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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 81 to 95.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fisica-contribui-para-o-estudo-de-fenomenos-biologicos">
    <title>Física contribui para o estudo de fenômenos biológicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fisica-contribui-para-o-estudo-de-fenomenos-biologicos</link>
    <description>Avanços da Física Biológica são tema do USP Analisa, que entrevista o docente da Rice University José Nelson Onuchic</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/6667.png" alt="" class="image-left" title="" />A integração entre diversos ramos da ciência para se estudar um determinado tema é cada vez mais comum. Com a Física e a Biologia não poderia ser diferente. Da união delas, nasceu a física biológica, que se dedica a criar modelos para estudar fenômenos biológicos. Para abordar as pesquisas e os desafios nesse campo do conhecimento, o USP Analisa desta semana traz o docente da Rice University e co-diretor do Centro para Física Biológica Teórica José Nelson Onuchic.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, a Física Biológica não nasce do domínio da Física sobre a Biologia ou vice-versa, mas sim de uma interação que permite o desenvolvimento dessas duas áreas da ciência. “A Biologia inspira os físicos a desenvolver uma nova Física teórica. Grande parte dos sistemas físicos é complexa e vive em situações fora de equilíbrio. As células do corpo ou os motores moleculares são sistemas movidos por energia. Mas como entender sistemas complexos que recebem grande quantidade de energia? Não há uma formulação teórica para isso, é preciso criar essa formulação”, explica.<span> </span></p>
<p>Onuchic atua em um dos dez centros criados pela National Science Foundation, nos Estados Unidos, voltados a pesquisar problemas em áreas de fronteira da ciência. “O que a gente tem feito é tentar criar modelos ligados ao câncer. A maior parte das drogas é criada de maneira empírica. Procuramos entender modelos básicos de como o câncer funciona. Quando você observa a ação da doença, percebe que ela não cria mecanismos novos, mas basicamente toma por refém mecanismos já existentes no seu organismo”, diz.<span> </span></p>
<p>Na entrevista, o docente, que está há 20 anos realizando pesquisas fora do País, fez ainda uma análise sobre os cortes feitos neste ano nas verbas destinadas à ciência brasileira. Ele afirma que a redução na verba para pesquisa científica é um problema mundial. Nos países desenvolvidos, quando se corta se corta 3 ou 4%, você cria instabilidades no sistema. O que você nota em áreas de pesquisa  – e é o perigo ao fazer esses cortes – é que se leva muito tempo construindo alguma coisa. No entanto, você pode levar pouco tempo para destruí-la. O custo da ciência, considerando o desenvolvimento que ela traz ao País, é muito pequeno. É o lugar errado de cortar”.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (1º), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (6), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-28T17:39:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/filosofia-intercultural">
    <title>Filosofia Intercultural Diante dos Desafios do Mundo Atual</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/filosofia-intercultural</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gmail_attr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">Essa palestra compõe o curso </span><span style="text-align: justify; "><strong>"Diálogos Interculturais, Migração  e Mobilidade"</strong></span><span style="text-align: justify; "> promovido pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/dialogos-interculturais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a> do IEA em parceria com os NAPs da USP no Ciclo de palestras e debates <i>"Universidade em transformação: desafios e potencialidades". </i></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; "></span>A filosofia intercultural é ainda pouco conhecida pelos brasileiros e fundamental para os diálogos interculturais. <span style="text-align: justify; ">a</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raul-fornet-betancourt" class="external-link">Raúl Fornet-Betancourt</a> é um dos expoentes da filosofia intercultural quando desde o início nos anos noventa se intensifica o debate da consciência cultural, política e geopolítica da filosofia. Importante lembrar que a civilização grega considerada pela Europa Moderna a “civilização clássica” foi em realidade inspirada na África por intermédio do Egito antigo e pela Ásia. O percurso da filosofia ocidental e sua face colonial produz o apagamento do filosofar como plural.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Assim, a filosofia intercultural convida o repensar da própria filosofia como um dos caminhos possíveis para os processos de descolonização da reflexão filosófica. Como diz Fornet-Bitancourt (2009), “Toda propuesta intercultural, justo en tanto que propuesta alternativa, tiene que estar hoy consciente de que su perspectiva se lanza en un contexto epistemológico ocupado, invadido, por la cultura científica dominante, entendiendo por ésta no solamente una constelación abstracta de saberes más o menos relevantes para el ser humano y su estar hoy en el mundo, sino también como un dispositivo de concentración de poder que condiciona e hipoteca la producción misma de conocimiento, así como su trasmisión, su administración, su empleo, su organización e institucionalización” (p.9).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">Propõe-se assim a partir da filosofia uma visão intercultural crítica que implica na descolonização dos saberes e o equilíbrio epistemológico no mundo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O professor Raúl Fornet-Betancourt é professor do Instituto de Filosofia da Universidade de Bremen, Alemanha. Universität Bremen – Institut für Philosophie. Nasceu em Cuba e vive na Alemanha desde 1972. Fundador da Concórdia – Revista Internacional de Filosofia, da Associação Sul Americana de Filosofia e Teologia Interculturais (ASAFTI) e da Escola Internacional de Filosofia Intercultural (EIFI). É autor de vários artigos e livros entre os quais, em língua portuguesa: Questões de método para uma filosofia intercultural a partir da Ibero-América. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 1994; Interculturalidade: crítica, diálogo e perspectivas. São Leopoldo: Nova Harmonia, 2004; Religião e Interculturalidade: Nova Harmonia, 2007; Marxismo na América Latina, O: Unisinos, 1995.Costa Rica: DEI, 2000; Filosofia e Espiritualidade em diálogo. Nova Petrópolis: Nova Harmonia, 2018; Mulher e filosofia: momentos de uma relação difícil. Nova Petrópolis: Nova Harmonia, 2009; Posições atuais da filosofia europeia. Nova Petrópolis: Nova Harmonia, 2009; Problemas atuais da Filosofia na hispano-américa. Ed. UNISINOS: São Leopoldo, 1993; A Ética do discurso – racionalidade e contextualidade. In: SIDEKUM, Antônio. Ética do discurso e filosofia da libertação: modelos complementares, São Leopoldo: Unisinos, 1994.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Exposição:</strong></span></p>
</div>
<div class="gmail_attr">
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raul-fornet-betancourt" class="external-link">Raúl Fornet-Betancourt </a>(Universidade de Bremen, Alemanha)</p>
<p><strong>Debatedora:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giselle-moura-schnorr" class="external-link">Giselle Moura Schnorr</a> (Universidade Estadual do Paraná, UNESPAR)</p>
<p><strong>Mediadora:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Duarte Dantas</a> (EPM-UNIFESP e Grupo de Pesquisa  Diálogos Interculturais, IEA USP)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a <span>transmissão pelo YouTube do Univesidade em transformação </span><a href="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UC8vxCQVstHuyybXE4k1Q01g&amp;sa=D&amp;source=calendar&amp;ust=1606169057765000&amp;usg=AOvVaw2vcaFMD1PpfGLiRAr-BZbu" target="_blank">https://www.<span style="text-decoration: underline;"></span>youtube.com/channel/<span style="text-decoration: underline;"></span>UC8vxCQVstHuyybXE4k1Q01g</a></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Refugiados</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-26T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arqueologia-e-interdisciplinaridade">
    <title>Estudo examina a arqueologia como paradigma de interdisciplinaridade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arqueologia-e-interdisciplinaridade</link>
    <description>Astolfo Gomes de Mello Araujo, do MAE-USP, foi um dos participantes da primeira edição do Programa Ano Sabático no IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/astolfo-gomes-de-mello-araujo" alt="Astolfo Gomes de Mello Araújo" class="image-inline" title="Astolfo Gomes de Mello Araújo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Astolfo Gomes de Mello Araujo</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O arqueólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/astolfo-gomes-de-mello-araujo" class="external-link">Astolfo Gomes de Mello Araujo</a>, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, desenvolveu parte da pesquisa para sua futura tese de livre docência durante o período em que participou do <a class="external-link" href="http://http//www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-em-ano-sabatico">Programa Ano Sabático</a> no IEA.</p>
<p>O tema do estudo é "Ontologia e Epistemologia de uma (Inter)Disciplina: A Arqueologia como Paradigma de Interdisciplinaridade e suas Implicações Teóricas e Práticas".</p>
