição, Pedrosa escreveu texto "em defesa da arte moderna e da erradicação da arte de caráter social em prol de novas concepções estéticas".</p>
<p>"Ele era marcado pela Gestalt, com a qual teve contato em Berlim no final dos anos 20, e desenvolveu a tese da natureza afetiva da forma na obra de arte. Questões da Gestalt, com nuances, foram retomadas por Pedrosa em outros textos, sobretudo sob a influência da fenomenologia."</p>
<p>Uma questão central para Pedrosa, disse Glória, é a da autonomia da arte, "que considera surgir com força no cubismo de Braque e Picasso e com total afloramento em Kandinsky".</p>
<p>Glória ressaltou o espírito internacionalista do crítico - "mas sem descuidar das condições locais" - e seu clamor por originalidade e necessidade de renovação, "enfim, por uma atitude experimental". No projeto construtivo brasileiro, que "defendia como um projeto moderno, uma linguagem capaz de engajar todos os povos do mundo, foi crítico engajado, ao lado de Lygia, Oiticica, Pape e outros artistas".</p>
<p>A curadora destacou três textos sobre crítica de arte publicados por Pedrosa em sua coluna no "Jornal do Brasil", em 1957. "Reconhecido então como o grande crítico de arte do país, proclama em 'Um Ponto de Vista de Crítico' a visão da crítica baudelairiana, parcial, apaixonada, política, exigindo talvez um pouco mais de tolerância no Brasil caótico, informe e indiscriminado do período."</p>
<p>No segundo texto, ele fala sobre a importância de "distinguir a obra de arte - a ser isolada e apreciada em si mesma - da pessoa física e até mesmo psicológica do artista".</p>
<p>No último texto da série, reafirma as qualidades formais da obra e coloca-se contra qualquer enredo ou assunto, afirmou Glória. Além disso, "para bem apreciar e julgar, o crítico deve substituir o artista".</p>
<p>“Se para Baudelaire o problema do artista é substituir a Natureza pelo homem na fonte de criação, para Pedrosa, o problema do crítico é substituir o artista, isto é, o criador inconsciente ou pré-consciente ser substituído pela consciência da criação.”</p>
<p>Ela ressalvou, no entanto, que Pedrosa deixou de atentar ao crescente ingresso de textos de artistas no domínio do discurso da crítica e da história da arte, bem como à profunda relação entre a crescente reivindicação dos artistas de serem os intérpretes de sua própria obra e as transformações de linguagem na produção contemporânea.</p>
<p>Na época da 1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta, em novembro de 1959, no Rio de Janeiro, Pedrosa estava no Japão. Escreve vários textos sobre a arte japonesa e organiza a exposição sobre arquitetura brasileira “Do Barroco a Brasília” no Museu de Arte Moderna de Tóquio.</p>
<p>Num primeiro momento, parece haver um certo embaraço de sua parte em relação ao rompimento dos neoconcretos com os concretos, disse a curadora. "Gullar sempre enfatizou a importância de Pedrosa no desenvolvimento da arte brasileira e, em depoimento para filme de 2010, disse, de forma bem-humorada, que o rompimento com o concretismo se deu na ausência de Pedrosa: 'Nós demos o golpe. Foi por acaso, mas ficou como se fosse um golpe. Na ausência do papai grande, mudamos. Quando ele chegou, era outra coisa'.”</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-saldiva-17-10-2019/image" alt="Paulo Saldiva - 17/10/2019" title="Paulo Saldiva - 17/10/2019" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Paulo Saldiva</dd>
</dl></p>
<p><strong>Terapêutica</strong></p>
<p>Segundo o diretor do IEA, Paulo <strong>Saldiv</strong><strong>a</strong>, professor da Faculdade de Medicina da USP, Pedrosa não se conformava com o óbvio e questionava tudo. "Nise da Silveira também era uma inconformada e acaba indo para a arte por uma questão humanitária: não aceitava o tratamento que era dado aos pacientes psiquiátricos à época."</p>
<p>"Com ela, saiu o eletrochoque e entrou a palavra. Os pacientes receberam recursos para se expressar e Nise passou a ter contato com manifestações das coisas mais recônditas de suas almas."</p>
<p>Saldiva destacou a relação de Nise com o pensamento do psicanalista Karl Jung. “Jung deu uma surtada. O que o ancorava à realidade era a família e o trabalho. Ele reconhecia nos seus delírios símbolos que seus pacientes também relatavam.”</p>
<p>“Símbolos e formas geométricas como planos e círculos são coisas comuns na arquitetura e remontam ao paleolítico superior. A arte não é manifestação do espírito; ela faz parte do espírito e da evolução.”</p>
