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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica">
    <title>As Mudanças Climáticas e a Matriz Energética (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mudancas-climaticas-e-matriz-energetica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>As Mudanças Climáticas e a Matriz Energética:</strong><span> </span><strong>oportunidades, inovações e adaptações necessárias para uma transição para uma economia de baixo carbono</strong></p>
<p><span>Nesta mesa, os principais temas a serem tratados envolverão a relação entre as mudanças climáticas e a matriz energética, crescimento de novas fontes de energia, desenvolvimento de novas tecnológicas e consolidação de mercados para energias renováveis e política energética.</span></p>
<p>Modelos de negócios e investimentos em energia e as necessárias adaptações em função das consequências das mudanças climáticas, para que sejam atingidas as metas propostas pelos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) <span>e o aumento máximo de  2°C  na média da temperatura do planeta. Este será o segundo debate da série </span><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para <strong>mudança nos padrões de emissões</strong> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a<strong>resiliência</strong> dos sistemas naturais e antrópicos, <strong>adaptações</strong> e dar suporte às <strong>políticas públicas</strong>locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a <a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</p>
<h3>Moderador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlo-linkevieius-pereira" class="external-link">Carlo Linkevieius Pereira</a></p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/weber-amaral" class="external-link">Weber Amaral</a></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaz/zilmar-de-souza" class="external-link">Zilmar de Souza</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy4_of_as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico">
    <title>As Mudanças Climáticas e as Negociações Internacionais (Ciclo Temático) - EVENTO ADIADO</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy4_of_as-mudancas-climaticas-e-a-crise-hidrica-ciclo-tematico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>“A Caminho da COP 21: Preparando o Terreno até Paris”: Mudanças Climáticas, Adaptações, Soluções e Oportunidades.</strong></p>
<p><span>O objetivo desta série de debates é de entender, debater, contribuir e identificar oportunidades para </span><strong>mudança nos padrões de emissões</strong><span> dos gases de efeito estufa, contribuindo para a </span><strong>resiliência</strong><span> dos sistemas naturais e antrópicos, </span><strong>adaptações</strong><span> e dar suporte às </span><strong>políticas públicas</strong><span> locais e nacionais sobre o tema, e ao mesmo tempo, oferecer uma contribuição ao governo brasileiro e seus negociadores para a </span><a class="external-link" href="http://www.cop21paris.org/">Conferência das Partes</a><span> (COP21) sobre Mudanças do Clima, que ocorrerá em Paris, de 30 de Novembro a 11 de Dezembro.</span></p>
<p>Os principais temas destes debates, voltados para a identificação de oportunidades para redução das emissões, adaptações, para o desenvolvimento de tecnologias e soluções inovadoras, resilientes e voltadas para a transição para uma economia de baixo impacto de carbono, contemplando o nexus: <strong>água – energia – alimento e cidades</strong>, suas múltiplas interações e como respondem às <strong>mudanças climáticas</strong>.</p>
<p><span>Os debates terão o formato de “talk-show”, com o tema principal apresentado e moderado por </span><strong>curador(es) envolvido diretamente com o tema escolhido</strong><span>, o qual convida à participação três outros debatedores, representando a iniciativa privada, formuladores de políticas públicas e a academia. Neste formato, não haverá o uso de dispositivos audiovisuais ou PowerPoint, visando estimular o debate e a participação do público.</span></p>
<p><span>Os resultados dos debates serão consolidados em um único documento, o qual será levado a COP21 em eventos paralelos, e entregue ao Governo Brasileiro. Após a COP21, será realizado novo evento, trazendo os resultados obtidos e quais as ações que deverão ser tomadas pelos países, empresas e pela sociedade civil.</span></p>
<p><strong>29 de outubro</strong>, das 9:30 às 12:30</p>
<ul>
<li><strong>As Mudanças Climáticas e as Negociações Internacionais: a Posição do Governo Brasileiro</strong></li>
</ul>
<p><strong>Curadores:</strong> Dr. Carlos Klink – Ministério do Meio Ambiente</p>
<h3><span>Expositores:</span></h3>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-24T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/bioeconomy">
    <title>Bioeconomy</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/bioeconomy</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Com objetivo de articular os pesquisadores da Universidade de São Paulo que atuam na área de bioeconomia, será realizado o workshop</span><i> "Bioeconomy”, </i><span>o segundo da série</span><i> <strong>"Strategic Workshops PRP/USP”</strong></i><span>,  iniciativa da Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade de São Paulo.</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Comissão de organização:</span> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/hamilton-brandao-varela-de-albuquerque" class="external-link">Hamilton Varela</a> (PRP-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/marie-anne-van-sluys" class="external-link">Marie-Anne Van Sluys</a> (IB-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nanotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-09T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-o-potencial-da-energia-eolica-no-brasil">
    <title>Evento discute o potencial da energia eólica no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-o-potencial-da-energia-eolica-no-brasil</link>
    <description>Debate sobre O Lugar da Eólica no Planejamento Enérgico marca o lançamento do livro "Energia Eólica". O evento será no dia 30 de outubro, às 10h, no IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-energia-eolica-organizado-por-jose-eli-da-veiga" alt="Capa do livro Energia Eólica organizado por José Eli da Veiga." class="image-right" title="Capa do livro Energia Eólica organizado por José Eli da Veiga." /></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr style="text-align: center; ">
