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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eixos-tematicos-energia-solar-fotovoltaica">
    <title>Programa Eixos Temáticos da USP - Energia: A Inserção da Energia Solar Fotovoltaica na Matriz Elétrica Brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eixos-tematicos-energia-solar-fotovoltaica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Devido a uma série de vantagens, a energia na sua forma de manifestação elétrica tornou-se praticamente imprescindível para a sociedade moderna. Portanto, entende-se que a produção de eletricidade proveniente de fontes com baixo impacto ambiental deve ser inserida de forma expressiva na matriz energética brasileira.</p>
<p>A conversão direta da radiação solar em eletricidade é, sem dúvida, uma das alternativas com grande potencial de contribuição. Contudo, níveis expressivos de participação de fontes não despacháveis, como no caso da energia solar fotovoltaica, exigem estudos e esforços técnicos e regulatórios associados com a estabilidade dos sistemas elétricos.</p>
<p>Adiciona-se a esta condição de contorno a necessidade de desenvolvimento das aplicações da energia solar fotovoltaica em áreas não atendidas pelas redes de distribuição de energia elétrica.</p>
<p>Para essa discussão, que faz parte do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/eixos-tematicos-da-usp-para-contribuir-com-a-formulacao-de-politicas-publicas" class="external-link">Programa Eixos Temáticos da USP, </a>convidamos dois especialistas: um deles ligado a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), entidade que atua como promotora do setor solar fotovoltaico brasileiro e outro um Analista da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE), que trabalha desenvolvendo estudos econômicos e regulatórios na área de recursos energéticos distribuídos e energia solar.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-lopes-sauaia" class="external-link">Rodrigo Lopes Sauaia</a> (ABSOLAR)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-konzen" class="external-link">Gabriel Konzen</a> (EPE)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-zilles" class="external-link">Roberto Zilles</a> (IEE/USP)</p>
<p style="text-align: left; "><b>Coordenação: </b></p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso</a> (EP/USP)<i> </i></p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS07 - Energia Acessível e Limpa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eixos Temáticos USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-31T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/i-seminario-ia-cos">
    <title>Primeiro Seminário de IA Responsável da Cátedra Oscar Sala</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/i-seminario-ia-cos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-7dcceeb6-7fff-b9e8-f346-51184aa457c2" style="text-align: left; "><span>O  segundo ano da titularidade do </span><span>professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida" class="external-link">Virgílio Almeida</a><span> na Cátedra Oscar Sala (COS)</span><span> se iniciou com a participação de mais de 80 pesquisadores, todos focados no debate sobre IA Responsável. Informações detalhadas sobre os grupos de pesquisa e suas produções estão disponíveis em <a class="external-link" href="https://iaresponsavel.iea.usp.br/">IA Responsável</a>.</span><span> O evento visa integrar os pesquisadores ao explorar suas áreas de interesse dentro do contexto da inteligência artificial.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Durante o seminário, serão apresentados os resultados das interações dos pesquisadores, incluindo estudos, discussões em encontros virtuais e a escrita conjunta de documentos. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>As mesas temáticas apresentarão os capítulos do livro *IA Responsável*, ainda em fase de organização, além de contar com a participação de convidados especiais, como Rafael Grohman (Universidade de Toronto), Cristian Perrone (Centro de Estudos em Tecnologia e Sociedade da Argentina), Tainá Junquilho (Senado Federal), Bruna Martins dos Santos (Fórum de Governança da Internet da ONU) e Márcio Biczyk do Amaral (Faculdade de Medicina da USP).</span></p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-07T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/super-intelligent-machines">
    <title>Por Que não Deveríamos Querer Ser "Pets" de Máquinas Superinteligentes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/super-intelligent-machines</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/en/events/why-we-shouldn2019t-want-to-be-the-pets-of-super-intelligent-machines" class="external-link"><b>Click here for the English version</b></a></p>
<p dir="ltr"><span>Quando questionado sobre o futuro relacionamento da humanidade com os computadores, <a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Marvin_Minsky">Marvin Minsk</a> deu a famosa resposta: “Se tivermos sorte, eles podem decidir nos manter como animais de estimação”. Várias autoridades eminentes continuam a argumentar que existe um perigo real de que máquinas “superinteligentes” escravizem – talvez até destruam – a humanidade. Poderíamos pensar em seguida que deveríamos abandonar a busca pela IA. Em vez disso, a maioria daqueles que afirmam estar preocupados com a ameaça existencial representada pela IA não se preocupam com o que chamam de “problema da IA amigável”. Grosso modo, esta é a questão de como podemos garantir que as IA que se desenvolverão a partir da primeira IA que criarmos permanecerão simpáticas à humanidade e continuarão a servir, ou pelo menos a ter em conta, os nossos interesses</span></p>
<p dir="ltr"><span>Esta palestra se baseará na filosofia “neo-republicana” de <a class="external-link" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Pettit">Philip Pettit</a> para argumentar que resolver o problema da IA Amigável não mudaria o fato de que o advento da IA superinteligente seria desastroso para a humanidade, em virtude de nos tornar escravos de máquinas. Uma ideia fundamental da tradição republicana é que a liberdade exige um certo tipo de igualdade, o que claramente falta entre os animais de estimação e os seus donos. A benevolência não é suficiente. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Enquanto a IA tiver o poder de interferir nas escolhas da humanidade, e a capacidade de o fazer sem referência aos nossos interesses, então dominar-nos-á e, portanto, tornar-nos-á não-livres. Os animais de estimação de donos gentis ainda são animais de estimação, o que não é um status que a humanidade deveria adotar. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Se realmente pensamos que existe o risco de que a pesquisa em IA conduza ao surgimento de uma superinteligência, então precisamos repensar se é de fato sábio desenvolver a IA.</span></p>
<p class="MsoNormal"><b>Abertura e comentários:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida" class="external-link">Virgílio Almeida</a><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/titular-catedra/titular-da-catedra" class="external-link"> </a>(titular da Cátedra Oscar Sala)</p>
<p class="MsoNormal"><b>Exposição:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rob-sparrow" class="external-link">Robert Sparrow</a> (Monash University)</p>
<p class="MsoNormal"><b>Moderação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elen-nas" class="external-link">Elen Nas</a><span> (IEA-USP)</span></p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<div>
<div id="_mcePaste">
<div>
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<div style="text-align: right; "></div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-08T12:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-cti-agenda-2023">
    <title>Políticas para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil são avaliadas por pesquisadores no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-cti-agenda-2023</link>
    <description>O ciclo de eventos é a primeira etapa do projeto Agenda 2023 e resultará em documento a ser enviado ao candidato à presidência eleito em 2022</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-9b4d4d5b-7fff-bc92-2432-024585798f37"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Com a rápida movimentação da comunidade científica para conter o coronavírus, a área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I) demonstrou o seu valor em todo o mundo durante a pandemia. No Brasil, entretanto, ela convive com problemas crônicos. Cortes nos orçamentos destinados à pesquisa e políticas públicas com abordagens imprecisas e sem foco são alguns deles. Essa é a avaliação dos organizadores do </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agenda-2023-um-novo-capitulo-para-a-ct-i-no-brasil"><span>ciclo de eventos Agenda 2023</span></a><span>, realizados no IEA entre abril e junho de 2022.</span></p>
<p dir="ltr">Os eventos representam a primeira etapa do projeto Agenda 2023. "O próximo passo é realizar debates com representantes das candidaturas ao Poder Executivo e, ao final, produzir um documento, a ser enviado ao candidato eleito", afirma <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-monteiro" class="external-link">Vitor Monteiro</a>, pesquisador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade"><span>Núcleo de Apoio à Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade</span></a> (NAP-OIC). O <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agenda-2023-candidaturas-presidenciais" class="external-link">evento com as candidaturas</a> ocorrerá no dia <strong>30 de agosto, das 10h às 12h</strong>, em formato virtual, no canal do IEA.</p>
