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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-experiencia-dos-eua-sobre-patentes-nas-universidades">
    <title>As experiências dos EUA sobre patentes nas universidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-experiencia-dos-eua-sobre-patentes-nas-universidades</link>
    <description>No dia 12 de abril, o advogado de patentes norte-americano Daniel Ravicher fará no IEA a conferência "Universidade e Patentes: Lições dos EUA para o resto do Mundo". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A ênfase no patenteamento de descobertas impede o desenvolvimento de práticas colaborativas na ciência? O não patenteamento é uma brecha que permite a ação de "free riders" (pessoas que não investem em pesquisa, mas conseguem patenteá-las)? O desenvolvimento de conhecimento de valor industrial deve ser central para a universidade ou ela deveria priorizar a pesquisa básica? As patentes são um bom indicador da ligação das universidades com os mercados? Essa ligação é positiva ou apresenta aspectos negativos?</p>
<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/danielravicher.jpg/image" alt="danielravicher.jpg" title="danielravicher.jpg" height="277" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Daniel Ravicher</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Esses são alguns dos dilemas presentes nos debates sobre patenteamento de inovações desenvolvidas nas universidades. No dia 12 de abril, às 14h30, acontece no IEA um evento onde essa questões poderão ser mais bem esclarecidas. Na ocasião, o advogado de patentes norte-americano Daniel Ravicher, diretor executivo da Public Patents Foundation, fará a conferência "Universidade e Patentes: Lições dos EUA para o resto do Mundo", evento organizado pelo Grupo de Informação e Comunicação (Edic) e o Grupo de Pesquisa em Políticas para o Acesso a Informação (G-Popai) da Escola de Artes e Ciências Humanas (EACH) da USP Leste.</p>
<p style="text-align: justify; ">Oswaldo Massambani (coordenador geral da Agência USP de Inovação) e Imre Simon (coordenador do Edic). A coordenação do encontro será de Pablo Ortellano (coordenador do G-Popai). O evento será em inglês, com transmissão pela web (o público poderá enviar questões aos participantes pelo e-mail (<a href="mailto:iea@usp.br">iea@usp.br</a>).</p>
<p style="text-align: justify; ">Inicialmente, Ravicher abordará a experiência norte-americana na área, tratando de temas como o Bayh-Dole Act e a forma como se dá a transferência tecnológica a partir das universidades. Em seguida, discutirá os impactos que várias políticas sobre patentes tem tido nas universidades dos EUA e como essa experiência permite a elaboração de recomendações a outros países, para que adotem políticas similares.</p>
<p style="text-align: justify; ">O Bayh-Dole Act, lei que entrou em vigor nos EUA em 1980, garante às universidades e institutos de pesquisa a titularidade de patentes de inventos resultantes de pesquisas financiadas por verbas públicas, facultando a essas instituições a transferência de tecnologia às empresas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Ravicher é professor da Benjamin N. Cardozo School of Law, uma das principais instituições norte-americanas na área de direito de propriedade intelectual. É também fundador e diretor executivo da Public Patent Foundation, instituição que defende o interesse público contra patentes abusivas (que diminuem excessiva ou desnecessariamente a competição econômica, previnem o avanço científico ou encarecem bens). Ravicher é autor de diversos artigos e já fez inúmeras conferências sobre a legislação sobre patentes. Além disso, tem participado de iniciativas no Congresso dos EUA voltadas à uma revisão na legislação sobre patentes.</p>
<table class="grid listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><i><strong>TEXTOS DE REFERÊNCIA</strong></i></p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i><a href="http://www.pubpat.org/assets/files/Advocacy/Ravicher%20House%202007%20Written%20Statement.pdf"><span style="text-decoration: underline;">Depoimento</span></a> sobre a legislação de patentes feito por Daniel Ravicher no dia 15 de fevereiro de 2007 no Congresso dos EUA.</p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i><a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/305/5687/1110?ijkey=IJEyaBYYPM9zI&amp;keytype=ref&amp;siteid=sci"><span style="text-decoration: underline;">Commons-Based Strategies and the Problems of Patents</span></a><i>, </i>artigo de Yochai Benkler (Universidade Yale) publicado na edição da revista "Science" de 20 de agosto de 2004.</p>
<p style="text-align: justify; "><i>• </i><a href="http://www.bollier.org/pdf/GeorgetownUremarksNov2004.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Defending the Scholarly Commons</span></a>, exposição feita por David Bollier (Public Knowledge) em novembro de 2004 no Research, Funding and the Public Good: A Scholarly Communications Event, realizado pela Universidade Georgetown, EUA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.ip.qut.edu.au/">IP:KCE/Universidade de Tecnologia de Queensland</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-04-02T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-cenarios-para-o-brasil-do-futuro">
    <title>Cenários para o Brasil do futuro </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-cenarios-para-o-brasil-do-futuro</link>
    <description>Dossiê "Brasil: O País no Futuro - 2022", da edição 56 da "Estudos Avançados", traz diagnósticos em áreas essenciais para o desenvolvimento do país nos próximos anos. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa56b.jpg" alt="capa56b.jpg" class="image-right" title="capa56b.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Um país capaz de estabilizar o regime democrático, ampliar a fiscalização popular das decisões políticas, voltar a crescer a taxas históricas (pré-anos 1980), enfrentar com sucesso as disparidades regionais e de renda, investir na educação e no desenvolvimento tecnológico, tornar suas cidades mais organizadas e seguras e de exercer influência mundial, sobretudo na América Latina, sempre lidando de forma eficaz e criativa com os desafios ambientais e os efeitos políticos e econômicos da globalização. Esse é o cenário desejado para o Brasil nos próximos 16 anos. Mas como identificar os pontos críticos que dificultam o caminho para que esse cenário se concretize?</p>
<p style="text-align: justify; ">Com esse fim, o IEA criou em 2005 o projeto "Brasil: O País no Futuro — 2022". A primeira atividade da iniciativa foi um ciclo de seminários em agosto e setembro para a produção de diagnósticos em áreas essenciais ao desenvolvimento do País.</p>
<p style="text-align: justify; ">As exposições do ciclo foram editadas e agora estarão disponíveis em dossiê do nº 56 da revista <strong>Estudos Avançados</strong>. O dossiê conta também com apresentação escrita por Alexandre Polesi, secretário executivo do projeto, e artigo sobre a metodologia Delphi empregada no tratamento de dados obtidos em consultas a especialistas, produzido por James Wright, coordenador metodológico do projeto, com assistência de Renata Spers.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os seminários de 2005 e os respectivos textos do dossiê são:</p>
<p><strong>Instituições Políticas</strong><span style="text-align: justify; "> — expositor: Bolívar Lamounier; debatedores: Gildo Marçal Brandão, Rogério Arantes, Brasílio Sallum Jr. e Antônio Octávio Cintra;</span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Texto</strong> — "O Futuro da Democracia: Cenários Político-Institucionais até 2022" — Amaury de Souza e Bolívar Lamounier;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Relações Internacionais e Território</strong> — expositor: Sebastião Velasco e Cruz; debatedores: Ricardo Sennes, Oliveiros Ferreira, Antônio Carlos Robert de Moraes, Nina Ranieri e Sérgio Fausto;<br /><strong>Texto</strong> — "O Brasil no Mundo: Conjecturas e Cenários" — Sebastião Velasco e Cruz e Ricardo Sennes;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Segurança Pública e Desenvolvimento Urbano</strong> — expositor: Luiz Eduardo Soares; debatedores: Regina Meyer, Eduardo Marques e Bruno Paes Manso;<br /><strong>Texto</strong> — "Segurança Pública: Presente e Futuro" — Luiz Eduardo Soares;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Economia e Seguridade</strong> — expositor: Guilherme Dias; debatedores: Hélio Zylberstajn, Leda Paulani e Paulo Furquim de Azevedo;<br /><strong>Texto</strong> — "Brasil: O Futuro da Economia" — Guilherme Leite da Silva Dias;</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Conhecimento</strong> — expositor: João Steiner; debatedores: Simon Schwartzman, Angela Uller e Naércio Aquino Menezes Filho;<br /><strong>Texto</strong> — "Gargalos para o Brasil no Futuro" — João Steiner</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Meio Ambiente</strong> — expositor: Eneas Salati; debatedores: Pedro Leite da Silva Dias e Jacques Marcovitch;<br /><strong>Texto</strong> — "Temas Ambientais Relevantes" — Eneas Salati, Ângelo Augusto dos Santos e Israel Klabin<i>.</i></p>
<p style="text-align: justify; ">A próxima fase do projeto, em 2006, compreenderá a realização de uma segunda pesquisa Delphi, que permitirá a atualização dos cenários desenhados no final de 2004 —durante a participação do grupo de pesquisa do IEA no projeto Brasil 3 Tempos, do governo federal — e a preparação de uma base de dados de um programa sistemático e permanente de prospecção de cenários. O projeto "Brasil: O País no Futuro — 2022" tem coordenação geral de Geraldo Forbes, pesquisador visitante do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ÁGUAS DO SÃO FRANCISCO</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Outro destaque do nº 56 é a discussão sobre o projeto de transposição das águas do rio São Francisco. Participam Dom Luiz Cappio, bisco de Barra (BA), que em 2005 fez uma greve de fome de 12 dias contra o projeto, e o governador do Ceará, Lúcio Alcântara, defensor da proposta.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cappioalcantara.jpg/image" alt="cappioalcantara.jpg" title="cappioalcantara.jpg" height="175" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">Dom Luiz Cappio e Lúcio Alcântara</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Em entrevista concedida a Marco Antônio Coelho, editor executivo da revista, e Paulo Nogueira Batista Jr., professor da FGV-SP, Dom Cappio fala de sua formação intelectual e religiosa, seu envolvimento com os problemas enfrentados pela população que vive às margens do São Francisco e do porquê de sua decisão de fazer a greve de fome, de como ela se desenrolou e da abertura do diálogo com o governo federal. <i>(Assista ao vídeo com uma seleção dos principais trechos da <a href="http://wms.emm.usp.br:7070/iea/iea060115a.wmv">entrevista</a>.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">Dom Cappio considera o rio São Francisco "a mãe e o pai de todo o povo, de onde tiram o peixe para comer, a água para beber e molhar suas plantações — principalmente em suas ilhas e áreas de vazantes. Mesmo não sendo o maior rio brasileiro em volume d'água, talvez seja o mais importante do País, porque é a condição de vida da população. Sempre dizemos: rio São Francisco vivo, povo vivo; rio São Francisco doente e morto, população doente e morta".</p>