<p class="m680923701855342703gmail-m-5280013422242918569m754839216188838058msolistparagraph">A experiência do ano sabático no IEA foi rica, segundo ele, por possibilitar a convivência com pesquisadores de áreas totalmente distintas da sua e, portanto, permitir que voltasse a ter contato com diferenças de enfoque, pensamento e objeto de estudo. <span>"Esta possibilidade é cada vez mais reduzida na academia moderna, o que torna os pesquisadores cada vez menos permeáveis a conhecimentos e pontos de vista externos às suas áreas", disse o pesquisador. </span></p>
<p class="m680923701855342703gmail-m-5280013422242918569m754839216188838058msolistparagraph"><span>Para Araujo, essa situação é bastante deletéria para o ensino de graduação, quando os alunos deveriam ser expostos a visões complementares e, às vezes, conflitantes dos diferentes ramos do conhecimento, e aprender a navegar em outras áreas. "O problema é que os professores não cultivam essa capacidade. Daí o papel fundamental do IEA na Universidade", comentou.</span></p>
<p class="m680923701855342703gmail-m-5280013422242918569m754839216188838058msolistparagraph">Ele utilizou o período sabático para realizar as leituras necessárias ao desenvolvimento da pesquisa e ao acompanhamento de conferências e seminários relacionados com interdisciplinaridade, tanto ao vivo quanto via vídeos presentes na <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca" class="external-link">Midiateca</a> do Instituto. R<span>esultados parciais da pesquisa serão publicados na forma de artigo e a pesquisa completa será sua tese de livre docência, que depois será editada como livro.</span></p>
<p class="m680923701855342703gmail-m-5280013422242918569m754839216188838058msolistparagraph"><span>Parte da pesquisa foi apresentada por Araujo no 8º Congresso Mundial de Arqueologia, realizado de 28 de agosto a 2 de setembro em Kyoto, Japão. </span>"Sem o auxílio do IEA essa participação não teria sido possível."</p>
<p class="m680923701855342703gmail-m-5280013422242918569m754839216188838058msolistparagraph" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao-27-a-29-de-setembro-de-2016">
    <title>Escola sem Partido ou sem Autonomia? O Princípio da Igualdade em Questão - 27 à 29 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/escola-sem-partido-ou-sem-autonomia-o-principio-da-igualdade-em-questao-27-a-29-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>África</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/engenheiros-doutores-e-desenvolvimento-industrial-05-de-maio-de-2017">
    <title>Engenheiros, Doutores e Desenvolvimento Industrial- 05 de maio de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/engenheiros-doutores-e-desenvolvimento-industrial-05-de-maio-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-papel-da-academia-na-busca-por-solucoes-sustentaveis-para-as-cidades">
    <title>Encontro discute papel da academia na busca por soluções sustentáveis para as cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-papel-da-academia-na-busca-por-solucoes-sustentaveis-para-as-cidades</link>
    <description>Atividades acontecerão no período da manhã e tarde do dia 20 de fevereiro, no IEA e na Faculdade de Saúde Pública da USP,</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/encontro-sustentabilidade" alt="Encontro sustentabilidade" class="image-inline" title="Encontro sustentabilidade" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Região da estação central de Rotterdam, Holanda, reúne diferentes modais de transporte, calçadas ampliadas e extensas áreas verdes</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia <strong>20 de fevereiro </strong>o seminário <i>Ambiente, Saúde e Sustentabilidade em Cidades Globais</i> irá reunir experiências e promover diálogos sobre estudos acadêmicos e intervenções que podem melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.</p>
<p>No <strong>período da manhã, das 9h às 12h</strong>, no IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/paula-santana" class="external-link">Paula Santana</a>, catedrática da Universidade de Coimbra, Portugal, apresentará o caso “<a class="external-link" href="http://www.euro-healthy.eu/">Euro-Healthy: Shaping European Policies to Promote Health Equity</a>” (Europa Saudável: Modelando Políticas Europeias para Promover a Igualdade na Saúde, numa tradução livre), de caráter interdisciplinar, interinstitucional e internacional, e que tem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU em seu foco de ação.</p>
<p>Em sua fala, Paula buscará estimular a discussão sobre desafios e perspectivas da gestão acadêmica de projetos nessa área, considerando o papel da Universidade como agente do desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no país. A atividade será no Auditório IEA (Antiga Sala do Conselho Universitário da USP). Para participar, é necessário realizar <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe2_6NpWQIHZeFADoFmJFcexOgcSJdhCCa8NaRqpBY8WJ0FSw/viewform" target="_blank">inscrição prévia</a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>Os comentários ficarão por conta de <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Programa USP Cidades Globais; <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo" class="external-link">Lígia Viseu Barrozo</a><span style="text-align: justify; "> </span>, do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde do IEA; e <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/valdir-fernandes" class="external-link">Valdir Fernandes</a>, Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). A moderação é de <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, professor da FSP-USP em ano sabático no IEA.</p>
<p>No <strong>mesmo dia, a partir das 14h</strong><strong>,</strong> na Sala Fernando Guimarães da Faculdade de Saúde Pública da USP, uma mesa-redonda irá discutir como as universidades – especialmente por meio de seus programas de pós-graduação – podem voltar suas produções científicas para a solução de problemas locais, tendo como referência questões como segurança, resiliência, sustentabilidade e cidades inclusivas, todas elas presentes nos ODS.</p>
<p>A atividade <i>Refletindo sobre os ODS na Pesquisa e Pós-Graduação</i> terá fala de Paula Santana; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, que integra o Projeto Complexidade, Sustentabilidade e Políticas Públicas do Programa USP Cidades Globais; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a>, do Incline e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/gabriela-marques-di-giulio/view" class="external-link">Gabriela Marques Di Giulio</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/gabriela-marques-di-giulio" class="external-link">Cleide Lavieri Martins</a>; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>, as três da FSP-USP. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda Risso Günther</a>, da FSP-USP. Para este período, não será necessária inscrição.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Unsplash</span></p>
<hr />
<p class="documentFirstHeading"><i><strong>Ambiente, Saúde e Sustentabilidade em Cidades Globais</strong><br />20 de fevereiro<br /><strong>O Caso Euro-Healthy</strong>: das 9h ao meio dia, Auditório IEA (<a class="external-link" href="https://www.google.com.br/search?q=Rua+do+Anfiteatro%2C+513&amp;rlz=1C1CHZL_pt-BRBR759BR759&amp;oq=Rua+do+Anfiteatro%2C+513&amp;aqs=chrome..69i57.543j0j4&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8">Rua do Anfiteatro, 513</a>, Cidade Universitária) | <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ambiente-saude-sustentabilidade" class="external-link">Página do evento</a><br /><i><strong>Refletindo sobre os ODS na Pesquisa e Pós-Graduação</strong>: </i>das 14h às 17h, Sala Fernando Guimarães, FSP-USP (<a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/Av.+Dr.+Arnaldo,+715+-+Pinheiros,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05406-150/@-23.5542954,-46.6747859,17z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x94ce57865242332b:0x445cb41130e884a!8m2!3d-23.5542954!4d-46.6725972">Av. Dr. Arnaldo, 715</a>, Pinheiros)<i> | <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/refletindo-sobre-ods" class="external-link">Página do evento</a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-01-29T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-pesquisadores-iea-2018">
    <title>Encontro de Pesquisadores IEA 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-pesquisadores-iea-2018</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Encontro anual dos pesquisadores do Instituto no qual coordenadores de grupos, pesquisadores visitantes, dos programas de Pós-Doutorado e Ano Sabático apresentam um relato das atividades desenvolvidas e os planos de trabalho futuros.</p>
<p><strong>Coordenação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> (diretor do IEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (vice-diretor do IEA)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-18T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/universidades-de-excelencia">
    <title>Encontro analisa interdisciplinaridade e inovação em universidades de excelência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/universidades-de-excelencia</link>
