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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-helio-oiticica">
    <title>Seminário Hélio Oiticica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-helio-oiticica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Considerado um dos artistas que melhor sintetizou e, ao mesmo tempo, avançou nos debates sobre as vanguardas artísticas brasileiras das décadas de 1960 e 1970, Hélio Oiticica deixou um patrimônio para a arte contemporânea permanentemente revisitado.</p>
<p>O seminário tem como propósito discutir o aumento de sua fortuna crítica, assim como a realização de novas experiências curatoriais e editoriais nacionais e internacionais que ocorreram na última década. Não se trata de reexaminar e revisar interpretações históricas e teóricas, mas de compreender o alargamento do escopo de análises e o permanente interesse sobre essa produção.</p>
<p>A participação de especialistas do Brasil, da Espanha, da Inglaterra e dos Estados Unidos que têm enriquecido o debate em torno à arte contemporânea, especificamente sobre a produção de Hélio Oiticica, garantirá uma troca diversa de perspectivas, de experiências de pesquisas e de recepções da obra de Hélio Oiticica. Com isso, espera-se que o evento sirva também para um intercâmbio dessas novas abordagens sobre o artista e a arte brasileira.</p>
<p>Na mesma ocasião, será lançado um dossiê na Revista Ars sobre o artista.</p>
<p>Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-internacional-helio-oiticica#programacao" class="external-link">programação</a> abaixo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estética</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-30T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diretor-do-museu-de-arte-do-rio-e-ex-secretario-de-cultura-apresentarao-suas-experiencias-no-pavilhao-da-bienal">
    <title>Paulo Herkenhoff e Carlos Augusto Calil apresentarão suas experiências na Bienal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diretor-do-museu-de-arte-do-rio-e-ex-secretario-de-cultura-apresentarao-suas-experiencias-no-pavilhao-da-bienal</link>
    <description>Crítico de arte e ex-secretário de Cultura do município de São Paulo, estarão no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, dia 10 de outubro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-herkenhoff-catedra" alt="Paulo Herkenhoff - Cátedra" class="image-inline" title="Paulo Herkenhoff - Cátedra" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paulo Herkenhoff</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, receberá o terceiro encontro da série <i>Dirigentes Culturais: Dos Anos 50 à Atualidade</i>. No <strong>dia </strong><strong>10 de outubro, a partir das 14h30</strong>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff">Paulo Herkenhoff</a>, crítico de arte e ex-diretor cultural do Museu de Arte do Rio (MAR), e Carlos Augusto Calil, ex-secretário de Cultura do município de São Paulo e que já dirigiu diversas instituições, apresentarão suas experiências na área cultural. Com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet, o evento requer <a href="https://goo.gl/QLHuhP">inscrição prévia</a> para quem pretende assistir presencialmente.</p>
<p dir="ltr">Além ter sido diretor do MAR, onde também foi curador chefe entre 1985 e 1999, Paulo Herkenhoff foi diretor do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006), curador adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), além de curador geral da 24ª Bienal de São Paulo (1997 e 1999).</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/web-Carlos_Augusto_Calil_Producao-cultural-do-brasil-wikimedia.jpg" alt="Carlos Augusto Calil " class="image-inline" title="Carlos Augusto Calil " /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Carlos Augusto Calil</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Cineasta, crítico e ensaísta, Carlos Augusto Calil foi diretor da Embrafilme de 1979 a 1986, organizou a Cinemateca em 1987 junto com Paulo Emílio Salles Gomes e, em 2005, assumiu a Secretaria da Cultura da Prefeitura Municipal de São Paulo, cargo que ocupou por oito anos. Além disso, é professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, onde ministra as disciplinas "História do Audiovisual Brasileiro" e "Legislação e Mercado Audiovisual".</p>
<p dir="ltr"><strong>Ciclo</strong></p>
<p dir="ltr">O evento integra a programação do Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", realizado pela Cátedra. Dividido em quatro etapas, o ciclo pretende fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições. Os eventos terão como foco:</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Todas as notícias da Cátedra</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">Programação do Ciclo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">1) As relações entre arte, cultura e política;</p>
<p dir="ltr">2) O perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo;</p>
<p dir="ltr">3) A contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e em São Paulo;</p>
<p dir="ltr">4) O papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">“A programação pretende oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural”, explica Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra. Segundo ele, isso será feito por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes.</p>
<p dir="ltr">A Cátedra Olavo Setúbal é resultado de uma pareceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Itaú Cultural. Foi iniciada em 2016 e este ano tem como titular o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake.</p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Dirigentes Culturais III: Dos Anos 50 à Atualidade<br class="kix-line-break" /></strong>10 de outubro, às 14h30<br class="kix-line-break" />Pavilhão da Bienal, térreo, Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n°, Portão 3, Parque Ibirapuera<br class="kix-line-break" />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br class="kix-line-break" />Inscrição <a href="https://goo.gl/QLHuhP">via formulário</a> <br class="kix-line-break" />Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br class="kix-line-break" /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dirigentes_culturais_3_bienal">Página do evento</a></i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA-USP<br /></span><span class="discreet">Garapa Coletivo Multimídia / Wikimedia</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-04T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-e-a-restauracao-1">
