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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 331 to 345.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-vacinas-covid-19-incorporacao">
    <title>Desafios para o Desenvolvimento Sustentável das Vacinas da COVID-19 e a sua Incorporação no Sistema de Saúde Brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-vacinas-covid-19-incorporacao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O objetivo desse webinário é contextualizar a agenda de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) das vacinas da COVID-19 atualmente em fase III no Brasil, apontando os principais desafios da sua produção, incorporação e distribuição no sistema de saúde brasileiro. Dessa maneira, pautado em um arcabouço interdisciplinar, convidamos painelistas/palestrantes com experiência no tema da Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde para analisar o tema do ponto de vista dos desafios impostos pela atual conjuntura de emergência em saúde pública. Assuntos sensíveis para o debate - como as incertezas na fase de P&amp;D das vacinas, a complexidade em torno dos contratos de P&amp;D e inovação, os contextos políticos, bem como os próximos passos para absorção de tecnologias e know-how no complexo de CT&amp;I em saúde no Brasil - estarão em debate na tarde de 14 de dezembro de 2020.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-03T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/workshop-sono-e-controle-motor-27-de-novembro-de-2019">
    <title>Workshop Sono e Controle Motor - 27 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/workshop-sono-e-controle-motor-27-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-27T15:52:47Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-inovacao-na-pesquisa-em-obesidade-infantil-e-adolescente-29-de-novembro-de-2019">
    <title>A Inovação na Pesquisa em Obesidade Infantil e Adolescente - 29 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-inovacao-na-pesquisa-em-obesidade-infantil-e-adolescente-29-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-08T19:27:01Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/impacto-diversidade-genetica">
    <title>Impacto da Diversidade Genética na Saúde dos Brasileiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/impacto-diversidade-genetica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Esta palestra integra o Ciclo de eventos 2023-2024 da <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-otavio-frias-filho">Cátedra Otavio Frias Filho de Estudos em Comunicação, Democracia e Diversidade</a> do IEA, cujo tema é Ciência, Comunicação e Futuro.</span></p>
<p><span>Em  alguns países mais desenvolvidos, o sequenciamento completo de genomas  (WGS) da população têm contribuído para acelerar o diagnóstico e o  tratamento de doenças genéticas, especialmente àquelas raras na  infância, ou de manifestação tardia, assim como de doenças complexas. </span></p>
<p><span>Os  dados de sequenciamento gerados também contribuem para o entendimento  dos mecanismos farmacogenômicos (genômica de precisão)  que refletem nos tratamentos de todos os tipos de doenças, como câncer;  doenças genéticas raras, assim como das doenças infectocontagiosas  (COVID-19, tuberculose, hanseníase, entre outras). </span></p>
<p><span>O emprego da genômica  no sistema de saúde do Brasil, nos próximos  anos, irá oferecer melhor resultado na qualidade de vida, com  tratamentos direcionados e mais assertivos, a um menor custo para a  população e para o SUS, reduzindo as fronteiras entre atendimento  clínico e pesquisa básica. </span></p>
<p><span>Adicionalmente, esse conhecimento  poderá oferecer entre os principais serviços a detecção precoce de  doenças, diagnósticos mais rápidos e mais precisos, o que permitirá aos  clínicos direcionar intervenções mais precisas a grupos específicos de  pacientes, de acordo com os achados dos biomarcadores  genômicos identificados. </span></p>
<p><span>No Brasil, o sistema de saúde com base em  genômica ainda não existe no SUS, principalmente pela ausência deste  tipo de dado (WGS) nas diferentes regiões que compõem o país, assim  como, pelo desafio de fazê-lo em um país tão extenso  como miscigenado, como é o caso do Brasil. No que diz respeito a  população humana da Amazônia, ela é a menos conhecida do ponto de vista  biológico/genômico, apesar de apresentar a maior diversidade biológica  (alelos específicos e raros) distribuída entre povos  tradicionais e miscigenados, que habitam áreas isoladas, rurais e  urbanas. </span></p>