    <description>"Encontro Acadêmico Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência" realizou-se no dia 15 de maio. A iniciativa foi organizado pelas quatro Pró-Reitorias da USP (Pesquisa; Graduação; Pós-Graduação; Cultura e Extensão Universitária), com apoio da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-abertura" alt="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Abertura" class="image-inline" title="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Abertura" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Abertura contou com (<i>a partir da esq.</i>) o coordenador do encontro, Arlindo Phillippi Jr; o vice-reitor da USP, Vahan Agopyan; e o diretor do IEA, Paulo Saldiva </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Aspectos práticos e conceituais da interdisciplinaridade e sua importância para a inovação foram debatidos em seminário no dia 15 de maio organizado pelas Pró-Reitorias da USP, com apoio do IEA e da Faculdade de Saúde Pública (FSP).</p>
<p><span>Os debates realizados no <i>Encontro Acadêmico Interdisciplinaridade em Inovação e Universidades de Excelência</i> resultarão em documento a ser encaminhado às universidades e agência de fomento do país, informou </span>o coordenador da iniciativa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arlindo-philippi-junior" class="external-link">Arlindo Philippi Jr.</a>, titular da FSP-USP e professor em ano sabático no IEA.</p>
<p><strong>Fundamentos para excelência</strong></p>
<p>Com coordenação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a>, da Escola Politécnica (Poli) e do IEA, o painel inicial do encontro tratou do tema “Ensino, Pesquisa e Extensão: Fundamentos para o Desenvolvimento de Universidades de Excelência no País”.</p>
<p><span>Primeiro expositor do painel, o vice-reitor da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a>,</span><span> disse que uma universidade de excelência é assim avaliada em função do padrão da qualidade do trabalho que desenvolve, do reconhecimento da comunidade acadêmica e do reconhecimento pela sociedade. </span><span>“Será que a sociedade está satisfeita com o que estamos fazendo?", indagou. </span><span>Para ele, as universidades brasileiras ainda dão pouca atenção à sociedade. </span></p>
<p>Agopyan afirmou que uma instituição de excelência, além de formar profissionais capacitados, "deve formar líderes, que atuarão na própria academia, no serviço público e no terceiro setor". Um questionamento que deve ser feito, segundo ele, é se os egressos das universidades estão preparados para promover as mudanças necessárias.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-painel-1" alt="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Painel 1" class="image-inline" title="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Painel 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Relações das universidades com a sociedade foi um dos tópicos do painel inicial</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ele também destacou a importância da avaliação externa, da autoavaliação e da internacionalização via parcerias com instituições estrangeiras.</p>
<p>Entre os desafios que ele vê para a interdisciplinaridade estão a legislação, rigidez estrutural, modelo de gestão e a visão predominante das agências de fomento. Para Agopyan, a dissolução dos departamentos pode facilitar a interdisciplinaridade, mas não é essencial para que ela ocorra.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p>Relacionado</p>
<p>Encontro Acadêmico<br /><strong>Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência</strong></p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia" class="external-link">Interdisciplinaridade e Inovação em universidades de excelência</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-abertura-e-painel-1" class="external-link">Vídeo 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-1" class="external-link">Vídeo 2</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-2" class="external-link">Vídeo 3</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-3" class="external-link">Vídeo 4</a><br /><a class="external-link" href="http://http//www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-4">Vídeo 5</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-4" class="external-link">Vídeo 6</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-4" class="external-link">Vídeo 7</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-15-de-maio-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<i>Leia outras notícia sobre a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-usp" class="external-link">USP</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-universidades" class="external-link">universidades em geral</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-afonso-nobre" class="external-link">Carlos Nobre</a>, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Mudanças Climáticas, destacou que o valor investido em pesquisa no Brasil tem um impacto na sociedade relativamente menor do que o mesmo valor investido por outros países. Manifestou preocupação com a paralisação do sistema nos últimos sete anos: “Não estamos avançando. E na inovação estamos perdendo posições nos rankings ano após ano”.</span></p>
<p>Ele criticou a baixa mobilidade dos pesquisadores brasileiros. "Pesquisas indicam que 63% deles nunca realizaram pesquisas no exterior e 85% trabalham atualmente a no máximo 200 km de onde fizeram a graduação."</p>
<p>O Brasil deveria ter um programa específico para o financiamento de um número seleto de universidades de excelência, segundo ele, "a exemplo do que faz a Alemanha com 11 de suas universidades". Disse que uma das exigências do programa alemão é que a universidade a ser apoiada reduza a burocracia, a carga administrativa de responsabilidade dos pesquisadores.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a>, professor emérito do <span style="text-align: justify; ">Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) </span>da UFRJ e professor visitante do IEA, ressaltou o papel da modelagem computacional na convergência de várias disciplinas em áreas como ciências ambientais, tempo e clima, neurociência, cognição, biologia, medicina e cosmologia.</p>
<p>Para ele, a pesquisa tem acompanhado bem a tendência interdisciplinar, mas os cursos de graduação não. “Os engenheiros recém-formados não sabem o que vai acontecer daqui a cinco, dez anos. Devemos formar jovens com independência intelectual e capazes de enfrentar desafios futuros. O problema é que eles têm de cumprir créditos e assistir a muitas horas de aula.”</p>
<p>Ele propõe que haja uma reforma na graduação para que seja propiciada uma formação básica forte. Defende também o aumento dos investimentos governamentais na inovação, "pois grandes avanços têm a ver com grandes projetos nacionais".</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-1" alt="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 1" class="image-inline" title="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Mesa 1 destacou a necessidade de flexibilização curricular</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Graduação</strong></p>
<p>A Mesa 1 do encontro tratou da interdisciplinaridade e inovação na graduação e teve como coordenador o Pró-Reitor de Graduação da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-carlos-hernandes" class="external-link">Antonio Carlos Hernandes</a>. <span>Um dos problemas que ele identifica é a baixa mobilidade dos alunos da USP. “Estamos tentando fazer com que eles conheçam outros campi e instituições no exterior.”</span></p>
<p><span>A Universidade Federal do Pará (UFPA) possui uma estratégia para que os novos cursos já nasçam interdisciplinares, de acordo com o seu reitor, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emmanuel-zagury-tourinho" class="external-link">Emmanuel Tourinho</a></span>.</p>
<p><span>Ele disse que a UFPA discute atualmente várias medidas em prol da interdisciplinaridade, entre as quais a flexibilização curricular, a revisão dos requisitos nos concursos para docentes, o lançamento de editais para formação/consolidação de grupos acadêmicos multi e interdisciplinares, a implantação de programas de mobilidade e o cumprimento de 20 a 30% da carga horária em atividades fora dos cursos.</span></p>
<p>Duas recomendações de Tourinho são uma menor influência dos conselhos profissionais na definição dos currículos e a abertura de mais oportunidades <span>de apoio aos cursos interdisciplinares </span><span>pelas agências de fomento.</span></p>
<p>Para o reitor da Universidade Federal Tecnológica do Paraná (UFTPR), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-alberto-pilatti" class="external-link">Luiz Pilatti</a>, <span>o Brasil produz pouca inovação incremental. Os entraves são: "As barreiras legais que limitam o diálogo com o setor industrial; a burocracia interna e externa muito grande; a falta de planejamento estratégico do Estado; e a carência de investimento".</span></p>
<p><span> </span><span>No caso da UFTPR, disse que a internalização da interdisciplinaridade é fundamental para a internacionalização. Quanto à inovação, afirmou que ela está presente desde a criação da universidade há 10 anos, pois "é fundamental para que ela esteja próxima do setor industrial".</span></p>
<p><span>"A radicalização disciplinar é uma patologia do saber", afirmou o reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, parafraseando o filósofo Hilton Japiassú (1934-2015).</span></p>
<p>Para Almeida Filho, a competência disciplinar deve ser adquirida na graduação, “mas deixar a formação interdisciplinar para a pós-graduação pode ser tarde”. Ele defende que seja dada ênfase na multidisciplinaridade, depois na interdisciplinaridade e em seguida, se for possível, na transdisciplinaridade.</p>
<p>Segundo ele, já são 19 as universidades brasileiras com alguma experiência de interdisciplinaridade na graduação, com duas que "avançaram muito", a Universidade Federal do ABC [UFABC] e a UFSB".</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-2" alt="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 2" class="image-inline" title="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Interdisciplinaridade cresceu bastante na pós-graduação, mas ainda precisa ser ampliada, segundo os participantes da Mesa 2 </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Pós-Graduação</strong></p>