    <title>Atuação do Conservador-Restaurador: O Conservador de Museu e o Conservador de Ateliê</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-e-a-restauracao-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Mesas-Redondas em Conservação e Restauração</strong></p>
<p><span>O objetivo principal deste conjunto de debates é reunir especialistas de diversas áreas da conservação e restauração de bens culturais, tais como museólogos, conservadores, restauradores, curadores e cientistas da conservação, para discutir tópicos de relevância com transmissão online e participação em tempo real dos espectadores, permitindo acesso e </span><span>participação o mais abrangente e democrático possível.</span></p>
<p><span>As atuações na área da conservação-restauração são de caráter inter e transdisciplinar, sendo que um dos maiores desafios a ser superado é a dificuldade de comunicação e troca de conhecimento e experiência entre diferentes profissionais e grupos que nelas atuam. Esse desafio se concentra, em parte, no fato de existirem poucos canais de comunicação com </span><span>abrangência territorial que seja condizente com o tamanho de nosso país, o que torna a formação e atualização de conhecimento pouco acessíveis a diversos profissionais.</span></p>
<p><span>Dessa maneira, numa contemporaneidade em que as informações são transmitidas a elevadas velocidades, iniciativas oferecendo melhor acessibilidade ao conhecimento e compartilhamento de experiências são necessárias e urgentes. Com isso em vista, portanto, que este projeto </span><span>reúne um conjunto de debates na forma de mesas-redondas permitindo que internautas de todo o país os acompanhe em tempo real e, principalmente, enviem perguntas, sugestões e comentários também ao vivo.</span></p>
<p><span><strong>Público alvo</strong></span></p>
<p>Conservadores, restauradores, curadores, museólogos, químicos, físicos, biólogos, engenheiros, cientistas da conservação, produtores e gestores culturais, alunos de graduação e pós, funcionários de equipes culturais, entre outros.</p>
<p><span><span><strong>Expositores</strong></span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/teresa-cristina-toledo-de-paula" class="external-link">Teresa C. Toledo de Paula</a> (Museu Paulista)</p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-carolina-delgado-vieira" class="external-link">Ana Carolina Delgado Vieira</a> (Museu de Arqueologia e Etnologia)</span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karen-cristine-barbosa" class="external-link">Karen Barbosa</a> (MASP) </span></p>
<p><span></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/stephan-schafer" class="external-link">Stephan Schäfer</a> (Stephan Schäfer Conservação e Restauro Ltda)</p>
<p><span><strong>Mediadora</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isis-baldini-elias" class="external-link">Isis Baldini Elias</a></span></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/jornadas/mesas-redondas-em-conservacao-e-restauracao/relatos-criticos-em-debate-conservacao-e-preservacao-no-brasil/relato-critico-201catuacao-do-conservador-restaurador-o-conservador-de-museu-e-o-conservador-de-atelie201d">Relato Critico</a> </strong><span>por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/veronica-spnela" class="external-link">Verônica Spnela</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-09T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conservacao-e-restauracao">
    <title>Ciclo sobre conservação e restauração de bens culturais começa dia 26</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conservacao-e-restauracao</link>
    <description>No dia 26 de outubro, às 10h, será realizado mesa-redonda "Atuação do Conservador-Restaurador: O Conservador de Museu e o Conservador de Ateliê", primeira de um ciclo sobre a conservação e restauração de bens culturais no Brasil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/restauracao-da-obra-alegoria-as-artes-de-leon-palliere-mnba" alt="Restauração da obra &quot;Alegoria às Artes&quot;, de Léon Pallière - MNBA" class="image-inline" title="Restauração da obra &quot;Alegoria às Artes&quot;, de Léon Pallière - MNBA" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Especialista do Museu Nacional de Belas Artes trabalhando na restauração, em 2015, da obra "Alegoria às Artes", pintada em 1855 por Léon Pallière (1823-1887)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os trabalhos de conservação-restauração de bens culturais são de caráter inter e transdisciplinar, sendo que um dos maiores desafios a serem superados é a dificuldade de comunicação e troca de conhecimento e experiência entre diferentes profissionais e grupos que nela atuam.</p>
<p>Para promover essa interação entre museólogos, conservadores, restauradores, curadores e cientistas da conservação, o IEA inicia no <strong>dia 26 de outubro, às 10h</strong>, um ciclo de mesas-redondas sobre temas relevantes da área.</p>
<p>O tema do encontro inicial é "Atuação do Conservador-Restaurador: O Conservador de Museu e o Conservador de Ateliê". Os debatedores serão: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/teresa-cristina-toledo-de-paula" class="external-link">Teresa Cristina Toledo de Paula</a>, do IEA e do Museu Paulista (MP) da USP; <span>Ana Carolina Delgado Vieira</span>, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP; Karen Barbosa, do Museu de Arte de São Paulo (Masp); e Stephan Schäfer, da Stephan Schäfer Conservação e Restauro. A mediadora será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isis-baldini-elias" class="external-link">Isis Baldini Elias</a>, do IEA.</p>
<p>Segundo os organizadores do ciclo, as dificuldades para a interação entre os profissionais da área deve-se, em parte, ao fato de existirem poucos canais de comunicação com abrangência territorial compatível com o tamanho do país, "o que torna a formação e atualização de conhecimentos pouco acessíveis a diversos profissionais".</p>
<p>"No que se refere à graduação, por exemplo, existem apenas três cursos, nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Esse distanciamento dificulta o contato e a troca de experiências entre profissionais e, sobretudo, entre alunos. Numa época em que <span>as informações são transmitidas a elevadas velocidades, iniciativas oferecendo melhor acessibilidade ao conhecimento e compartilhamento de experiências são necessárias e urgentes."</span></p>
