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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 131 to 145.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-aborda-a-producao-de-uma-inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano">
    <title>Evento aborda a produção de uma inteligência artificial centrada no ser humano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-aborda-a-producao-de-uma-inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano</link>
    <description>Ben Shneiderman fará exposição no dia 26 de agosto, às 15h30, com base em seu livro "Human-Centered AI"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e47c2f41-7fff-591b-bacb-861ebcebc8be"> </span></p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Ben-Shneiderman-web.png/image" alt="Ben Shneiderman 11/08/2022" title="Ben Shneiderman 11/08/2022" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Ben Shneiderman, autor de ''Human-Centered AI'' é o conferencista convidado</dd>
</dl>No dia <strong>26 de agosto, às 15h</strong>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/ben-shneiderman"><span>Ben Shneiderman</span></a> fará a conferência "IA Centrada no Ser Humano: Garantindo o Controle Humano enquanto Aumenta a Automação". Ele abordará o tópico com base em seu novo livro, "<a href="https://hcil.umd.edu/human-centered-ai/"><span>Human-Centered AI</span></a>" (Oxford University Press, 2022). O autor é membro do Institute for Advanced Computer Studies e professor do departamento de ciências da computação da Universidade de Maryland.</p>
<p dir="ltr"><span>Organizado pela </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/catedra-oscar-sala"><span>Cátedra Oscar Sala</span></a><span> em parceria com o </span><a href="https://www.cgi.br/"><span>Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</span></a><span> e o </span><a href="https://www.nic.br/"><span>Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)</span></a><span>, o evento terá </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>transmissão ao vivo</span></a><span> e moderação de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida"><span>Virgílio Almeida</span></a><span>, titular da cátedra. A exposição será feita em inglês, com tradução simultânea.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir do surgimento de uma nova </span><span>síntese que integra tecnologias de Inteligência Artificial (IA) com Interação Humano-Computador para produção da IA Centrada no Homem (HCAI), profissionais como pesquisadores, desenvolvedores, líderes de negócios e formuladores de políticas estão expandindo o escopo centrado na tecnologia da IA. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo os organizadores do evento, a expansão de uma visão focada em algoritmos para "abraçar uma perspectiva centrada no ser humano" pode moldar o futuro da tecnologia para melhor atender às nossas necessidades. Como exemplo, produtos e serviços que melhorem a vida dos usuários podem ser projetados por educadores, designers, engenheiros de software, gerentes de produto, avaliadores e funcionários de agências governamentais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O objetivo de uma IA centrada no humano é ampliar, aumentar e aprimorar as habilidades humanas, e seus defensores acreditam na promoção de valores humanos, direitos, justiça e dignidade ao construir sistemas seguros e confiáveis.</span></p>
<p dir="ltr"><span><span id="docs-internal-guid-91a3f82b-7fff-be56-2b6b-b587e2c920f3"><i><strong> </strong></i></span></span></p>
<hr />
<p><i><strong> IA Centrada no Ser Humano: Garantindo o Controle Humano enquanto Aumenta a Automação</strong><br />26 de agosto, das 15h às 17h<br />Evento online, público e gratuito<br />Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> em inglês com tradução simultânea<br />Mais informações com Cláudia Regina (<a href="mailto:clauregi@usp.br"><span>clauregi@usp.br</span></a>)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/IA-Centrada-no-Ser-Humano"><span>Página do evento</span></a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-11T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/etica-da-inteligencia-artificial-diretrizes-e-recomendacoes-para-a-governanca">
    <title>Ética da inteligência artificial: diretrizes e recomendações para a governança</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/etica-da-inteligencia-artificial-diretrizes-e-recomendacoes-para-a-governanca</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a4742ea9-7fff-6965-e9ba-7f303e442338"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a iniciativa </span><a href="https://understandingai.iea.usp.br/"><span>Understanding Artificial Intelligence</span></a><span>, do Instituto de Estudos Avançados da USP promovem no dia 6 de maio, a partir das 14h, a conferência on-line “Ética da inteligência artificial: diretrizes e recomendações para a governança”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e coordenador da </span><a href="https://raies.org/"><span>Rede de Inteligência Artificial Ética e Segura (RAIES)</span></a><span>, Nythamar de Oliveira; o coordenador do </span><a href="https://cdea.tche.br/site/"><span>Centro de Estudos Europeus e Alemães</span></a><span>, Jair Tauchen; a pesquisadora da RAIES e mestranda da PUCRS, Aline Santos Barbosa; e a professora da PUCRS e da Universidade Federal de Santa Catarina, Camila Palhares Barbosa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles vão abordar diretrizes e recomendações ético-morais para a governança da inteligência artificial, incluindo desafios normativos para a regulamentação e a implementação de políticas públicas que assegurem sistemas éticos e seguros, promovendo a inclusão socioeconômica, de gênero e de raça/etnia (igualitarismo interseccional) por meio da inclusão digital.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-26T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas listam cuidados para o eleitor não ser enganado pela inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-listam-cuidados-para-o-eleitor-nao-ser-enganado-pela-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy e Evandro Ruiz, do Grupo de Estudos TechLaw do IEA-RP, falaram sobre o tema no USP Analisa que vai ao ar nesta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-246e0e4a-7fff-a38e-bd4a-90e6cee6e96a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy3_of_Designsemnome57.png/@@images/875a28fb-871c-4508-8e85-84d9baaaded4.png" alt="" class="image-left" title="" />Mesmo com as regras aprovadas em março pelo Tribunal Superior Eleitoral para o uso de inteligência artificial nestas eleições municipais, o eleitor precisa se manter vigilante para não ser enganado com conteúdos criados por meio dessa tecnologia. Os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Eduardo Seron Ruiz, dão uma série de dicas sobre isso no USP Analisa que vai ao ar nesta sexta (31).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina lembra que até existem algoritmos que permitem a detecção dos chamados deep fakes, uma técnica que permite criar vídeos com inteligência artificial e simular com perfeição situações ou falas que nunca existiram. Ela cita como exemplo um vídeo que circulou durante as eleições de 2022 com o então candidato a presidente Jair Bolsonaro dançando e cantando “Ilariê”, da cantora e apresentadora Xuxa Meneghel.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Conhecendo o Bolsonaro, qual era a probabilidade de ele estar fazendo um vídeo vestido de Xuxa e cantando Ilariê? Nesse sentido, já gera uma estranheza. Ou eu vou compartilhar no sentido de sátira, ou eu vou querer realmente gerar confusão, depende do tom, mas é preciso a gente avaliar o contexto. Também é preciso atentar ao local em que está sendo veiculado. Por exemplo, vídeos dos quais você nem sabe a origem e que estão circulando no WhatsApp. E sempre pensar na sua responsabilidade como cidadão antes de compartilhar”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, existem algumas dicas para reconhecer uma manipulação, como a sincronia da fala com o movimento da boca ou mesmo a aparência dos dentes enquanto a pessoa está falando no vídeo, porém a tecnologia está se aperfeiçoando com rapidez.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não pode esquecer que os deep fakes serão cada vez mais verossímeis e vai ser muito difícil a gente identificá-los. Mas é muito importante analisar o contexto e o conteúdo transmitido pelos vídeos, que é uma das principais ferramentas para que nós não sejamos enganados com essas montagens de deep fakes”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que, apesar do lado negativo, a tecnologia pode trazer uma importante economia de recursos, permitindo, por exemplo, utilizar o dinheiro do Fundo Eleitoral - que soma 4,9 bilhões de reais - para outros fins que beneficiem diretamente a população.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Para a gente ter uma ideia, uma unidade básica de saúde, a mais top delas, nível quatro, custa hoje 800 mil reais. Se a gente considerar que o Brasil tem 5.500 municípios, dá para colocar uma UBS dessa em cada município do país, sendo que muitos não tem nenhuma. É muito dinheiro. Então, eu acho que a gente devia prestar atenção que esse mundo digital novo pode encurtar o distanciamento entre o povo e esse sistema eleitoral. E a gente podia pensar em cortar um pouco - ou muito - desse dinheiro, porque com as redes sociais a gente elimina esse espaço que teoricamente antes era muito grande porque só tinha rádio e TV”, sugere ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Cristina e Evandro, o podcast USP Analisa conversou com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cíntia Rosa Pereira de Lima. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRzBRN8_WUv9NVr4ad_Cqnv0&amp;feature=shared"><span>YouTube Music</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-31T01:07:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas discutem importância da regulação da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy, da FDRP, e Evandro Ruiz, da FFCLRP, são os entrevistados do USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-27c00819-7fff-ff7f-17b6-d24d5c45f5ff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome62.png/@@images/f9509993-c083-475d-ad57-599f61c8495e.png" alt="" class="image-left" title="" />Estabelecer uma legislação para o uso de ferramentas que envolvam inteligência artificial tem sido um tema bastante discutido em vários países, inclusive no Brasil. Afinal, por que é tão importante ter essa regulação? Para debater essa questão, o USP Analisa conversa com os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, Cristina Godoy, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, embora já existam algumas leis que podem ser usadas para regular essa tecnologia, ainda existem pontos que não são cobertos por elas. “A gente tem normas jurídicas que podem dirimir alguns problemas, alguns casos que surgem do uso da inteligência artificial, aplicações, sistemas. Temos a Lei Geral de Proteção de Dados, o Marco Civil da Internet, a legislação sobre propriedade intelectual, o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil. Então há um arcabouço relativamente vasto e adequado para dirimir a maior parte dos casos. Só que existem lacunas. A gente está numa fase agora de identificação dessas lacunas para, aí sim, pensarmos o que devemos regular, mas sem ter uma sobreposição com as outras normas. Senão vai ficar uma legislação muito repetitiva e acaba esvaziando o próprio objetivo da norma”, explica a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que a Computação não é mais tão independente do Direito como já foi no passado, até porque ela está envolvida em diversos aspectos da vida cotidiana. Por isso, embora muitos profissionais da área não gostem da ideia de uma regulação por considerá-la uma intromissão, ela é, sim, necessária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não tem que pensar com os olhos da tecnologia, a gente tem que pensar com um olho de humano, o que o humano - na sua capacidade de pensar, de abstrair, de construir - pode fazer com aquela tecnologia. Então não é um cerceamento, um freio na tecnologia. São eventualmente contornos, barreiras que a gente, como indivíduo, construtor, partícipe daquela tecnologia, precisa pensar em obedecer para que aquilo entre na sociedade de uma maneira construtiva”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina e Evandro também integram o </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudo Direito e Tecnologia - TechLaw</span></a><span> do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-02T14:11:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-direitos-autorais-no-contexto-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas abordam direitos autorais no contexto da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-abordam-direitos-autorais-no-contexto-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Segundo professores entrevistados pelo USP Analisa, debate passa pela qualidade da propriedade intelectual, que pode até inviabilizar novas tecnologias</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-42815057-7fff-362d-1328-7707a2b60d0c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome70.png/@@images/5417906f-e794-424b-a254-c92d807bbf60.