<p>O Pró-Reitor de Pós-Graduação da USP, <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr" class="external-link">Carlos Gilberto Carlotti Jr.</a>, afirmou que </span><span>as dificuldades para a interdisciplinaridade na pós-graduação são bem menores, pois nela é possível "fazer propostas, inovações e implementar programas internacionais.” Ele </span><span>coordenou a </span><span>Mesa 2, dedicada ao debate sobre a interdisciplinaridade e a inovação na pós-graduação.</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joviles-vitorio-trevisol/view" class="external-link">Joviles Trevisol</a>, Pró-Reitor de Pós-Graduação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e presidente do Fórum dos Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop), informou que os cursos da UFFS foram formatados a partir de grandes áreas temáticas, como agricultura familiar, agroecologia, segurança alimentar, educação básica e saúde pública, com uma organização curricular menos centrada em disciplinas, sem departamentos e com os docentes lotados por campus de atuação.</p>
<p>"A interdisciplinaridade avançou muito nas últimas décadas e já são 340 programas de pós-graduação interdisciplinar em todo o Brasil, inclusive várias ilhas de excelência, mas ainda é pouco", segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sonia-nair-bao" class="external-link">Sonia Nair Báo</a>, da Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p>Para ela, o segredo é possibilitar uma formação básica sólida, capaz de fazer a integração de várias disciplinas. "É preciso também formar recursos humanos qualificados, pessoas capazes de buscar soluções para o que não foi vivenciado antes."</p>
<p>"Mas a interdisciplinaridade não é um valor em si; e<span>la se justifica na medida em que responde à demanda da sociedade ou à agenda da pesquisa científica”, argumentou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/klaus-werner-capelle" class="external-link">Klaus Capelle</a></span><span>, reitor da UFABC. </span><span>Para ele, a maior inovação tem acontecido na graduação, com os bacharelados interdisciplinares, e não na pós-graduação. </span></p>
<p>Capelle apresentou como projeto interdisciplinar inovador da UFABC um pré-doutorado de 2 a 6 meses, sem orientador. Trata-se de uma fase de prospecção nos laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de empresas conveniadas. “A única obrigação da empresa é expor o aluno a problemas relevantes para ela. Depois é avaliado se o projeto merece se tornar um doutorado, com orientação de um professor e um especialista técnico.”</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-3" alt="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 3" class="image-inline" title="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A importância da interdisciplinaridade para a inovação foi ressaltada na Mesa 3</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>No início da Mesa 3, voltada à questão da interdisciplinaridade e inovação na pesquisa, o Pró-Reitor de Pesquisa da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, coordenador da discussão, comentou que levantamento<span> recente no Estado de São Paulo apontou que a pesquisa e a educação ficam no 7º lugar em termos de importância na percepção da população.</span></p>
<p><span>“Como compatibilizar isso com o fato de o estado ter feito opções políticas durante seis décadas para sustentar um sistema de excelência e caro?" perguntou Krieger. </span><span>O desafio, segundo ele, é tornar mais ativo o relacionamento da universidade com a sociedade: "Melhorar o discurso e a instrumentação para melhorar a percepção pela sociedade”.</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-claudio-habert" class="external-link">Alberto Habert</a><span> </span>, do <span style="text-align: justify; ">Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) </span>da UFRJ, disse que <span>a interdisciplinaridade leva à inovação, a qual deve ser encarada como fator de desenvolvimento econômico. “É preciso identificar as barreiras a ela e incentivar seu fomento.”</span></p>
<p>Ele vê dois movimentos de interveniência nesse fomento: "Um é o intrainstitucional, por meio de programas de mestrado e doutorado, como os de biotecnologia e nanotecnologia introduzidos no Programa de Engenharia Química da Coppe, origem do depósito de várias patentes. O outro é o movimento interinstitucional, por meio de projetos temáticos para atender a uma demanda empresarial ou edital específico".</p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-frederico-de-oliveira-graeff" class="external-link">Carlos Graeff</a>, Pró-Reitor de Pesquisa da Unesp, as disciplinas devem instigar a busca do conhecimento. “Gerar conhecimento é um processo criativo e o ser humano deve criar processos para isso”. Ele considera que essa criatividade na pesquisa depende da pluralidade de ramos do saber envolvidos no trabalho.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jurandir-zullo-junior" class="external-link">Jurandir Zullo Jr.</a>, da Unicamp, falou da institucionalização da interdisciplinaridade em sua universidade por meio da criação de centros e núcleos de pesquisa desde os anos 70. Atualmente a Unicamp conta 21 desses agrupamentos de pesquisa, em áreas das ciências naturais e sociais, humanidades e artes.</p>
<p>Os pontos fortes dessa estrutura são, de acordo com ele: a existência de instâncias integradoras (Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa e a Comissão de Atividades Interdisciplinares) ligadas ao Conselho Universitário da Unicamp; avaliações regulares de desempenho; participação de membros externos; carreira de pesquisador; e a cultura de inovação característica da Unicamp.</p>
<p>No entanto, ressalvou que há vários desafios a serem enfrentados, como a subutilização da estrutura em cursos de extensão e pós-graduação, a rotatividade administrativa e representativa e as restrições à participação de docentes.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-mesa-4" alt="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 4" class="image-inline" title="Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - Mesa 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Expositores da Mesa 4 defenderam um papel estratégico para a extensão universitária</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Extensão</strong></p>
<p>A Mesa 4 tratou da interdisciplinaridade e inovação na extensão. O Pró-Reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-de-andrade-romero" class="external-link">Marcelo de Andrade Roméro</a>, foi o coordenador.</p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariano-francisco-laplane" class="external-link">Mariano Laplane</a>, do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), lembrou pesquisa feita há alguns anos pela instituição sobre a importância que os brasileiros dão à ciência. “Os resultados foram bastante positivos. O cientista é visto pela população como um promotor do bem-estar.”</span></p>
<p><span> </span><span>A questão, segundo Laplane, é que os brasileiros prestigiam a ciência, mas não a associam às universidades. </span><span>Ele acredita que a área de cultura e extensão pode ajudar no estímulo à interdisciplinaridade e inovação ao tornar as atividades das universidades mais conhecidas da sociedade.</span></p>
<p>“Para isso é preciso que a área deixe de ser um complemento das atividades e passe a ter mais centralidade, servindo como instrumento de planejamento estratégico, de demonstração da capacidade de geração de conhecimento e de inserção do conhecimento na sociedade, via extensão.”</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-vitoriano-de-oliveira" class="external-link">Pedro Vitoriano de Oliveira</a>, do Instituto de Química (IQ) da USP, tratou de duas atividades importantes da extensão que precisam ser incrementadas. Uma é a identificação do destino dos egressos da universidade. “Fica difícil falar deles se não temos um diagnóstico sobre onde e como estão atuando. No <a class="external-link" href="http://alumni.usp.br/">Alumni</a> [rede online de ex-alunos de graduação e pós-graduação da USP] conseguimos identificar 10% dos 300 mil graduados e 100 mil pós-graduados.” Outra carência da extensão é a dificuldade que ela encontra para ampliar a divulgação da ciência, de fazer com que ela chegue à sociedade, acrescentou.</p>
<p>Para Oliveira, se a extensão for considerada como área de estímulo à interdisciplinaridade e inovação, então deve-se valorizar mais as atividades desse tipo na carreira docente, na pesquisa e no ensino.</p>
<p>O expositor final da Mesa 4, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-giugliani" class="external-link">Eduardo Giugliani</a>, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), falou sobre a atuação em inovação do Parque Tecnológico (Tecnopuc) e da Incubadora Raiar, ambos daquela universidade. Ele informou que o Tecnopuc tem a participação de 6.500 pessoas engajadas em 120 companhias e 26 startups. Explicou que essas atividades resultam em novas iniciativas na universidade, que conta com quatro laboratórios de inovação e criatividade em parceria com instituições internacionais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-26T22:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-15-de-maio-de-2017">
    <title>Encontro Acadêmico Interdisciplinaridade e Inovação em Universidades de Excelência - 15 de maio de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/encontro-academico-interdisciplinaridade-e-inovacao-em-universidades-de-excelencia-15-de-maio-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2026">