<p><span></span><span>Os interessados em participar da mesa-redonda do dia 26, devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:bbm@usp.br">bbm@usp.br</a> a partir do dia 13 até o dia 18. Os 50 primeiros inscritos receberão mensagem por e-mail no dia 20 com a confirmação de sua inscrição. </span><span>Quem não puder participar presencialmente poderá acompanhar o debate </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet e enviar comentários e perguntas aos integrantes da mesa-redonda.</span></p>
<p>O público-alvo do ciclo são conservadores, restauradores, curadores, museólogos, químicos, físicos, biólogos, engenheiros, cientistas da conservação, produtores e gestores culturais, alunos de graduação e pós-graduação, funcionários de equipes culturais, entre outros profissionais.</p>
<div id="parent-fieldname-text-47b5ec3b11b349caad075261cb73d0ef">
<p>A organização é do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, do IEA, com apoio da <a class="external-link" href="https://www.bbm.usp.br/" target="_blank">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a>, da <a class="external-link" href="http://www3.eca.usp.br/">Escola de Comunicações e Artes (ECA)</a> e do <a class="external-link" href="http://www.mp.usp.br/">Museu Paulista (MP)</a>, os três da USP, e do <a class="external-link" href="https://wp.ufpel.edu.br/crbensmoveis/" target="_blank">Departamento de Museologia, Conservação e Restauro da Universidade Federal de Pelotas</a>.</p>
<p>A Comissão Organizadora é formada por: Carlos Zeron (diretor da BBM-USP); Isis Baldini Elias (IEA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (ex-diretor do IEA e coordenador do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado); Teresa Cristina Toledo de Paula (IEA e MP-USP); e Thiago Puglieri (Universidade Federal de Pelotas). A comissão prevê a realização de mais quatro mesas-redondas, com temas, datas e debatedores a serem confirmados oportunamente.</p>
<hr />
<p><i><strong>Atuação do Conservador-Restaurador: O Conservador de Museu e o Conservador de Ateliê</strong></i><i><strong><br /></strong>26 de outubro - 10h<br />Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito; inscrições (até a lotação da sala) de 13 a 18 de outubro via mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:bbm@usp.br">bbm@usp.br</a> <a class="external-link" href="https://goo.gl/oMq54z" target="_blank"><br /></a>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-e-a-restauracao-1" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/conservacao-e-a-restauracao-1</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Oscar Liberal/Iphan</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-11T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes_I">
    <title>Exposições: Do Figurativismo ao Abstracionismo e Bienais  (por Agnaldo Farias)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes_I</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-beb54c19f27a45c5b70cf0f0b830a9db kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-beb54c19f27a45c5b70cf0f0b830a9db">
<p><strong><span>Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão"</span></strong></p>
<p><strong><span>Exposições 1 - Do Figurativismo ao Abstracionismo e Bienais (curadoria de Leon Deagand, MAM-SP 1949)</span></strong></p>
<span id="docs-internal-guid-462e190e-c448-404b-17e2-734442c9e136">
<p dir="ltr"><span>A  exposição "Do Figurativismo ao Abstracionismo", de 1949, organizada pelo Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, e o surgimento da Bienal Internacional de São Paulo serão os temas de abertura do módulo do ciclo Cultura, Institucionalidade e Gestão. O expositor convidado é o crítico e curador</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/agnaldo-farias"><span> Agnaldo Farias</span></a><span>, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.</span></p>
</span>
<p><span>A programação do ciclo consiste em quatro etapas que pretendem fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições e terá como foco</span></p>
<ol>
<li>as relações entre arte, cultura e política,</li>
<li>o perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo,</li>
<li>a contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e</li>
<li>o papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</li>
</ol>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-beb54c19f27a45c5b70cf0f0b830a9db kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-beb54c19f27a45c5b70cf0f0b830a9db"></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-beb54c19f27a45c5b70cf0f0b830a9db kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text ">Por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes, a programação  pretende assim oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural.</div>
<p><span id="docs-internal-guid-28c79a73-0f2f-6d02-7c98-063517c97a8f"> </span></p>
<p dir="ltr">Esta  atividade dá continuidade ao ciclo com o retrospecto da carreira de Ricardo Ohtake como dirigente cultural na cidade de São Paulo. Ela corresponde a uma trajetória de vida dedicada às artes e à cultura, iniciada no Departamento de Informação e Documentação Artísticas (IDART) da Secretaria Municipal de Cultural no final da década de 1970, quando Ricardo Ohtake liderou o projeto de organização do Centro Cultural São Paulo (CCSP), sendo seu primeiro diretor. De lá para cá, foi Secretário da Cultura do Estado de São Paulo, Secretário do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo e diretor do do Museu da Imagem e do Som e da Cinemateca Brasileira. Atualmente dirige o Instituto Tomie Ohtake.</p>
<p dir="ltr"><strong>Expositor</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/agnaldo-farias" class="external-link">Agnaldo Farias</a></p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake" class="external-link">Ricardo Ohtake</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-07T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/muntadas-no-brasil-50-anos">
    <title>Muntadas no Brasil, 50 anos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/muntadas-no-brasil-50-anos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O consagrado artista espanhol <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a> estará no IEA para uma retrospectiva  sobre os cinquenta anos de carreira no Brasil. A relação do artista com o  nosso país se iniciou em 1974 com a exposição Jovens Artistas  Contemporâneos 8 (JAC8) do Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC-USP).</p>
