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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/de-volta-ao-ministerio-do-meio-ambiente">
    <title>José Pedro Costa assume secretaria no Ministério do Meio Ambiente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/de-volta-ao-ministerio-do-meio-ambiente</link>
    <description>Professor José Pedro de Oliveira Costa, integrante do grupo Amazônia em Transformação, será o novo secretário da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.
 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-pedro-de-oliveira-costa-1" alt="José Pedro de Oliveira Costa - 1" class="image-inline" title="José Pedro de Oliveira Costa - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>José Pedro de Oliveira Costa é novo s<span>ecretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e vice-coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a> retorna ao cargo de secretário da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, que ocupou entre 1999 e 2002. A nomeação foi publicada no <a class="external-link" href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=2&amp;pagina=3&amp;data=17/06/2016">Diário Oficial da União de 17 de junho</a>.</p>
<p>Na gestão anterior como secretário de <span>Biodiversidade</span><span> e </span><span>Florestas e do Ministério do Meio Ambiente, ajudou a criar várias Unidades de Conservação, protegendo cerca de 10 milhões de hectares em todo o Brasil.</span></p>
<p>Costa é considerado um dos criadores do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, <span style="text-align: justify; ">maior parque nacional de florestas tropicais do planeta. A </span><span>Unidade de Conservação, situada na divisa entre os estados do Amapá e do Pará, preserva 3,8 milhões de hectares no extremo norte do Brasil.</span></p>
<p>Arquiteto e urbanista, foi o primeiro Secretário Estadual do Meio Ambiente de São Paulo (1986-1987). É membro fundador do Conselho do WWF-Brasil e da Fundação SOS Mata Atlântica.</p>
<p>Mestre em Planejamento Ambiental pela Universidade da Califórnia (EUA), doutorou-se em Estruturas Ambientais pela FAU-USP, onde é professor desde 1974. Por duas vezes foi presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, do sistema MAB-UNESCO. Antes da atual nomeação, era assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-28T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/corredores-ecologicos-da-america-latina-24-de-maio-de-2016">
    <title>Corredores Ecológicos da América Latina - 24 de maio de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/corredores-ecologicos-da-america-latina-24-de-maio-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-24T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-de-biodiversidade-e-desenvolvimento-sustentavel-da-america-latina">
    <title>Corredores Ecológicos da América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-de-biodiversidade-e-desenvolvimento-sustentavel-da-america-latina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">A proteção da biodiversidade do Continente Sul-americano, da Meso-América e do Caribe encontra-se ameaçada por vários fatores, incluídas as mudanças climáticas que já estão ocorrendo. Da mesma forma uma série de culturas nativas e tradicionais encontram-se em séria ameaça também como resultado da extinção dos habitats que lhes servem de suporte.</span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>Existem inúmeras iniciativas que buscam a proteção desses valores primordiais ao planeta. Muitas delas dedicam-se à proteção de corredores ecológicos de desenvolvimento sustentável que precisam ser melhores </span><span>conhecidas e alcançarem seus plenos resultados, especialmente em função das mudanças climáticas.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Conhecer, discutir, divulgar, integrar os diversos esforços latino-americanos pela proteção e recuperação de seus corredores ecológicos é o objetivo deste Seminário. Teremos uma reunião de trabalho, com algumas apresentações, onde cada participante apresentará suas idéias com vistas a formar um programa de múltipla atuação  para atingir esses objetivos.</span></div>
<p> </p>
<h3><span>Coordenação</span></h3>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa </a></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/warwick-manfrinato" class="external-link">Warwick Manfrinato</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-19T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/campanha-quer-salvar-jequitiba-rosa-da-extincao">
    <title>Campanha quer salvar jequitibá-rosa da extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/campanha-quer-salvar-jequitiba-rosa-da-extincao</link>
    <description>Mata Atlântica, principal bioma de ocorrência da espécie, também será foco da ação que já ganhou adeptos em secretarias e municípios, além de ONGs e redes de ambientalistas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Símbolo de <a class="anchor-link" href="#São Paulo e Espírito Santo">estados e de municípios</a>, o imponente jequitibá-rosa (<i>Cariniana legalis</i>) ganhará mais uma vez o status de representante máximo. Desta vez, simbolizará uma campanha para preservar não só a espécie, mas também as florestas, em especial a Mata Atlântica, seu principal bioma de ocorrência.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jequitiba-rosa-no-pq-estadual-nova-baden/@@images/c0023b86-6ca3-4d84-a99c-11801b9c3d62.jpeg" alt="Jequitibá-rosa no Pq Estadual Nova Baden" class="image-inline" title="Jequitibá-rosa no Pq Estadual Nova Baden" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jequitibá-rosa no Parque Estadual Nova Baden (MG)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A elaboração de um Plano de Ação Nacional (PAN) para a conservação <i>in situ </i>e <i>ex situ</i> da espécie foi o tema do debate <strong>“Vamos salvar os jequitibás-rosa da extinção”</strong>, realizado no IEA no dia 30 de novembro. Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA, pelo <a class="external-link" href="http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/">Centro Nacional de Conservação da Flora (CMCFlora)</a> e pelo <a href="http://www.rbma.org.br/rbma/rbma_2_organo_cons_nac.asp" target="_blank">Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (CNRBMA)</a>, o encontro mobilizou gestores, políticos, ativistas e ambientalistas.</p>
