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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 51 to 65.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/lancamento-da-terceira-edicao-do-relatorio-engenhariadata-e-do-site-do-observatorio-da-inovacao-e-competitividade-14-de-marco-de-2014">
    <title>Lançamento da Terceira Edição do Relatório EngenhariaData e do Site do Observatório da Inovação e Competitividade - 14 de março de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/lancamento-da-terceira-edicao-do-relatorio-engenhariadata-e-do-site-do-observatorio-da-inovacao-e-competitividade-14-de-marco-de-2014</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-14T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nanoparticulas-altamente-sensiveis-a-radiacao">
    <title>Nanopartículas altamente sensíveis à radiação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nanoparticulas-altamente-sensiveis-a-radiacao</link>
    <description>Estrutura criada em laboratório da USP de Ribeirão Preto em parceria com a Harvard University é descrita em artigo da Scientific Reports.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Estrelas minúsculas, medindo apenas alguns micrômetros (milionésimos de metro), podem se tornar a base para a criação de detectores mais sensíveis de radiação. As estruturas em formato estelar, produzidas por <a class="external-link" href="http://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/78108/eder-jose-guidelli/">Eder Guidelli</a>, sob a orientação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/oswaldo-baffa-filho" class="external-link">Oswaldo Baffa Filho</a>, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto (FFCLRP-USP) e ex-coordenador do Polo Ribeirão Preto do IEA, em parceria com <a class="external-link" href="http://www.seas.harvard.edu/directory/clarke">David R. Clarke</a>, da Harvard University, possuem núcleos de partículas de ouro e prata, cercados por uma espécie de crosta de óxido de zinco (ZnO). Sua principal propriedade é melhorar a eficiência de detecção de luz ou radiação com alto grau de sensibilidade.</p>
<p>As imagens feitas com microscópio eletrônico estão em artigo publicado na revista <i><a class="external-link" href="http://www.nature.com/srep/">Scientific Reports</a></i>, do grupo <i>Nature,</i> em que os autores descrevem detalhes do processo de fabricação dessas microestruturas. O artigo é resultado do doutorado de Guidelli, orientado por Baffa no Brasil e por Clarke em Harvard, com bolsa da Fapesp.</p>
<p>A junção desses metais resulta em propriedades ópticas incomuns, revelam no artigo. Os metais preciosos, unidos ao óxido de zinco, são capazes de emitir diversas formas de radiação eletromagnética (tanto a luz visível quanto os raios X, por exemplo). Desta forma, traduzem características comuns e atuam em harmonia, tornando-se altamente sensíveis.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><strong>Leia o artigo completo:</strong></p>
<p><a class="external-link" href="http://www.nature.com/articles/srep14004">Enhanced UV Emission From Silver/ZnO And Gold/ZnO Core-Shell Nanoparticles: Photoluminescence, Radioluminescence, And Optically Stimulated Luminescence</a> (doi:10.1038/srep14004), de Guidelli, Baffa e Clarke</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As propriedades da estrutura produzida em laboratório fazem com que tenham potencial para medir com precisão pequenos níveis de radiação no ambiente, o que reduz riscos nos diagnósticos médicos nesse tipo de situação. <span>Ainda, a alta sensibilidade das nanopartículas permite a datação de amostras muito pequenas de materiais de escavações arqueológicas, por exemplo.</span></p>
<p>A estrutura já possui uma patente depositada no Brasil, do tipo guarda-chuva, ou seja, um tipo de registro abrangente que protege diversas aplicações tecnológicas possíveis associadas ao trabalho. Porém, ainda há uma distância grande entre um pedido de patente e alguma futura aplicação a partir desse produto, lembra Baffa.</p>
<p>O orientador do trabalho é especialista em Biofísica Molecular. Trabalha em projetos interdisciplinares na interface das áreas de biofísica e física médica. Dosimetria e datação por Ressonância de Spin Eletrônico (ESR), Biomagnetismo e Imagens por Ressonância Magnética (MRI) têm sido áreas de seu interesse ao longo da carreira.</p>
<p>Guidelli, que é doutor em Física Aplicada à Medicina e Biologia, realizou entre 2013 e 2014 o estágio de doutorado sanduíche na Universidade de Harvard, onde trabalhou na produção de materiais nanoestruturados e nanopartículas core-shell. Atualmente realiza pós-doutorado financiado pela FAPESP no Departamento de Física da USP de Ribeirão Preto, desenvolvendo nanopartículas híbridas para aplicações teranósticas.</p>
<p>Clarke, coautor do artigo, é da School of Engineering and Applied Sciences, da Harvard University, dos Estados Unidos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nanotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-07T18:37:14Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-do-conhecimento-organizacional-e-tema-de-simposio">
    <title>Gestão do Conhecimento Organizacional é tema de simpósio</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-do-conhecimento-organizacional-e-tema-de-simposio</link>