<p dir="ltr"><span>O ciclo, com seis painéis, foi organizado pelo grupo de pesquisa em parceria com o </span><a href="https://cebrap.org.br/institucional/"><span>Centro Brasileiro de Análise e Planejamento</span></a><span> (CEBRAP), e dirigido por Monteiro e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-mota-mourao"><span>Carolina Mota Mourão</span></a><span>, pesquisadores do núcleo jurídico do NAP-OIC, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-brandao"><span>Rodrigo Brandão</span></a><span>, um dos coordenadores do grupo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Leia mais sobre cada um dos encontros: </span></p>
<ul>
<li><span><a class="anchor-link" href="#políticas-de-CTI">Reconstruindo as Políticas Brasileiras de CT&amp;I: Por onde Começar?</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-cti-agenda-2023#investimento" class="external-link">Política Econômica para o Desenvolvimento da CT&amp;I: Entre Desafios Orçamentários e a Necessidade de Investimento</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-ciencia-tecnologia-inovacao-agenda-2023#baixo-carbono" class="external-link">Qual é o Papel da CT&amp;I na Construção de uma Economia de Baixo Carbono?</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-ciencia-tecnologia-inovacao-agenda-2023#saúde" class="external-link">Quais são os caminhos para potencializar o papel do SUS como catalisador de CT&amp;I?</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-ciencia-tecnologia-inovacao-agenda-2023#educação" class="external-link">O que precisa ser feito para que o sistema brasileiro de ensino forme pessoas preparadas para promover a CT&amp;I no país?</a></span></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-para-ciencia-tecnologia-inovacao-agenda-2023#perspectivas" class="external-link">Balanço e Perspectivas para os Instrumentos de Fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação<br /><br /></a></span></li>
</ul>
<div><span><span id="docs-internal-guid-f343c4ee-7fff-08c6-29fe-35637a93a3a7">
<p dir="ltr"><span><strong><a name="políticas-de-CTI"></a>Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação</strong></span></p>
<p dir="ltr">O evento <i>Reconstruindo as Políticas Brasileiras de CT&amp;I: Por onde Começar?</i>, realizado no dia 1º de abril, explorou o novo ciclo tecnológico que questiona a maneira como produzimos ciência, as práticas das empresas, estratégias e, sobretudo, como os países pensam o próprio desenvolvimento.</p>
<p dir="ltr"><span>Países avançados e emergentes priorizam agendas para a construção de uma economia de baixo carbono – mais sustentável – e se preparam para uma nova sociedade digital. "São dois pontos que não podem faltar em nenhuma estratégia de desenvolvimento nacional, porque eles dão a base para diminuir pobreza e desigualdade social", afirmou Glauco Arbix. O professor do Departamento de Sociologia da USP foi expositor deste primeiro evento ao lado de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-eugenio-mello"><span>Luiz Eugênio Mello</span></a><span>, professor titular de Fisiologia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). </span></p>
<p dir="ltr"><span>Saber aproveitar oportunidades é essencial nesse momento, mas o Brasil parece estar indo em sentido contrário e tem se distanciado dos países que produzem ciência de fronteira, avaliou Arbix. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Somando isso à situação nacional, com o acirramento das desigualdades e a ausência de uma agenda de governo, ele citou comportamentos que contribuem para o atraso e devem ser evitados. São eles: a perda de oportunidades abertas pelo novo ciclo tecnológico; o corte de investimentos em CT&amp;I; a desvinculação da inovação à pesquisa científica; o ataque às universidades; a manutenção de amarras burocráticas; e a aprovação de documentos sem diagnósticos precisos, sem determinação de metas e sem prioridades claras.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com a perspectiva de que sem estabilidade, sem ampliação contínua dos investimentos e sem diversificação de fontes, o Sistema Nacional de CT&amp;I se tornará disfuncional, Arbix sugeriu ainda oito ações a serem tomadas para que se possa elevar o patamar de CT&amp;I no Brasil em 10 anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De acordo com ele, seria preciso definir o digital e a sustentabilidade como eixos estruturantes; disseminar o uso de encomendas tecnológicas e fazer da inovação uma das missões das universidades. Além disso, interromper a regressão atual no financiamento à CT&amp;I e articular um pacto de longa duração para garantir investimentos, tendo como meta atingir a marca de 2% do PIB aplicado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) em 10 anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também apontou a necessidade de aumentar a cooperação entre empresa e academia, ampliando a criação de laboratórios multi-usuários e multi-institucionais e remodelar o atual sistema de CT&amp;I, diminuindo a burocracia, fortalecendo as agências de fomento e definindo a política nacional com foco, prioridades e projetos de alto impacto orientados para resultados, a partir de novas lógicas de definição da demanda.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ainda, acredita ser preciso superar o esgotamento do sistema de financiamento e criar um Fundo Nacional de Inovação com base em novas fontes de receita, além do </span><span>Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (</span><span>FNDCT). Também apontou a necessidade de facilitar a entrada de novas instituições no apoio à inovação, bem como criar mecanismos de governança do Sistema de CT&amp;I, reformulando o Conselho Nacional de C&amp;T para que possa definir diretrizes e programas relevantes e alocar grandes investimentos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"No Brasil, nós demoramos muito tempo pra ter uma interação entre a academia e o setor empresarial". Para Luiz Eugênio Mello, esse é um dos desafios a serem trabalhados pela política. Citou como exemplo a Fapesp que, até 1988, tinha seu foco no “desenvolvimento científico” de São Paulo e, após a data, passou a avançar em direção ao campo "científico e tecnológico". Mencionou, ainda, a importância da relação entre pesquisa orientada para solução de problemas e da pesquisa orientada para satisfação de curiosidade. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Para mudar a visão atual da sociedade sobre CT&amp;I, Mello sugeriu endereçar a CT&amp;I para agendas que emanem iniciativas da sociedade e agendas que respondam a interesses e necessidades dos administradores públicos. </span></p>
<p dir="ltr"><span>"Nós vivemos uma regressão muito grande, e a CT&amp;I no Brasil só sobrevive por conta da resistência que os pesquisadores e cientistas conseguem desenvolver, e porque as universidades brasileiras, segregadas e acusadas injustamente, conseguem resistir e insistem em fazer ciência mesmo com os ataques do governo federal, que são muitos e constantes", afirmou Arbix.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A priorização das políticas de CT&amp;I pelo próximo governo federal, orientado pelas demandas da sociedade, será essencial para que o país produza conhecimento da melhor qualidade, mais rápido e de maior impacto tecnológico, econômico e social, concluiu o painel. Para que a CT&amp;I se fixe como ação de Estado, não de governo, também se considerou necessário reativar um fórum de governança como o Conselho Nacional de Tecnologia.</span></p>
<p dir="ltr"><span><a name="investimento"></a>O evento teve moderação de Carolina Mota Mourão, Vitor Monteiro e Rodrigo Brandão.</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-a86aa96c-7fff-f5e1-a0e7-3089aa1688a5">
<p dir="ltr"><span><strong>Investimentos em CT&amp;I e política econômica</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Após apresentar uma visão geral sobre o sistema orçamentário e fiscal no evento </span><span><i>Política Econômica para o Desenvolvimento da CT&amp;I</i></span><span>, do dia 12 de abril, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/felipe-salto"><span>Felipe Salto</span></a><span>, </span><span>mestre em Administração Pública e Governo,</span><span> destacou que o país precisa seguir um caminho que permita "recuperar a capacidade do Estado de planejar os investimentos e os gastos a médio e longo prazo", um elemento chave de qualquer política de CT&amp;I. Os limites fiscais do país, contudo, impõem desafios para os gastos necessários na área, e Salto propôs repensar o modelo de teto de gastos em vigor atualmente. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Foi sugerida pelo conferencista a criação de uma comissão de produtividade (composta por membros do governo, da academia e da sociedade civil) que produziria dados com solidez econométrica e estatística, capazes de apontar parâmetros da qualidade do gasto público.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sob os parâmetros da relevância da restrição fiscal e da consequente escassez de recursos orçamentários, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-de-negri"><span>Fernanda De Negri</span></a><span>, </span><span>pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)</span><span>, destacou a importância da definição de uma política de CT&amp;I com estratégia e foco. "A gente não vai conseguir fazer tudo, a gente não vai conseguir ser competitivo em tudo, precisamos ter alguns focos consistentes a longo prazo”, afirmou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O desmantelamento da política de CT&amp;I nacional, tanto em nível orçamentário quanto em relação a indicadores, foi dimensionada em números. A exportação de alta tecnologia e a participação de setores mais intensivos em tecnologia vem diminuindo em relação ao PIB.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para sair dessa situação, a pesquisadora indicou cinco áreas necessárias para o Brasil e que poderiam ter uma política de inovação: mudanças climáticas, tecnologias em saúde, inteligência artificial e big data, tecnologias agrícolas e Amazônia. Também apontou a necessidade de priorizar a melhoria no desenho de políticas e dos investimentos públicos em C&amp;T, com o aprimoramento dos indicadores da atividade de CT&amp;I. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Por não terem sido bem desenhadas e/ou não terem sido objeto de reformulação, algumas políticas acabaram por custar muito, sem efetivamente incentivar a inovação, como as  políticas fiscais da Lei de Informática e da Lei do Bem, lembrou Negri. Ela realçou fatores exógenos que apresentam impactos determinantes às políticas de inovação, como o sistema tributário, o ambiente de negócios e o estímulo à concorrência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com perguntas como “Para que CT&amp;I?”, “O que é o Sistema de CT&amp;I?”, “Quanto custa CT&amp;I?” e “Quem paga a CT&amp;I”, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-de-brito-cruz"><span>Carlos Henrique de Brito Cruz</span></a><span>, </span><span>vice-presidente sênior de Redes de Pesquisa da Elsevier,</span><span> refletiu sobre “Que meta poderia haver no Brasil?”, pensando no papel das empresas e do governo no financiamento à P&amp;D. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Após analisar dados de 2018, Cruz pontuou que, se for feita uma meta de que em 2028 o Brasil chegará a 2,5% do PIB investidos em P&amp;D, significa que as empresas estarão contribuindo com seu dinheiro de 1.2% a 1.6% do PIB , e o governo, de 0.7% a 1.1%. De acordo com ele, é necessário que a política econômica brasileira crie um ambiente "onde a empresa precise fazer pesquisa" – não por causa de incentivo, mas porque ela vai se beneficiar e obter mais mercado. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Destacando a necessidade de P&amp;D em universidades para haver base e pessoas, e PD&amp;I em empresas e no governo, para haver benefícios, Cruz questionou como seria possível organizar um local onde as pessoas responsáveis pelo orçamento de C&amp;T definam temas prioritários à transformação do país e como organizar o governo, em suas diversas unidades federativas, para criar convergências nacionais no tema de CT&amp;I. </span></p>
<p dir="ltr"><span><a name="baixo-carbono"></a>O evento teve moderação de Rodrigo Brandão</span><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/igor-bueno"><span>Igor Bueno</span></a><span> e Vitor Monteiro, do OIC-IEA</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-f1aafa26-7fff-03db-8731-9830767421db">
<p dir="ltr"><span><strong>Construindo uma economia de baixo carbono</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Em anos recentes, diversos acontecimentos demonstraram os impactos da redução do orçamento nacional de CT&amp;I sobre a preservação dos biomas brasileiros, como o apagão de dados sobre desmatamento, decorrente do subfinanciamento ao INPE e a órgãos ambientais, e a a falta de financiamento para pesquisas sobre desenvolvimento econômico sustentável e para o desenvolvimento de tecnologias verdes e mercados de baixo carbono.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento </span><span><i>Qual é o Papel da CT&amp;I na Construção de uma Economia de Baixo Carbono?</i></span><span>, realizado no dia 26 de abril, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/natalie-unterstell"><span>Natalie Unterstell</span></a><span>, do Instituto Talanoa, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/miriam-garcia"><span>Miriam Garcia</span></a><span>, da CDP (</span><span>Carbon Disclosure Project</span><span>) Latin America, debateram os caminhos que o governo federal deve seguir para se projetar como um participante relevante na corrida climática global, além do papel dos investimentos públicos e privados em CT&amp;I nessa estratégia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com a maior concentração de dióxido de carbono (CO2) em 2 milhões de anos, segundo estudo de 2019 do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o planeta já enfrenta um aquecimento de 1.1ºC em relação ao período pré-industrial. Parece pouco, mas de acordo com uma </span><a href="https://coastal.climatecentral.org/"><span>ferramenta do Climate Central</span></a><span>, apresentada por Unterstell, a elevação da temperatura média da superfície terrestre em mais 2ºC poderia ter consequências catastróficas. Cidades como Nova York, por exemplo, ficariam inundadas neste cenário.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Por isso, a descarbonização se tornou um tema central da governança climática global. Em 2015, nenhum dos grandes setores da economia global tinha tecnologias competitivas e de baixo custo para mudar a equação climática, uma questão essencialmente econômica, afirmou a expositora. </span><span>Em 5-6 anos, </span><span>houve uma forte mudança no setor elétrico, com a difusão de tecnologias como a solar e a elétrica, e a criação de baterias.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dado o desafio de retomar o crescimento econômico do Brasil com o menor aumento possível de emissões, Garcia apontou dois cenários para lidar com a situação. Um </span><span>cenário de retomada e transição justa envolveria três medidas centrais: precificar as emissões de carbono; reduzir o desmatamento; e aumentar os índices de restauração florestal em 4 milhões de hectares. Já em um cenário de retomada, transição justa e zero desmatamento, o país alcançaria o desmatamento zero na Amazônia e na mata atlântica até 2030, </span><span>atingindo 82% de redução de emissões até 2050.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Daqui até 2050, para alcançar o cenário Net Zero para todos os Gases de Efeito Estufa (GEE), será necessário evitar o lançamento de aproximadamente 21 bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera a nível nacional, apontou Garcia com base no relatório "Como viabilizar um Brasil neutro em gases de efeito estufa até 2050? Caminhos de descarbonização da economia brasileira", do CDP. O estudo foi elaborado pelo laboratório Cenergia, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Conforme o estudo, no setor de Agropecuária, Floresta e Outros Usos do Solo (AFOLU), considera-se necessário recuperar as pastagens degradadas e diminuir áreas de solo degradado. No de energia, investir em fontes renováveis e utilizar biocombustíveis celulósicos. Entre as indústrias, focar na siderurgia com uso do carvão vegetal de origem renovável e aumentar o uso da biomassa. No setor de transporte, eletrificar veículos leves e usar biocombustíveis e, no de resíduos, zerar o uso de aterros sanitários e implementar a queima em </span><span>flare </span><span>em aterros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Unterstell, o desmatamento zero não é mais um tema marginal nas campanhas eleitorais. Pensando nas eleições de 2022, ela acredita que a primeira ação a ser feita a partir de janeiro de 2023 deve ser uma medida provisória que restabeleça a institucionalidade do combate ao desmatamento no país. </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento teve moderação dos membros do OIC </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-brandao"><span>Rodrigo Brandão</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-maia"><span>Gabriel Maia</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><a name="saúde"></a>A cobertura completa pode ser lida </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/caminhos-para-a-construcao-de-uma-economia-de-baixo-carbono-no-brasil"><span>aqui</span></a><span>. </span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-7b8b2dcd-7fff-73e0-e815-7872423360cf">
<p dir="ltr"><span><strong>A saúde no ecossistema de CT&amp;I</strong></span></p>
<p dir="ltr">A partir de uma leitura focada em resultados de estudos realizados pelo grupo de Economia da Inovação (IE/UFRJ) para indústria farmacêutica produtora de medicamentos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-paranhos"><span>Julia Paranhos</span></a> concentrou-se, inicialmente, no exame do contexto desta indústria, bem como no histórico e diagnóstico das políticas direcionadas a ela no evento <i>Quais são os caminhos para potencializar o papel do SUS como catalisador de CT&amp;I?</i>, realizado em 11 de maio.</p>
<p dir="ltr"><span>A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ressaltou especificidades do sistema de saúde do Brasil, com destaque para a própria existência de um sistema de oferta gratuita de serviços de saúde para a população. Com um cenário de importante demanda de medicamentos, precisamos entender nossas vulnerabilidades no sistema de produção e inovação, que ainda é representado por uma enorme dependência externa, tanto produtiva quanto tecnológica, afirmou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As políticas implementadas entre 2003 e 2016 tiveram uma importância significativa no fortalecimento das empresas farmacêuticas nacionais. Estas foram destacadas por Paranhos devido às suas exportações para a América Latina, excelência no processo de fabricação (com certificados de boas práticas) e capacidade de gerar empregos qualificados, ainda que limitados. Nesse papel de estímulo, o Estado teve sucesso na concessão de instrumentos de oferta, crédito (Finep e BNDES), subvenção (Finep), e de demanda e compras públicas (PDPs).</span></p>