<p>Pode-se falar de uma “biologia evolutiva da arte”, de acordo com Saldiva. "A evolução dos hominídeos apostou no aumento da cabeça, que consome energia fornecida pela placenta em detrimento de outras partes do corpo. A cabeça aumentou de tamanho e o quadril ficou menor. A ocitocina, que causa euforia, acaba atuando também para espremer o útero e assim facilitar o parto."</p>
<p>O cérebro maior possibilitou mais conexões neuronais e assim, "há 75 mil anos, aconteceu a revolução cognitiva". Com ela, os objetos que antes eram produzidos só com preocupações utilitárias passam a apresentar também componentes estéticos, afirmou.".</p>
<p>Em relação à pintura, Saldiva disse que ela precedeu em muito a escrita e foi acompanhada pelo canto. “Verificou-se que onde as pinturas eram feitas nas cavernas eram também os lugares com melhor acústica.”</p>
<p>“Por que no tratamento psiquiátrico vai se buscar formas de comunicação ancestrais? Por que estimular a produção de arte?” Antes que os psiquiatras entendessem a importância disso, Pedrosa enxergou a arte como algo fundamental, por isso se associou a Nise."</p>
<p>Extrapolando para a importância da arte em outras situações de saúde, Saldiva disse que cirurgiões constataram haver menos infecções se há arte no ambiente de um hospital. “Quando se vê arte, a pressão arterial cai e aumenta a síntese do hormônio ocitocina, que tem efeito anti-inflamatório.”</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ton-marar/image" alt="Ton Marar - 17/10/2019" title="Ton Marar - 17/10/2019" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Washington Marar</dd>
</dl></p>
<p><strong>Topologia geométrica</strong></p>
<p>Washington Marar<strong>, </strong>professor do Instituto de Ciências Matemática e da Computação (ICMC) da USP e especialista em singularidade, fez uma apresentação sobre um tipo de geometria, a topologia geométrica. Ele mostrou como por meio dela é possível descrever a famosa obra “Unidade Tripartida” do suíço Max Bill, ganhadora do prêmio para escultura da 1ª Bienal de São Paulo, em 1951. Também comentou o aspecto topológico da obra “Caminhando” de Lygia Clark.</p>
<p>A topologia geométrica permite a representação da superfície de um elemento tridimensional em um modelo plano. O exemplo inicial explicado por ele foi de um cilindro, que ao ser seccionado tem sua forma indicada por um retângulo com notação de como foi feito o “corte” da superfície curva.</p>
<p>Outro exemplo descrito por ele foi como descrever topologicamente a fita de Möbius. Mostrou como a “Unidade Tripartida” é constituída de três fitas de Möbius fundidas.</p>
<p>Para situar a especificidade da topologia geométrica, Marar falou da geometria euclidiana, contida no tratado “Os Elementos”, escrito por Euclides por volta de 300 anos a.C, em Alexandria. Nele, o matemático grego reuniu tudo que se conhecia então sobre geometria e teoria dos números.</p>
<p>“Trata-se do livro mais traduzido e editado no mundo ocidental depois da ‘Bíblia’. Nele, Euclides criou o método dedutivo, que consiste em obter proposições a partir de asserções básicas e deduções lógicas. Procedimento que influenciou Newton e Espinosa, entre outros.”</p>
<p>Alguns dos exemplos de definições de Euclides mencionados por Marar foram o de ponto ("aquilo que não tem partes") e linha ("aquilo que tem comprimento, mas não tem largura, e cujas extremidades são pontos")</p>
<p>Na geometria, não importa a natureza dos objetos, mas sim como eles se relacionam. Ela se move da desordem para a ordem, com a preservação de propriedade métricas, ao passo que a topologia geométrica preserva as formas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): MoMA, livro "Mário Pedrosa - Primary Documentos; Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicanálise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neoconcretismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psiquiatria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-25T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole">
    <title>Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - Desafios para o Planejamento e a Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/governanca-ambiental-na-macrometropole</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>(lançamento de livro) - <a href="https://drive.google.com/file/d/19f_0QljFRct-bYbQLW0DrPqW_gTtQSgE/view?usp=sharing" rel="noopener noreferrer" style="text-align: justify; " target="_blank">Download</a></strong></p>