<p style="text-align: justify; ">Para ele, esse componente ecológico se reflete numa intenção social e antropológica: "Um rio com toda sua riqueza passa a ser importante na vida de um povo e na sua maneira de se organizar".</p>
<p style="text-align: justify; ">Por sua vez, o governador do Ceará critica em seu artigo os opositores ao projeto de transposição que alegam riscos de males ecológicos e econômicos ao País. Alcântara diz que esses opositores desconsideram que já estão em andamento ações de controle da erosão na bacia do rio; monitoramente da qualidade da água; reflorestamento das nascentes, margens e áreas degradadas na bacia; e estudos para a conformação do leito navegável.</p>
<p style="text-align: justify; ">"Hoje sabemos que é possível erguer obras estruturantes fundamentais de forma planejada, responsável e conseqüente, evitando desperdícios de verba pública, estorvos para a população e danos ao meio ambiente."</p>
<p style="text-align: justify; ">Alcântara afirma que, com a transposição, "alguns açudes estratégicos poderiam multiplicar a sua vazão regularizada, sendo que apenas nos anos críticos de estiagem a transposição ocorreria nos limites máximos". Além disso, avalia que a execução do projeto permitiria a expansão da irrigação no Vale do São Francisco em 800 mil hectares nos próximos anos, o que significaria "maior produtividades agrícola, incentivo à fruticultura, criação de novos empregos e geração de renda para milhares de famílias, especialmente na região do semi-árido, a mais penalizada pelas estiagens e pelo descaso público".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>OUTRAS SEÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Estudos Avançados</strong> nº 56 tem também as seções "Políticas Públicas: Nova Abordagem", "Universidade", "Cultura e Sociedade", "Resenhas" (inaugurada nesta edição) e uma homenagem a Gilda de Mello e Souza, morta em dezembro de 2005.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Mauro Bellesa/IEA-USP e Governo do Ceará</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2006-04-03T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-no-brasil-e-no-mundo-sao-tema-da-estudos-avancados">
    <title>'Estudos Avançados' trata de IEAs no Brasil e no mundo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-no-brasil-e-no-mundo-sao-tema-da-estudos-avancados</link>
    <description>Em comemoração aos 25 anos do IEA da USP, o número 73 da revista dedica um dossiê ao contexto de criação de institutos de estudos avançados vinculados a universidades.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/caparev73.jpg" alt="caparev73.jpg" class="image-left" title="caparev73.jpg" />O dossiê "IEAs: Ciência e Sociedade" da edição nº 73 da revista "Estudos Avançados", lançada no dia 12 de dezembro, integra a programação das comemorações dos 25 anos do IEA. A proposta foi traçar um painel das ideias que nortearam a criação dos institutos de estudos avançados desde a fundação do pioneiro instituto de Princeton, nos EUA, até o surgimento de instituições mais recentes no Brasil e no exterior. A edição digital já está disponível na Scientific Electronic Library Online (<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a>)</p>
<p style="text-align: justify; ">Estão representados no dossiê, por artigos de seus diretores, os IEAs de: UnB, UFRGS, Unicamp, Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), Budapeste (Hungria), Lyon (França) e Universidade Fudan (China). A seção dedicada ao IEA da USP contém artigos do diretor atual, ex-diretores, coordenadores dos Polos de Ribeirão Preto e São Carlos e do editor de "Estudos Avançados".</p>
<p style="text-align: justify; ">A criação de IEAs em diversas universidades do mundo, inclusive no Brasil, desde os anos 80, demonstra que a comunidade acadêmica internacional vê nesse tipo de instituição um componente fundamental para o desenvolvimento das universidades. Artigo de pesquisadores do IEA da Universidade de Freiburg (Alemanha) sobre os 32 IEAs participantes de encontro realizado em outubro de 2010 indica algumas características comuns, como a plena liberdade de pesquisa, e a variedade de estrutura, ênfases e enfoques. O dossiê de "Estudos Avançados" busca retratar essa vitalidade e o compromisso dos institutos com a excelência científica e a melhoria das sociedades em que estão inseridos.</p>
<table class="vertical listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: justify; "><i>"Estudos Avançados" nº 73, 256 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições por R$ 80,00). Informações sobre como adquirir exemplares ou assinar a publicação podem ser obtidas com Edilma Martins (</i><i><a href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a></i><i>), tel. (11) 3091-1675. A edição digital está na </i><i><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a></i><i>.</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Forum IEAs</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-12-03T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda">
    <title>Uma academia de vanguarda</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda</link>
    <description>Em encontro realizado no dia 15 de fevereiro, o IEA e o instituto de estudos avançados da Universidade de Nagoya refinaram o projeto piloto da Academia Intercontinental. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG/@@images/29516a92-7a74-4ac4-86e9-b7610e59ea20.jpeg" alt="Dapeng Cai" title="Dapeng Cai" height="238" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Dapeng Cai e Susumu Saito foram os expositores do encontro que discutiu a criação da 'Academia Intercontinental'</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">"A  Academia Intercontinental  funcionará como um laboratório de como a  universidade poderá trabalhar no  futuro de maneira colaborativa.  Trata-se de um projeto em pequena escala, mas  com potencial para  resultar num novo formato para a educação superior".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa  é a expectativa de Martin Grossmann,  diretor do IEA, em relação à  Academia Intercontinental dos University-Based  Institutes for Advanced  Study (<a href="http://www.ubias.net/">Ubias</a>), rede que integra 33 institutos de  estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify; ">O projeto piloto da Academia, que está sob  a responsabilidade do IEA e do <a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a> (IAR, na sigla em  inglês) da Universidade de Nagoya, no Japão, foi  apresentado pela primeira vez  a um público amplo no encontro <i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i>,  que  aconteceu no dia 15 de fevereiro, no IEA. Os expositores foram o  químico Susumu  Saito e o economista Dapeng Cai, ambos pesquisadores em  tempo integral do IAR.</p>
<p style="text-align: justify; ">O   evento foi dividido em duas partes. Na primeira, Saito falou  sobre as  boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de   alto nível e impacto mundial (<i>ver box</i>).  Na segunda, Cai fez  uma exposição sobre o conceito e o funcionamento da  Academia, que foram  definidos na manhã do mesmo dia, em reunião fechada com os dois   pesquisadores, a direção do IEA, integrantes de grupos de pesquisa e  curadoria  do IEA, bem como representantes da Vice-Reitoria Executiva de  Relações  Internacionais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O conceito da Academia</strong><br /> A proposta de criar a Academia Intercontinental surgiu no  encontro do  Comitê de Coordenação dos Ubias, realizado em março de 2012  no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Instituto de  Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a>,  em Nova Delhi, Índia. Na ocasião, o IEA  e o IAR foram convidados para  serem os responsáveis pelo projeto-piloto dessa  iniciativa, que  funcionará como uma <i>joint  venture</i>, como definiu Cai.</p>
<p style="text-align: justify; ">De  acordo com o economista, o conceito da Academia se resume na  expressão  "2+2+2+2": dois Ubias de dois continentes diferentes vão se  unir para a  organização de uma pesquisa conjunta a ser desenvolvida ao longo de   dois anos, período em que serão realizados dois workshops.</p>
<p style="text-align: justify; ">A  ideia  é promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e  culturas.  Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de  várias universidades  do mundo e de diferentes áreas do conhecimento  para se dedicarem a um estudo  colaborativo de caráter interdisciplinar,  sob a orientação de três cientistas  seniores – ganhadores do Prêmio  Nobel ou de distinção semelhante, que  coordenarão as atividades.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse   grupo manterá contato durante o biênio do projeto e se  reunirá em  dois workshops de um mês cada - um em São Paulo, previsto para março  de  2014, e outro em Nagoya, previsto para março de 2015. Nesses encontros  de imersão,  os pesquisadores terão oportunidade de trocar experiências,  participar de atividades  interculturais e programas sociais e de  discutir o tema de pesquisa por meio de  conferências, leituras,  seminários e debates.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo  Cai, esse tipo de iniciativa é tão  importante porque "as pesquisas  desenvolvidas nas universidades são  focadas e especializadas demais, de  modo que os pesquisadores não compartilham  linguagens, não se  relacionam com outros campos e esquecem como se comunicar  uns com os  outros".</p>