<p>“Estamos aqui para lançar a ideia de uma campanha nacional, visando a agrupar o maior número de parceiros possíveis e definir estratégias para preservar o jequitibá-rosa e seu <i>habitat</i>”, disse o pesquisador do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa">José Pedro de Oliveira Costa</a>, assessor e ex-secretário da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>Miguel Luiz Menezes Freitas, atual diretor do Instituto Florestal (IF), além dos ex-diretores do IF Luiz Alberto Bucci e Clayton Lino, opinaram sobre as formas de mapear a atual situação da espécie e as possíveis estratégias de parcerias e de ações para conservação do <i>habitat</i> do Jequitibá-rosa.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/gustavo-martinelli-jose-pedro-costa-e-warwick-manfrinato" alt="Gustavo Martinelli, José Pedro Costa e Warwick Manfrinato" class="image-inline" title="Gustavo Martinelli, José Pedro Costa e Warwick Manfrinato" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq.: Gustavo Martinelli, José Pedro Costa e Warwick Manfrinato</strong>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Também participaram o presidente da <a class="external-link" href="http://fflorestal.sp.gov.br/">Fundação Florestal </a>de São Paulo, <a class="external-link" href="http://fflorestal.sp.gov.br/institucional/dirigentes/">Ítalo Pompeo Sérgio Mazzarella</a>, e representantes do município de Cajuru, cidade do interior paulista que abriga uma das últimas populações de Jequitibá-rosa.</p>
<p>O ambientalista Paulo Nogueira Neto e o cineasta Fernando Meirelles foram alguns dos internautas que se disponibilizaram a atuar pela causa. Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de organizações não governamentais (ONGs), associações civis, redes de pesquisa e secretarias também enviaram mensagens de apoio durante o debate.</p>
<p>O intenso desmatamento que vem provocando crises hídricas em diversas regiões do país também extinguiu muitas espécies, colocando inúmeras em perigo, incluindo o ícone da campanha. A espécie consta desde dezembro de 2014 na <a class="external-link" href="http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Cariniana%20legalis">lista nacional de espécies ameaçadas de extinção</a>, na categoria <a class="external-link" href="http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/listavermelha">em perigo</a>. Está na categoria vulnerável da<a class="external-link" href="http://www.iucnredlist.org/details/34747/0"> Lista Vermelha </a>da <i>International Union for Conservation of Nature</i> (IUCN) desde 2011, segundo dados do CNCFlora.</p>
<p>“Precisamos entender a floresta como um elo ao mundo dos negócios. Falta entender a floresta em pé como um ativo econômico e o jequitibá pode simbolizar esse esforço de conservação associado ao valor. Precisamos criar mecanismos financeiros capazes de gerar valor a partir da floresta em pé”, disse o pesquisador do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/warwick-manfrinato">Warwick Manfrinato</a>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/clayton-lino-1" alt="Clayton Lino" class="image-inline" title="Clayton Lino" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Clayton Lino, do (CNRBMA), alerta para que exemplares conservados <i>ex-situ</i> não se transformem em "peças de museus".</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Clayton Lino, do CNRBMA, abriu sua exposição com um alerta. Para o arquiteto, é importante preservar <i>ex situ</i> as espécies ameaçadas e citou que os paulistanos ganharam um Jequitibá-rosa no parque do Ibirapuera e muitos exemplares de pau-brasil devido à ação de ONGs. Porém, alertou para o perigo desse tipo de ação não atacar diretamente o problema – que é, basicamente, a destruição dos biomas – e, desta forma, acabar transformando os exemplares vivos em “peças de museus”.</p>
<p><strong>Retirar das listas de extinção</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-martinelli">Gustavo Martinelli </a>, pesquisador titular do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro e coordenador do CNCFlora, abriu o debate apresentando a metodologia de compilação das listas das espécies nacionais ameaçadas. Enfatizou que “mais importante do que criar listas de espécies ameaçadas é conseguir retirar essas espécies dessas listas”.</p>
<p>Para que uma espécie saia das chamadas “listas vermelhas” são necessárias muitas oficinas de discussões, mapeamentos e estratégias detalhadas. Os planos de ação devem ser claros, focando determinada espécie, ou um grupo de espécies ou uma ação territorial, alertou Martinelli.</p>
<p>O biólogo <a class="external-link" href="http://www.ezcarbon.com.br/ezcarbon.php">Phillipe Lisbona</a>, da EzCarbon e pesquisador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostrou as principais pressões sofridas pelos jequitibás, como os tipos de ocupação e uso do solo, as fragmentações de biomas e outras situações que impulsionam a necessidade de um plano de ação de conservação.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/philippe-lisbonna-luiza-nagib-eluf-e-warwick-manfrinato" alt="Philippe Lisbonna, Luiza Nagib Eluf e Warwick Manfrinato" class="image-inline" title="Philippe Lisbonna, Luiza Nagib Eluf e Warwick Manfrinato" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq.: Philipe Lisbona, Luisa Eluf e Warwick Manfrinato. </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os participantes enfatizaram a urgência de tirar do papel o projeto de criação da estação ecológica de Cajuru. O município compõe a região do médio Pardo, noroeste paulista, onde possivelmente está o maior número de remanescentes do Jequitibá-rosa no estado. A criação do parque é crucial para preservar também outras espécies ameaçadas que usam os jequitibás como local de descanso, disse Lisbona.</p>
<p>Segundo o pesquisador, “a região já sofre com racionamento de água em sete municípios e não podemos nos esquecer do serviço ecossistêmico de provisão de água propiciado pelas florestas. As formas de pressão e a importância das florestas para a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos também devem ser considerados no plano de conservação do Jequitibá-rosa”.</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.facebook.com/luizaeluf/posts/937232319641740">Luiza Eluf</a>, presidente do Instituto de Águas do Brasil (Inaguas) e procuradora aposentada do Ministério Público de São Paulo, falou sobre os desafios políticos para conservar florestas e água. “Precisamos convencer o governador do Estado a assinar o projeto de criação da estação ecológica de Cajuru”, disse.</p>
<p>A Inaguas atua voluntariamente na observação de margens de rios, bacias hidrográficas e fragmentos de florestas nativas importantes para a produção de água, disse Eluf. Para a presidente da ONG, “infelizmente muitas coisas no Brasil não acontecem devido a uma combinação macabra de ignorância, má fé, bandidagem, corrupção, incompetência e deseducação”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p> </p>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao-30-de-novembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><span><i>Leia outras notícias</i><br /></span><i><span>sobre</span> <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-meio-ambiente" class="external-link">meio ambiente</a></i></p>