    <description>Sistema Especialista de Apoio à Tomada de Decisão, software que simula decisões do mundo real, ganha lançamento de novas versões durante encontro no dia 7 de novembro no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <i>I Simpósio Empresarial de Tomada de Decisão - ParaDecision 2015</i> reunirá no <strong>dia 7 de novembro </strong>na Sala de Eventos do IEA profissionais de Sistemas Especialistas de Apoio à Tomada de Decisão para falar sobre o tema Gestão do Conhecimento Organizacional, organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/logica-e-teoria-da-ciencia" class="external-link">Grupo de Lógica e Teoria da Ciência</a> do IEA e <span style="text-align: -webkit-center; ">Grupo de Lógica Paraconsistente e Inteligência Artificial da UNIP</span>. <span>Gratuito e aberto ao público, o simpósio a</span><span>contece das <strong>9h à 16h. </strong></span><span>As inscrições podem ser feitas pelo </span><strong><a class="external-link" href="http://paradecision.com/">site</a></strong><span> do evento.</span></p>
<p>O Sistema Especialista de Apoio à Tomada de Decisão é uma subárea da Engenharia de Produção que utiliza recursos computacionais para simular decisões do mundo real. O método utilizado por esses sistemas é a Lógica Paraconsistente Anotada Evidencial Et. A Lógica Paraconsistente é utilizada em países como o Japão para controlar o metrô, o trafego aéreo e processos na indústria.</p>
<p>A partir de modelos matemáticos, o método cruza as certezas e incertezas de um conjunto reduzido de especialistas para produzir decisões a partir da eliminação das contradições dos personagens envolvidos. Assim, simula o comportamento do cérebro humano.</p>
<p>Em dada circunstância, o tomador de decisão analisa o mundo real e lida com indefinições e inconsistências. Muitas vezes tem apenas um reconhecimento parcial dos fatos. Precisa dar tratamento a situações contraditórias e nem sempre triviais. Esse esquema levou ao desenvolvimento de soluções esquemáticas em que o computador busca imitar o ser humano durante o processo de tomada de decisão.</p>
<p>Ao extrair contradições de processos, o modelo chega a soluções mais confiáveis e eficazes, propiciando um melhor aproveitamento do conhecimento da equipe como um todo e o aumento na confiança das decisões tomadas.</p>
<p><span>Durante o encontro, serão lançadas novas versões do software de tomada de decisão: o </span><i>ParaDecision-making Standard; ParaDecision-making Conference; ParaDecision-making Web; </i><span>e </span><i>ParaDecision-making Mobile</i><span>.</span></p>
<p>A programação do encontro inclui nove oficinas sobre laboratórios de informática e uma competição em que os participantes aplicarão a análise de SWOT a um estudo de caso escolhido. Os três melhores estudos de caso serão transformados em produto pela ParaDecision, com participação de 50% da ParaDecision e 50% do grupo.</p>
<p>A ParaDecision é uma empresa de inovação voltada ao desenvolvimento de novas tecnologias matemáticas e computacionais. Atua na disseminação da inteligência artificial e busca promover o intercâmbio de informações e serviços entre jovens empreendedores e profissionais experientes.</p>
<p>As palestras de abertura serão ministradas pelo professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/jair-minoro-abe" class="external-link">Jair Minoro Abe</a>, da Universidade Paulista (Unip) e Maurício Sitta.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><span><strong><i>I Simpósio Empresarial de Tomada de Decisão - ParaDecision 2015</i></strong><br /></span><i>Dia 07 de novembro, das 9h às 16h<br /><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógico, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Eventos gratuito e aberto ao público. Inscrições pelo site do evento – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a><br /></i><i><i><i>Informações: Cláudia Regina Tavares (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1681</i> <br /></i></i><i>Ficha dos evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/i-simposio-empresarial-de-tomada-de-decisao-paradecision-2015" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/i-simposio-empresarial-de-tomada-de-decisao-paradecision-2015</a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Lógica e Teoria da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-07T20:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">
    <title>Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios</link>
    <description>Metrópoles da Europa e América Latina reproduzem modelo de desenvolvimento que não resolve problema da escassez hídrica, mostram especialistas da Espanha e da França.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/leandro-del-moral-ituarte-1/@@images/dff75d15-d1c6-41ec-bf19-4deab71dacdc.jpeg" alt="Leandro Del Moral Ituarte" class="image-inline" title="Leandro Del Moral Ituarte" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para o espanhol Leandro Ituarte, o paradigma hidráulico tem uma longa história cultural que conta com a instrumentalização da mídia. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Contratos pouco rigorosos quanto aos custos e ao licenciamento ambiental de grandes obras, alterações hidrológicas, drenagens, erosões, obras paralisadas por mal planejamento, deslocamentos de populações, inundações de parques e áreas de preservação. A imensa lista de problemas relacionados a megaprojetos de construção civil poderia estar relacionada ao Brasil, dada a semelhança com a realidade do País. Mas foi apresentada como estudo de caso do sul da Espanha pelo geógrafo e historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-del-moral-ituarte" class="external-link">Leandro del Moral Ituarte</a>, da Universidade de Sevilha, Espanha, em palestra dia 10 de novembro no IEA.</p>