<th><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/o-lugar-da-eolica-no-planejamento-energetico" class="external-link">ASSISTA AQUI AO VÍDEO</a> </th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2012/o-lugar-da-eolica-no-planejamento-energetico-30-de-outubro-de-2012" class="external-link"><b>VEJA AS FOTOS</b></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">O Lugar da Eólica no Planejamento Enérgico é o tema do debate que acontece no dia 30 de outubro, às 10h, na Sala de Eventos do IEA. O evento marca o lançamento do livro "Energia Eólica" (Editora Senac, 215 págs., R$ 39,90), organizado por José Eli da Veiga, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e do Instituto de Relações Internacionais, ambos da USP.</p>
<p style="text-align: justify; ">Participam da mesa-redonda Elbia Melo, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), e Osvaldo Soliano, diretor do Centro Brasileiro de Energia e Mudança do Clima (CBEM) e um dos autores da obra.  A mediação ficará a cargo de Eli da Veiga.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os debatedores falarão sobre o aproveitamento da eletricidade gerada a partir dos ventos na diversificação da matriz energética brasileira e na promoção do desenvolvimento sustentável.</p>
<p style="text-align: justify; "><b>Livro</b><br />O livro reúne ensaios sobre o potencial da energia eólica na transição para uma economia de baixo carbono, no progresso tecnológico, na criação de empregos e na descentralização das usinas de geração de energia do país.</p>
<p style="text-align: justify; ">O livro contém uma introdução escrita por Eli da Veiga e dois capítulos: um de autoria de Osvaldo Soliano e outro escrito por Adilson Oliveira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; ">Além de abordar os benefícios da instalação de turbinas eólicas em termos de eficiência energética e de sustentabilidade ambiental, os capítulos tratam dos desafios que se colocam para a massificação dessa fonte de energia.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-10-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-energia-eolica-de-vento-em-popa">
    <title>A energia eólica de vento em popa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-energia-eolica-de-vento-em-popa</link>
    <description>Realizada no dia 30 de outubro, no IEA, a mesa-redonda O Lugar da Eólica no Planejamento Energético marcou o lançamento do livro "Energia Eólica". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O Plano Decenal de Expansão da Energia 2021 (PDE), documento do governo federal que define metas para o setor no período 2012-2021, não apresenta propostas substanciais para ampliação do parque eólico nacional. Mas isso não impede que a participação dessa fonte na matriz energética brasileira venha a aumentar além do previsto.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elbia-mello-jose-eli-da-veiga-e-osvaldo-soliano-pereira-no-debate-de-lancamento-do-livro-energia-eolica" alt="Elbia Mello, José Eli da Veiga e Osvaldo Soliano Pereira" class="image-right" title="Elbia Mello, José Eli da Veiga e Osvaldo Soliano Pereira" />Com essa observação, José Eli da Veiga (FEA e IRI) abriu a mesa-redonda O Lugar da Eólica no Planejamento Energético, da qual foi mediador. Realizado no dia 30 de outubro, no IEA, o debate marcou o lançamento do livro "Energia Eólica" (Editora Senac), organizado por Eli da Veiga. O evento contou com a participação de Osvaldo Soliano Pereira, diretor do Centro Brasileiro de Energia e Mudança do Clima (CBEM) e um dos autores do livro, e Elbia Mello, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).</p>
<ul style="text-align: justify; ">
</ul>
<p style="text-align: justify; ">Partindo da questão levantada por Eli da Veiga, Pereira afirmou que "o Brasil não tem uma política energética propriamente dita". O que o país tem, segundo ele, é uma estratégia de comprar energia de quem vende mais barato: "O que define a política é o preço da energia nos leilões, e fica ao sabor do mercado decidir o que vai ser oferecido e o que será mais barato".</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ele, o que se pode é estimular a expansão de certas fontes através de leilões específicos, como o de energia eólica, realizado com sucesso em 2009. "Após três anos comprando energia de óleo combustível, descobrimos que, por uma série de fatores estruturais e conjunturais <em>(veja abaixo)</em>, a eólica era mais barata."</p>
<p style="text-align: justify; ">Mello ressaltou que, nos últimos anos, o modelo de leilões tem favorecido o crescimento da eólica no país: "É o preço que faz o planejamento", comentou. "E o preço está levando à fonte eólica, uma fonte limpa, sustentável e renovável; mas não sabemos até quando isso vai acontecer".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>EXPANSÃO</strong><br />A energia eólica começou a ganhar espaço no Brasil em 2004, com a instituição do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), do governo federal. Criado para promover a diversificação da matriz energética brasileira, o programa destinou recursos para o aumento da participação da energia eólica, da biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas no Sistema Elétrico Interligado Nacional (Sein).</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Mello, os incentivos rapidamente deram resultado e no leilão de 2009, o primeiro leilão sem subsídios, os preços mostraram-se bastante competitivos. "O leilão começou com um preço-teto da ordem de R$ 180,00 por MW e fechou a R$ 168,00", disse, ressaltando que em 2010 e 2011, o preço caiu para R$ 150,00 e R$100,00, respectivamente. "Não dá para imaginar a matriz sem a eólica, que hoje é a segunda mais competitiva", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">E a tendência é que a participação da eólica na matriz energética brasileira continue crescendo. O PED prevê 9% de participação, com 16 GW instalados até 2012. Mas, de acordo com Mello, o número é outro: "Em 2020, teremos 20 GW, com 12% de participação". A explicação para isso, segundo ela, é que o planejamento está desenhado, só que o que entra na matriz é resultado dos leilões. "A energia eólica vai se manter e crescer."</p>