<p><i> </i></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O representante da CNRBMA, que fez sua exposição na segunda parte do encontro, apontou a abrangência e foco da tarefa a que o grupo está se propondo. “A campanha é muito oportuna não só pelas potencialidades de conservação das florestas, mas também por juntar pessoas em movimentos que cruzam múltiplos atores. Não é uma campanha só de ONGs, ou só de governos, ou só de iniciativa privada”, exemplificou.</p>
<p>“Precisamos estar atentos ao fato de estarmos falando de uma espécie e de remanescentes dentro de um quadro de um dos biomas mais ameaçados e fragmentados do planeta. Sem entrar em detalhes sobre a Mata Atlântica, alerto que há um conjunto de causas dessa destruição e teremos que interferir nelas se não quisermos criar peças de museus”, enfatizou Lino.</p>
<p>O arquiteto, que também foi diretor geral do Instituto Florestal de São Paulo, chamou de “desenvolvimento insustentável” os cinco séculos de história do Brasil, devido à extração predatória de muitas espécies e riquezas naturais, como o pau-brasil, a araucária, o palmito e os jequitis, exemplificou.</p>
<p>Especialista em Patrimônio Ambiental Urbano e Manejo de Áreas Naturais Protegidas, Lino falou ainda que é importante os organizadores da ação terem estratégia clara, mote e identidade da campanha, para que a mesma possa ter os efeitos esperados sobre a população e a opinião pública.</p>
<p><strong><a name="São Paulo e Espírito Santo"></a>Curiosidades sobre o Jequitibá-rosa</strong></p>
<p>Símbolo dos estados de São Paulo e Espírito Santo e também das cidades de São José dos Campos e Valinhos, no interior paulista, o Jequitibá-rosa faz parte da própria cultura brasileira, dando nome a ruas, cidades, parques e até a um samba de José Ramos, sambista da Mangueira falecido em 2001.</p>
<p>Num episódio famoso, ocorrido na cidade de Carangola (MG), um jequitibá ardeu em chamas por 11 dias após um incêndio criminoso, levando à morte um exemplar que possivelmente seria o mais antigo do Brasil. O evento do Jequitibá de Carangola insipirou o CD “O Gigante da floresta”, do músico e compositor Hélio Ziskind.</p>
<p>Descrita pela primeira vez em 1837 pelo botânico alemão Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), a espécie foi classificada também por outros especialistas e, afinal, a revisão de gêneros botânicos feita por  Carl Ernst Otto Kuntze (1843-1907) culminou por renomeá-la como <i>Cariniana legalis, </i>que permanece até hoje.</p>
<p>A maior reserva dos exemplares remanescentes está no <a class="external-link" href="http://www.ambiente.sp.gov.br/parque-vassununga/principais-atrativos/">Parque Estadual Vassununga</a>, em Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo. É lá onde se encontra o <a class="external-link" href="http://www.areasverdesdascidades.com.br/2003/11/o-patriarca-da-floresta-jequitiba-rosa.html">Patriarca da Floresta</a>, considerada a maior e mais antiga árvore brasileira, listada entre as 10 mais altas do mundo.</p>
<p>Em geral, os indivíduos da espécie atingem em torno de 30 metros de altura. Mas aquele antigo exemplar, de cerca de 3.000 anos de idade, possui 49 metros de altura. Sua circunferência na altura do peito chega a dezesseis metros e são necessárias cerca de 10 pessoas de mãos dadas para dar a volta em seu tronco.</p>
<p>É conhecida popularmente também com outros nomes: jequitibá-vermelho, jequitibá-cedro, jequitibá-de-agulheiro, estopa, jequitibá-grande, pau-caixão, pau-carga, jequitibá-branco, congolo-de-porco, sapucaia-de-apito.</p>
<p>Sua madeira é altamente utilizada na construção civil e fabricação de móveis e outros utensílios. Acredita-se que sua casca possui propriedades medicinais. A Mata Atlântica, seu principal bioma de ocorrência, vem sofrendo forte pressão devido à retirada de cobertura vegetal nativa, degradação do solo e introdução de espécies exóticas. Com isto, a espécie vem declinando continuamente. É possível que <i>C. legalis</i> tenha sofrido uma queda populacional de pelo menos 50% nos últimos 300 anos, segundo dados da CNCFlora.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poligono-jequitiba" alt="Polígono Jequitibá" class="image-inline" title="Polígono Jequitibá" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Regiões de ocorrência e número de exemplares catalogados até o momento.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A </span><i>C. legalis</i><span> é uma espécie extremamente longeva, com indivíduos que podem atingir mais de 500 anos. O tempo <span>de geração da </span><span>espécie é estimado em cerca de 100 anos.</span></span></p>
<p><span><span> Sua importância para a conservação da Mata Atlântica e também da lavoura de cacau levou a Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e o Instituto Cabruca para Conservação do Jequitibá a cadastrarem as árvores por georreferenciamento.</span></span></p>
<p><span>Sua população atual se distribui esparsamente pelos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grasso do Sul. Na Estação Ecológica de Ibicatu, Piracicaba, há também uma população com cerca de 50 indivíduos que vem sendo estudada. No município de Cachoeira do Macacu (RJ), no Parque Estadual Três Picos, encontra-se um exemplar com idade estimada em 1.000 anos. No Parque Florestal do Rio Doce (MG), há exemplares tão grandes quanto o de Santa Rita de Passa Quatro. No Espírito Santo também estão catalogados exemplares com idade estimada de 600 anos. </span></p>
<p style="text-align: right; "> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: No alto: mauroguanandi/ blog Cidades que respiram<br /> Na sequência: Maria Leonor de Calasans<br />imagem Google Maps: Gustavo Martinelli/ CNCFlora</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-10T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao-30-de-novembro-de-2015">
    <title>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção - 30 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao-30-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jequitiba-rosa">
    <title>Projeto tentará salvar o jequitibá-rosa da extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jequitiba-rosa</link>
    <description>Iniciativa será lançada no IEA no dia 30 de novembro, às 14h30. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h2 style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">AO VIVO</a></h2>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A árvore mais antiga do território brasileiro é um jequitibá-rosa com mais de 3 mil anos de idade, 42 metros de altura e 11 metros de circunferência. A importância de Patriarca, como é chamado, não está só em suas medidas e idade. Ele é o símbolo de uma espécie ameaçada de extinção no país.</p>