<p style="text-align: justify; ">O   economista destacou que a Academia Intercontinental orienta-se por  três  objetivos: estimular a pesquisa conjunta entre os institutos  membros dos Ubias;  promover a formação de redes de cooperação entre  líderes científicos da próxima  geração; e explorar novas formas de  prática acadêmica coletiva e novos formatos  de formação, colaboração e  disseminação científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">Grossmann  observou que o termo academia pode ter uma conotação  pejorativa, uma  vez que é usado para fazer referência ao conjunto dos grandes  nomes da  ciência, reconhecidos pela qualidade do conhecimento que geraram, mas   sem um compromisso em transformar o pensamento corrente. "Entretanto, no   sentido que estamos utilizando na Academia Intercontinental, o termo  refere-se  a um ambiente de vanguarda, um espaço experimental, de  riscos, de debates, que  possibilita encontros inusitados", ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Processo de seleção</strong><br /> Um trio de  pesquisadores internacionais seniores escolhido  pelos associados dos UBIAS será responsável por conduzir a seleção  do  grupo de 15 jovens cientistas. Cada membro dos Ubias poderá indicar até 3  candidatos,  jovens pesquisadores com nível de pós-doutor a professor  assistente. De acordo com Cai, a ideia é reunir as  melhores jovens  cabeças de todo o mundo e de diversas disciplinas para pensar  soluções  para desafios globais.</p>
<p style="text-align: justify; ">Também  ficará a cargo dos seniores propor o  programa de pesquisa da Academia.  O IEA e o IAR sugeriram como tema os diversos  sentidos e significados  do "tempo", abrangendo o ponto de vista físico,  social, literário,  histórico, artístico, biológico, entre outros. E, como  sub-tema,  propuseram os ciclos circadianos, objeto de estudo de Takao Kondo, atual   diretor do IAR. Tais ciclos referem-se aos ritmos biológicos diários  dos seres  vivos, que oscilam conforme a variação do dia e da noite.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O papel  dos anfitriões</strong><br /> Aos institutos anfitriões cabe funcionar como um   secretariado, assessorando no processo de seleção; proporcionar a  estrutura  necessária para as atividades acadêmicas; organizar programas  interculturais e  sociais para interação dos integrantes da Academia;  arcar com os custos dos  seniores; e ajudar a encontrar acomodações para  os jovens cientistas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em  troca, o IEA e o IAR terão o benefício de colocar  a comunidade  universitária em contato com esse seleto grupo de pesquisadores e  de  direcionar a escolha do trio de sêniores, dos jovens cientistas e do   programa de pesquisa conforme as necessidades da região e da  universidade que  os acolhem.</p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><strong>A EXPERIÊNCIA DO IAR</strong></p>
<p>A  estrutura dirigente do IAR é constituída pelo diretor, três  vice-diretores,  dois pesquisadores em tempo integral (os dois que  participaram do evento) e um  Comitê Diretivo com quatro membros.</p>
<p>O  núcleo acadêmico do instituto conta com 11 cientistas proeminentes,  sendo quatro  deles ganhadores do Prêmio Nobel: o diretor fundador do  Instituto Ryoji Noyori  (Química, 2001), Toshihide Maskawa (Física,  2008), Osamu Shinomura (Química,  2008) e Makoto Kobayashi (Física,  2008).</p>
<p>De  acordo com Saito, uma das diretrizes orientadoras do Instituto é   promover a troca entre gerações, aproximando os pesquisadores mais  experientes,  como os do núcleo acadêmico, de pesquisadores nos  primeiros estágios da  carreira. Entre as missões do Instituto, está a  de garantir a independência de  jovens cientistas e, assim, fomentar a  formação de novos quadros para a  Universidade.</p>
<p>O  químico ressaltou, ainda, que o IAR busca proporcionar um ambiente de   pesquisa produtivo, organizando palestras, seminários e encontros  informais nos  quais pesquisadores de diferentes áreas podem dialogar e  discutir temas de  interesse comum.</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span><br class="_mce_marker" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao">
    <title>Novos passos rumo à internacionalização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novos-passos-rumo-a-internacionalizacao</link>
    <description>O diretor do IEA, Martin Grossmann, participou de encontro dos diretores dos Ubias, realizado na Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/modelando-o-futuro-navegando-num-mundo-em-transformacao-de-4-a-6-de-marco-de-2013-no-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-hebraica-de-jerusalem-em-israel/Eliezer%20Rabinovici.jpg/@@images/6de63958-35d7-4596-8efc-c05bd6af8de4.jpeg" alt="Eliezer Rabinovici" title="Eliezer Rabinovici" height="295" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Eliezer Rabinovici, ex-diretor do IEA da Universidade  Hebraica de Jerusalém, fala sobre o papel dos Ubias</dd>
</dl>O IEA esteve presente no encontro dos diretores dos <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a> - rede que integra 32 institutos de estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo. O evento, que teve como tema Shaping the Future: Navigating a Changing World, aconteceu nos dias 4 a 6 de março, no <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/">Instituto de Estudos Avançados da Universidade Hebraica de Jerusalém</a>, em Israel.<br /><br /><span>Os participantes fizeram um balanço dos três anos de existência da rede, trocaram experiências, trataram de planos de cooperação bilaterais e multilaterais e definiram estratégias de interação e colaboração, além de debater questões ligadas a transformações globais em curso, como a primavera árabe e o futuro do ensino superior e da pesquisa.<br /></span><span><br /><strong>Contribuições do IEA </strong><br /></span><span>No encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, fez uma exposição sobre os resultados do primeiro ano do </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link">Projeto de Gestão</a><span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017/" class="external-link"> 2012-2017</a> e apresentou, junto com Dapeng Cai, pesquisador do </span><a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a><span> (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão, o projeto-piloto da </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" class="internal-link">Academia Intercontinental</a><span> - iniciativa experimental dos Ubias sob a responsabilidade do IEA e do IAR, que visa promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e culturas.</span></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O conceito da Academia, apresentado por Grossmann e Cai pela primeira vez aos integrantes do Ubias, se resume na expressão "2+2+2+2": dois institutos da rede de dois continentes vão se unir para o desenvolvimento de uma pesquisa conjunta ao longo de dois anos, período em que serão realizados dois workshops. Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e universidades do mundo para se dedicar a um estudo colaborativo de caráter interdisciplinar, sob a orientação de três cientistas seniores.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><strong><br />Consolidação dos Ubias </strong><br />O encontro dos diretores em Israel é o terceiro evento promovido pelos Ubias. O primeiro foi em outubro de 2010, quando aconteceu a conferência de fundação da rede, sediada pelo <a href="http://www.frias.uni-freiburg.de/home-en?set_language=en">Freiburg Institute for Advanced Studies</a> (Frias) da Albert-Ludwigs-Universität Freiburg, em Friburgo, Alemanha. O evento reuniu 32 institutos de estudos avançados de 19 países de cinco continentes para discutir o tema University-Based Institutes for Advanced Study in a Global Perspective: Promises, Challenges, New Frontiers.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />O segundo evento, realizado em março de 2012 no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Jawaharlal Nehru Institute of Advanced Studies</a> (JNIAS) da Jawaharlal Nehru University, em Nova Delhi, Índia, reuniu representantes de oito dos 11 institutos que compõem o comitê de coordenação dos Ubias, incluindo Grossmann. Na ocasião, os participantes definiram propostas preliminares de cooperação entre os institutos, entre elas a criação da Academia Intercontinental.</div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "><br />Um quarto evento já está agendado para setembro deste ano - a conferência interdisciplinar Scientific and Academic Knowledge, que acontecerá no <a href="http://www.pwias.ubc.ca/">Peter Wall Institute for Advanced Studies</a> da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá.</div>
<p> </p>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; "></div>
<div class="visualClear" style="text-align: justify; ">
<div class="visualClear">
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="left"><strong>INTEGRAÇÃO DO IEA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Como resultado dos contatos, intercâmbios e debates promovidos pelos encontros dos Ubias, o IEA vem dialogando, articulando parcerias e estabelecendo relações mais estreitas com outros institutos da rede e de fora dela, como é o caso do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span style="text-decoration: underline;">Institute for Avanced Study</span></a> (<span>IAS</span>) de Princeton, nos EUA.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em março de 2011, Peter Goddard, diretor do IAS, e Eliezer Rabinovici, diretor do Instituto da Universidade Hebraica de Jerusalém, foram recebidos pelo vice-reitor executivo de Relações Internacionais da USP, Adnei Melges de Andrade, e pelo então diretor do IEA, César Ades. Tanto Goddard quanto Rabinovici falaram sobre o funcionamento de seus institutos e sobre a especificidade dos estudos avançados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em abril de 2012, foi a vez de Aditya Mukherjee, diretor JNIAS, visitar o IEA. No encontro <i>Democracias de Alta Densidade: Brasil e Índia</i>, Mukherjee tratou das origens e diretrizes acadêmicas do seu instituto e da universidade que o abriga, enquanto Grossmann apresentou o Projeto de Gestão 2012-2017 do IEA. (<i>Assista ao </i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-1" class="external-link"><i><span style="text-decoration: underline;">vídeo-mesa1</span></i></a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/democracias-de-alta-densidade-india-e-brasil-mesa-2" class="external-link">vídeo-mesa 2</a>).</p>