<p><span>Portanto, o futuro das principais ações de saúde no Brasil,  capitaneadas pelo SUS, requer a construção de uma base sólida de  dados genômicos, especialmente para aquelas populações  e/ou regiões até então pouco conhecidas do ponto de vista genético, mas  que simbolizam uma parte representativa da variabilidade genética do  povo brasileiro</span><span>.</span></p>
<p style="text-align: right; "><i>Ândrea Kely Ribeiro dos Santos</i></p>
<p><span><b>Exposição:</b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andrea-ribeiro-dos-santos" class="external-link">Ândrea Kely Ribeiro dos Santos</a> (UFPA)</p>
<p><span><b>Debatedora:</b></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-herculano-houzel">Suzana Herculano-Houzel</a></span><span> (titular da Cátedra Otavio Frias Filho)</span></p>
<p><span><b>Comentaristas: </b></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-chaves-de-melo-e-silva">André Chaves de Melo Silva</a> (coordenador acadêmico da Cátedra Otavio Frias Filho)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vinicius-mota">Vinícius Mota</a> (secretário de redação da Folha de S.Paulo)</p>
<div>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Otavio Frias Filho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/planetability-relations-of-health-healing-and-cohabitation-03-e-04-11-2025">
    <title> Planetability - Relations of Health, Healing and Cohabitation - 03 e 04/11/2025 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/planetability-relations-of-health-healing-and-cohabitation-03-e-04-11-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Planetary Health</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-12T20:19:50Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cirurgia-fetal-ajuda-a-prevenir-problemas-de-desenvolvimento-em-bebes">
    <title>Cirurgia fetal ajuda a prevenir problemas de desenvolvimento em bebês</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cirurgia-fetal-ajuda-a-prevenir-problemas-de-desenvolvimento-em-bebes</link>
    <description>Procedimento, que ainda é pouco realizado no Brasil, será tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/babypublic_domain_pixabay.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma técnica capaz de corrigir malformações graves antes mesmo do nascimento, a cirurgia fetal pode salvar vidas e evitar diversos problemas em crianças. O procedimento, que ainda é pouco realizado no Brasil, será tema do USP Analisa desta semana. O programa entrevista o professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Lourenço Sbragia Neto.</span><span> </span></p>
<p>Segundo ele, existem dois tipos de cirurgia fetal. Na cirurgia fetal aberta, um corte no abdome da paciente permite que o cirurgião chegue até o útero e faça o procedimento por meio de uma incisão muito pequena, sem a necessidade de retirar o feto do órgão. Já a intervenção fetal é realizada com o auxílio de um aparelho chamado fetoscópio, evitando cortes no abdome da paciente.<span> </span></p>
<p>O docente destaca ainda que esse tipo de cirurgia é bastante indicado em duas situações. No caso de defeitos da coluna conhecidos popularmente como espinha bífida, o procedimento evita a ocorrência de hidrocefalia e reduz em até 50% a necessidade de implantação de uma válvula após o nascimento, prevenindo problemas no desenvolvimento neuromotor. Já em tumores raros no pulmão ou na coluna que geram sangramentos, a cirurgia fetal é fundamental para salvar a vida do bebê.<span> </span></p>
<p>“Toda situação de indicação para doença fetal precisa ser bem diagnosticada. Por isso, é necessário que toda grávida faça o pré-natal para identificar algum tipo de doença, especificamente um ultrassom, permitindo que se possa triar, a partir de 20 semanas, algum defeito congênito”, explica o docente.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (17), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=9639">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-15T20:07:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-sono-controle-motor">
    <title>Workshop Sono e Controle Motor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/workshop-sono-controle-motor</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Sleep and Motor Control Workshop<br /></strong></p>
<p>O <a class="external-link" href="http://www.biomecatronica.poli.usp.br">Laboratório de Biomecatrônica</a> é um grupo de pesquisa no Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, formado por uma equipe de engenheiros, fisioterapeutas, biólogos e cientistas do movimento.</p>
<p>A partir da coleta de dados de parâmetros motores de indivíduos, foram  observados problemas no desempenho motor relacionados à rotina diária dos voluntários (estudantes em período de provas). Isso motivou a pesquisa sobre a interação de biologia do sono e controle motor.</p>