<p>O debate <i>Escassez Hídrica, Governança e Justiça Ambiental</i> foi moderado pelo professor<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link"> Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. Outro expositor foi <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-barraque">Bernard Barraqué</a>, do <a class="external-link" href="http://www.cnrs.fr/">Le Centre National de la Recherche Scientifique</a>, (CNRS), de Paris. Os especialistas analisaram o contexto de megaprojetos e seus impactos relacionados à gestão hídrica nas metrópoles.</p>
<p>Ituarte apresentou o caso da bacia baixa de Guadalquivir, que banha territórios da Andaluzia, na Espanha. Mostrou as constantes obras em um porto regional, os gigantescos danos ambientais de uma mineradora, as barragens e transposições de rios que nunca findam a necessidade de drenar mais água.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“São obras que consolidam um modelo de desenvolvimento baseado em duas regras básicas, fundamentadas na perspectiva financeira e nos benefícios de curto prazo”, disse Ituarte.</p>
<p>Dentro da lógica em que os megaprojetos são aprovados, “eles não podem ser transparentes porque isso os colocaria sob questionamento”, afirmou. Para o geógrafo, o mito do progresso, assim como o planejamento ruim, a subestimação de custos, contratos inadequados e o descumprimento de prazos são categorias que pertencem a um mesmo fenômeno.</p>
<p>“Infelizmente, são projetos que tiveram aprovação popular. O paradigma hidráulico tem uma longa história cultural que conta com a instrumentalização midiática. As compensações ambientais afinal acabam beneficiando engenheiros e biólogos. E tudo é financiado pelo fundo europeu de desenvolvimento”, apontou.</p>
<p>Na Espanha, as tarifas de água são muito sensíveis a quaisquer variações. Com isto, as companhias distribuidoras têm informações detalhadas do consumo, incluindo o número de habitantes de cada residência, disse Ituarte.</p>
<p>“Chegamos a um nível de consumo 40% inferior ao pico registrado em 1991. As tarifas são muito caras porque por um lado, as empresas precisam lucrar. Por outro, devem incentivar a redução do consumo”, afirmou.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/leandro-del-moral-ituarte-pedro-jacobi-e-bernard-barraque-3/@@images/7e71e6a5-e59a-428a-a422-ef1986ba02bc.jpeg" alt="Leandro Del Moral Ituarte, Pedro Jacobi e Bernard Barraqué" class="image-inline" title="Leandro Del Moral Ituarte, Pedro Jacobi e Bernard Barraqué" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Jacobi destaca as contradições de a iniciativa privada gerir bens públicos</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Jacobi, o exemplo espanhol mostra a contradição de bens públicos serem geridos pela iniciativa privada. “Hoje, a Espanha joga pedra no próprio telhado. Como pode uma empresa privada querer reduzir o consumo? Cabe refletir se a sociedade entende a contradição dessa lógica”, disse Jacobi.</p>
<p>Para o professor, o Brasil segue o mesmo modelo de desenvolvimento. “Vemos acordos privados para a construção de grandes obras do Governo. A lógica mantém o desequilíbrio hídrico. Não precisamos consumir mais e sim, melhor. Ou seja, sem a situação de privilégios para uns e de escassez para outros”, observou Jacobi.</p>
<p>Segundo Jacobi, diante da crise hídrica em diversas metrópoles brasileiras, é o momento de a sociedade brasileira repensar a lógica da desigualdade e estabelecer uma governança democrática da água.</p>
<p>Para Barraqué, diretor de pesquisa do Centre International de Recherche sur l’Environnement et le Développement, disse que na França há diversos modelos de parceria público-privada e que não necessariamente existe contradição no fato da iniciativa privada participar da gestão de bens públicos. “Há muitas outras questões envolvidas. Um fator sem dúvida importante é a participação da comunidade na gestão da água”, disse.</p>
<p>Barraqué, que também atua na Agro ParisTech - École Nationale du Génie Rural, des Eaux et des Fôrets, acredita que não é possível entender a gestão da água sem entender a relação entre o Governo central e os municípios.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/bernard-barraque-2/@@images/10adddb0-ad4b-4020-b2e0-e46fc0f52f21.jpeg" alt="Bernard Barraqué" class="image-inline" title="Bernard Barraqué" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Barraqué, da CNRS, da França, não acredita em modelos importados: "Brasil deve construir o seu próprio".</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Muitos municípios precisam da privatização de serviços porque não têm condições de oferecer qualidade, diz Barraqué. “Muitas prefeituras acabam se modernizando com essas parcerias. Acredito que possivelmente isso levará a um novo movimento de remunicipalização modernizada”, disse.</p>
<p>Para Barraqueé, é provável “que as empresas privadas mudem seu papel na gestão da água. Provavelmente terão menos benefícios mas continuarão a atuar nos serviços públicos”.</p>
<p>“Porém, não há modelos que podem ser importados. O Brasil deve construir o seu próprio. Há muito o que avaliar para cada realidade”, disse o especialista, que acaba de produzir para o Banco Mundial um relatório inédito sobre as mudanças climáticas e a problemática da água nas grandes cidades do mundo. Intitulado “Adaptation to Water-related Climate Change in cities”, é assinado em co-autoria com Bruno Tassin.</p>