<p style="text-align: justify; "><span>A última visita do gênero aconteceu em fevereiro deste ano, quando Cai e Susumu Saito, também pesquisador do IAR, estiveram no IEA para o evento </span><i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i><span>. Cai falou sobre o conceito e o funcionamento da Academia Intercontinental e Susumu fez uma exposição sobre as boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível. (</span><i>Assista ao <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya" class="external-link"><span style="text-decoration: underline;">vídeo</span></a></span></i><span>)</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Discussões sobre eventos como esses e outras atividades relacionadas à dinâmica dos institutos de estudos avançados, às formas de cooperação entre eles e aos encontros organizados pelos Ubias têm lugar na <span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde" class="internal-link"><span style="text-decoration: underline;">Sala Verde</span></a></span> - seção do site do IEA que mantém, organiza, debate e apresenta as principais ideias que inspiram e subsidiam o projeto institucional da atual gestão do Instituto.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
</div>
<div class="visualClear"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-15T15:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-debate-sociabilidade-e-etica-no-ambiente-universitario">
    <title>Mesa-redonda debate sociabilidade e ética no ambiente universitário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mesa-redonda-debate-sociabilidade-e-etica-no-ambiente-universitario</link>
    <description>No dia 10 de abril, às 15 horas, realiza-se a mesa-redonda Sociabilidade e Ética na Universidade, o terceiro encontro do ciclo Ética e Universidade, iniciado em 2012. Os debatedores serão: Cícero Araújo, Leopoldo Waizbort, Yves De La Taille e Sérgio Adorno. A moderação será de Renato de Figueiredo Jardim.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/estudantes" alt="Estudantes" class="image-right" title="Estudantes" />No dia 10 de abril, às 15 horas, realiza-se a mesa-redonda <em>Sociabilidade e<br class="_&lt;span&gt;Sociabilidade e&lt;/span&gt;&lt;br class=" /><span> Ética na Universidade</span>"&gt; Ética na Universidade</em>, o terceiro encontro do ciclo <em>Ética e Universidade</em>, iniciado em 2012.</p>
<p>Segundo os integrantes da Comissão de Ética da USP, que organiza o ciclo em parceria com o IEA, o objetivo primário da mesa-redonda é proporcionar uma visão ampla do conceito de sociabilidade e das relações interpessoais nos ambientes universitários, com ênfase em princípios éticos.</p>
<p>Os debatedores serão os professores Cícero Araújo, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFLCH); Leopoldo Waizbort, do Departamento de Sociologia da FFLCH; Yves De La Taille, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade do Instituto de Psicologia; e Sérgio Adorno, diretor da FFLCH, coordenador científico do Núcleo de Estudos da Violência e coordenador da Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância, sediada no IEA. O moderador do encontro será o professor Renato de Figueiredo Jardim, diretor do Instituto de Física.</p>
<p>De acordo com a comissão, é cada vez mais importante discutir os problemas que a sociedade enfrenta no trato das relações interpessoais, ou seja, na sociabilidade, e encontrar soluções consensuais dentro dos ambientes universitários. Esses problemas materializam-se em diversas situações: desde as relações corriqueiras no convívio cotidiano dos departamentos até aquelas que envolvem as questões mais abrangentes da vida universitária.</p>
<p>A comissão considera também importante pensar a sociabilidade e a ética nos diversos domínios da vida social organizada e através de situações que permeiam os aspectos acadêmicos, laborais, psicológicos, políticos, econômicos e o próprio intercâmbio social.</p>
<p>"A ética e a sociabilidade sempre tiveram uma relação muito estreita e, no entanto, problemática", destaca a comissão. "O próprio conceito de boas relações interpessoais vem sendo revisto dentro da universidade e na sociedade. Um bom exemplo é decorrente do advento do chamado mundo virtual, onde as relações interpessoais nos ambientes acadêmico e de trabalho são estabelecidas através de novos protocolos e conceitos, incluindo aqui os de caráter ético."</p>
<p>A primeira mesa-redonda do ciclo aconteceu no dia 8 de novembro de 2012 e tratou de <em>Segurança e Privacidade</em> [<em>assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-seguranca-e-privacidade" class="external-link" target="_blank">vídeo</a></em>]. A segunda realizou-se no dia 28 de novembro de 2012 e discutiu o tema <em>Fabricação, Falsificação e Plágio nas Ciências e Humanidades</em> [<em>assista ao <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/etica-e-universidade-fabricacao-falsificacao-e-plagio-nas-ciencias-e-humanidades" class="external-link" target="_blank">vídeo</a></em>].</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/ciclo-etica-e-universidade-mesa-redonda-sociabilidade-e-etica-na-universidade" class="external-link">Assista ao vídeo </a><i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/ciclo-etica-e-universidade-mesa-redonda-sociabilidade-e-etica-na-universidade" class="external-link">Sociabilidade e Ética na Universidade</a>.</i></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/sociabilidade-e-etica-na-universidade-10-de-abril-de-2013-yves-de-la-taille" class="external-link">Veja as fotos do evento.</a></strong></p>
<p><strong>SOCIABILIDADE E ÉTICA NA UNIVERSIDADE<br />3ª Mesa-Redonda do ciclo Ética e Universidade</strong><br /><strong>Data:</strong> 10 de abril de 2013, 15h<br /><strong>Local:</strong> Auditório Freitas Nobre, Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Transmissão:</strong> em www.iea.usp.br/aovivo<br /><strong>Informações:</strong> com Rafael Borsanelli (<a href="mailto:rborsanelli@usp.br">rborsanelli@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1666</p>
<p class="discreet" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Agência USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-02-01T16:43:45Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto">
    <title>7ª Feira das Profissões da USP será em agosto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/7a-feira-das-profissoes-da-usp-sera-em-agosto</link>
    <description>O programa, que conta com o apoio do IEA, tem por objetivo contribuir para que estudantes do ensino médio façam uma escolha profissional bem informada. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) realiza, de 9 a 10 de agosto, das 9 ás 17h, a 7ª Feira de Profissões da USP do campus da capital, no Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp). A feira integra o programa </span><em>USP e as Profissões</em><span>.</span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/usp-e-as-profissoes" alt="usp e as profissoes" class="image-left" title="usp e as profissoes" />Iniciativa da PRCEU, o programa tem por objetivo fornecer subsídios aos estudantes de ensino médio para que, com a ajuda de seus familiares e professores, orientem-se na escolha de uma carreira profissional. O programa compreende três eixos de ações:</p>
<ul>
<ul>
<li>o catálogo USP e as Profissões (impresso e <a class="external-link" href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/catalogo_folder.php" target="_blank">online</a>);</li>
<li>as Feiras de Profissões, realizadas duas vezes por ano, uma no campus da capital e outra, em sistema de rodízio, em um dos campi do interior;</li>
<li>as visitas monitoradas às escolas, faculdades, institutos, museus e órgãos da USP (veja o <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi/USPPROFI_FOLDER_2013.pdf" target="_blank">calendário</a>).</li>
</ul>
</ul>
<p><span><br />A edição anterior da feira no campus da capital contou com mais de 53 mil visitantes. O evento tem se mostrado uma iniciativa de sucesso no aprofundamento das relações da universidade com as escolas de ensino médio e colaborando com o ingresso consciente dos estudantes em diversos cursos, reduzindo a possibilidade de futura evasão.</span></p>
<p><strong>7ª FEIRA DAS PROFISSÕES DA USP</strong><br /><strong>Data:</strong> 8 a 10 de agosto, das 9 às 17h<br /><strong>Local:</strong> Módulos 1, 2 e 3 do Cepeusp, Praça 2, Prof. Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Informações:</strong> site da <a href="http://www.prceu.usp.br/programas/uspprofi" target="_blank">PRCEU</a>, e-mail <a href="mailto:proacult@usp.br">proacult@usp.br</a> e telefones (11) 3091-3575 e 3091-3357</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-12T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham">
    <title>O perfil e os planos do IEA de Birmingham</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-perfil-e-os-planos-do-iea-de-birmingham</link>
    <description>As experiências do primeiro ano de funcionamento do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham serão apresentadas em evento no IEA, no dia 11 de abril. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/malcom-press" style="float: right; " title="Malcom Press" class="image-left" alt="Malcom Press" />O professor Malcolm Press, diretor do Instituto de Estudos Avançados (IAS, na sigla em ingês) da </span>Universidade de Birmingham, Reino Unido, faz no dia 11 de abril, às 15 horas, no IEA, uma apresentação sobre o desenvolvimento do instituto em seu primeiro ano de existência e os planos para o futuro.</p>
<div>
<p>Na apresentação, serão exibidas imagens e um vídeo sobre o funcionamento do instituto. Press estará acompanhado da diretora de Desenvolvimento e Mobilidade Internacional da Universidade de Birmingham, Andrea Edwards. O evento será em ingês, com tradução simultânea. A coordenação será do diretor do IEA, Martin Grossmann.</p>