<p>Esta linha tem despertado interesse na comunidade científica e estimulado a realização do presente workshop, no qual combinaremos:</p>
<ul>
<li><strong>palestras de diferentes especialistas das áreas de controle motor e da biologia do sono;</strong></li>
<li><strong>mesa-redonda com especialistas de diferentes áreas sobre sono;</strong></li>
<li><strong>experimentos de controle motor com 5 voluntários selecionados entre as pessoas que se registrem para participar do workshop (até o dia 12/11) que portarão um actímetro</strong> <strong>durante 14 dias. </strong>Durante o workshop analisaremos os resultados da actimetria (de forma anônima) e realizaremos questionários e testes de controle motor (tarefa de <i>timing</i> coincidente). Os voluntários deverão ser adultos saudáveis, sem transtornos neurológicos ou motores.</li>
</ul>
<p>Desta forma, tendo como metas principais a interdisciplinaridade e a cooperação entre grupos de pesquisa, surge este Workshop de Sono e Controle Motor, para viabilizar uma discussão de alto nível, com pesquisadores de relevância internacional, almejando novas parcerias e cooperações mútuas entre os grupos de pesquisa.</p>
<p><strong>Coordenação</strong><span style="text-align: start; float: none; "> </span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arturo-forner-cordero" class="external-link">Arturo Forner-Cordero</a> (EP e IEA - USP)</span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-silva-umemura" class="external-link">Guilherme Umemura</a> <span style="text-align: start; float: none; ">(EP-NEC/USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-traldi-moura" class="external-link">Rafael T. Moura</a> (EP-USP)</span></p>
<div id="icpbravoaccess_loaded"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancet-countdown-2019">
    <title>Só Temos Uma Casa: Os Impactos das Mudanças Climáticas na Saúde e no Planeta - Lançamento do Relatório Lancet Countdown 2019 - 18 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancet-countdown-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-18T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-relatorio-lancet">
    <title>Não frear as mudanças climáticas prejudicará saúde dos nascidos agora, alerta o relatório Lancet Countdown</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-relatorio-lancet</link>
    <description>Autores do relatório participaram de seu lançamento no IEA e reforçaram que os efeitos das mudanças climáticas na saúde humana deixaram de ser projeções e já são presenciados atualmente</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-lancet-2019" alt="Mesa Lancet 2019" class="image-right" title="Mesa Lancet 2019" />Pesquisadores brasileiros e estrangeiros que estudam as mudanças climáticas globais e suas consequências alertam: o momento para agir e começar a mudar os hábitos e padrões da humanidade é agora. Não há mais tempo a perder, uma vez que a próxima geração pode ser a primeira a sentir de maneira radical esses efeitos e, possivelmente, viver menos que seus pais.</p>
<p dir="ltr">O alerta foi dado no lançamento do <a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/2019-report/">Relatório Lancet Countdown 2019</a>, dia 18 de novembro, no IEA. Os pesquisadores presentes participaram da elaboração do relatório, que detalha os efeitos já observados e estabelece uma série de ações necessárias para frear o agravamento deste quadro.</p>
<p dir="ltr">A ampliação da capacidade do <i>Aedes aegypti</i> — mosquito transmissor da dengue, febre amarela e chikungunya — de transmitir essas doenças é uma das consequências já presenciadas. No Brasil, o aumento é estimado em 11% desde a década de 1950, segundo os pesquisadores. “É uma questão multifatorial, que envolve o aumento da temperatura, a falta de saneamento e a urbanização”, disse a médica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mayara-floss" class="external-link">Mayara Floss</a>, autora principal do relatório brasileiro e residente de medicina de família e comunidade no Grupo Hospitalar Conceição, no Rio Grande do Sul.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>O relatório</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr">O relatório <a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/2019-report/"><i>Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate</i> <i>Change</i></a> é uma colaboração internacional de pesquisa dedicada a acompanhar as consequências das mudanças climáticas para a saúde humana e as respostas do mundo a este quadro. O objetivo é reunir e divulgar anualmente os dados que possam embasar políticas públicas e capacitar profissionais da saúde.</p>