<p dir="ltr"><span>"Pensar o sistema de inovação de produção em saúde sem pensar em serviços seria como pensar o automobilismo sem pensar nos carros", afirmou </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gadelha"><span>Carlos Gadelha</span></a><span>, pesquisador </span><span>do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</span><span> </span><span>Gadelha apontou que é por meio dos serviços que chegam itens como medicamento, vacina, equipamentos, reagentes, etc. "Estamos falando de um sistema produtivo que envolve cerca de 10% do PIB."</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destacou a reativação do Complexo Econômico-industrial da Saúde (CEIS) como um vetor de desenvolvimento para o Brasil, e acredita que a saúde pode ser uma porta de entrada do país na 4ª Revolução Tecnológica, devido a sua capacidade de unir transformações econômicas, produtiva e da CT&amp;I a aspectos políticos, sociais, ambientais e da vida. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Os desafios para isso, contudo, também devem ser encarados. Atualmente, 10 países concentram 88% de todas as patentes em saúde, sendo que 5 países dominam o patenteamento em inteligência artificial, evidenciando uma concentração de propriedade intelectual no setor de saúde.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Pensando nas políticas de saúde a serem implementadas pelo próximo governo federal, outros pontos ainda foram destacados. Ele mencionou questões táticas, como o resgate da institucionalização, com o restabelecimento do GECIS; retomada de políticas explícitas de longo prazo, em matéria industrial e de C&amp;T; políticas industriais implícitas, como os desafios regulatórios que geram barreiras à inovação; políticas de internacionalização com países da América Latina; e a capacidade de produção de insumos farmacêuticos (IFAs) estratégicos. Iniciativas para </span><span>startups</span><span> de biotecnologia – para além das TICs para saúde – também foram mencionadas por Gadelha.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Focado em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), o Inova HC foi tema da exposição de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-bego"><span>Marco Bego</span></a><span>. O projeto, definido como um catalisador de inovação em saúde, conecta recursos e empreendedores para gerar soluções que tornem a jornada do atendimento mais intuitiva e eficiente. </span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><span>hub</span><span> de inovação atua em três frentes: inovação aberta, construindo a base de relacionamento com </span><span>stakeholders</span><span>; empreendedorismo, apoiando startups no relacionamento com stakeholders e financiadores; e projetos, acompanhando, validando e desenvolvendo projetos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Tais iniciativas são analisadas em várias dimensões, como jornada do paciente; infraestrutura física e tecnológica; protocolos de relacionamento; aspectos financeiros; avaliação e gestão de impacto; parcerias e papéis; e regulação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento afirmou a importância de uma nova agenda para a saúde que articule produção, inovação, conhecimento e crescimento do PIB com direitos sociais, meio ambiente e cidadania, fazendo da saúde o "motor do desenvolvimento do país no século 21".</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento teve moderação de</span><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-romitelli"><span>Gabriel Romitelli</span></a><span>, Igor Bueno e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carolina-foss"><span>Maria Carolina Foss</span></a><span>, membros do núcleo jurídico do OIC-IEA.<a name="educação"></a></span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-6c923937-7fff-46e9-93fa-01b55aad941e">
<p dir="ltr"><span><strong>Educação como ferramenta</strong></span></p>
<p dir="ltr">A cada 100 estudantes do ensino superior – público e particular – 59 desistem. O dado foi registrado pelo INEP por meio de um mapeamento dos alunos ingressantes em 2020, e mostra a defasagem na formação superior do país. O dado foi apontado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mozart-neves"><span>Mozart Neves Ramos</span></a>, professor emérito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no evento <i>O que precisa ser feito para que o sistema brasileiro de ensino forme pessoas preparadas para promover a CT&amp;I no país?</i>, realizado no dia 10 de junho.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky"><span>Elizabeth Balbachevsky</span></a><span>, do </span><span>Departamento de Ciência Política da USP, </span><span>deu início às exposições abordando as conexões entre educação, ciência e trabalho, tema relevante por sua conexão com o combate à desigualdade. Destacou a importância de pensar como direcionar o problema da desigualdade social por meio da educação com o fim de gerar mobilidade social, um fenômeno que ocorre quando "uma pessoa ou um pequeno grupo de pessoas se movem dentro da escala social".</span></p>
<p dir="ltr"><span>Por um lado, a educação tem um valor substantivo – cria competências e habilidades e forma pessoas com um "impacto substantivo" – e, por outro, apresenta um valor posicional – com uma hierarquia associada a diplomas e credenciais que representam um valor diferente a depender das instituições.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A professora propôs a discussão da educação em seu valor substantivo, com base nas expectativas do mercado de trabalho em relação à formação de habilidades e competências valorizadas. Para tratar do assunto, foram comparados dois modelos de mobilidade social pelo ensino.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em primeiro lugar, o modelo do capitalismo tradicional (liberal) representado por uma figura de duto em que as pessoas seguem por vários níveis educacionais até chegar ao nível superior, aquele que confere ao indivíduo as credenciais valorizadas no mercado. Em segundo lugar, o modelo do capitalismo coordenado (binário), no qual os estudantes são divididos em duas trajetórias de formação, uma voltada para o acesso à universidade e outra para o campo técnico-tecnológico avançado. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Balbachevsky lembrou que a formação técnica-tecnológica no modelo brasileiro é estigmatizada em prol do ensino superior. "A função social do ensino superior na nossa sociedade é produzir diploma, e diploma que tenha uma profissão reconhecida." Em sua percepção, o Brasil estaria mais próximo do modelo do capitalismo tradicional e as políticas recentes de acesso à universidade não foram suficientes para alterar o cenário.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Neste contexto, em que todo progresso humano está relacionado ao avanço do conhecimento pela ciência e no qual “informação” e “conhecimento” são componentes do patrimônio das nações, o Brasil passa por "um grave decréscimo no interesse dos estudantes pelo ensino superior, refletido no número de matrículas para fazer o ENEM", apontou </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glaucius-oliva"><span>Glaucius Oliva</span></a><span>. </span></p>
<p dir="ltr"><span>A necessidade de uma revolução na educação é inegável, sobretudo em termos de qualidade, afirmou o professor. Alguns dos principais desafios do ensino de graduação e pós-graduação no Brasil destacados por ele são a reformulação da estrutura curricular e pedagógica, o estímulo ao protagonismo do estudante, maior transversalidade dos cursos, custeio de bolsa de estudos e alinhamento dos cursos com opções de carreira.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além do desafio de ingressar no ensino superior, o Brasil enfrenta a dificuldade de oferecer uma educação de base de boa qualidade para todos, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mozart-neves"><span>Ramos</span></a><span>. Ele apontou que o avanço na escolaridade deve visar, além dos anos de estudo, seu impacto na riqueza e, portanto, no PIB per capita.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Essa escolaridade deve promover o acesso, a permanência, o aprendizado e a conclusão na idade certa e, para isso, deve ser integral, desenvolvendo plenamente a pessoa para a cidadania e o trabalho. A cultura brasileira enraizou a ideia de que a defasagem do ensino só será solucionada com o acesso das pessoas ao ensino superior, mas há uma parcela de jovens que nem sequer têm esse acesso e, quando tem, entram no mercado de trabalho desqualificados devido a própria qualidade da instituição de ensino.</span></p>
<p dir="ltr"><span>"A internet banda larga não é luxo, é o caderno e o lápis do século 21", afirmou o professor. Ramos enxerga a necessidade de introduzir inovação e tecnologia nos anos iniciais da educação, aproveitando a cultura digital dos estudantes, e afirmou que a alfabetização é pressuposto para desenvolver o ensino. Para conferir seu aprendizado, as aulas precisam ser instigantes aos alunos, defendeu. </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento teve moderação de </span><span>Carolina Mota Mourão, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-romitelli"><span>Gabriel Romitelli</span></a><span>, Igor Bueno e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-gregorio-de-souza"><span>Vinícius Gregório de Souza</span></a><span>, do OIC-IEA.</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-9d401f79-7fff-e0aa-27ff-a23e46ac8cf0">
<p dir="ltr"><span><strong><a name="perspectivas"></a>Balanço e perspectivas</strong></span></p>
<p dir="ltr">Para pensar o futuro do manejo dos instrumentos de fomento à inovação no país, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-rauen"><span>André Rauen</span></a>, doutor em política científica e tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), deu início à exposição no evento<i> Balanço e Perspectivas, Instrumentos de Fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação</i>, no dia 24 de junho, destacando a importância de uma política de inovação e financiamento orientado a missões, substituindo um recorte setorial.</p>