<p>Para tentar mudar este cenário, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA, o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCF) e o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica lançarão, no dia <strong>30 de novembro</strong>, o projeto <i>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção</i>, <strong>às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jequitiba-rosa" alt="Jequitibá-Rosa" class="image-inline" title="Jequitibá-Rosa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Patriarca, a árvore mais antiga do Brasil, com 3 mil anos de idade</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No encontro serão definidas ações para traçar um panorama sobre a situação atual da espécie e identificar a localização das árvores remanescentes. Com base nos dados obtidos, o grupo que integrará a campanha definirá estratégias e possíveis parcerias que possam garantir a recuperação da espécie. O lançamento da iniciativa poderá ser acompanhado ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>Hoje na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, o jequitibá-rosa (<i>Cariniana legalis) </i>era<i> </i>abundante na Mata Atlântica quando aqui chegaram os portugueses. Ao longo dos anos, sua madeira foi usada em larga escala pela indústria brasileira. A árvore é símbolo dos estados de São Paulo e do Espírito Santo. Sua maior reserva está no Parque Estadual Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro. É lá que está Patriarca.</p>
<p><strong><span>PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR</span></strong></p>
<p>14h - <strong>Abertura e apresentação da campanha<br /></strong><span>José Pedro Costa (IEA/USP)</span></p>
<p>14h30 - <strong>Plano de Ação e Estratégia para Salvar o Jequitibá-rosa da Extinção</strong><br />Gustavo Martinelli (Centro Nacional de Conservação da Flora – CNCFlora-RJ)</p>
<p>15h15 – <strong>Painel</strong> <br />- <strong>Áreas de Remanescentes de Jequitibás</strong><br />Philippe Lisbonna  (FGV)</p>
<p>- <strong>Jequitibás e Negócios</strong><br />Warwick Manfrinato (IEA/USP)</p>
<p>- <strong>Manejo e Proteção dos Jequitibás<br /></strong><span>Expositor a confirmar</span></p>
<p><span>- </span><strong>Jequitibás e Mananciais<br /></strong><span>Luiza Eluf (<span>advogada, procuradora de Justiça de São Paulo aposentada)</span></span></p>
<p>16h – <strong>Discussão</strong></p>
<p>16h30 – <strong>A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e os Jequitibás-rosa</strong><br />Clayton Lino (CNRBMA)</p>
<p>17h – <strong>Manifestação dos Presentes/ADESÃO</strong></p>
<p>17h30 – <strong>Encerramento</strong></p>
<hr />
<p><strong><i><i>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção<br /></i></i></strong><i>Dia 30 de novembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo.<br /></i><i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">internet</a>.<br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-19T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jequitibas">
    <title>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jequitibas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O gigante da mata atlântica está ameaçado de extinção. A ameaça ao jequitibá-rosa, <i>Cariniana legalis</i> - deriva exatamente das suas qualidades. Boa madeira para interiores de construção, móveis, brinquedos, salto de sapato, até lápis. Sua diversidade de uso a extinguiu em estados onde era abundante como Pernambuco, onde há registro de que o último exemplar foi avistado em 1952(¹). No estado de São Paulo há ainda sítios com vários indivíduos, estando o maior deles protegido desde 1970, quando foi criado o Parque Estadual de Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro. Lá temos o mais velho exemplar de jequitibá-rosa do Brasil, com cerca de 3.000 anos de idade. Na Estação Ecológica de Ibicatu, Piracicaba, há também uma população com cerca de 50 indivíduos que vem sendo estudada.</p>
<p>Para mudar este quadro de extinção, o Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação  em parceria com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro – por meio do CNCF – <i>Centro Nacional de Conservação da Flora -, </i>e o <i>Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica</i>, lança a campanha  <strong>“Vamos salvar os jequitibás-rosa da extinção”</strong> . O encontro inicia a tomada de ações para identificação da situação atual da espécie, caracterização, aonde estão localizadas, quais estratégias possíveis de parcerias para garantir a sua recuperação, com a consequente retirada da lista da flora ameaçada de extinção.</p>
<p>Sua população atual se distribui esparsamente pelos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grasso do Sul. Além de ser a árvore símbolo dos estados de São Paulo e Espírito Santo, também representa os municípios de São José dos Campos(²) e Valinhos(³). Campinas também tem o seu jequitibá plantado em frente ao paço municipal. Em São José dos Campos a árvore com idade entre 500 a 700 anos é tombada e fica no distrito de Eugênio de Melo, ao lado da antiga rodovia São Paulo-Rio de Janeiro. É também a árvore símbolo da região cacaueira do Sul da Bahia.</p>
<p>No município de Cachoeira do Macacu, RJ, no Parque Estadual Três Picos(<sup>4</sup>), encontra-se um exemplar com idade estimada em 1.000 anos. No Parque Florestal do Rio Doce, em Minas Gerais, há exemplares tão grandes quanto o de Santa Rita de Passa Quatro. No Espírito Santo também estão catalogados exemplares com idade estimada de 600 anos.</p>
<p>A sua importância para a conservação da Mata Atlântica levou a Ceplac - Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira - e o Instituto Cabruca para conservação do jequitibá, a fazer um trabalho de cadastramento georeferenciado das árvores, visando a conservação da espécie, diante da sua importância para a lavoura do cacau. Além de contribuir com matéria orgânica, segundo pesquisadores, agrega valor à produção(<sup>5</sup>)</p>
<p>Registros dão conta de que o pai da Teoria da Relatividade, Albert Einstein, quando esteve no Rio de Janeiro em 1925, foi levado ao Jardim Botânico, onde foi apresentado ao jequitibá-rosa que o deixou deslumbrado, levando-o a abraçar e beijar a frondosa árvore(<sup>6</sup>).</p>
<p align="center"><span style="text-decoration: underline;">Algumas unidades de conservação (UCs) com jequitibá-rosa:</span></p>
<ul>
<li>APA Cabreúva-SP (Estrada Parque de Itu a Cabreúva);</li>
<li>Parque Estadual Vassununga-SP, possui o maior jequitibá-rosa do Brasil com mais 3.000 anos medindo 40 (quarenta) metros de altura e 3 (três) metros de diâmetro;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Parque Estadual Porto Ferreira-SP;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Fazenda Santa Cartola, Cajuru-SP;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Estação Ecológica de Ibicatu-SP;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>RPPN Mata do Sossego-MG;</li>
