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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/universidade-futuro">
    <title>O Futuro das Universidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/universidade-futuro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Inserido na programação da <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/intercontinental-academia" class="external-link">Academia Intercontinental</a>, o debate sobre o futuro das universidades irá reunir reitores, ex-reitores e especialistas em educação para discutir os desafios e as expectativas para o sistema de ensino superior, tomando como base suas experiências como gestores e os projetos que implementaram ou idealizaram em universidades.</p>
<h3>Expositores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/carlos-alberto-vogt" class="external-link">Carlos Vogt</a> (UNIVESP e UNICAMP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/klaus-werner-capelle" class="external-link">Klaus Capelle</a> (UFABC)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a> (UFRJ e UFABC)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marco-antonio-zago" class="external-link">Marco Antonio Zago</a> (USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a> (UFSB e UFBA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/john-heath-1" class="external-link">John Heath</a> (Universidade de Birmighan)</p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena B. Nader</a> (Unifesp e SBPC)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marcelo-knobel" class="external-link">Marcelo Knobel</a> (Unicamp)</p>
<h3>Moderadora</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sabine-righetti" class="external-link">Sabine Righetti</a> (Folha de São Paulo)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>ICA Universidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-13T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conferencia-peter-weingart">
    <title>Interdisciplinaridade e a Nova Governança das Universidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conferencia-peter-weingart</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>As universidades são organizadas com base em suas disciplinas, de modo que a administração central é geralmente apenas um setor burocrático com pouco poder de tomada de decisão. Isso tornou difícil o acolhimento da pesquisa interdisciplinar. No entanto, o cenário da ciência está mudando. Campos interdisciplinares estão emergindo em um ritmo crescente e as universidades vêm sendo chamadas a assumir uma política mais "empreendedora". Alguns exemplos podem ser tomados como modelos desse desenvolvimento e de seus obstáculos.</span></p>
<div></div>
<h3><span>Expositor</span></h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/peter-weingart" class="external-link">Peter Weingart</a></p>
<p>Evento com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.<br /><span>Capacidade do auditório: 45 lugares</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-07-01T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/como-a-usp-divulga-sua-pesquisa">
    <title>Como a USP Divulga sua Produção em Ciência, Inovação e Tecnologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/como-a-usp-divulga-sua-pesquisa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span>Somente em 2014, o banco de Teses e Dissertações da USP registrou 5.393 pesquisas. A Universidade de São Paulo é responsável por aproximadamente 25% da produção científica do Brasil, segundo a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</span></p>
<p style="text-align: left; ">Nesse encontro, serão discutidos como esses conhecimentos são repassados à sociedade e como ampliar a divulgação da pesquisa produzida na USP.</p>
<h3 style="text-align: left; ">Moderação:</h3>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sérgio Salerno</a></p>
<h3 style="text-align: left; ">Debatedoras:</h3>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/monica-teixeira" class="external-link">Mônica Teixeira</a></p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/herika-dias" class="external-link">Hérika Dias</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-23T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/propostasubias.html">
    <title>Rede mundial de IEAs define propostas de cooperação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/propostasubias.html</link>
    <description>A Ubias, rede de institutos de estudos avançados (IEAS) vinculados a universidades, definiu três tipos de formas de colaboração entre essas instituições na reunião do Comitê de Coordenação da rede, que aconteceu em março, no Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru, em Nova Delhi, Índia. Estiveram presentes no encontro representantes de oito dos 11 institutos que integram o comitê, entre os quais o diretor do IEA-USP, Martin Grossmann.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">Ubias</a>, rede de institutos de estudos avançados (IEAs) vinculados a universidades, definiu três tipos de iniciativas de colaboração a serem implantadas a partir de 2013: encontros bianuais dos diretores dos institutos para a troca de experiências e formação de parcerias; conferências acadêmicas, também bianuais, para fomentar o debate de temas interdisciplinares de alcance global; e a criação de uma "academia intercontinental", cujas edições sempre envolverão dois IEAs de distintos continentes visando à promoção do intercâmbio de jovens talentos da pesquisa nas diversas áreas do conhecimento. <dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ubiasnovadelhi.jpg/image" alt="ubiasnovadelhi.jpg" title="ubiasnovadelhi.jpg" height="287" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Os integrantes do Comitê de Coordenação da Ubias reunidos em Nova Delhi, Índia</dd>
</dl><span></span></p>
<p style="text-align: justify; ">O próximo encontro de diretores dos 32 institutos da Ubias será realizado no Instituto de Estudos Avançados da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel. A primeira conferência acadêmica terá lugar no Peter Wall Institute for Advanced Studies da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá. Já o projeto-piloto da academia intercontinental está em fase de planejamento, sob a responsabilidade dos IEAs da USP e da Universidade de Nagoya, Japão.</p>
<p style="text-align: justify; ">As três iniciativas foram discutidas na reunião do Comitê de Coordenação da Ubias, que aconteceu em março, no <a href="http://www.jnu.ac.in/JNIAS" target="_blank">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a>, em Nova Delhi, Índia. Participaram representantes de oito dos 11 institutos que integram o comitê, entre os quais o diretor do IEA-USP, Martin Grossmann.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ACADEMIA INTERCONTINENTAL</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Grossmann, a ideia é que a academia congregue 15 jovens talentos do mundo, selecionados a partir de um conjunto de nomes indicados pelos 32 institutos membros da Ubias. O grupo trabalharia por dois anos em torno de um tópico interdisciplinar sob a tutoria de três pesquisadores seniores de destaque internacional, indicados pelo Comitê de Coordenação da rede. Ao final de cada ano, os 15 pesquisadores interagiriam numa  oficina imersiva com duração de um mês (a primeira em São Paulo e a segunda em Nagoya), para apresentar e debater os resultados alcançados.</p>
<p style="text-align: justify; ">"O objetivo dessa parceria bilateral é contribuir para a formação de novos quadros para a pesquisa a partir do contato com grandes nomes das diversas áreas do conhecimento, bem como criar um ambiente favorável para que esses possíveis futuros líderes, seja na ciência, seja na cultura, se articulem e componham redes de pesquisa transnacionais", explica o diretor do IEA-USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>REVISTA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Além de se engajar na concretização dessa primeira academia, o IEA-USP sugeriu a criação de uma revista produzida pelos institutos da Ubias. De acordo com Grossmann, a proposta surgiu da ideia do diretor anterior do IEA-USP, César Ades, de criar uma publicação do instituto em inglês: "Pensei, então, em ampliar o escopo dessa ideia, compartilhando a revista com nossos colegas da Ubias. O IEA-USP tem condições para estar à frente disso porque dispõe da infraestrutura e do know-how necessários, já que possui a <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">revista "Estudos Avançados"</a>, uma publicação longeva, referencial e interdisciplinar por natureza".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>BRASIL-ÍNDIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Para Grossmann, a reunião em Nova Delhi foi proveitosa não só por ter dado andamento à consolidação da Ubias e à discussão sobre a agenda futura da rede, mas também porque representou uma oportunidade para o Brasil e a Índia reforçarem suas relações acadêmicas. Integrantes dos Brics, ao lado de China, Rússia e África do Sul, os dois países são grandes economias em desenvolvimento e apresentam realidades bastante parecidas. Como resultado direto do encontro em Nova Delhi, o IEA-USP realiza no dia 26 de junho o seminário <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasilindia.html">Democracias de Alta Densidade: Índia e Brasil</a>, com a participação de pesquisadores da USP, da Unicamp e do IEA indiano.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-06-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-traca-panorama-do-ensino-publico-no-brasil">
    <title>Pesquisadora traça panorama do ensino público no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-traca-panorama-do-ensino-publico-no-brasil</link>