<p dir="ltr"><span>Ele reiterou o impacto do ambiente de negócio nas políticas de inovação, como aspectos tributários, capacidade de competição das empresas e a possibilidade de atrair e reter profissionais talentosos. "Se a gente quer aumentar a taxa de inovação no Brasil, tem que melhorar o ambiente de negócios; tem que ser fácil de fazer inovação, o custo de oportunidade precisa baixar", afirmou. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Nas últimas décadas, houve um desgaste das políticas de CT&amp;I e pouco espaço fiscal para gastos públicos. Os instrumentos de estímulo à inovação, como o sandbox regulatório, as isenções fiscais e as compras públicas dependem da qualificação de agentes públicos e agentes de estado para serem manejados, apontou Rauen.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A necessidade de um maior protagonismo estatal para enfrentar problemas complexos e transnacionais, em especial os desafios que colocam em risco o futuro da humanidade, como as mudanças climáticas, foi destacada por Rauen e por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco"><span>Carlos Américo Pacheco</span></a><span>, </span><span>professor do Instituto de Economia e do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com suas mudanças recentes na </span><span>National Science Foundation</span><span> e a criação de instituições como a ARPA-H, dedicada à saúde, e a ARPA-C, dedicada às questões climáticas, os Estados Unidos foram usados como exemplo de uma atuação estatal orientada a estimular a inovação com foco em problemas específicos. Pacheco mencionou que houve um "enorme ativismo estatal" brasileiro nos últimos anos, mas sem eficácia em termos de mobilização do setor privado.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/diogo-rosenthal-coutinho"><span>Diogo Rosenthal Coutinho</span></a><span>, professor da Faculdade de Direito da USP, retomou a premissa de que o governo precisa querer fazer uma política de CT&amp;I efetiva e valorizar o sistema nacional. Para isso, terão que ser enfrentados questões jurídicas e institucionais que comprometem a efetividade dessas políticas, como gargalos de coordenação, de sinergias público-privadas, de incorporação de aprendizados recentes – conferindo capacidade de incorporar conhecimento e aprendizado ao longo do caminho – e de seletividade – corrigindo um problema crônico no país de dispersão de recursos e dificuldade em definir focos, agendas e objetivos prioritários.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para que haja efetividade nas iniciativas discutidas, Coutinho enxerga a necessidade de um esforço multidisciplinar e ativação das capacidades estatais, pois não nos faltam instrumentos. Com uma legislação completa, sobretudo depois da edição de leis federais voltadas para a inovação, precisamos que essas leis sejam adequadamente mobilizadas e implementadas, o que depende da capacidade de gestão, afirmou. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Um novo governo que queira revitalizar a inovação como centro de uma agenda de desenvolvimento econômico deverá seguir um rumo claro, que não é trivial. Por isso a necessidade de apresentar pessoas que compreendam o assunto em cargos chave do "topo do Executivo". </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento teve moderação de</span><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-gomes-dos-santos"><span>Fabio Gomes dos Santos</span></a><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carolina-foss"><span>Maria Carolina Foss</span></a><span> e Vinicius Gregório de Souza, do OIC-IEA.</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></span></div>
</span></span></div>
</span></span></div>
</span></span></div>
</span></span></div>
</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-26T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/plonski-inovausp">
    <title>Plonski é nomeado vice-coordenador do Centro de Inovação da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/plonski-inovausp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-2018" alt="Guilherme Ary Plonski - 2018" class="image-inline" title="Guilherme Ary Plonski - 2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Guilherme Ary Plonski</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O vice-diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, foi nomeado pelo reitor, Vahan Agopyan, vice-coordenador "pro tempore" do Centro de Inovação da Universidade de São Paulo (InovaUSP) a partir de 1º de fevereiro.</p>
<p>O centro tem o objetivo de reunir e integrar laboratórios e outras iniciativas em um ambiente multidisciplinar voltado à pesquisa e inovação, privilegiando a relação com os setores produtivos externos, público e privado, e com instituições com objetivos similares, nacionais e estrangeiras.</p>
<p>Inicialmente, o InovaUSP congrega quatro núcleos de pesquisa multidisciplinares: Plataforma Pasteur-USP, Laboratório de Games e Soluções Digitais (Pateo), Interdisciplinary Research for Innovative Solutions Initiative (Iris) e Synthetic &amp; Systems Biology (S²B).</p>
<p>Professor da Escola Politécnica (Poli) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), Plonski tem atuado intensamente ao longo da sua carreira em pesquisas e em instituições dedicadas a políticas de ciência, tecnologia e inovação. É coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica (PGT) da USP e diretor da Associação Latino-Ibero-Americana de Gestão da Tecnologia (Altec). Foi diretor superintendente do Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo e <span style="text-align: justify; ">presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)</span>.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">Plonski participa de vários colegiados superiores de instituições e entidades. É conselheiro da Associação Internacional de Parques de Ciência e Áreas de Inovação e integra a </span>Junta de Governadores do Instituto de Tecnologia de Israel (Technion) e o Conselho Acadêmico do Espaço de Estudos Avançados da Universidade da Costa Rica (Ucrea).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-01-22T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/prevencao-primaria-uso-de-canabinoides">
    <title>Pesquisa Sobre Prevenção Primária do Uso de Substâncias Psicoativas: Foco nos Canabinóides</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/prevencao-primaria-uso-de-canabinoides</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span> </span></p>
<div class="gmail_default">
<div class="gmail_default">Iniciada em 2015, a série S<i>trategic Workshops</i> já promoveu 30 encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
</div>
<div class="gmail_default">O <span>objetivo</span><span>​ deste workshop​ </span><span>é </span><span>incentivar a organização da pesquisa na </span><span>USP</span><span> em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span><span>Aguardando mais informações.</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-22T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/pesquisa-sobre-prevencao-primaria-do-uso-de-substancias-psicoativas-foco-nos-canabinoides-18-de-maio-de-2018">
    <title>Pesquisa Sobre Prevenção Primária do Uso de Substâncias Psicoativas: Foco nos Canabinóides - 18 de maio de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/pesquisa-sobre-prevencao-primaria-do-uso-de-substancias-psicoativas-foco-nos-canabinoides-18-de-maio-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Drogas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dois-novos-titulares-2019">
    <title>Paulo Herkenhoff e Helena Nader serão os novos titulares da Cátedra Olavo Setubal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dois-novos-titulares-2019</link>
    <description>Coordenação da Cátedra Olavo Setubal escolhe o crítico e curador de arte Paulo Herkenhoff e a bioquímica Helena Nader como novos titulares. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paulo-herkenhoff-e-helena-nader" alt="Paulo Herkenhoff e Helena Nader" class="image-inline" title="Paulo Herkenhoff e Helena Nader" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O curador de arte Paulo Herkenhoff e a bioquímica Helena Nader</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em 2019, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência </a>terá dois titulares, contemplando ao mesmo tempo as artes visuais e a ciência, além das intersecções entre elas.</p>
<p>Ocuparão as posições o crítico, curador e gestor cultural <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-herkenhoff" class="external-link">Paulo Herkenhoff</a>, com destacada atuação no Brasil e no exterior, e a bioquímica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a>, professora da Unifesp e ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).</p>
<p>A posse dos dois será no dia <strong>28 de março</strong>, em cerimônia na Sala do Conselho Universitário, substituindo a atual titular, a ativista social, educacional e cultural <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, diretora da Redes da Maré. Eliana, no entanto, continuará vinculada à cátedra, onde coordenada o projeto <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/censo-jardim-sao-remo-jardim-keralux-e-vila-guaraciaba-1" class="external-link">Democracia, Artes e Saberes Plurais</a>.</p>
<p>O coordenador da cátedra, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, ex-diretor do IEA, ressalta que a iniciativa, fruto de convênio entre o IEA e o <a class="external-link" href="http://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>, tem uma configuração aberta, tanto temática quanto organizacional, daí a possibilidade de explorar simultaneamente duas áreas do conhecimento.</p>
<p><span>Para ele, a escolha de Paulo Herkenhoff e Helena Nader deve-se ao papel de "curadores" que ambos desempenham em suas áreas de atuação. "Paulo tem uma participação relevante do ponto de vista institucional no campo das artes e Helena atua quase como uma diplomata do mundo da ciência e das políticas de ciência, tecnologia e inovação."</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Participações<br />no IEA</i></h3>
<p><i>Helena Nader e Paulo Herkenhoff já contribuíram várias vezes com o Instituto.</i></p>