<p dir="ltr">Este ano, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mayara-floss" class="external-link">Mayara Floss</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/enrique-barros" class="external-link">Enrique Barros</a>, médicos do Rio Grande do Sul, coordenaram uma análise dos dados do relatório com foco no cenário brasileiro e, a partir disso, elaboraram um guia de recomendações para formuladores de políticas públicas do país. Os coautores nacionais são Mathias Bressel (Centre for Biostatistics and Clinical Trials, Peter MacCallum Cancer Centre, Melbourne, Australia); Sandra Hacon (Fiocruz); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a> (IEA-USP); Daniel Knupp (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade); Daniel Soranz (Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz e Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade - SBMFC); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (Faculdade de Medicina e IEA-USP); Laura dos Santos Boeira (<a class="external-link" href="https://www.veredas.org/">Instituto Veredas</a>); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/karina-pavao-patricio" class="external-link">Karina Pavão Patrício</a> (Faculdade de Medicina da Unesp). O documento também teve a coassinatura da <a class="external-link" href="https://www.sbmfc.org.br/">Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade</a> (SBMFC) e a <a class="external-link" href="https://portal.fiocruz.br/">Fundação Oswaldo Cruz</a> (FIOCRUZ).</p>
<p dir="ltr">Para Enrique Barros, o relatório deixa claro como os efeitos das ações humanas no clima já podem ser presenciados. “As nossas escolhas já estão causando doenças hoje”, disse durante o lançamento do relatório no IEA. “Agora, cientistas de múltiplas áreas têm a responsabilidade de traduzir esses achados para o público, mostrando que ainda temos a grande oportunidade de melhorar nossa qualidade de vida, algo que terá um impacto gigantesco para nossos filhos, netos e bisnetos”.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
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<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancet-countdown-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/so-temos-uma-casa-lancamento-do-relatorio-lancet-countdown-2019-1" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><a class="external-link" href="http://www.lancetcountdown.org/2019-report/">Relatório Lancet Countdown 2019</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Problemas causados pela poluição do ar também já deixaram de ser apenas uma projeção: ocorrências de baixo peso em recém-nascidos, diminuição da função respiratória em crianças e aumento do número de hospitalizações por doenças respiratórias nas comunidades da Amazônia brasileira estão associadas aos níveis de poluição atmosférica no país.</p>
<p dir="ltr">O aumento da temperatura do planeta e a mudança em padrões dos regimes de chuva podem causar desastres climáticos, e estes, por sua vez, aumentam as ocorrências de doenças infecciosas, das quais crianças são particularmente sensíveis. Segundo o relatório, o número de dias climáticos propícios a bactérias Vibrio (que causam grande parte das doenças diarreicas em todo o mundo) dobrou nos últimos 30 anos.</p>
<p dir="ltr">“É um absurdo pensar que crianças ainda morrem por diarreia em 2019”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonja-ayeb-karlsson" class="external-link">Sonja Ayeb-Karlsson</a>, professora de saúde global na University of Sussex, na Inglaterra. Ao pesquisar, em diferentes regiões do planeta, o bem-estar de populações em situações de risco por conta das alterações climáticas, ela conheceu mães que perderam seus filhos dessa maneira. “São famílias suscetíveis a desastres, migrações e eventos extremos, como inundações ou secas”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sonja-ayeb-karlsson/image" alt="Sonja Ayeb-Karlsson" title="Sonja Ayeb-Karlsson" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A pesquisadora Sonja Ayeb-Karlsson</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">Para reverter estes efeitos, o relatório Lancet Countdown tem recomendações claras. Globalmente, os países precisam seguir as diretrizes do Acordo de Paris, assinado por 195 nações, para limitar o aquecimento a menos de 2ºC. Se mantido o padrão atual da economia mundial, o aquecimento pode dobrar. Assim, pessoas nascidas hoje chegariam aos 70 anos com um planeta 4ºC mais quente.</p>
<p dir="ltr">A versão brasileira do relatório considera as particularidades do país e estipula recomendações específicas para a elaboração de políticas públicas. “No caso de um país em desenvolvimento, é preciso lembrar que os que têm menos dinheiro sofrerão as consequências antes”, disse Mayara Floss. “Hoje, temos uma janela de oportunidade e não há tempo a perder”.</p>