    <title>Edição 2026 do Programa Ano Sabático está com inscrições abertas para seleção de docentes da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2026</link>
    <description>Anúncio da abertura de inscrições para a edição 2026 do Programa Ano Sabático do IEA. Os docentes da USP interessados em participar do processo seletivo devem efetuar sua inscrição até as 15h do dia 30 de junho.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA recebe <strong>até 30 de junho</strong> inscrições de docentes USP interessados em participar da edição de 2026. Os candidatos devem ter no mínimo sete anos de efetivo exercício de suas funções em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), completados até a data do início da pesquisa no Instituto.</p>
<p>Durante sua participação no Programa, que pode ser por seis meses ou um ano, os docentes selecionados ficarão dispensados de todas as atividades em sua unidade de origem, de maneira a poder atuar exclusivamente no IEA. A pesquisa deverá ter caráter interdisciplinar e ser desenvolvida na sede do Instituto, no campus da capital, ou em um dos Polos no interior, nos campi da USP em Ribeirão Preto e São Carlos.</p>
<p>Os participantes receberão um auxílio único de até R$ 12 mil da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (parceira do IEA no programa) para despesas referentes ao projeto, tais como passagens aéreas, diárias, auxílio a pesquisadores e despesas com terceiros.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">Durante sua atuação no programa, os selecionados deverão realizar ao menos uma conferência por semestre de participação, bem como produzir um trabalho científico inédito e original </span><span style="text-align: justify; ">ou outro produto (tais como livro ou obra de arte), indicado em seu projeto<span>.</span></span></p>
<p>Para efetuar sua inscrição, o candidato deve enviar, via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfd9BNPYUTsWa7igxSIb2QRBUnOmYBly71sf7Dy_TuoFtfDyw/viewform?pli=1">formulário on-line</a> [é necessário fazer login com conta USP], súmula curricular [segundo o modelo <a href="http://fapesp.br/5266" target="_blank">fapesp.br/5266</a>], projeto de pesquisa (com objetivos, justificativa e plano de trabalho) e as concordâncias para sua participação no Programa emitidas pelo conselho de departamento (ou colegiado equivalente) e pela congregação (ou instância equivalente) da sua unidade [veja mais detalhes no <a class="external-link" href="http://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/edital_20252025_site.pdf">edital completo</a>].</p>
<p>O resultado da seleção será divulgado em <strong>30 de setembro</strong>. Os docentes candidatos selecionados deverão iniciar suas pesquisas até março do próximo ano. No caso de participação por seis meses com início no segundo semestre de 2026, as atividades devem começar até agosto.</p>
<p>Considerados os integrantes da décima edição (2025), que iniciaram suas pesquisas em janeiro, já são 69 os docentes da Universidades participantes do Programa [veja quem são eles em cada edição: <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea">2016</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017">2017</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabaticos">2018</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2019">2019</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-2020">2020</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2021">2021</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2022">2022</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes/participantes-de-2023">2023</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes/participantes-de-2024" class="external-link">2024</a> e <a class="external-link" href="http://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2025-tera-7-professores-de-diferentes-unidades-da-usp">2025</a>].</p>
<p>O Programa é regulamentado pela <a class="external-link" href="https://leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-no-7069-de-19-de-junho-de-2015">Resolução 7.069/15</a> da Reitoria da USP e pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/programaanosabaticoieaprpportaria.pdf" class="external-link">Portaria IEA/PRPI 01/21</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-11T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2025">
    <title>Edição 2025 do Programa Ano Sabático está com inscrições abertas para seleção de docentes da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-2025</link>
    <description>Anúncio da abertura de inscrições para a edição 2025 do Programa Ano Sabático do IEA. Os docentes da USP interessados em participar do processo seletivo devem efetuar sua inscrição até as 15h do dia 9 de setembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os docentes da USP interessados em participar da edição 2025 do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> do IEA devem se inscrever no processo seletivo até as <strong>15h do dia 9 de setembro.</strong> Os candidatos devem ter no mínimo sete anos de efetivo exercício de suas funções em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), completados até a data do início da pesquisa no Instituto.</p>
<p>Durante sua participação no Programa, que pode ser por seis meses ou um ano, os docentes selecionados ficarão dispensados de todas as atividades em sua unidade de origem, de maneira a poder atuar exclusivamente no IEA. A pesquisa deverá ter caráter interdisciplinar e ser desenvolvida na sede do Instituto, no campus da capital, ou em um dos Polos no interior, nos campi da USP em Ribeirão Preto, São Carlos e Piracicaba (em processo de ativação).</p>
<p>Os participantes receberão um auxílio único de até R$ 12 mil da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (parceira do IEA no programa) para despesas referentes ao projeto, tais como passagens aéreas, diárias, auxílio a pesquisadores e despesas com terceiros.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">Durante sua atuação no programa, os selecionados deverão realizar ao menos uma conferência por semestre de participação, bem como produzir um trabalho científico inédito e original </span><span style="text-align: justify; ">ou outro produto (tais como livro ou obra de arte), indicado em seu projeto<span>.</span></span></p>
<p>Para efetuar sua inscrição, o candidato deve enviar, via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfxbyY9zA3nYp3d99ClbTdYFpxNewY5UepzSqTqN5Rm_caAhg/viewform">formulário on-line</a> [é necessário fazer login com conta USP], súmula curricular [segundo o modelo <a href="http://fapesp.br/5266" target="_blank">fapesp.br/5266</a>], projeto de pesquisa (com objetivos, justificativa e plano de trabalho) e as concordâncias para sua participação no Programa emitidas pelo conselho de departamento (ou colegiado equivalente) e pela congregação (ou instância equivalente) da sua unidade [veja mais detalhes no <a class="external-link" href="https://doe.sp.gov.br/executivo/universidade-de-sao-paulo/edital-iea-usp-08-2024-programa-ano-sabatico-iea-prpi-em-2025-20240703134123834425717">edital completo</a>].</p>
<p>O resultado da seleção será divulgado em <strong>18 de dezembro</strong>. Os docentes candidatos selecionados deverão iniciar suas pesquisas até março do próximo ano. No caso de participação por seis meses com início no segundo semestre de 2025, as atividades devem começar até agosto.</p>
<p>Considerados os integrantes da nona edição (2024), que iniciaram suas pesquisas em março, já são 62 os docentes da Universidades participantes do Programa [veja quem são eles em cada edição: <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea">2016</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017">2017</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabaticos">2018</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2019">2019</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-2020">2020</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2021">2021</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes-em-2022">2022</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes/participantes-de-2023">2023</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/participantes/participantes-de-2024" class="external-link">2024</a>].</p>
<p>O Programa é regulamentado pela <a class="external-link" href="https://leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-no-7069-de-19-de-junho-de-2015">Resolução 7.069/15</a> da Reitoria da USP e pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/programaanosabaticoieaprpportaria.pdf" class="external-link">Portaria IEA/PRPI 01/21</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-03T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/donald-peterson-discute-o-desafio-de-potencializar-os-beneficios-da-tecnologia-cognitiva">
    <title>Donald Peterson discute o desafio de potencializar os benefícios da tecnologia cognitiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/donald-peterson-discute-o-desafio-de-potencializar-os-beneficios-da-tecnologia-cognitiva</link>