</div>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"></a>Além de dirigir o IAS, Malcolm Press é pró-reitor da Universidade de Birmingham, onde chefia o College de Ciências da Vida e do Ambiente. Ele se formou em ciências ambientais pela Universidade de Londres em 1980. Concluiu o doutorado em ecologia fisiológica na Universidade de Manchester em 1984. Foi pesquisador associado em projeto de pós-doutorado no University College London e depois voltou a Manchester, em 1989, desta vez como professor. Em 1994, transferiu-se para a Universidade de Sheffield, onde assumiu a cadeira de ecologia em 1997. Em Sheffield, foi chefe do Departamento de Ciências Animal e Vegetal e diretor de Pesquisa para o Meio Ambiente, além de ser membro do Conselho da universidade.</p>
<p style="text-align: right; "><i><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w" target="_blank"><strong>Assista ao vídeo (em inglês) com Malcolm Press sobre o IAS de Birmingham</strong></a></i></p>
<p style="text-align: right; "><i><strong><a class="external-link" href="http://200.144.254.127:8080/iea/online/midiateca/iea/">Os IEAs de Nagoya e Nova Delhi também foram apresentados no IEA</a></strong></i></p>
<table class="vertical listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Evento marca lançamento do novo site do IEA</strong></h3>
<div class="visualClear">No dia 11 de abril, em seguida à apresentação do IAS de Birmingham, <span>será </span></div>
<div class="visualClear"><span>lançada a versão beta do novo site do IEA.</span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span>Segundo o diretor do Instituto, Martin Grossmann, com a reformulação </span><span>de seu</span></div>
<div class="visualClear"><span>site, "o IEA institui um novo modo de gestão de informação e </span><span>conhecimento ao </span></div>
<div class="visualClear"><span>relacionar o vasto acervo documental do Instituto </span><span>com as demandas atuais em </span></div>
<div class="visualClear"><span>comunicação, exposição, divulgação e intercâmbio".</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><span><strong>O INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA UNIVERSIDADE DE BIRMINGHAM: O ANO DO DESENVOLVIMENTO E PLANOS PARA O FUTURO</strong></span></div>
<div class="visualClear"><strong>Tipo: </strong>debate aberto ao público, gratuito e sem necessidade de inscrição<br /><strong>Data: </strong>11 de abril, das 15 horas<br /><strong>Local: </strong>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109,<br />bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /><strong>Transmissão:</strong> em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="internal-link" target="_blank">www.iea.usp.br/aovivo</a><br /><strong>Informações: </strong>com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1678</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Reino Unido</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-08T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-dos-ieas-de-princeton-e-jerusalem-visitam-o-instituto">
    <title>Diretores dos IEAs de Princeton e Jerusalém visitam o Instituto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-dos-ieas-de-princeton-e-jerusalem-visitam-o-instituto</link>
    <description>Em evento no dia 24 de março, Peter Goddard e Eliezer Rabinovici explicaram o funcionamento de suas instituições e responderam perguntas dos participantes.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diretores-ieas" alt="Diretores IEAS" class="image-right" title="Diretores IEAS" />Peter Goddard, diretor do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu/"><span class="external-link">Institute for Advanced Study</span></a>, de Princeton, EUA, e Eliezer Rabinovici, diretor do <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/"><span class="external-link"><span>Israel Institute for Advanced Studies of Jerusalem</span></span></a>, visitaram o IEA no dia 24 de março.</p>
<div>
<div align="left">
<p align="left">Foram recebidos por Adnei Melges de Andrade, vice-reitor executivo de Relações Internacionais da USP, César Ades, diretor do IEA, coordenadores de grupos de pesquisa do Instituto e de seu Polo de São Carlos e por outros convidados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Goddard e Rabinovici detalharam o funcionamento de suas instituições e responderam a perguntas dos participantes do encontro. Rabinovici informou haver a possibilidade de intercâmbio entre seu instituto e o IEA.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conferencistas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2011-03-28T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido">
    <title>Um novo instituto de estudos avançados no Reino Unido</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-novo-instituto-de-estudos-avancados-no-reino-unido</link>
    <description>No dia 11 de abril, Malcom Press, diretor do IAS da University of Birmingham, Reino Unido, esteve no IEA para falar sobre o primeiro ano de funcionamento de seu instituto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-410">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/conferencia-de-malcolm-press-diretor-do-ias-de-birmingham" alt="Conferência de Malcolm Press, diretor do IAS de Birmingham" class="image-inline" title="Conferência de Malcolm Press, diretor do IAS de Birmingham" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; ">
<p><i>Malcolm Press destacou as duas grandes temáticas do IAS de Birmingham: "Regeneração Econômica" e "Salvando Humanos"</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O IEA promoveu mais um encontro internacional para a troca de experiências com institutos de estudos avançados de outros países. No dia 11 de abril, Malcom Press, diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.birmingham.ac.uk/research/activity/ias/index.aspx">Institute of Advanced Studies</a><span> (IAS) da </span>University of Birmingham<span>, Reino Unido, esteve no Instituto para apresentar o processo de desenvolvimento do IAS, os resultados do primeiro ano de atividades e as expectativas em relação ao futuro.</span></p>
<p><span>Segundo Press, que também é pró-reitor da University of Birmingham e diretor da Faculdade de Ciências da Vida e do Ambiente da instituição, o IAS foi criado com três objetivos principais: fomentar a interdisciplinaridade; mostrar ao mundo a qualidade da pesquisa desenvolvida na universidade, estimulando o intercâmbio científico com outras instituições; e atuar como um catalisador interno, "promovendo uma sinergia entre as diversas faculdades e inspirando a excelência dentro do campus".</span></p>
<p><span>O diretor destacou que incentivar a interdisciplinaridade é imprescindível para explorar o potencial científico da universidade, visto que os desafios globais requerem soluções interdisciplinares e que cada vez mais as fontes de financiamento direcionam os recursos para pesquisas com esse tipo de abordagem.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>AGILIDADE</strong></p>
<p>O primeiro passo para dar início às atividades do IAS foi desenvolver um sistema simplificado a partir do qual os pesquisadores pudessem submeter propostas de workshops com agilidade e praticidade. "A ideia era desburocratizar o processo de submissão e aprovação, possibilitando uma tomada de decisão rápida", ressaltou Press.</p>
<p><span>De acordo com ele, se a ideia fosse boa e relevante, o workshop seria aprovado, financiado e organizado em pouco tempo. Para isso, os interessados precisavam apenas entregar uma proposta simples e curta, que obedecesse alguns critérios, como abordar uma temática interdisciplinar, contar com a participação de pesquisadores de fora e abranger mais de um grupo de pesquisa.</span></p>
<p><span>O esquema de submissão gerou resultados positivos. Nos primeiros nove meses, foram realizados 45 workshops e há 15 outros agendados. Ao todo, os eventos envolveram as 28 faculdades que integram a University of Birmingham, mais de 80 organizações externas, pesquisadores de 40 universidades, incluindo a USP, e estudantes de graduação.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TEMAS</strong></p>
<p>Além de impulsionar as atividades iniciais do IAS, os workshops tinham por objetivo ajudar a delimitar temas de concentração. A partir dos eventos realizados, foram escolhidos duas grandes temáticas de pesquisa que irão orientar as atividades do instituto daqui para frente: “Regeneração Econômica: Transformando Pessoas, Lugares e Produção" e "Salvando Humanos: Riscos, Intervenções e Sobrevivência".</p>
<p><span>O primeiro tema é voltado para a compreensão dos fatores que irão direcionar o crescimento econômico de duas regiões – a de Birmingham e a Chicago, nos EUA – considerando a atual conjuntura de recessão. Entre os fatores a serem observados na análise comparativa estão a indústria, a educação e o ambiente de trabalho.</span></p>
<p><span>Já o segundo tema trata dos aspectos humanitários, dilemas éticos, desafios tecnológicos e problemas sociopolíticos associados à saúde humana. Envolve, assim, questões ligadas ao futuro da humanidade, como ameaças biológicas (pandemias e cura de doenças), ambientais (prevenção de catástrofes naturais) e de segurança (guerras, conflitos e terrorismo).</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>INTERCÂMBIO</strong></p>
<p>O encontro com o diretor do IAS faz parte da série de eventos organizados pelo IEA para promover uma reflexão sobre o papel dos institutos de estudos avançados e para estimular o intercâmbio entre instituições desse tipo. Esses debates metacríticos integram as diretrizes do <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/textos/projeto-de-gestao-do-iea-2012-2017" class="internal-link">Projeto de Gestão 2012-2017</a> e estão sediados na <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde" class="internal-link">Sala Verde</a> do site do Instituto.</p>
<p>O primeiro evento foi realizado em 2011, quando Peter Godard, então diretor do <a class="external-link" href="http://www.ias.edu">IAS de Princeton</a>, EUA, e Eliezer Rabinovici, diretor à época do <a class="external-link" href="http://www.as.huji.ac.il/">Instituto de Estudos Avançados</a> da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, estiveram no IEA para falar sobre o funcionamento de seus institutos e sobre a especificidade dos estudos avançados.</p>