<p style="text-align: justify; ">Pereira apresentou previsões para um prazo maior, mirando nos próximos 20 anos. "Trabalhamos com dois cenários: se a eólica crescer 10% ao ano, em 2035 teremos uma participação de 16 a 17%; se crescer 15%, podemos chegar a 30%", disse, lembrando que os cenários são esses, mas quem definirá o preço e a participação da eólica serão os leilões.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>LIMITAÇÕES</strong><br />Segundo Eli da Veiga, embora seja uma fonte sustentável e proporcione uma série de vantagens, a expansão da energia eólica esbarra em dois problemas principais: a degradação estética da paisagem causada pelas torres e a intermitência dos ventos. "Não é uma energia firme, não dá para imaginar uma matriz energética que tenha base na eólica, que é sempre complementar", disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Isso se mostra ainda mais importante quando se tem em mente que a matriz energética brasileira é hídrica e está sujeita à sazonalidade do regime de chuvas, de modo que aumentar demais a participação de outra fonte intermitente poderia comprometer o abastecimento. De acordo com Pereira, a usina de Sobradinho, no interior da Bahia, está operando com 25% da capacidade devido à longa estiagem deste ano: "Só não estamos passando por um racionamento de energia porque as termelétricas estão em funcionamento 24h por dia, queimando óleo diesel, o pior combustível em taxas de emissão".</p>
<p style="text-align: justify; ">Ele afirmou que, com a tecnologia que temos hoje, o nível de penetração da eólica não pode ultrapassar os 30%. Caso contrário, seria preciso fazer muito reserva de outra fonte para garantir o abastecimento. "O desafio é estudar mais a complementaridade das fontes intermitentes e, a partir daí, trabalhar o armazenamento da energia eólica, pois o sistema que temos atualmente é caro e ineficiente", concluiu.</p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<p><strong>UM MOMENTO PROMISSOR</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Elbia Mello   creditou a expansão da energia eólica a partir de 2009 a fatores estruturais   e conjunturais.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><strong>FATORES ESTRUTURAIS</strong></p>
<ul style="text-align: justify; ">
<li>Progresso        técnico: o aumento da altura e do diâmetro dos aerogeradores nos últimos        anos elevou o fator de capacidade das usinas (razão entre a        produtividade efetiva da usina e sua capacidade máxima).</li>
<li>Qualidade        dos ventos: os ventos brasileiros são melhores que os europeus e os        americanos. Essa vantagem comparativa possibilitou maior produtividade a        custos mais baixos.</li>
<li>Modelo        de leilões: o modelo de compra/venda de energia do país é bastante        atrativo, pois envolve um contrato de 20 anos, o que garante renda fixa        para um longo período. Além disso, estimula a competição, já que o        critério utilizado é o menor preço por MW/hora gerado, enquanto em        outros países, como no caso dos europeus, o critério é a eficiência,        isto é, maior produção de MW/hora por quilômetro instalado.</li>
</ul>
</td>
<td>
<p><strong>FATORES CONJUNTURAIS</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; ">Crise        econômica internacional: a Europa e os EUA foram os primeiros a        desenvolver tecnologia para energias renováveis alternativas, entre elas        a eólica. Após a crise de 2008, os investimentos no setor foram cortados        e a indústria eólica ficou sem mercado. A solução foi se instalar no        Brasil, onde o setor começava a despontar.</li>
<li style="text-align: justify; ">Falta        de concorrência: os dois países que mais investem em energia eólica no        mundo, China e Índia, utilizam apenas tecnologia nacional e não aceitam        fabricantes estrangeiros. O Brasil, terceiro país que mais investe no        setor, acabou sendo a alternativa mais conveniente para a indústria        eólica europeia e americana;</li>
<li style="text-align: justify; ">Câmbio:        em 2011, quando o valor do MW no Brasil chegou a R$ 100,00, a taxa de        câmbio estava baixa. Isso permitiu a importação de equipamentos para        produção de energia eólica a preços mais competitivos.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-11-22T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/painel-analisa-producao-consorciada-de-alimentos-e-energia">
    <title>Painel analisa produção consorciada de alimentos e energia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/painel-analisa-producao-consorciada-de-alimentos-e-energia</link>
    <description>Será o último dos encontros do ciclo "Civilização da Biomassa", iniciado em abril de 2006 e coordenado por Ignacy Sachs. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span>No dia 17 de abril, às 14h, o IEA realiza o quinto e último painel do Ciclo "Civilização da Biomassa", na Sala da Congregação da FEA-USP. O tema desta vez será "Produção Consorciada: Alimentos versus Energia".</span></p>
<p style="text-align: justify; ">O ciclo teve início em abril de 2006 com o painel "Tristes Trópicos ou Terra de Boa Esperança? Obstáculos ou Vantagens Comparativas para o Desenvolvimento da Civilização da Biomassa?". Em novembro foi realizado o painel "Bioenergia: Etanol e Biodiesel" e em março outros dois: "Matriz Energética Brasileira" e "Novas Tecnologias para a Bioenergia".</p>
<p style="text-align: justify; ">O painel de encerramento terá as seguintes apresentações:</p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i>"Produção de Alimentos em Áreas de Renovação de Canaviais: Viabilidade Técnica e Econômica, Potencial de Produção e Responsabilidade Social" —<i> Silvio Borsari Filho, superintendente da Cooperativa dos Produtores de Cana da Zona de Guariba (Coplana);</i></p>
<p style="text-align: justify; ">• "Cana para Energia" — <i>Jesus A. Ferro, diretor científico da Alellyx Applied Genomics e professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp de Jaboticabal;</i></p>
<p style="text-align: justify; ">• "Obstáculos Socioeconômicos e Institucionais à Produção Consorciada Alimento e Energia" — Ademar Ribeiro Romeiro, professor do Núcleo de Economia Agrícola da Unicamp;</p>
<p style="text-align: justify; ">• "Produção de Cana: Potencial e Perspectivas" — Marcos Landell, diretor técnico do Centro de Cana-de-Açúcar do Instituto Agronômico de Campinas (IAC).</p>
<p style="text-align: justify; ">• "Produção de Alimentos X Energia: Estudo de Caso do Óleo de Girassol" — <i>César de Castro, coordenador da Área de Fertilidade e Microbiologia do Solo da Embrapa Soja</i>.</p>