<p>Poucas cidades no mundo conseguiram estudar o impacto das mudanças climáticas e a gestão das águas com projeções relacionadas aos episódios de secas. “Há muitos estudos relacionados a furacões e enchentes. Mas o único exemplo de estudo que vi relacionado a secas e mudanças climáticas foi em Barcelona”.</p>
<p>Segundo Barraqué, o estudo em questão foi publicado na edição número 3 da <i>Water Economics and Policy</i>, com o título “Selecting an Efficient Adaptation Level to Uncertain Water Scarcity by Coupling Hydrological Modeling and Economic Valuation”, assinado por Roger Guiu e outros autores.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-12T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-tecnologia-juntas-uma-visao-inusitada-sobre-a-vida">
    <title>Arte, ciência e tecnologia juntas: uma visão inusitada sobre a vida</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-tecnologia-juntas-uma-visao-inusitada-sobre-a-vida</link>
    <description>No segundo dia da Intercontinental Academia, o microbiologista Hideo Iwasaki, da Waseda University, apresenta em Nagoya, Japão, trabalhos artísticos e científicos que fazem refletir sobre as concepções de vida.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Hideo%20Iwasaki.jpg" alt="Hideo Iwasaki" class="image-inline" title="Hideo Iwasaki" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Hideo Iwasaki apresenta trabalhos na fronteira entre ciência e arte durante workshop de biologia.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A biologia sintética é uma nova abordagem para a bioengenharia. Envolve a modelagem e a construção de organismos em escala molecular, ou o redesenho de peças, dispositivos ou sistemas biológicos naturais. É uma tecnologia que busca objetivos específicos através de um design intencional. Em vez de pressões evolutivas, o mundo dos vivos se torna um produto de escolhas de design. Pelo rápido avanço, tem gerado expectativas de produzir novas aplicações biológicas na medicina, no agrobusiness, na genômica, em energia e outras áreas.</p>
<p>“É um campo que oferece uma nova visão sobre a forma de se relacionar com a vida. Seu rápido avanço tem resultado em muitos debates científicos e filosóficos, porque produz antecipações que levam a alguns exageros. Por isso, a biologia sintética provoca interesse em alguns designers e artistas interessados em biotecnologia”, disse o biólogo e artista Hideo Iwasaki, da Waseda University, no segundo dia da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Intercontinental Academia</a> (ICA), dedicado aos workshops de biologia.</p>
<p>A segunda fase da Intercontinental Academia acontece de <strong>6 a 18 de março</strong> em Nagoya, Japão. Quase um ano após o <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">encontro em São Paulo</a> organizado pelo IEA, 13 jovens pesquisadores estão prestes a concluir os estudos sobre o tema “tempo” e o conteúdo para um Massive Open Online Course (Mooc). Os workshops contam com exposições de cientistas de renome do mundo inteiro.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Hideo%20Iwasaki-2.jpg" alt="Hideo Iwasaki e Martin Grossmann" class="image-inline" title="Hideo Iwasaki e Martin Grossmann" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Grossmann e Iwasaki, em debate da Intercontinental Academia. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Martin Grossmann, ex-diretor do IEA e membro do Comitê Científico da ICA, presidiu os debates da apresentação de Iwasaki e chamou a atenção para a inusitada união entre biologia e arte. Não só por sua formação, Iwasaki surpreendeu pelo tema exposto, um misto de ciência, tecnologia e design.</p>
<p>Coordenador do Laboratory for Molecular Cell Network &amp; Biomedia Art, da Waseda University, Iwasaki falou do trabalho desenvolvido durante o <a class="external-link" href="http://www.syntheticaesthetics.org/">Synthetics Aesthetics</a>, um projeto experimental gerido pela University of Edinburgh e Stanford University, que reuniu, em 2010, os mais renomados biólogos sintéticos, artistas e cientistas sociais para explorar colaborações voltadas à concepção, compreensão e construção do mundo vivo.</p>
<p>Na ocasião, Iwasaki desenvolveu o projeto “Biogenic Timestamp” em parceria com Oron Catts, da Aalto University, de Helsinki, Finlândia. O trabalho foi definido pelo microbiologista como “uma crítica ao <i>hype</i> da biologia sintética, uma provocação sobre a ligação entre as escalas do tempo geológico e do biológico”.</p>
<p>A dupla trabalhou com cultura de tecidos a partir de cianobactérias, um grupo de bactérias que obtém energia por fotossíntese e está entre as formas mais primitivas de vida. A comunidade foi aplicada a uma placa de computador, que vem sofrendo a ação desses organismos até hoje. O trabalho foi exposto na Áustria e no Japão. Segundo os criadores, o experimento mostra que as bactérias são capazes de internalizar nossas tecnologias e criações e de modificá-las como bem entenderem.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" alt="Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" class="image-inline" title="Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Princípios de engenharia aplicados à complexidade dos sistemas vivos: a biologia transformada em um novo material de design</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro projeto de Iwasaki, não menos surreal para os padrões ocidentais, é inspirado num costume relativamente antigo no Japão de criar monumentos em memória a animais, insetos, caramujos, plantas, objetos diversos e, até, ao espírito de espermas.</p>