<p>No total foram mais de 25 exposições entre individuais e coletivas  sendo a última <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/about-academia-mesa-1" class="external-link"><span>About Academia</span> uma interpretação online</a>, realizada em  2021 pelo IEA-USP, Biblioteca Brasiliana-USP e Fórum Permanente.</p>
<p>Além das exposições, Muntadas participou  de mesas redondas, seminários, palestras, simpósios; ministrou cursos e  disciplinas na USP e em outras instituições, assim como integrou e  gerou publicações diversas, seja no universo analógico como no digital.</p>
<p>A  próxima exposição individual de Muntadas no Brasil, acontecerá em São  Paulo, no SESC-Pompéia em 2025.</p>
<p>A  fim de comemorar esse rico intercâmbio artístico-cultural será  realizado esse encontro no formato de roda de conversa em que Muntadas fará uma  exposição desta trajetória para depois ser "entrevistado" pelos  artistas, curadores, galeristas, editores e pesquisadores que  participaram dessa extensa trajetória do artista no Brasil.</p>
<p><b>Conferencista:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antoni-muntadas" class="external-link">Antoni Muntadas</a> (Instituto Universitário de Arquitetura de Veneza)</p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (ECA e IEA-USP)</p>
<p><b>Convidados:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-belluzzo" class="external-link">Ana Maria Belluzzo</a> (FAU-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-maria-da-silva-araujo-tavares" class="external-link">Ana Maria Tavares</a> (ECA-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-sperling" class="external-link">David Sperling </a><span>(IAU/IEA-SC USP)</span>, <a class="external-link" href="https://www.artessário.com.br/diego-matos">Diego Moreira Matos</a><span> (curador)</span>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-fernandes" class="external-link">João Fernandes </a><span>(curador)</span>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-brissac-peixoto" class="external-link">Nelson Brissac </a><span>(PUC-SP)</span>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-alzugaray" class="external-link">Paula Alzugaray </a><span>(</span><span>seLecT_ceLesTe</span><span>)</span>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/regina-silveira" class="external-link">Regina Silveira</a> (artista), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ruy-sardinha-lopes" class="external-link"><span>Ruy Sardinha Lopes</span><span></span></a><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-cesar" class="external-link"> </a><span>(IAU-USP)</span><span> e</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-cesar" class="external-link"> Vitor Cesar</a> (Instituto Tomie Ohtake/Escola da Cidade).</p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p><span>Acompanhe a transmissão do evento em </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-25T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/diagramas-de-alteridade-26-de-setembro-de-2019">
    <title>Diagramas de Alteridade - 26 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/diagramas-de-alteridade-26-de-setembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-01T16:34:23Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/concretismo-razao-e-industrializacao-27-de-setembro-de-2019">
    <title>Concretismo, Razão e Industrialização - 27 de setembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/concretismo-razao-e-industrializacao-27-de-setembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-11">
    <title>Muito além de “Paulistas e Cariocas”: Mário Pedrosa e Pontos Extremos da Modernidade no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-11</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="c19" style="text-align: justify; "><strong>11° encontro da <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></strong></p>
<p class="c19" style="text-align: justify; "> </p>
<p class="c19" style="text-align: left; "><span class="c9 c7">Mário Pedrosa é o paradigma mais complexo de um pensamento radical sobre a arte. Sua trajetória e algumas de suas ideias incluem o modo como viu e reviu as relações entre paulistas e cariocas, concretistas e neoconcretistas, discutiu as grandes divisões ideológicas no mundo, aproximou a arte da ciência, observou o mercado e a ditadura de 64. Tudo isso faz de Pedrosa um autor seminal para compreender um momento especialmente elevado de pensamento crítico no Brasil.</span></p>
<p class="c19" style="text-align: left; "><span class="c9 c7">Homenageado: Mário Pedrosa, aclamado como o maior crítico de arte brasileira de todos os tempos. Tinha uma visão holística que envolvia um olhar rigoroso sobre a história, a psicanálise, a política, o lugar da matemática na abstração geométrica e outras considerações do conhecimento. Suas ideias pontuaram o século XX, desde o modernismo, até mesmo o século XXI, com princípios como “a arte é o exercício experimental da liberdade”, que ganha enorme validade no presente com as manifestações do Poder pela restrição da expressão dos artistas. Ademais, criou parâmetros conceituais para a compreensão do projeto construtivo brasileiro.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-12">
    <title>Brasil, do Neoconcretismo à Tropicália: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Ferreira Gullar e José Celso Martinez</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia-12</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="c19" style="text-align: left; "><strong>12° encontro da <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-arte-e-ciencia" class="external-link">Jornada Relações do Conhecimento entre Arte e Ciência: Gênero, Neocolonialismo e Espaço Sideral</a></strong></p>
<p class="c19" style="text-align: left; "><span class="c9 c7">O processo construtivo brasileiro foi um embate incansável de ideias. Uma copiosa fonte de reflexão teórica que terminou por constituir bases conceituais e estéticas muito diferentes, ou mesmo opostas, entre o concretismo e a arte neoconcreta. O neoconcretismo tem um claro fundamento de produção de conhecimento e presença do sujeito, inclusive pela convocação do outro. Enfrentou a crise dos anos 60 com o esgotamento da geometria canônica, através de propostas participativas e no encaminhamento na direção do tropicalismo.</span></p>