    <description>Lisete Arelaro, diretora da Faculdade de Educação (FE) da USP, discute a situação da educação pública brasileira no seminário Educação, Enfrentamento das Desigualdades Sociais e da Pobreza — França, Brasil e Inglaterra. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O cenário da educação pública brasileira ajuda a expor as profundas desigualdades sociais que marcam o país. A 6ª maior economia do mundo conta com 20 milhões de analfabetos. Dos alfabetizados, 32 milhões cursaram somente até a 4ª série e 60 milhões não concluíram o ensino fundamental, o que equivale a uma entre três pessoas.<span> </span></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arelaro-e-preciso-preservar-e-defender-a-educacao-publica/image" alt="Lisete Arelaro" title="Lisete Arelaro" height="340" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Arelaro: É preciso preservar e defender a educação pública</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Tais índices resultam, em parte, da carência de vagas que atinge de creches a universidades e que restringe o acesso da população pobre ao ensino. Em função disso, apenas 35% das crianças até 5 anos recebem atendimento educacional e só 15% dos jovens de 18 a 24 anos estão matriculados em um curso superior.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os dados foram apresentados por Lisete Arelaro, diretora da Faculdade de Educação (FE) da USP, no seminário Educação, Enfrentamento das Desigualdades Sociais e da Pobreza — França, Brasil e Inglaterra, realizado no dia 27 de setembro, na FE, pelo Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza do IEA em parceria com a faculdade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Arelaro falou sobre a importância da educação no combate à pobreza e sobre os desafios para a criação e execução de políticas públicas capazes de efetivar o direito constitucional à educação. "Não estamos num país pobre, estamos num país desigual", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ela, o momento é particularmente oportuno para debater a democratização do ensino no país, pois está em vias de ser votado o Plano Nacional de Educação (PNE) para os próximos dez anos, que deve entrar em vigor em 2013.</p>
<p style="text-align: justify; ">Além disso, em setembro, o Conselho Universitário da USP discutiu pela primeira vez o sistema de cotas raciais e sociais para ingresso na universidade. "A USP é elitista: tem 153.800 candidatos inscritos para o vestibular e apenas 10.900 vagas", destacou.</p>
<p style="text-align: justify; "><b>Qualidade</b><br />À questão do acesso, soma-se o problema da qualidade. Para Arelaro, combater a defasagem do ensino público brasileiro requer a reformulação dos projetos pedagógicos, o que passa pela substituição dos currículos uniformizados por outros que considerem as especificidades da comunidade à qual são voltados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Colocar essa reformulação em prática esbarra em dois entraves. Um refere-se às ferramentas de avaliação do ensino no país, que em geral se resumem a provas nacionais e estaduais de múltipla escolha. "As provas são padronizadas, não levam em conta a realidade particular dos estudantes e da escola", lamentou a diretora.</p>
<p style="text-align: justify; ">O outro está ligado às desigualdades entre cidades. Segundo Arelaro, 70% dos municípios brasileiros são pobres e dependem do Fundo de Participação dos Municípios (FMP). Como não têm autonomia financeira, ficam impedidos de criar políticas de educação próprias e são obrigados a se submeter às políticas federais ou estaduais.</p>
<p style="text-align: justify; "><b>Privatização</b><br />Arelaro chamou a atenção para a crescente transferência da educação, uma obrigação do Estado, para a iniciativa privada, "não só em termos de execução, mas também de definição dos rumos do ensino no país".</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ela, o governo tem contratado empresas privadas para cuidar do atendimento educacional da população pobre ou muito pobre alegando ser mais barato e/ou qualificado.</p>
<p style="text-align: justify; ">Como exemplo, mencionou a compra de sistemas de ensino para uso em escolas públicas e citou o caso das creches comunitárias na cidade de São Paulo, que funcionam a partir de uma parceria entre o município e entidades assistenciais. "Na verdade, essas creches são um grande negócio. Em São Paulo, há 1.120 creches conveniadas. O Instituto Ayrton Senna, por exemplo, está presente em 1.172 municípios brasileiros vendendo serviços de educação", disse (<i>leia nota abaixo</i>).</p>
<p style="text-align: justify; ">A presença das empresas privadas também tem aumentado consideravelmente no ensino superior, setor que, segundo Arealo, constitui um mercado potencialmente grande e em expansão.</p>
<p style="text-align: justify; ">"Não dá para melhorar a qualidade do ensino se empresas de educação exclusivamente mercantis, que oferecem uma informação incompetente, não forem combatidas. É preciso preservar e defender a educação pública. o que é difícil, pois o <i>lobby</i> das empresas de educação no Congresso Nacional é forte", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><b>Seminário</b><br />O seminário também contou com a apresentação de pesquisas realizadas na França e Inglaterra. Camila Giorgetti, do Centre Maurice Halbwachs, falou sobre o estudo que conduziu sobre os usos da Bibliothèque publique d'information (Bpi), do Centre Pompidou, em Paris, por frequentadores em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p style="text-align: justify; ">Houve ainda a leitura de um relato produzido por Eve Gregory, da University of London, Reino Unido, sobre o trabalho que desenvolveu para investigar como as crianças aprendem em casa e como esse aprendizado pode ser aproveitado pelas escolas.</p>
<table class="listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><b>NOTA DO INSTITUTO AYRTON SENNA</b></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Por meio de sua assessoria de imprensa, o Instituto Ayrton Senna enviou ao IEA a nota abaixo sobre o comentário feito por Lisete Arelaro:</span></p>
<p style="text-align: justify; "><i>"Com relação à reportagem ‘Pesquisadora traça panorama do ensino público no Brasil’, veiculada no último dia 5 de outubro, o Instituto Ayrton Senna esclarece que não vende serviços de educação. Seus programas e soluções educacionais são disponibilizados gratuitamente às redes públicas que o procuram."</i></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="invisible" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/educacao-enfrentamento-das-desigualdades-sociais-e-da-pobreza-2014-franca-brasil-e-reino-unido" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO DO EVENTO</a>.</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="invisible" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2012/educacao-enfrentamento-das-desigualdades-sociais-e-da-pobreza-27-de-setembro-de-2012" class="external-link">CONFIRA AS FOTOS</a>.</th>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-10-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica">
    <title>Pesquisadores discutem desvios éticos na comunidade científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-desvios-eticos-na-comunidade-cientifica</link>
    <description>Os casos de denúncias de má conduta científica foram debatidos na mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, realizado no dia 28 de novembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-da-mesa-redonda-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades" alt="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" class="image-right" title="Participantes da mesa-redonda Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades" />A multiplicação das denúncias de má conduta científica talvez seja a maior sombra que paira sobre a comunidade acadêmica. Os casos vão desde práticas como fracionamento da produção, requentamento de artigos e falsas coautorias até desvios de extrema gravidade, como manipulação de resultados, alteração de dados e cópia de ideias, textos ou imagens sem a devida atribuição de autoria.</p>
<p style="text-align: justify; ">Com o objetivo de enfrentar essa questão, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda <i>Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades</i>, realizado no dia 28 de novembro. O debate teve a participação dos professores Edson Watanabe (UFRJ), Sonia Maria Vasconcelos (UFRJ) e Marisa Russo Lecointre (Unifesp), com moderação do professor Luiz Henrique Lopes dos Santos, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>RETRATAÇÕES</strong><br />Sonia Maria tratou de um dos maiores tabus entre os pesquisadores: as retratações em revistas científicas, que se referem a artigos retirados da literatura científica devido a erros ou desvios éticos na condução ou no relato da pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify; ">Baseada em estudo liderado por Arturo Casadevall, da Yeshiva University, dos EUA (<i>leia ao lado</i>), ela afirmou que o número de retratações vem crescendo desde a década de 1970, sendo a maior parte vinculada a fraudes, publicações em duplicidade e plágio. Disse, ainda, que as estatísticas podem não refletir a gravidade da situação, uma vez que apenas uma pequena fração dos artigos com problemas éticos são retratados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ainda em referência ao estudo, a pesquisadora destacou que as notas de retratação publicadas nas revistas são "nebulosas", pois não explicitam de forma clara e objetiva as razões que levaram ao cancelamento dos artigos. Segundo a professora, as informações apresentadas são demasiadamente subjetivas e muitas vezes recorrem à ideia de um erro legítimo para disfarçar uma má conduta.</p>