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a possibilidade de utilizar ferramentas como o Chat GPT para criar textos e imagens, o debate sobre regulação da inteligência artificial passou a incluir também o campo da propriedade intelectual. Afinal, esses mecanismos utilizam bancos de dados e são capazes de copiar estilos de artistas. Para entender como ficam os direitos autorais diante desse cenário, o USP Analisa conversa com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Cristina Godoy, e com o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, existe um debate em torno da qualidade da propriedade intelectual. Ela lembra o caso de uma fabricante de celulares que tentou registrar a patente de determinados movimentos dos dedos dos usuários nas telas dos dispositivos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Há propriedades intelectuais de baixa qualidade, que a gente não deveria proteger, porque na realidade inviabilizam novas tecnologias e competidores, e tem aquelas de boa qualidade. Então vamos utilizar o mesmo sistema de análise. Realmente é uma cópia daquela obra de arte ou é um texto que é a cópia daquele romance? Se foi, acredito que o Direito vai tender a responsabilizar quem usou o Chat GPT. Porque você é responsável pelo conteúdo e pela obra que produz”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-30T18:58:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialista-de-stanford-defende-rigor-nos-codigos-de-conduta-e-pensamente-critico-para-confianca-na-ia">
    <title>Especialista de Stanford defende rigor nos códigos de conduta e pensamento crítico para lidar com a IA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialista-de-stanford-defende-rigor-nos-codigos-de-conduta-e-pensamente-critico-para-confianca-na-ia</link>
    <description>O pesquisador Davi Levi, do Instituto Stanford de Inteligência Artificial Centrada no Humano, da Universidade de Stanford, EUA, fez a conferência "IA e Confiança", no dia 24 de março.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/david-levi/image" alt="David Levi" title="David Levi" height="610" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">David Levi, da Universidade Stanford, durante sua exposição no IEA</dd>
</dl></p>
<p>Ao consultar uma ferramenta de inteligência artificial, muita gente considera extremamente natural confiar na explicação ou orientação oferecida. O que muitos ignoram é o quanto essa confiabilidade advém não só da precisão da informação e dos resultados que ela produz, mas também de mecanismos de sedução da IA para a construção dessa percepção favorável a ela.</p>
<p>Explorar vieses cognitivos e tentar satisfazer características psicológicas como vaidade, aspiração e busca de relações empáticas são alguns dos principais mecanismos empregados pela IA.</p>
<p>Para tratar do melhor uso desses recursos por empresas e governos, seu impacto nas pessoas e dos caminhos para uma confiança legítima na IA, o IEA recebeu no dia 24 de março o pesquisador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-levi" class="external-link">David Levi</a>, do Instituto Stanford de Inteligência Artificial Centrada no Humano, da Universidade Stanford, EUA.</p>
<p>A conferência "IA e Confiança" foi organizada pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/ia-responsavel" class="external-link">Cátedra IA Responsável</a> (parceria da USP com o Google sediada no IEA), <a class="external-link" href="https://br.usembassy.gov/pt/u-s-consulate-general-in-sao-paulo-pt/">Consulado Geral dos EUA em São Paulo</a> e laboratório <a class="external-link" href="https://understandingai.iea.usp.br/">Undertanding Artificial Intelligence</a>, com apoio do <a class="external-link" href="https://ciaam.usp.br/pt/">Centro de Inteligência Artificial a Aprendizado de Máquina</a> da USP.</p>
<p>Levi disse que as pessoas tendem a ver os problemas da IA como meramente técnicos e acreditam que a evolução da tecnológica vai resolvê-los. Para ele, isso não vai acontecer. No entanto, afirmou, não há um chamado para ser feito o que é preciso para tornar a tecnologia honesta, pois isso demanda tempo, educação, criação de estruturas e questionamento crítico. “Queremos que a IA faça o que é preciso para nos satisfazer, não controlar o que queremos”, disse.</p>
<p>Ele considera a IA é muito boa para resolver problemas genéricos e nos quais o usuário tem salvaguardas realistas para avaliar a eficácia dos procedimentos recomendados durante o curso da resolução, como monitores e outras formas de acompanhamento e avaliação de resultados. No entanto, considera que ela não é tão boa para problemas específicos e complexos, para os quais há apenas uma solução.</p>
<p>Segundo ele, a capacidade de resolver problemas genéricos com solução factível, a possibilidade de o usuário se valer de salvaguardas realistas e uma comunicação empática torna a IA útil para empresas e governos.</p>
<p>Levi é gerente do Programa de Parcerias com a Indústria do instituto em que atua. Nessa posição, é ele quem fala com o mercado, tentando traduzir os estudos para que as empresas entendam o que torna mais fácil ou difícil a confiança das pessoas na IA.</p>
<p>Um dos casos que mencionou foi o de uma empresa que disse ter contratado um funcionário remoto para atuar com a equipe. Enquanto os funcionários achavam que era uma pessoa, sempre elogiavam a qualidade do trabalho dela. Quando souberam que o novo membro era uma IA, passaram a comentar os erros que ela cometia.</p>
<p>“Isso é um fenômeno psicológico conhecido. A gente concede um benefício às pessoas, procuramos chegar a um meio termo. Com as máquinas, não”. Por isso, uma mentalidade centrada no humano e nas questões mais profundas do ponto de vista psicológico é crucial, afirmou.</p>
<p>Se a IA se apresenta de modo antropomórfico para encorajar essa perspectiva é porque leva a melhores resultados, disse. A ideia é fazer o usuário encará-la como um colega de trabalhos, um assistente. Para isso, a ferramenta usa tom similar ao que as pessoas empregam em seus relacionamentos pessoais. “Há um viés de adulação. Se um usuário diz alguma coisa equivocada, a IA concorda, como se gostasse dele.”</p>
<p>Levi também comentou o caso dos gêmeos digitais. “É a simulação de uma pessoa, vai responder como você responderia. Deveríamos aceitar a existência de uma versão digital nossa? E a de uma pessoa que já morreu, seria aceitável?”, questionou. Quantos aos agentes de IA, ele considera que ninguém com menos de 18 anos deveria usá-los, pois o impacto na saúde mental é muito alto.</p>
<p>No âmbito da utilização empresarial da IA, disse que os códigos de conduta ainda são muito novos e sem o nível de rigor adequado. Para ele, deveria ser adotado um nível similar ao que foi aplicado a um professor nos EUA que editou genes de bebês para que fossem imunes ao HIV e foi preso.</p>
<p>Levi afirmou que as empresas estão tentando lidar com essas dificuldades: “Há empresas querendo implantar agentes de IA, mas acham que eles acabarão monitorando tudo que os funcionários fazem. Os trabalhadores vão aceitar isso? As tecnologias estão aqui, mas ainda não sabemos o que fazer com elas”.</p>
<p>Ele afirmou que o Brasil é um dos países com maior entusiasmo pela IA, com as pessoas assumindo riscos, testando as ferramentas. "Mas se houver escândalos, isso vai abalar o ânimo dos brasileiros com a IA”, ponderou.</p>
<p>Para ele, a confiança na IA é algo que deve ser ganho, rastreado e governado. Talvez a melhor estratégia para lidar com a IA seja o que Levi disse ao ser indagado, no final da exposição, sobre o uso dessa tecnologia pelos jovens: “Estamos sendo liberados de tarefas entediantes. Os jovens serão liberados para se voltar a novos pensamentos. É preciso estimulá-los a desenvolver os músculos mentais. Para isso, é precisamos criar meios de estimular o pensamento crítico.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra IA Responsável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-25T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/epistemological-fault-lines">
    <title>Epistemological Fault Lines Between Human and Artificial Intelligence</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/epistemological-fault-lines</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Grandes modelos de linguagem (LLMs, na sigla em inglês) são amplamente descritos como inteligência artificial, mas seu perfil epistêmico diverge acentuadamente da cognição humana. Neste seminário, Valerio Capraro apresentará o trabalho<i> "Epistemological Fault Lines Between Human and Artificial Intelligence"</i>, desenvolvido em parceria com Walter Quattrociocchi e Matjaz Perc, no qual é mostrado como o aparente alinhamento entre as saídas humanas e de máquina oculta uma incompatibilidade estrutural mais profunda na forma como os julgamentos são produzidos. Traçando a mudança histórica da IA simbólica e dos sistemas de filtragem de informações para os transformadores generativos em larga escala, os autores argumentam que os LLMs não são agentes epistêmicos, mas sistemas estocásticos de completação de padrões, formalmente descritíveis como caminhadas em grafos de alta dimensão de transições linguísticas, em vez de sistemas que formam crenças ou modelos do mundo. Ao mapear sistematicamente os fluxos epistêmicos humanos e artificiais, os autores identificam sete linhas de falha epistêmicas: divergências em fundamentação, análise sintática, experiência, motivação, raciocínio causal, metacognição e valor. A condição resultante é chamada de Epistemia: uma situação estrutural na qual a plausibilidade linguística substitui a avaliação epistêmica, produzindo a sensação de conhecimento sem o trabalho do julgamento. A conclusão delineia as consequências para a avaliação, a governança e a alfabetização epistêmica em sociedades cada vez mais organizadas em torno da IA generativa.</p>
<p><span>Esta é uma atividade do projeto </span><i>Créditos Éticos em Sistemas Inteligentes</i><span>, desenvolvido no IEA pelo Prof. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-soares-correa-da-silva" class="external-link">Flávio Soares Corrêa da Silva</a> no âmbito do Programa Ano Sabático 2025.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Linguagem</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-13T12:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ieanamidia/2022/entrevista-de-virgilio-almeida-para-revista-pesquisa-fapesp">
    <title>Entrevista de Virgílio Almeida para Revista Pesquisa Fapesp </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ieanamidia/2022/entrevista-de-virgilio-almeida-para-revista-pesquisa-fapesp</link>
    <description>Revista Pesquisa Fapesp - Edição 319 - Set/2022</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-08T13:05:32Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-pos-chatgpt">
    <title>Educação Pós-ChatGPT</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-pos-chatgpt</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7684a9cb-7fff-b0d4-889b-fe068e7b7ee6">
<p dir="ltr"><span>Os impactos trazidos pela inteligência artificial, mais especificamente pelo ChatGPT, na educação têm provocado uma série de discussões entre especialistas. Para contribuir com esse importante debate, a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira promove, no dia 23 de maio, a partir das 17h, a conferência on-line “Educação Pós-ChatGPT”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento é voltado a docentes, coordenadores pedagógicos, diretores escolares e demais interessados pelos impactos da inteligência artificial na educação. </span><span>Haverá emissão de certificado aos participantes mediante preenchimento de formulário que será disponibilizado durante a transmissão no chat das ferramentas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor titular em Interdisciplinaridade da Universidade Federal da Bahia, Ivan Siqueira. Ele vai abordar o tema a partir de três dimensões. Na dimensão educacional, Siqueira vai discutir estratégias de ensino e aprendizagem, potencialidades e desafios e a inteligência artificial na Base Nacional Comum Curricular. Já na dimensão técnica, ele vai falar sobre os fundamentos e limitações dos Grandes Modelos de linguagem (LLMs) e suas aplicações em texto, imagem e vídeo. Por fim, na dimensão ética, ele vai debater viés e transparência, valores e princípios, e também sustentabilidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de ser uma formação continuada a professores, coordenadores e diretores sobre impactos da inteligência artificial na Educação Básica, as discussões realizadas na conferência vão embasar a produção de um guia sobre o tema.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ivan Siqueira foi professor doutor na USP, professor visitante na Kyoto University of Foreign Studies, membro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação e representante brasileiro no Mercosul Educacional. Suas áreas de atuação são Educação, Arte e Tecnologias Digitais.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-16T18:11:20Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/4a-intercontinental-academia-discute-inteligencia-artificial">