<p class="c19" style="text-align: left; "><span class="c9 c7">Homenageado: Oswald de Andrade. Existem artistas que são faróis da sociedade, porque lúcidos e indomáveis. Oswald de Andrade é um paradigma que se renova sempre, porque não propunha modelos formais, mas modos de pensamento crítico que se renovam a cada geração. Seu espectro de preocupações incluía a medicina, a antropologia, a eletrônica e outros campos da ciência. Por isso, sua antropofagia pode envolver, sem decalques, o Cinema Novo e a Tropicália, como continua estimulando ações artísticas experimentais para muito além do cânon.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-04T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-cenario-cultural-na-cidade-em-tempos-de-cortes-de-recursos-financeiros">
    <title>USP Analisa discute cenário cultural na cidade em tempos de cortes de recursos financeiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-cenario-cultural-na-cidade-em-tempos-de-cortes-de-recursos-financeiros</link>
    <description>USP Analisa discute cenário cultural na cidade em tempos de cortes de recursos financeiros</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_blurbookstackbooksbookshelves590493768x710.jpg/@@images/93033db6-0630-451f-8bd7-e18863c4ab23.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Eleita Capital Brasileira da Cultura em 2010, Ribeirão Preto é conhecida por sua vida cultural intensa desde os tempos dos barões do café. Mas no atual cenário de cortes em investimentos destinados a essa área, quais são as perspectivas para a cultura na cidade? Para debater esse tema, o USP Analisa exibe nesta semana a primeira parte de uma entrevista com o presidente da Fundação Educandário Coronel Quito Junqueira, Marcos Awad, e com o presidente do Cineclube Cauim, Fernando Kaxassa.</p>
<p>Para Kaxassa, o grande diferencial de Ribeirão em relação a outras cidades de mesmo porte é a união da classe artística, que começou com o objetivo de salvar o Theatro Pedro II, após um grande incêndio na década de 80. “Nós criamos uma festa em maio de 1994, a Festa das Artes. Foi uma festa de 24 horas que levou mais de 50 mil pessoas ao Morro de São Bento naquela época. Foi quase uma virada cultural. Aliás, tem ex-secretários da cultura do Estado daquela época que falam que a primeira Virada Cultural foi a Festa das Artes em Ribeirão Preto. Isso juntou muito o pessoal e não foi à toa. Cerca de 90% dos grupos culturais que existem hoje vêm daquela época”, conta.</p>
<p>Awad também destaca o papel da Fundação Educandário na promoção da cultura em Ribeirão, principalmente da literatura, por meio da Biblioteca Sinhá Junqueira, que foi restaurada e entregue à comunidade em fevereiro. “O Estado tem uma série de limitações, então para nós é muito gratificante complementar o papel do Estado oferecendo um equipamento moderno como a Biblioteca. O resultado que a gente tem visto até agora é muito interessante e mostra a carência desse tipo de equipamento na cidade. A maneira como as pessoas estão frequentando, pegando os livros emprestados, usando todos os recursos da biblioteca, mostra a carência que um equipamento desse tinha na nossa cidade. Então vale muito a pena. É um gasto a fundo perdido, mas tem que ser encarado pelo impacto sociocultural que isso causa”.</p>
<p>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (15), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (19), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de <em>streaming</em><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"> iTunes</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA">Spotify</a>. O <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-15T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iniciativa-privada-e-fundamental-para-manter-projetos-culturais">
    <title>Iniciativa privada é fundamental para manter projetos culturais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iniciativa-privada-e-fundamental-para-manter-projetos-culturais</link>
    <description>Para entrevistados do USP Analisa desta semana, crise orçamentária tira do poder público capacidade de fomento à cultura</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cinema2502213_1920.jpg/@@images/c09c9416-a324-4f28-b411-b292fb06abd6.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O apoio da iniciativa privada tem sido fundamental para manter projetos culturais com objetivos educacionais. É o caso do Cineclube Cauim, fundado há 41 anos em Ribeirão Preto. No USP Analisa desta semana, você acompanha a segunda parte da entrevista com o presidente da Fundação Educandário Coronel Quito Junqueira, Marcos Awad, e com o presidente do Cineclube Cauim, Fernando Kaxassa, que destacam a importância do investimento privado e os resultados desses projetos na cidade.</p>
<p>“Outro dia, eu estava dando uma entrevista em uma rádio e entrou um rapaz, que falou: ‘olha, eu estudava no Otoniel Mota [escola estadual de Ribeirão Preto], minha família não tem dinheiro nenhum, meus primos faziam cursinho e eu queria fazer medicina. Obviamente, era um sonho impossível. No Cauim, todo dia tinha um filme. As meninas me davam pipoca, suco, eu ficava lá e assistia os filmes. Estou no quarto ano de medicina em Ribeirão. Meu cursinho foi ver filme comendo pipoca’. Isso é brilhante porque amplia horizontes, você aprende coisa pra caramba”, conta Kaxassa.</p>
<p>O presidente do cineclube explica que, por ser uma organização não-governamental, o projeto não tem lucro e conta com o apoio de empresários da cidade para custear, por exemplo, o transporte dos estudantes até o local. Awad, que também já participou do suporte financeiro ao Cauim, destaca que o poder público, atualmente, não tem condições financeiras de sustentar esse tipo de iniciativa.</p>
<p>“Além da crise pontual que a gente vive hoje, nós temos uma crise de orçamento e isso não vai mudar nos próximos anos. Eu acho que a única alternativa para a revitalização de equipamentos culturais passa, em grande parte pela iniciativa privada, seja via lei de incentivo, seja a partir de projetos como o da Fundação Educandário, a fundo perdido. Mas acho que nós não temos muita alternativas a não ser com o dinheiro da iniciativa privada”, diz ele.</p>
<p>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (22), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (26), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de <em>streaming</em> <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458">iTunes</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA">Spotify</a>. O <a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-04-22T17:00:56Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pixo-e-graffiti">