<p>Iwasaki mostrou que em algumas instituições médicas e de pesquisa, como no Departamento de Ciências Humanas da Waseda University, há o estranho hábito de celebrações anuais realizadas em homenagem a animais usados em experimentos. Em zoológicos, há cerimônias fúnebres para animais que morreram. E em 1971, foi criado um monumento em homenagem ao espírito de espermas, mostrou.</p>
<p>Com tudo isso, Iwasaki pensou num memorial para células artificiais. “Sou um microbiologista, então posso, finalmente, orar por uma bactéria que usamos em experimentos”, comparou.</p>
<p>“The memorial service for synthetic cells” é o nome do trabalho tecno-artístico de Iwasaki e será exibido durante o Kenpoku Art Festival 2016, uma grande mostra que dialoga com natureza e arte, incorporando ciência e tecnologia. É realizado em seis cidades da região norte da Prefeitura de Ibaraki, Japão.</p>
<p>Segundo Iwasaki, o trabalho é cientificamente “estimulante, pois força a pensar o que é de fato a vida”. Os dois projetos que o cientista apresentou no workshop da Intercontinental Academia parecem lidar com coisas distintas. Mas, na verdade, lidam com a questão do tempo e como os humanos estão envolvidos com a vida, disse.</p>
<p>Citou um <i>paper</i> sobre a criação de uma célula bacteriana a partir de um genoma quimicamente sintetizado. “Muitos cientistas se dividem ao responder se é um organismo vivo, ou um tipo de vida sintético. Então, vejo que para esse tipo de julgamento é necessário o critério subjetivo de cada um sobre o que é a vida”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: IAR/Nagoya</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> syntheticaesthetics.org</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-15T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sergio-mascarenhas-profere-palestra-sobre-formacao-e-carreira-de-engenheiros-de-materiais">
    <title>Sérgio Mascarenhas profere palestra sobre formação e carreira de engenheiros de materiais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sergio-mascarenhas-profere-palestra-sobre-formacao-e-carreira-de-engenheiros-de-materiais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/sergio_mascarenhas.jpg" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p class="MsoNormal">O coordenador de projetos do IEA Polo São Carlos Sérgio Mascarenhas participa no dia 11 de maio do XI Ciclo de Palestras sobre Desenvolvimento Tecnológico – Avaliação e Inovação da Educação em Engenharia. O evento é promovido pelo Núcleo de Informação Tecnológica em Materiais (NIT/Materiais), pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) e pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS), todos da UFSCar.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Em sua palestra, Mascarenhas abordará a atuação de engenheiros de materiais em sistemas complexos e fará uma discussão sobre a formação e a carreira desses profissionais. A 11ª edição do Ciclo de Palestras sobre Desenvolvimento Tecnológico tem como objetivos promover a discussão sobre os processos de avaliação e inovação na educação em engenharia, particularmente, no ensino de graduação da Engenharia de Materiais da UFSCar.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">A crescente evolução para a sociedade do conhecimento e a presença dos sistemas complexos demanda novos questionamentos sobre ensino e aprendizagem (aprender a aprender), a formação para a construção de projetos coletivos e interdisciplinares, assim como indissociabilidade cada vez maior entre ensino, pesquisa e extensão. A necessidade de reflexões prospectivas sobre o desenvolvimento da Engenharia de Materiais nos próximos anos também é uma exigência imediata que será abordada durante o ciclo.</p>
<p class="MsoNormal">A palestra será realizada na Sala de Seminários do PPGCEM, no Departamento de Materiais da UFSCar, na área norte do campus, a partir das 10h. As inscrições devem ser feitas pelo site <a href="http://www.nit.ufscar.br/ciclos">www.nit.ufscar.br/ciclos</a>, onde também está disponível a programação completa de palestras do Ciclo. Mais informações pelo e-mail veralui@ufscar.br ou pelo telefone (16) 3351 8551.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-02T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/consultores-alemaes-estarao-no-iea-para-falar-da-industria-4.0">
    <title>Pesquisadores alemães apresentam perspectivas da Indústria 4.0</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/consultores-alemaes-estarao-no-iea-para-falar-da-industria-4.0</link>
    <description>No dia 12 de agosto, às 9h, os alemães Eike Permin e Philipp von Cube, ambos da Fraunhofer - Institute for Production Technology (IPT), estarão no IEA para apresentar reflexões a respeito das principais causas tecnológicas e características da Indústria 4.0. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/industria-4.0" alt="Indústria 4.0" class="image-right" title="Indústria 4.0" />Indústrias com processos controlados por máquinas e baseados na troca de dados, com produção cada vez menos dependente de pessoas. Assim são as fábricas inteligentes, que seguem o conceito da Indústria 4.0 – também conhecido como Manufatura Avançada. Pela segunda vez, o tema será discutido no IEA, novamente sob a organização do Observatório da Inovação e Competitividade (OIC), sediado no Instituto.</p>