<li>Parque Estadual dos Três Picos-RJ;<span style="text-decoration: underline;"></span></li>
<li>Parque Estadual da Pedra Branca-RJ;</li>
<li>Parque Nacional da Serra dos Órgãos-RJ;</li>
<li>Parque Estadual do Mendanha-RJ;</li>
<li>Parque Nacional da Tijuca-RJ</li>
<li>Município de João Neiva-ES</li>
</ul>
<p align="center">Fontes de pesquisa</p>
<ul>
<li>1 - Semira Adler Vainsencher<strong> - </strong>Pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco <a href="mailto:pesquisaescolar@fundaj.gov.br">pesquisaescolar@fundaj.gov.br</a> </li>
<li>2 – Prefeitura de São José dos Campos - <a href="http://www.sjc.sp.gov.br/noticias/noticia.aspx?noticia_id=14542">http://www.sjc.sp.gov.br/noticias/noticia.aspx?noticia_id=14542</a></li>
<li>3 – PMV – DO – Ed. 1.469 pág. 7 04/09/2015 - http://www.valinhos.sp.gov.br/portal/images/gsmidia/2015/imprensa/boletim/1469.pdf</li>
<li>4 - <a href="http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g954096-d4476147-Reviews-Three_Peaks_State_Park-Cachoeiras_de_Macacu_State_of_Rio_de_Janeiro.html">http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g954096-d4476147-Reviews-Three_Peaks_State_Park-Cachoeiras_de_Macacu_State_of_Rio_de_Janeiro.html</a> </li>
<li>5 - Link Globo Rural: <a href="http://g1.globo.com/economia/globo-rural/videos/t/edicoes/v/conheca-o-trabalho-de-preservacao-dos-jequitibas-na-zona-cacaueira-da-bahia/2091880/">http://g1.globo.com/economia/globo-rural/videos/t/edicoes/v/conheca-o-trabalho-de-preservacao-dos-jequitibas-na-zona-cacaueira-da-bahia/2091880/</a> </li>
<li>6 - http://blog.institutobrookfield.org.br/index.php/2011/01/conheca-a-reserva-jequitiba-rosa/</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-18T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reuniao-grupo-de-pesquisa-amazonia">
    <title>Reunião Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reuniao-grupo-de-pesquisa-amazonia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Reunião de preparação do evento "Vamos Preservar os Jequitibás" -</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-10T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil">
    <title>Milton Thiago de Mello e a organização da primatologia no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-inicio-da-primatologia-no-brasil</link>
    <description>O primatologista Milton Thiago de Mello participou como convidado especial do seminário "Pró-Primatas Paulistas", no dia 12 de maio. Na ocasião, Mello historiou o processo de organização da primatologia no Brasil e seu próprio envolvimento com a área.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/milton-thiago-de-mello" alt="Milton Thiago de Mello" class="image-inline" title="Milton Thiago de Mello" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O primatologista Milton Thiago de Mello</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A primatologia brasileira teve início apenas nos anos 70, e com o estudo de uma espécie exótica, o macaco rhesus (</span><i>Macaca mulatta</i><span>), mesmo com o país contando com </span>123 espécies e subespécies de primatas, ¼ de todas as existentes no mundo.</p>
<p>Em 1932, 100 macacos rhesus importados da Índia para pesquisas da vacina da febre amarela foram alojados na Ilha do Pinheiro, na Baia da Guanabara, próxima da sede do Instituto Oswaldo Cruz. Ainda nos anos 30, o instituto recebeu duas doações de rhesus patrocinadas pela Fundação Rockfeller, 13 animais em 1937 e 20 em 1939.</p>
<p>Alguns primatologistas começaram a estudar esses animais. "O primeiro foi Adelmar Faria Coimbra-Filho, depois foi a vez de Dóris Santos Faria, que fez uma pesquisa fundamental sobre a inversão reprodutiva dos rhesus", comentou o primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, na aula que proferiu na abertura do seminário <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" class="external-link">Pró-Primatas Paulistas</a></i>, no dia 12 de maio, na qualidade de convidado especial do encontro.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>Em plena atividade aos 93 anos, Mello <span>tratou em sua aula da organização da primatologia no Brasil e de como ele próprio se tornou primatologista. </span></p>
<p><span>Ele disse que o interesse pelos primatas brasileiros já era comum antes mesmo da chegada dos portugueses, quando as crianças índias os mantinham como mascotes (chirimbabos), principalmente os barrigudos, macacos-prego,macacos-aranha e micos, que eram apreciados pelas jovens índias.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Aula de Milton Thiago de Mello no seminário "Pró-Primatas Paulistas"</strong></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Vídeo</a> (a partir do minuto 21)</span></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Seminário Pró-Primatas Paulistas</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Parte 1</a> – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-2" class="external-link">Parte 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas" class="external-link">Notícia</a><br /></span><span>"Comissão estadual de proteção aos primatas paulistas lança plano de ação"</span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Depois, as jovens europeias também adotaram os micos como bichos de estimação. A respeito disso, Mello citou frase escrita por um naturalista alemão: "Saguis são pequenos animais verdadeiramente mimosos e bonitos, mas de natureza muito delicada e franzina. Muitos são enviados anualmente do Brasil para a Holanda, a fim de com eles se distraírem as moças desocupadas”.</p>
<p>No entanto, segundo Mello, só no início do século 20 começou a fase científica do trato com primatas, "com os trabalhos de uns poucos pesquisadores no Rio de Janeiro e em São Paulo descrevendo doenças causadas por ecto e endoparasitos e utilizando primatas em pesquisas médicas".</p>
<p><strong>Impulso</strong></p>
<p><span>Dois fatos ocorridos na década de 70 deram grande impulso à organização da primatologia brasileira, segundo Mello: a criação de centros de primatologia para três biomas brasileiros (o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, para a Mata Atlântica; o Centro Nacional de Primatas de Belém, para a Amazônia; e o Centro de Primatologia da Universidade de Brasília, para o Cerrado) e a fundação da Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr).</span></p>
<p><span>Mello disse que não é verdade, como alguns dizem, que a primatologia brasileira só passou a existir depois da criação da SBPr, em 1979. "Havia gente interessa em primatas, mas não havia nada organizado; as pessoas estavam dispersas, isoladas ou em pequenos grupos em universidades e instituições de pesquisa". </span></p>