<p style="text-align: justify; ">Diante desse quadro, ela levantou duas questões principais. A primeira é se a retratação invalida completamente o artigo e se este deve, a partir de então, ser eliminado da literatura científica. A segunda refere-se ao fato de muitos artigos continuarem a ser citados mesmo após serem retratados: "Os pesquisadores utilizam o artigo porque não sabem da retratação ou porque simplesmente ignoraram o fato?".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas questões revelam, de acordo com ela, a complexidade do problema da retratação e demonstram a necessidade de um olhar menos simplista para o assunto: "Para que os erros não sejam incorporados de forma acrítica à literatura científica, os mecanismos e atitudes em relação às correções e retratações precisam ser repensados".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>PUBLICAR OU PERECER</strong><br /> Marisa Russo tocou em outro ponto caro à comunidade acadêmica: a pressão pelo aumento da produtividade científica. Para ela, quando a política do <i>publish or perish</i> (publicar ou perecer) passou a nortear a oferta de financiamentos e a determinar o status dos pesquisadores, sobretudo a partir da década de 80, teve início o desastre das pesquisas, com o acirramento da corrida para elevar a quantidade de publicações.</p>
<p style="text-align: justify; ">A professora afirmou que existe uma política de tolerância às fraudes nas universidades, visto que muitos fecham os olhos para o problema com o objetivo de proteger pesquisadores poderosos e evitar escândalos. "A fraude só existe porque existe um meio que lhe é favorável", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ela, isso não só cria um ambiente propício a desvios de conduta ética, como leva a distorções, como a ideia de que a solução é vigiar, punir e prevenir, e não transformar o sistema. Como exemplo, citou o caso dos seguros antifraude nos EUA: ao receber um financiamento, o pesquisador precisa assinar um termo se comprometendo a não cometer fraudes sob pena de multa. E, para garantir o pagamento da multa se houver fraude, é obrigado a fazer um seguro.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para ela, a solução para o problema da má conduta científica não está no direito civil ou penal, mas numa valorização do cientista que não seja baseada na quantidade de papers, bem como na inclusão da responsabilidade coletiva entre os valores da ciência, de modo que "o valor epistêmico não se sobreponha a outros valores". <br /> <br /> <strong>CULTURA DA COLA</strong><br /> A exposição de Watanabe concentrou-se no que ele considera ser a principal causa dos desvios éticos na ciência, sobretudo do plágio: a cultura da cola, que, de acordo com ele, começa nos colégios e se consolida nas universidades. "Quando a gente conversa com o plagiador, vemos que muitas vezes ele não sabe que está fazendo algo errado, pois o plágio faz parte da cultura do ensino", disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo o professor, o problema é agravado por confusões em torno do que é direito autoral e copyright, do que pode ser considerado cópia, entre outros. Alguns exemplos apontados por ele são a ideia de que tudo na internet pode ser usado ou é de domínio público; indefinições sobre se o chefe é autor do trabalho ou sobre como proceder em estudos que envolvem grandes equipes de pesquisadores; e a cessão dos direitos de artigos ou imagens para revistas científicas quando da publicação.</p>
<p style="text-align: justify; ">Watanabe afirmou que a melhor forma de coibir a má conduta científica é acabar com a cultura do "copiar e colar" e conscientizar os alunos de que a violação acadêmica é também uma prática ilegal: "Muitos plagiam porque acham que é um crime menor. Precisamos começar nos colégios, para que as pessoas cometam o erro sabendo que estão fazendo uma coisa errada".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ÉTICA CIENTÍFICA</strong><br /> Ao fazer um balanço do debate, Santos, moderador da mesa, disse que a responsabilidade do cientista é produzir conhecimento de boa fé, dentro dos métodos e condutas da ciência. Para ele, a ética profissional do cientista diz respeito a fazer o conhecimento avançar respeitando as normas da comunidade científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">"É preciso distinguir a questão da integridade ética da ciência, relativa à verdade dos resultados, da questão da adequação do comportamento do cientista a valores éticos gerais. Muitos conhecimentos relevantes foram considerados eticamente questionáveis quando surgiram, como o darwinismo e o heliocentrismo. A verdade nunca é prejudicial. Sou iluminista nesse sentido", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br /> Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades foi a segunda mesa-redonda do Ciclo Ética e Universidade, organizado pela Comissão de Ética da USP e o IEA. O primeiro debate, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp" class="external-link">Segurança e Privacidade</a> (assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link" target="_blank">vídeo</a>), aconteceu no início de novembro e o terceiro, ainda sem data marcada, será realizado em 2013.</p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><strong>EPIDEMIA DE RETRATAÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Recente <a href="http://www.pnas.org/content/early/2012/09/27/1212247109.full.pdf+html" target="_blank">estudo</a> publicado na revista científica "PNAS", editada pela National Academy of Sciences dos EUA, analisou 2.047 artigos da área de ciências biomédicas e da vida indexados pelo PubMed em 3 de março como trabalhos que sofreram retratação. Os resultados mostraram que o número de retratações aumentou dez vezes desde 1975 e que a maior parte delas (67,4%) foi atribuída a más condutas científicas, incluindo fraude (43,4%), publicação duplicada (14,2%) e plágio (9,8%).</p>
<p style="text-align: justify; "><i>Segundo os autores do artigo, notas de retratação incompletas, pouco informativas ou enganosas levaram a uma subestimação anterior do papel da fraude na epidemia de retratação em curso.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="padding-left: 420px; text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-12-13T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp">
    <title>As tensões entre segurança e privacidade na USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-tensoes-entre-seguranca-e-privacidade-na-usp</link>
    <description>Com o objetivo de discutir os dilemas entre liberdades individuais e policiamento no campus, a Comissão de Ética da USP e o IEA organizaram a mesa-redonda Segurança e Privacidade. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O convênio entre a USP e a Polícia Militar firmado em setembro do ano passado colocou em foco as tensões entre respeito a liberdades individuais e intensificação do policiamento no campus. Para discutir esse assunto de maneira aprofundada, a Comissão de Ética da USP e o IEA realizaram no dia 8 de novembro a mesa-redonda Segurança e Privacidade. (<i>Assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link">vídeo</a>.</i>)</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participaram-do-debate-o-professor-sergio-adorno-a-esq-do-coronel-pm-glauco-tavares-e-dos-professores-maria-herminiatavares-de-almeida-coordenadora-e-leandro-piquet-carneiro/image" alt="Sergio Adorno, Glauco Tavares, Maria Hermínia Tavares de Almeida e Leandro Piquet Carneiro" title="Sergio Adorno, Glauco Tavares, Maria Hermínia Tavares de Almeida e Leandro Piquet Carneiro" height="263" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O debate teve a participação do professor Sergio Adorno (à esq.),do coronel PM Glauco Tavares e dos professores Maria HermíniaTavares de Almeida (coordenadora) e Leandro Piquet Carneiro</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Moderada pela professora Maria Hermínia Tavares de Almeida, diretora do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, a mesa contou com a participação dos professores Sérgio Adorno, diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Leandro Piquet Carneiro, do IRI, e do coronel PM Glauco Carvalho, comandante do policiamento em Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ORIGEM DAS TENSÕES</strong><br />Segundo Adorno, o problema da invasão da privacidade em nome da segurança envolve o dilema entre a necessidade de, por um lado, vigiar cada vez mais e, por outro, de proteger o cidadão contra um poder que pode se mostrar abusivo e violar direitos.</p>
<p style="text-align: justify; ">O pesquisador ressaltou, ainda, que esse dilema é agravado pela crise de desconfiança entre a sociedade e as instituições de lei e ordem. "Não basta pedir aos cidadãos que respeitem essas instituições. É preciso que elas se mostrem confiáveis. E, para isso, precisam ser eficientes, respeitar direitos e pensar a segurança do ponto de vista de quem precisa de segurança", advertiu.</p>
<p style="text-align: justify; ">Já Carvalho afirmou que a resistência da comunidade uspiana à atuação da PM decorre de uma questão geracional: "Algumas gerações ainda vinculam a figura da PM ao regime militar. Mas a instituição mudou radicalmente nos últimos anos. Deixou de ser uma tropa do exército para se tornar uma tropa de policiamento".</p>
<p style="text-align: justify; ">Carneiro, por sua vez, apontou as divergências sobre as condutas que devem ou não ser permitidas no campus como a maior causa das tensões entre segurança e privacidade na USP. De acordo com ele, essas divergências referem-se principalmente ao consumo de drogas na Cidade Universitária. "O grande dilema parece ser o quanto seremos <i>drug-friend</i> e o quanto seremos <i>drug-free</i>. O que vamos escolher nessa dicotomia?", indagou.</p>