    <description>Professor visitante do IEA, Peterson fará seminário no dia 26 de agosto sobre o mesmo tema de sua pequisa: "A vida na era cognitiva".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vida-na-era-cognitiva" alt="Vida na Era cognitiva" class="image-right" title="Vida na Era cognitiva" />A relação entre humanos e máquinas na era da tecnologia cognitiva e o desafio de fazer com que ela traga mais benefícios do que prejuízos a áreas como educação, trabalho, negócios e saúde serão o tema do seminário de <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores-visitantes/donald-peterson/donald-peterson" class="external-link">Donald Peterson</a>, no dia <strong>26 de agosto, às 10h30</strong>, no IEA. O evento <i>Life in the Cognitive Era</i> terá moderação do engenheiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, presidente da comissão de pesquisa do IEA, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. Para participar presencialmente, é necessária <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeY5zInLcHVEmLT2KP8q_sP_d_wFrZmGpW9FEr1SEQpnoLmCQ/viewform">inscrição prévia</a>. A discussão será em inglês, sem tradução simultânea.</p>
<p>O avanço da conectividade, da inteligência artificial e dos robôs, dentre outros, trouxe a necessidade de um significativo processo de requalificação e redefinição dos papeis desempenhados em diversos setores da sociedade, explica Peterson, que é <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-professor-visitante-pesquisa-a-era-cognitiva" class="external-link">professor visitante do IEA em 2019</a>. Para ele, o aumento da diferença de renda, tanto de uma área para outra quanto de uma classe social para outra, é um entre os muitos riscos que se apresentam.</p>
<p>O escocês argumenta que todas as tecnologias são "facas de dois gumes", podendo produzir bons e maus efeitos, ou até mesmo ambos concomitantemente, de acordo com a maneira como são usadas. <span>Em sua fala no IEA, Peterson utilizará a estrutura analítica da "epidução", uma forma de raciocínio sensível ao contexto. O substrato físico da epidução é a função executiva associada principalmente ao córtex pré-frontal do cérebro humano.</span></p>
<p>Professor da Universidade de Shantou, na China, Peterson tem formação nas áreas de psicologia e filosofia. Seu <span>trabalho envolve lógica, filosofia, psicologia e ciência da computação. </span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Life in the Cognitive Era</strong><br />26 de agosto, às 10h30<br />Local: Sala Alfredo Bosi - Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária<br />Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeY5zInLcHVEmLT2KP8q_sP_d_wFrZmGpW9FEr1SEQpnoLmCQ/viewform">inscrição prévia</a><br />Transmissão ao vivo<br />Leia mais: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/life-in-the-cognitive-era">http://www.iea.usp.br/eventos/life-in-the-cognitive-era</a> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cognição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-19T20:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017">
    <title>Divulgada a relação de selecionados para o Programa Ano Sabático de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017</link>
    <description>Foi divulgadano dia 24 de novembro a relação dos docentes selecionados para o Programa Ano Sabático no IEA em 2017.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/portaria-iea-5-2016" class="external-link">Portaria IEA nº 5/2016</a> com os nomes dos professores da USP escolhidos pelo Conselho Deliberativo (CD) do Instituto para a edição 2017 do Programa Ano Sabático no IEA foi publicada nesta quinta-feira, 24 de novembro, no “Diário Oficial do Estado de São Paulo”.</p>
<p>O CD escolheu oito dos 17 candidatos inscritos.  Os <a class="anchor-link" href="#projetos">projetos de pesquisa</a> contemplados contêm conexões entre várias áreas do conhecimento, incluindo temas das áreas de saúde pública, psicologia, ambiente, sustentabilidade, urbanismo, esporte, antropologia, cultura digital, história e patrimônio histórico.</p>
<p>Os pesquisadores são docentes de sete unidades da USP: Faculdade de Saúde Pública (FSP), Faculdade de Medicina (FM), Escola de Comunicações e Artes (ECA), Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) e Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Metade cumprirá período sabático de um ano e a outra metade ficará no IEA por seis meses.</p>
<p>O Programa Ano Sabático no IEA foi instituído em junho de 2015 por <a class="external-link" href="http://www.leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-no-7069-de-19-de-junho-de-2015">resolução</a> do reitor Marco Antonio Zago e conta com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa. Os participantes da <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea" class="external-link">primeira edição</a> desenvolveram seus projetos em 2016.</p>
<p>Para disputar as vagas do programa, os candidatos precisam ter sete anos de efetivo exercício de suas funções em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP) na Universidade. Durante o sabático devem atuar apenas no IEA, ficando dispensados de suas atividades - inclusive as didáticas - nas suas unidades de origem. Além das atividades previstas nos projetos de pesquisa, devem proferir ao menos uma conferência pública por semestre e produzir um artigo inédito ou outro produto (livro ou obra de arte).</p>
<h3><a name="projetos"></a>Sinopses dos projetos e perfis dos selecionados</h3>
<p><strong><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andrea-cavicchioli" alt="Andrea Cavicchioli - Perfil" class="image-left" title="Andrea Cavicchioli - Perfil" /></strong>Andrea Cavicchioli - EACH</strong><br />Apresentou o projeto "Atlas da Arquitetura em Terra". Seu objetivo é reunir, complementar e sistematizar os conhecimentos sobre as construções históricas realizadas nos séculos 16 a 19 no Estado de São Paulo com técnicas tradicionais baseadas no uso de terra crua. Com isso, pretende propiciar a elaboração de estratégias de conservação com base na caracterização químico-física dos elementos materiais desse patrimônio.</p>
<p>Professor assistente da EACH, Cavicchioli é graduado em química industrial pela Universidade de Estudos de Milão, Itália, e obteve os títulos de mestre em química analítica ambiental pela Universidade de Londres, Reino Unido, e doutor em química analítica pelo Instituto de Química da USP, onde também realizou pesquisa de pós-doutorado. É livre docente pela EACH.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arlindo-philippi-jr-perfil.jpg" alt="Arlindo Philippi Jr - Perfil" class="image-left" title="Arlindo Philippi Jr - Perfil" />Arlindo Philippi Jr. - FSP</strong></p>
<p>"Experimentações Urbanas na Perspectiva de Novas Ideias e Soluções Sustentáveis para a Cidade" é o título do projeto apresentado por Philippi Jr. Ele pretende desenvolver ideias e soluções - por meio de experimentações, discussões e reflexões - que possam contribuir para responder às necessidades das pessoas no seu cotidiano e nas transformações urbanas, levando em consideração os princípios da sustentabilidade e as necessárias articulação e concepção interdisciplinares.</p>
<p>Philippi Jr. é professor titular da FSP. Engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, tornou-se especialista, mestre, doutor e livre docente em saúde pública pela FSP. Aperfeiçoou-se na área ambiental em cursos de instituições do Japão, Reino Unido e EUA e realizou pesquisas de pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Berenice%20Bilharinho%20de%20Mendonca-Perfil.jpg" alt="Berenice Bilharinho de Mendonça - Perfil" class="image-left" title="Berenice Bilharinho de Mendonça - Perfil" />Berenice Bilharinho de Mendonça - FM</strong></p>
<p><strong></strong>Berenice desenvolverá o projeto "Desenvolvimento e Divulgação de Material Educacional para Aprimoramento do Diagnóstico e Tratamento dos Distúrbios do Desenvolvimento Sexual (DDS) no Brasil". O objetivo é desenvolver e divulgar protocolos de atendimento para os profissionais da saúde e material didático esclarecedor do diagnóstico clínico, laboratorial e molecular dos DDS para pais, familiares e professores de crianças com genitália atípica, para aprimorar o diagnóstico e tratamento desses pacientes em todo o país.</p>
<p>Ela graduou-se em medicina na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro e obteve os títulos de mestre e doutora pela Faculdade de Medicina da USP, onde é titular de clínica médica/endocrinologia. Berenice é especializada em endocrinologia pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria.</p>
<p><strong><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/frederico-azevedo-da-costa-pinto-3" alt="Frederico Azevedo da Costa Pinto - Perfil" class="image-left" title="Frederico Azevedo da Costa Pinto - Perfil" />Frederico Azevedo da Costa Pinto - </strong>FMVZ</strong></p>
<p>"Homem Moderno: Um Animal Privado Socialmente do Direito de Adoecer" é o tema do projeto de pesquisa que Costa Pinto realizará no IEA. Ele avaliará historicamente as mudanças na forma como a sociedade enxerga e lida com indivíduos doentes e confrontar tais mudanças com a evolução da jornada de trabalho, das expectativas de produtividade do trabalhador moderno e com os investimentos farmacêuticos em compostos paliativos focados na restauração momentânea do bem-estar<strong>.</strong></p>
<p><strong></strong>Costa Pinto graduou-se em veterinária na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, onde tornou-se mestre e doutor em patologia experimental. Desenvolveu pesquisas de pós-doutorado na FMVZ, na Universidade Estadual da Lousiana e na Universidade Rockefeller, estas duas nos EUA.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Gilson%20Schwartz-Perfil.jpg" alt="Gilson Schwartz - Perfil" class="image-left" title="Gilson Schwartz - Perfil" />Gilson Schwartz - ECA</strong></p>
<p><strong></strong>No projeto "Mil Clicks: Monetização Lúdica, Cidade Líquida e Disrupções Digitais na Teoria do Valor", Schwartz pretende realizar pesquisa teórica, produção audiovisual colaborativa e desenvolver software. Ao mesmo tempo, acompanhará um caso prático: a monetização criativa por meio da campanha de mídia social Mil Clicks, criada e coordenada por ele em parceria com a Unesco, com implementação iniciada na Global Mil Week (2 a 6 de novembro de 2016), atividade vinculada à Assembleia Geral da Unesco sobre alfabetização midiática e informacional.</p>