<p style="text-align: justify; ">A coordenação será de Ignacy Sachs, pesquisador visitante do IEA, coordenador do Ciclo "Civilização da Biomassa" e professor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, França, onde é co-diretor do Centro de Estudos sobre o Brasil Contemporâneo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biocombustíveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-04-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tecnologias-para-captura-e-armazenamento-do-carbono-do-pre-sal">
    <title>Captura e armazenamento do carbono do pré-sal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-tecnologias-para-captura-e-armazenamento-do-carbono-do-pre-sal</link>
    <description>Encontro discutirá a necessidade de avaliação das tecnologias a serem empregadas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Diante dos impasses que marcam o debate em torno dos compromissos a serem assumidos para o combate às mudanças climáticas, o Brasil se encontra numa posição extremamente controversa, decorrente da sua disposição em ampliar as atividades de exploração e produção do petróleo da camada do pré-sal.</p>
<p style="text-align: justify; ">Potencial fonte de riqueza ao tornar o país um grande produtor de petróleo, a exploração do pré-sal coloca em pauta a necessidade de o país encontrar formas de contribuir para o esforço comum de redução das emissões de carbono. Uma delas é evitar a emissão do CO2 presente no pré-sal. Diante disso, surge a necessidade de avaliar se as tecnologias de captura e armazenamento daquele carbono estão suficientemente maduras, quais se encontram disponíveis, com que eficiência e a que custo.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para discutir essas questões, o Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais realizará no dia 26 de novembro, às 14h, no IEA, o debate "Pré-Sal e Mudanças Climáticas: Avaliação das Tecnologias de Captura e Armazenamento de Carbono". O evento terá exposição de Alberto Sampaio de Almeida, da Área de Exploração e Produção do Pré-Sal da Petrobras. Os debatedores serão João Marcelo Medina Ketzer (Cepac/PUC-RS) e Luiz Gylvan Meira Filho (IEA). A coordenação será de Célio Bermann (IEE e Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Petróleo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pré-Sal</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-11-09T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-da-pesquisa-na-sustentabilidade-da-producao-de-bioenergia">
    <title>O papel da pesquisa na sustentabilidade da produção de bioenergia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-da-pesquisa-na-sustentabilidade-da-producao-de-bioenergia</link>
    <description>Encontro discutirá também a adequação da sociedade a um futuro menos dependente do petróleo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span>Nesta sexta-feira, 28 de agosto, das 11h30 às 13h, no IIEA, acontece o debate "Bioenergia e Sistemas de Produção Biocomplexos: Alternativas para a Sustentabilidade — Um debate Necessário". O objetivo do encontro é discutir o papel da pesquisa científica e tecnológica para a sustentabilidade da bioenergia e para a adequação da sociedade a um futuro menos dependente do petróleo.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Participarão pesquisadores da recém-criada Sociedade Internacional para Energias Renováveis (GBR Society), do Programa de Pesquisa em Bioenergia (Bioen) da Fapesp e representante da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). São eles: Richard Templer (Colégio Imperial de Londres, Reino Unido), Luuk van der Wielen (Universidade de Tecnologia Delft, Holanda), Madhu Kanna (Universidade de Illinois, EUA), Glaucia Souza (IQ-USP e Bioen-Fapesp), Heitor Cantarella (IAC e Bioen-Fapesp) e Geraldine Kutas (Unica). A moderação será de Weber Amaral (Esalq-USP).</p>
<p style="text-align: justify; ">O encontro dá continuidade à série de debates sobre sustentabilidade organizada pelo Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do IEA. O debate ocorrerá em inglês, sem tradução.</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><b>Assista ao vídeo do evento.<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/bioenergia-e-sistemas-de-producao-biocomplexos-alternativas-para-a-sustentabilidade-2014-um-debate-necessario" class="external-link">Bioenergia e Sistemas de Produção Biocomplexos: Alternativas Para a Sustentabilidade — Um Debate Necessário</a></b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-08-13T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-analisara-temas-ligados-a-exploracao-do-pre-sal">
    <title>Ciclo analisará temas ligados à exploração do pré-sal </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciclo-analisara-temas-ligados-a-exploracao-do-pre-sal</link>
    <description>O ciclo de seminários "Pré-Sal na USP" começa no dia 1º de dezembro, às 12h, na Escola Politécnica (EP) da USP. O primeiro seminário terá como tema "O Contexto Energético, as Perspectivas do Pré-Sal e o Modelo de Organização da Indústria de Petróleo no Brasil". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O ciclo de seminários "Pré-Sal na  USP" começa no dia 1º de dezembro, às 12h, na Escola Politécnica (EP)  da USP. O primeiro seminário terá como tema "O Contexto Energético, as  Perspectivas do Pré-Sal e o Modelo de Organização da Indústria de  Petróleo no Brasil". Na ocasião será inaugurado o Tanque de Provas  Numérico instalado no Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da  EP-USP. <i>(Leia a programação abaixo.)</i></span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Os próximos 12 encontros serão  seminários temáticos especializados e oficinas de trabalho com  especialistas para explorar com profundidade as linhas temáticas do  ciclo. O seminário de encerramento será no dia 4 de junho de 2010,  quando serão apresentadas as conclusões dos seminários temáticos, além  de exposições de especialistas da USP, da Petrobras e de outros  convidados. </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>O ciclo abordará  grandes linhas temáticas, tais como: </span></p>
<ul style="text-align: justify; ">
<li>
<div align="left"><span>geopolítica e estratégia: o cenário energético mundial e o impacto do pré-sal e a transição energética</span>;</div>
</li>
<li>
<div align="left"><span>modelos de organização da indústria do setor</span>;</div>
</li>
<li>
<div align="left"><span>geologia e exploração</span>;</div>
</li>
<li>
<div align="left"><span>tecnologia de produção e logística</span>;</div>
</li>
<li>