<p style="text-align: justify; ">A resposta, disse, é ter uma postura ativa contra as drogas: "O ponto de partida para qualquer política pública é pensar que universidade queremos para o futuro. E é difícil encontrar grandes universidades em que álcool e drogas são liberados. A USP quer ser uma universidade global, então precisa ter um campus de qualidade. Se ficar paralisada, a desordem e o crime organizado colonizam e os melhores professores vão embora".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ESCALADA DA VIOLÊNCIA</strong><br />Adorno destacou que, nos últimos 40 anos, o país vem passando por uma escalada da violência, que pode ser observada no aumento da delinquência, associada principalmente a crimes contra o patrimônio (furtos e roubos); do crime organizado, como é o caso do tráfico internacional de drogas e da articulação da população carcerária com criminosos em liberdade; e da explosão de conflitos interpessoais, como brigas de trânsito e entre vizinhos, que convergem cada vez mais para a fatalidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Carvalho também destacou mudanças ocorridas nas últimas décadas que vêm ocasionando a intensificação da violência, como a elevação da quantidade de drogas em circulação, de "crimes de sangue" e de armas à disposição da população, especialmente de grosso calibre.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo os debatedores, essa escalada da violência leva a uma escalada da vigilância, uma vez que o surgimento de novos padrões de crimes, mais sofisticados, exige uma intromissão maior na vida privada.</p>
<p style="text-align: justify; ">É o caso do monitoramento por câmeras, defendido por Carvalho como uma ferramenta importante para promover a segurança e identificar culpados. "Nos espaços públicos, nem sempre a privacidade pode ser resguardada. Numa sociedade heterogênea como a nossa, é preciso haver instituições e órgãos que garantam a ordem pública, a observância das regras e um mínimo de controle social", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">Para o coronel, a Cidade Universitária não está fora das leis estabelecidas pelo Estado brasileiro e, por isso, o campus é passível de policiamento. "Meu argumento central é o de que, num espaço público, e a USP é um espaço público, a participação da PM é viável, mas algumas regras devem ser respeitadas, pois a USP é um espaço de liberdade, e essa liberdade deve ser preservada", concluiu.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>CICLO</strong><br />A mesa-redonda Segurança e Privacidade inaugurou o ciclo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-eticos-na-universidade" class="external-link">Ética e Universidade</a>, iniciativa que visa promover a discussão de temas relevantes sobre o comportamento ético para a comunidade uspiana e, a partir disso, contribuir para a definição de condutas na USP.</p>
<p style="text-align: justify; ">Organizado pela Comissão de Ética da USP e pelo IEA, o ciclo contará com mais dois debates: Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades, que acontece no dia 28 de novembro, e Sociabilidade, a ser realizado em 2013.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-11-26T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reitora-e-ex-reitores-debatem-o-futuro-da-usp">
    <title>Reitora e ex-reitores debatem o futuro da USP </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reitora-e-ex-reitores-debatem-o-futuro-da-usp</link>
    <description>No dia 20 de agosto (quarta-feira), às 15h, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP reúne a reitora Suely Vilela e cinco ex-reitores da universidade num debate sobre as ações prioritárias para que na próxima década a USP integre o grupo das melhores instituições de pesquisa do mundo. 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3 style="text-align: center; ">Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2008/a-usp-e-as-universidades-de-pesquisa-de-classe-mundial-prioridades-de-acao-para-a-proxima-decada-2008" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2008/a-usp-e-as-universidades-de-pesquisa-de-classe-mundial-prioridades-de-acao-para-a-proxima-decada-20-de-agosto-de-2008" class="external-link">Fotos</a> do evento</li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">No dia 20 de agosto (quarta-feira), às 15h, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP reúne a reitora Suely Vilela e cinco ex-reitores da universidade num debate sobre as ações prioritárias para que na próxima década a USP integre o grupo das melhores instituições de pesquisa do mundo.</p>
<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/brasaoterra.jpg" title="brasaoterra.jpg" align="right" height="290" width="200" alt="brasaoterra.jpg" />A reitora falará sobre "O Cenário Atual da USP e suas Perspectivas". Os cinco ex-reitores e seus temas serão: José Goldemberg, "Ciências Básicas"; Adolpho José Melfi, "Ciências da Terra"; Antônio Hélio Guerra Vieira, "Engenharias"; Flávio Fava de Moraes, "Ciências Biomédicas"; e Jacques Marcovitch, "Humanidades". A coordenação será de César Ades, diretor do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">O encontro "A USP e as Universidades de Pesquisa de Classe Mundial: Prioridades de Ação para a Próxima Década" encerra o "Colóquio 2010-2020: um Período Promissor para o Brasil", realizado de 24 a 26 de junho, em homenagem aos 60 anos de atuação profissional de José Goldemberg (os vídeos do colóquio estão na seção <a href="https://www.iea.usp.br/iea/online/midiateca/futuro/index.html" target="_blank">Futuro</a> da Midiateca Online do IEA).</p>
<p style="text-align: justify; "><br /><b>Local</b><br />O encontro acontece no Auditório Alberto Carvalho da Silva, sede do IEA, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa J, 374, térreo, Edifício da Antiga Reitoria, Cidade Universitária, São Paulo.<br /><b>Via internet</b></p>
<table class="plain">
<caption></caption> 
<tbody>
<tr>
<td align="left" colspan="3">
<div align="center">
<p><b>A USP e as Universidades de Pesquisa de Classe Mundial:<br />Prioridades de Ação para a Próxima Década</b><br />20 de agosto de 2008, 15h — Auditório Alberto Carvalho da Silva do IEA-USP<br /><b><br /></b></p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" scope="col">
<div align="left"><b>15h-15h05</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Abertura</b></div>
</td>
<td align="left">César Ades (diretor do IEA)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>15h05-15h25</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Cenário Atual da USP e suas Perspectivas <br /></b></div>
</td>
<td align="left">Suely Vilela (reitora da USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>15h25-15h45</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Ciências Básicas<br /></b></div>
</td>
<td align="left">José Goldemberg (IEE-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>15h45-16h05</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Ciências da Terra<br /></b></div>
</td>
<td align="left">Adolpho José Melfi (Esalq-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>16h05-16h25</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Engenharias<br /></b></div>
</td>
<td align="left">Antônio Hélio Guerra Vieira (EP-UP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>16h25-16h45</b></div>
</td>
<td align="left">
<div align="left"><b>Ciências Biomédicas <br /></b></div>
</td>
<td align="left">Flávio Fava de Moraes (ICB-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>16h45-17h05</b></div>
</td>
<td align="left"><b>Humanidades <br /></b>
<div align="left"></div>
</td>
<td align="left">Jacques Marcovitch (FEA-USP)</td>
</tr>
<tr>
<td align="left">
<div align="left"><b>17h05-18h</b></div>
</td>
<td align="left" colspan="2">
<div align="left"><b>Debate</b></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-08-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/presidente-da-capes-faz-conferencia-sobre-as-relacoes-da-pos-graduacao-com-a-tecnologia">
    <title>Presidente da Capes faz conferência sobre as relações da pós-graduação com a tecnologia </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/presidente-da-capes-faz-conferencia-sobre-as-relacoes-da-pos-graduacao-com-a-tecnologia</link>
    <description>Jorge Almeida Guimarães, presidente da Capes faz conferência sobre "A Pós-Graduação e sua Relação com a Tecnologia" no dia 28 de março, às 10h, dentro da programação do ciclo "Formação Universitária: como Preparar o Brasil para o Futuro?". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:150px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorgealmeidaguimaraes.jpg/image" alt="jorgealmeidaguimaraes.jpg" title="jorgealmeidaguimaraes.jpg" height="220" width="150" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:150px;">Jorge Almeida Guimarães, presidente da Capes</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Jorge Almeida Guimarães, presidente da Capes   (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) faz  conferência sobre "A Pós-Graduação e sua Relação com a Tecnologia" no  dia 28 de março, às 10h, dentro da programação do ciclo "Formação  Universitária: como Preparar o Brasil para o Futuro?".</p>
<p style="text-align: justify; ">Os debatedores serão Romeu Rocha Filho, pró-reitor de  Pós-Graduação e Pesquisa da UFSCar, e  Armando Corbani Ferraz,  pró-reitor de Pós-Graduação da USP. A coordenação do ciclo é de  Hernan  Chaimovich, vice-diretor do IEA e  vice-presidente da Academia  Brasileira de Ciências.</p>
<p style="text-align: justify; ">O evento acontece no Auditório Alberto Carvalho da Silva,  sede do IEA e terá transmissão ao vivo pela internet.</p>
<p style="text-align: justify; ">O primeiro seminário aconteceu no dia 5 de março e teve  como expositor Irineu Tadeu Velasco, da Faculdade de  Medicina (FM) da  USP, que falou sobre  "Área Médica e  Profissionalizantes Vertentes de  Pesquisa (Pós-Graduação), Vertente  Profissional de Ensino?". Os  debatedores foram Nestor Schor, da Unifesp, e  Emmanuel Burdmann, da  Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.</p>
<p style="text-align: justify; ">O ciclo conta com o apoio da Sociedade Brasileira de   Bioquímica e Biologia Molecular e da Sociedade Brasileira de Física.  Outras  parcerias estão sendo estabelecidas.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Divcom-IEA-USP</span></p>