    <title>Edição da Intercontinental Academia sobre 'inteligência e inteligência artificial' começa em 13 de junho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/4a-intercontinental-academia-discute-inteligencia-artificial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-da-4a-intercontinental-academia" alt="Logo da 4th Intercontinental Academia" class="image-right" title="Logo da 4th Intercontinental Academia" /></p>
<p>"Inteligência e Inteligência Artificial" é o tema da quarta edição da Intercontinental Academia (ICA4), com Sessão de Abertura online de 13 a 18 de junho. As demais sessões acontecerão em outubro em Paris, França, e em junho de 2022 em Belo Horizonte.</p>
<p>A Intercontinental Academia é um projeto da <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">Ubias</a>, rede internacional de institutos de estudos avançados vinculados a universidades. Cada edição é organizada por dois IEAs de diferentes continentes. A ICA4 é uma realização do <a class="external-link" href="https://www.ufmg.br/ieat">Instituto de Estudos Avançados Interdisciplinares (Ieat)</a> da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do <a class="external-link" href="https://www.paris-iea.fr/fr/">Instituto de Estudos Avançados de Paris</a> (integrante da <a class="external-link" href="http://rfiea.fr/">Rede Francesa de IEAs</a>). [<i>Leia sobre as edições anteriores no box abaixo</i>.]</p>
<p>O objetivo da Ubias desde que implantou o projeto em 2015 tem sido criar redes globais de futuros líderes de pesquisa, para que trabalhem juntos em mudanças de paradigmas e pesquisas transdisciplinares sob a mentoria de eminentes pesquisadores de várias parte do mundo.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andre-fujita-patricia-soarez-e-evandro-castro/image" alt="Andre Fujita, Patricia Soarez e Evandro Castro" title="Andre Fujita, Patricia Soarez e Evandro Castro" height="200" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Participantes brasileiros da ICA4 (a partir da esq.): André Fujita, Patricia Coelho de Soárez e Evandro Castro</dd>
</dl></p>
<p>Segundo os organizadores da ICA4, a edição irá explorar questões interdisciplinares fundamentais na intersecção da ciência cognitiva, neurociência e inteligência artificial (IA).</p>
<p>Ao ressaltar a importância do tema da edição, eles destacam que avanços decisivos têm ocorrido nas últimas décadas na análise da atividade cerebral e sua contraparte comportamental, bem como nas ciências de processamento de informações. "Complementaridades entre neurociência/ciência cognitiva e IA possibilitam a exploração de sinergias e levantam questões éticas entre essas disciplinas, que envolvem desafios e oportunidades enormes para o progresso da sociedade."</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Edições anteriores</strong></h3>
<p>A <a class="external-link" href="http://ica.usp.br/">primeira edição</a> da Intercontinental Academia foi realizada em 2015/2016 e seu tema foi o "Tempo". Os organizadores  foram o IEA-USP e o Instituto de Pesquisa Avançada da Universidade de Nagoya, Japão. A partir dos debates da edição, os participantes produziram o curso <a class="external-link" href="https://www.coursera.org/learn/offtheclock?utm_campaign=opencourse.qDaZPFzDEeq2MgoCzrWDhw.launch&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=other" target="_blank">Off the Clock: The Many Faces of Time</a>, um massive open online course (Mooc)  disponível na plataforma <a class="external-link" href="https://www.coursera.org/" target="_blank">Coursera</a>.</p>
<p>"Dignidade Humana" foi o tema da <a class="external-link" href="https://scholars.huji.ac.il/iahd">segunda edição</a>, em 2016. Os responsáveis pela iniciativa foram o Centro de Pesquisa Interdisciplinar da Universidade de Bielefeld, Alemanhã, e o Instituto de Estudos Avançados de Israel da Universidade Hebraica de Jerusalém.</p>
<p>Em 2018/2019, aconteceu a <a class="external-link" href="https://www.icalaws.com/">terceira edição</a>, que tratou do tema "Leis: Rigidez e Dinâmica. Os organizadores foram o Instituto de Estudos Avançados da Universidade Tecnológica de Nanyang, Singapura, e o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham, Reino Unido.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Alguns dos mentores</h3>
<p><dl class="image-inline captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ada-yonath/image" alt="Ada Yonath" title="Ada Yonath" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Ada Yonath</dd>
</dl></p>
<p><dl class="image-inline captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/robert-aumann/image" alt="Robert Aumann" title="Robert Aumann" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Robert Aumann</dd>
</dl></p>
<p><dl class="image-inline captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/martin-rees/image" alt="Martin Rees" title="Martin Rees" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Martin Rees</dd>
</dl></p>
<p><dl class="image-inline captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-damasio/image" alt="António Damásio" title="António Damásio" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">António Damásio</dd>
</dl></p>
<p><dl class="image-inline captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/timnit-gebru/image" alt="Timnit Gebru" title="Timnit Gebru" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Timnit Gebru</dd>
</dl></p>
<p><dl class="image-inline captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/zaven-pare/image" alt="Zaven Paré" title="Zaven Paré" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Zaven Paré</dd>
</dl></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em paralelo a Sessão 2, programada para junho de 2022, em Belo Horizonte, serão realizada uma Sessão Satélite na UFMG, com conferências e mesas-redondas e a participação de mentores da ICA4 e outros convidados do meio acadêmico e do setor produtivo, com transmissão ao vivo pela internet.</p>
<p>Alguns dos temas dessa sessão serão: "Fundamentos e Ética da IA", "Inteligência e Racionalidade", "Cognição e Neurociências", "Explorações Interdisciplinares da IA" e "IA e Ciências da Saúde".</p>
<p><strong>Selecionados</strong></p>
<p>Dos 60 candidatos a participar da 4ª ICA  (23 deles brasileiros), foram escolhidos <a class="external-link" href="https://www.intercontinental-academia.org/fellows">19 pesquisadores</a> atuantes em universidades e institutos de pesquisa do Brasil, Alemanha, França, Reino Unido, Polônia, Estados Unidos, Japão, África do Sul, Israel e Países Baixos. As áreas de pesquisa dos selecionados incluem matemática, computação, engenharia, direito, filosofia, linguística, neurociência e história.</p>
<p>Os três brasileiros selecionados são: o cientista de computação André Fujita (indicado pelo IEA-USP), professor associado do Departamento de Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP; a  professora associada Patricia Coelho de Soárez (com inscrição independente), do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP, especialista em avaliação tecnológica e econômica em saúde e em modelos de análise de decisão; e o linguista computacional Evandro Cunha (indicado pelo Ieat), professor da Faculdade de Letras da UFMG.</p>
<p>A expectativa de Fujita é participar de intensas discussões filosóficas e científicas com os demais participantes e obter "estímulos e inspiração" para tornar mais vigoroso o Programa de Pós-Graduação em Bioinformática da USP, por ele coordenado.</p>
<p>Fujita ressalta que a bioinformática é um campo interdisciplinar integrado por pesquisadores em matemática, ciência da computação, física, química, biologia, medicina e engenharia, entre outras. "As pessoas costumam definir a bioinformática como o estudo de big data de áreas da biologia com o uso de técnicas computacionais. Penso que poderíamos definir a bioinformática como o campo que usa inteligência artificial para descobrir como células e seres aprendem ou adquirem inteligência."</p>
<p>A proposta para a ICA4 de Patrícia, que integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao-em-saude" class="external-link">Grupo de Estudos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde</a>, é a adoção de um ponto de vista holístico na avaliação das contribuições da IA nos cuidados com a saúde, incluindo os impactos econômicos, éticos e sociais. De maneira mais específica, seu interesse são as implicações da incorporação da IA em políticas de saúde, processos de tomada de decisão e na igualdade do sistema de saúde brasileiro.</p>
<p>Entre suas expectativas em relação à ICA4 estão obter subsídios para o desenvolvimento de um projeto de pesquisa interdisciplinar sobre a importância da IA para a tomada de decisão em saúde.  Ela espera também aprender sobre procedimentos aplicáveis e ferramentas necessárias para ampliar o impacto de suas pesquisas e alavancar o desenvolvimento de sua carreira como líder de pesquisa.</p>
<p>O principal interesse de pesquisa de Cunha é a comunicação mediada por computador e o uso de métodos computacionais para a solução de problemas linguísticos, especialmente aqueles relacionados com linguística histórica, revitalização de línguas ameaçadas e neurociência da linguagem.</p>
<p>Na ICA4, ele pretende discutir as aplicações da ciência da linguagem em IA e os efeitos da tecnologia na comunicação humana, principalmente no que diz respeito à manipulação, extremismo e disseminação de desinformação no cenário corrente de pandemia e crise climática.</p>
<p><strong>Mentoria</strong></p>
<p>Os participantes contarão com o apoio de <a class="external-link" href="https://www.intercontinental-academia.org/mentors">17 mentores</a>, todos eminentes pesquisadores de reconhecimento mundial em várias áreas científicas, filosofia e artes. Entre eles figuram a bióloga molecular Ada Yonath, do Instituto Weizmann, de Israel, Prêmio Nobel de Química de 2009; o economista Robert Aumann, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 2005, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, de Israel; o astrofísico e cosmólogo Martin Rees, Astrônomo Real Britânico e cofundador do Centro para o Estudo de Risco Existencial da Universidade de Cambridge; o neurologista e neurocientista António Damásio, especialista nos processos mentais subjacentes às emoções, aos sentimentos e à consciência; a cientista de computação Timnit Gebru, cofundadora do Black in AI, organização de apoio a pesquisadores e profissionais negros de IA, e uma das ex-líderes da equipe de pesquisa em inteligência artificial ética do Google; e o artista Zaven Paré, dedicado às novas mídias e robótica e colaborador do Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e Linguagens da Universidade Federal de Juiz de Fora.</p>
<p>Os <a class="external-link" href="https://www.intercontinental-academia.org/about">coordenadores</a> da ICA4 são: Guilherme Ary Plonski, diretor do IEA e até recentemente coordenador do Conselho Diretivo da Ubias; <span>Estevam Barbosa de Las Casas, diretor do Ieat-UFMG; Eliezer Rabinovici, professor do Instituto de Física da Universidade Hebraica de Jerusalém e proponente do projeto Intercontinental Academia; e </span>Olivier Bouin, diretor da Rede Francesa de IEAs e novo coordenador do Conselho Diretivo da Ubias.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Divulgação/4th Intercontinental Academia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognitive Science</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cooperação Internacional</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-27T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-2025-dos-201cdialogos-avancados201d-discute-o-conceito-de-inteligencia-em-um-contexto-marcado-por-multiplas-transformacoes">
    <title>Edição 2025 dos “Diálogos Avançados” discute o conceito de inteligência em um contexto marcado por múltiplas transformações  </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/edicao-2025-dos-201cdialogos-avancados201d-discute-o-conceito-de-inteligencia-em-um-contexto-marcado-por-multiplas-transformacoes</link>
    <description>Evento gratuito propõe reflexões no campo da medicina, filosofia, artes, computação e ciências sociais.