<p dir="ltr">Entre as medidas sugeridas, estão as que buscam mitigar o aumento da capacidade de transmitir doenças do <i>Aedes aegypti</i>. “É preciso fortalecer o trabalho dos agentes de saúde para melhorar a vigilância e o tratamento dessas doenças”, explicou Floss. “Mas para combater o mosquito, é fundamental que o país garanta o acesso a saneamento básico, água potável, manejo de resíduos e educação”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mayara-floss/image" alt="Mayara Floss" title="Mayara Floss" height="300" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">A médica Mayara Floss</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr">No recorte brasileiro, o relatório lembra que o país é o 7º maior emissor de carbono do mundo. Por isso, ações para conter a poluição atmosférica também são necessárias. As queimadas na Amazônia, que chamaram a atenção em agosto após a fumaça chegar a estados do Sudeste, são uma das principais causas da poluição do ar no Brasil. “É essencial zerar o desmatamento até 2030, e reflorestar o que já foi desmatado”, disse a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">Outro agravante neste sentido é a produção de energia por carvão, material altamente poluente. “Apesar de o Brasil ter ter uma matriz de energia diversificada, tem crescido a porcentagem do carvão, com a abertura de novas usinas, algo que vai contra todas as recomendações mundiais”, disse Floss. “O objetivo deve ser eliminar esse tipo de geração de energia”.</p>
<p dir="ltr">Tantas mudanças de hábitos, porém, costumam esbarrar em padrões de comportamento definidos, muitas vezes, há várias décadas. “Uma mudança cultural é muito difícil, uma vez que ela demanda uma mudança de valores”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, professor da Faculdade de Medicina, diretor do IEA e um dos coautores do relatório. “Não há como julgar quem usufrui dos benefícios da sociedade atual, porque as pessoas foram criadas para isso. Os paradigmas se quebram lentamente, nas trocas de gerações, e hoje é possível ver indícios dessa mudança: muitos jovens já preferem, por exemplo, não ter carro”.</p>
<p dir="ltr">É importante, para Saldiva, que a sua geração não passe seus “vícios” para os mais jovens. “Existe um ranço de quem achava que ia mudar o mundo e não mudou. Na visão dessas pessoas, o mundo não tem salvação. Essa desesperança não pode ser passada para os mais jovens”.</p>
<p dir="ltr">Para Floss, a discussão sobre a necessária mudança de hábitos não deve ser uma mensagem sobre um futuro limitado, e sim sobre uma janela de oportunidade. “É um trabalho em equipe, que envolve muitos profissionais, para mostrar que a humanidade funciona, sim”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-25T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/brasil-o-futuro-que-queremos">
    <title>Brasil: O Futuro que Queremos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/brasil-o-futuro-que-queremos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Diante da atual situação política, econômica e social que aflige o Brasil e em meio a um dos processos eleitorais mais acirrados da nossa história, é fundamental discutir novas propostas de políticas públicas para as principais questões nacionais como saúde, economia, educação, segurança pública. Em parceria com a Editora Contexto, o IEA reunirá especialistas para apresentarem algumas das propostas presentes no livro "<a class="external-link" href="https://editoracontexto.com.br/brasil-o-futuro-que-queremos.html">Brasil: O Futuro que Queremos</a>", organizado pelo historiador e professor da Unicamp Jaime Pinsky e lançado em maio de 2018.</p>
<p>Haverá venda de exemplares durante o evento e, após a apresentação, uma sessão de autógrafos.</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-muylaert" class="external-link">Eduardo Muylaert</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (FM e IEA - USP)</p>
<p><strong>Mediação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jaime-pinsky" class="external-link">Jaime Pinsky</a> (Unicamp e Editora Contexto)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-13T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eleicoes-2018-saude">
    <title>Eleições 2018: Propostas para o Brasil - Saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eleicoes-2018-saude</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Às vésperas de uma das eleições mais tensas da história do país, que ocorrem em meio a uma profunda crise econômica, institucional e política, o IEA reunirá renomados especialistas para debater propostas para o Brasil, com foco na <strong>gestão pública,</strong> <strong>economia</strong>, <strong>educação</strong>, <strong>inovação</strong> e <strong>saúde</strong>.</p>