<p style="text-align: justify; "><i><b> </b><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-03-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-transformacoes-do-ensino-superior-no-brasil-e-no-mundo">
    <title>As transformações do ensino superior no Brasil e no mundo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-transformacoes-do-ensino-superior-no-brasil-e-no-mundo</link>
    <description>O forte crescimento da população estudantil, as limitações orçamentárias e as novas tecnologias de informação são as mudanças mais perceptíveis encontráveis no ensino superior e na profissão acadêmica. Essas mudanças serão debatidas  na conferência "As Transformações Recentes do Ensino Superior", pela cientista política Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Em   todo o mundo, o ensino superior e a profissão acadêmica têm  apresentado fortes  mudanças nas últimas décadas. Segundo a cientista  política Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e  Ciências  Humanas (FFLCH) da USP, no Brasil, essas mudanças são  constatáveis em aspectos como: o  forte crescimento da população  estudantil, que permanece em descompasso com o  crescimento mais lento  das instituições; as limitações orçamentárias, freqüentemente   associadas a pressões para a ampliação do controle e burocratização dos   sistemas de avaliação; as novas tecnologias de informação, que ampliam  os  processos de internacionalização e mudam o processo de produção do   conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify; ">Essas    mudanças serão discutidas na conferência "As Transformações   Recentes   do  Ensino Superior", que Balbachevsky fará no dia 30 de  abril    (quarta-feira),  às 10h, no Auditório Alberto Carvalho da  Silva, sede   do  IEA. O evento integra o Ciclo "Formação Universitária:  como    Preparar o  Brasil para o Futuro?". Os debatedores do encontro  serão   Eunice  Durham  (Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da  USP) e    Renato Pedrosa  (Comissão Permanente para os Vestibulares da  Unicamp).</p>
<p style="text-align: justify; "><b>PESQUISA</b></p>
<p style="text-align: justify; ">Na   palestra, Balbachevsky apresentará alguns resultados preliminares  da  pesquisa  "Evolução Recente da Profissão Acadêmica no Brasil: uma   Análise Comparada",  trabalho apoiado pela Fapesp e que viabilizou a   participação brasileira no  projeto "The Shifting Boundaries of the   Changing Academic Profession"  (Projeto CAP, As Fronteiras em Mudança da   Profissão Acadêmica), que está sendo  realizado por uma rede de   instituições acadêmicas em 20 países.</p>
<p style="text-align: justify; ">O    CAP pretende examinar a natureza e a extensão das mudanças ocorridas  na  profissão  acadêmica nos anos recentes, suas razões e conseqüências.   Serão estudadas as  implicações destas mudanças para a atratividade da   atividade acadêmica como carreira  e a capacidade da comunidade   acadêmica de contribuir para o desenvolvimento  econômico, social e   cultural de cada país. A partir de um modelo de transformação  de seis   estágios (<i>leia abaixo</i>), serão feitas comparações sobre esses   temas  entre diferentes sistemas educacionais, tipos institucionais,   disciplinas acadêmicas  e gerações.</p>
<p style="text-align: justify; ">Balbachevsky    ressalta que participar desse projeto representa uma rara    oportunidade para estudo do sentido das mudanças que estão ocorrendo no   sistema  de ensino superior brasileiro numa perspectiva comparativa:  "Os  resultados  da pesquisa em escala mundial permitirão, pela primeira   vez, avaliar em que  medida as mudanças observadas no Brasil convergem   ou divergem daquelas que  podem ser observadas nas experiências de   outros países".</p>
<table class="plain">
<caption><br /></caption> 
<tbody>
<tr>
<td><b>PROJETO CAP — OS SEIS ESTÁGIOS DO MODELO DE TRANSFORMAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR</b></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="left"><b>1. Principais  influências:</b> as estruturas e  ideologias associadas à sociedade do  conhecimento   intensificando os   processos de "comodificação", internacionalização,  expansão e  diferenciação da  educação superior;</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="left"><b>2. Condições:</b> fatores como infra-estruturas,  salários, diversidade  institucional,  formas de contrato, hierarquias  (antigas e novas) e questões  associadas  a recursos, incluindo a  pluralidade de fontes e a ênfase na recuperação   de custos e na  contribuição financeira das unidades acadêmicas;</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="left"><b>3. Crenças:</b> incluindo lealdades e identidades,  motivações intrínsecas e   instrumentais, aspirações de carreira e  orientações individuais e  coletivas;</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="left"><b>4. Papéis e práticas:</b> incluindo o nexo  ensino/pesquisa, a importância do  serviço público,  novas divisões do  trabalho entre atividades acadêmicas e   administrativas e o  desenvolvimento de novos quadros de gestores   profissionais;</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="left"><b>5. Conseqüências:</b> incluindo a eventual perda da  solidariedade acadêmica,   debilitamento  ou desaparecimento de  hierarquias tradicionais, mudanças de  controles  internos para  controles externos, mudança do trabalho individual  para  o  trabalho  coletivo, aumento de produtividade e esmaecimento das  fronteiras  entre  instituições universitárias e entre elas e outras   organizações da  sociedade.</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="left"><b>6. Resultados:</b> em que medida esses fatores  conduzem a uma comunidade  acadêmica social  mais responsável, ou mais  desestruturada, ou mais  diferenciada.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<th scope="row">
<p><b>PERFIL</b></p>
<img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elizabethbalbachevsky.jpg" style="text-align: justify; " title="elizabethbalbachevsky.jpg" class="image-right" alt="elizabethbalbachevsky.jpg" /><i style="text-align: justify; "> </i>
<p><span><span style="text-align: justify; ">Elizabeth Balbachevsky é pro</span><span style="text-align: justify; ">fessora  associada do  Departamento de Ciência Política da FFLCH/USP. Suas áreas  de atuação são: análise </span><span style="text-align: justify; ">de pesquisas de  opinião, políticas de CT&amp;I  e políticas de ensino superior. Em 2005 e  2006 foi Fulbright Scholar  no Programa New Century Scholars, onde desenvolveu  estudo  comparado  sobre o impacto da globalização nas políticas de ensino superior em   países emergentes. Em 2007 passou a integrar o Projeto CAP e a Rede   Latino-Americana de Políticas Regionais. Nessa rede,  participa da   pesquisa "Percepções da Elite Sul-Americana sobre os Impactos da  Desigualdade  para a Sobrevivência da Democracia no Continente".</span></span></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2008/ciclo-formacao-universitaria-como-preparar-o-brasil-para-o-futuro" class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO DO EVENTO.</a></b></p>
<p align="right"><span class="discreet">Foto: FFLCH-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2008-04-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-experiencia-dos-eua-sobre-patentes-nas-universidades">
    <title>As experiências dos EUA sobre patentes nas universidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-experiencia-dos-eua-sobre-patentes-nas-universidades</link>
    <description>No dia 12 de abril, o advogado de patentes norte-americano Daniel Ravicher fará no IEA a conferência "Universidade e Patentes: Lições dos EUA para o resto do Mundo". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A ênfase no patenteamento de descobertas impede o desenvolvimento de práticas colaborativas na ciência? O não patenteamento é uma brecha que permite a ação de "free riders" (pessoas que não investem em pesquisa, mas conseguem patenteá-las)? O desenvolvimento de conhecimento de valor industrial deve ser central para a universidade ou ela deveria priorizar a pesquisa básica? As patentes são um bom indicador da ligação das universidades com os mercados? Essa ligação é positiva ou apresenta aspectos negativos?</p>
<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/danielravicher.jpg/image" alt="danielravicher.jpg" title="danielravicher.jpg" height="277" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Daniel Ravicher</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Esses são alguns dos dilemas presentes nos debates sobre patenteamento de inovações desenvolvidas nas universidades. No dia 12 de abril, às 14h30, acontece no IEA um evento onde essa questões poderão ser mais bem esclarecidas. Na ocasião, o advogado de patentes norte-americano Daniel Ravicher, diretor executivo da Public Patents Foundation, fará a conferência "Universidade e Patentes: Lições dos EUA para o resto do Mundo", evento organizado pelo Grupo de Informação e Comunicação (Edic) e o Grupo de Pesquisa em Políticas para o Acesso a Informação (G-Popai) da Escola de Artes e Ciências Humanas (EACH) da USP Leste.</p>
<p style="text-align: justify; ">Oswaldo Massambani (coordenador geral da Agência USP de Inovação) e Imre Simon (coordenador do Edic). A coordenação do encontro será de Pablo Ortellano (coordenador do G-Popai). O evento será em inglês, com transmissão pela web (o público poderá enviar questões aos participantes pelo e-mail (<a href="mailto:iea@usp.br">iea@usp.br</a>).</p>
<p style="text-align: justify; ">Inicialmente, Ravicher abordará a experiência norte-americana na área, tratando de temas como o Bayh-Dole Act e a forma como se dá a transferência tecnológica a partir das universidades. Em seguida, discutirá os impactos que várias políticas sobre patentes tem tido nas universidades dos EUA e como essa experiência permite a elaboração de recomendações a outros países, para que adotem políticas similares.</p>