<p>O seminário em questão abarca apresentação de pesquisas consolidadas no âmbito do <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/97000/governanca-ambiental-da-macrometropole-paulista-face-a-variabilidade-climatica/">Projeto Temático FAPESP 2015/03804-9 </a>e que resultaram na publicação de livro homônimo que, em perspectiva interdisciplinar, traz a contribuições de 54 autores, de diversas instituições como USP, UFABC, ITA, UNESP, UNIFESP, UNB, UNESCO, entre outras.</p>
<div><span>Os participantes irão debater a importância da aproximação entre ciência e política para a tomada de decisão com foco nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e <span>refletir sobre é a contribuição subnacional para o acompanhamento das metas desses ODS no Estado de São Paulo.</span></span></div>
<div><span><span>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</span></span></div>
<div></div>
<p><span><span><strong>Abertura:</strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA USP)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi </a>(ICLEI/IEA/IEE/USP)</p>
<p class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-frey" class="external-link">Klaus Frey</a><span> (PGT/UFABC) </span></span></p>
<p class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruth-ferreira-ramos" class="external-link">Ruth Ferreira</a> (UFABC)</p>
<p class="visualClear"><span><strong>Debatedores:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a> (IEA e IO USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alice-junqueira" class="external-link">Alice Junqueira</a> (Climax Brasil)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-yumie-aoki-inoue" class="external-link"><span> </span><span>Cristina Yumie </span><span>Aoki Inoue</span></a> (UnB)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><strong>Mediadoras:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-de-oliveira-nusdeo" class="external-link">Ana Maria de Oliveira Nusdeo</a> (IEA e FD USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-canil" class="external-link">Katia <span>Canil</span></a> (UFABC)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-10T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil">
    <title>Os Desafios da Ciência no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/os-desafios-da-ciencia-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O <span style="float: none; ">presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC) Luiz </span>Davidovich abordará o histórico da ciência no país, a função das universidades e centros de pesquisa, e o papel da ABC na institucionalização da ciência brasileira.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A conferência destacará também os avanços proporcionados pelo desenvolvimento científico em diversos setores, como o aeronáutico, petrolífero, alimentício e de biotecnologia, ressaltando o retorno do investimento em ciência para o país.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O professor discorrerá ainda sobre a importância das mulheres na pesquisa científica, a necessidade de uma educação básica de qualidade para a formação dos futuros cientistas, e as projeções para o avanço da ciência no Brasil.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-21T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/open-science-ja-provoca-impactos-no-brasil">
    <title>Open science já provoca impactos no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/open-science-ja-provoca-impactos-no-brasil</link>
    <description>Pró-reitor de Pesquisa fala ao USP Analisa sobre reflexos desse movimento no País e na USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/computer3233754_1280.jpg/@@images/b93619a8-748e-4747-8908-cb1d9cfed712.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Um movimento mundial busca tornar disponível de forma aberta tanto os dados resultantes de pesquisas quanto artigos científicos. Intitulado <i>open science</i> (em português, ciência aberta), esse movimento já está trazendo reflexos ao Brasil. A USP, por exemplo, deve lançar em breve um repositório próprio com dados, tabelas e imagens de trabalhos desenvolvidos por pesquisadores da universidade. Para falar sobre esse tema, o USP Analisa desta semana conversa com o pró-reitor de Pesquisa Sylvio Canuto e a docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP Ana Paula Tavares Magalhães Tacconi, que também é assessora da Pró-Reitoria de Pesquisa.</p>