<p>Graduado em economia pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e em sociologia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), Schwartz é doutor pelo Instituto de Economia da Unicamp e livre docente pela ECA. Foi professor visitante do IEA, onde criou o projeto Cidade do Conhecimento, e do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Warwick, Reino Unido.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/katia-rubio-perfil" alt="Katia Rubio - Perfil" class="image-left" title="Katia Rubio - Perfil" />Kátia Rubio - EEFE</strong></p>
<p><strong></strong>Professora associada da EEFE, Kátia apresentou o projeto "A influência dos Deslocamentos Nacionais e da Migração Transnacional na Formação da Identidade de Atletas Olímpicos Brasileiros". O corpus a ser utilizado pela pesquisa compreende as narrativas biográficas sobre cerca de 1.300 atletas brasileiros participantes de Jogos Olímpicos desde 1948. Ela destaca que o processo de profissionalização do esporte ocorreu concomitantemente ao processo de globalização e à reconfiguração dos Estados nacionais, condição estreitamente vinculada à carreira de atletas que dependem de um sistema esportivo organizado em nível nacional para poder disputar competições internacionais. "Daí a importância e a relevância dos estudos relacionados com a construção e desenvolvimento de identidades nacionais, condição fortemente abalada em função da globalização".</p>
<p>Livre docente pela EEFE, Kátia é graduada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em psicologia pela PUC-SP, mestre pela EEFE e doutora pela Faculdade de Educação (FE) da USP. Foi professora visitante na Universidade Estadual Kent de Ohio, EUA, e no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Birmingham, Reino Unido.<strong> </strong></p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Marisa%20Midori%20Deaecto-Perfil.jpg" alt="Marisa Midori Deaecto - Perfil" class="image-left" title="Marisa Midori Deaecto - Perfil" />Marisa Midori Deaecto - ECA</strong></p>
<p>"A 'Idolatria Democrática' ou a Impossível Igualdade: Um Estudo sobre a Recepção de François Guizot no Brasil (1848-1860)" é o projeto no qual a pesquisadora vai averiguar se os primeiros escritos sobre a Revolução Francesa foram lidos, discutidos ou mesmo apropriados pelos leitores brasileiros. O estudo sobre a recepção de Guizot, historiador e político francês, principalmente de seu libelo "De la Démocracie en France", insere-se em um projeto mais ambicioso – e de longo prazo – de Marisa voltado para a identificação e análise das edições de autores franceses traduzidas para o português e publicadas de 1848 a 1889.</p>
<p>Ela é graduada em história pela FFLCH, onde se tornou mestre e doutora em história econômica. Além de professora da ECA, é docente credenciada do Programa de Pós-Graduação em História Econômica da FFLCH e coordenadora do Grupo de Estudos História da Edição e das Práticas de Leitura no Brasil, vinculado ao Núcleo de Estudos do Livro e Edição (Nele) da USP.</p>
<p><strong><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/StelioMarras.jpg" alt="Stelio Marras - Perfil" class="image-left" title="Stelio Marras - Perfil" />Stelio Alessandro Marras - IEB</strong></p>
<p><strong></strong>O projeto de Marras tem por tema "Antropologia e Ecologia: Outras Alteridades, Novos Pactos". Sua hipótese de trabalho é que o objeto da antropologia - "tradicionalmente tomado como 'cultura' ou 'sociedade'" - necessita de revisão urgente diante dos desafios de "um conjunto interligado de problemas que mais e mais nos assombram": erosão da biodiversidade a par da sociodiversidade; ameaças crescentes à segurança alimentar; poluição e envenenamento de solos, rios, oceanos e atmosfera; elevação do nível dos mares; esgotamento de recursos ("e da própria noção de recurso, vale adiantar") e inúmeros problemas conexos e derivados do aquecimento global. De acordo com Marras, esses desafios "emergem agora, mais do que nunca, à revelia das não menos tradicionais separações epistemológicas, ontológicas e de tarefas entre ciências da matéria e ciências do espírito".</p>
<p>Professor e pesquisador do IEB, Marras é graduado em ciências sociais e mestre e doutor em antropologia pela FFLCH. É pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (Cesta) da USP e coordenador do Laboratório Pós-Disciplinar de Estudos (Papod), sediado no IEB.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-24T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-da-ubias-discutem-impacto-da-pesquisa">
    <title>Diretores do UBIAS discutem impacto da pesquisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diretores-da-ubias-discutem-impacto-da-pesquisa</link>
    <description>Quarto encontro da rede será coordenado pelo instituto de estudos avançados da University of Birmingham. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/institute-of-advanced-studies-of-the-university-of-birmingham-1" alt="University of Birmingham" class="image-inline" title="University of Birmingham" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Instituto de Estudos Avançados da University of Birmingham, Inglaterra, sediará encontro da rede UBIAS.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre os dias <strong>20 e 22 de junho</strong>, acontece em Birmingham, Inglaterra, o quarto encontro dos diretores do <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias)</a>. A rede reúne 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, entre os quais o IEA-USP, que também integra o Comitê Diretivo. O IEA será representado pelo seu vice-diretor, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonsky</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP).</p>
<p><i>UBIAS into Impact: Networking our academics to meet global challenges</i> será o tema geral do encontro. Segundo os organizadores, o impacto nas pesquisas é uma agenda fundamental no sistema de pesquisa e ensino do Reino Unido e que vem sendo cuidadosamente observado em muitos outros países. Com isto, a reunião será uma oportunidade para a rede explorar essa agenda, considerar seus benefícios e riscos e estabelecer planos de ação e contribuições entre os integrantes da rede.</p>
<p>As sessões principais trarão temas como a importância da rede UBIAS e seus benefícios potenciais; a <a class="external-link" href="http://www.ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> (ICA); interdisciplinaridade e impactos nas artes e na ciência; mídia, engajamento e controle de dados no século 21; criação de ambientes intelectuais; educação de ensino superior no Reino Unido e União Europeia e a internacionalização da pesquisa.</p>
<p>Sob a coordenação do instituto de estudos avançados da University of Birmingham, o encontro desse ano terá ainda a participação do ex-diretor do IEA-USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, que dará uma visão geral sobre o projeto ICA, no painel do dia 20. <span>Na mesma sessão participam os pesquisadores Valtteri Arstila e Vanessa Hellmann, participantes da ICA sobre "Tempo" e "Dignidade Humana", respectivamente; os representantes do Israel Institute for Advanced Studies da The Hebrew University of Jerusalem, Michal Linial e Eliezer Rabinovici, e também Michael Röckner, do instituto de estudos avançados da Universität Bielefeld, Alemanha.</span></p>
<p>Os convidados do painel sobre ICA discutirão os resultados e perspectivas futuras do projeto. Em suas duas versões, a ICA desenvolveu trabalhos sobre “Tempo” e “Dignidade Humana”. O conteúdo das pesquisas sobre o tempo, no qual os participantes têm trabalhado desde a <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo" target="_blank">Fase São Paulo</a> da ICA, irá subsidiar a criação de um<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-detalham-curso-online-sobre-o-tempo" class="external-link"> <i>Massive Open Online Course</i></a> (Mooc, na sigla em inglês), que será disponibilizado gratuitamente na plataforma Cousera.</p>
<p>Na sessão de abertura do dia 20, os debates ficarão a cargo dos diretores Mike Hannon, da Birmingham IAS, e Bernd Kortmann, da FRIAS Freiburg. Os cientistas ministrarão palestras sobre o tema “The importance of UB-IASs and potential benefits of networking them”. Na sequência, cada diretor deverá apresentar o próprio instituto e as ações realizadas para o fortalecimento da rede.</p>
<p>Os convidados começam a chegar no campus principal da University of Birmingham a partir do dia 19 de junho. No fechamento da programação, no dia 22 de junho, está previsto um passeio ao famoso Royal Shakespeare Theatre, para a exibição da peça Dr. Faustus, de Christopher Marlowe.</p>
<p>Os encontros de diretores dos Ubias é uma oportunidade para os integrantes da rede trocarem experiências, promoverem o intercâmbio cultural e científico, e articularem parcerias interinstitucionais, como é o caso da ICA.</p>
<p><span>O encontro de diretores anterior, realizado em Taipei, Taiwan, em novembro de 2014, discutiu o tema </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-em-taiwan-reune-diretores-dos-ubias" class="external-link"><i>Breaking Through Old Boundaries and Paradigms in a New Age of </i>Globalization.</a><span> O tema específico foi </span><i>Rising East Asia in a New Age of Globalization.</i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internacionalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-13T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reuniao-diretores-ubias">