    <title>Pixo e graffiti: a periferia estampada nos muros da cidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pixo-e-graffiti</link>
    <description>No dia 28 de setembro, o IEA recebeu o segundo evento do ciclo Centralidades Periféricas, intitulado Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias, que tratou da arte urbana criada nas periferias, principalmente o pixo, o graffiti e a HQ.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centralidades-1" alt="Centralidades - 1" class="image-inline" title="Centralidades - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Eliana Sousa Silva abre o debate no IEA-USP</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Em 2017, o canal de TV americano CNN chamou a artista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/panmela-castro">Panmela Castro</a> de “a rainha do graffiti brasileiro”. Anarkia Boladona, como é conhecida nas ruas, nasceu e foi criada na Vila da Penha, região suburbana da capital carioca. Contrariando as estatísticas, ingressou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e se tornou bacharel em pintura. Depois, obteve o título de mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade do Estado Rio de Janeiro (UERJ). Panmela é um ponto fora da curva, um dos raros exemplos em que a academia e a produção artística das periferias se misturam. É a personificação do objetivo <br />da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> <br />em 2018.</p>
<p dir="ltr">Sob a titularidade de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva">Eliana Sousa Silva</a>, a cátedra pretende entender justamente como a universidade pode se aproximar da vida e da arte suburbana, para aprofundar os laços academia-comunidade. Do anseio nasceu o ciclo de eventos <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pixo-e-graffiti#ciclo" class="external-link">Centralidades Periféricas</a>, que  já reuniu escritores e pesquisadores para falar sobre a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia">literatura produzida nos e pelos subúrbios</a>.</p>
<p dir="ltr">No dia 28 de setembro, o IEA recebeu o segundo evento do ciclo, intitulado <i>Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</i>, que tratou da arte urbana criada nas periferias, principalmente o pixo, o graffiti e a HQ. Segundo Eliana, “é importante que a universidade não só conheça, mas se aproprie dessas narrativas diversas”.</p>
<p dir="ltr">Além da titular da cátedra, que mediou o debate, e Panmela Castro, participaram do evento também <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-dsalete">Marcelo D'Salete</a>, professor, ilustrador e autor de quatro livros de histórias em quadrinhos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/michel-onguer">Michel Onguer</a>, artista plástico especializado em graffiti e fundador da <a href="http://ciclosocialarte.wixsite.com/arte">Ciclo Social Arte</a>, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franco">Sérgio Miguel Franco</a>, sociólogo e curador de arte especializado em pixação e graffiti.</p>
<p dir="ltr"><strong>Academia e periferia</strong></p>
<p dir="ltr">Apesar de ter passado por duas grandes universidades durante sua formação, Panmela é crítica ao modelo que considera pouco flexível da academia. “O conhecimento que eu trazia das ruas era valioso para a universidade, mas havia uma exigência de que as referências fossem ‘tradicionais’”, lamentou. Por referências tradicionais, ela se refere a autores como Simone de Beauvoir e Foucault, que guiaram sua experiência acadêmica. Para ela, essa foi uma demonstração clara de que a universidade tem regras seculares, que não podem ser quebradas.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centralidades-5" alt="Centralidades - 5 " class="image-inline" title="Centralidades - 5 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Panmela Castro: "Hoje meu trabalho busca descolonizar o corpo, a arte e, utopicamente, a cidade"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Panmela entende que a solução para o distanciamento passa pela representação. “A melhor maneira de aproximar a periferia e a universidade é fazer com que as pessoas da periferia estejam dentro da universidade, e não só como convidadas, mas escrevendo as teses”, argumentou. Para que isso aconteça, ela defendeu a intensificação de políticas afirmativas, como as cotas: “É esse tipo de política pública que possibilita que as pessoas de periferia estejam nas universidades, como aconteceu comigo”.</p>
<p dir="ltr">“A universidade aborda a arte das periferias de maneira muito rasa”, continuou Michel Onguer. Ele considera que o discurso usado pela academia é restritivo e não atinge os membros da periferia: “As referências [bibliográficas], por exemplo, eu acho incríveis, mas sei que quem está fora da universidade não entende nada”. Ele acredita que, para se aproximar dos projetos artísticos da periferia, a universidade precisa “ir a campo”. “Se você procurar no Google, só vai encontrar os maiores projetos, mas se for até o último bairro da cidade vai encontrar coisas muito mais interessantes e que precisam de ajuda para existir”, pontuou.</p>
<p dir="ltr">Marcelo D’Salete lembrou que trazer a periferia para a universidade é importante, mas não esgota o problema. “É fundamental também que discussões como esta sejam levadas até as periferias”, defendeu. Ele acredita que é necessário ocupar esses ambientes, como já é tradicional nos saraus da periferia. “Precisamos, ainda, ter espaços dentro dos cursos universitários para que esse tipo de discussão entre, espaços que de fato promovam diálogos sobre diferenças e diversidade”, argumentou.</p>
<p dir="ltr">A aproximação, para ele, deve ser feita sob a forma de pesquisas, cursos, cadeiras e disciplinas que enfoquem a produção artística dos subúrbios. Ele entende ser preciso mudar o perfil do público discente e docente nas universidades, através de políticas públicas de inclusão: “A política de ações afirmativas que temos hoje na USP é um avanço, mas ainda modifica pouco sua configuração”.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centralidades-2" alt="Centralidades - 2 " class="image-inline" title="Centralidades - 2 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Michel Onguer: "Começamos a pintar o nosso bairro, de uma maneira organizada, com o intuito de criar um ponto de conexão para as artes"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Empreendedorismo social pela arte</strong></p>