<p>Segundo Canuto, a discussão no Brasil em torno da necessidade de ampliar o acesso a periódicos científicos de grande impacto deve-se ao fato de que as pesquisas, de onde resultam os artigos científicos, são financiadas com verbas públicas. “A questão aparece porque você utiliza essencialmente recursos públicos para fazer publicação e, portanto, existe a filosofia de que se o recurso é público, o acesso deve ser, portanto, público. Então essa questão colocada é preocupante num certo sentido porque quando as revistas colocam o acesso público, elas querem que alguém arque com a despesa. Então quem arcaria com essa despesa é uma questão que está em discussão no momento”, explica ele.</p>
<p>Outro ponto destacado por Ana Paula é a importância da adoção de códigos de conduta para integridade em pesquisa pelas universidades. “Do ponto de vista da instituição universidade, me parece muito importante para a uniformização das ações no sentido de uma política efetivamente de boas práticas. Porque essa é uma cultura, inclusive, que nós ainda estamos criando. É algo em construção. E do ponto de vista da comunidade acadêmica, tem um valor pedagógico importantíssimo. Porque isso viabiliza o acesso de docentes e estudantes e da comunidade em geral a formas de praticar ciência no sentido de multiplicar boas práticas científicas”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (22), às 18h05, com reapresentação no domingo (26), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Open science</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-22T19:16:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/oncologia-precisao-brasil">
    <title>Oncologia de Precisão no Brasil: Uma Abordagem de Avaliação de Tecnologias em Saúde ao Longo do Ciclo de Vida</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/oncologia-precisao-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este seminário inaugura as atividades do Grupo de Pesquisa Equidade e Eficiência das Tecnologias de Oncologia de Precisão (EETOP), cujo propósito é constituir um espaço de comunicação entre a comunidade científica e a sociedade, de modo a aglutinar discussões interdisciplinares em torno das contribuições da “medicina de precisão em oncologia” para o cuidado do paciente com câncer, em uma perspectiva de equidade e sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.</p>
<p>A medicina de precisão é definida como “uma abordagem emergente para a prevenção e o tratamento de doenças que leva em consideração a variabilidade individual dos genes, ambiente e estilo de vida de cada pessoa”. Para cientistas e oncologistas, o termo "medicina personalizada" é frequentemente usado de forma intercambiável com termos como "medicina genômica", "medicina de precisão" e "oncologia de precisão".</p>
<p>A medicina de precisão representa uma mudança de paradigma, uma transformação disruptiva nas abordagens de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças. As terapias que eram desenvolvidas com base em médias populacionais, nas quais os pacientes recebiam tratamentos padronizados, agora são adaptadas às características individuais de cada paciente, incluindo seu perfil genético, ambiental e de estilo de vida. As terapias contra o câncer, anteriormente desenvolvidas com base no tipo e na localização do tumor (por exemplo, câncer de pulmão, câncer de mama), agora são direcionadas às alterações genéticas específicas do tumor, independente da sua localização no corpo.</p>
<p>À medida que a medicina de precisão em oncologia se expande para incluir big data, proteômica, transcriptômica, imagem molecular, os desafios de traduzir esse novo paradigma em cuidados de saúde efetivos e equitativos para os pacientes também aumentam. Questões relacionadas ao desenho adequado de ensaios clínicos, à definição de benefícios significativos para os pacientes, ao acesso, à equidade, ao aumento dos custos e sustentabilidade do Sistema de Saúde ainda precisam ser resolvidas.</p>
<p><b>Coordenação: </b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-coelho-de-soarez" class="external-link">Patrícia Coelho de Soárez</a> (FMUSP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-novaes" class="external-link">Hillegonda   Maria Dutilh Novaes</a> (FMUSP)</p>