</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-294bebff-7fff-077c-831e-6d83146a4bbd"> </span></p>
<p dir="ltr"><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/201cdialogos-avancados201d-discute-o-conceito-de-inteligencia-em-um-contexto-marcado-por-multiplas-transformacoes/@@images/b982934e-592a-4751-aaab-af1d76a781fd.png" alt="“Diálogos Avançados” discute o conceito de inteligência em um contexto marcado por múltiplas transformações" class="image-right" title="“Diálogos Avançados” discute o conceito de inteligência em um contexto marcado por múltiplas transformações" />Entre os dias 7 e 9 de outubro acontece a segunda edição do evento “Diálogos Avançados", dando continuidade à parceria entre o Instituto de Estudos Avançados e Estratégicos (IEAE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e o Polo São Carlos do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP). A atividade é realizada anualmente e tem como proposta discutir temas estratégicos e transversais, colocando em diálogo pesquisadores das duas instituições e o público.  Este ano, o evento discute "Inteligências", em atividades que acontecem nos campi da USP e da UFSCar na cidade de São Carlos (SP), com transmissão online.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>De acordo com os organizadores do evento, “A complexidade presente no conceito de inteligência remete a amplas reflexões. Ao considerá-la um atributo que emerge nos seres vivos, em particular nos humanos, depara-se com desafios de natureza filosófica e epistêmica para sua compreensão.”</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>E prosseguem afirmando que num contexto marcado por diversas crises, pelo desenvolvimento das tecnociências e expansão do alcance da Inteligência Artificial, exige-se formas ampliadas de compreender o mundo, superando modelos simplistas de racionalidade. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Por isso, ao longo dos três dias do evento, os pesquisadores convidados discutirão as inteligências em sua pluralidade, levando em consideração inteligências humanas, mais-que-humanas, artificiais, coletivas e situadas. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A proposta é que os “Diálogos Avançados” sejam palco para troca de conhecimentos e experiências, promovendo a integração entre docentes, estudantes e a sociedade em geral. E que, dessa maneira, promova abordagens mais sensíveis à complexidade, à interdependência e à diversidade de formas de vida e saber, oferecendo um espaço para a construção coletiva de estratégias que possam guiar a humanidade em tempos de mudanças profundas. </span></p>
<p> </p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Programação</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O evento tem início no dia 7 de outubro, às 18h, com a mesa de abertura composta por  Adilson Jesus Aparecido de Oliveira, Diretor do IEAE-UFSCar, Roseli de Deus Lopes, diretora do IEA-USP, e Elisabete Moreira Assaf, Coordenadora do IEA-USP Polo São Carlos. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Na sequência, o convidado Roberto Lent proferirá a conferência de abertura “Os circuitos secretos do cérebro”. Lent é neurocientista e Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atua na área de neuroembriologia e neuroplasticidade e foi ganhador do Prêmio Jabuti Acadêmico  2025 com o livro</span><span> Existo, logo penso: histórias de um cérebro inquieto. </span><span>A abertura do evento acontece no Anfiteatro do Edifício Sérgio Mascarenhas, sede do IEAE-UFSCar, área Norte do Campus São Carlos.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>No dia 8 de outubro, das 14h às 15h30, o tema “A mente humana: o surgimento da consciência” será debatido por Paulo Roberto Licht dos Santos, professor do  Departamento de Filosofia da UFSCar, e por Ricardo Rodrigues Teixeira, professor da Faculdade de Medicina da USP. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A programação prossegue, das 16h às 17h30, com a temática “Inteligências Generativas: Criação no Encontro entre Humanos e Máquinas”, que será discutida por Almir Almas, professor no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da USP, e por  Helena de Medeiros Caseli, professora no Departamento de Computação da UFSCar. As duas mesas acontecem no Anfiteatro Jorge Caron, da USP São Carlos (Área 1).</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>As atividades do último dia dos “Diálogos Avançados” acontecem a partir das 14h novamente no auditório do edifício Sérgio Mascarenhas na UFSCar. A primeira mesa do dia terá como tema “Inteligência Artificial e o Dilema da Autonomia: Decisão, Controle e Ética no Mundo Automatizado” e traz como palestrantes Jacob Carlos Lima, professor no Departamento de Sociologia da UFSCar e Moacir Antonelli Ponti, professor no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em seguida, das 16h às 17h30, é a vez de Pedro Lopes, professor no Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da USP, e Viviane Melo de Mendonça, professora no Departamento de e Ciências Humanas e Educação do UFSCar, debaterem o tema “Inteligências Diversas: os saberes dos corpos nas sociedades contemporâneas”.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O evento é gratuito e aberto ao público em geral. As informações completas e link para inscrição estão em </span><a href="http://dialogos-avancados.org"><span>http://dialogos-avancados.org</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Juliana Ferreira Bernardo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Cognitiva</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-16T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/descolonizar-a-inteligencia-artificial">
    <title>É Possível Descolonizar a Inteligência Artificial?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/descolonizar-a-inteligencia-artificial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Decolonização é a crítica ao colonialismo moderno, dos sistemas de conhecimento às práticas que resultaram no genocídio e expropriação material e imaterial de muitos povos ao redor do planeta. Com base em ideologias racistas e preconceitos de gênero, o colonialismo moderno perpetua-se em práticas implícitas e explícitas que ficam cada vez mais evidentes nos vieses algorítmicos.</p>
<p>A lógica da universalização tende a colocar como centro e modelo padrão para o que se entende como espécie humana, o mesmo sujeito que foi o protagonista da revolução industrial: homens brancos, ricos e do norte global. Desse modo, a “supremacia branca” é reflexo de uma supremacia tecnológica, computacional e financeira.</p>
<p>Considerando que uma “IA Responsável” deve ser socialmente benéfica, ser desenvolvida e testada para segurança, ser responsável perante as pessoas, incorporar conceitos de <i>privacy by design</i>, manter altos padrões de excelência científica e estar disponível para usos de acordo com estes princípios tais como as diretrizes apontadas pela UNESCO, conclui-se que esta tecnologia deve ser um benefício para a humanidade, de modo a não reforçar injustiças sociais, exploração e todo tipo de violência.</p>
<p>A IA Responsável, capaz de atender toda legislação de proteção a cidadania e direitos fundamentais, requer um diálogo com o tema da decolonização, desde que os problemas das práticas individuais e sociais que geram os dados são muito mais profundos e não se solucionam apenas com medidas técnicas, seja na área da computação, seja na área do direito. Sendo, portanto, fundamental que tais áreas, junto a grupos interdisciplinares busquem soluções para uma IA Responsável, reconhecendo perspectivas e valores plurais dentro de uma diversidade não apenas étnica e de gênero, como também epistêmica.</p>
<p>Este encontro pretende contribuir com o debate em curso para novas regulamentações sobre os usos da IA que se expandem para diversas áreas da sociedade, desde justiça, saúde, trabalho e educação, entendendo o seu potencial de impacto sobre a cultura.</p>
<p><b>Abertura</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida">Virgílio Almeida</a> (IEA-USP e UFMG)</p>
<p><b>Expositores</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deivison-faustino" class="external-link">Deivison Faustino</a> (Unifesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paola-ricaurte-quijano" class="external-link">Paola Ricaurte Quijano</a> (Harvard University)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elen-nas" class="external-link">Elen Nas</a> (IEA-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-01T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/google">
    <title>Dirigente do Google defende relevância dos mecanismos de busca para a sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/google</link>
    <description>Prabhakar Raghavan, vice-presidente sênior do Google, fez a conferência "Mecanismos de Busca e Sociedade: Qualidade da Informação e Potencial da Inteligência Artificial", no dia 22 de agosto, evento organização pelo Google, IEA e Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pabhakar-raghavan-22-8-23/image" alt="Pabhakar Raghavan - 22/8/23" title="Pabhakar Raghavan - 22/8/23" height="505" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Prabhakar Raghavan: ''Se for extinto o reconhecimento de dados por anunciantes, acabará o sistema da web aberta''</dd>
</dl>De acordo com pesquisa divulgada em maio pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mais de 92 milhões de brasileiros acessam a internet apenas por meio de telefones celulares, 62% dos cerca de 149 milhões de usuários da rede no país. Mas pouca gente se dá conta que essa preferência - que reflete um padrão internacional - é acompanhada por outra: a utilização de aplicativos e não a busca de informações em sites e portais da web.</span></p>
<p><span>A consequência dessa mudança de comportamento é "a estagnação da web", segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/prabhakar-raghavan"><span>Prabhakar Raghavan</span></a>, vice-presidente sênior do <a href="https://about.google/" target="_blank"><span>Google</span></a>. </span>Para ele, no entanto, há muito o que explorar de informações confiáveis e de formas variadas fora do chamado "jardim murado" (walled garden) da internet, como é chamado o mundo dos aplicativos e plataformas extraweb.</p>
<p><span>Essa foi a visão que ele apresentou na conferência <i>Mecanismos de Busca e Sociedade: Qualidade da Informação e Potencial da Inteligência Artificial</i>, no dia 22 de agosto, evento organização pelo Google, IEA e Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP.</span></p>
<p><span>O maior desafio para essa exploração do conteúdo da web manter-se de grande relevância para os indivíduos e a sociedade, como tem sido até agora, é encontrar o equilíbrio ente os interesses dos anunciantes e a preservação da individualidade dos usuários dos mecanismos de busca, segundo Raghavan.</span></p>
<p><span>A estagnação da web depois de mais de 20 anos de crescimento exponencial na produção de conteúdo para sites e portais deve-se à maior facilidade de inclusão de conteúdo em aplicativos, explicou o conferencista. Apesar de o usuário ter o trabalho adicional de instalar o aplicativo, registrar-se nele e, eventualmente, atender a outros pré-requisitos (características que definem o "jardim murado"), tem maior facilidade para inserir conteúdo, ao contrário de todo o trabalho para registar, produzir, hospedar e atualizar um site web.</span></p>