<p>No dia <strong>12 de agosto, às 10h</strong>, os engenheiros alemães <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eike-permin" class="external-link">Eike Permin</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/philipp-von-cube" class="external-link">Philipp von Cube</a>, ambos da consultoria de negócios e instituto de pesquisa Fraunhofer - Institute for Production Technology (IPT), estarão na Sala de Eventos do IEA para apresentar reflexões a respeito das principais causas tecnológicas e características da Indústria 4.0.</p>
<p>No seminário <i>Industry 4.0: Digitalization in Manufacturing, Smart Devices and Data Mining on the Shop floor</i>, eles farão um retrospecto deste mercado, demonstrarão aplicações de sucesso do conceito, bem como as tendências e o potencial econômico por trás dele. As apresentações serão em inglês, sem tradução simultânea, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>De acordo com os conferencistas, há estudos que mostram que a Indústria 4.0 pode aumentar, anualmente, de 78 a 110 bilhões de euros as vendas da União Europeia. “Isso leva a uma grande demanda da integração de sistemas já existentes, máquinas e força de trabalho em fábricas modernas”, indicam.</p>
<p>Eike Permin é engenheiro aeronáutico e de negócios. Na <span>Fraunhofer - Institute for Production Technology (IPT), lidera o departamento de Processos de Qualidade, onde realiza pesquisas na área de <span>organização e melhorias da </span>produção, focando em inteligência artificial para controle da produção, análise de dados e digitalização no chão de fábrica. </span></p>
<p><span>Engenheiro e economista, <span>Philipp von Cube lidera uma pesquisa sobre "inteligência na produção". Seu foco de pesquisa é o gerenciamento de riscos técnicos, assim como em redes de produção digitalizadas e conectadas. </span></span></p>
<p><span>Em abril do ano passado, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jefferson-gomes" class="external-link">Jefferson Gomes</a><span>, diretor regional do Serviço Nacional da Indústria (Senai) de Santa Catarina e professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/manufatura-avancada" class="external-link">esteve no IEA</a><span> para tratar do assunto. Ele apresentou as perspectivas e o cenário brasileiro da manufatura avançada.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Argonne National Laboratory/Flickr</span></p>
<p style="text-align: left; "><span class="discreet"> </span></p>
<hr />
<p><i><strong><i>Industry 4.0: Digitalization in Manufacturing, Smart Devices and Data Mining on the Shopfloor</i></strong><br /></i><i>12 de agosto, das 10h às 12h<br /></i><span>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, sem inscrição prévia</span><span><br /></span><span>Informações com Sandra Sedini - </span><i>email sedini@usp.br, telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/industry-4-0-digitalization-in-manufacturing-smart-devices-and-data-mining-on-the-shopfloor" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-26T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/trajetoria-dos-engenheiros">
    <title>Trajetória dos Engenheiros no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/trajetoria-dos-engenheiros</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A trajetória de um grupo de 9.041 engenheiros com menos de 25 anos e ingressantes no mercado de trabalho formal de 2003 a 2012 foi analisada em um estudo do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Observatório de Inovação e Competitividade</a><span> (OIC) do IEA. Os resultados da pesquisa serão apresentados por seu autor, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/bruno-cesar-pino-oliveira-de-araujo" class="external-link">Bruno César Araújo</a><span>, no seminário</span><i>Trajetória dos Engenheiros no Brasil</i><span>, que acontece no </span>dia 15 de abril, às 10 horas<span>, na Sala de Eventos do IEA. </span><span>Araújo é pesquisador do OIC e doutorando em engenharia de produção na USP</span><span>. O debate também terá a participação de</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/nadya-araujo-guimaraes" class="external-link"> Nadya Araujo Guimarães</a><span>, professora titular do Departamento de Sociologia da USP, e de</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/mario-sergio-salerno" class="external-link"> Mário Sérgio Salerno</a><span>, engenheiro, coordenador geral do OIC e professor titular do Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-13T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/engenheiros-doutores-e-desenvolvimento-industrial">
    <title>Engenheiros, Doutores e Desenvolvimento Industrial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/engenheiros-doutores-e-desenvolvimento-industrial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É difícil admitir que as flutuações do processo de desenvolvimento industrial brasileiro possam se prolongar indefinidamente sem que aconteça um colapso com consequências imprevisíveis. A amplitude dos mergulhos vem superando a amplitude das retomadas do desenvolvimento. Poderá acontecer um mergulho sem volta? Temos engenho e arte suficientes para ser um país com presença no concerto das nações compatível com nossas dimensões?</p>
<p>As análises e soluções têm sido examinadas a partir de correlações estatísticas e comparações com outros países. Frequentemente discute-se o papel da Indústria, da Universidade e do Estado. Os documentos e ações resultantes desses estudos têm tido um real impacto no mundo dos negócios e no progresso industrial? Vemo-nos no espelho do mundo. Qual o seu significado e eficácia? Nós no mundo. Não basta. É preciso que nos coloquemos fora do Brasil e a partir da perspectiva externa, o que o mundo quer de nós, reflitamos sobre o nosso futuro. Não há muito tempo para pensar e pouco tempo para agir.</p>