<p><b>Organização:</b> <span>Patrícia Coelho de Soárez</span> (FMUSP) e <span>Hillegonda   Maria Dutilh Novaes</span> (FMUSP), <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/4048912297313504">Ana Carolina Nonato</a> (FMUSP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-pavani" class="external-link">Claudia Pavani</a> (IEA-USP), <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8600165607616648">Natacha Regina de Moraes Cerchiari</a> (HCFM-USP), <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/0926054859427883">Sophia Aguiar Monteiro Borges</a> (FMUSP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<h3>Público-alvo (*)</h3>
<p>Serão priorizadas estudantes da USP (graduação e pós-graduação) e representantes de stakeholders (formuladores de políticas públicas, especialistas clínicos, gestores públicos e privados, indústria, seguradoras, planos de saúde, agência regulatória, judiciário, associação de pacientes).</p>
<p>(*) Limite de vagas: 170</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Equidade e Eficiência das Tecnologias de Oncologia de Precisão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-16T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-que-sao-fake-news-11-de-outubro-de-2019">
    <title>O que São Fake News? - 11 de outubro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-que-sao-fake-news-11-de-outubro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Imprensa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-11T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-ignorancia-5">
    <title>O que São Fake News?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-ignorancia-5</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>5º encontro do ciclo <strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-ignorancia" class="external-link">O que a Ignorância tem a nos ensinar?</a></strong></p>
<div>Atualmente, as redes sociais nos bombardeiam com tantas informações que fica impossível analisar cada dado que nos é apresentado. Seja por falta de tempo, ignorância ou por má-fé, muita gente acaba optando por apenas repassar determinadas notícias antes de verificar o que é verdade e o que é mentira!</div>
<p><span>Mas como identificar uma fake news? </span>Quais são as características de um boato digital? Quais as ferramentas que temos à disposição na web para identificar uma montagem? Com uma experiência acumulada de 17 anos em identificar e desmentir as notícias falsas que circulam na web, Gilmar Lopes mostra quais são as características de uma fake news, além de explicar como usar a própria internet como instrumento para identificar notícias falsas.</p>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilmar-lopes" class="external-link">Gilmar Lopes</a>, criador do <a class="external-link" href="http://www.e-farsas.com/">E-farsas.com</a> - primeiro site dedicado à checagem de fatos em atividade no Brasil - apresenta de forma descontraída e divertida também alguns exemplos de boatos eletrônicos e quais são as consequências em se compartilhar fake news!</div>
<div></div>
<p>Vivemos em um mundo em que a informação a respeito dos mais diversos assuntos nunca foi tão acessível para um número tão grande de pessoas – e, no entanto, a ignorância avança. Isso vale até mesmo para a ignorância sobre coisas que, hoje, é possível conhecer com alguma facilidade. A disseminação de boatos, a princípio fáceis de desmentir, alastra-se com mais rapidez e alcance do que qualquer desmentido; políticas públicas são por vezes formuladas e postas em prática sem levar em conta o conhecimento científico relevante sobre o tema; e mesmo as mais exóticas teorias da conspiração conseguem hoje atrair um número impressionante de adeptos.</p>
<p>Em resposta a isso, um número crescente de pesquisadores de diversas áreas têm demonstrado interesse em compreender melhor a natureza da ignorância. O que é, exatamente, a ignorância? Como melhor estudá-la? Quais são os seus impactos? Em que condições a ignorância pode ser algo desejável? E como manejá-la, nos casos em que ela é indesejável?</p>
<p>Para dar um primeiro passo na resposta a essas questões, reuniremos, em oito encontros, pesquisadores de diversas áreas – com o objetivo de explorar algumas abordagens possíveis sobre o tema.</p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilmar-lopes" class="external-link">Gilmar Lopes</a> (e-farsas)</p>
<p><strong>Mediação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-orsi" class="external-link">Carlos Orsi</a> (<span style="text-align: start; float: none; ">Instituto Questão de Ciência</span>)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-01T22:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/o-computador-como-maquina-epistemologica-o-caso-do-xadrez-computacional-17-10-2025">