<p><span><strong>Melhorias do sistema</strong></span></p>
<p><span>Raghavan afirmou que o Google tem se empenhado em diversas frentes para melhorar o acesso às informações e tentar garantir que elas tenham a qualidade desejável. Isso inclui ações como o aprimoramento dos sistemas de tradução de conteúdo em inglês para outras línguas.</span></p>
<p><span>Segundo ele, as equipes da empresa propõem milhares de melhorias todo ano, mas a maioria é rejeitada. "O processo de decisão do que será aproveitado constitui o centro de melhoria do sistema: há 60 mil avaliadores de alterações espalhados pelo mundo. Eles analisam o tratamento usual dado a uma busca e comparam com o resultado possível a partir de uma melhoria sugerida. A alteração é adotada quando há consenso entre os avaliadores sobre seus benefícios."</span></p>
<p><span>Os critérios a serem considerados pelos avaliadores estão num <a href="https://guidelines.raterhub.com/searchqualityevaluatorguidelines.pdf" target="_blank"><span>documento</span></a> com 170 páginas disponível a todos os interessados. </span>Raghavan defendeu a divulgação das políticas da empresa: "A norma é tornar as políticas públicas; cabe ao usuário decidir se confia ou não no mecanismo".</p>
<p><span>Ele exemplificou duas posturas básicas do mecanismo que o fazem apresentar uma resposta ou não. Se alguém pergunta se os EUA mantêm corpos de seres alienígenas, aparecerão muitas opiniões, mas o sistema não indicará uma resposta. Mas se alguém perguntar se o Brasil é maior que A Austrália, o sistema responderá que sim, pois há consenso sobre o fato e fontes confiáveis que certificam a informação.</span></p>
<p><span>Raghavan mencionou vários outros critérios para exclusão de conteúdos nas buscas, como a presença de abuso de crianças, informações extremamente pessoais, spams, entre outros. A inserção de publicidade é vetada em determinadas situações, como no caso de material de caráter nazista.</span></p>
<p><span>Ele destacou a importância de melhoria do letramento digital dos usuários para que obtenham informações mais confiáveis. Uma delas é o acesso a informações sobre a fonte, que pode ser visto ao clicar nos três pontos verticais do lado direito de cada URL indicada na pesquisa, bem como os alertas sobre informações duvidosas.</span></p>
<p><span>Não é verdade que o Google apresente resultados e anúncios direcionados por possuir um perfil detalhado do usuário, afirmou. “Não queremos personalizar resultados, a não ser que isso traga benefícios às pessoas.” Isso acontece, por exemplo, na busca de uma rota no Google Maps: "Com as informações de várias pessoas que utilizam o sistema, é possível evitar congestionamentos. Isso foi importante durante a pandemia, pois permitiu saber onde havia aglomerações de pessoas".</span></p>
<p><span>No caso da publicidade apresentada depois da manifestação do interesse em algum produto, explicou que o Google não tem um perfil armazenado sobre o usuário, como muitos pensam, trata-se apenas do reconhecimento de cookies implantadas no celular do usuário quando acessa um site. O sistema de anúncios reconhecerá, por exemplo, o cookie de um site de vestidos consultado e passará a apresentar publicidade de vestidos.</span></p>
<p><span>“Se for extinto esse reconhecimento de dados, acabará o sistema da web aberta”, disse. Então, o grande problema é como resolver a relação entre oportunidades para a publicidade e o nível de preservação da privacidade a ser assegurado aos usuários. O interesse do Google, segundo Raghavan, é que as pessoas tenham interesse por várias coisas e seja possível rastrear seus interesses.</span></p>
<p><span>Explicou que ao se fazer uma busca, no topo de relação de páginas web indicadas podem aparecem de um a quatro anúncios ou nenhum, de acordo com o tipo de pergunta. Os anúncios que aparecem primeiro não são necessariamente os que pagam mais ao Google. É feita uma correlação entre o valor pago pelo anunciante e a relevância de seu anúncio em outras buscas.</span></p>
<p><span><strong>Inteligência artificial</strong></span></p>
<p>Ele abordou também as aplicações de ferramentas de inteligência artificial nas buscas. Uma delas é a que permite a busca oral, quando o usuário fala o que quer pesquisar em vez de digitar. Para exemplificar a importância do recurso, comentou que esse tipo de busca representa 5% do total nos EUA, mas é de 30% na Índia. Daí o interesse em aprimorá-lo, uma vez que o sistema só reconhece adequadamente 80% do que é dito, disse.</p>
<p><span>No caso de imagens, há as possibilidades oferecidas pelo Google Lens, que pode identificar inúmeras coisas, como a espécie de uma planta fotografada e suas eventuais doenças. "Os estudantes usam esse recurso inclusive para resolver problemas matemáticos: basta fotografá-lo e virá uma a resposta, se é uma equação quadrática, por exemplo, e como solucioná-la."</span></p>
<p><span>Raghavan lembrou o desenvolvimento do <a href="https://ai.googleblog.com/2018/11/open-sourcing-bert-state-of-art-pre.html" target="_blank"><span>Bert (Bidirectional Encoder Representations for Transformers)</span></a>, uma ferramenta baseada em rede neural para processamento de linguagem natural pré-treinada lançado pelo Google em 2018. "O Bert foi produzido para entender melhor os documentos nas buscas, mas com o passar dos anos ajudou a entender melhor as próprias buscas." O Bert reconhece os substantivos e a prioridade a ser dada a cada um. Este ano o Google lançou o<a href="https://bard.google.com/" target="_blank"><span> Bard</span></a>, um chatbot aberto aos usuários brasileiros em julho. No entanto, como alertou, as respostas apresentadas por chatbot como o Bard ainda devem ser avaliadas com cautela.</span></p>
<p><span>A principal dificuldade dos mecanismos de busca e outras ferramentas para a obtenção de informações consiste em conseguir uma regulagem fina que permita, ao mesmo tempo, nível elevado de factualidade (consistência da informação) e fluidez na experiência do usuário, afirmou o conferencista.</span></p>
<p><span>Raghavan encerrou sua conferência comentando recursos do Google que contribuem com a sustentabilidade. Em muitos países, as rotas indicadas pelo Google Maps, por exemplo, levam em consideração qual é o percurso mais verde, com menor emissão de gases efeito estufas pelo meio de transporte utilizado. Os cálculos indicam que isso permitiu a redução na emissão de gases correspondente ao que 250 mil automóveis produzem durante um ano. Nas pesquisas sobre voos e rotas aéreas também é possível escolher a opção com menor pegada de carbono.</span></p>
<p><strong><span>Abertura</span></strong><span></span></p>
<p><span>A abertura do evento com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/prabhakar-raghavan"><span>Raghavan</span></a> foi prestigiada com a presença do reitor da USP, <a href="https://www5.usp.br/reitoria/reitor/" target="_blank"><span>Carlos Gilberto Carlotti Junior</span></a>, que lembrou as parcerias já mantidas pela Universidade com o Google, caso do serviço de e-mail de docentes, servidores e estudantes; de Liedi Bernucci, diretora presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo, que deverá sediar um <a href="https://www.ipt.br/noticia/1740-parceria_com_o_google_.htm" target="_blank"><span>Centro de Engenharia</span></a> do Google; da vice-diretora do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes"><span>Roseli de Deus Lopes</span></a>; e do presidente da Comissão de Pesquisa e Inovação do IME-USP, Alfredo Goldman.</span><span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Big Data</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Web</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Chatbot</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Aplicativos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-23T18:35:05Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-dasafios-para-a-protecao-de-dados-e-criacao-de-mecanismos-que-facilitem-o-fluxo-internacinal-de-dados">
    <title>Diretora da ANPD discute fluxo internacional de dados e papel do órgão na regulação da IA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-dasafios-para-a-protecao-de-dados-e-criacao-de-mecanismos-que-facilitem-o-fluxo-internacinal-de-dados</link>
    <description>Diretora da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Miriam Wimmer, fez exposições em agosto sobre fluxo internacional de dados e papel da ANPD na regulação da inteligência artificial.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/miriam-wimmer/image" alt="Miriam Wimmer" title="Miriam Wimmer" height="438" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Miriam Wimmer, diretora da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: left; ">Apesar de já há algum tempo ter enorme peso econômico e importância para o desenvolvimento de diversos setores, o fluxo internacional de dados digitais encontra várias barreiras no embate entre as várias legislações nacionais a ele aplicáveis.</p>
<p style="text-align: left; ">Evidentemente, a coleta, o processamento e uso de dados no âmbito nacional ou internacional exigem salvaguardas para a garantia de aspectos como a privacidade e a concorrência econômica. Daí a importância de arcabouços legais como a <a class="external-link" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm">Lei Geral de Proteção de Dados</a> <a class="external-link" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm">(LGPD) (13.709/2018)</a> para o contexto brasileiro.</p>
<p style="text-align: left; ">Como tudo relacionado à evolução tecnológica, o sistema digital caracteriza-se como um verdadeiro ecossistema em permanente transformação, marcado atualmente pela intensa participação da inteligência artificial (IA) e sua demanda por dados pessoais.</p>
<p style="text-align: left; ">Todos esses temas estiveram presentes na programação do IEA em agosto por ocasião de dois eventos com a participação da diretora da <a class="external-link" href="https://www.gov.br/anpd/pt-br">Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miriam-wimmer" class="external-link">Miriam Wimmer</a>. No dia 1º de agosto, ela foi a expositora principal da mesa <i>Fluxo Internacional de Dados: Aspectos Regulatórios</i>, integrante da programação da edição 2023 da <a class="external-link" href="https://caeni.com.br/innscidsp/">Escola São Paulo de Ciência Avançada de Diplomacia Científica e da Inovação</a> (InnScid SP, na sigla em inglês), realizada de 24 de julho a 4 de agosto, no Centro de Inovação (Inova) da USP.</p>
<p style="text-align: left; ">O segundo encontro em que Wimmer foi expositora foi <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/papel-da-anpd" class="external-link">Regulação da IA: Qual Deve ser o Papel da ANPD?</a></i>, no dia 22 de agosto, seminário do ciclo<i> Desafios e Oportunidades da IA - Perspectivas Setoriais</i>, organizado pelo Observatório da Inovação e Competitividade, núcleo de apoio à pesquisa (NAP) sediado no IEA.</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>O papel da ANPD na regulação da inteligência artificial</i></h3>
<p><i>Do ponto de vista prático da coleta, processamento e utilização de dados, pessoais ou de outra natureza, deve-se considerar também a relação desses processos com o desenvolvimento e usos da inteligência artificial (IA).</i></p>