<p>Em 1983, outros dois fatos contribuíram para o fortalecimento da primatologia no Brasil: o início dos congressos brasileiros da disciplina, organizados pela SBPr, e o <span>início da série de cursos de especialização latu sensu em primatologia, organizados pela UnB e com Mello como responsável por 25 anos.</span></p>
<p>De acordo com ele, "os congressos e os cursos fizeram com que a primatologia brasileira se organizasse e hoje seja considerada a mais importante do mundo em países habitat de primatas, estando prestes a se tornar a mais importante do mundo em países habitat ou não habitat".</p>
<p><span><strong>Trajetória</strong></span></p>
<p>Mello disse que foi para o Instituto Oswaldo Cruz nos anos 40 para fazer pesquisa em microbiologia: "Havia uma doença em que ninguém dava jeito (e até hoje não se deu), a brucelose, e eu cismei em utilizar os macacos rhesus da Ilha Pinheiro para as minhas pesquisas". Tempos depois, foi convidado a <span>fazer pesquisas sobre a doença nos Estados Unidos, com a utilização de macacos de uma colônia em São Francisco sob a responsabilidade</span><span> do microbiologista Carl Meyer, que "fez de tudo na área, tendo sido inclusive o definidor do gênero <i>Brucella".</i></span></p>
<p>Quando Mello voltou ao Brasil, foi para a Universidade de Brasília (UnB) e perguntou ao então reitor quem se interessava por macacos na universidade. A resposta foi de que não havia ninguém na UnB que pesquisasse primatas, "apenas um pesquisador que tinha três micos numa gaiola e se dizia primatologista". O reitor citou também o trabalho de <span>Adelmar Faria Coimbra-Filho no Rio de Janeiro.</span></p>
<p><span>Mello disse que ficou irritado por não haver gente em número suficiente no Brasil que trabalhasse com macacos. Foi então que decidiu que era preciso formar primatologistas, apesar de ser advertido pelo reitor da UnB de que não havia mercado no país para esses especialistas. </span><span>"Respondi a ele que começaria justamente com um congresso de primatologia, e ele entrou em crise", comentou. </span></p>
<p><strong>Congresso</strong></p>
<p><span>Para produzir o 1º Congresso Brasileiro de Primatologia em 1983, em Belo Horizonte, realizado em paralelo ao Congresso Brasileiro de Zoologia, Mello convidou seus amigos no exterior, pesquisadores que haviam trabalhado com a inoculação de rhesus para a produção de vacinas e outros pesquisadores. "Dessa gente surgiu o congresso e os trabalhos apresentados resultaram num volume com mais de 400 páginas", afirmou. </span></p>
<p><span></span>Mello concluiu dizendo que "n<span>ada vai para a frente sem a formação de recursos humanos: na época do 1º congresso, se apertássemos, sobrariam umas 20 pessoas; atualmente, cada congresso tem pelo menos 300 participantes, além dos jovens estudantes".</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Zoologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rainforest Business School</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Etnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-08T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas">
    <title>Comissão estadual de proteção aos primatas paulistas apresenta plano de ação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-do-programa-pro-primatas</link>
    <description>Pró-Primatas Paulistas apresentou plano de ação para a proteção dos primatas em seminário no IEA no dia 12 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mico-leao-preto" alt="Mico Leão Preto" class="image-inline" title="Mico Leão Preto" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Mico-leão-preto, exclusivo do Estado de São Paulo e em<br style="text-align: right; " />risco de extinção, mesmo caso de outras cinco espécies</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Brasil conta com 123 espécies e subespécies de primatas. Isso corresponde a 1/4 de todas as espécies presentes no mundo. Dez das espécies presentes no país habitam o Estado de São Paulo, sendo que uma delas, o mico-leão-preto, é exclusiva do território paulista. O mico-leão-preto e outras cinco espécies (mico-leão-de-cara-preta, bugio-preto, bugio-ruivo, sagui-da-serra-escuro e muriqui-do-sul) estão ameaçadas de extinção.</p>
<p>Para fazer frente à essa situação, o governo paulista já conta com um plano de ação composto por projetos e iniciativas prioritários em fase de detalhamento e articulação de parcerias para execução. Os principais componentes do plano são:</p>
<ul>
<li>cuidar da conservação do mico-leão-preto em paisagens fragmentadas;</li>
<li>estabelecer parâmetros demográficos e distribuição geográfica e zelar pela conservação do muriqui-do-sul no estado de São Paulo;</li>
<li>formular estratégia para a conservação dos primatas do extremo oeste paulista;</li>
<li>garantir a conservação do sagui-da-serra-escuro em território paulista;</li>
<li>ampliar a estação ecológica de Caetetus;</li>
<li>implantar programas de conservação das Serras de Paranapiacaba e da Mantiqueira;</li>
<li>criar banco de dados de áreas de ocorrência das populações selvagens de primatas;</li>
<li>promover ações integradas de fiscalização;</li>
<li>incentivar a educação ambiental e envolvimento social.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
</ul>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-pro-primatas-paulisas" style="float: left; " title="Logo Pró-Primatas Paulistas" class="image-inline" alt="Logo Pró-Primatas Paulistas" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Comissão</strong></p>
<p>Esse plano de ação foi elaborado pela Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Nativos do Estado de São Paulo (Pró-Primatas Paulistas), criada no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) por meio de decreto de junho de 2014.</p>
<p>De acordo com o ato legal, a comissão destina-se a "promover o respeito, o conhecimento científico, a conservação e a recuperação dessas espécies em seu estado e habitat natural e a educação ambiental". O mesmo decreto declarou o mico-leão-preto Patrimônio Ambiental do Estado, determinando a todos os órgãos da administração pública, em especial à SMA, a adoção de medidas para a proteção e recuperação da espécie em natureza.</p>
<p>Formalizada por meio de resolução da SMA de setembro de 2014, na qual foram indicados seus membros, a Pró-Primatas Paulistas realizou sua primeira atividade pública no dia 12 de maio, no IEA.</p>
<p>A iniciativa foi uma parceria da SMA e do projeto Rainforest Business School do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas do IEA. Participaram integrantes da comissão, representantes de organizações governamentais e não governamentais envolvidas com políticas de preservação dos primatas e também o primatologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária e um dos pioneiros da primatologia no Brasil.</p>