<p><i>Helena foi expositora no seminário <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-lei-da-inovacao?searchterm=A+Nova+Lei+da+Inova%C3%A7%C3%A3o%3A+Expectativas%2C+Perspectivas+e+Iniciativas" class="external-link">A Nova Lei da Inovação: Expectativas, Perspectivas e Iniciativas</a> , em 4 de abril de 2016 (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/a-nova-lei-da-inovacao-expectativas-perspectivas-e-iniciativas?searchterm=A+Nova+Lei" class="external-link">vídeo</a>), e no workshop <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/cooperacao-academia-industria?searchterm=Ci%C3%AAncia+e+Ind%C3%BAstria+++Construindo++Novos+Caminhos+em+Tempos+Desafiadores" class="external-link">Ciência e Indústria - Construindo  Novos Caminhos em Tempos Desafiadores</a> , em 19 de junho de 2017 (vídeos: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/ciencia-industria-2013-construindo-novos-caminhos-em-tempos-desafiadores-parte-i?searchterm=Ci%C3%AAncia+%26+Ind%C3%BAstria" class="external-link">Partes 1</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/ciencia-industria-2013-construindo-novos-caminhos-em-tempos-desafiadores-parte-ii?searchterm=Ci%C3%AAncia+%26+Ind%C3%BAstria" class="external-link">Parte 2</a>), e atuou como debatedora no encontro <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ica-reitores" class="external-link">O Futuro das Universidades</a>, em 24 de abril de 2015 (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/ciencia-industria-2013-construindo-novos-caminhos-em-tempos-desafiadores-parte-ii?searchterm=Ci%C3%AAncia+%26+Ind%C3%BAstria" class="external-link">vídeo</a>).</i></p>
<p><i>Em 9 de maio de 2016, Herkenhoff foi entrevistado por integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> sobre arte contemporânea e museologia da arte no Brasil  (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/encontro-com-paulo-herkenhoff?searchterm=Herkenho" class="external-link">vídeo</a>). No ciclo de seminários organizado pela Cátedra Olavo Setubal em 2017, ele foi um dos expositores do módulo dedicado a dirigentes culturais. O seminário realizou-se no dia 10 de outubro daquele ano e teve também a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-augusto-calil" class="external-link">Carlos Augusto Calil</a> (<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/dirigentes-culturais-iii-dos-anos-50-a-atualidade" class="external-link">vídeo</a>).</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Não será a primeira vez que a ciência estará ao lado da arte na cátedra. Uma das atividades organizadas pelo primeiro titular, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-paulo-rouanet" class="external-link">Sérgio Paulo Rouanet</a>, em 2016, foi o seminário <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/a-ciencia-e-suas-fronteiras" class="external-link">A Ciência e Suas Fronteiras</a>.</p>
<p><span>Em encontro preliminar no dia 8 de março entre a direção do IEA, coordenação da cátedra e os dois novos titulares, o diretor do Instituto, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span>, disse que a escolha Herkenhoff e Helena permitirá uma reflexão sobre a falsa dualidade entre o processo criativo e o científico. Em referência ao livro "Ciência e valores humanos", de Jacob Bronowski, afirmou haver "coisas extremamente intuitivas quando se faz ciência e muito exatas quando se pinta um quadro".</span></p>
<p>Ainda em relação ao diálogo entre arte e ciência, Herkenhoff citou como exemplo o conceito de "buraco negro" aplicado a guetos pelo artista Cildo Meirelles: "A energia presa no gueto acaba crescendo e se autoalimentando; exemplo disso é o renascimento da cultura negra no Harlem, em Nova York, nos anos 20".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia outras notícias<br />sobre a Cátedra<br />Olavo Setubal</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro aspecto ressaltado por Saldiva é a importância da atuação dos novos titulares para que a cátedra seja um espaço de divulgação e esclarecimento para a arte e a ciência "num momento em que as duas áreas estão sob ataque". Essa é uma função crucial no contexto atual do país, segundo Helena: "Temos de aproveitar esse espaço para fortalecer a arte, a cultura e a ciência." Nesse sentido, ela e Herkenhoff esperam que sua estada no IEA contribua com o desenvolvimento da educação científica e artística.</p>
<p>No que se refere especificamente ao papel da arte nesse contexto, Herkenhoff a vê como possibilidade de cura, de algo que torna a vida possível: "Como disse a escultora Louise Burgeois, 'a arte é uma garantia de sanidade'".</p>
<p><strong>Perfil de Paulo Herkenhoff</strong></p>
<p>Herkenhoff costuma dizer que ingressou na área de curadoria "pelas bordas". Nos anos 70, trabalhava num escritório de advocacia e acabou participando da reorganização do Museu do Açude e do Museu Chácara do Céu, criados pela Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya em 1964 e 1972, respectivamente.</p>
<p>Na década seguinte, foi trabalhar na Funarte e viajou para diversas cidades do país. Ele destaca dois trabalhos que realizou na instituição: uma mostra em Curitiba, PR, com a participação de 250 artistas das Américas, e um projeto em Belém, PA, sobre a visualidade e a diversidade da Amazônia.</p>
<p>Um de seus trabalhos mais famosos foi a curadoria-geral da 24ª Bienal de São Paulo, a chamada "Bienal da Antropofagia", ocorrida em 1998. Para que a mostra tivesse um caráter historiográfico e crítico sobre a cidade de São Paulo, Herkenhoff considerou o Movimento Antropofágico como uma representação da cidade e uma resposta a ela. O objetivo foi lidar com o conceito de antropofagia como "processo de formação cultural com vistas à autonomia". Também merece destaque sua curadoria do pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza, em 1997.</p>
<p>Outras posições na carreira Herkenhoff como curador e dirigente cultural foram as atividades como diretor do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro, curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), curador da Fundação Eva Klabin Rappaport, curador adjunto no Departamento de Pintura e Escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e diretor cultural do Museu de Arte do Rio (MAR).</p>
<p>No MoMA, em 2002, ele teve três meses para organizar a exposição "Tempo", na qual artistas de diversos países trataram das percepções fenomenológicas e ficcionais de aspectos temporais. A mostra foi apontada pelo jornal "The New York Times" como referência para os rumos a serem tomados pelo museu.</p>
<p>A produção bibliográfica de Herkenhoff inclui obras sobre vários artistas brasileiros, coleções, produção artística em períodos históricos e arte contemporânea no Brasil e na América Latina.</p>
<p><strong>Perfil de Helena Nader</strong></p>
<p>Professora titular de biologia molecular na Unifesp, Helena Nader tem aliado suas atividades como docente e pesquisadora com a atuação como administradora acadêmica, dirigente de entidades científicas e assessora de agências de apoio à pesquisa.</p>
<p>Helena graduou-se em ciências biomédicas na Unifesp e fez licenciatura em biologia na USP. Realizou pesquisa de pós-doutorado na Universidade do Sul da Califórnia, EUA. É bolsista de produtividade do CNPq (nível 1A), membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) e participa da Academia Mundial de Ciências para o Avanço da Ciência nos Países em Desenvolvimento (TWAS, na sigla em inglês).</p>
<p>Ela é assessora de diversos periódicos nacionais e internacionais e foi pesquisadora visitante nos Estados Unidos (Escola de Medicina Loyola, em Chicago, e Centro de Ciência Celular William Alton Jones, em Lake Placid) e na Itália (Instituto de Pesquisa Química e Bioquímica Giacomo Ronzoni, em Milão, e Laboratórios de Pesquisa da Opocrin, em Modena).</p>
<p>Os focos principais de suas pesquisas são glicobiologia e biologia celular e molecular de proteoglicanos, em especial de heparina e heparam sulfato.  Seus trabalhos estão relacionados com o envolvimento desses compostos na hemostasia, no controle da divisão celular e na transformação celular.</p>
<p>Helena foi presidente por três mandatos (2011 a 2017) da SBPC, presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq), pró-reitora de Graduação e pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa da Unifesp, coordenadora do Comitê de Assessoramento em Biofísica, Farmacologia, Fisiologia e Neurociências (CABF) do CNPq, coordenadora adjunta da Área de Avaliação Biológicas II da Capes e membro da Coordenação de Biologia da Fapesp.</p>
<p>Entre as honrarias que recebeu estão a Ordem Nacional do Mérito Científico (na classe Comendador, em 2002, e na classe Grã-Cruz, em 2008), a Medalha Mérito Tamandaré da Marinha do Brasil, em 2013, e o Prêmio Scopus 2007, concedido pela Elsevier e Capes.</p>
<p style="text-align: right; "><i>Com a colaboração de Fernanda Rezende/IEA-USP</i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-18T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-coordenador-academico-oscar-sala">
    <title>Pablo Ortellado é o novo coordenador acadêmico da Cátedra Oscar Sala</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-coordenador-academico-oscar-sala</link>
    <description>O filósofo Paulo Ortellado, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP e colunista do jornal O Globo, é o novo coordenador acadêmico da Cátedra Oscar Sala.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pablo-ortellado-30-6-23/image" alt="Pablo Ortellado - 30/6/23" title="Pablo Ortellado - 30/6/23" height="405" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">Pablo Ortellado em evento no IEA em junho</dd>
</dl></p>
<p>O filósofo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ortellado" class="external-link">Pablo Ortellado</a>, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP e colunista do jornal O Globo, é o novo coordenador acadêmico da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/catedra-oscar-sala" class="external-link">Cátedra Oscar Sala</a>.</p>
<p>Ortellado substituiu o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eugenio-bucci" class="external-link">Eugênio Bucci</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, que continua no Comitê de Governança da cátedra, agora na vaga antes ocupada pela vice-diretora do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a>.</p>