<p style="text-align: justify; ">O Bayh-Dole Act, lei que entrou em vigor nos EUA em 1980, garante às universidades e institutos de pesquisa a titularidade de patentes de inventos resultantes de pesquisas financiadas por verbas públicas, facultando a essas instituições a transferência de tecnologia às empresas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ravicher é professor da Benjamin N. Cardozo School of Law, uma das principais instituições norte-americanas na área de direito de propriedade intelectual. É também fundador e diretor executivo da Public Patent Foundation, instituição que defende o interesse público contra patentes abusivas (que diminuem excessiva ou desnecessariamente a competição econômica, previnem o avanço científico ou encarecem bens). Ravicher é autor de diversos artigos e já fez inúmeras conferências sobre a legislação sobre patentes. Além disso, tem participado de iniciativas no Congresso dos EUA voltadas à uma revisão na legislação sobre patentes.</p>
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>TEXTOS DE REFERÊNCIA</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i><a href="http://www.pubpat.org/assets/files/Advocacy/Ravicher%20House%202007%20Written%20Statement.pdf"><span style="text-decoration: underline;">Depoimento</span></a> sobre a legislação de patentes feito por Daniel Ravicher no dia 15 de fevereiro de 2007 no Congresso dos EUA.</p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i><a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/305/5687/1110?ijkey=IJEyaBYYPM9zI&amp;keytype=ref&amp;siteid=sci"><span style="text-decoration: underline;">Commons-Based Strategies and the Problems of Patents</span></a><i>, </i>artigo de Yochai Benkler (Universidade Yale) publicado na edição da revista "Science" de 20 de agosto de 2004.</p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i><a href="http://www.bollier.org/pdf/GeorgetownUremarksNov2004.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Defending the Scholarly Commons</span></a>, exposição feita por David Bollier (Public Knowledge) em novembro de 2004 no Research, Funding and the Public Good: A Scholarly Communications Event, realizado pela Universidade Georgetown, EUA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.ip.qut.edu.au/">IP:KCE/Universidade de Tecnologia de Queensland</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-04-02T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-cenarios-para-o-brasil-do-futuro">
    <title>Cenários para o Brasil do futuro </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-cenarios-para-o-brasil-do-futuro</link>
    <description>Dossiê "Brasil: O País no Futuro - 2022", da edição 56 da "Estudos Avançados", traz diagnósticos em áreas essenciais para o desenvolvimento do país nos próximos anos. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa56b.jpg" alt="capa56b.jpg" class="image-right" title="capa56b.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Um país capaz de estabilizar o regime democrático, ampliar a fiscalização popular das decisões políticas, voltar a crescer a taxas históricas (pré-anos 1980), enfrentar com sucesso as disparidades regionais e de renda, investir na educação e no desenvolvimento tecnológico, tornar suas cidades mais organizadas e seguras e de exercer influência mundial, sobretudo na América Latina, sempre lidando de forma eficaz e criativa com os desafios ambientais e os efeitos políticos e econômicos da globalização. Esse é o cenário desejado para o Brasil nos próximos 16 anos. Mas como identificar os pontos críticos que dificultam o caminho para que esse cenário se concretize?</p>
<p style="text-align: justify; ">Com esse fim, o IEA criou em 2005 o projeto "Brasil: O País no Futuro — 2022". A primeira atividade da iniciativa foi um ciclo de seminários em agosto e setembro para a produção de diagnósticos em áreas essenciais ao desenvolvimento do País.</p>
<p style="text-align: justify; ">As exposições do ciclo foram editadas e agora estarão disponíveis em dossiê do nº 56 da revista <strong>Estudos Avançados</strong>. O dossiê conta também com apresentação escrita por Alexandre Polesi, secretário executivo do projeto, e artigo sobre a metodologia Delphi empregada no tratamento de dados obtidos em consultas a especialistas, produzido por James Wright, coordenador metodológico do projeto, com assistência de Renata Spers.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os seminários de 2005 e os respectivos textos do dossiê são:</p>
<p><strong>Instituições Políticas</strong><span style="text-align: justify; "> — expositor: Bolívar Lamounier; debatedores: Gildo Marçal Brandão, Rogério Arantes, Brasílio Sallum Jr. e Antônio Octávio Cintra;</span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Texto</strong> — "O Futuro da Democracia: Cenários Político-Institucionais até 2022" — Amaury de Souza e Bolívar Lamounier;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Relações Internacionais e Território</strong> — expositor: Sebastião Velasco e Cruz; debatedores: Ricardo Sennes, Oliveiros Ferreira, Antônio Carlos Robert de Moraes, Nina Ranieri e Sérgio Fausto;<br /><strong>Texto</strong> — "O Brasil no Mundo: Conjecturas e Cenários" — Sebastião Velasco e Cruz e Ricardo Sennes;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Segurança Pública e Desenvolvimento Urbano</strong> — expositor: Luiz Eduardo Soares; debatedores: Regina Meyer, Eduardo Marques e Bruno Paes Manso;<br /><strong>Texto</strong> — "Segurança Pública: Presente e Futuro" — Luiz Eduardo Soares;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Economia e Seguridade</strong> — expositor: Guilherme Dias; debatedores: Hélio Zylberstajn, Leda Paulani e Paulo Furquim de Azevedo;<br /><strong>Texto</strong> — "Brasil: O Futuro da Economia" — Guilherme Leite da Silva Dias;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Conhecimento</strong> — expositor: João Steiner; debatedores: Simon Schwartzman, Angela Uller e Naércio Aquino Menezes Filho;<br /><strong>Texto</strong> — "Gargalos para o Brasil no Futuro" — João Steiner</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Meio Ambiente</strong> — expositor: Eneas Salati; debatedores: Pedro Leite da Silva Dias e Jacques Marcovitch;<br /><strong>Texto</strong> — "Temas Ambientais Relevantes" — Eneas Salati, Ângelo Augusto dos Santos e Israel Klabin<i>.</i></p>
<p style="text-align: justify; ">A próxima fase do projeto, em 2006, compreenderá a realização de uma segunda pesquisa Delphi, que permitirá a atualização dos cenários desenhados no final de 2004 —durante a participação do grupo de pesquisa do IEA no projeto Brasil 3 Tempos, do governo federal — e a preparação de uma base de dados de um programa sistemático e permanente de prospecção de cenários. O projeto "Brasil: O País no Futuro — 2022" tem coordenação geral de Geraldo Forbes, pesquisador visitante do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ÁGUAS DO SÃO FRANCISCO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Outro destaque do nº 56 é a discussão sobre o projeto de transposição das águas do rio São Francisco. Participam Dom Luiz Cappio, bisco de Barra (BA), que em 2005 fez uma greve de fome de 12 dias contra o projeto, e o governador do Ceará, Lúcio Alcântara, defensor da proposta.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cappioalcantara.jpg/image" alt="cappioalcantara.jpg" title="cappioalcantara.jpg" height="175" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Dom Luiz Cappio e Lúcio Alcântara</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Em entrevista concedida a Marco Antônio Coelho, editor executivo da revista, e Paulo Nogueira Batista Jr., professor da FGV-SP, Dom Cappio fala de sua formação intelectual e religiosa, seu envolvimento com os problemas enfrentados pela população que vive às margens do São Francisco e do porquê de sua decisão de fazer a greve de fome, de como ela se desenrolou e da abertura do diálogo com o governo federal. <i>(Assista ao vídeo com uma seleção dos principais trechos da <a href="http://wms.emm.usp.br:7070/iea/iea060115a.wmv">entrevista</a>.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">Dom Cappio considera o rio São Francisco "a mãe e o pai de todo o povo, de onde tiram o peixe para comer, a água para beber e molhar suas plantações — principalmente em suas ilhas e áreas de vazantes. Mesmo não sendo o maior rio brasileiro em volume d'água, talvez seja o mais importante do País, porque é a condição de vida da população. Sempre dizemos: rio São Francisco vivo, povo vivo; rio São Francisco doente e morto, população doente e morta".</p>
<p style="text-align: justify; ">Para ele, esse componente ecológico se reflete numa intenção social e antropológica: "Um rio com toda sua riqueza passa a ser importante na vida de um povo e na sua maneira de se organizar".</p>
<p style="text-align: justify; ">Por sua vez, o governador do Ceará critica em seu artigo os opositores ao projeto de transposição que alegam riscos de males ecológicos e econômicos ao País. Alcântara diz que esses opositores desconsideram que já estão em andamento ações de controle da erosão na bacia do rio; monitoramente da qualidade da água; reflorestamento das nascentes, margens e áreas degradadas na bacia; e estudos para a conformação do leito navegável.</p>
<p style="text-align: justify; ">"Hoje sabemos que é possível erguer obras estruturantes fundamentais de forma planejada, responsável e conseqüente, evitando desperdícios de verba pública, estorvos para a população e danos ao meio ambiente."</p>