<p>Serão cinco encontros sempre com dois expositores. Cada um apresentará cinco propostas que consideram imprescindíveis para destravar áreas-chave no desenvolvimento do país. Os debates entre os palestrantes e a comunidade acadêmica permitirão reunir propostas que servirão de base para a elaboração de uma carta aos candidatos das eleições presidenciais.</p>
<p><strong>Exposição</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/drauzio-varella" class="external-link">Drauzio Varella</a> (médico)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-cesar-scheffer" class="external-link">Mario Scheffer</a> (Faculdade de Medicina - FMUSP)</p>
<p><strong>Mediação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a> (<span>Faculdade de Medicina - FMUSP, </span> ex-pró-reitor de Pesquisa da USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-06T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-terapia-celular-podem-gerar-novos-tratamentos-contra-o-cancer">
    <title>Estudos em terapia celular podem gerar novos tratamentos contra o câncer</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-em-terapia-celular-podem-gerar-novos-tratamentos-contra-o-cancer</link>
    <description>Hematologista que atuou em pesquisa com células CAR-T explica importância desse trabalho no USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d64087b5-7fff-835c-b86c-5c296ce88706"> </span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/mitosis3876669_1920.jpg/@@images/9e6d1340-0967-4a9a-a0ef-075d9fb4c396.jpeg" alt="" class="image-left" title="" /><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Em 2019, um tratamento desenvolvido na USP Ribeirão Preto alcançou um resultado inédito na ciência brasileira e da América Latina. Médicos utilizaram células CAR-T, um tipo de célula do sistema imune geneticamente modificada, em um portador de um Linfoma não Hodgkin de células B e, após um mês, os exames mostraram que ele não possuía mais indícios da doença. Para entender melhor como foi o desenvolvimento dessa terapia, sua importância para as pesquisas brasileiras e que consequências isso terá para a saúde pública, o USP Analisa desta semana entrevista o médico hematologista e pesquisador do Centro de Terapia Celular (CTC) Renato Cunha.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cunha, que também é coordenador do Serviço de Transplante de Medula Óssea e Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP explica que as pesquisas que levaram ao desenvolvimento desse tratamento começaram há dez anos. Os estudos desenvolvidos no CTC envolveram desde os procedimentos feitos em laboratório até a aplicação nos pacientes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar dos excelentes resultados alcançados com o tratamento, o médico explica que as células CAR-T não necessariamente representam a cura do câncer, já que cada tipo de câncer é uma doença diferente. “Quando nós fazemos a coleta das células T ou linfócitos T [células do sistema imune], levamos para o laboratório e lá a gente faz uma modificação. Essa célula recebe um novo receptor e agora passa a se chamar célula CAR-T. Para que serve esse receptor? Imagine que os tumores tenham fechaduras. No caso do nosso paciente, a fechadura dele chama-se CD19. O que nós fizemos foi desenhar uma chave que reconhece a fechadura CD19, portanto temos uma célula CAR T anti-CD19. Quando essa célula volta para o sangue do paciente, ela vai circular e onde tiver aquela fechadura, ela se conecta e mata o tumor. Todos os tumores e células do câncer que tiverem fechaduras CD19 podem ser tratados com o que nós desenvolvemos. Outros tumores não têm aquela fechadura CD-19, então nós precisamos conhecer essas fechaduras. Se eu conseguir conhecê-las, posso trocar a chave, fazer um novo receptor”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para que as pesquisas nesse sentido continuem, ele destaca que a continuidade do financiamento da ciência brasileira é fundamental. “A ciência é, sem dúvida alguma, o motor gigante que vai trazer as soluções para os nossos problemas. Investir em pesquisa é sinal de acreditar no futuro de uma nação. É claro que nós precisamos melhorar bastante nossa cultura para que a gente possa ter parcerias público-privadas que venham ajudar no financiamento da pesquisa. Mas, de uma maneira geral, o financiamento público é muito importante. Pesquisa não é um trabalho com fins lucrativos, o lucro da pesquisa é aquilo que se reverte em benefício para nossa sociedade. Então para ter centros de excelência com pessoas capacitadas e colaborações com centros internacionais, para que nós possamos ter transferência de tecnologia e boa formação de pessoas, esse substrato financeiro público é muito importante”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (19), às 18h05, com reapresentação no domingo (23), às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-18T14:27:15Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/observatorio-politicas-publicas-tcmsp">