    <title>O Computador Como Máquina Epistemológica: o Caso do Xadrez Computacional - 17/10/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/o-computador-como-maquina-epistemologica-o-caso-do-xadrez-computacional-17-10-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-15T15:42:25Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-brasil-e-a-ignorancia-institucional-7-de-novembro-de-2019-1">
    <title>O Brasil e a Ignorância Institucional - 7 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-brasil-e-a-ignorancia-institucional-7-de-novembro-de-2019-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-ignorancia-7">
    <title>O Brasil e a Ignorância Institucional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-ignorancia-7</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>7º encontro do ciclo <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-ignorancia" class="external-link"><strong>O que a Ignorância tem a nos ensinar?</strong></a></p>
<p>A ignorância não é um fenômeno exclusivo de pessoas ou sociedades, sendo possível que instituições sofram do mesmo mal de maneira potencialmente mais perigosa. Enquanto a ignorância exclusivamente humana é sanável, ao menos em tese, com mais informação; a ignorância institucional tende a se cristalizar e ser mais resiliente a tentativas de ajuste. No encontro, será proposto um modelo de ignorância científica institucional e serão discutidos casos brasileiros e ações possíveis.</p>
<p><strong>Sobre o ciclo</strong></p>
<p>Vivemos em um mundo em que a informação a respeito dos mais diversos assuntos nunca foi tão acessível para um número tão grande de pessoas – e, no entanto, a ignorância avança. Isso vale até mesmo para a ignorância sobre coisas que, hoje, é possível conhecer com alguma facilidade. A disseminação de boatos, a princípio fáceis de desmentir, alastra-se com mais rapidez e alcance do que qualquer desmentido; políticas públicas são por vezes formuladas e postas em prática sem levar em conta o conhecimento científico relevante sobre o tema; e mesmo as mais exóticas teorias da conspiração conseguem hoje atrair um número impressionante de adeptos.</p>
<p>Em resposta a isso, um número crescente de pesquisadores de diversas áreas têm demonstrado interesse em compreender melhor a natureza da ignorância. O que é, exatamente, a ignorância? Como melhor estudá-la? Quais são os seus impactos? Em que condições a ignorância pode ser algo desejável? E como manejá-la, nos casos em que ela é indesejável?</p>
<p>Para dar um primeiro passo na resposta a essas questões, reuniremos, em oito encontros, pesquisadores de diversas áreas – com o objetivo de explorar algumas abordagens possíveis sobre o tema.</p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-vitor-gomes-almeida" class="external-link">Paulo Almeida</a> (<span style="text-align: start; float: none; ">Instituto Questão de Ciência</span>)</p>
<p><strong>Mediação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-orsi" class="external-link">Carlos Orsi</a> (<span style="text-align: start; float: none; ">Instituto Questão de Ciência</span>)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-01T22:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/novos-horizontes-civilizatorios">
    <title>Novos Horizontes Civilizatórios: Direitos da Natureza, Direitos Humanos e o Giro Biocêntrico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/novos-horizontes-civilizatorios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-gudynas" class="external-link">Eduardo Gudynas</a>, pensador uruguaio, célebre autor do livro <a class="external-link" href="https://www.google.com.br/books/edition/Direitos_da_natureza/cGH0DwAAQBAJ?hl=pt-BR&amp;gbpv=0">“Direitos  da Natureza-Ética Biocêntrica e políticas ambientais”</a>, lançado no Brasil  pela Editora Elefante em 2019, foi consultor da Assembleia Constituinte  do Equador, que produziu uma nova Constituição, promulgada em 2008,  pioneira mundial na consagração dos Direitos da Natureza em um texto  constitucional.</p>
<p>O resultado desse texto foi assim saudado pelo próprio Gudynas: “La  nueva Constitución de Ecuador presenta por primera vez en América Latina  un giro hacia el biocentrismo...”.</p>