<div align="left"><span>segurança, tutela marinha, meio ambiente e repercussões sociais</span>.</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify; "><span>O ciclo é uma realização do  Programa de Pós-Graduação em Energia (PPGE) da USP, com patrocínio da  Petrobras e  apoio do IEA, Escola Politécnica, Instituto de  Eletrotécnica e Energia, Faculdade de Economia, Administração e  Contabilidade, Instituto Oceanográfico, Instituto de Geociências e  Fundação USP. A coordenação do ciclo é de Ildo Luís Sauer, do  IEE e  coordenador do PPGE-USP.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><strong>INAUGURAÇÃO</strong><br /> O Tanque  de Provas Numérico (TPN) que será inaugurado na abertura do seminário  é  parte da Rede Galileu — Rede Temática em Computação Científica e  Visualização —, da qual fazem parte a USP, a Universidade Federal de  Alagoas, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e a  Universidade Federal do Rio de Janeiro.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>O TPN-USP é um laboratório de  pesquisa em mecânica computacional, computação científica e visualização  integrado a um calibrador físico hidrodinâmico. A Rede Galileu foi  criada pela Petrobras  para possibilitar a solução dos desafios da  produção e exploração de óleo e gás <i>offshore</i> e mobilizar,  cooperativamente, instituições nacionais de excelência. O novo  laboratório é coordenado por Kauzo Nishimoto, do Departamento de  Engenharia Naval e Oceânica da EP-USP.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><strong>SEMINÁRIO DE ABERTURA DO CICLO "PRÉ-SAL NA USP" E INAUGURAÇÃO DO TPN-USP</strong></span><br /><span> </span></p>
<table class="plain">
<caption></caption> 
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2"><span><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>12h</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>Credenciamento</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>13h30</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>Abertura e Cerimônia de Inauguração do Tanque de Provas Numérico</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>14h</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>A Energia no Mundo Atual e o Pré-Sal</strong><br /> José Goldemberg (Programa de Pós-Graduação em Energia e IEE-USP)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>14h30</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>O Cenário Energético Mundial e as Novas Descobertas de Petróleo</strong><br /> Nebojsa Nakicenovic (diretor do Global Energy Assessment)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>15h</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>O Mercado Mundial de Petróleo</strong><br /> James L. Williams (WTRG Economics, EUA)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>15h30</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>Os Modelos de Organização da Indústria do Petróleo e as Propostas para o Pré-Sal</strong><br /> Adilson de Oliveira (Instituto de Economia da UFRJ)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>16h</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>Os Modelos de Organização da Indústria do Petróleo e as Propostas para o Pré-Sal</strong><br /> Ildo Luís Sauer (Programa de Pós-Graduação em Energia e  IEE-USP)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>16h30</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>A Petrobras e o Pré-Sal</strong><br /> José Sérgio Gabrielli de Azevedo (presidente da Petrobras)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>17h</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>Debates</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong><span>18h30</span></strong></td>
<td align="left"><span><strong>Encerramento</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pré-Sal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Petróleo</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-11-15T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-polo-em-ribeirao-preto">
    <title>IEA cria Polo em Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-cria-polo-em-ribeirao-preto</link>
    <description> Inaugurado o Polo de Ribeirão Preto do IEA, no dia 4 de novembro, que contou com a presença da reitora Sueli Vilela, de César Ades, diretor do IEA, de Oswaldo Baffa Filho, coordenador do Pólo. 
Em Ribeirão Preto, o IEA atuará com grupos de pesquisas interdisciplinares, pesquisadores visitantes, atividades públicas e trabalhos sobre políticas públicas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O Polo de Ribeirão Preto do IEA foi inaugurado no dia 4  de novembro em cerimônia com a presença da reitora Sueli Vilela,  de  César Ades, diretor do IEA,  de Oswaldo Baffa Filho, coordenador do  Pólo, e de diversos docentes daquele <i>campus</i>. A  criação   do  Pólo foi aprovada pelo  Conselho Deliberativo do Instituto em  setembro,  atendendo a solicitação dos diretores das unidades de Ribeirão Preto.</p>
<p style="text-align: justify; ">Baffa Filho, da Faculdade de Filosofia, Ciências e  Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), foi nomeado coordenador do Polo  pela  reitora Suely Vilela no dia 29 de setembro, a partir de lista tríplice  elaborada pelo Conselho Deliberativo do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">O Polo atuará de forma similar à sede do Instituto  em  São Paulo, com grupos de pesquisas interdisciplinares, pesquisadores  visitantes,  atividades públicas (conferências, seminários, workshops e  outros tipos de eventos) e trabalhos sobre políticas públicas. De acordo  com Baffa Filho, os eixos temáticos iniciais do Polo serão saúde,  agronegócio e fontes de energia renovável.</p>
<p style="text-align: justify; ">No novo Regimento do IEA, aprovado em maio, foram  formalizados os procedimentos para a criação de polos e a escolha de  seus coordenadores. Isso possibilitou a implantação do Polo Ribeirão  Preto, antiga aspiração daquele <i>campus</i>, e a institucionalização  do IEA São Carlos, primeira ramificação do Instituto no Interior, que  agora passa a ser o Polo São Carlos. Com isso, articula-se uma rede  inicial do IEA, que possibilitará maior atuação do Instituto na  integração de pesquisadores e grupos de pesquisa da Universidade.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/baffa.jpg" style="float: right; " title="baffa.jpg" align="bottom" height="262" width="200" alt="baffa.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; "><span>PERFIL</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span><span>Oswaldo Baffa Filho é professor titular do Departamento de Física e Matemática da </span><span>FFCLRP, concluiu o doutorado em física aplicada no IFQSC em 1984 e cumpriu programa de pós-doutorado na Universidade de Wisconsin, EUA, onde é professor visitante do Departamento de Física Médica. Atua na área de física, com ênfase em física médica, ressonância magnética, dosimetria das radiações, biomagnetismo e biomateriais.</span></p>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<p style="text-align: left; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-10-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inscricoes-para-curso-sobre-biocombustiveis-prorrogadas-ate-o-dia-28">