<p><span>Em 2012, foi a vez de Aditya Mukherjee, diretor do </span><a class="external-link" href="http://www.jnu.ac.in/jnias">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a><span>, visitar o IEA. No </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas.html" class="internal-link">encontro</a><span>, ele tratou da origem e do perfil acadêmico tanto do seu instituto quanto da universidade que o acolhe (</span><i><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/os-institutos-de-estudos-avancados-da-universidade-jawaharlal-nehru-e-da-usp?searchterm=os+institutos" class="external-link">assista ao vídeo</a></i><span>).</span></p>
<p>O último <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda" class="internal-link">evento</a> aconteceu em fevereiro deste ano, quando Dapeg Cai e Susumu Saito, pesquisadores do <a class="external-link" href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp">Instituto de Pesquisa Avançada</a> da Universidade de Nagoya, fizeram uma exposição no IEA sobre as boas práticas adotadas pelo seu instituto para o desenvolvimento de pesquisas de alto nível.</p>
<p> </p>
<h3>RELACIONADO</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/o-instituto-de-estudos-avancados-da-universidade-de-birmingham-o-ano-do-desenvolvimento-e-planos-para-o-futuro?searchterm=birmingham" class="external-link">Vídeo do evento</a></li>
<li><span><a class="external-link" href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=anDcKJjih9w">Vídeo (em inglês) com Malcolm Press apresentando o IAS de Birmingham</a></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-17T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tres-novos-grupos-se-integram-a-estrutura-de-pesquisa-do-iea-1">
    <title>Três novos grupos se integram à estrutura de pesquisa do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tres-novos-grupos-se-integram-a-estrutura-de-pesquisa-do-iea-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="normal">O IEA conta agora com dois novos grupos de pesquisa e um novo grupo de estudo. Nas duas últimas reuniões do Conselho Deliberativo (CD), foram aprovadas as propostas de criação do Grupo de Pesquisa sobre a Qualidade da Democracia, do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado  e do Grupo de Estudo A Evolução das Universidades: Desafios Contemporâneos.</p>
<p class="normal"><strong>Qualidade da Democracia</strong></p>
<p class="normal">No momento em que o Brasil completa 25 anos de ciclos eleitorais seguindo as regras constitucionais de alternância do poder, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/qualidade-da-democracia" class="external-link">Grupo de Pesquisa sobre a Qualidade da Democracia</a> se propõe a pensar o regime democrático brasileiro a partir de uma perspectiva qualitativa, atentando para problemas que ainda se fazem presentes, como práticas de abuso de poder, corrupção e deficiências na fiscalização dos governos.</p>
<p class="normal">Segundo a proposta apresentada ao CD, o objetivo do Grupo é "examinar as condições em que as instituições de representação, a participação política dos cidadãos e a cultura política que prevalece na sociedade interagem no processo de funcionamento do regime democrático e, em especial, no que se refere as suas promessas relativas aos princípios de liberdade e igualdade política".</p>
<p class="normal">Coordenado por José Álvaro Moisés, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH)  e diretor científico do Núcleo de Pesquisas de Políticas Públicas (<a href="http://nupps.usp.br/">NUPPs</a>) da USP, o grupo conduzirá suas atividades com base no projeto "Brasil, 25 anos de Democracia – Avaliação Crítica: Instituições de Representação, Sociedade Civil/Cultura Política e Políticas Pública", tendo como uma de suas principais ferramentas o blog <a href="http://qualidadedademocracia.com.br./">Qualidade da Democracia</a>, lançado em 2012.</p>
<p class="normal">De acordo com os proponentes, é importante problematizar o tema porque "a perspectiva da qualidade da democracia, impondo exigências de mensuração dos mecanismos de responsabilização vertical, societal e horizontal, da participação política dos cidadãos e da responsividade de governos pressupõe o rigor analítico próprio do debate público e dos métodos de conhecimento científico".</p>
<p class="normal">Os integrantes do grupo (e também do blog) são Cícero Araújo, Elizabeth Balbachevsky, Cláudio Couto, Maria Celina D’Araujo, Eunice Durham, Fernando Figueiras, Eduardo Graeff, Marcus André Melo, Carlos Melo, Nuno Coimbra Mesquita, José Álvaro Moisés, Rachel Meneguello, Marco Aurélio Nogueira, Edison Nunes, Eduardo Portella, Nina Ranieri, Lucio Rennó, Leôncio Rodrigues, Brasilio Salum, Helena Sampaio, Lourdes Sola, Francisco Weffort,</p>
<p class="normal"><strong>Fórum Permanente</strong></p>
<p class="normal">Coordenador por Martin Grossmann, diretor do IEA, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> dará continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo <a href="http://www.forumpermanente.org/">Fórum Permanente</a> na organização de eventos, textos críticos, publicações e outras formas de produção e circulação de conhecimentos relacionados ao universo da arte contemporânea.</p>
<p class="normal">Desde que foi lançado, em 2003, o Fórum vem atuando como uma plataforma de intercâmbio de saberes e de discussão de temas ligados ao sistema artístico-cultural. Nos seus dez anos de existência, já promoveu mais de 150 eventos presenciais envolvendo articuladores nacionais e internacionais do eixo da arte e da cultura.</p>
<p class="normal">A ideia é que, inserido no ambiente acadêmico do IEA, o Fórum amplie seu potencial mediador e interdisciplinar, possibilitando a "criação e a consolidação de um observatório crítico das produções artísticas e criativas na cultura bem como das políticas publicas nesta esfera", contribuindo assim para o "amadurecimento do contexto político-cultural das artes visuais em nosso país", conforme destaca a proposta apresentada ao CD.</p>
<p class="normal">Ao se caracterizar como grupo de pesquisa do IEA, o Fórum pretende também expandir seu campo de investigação — até agora focado principalmente na crise das instituições de arte brasileiras —, para abranger de forma mais aprofundada as reflexões transdisciplinares sobre produção artística, curadoria e circuitos mercadológicos das produções culturais.</p>
<p class="normal">Entre as atividades previstas pelo grupo, estão seminários, workshops e debates sobre curadoria e outras formas de mediação, museus e o sistema da arte, além de eventos relacionados aos lançamentos trimestrais da revista digital "<a href="http://www.forumpermanente.org/revista">Periódico Permanente</a>".</p>
<p class="normal">Os integrantes do grupo são Ricardo Basbaum, María Inigo Clavo, Isis Baldini Elias, Marcia Ferran, Raquel Garbelotti, Martin Grossmann, Graziela Kunsch, Afonso Luz, Gilberto Mariotti, Lucia Maciel Barbosa de Oliveira, Teresa Cristina Toledo de Paula, Felipe Prando, Liliana Sousa e Silva, David Sperling e Ana Maria Tavares.</p>
<p class="normal"><strong>Evolução das universidade</strong></p>
<p class="normal">O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-estudo/a-evolucao-das-universidades-desafios-contemporaneos" class="external-link">Grupo de Estudo A Evolução das Universidades: Desafios Contemporâneos</a> inaugura um novo formato de organização de pesquisadores no IEA, que permite acolher projetos embrionários ou exploratórios de novas temáticas interdisciplinares.</p>
<p class="normal">Sob coordenação de Carlos Alberto Barbosa Dantas, professor do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, o novo grupo de estudo se concentrará no impacto das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) no sistema de ensino superior, com foco nas transformações recentes pelas quais as universidades vêm passando no campo da pesquisa, do ensino e da extensão.</p>
<p class="normal">O grupo abordará o caráter paradoxal das TICs nas universidades: se, por um lado, abriram novas possibilidades de acesso à informação, por outro, levaram à mercantilização do ensino superior ao favorecerem o surgimento de universidades privadas de baixa qualidade.</p>
<p class="normal">Além disso, fará um paralelo entre o sistema universitário brasileiro e o sistema dos EUA e de países da Europa Ocidental, América Latina e da Ásia, levando em consideração aspectos como a relação universidade-sociedade e as condições sócio-históricas de criação das instituições de ensino superior.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo A Evolução da Universidade: Desafios Contemporâneos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-05-20T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-etica-debate-greve-na-universidade">
    <title>Comissão de Ética debate greve na universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/comissao-de-etica-debate-greve-na-universidade</link>
    <description>No dia 14 de agosto, às 15 horas, a Comissão de Ética da USP, com o apoio do IEA, realiza a mesa-redonda A Greve e a Ética na Universidade, no Auditório Freitas Nobre da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/greve-na-usp-1" alt="Greve na USP - 1" class="image-inline" title="Greve na USP - 1" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia 14 de agosto, às 15 horas, a Comissão de Ética da USP, com o apoio do IEA, realiza a mesa-redonda <i>A Greve e a Ética na Universidade</i>, no Auditório Freitas Nobre da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.</p>
<p>Os debatedores (todos da USP) serão os professores Otávio Pinto e Silva (Faculdade de Direito) e Francisco Miráglia (Instituto de Matemática e Estatística e Adusp) e o advogado Salvador Ferreira da Silva (Procuradoria Jurídica). O moderador será o professor Marcos Boulos (Faculdade de Medicina).</p>
<p>Será o quarto evento do ciclo “Ética e a Universidade”, iniciado em 2012, cujo objetivo é contribuir para a definição de conceitos de conduta ética no âmbito da USP.</p>
<p>A mesa-redonda é aberta ao público e não requer inscrição. O Auditório Freitas Nobre fica no Prédio de Jornalismo e Editoração da ECA, av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas com Leila Costa (<a class="mail-link" href="mailto:leila.costa@usp.br">leilla.costa@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1681.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Ulisses de Paula/Sintusp</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-07-30T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-brasileiros-se-reunem-para-discutir-cooperacao-e-criacao-de-forum">