    <title>Diretores de IEAs definem diretrizes de rede internacional para os próximos dois anos </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reuniao-diretores-ubias</link>
    <description>A rede University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias) realizou sua quarta Reunião de Diretores no IEA-USP, de 19 a 23 de março.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/diretores-de-ieas-participantes-de-reuniao-da-ubias-no-iea-usp-21-3-2018" alt="Diretores de IEAs participantes de reunião da Ubias no IEA-USP - 21/3/2018" class="image-inline" title="Diretores de IEAs participantes de reunião da Ubias no IEA-USP - 21/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Diretores e representantes dos IEAs integrantes da rede internacional Ubias durante o encontro no IEA-USP</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Reunidos no IEA-USP e pela primeira vez nas Américas, de 19 a 23 de março, os diretores dos IEAs integrantes da rede internacional <a class="external-link" href="http://ubias.net">Ubias</a> (sigla em inglês para Institutos de Estudos Avançados Baseados em Universidades) analisaram as atividades realizadas no âmbito da entidade nos últimos dois anos e definiram questões administrativas e acadêmicas para o biênio 2018/2020. Uma das decisões foi a escolha do vice-diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, como novo coordenador da rede, ampliada durante a reunião com o ingresso de mais cinco IEAs, que totalizam agora 44 institutos.</p>
<p>O encontro tratou desde o estatuto da Ubias até a análise inicial de temas para a próxima <a class="external-link" href="http://ica.usp.br/">Intercontinental Academia</a> - projeto que reúne dois IEAs de continentes diferentes para o estudo de um tema comum - e para o <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/topic-of-the-year">Tópico do Ano</a> dos IEAs em 2019. Entre os assuntos  em discussão para esses dois projetos estão: falso e fato; água; máquinas conscientes; e conhecimento e liberdade. O trabalho de detalhamento, análise e escolha dos temas definitivos terá continuidade online.</p>
<p>Na cerimônia de abertura, o pró-reitor de Pesquisa da USP, Sylvio Roberto Accioly Canuto, destacou a importância da realização do encontro e a sintonia da Pró-Reitoria de Pesquisa com o IEA-USP e, por conseguinte, com a Ubias na promoção de estudos interdisciplinares. Canuto explicou que isso se dá por meio do apoio da Pró-Reitoria ao <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a> e à contratação de professores visitantes pelo Instituto, além da parceria na realização dos <a class="external-link" href="http://prp.usp.br/strategic-workshops/">Strategic Workshops</a> (apoiados também pela Academia de Ciências do Estado de São Paulo), que já trataram de temas como nanotecnologia, bioeconomia, biotecnologia, inovação, ética na pesquisa e vários temas das ciências ambientais.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ubias-director-meeting" class="external-link">Vídeo (abertura</a>)</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/destaque-encontro-de-diretores-ubias-19-a-23-de-marco-de-2018-1" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-recebe-primeiro-encontro-de-diretores-da-ubias-realizado-no-continente-americano" class="external-link">IEA recebe primeiro encontro de diretores da Ubias realizado no continente americano</a></li>
</ul>
<p><strong>Documento</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/why-ubias-morten-kyndrup" class="external-link">"Why Ubias? - Purposes and Challenges for the Network" - Apresentação de Morten Kyndrup na Reunião de Diretores da Ubias</a></li>
</ul>
<hr />
<i>Leia mais notícias sobre a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-ubias" class="external-link">rede Ubias</a> e a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-intercontinental-academia" class="external-link">Intercontinental Academia</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>"Para beneficiar a humanidade, é preciso compreender a necessidade da ciência, das explicações lógicas que ela fornece, e lidar com os princípios das pessoas e das nações. Essa é a razão de existirem os IEAs", afirmou na cerimônia o diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a> . Ele ressaltou a importância da obtenção de uma visão transversal entre as disciplinas, "pois o mundo é complexo e complicado e acabamos separando artificialmente o conhecimento em domínios, de forma a termos uma visão mais clara de áreas que possam beneficiar a humanidade".</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/morten-kyndrup-e-guilherme-ary-plonski-20-3-2018" alt="Morten Kyndrup e Guilherme Ary Plonski - 20/3/2018" class="image-inline" title="Morten Kyndrup e Guilherme Ary Plonski - 20/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Guilherme Ary Plonski (<i>à dir.</i>), novo coordenador da Ubias, é cumprimentado pelo seu antecessor, Morten Kyndrup </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ainda na abertura, o diretor do IEA da Universidade de Aarhus, Dinamarca, Morten Kyndrup, coordenador da Ubias nos últimos dois anos, <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/why-ubias-morten-kyndrup" class="external-link">discutiu a razão da existência da rede</a> e o próprio conceito de instituto de estudos avançados.</p>
<p>Para ele, possibilitar a troca de experiências é uma razão fundamental. "A maioria dos IEAs é relativamente jovem, o que torna o intercâmbio de melhores práticas extremamente útil". Mas não se trata apenas de intercâmbio de experiências acadêmicas. Kyndrup considera relevante também o diálogo sobre as características e dificuldades do relacionamento entre os institutos e suas universidades-mãe.</p>
<p>Ao lado do compartilhamento de parte da estrutura universitária, os institutos precisam ter um certo grau de autonomia, segundo ele, o que "torna inevitável uma espécie de ambivalência entre dependência e independência". Outro aspecto que traz certa vulnerabilidade aos IEAs é a questão do financiamento, disse. "Em tempos de dificuldades financeiras, é preciso que as universidades tenham certa flexibilidade com os IEAs."</p>
<p>Kyndrup afirmou que é de grande relevância para a Ubias a construção e desenvolvimento do conceito de IEA. "Historicamente, esse conceito está vinculado a um valor simbólico: o prestígio. Isso é importante para atrair os melhores pesquisadores". No entanto, lidar com o conceito de IEA constitui um forte dilema até mesmo para a Ubias: "Como negociar o desejo de ser inclusivo na avaliação dos IEAs interessados em participar da rede e ao mesmo tempo manter certos padrões em consonância com o conceito?".</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Critérios para um<br />IEA integrar a Ubias</i></h3>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li><i>ter um programa com processo seletivo para a concessão de bolsas para pesquisadores estrangeiros;</i></li>
<li><i>integrar uma universidade de pesquisa reconhecida internacionalmente;</i></li>
<li><i>contar com programas que promovam a interdisciplinaridade;</i></li>
<li><i>atuar em função de toda a universidade e, portanto, não estar vinculado apenas a uma disciplina, um departamento ou unidade (isso é avaliado em função da missão, estrutura organizacional e liderança do instituto).</i></li>
</ul>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A solução prática para isso adotada pela Ubias é ter diferentes níveis de associação, explicou. "Combinamos uma política de abrigar todos os interessados nos encontros e temas em discussão, mas mantendo critérios para uma associação completa à rede. Ou seja, nos mantendo fechados, mas completamente abertos."</p>
<p>Para colaborar com<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link"> </a>Plonski na coordenação da rede, foram escolhidos dois novos vice-coordenadores: Raouf Boucekkine, diretor do IMéRA (um dos quatro integrantes da Rede Francesa de IEAs) da Universidade de Aix-Marselha, e Hisanori Shinohara, diretor do Instituto de Pesquisa Avançada (IAR, na sigla em inglês) da Universidade de Nagoya, Japão. [Atualização: por motivos pessoais, Shinohara não pode assumir a vice-coordenação e foi substituído por Clarissa Ball, diretora do IEA da Universidade do Oeste da Austrália.]</p>
<p>Além dos três membros da coordenação, foram escolhidos os outros sete membros do Conselho Diretivo da Ubias: Clarissa Ball, diretora do IEA da Universidade do Oeste da Austrália; Bernd Kortmann, diretor executivo do IEA da Universidade de Freiburg, Alemanha; Michal Linial, diretora do IEA da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel; Morten Kyndrup, diretor do IEA da Universidade de Aarhus, Dinamarca; Jane Ohlmeyer, diretora do Trinity Long Room Hub do Trinity College Dublin, Irlanda; e Véronique Zanetti, diretora executiva do Centro para Pesquisa Interdisciplinar (ZiF, na sigla em alemão) da Universidade de Bielefeld, Alemanha.</p>
<p>Outra decisão organizacional foi a aprovação do ingresso de cinco IEAs na rede, entre os quais o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat) da Universidade Federal de Minas Gerais, que passa a integrar a a representação brasileira ao lado do IEA-USP e do Instituto de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp, recriado em dezembro de 2017. Os outros novos integrantes da Ubias são: o Zukunftskolleg da Universidade de Konstanz, Alemanha; o IEA da Universidade de Cergy-Pontoise, França; o IEA da Universidade de Warwick, Reino Unido; e o IEA da Universidade de Amsterdam, Holanda.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-02T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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