<p>"Sugeri o nome do Pablo porque ele é um dos principais estudiosos da nova geração da USP a pesquisar as relações entre movimentos políticos e o comportamento das redes sociais. Seu trabalho é absolutamente inovador e muito esclarecedor. Fora isso, é uma pessoa brilhante, que trará uma renovação geracional para a nossa Cátedra", explica Bucci.</p>
<p>Um dos pioneiros da Oscar Sala, o jornalista Eugênio Bucci ajudou a pensar a atuação e as linhas de pesquisa da cátedra. Como coordenador desde 2020, quando foi<span> firmado o convênio entre o IEA e o Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e que viabilizou o projeto, Bucci foi responsável pela agenda de eventos, interlocução com os conselheiros, coordenação <span>do trabalho do catedrático e</span> da disciplina "Economia, Cultura e Poder na Internet", iniciada em 2021. </span></p>
<p><span>Além de professor da ECA, Bucci é superintendente de Comunicação Social da USP, colunista do jornal "O Estado de S. Paulo" e autor dos livros "</span><span>O Estado de Narciso" (2015) e "A forma bruta dos protestos" (2016), "Existe democracia sem verdade factual?" (2019), "A superindústria do imaginário" (2021) e "Incerteza, um ensaio" (Autêntica, 2023), dentre outros. Foi presidente da Radiobras de 2003 a 2007, diretor de redação e secretário editorial na Editora Abril. Como pesquisador, sua atuação é nas áreas de: ética e imprensa, comunicação pública, superindústria do imaginário, informação e cultura democrática.</span></p>
<p><span><strong>O novo coordenador</strong></span></p>
<p>Bacharel e doutor em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, com pós-doutorado no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), Ortellado tem  atuação marcante na pesquisa empírica sobre a cultura digital e suas implicações políticas.</p>
<p>Também se destaca na análise da agenda política nacional em colunas e artigos na imprensa. Antes de passar a escrever em O Globo, foi colunista do jornal Folha de S.Paulo por quatro anos. Em 2022, em parceria com a jornalista Elisa Martins, produziu o podcast <a href="https://globoplay.globo.com/podcasts/guerras-culturais-uma-batalha-pela-alma-do-brasil/bb970d66-e4d0-4087-bb44-84436175ddd8/">Guerras Culturais</a>, difundido por O Globo e pelo Globoplay.</p>
<p>Atualmente, ele coordenada três pesquisas. Uma delas, iniciada em 2022 com alunos de graduação, tem o título Curtidas no Facebook Estão Polarizando a Sociedade? e conta com apoio da Fapesp. A partir do histórico de postagens e curtidas de um grupo de indivíduos com identidades políticas fortes - e com sua autorização -, a pesquisa busca verificar se “as curtidas recebidas por diferentes tipos de publicações podem funcionar como pistas quantitativas que orientam a escolha de qual identidade deve se impor na busca por um contexto unívoco”.</p>
<p>Outra pesquisa que coordena é A Esfera Pública Digital: Desarranjos e Regulação, iniciada em 2021. O trabalho envolve alunos de graduação e pós-graduação e é apoiado pela Fundação Ford. O projeto dá continuidade às investigações empíricas do Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP sobre o processo de degradação e desarranjo da esfera pública digital, ampliando o escopo da pesquisa para a América do Sul.</p>
<p>Ortollado desenvolve ainda a pesquisa Privacidade e Comunicação para Mobilização, em parceria com Marcio Moretto Ribeiro. Iniciado em 2017 e com patrocínio da Fundação Ford, o projeto se dedica a estudar, por meio de questionários, a opinião de quem se mobiliza nas ruas de São Paulo e contraste com o padrão de interação e o consumo de notícias no Facebook e em outras mídias sociais no Brasil.</p>
<p>O filósofo é coautor dos livros “Vinte Centavos: A Luta contra o Aumento” (2013) (também com edição espanhola), “Sobrevivendo nas Redes: Guia do Cidadão” (2018) e Estamos Vencendo: Resistência Global no Brasil (2004). Coorganizou os livros “O Mercado de Livros Técnicos e Científicos no Brasil: Subsídio Público e Acesso ao Conhecimento"  (2008) (também com edições em espanhol e inglês) e “Movimentos em Marcha: Ativismo, Cultura eTecnologia (2013). É autor ou coautor de 17 capítulos de livros e de 31 artigos em periódicos científicos, além de ter orientado 14 dissertações de mestrado.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Big Data</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Algoritmo</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-04T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/oncologia-precisao-brasil">
    <title>Oncologia de Precisão no Brasil: Uma Abordagem de Avaliação de Tecnologias em Saúde ao Longo do Ciclo de Vida</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/oncologia-precisao-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este seminário inaugura as atividades do Grupo de Pesquisa Equidade e Eficiência das Tecnologias de Oncologia de Precisão (EETOP), cujo propósito é constituir um espaço de comunicação entre a comunidade científica e a sociedade, de modo a aglutinar discussões interdisciplinares em torno das contribuições da “medicina de precisão em oncologia” para o cuidado do paciente com câncer, em uma perspectiva de equidade e sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro.</p>
<p>A medicina de precisão é definida como “uma abordagem emergente para a prevenção e o tratamento de doenças que leva em consideração a variabilidade individual dos genes, ambiente e estilo de vida de cada pessoa”. Para cientistas e oncologistas, o termo "medicina personalizada" é frequentemente usado de forma intercambiável com termos como "medicina genômica", "medicina de precisão" e "oncologia de precisão".</p>
<p>A medicina de precisão representa uma mudança de paradigma, uma transformação disruptiva nas abordagens de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças. As terapias que eram desenvolvidas com base em médias populacionais, nas quais os pacientes recebiam tratamentos padronizados, agora são adaptadas às características individuais de cada paciente, incluindo seu perfil genético, ambiental e de estilo de vida. As terapias contra o câncer, anteriormente desenvolvidas com base no tipo e na localização do tumor (por exemplo, câncer de pulmão, câncer de mama), agora são direcionadas às alterações genéticas específicas do tumor, independente da sua localização no corpo.</p>
<p>À medida que a medicina de precisão em oncologia se expande para incluir big data, proteômica, transcriptômica, imagem molecular, os desafios de traduzir esse novo paradigma em cuidados de saúde efetivos e equitativos para os pacientes também aumentam. Questões relacionadas ao desenho adequado de ensaios clínicos, à definição de benefícios significativos para os pacientes, ao acesso, à equidade, ao aumento dos custos e sustentabilidade do Sistema de Saúde ainda precisam ser resolvidas.</p>
<p><b>Coordenação: </b><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-coelho-de-soarez" class="external-link">Patrícia Coelho de Soárez</a> (FMUSP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-novaes" class="external-link">Hillegonda   Maria Dutilh Novaes</a> (FMUSP)</p>
<p><b>Organização:</b> <span>Patrícia Coelho de Soárez</span> (FMUSP) e <span>Hillegonda   Maria Dutilh Novaes</span> (FMUSP), <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/4048912297313504">Ana Carolina Nonato</a> (FMUSP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-pavani" class="external-link">Claudia Pavani</a> (IEA-USP), <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8600165607616648">Natacha Regina de Moraes Cerchiari</a> (HCFM-USP), <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/0926054859427883">Sophia Aguiar Monteiro Borges</a> (FMUSP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
<h3>Público-alvo (*)</h3>
<p>Serão priorizadas estudantes da USP (graduação e pós-graduação) e representantes de stakeholders (formuladores de políticas públicas, especialistas clínicos, gestores públicos e privados, indústria, seguradoras, planos de saúde, agência regulatória, judiciário, associação de pacientes).</p>
<p>(*) Limite de vagas: 170</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Equidade e Eficiência das Tecnologias de Oncologia de Precisão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-16T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/modelo-embrapii-inovacao">
    <title>O Modelo Embrapii de Inovação Industrial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/modelo-embrapii-inovacao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Embrapii foi criada com o propósito de posicionar o Brasil como protagonista da inovação industrial e, para tal, adota um modelo de fomento baseado no compartilhamento de riscos. Por meio de suas unidades, a Embrapii realiza projetos demandados pela indústria e contribui com até um terço dos recursos requeridos para o desenvolvimento do projeto de inovação.</p>
<p>As unidades Embrapii participam com equipe qualificada e infraestrutura, cabendo às empresas a alocação dos valores financeiros restantes. Com um modelo flexível, ágil, desburocratizado e baseado na relação de confiança com suas unidades, a Embrapii assegura a disponibilidade contínua de recursos não reembolsáveis, permitindo responder prontamente às demandas por inovação do setor produtivo. Em 2024, as unidades Embrapii contrataram 645 novos projetos de inovação que totalizaram R$ 1,2 bilhão, apoiando a consolidação das cadeias produtivas e promovendo a competitividade da indústria Brasileira. Ao longo dos últimos dez anos foram 2.134 empresas atendidas em 3.172 projetos apoiados que totalizaram R$ 6,0 bilhões.</p>
<p>O modelo Embrapii reflete a estreita relação entre ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento, tema central da Cátedra Otavio Frias Filho. Ao fomentar a colaboração entre instituições de C&amp;T e empresas, a Embrapii converte conhecimento científico em soluções práticas, gerando impacto econômico, social e ambiental, fortalecendo o Brasil no cenário global</p>