    <title>Prazo para inscrição em curso sobre biocombustíveis é prorrogado até o dia 28</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inscricoes-para-curso-sobre-biocombustiveis-prorrogadas-ate-o-dia-28</link>
    <description>O curso é uma iniciativa da Rede de Biocombustíveis do Conselho Brasil-EUA de Educação Superior e do IEA, com apoio da Fapesp e do CNPq.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Pós-graduandos brasileiros de mestrado, doutorado ou pós-doutorado interessados em bioenergia e estudos avançados em biocombustíveis têm até domingo, 28 de junho, para se inscrever na seleção para o 1º Minicurso Brasil-EUA em Biocombustíveis: Propiciando Educação Interdisciplinar em Tecnologias de  Biocombustíveis, que acontece na USP de 27 de julho a 7 de agosto.</p>
<p style="text-align: justify; ">O curso é uma iniciativa da Rede de Biocombustíveis do Conselho Brasil-EUA de Educação Superior e do IEA, com apoio do Programa Fapesp de Pesquisa em Bioenergia (Bioen) na coordenação técnico-científica e patrocínio do CNPq. A coordenação é da representação da Comissão Fulbright no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify; ">O curso será ministrado a 30 pós-graduandos de instituições de pesquisa brasileiras e norte-americanas. Já foram selecionados 15 pós-graduandos de dez diferentes universidades dos EUA. Currículos e projetos de pesquisa dos candidatos são os itens analisados na seleção. O curso será dado em inglês.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os objetivos da iniciativa são: promover a educação interdisciplinar em biocombustíveis entre estudantes de pós-graduação e profissionais brasileiros e norte-americanos atuantes na área; facilitar o intercâmbio entre instituições de ensino superior, científicas e outras organizações públicas e privadas brasileiras e norte-americanas por meio da Rede de Biocombustíveis do Conselho Brasil-EUA de Educação Superior.</p>
<p style="text-align: justify; ">Atuarão como docentes do curso professores, pesquisadores e profissionais de renomadas universidades, instituições de pesquisa e empresas brasileiras e norte-americanas, responsáveis por pesquisas de ponta em: produção de matérias-primas; colheita; armazenamento e transporte; tecnologias de conversão; mercados, economias e políticas; sistemas de biorrefinarias; sustentabilidade, ciclo de vida e processos de certificação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os pós-graduandos selecionados que não residirem na cidade de São Paulo deverão arcar com os custos de seu transporte até a cidade, mas terão direito a hospedagem.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biocombustíveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-06-22T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-petroleo-do-pre-sal-e-a-governanca-marinha">
    <title>O petróleo do pré-sal e a governança marinha </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-petroleo-do-pre-sal-e-a-governanca-marinha</link>
    <description>O Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do IEA e o Departamento de Geografia da FFLCH realizam no dia 17 de setembro, às 14h, no IEA, o seminário "Governança Marinha e Recursos Naturais: o Caso do Petróleo". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="visualClear" style="text-align: justify; "><span>Não deixa de  ser paradoxal que, numa época em que a humanidade busca caminhos para  uma economia menos dependente de carbono, o Brasil torne-se um dos  grandes produtores de petróleo graças às reservas descobertas no  pré-sal. Assimilada essa contradição, como </span><span>demonstra a  disposição governamental e de setores produtivos, resta a definição de  diversos aspectos, tais como  o modelo empresarial de exploração a ser  adotado, a partilha dos royalties e de que maneira os recursos  provenientes do petróleo podem atenuar as carências sociais do país.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: justify; ">Para debater essas  questões, o Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do IEA e o  Departamento de Geografia da FFLCH realizam no dia 17 de setembro, às  14h, no IEA, o seminário "Governança Marinha e Recursos Naturais: o Caso  do Petróleo". O encontro terá como expositor  Juan Luis Suárez de  Vivero, da Universidade de Sevilha, Espanha, e professor visitante do  Departamento de Geografia da FFLCH. Vivero possui larga experiência em  questões ligadas à governança do mar na União Européia. Os debatedores  serão  Ildo Sauer, do Instituto de Energia e Eletrotécnica e ex-diretor  da Petrobras, e Antonio Carlos Robert Moraes, do Departamento de  Geografia da FFLCH.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/governanca-marinha-e-recursos-naturais-o-caso-do-petroleo" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</a></th>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Petróleo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pré-Sal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-09-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-20-anos-de-transicao-politico-economica-da-russia">
    <title>Os 20 anos de transição político-econômica da Rússia </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-20-anos-de-transicao-politico-economica-da-russia</link>
    <description>"Uma Longa Transição: 20 Anos de Transformações na Rússia" é o título do livro que será lançado em seminário homônimo, no dia 15 de junho, no Anfiteatro da Geografia na USP. Resultado de pesquisa organizada pela Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais do Ipea.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/combustivelrussia.jpg/image" alt="combustivelrussia.jpg" title="combustivelrussia.jpg" height="241" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">A experiência russa de economia política de combustíveis fósseis será um dos temas do seminário</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">"Uma Longa Transição: 20 Anos de  Transformações na Rússia" é o título do livro que será lançado em  seminário homônimo no dia 15 de junho (quarta-feira), às 18h, no  Anfiteatro da Geografia na USP.</p>