<p>A abertura do encontro teve a presença da secretária de Meio Ambiente, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/patricia-iglecias" class="external-link">Patrícia Iglecias</a>, do diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, e da diretora executiva da Fundação Florestal da SMA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/lidia-helena-ferreira-da-costa-passos" class="external-link">Lídia Passos</a>. A coordenação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, coordenador da Pró-Primatas Paulistas, vice-coordenador do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas e integrante do projeto Rainforest Business School. <span>A aula de abertura foi ministrada por Milton Thiago de Mello.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Seminário<br />Pró-Primatas Paulistas</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos<br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-1" class="external-link">Parte 1</a> – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-parte-2" class="external-link">Parte 2</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao" class="external-link">Notícia</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estágio atual de encaminhamento dos projetos e medidas previstos no plano de ação da Pró-Primatas Paulista foi apresentado pelo coordenador da comissão. Durante o seminário, que transcorreu durante toda a manhã e toda a tarde do dia 8 de abril, aconteceram as seguintes exposições:</p>
<ul>
<li>José Pedro de Oliveira Costa (IEA e Pró-Primatas Paulistas) – <i>A Comissão Permanente de Proteção dos Primatas Paulista</i>s;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/leandro-jerusalinsky" class="external-link">Leandro Jerusalinsky</a> (coordenador do CPB/ICMBio do Ministério do Meio Ambiente) - <i>O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação dos Primatas Brasileiros</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> (coordenador do Grupo de Pesquisas Serviços de Ecossistemas do IE) - <i>Restauração de Florestas e Conectividade</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/claudio-valladares-padua" class="external-link">Cláudio Pádua</a> (Instituto de Pesquisas Ecológicas) – <i>O Projeto Mico-Leão-Preto</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/mauricio-talebi-gomes/view" class="external-link">Mauricio Talebi</a> (Unifesp) - <i>O Projeto Muriqui</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/warwick-manfrinato" class="external-link">Warwick Manfrinato</a> (Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação do IEA) - <i>O</i> <i>Projeto Rainforest Business School </i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/marcio-port-de-carvalho" class="external-link">Marcio Port de Carvalho</a> (Instituto Florestal) - <i>Ocorrência do Sagui-da-Serra-Escuro (</i>Callithrix aurita<i>) em São Paulo: Prioridades de Pesquisa e Açõe</i>s;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/edson-montilha" class="external-link">Edson Montilha</a> (Fundação Florestal) - <i>Ocorrência de Primatas nas Unidades de Conservação do Estado de São Paulo</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/dilmar-alberto-goncalves-de-oliveira" class="external-link">Dilmar de Oliveira</a> (Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais) - <i>O</i><i>s Bugios no Estado de São Paulo</i>;</li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/caue-monticelli" class="external-link">Cauê Monticelli</a> (Fundação Parque Zoológico de São Paulo) - <i>Programa de Conservação Integrada do Mico-Leão-Preto</i>;</li>
<li>José Pedro de Oliveira Costa (IEA e Pró-Primatas Paulistas) - <i>Plano de Ação para Conservação dos Primatas Paulistas</i>.</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/seminario-pro-primatas-paulistas" alt="Seminário Pró-Primatas Paulistas" class="image-inline" title="Seminário Pró-Primatas Paulistas" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>A secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patrícia Iglecias, fala na abertura do seminário, ao lado do diretor do IEA, Martin Grossmann (à esq.), da diretora executiva da Fundação Florestal, Lídia Passos, e do coordenador da Pró-Primatas Paulistas, Jose Pedro de Oliveira Costa</strong></td>
</tr>
<tr>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Parceria governo-universidade</h3>
<p>Na abertura do seminário, a secretária de Meio Ambiente, Patrícia Iglecias, especialista em direito ambiental e docente da Faculdade de Direito da USP, destacou a importância da parceria entre a SMA e os grupos de pesquisa de USP para que todos se beneficiem das pesquisas acadêmicas feitas por alunos e professores.</p>
<p>Ela disse que a parceria deveria ser estendida a outros temas. Como exemplo, citou a necessidade de a SMA contar com uma escola de gestores, "para que tenhamos pessoal mais bem preparado nas unidades de conservação e parques".</p>
<p>De acordo com Patrícia Iglecias, entre as linhas de ação prioritárias da SMA está a proteção da fauna. No entanto, ela considera que ainda falta uma política clara sobre isso. No caso da Pró-Primatas Paulistas, "houve uma união de esforços do estado com a comunidade científica e a sociedade civil para coibir as ameaças aos primatas, cuja preservação possui relevância ambiental, científica e cultural".</p>
<p>Também na abertura do encontro, o diretor do IEA, Martin Grossmann, destacou a atuação do Instituto ao longo de sua história no que se refere a políticas públicas, "sempre abordadas em chave transdisciplinar". Citou como exemplo os trabalhos realizados desde os primeiros anos do Instituto em relação à preservação das florestas e ao reflorestamento para o atendimento de necessidades ambientais, sociais e econômicas, como no caso do Projeto Floram, de 1990, que teve entre seus formuladores o geógrafo Aziz Ab'Sáber (1924-2012) (professor honorário do IEA), o físico José Goldemberg (ex-reitor da USP) e Jacques Marcovitch (ex-reitor da USP e ex-diretor do IEA).</p>
<p>Grossmann ressaltou o fato de a preocupação com os primatas ser abraçada pelo projeto Rainforest Business School do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas, iniciativa destinada à formação de mão de obra especializada para o manejo sustentável de florestas tropicais. Para ele, "a questão das florestas tropicais é central na reflexão sobre novas geopolíticas, que devem ser pensadas de forma inventiva e inovadora".</p>
<p><strong>Presenças</strong></p>
<p>O seminário foi prestigiado por vários dirigentes de organismos de pesquisa e responsáveis pela implantação de políticas públicas ambientas. Pela</p>