<p><i>Mas um possível conflito legal precisa ser sanado nesse caso, uma vez que o Projeto de Lei 2.338/23, que trata do uso da IA, não esclarece como serão compatibilizadas as missões da ANPD e da autorizada a ser criada para ser responsável por diferentes aspectos do desenvolvimento e utilização de sistemas de IA, como a fiscalização e a aplicação de sanções em caso de descumprimento da legislação.</i></p>
<p><i>Para tentar esclarecer essa questão, Miriam Wimmer foi convidada a fazer uma exposição no seminário Regulação da IA: Qual Deve ser o Papel da ANPD?, no dia 22 de agosto, organizado pelo Observatório da Inovação e Competitividade (OIC), núcleo de apoio à pesquisa da USP sediado no IEA.</i></p>
<p><i>A realização do encontro teve o apoio do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) da USP, Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O encontro fez parte do ciclo Desafios e Oportunidade da IA – Perspectivas Setoriais, realização do OIC. Além de Wimmer, participou como expositor o advogado Eduardo Paranhos, da Abes.</i></p>
<p><i>Como ressaltaram os organizadores do seminário, dados pessoais são essenciais ao desenvolvimento e ao funcionamento de sistemas de IA. “Por essa razão, toda e qualquer discussão sobre a regulação dessa tecnologia deve levar em conta a importância de protegê-los e o desenho institucional mais adequado para fazê-lo”, frisaram os pesquisadores.</i></p>
<p><i><strong>Convergência e conflito</strong></i></p>
<p><i>Vale destacar que a ANPD divulgou em julho uma <a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br/assuntos/noticias/analise-preliminar-do-pl-2338_2023-formatado-ascom.pdf" target="_blank">Análise Preliminar do PL 2.338/23</a>.  De acordo com o site da autoridade, o documento apresenta os pontos de convergência e conflito entre o PL e LGPD, reforça o “posicionamento da autoridade de fomento à inovação em IA” prevista no PL, “desde que feita de forma responsável”, e conclui que a ANPD, por ser a autoridade responsável por zelar pela proteção de dados pessoais no país, “assume também protagonismo na regulação de IA, no que se refere à proteção de dados pessoais”.</i></p>
<p><i>Para Wimmer, o ponto de central e de grande complexidade é a questão do arranjo institucional, que não se limita ao Brasil, “pois vivemos um momento coletivo de reflexão sobre uma nova tecnologia”.</i></p>
<p><i>Diante dos múltiplos impactos de tecnologias como o ChatGPT sobre a economia, a política e a sociedade em geral, afetando aspectos dos direitos fundamentais, direitos autorais, concorrência, a produção e circulação da informação, entre outros, a primeira pergunta que surge, segundo Wimmer, é “se há necessidade de novas normas legais”.</i></p>
<p><i>Para ela, “a percepção crescente é que a IA traz impactos tão gigantescos que merece um olhar específico, diante dos desafios que suas características intrínsecas apresentam à legislação existente”.</i></p>
<p><i>Wimmer destacou “as opacidades, vieses e risco de discriminação” presentes nos sistemas de IA, além de questões éticas, como o risco de substituição do ser humano no ambiente artístico-cultural, no judiciário e no poder público, e impactos concorrenciais e geopolíticos.</i></p>
<p><i><strong>Responsabilidade civil</strong></i></p>
<p><i>Ela afirmou que um dos temas mais polêmicos é o da responsabilidade civil, pois a IA coloca em xeque aspectos como nexo de casualidade, na comprovação da relação entre ação e danos experimentados.</i></p>
<p><i>Para ela, a discussão a ser feita é sobre o tipo de abordagem regulatória. Disse que a sociedade vem caminhando no sentido de buscar normas mais vinculantes. Inicialmente surgiram normas e diretrizes da OCDE, Unesco e outras organizações, com um consenso em torno de princípios gerais como aplicabilidade, explicabilidade, transparência, “IA para o bem”, “IA centrada no humano”, disse, mas “aos poucos vemos tendências de como explicar melhor esses princípios”.</i></p>
<p><i>Outra discussão é sobre o nível de protagonismo que o Estado deve ter diante do patamar de atuação proativa apresentado pelo setor privado, afirmou. As alternativas são autorregulação, corregulação e autorregulação regulada, afirmou.</i></p>
<p><i>“Estamos tratando de algo em movimento. O dilema sobre como regular e que tipo de arranjo adotar não foi resolvido em nenhum lugar do mundo.”</i></p>
<p><i><strong>Criação de órgão regulador</strong></i></p>
<p><i>A tendência é que a cada novo problema sejam criados uma lei e um regulador, mas não é fácil criar um regulador, comentou. “Ao longo dos cerca de dois anos e meio de existência da ANPD, vi como é difícil estruturar um órgão quando não há uma estrutura prévia.”</i></p>
<p><i>“Quando olho para as propostas [de regulação da IA] no Congresso, especialmente o substitutivo apresentado pela comissão de juristas no Senado e protocolado pelo senador Rodrigo Pacheco, vejo que há sobreposição a estruturas que já temos.”</i></p>
<p><i>Ela relembrou que a avaliação preliminar feita pela ANPD indica os pontos de contato entre a propostas de regulação da IA e a LGPD no que tange a princípios, direitos e mecanismos regulatórios.</i></p>
<p><i>Explicou que a LGPD foi uma norma negociada e sempre levando em consideração coisas vistas como antagônicas: de um lado a proteção ligada a direitos fundamentais, privacidade, liberdade de expressão, proteção a dados pessoais; de outro lado, a promoção da pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, inovação, concorrência, modelos de negócios.</i></p>
<p><i>“E no PL sobre IA vemos conceitos como respeito à ética, aos direitos humanos, não discriminação, diversidade, garantias fundamentais, segurança, proteção de dados, transparência, explicabilidade, devido processo legal.”</i></p>
<p><i>Segundo ela, as normas trazem o embrião de abertura para mecanismos regulatórios, boas práticas, códigos de conduta e regulação assimétrica baseada em riscos.</i></p>
<p><i>Há explicações sobre características constitucionais do ente da administração indireta a ser criado, autônomo e infenso a pressões econômicas e políticas, afirmou.</i></p>
<p><i><strong>Substrato comum</strong></i></p>
<p><i>“Há um substrato comum à LGPD e ao PL, mas não estou dizendo que a LGPD seja uma solução para tudo. Existem outras questões relativas à IA que não se referem a dados pessoais, como a criação de obras artísticas.”</i></p>
<p><i>Wimmer indicou que a responsabilidade empresarial está presente na LGPD e no PL. “Nele, há a ideia de programas de governança e avaliação do impacto algorítmico; na lei, há a previsão de relatório de impacto da proteção de dados.”</i></p>
<p><i>Há também a ideia do “by design”, no sentido de que a própria tecnologia possui um papel regulador: “Na LGPD, vemos a ideia de ‘security by design’, que se reflete no PL no sentido de que as preocupações com a mitigação de riscos têm de estar embutidas desde a concepção do modelo de negócios”.</i></p>
<p><i>“Os dois textos legais procuram calibrar a intensidade regulatória em função do risco”, afirmou Wimmer.</i></p>
<p><i><strong>Incentivo à inovação</strong></i></p>
<p><i>Ela também comentou a questão do incentivo à inovação responsável: “A ANPD e outras autoridades pelo mundo estão iniciando um projeto de sandbox [ambiente regulatório experimental] para IA”. Anunciou convênio de cooperação técnica com o <a href="https://www.caf.com/pt/" target="_blank">Banco de Desenvolvimento para a América Latina e o Caribe (CAF)</a> e o lançamento em breve de uma consulta pública.</i></p>
<p><i>O último ponto abordado por Wimmer foi o das sanções administrativas. Ela disse que "as sanções presentes na LGPD e as previstas no PL são muito parecidas; e não é por acaso, pois muitos dos problemas relativos a IA que surgirem serão também um problema relacionado à proteção de dados pessoais".</i></p>
<p><i>Para ela, é importante que haja uma forma de centralizar a interpretação da legislação para evitar que cada Procon estadual, por exemplo, interprete à sua maneira o que é explicabilidade ou quando cabe uma revisão automatizada.</i></p>
<p><i>Ela acredita que o debate irá amadurecer à medida que transcorra a tramitação do PL no Congresso Nacional. “O Brasil já tem uma tradição na discussão de normas sobre o ambiente digital, como foram os casos do Marco Legal da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados, sempre com debates plurais, diversidade e coerência.”</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; ">Doutora em políticas de comunicação e cultura pela Universidade de Brasília e mestre em direito público pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Wimmer dirige a ANDP desde a criação do órgão há dois anos e meio. Ela integra o quadro técnico do governo federal desde 2007, tendo trabalhado no antigo Ministério das Comunicações e no Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, onde coordenou a elaboração da <a class="external-link" href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/transformacaodigital/estrategia-digital">Estratégia Brasileira para a Transformação Digital</a>.</p>
<p style="text-align: left; ">Em sua participação na InnSciD SP, Wimmer destacou que o fluxo internacional de dados levanta questões complexas sobre jurisdição legal e soberania. Além disso, “os sistemas legais nacionais competem entre si, o que cria dificuldades para os negócios e os indivíduos e até mesmo para a pesquisa acadêmica”.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Nova fase da globalização</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Ela apresentou gráfico de <a href="https://cepr.org/voxeu/columns/ascendancy-international-data-flows">relatório</a> publicado por dois pesquisadores do  Centro de Pesquisa de Economia Política (CEPR, na sigla em inglês) com a indicação de um crescimento de 45 vezes no fluxo de dados internacionais entre 2005 e 2016, com a estimativa de um valor anual de US$ 2,8 trilhões em 2016 e a perspectiva que chegue a US$ 11 trilhões em 2025. “Esse relatório indica que estamos entrando em uma nova fase da globalização, marcada pelo comércio, finanças e fluxo internacional de dados”, afirmou.</p>
<p style="text-align: left; ">Outro documento comentado por Wimmer foi um white paper lançado em agosto de 2022 pela  Câmara Internacional de Comércio (ICC, na sigla em inglês) sobre <a href="https://iccwbo.org/news-publications/policies-reports/icc-white-paper-on-trusted-government-access-to-personal-data-held-by-the-private-sector/">Acesso Confiável de Governos a Dados Pessoais Mantidos pelo Setor Privado</a>. Ela ressaltou que o documento trata de questões sensíveis que impactam o fluxo internacional de dados. O white paper menciona que ao mesmo tempo que esse fluxo é crucial para uma economia interconectada, as tentativas de governos nacionais de acessar dados mantidos por empresas privadas reduzem a confiança nesse fluxo internacional de dados, disse.</p>
<p style="text-align: left; ">Por outro lado, muitos países estão perdendo acesso a  dados transferidos internacionalmente, e vemos um grande  número de países adotando políticas, por exemplo, exigindo que os dados estejam localizados em seu território ou criando restrições legais ou econômicas em relação a transferências internacionais de dados.</p>