<h3>Expositor</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua </a><span class="external-link">(IEA-USP e UFRJ)</span></p>
<h3>Coordenador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno </a><span class="external-link">(EP e IEA - USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-26T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas">
    <title>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A evolução tecnológica promoveu mudanças emblemáticas no sistema educacional ao quebrar a rigidez presente no século XX e trazer fluidez e insegurança no século XXI. Esta transição afetou muito a educação em engenharia em todo o mundo e alguns reflexos já se fazem sentir em nosso país.</p>
<p>Paul Gilbert, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, e conhecedor profundo das tendências da educação em engenharia neste século irá discutir esta temática na companhia de Luiz Bevilacqua. Juntos, buscarão responder as seguintes questões:</p>
<ul>
<li>Como garantir que o estudante de engenharia adquiriu as ferramentas necessárias que o habilite a buscar sozinho o conhecimento ao longo de sua carreira?</li>
<li>As tecnologias emergentes criam lacunas de conhecimento. Quão rápido o sistema educacional das engenharias deve reagir para prover as habilidades técnicas para preencher estes espaços?</li>
<li>Como podemos avaliar, através de certificações globais confiáveis e amplamente exequíveis, as habilidades não-técnicas que gostaríamos que os estudantes de engenharia fossem dotados?</li>
<li>Que ideias criativas devemos ter para aumentar as habilidades fundamentais (técnicas e profissionais) nas regiões onde os recursos são limitados?</li>
<li>Como as universidades e as empresas devem trabalhar juntas para suprir as habilidades profissionais de nossos estudantes?</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Estas questões permeiam as discussões que estão sendo levadas a cabo junto ao Conselho Nacional de Educação e a Secretaria de Ensino Superior do MEC para o estabelecimento das novas diretrizes que estão sendo concebidas para os cursos de engenharia do país.</p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-gilbert" class="external-link">Paul Gilbert</a> (Quanser)</p>
<p><strong>Debatedor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a> (UFRJ e IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a> (EP e IEA - USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso </a>(EP-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T21:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/formacao-para-inovacao-de-engenheiros-e-medicos">
    <title>Formação para Inovação de Engenheiros e Médicos: É Possível?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/formacao-para-inovacao-de-engenheiros-e-medicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O diretor executivo da <a class="external-link" href="http://fulbright.org.br/">Comissão Fullbright</a> no Brasil irá apresentar como a inovação é tratada nas universidades americanas, particularmente, com vistas a formação de profissionais de saúde, médicos e engenheiros. <span>Quais as tendências para o futuro próximo naquele país, o</span><span> que pode ser feito e quais os principais desafios nessa área no Brasil.</span></p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-valcove-loureiro" class="external-link">Luiz Valcov Loureiro</a> (Fullbright Brasil)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><span> (OIC IEA)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-02-08T18:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-fapesp-e-a-manufatura-avancada">
    <title>A Fapesp e a Manufatura Avançada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-fapesp-e-a-manufatura-avancada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A FAPESP lançou uma chamada para empresas interessadas em criar Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada em áreas como <i>big data</i>, inteligência artificial, digitalização, virtualização, sensores, entre outras, a serem sediados em universidades ou institutos de pesquisa no Estado de São Paulo. Doze empresas ou consórcios de empresas manifestaram à Fapesp seu desejo de constituir Centros desta natureza, o que será detalhado conjuntamente nos próximos meses.<span> </span></p>
<p>Os Centros de Pesquisa em Engenharia em Manufatura Avançada são mais um passo no apoio que a FAPESP tem dado ao tema nos últimos anos, por meio de financiamento de Bolsas e Auxílios à Pesquisa.</p>
<p><strong>Manufatura Avançada: Auxílios e Bolsas (1992 a 2017)</strong></p>
<p><span>Também conhecida como indústria 4.0, a Manufatura Avançada envolve um conjunto grande de tecnologias de fronteira que podem garantir mais competitividade para a indústria e os serviços, incluindo o mercado financeiro. Com esta parceria, a expectativa da FAPESP é estender esse apoio a empresas ou consórcios de empresas com demandas por essas novas tecnologias.</span></p>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a></span></p>
<p><span><strong>Coordenador</strong></span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-09T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reforma-do-ensino-de-engenharia">
    <title>Reforma do Ensino de Engenharia </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reforma-do-ensino-de-engenharia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>As engenharias são fundamentais para o desenvolvimento do país. </span></p>