<p dir="ltr">15 anos de idade, estudando em uma escola pública, cercado de pixadores. Foi assim que Michel Onguer teve seu primeiro contato com a arte urbana que depois tornou-se seu grande projeto de vida. Apesar da proximidade com diversas gangues de pixadores, Onguer não pixava. Ele gostava de desenhar e desde o início se dedicou ao graffiti. Em São Paulo, nas décadas de 1980 e 1990, os grupos não se misturavam: “Ou você era grafiteiro ou pixador”, contou. Oriundo do Jardim Ângela, na Zona Sul da capital paulista, foi criticado pelos conterrâneos pela escolha.</p>
<p dir="ltr">Provocado por um amigo, começou a consumir livros de arte e frequentar museus, um ambiente que se opõe diametralmente ao universo da arte urbana no qual se descobriu. Atualmente ele trabalha neste mercado de Fine Arts que, segundo ele, permitiu que enxergasse a arte de maneira mais ampla. Era marcante para ele, no entanto, o fato de os graffitis se concentrarem nas regiões mais centrais da cidade, como a Vila Madalena e a Avenida Paulista. Para contrapor essa lógica e permitir que a arte voltasse aos bairros da periferia — e lá ficasse —, Onguer criou com alguns amigos a organização cultural Ciclo Social Arte.</p>
<p dir="ltr">Segundo ele, o objetivo da iniciativa é empoderar e informar os moradores dos bairros sobre a arte. “Começamos a pintar o nosso bairro, de uma maneira organizada, com o intuito de criar um ponto de conexão para as artes, ou seja, ir além do graffiti”, explicou. O muro não é uma exclusividade dos grafiteiros, outras formas de expressão artística são aceitas e incentivadas. A comunicação com outros bairros também é uma característica do projeto: “Damos preferência para os artistas locais, mas também convidamos os de outros bairros para pintar”.</p>
<p dir="ltr">Depois do início das atividades do grupo, algumas escolas procuraram a Ciclo Social Arte para fazer pinturas em seus muros. Para Onguer, este tipo de graffiti — já tradicional — era comercial demais, deslocado dos interesses da organização. A solução encontrada foi sugerir pinturas autorais para as escolas, juntando os anseios das duas partes. A experiência funcionou e a Ciclo Social Arte continua até hoje pintando os muros dessas instituições.</p>
<p dir="ltr">A atuação da organização mudou a aparência do bairro, mas, para Onguer, a real transformação pretendida acontece nas pessoas. “Nós queremos que elas convivam com a arte não só para conhecer o graffiti, mas também como incentivo para que frequentem museus e consigam ‘ler’ a arte contemporânea”, contou.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centralidades-3" alt="Centralidades - 3" class="image-inline" title="Centralidades - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sérgio Miguel Franco: "Políticas públicas culturais que atendam a grupos periféricos são imprescindíveis"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Pixadores e protagonismo urbano</strong></p>
<p dir="ltr">O ensaísta Walter Benjamin usava o personagem <i>flâneur</i> — “errante”, em tradução livre — para compreender a sociedade urbana de Paris no século 19. Para Sérgio Miguel Franco, que se coloca no meio do caminho entre o urbanismo e a sociologia, há um paralelo possível para o objeto de estudo de Benjamin. “Existe hoje um personagem tão ou mais protagonista do que o <i>flâneur</i> foi no século 19: o pixador”, argumentou. “Foi com esse personagem, que caracteriza uma existência na periferia, que construí minha inserção no meio da arte contemporânea.”</p>
<p dir="ltr">Em 2012, Franco acompanhou um grupo de pixadores paulistanos convidados a participar da 7ª Bienal de Berlin, da qual participava como curador de pixação. A viagem e a rotina dos pixadores foi registrada no filme “Pixadores”, de 2015. Segundo o sociólogo, o longa já foi exibido em mais de 50 países. Mas quando Franco ofereceu o filme aos organizadores da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, recebeu como resposta que “não interessava à mostra falar sobre pixação”.</p>
<p dir="ltr">Marcelo D’Salete acredita que o atual momento social do Brasil torna obrigatório conhecer mais a fundo as expressões artísticas da periferia. “Muitas vezes, manifestações de jovens suburbanos, geralmente negros e pobres, podem resultar em graves casos de punições e repressões”, argumentou. Para ele, é preciso entender a arte como forma de existência e resistência dos grupos periféricos.</p>
<p dir="ltr">A história do professor com a arte urbana começou na Escola Técnica Carlos de Campos, no bairro do Brás, em São Paulo. Lá, D’Salete participou de um grupo de grafiteiros que, segundo ele, “flertava e convivia com a pixação”. Para ele, ambas as expressões artísticas se aproximam do conceito de “performance”, geralmente usado nas artes plásticas. “O graffiti e a pixação exigem percorrer a cidade, conhecer seu espaço, vê-la como um suporte e intervir sobre ela com muita energia”. explicou.</p>
<p dir="ltr">Ele acredita que “Pixo”, filme dirigido por João Wainer e lançado em 2010, é um atalho para conhecer as intervenções deste grupo de jovens na cidade. “Existe neles um componente de ocupar o espaço, mas existe também um componente de transgressão”, afirmou. “Não podemos esquecer que vivemos em uma cidade cuja arquitetura, em grande parte, se presta à exclusão, a deixar o outro fora”. Para ele, os altos muros de casas abastadas, que impedem os jovens periféricos enxergar o horizonte, são um convite para deixarem suas marcas e se verem representados em um espaço que não os considera.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centralidades-4" alt="Centralidades - 4" class="image-inline" title="Centralidades - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marcelo D'Salete: "Vivemos em uma cidade cuja arquitetura, em grande parte, se presta à exclusão, a deixar o outro fora"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">D’Salete lembrou ainda que a independência financeira de grupos como o criado por Michel Onguer é importante para que a arte criada na periferia continue sendo propagada. “Mas também é relevante que existam programas governamentais que apoiem esse tipo de iniciativa”, defendeu. Sérgio Miguel Franco completou ressaltando que os pixadores paulistanos só puderam ir à Bienal de Berlin porque receberam verba de um edital do Ministério da Cultura. “Políticas públicas culturais que atendam a grupos periféricos são imprescindíveis”, concluiu.</p>