<p style="text-align: justify; ">Alcântara afirma que, com a transposição, "alguns açudes estratégicos poderiam multiplicar a sua vazão regularizada, sendo que apenas nos anos críticos de estiagem a transposição ocorreria nos limites máximos". Além disso, avalia que a execução do projeto permitiria a expansão da irrigação no Vale do São Francisco em 800 mil hectares nos próximos anos, o que significaria "maior produtividades agrícola, incentivo à fruticultura, criação de novos empregos e geração de renda para milhares de famílias, especialmente na região do semi-árido, a mais penalizada pelas estiagens e pelo descaso público".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>OUTRAS SEÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Estudos Avançados</strong> nº 56 tem também as seções "Políticas Públicas: Nova Abordagem", "Universidade", "Cultura e Sociedade", "Resenhas" (inaugurada nesta edição) e uma homenagem a Gilda de Mello e Souza, morta em dezembro de 2005.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA-USP e Governo do Ceará</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2006-04-03T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-no-brasil-e-no-mundo-sao-tema-da-estudos-avancados">
    <title>'Estudos Avançados' trata de IEAs no Brasil e no mundo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-no-brasil-e-no-mundo-sao-tema-da-estudos-avancados</link>
    <description>Em comemoração aos 25 anos do IEA da USP, o número 73 da revista dedica um dossiê ao contexto de criação de institutos de estudos avançados vinculados a universidades.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/caparev73.jpg" alt="caparev73.jpg" class="image-left" title="caparev73.jpg" />O dossiê "IEAs: Ciência e Sociedade" da edição nº 73 da revista "Estudos Avançados", lançada no dia 12 de dezembro, integra a programação das comemorações dos 25 anos do IEA. A proposta foi traçar um painel das ideias que nortearam a criação dos institutos de estudos avançados desde a fundação do pioneiro instituto de Princeton, nos EUA, até o surgimento de instituições mais recentes no Brasil e no exterior. A edição digital já está disponível na Scientific Electronic Library Online (<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a>)</p>
<p style="text-align: justify; ">Estão representados no dossiê, por artigos de seus diretores, os IEAs de: UnB, UFRGS, Unicamp, Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), Budapeste (Hungria), Lyon (França) e Universidade Fudan (China). A seção dedicada ao IEA da USP contém artigos do diretor atual, ex-diretores, coordenadores dos Polos de Ribeirão Preto e São Carlos e do editor de "Estudos Avançados".</p>
<p style="text-align: justify; ">A criação de IEAs em diversas universidades do mundo, inclusive no Brasil, desde os anos 80, demonstra que a comunidade acadêmica internacional vê nesse tipo de instituição um componente fundamental para o desenvolvimento das universidades. Artigo de pesquisadores do IEA da Universidade de Freiburg (Alemanha) sobre os 32 IEAs participantes de encontro realizado em outubro de 2010 indica algumas características comuns, como a plena liberdade de pesquisa, e a variedade de estrutura, ênfases e enfoques. O dossiê de "Estudos Avançados" busca retratar essa vitalidade e o compromisso dos institutos com a excelência científica e a melhoria das sociedades em que estão inseridos.</p>
<table class="vertical listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: justify; "><i>"Estudos Avançados" nº 73, 256 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições por R$ 80,00). Informações sobre como adquirir exemplares ou assinar a publicação podem ser obtidas com Edilma Martins (</i><i><a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a></i><i>), tel. (11) 3091-1675. A edição digital está na </i><i><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a></i><i>.</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Forum IEAs</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-12-03T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda">
    <title>Uma academia de vanguarda</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda</link>
    <description>Em encontro realizado no dia 15 de fevereiro, o IEA e o instituto de estudos avançados da Universidade de Nagoya refinaram o projeto piloto da Academia Intercontinental. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG/@@images/29516a92-7a74-4ac4-86e9-b7610e59ea20.jpeg" alt="Dapeng Cai" title="Dapeng Cai" height="238" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Dapeng Cai e Susumu Saito foram os expositores do encontro que discutiu a criação da 'Academia Intercontinental'</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">"A  Academia Intercontinental  funcionará como um laboratório de como a  universidade poderá trabalhar no  futuro de maneira colaborativa.  Trata-se de um projeto em pequena escala, mas  com potencial para  resultar num novo formato para a educação superior".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa  é a expectativa de Martin Grossmann,  diretor do IEA, em relação à  Academia Intercontinental dos University-Based  Institutes for Advanced  Study (<a href="http://www.ubias.net/">Ubias</a>), rede que integra 33 institutos de  estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify; ">O projeto piloto da Academia, que está sob  a responsabilidade do IEA e do <a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a> (IAR, na sigla em  inglês) da Universidade de Nagoya, no Japão, foi  apresentado pela primeira vez  a um público amplo no encontro <i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i>,  que  aconteceu no dia 15 de fevereiro, no IEA. Os expositores foram o  químico Susumu  Saito e o economista Dapeng Cai, ambos pesquisadores em  tempo integral do IAR.</p>
<p style="text-align: justify; ">O   evento foi dividido em duas partes. Na primeira, Saito falou  sobre as  boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de   alto nível e impacto mundial (<i>ver box</i>).  Na segunda, Cai fez  uma exposição sobre o conceito e o funcionamento da  Academia, que foram  definidos na manhã do mesmo dia, em reunião fechada com os dois   pesquisadores, a direção do IEA, integrantes de grupos de pesquisa e  curadoria  do IEA, bem como representantes da Vice-Reitoria Executiva de  Relações  Internacionais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O conceito da Academia</strong><br /> A proposta de criar a Academia Intercontinental surgiu no  encontro do  Comitê de Coordenação dos Ubias, realizado em março de 2012  no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Instituto de  Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a>,  em Nova Delhi, Índia. Na ocasião, o IEA  e o IAR foram convidados para  serem os responsáveis pelo projeto-piloto dessa  iniciativa, que  funcionará como uma <i>joint  venture</i>, como definiu Cai.</p>
<p style="text-align: justify; ">De  acordo com o economista, o conceito da Academia se resume na  expressão  "2+2+2+2": dois Ubias de dois continentes diferentes vão se  unir para a  organização de uma pesquisa conjunta a ser desenvolvida ao longo de   dois anos, período em que serão realizados dois workshops.</p>
<p style="text-align: justify; ">A  ideia  é promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e  culturas.  Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de  várias universidades  do mundo e de diferentes áreas do conhecimento  para se dedicarem a um estudo  colaborativo de caráter interdisciplinar,  sob a orientação de três cientistas  seniores – ganhadores do Prêmio  Nobel ou de distinção semelhante, que  coordenarão as atividades.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse   grupo manterá contato durante o biênio do projeto e se  reunirá em  dois workshops de um mês cada - um em São Paulo, previsto para março  de  2014, e outro em Nagoya, previsto para março de 2015. Nesses encontros  de imersão,  os pesquisadores terão oportunidade de trocar experiências,  participar de atividades  interculturais e programas sociais e de  discutir o tema de pesquisa por meio de  conferências, leituras,  seminários e debates.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo  Cai, esse tipo de iniciativa é tão  importante porque "as pesquisas  desenvolvidas nas universidades são  focadas e especializadas demais, de  modo que os pesquisadores não compartilham  linguagens, não se  relacionam com outros campos e esquecem como se comunicar  uns com os  outros".</p>
<p style="text-align: justify; ">O   economista destacou que a Academia Intercontinental orienta-se por  três  objetivos: estimular a pesquisa conjunta entre os institutos  membros dos Ubias;  promover a formação de redes de cooperação entre  líderes científicos da próxima  geração; e explorar novas formas de  prática acadêmica coletiva e novos formatos  de formação, colaboração e  disseminação científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">Grossmann  observou que o termo academia pode ter uma conotação  pejorativa, uma  vez que é usado para fazer referência ao conjunto dos grandes  nomes da  ciência, reconhecidos pela qualidade do conhecimento que geraram, mas   sem um compromisso em transformar o pensamento corrente. "Entretanto, no   sentido que estamos utilizando na Academia Intercontinental, o termo  refere-se  a um ambiente de vanguarda, um espaço experimental, de  riscos, de debates, que  possibilita encontros inusitados", ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Processo de seleção</strong><br /> Um trio de  pesquisadores internacionais seniores escolhido  pelos associados dos UBIAS será responsável por conduzir a seleção  do  grupo de 15 jovens cientistas. Cada membro dos Ubias poderá indicar até 3  candidatos,  jovens pesquisadores com nível de pós-doutor a professor  assistente. De acordo com Cai, a ideia é reunir as  melhores jovens  cabeças de todo o mundo e de diversas disciplinas para pensar  soluções  para desafios globais.</p>