<p style="text-align: left; "><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fluxo-internacional-de-dados/image" alt="Fluxo internacional de dados" title="Fluxo internacional de dados" height="189" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Crescimento em terabytes por segundo da banda de transmissão de dados internacionais (fonte: Telegeography; McKinsey Global Institute analysis, 2019)</dd>
</dl>Wimmer afirmou que há muitas justificativas para essa postura dos países. “Um dos principais argumentos é de que a transferência de dados fica suscetível ao acesso por serviços de inteligência estrangeiros e governos autoritários, por isso a necessidade de algum tipo de restrição protetiva.</p>
<p style="text-align: left; ">Em muitos países, discute-se um armazenamento compulsório dos dados no próprio território e até mesmo regras para acesso de governos à armazenagem em outros países, afirmou. “Isso cria uma quantidade significativa de consequências sociais, políticas e econômicas, porque quando os dados não podem fluir entre países seu valor é de alguma forma capturado ou retido dentro território nacional. Ficamos impossibilitados de obter o uso adequado dos dados”, disse.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Barreiras ao fluxo de dados</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Outro documento comentado por Wimmer se chama “<a href="https://www.oecd-ilibrary.org/deliver/6345995e-en.pdf?itemId=%2Fcontent%2Fpaper%2F6345995e-en&amp;mimeType=pdf">Medindo o Valor Econômico de Dados e o Fluxo de Dados entre Países – Uma Pesquisa Comercial</a>”, produzido por um grupo de trabalho sobre privacidade e segurança da <a class="external-link" href="https://www.oecd.org/">Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)</a>.</p>
<p style="text-align: left; ">O documento apresenta um sumário dos tipos de barreiras ao fluxo internacional de dados:</p>
<ul style="text-align: left; ">
<li>muitos países exigem o armazenamento e processamento de dados em servidores locais;</li>
<li>há países com regulamentação para a proteção de dados que regulam a coleta, utilização e transferência de dados pessoais (o exemplo mais abrangente é a <a class="external-link" href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX%3A02016R0679-20160504&amp;qid=1532348683434">Regulação Geral sobre a Proteção de Dados</a> [<em>GDPR na sigla em inglês] da União Europeia</em> e a LGPD brasileira);</li>
<li>há países com leis sobre competição e antitruste adaptadas ao mercado digital (exemplo: votação no Parlamento Europeu de lei para a divisão das operações do Google na União Europeia);</li>
<li>mecanismos de cibersegurança: conjunto de tecnologias, processos e controles projetados para proteger sistemas, redes e dados de exploração não autorizada (um exemplo disso é o trabalho da União Europeia para a introdução de um processo de certificação para a internet das coisas [IoT, na sigla em inglês] para aumentar a cibersegurança dos dispositivos);</li>
<li>direito de propriedade intelectual (por exemplo, sobre conteúdos digitais como músicas, filmes e livros);</li>
<li>restrições ao uso da internet, censura e bloqueios contra a transferência de dados (“Experimentamos isso no Brasil algumas vezes em 2017 e, mais recentemente, em relação ao WhatsApp e ao Telegram, com a aplicação da lei local e enormes impactos”, exemplificou Wimmer).</li>
</ul>
<p style="text-align: left; "><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-de-cabos-submarinos/image" alt="Mapa de cabos submarinos" title="Mapa de cabos submarinos" height="182" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Rede de cabos submarinos para transmissão de dados</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: left; ">Ela comentou que a sociedade está acostumada a um conceito de soberania e jurisdição fortemente ligado ao aspecto físico, ao território, mas quando discute a internet, tende a retratá-la com uma nuvem, algo abstrato e distribuído, onde as fronteiras são irrelevantes. “No entanto, quando se examina a forma como a internet é estruturada, vemos que não há nuvem, apenas o computador de alguém”, comentou. “É uma rede física, com cabos submarinos conectando países, diferentes regimes legais, redes baseadas em protocolos de organizações governamentais e não governamentais.”</p>
<p style="text-align: left; ">Essa fisicalidade conectada leva à tentativa de identificar a qual legislação nacional uma questão se sujeita, mas isso depende de vários fatores, “o que cria um grande problema não só na aplicação da lei como também em relação aos direitos individuais”, afirmou Wimmer.</p>
<p style="text-align: left; ">“No Brasil temos um direito fundamental à proteção de dados pessoais, mas esse não é o caso dos EUA. Temos um sistema de checks and balances e obrigações legais para os serviços de inteligência coletarem certo tipo de informação, mas isso não se aplica nos EUA, China e outras jurisdições.”</p>
<p style="text-align: left; ">Além disso, nos últimos anos tem havido uma proliferação de legislação sobre o ambiente digital, com regras de proteção de dados, sobre acesso a mercados digitais e sobre inteligência artificial, comentou. “Muitas dessas leis têm alcance extraterritorial, uma vez que estabelecem coisas independentemente de onde os dados estão armazenados.”</p>
<p style="text-align: left; ">Em paralelo a isso, há também a emergência da regulação privada, uma vez que as big techs (Meta [Facebook, Instagram e WhatsApp], Microsoft, Apple, X [antigo Twitter], Amazon e Alphabeth [Google]) e outras empresas de tecnologia exigem a subscrição de seus termos de uso e obediência a critérios sobre que conteúdo é aceitável inserir em seus serviços, como atingir maior audiência, quais as condições para menores de idade os utilizarem etc.</p>
<p style="text-align: left; ">Wimmer lembrou que as redes sociais removeram conteúdos postados por políticos e que “isso às vezes desafiou normas e violou direitos de expressão, mas a resposta das empresas foi simplesmente que essas eram suas regras e se aplicavam ao ciberterritório de seus serviços”.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Soberania e cibersegurança</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Um conceito muito discutido na Europa e mais recentemente no Brasil é o de soberania digital, um conceito muito abstrato e que está sendo utilizado de forma bastante flexível para descrever muitos tipos de fenômenos, afirmou Wimmer.</p>
<p style="text-align: left; ">Uma referência mencionada por ela sobre várias ideias relacionadas com a soberania digital europeia é o paper “<a href="https://www.europarl.europa.eu/RegData/etudes/STUD/2021/659437/EPRS_STU(2021)659437_EN.pdf">Towards a More Resiliente Europe  Post-Coronavirus</a>” (para uma Europa mais resiliente pós-coronavírus), publicado pelo Parlamento Europeu em abril de 2021.</p>
<p style="text-align: left; "><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ciberseguranca/image" alt="Cibersegurança" title="Cibersegurança" height="241" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Os governos nacionais devem estar seguros de sua capacidade de supervisionar e controlar infraestruturas críticas, de acordo com a diretora da ANPD</dd>
</dl>Outra questão muito discutida é a de cibersegurança: “O Brasil é outros países estão introduzindo a tecnologia 5G de telefones celulares e um dos principais fornecedores de equipamentos é a empresa chinesa Huawei. Houve uma campanha muito forte dos EUA, Austrália e UK tentando convencer o governo brasileiro e de outros países de que o uso da tecnologia dessa empresa traria riscos de espionagem, à cibersegurança, riscos não apenas domésticos, mas até mesmo para as relações internacionais”.</p>
<p style="text-align: left; ">No entanto, vários países americanos já contam com equipamentos da Huawei para as tecnologias 4G e 3G. “A questão era convencer os países a utilizarem equipamentos americanos, talvez.”</p>
<p style="text-align: left; ">“A discussão sobre o 5G e cibersegurança está conectada com a soberania digital, pois os países devem estar seguros de sua capacidade de supervisionar e controlar infraestruturas críticas”, afirmou.</p>
<p style="text-align: left; ">Outro ponto ligado à soberania digital está relacionado com a competição. “As big techs adquiriram tamanha predominância, dada a vantagem competitiva adquirida com a enorme quantidade de dados que coletam e processam, que inibem a capacidade de inovação e competição de empresas daqui ou da Ásia. E quando alguma startup se torna competitiva é adquirida por uma grande companhia.”</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Proteção de dados e privacidade</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Também merece atenção, segundo Wimmer, a proteção de dados e da privacidade, um dos hot topics da atualidade. “Temos hoje em dia programas acadêmicos muito interessantes sobre a ideia de vigilância digital e capitalismo de vigilância. O modelo atual de negócios é construído a partir da coleta de informações pessoais e sua transformação em commodities de maneira a torná-los inputs para criação de valor por grandes companhias do Hemisfério Norte”, disse.</p>
<p style="text-align: left; ">A partir desse quadro geral, Wimmer discutiu como a discussão sobre soberania digital e transferência de dados entre países está conectada com proteção de dados pessoais e privacidade.</p>
<p style="text-align: left; ">Segundo ela, 140 países já possuem algum nível de legislação para proteção de dados e privacidade. “O que muitas dessas legislações têm em comum é a abordagem ex ante [expectativa do que irá ocorrer] em relação à proteção de dados, a qual é, basicamente, a abordagem europeia.”</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/data-center/image" alt="Data center" title="Data center" height="212" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Muitas leis possuem alcance extraterritorial, não importando onde o banco de dados está instalado</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: left; ">Ela explicou as características dessa abordagem. A primeira está ligada à ideia de que ao tratar de proteção de dados pessoais estão sendo protegidos direitos fundamentais, porque esses dados são uma projeção da personalidade da pessoa, sua aparência física, status, coisas que gosta de fazer, família, orientação sexual e outros elementos que a definem, afirmou. “É preciso alguma espécie de controle sobre o que é feito com meus dados pessoais. Eles não podem ser utilizados para me prejudicar, piorar minha situação econômica, social ou política de alguma maneira.”</p>
<p style="text-align: left; ">Por esse motivo, muitos países têm reconhecido a ideia dos direitos fundamentais no que se refere à proteção de dados pessoais e “isso implica proteção do ponto de vista das organizações privadas e do próprio governo, que precisa agir de acordo com certos princípios e regras”. A noção de dados pessoais é geralmente abrangente, “pois não estamos tratando apenas de identificar indivíduos, mas também de indivíduos identificáveis [que podem ser identificados a partir de dados não pessoais]".</p>
<p style="text-align: left; ">Outro aspecto é que essas leis trazem vários princípios importantes para a criação de uma espécie de fricção no que se refere a novas tecnologias, um princípio de minimização de dados, para não haver coleta de dados maior do que o necessário para o que é intencionado, explicou. Há também a limitação ou especificação da intenção: “Isso significa que quando coletamos dados de alguém, devemos informar claramente o que faremos com eles e que não faremos nada mais do que isso”.</p>