<p dir="ltr"><strong>Arte urbana e gênero</strong></p>
<p dir="ltr">Apesar de ser reconhecida hoje por seus graffitis, durante mais de uma década Panmela se dedicou ao pixo. Por ser um ambiente frequentado majoritariamente por homens, ela revelou que sentia a necessidade de se masculinizar para pertencer ao grupo. “Eu precisava andar e falar como os homens, porque eles não aceitavam uma ‘mulherzinha’ ali no meio deles”, explicou. Escondendo sua feminilidade, foi aceita, mas não completamente: “Por mais que eu me masculinizasse, o fato de ter um corpo feminino me impedia de atingir o poder que os meninos tinham e eu tanto almejava”.</p>
<p dir="ltr">Quando deixou a pixação e entrou no universo do graffiti, entretanto, Panmela sentiu justamente o contrário. “Ali eu tinha que estar muito quietinha, ser bem menininha, para não fugir do padrão esperado pelos grafiteiros”, revelou. Ela levantou questionamentos também sobre o quão representativos das periferias são os graffitis atuais. “O graffiti, que é visto por muitos no Brasil como uma expressão artística da periferia, na verdade foi importado de Nova York, juntamente com seus personagens característicos e tipografia”, criticou.</p>
<p dir="ltr">Por outro lado, muitos rebatem o argumento dizendo que os artistas brasileiros exploram, no graffiti, suas vivências e experiências pessoais no subúrbio. “Me pergunto se não é só uma representação estereotipada para garantir a sobrevivência do artista, já que é muito difícil viver de arte no Brasil”, refletiu. “Minha preocupação é encontrar uma arte que realmente nos represente e não seja só uma apropriação do que vem de fora.”</p>
<p dir="ltr">A postura questionadora de Panmela, que não se cala quando vê um graffiti que reproduz a lógica “importada” que ela tanto critica, gerou inimizades no meio e questionamentos sobre sua arte. “Quando uso elementos mais provocadores, como as flores-vaginas, minha página do Facebook é derrubada, sou processada, o que não acontecia quando eu pintava somente bonequinhas cor-de-rosa”, ironizou. Hoje, Panmela afirma que seu trabalho pretende “descolonizar o corpo, descolonizar a arte e, utopicamente, descolonizar a cidade”.</p>
<p>Essa produção passou a disputar a formulação de conceitos e consensos com a universidade, na opinião de Ivana. "A cultura periférica fez as discussões mais interessantes no país nos últimos 10, 20 anos."</p>
<p><a name="ciclo"></a></p>
<table class="listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>CICLO CENTRALIDADES PERIFÉRICAS</strong></p>
<p>1º Encontro<br /><strong>Reflexões sobre Literatura Periférica e Universidade</strong><br />14 de junho de 2018</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Literatura produzida nas periferias brasileiras é tema de seminário da Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia" class="external-link">Literatura periférica: a vida contada sem intermediários</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-reflexoes-sobre-literatura-periferica-e-universidade-18-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p>Poemas</p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/os-miseraveis-sergio-vaz/" class="external-link">Os Miseráveis</a>", de Sergio Vaz</li>
</ul>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/alvaro-de-campos-foi-a-cooperifa-marcio-vidal/" class="external-link">Álvaro de Campos foi à Cooperifa</a>", de Marcio Vidal</li>
</ul>
<hr />
<p><br />2º Encontro<br /><strong>Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</strong><br />28 de setembro de 2018</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias" class="external-link">Arte urbana produzida pelas periferias brasileiras é tema de encontro na Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pixo-e-graffiti-a-periferia-estampada-nos-muros-da-cidade" class="external-link">Pixo e graffiti: a periferia estampada nos muros da cidade</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/centralidades-perifericas-marcas-na-pele-da-cidade-narrativas-visuais-das-periferias" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-marcas-na-pele-da-cidade-narrativas-visuais-das-periferias-28-de-setembro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />3º Encontro<br /><strong>A Cena Teatral que Ecoa das Periferias</strong><br />28 de outubro de 2018</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-cena-teatral-das-periferias-brasileiras" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal promove encontro sobre a cena teatral das periferias brasileiras</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/o-presente-turbulento-e-o-futuro-incerto-do-teatro-produzido-pelas-periferias" class="external-link">Teatro na periferia enfrenta dificuldade de financiamento e relação frágil com a universidade</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/centralidades-perifericas-a-cena-teatral-que-ecoa-das-periferias" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-a-cena-teatral-que-ecoa-das-periferias-22-de-outubro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />4º Encontro<br /><strong>Quando as Periferias Constroem sua Própria Imagem</strong><br />27 de novembro de 2018</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/cinema-e-fotografia-na-periferia" class="external-link">Cineasta e fotógrafos debatem como as periferias constroem a própria imagem</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/centralidades-perifericas-quando-as-periferias-constroem-sua-propria-imagem" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-quando-as-periferias-constroem-sua-propria-imagem-27-de-novembro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia outras notícias sobre as atividades da Cátedra Olavo Setubal</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet"><br />Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
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      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-04T20:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/global-exploration-into-cultures-and-innovation-models-02-de-marco-de-2018">
    <title>Global Exploration into Cultures and Innovation Models - 02 de março de 2018</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
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    <title>Arte, Cultura e Ciência e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável I e II - As Urgências do Futuro e Para qual Futuro? - 8 e 9 de agosto de 2019</title>
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