    <title>Lançamento do Observatório de Políticas Públicas do TCMSP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/observatorio-politicas-publicas-tcmsp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Observatório de Políticas Públicas do Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) pretende sistematizar dados da Prefeitura e do órgão de controle para produzir indicadores sobre políticas públicas na cidade de São Paulo, em áreas como Educação, Saúde e Urbanismo.</p>
<p>A atuação do Observatório terá como foco a identificação de desigualdades nas políticas e no gasto público e estará alinhada aos instrumentos de planejamento do município e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), constantes na Agenda 2030, pactuados com a Organização das Nações Unidas. A sistematização de informações e produção de indicadores sobre políticas públicas também acompanhará o processo de regionalização do orçamento, possibilitando maior compreensão sobre o investimento e o acesso a serviços públicos nos diferentes territórios da cidade.</p>
<p>A criação do programa espelha o contexto de fortalecimento das atividades de avaliação de políticas públicas realizadas pelas Cortes de Contas no país, conforme preconizado pela Norma Brasileira de Auditoria do Setor Público (NBASP) número 9020, que trata especificamente do tema. Com essa iniciativa, o TCMSP visa aumentar a efetividade do controle externo, fomentar o controle social e contribuir com o aprimoramento da administração pública.</p>
<p>Entre as atividades do Observatório de Políticas Públicas do TCMSP também estarão a formação de grupos de pesquisa e elaboração de relatórios e artigos científicos. A coordenação do programa ficará a cargo da Escola Superior de Gestão e Contas Públicas do TCMSP juntamente com a Secretaria de Fiscalização e Controle da Corte de Contas paulistana.</p>
<p>O programa será desenvolvido em parceria com instituições de ensino superior, como o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a Universidade Federal do ABC (UFABC) e a Uninove, além da Fundação Tide Setúbal.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acesse os links das transmissões na <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/observatorio-politicas-publicas-tcmsp#programacao" class="external-link">programação</a> abaixo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-02T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-se-destaca-na-producao-cientifica-sobre-canabidiol">
    <title>Brasil se destaca na produção científica sobre canabidiol</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-se-destaca-na-producao-cientifica-sobre-canabidiol</link>
    <description>Segunda parte de entrevista especial exibida pelo USP Analisa aborda histórico do uso medicinal da maconha e pesquisas atuais com esse e outros compostos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-038621cc-7fff-1a8e-09a5-4ff94f08baa1"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cbd4474903_1280.jpg/@@images/17baf39f-b8cd-4a17-b8e6-602b1e8f54f3.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Uma planta milenar, com mais de 500 compostos químicos, que é grande fonte de fibras e tem histórico de usos medicinais, industriais e até religiosos. Não parece, mas estamos falando da maconha, cujo uso medicinal é estudado no Brasil e no mundo desde os anos 80 e pode ter efeito benéfico em casos de epilepsia, ansiedade, Parkinson e até autismo. No USP Analisa desta semana, você ouve a segunda parte da entrevista especial com o pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Rafael Guimarães dos Santos, que conta um pouco sobre o histórico desse vegetal, o papel de compostos como o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC) e detalha como estão as pesquisas atuais sobre eles no Brasil, país que se destaca na produção científica sobre canabidiol.