<p style="text-align: justify; ">Também  ficará a cargo dos seniores propor o  programa de pesquisa da Academia.  O IEA e o IAR sugeriram como tema os diversos  sentidos e significados  do "tempo", abrangendo o ponto de vista físico,  social, literário,  histórico, artístico, biológico, entre outros. E, como  sub-tema,  propuseram os ciclos circadianos, objeto de estudo de Takao Kondo, atual   diretor do IAR. Tais ciclos referem-se aos ritmos biológicos diários  dos seres  vivos, que oscilam conforme a variação do dia e da noite.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O papel  dos anfitriões</strong><br /> Aos institutos anfitriões cabe funcionar como um   secretariado, assessorando no processo de seleção; proporcionar a  estrutura  necessária para as atividades acadêmicas; organizar programas  interculturais e  sociais para interação dos integrantes da Academia;  arcar com os custos dos  seniores; e ajudar a encontrar acomodações para  os jovens cientistas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em  troca, o IEA e o IAR terão o benefício de colocar  a comunidade  universitária em contato com esse seleto grupo de pesquisadores e  de  direcionar a escolha do trio de sêniores, dos jovens cientistas e do   programa de pesquisa conforme as necessidades da região e da  universidade que  os acolhem.</p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><strong>A EXPERIÊNCIA DO IAR</strong></p>
<p>A  estrutura dirigente do IAR é constituída pelo diretor, três  vice-diretores,  dois pesquisadores em tempo integral (os dois que  participaram do evento) e um  Comitê Diretivo com quatro membros.</p>
<p>O  núcleo acadêmico do instituto conta com 11 cientistas proeminentes,  sendo quatro  deles ganhadores do Prêmio Nobel: o diretor fundador do  Instituto Ryoji Noyori  (Química, 2001), Toshihide Maskawa (Física,  2008), Osamu Shinomura (Química,  2008) e Makoto Kobayashi (Física,  2008).</p>
<p>De  acordo com Saito, uma das diretrizes orientadoras do Instituto é   promover a troca entre gerações, aproximando os pesquisadores mais  experientes,  como os do núcleo acadêmico, de pesquisadores nos  primeiros estágios da  carreira. Entre as missões do Instituto, está a  de garantir a independência de  jovens cientistas e, assim, fomentar a  formação de novos quadros para a  Universidade.</p>
<p>O  químico ressaltou, ainda, que o IAR busca proporcionar um ambiente de   pesquisa produtivo, organizando palestras, seminários e encontros  informais nos  quais pesquisadores de diferentes áreas podem dialogar e  discutir temas de  interesse comum.</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span><br class="_mce_marker" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao">
    <title>Novos passos rumo à internacionalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao</link>
    <description>O diretor do IEA, Martin Grossmann, participou de encontro dos diretores dos Ubias, realizado na Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg/@@images/6de63958-35d7-4596-8efc-c05bd6af8de4.jpeg" alt="Eliezer Rabinovici" title="Eliezer Rabinovici" height="295" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eliezer Rabinovici, ex-diretor do IEA da Universidade  Hebraica de Jerusalém, fala sobre o papel dos Ubias</dd>
</dl>O IEA esteve presente no encontro dos diretores dos <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a> - rede que integra 32 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo. O evento, que teve como tema Shaping the Future: Navigating a Changing World, aconteceu nos dias 4 a 6 de março, no <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/">Instituto de Estudos Avançados da Universidade Hebraica de Jerusalém</a>, em Israel.<br /><br /><span>Os participantes fizeram um balanço dos três anos de existência da rede, trocaram experiências, trataram de planos de cooperação bilaterais e multilaterais e definiram estratégias de interação e colaboração, além de debater questões ligadas a transformações globais em curso, como a primavera árabe e o futuro do ensino superior e da pesquisa.<br /></span><span><br /><strong>Contribuições do IEA </strong><br /></span><span>No encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, fez uma exposição sobre os resultados do primeiro ano do </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link">Projeto de Gestão</a><span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link"> 2012-2017</a> e apresentou, junto com Dapeng Cai, pesquisador do </span><a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a><span> (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" class="internal-link">Academia Intercontinental</a><span> - iniciativa experimental dos Ubias sob a responsabilidade do IEA e do IAR, que visa promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e culturas.</span></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O conceito da Academia, apresentado por Grossmann e Cai pela primeira vez aos integrantes do Ubias, se resume na expressão "2+2+2+2": dois institutos da rede de dois continentes vão se unir para o desenvolvimento de uma pesquisa conjunta ao longo de dois anos, período em que serão realizados dois workshops. Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e universidades do mundo para se dedicar a um estudo colaborativo de caráter interdisciplinar, sob a orientação de três cientistas seniores.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><strong><br />Consolidação dos Ubias </strong><br />O encontro dos diretores em Israel é o terceiro evento promovido pelos Ubias. O primeiro foi em outubro de 2010, quando aconteceu a conferência de fundação da rede, sediada pelo <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/home-en?set_language=en">Freiburg Institute for Advanced Studies</a> (Frias) da Albert-Ludwigs-Universität Freiburg, em Friburgo, Alemanha. O evento reuniu 32 institutos de estudos avançados de 19 países de cinco continentes para discutir o tema University-Based Institutes for Advanced Study in a Global Perspective: Promises, Challenges, New Frontiers.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O segundo evento, realizado em março de 2012 no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Jawaharlal Nehru Institute of Advanced Studies</a> (JNIAS) da Jawaharlal Nehru University, em Nova Delhi, Índia, reuniu representantes de oito dos 11 institutos que compõem o comitê de coordenação dos Ubias, incluindo Grossmann. Na ocasião, os participantes definiram propostas preliminares de cooperação entre os institutos, entre elas a criação da Academia Intercontinental.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />Um quarto evento já está agendado para setembro deste ano - a conferência interdisciplinar Scientific and Academic Knowledge, que acontecerá no <a href="http://www.pwias.ubc.ca/">Peter Wall Institute for Advanced Studies</a> da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá.</div>
<p> </p>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; ">
<div class="visualClear">
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="left"><strong>INTEGRAÇÃO DO IEA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Como resultado dos contatos, intercâmbios e debates promovidos pelos encontros dos Ubias, o IEA vem dialogando, articulando parcerias e estabelecendo relações mais estreitas com outros institutos da rede e de fora dela, como é o caso do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span style="text-decoration: underline;">Institute for Avanced Study</span></a> (<span>IAS</span>) de Princeton, nos EUA.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em março de 2011, Peter Goddard, diretor do IAS, e Eliezer Rabinovici, diretor do Instituto da Universidade Hebraica de Jerusalém, foram recebidos pelo vice-reitor executivo de Relações Internacionais da USP, Adnei Melges de Andrade, e pelo então diretor do IEA, César Ades. Tanto Goddard quanto Rabinovici falaram sobre o funcionamento de seus institutos e sobre a especificidade dos estudos avançados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em abril de 2012, foi a vez de Aditya Mukherjee, diretor JNIAS, visitar o IEA. No encontro <i>Democracias de Alta Densidade: Brasil e Índia</i>, Mukherjee tratou das origens e diretrizes acadêmicas do seu instituto e da universidade que o abriga, enquanto Grossmann apresentou o Projeto de Gestão 2012-2017 do IEA. (<i>Assista ao </i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-1" class="external-link"><i><span style="text-decoration: underline;">vídeo-mesa1</span></i></a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-2" class="external-link">vídeo-mesa 2</a>).</p>
<p style="text-align: justify; "><span>A última visita do gênero aconteceu em fevereiro deste ano, quando Cai e Susumu Saito, também pesquisador do IAR, estiveram no IEA para o evento </span><i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i><span>. Cai falou sobre o conceito e o funcionamento da Academia Intercontinental e Susumu fez uma exposição sobre as boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível. (</span><i>Assista ao <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span style="text-decoration: underline;">vídeo</span></a></span></i><span>)</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Discussões sobre eventos como esses e outras atividades relacionadas à dinâmica dos institutos de estudos avançados, às formas de cooperação entre eles e aos encontros organizados pelos Ubias têm lugar na <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde" class="internal-link"><span style="text-decoration: underline;">Sala Verde</span></a></span> - seção do site do IEA que mantém, organiza, debate e apresenta as principais ideias que inspiram e subsidiam o projeto institucional da atual gestão do Instituto.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
</div>
<div class="visualClear"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-15T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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