<p><b>Expositor:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alvaro-toubes-prata" class="external-link">Alvaro Toubes Prata</a> (presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial,  Embrapii)</p>
<p><b>Debatedor:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marcelo-viana">Marcelo Viana</a> (titular da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><b> </b></p>
<p><b>Comentaristas:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-chaves-de-melo-e-silva">André Chaves de Melo Silva</a> (coordenador acadêmico da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-mota">Vinicius Mota</a><span> (secretário de Redação da Folha de S.Paulo)</span></p>
<div class="kssattr-atfieldname-text kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-macro-rich-field-view kssattr-target-parent-fieldname-text-650846e80a184565a72281ac8adfc329" id="parent-fieldname-text-650846e80a184565a72281ac8adfc329">
<h3>Transmissão</h3>
<p dir="ltr">Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-10T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/o-computador-como-maquina-epistemologica-o-caso-do-xadrez-computacional-17-10-2025">
    <title>O Computador Como Máquina Epistemológica: o Caso do Xadrez Computacional - 17/10/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/o-computador-como-maquina-epistemologica-o-caso-do-xadrez-computacional-17-10-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-15T15:42:25Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/xadrez-computacional">
    <title>O Computador Como Máquina Epistemológica: o Caso do Xadrez Computacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/xadrez-computacional</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<ol> </ol>
<p>Desde a publicação do artigo seminal de <span><a class="external-link" href="https://www.chessprogramming.org/Claude_Shannon">Claude Shannon</a>, <i><a class="external-link" href="https://www.pi.infn.it/%7Ecarosi/chess/shannon.txt">Programming a computer for playing chess (1950)</a></i></span>, o xadrez computacional tem sido um campo fértil para exploração dos limites e possibilidades da computação eletrônica digital.</p>
<p>Ao longo das décadas, os avanços do hardware e do software acabaram por tornar as máquinas invencíveis frente a jogadores humanos. Concomitantemente, os computadores passaram a desempenhar, cada vez mais, o papel de máquinas epistemológicas – isto é, auxiliares na construção coletiva do conhecimento –, alterando radicalmente a condução do jogo entre enxadristas profissionais (e também entre os amadores, com nuances próprias).</p>
<p>Para além de uma pragmática competitiva, a computação tem permitido construir conhecimento enxadrístico que a cognição humana, desassistida, presumivelmente não poderia construir. Contudo, sempre há mais a saber: nesse sentido, a computação desloca as fronteiras e horizontes epistemológicos do xadrez, mas não elimina o fascínio e os mistérios desse jogo milenar.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudio-alves-de-amorim" class="external-link">Cláudio Alves de Amorim</a> (UNEB)</p>
<p><b>Debates:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osvaldo-pessoa-junior" class="external-link">Osvaldo Pessoa Junior</a> (FFLCH-USP)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-neri-munhoz" class="external-link">Hugo Neri</a> (C4AI)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valdemar-setzer" class="external-link">Valdemar Setzer</a> (IME-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
<ol> </ol>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-07T10:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-dados-midias-sociais">
    <title>O Acesso Acadêmico a Dados de Mídias Sociais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-dados-midias-sociais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="mceContentBody documentContent" dir="ltr">A ampliação do uso de mídias sociais teve enorme impacto  na organização do debate político, na dinâmica de organização da  sociedade civil e na maneira como a sociedade lida com emergências  sanitárias como a epidemia de Covid-19. Todos esses assuntos têm sido  investigados por pesquisadores acadêmicos com base nos dados de uso,  interação e perfil dos usuários de mídias sociais. Porém, esse novo e  dinâmico campo de estudos está sob risco.</p>
<p class="mceContentBody documentContent" dir="ltr">Desde  o escândalo da <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cambridge_Analytica">Cambridge Analytica</a>, em 2016, as plataformas de mídia  social têm reduzido o acesso a dados para pesquisadores e a situação tem  se agravado nos últimos meses com o anúncio do fechamento da ferramenta  <a class="external-link" href="https://www.crowdtangle.com/">Crowdtangle</a> pela Meta (Facebook) e o fechamento do acesso a dados  acadêmicos pelo Twitter.</p>
<p class="mceContentBody documentContent" dir="ltr">Mas  uma nova legislação europeia, a <a class="external-link" href="https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/priorities-2019-2024/europe-fit-digital-age/digital-services-act-ensuring-safe-and-accountable-online-environment_en">Lei de Serviços Digitais</a>, passou a  prever um amplo mecanismo de acesso a dados de interesse público de  mídias sociais e motores de busca para pesquisadores científicos. Nos  Estados Unidos estuda-se também a criação de uma regulação que permita  acesso a dados das plataformas de mídia social a pesquisadores. O <a class="external-link" href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2256735"> projeto de lei 2630</a>, que adapta alguns dos mecanismos da legislação  europeia para o Brasil, tem a oportunidade de replicar também esse  mecanismo de acesso a dados, evitando que os pesquisadores brasileiros  fiquem para trás em relação aos seus pares na Europa e nos Estados  Unidos.</p>
<p class="mceContentBody documentContent" dir="ltr">O seminário pretende  discutir soluções regulatórias para garantir o acesso a dados de  interesse público das plataformas de mídia social para pesquisadores  acadêmicos, garantindo o equilíbrio entre a proteção de dados pessoais, a  proteção de segredos comerciais e a pesquisa científica de interesse  público.</p>
<div dir="auto"></div>
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<div dir="auto"></div>
<p dir="ltr"><b>Abertura:</b></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (diretor do IEA)</p>
<p dir="ltr"><b>Exposição: </b></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-silva" class="external-link">Orlando Silva</a> (deputado federal pelo PCdoB-SP, relator da PL 2630)</p>
<p dir="ltr"><b>Debatedora:</b></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renata-mielli" class="external-link">Renata Mielli</a> (Comitê  Gestor da Internet)</p>
<p dir="ltr"><b>Moderação:</b></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ortellado" class="external-link">Pablo Ortellado</a> (EACH-USP)</p>
<p dir="ltr"><b>Comentários:</b></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida">Virgílio Almeida</a><span> (Cátedra Oscar Sala)</span></p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geração de Tecnologias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-26T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-no-mercado-de-trabalho">
    <title>Mulheres no Mercado de Trabalho: Desafios na Academia, na CT&amp;I e Durante a Pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-no-mercado-de-trabalho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Na semana em que se celebra o <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher">Dia Internacional da Mulher</a>, o IEA promoverá uma discussão para apresentar dados atualizados e discutir a presença feminina no mercado de trabalho.</p>
<p>É sabido que durante a pandemia, aumentou a taxa de desemprego entre as mulheres. De acordo com dados do <a class="external-link" href="https://covid19.ibge.gov.br/pnad-covid/">Pnad Covid </a>divulgados em 2020 pelo IBGE, em setembro do ano passado 16,9% das mulheres (contra 11,8% entre os homens) buscavam trabalho, enquanto em maio daquele ano o percentual era de 12,2% (contra 9,6% entre os homens).</p>
<p>Que fatores influenciaram nesse cenário?</p>
<p>O que fazer para reduzir as desigualdades acirradas no último ano?</p>
<p>Quais setores foram mais afetados?</p>
<p>Entre as mulheres, quais foram as mais atingidas?</p>
<p>Para responder a essas questões, o seminário reunirá pesquisadoras que vêm estudando a presença da mulher em diferentes áreas, como no mundo jurídico e na Ciência &amp; Tecnologia.</p>
<p>Também terá a participação de uma especialista em periferias, que mostrará como a pandemia vem afetando a população de baixa renda.</p>
<div class="visualClear"></div>
<p class="mceContentBody documentContent"><span><strong>Abertura:</strong></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elizabeth-balbachevsky" class="external-link">Elizabeth Balbachevsky</a> (IEA e NUPPS USP))</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong>Exposição:</strong></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gislene-aparecida-dos-santos" class="external-link">Gislene Aparecida dos Santos</a> (IEA e EACH USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-bonciani-nader" class="external-link">Helena Nader</a> (UNIFESP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nina-beatriz-stocco-ranieri" class="external-link">Nina Ranieri</a> (IEA e FD USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><strong>Moderação:</strong></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roxane-re" class="external-link">Roxane Ré</a> (Jornal da USP)</p>
<h3 class="visualClear">Transmissão</h3>
<div class="visualClear">Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Periferias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-08T14:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