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Santos conta que até a década de 1940, extratos medicinais de maconha ainda faziam parte da farmacopeia (espécie de código oficial farmacêutico) nos Estados Unidos. “Foi justamente na época dos anos 40, 50 e 60, quando começaram a aparecer fármacos purificados na indústria farmacêutica, que esses compostos da maconha de pouca padronização foram ficando de lado”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na década de 70, o crescimento do uso pelos jovens, inspirados pelo movimento hippie, e estudos mostrando uma série de efeitos adversos levaram à proibição do uso. Mas as décadas seguintes trouxeram a substância de volta à discussão no âmbito medicinal, com estudos desenvolvidos em Israel sobre os endocanabinóides, produzidos pelo próprio corpo humano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O canabidiol, durante a maior parte desse tempo, era uma molécula desconhecida. Ele foi isolado em 1940, mas ficou meio ali na gaveta. Na década de 60, o THC foi isolado pelo grupo do professor Rafael Mechoula e começou a haver um enfoque maior nele e nos efeitos adversos. Só no final dos anos 1970, 1980 que o CBD começa a aparecer. Os brasileiros têm um papel importante nesse nascimento da pesquisa com canabidiol. Professores como Elisaldo Carlini, da Unifesp, e Antônio Zuardi, aqui da FMRP-USP, começaram a fazer os primeiros estudos com canabidiol em animais no final da década de 70”, conta o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Hoje, segundo ele, a USP é a que mais produz ciência em canabidiol no mundo, numericamente falando. “Realmente somos pioneiros, os primeiros estudos do mundo sobre efeitos antipsicóticos e ansiolíticos do canabidiol em seres humanos são aqui do nosso grupo”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (2), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (6), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Canabidiol</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-02T18:32:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/heranca-da-cultura-indigena-ayahuasca-desperta-interesse-de-cientistas">
    <title>Herança da cultura indígena, ayahuasca desperta interesse de cientistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/heranca-da-cultura-indigena-ayahuasca-desperta-interesse-de-cientistas</link>
    <description>Na última parte de entrevista ao USP Analisa, pesquisador da FMRP fala da história da planta e seus possíveis efeitos positivos na depressão e na dependência química</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-94764021-7fff-4dbf-de64-66a306941c59"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/1200pxAyahuasca_brewing_02.jpg/@@images/4c4cc60f-4e73-4aee-b7bc-7c358293efe0.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Conhecida por seu papel na cultura indígena e em religiões como o Santo Daime, a ayahuasca vem sendo estudada por seu potencial benéfico em doenças como a depressão e até mesmo para tratar dependência química. Na última parte da entrevista especial ao USP Analisa, o pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Rafael Guimarães dos Santos fala sobre a história e a situação atual das pesquisas com essa erva.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que as religiões envolvendo o consumo dessa planta surgiram a partir da década de 1930, no Norte do Brasil, e baseou-se em um misto de cultura afro-brasileira, cultura indígena, xamanismo e o catolicismo popular presente na Amazônia. Assim surgiram o Santo Daime e, posteriormente, a Barquinha e a União do Vegetal.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nessas religiões, a ayahuasca tem papel central como sacramento, ela não é utilizada como uma droga recreativa. Inclusive, dependendo do contexto, se você fala que a ayahuasca é uma droga a pessoa fica ofendida, porque ela tem bem claro aqui que aquilo é um sacramento”, diz Rafael.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos anos 1990, o pesquisador conta que a ciência começou a ter interesse em estudar a ayahuasca devido aos relatos dos usuários. “Pessoas falavam que deixaram de usar cocaína ou melhoraram a relação com a família após começarem a frequentar esses cultos. Sabemos que há relatos como esses também em outras religiões, como a católica ou as pentecostais, mas os pesquisadores começaram a ficar curiosos: será que tem algo a ver com a ayahuasca? Ou é a cerimônia religiosa que produz esses efeitos?”</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rafael cona ainda que o grupo da FMRP é o principal produtor de conhecimento nessa área e tem trabalhos em conjunto também com a Universidade Federal de Natal, a Unifesp e a Unicamp. “Em colaboração com o grupo do professor Bráulio de Barros Araújo, da UFRN, mostramos que uma dose única de ayahuasca em pacientes com depressão reduziu os sintomas desses pacientes nas primeiras horas e até duas ou três semanas depois. Mas lembrando que é apenas um estudo preliminar que mostrou esse potencial”, alerta ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A última parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (9), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (13), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-09T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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