<p style="text-align: left; ">Wimmer pondera que, ao tratar de big data, aplicações de inteligência artificial e uso comercial de dados pessoais, esses princípios de fato criam fortes limitações. “E são princípios muito tradicionais, mencionados pela OCDE no início dos anos 80, e agora presentes em muitas legislações de proteção a dados no mundo.”</p>
<p style="text-align: left; ">Finalmente, ela destacou a criação de uma autoridade de proteção de dados independente e com um espectro amplo de responsabilidades, que inclui a supervisão dos setores público e privado e, em muitos países, regulações para a transferência de dados internacionais.</p>
<p style="text-align: left; ">Muitas legislações produzem efeitos extraterritoriais bastante definidos, disse. O exemplo claro disso é a legislação da União Europeia, que “se aplica tanto a processadores de dados instalados na UE, não importando se os dados estão nela ou não, quanto a processadores de dados externos cuja atividade tenha como alvo o mercado da UE".</p>
<p style="text-align: left; ">“A mesma coisa acontece no Brasil, com a LGPD [<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm">Lei Geral de Proteção de Dados, 13.709/2018</a>], que se aplica não importa onde a companhia tenha sua sede e onde os dados estão armazenados, desde que o processamento dos dados ocorra no Brasil para o fornecimento de bens ou serviços, ou se o processamento envolve dados de indivíduos residentes no Brasil, ou se os dados pessoais a serem processados foram coletados no Brasil.”</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logos-de-big-techs/image" alt="Logos de big techs" title="Logos de big techs" height="82" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Wimmer: ''O modelo atual de negócios é construído a partir da coleta de informações pessoais e sua transformação em commodities de maneira a torná-los inputs para criação de valor por grandes companhias do Hemisfério Norte''</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Graus de restrições ao fluxo</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Wimmer ressaltou a complexidade para os dados serem transferidos internacionalmente, já que as legislações dos diversos países competem entre si.</p>
<p style="text-align: left; ">Ela citou o artigo “<a href="https://www.oecd-ilibrary.org/trade/trade-and-cross-border-data-flows_b2023a47-en">Trade and Cross-Border Data Flows</a>” [comércio e fluxo de dados transfronteiriços], de 2019, produzido por dois técnicos da OCDE, Francesca Casalini e Javier López González. “O trabalho apresenta uma taxonomia muito interessante sobre abordagens quanto a fluxos de dados internacionais.”</p>
<p style="text-align: left; ">No quadro apresentado pelo artigo, uma coluna é dedicada aos países onde há ausência de regulação ou acontece um fluxo livre com regulação pelo setor privado, “ou seja, faça o que quiser e se algo errado acontecer, veremos o que fazer”.</p>
<p style="text-align: left; ">A coluna intermediária inclui casos como os da União Europeia e do Brasil, em que há diferentes instrumentos para habilitar o fluxo internacional, que vão desde o reconhecimento da adequação (em que um país reconhece outro país com nível similar de proteção) até mecanismos contratuais e certificação.</p>
<p style="text-align: left; ">A terceira coluna é dedicada a sistemas bem restritivos, onde o fluxo internacional de dados não é permitido, exceto se uma autoridade de proteção autorizar ou houver uma decisão de adequação.</p>
<p style="text-align: left; ">Segundo Wimmer, o sistema brasileiro é relativamente similar ao europeu, com a diferença que, enquanto na União Europeia certo número de mecanismos para o fluxo internacional de dados são considerados “derrogações”, excepcionais, não podem ser utilizados para transferências operacionais, no Brasil há outras condições, que podem ser utilizadas em qualquer caso: cooperação legal internacional para aplicação da lei; proteção da vida ou segurança física; autorização pela ANPD; acordos de cooperação internacionais; política pública; consentimento; observância de obrigação legal ou regulatória; execução de contrato; exercício de direitos.</p>
<p style="text-align: left; ">Ela lembrou que outros países possuem diferentes abordagens. “A questão é se nós, enquanto sociedade, consideramos benéfica a transferência internacional de dados, num contexto em que mais de uma centena de países possuem diferentes sistemas legais e diferentes fluxos de dados. Como podemos fazer isso funcionar?”</p>
<p style="text-align: left; ">Para ela, a melhor postura é “pressionar fortemente por decisões de adequação”. Numa relação assim, “os europeus dirão: o Brasil tem legislação similar à nossa, então discutiremos decisões de mútua adequação”. O problema é multiplicar esse tipo de relação mutual para 140 países, considerando as diferentes nuances entre seus sistemas legais, ponderou.</p>
<p style="text-align: left; ">A tendência, disse, é a adoção de instrumentos contratuais, como as chamadas Standard Contractual Clauses (SCC) [cláusulas contratuais padrão], ou ainda a adoção de alguma espécie de certificação ou código de conduta, “quando uma companhia é certificada de forma privada e reconhecida como cumpridora de um certo nível de proteção na transferência de dados entre países”.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Diferenças entre EUA e União Europeia</strong></p>
<p style="text-align: left; ">Para Wimmer, um dos principais desafios internacionais está em habilitar a transferência de dados entre UE e EUA, que possuem sistemas muito diferentes. “Os Estados Unidos não têm uma proteção geral de dados. Não há legislação federal, não há direitos fundamentais quanto à proteção de dados. Por outro lado, há muitas leis estaduais. A <a href="https://www.ftc.gov/">Comissão Federal de Comercio</a> dos Estados Unidos está trabalhando nessa questão, mas sob a ótica de práticas injustas ou enganosas, o que é uma abordagem completamente diferente."</p>
<p style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/post-the-max-schrems-no-x" alt="Post the Max Schrems no X" class="image-right" title="Post the Max Schrems no X" />Ela citou o caso de <a href="https://twitter.com/maxschrems">Max Schrems</a>, um ativista austríaco que por três vezes impediu acordos internacionais de transferência de dados entre EUA e EU. “O seu argumento é que não importa o quanto uma companhia seja certificada e os compromissos que assuma, pois os serviços de inteligência dos EUA têm permissão para acessar dados pessoais”. Em julho, foi anunciado um <a class="external-link" href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_23_3721">novo acordo</a> entre a EU e os EUA, e Schrems manifestou seu descrédito no X logo em seguida: "Em geral, trata-se de uma cópia de velhos princípios”.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" style="text-align: left; ">
<p dir="ltr">Uma vez que os benefícios do fluxo internacional de dados são muito claros, a questão que se coloca é “como resolver as diferentes abordagens quanto a restrições, soberania, proteção a dados pessoais e propriedade intelectual, salvaguardas, aplicação da lei etc.”, afirmou Wimmer.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: left; ">“Esse é um dos mais estimulantes pontos de discussão em diferentes organizações internacionais, não apenas aquelas ligadas à proteção de dados, como a <a class="external-link" href="https://globalprivacyassembly.org/">Global Privacy Assembly</a>. A questão está presente em relatórios produzidos pelo Fórum Econômico Mundial, pela OCDE e em anexos de dois ou três encontros do G7”, afirmou.</p>
<p style="text-align: left; ">Wimmer frisou que “a solução para a questão ainda não está clara, mas talvez esteja claro o que devemos desejar: precisamos de melhores acordos e arranjos para facilitar a cooperação legal internacional: essa é uma das dificuldades que temos na mesa hoje em dia”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens (a partir do alto): Roque de Sá/Agência Senado; Telegeography; Wikimedia; Pxfuel; Rawpixel; Wikimedia; X</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Proteção de dados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Big Data</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diplomacia de Ciência e Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Legislação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-06T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-inovacao-e-ia">
    <title>Direito, Inovação e Inteligência Artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direito-inovacao-e-ia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Formado por pesquisadores de diferentes áreas, o <a class="external-link" href="http://c4ai.inova.usp.br/pt/aihumanity-pt/">Center for Artificial Intelligence (C4AI)</a> – uma parceria entre USP, FAPESP e IBM – tem como objetivo produzir pesquisa avançada em Inteligência Artificial no Brasil, disseminando e debatendo os principais resultados, treinando estudantes e profissionais, e transferindo a tecnologia para a sociedade.</p>
<p>Neste seminário, pesquisadores ligados à área AI Humanity do C4AI discutirão os principais desafios impostos pela Inteligência Artificial (IA) para o campo da propriedade intelectual e debaterão questões de ordem ética pertinentes a este mesmo cenário, a fim de que os direitos humanos sejam preservados durante o desenvolvimento e a aplicação da IA.</p>
<p>O evento integra um ciclo de mesas redondas sobre as oportunidades e os desafios que a IA impõe à democracia.</p>
<p>O ciclo acontecerá entre julho e novembro de 2021 e introduzirá alguns dos temas que serão discutidos durante o <b>I Seminário Internacional Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais</b>, que será realizado em 13 e 14 dezembro de 2021.</p>
<p>Para saber mais sobre o <b>I Seminário Internacional Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais</b>, <a href="http://hseminar.webhostusp.sti.usp.br/2021/?lang=pt">visite a página do evento</a>. Caso tenha interesse em se cadastrar para receber maiores informações sobre o seminário e/ou submeter trabalho científico a ele, <a href="http://hseminar.webhostusp.sti.usp.br/2021/?page_id=405&amp;lang=pt">clique aqui</a>. (O prazo para submissão de trabalhos se encerra em 22/07/2021).</p>
<p><b>Abertura e Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristina-godoy-bernardo-de-oliveira" class="external-link">Cristina Godoy Bernardo de Oliveira</a> (IEA USP)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><i>Direitos Fundamentais, Ética e Inteligência Artificial</i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-ariente" class="external-link">Eduardo Altomare Ariente</a> (OIC IEA USP e UPM)</p>
<p><i>Inteligência Artificial e Propriedade Intelectual</i></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-edelvacy-marinho" class="external-link">Maria Edelvacy Marinho</a> (OIC IEA USP e UPM)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-06-29T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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