<p><span>A elevação de sua qualidade e o aperfeiçoamento da formação de profissionais para dar conta dos desafios que enfrentamos são preocupações que fazem parte do cotidiano de nossas escolas, como a Politécnica da USP, das empresas e das mais altas instâncias de governo, tanto o federal quanto o dos estados. </span></p>
<p><span>Diagnósticos e planos nem sempre são consensuais, mas existem propostas várias, muitas em elaboração. O Conselho Nacional de Educação discute um plano voltado para impulsionar o ensino de engenharia nas escolas brasileiras. </span></p>
<p><span>Propostas serão bem-vindas. </span></p>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-roberto-curi" class="external-link"> Luiz Roberto Curi </a>(Presidente da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional Educação)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><span> (OIC IEA USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-17T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular">
    <title>Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidades </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Engenharia popular (EP) designa uma prática brasileira da engenharia que busca não apenas a construção participativa do diagnóstico e da solução do problema técnico enfrentado pelo grupo popular com o qual se trabalha, como também, por meio desse processo, a gradativa construção de uma ordem sociotécnica de maior empoderamento, sustentabilidade ambiental e igualdade.</p>
<p><span>Tal movimento surge no início dos anos 2000, a partir da conjugação de três tradições distintas: a economia solidária, a tecnologia social e a extensão universitária. Hoje, um dos coletivos aos quais engenheiros/as identificados/as com tal abordagem se associam é a Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá (Repos).</span></p>
<p><span>Em sua prática, a engenharia popular pressupõe necessariamente processos e metodologias que assegurem tanto o resgate ou a escuta dos saberes, valores, perspectivas e estéticas dos grupos populares com os quais se trabalha, quanto a incorporação disso ao projeto da solução técnica que será construída.</span></p>
<p><span></span><span>Adicionalmente, por conta da sua profunda vinculação com os valores da igualdade (entre gêneros, etnias e demais diversidades) e da sustentabilidade, a EP incorpora fortemente distintas reflexões feministas.</span></p>
<p style="text-align: center; "><span>*****</span></p>
<p><span>No âmbito desta atividade junto ao IEA, objetiva-se fundamentalmente apresentar e discutir a engenharia popular. Isso será realizado em quatro momentos distintos: a apresentação de demandas por soluções técnicas adequadas por alguns movimentos sociais; a caracterização da EP, ao modo como a Repos a desenvolve; problematização desse tipo de atuação popular da engenharia, a partir de desafios que ela não pode se furtar a enfrentar; enriquecimento da tradição da EP a partir do diálogo com outras iniciativas populares de projeto e tecnologia.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-02T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/consciencia-em-debate-">
    <title>Consciência em Debate - Diálogos entre as Neurociências, Engenharias e Filosofia da Mente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/consciencia-em-debate-</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A consciência vem desafiando cientistas de várias disciplinas, principalmente aquelas que se propõem a compreender o cérebro humano. Isso porque ainda não se tem certeza nem de onde se localiza, qual é sua origem ou como funciona a consciência.</p>
<p>Parece, no entanto, ser consenso que o cérebro está envolvido neste processo, por isso esta é uma questão fundamental para a compreensão dos processos cerebrais e suas implementações em sistemas artificiais. O que torna a análise desse conceito um lugar de encontro de diversas disciplinas.</p>
<p>Neste debate o conceito de Consciência será discutido a partir de três áreas principais: a Bioengenharia e Neurobiologia, a Filosofia da Mente e a Engenharia da Computação. O objetivo é encontrar os pontos de convergência e divergência destes conceitos elaborados a partir das três áreas citadas (possibilitando um diálogo entre elas), apresentar uma breve revisão do conceito (limitada às áreas específicas) e analisar de maneira comparativa os conceitos elaborados pelos profissionais ao longo do evento.</p>
<h3>Temas e Palestrantes:</h3>
<p><strong>Bioengenharia e Neurobiologia </strong>- <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arturo-forner-cordero" class="external-link">Arturo Forner-Cordero</a><a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/arturo-cordero" class="external-link"> </a>(Poli e IEA/USP)</p>
<p><strong>A Engenharia da Computação </strong>- <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-reinaldo-silva" class="external-link">José Reinaldo Silva</a> (Poli/USP)</p>
<p><strong>A Filosofia da Mente</strong> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osvaldo-pessoa-junior" class="external-link">Osvaldo Frota Pessoa Júnior</a> (IF/USP)</p>
<p><strong>Desenvolvimento da Ação Motora</strong> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/priscilla-augusta-monteiro-ferronato" class="external-link">Priscila Ferronato</a> (Universidade Paulista-Campus Alphaville)</p>
<h3>Mediadora:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-santos-barbosa" class="external-link">Luciana Santos Barbosa</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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