<p style="text-align: justify; ">O livro é resultado de pesquisa  organizada pela Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas  Internacionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O  trabalho teve início com estudos sobre a internacionalização de empresas  e geopolítica do petróleo e gás na Rússia realizados pelos  pesquisadores André Pineli Alves e Giorgio Schutte, ambos do Ipea. O  projeto foi ampliada com a colaboração de acadêmicos que já trabalhavam  com a temática russa.</p>
<p style="text-align: justify; ">Entre os temas analisados no livro  figuram: a relação atual da Rússia com os países que constituíam a  antiga União Soviética, a indústria do petróleo e gás, planos de  modernização da economia, expansão internacional das empresas e a  política interna russa com a divisão de poderes entre o presidente  Dmitri Medvedev e o primeiro-ministro Vladimir Putin. As pesquisas foram  conduzidas visando a disponibilizar análises sobre a história recente  da Rússia, oferecer elementos que auxiliem o Brasil a posicionar-se  estrategicamente em relação a ela e analisar as soluções encontradas  pelo governo e pela sociedade russos para questões relevantes ao seu  desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify; ">O seminário é uma realização do Ipea,  com apoio do IEA e do Laboratório de Estudos da Ásia do Departamento de  História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da  USP.</p>
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2"><strong>PROGRAMA</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>18h15</strong></td>
<td align="left"><strong>Abertura —    Apresentação do livro "Uma Longa Transição:<br /> 20 Anos de Transformações    na Rússia"</strong><br /> André Pineli Alves (Ipea)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>18h30</strong></td>
<td align="left"><strong> Capítulo "Economia Política de Petróleo e Gás: A    Experiência Russa"</strong><br /> Giorgio Romano Schutte (UFABC)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>18h50</strong></td>
<td align="left"><strong> Capítulo “A Rússia e os Países da Comunidade<br /> dos               Estados    Independentes no Início do Século 21"</strong><br /> Gabriel Pessin Adam (UFRGS)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>19h10</strong></td>
<td align="left"><strong>Capítulo "A Diarquia Putin-Medvedev: Dimensões               da    Política Interna e da Política Externa"<br /> </strong> Angelo Segrillo (FFLCH-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>19h30</strong></td>
<td align="left"><strong>Capítulo "Rússia: Mudanças na Estratégia do    Desenvolvimento no Pós-Crise?"<br /> </strong>Lenina Pomeranz (FEA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>19h50</strong></td>
<td align="left"><strong>Capítulo “Internacionalização de Empresas Russas”</strong><br /> André Pineli Alves (Ipea)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>20h10</strong></td>
<td align="left"><strong>Debates</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>21h00</strong></td>
<td align="left"><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.flickr.com/people/nuakin" target="_blank">Nuakin</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biocombustíveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Petróleo</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-06-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/absaber-sera-homenageado-em-seminario-sobre-desafios-socioambientais">
    <title>Ab'Sáber será homenageado em seminário sobre desafios socioambientais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/absaber-sera-homenageado-em-seminario-sobre-desafios-socioambientais</link>
    <description>Crise de abastecimento hídrico, alterações climáticas, escassez de matéria-prima e de fontes de energia tradicionais resultam em um cenário conflituoso para este século. Essas questões serão debatidas no seminário  "Desafios Socioambientais para o Século 21", no dia 20 de outubro e servirá para homenagear o geógrafo e ambientalista Aziz Ab'Saber.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:80px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/azizflorestacapa.jpg/image" alt="azizflorestacapa.jpg" title="azizflorestacapa.jpg" height="101" width="80" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:80px;">O geógrafo Aziz Ab'Sáber</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Crise de  abastecimento hídrico, alterações climáticas, escassez de matéria-prima    e de fontes de energia tradicionais resultam em um cenário conflituoso  para este século. Além disso, uma crise econômica de enorme proporção  partiu do centro   do sistema hegemônico e afetou diversas esferas da  vida   contemporânea.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse  conjunto de   desafios exige uma reflexão conjunta, que mobilize  pesquisadores e lideranças de   várias áreas na busca de alternativas  que resultem em maior inclusão social e resolução de  problemas  ambientais. O objetivo principal do seminário "Desafios Socioambientais  para o Século 21", no dia 20 de outubro,  é contribuir com essa reflexão  (<i>leia a programação abaixo)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">O  encontro acontece  das 10 às 17h, no Auditório FEA 5, da Faculdade de  Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, e é uma homenagem  especial ao  geógrafo e ambientalista Aziz Ab'Sáber, convidado de honra,  que vai partilhar suas experiências sobre temas atuais com  interlocutores de diferentes segmentos   sociais e acadêmicos.</p>
<p style="text-align: justify; ">Será  uma nova oportunidade para pesquisadores,  estudantes, ambientalistas e  integrantes de movimentos sociais conhecerem as  opiniões do professor  emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências  Humanas (FFLCH) da  USP e professor honorário do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">O  seminário  é uma realização do IEA, com apoio da Sociedade Brasileira  para o Progresso da Ciência (SBPC),  Associação dos Geógrafos  Brasileiros (AGB) e  Departamento de Geografia da FFLCH-USP. A Comissão  Organizadora é constituída por Wagner Costa Ribeiro, coordenador (IEA e   FFLCH);            Rute Maria Gonçalves de  Andrade (SBPC); Marcio Gomes (AGB); e             Adilson Avansi Abreu (Departamento de Geografia da  FFLCH-USP)</p>