<p>Além da secretária do Meio Ambiente, do diretor do IEA, do coordenador da Pró-Primatas Paulista, da diretora executiva da Fundação Florestal e do presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, participaram:  pela SMA – Fernanda Bandeira de Melo, coordenadora de Fiscalização Ambiental, e Gilson Ferreira, coordenador  de Educação Ambiental; pela Pró-Primatas Paulistas –Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB), organismo do Ministério do Meio Ambiente; Paulo Bressan, diretor presidente da Fundação Zoológico do Estado de São Paulo; e Ítalo Mazarella, presidente interino da Fundação Florestal do Estado de São Paulo; outras presenças de destaque – Cleiton Ferreira Lima, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, e Jean Paul Metzer, coordenador do Grupo de Pesquisa Serviços dos Ecossistemas do IEA.</p>
<p>Enviaram mensagens de congratulações pela iniciativa o novo presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Cláudio Maretti, e Fábio Feldmann, atualmente consultor na área ambiental e de sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Pró-Primatas Paulistas; Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015">
    <title>Seminário Pró-Primatas Paulistas - 12 de maio de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/seminario-pro-primatas-paulistas-12-de-maio-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-25T18:31:58Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao">
    <title>Seminário discutirá situação dos primatas paulistas sob risco de extinção </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discutira-situacao-dos-primatas-paulistas-sob-risco-de-extincao</link>
    <description>Ao reunir especialistas no tema, o encontro buscará soluções para acabar com as ameças aos macacos no estado de São Paulo. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Seis espécies de primatas correm risco de extinção no estado de São Paulo: Muriqui-do-Sul, Mico-Leão-Preto, Mico-Leão-de-Cara-Preta, Sagui-da-Serra-Escuro, Bugio-Preto e Bugio Ruivo. </span></p>
<p>Para propor soluções que mitiguem as ameaças a esses animais e discutir a situação de todos os macacos nativos do estado (ameaçados ou não), o IEA e a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo (SMA-SP) promoverão o seminário <i>Pró-Primatas Paulistas</i>, que acontecerá no <strong>dia 12 de maio, das 9h às 16h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA. O evento é fechado para convidados, mas haverá transmissão ao vivo pela internet pelo site do IEA: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a>.</p>
<p>Este será o primeiro encontro público da comissão “Pró-Primatas Paulistas”, da SMA-SP, criada pelo decreto 60.519, de 5 de junho de 2014, e acontece no âmbito da Escola de Negócios das Florestas Tropicais do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA. O objetivo do seminário é lançar luz ao trabalho que vem sendo feito pelos pesquisadores envolvidos no tema e levantar subsídios para a formulação das estratégias e ações que comporão o “Plano de Ação para a Conservação dos Primatas Paulistas”.</p>
<p>A programação do seminário inclui uma aula magna com o prof. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/milton-thiago-de-mello" class="external-link">Milton Thiago de Mello</a>, presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária, além de apresentações sobre projetos de conservação de primatas e de florestas tropicais.</p>
<p>A programação completa está disponível na <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas" class="external-link">página do evento</a>.</p>
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>Seminário Pró-Primatas Paulistas</strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>12 de maio, das 9h às 16h30</i></div>
<div><i>Evento para convidados</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Informações: Fernanda Rezende, telefone (11) 3091-1681 ou e-mail <a class="mail-link" href="mailto:ferezende@usp.br">ferezende@usp.br</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-29T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas">
    <title>Seminário Pró-Primatas Paulistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-primatas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O seminário discutirá a situação de todos os macacos nativos do estado de São Paulo, buscando ampliar o interesse da sociedade na proteção desses animais. O evento contará com a presença de renomados especialistas para avançar na discussão e na proposição de soluções para as principais questões que ameaçam os primatas.</p>
<p>Este primeiro evento promovido pela Comissão Pró-Primatas Paulistas, da Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o IEA, tem o objetivo de dar visibilidade ao trabalho que vem sendo feito pelos pesquisadores envolvidos no tema.  Além disso, irá levantar subsídios para a formulação de estratégias e ações, que comporão o Plano de Ação para a Conservação dos Primatas Paulistas, a ser lançado no dia Mundial do Meio Ambiente, em junho de 2015.</p>
<p>A importância ambiental, científica, conservacionista e cultural dos primatas paulistas, juntamente com a ameaça que pesa sobre eles em razão do desmatamento de áreas florestais, foram os motivos que levaram à criação da Pró-Primatas. A comissão visa promover o respeito, o conhecimento, a conservação, a recuperação dessas espécies em seu estado e habitat natural através de ações diretas e de educação ambiental.</p>
<p>Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização do IEA dentro da USP</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Animais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-12T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/reuniao-interna-grupo-amazonia-em-transformacao-e-usaid">
    <title>Reunião Interna - Grupo Amazônia em Transformação e Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/reuniao-interna-grupo-amazonia-em-transformacao-e-usaid</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas/USAIDBrazilBiodiversityProgram.pdf" class="internal-link"><span class="internal-link"><span style="text-align: left; ">USAID</span><span style="text-align: left; float: none; ">/Brasil - Programa de Parceria em Meio Ambiente na Biodiversidade Amazônica</span></span></a></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><i>As reuniões internas dos grupos de pesquisa não são abertas ao público.</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leila Costa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-29T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/reuniao-de-trabalho-do-grupo-de-pesquisa-amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectiva-20-de-marco-de-2014">
    <title>Reunião de Trabalho do Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectiva - 20 de março de 2014</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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