    <title>IEAs brasileiros se reúnem para discutir cooperação e criação de fórum</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ieas-brasileiros-se-reunem-para-discutir-cooperacao-e-criacao-de-forum</link>
    <description>O 2º Encontro Nacional de Institutos de Estudos Avançados do Brasil acontece nos dias 23 e 24 de agosto em Porto Alegre, no Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados (Ilea) da UFRGS. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td>
<p style="text-align: right; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/2o-encontro-nacional-de-institutos-de-estudos-avancados-do-brasil-23-e-24-de-agosto-de-2013/" class="external-link">FOTOS DO ENCONTRO<br /></a><a class="external-link" href="http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/ilea-ufrgs-sedia-encontro-de-institutos-de-estudos-avancados"><strong>NOTÍCIA NO PORTAL DA UFRGS</strong></a></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/2o-encontro-nacional-de-ieas-1" alt="2º Encontro Nacional de IEAs - 1" class="image-inline" title="2º Encontro Nacional de IEAs - 1" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Representantes de IEAs brasileiros reunidos<br />no Ilea-UFRGS na tarde de 23 de agosto</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; ">O 2º Encontro Nacional de Institutos de Estudos Avançados do Brasil acontece nos dias 23 e 24 de agosto em Porto Alegre, no Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados (<a class="external-link" href="http://www.ilea.ufrgs.br/">Ilea</a>) da UFRGS. O objetivo do encontro é a discussão de projetos cooperativos entre os institutos, o encaminhamento de um programa de fomento junto às agências financiadoras de pesquisa e o lançamento da "Carta de Porto Alegre", que cria o Fórum Brasileiro de IEAs. Outra questão a ser debatida é a participação dos IEAs brasileiros na rede internacional University-Based Institutes for Advanced Study (<a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">Ubias</a>), da qual já fazem parte o IEA-USP e o Centro de Estudos Avançados (<a class="external-link" href="http://www.gr.unicamp.br/ceav">Ceav</a>) da Unicamp. Antes do encontro, os representantes de IEAs reúnem-se com o reitor da UFRGS, professor Carlos Alexandre Netto.</p>
<p>Além do diretor do Ilea-UFRGS, professor José Vicente Tavares dos Santos, participam do encontro os professores Maurício Alves Loureiro, diretor do Instituto Estudos Avançados Transdisciplinares (<a class="external-link" href="http://www.ufmg.br/ieat">Ieat</a>) da UFMG; José Sérgio Leite Lopes, diretor do Centro Brasileiro de Altos Estudos (<a class="external-link" href="http://www.cbae.forum.ufrj.br/">CBAE</a>) da UFRJ;  Murilo Silva de Camargo, pesquisador do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (<a class="external-link" href="http://www.ceam.unb.br/">Ceam</a>) da UnB; Martin Grossmann, diretor do IEA-USP; César Barreira, <span style="text-align: justify; ">coordenador do  Laboratório de Estudos da Violência </span><span style="text-align: justify; ">da</span> UFC; Diana Pereira Araújo, diretora do Instituto Mercosul de Estudos Avançados (<a class="external-link" href="http://unila.edu.br/conteudo/imea">Imea</a>) da Unila; e Guillermo Juan Creus, professor sênior do Imea-Unila e ex-diretor do Ilea-UFRGS.</p>
<p>O 1º encontro de IEAs brasileiros foi o Workshop Estudos Avançados e a Universidade (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2011/i-workshop-estudos-avancados-e-a-universidade" class="external-link">assista ao vídeo</a>), realizado no IEA-USP em 31 de outubro de 2011, com a participação dos então diretores do IEA-USP (César Ades), Ilea-UFRGS (Guillermo Juan Creus), Ceav-Unicamp (Pedro Paulo Funari), Ieat-UFMG (Maurício Loureiro) e do Ceam-UnB (Ricardo Caldas).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-08-23T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/apesar-de-invasao-da-reitoria-iea-mantem-se-ativo">
    <title>Apesar de invasão da Reitoria, IEA mantém-se ativo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/apesar-de-invasao-da-reitoria-iea-mantem-se-ativo</link>
    <description>Desde o dia 2 de outubro, o IEA está impossibilitado de utilizar sua sede devido à invasão da Reitoria da USP por estudantes. No entanto, o Instituto tem realizado parte significativa de suas atividades, graças à colaboração de outras unidades da Universidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Desde o  dia seguinte à invasão da Reitoria por estudantes, ocorrida no dia 1º de outubro  durante a reunião do Conselho Universitário que deliberou sobre as <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-mudancas-no-processo-eleitoral-para-reitor-e-vice-reitor-da-usp" class="external-link">mudanças no  processo eleitoral</a> da Universidade, o IEA está impossibilitado de utilizar sua  sede, também situada na Administração Central.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>Os  prejuízos para as atividades acadêmicas e administrativas do Instituto têm sido  imensos. Além da privação de seu local de trabalho a professores visitantes,  grupos de estudo e pesquisa e funcionários de todas as áreas, o bloqueio às  instalações impede o acesso a equipamentos, documentos, arquivos e outros  recursos, físicos e digitais, essenciais ao pleno funcionamento do  Instituto.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>No  entanto, apesar de todas essas dificuldades e em respeito à sua missão acadêmica  e institucional, o IEA tem realizado parte significativa de suas atividades,  utilizando-se de instalações e auditórios cedidos por outras unidades da  USP.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>Enquanto perdurar essa situação anômala, o IEA solicita a  quem necessite entrar em contato com o Instituto telefonar para (11)  3091-4076, ramal 24, ou encaminhar mensagem por e-mail para o  integrante da <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/equipe" class="external-link">equipe</a> que julgar apropriado.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O IEA  deseja que as atuais negociações entre os estudantes invasores e os dirigentes  da Universidade cheguem a bom termo o mais rápido possível, para que a vida  acadêmica volte à sua normalidade, em benefício de  todos.<strong><span style="text-decoration: underline;"></span> <span style="text-decoration: underline;"></span></strong></p>
<p><strong>Agradecimento<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></strong></p>
<p>Não  fosse o inestimável apoio de algumas pessoas e unidades da Universidade durante  esse período, a maioria das atividades acadêmicas e administrativas do Instituto  não poderia estar sendo realizada.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O IEA  agradece o suporte para abrigar a maior  parte de sua equipe  proporcionado pelo Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de  Comunicações e Artes e ao conselheiro Guilherme Ary Plonski, que gentilmente compartilhou sua sala pessoal na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade  para abrigar a Divisão de Comunicação do  Instituto.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O  agradecimento é extensivo às seguintes unidades e organismos da USP que têm  cedido seus auditórios para os eventos públicos do IEA: Centro de Computação  Eletrônica, Centro de Práticas Esportivas, Centro Universitário Maria Antonia, Escola de Comunicações e Artes,  Faculdade de Direito, Instituto de Matemática e Estatística, Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências  Atmosféricas, Instituto de Psicologia, Instituto de Ciências Biomédicas e Museu  de Arte Contemporânea.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-27T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-80-anos">
    <title>A USP celebra 80 anos de fundação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-80-anos</link>
    <description>Universidade comemora no dia 25 de janeiro os 80 anos de sua criação, data que também marca a posse do novo reitor Marco Antonio Zago.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidade-universitaria" alt="Cidade Universitária" class="image-inline" title="Cidade Universitária" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Cidade Universitária Armando<br /> Salles de Oliveira, campus principal<br />da USP na cidade de São Paulo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: right; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/a-usp" class="external-link">Leia sobre o atual<br />perfil da Universidade</a></i></h3>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os paulistas comemoraram no dia 25 de janeiro dois fatos que ao longo do tempo marcariam a história e o desenvolvimento do Estado de São Paulo e do país: os 460 anos de fundação da cidade de São Paulo e os 80 anos de criação da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Para a comunidade uspiana, a data teve um significado adicional, pois marcou a posse dos professores Marco Antonio Zago como novo reitor e Vahan Agopyan como novo vice-reitor.</p>
<p>Na cerimônia de posse, o novo reitor assinou portaria que criou a <span>Comissão Coordenadora das Comemorações dos 80 anos da USP, sob a presidência do ex-reitor José Goldemberg e com a participação do ex-reitor Jacques Marcovitch; do professor Alfredo Bosi, ex-diretor do IEA e editor da revista "Estudos Avançados"; do professor Erney Plessmann de Camargo, ex-pró-reitor de Pesquisa; e de Francisco Mesquita Neto, diretor presidente do Grupo Estado. </span><span>O Conselho Universitário deverá escolher mais dois membros da comissão, que por sua vez indicará os componentes da Comissão Executiva das comemorações . </span></p>
<p>A importância da USP para o desenvolvimento científico, tecnológico e cultural do país é inconteste, mas sua influência na vida nacional estende-se por diversas outras áreas, especialmente naquelas relacionadas com a formulação de políticas públicas, como ressalta o cientista político José Álvaro Moisés, coordenador do Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia, no artigo <a href="#cienciassociais" class="anchor-link">"O Olhar das Ciências Sociais da USP"</a>.</p>