<p align="left"><i><strong> </strong></i></p>
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="2" scope="col">
<p style="text-align: left; "><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" scope="col">
<p align="left"><strong>10h</strong></p>
</td>
<td align="left" scope="col">
<p align="left"><strong>ABERTURA</strong><br /> Representantes do IEA, SBPC, AGB, Departamento de   Geografia da FFLCH e da Reitoria da USP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<p align="left"><strong>10h30-12h</strong></p>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>BRASIL: POTENCIA AMBIENTAL?<br /> </strong><i>• Biodiversidade e Mudanças  Climáticas: de Copenhague a Nagoya</i><br /> Carlos Alfredo Joly (IB-Unicamp)<br /> <i>• Desafios Ambientais: a  Questão da Energia e dos Recursos Hídricos</i><br /> Jose Roberto Moreira (Cenbio-IEE)<br /> <i>• Serviços  Ambientais, Agricultura e Conservação no Brasil</i><br /> Vera Lúcia Imperatriz  Fonseca (IEA e IB)</p>
<p align="left"><i>Coordenador:</i> Marco Antonio  Raupp (presidente da SBPC)<strong><br /> </strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><strong>12h-14h</strong></td>
<td align="left"><strong>INTERVALO</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<p align="left"><strong>14h00-15h30</strong></p>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>METRÓPOLE PAULISTANA: QUALIDADE DE VIDA E PROTEÇÃO AMBIENTAL</strong><br /> Claudio Antonio Di Mauro (UFU),                Nabil Bonducki (EESC),                Odette Seabra (FFLCH)<br /> <i>Coordenadora:</i> Lea  Francisconi (presidente da AGB/SP e FFLCH/USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<p align="left"><strong>15h30-17h00</strong></p>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>A  TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM BRASILEIRA<br /> </strong><i>• A Desertificação e suas Conseqüências</i><br /> José Bueno Conti (FFLCH) <br /> <i>• A Urbanização e os Problemas  Socioambientais<br /> </i> Elvio Rodrigues Martins (FFLCH)</p>
<p align="left"><i>Coordenador:</i> Adilson  Avansi Abreu (FFLCH)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<p align="left"><strong>17h-18h</strong></p>
</td>
<td align="left">
<p align="left"><strong>HOMENAGEM A AZIZ AB'SÁBER<br /> </strong>Magda Lombardo (Unesp),                  Wagner Costa Ribeiro (IEA e  FFLCH),                  Thales Ab’Sáber (psicanalista) e Aziz Ab’Saber (IEA e FFLCH)</p>
<p align="left"><i>Coordenador:</i> César Ades (diretor do IEA)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>
<p><strong>ASSISTA AOS VÍDEOS DO EVENTO:<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/os-desafios-socioambientais-para-o-seculo-21-parte-1" class="external-link">Os Desafios Socioambientais para o Século 21 - Vídeo 1</a><br /> <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/os-desafios-socioambientais-para-o-seculo-21-video-2" class="external-link">Os Desafios Socioambientais para o Século 21 - Vídeo 2</a><br /> <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/os-desafios-socioambientais-para-o-seculo-21-video-3" class="external-link">Os Desafios Socioambientais para o Século 21 - Vídeo 3</a><br /> <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/os-desafios-socioambientais-para-o-seculo-21-video-4" class="external-link">Os Desafios Socioambientais para o Século 21 - Vídeo 4</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-10-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-energeticos-da-humanidade">
    <title>Os desafios energéticos da humanidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-energeticos-da-humanidade</link>
    <description>Segundo a Global Energy Assessment (GEA), há recursos energéticos e tecnologias suficientes para o enfrentamento das necessidades energéticas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table align="right" class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<td>
<div align="right"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/thomasbjohansson1.jpg" title="thomasbjohansson1.jpg" align="top" height="178" width="150" alt="thomasbjohansson1.jpg" class="image-inline" /><br />Thomas B. Johansson</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">A Global Energy Assessment (GEA), iniciativa do International Institute for Applied Systems Analysis (IIASA), instituição sediada na Áustria, considera que há recursos energéticos e tecnologias suficientes para a superação dos desafios energéticos da humanidade. Thomas B. Johansson, um dos diretores da GEA, faz conferência sobre as análises da entidade no dia 13 de outubro, às 15h, no IEA. O tema da conferência será "Energia para o Desenvolvimento Sustentável no Século 21". A coordenação do encontro será de José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP. (<i>O evento será em inglês, sem tradução.</i>)</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com Johansson, os desafios energéticos incluem fornecer serviços energéticos para o bem-estar de uma população mundial crescente, facilitar o acesso a formas de energia modernas e que permitam à população pobre sair dessa condição, criar um nível razoável de segurança energética (energia a preços acessíveis e sem interrupções graves) e mitigar as mudanças climáticas e seus efeitos. Para ele, a eficiência na utilização final de energia e o emprego de energias renováveis são prioritários para o restante do século e além dele. "No entanto, as instituições e as políticas em vigor ainda não são suficientes para que isso ocorra."</p>
<p style="text-align: justify; ">Doutor em física nuclear, Johansson tornou-se professor de análise de sistemas energéticos da Universidade de Lund, Suécia, em 1986. Atualmente leciona no International Institute for Industrial Environmental Economics (IIIEE) da mesma universidade, do qual foi diretor de 2001 a 2009. De 1994 a 2001, dirigiu o Programa de Energia e Atmosfera do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. De 1992 a 1996, foi autor líder do Comitê do Segundo Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU. Johansson tem dirigido e integrado os conselhos de diversas instituições internacionais e multilaterais relacionadas com as questões energéticas.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Global Energy Assessment</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2010-09-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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