<p>Nessa perspectiva  ‘biocêntrica’, o ser humano, segundo Gudynas nos diz em seu livro  “Direitos da Natureza”, passa a ser “interpretado como uma parte da  comunidade da vida”, ou “como mais um, junto com as demais espécies  viventes, e não está acima delas”, nem tampouco acima dos direitos de  outros seres, aos quais passaram a se atribuir a condição de sujeitos de  direitos.</p>
<p>Essa equiparação entre direitos humanos e direitos da natureza,  segundo o pensador uruguaio, com quem teremos a oportunidade de debater,  é passo fundamental para confrontarmos o atual padrão civilizatório em  que tanto os seres humanos como os demais elementos da natureza são  vistos e tratados como recursos para acumulação e produção infinitas.  Postura fortemente responsável pela produção da catástrofe ambiental ora  em curso.</p>
<p>O debate com Gudynas será conduzido e mediado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-bernardino-de-carvalho" class="external-link">Marcos Bernardino de Carvalho</a>, que atualmente desenvolve pesquisa no IEA investigando  precisamente algumas das novidades latino-americanas que não só a  consagração dos “direitos da natureza”, mas também a consideração dos  ‘bens viveres’ e a instituição de ‘estados plurinacionais’, estão  aportando aos debates sobre os problemas socioambientais da atualidade.</p>
<p><b>Palestrante: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-gudynas" class="external-link">Eduardo Gudynas</a> (Centro Latino-Americano  de Ecologia Social/Cátedra Arne Naess em Justiça Global e Meio Ambiente,  Universidade de Oslo).</p>
<p><b>Mediador e debatedor: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-bernardino-de-carvalho" class="external-link">Marcos Bernardino de Carvalho</a> (Programa Ano Sabático do IEA/EACH/FFLCH-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-24T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente">
    <title>Mulheres na Ciência: Uma Verdade Inconveniente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-na-ciencia-uma-verdade-inconveniente</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e3391b83-7fff-48ab-b89e-9a8042710531"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Marcia Barbosa vai discutir por que o número de cientistas mulheres ainda é considerado pequeno e quais as razões da lentidão no aumento da presença delas nessa área. Segundo ela, a medida que as mulheres ocupam posições mais elevadas nas carreiras científicas, o percentual de participação diminui, fato conhecido internacionalmente como </span><span>efeito tesoura</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Debatedora</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Marcia Barbosa (UFRGS)</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-10T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/mudancas-climaticas-e-o-papel-dos-tribunais-de-contas-19-08-2025">
    <title>Mudanças Climáticas e o Papel dos Tribunais de Contas - 19/08/2025 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/mudancas-climaticas-e-o-papel-dos-tribunais-de-contas-19-08-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-25T21:29:46Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/memoria-ciencia-arte">
    <title>Memória da Ciência, Memória da Arte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/memoria-ciencia-arte</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento visa contribuir para discutir o papel do casal Max Löwenstein e Lily Epstein Löwenstein na formação de importantes acervos científicos e artísticos em São Paulo nos anos do segundo pós-guerra, tema de estudos recém publicados. Lily, formada em Berlim,  foi desenhista e fotomicrógrafa da Faculdade de Medicina da USP. Depois, atuou no Instituto Biológico, colaborando principalmente na pesquisa sobre aves. Os dois imigrantes alemães de origem judaica tiveram também uma atuação relevante nas iniciativas de Assis Chateaubriand, Pietro Maria Bardi e Lina Bo Bardi no MASP, na fundação da rede dos museus regionais e em outras atividades culturais. Com a finalidade de colocar em diálogo as diversas áreas disciplinares, na ocasião, serão apresentados também os resultados de uma pesquisa sobre as exposições didáticas do primeiro MASP, e ainda “De Humani Corporis Fabrica” uma experiência didática inspirada no tratado de Vesalius do século XVI  realizada por artistas pesquisadoras da ECA no acervo de anatomia do ICB USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-04T12:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