<p>Toda celebração como a que ocorreu no dia 25 de janeiro é uma oportunidade para relembrar as inúmeras realizações de uma instituição como a USP. Mas é também um momento de reflexão sobre o presente e de prospecção sobre o futuro desejado. O IEA, que sempre dedicou parte do seu esforço crítico à análise do papel da USP no âmbito acadêmico e da relação desta com a sociedade, tem organizado discussões fundamentais sobre os novos rumos a serem trilhados pela Universidade. Os vídeos relacionados a seguir referem-se a três encontros com esse objetivo.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/iea-debate-o-processo-eleitoral-da-usp" class="external-link"><strong>IEA Debate o Processo Eleitoral na USP</strong></a></li>
<p>Representante dos professores titulares e o presidente da Associação dos Docentes da USP (Adusp) discutem propostas de mudanças do processo para a eleição de reitor.</p>
<li><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2008/a-usp-e-as-universidades-de-pesquisa-de-classe-mundial-prioridades-de-acao-para-a-proxima-decada-2008" class="external-link">A USP e as Universidades de Pesquisa de Classe Mundial: Prioridades de Ação para as Próximas Décadas</a></strong><span> </span></li>
<p>Seminário reuniu a então reitora Suely Vilela e os ex-reitores José Goldemberg, Jacques Marcovitch, Flávio Fava de Moraes, Adolpho Melfi e Antonio Hélio Guerra Vieira.</p>
<li><span><strong><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/a-usp-precisa-mudar-2009" class="external-link">A USP Precisa Mudar</a></strong></span><span>Debate sobre </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/a-usp/a-usp-precisa-mudar" class="external-link">documento</a><span> homônimo lançado em 2009 contendo ideias, críticas e análises do por que a universidade deve mudar para adequar-se à modernidade, mas sem perder sua tradição de qualidade.</span></li>
</ul>
<p> </p>
<p>Outros exemplos da constante colaboração do IEA na discussão e elaboração de propostas  para o futuro da USP são as participações de seus integrantes (pesquisadores e conselheiros) em fóruns e publicações organizados por outros setores da Universidade. Esse é o caso do artigo de Luiz Roberto Giorgetti de Britto, ex-vice-diretor do Instituto, com o título <a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/a-usp/a-universidade-do-futuro" class="external-link">"A Universidade do Futuro"</a>, e o de Guilherme Ary Plonski, conselheiro do IEA, em parceria com Celso da Costa Carrer, sobre <a href="https://www.iea.usp.br/iea/quem-somos/a-usp/a-inovacao-tecnologica-e-a-educacao-para-o-empreendedorismo" class="external-link">"A Inovação Tecnológica e a Educação para o Empreendedorismo"</a>, publicados no livro "USP 2034 — Planejando o Futuro" (Edusp, 2009), produzido pela Comissão de Planejamento da Universidade, com organização de Suely Vilela e Franco Maria Lajolo, na ocasião, reitora e vice-reitor da USP, respectivamente.</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3><a name="cienciassociais"></a>O Olhar das Ciências Sociais da USP*</h3>
<p style="text-align: right; "><strong><i>José Álvaro Moisés**</i></strong></p>
<p>As Ciências Sociais da USP nasceram entre os anos 30 e 40 do século passado sob a extraordinária influência da missão francesa que auxiliou a fundação da universidade. Roger Bastide, Claude Lévi-Straus e outros ajudaram a estabelecer os padrões de rigor científico que marcariam o desenvolvimento da área nas décadas seguintes. Mas a tarefa realmente inovadora foi da chamada “escola paulista de sociologia” sob a liderança de Florestan Fernandes e de seus assistentes diretos, como Fernando Henrique Cardoso, Otávio Ianni e Maria Sylvia de Carvalho Franco. Ao voltar-se para a compreensão do papel dos sujeitos sociais mais marginalizados dos grandes processos sociais brasileiros, como os descendentes de escravos e os trabalhadores rurais e urbanos, o grupo rompeu com o ensaísmo sobre a formação da sociedade brasileira que prevalecera até os anos 30 do século passado - marcado profundamente pela análise das dificuldades de emergência da identidade nacional brasileira –, e assumiu um caráter científico extremamente inovador e, em alguns aspectos, revolucionário. Essa tradição abriu uma nova forma de a própria sociedade brasileira se ver e se compreender, e essa influência - que se generalizou - se faz sentir até hoje.</p>
<p>É notório que o desenvolvimento das Ciências Sociais na USP não se deve apenas aos estudos de sociologia, tendo sido impulsionado também pela antropologia, história e os estudos de política. Mas a vertente inaugurada por Florestan e seu grupo a partir dos anos 50, assim como a que se constituiu sob a liderança de Antonio Candido de Mello Souza, trouxe para o centro da análise da modernização da sociedade brasileira e da emergência do capitalismo dependente o papel das inter-relações entre as classes sociais, o Estado e os direitos de cidadania. Estavam dados aí os fundamentos da crítica que os expoentes da “escola paulista de sociologia” fariam a seus colegas do ISEB, cujas relações com o Estado, os centros de poder e suas ideologias eram vistas como comprometendo a autonomia e a independência intelectuais necessárias à compreensão das singularidades e dos desafios do país.</p>
<p>Os estudos pioneiros de Florestan e seus associados sobre a integração do negro na sociedade de classes, o papel da escravidão na formação da sociedade e do capitalismo dependente foram seguidos depois pelas análises sobre os empresários industriais, os trabalhadores urbanos e rurais e a emergência do populismo com Leôncio Martins Rodrigues, Francisco Weffort e José de Souza Martins, entre outros. Também tiveram enorme importância, embora ligados a outro grupo, os estudos de Maria Isaura Pereira de Queiroz sobre o campesinato, o messianismo, o mandonismo local e os seus impactos na sociedade e na política contemporâneas. Anos mais tarde, Eunice Ribeiro Durhan e Ruth Cardoso dariam a sua contribuição sobre os movimentos migratórios internos e externos.</p>
<p>Mas a influência da tradição aberta nos anos 50 não se limitou às pesquisas sociológicas que, de certa forma, fundaram a percepção da emergência de uma ordem social competitiva no país. Como lembrou Fernando Henrique recentemente, o sentido da missão acadêmica era definido pelo desejo de “transpor as dificuldades que impediam o surgimento de formas e graus de desenvolvimento econômico, social e cultural que permitissem superar a pobreza e a miséria e nos dessem um destino de grandeza”. Isso explica que as análises logo tenham enveredado também pela seara da política; os estudos sobre o populismo, os movimentos sociais e os partidos políticos adquiriram grande relevância na produção dos cientistas sociais da USP entre os anos 60 e 80. O foco agora estava posto nas contradições provocadas pela formação de uma sociedade de massas, cuja expansão de direitos de cidadania foi dada, em grande parte, por iniciativas definidas “de cima para baixo”. A absorção dos conflitos sociais nas estruturas do Estado foi vista como causa importante das tendências corporativistas que ainda prevalecem na sociedade brasileira.</p>
<p>Em anos recentes, contudo, a “paixão por entender a realidade” (como disse FHC) fez com que o diagnóstico dos desafios anteriores fosse associado com o insuficiente desenvolvimento democrático da sociedade brasileira. Por causa da experiência autoritária, vários estudos de transição para a democracia feitos na USP chamaram a atenção principalmente para dois aspectos. Primeiro, para a distinção entre o autoritarismo vigente e as ditaduras totalitárias: entre nós, não houve fascismo e perdurou uma espécie de semi-competição política cuja dinâmica ajudou muito a articular a luta pela democracia; depois, para a emergência da sociedade civil e o seu impacto na formação de novos partidos políticos: não foi por acaso que dois dos mais importantes partidos brasileiros, o PT e o PSDB, nasceram em São Paulo.</p>
<p>O foco agora era a nova democracia e a sua capacidade de articular a liberdade com a igualdade. Sob as condições de governabilidade criadas pela Constituição de 1988, o Brasil superou os impasses estruturais de muitas décadas, redefiniu os rumos de sua economia e adotou políticas sociais inovadoras, mas o funcionamento da sua democracia está em questão, em especial, o sistema de representação política, o controle da corrupção e o funcionamento do presidencialismo de coalizão. Por isso, não demorou que novos estudos se conectassem com a abordagem que busca avaliar a qualidade da democracia.</p>
<p>Uma última observação se faz necessária neste balanço. Mais de um crítico disse que o projeto originário de criação da USP foi uma resposta das elites paulistas à perda de sua hegemonia em 30 e 32 do século passado e que a formação de quadros políticos pela nova universidade seria o caminho antevisto para a retomada do papel político de São Paulo. Presente ou não no pensamento dos criadores da universidade, a perspectiva era exagerada. Mas é impossível avaliar a contribuição das Ciências Sociais da USP ao país sem lembrar que a experiência formou o contexto em que algumas de suas principais lideranças ocuparam, em anos recentes, a presidência da República, cadeiras no parlamento e alguns dos mais importantes ministérios e secretarias nacionais. Ou seja, a crença originária nas possibilidades de “aplicar” diretamente o conhecimento científico na formulação e implementação de políticas públicas se realizou, de algum modo, e não se pode dizer que isso não tenha tido êxito; em realidade, ajudou a mudar o país.</p>
<p><span class="discreet"><strong>* Versão reduzida deste artigo foi publicada sob o título "A Contribuição Singular das Ciências Sociais" no caderno especial "USP 80 Anos" de "O Estado de S.Paulo" de 24 de janeiro de 2014 (<i>leia outros artigos e entrevistas do caderno em <a href="http://topicos.estadao.com.br/usp" class="external-link">http://topicos.estadao.com.br/usp</a></i>).</strong></span></p>
<p><span class="discreet"><strong>** José Álvaro Moisés é professor titular de ciência política da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFLCH),  diretor do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPPs) da USP, membro do Comitê Executivo do Conselho Internacional de Ciências Sociais da Unesco e coordenador do Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia do IEA.</strong></span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/ha100" class="external-link">Hamilton Furtado</a></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-01-08T11:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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